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Fl com grande satisfação que tomei co­ 
nhccimnto de que o trecho Jardim a Be! 
VMn, nu BR0G0, ic!á lnduir!o em bCU piar.o de 
obra: de pavimentçã sfál.lua para 1005, Sol• 
ba Dr. Vil on, dc;,dc O ln!clo de m!nho 1Jcsliio 
nn Cfimnru Munlclpnl, CC'mo vcrcJdor do PDS 
!crho 1.,at;ilhudo rclu ravimcnluç:io os!ltlt!ca 
ào rcforfd.> trecho. 
Hoje, st•nhor Govcrnnóor, Bé!'a VJ;:,1 come 
mora o zu aniversário e inuyu:mos a 1 
Expbel, este foi o mor prnte que o c 
nho1 i;odcr':i dnr no povo dn lr::nlciro. ' 
Cm sta pavfmentnç:io, e;'arerr.os llgJdos 
aos grardes centro: e teremcz cordiçCe de au 
menl.i?mos JS nossos ng€cios, não sé c to­ 
cante n pecuária, mas sobrei udo ngllizando a 
produç,io ogrícol:i e de cnlcáre:i, ha a vi ln ter 
mos uma das maiores reservas do Estado. 
:mpre confiamos ros políticos que visam 
o tem estar dns comu·udades, nnqu•lcs que não 
vcêr.i a cr política, ms as intençõzs, saiba se­ 
nhor Governodor, o !er:hor pa•snr.i para n his 
térln, como o Governodor que atendeu os mais 
justcs anseios da comunidade blavistense. 
Hoje, o senhor está cm Bela Vls!a, n casa 
é sua, o pove o recebe como se recebes:e a um 
Irmão mal• velh:>, a um pai, recebJ Governador 
o car.nh da fronteira. 
:reder CASIO ACIOLY (PDS). 
hlL _ ·--•- .. 
V#ATEA CRRE! E 
RI FIGO EM EELA VI!TA 
O preslden1e d1 A~semblêin Leglslal!va, 
Walter Carneiro, e o 1º s~cretárlo Ar! Rlgo, 
estarão nesta cidade no prbtimo domingo, quan 
do ma.'lt~rão dlvers:>s contatos com as lideran­ 
ças politlcs de Bela VIsta, Jardim, Gula Lo- 
pes e Porto Murinho, ' 
Cs deputados do PDS estarão em reunião 
com os vereador.?s e membros dos Diretórios 
Municipais, poss(velmente na .residência do 
o 
pretelto Afonso Dlllon Nunes Leite ou nos·-sn• ' 
Iões do Grêmio Pedro Rufino, o local ainda não 
está definifüi, 
A pujança e o trabalho de Beln Vista, sobre­ 
tudo de nossa pcc·:árla, ultrap:issam a fronteira 
de )loto Grosso do Sul e são hoje orgulho para 
todos .nós. Scntlm;,•nos gratificados com n pre­ 
sença do Emio. Sr. Governador do Estado, Dr. 
Wi!sÕn, B:irbJsa Martins, o qual verificará "in 
16o" as potencialidades de nossa terra. Bela 
Vista é uma das poucas cidades desta regiiil·. 
que pode ostentar indices de desenvolvimento 
e de bem estar social. T e m o s ruas.. 
asfaltndns, telefone (DDD e DDI), água, ruas 
comerv.:'dos, urbanização, sllu;ição invejável n:> 
tocante as rinonças·mUnicípals. com o !unciona-. 
, 11.s'nó:c'-débltolí em dln,·é qunse como se aqui. 
céorré~r-~-um mllagre. Sim, cm Bela Vista. n/ _se 
!ulli~~ m crise. Nós trabalhAmos, e quem traba- .· 
lhe hão tm tcmp para pen:x em passeatas, 
manifestações; greves; etc. Nosso milagre é o 
trabalho, 
Este povo ordeiro e trabalhador, que a cada 
ano que posso orgulho alnd~ mal3 a tradição 
,-- e o legado de nossos antepassados, da gente. 
Provnvelmente na reunliio, será debatido o que cruzou serras e montes, campas e cerrados, 
assunto que vem polarizando os ntenções .. dos. pa:ra· áqui semear· uma, comunidade notáveh __ 
politiccs regionais (e também d» Estado), a° + Para um ·bom filho desta terra, que viveu 
formação da "Frente Liberal do PDS", crítica- a.Strll"lnfâncla à beira do Apa, e que, desde cri- 
da pelo deputado Ari Rigo. 	ança, trabalhou honestamente, herança pater- 
' ... 
% 
;.) 
... .. ~ 
~ 
Nn r,n;xirr.J ano ~qui funcior.:i.rá a Frcfeill:ra Municipal de Pela Vista, apés as reformas 
(pinturs, urbarizzcão, etc) erá uma das mais mde; :zs e funcionais dc Esto.do. OBRA :00 
PREFEITO MUNICIPAL DE BE.LA VJSTA. AFONSO DYU.ON NUNES LEITE, com nu- --1 • 
xílio de GOVERNADOR WILSCN BARBOSA MARTINS, homens unidos per um só obj~ti~ · 
vc: UM MATO GROSSO DO SUL, MELHOR. 
na, n de que só o trnbalho enobrece o homem, 
a data de hoje tem um slgnlficndo todo espe­ 
cial. 
Primeiro, porque a 13" Expobcl ó o maior 
exemplo do poder de realização do· homem 
belavi6lense, é a continuidade de uma idéia 
planti:da por Maria BaHllanl, nos corações d-OS _ 
pecuaristas; segundo, porque tenho a oportunJ• 
dade de anunciar que dentro em breve mudare­ 
mos o centro odminlstratlvÓ de Bela Vista, 
ccm a ajuda do Exrn:,. Sr. Governador adquíri­ 
remos o prédio onde funcion.ava a residêncla--: 
dos Padres Redentoristas, o qual transformará, 
não só o visual da NOVA PREFEITURA, mas 
sobretudo a geopolítica administrativa de nos­ 
sa cidade; terceir:i, porque, mais uma vez, pos­ 
so reafirmar AO MEU POVO, a fi.rme disposi­ 
ção de trabalhar por esla cidade, em todas as • 
frentes, honrando a confiança em mim deposi- • 
tada. 
Hoje é um dia especial, Bela Vista é digna 
de admiração, Isto é reflexo da comU!lidade 
que canúnha. 
Parabéns povo bclav!stcnso 
Bons Vindas Senhor Governador 
_que venceu em Campo Grande 
Ex vereador em Bela Vista, ex presidente da Liga Esportiva Bela­ 
vistense, radialista, publicitário, homem das serestas e dos churrascos 
amigos, do otimismo e da fé inquebrantávet no dia de amanhã, figura 
humana· dàs mais queriaãs, não guarda mágoas, nem rancor, "a vida 
nos ensina a perdoar, . 
• Foi para Campo Grande, mas nunca deixou de lembrar. de sua 
queridáBela Vista. Os amigos, sempre recebeu com festas; os "adver­ 
·sá'rios", com ::'lue!e sorr:so, como a dizer: "minha comcíência está tran- 
• quila. E a sua? 
Hoje, empresário bem suced:do, volta à terra, montando no Parque 
de Expc8ções Rio Apa o seu RESTAURANTE. Estamos falando 
José ~l:lt:cy Flcl.!S e o st-u "RESTAURANTE O GALPAO". de 
. Não é preciso dizer mais nad:i, seu empreendimento é um sucesso· 
o mesmo c:mnho, o -masmo empenho que dedcava às iniciai '' 
• b d 1 • 	... vas que 
visavam o em estar ic Be a V1!ta (nam sempre compreendidas el 
arautos do pessimismo) fazem de O GALPAO um dos-melhorES P taos 
rantes de Mnto Grosso do Sul. 	res U• 
im. Eis um be'avistense que venceu em Campo Grand N da 
1h 
,, 	. 	e. a 
me or ... o que um pensamento de Hill, para espelhar a personalidad 
do meu amigo Glaucy: • 	. e 
"~W!lqucr c::lsa em que o mente humnm,· é capaz de o.credlt 
mente humana é capnz de realiznr", 	ar, • 
Esse é o segredo. ACREDITAR. Glaucy SEMPRE acreditou. Para. 
béns, VEI.HO GUERREIRO, é um orgulho recebê-lo entre nós, ho 
que acreditam. 	mens

Jl! L.' 'hl'.. ~ 
Fcrnnndo Jorge Secrctárlo de Obr.:s 
da Prcfellum J[u1úclpnl 
• 1,. ~ 	~ • 
ur,r,"VlC'OS r:xrCUTADOS El1 DIVERSOS 
EF."'ORES DA CIDADE NO PEIUODO DE 
JANI:iRO A JUNHO DO ANO DE 10&1", 
1 • COLOCAÇÃO DE TUBOS 
- 130) tubo~ de 0,20m de dill.mctro cmprcg~­ 
dos nn drenagem da Rua Conde P-irto Alegre. 
- 360 tubos de 0,40m de dlbm,tro, assim dl~­ 
trlbuldos: 	' ! r irf!:}: i 
- Coloceçiío de tubos nas Ruas dn cldnde. 
_. Colocação de tubos er_n· nlgumnl cJtradns 
vlclnnls, 
_ 456 tubos de 0,80m de dlll.metr,, c.s•'rn clls'rl- 
budos: • 1 
_ Construção de galeria parn captnçüo de á­ 
uas pluvials na Rua Cord> de Por'o - 
- Inta]aço de tubos nos cruzamentos das 
Ruas da cidade. 
_ Colocação de tubos nas estradas vlclnals do 
munldplo, 
Total: 2124 Tubos 
Valor estimado para fchrlcaç5r, : s~I• Mi 
lhões Quatrocentos e Noventa e Seis .l Cru­ 
Eelrcs, 
! . 
' ~ ' . 
,. 	' 
i. «e 
__ ..._, ..... , ... : •,., .. 
- --~--] 
- .%3rr 
f..·.:iço. Alvnro Mascarenhas 
Estimado em Cr$ Oito Milhões e Qulnhen 
tos Mil Cruzeiros 
f 
CASCALHAMENTO DE RUAS 
-- Rua Santo Afonso 
_ Run Voluntário dn Púlrln 
_ Av. Alcebiades DobJdllhl da Curha 
_ Run &ruo do LAdórlo 
_ nua SJo Clemente 
_ RUD. Eduardo PebcJto 
_ Run Cc.1eral Sonrc, da Rocha. 
_ Rua fürüo do Melgaço 
_ Rua Morcchnl Dcodoro 
_ Rua Barão do 'J'riunfo 
_ Rua Deputodo M6rlo Van Den Bosch 
- Trecho da Fua Sebastllo Cri:pim do Régo. 
- Rua Cubb6. 	' 
_ Rua Treze de junho 
- Iua E«mnin Cunstunt 
_ Av. S::iador Pinheiro 
_ Ruo Coronel Dias 
_ Rua Coronel Camlsúo 
_ Rua Rosollno Lino 
Alguma: Ruas. foram cascalhadas cm sua 
totalidade e, ouras cm scus trechos mais cri 
t!co:; rer!azendo um volume de aterro de apro­ 
ximadamente 10.000 metros cublcos, num va­ 
lor estimado de Onze Milhões de Cruzclros. 
J'A'IROLAJIENTO E ABERTURAS DE RUAS 
- Recuperação através de patrolnmento de to­ 
das as Rua~ da cidade Ininterruptamente. 
Limpeza para remoção de entulhos e regu­ 
larização do grande das Runs com motonlvc­ 
ladora e pooterl,or bota • fora dos mesmos com 
a utillwção de caminhões, em todos os Bairros 
de nossa cidade, assim ospcclflcndos: 
_ Bairro Antonlo João 
_ Bairro Costa e S!lvn 
_ Bairro Vlln· Nova 
- Lo!emento Espírito Santo 
Lotemento Primavera I e II 
_ Abertura da Rua. que dá acesso o Parque 
de E,(posi~-õ.:s, l'l!indo direto da Av. Teodoro 
Saliva em Trab3lho conjunto com o DERSUL. 
Num totltl de 1680 horas máquinas e estimaU­ 
vnmente Clncoentn e Oito Milhões e Oltocen­ 
t)s :Mil Cruzeiros. 
--Coo Mrcon!cs de Mirnnda - Reforms 
completa, reMco, piso, pintura, colocação de 
v;rlros, benhêlro, madeiramente e calçamente. 
_ CalégJo M'arechnl Rondon - Pintura, calça­ 
mento, reformulação na treliça da cobertura 
cm sua totalidade. 
- Início de reforma do Colégio Castellnho 
Encantado. • 
- 
II TER?N AICNAL 
CH+RASCARA. RODÍZIO. "A MAIS MODERNA INSTALAÇAO DA CIDADE M A 
QW MELHOR ATENDE 
ANEXO • FSCRT1RIO D; )TPr rama - VTNDA DE FAZENDAS 
BALTA -- OORRETOR - REGISTRO CREI N» 1.250 
AVENIDA CEI.. PTLAD REBUL 1.293 - CEP '19 290 - FONE: Escrit61'1o: 255-1%55 
BONITO MSllesldênda: 255-1180 
..... 
ILUMINAAO 
Praça Avaro Mascarnhs 
- Praça Castro Alves 
LIMPEZA DE RUAS 
- Cc.plna em diversas ruas d cidade na par­ 
lo dcstlnoda a calçada 
- Coleta de lxc regularmente nos te!ores 01, 
02, 03 e 04 
_ Limpeza das ruas pavimen!edas 
1 
Sra Dalva Acicli - Secretária de Educa­ 
ão do Município 
OUTROS SERVIÇOS 
- Aterro, nivelamento do pátio do Colégio 
Cnstclinho Encantado 
?- Patrolamento que demanda a estrad!l da 
~ Fazenct_n Santn Lcopo'dlna 
- Patrolamento dn estrada que demanda n 
Colônla Agt1cora de Dama-Cu~ 
_;_ Patrolaníento, cascalh:unento e aterro da 
cstrnd:l que demanda a Fazenda Santn. Eliza 
- Pntrolamento. da estrada que tcmanda a 
Fazend!l Xeres 
-- Patrolamcnto, aterro, cascalhamente e <» 
locação de tubos na estrad!l que deman1â a 
• ·Fnzenda Primavera e Fazenda Nelore 
- Pntrolnmento, aterro e cascalhnmento da 
estrada que demanda a Fazenda. Santa Rosa 
- Patrolamento, aterro, cascalhamento e co­ 
locação de tubos na estrad!l que demanda a 
Chácani. Apa no Distrito Nossa Senhora de 
Fátima Nunca-Te-Vi) 
- Patrolamento e nivelamento da estra 
que demanda a Chácara Fuguá, Dstrito Nessa 
Senhora de Fátima (Nunca-Te-Vi) 
- Patrolamento na estrada que liga as estra­ 
das da Cs5eira e o Colégio São Patricio (Can­ 
cha) 
- Patrolamento, aterro e cascalhamer.b da 
estrada que demanda a Fazenda Morrinho 
- :Serviço de Assistência Soc'al a tods popu­ 
lação belavlstense, ntra-:;ú dcs ca.111:tlhões e 
Máquinas da Prefeitura, preszntes em tods - 
acontecimentos religiosos, cficos, mlitares 
bem como atendimento ::,:is carentes. 
- Substituiç:1o de pontilhão :!e m:ideira nor 
tubuJação, 11:l. esquina c'.:Js ruas. r-:am total 1-:: 
720 heras/máquinas e est'm:itiv:imcnte CrS: 
Trnt e C'to MT'hUee 3 Q:2t2centos MI 
• Cruzeiros. 
NOVAS EDIFICAÇOES 
- Construção do Colégio Santo Antonio, na 
reg;ão dencminada Caie:ra, para :::t:n:iimento 
de 50 alunos ctiuturnamente, num ralor esti- 
u 
m::do ele CrS: No,~ M1lhêks elo Cruzeiros. 
- Construção do um galpão para a fbrea , 
tubos, com 25 m? e estimado m Cr$: On­ 
Mi!hces de Cruzeiros 
_ Conslruç.lo <1<: 02 (Duas) pass relas 
Avn da Teodoro Sativa com um valor stum. 
do de CrS: Stte M.1lhOc1 de Cruzeiros 
- Construção de um muro em torno do ç4. 
lég'o Castelinho Encantado de 200 m de com. 
primento num total de CrS: Quatro Mi'hões do 
cru.:c;ros 
Fábrica de Tubos 
ESTRADA CE RODAGEM - EQUIP,1IENT'J 
AQUJSIÇAO E RECUPERAÇÃO 
- Aquisição de !ermos para !abrlcnção de 
tubos de dreno de 0,20m de d!Ametro 
Aqusição de 20 (vinte) sapatas para a fa­ 
bricação de tubos de dreno de 0,20m de dl4• 
metro 
Valor de compra Cr$: Setecentos Mil Cru­ 
zeiros 
- AqUislção de forma para !abr!caçib de 
tubos, macho e fêmea de 1,00 metros dt dl4- 
metro, bem como de suas sapatas 
- Aquls:ção estimada em CrS Hum M'lhão e 
Duzentos Mil Cruzeiros 
- Aquisição de um Compressor de Ar 
- Aquisição de uma Serra Pol!corte 
- Aquis'ção de uma Furadeira boucad!l 
- Aquisição de uma Betoneirn 
- Aquisição de Motor de Alta Rotação parn 
n Mesa Vibratória da Fábrica de Tubos 
- Aquisição de Equipamento completo para 
pintura e lanternagem 
Aquisição de uma Lixadeira manual el­ 
trica 
-- Recuperação completa de caminhão bascu­ 
lante marca Mercedes 1113 
- Recuperação completa de caminhão bascu­ 
lante marca Dodgc 9505 
- Constante e Ininterrupta assistência mecâ­ 
nica a todos os veículos e equipamentos da 
Secretaria de Obras 
- Recuperação total de um Fiat AD7B 
- Continuação da pavimentação as!áltica da 
Rua Ccnde de Porto Alegre, trecho entre as 
Ruas Marechal Deodoro e Barão do Triunfo, J­ 
com drenagem e galeria para capta;;ão de 
águas plUVia's 
- Rscuperação da pavimentação asfáltica da 
Rua Sebastião Crispim do Rêgo. 
m:l:;· 
±: cl 
;::;a cu 
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nu; de 
t:zde: . 
is dciss 
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: ir 
s±31 
GUIAS E SARGETAS 
- No total de 1600m 
HlGIENE E SANEAlIENTO 
Construção e cólocação de privadas de c:>!1- 
creto n toda a população belavistense 
fI::RV!ÇOS DIVERSOS 
- Continuação da Regularização ds imóre? 
da cid!lde junto ao Setor Tributário da pre!e: 
t1•r'I 11.-TUnicipal e elaboração de. um novo Có 
digo de Obras para o Municip' de Be! Vista 
- Levantamento completo da Beneflcêc-+ 
Hospitalar de Bela Vista, planto.s, !achadaS e 
cortes 
~ Levantamento aos imóveis no que tange A ' 
nivelamento e reestruturação dos lo!es.

0 
• 
0a, 
ILA VISTA 
.a 
Colcáreo Bodoquena o Realidade de um Projeto 
2NT) 
Eti'a ll fn. 
te d! 
1 Cru- 
lo de 
; do dlà• 
hão e 
Ar 
par 
par. 
, ., 
e . -- • -- ···- -·- . 
O popular Toninho Arnh implantou, não 
:ó uma indústria, mas uma filosofia de traba­ 
Jho. 
Sua rrojada maneira de i terpretar o: fa­ 
to:, rmpre tcb um prisma de que 'otimismo 
e multo trabalho constroem coisas gr;,ndioGa·;" 
fez cl.:! rnn indústria o pulmüc ccontmlco da 
r g lã o , S 3 	a empresa v a i E m	, o 	q u sempre 
ocorre é sinal de que a região está progredindo. 
E como progride! 
UMA INOúSTHIA - UMA CIDAOL 
Quem vai a Porto Mutinho au altura do 
hm ... r,rinclpalmcntc a roite, se rurpreende 
cm as lure: ds uma pquena cidade. Sim, a 
Indústria, a nol!e, é um foco radiozo de luz; de 
dia, a luz aio é menor, mas é uma luz diferen­ 
.c-, da li radia fé e ccrfiança no dia de nmnnh5. 
Uma pequena cldad> plantada s margens 
da rodovia Jadim-Porto Murtinho, em plena 
mun
1
dplo de Pela Vista, contando com água, 
luz, uma irfrestrutura de fazer inveja: açou­ 
gue, farmócln, nmbulatéri:>, e,coln, tudo para 
utencier os funcionários da €mprcso e fomilla- 
Ares (anais de 40 pesas). 
Antonio Aranho e o diretor industrial 
Vnldir JIcngin?, 
Quando Antonio Aranha imta!ou 1,s pri­ 
meiras máquinas, retirou a primeira tonelada 
de calcário, criou no horlzontc mental de sua 
força criativa um projeto. Vislumbrava uma 
lndústrln gerando, direta e indiretamente, cen­ 
rcnns de empregos, fornecendo cnlcárcJ para 
grandes fazendas, empresas, e:fim, participan­ 
do declslvnmente do processo desenvolvlmen­ 
tlst regional. 
HoJe, a C/LCAREO IlODOQUEN/, a ma­ 
lor irdüstria do gcnero em Mato Grosso do 
Sul é uma gostosa relided2, 
Tonir!10 scmp1~ diz que o capital mais 
Importante que possui "são os meus íncbnárlos 
meus auxillnres ccmpanheiroJ de jornad:i". 
A empresa possui 135 empregados dire­ 
tos e atualmente conta com 258 camioneiros 
cadastrados com seus respectlvos caminhõeJ 
e que transportam o calcáreo para as fazen­ 
das da região de Dourados, Ponta Porã, Ma­ 
racnju, S:drolàndla, Rio Brilhante, etc. 
A produção diária é em mé:lla de 1. 000 
(um mil) toneladas de calcáreo DolomfUco, 
com previsão de produção para este ano de 
200. 000 toneladas de calcd.reo. 
E a única empresa no Estndo todo, que 
po:sul umn rede de energia elétrica em 34. 500 
volts, com 52 (clncoenta e dois) ~ullômotros 
l,.,,,,.........,..,.. ,,_,. __ ._......, .. .,,__r-""---..----....-,.._---'"""------;,,-- 
1 
ou eJa, de Jardim até sua usina, rede essa 
de sua exclusiva propriedade, onde consome 
por mês CrS 15 milhões de rnergia, hoje or­ 
ada em CrS 750.000.00í),00. 
RECURSOS HUMANOS 
O Diretor Presidente da empresa é An­ 
tonío Aranha, Diretor Flmmceiro Sr. Robson 
José Flores de Araujo, Dlretor Industrial Vai. 
dJr M. de Barros, Inspetor Comercial Sr. As­ 
cêncio Echngue, Geólogo Dr. Fábio Leal, En­ 
genhiro Agron0mo Dr. Daclr B. de Deus, 
esses s1lo alguns dos responsávels pelo bom 
andamento da empresa, e que !az.em com que 
f 
o 
Vlsta parciul da Jazida de Calcárco 
Vista Aérea - 1° plano Residências ela Adml.nistração 
Pia seja a maior Usina de calcárco de todo o 
Estado. 
Apesar de todo o seu maqulnár:o, de ma 
reáe de energia particular, de sua ln!ra-estru• 
tura, que faz com que sem patrlmônio seja 
de alguns bilhões de cruzeiros; seu diretor 
presidente diz que o maior pntr'imônio da em­ 
presa são os homens que nela labutam. Pois 
em cada homem ele tem um amigo de traba.­ 
lho, de pescaria, de futebol, etc ... pois a gran 
de maioria são homens que estão na empresa 
desde sua fundação, há 11 anos passados. 
ANTONIO ARANHA - 39 anos de idade, 
casado, pai de 4 fllhos homens, contador, cur­ 
sou colégio técnico comercial e Faculdade de 
ciências conlábels de Itapetininga; deixou a 
faculdade de direito no 2° ano, para vir para 
MS pois acreditou na pujança desta terra e 
também foi acreditado por muitos homens 
daqui, como par exemplo, seu grande incenti­ 
vador e amigo, o saudoso Athanázio Gomes 
Mello, outro o Sr. Luiz Carlos Nazareth, que 
há 11 anos era gerente do Banco do Brasil em 
Bela Vista, outro o Sr. Saulo Queiroz, e ou­ 
tros ainda de Bela Vista e de Jardim. 
i, 
ACREDITAMOS NO FUTURO 
No setor comercial, está muito bem es­ 
truturada, através de seus escritórios de ven­ 
das nas cidades de Maracaju, Ponta Porá, Dou­ 
rados, Rio Brilhante e Sidrolândia. 
Está neste ano de 1984, montando um 
projeto para ser viabilizado até e, final de 
1985, para a produção de Cal hidratado em 
saquinhos de 20 Kg. com previsão de uma 
arrecadação mensal de ICM de CrS 10 milhõ­ 
es de cruzeiros, aqui no município de Bela 
Vista, cõm a criação ainda, de mo.is 100 (cem) 
novos empregos diretos. 
e) 
C.'.l 
.,:: 'I 
» 
Vkl11 Parcial do pátio para caminhões 
i 
i 	..,. __ J

________ .,._._,__ ----------------- llJUf/A UI fltoN '1-:UIA , _ 
JIISTúHICO 
O Lopes, que j hviam tido papel przpon: 
drnte no povomen'o do vale d J I':11 t inibi, 
r ··,all,ar.1n1-s• por todn u r<•Jll,io rnl ele 1,:,1atlo 
de Ma!o Gozo, ora formnd» núcleo regula- 
1c de ldemnto, ora penas frdas isola­ 
llns, multiplicando-se desde c: campos ds Va­ 
rnrln, Brilha de «c Durados, entrudo pelo; 
chopndõ,~ do Jmnml,al, olé os cnmpnnhus po- 
1apuains, indo, finlments, um de"ser reb31tos 
p'onelrcs Inrtalr-o nrr reglões banrds pc!o 
Apa, ll formado fazenda de gedo, 
GLrlel Ire, aue procdla de Don VIt ,, 
~ntrc o V11cn1ln , o BrJJh11nte, crJ (lcllro do Jn­ 
tonlo Gonçalve- Parbos; de'xando ror cm 
Bon V'~tn, Ir 
1
clou os llczrces de "P.,·:mtcm­ 
po", prcprledoclo que, tempo~ clepol•, ce:ilo n 
InogJo Gonçalves Barbosa, Irmlo de Anlortlo 
lnlclond, n jornndn rumo os rqlê'~, !=1 !.ct~ elo 
Apn, n fim de nlt csoolher terras do teu gosto, 
o que velo o suceder no rlblrfio "Monjoltr.ho", 
nflucnte do Apa, onde fundou cslob~lcclmcnto, 
mm ou mcno, no cno d~ 184G. Em compor.hla 
d:i. !nmtllo, cuidnnd> dn novn fazendo, nào cs­ 
quccln de manter contoto com Antcnlo Darbo­ 
a,conscrvando rempre bzra na estrada qu? 
. r:r-gu•~ n•~ n morodn de Gabr1C!l Lopes, que era 
. ,:cnro do Sr. AntJnlo .. l3arbosa, situada por.:i 
·.baixo da era de Marca]! obre o rio Ap11, 
. nüc longo? do forte rrulrado de S1o dos!", 
Dols znt depols de ter l«ta!ado a faz: 1. 
.do, cm 1848, Gnbrlol Lope! velo :i !olcccr, del­ 
_xnnd:> à suo mulher, Dona Senhorlnhn Maria 
da Concelção, os cuiddoz de mantr a posse 
que ele fundara. Tempoq depois D. Senhorinha 
contraia mlnc!M com J"1é Francisco Looes, Ir­ 
.mão de Gabriel, e oue mnJs tarde !rio ter pa­ 
pel de grande relevAncl J histórica quando ns­ 
~umlu o comnromisso de Indicar li~ forças bra­ 
allelras, então fm lnta com os exércitos inva­ 
sores do Solono Lopez. o melhor caminho p/ 
alcançar Nioaque, na ret'rnda épica dn l,a1ntn"l. 
A invasão paraguoJa velo encontrar D. Senho. 
rlnh11 à frente da íazend:i. fundada por Gnbrlel, 
euja posse havia realstrado "nos 11 de Feve­ 
·relro de 1856, de o.côrdo com o regulamento de 
18M". Termlnocl11. a ,1?Uerr11 do Para1?11nl. o .,. 
exemplo de Gabriel Lrs e de Jos Franlso 
fo seguido por vtrlos outros colonlzndore< 1H<- 
1tlngulndo se entre eles, José L. Bugre. o 1 ° a 
Ee e~ta belecer, erl(Uendo a primeira rerurlêncla 
onde hoje se localiza n cidade de Bela Vista. 
A partir de então. provnvelmcnte do ano de 
1870, teve inicio o desenvolvimento da povoa­ 
ção, com a chegada de novos colonizadores. to­ 
dos eles dedlcadJs no estabelecimento de fazen­ 
das de criação e agrfcultui-a de subsistência. Es­ 
colhernm. pnra centralizar o novo núcleo, o t5. 
po dn neouenn- collna que margela o Apa 
pelo direito. As orrentcs imil!'l'atórlas com­ 
postas prlnclpalmente de rio - grandenses do 
sul encarrearam-se, posteriormente, de com­ 
pletar o povoamento de E~la Vista. Volumava­ 
se a imigração e<pontanea, rlograndense em 
maioria. de r.olonlzadores. a muito dos quais a 
própria companhia. a Companhia Mate Laran­ 
jeira que, por muito tempo, monopolizou a in­ 
dústria ervateirn em Mato Grosso facilitava os 
prlme
1
rcs trab. permitir.do-lhes cslanclarem 
dcn'.r.:> da .lrc:i nrrcndada. Vinha pelo Parn­ 
guay, por terra quase sempre escapando à per­ 
seguição da caslilhismo, que lhe r.ão dava quar 
tel. Dispersavam-se peb fronteira, desde Befa 
Vista. a Pont;i Pcrã, penetrar.do pouco a pouco 
o inlerior, como onda invasora. 
Fm 10 de Abril de 1900, a R~;;oluç3.o ·1° 2j5 
criava a paróquia de paz de Bela Vlstn, com os 
limites do já existentes distrito Folíci:il. crt;:­ 
b;?)ecid1 por volta de 188!!. O ri:u de,envclvi• 
merto não sofreu solw·3c de cn 'nuid;' tan­ 
to assim que o Goveo do Z !ado, .Ia L3i 
:,
0 
502, de 03 de Outubro de 19"s'.l, crbv~ o mu­ 
: icípio de E2la Vista, incorpor:uidc-o à comar­ 
ra de Niozque, c2m os mesmos limite: do dis­ 
trito de paz. A m~·m:i Lei nº 50'?, c·c··, , po­ 
oacão à ca:cçor' d» E!», cnd: ficcu z.. 
'o novo município. D2is arcs dpcis, cutra Li 
Tstadual, de nº 549, de 20 de Julho de 1910, 
ria a corr:arc:i de Bela Vista, até t.1l.'o termo 
'udiciário de Nioaque, a qual foi ln:1:i.l;:da cm 
16 de 2!arç-::, de 1911, per força do D~creto nº 
217. Nu Divfrio 'I'o:1,liuiol rlc lijJ1, o rnumci­ 
p'o de DLlo VLIJ ap,,rccc com dois dislrltos: o 
da ede municipal e o de C:irocol, cri:i.do pela 
Ld nº 05'.J, dC' 20 de j unhe: daquele 0110. Foi 
clev:odo il cntc,:ori;i de dclndc t·m lG d'! Julln 
de 1918, por força da Lei estadual nº 772. Em 
1 de Dczmbro de 1031, Dela Vista aparecia 
com o distrito de igual tqpnimo (ccde muni­ 
cipul) e ml; o d Caracol, sim permanecen­ 
do até a divis» territcrial de 1936, quando foi 
criado o dlstrl•o de Port~Jrn c lr.cJrporodo no 
munldolo de Ecl11 Vls!n. Cor:Jnucu com n sl­ 
tuoçllc • lnnltcrodn otó 31 de J:mclro de 1940, 
quando foi extinto o d
1strllo de Porteiro, opor~ 
cendo cntJo, Bela Vita com os mesmos dlstil­ 
tos, flcurontcs em 31 de Dezembro de 1934. Em 
1913, pelo Decreto • Lo! Fc:lcrnl n° 5.83), de 21 
de Sctcmbr.>, parsou a conslltulr mu:1lc(pb c!-:­ 
terrlt6rlo federal de Pontn Porá, er!re ma!s 
5cJ, do Estado de Mote Grosso. Com a cxtinçii:> 
do tcrrtt6rlo federal, por ato das Dispo!'lçilc~ 
Con,tituclcnols 'Iransit6r
1
,:, promulgado em 18 
de Setembro de J9rn, !o 1~lncorporndo ao Es­ 
td de Mato Grosso, com a mesmo óren onte• 
rlor ao desm:mbrament:>, 
Em 1940, c:>nt,vn cc-r.i 3 Distritos: O da de 
Mun•~'pil, c,racn e Jardim, cm le'.>3 foi-lhe 
acrescido o de Com:ie:str~ . 
·Perdeu o• Distritos de Jardim (1953), Cn­ 
rJcol (,1963) e Campestre, hcje de Antonlo Jo­ 
llo (1964), paro formoçio de nlvos Município:. 
Atulment3 Pla Vista é ccrstitu'da pelo Dis­ 
trito da Séde e Distrito Nocsa Se 
nhora de Fátima. (L~t Estndual !1° 3CJ, de 14 
de Dezembro de 11)91). 
A Lei nº 5.449, de 4 de Junho de 1968, con­ 
siderou o Município de interesse da Seguronçl 
Nacional. 
O Curado al:rnnge a maior área d Muni­ 
cip1o. A tipificação básica é de árvore de por­ 
te relativamente b3ixo. 
Na, á·?n, de Campos limpo• predomina a 
vcgetnc;:io cl: I! ·:i.m'neas rasteiras. Nessas área,, 
;i exp"n: ·cii- recu:i~ia extensiva vem dando lu­ 
(;Jr n AgricuUu~~- 
MCP TFG'U. HOMOGÉNEA : Iodo7en 
r•n, TI1Dr.'.XU-1FICA: Il:icio do Rio Paro­ 
gual. 
"I N F R A , E S T R U T U R A 
F 1 SIC A" 
., MALHA VL4..RIA 
C slste.-na de tran<;porte do Municíplo é 
ccnsl;.,uido i:or r::dovias. 
• AEROVIAS 
O transporte é !cito por aviões particulare, 
existir.do uma pista de pouso na Séde do Muni­ 
cípio e inúmeras a nível de propriedades Ru­ 
rais. 
• ENERGIA ELtlRICA 
Bela Vista faz parte do sistema de dístri­ 
buição interligado, ou seja, ligada à fontes de 
tmergin por linhas de transmissão. 
Atualmente conta com 1844 cornmidores. 
" REDE ARMAZENADORA 
A rede armazc.nadora engloba 3 (Três) nr­ 
mnzéns particulares na Séde do Munic.ipio, com 
cnpcld1de cc::i,id:md:>. razcável. 
• COMUNICAÇOES 
Tele.fonia 
Bela v;st.c pos;ui lnje 503 ?par~lhos teh­ 
fricos intalados e é integrante do sis'm 
'DD e DDI. O zviç» é prestzlo rc'a TELE 
MAT. 
° CORREIOS E n::•.-r:c·· ·--3 
O ntendil-:ic!'lto postal no Município é rca­ 
]z' ±la Fma- p---1ir do Cor-ta 6 
Telegrâ.fos que ccnta com umn Ag~ci:>. Po:;!al 
Telegrfi. 
"IMPRENSA 
No Muniei;; si ''dc sjri: da7 
dc Belavlstense de Jorr:iis. Trôbuna da Frontci- 
•ô!!GJ.O~ P!'i!LICO; E'iT,10UAIS 
- Núcleo de Pelctc da Po!fia Mfiltar 
_ D~lqpcla de Polítin Civil 
- e• CIRETRAN 
- f 1cv!sul 
-JAGRO 
-- Ageria Reg'cnl d Eluzucão 
- E~:ri!6tlo ENEflSUL 
- Escritório EMPJER 
- Exatorln 
• ôRGAOS pl)BL!C:>S FElJEfülS 
• _ Ikpresent:içüo de INA.'vIPS 
- Jmpct 1rla da Rccc-H :1 F ,de: 11 
_ Pozto do Mlnist::rio do Trab:i!.ho 
i> JGP.NCJAS D/NcAlUJ3 
- E:inco do :Crasil S_I J. 
- Calx:i Ecc 16mlco Fedcrd 
-- Pamerindus S/A. 
- Blnco Erasllelro de Descontos S/A. • 
(BRADESCO). 
• EXtRCITO 
- 10º P.~gimcnto de Cnv.ilarlo •. 
INFPA . ESTRUTURA SCCIA"L 
• EI:-UCAÇAO 
MUNICIPAL RURAL: 
- Número de Escola~ - 18 
- Número de Salas de Aub • 37 
_ Número de Professoris - 39 
_ NúmerJ de llur.
0s • 7í2 
iIlJNICIPAL URDA A 
- Número de Escolas - 03 
Números de :3'.lla:; do Aulas Pré-E!'colar - 07 
- Número de Profel:sorcs do Pré-Escolar - 
07 
- Número de Alunos c!o Pré-Esco'or - 179 
- Número de 1::i.las- de Aulas Primtl.rio - 19 
-· Número de Professores Primár:o - 23 
- Número de Alunos Primário - 843 
- Número de Salas de Aulas Ginásio - 13 
-- Número de Profe:;sores do Ginásio - 19 
-- Número de Alunos do Ginásio - 433 
ESTADUAL 
Ensino Pré-Escolar 
- Número ce Escolas - 01 
- Número de Professores - 01 
- Numero de Alunos - 66 
Ensino Pr?mório: 
- Número de Escolas - 04 
- Número de Professor.,s - 34 
- Número de Alunos - 1054 
Ensino de Primeiro Grau: 
- Número de Escolas - 04 
- Número de Professores - 15 
- Número de Alunos - 953 
Ensino de 2° (Segundo) Grau: 
- Número de Escolas - 02 
- Número de Professores - 30 
- Número de Alunos - 435 
- Total de Escolas Estaduais - 04 
- Total de Salas de Aula - 30 
SAt)I;E 
A asslstênci3. médica, no muni::íp"o d? 
Bela Vl~ta, est1 entregue :>. c!uas c.ntid:ides 
locais. 
- Hospit.il São Vic::nte éle Paula, perten­ 
r Bnonci He-1. r+ mel Vista 
fundado em 09 de l•!a.io :lc 1913. 
Posto de S3ide d Pl Vista (Pueri­ 
«·- r'is'o Szc.:.:ia de Estado 
:ie Saúde. 
SJ11,'EJlIENTO ll-lS•2J 
- Abastcc?mrnto d'!a 
O se_rviÇo de abnstecimt:nto d'água é exe-­ 
cu:@do pela Funda;3o Serviço d: xüde Pü­ 
'çlica (SESP), atrl':!s do SAAE 
c.1p1, ;:::.o - no Ap1. 
- v.,_1,'.o - lf.Cm"l/h 
- H<.->C!Vi!!;:o - [)'.!ím'l 
- Ligações Residencils - I44 Unidades 
- Itgações Comerciais -- I46 Unidade, 
"ATIVIDADES ECONOMICAS 
J'FC, ArtT / 
Prmc:p1.I ci! v,c.l:tdc cln r..conom,n lJu,u,. 
p:.,I c<-nl dtque para a bovinou'tura de c r­ 
te. 
N::i ültlm:i d•.:<"~do, u txplor-.:.çJo li• (;ido 
experimentou grande evoluç o com b·•" 11-1 
formação de pastagens artificiais e no m?lho 
remento genético do rebanho 
A despcito do desenvolvimento experimen 
todo pela bovlnocultura no Munic!plo, cm 11 J Í 
recrntes, a nttvidode ainda (! cuructl'r17, .cll1 
por regime de cri pão extensrva e a t:,xa (a 
dsfrute do rebanh ainda é baixa. Pte 
entretanto, grandes posstblidades de me!horta 
do regime de explornção. 
- Bovinos - 210.000 cnbc:;:is 
- 5ulnos - '1.985 cnbcças 
- Equinos - 4. 675 c:1bcçu5 
- Ovnos - 6.965 cabeças 
- Aves - 25.000 cabças 
-- F~tos Formadcs - 111102 h 
- Pastos Nativos - 251.260 ha 
AGRICULTUTIA 
Principais Produtos Area (hl) Estimat;v:!. 
Arroz 	ISCO 2000 
Feijão 	271 62 
Milho 	3000 324C 
lfundloca 450 6750 
Soja 	1088 1632 
Sorgo 	300 370 
O totnl da área cultivn:l.a é de 15. 288 ln. 
de lavouro. tcmporarlas, com 612 produtores, 
sendo: 
- 447 peqcenos prcdutores 
- 90 médios produtores 
- 75 grandes produtores 
ATIVIDADE FL'.JRESTAL 
O Município é pobre cm reservas flores­ 
tais, tendo a maior extensão de sua área reves 
tidas de campos de_ pastagens naturais e grun 
des áreas de cerrados. A possibilidade de u­ 
tração vegetal é consequentemente reduzida. 
PESCA 
Embora a existência de rios piscosos e 
variedades de espécies, não comporta a pesca 
par_a comercialização. 
MJNER/C,O 
Em consequênc'a de grandes quantidzdz: 
de pedra ca!cãreo no município, destaca-s.? e> 
mo principal atividade extrativa, a produç5n 
de cal. Não há produção plancjacb. A 2xp'o­ 
ração é feita por indivíduos isol.'.ldos, porém, 
cem capacidade de se organizarem para U!l)(I 
evolução técnica. 
Mals recentemente, o Calcário Bodcqi;eDl 
iniciou o aproveitamento de roclus calci!i:!S 
do!omfücas. É a princlp:ü in:l.ústria nissl ' 
atividade. 
INCt1STRIA 
Outro gênero de importância dentro d 
ertrutura industrial do Município é o- de Ge­ 
r".unica. 
COJIOORCIO E SERVIÇOS 
Ê bem desenvolvido no Município o sct,r 
varejista. em particular de produtos al'!!le!l· 
trcios. 
No setor de Serviços desh::a-sE tarr.b:'.."ll 
o Turismo que, embora em fase cmbrioniriJ, 
pcde ser ire'uido entre as atividades mss 
premi: soras zn1sideranlc-se o rico puteucil 
natur;,l q'll!. o lfun:cipio (i;spõe. 
LOCAIS DE INTERESSES TUR1STI~05 
r.rGNICJPA!S 
- Cerro Marger'da, um dos pontos mo.is e'e­ 
v.:.dos do Municii;,io. 
- z·c·::.,iio d.!l Serra de à:furacajú, na r:gil, 
da Colõni::i Agrícola Dama-CUê. 
!' 
,. r ' 
' .l 
 ... 
ci 
sr" 
• 1 ' 
rdd 
: l r. ai 
•. J' 1 
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s e 
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c::. 
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c::m 
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té!r-"1. Il 
te 
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dr.s 
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Seg 
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r!eg 
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taxa , 
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atores, -3 
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d2±: 
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4oré? 
ur» 
aecu- 
e:ri 
2s 
... 
4 
·o » 
4e 
s' 
,1° 
LEL.A VISTA 
']] ])f [[()][,[[{n 	a. 	ao.	o 
-----·---------------------·------ 
Escreve: J. J. Ferreira Souto 
Pediu-mo o Diretor do Jornal que escre­ 
vese !um coisa sobre a história de Bela 
Vista ao ensejo da passagem do aniversário 
da sua emancipação político-administrativa, 
que ocorre a 20 de Julho. 
Qnc poderia cu dizer nl<!m daquilo que há 
1<:105 Jr ebcrcvl e constn das páglnns do "A 
VOZ DO APA", Jornal que se publicou nqul 
pelcs Idos do 1054, Justamente por essa mes­ 
mn rnzllo. 
Mas o tempo passa e ludo se modl!lca. 
O homem, nn suo vivôncln cotldlano, sem 
prc procura construir olguma coisa d:i ltll à 
sociedade, cuja obra fica morcodn para a pos­ 
tcrJdudc como e:cemplo cdi[lcontc do nmor à 
terra que escolheu para n2la passar, olé o fim, 
n sua existência, muitas vezes chclas de con­ 
trntcmpos o alguns e chc!ns de vitórias e g'ó­ 
rlas para outros mais felizes. 
Assim é a vida. 
A luta é constante; é o vale tudo, a que so 
agarra para demonstrar a sua capacidade cria­ 
dora uo cumprir o seu dever clvlco, de con­ 
correr de alguma forma para o descnvolvjmen 
to da sua cidade, conjugando esforços com 
outros concidadãos no intuito de faz±-la cres­ 
cer sempre, adqulrlr novos meios de progres­ 
so, que afinal de contos, redunde em benef­ 
clo do povo. Eis o desejo de todos que traba­ 
lham honestamente com a vontade voltada 
o.> êxito e felicidade da família belavistense. 
Assim tem sido através dos nos. 
Após a sua fundação pelos bencmérllos 
brasileiros que aqui aportaram há pouco mais 
de um século, buscando apossar-se dos belos 
campos parn o criat:5rlo de bovinos, pois a 
fama que corria lá fora da riqueza destes lon­ 
glnquo~ sertõc:; mntogrossenses, induzia-os o 
penetrarem mais adentro da imensa vastidão 
do solo verdejante até o limiar da nossa fron­ 
teira, fixando-se nela com a característica de 
lntemeratos conquistadores de novos espaços 
dentro da imEnsidilo da nosso Pátria. 
Os Lopes, os Barbosas, !oram os primei­ 
ros; depois outros, dentre eles o modesto José 
LEme do Sih•a Bugre que fixou sua morada 
em Nunra-Te-Vi, nas cercanias da cidade, hoje 
Distrito de Paz de N. • s, de Fátima, antiga 
co!0n!a agrícola dos paraguaios que paro cá 
vierem contribuir para o nosso crescimento e 
conta-se também com os nomes dos Loureiros, 
Pinheiros, Pedra, Mello e outros tantos povoa­ 
dores que fizeram do território, o trato que 
tansformou-se na sorridente Bela Vista, de­ 
ncminada hoje - A PRINCESA DO APA. 
A cidade edificada não parou no tempo. 
Seguindo seu destino, vem adquirindo suc:?s­ 
sivamnte novos avanços da moderna socleda­ 
de brasileira, conquistando dos seus bravos 
habitantes que tudo fazem para vê-la grandlo­ 
a. bela e feliz. Para tanto, com seus próprios.._ 
t:;._<;forços ní está a cidade com o seu magnifico 
traçado, com avenidas e logradouros aconche­ 
antes. 
Por outro lado, o Poder Público não deixou 
também de concorrer para o seu progresso e 
assim vemos aqui, no formidável investidura 
do Governo Federal o magnifico complexo mi­ 
litar - o querido 10 RC - o Regimento An­ 
tonio João, depositário de nossas tradições, 
marco de nossa história primeira (que será 
escrita a parte) com sua Vila Militar, pequena 
cidade encastoada na outra. Obra de vulto de 
nossa nacionalidade; guardiã da segurança da 
população fronteiriça, cuja frente, em seu co­ 
mando, passaram personalidades ilustres, ofi­ 
clais de grandes méritos que a história regis­ 
tra do passado e de não muito longo tempo. 
Cito os nomes do Coronel Almério de Moura, 
que aqui deixou grata recordação pelo seu 
trato com o elemento civil. fez questão de per­ 
tenccr a sociedade belavistensc, verdadeiro 
diplomata, assim acabou sendo em outra mls­ 
são como General, embaixador do Brasil na 
questão de fronteira Prú-Colômbia digaif.can 
do e !1001':)ndo :1 diplomnci:l brasileira pela 
manutenção da paz e coneérdia to cortinente 
rui americano .O nome do Coronel 
um dos propugnaàorEs da 
ccns!ruço da ponte sobre o Rio Apa, que une 
duas nações hoJe entrelaçadas em perene 
mizade que gern o franco desenvolvimento 
da região fronteiriça. Cito também, dentro 
muitos outros, o nome do Coronel R I José 
Cancelo Santiago, gaucho integrado ao Exér­ 
cito Nnclonnl e os suas trndlçõcs; aqui chegou 
pela vez primeira como Tenente, e gostou; 
quando voltou, como Major, oqul !lcvu C' co­ 
mandou o Regimento por muitos anos, con­ 
quistando amigos e fuzendo se credor da C'.lll­ 
ma do povo bclavlstensc não deixanlo de re­ 
glstrar aqui a obra gigantesca quc construiu 
durnnlc sua gcsti!o no comando, não só á sua 
unidade como também cm beneficio do povo 
belavJstense. Hojt!, esse ilustre oficial vive na 
antiga Colônia Milltar de Dourados, próxima 
da cidade de Anlonlo Jo:io, onde zela do ma­ 
jestoso monumento que Icz construir em me­ 
mórin dos heróis de Dourados, que ali su­ 
cumbiram no inicio da guerra do Paraguai, 
cm holocausto da liberdade da P:.ítrla, de cuja 
história militar é cultor carinhoso. 
Atualmente essa respeilável unlc!adc do 
Exército está sob o comando do jovem Tenen­ 
te Coronel Srgio Coelho Lima que aqui tam­ 
bém veio pela vez primeira como Tencnate, 
gostou, foi e voltou e aqui contraiu núpcias 
com jovem moça de trndicionnl familia bela­ 
vlstense. ~ pessoa possuidora de elevado dote 
moral, além dos virtudes própr:as do militar 
e na direção do seu comando vem norteando 
a corporação na mais elogiável conduta de 
ordem e disciplina, dispensando ainda à so­ 
ciedadc civil a mais acentuada atenção e zelo, 
destacando-se entre outros promoções que 
tem feito em prol de elevar ao mais alto nivel 
sócio-esportivo, n cidade, terra natal de sua 
Exma. Esposa. 
Outr;i militar de inigualável valor que por 
aqui passou a serviço da União, deixando a 
marca idelevel do seu trabalho patriótico foi 
o M..arechal Cândido Mariano da Silva Ron­ 
don, construtor das linhas telegráficas de Mato 
Grosso ao Amazonas, edificando o prédio da 
hoje Agência dos Correios e Telégrafos, ligando 
nos pelo fio ao resto do pais numa arrancada no 
inicio deste século de unir o Bmsl :ie Norte 
Sul pelo elo das comunicações, graças ao pa­ 
triotismo do Presidente da Repüb'ica Dr. Afon 
so Augusto Moreira Penna. 
Ainda do Governo Federal temos o Banzo 
do Brasil há mais de trinta anos, casa de cré­ 
dito que vem proporcionando incomum bene­ 
fício à classe produtora, derramando dinheiro 
nos industriais, pecuarlstas, lnvoreiros e co­ 
merciantes, além da construção do bslo edifí­ 
cio da Agência que é um ornamento para a 
cidade, como à sua frente está outro orna.m1n­ 
to da nossa socleda:ie, o bem quisto cid:idão 
Vervi de Araujo Castilhos, amigo de todos, e • 
certamente com um grande ruturo marcante 
nos negócios da Institulção Bancária Oficial. 
A Receita Federal (antiga Mesa de Ren­ 
das Alfandegadas de Bela Vista, instalada em 
velho prédio às margens do Rio Apa), cm 
nova sede de recente construção, imponente, 
com visão de sua grandiosidade e beleza, do­ 
minando bonita avenida internacional até a 
ponte do Rio Apa, foi até pouco tempo admi­ 
nistrada pela Exma. Senhora D. Diva Capo­ 
rOSSi de Urbieta Zavalla, transferindo-a ·a seu 
sucessor Sr. Loretti do Amaral, que . 
a vem dirigindo com acurado zelo e muito in­ 
teresse pelo fisco. 
Pelo Ministro da Agricultura foi construi­ 
do há muitos anos, um Posto Veterinário com 
instalações pa:i:a banho de carrapatecida e ou­ 
tros tratamentos de bovinos e ainda Posto de 
monta para reprodução também de equinos, 
que infelizmente até agora não está sendo bem 
aproveitado, apesar da custosa construção de 
suas dependências (milhées de cruzeiros, na 
época), esperando-se que em breve os respon 
sávels tomem o cuidado de fazer fUncionar 
tão Importante iniciativa de outros administra­ 
dores da coisa pública, que prevendo a pujan 
ça a que chegaria a pe::uárfa ne,ta fronteira, 
(como agora). prestando-lhe os inestimáveis 
serviços técnicos para seu fortalecimento. 
Outra instituição relevante a serviço do 
Governo Federal, pelo Ministério dos Transpor 
tes que nté pcuco tempo atuou nesta região 
com grande proveito para o desenvolvimento 
foi CER-3 Comissão de Estradas de Ro­ 
dagem n 3 - antecedida pelo antigo 6 1a­ 
ta'hão de Engenharia sediado em Aquidauann, 
na construção e conservação das estradas que 
ligam os municípios do sudoeste matogrossen­ 
se. multo tempo sediada em Jardim, hoje ex­ 
tinta, dando lugar ao 9B.E. que prosseguirá 
nas construção e conservação das denominadas 
BR 060 que de Bela Vista ligara Brasília, 
a Campo Grande, Camapui e Jatahi, no Es­ 
tado de Gcis e Assunção, no Paraguai e a BR 
267 que liga Porto Murtinho ao interior do 
País. 
Per sua vez, o MlnJstério do Trobo.lho 
fez instalar na cidade a sua Delegacia que 
trata das questões trabalhistas inerentes à con 
rohdação das Le!s do Trabalho e outras cor­ 
relutas. 
De parte do nosso Estado e do Mato Gros­ 
so, nntei: da dlvisão cm outubro de 1977, a 
cidade conseguiu por intermédio de polltlcos 
atuantes dlven,as escolas plbllcas de 1 ° e 2? 
graus; Serviço de Agua e Esgoto com projeto 
grandioso; conseguiu depois de anos de tro­ 
peço: com motores a óleo, a sua iluminoção 
pública e particular com a energia da Usina 
de Urubupungá (CESP), que finalmente pôs 
termo ao impasse de anos de frustração da 
população com esse fundamental problema 
energético. Criou-se também no muníc!plo a 
Agéncia Regional de Educação e Cultura, atu­ 
almente sob a direção da competente profes­ 
sora Senhora Antonia Maria Pinheiro de Melo, 
com Jurisdição do setor em Jardim, Gula Lo­ 
pes da Laguna, Caracol e Porto Murtinho, mu­ 
nicípios esses que recebem orientação técnica 
da Regional de Bela Vista. 
Das diversas Secretarias do Estado sur­ 
gira a EMPAER, IAGR0 e outras organizações 
de carater técnico que vem prestando relevan 
tes serviços à comunidade belavistense no que 
diz respeito a seu setor de produção agro-pe­ 
cuária, surgindo desde então melhor produti­ 
vidade. 
Ainda 'o Governo do Estado, o município 
recebe o prest'gioso Serviço de Segurança, 
destritc à briosa Força Militar da Policia sob 
o comando de um competente oficial que prcs 
tam inesfünáveis se:rv:ços à ordem pública e 
garantias à sua população. 
Foram também construidos na cidade 
dois núcleos residenciais (casas populares), o 
primeiro pela COHAB, em terrenos do antigo 
Matadouro Público e o segundo, em lugar sau 
dável e aprazlvel, pelo PREVISUL, ambas 
iniciativas somam cerca de 250 casas, m1cleos 
esses que deram nova fisionomia aos bairros 
da cidade. 
O Estado também mandou construir ane­ 
xo à Escola de 1 ° Grau Vera Guimarães Lou­ 
reiro o monumental Ginásio de Esportes que 
vem promovendo uma espetacular movimenta­ 
ção esportiva no município com jogos de diver­ 
sas modalidades e ultimamente ali houve 
competições de clubes de outras cidades de 
MS, promovidas pela TV Morena de Campo 
Grande. 1,': seu Diretor o benquisto Sr. Pedro 
de Almeida Melo, funcionário da Secretaria 
de Desenvolvimento Social. 
Da nossa municipalidade, que ultimamen 
te durante o regime revolucionário de 1964 
tornou-se área de segurança nacional, obriga­ 
·toriamente o Prefeito· é nomeado pelo Sr. Pre­ 
sidente de República, por indicação do Sr 
Governador do Estado. Presentemente está a 
!rente do destino do município o jovem Prefel­ 
to Afonso Dillon Nunes Leite, belavstense de 
chapa, que muito vem fazendo para o melho­ 
ramento da cidade. Ai está a considerável 
expansão da zona urbana com novos logradou 
ros que surgem dos diversos loteamentos es­ 
palhados por toda parte com edificações de 
casas confortáveis e até no centro, se adotou 
nova técnica nas construções; edificos moder­ 
nos vêm substituindo os velhos pardieiros de 
outros tempos; urbanização regular com as­ 
fo.lt amento das ruas principais e adotando sis 
tema viário mais consentâneo com o avanco 
a que vai se projetando a cidade no seu cami­ 
nhar de incessante progresso. Esse progresso 
r 
,, 
é notável. Haja vista a Iormid:1vcl indústria 
mad.elreirn, os graodes depósitos de cercais o 
secadores Instalados, a cerâmica Já-te-vi, as 
serralhcrias que vem emprestando novo visual 
panor"amico a cidade e outros estabelecimentos 
que pelo vulto da operosicln.de, dá a entender 
bem como Bela Vista cresceu nos últimos anos, 
no setor Produção, prova da eficaz colaboração 
de todos: administrnção pública e Jnvestldo­ 
res, no desenvolvimento da cidade. 
No setor cultural, a construção recente 
do edfício da Biblioteca Municipal e Museu, 
criação do saudoso Prefeito Clóvis Marcelino 
de Oliveira que a Instalou Inicialmente na rua 
15 de Novembro em prédlo alugado. Apesar 
õe construida em lugar distante do centro, 
espera-se para seu êxito a afluência dos aman­ 
tes da leitura. 
A Prefeitura possue fábrica de tubos de 
cnncreto, mclos fios e lages, maquinário ro­ 
doviário próprio, além da ajuda prestada pelo 
DER.SUL, órgão do Governo do Estado, na 
realização do seu trabalho em proveito da co­ 
munldade. 
A iniciativa privada, que muito atuou e 
vem atuando, faz-se presente ao lembrarmos 
das coisas que existiram e ainda existem, co­ 
mo o caso do Gabinete da Leitura "Afonso de 
Taunay" que cultores das letras fundaram 
aqui há multo tempo e instalado no prédio da 
antiga Maçonaria, Instituição bem organizada, 
com amplo salão defestas, mobiliário fino 
biblioteca bem orientada com assíduos leitoreg 
que faziam do Gabinete um atrativo para re­ 
creação da sociedade. Por não sei que, findou­ 
se tudo isso, acabando no olvido até da nova 
geração que vem chegando. Mas a Biblioteca 
Municipal aí está, se bem que construida em 
local não mttito próprio, espera-se a frequén 
eia da mocidade estudioso que dará curso à 
vida cultural da cidade, juntamente com ou­ 
tras instituições que existem. 
O Club Esportivo Belavistense, organiza. 
ao recreativa, cujo início teve por causa 
0 
esporte, o futebol, que na época estava send 
cuJtivado por amadores, tendo à frente 
O 
·m~ 
cansável Capitão ' seu fundador, 
no começo com modestos esportistas e milt-. 
tares do 10° RC; depois com os anos, agigan. 
tou-se, com Diretorias austeras, Estatuto n. 
gido e _administradores capazes que o trans 
formou em um estabelecimento modelar, pre-,. 
ferido pela sociedade belavistense, tornando. 
se o tradicional refúgio das famílias em dias 
de fcstas, como também sala de visitas, onda 
se rccepcionavam autoridades q/ aqui vinham 
no desempenho de suas missé2s ou de organi­ 
zaço económico-administrativa, como aconte­ 
cia. O clube desenvolveu-se tanto que foi pre. 
ciso remodelar a sua séde, com atraente fa­ 
chada, palco de exibições, campo de esporte 
anexo, bar e outros melhoramentcs, chegando 
até a ser a séde da 15- Seção Eleitoral da 17" 
Zona; reuniões de partidos e realizações de 
SuIg CO! = 
- nvençoes. bem como onde; o juiz elei- 
(ChnUnun}

1eia vses- a 
-· ------------------ 
( 
toro e ns Jusll6 !nzt.,m o cont.ar:cm dos vo· 
tos nas eleições diversas. Depois de ano.; do 
ronlfnuos ('xflo,, 1,o(rcu umu pr.mclra e depois 
n scgundu (lcprcssüo, qunso no nb:mdono, m;1s 
que dignas e combativas senhoras da nossa 
socfr.dado tomnram n inlc!nUvu, dckndendo 
corajosamente o sou rcergulmcnto, rcu f1m­ 
cionmento imd'to, par tanto orr;onfzando 
nova dlrct.orln, provisória, promovendo festas 
com !IIlt'.lidndo de ngariar fundos parn a rea­ 
Jlznçl',, d<qullo que julgmnm de prcmcn•o 
urgênc!a parn o rcslnbclcclmcnto da atlvlclc.lo 
do clube tradlclonal, o rcllalo das Cllmt.l:is 
belavitenses; e todos os participantes cham­ 
dos, esta altura, Jd estão convencidos do 
xlto alcançado, a vitória conqustuda por des­ 
tem!das renhors que arregaçaram s ma1- 
cas, dnndo exemplo lmltávcl,ao sexo !orle. 
Tudo bem. Brovcmcnto veremos resurglr cs 
dln~ gloriosos do Belnvlstcnsc, 
O oéro-dubo de Bela Vlstn. Com grnndo 
cxpcctollva da mocldade leal, incentivada pe: 
ln Impulsiva do Dr. Assis Chatcnubrlnncl, Dire­ 
tor dos Dllu-los Assoclodos do Rio do Jll!'.lclro. 
de dar nsas no Brnsll, fazendo criar lnúmcrvs 
ncroclubcs pelo P.i!s Inteiro, com aéronave do. 
adas per Empresos prlvndn~ <' :i próprio Mlnls• 
térlo da Aérnautlea, nqu! fundou s3 também 
o néroolub do snuclosn lembrança, com soleni­ 
dade dJgna de atos no• quau se envolvia um 
bocodo do nnclonnfümo II ópc:n quo desejava 
dotar o Bro•il de c~mpn!lvcl r,o:lcr aéreo dada 
n extensão territorial e parco sistema de trans­ 
porte para o interior. 
Foram muitos os ndcptos. Adquiriu-se o ve, 
lho nvlào paulistinha que tomou o nome de 
"RIO APA", mais conhecido por "vermelhinho" 
dada a sua pintura. Contratou-se aviador .ins­ 
trutor. Constituiu-se o r'l dos jovens Iniciante, 
na o.rte de voo.r. Eram 14 os Interessados, po­ 
rfm. n1'l6s o batismo do nvião pelo saudoso Pre­ 
felb Alvoro dn Silveira Mascarenhas, que de­ 
pois de Inflamados discursos patrióticos derra­ 
mou chrmanha em sua belice, como outrC's d, 
Diretoria, com aquela estrepltosa ,salva de pal­ 
mas, dara início em szuida dos prlmclros 
voos e:-Perlmentals pelos alunos. A suore.<:i: o 
nervo.dsmo da hora, voar em um avião remen­ 
dado, era perlgo<o e muitos deles r<>rn<~vam n 
ser o primeiro. O Presidente do Club, Sr. Ca-r­ 
nelro, do Banco d3 Brasil, seu organizador. t­ 
mou n inlclntiva de convidar, o Secrctárt,., (nue 
esqreve estas hi)6rias) para voar naquele 
momento lnaugurnl. 
Sem nenhum receio (modeslla à parte) tn­ 
mou assento no avião, confiante no exrelente 
motor da nnve fez com o Instrutor a nrlmelra 
rvolução sobre o aéroporto, com geral alegria 
elos presentes. infundindo confiança aos alunos, 
que voarem depois. Por esse "feito", também 
foi bscrito como aluno, tomando o nº 1, por ter 
feito o primeiro voo. A turma encorajou-se e 
dfos deools era agradável olhar p/ o céu e ver 
0 vermelhinho no ar levando a bordo um be­ 
lnv!stense nulas que aprerdia o voar po.ra ser­ 
vir o Brasil Não durou multo a vida do aéro­ 
rlub. A in~e,;urança do aviio por ser velho que 
só tinha de bom seu motor e o instrutor compe- 
! i 
WJj 
tente, depois de alguns pequeno acidentes sem 
vitimas, foi desativado a pedido de pesas que 
temiam desastre fatal:. Na sua trajetória no 
curto tempo de exlstneia, alguns dos alunos 
colhcrnm provdtu o cc..1qufolgrom "breve" cm 
outro· lugares do Estudo. Fol uma cxpt1:ência 
qu deixou saudads e na pouca ccntaridade 
de pessoas que desejavam o pro:seguimento da 
Instrução dos vo, para fazr vidores que 
permitlsso a rip!da evolução da aviação com:r­ 
cfnl l;rowlclra, que !fr.:ilmcntc ficou provndo. 
Hoje estm as:!stindo o é:lto das várias com• 
panhlas noclon~ls n cortarem os céus da Pâtrln 
e do atraui;clro, com Invulgar tl!cnlc:,. e copa• 
cic.•1clc lnclhcullvcl <!e~ scua comanclnn!!:S, 
j! posslvel que a (mera do b2lavstc1se 
n!ndn faça com que isso volt3 a acontecer em 
rua terra nolnl, cm condições mnls seguros, 
com mnl', ·ia! model.lC, qu2 garanta o oprovel­ 
tsmcrto dos futuros afcloados da avlaço, e 
são int11!os, 
um seu conp.:êncre, o Clube dos Sargent.os 
o Sub-Tenentes "Pedro Ru!ino", de or gem 
militar, foi !Undodo em Bela Visa e hoje está 
integrado a sua organizc.çlio, a sociedade civil, 
com a partlc'.po.çlio da popul:,.çi"o da c'.da-:lo 
que aderiu a tlo espetacular lrutltulção quo 
fez construir sun Imponente séde, com ramifi­ 
cações csportlv:is, o salüo de restas com am• 
biente convidnUvo o até um restaurante es­ 
pecial que ntrnl as tnmlilas no seu cardápio 
já n!nmndo. O ''Pedro Rufino" está hoje na 
culmlnancla do êxito: bu!les sensaclona's, car­ 
navais lnesqucclvcis, piscina convidativa e 
outros atrativos que fazem do seu ambiente 
o lugar preterido de lazer, descnnso e tran• 
qullidade dos seus frequentadores, graças a 
diUglncla das atuantes Diretorias que tem 
tido, e assim prossEgulrá. 
Tnmbém nele, como no Belavlstense, tem­ 
se !cito recepção de Governadores e outras 
autoridades, Generais comandantes que por 
o.qul vêm, além do atos públicos comemorntl­ 
'OS ou promoções estudantis da juventude 
br.'av·stense, 
Outros clubes csportlvos de especlalldnde 
no !Utobol foram fundados na cldnde, entre 
r-'er. o Sessenta E.C.; o Caçn e Pescn; o Co· 
merchl; o valente Vila Nova e o clube do Pe­ 
rondl, o fostejndo Nnutico pela torcida que 
rossue. Valc destacar o Sessenta, mais ant!go, 
que projetou-se como o ma's importante entre 
c
1
cs, de cuja cllretorln, atuante, resultou n 
construção da dde própria em npraz:ível lo­ 
rnl à margem do Apa, em plenn ambientaçli:> 
com e. natureza, as árvores, o nr puro, as águas 
e'? rfo correndo mansamente beira da casn. 
Neste prestigioso clube tnmbém se realizam 
magnliicns festas populares, recepções com 
seus congéneres citados;; atos de casamentos; 
e nquele churrasco, sua espec'.al!dnde, com 
pessoa escolhido para ESsa realização, nlém 
das vitórias conquistadas no campo das exibi­ 
_ções esportivas. ~ importante dizer que seu 
pessonl é clisputado por clivenos clubes e fes­ 
tas de cn.rátcr particular, no preparo dos co­ 
ms e bebes, no que são peritos. 
VISl 
Todos c,.sscs clubes filo orfr nt:1do·, n:is :,u:lS 
disputas csportivas, por uma liga, que tam­ 
bCm runciona n!l cidn!lc. 
-Representações ôo dcsp,,rti tas ele Dela 
Vista têm te destacado m prélos nas cidades 
elo Estado. com excelente reu'tado, arr nem­ 
elo espelnculares vitórias, como do jovem t me 
feminino de volei, que projetou-e como im 
botlvcl. 
Ainda no que diz respeito a iniciativa pri: 
vadn, oqul !oram lnstaloda; tm clat:is ·ána1, 
Aglnclos dos Banco:; dl Frotluç:o S.A; Agro 
Pecuário de Campo Grande; Por!ugu:: Dr:s!­ 
lclro cio Desconto S.A; Itnú S.A; que transfe­ 
rrm ruas Agências pra u!rs cidads e o 
FJnnncinl S.A. que ultimamente fei borvido 
pelo Baco Damerinduz do Pasi! SA. que 
mantém sua Agenela funconardo ra cidade, 
como 11 do Banco Bras!lclro de D.:ccnto cm 
o.Uvldodes nqul. 
AIm das três Agénelas bacárlas ex/3ten­ 
tes nlunlme.ntc, o CAIXA EC8l's-ôMICA F:é::DZ 
RAL instlou tmb!m a ua Ancia em E:la 
Visto, 11 qual v~m pro:,orclon1ndo granc!c c.le­ 
r.envolv!r:,ento cm diversos te'orca d1 ccnà­ 
mia regional, bom ccm1 - n pcupança - como 
fazem outros ngênclas !lnancelro.s, 
Tcdas essas inst!'uiçães que controlam o 
dlnl1elro e o crédito estã, sob o controfo de A­ 
gôntes compétentes que, juntamente cem e pes­ 
rnnl auxiliar e técnicos, são arti da opor­ 
tunidade do:; investidores que fazem o progres­ 
so da região, 
Dentre as iniciativas de alto alcance para 
o prJgrcs,o de Bela Vista e reg,.ão, dev:mos 
anotar, com êfas, a vinda para aqui há pou­ 
co mals de 50 anos de Misão Redentorlsta e 
em seguido dns Irmãcs de São Vicent.c de Pnu­ 
lo. 
05 Padras Redentori~tac chefiados pelo 
Inesquecível padre Francisco Mcor ajudado 
por seus confrades da religiosa ccruidzde a­ 
mericana, cuja atuação cm ncza cidade, aju­ 
dada ccm a cooperJção das inzsqucciveis Ir­ 
mãs de São Vicente de Paulo fi de incalcula­ 
vel valcr para o desenvolvimento de Beln Vis­ 
ta r:io só a parte da religião ca!6lica como 
principnlmente na c:iucacional, cJn;tr.llnd:i I­ 
greja~ e Coléglcs por todo o interior do Muni• 
ciplo bclusive a m1jestosa Igreja Matriz San­ 
tá Afonso e a Cas:i Re::idêncinl, na praça Coro• 
nel Camisão deta cidade. gerando da iniciati­ 
va dessa benqulsta Missão a construção do Hos 
pilai São Vicente de Paulo, e mais tarde, anexa 
a este a Maternidade, estabelecimentos que vin 
aram originando a E'meücência Hospitalar 
São Vicente de Paulo, que está em plena ativi• 
dade atendendo gratuitamente o povo care:it:: e 
em geral a população, com rara dedica;ão dos 
ilustres· medic:is que nli dispensam o precioso 
tempo tr:iduzindo na caridade cristã. 
Quem não se lembra do imponenje Colé­ 
gio "SAN:'IO AFONSO", 1c dias de festa con­ 
duzidos pelas operosas Irmãs Vicentinas, com 
n sua fanfarra, seus uniformes impecaveis, SUl 
disciplina, os jovens, as moças be1isctmas des­ 
fraldando as bandeiras, os standartes e tudo. 
S5o lembranças, Sr. Diretor, ue me vm , 
mente agora nesta cabeca já despastada pelo; 
anos, mas que o orador civico que a anima tio 
deixa t/capar os fatos pausados e em esqueer 
de responder ao cu apelo para fixar aqui neg. 
te rabisco, o que Dela Vista já conquitoa n.. 
tes últimcs anos, à nosso connto, rom dos 
outros sucesso, 
Registremos agora outra Organização de 
relevo m nossa cidade, O Sindicato Rural, N 
Jn!c!o da sua atuação fol intltuida a antiga A 
zoc'g5o Rural de Dela Vista que o rrcu l pe. 
los anos 50, com grandes expectativas no campo 
tricola. Desde ato vém o Sindicato atu. 
do no Município com invul,ar ruo. Agera, 
com revido do processo admirlstrativo, eds 
prép1 ;a e n lnvc,:idurn do b:r.qui•to cid'.lcLl1 
Edron Moracs na direção correta e propulscra 
cocc!juvuda pcl:i Wl cqu!p(' cxpl'rÍlll'nto•b, 
vim drn'.lo ao público da cidade deste E+tud3, 
de outros Estados e ela vlzinh:i Jlepúbllca o e • 
petáculo maravilhoso das sua: Exposlçózs Agra 
:düstri! que Incide com psagm do an!vzr 
r±rio da herólca P:!a Vi{a, 
Que tanta demon:traçio de polencfr.l!d1d~ 
dede povo. Quanta slncrcnização do trabilh:i: 
um olhe aqui, veja acolá, cuide disto, veja aqui­ 
lo e o ritmo segue perfeito cnda qual no seu 
mi:;lér. cntrosndos na mesma finalid:ide: dc­ 
mon:;trar o poderio que possuem ertes bzlavis­ 
tense: rn construção de nlgumn col~n util, Jde~ 
justo e incontente; demonstrar o zmor à tern 
e o poder do trabalho objetivo de que são ca­ 
pazes. 
l 
i 
l 
.- 
f 
1 
E o Club do Laço? 
Sim! ... é também umn potência. t a arre­ 
gímentação dos pecunrist:is, os promotores da 
maior riqueza do mun.icípio. 0.; dor.os do~ boi:. 
e dos milhões. 
Na parte teclai, os Club Belavlsteme e Pe­ 
dro Rufino, as salas d2 visitas da cidade, co1- 
qulstas de esforçados cidadão• com a vsão de 
suprir os belavistenses de casa para as suas 
reuniões, lazer e também r,nra 1 zcepcionar au­ 
toridades e reollz.ar ates públtcos em dias de 
Cestas. 
Quanta conclusão bellssima não se tiraria, 
ce pudesse contar a história como ela é, c.>m 
seus detalhes, as pasagenas deslumbrantes dos 
seus participantes na construção desta maravi­ 
lhcsa e hospitaleira cidade dos b:?lavistenses! 
Cidade das mulheres boritas, das mais gen 
tis, das mais alegres e sorrldwtes c;-l 1'.uras que 
Deus pós ao mundo! 
Olhe, Diretor: 
Eu quizera ser poeta, ter a inspiração neces­ 
sária, para poder cantar em versos a ;_men~a E:S­ 
tima que Bela Vista merece, que ela incita no 
coração de cada um de seus filhcs ao mais fra­ 
terno aconchego; numa demonstração .mi:tli.l 
de fidelidade ao amor à ter:ca querida. 
E nssim, só assim, eu poderia cumprir, ao 
menos em parte, o seu pedido, uma hi~!ória de 
Bela Vistn, 
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SHOWS - BAILES - TORNEIOS DE LAÇo _ PENCAS 
A EXPOBEL E ONDE O PECUARISTA ENCONTRARA. lIAIORES FACILIDADES 
PARA VCNDER OU CO'.IPRAlL 
EXPOSIÇÃO DOS GRANDES CAlIPEôr:s • '.!.1.lOR IXD!CE DE CO'.IERCI,LIZAç,o 
VENHA. BELA VISTA ESPERA POR voa: - ETOEE: I DE 1; ., 
' .. • • .,,., ·• - i1 22 DE JULIIO 
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A 13' EXPOBEL 
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1)/7 às 8:00 horas -- Abertura do Parque 
M 9:00 Ju!pamento das Taças 
)•; 11 ::!O Almoço no Clube do L'lço 
As 19:00 Rodeio Internacional com Show de 
Touradas 
Ar. 22:00 Dalie do Anlvcrs:rlo dn Cidade - 
Grlmlo Pl'clro Rufino (OSSPR) 
Conjunto Los Tmys, Show com Rita Cadilake 
.. : a, 
Jl-• 
1/7 s 10:00 horas --- Abertura da 13 Expo­ 
bel pelo Fano Sr. Governador do Estado de 
Mato Groo do Bul Dr. Wilson Barboa Mar­ 
tins. 
A 1E30 Vilt no Parque 
A~ J?:00 Almoço com AutorJdndos 
As 13:J0 Po1•·c, da Primeira Diretoria da FC• 
clrr·,,,110 dfls Ch1brr. do Luço. 
Ms 14:00 Aberturn do Torneio Regional do 
Lço. 
As 1:00 Abertura do Grndo Rodelo Interna­ 
rclonl com Show de Touradas, 
As 22:00 Dilo de Abert Ili': no Chibo do Viço, 
15/7 s 1:00 horas bcrturn d, Parque 
Ms 9:00 Reinfeto 'Tomnelo de Laço 
MS 113O AImoço no Clube do Laço 
As 14:00 Pencas - Taça MARIO LOUREIRO 
DE ALMEIDA 
/is 10.00 ltôdclo Intcrnndonal 
Ali 22:00 Bl'e no Clube do Laço 
J0/7 às 8:00 horn, - Jhcrturn do Parque 
Dia de Llvrc Comércio 
l-.s 11:30 Almoço no Clube cio Laço 
As 19:00 Rodeio Intcrnao!onal 
, M 22:00 Bnllc cio F:1zendclro no Clube do 
uiço - Trnjo tlplco 
Conjunto P!-IOLHAS DE VERÃO 
17/7 As 8:00 horas Aberturn do Pnrquo 
Dia de Llvrc Comércio 
As 11 :30 Almoço no Clube do Laço 
As 10:00 Rodela Internacional 
As 22:00 Baile no Clube do Laço 
lfi/7 às 8:00 horas - Abertura do Parque 
• As 0:00 Inicio Julgamento das Rnçns 
• As 12:00 Almoço com Expositores - no Clube 
As 14:00 Julgamento das Raças 
As 19:00 Rodeio Intemnclonal 
• As 22:00 Ballc dn Polca no Clube do Laço 
(Concurso) 
1. 
T 
20/7 - Programação Especial cm comemora­ 
ão ao Aniversário de Dcln VJ,ta, 
As 0:00 Abertura do Parque 
As 10:00 Apresentação dn Escollnhn I-Ifplcn 
no Recinto do Rodeio, TroCéus oCerecJdos pel:,. 
Prefolturn Municipal 
As 12:0J Almoço de Contraternlznç:!o dog 
Lnçndores no Clube do Laço 
As 11:00 Jnfclo Torneio Internncfonal de Laço 
As 15:00 Pencas Tnça Prc!clto AFONSO DIL 
LON NUNES LEITE 
'As 22:00 Baile no Clube do Laço 
21/7 !Is 8:00 )Jorns - Abertura do l'nrquc 
As 9:00 Torneio Internaclonn1 de Laço 
A.-, 14:00 Pencas de Potras Inédlfos 
As 10:00 Roclelo Intemaclon1t com Show do 
Touradas 
As 22:00 Baile de Encerramento no Clrêmfo 
Pedro Rufino an'mado pelo Conjunto Zutrlcs. 
22/7 às 8:00 h'/1'.IS - Abertura do Pnrquo 
As 9:00 Torneio Internacional do !.aço (!lnn­ 
llssima) 
As 12:00 Entrega dos Prémios nos Laçadores 
Campeões no Restaurante do Clube do Laço 
Às 19:00 Final do Rodeio Internacional com 
Show de Touradas 
As 22:00 Baile Popular no Clube do Laço, en­ 
trega ele Troféus aos vencedores do Rodeio 
Internac?onal, 
%gêS%êã 
,, 
' 
e8@ % 
A primeira coisa em quo pensamos ao ouvir falar em água quente 6 no 
chuveiro. Considerados quase Indispensáveis nos dias da hoje, 
os banhos quentes chegam a ser responsáveis om m6dir 
por um quarto do consumo de energia elétrico 
em uma residência .. 
Sonhos quentes e prolongados prolongam a conta de luz, 
Eliminar a utillzeção 
da égua quente 
nem sempre 
éa opção 
mais acertada - • 
observando bem, 	'&, 
uma simples .,9% 
mudança 	.S_2 
do postura 	.• { 
pode significar 
economia SE=5=.,> 
sem que hajam !',f 
restrições • • 1 
àsua //// 
comodidade e o • . /. i 1  
,j " 1%j 
sê$ 
.,Si%j 
' .. • .. ' ._,· .. _.,..,_. ~1 ~ 
.. ..... 	_.~ ..... , 't 	:../'"" 
Em dias 
de calor 
coloque a chave 
do chuveiro 
eldtrlco 
na posição "verão". 
Ela consome 
de30a40% 
menos energia 
que s posição 
"inverno". 
No verão ajuste 
o rormostato do aquecedor 
central em 40 graus centígrados, 
no inverno em 45. Assim vocâ • 
n:lo prccisar.1 utilizar água fria· 
para temperar a água e jogar fora 
a energia que vocõ utilizou entes 
.para aquece-la. Procuro instalar 
o aquecedor o mais parto posslvel 
do ponto do utilização. Aplique 
isolamento térmico em todas 
33 canalizações que conduzem 
água quente. E quando 
viajar desligue a sua chave. 
Quando estiver no 
chuveiro ou 
na banheira não ligue 
aparelhos e fétricos. 
Jamais mude a 
poslçãoda chave 
(quente/frio) 
com o chuveiro elétrico 
ligado. 
-----, .... ao 
Segurança 
é fundamenta li 
É com e torneira 
fechada que 
mudamos a chave 
. do chuveiro 
elétrico. 
1.é 
snE n.o. $%?? 
Hoje é o aniver:rio desta cidade. Um dia 
de festa que serve, também, para lembrar tedos 
os dia, de Jut.i;;, e:. forços e muito trabalho de to­ 
dos os que a construiram. Tempos de emeadu- 
I rn e colheita. 
Tmpos de engorda e abate. Tempos bons, 
tempos difíceis. Tempos idcs e vividos pelo Dan­ 
co do Brasil neta cidade. Atuando e participan- 
do intimamente do progresso e da vida social de 
nessa comunidade. 
Este passado é o maior aval para investir- 
mos cada vez mais em :1:,sso terra e nossa gente. 
E para olhnrmo3 confiantes o~ anos que virão, 
Hoje todo mundo vo.l ver a bunda passai, por- 
que nlnguém é de !erro. 
!Amar.há começa o nosso futuro. 
EDITAL DE ALIENAÇAO POR CONCORRENCIA N 01/84 
ENERSUL 
Em:ess de Encrgia Elétrica 
de rvlê'.o Grosso do Sul S.A. 
Secretaria da Obras Publicas 
GOVERNO DO EStADO DE MA10 GROSSO 00 SUL 
Everaldo Alve!: da Rocha, Prefeito Muni 
cfpal de Porto Murtlnho MS, comunica que 
realizará às 14:00 horas do dia 24 de julho de 
1084, alienação de sucatas, veículos e máqui­ 
nas abaixo relacionados, c'.e acôrdo com a lei. 
Propostas serão recebidas até às 11:00 horas 
do dia 24 de julho de 1984. Demais informa­ 
ções, bem como edital completo, inclusive os 
bens alienados poderão serem vistos e exami­ 
nados através dn Secretaria de Administração 
da Prefeitura Municipal de Porto . Murtinho, 
no horário normal de expediente. 
Relação dos veiculas, máquinas e sucatas 
a serem alienados: 
1) Uma sucata de um trator Massey Fer­ 
guson 50 
2) Um caminhão Chevroleth chassis 68351 
HO 8658, ano 1978 
3) Uma sucata de um caminhão Chevroleth 
motor Detroit, ano 1.!l77 chassis 68351 HO 
3654. 
4) sucata de uma pick-Up ford chassis 
LA 3BPA 621117, sem ano de fabricação. 
5) Um caminhão Mercedez Benz 1113 ano 
1976, chassis 344.033.12.312337, sem pneús, 
motor fundido. 
6) Um caminhão Mercedez Benz 1113 ano 
1977 chassis 344 032123381105, em péssimo 2s­ 
tado. 
7) Um caminhão Mercedez Benz ano de 
Campo ds 
A EMPAER, Empresa de Pesqu'sa, Assis­ 
tência Técnica e Extensão Rural de Mato Gros 
so do Sul, através de seu técnico, o Zootec."lis­ 
ta José Clauclio, está desenvolvendo um exp~ 
rimento na propriedade do Sr. Pery de Al­ 
meida Mello, Fazenda Terra Nova, com 2 lotes, 
de 95 r.ovilhas de engorda cad:i. hte, ~end.> 
administrado para um lote apenas a m'sturã 
mineral e para o outro lote a mistura mineral 
mais Uréia Pecuária, O experimento terá du- 
fabricação 1.973, chassls 344 032 1205 3008 
(sucata). 
8) Uma sucata de uma perua Komby 
1.968 chassis BB 138845. 
9l uma sucata de um opala chevroleth 
1972 chassis 5N69CCB-ll826. 
10) Uma sucata de uma patrola Caterpll­ 
lar 1 2 E número 3673. 
11) Uma Sucata de wn trator de esteira 
Caterpillar D4D. 
12) Um caminhão FMM chassi ARS 
1610122239, ano 1958. 
13) Um caminhão Scania Vabís chassl 
L-7638,motor S-5537, ano de fabricação igno- 
rado. . 
14) Uma sucata de um caminhão Ford 
basculante. 
15) Um conjunto gerador Hoos 110 Kwa 
motor 103907 
16) Uma pá-retro, sem retro Massey Fer­ 
guson 
17) Um conjunto Hoos MWM 12 cilindros, 
!tmdido 
18) Aproximadamente 8.000 Kg de !erro 
velho, sucatas cm geral em lotes a serem exa­ 
minados. 
Porto Murtlnho 04 de julho de 1984 
Everaldo Alves da Rocha • Prefeito Municipal 
Antonio Carlos Dias Barreto - Secretário 
Administrativo 
Demonstrocão de Uéio 
ração de 100 dias e tem como objetivo a ma,. 
nutenção ou melhoria de peso de novilhas de 
engorda, através da redução do déficit protef. 
co, com utilização da Uréia Pecuária fornecid:t 
junto com a mistura mineral, no período seco 
Durante o período do experimento, Serã; 
feitas excursões com pecuaristas, visando di. 
Cundir esta nova tecnologia na região. No fi. 
nat do experimento, será feito uma Reuni­ 
com demonstração dos resultados alcan~d ªº 
= (os,

·- - . 
'TI +86 
1 
1 1 
1 
- .._ - .. --- -- .,, .. 
------ 
):l:stc dia qv3 $ '3 fcct pera a cidade também o 6 para nós, 
Bela Vistu quo hoje 1111vcrsarln, nossos melhores votos de progresso lnccsso.ntc, 
;, 
"A QUALID,DE DE SU: VIDA DEl'ENDE D, QUALIDADE DAS COISAS QUE VOCE 
'{'OÉ NELA. 	_ 
rANII-'ICIDCR.' CONFEIT,'I:•!A, L/'NCIIONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DE 
rnODJTOS YETI',r.lNIRlOS I'O!t.J T: "' "fl AYENinA DUQUE DE CAXIAS N" 446 
J,IDli1 - Ms 
G ,.,.,,..,. o 
A Festa 
,. 
e 
nm,1nhft. 
1 
1 E~lc. dla que é d:) fc~t.l p·na a cidndL•. 
tamL{m o é para nós, afim! ninguém é r:Lc 
1 	J • 
ferro. Hoje p.iramos p:irn fe:;tc :rr, mas ,:i.m• 
1 
. bém para recuperar forças e no bate papo 
!
gostoso com os amJgos, vislumbrar novas al- 
1 1 
tematJvas. 
1 Nos•:is hcmenagens de~de o ma's humil­ 
ldo morador da perifria até o mnfr graduado 
1 
pois todo~ participam da nossa vl:l.a, traba, 
- =• -------=-- ---~-------1 
_Neste 14 -de julho, dia em que os belav:~.
1 
tenses se irmanam na festa de inauguração 
.da 13n .EXFOBEL, orgulho de todos nós, mJ 
t radores de ;Bela Vista, Jardlm e demais cida• 
ºl 
j .des da região, enviamos as nossas calorosas 
zaudações ao povo belavistense, sobretudo pe. 
la presença do Senhor Governador do Esta­ 
do, Dr. Wilson Barbosa Martins. 
Que a ação conjunta de todos resulte num 
progresso maior para Bela Vista e bem est!lr 
_de sua gente. 
M~ li EZ PEIXOTO 
lhando, conquistando concsco etapas impor- 
, lantes no processo de crescimento. 
Parabéns Bela Vistn 
Parabéns Autoridades 
.. 
1 
------- ~ ._. - -------------------------- 
-----------~-:---.----- 
Nós Comemoramos Também 
Sim, hoje nós também estamos comemo-­ 
rando, afinal a longa escada do sucesw deve 
ser percorrida de degrau cm degrau. Assim 
foi. A!sim será. 
Começamos do nada, com muita luta, tra.­ 
balhando muito, mas hoje tudo está mais r:li~ 
cil. Já vislumbramos o arco iris do sucesso, 
isto nos dá uma esperança malor, e toda esta 
de To dos 
Pedro José 
Polmieri 
o 
. -··-. ·-·-- ------ .-- - . -7 
.. 
luta tem uma razão de ser, Bela Vista cresceu, 
novas oportunidades surgiram. 
-No fllturo Bela Vista será uma cidade ain­ 
.da maior, teremos orgulho em dizer que par• 
.ticipamos desta conquista. 
,,11 O 
1 /f [1: 
pies pi 
, e • , cc 
e'· r;o Cll 
, .. e : Jo 
e:m 
.:-ac.:g:n 
(Na foto Cassio ?O lado G<> Senhor AntoniÔ 
• 7 - de As::is, compr!!.dcr de gado de F.Hima do Sul). 
, ' 
·- - - 
PECUARISTA CASSIO ACI LI 
.!. 
ç. mais 
: j 
: heg 
·~ ·.y ... :L:t 
.±:; G: 
:1:L 
T.:r..! C:o :-..r 
, ... -.:•;. V 
±: :r!a, 
:7 1que 
: te, 
EIS CIONIIL B 
Dia 1.9 de Julho - No Grêmio Pedro Ru 
Aniversário da Cidade. , . . mo, em Bela. Vista, Baile Comemorath"o ao 
Abrilhantaílo pelo melhor conjunto da Fronteira .. e 
o TAMMYS" 
l'rcscnça da Mals Famosa Chacrete: RITA CADILAC - t 
Be eza, Charme, Veneno ... 
Venha, Rela Vlsla 1'sper:i por Você. 
RESERVE SUA MESA COM ANTECEDENCIA 
..,_ 
·-------------------- 
•• ----------------- 
.,. 
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·.sl± 
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... -..:: •t 
~--- ,. :;.,. 
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«til, ide! 
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41Uã ã TTTEi 
------- 
(Continuação) 
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ce !± 
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:,!or.l!' t1· 
:z à 
ir.::'.l 
c 
5 á..S 
ar:: 
stes 
s5 
urs- 
..- n~rra cio PJrlpucu, r.om suas margens cra­ 
vefdas de pedras naturais, tinge na vezes u 
r!lurn cJ11 10 (dei) melros, 
-· Córrcgo Mui, 
.-- Córrego Guaviral, 
- riorrn do Rio Cnrucol, 
.--- Campinas do Nhum-IIntlm, 
- Parque de Expo:-:1:;;,ío Jgrop:cu:irlo, cons­ 
titui-e em uma das mals belas festas Muni­ 
cipa, 
.- Cachoeira do Córrcgo Vacaria, 
- Córrcr,o Mnngnbn, com Jeito coborto de 
pcclras vermelhos, 
-- Ponte Inhnhde]ara (Ponts de Deus), outra 
bo!eza rara do nosso mun cípio, 
- Monumento Nhnndcpá, onde !oram sepulta 
cl('ll o:i rcslos de trn•·ilciros e paraguaios tom­ 
IJr.dos cm combnto. 
'fTIIIISl[O E LAZER 
-. Recursos nnturuls: Parque Natura~ queda 
d'rgua c Prnlos. 
- Recursos Culturais: Acervo IIi~tórlco, B'· 
bliot.ccn, Museu e Ntlcleo Artesanal. 
-- InIra-Estrutura: Meios de hospedagem. 
LAZER: 
Rios plscosos, coso do Rio Apa, com varie 
drclcs de e~péclcs, Cinema, Estdd:o, Gindsio 
Coberto, Clubes, Compras Praças. 
8 e I o 
c;;::;::i: 
ccreve : José Joaquim Ferreira Scuto 
Vejm ccmo ccmeça, cresce e agiganta sa 
uma organtzaçilo.cmpre;arial. Esta Rede de Jor 
nais eomcçou aqui mesmo em Bela Vista, há 
pouco mais de doze anos, com o aparecimento 
de um jovem magrinho que, segundo amigos 
mais chego.dos, tcdcs os anos viaha a Bela Vis 
ta, vendia .-ções e livro3, com representação cm 
Campo Grarde, onde trabalhava na mesma fir­ 
ma com Duprê Gorcla Coelho, lujc Diretor d:i 
Fclha de Mato Grosso do Sul e outros quatro 
jcrnrus. V~ndla livros e ações porque a grnna 
crn curta, levava vldo. apcrlada, mas sempre 
cem aquele otimismo. 
Na época, um grupo de jovens imprimia 
um jomaWnho na gráfica,do Glauclr e convi­ 
dava Ivaldo para escrever crónicas para o mes­ 
mo, feito para se levantar fundos para o carna­ 
val. Esse jornalzinho, "O JOIA" só durou dois 
números, depois teve suas atividades encerra­ 
das. 1valdo sentiu naquela cpo1 tunidade que 
Bela Vista poderia ter realmente um jornal de 
verdade. Foi a Ponta Porâ, c)nversou com o 
Dacunha e o Fernando Saldanha, na époco. Di­ 
retor do CORREIO DO FOVO, eles concorda­ 
ram em imprimir o jornal. Surgiu a Tribuna 
entre a converso. de Ivaldc com o Dacunha que 
ncabu definitivamente em TRIBUNA DA 
FR~NTEIRA, ant~ impressa em Ponta Porã, 
depois cm Aquidauana, qua.rd, então já rece­ 
bia artigos gerais e novos adeptos chegavam 
para cngr.'.lssar n5o o rapaz magrih e sim o 
Jcrnnl que a cada espaço de tempo aumentava 
scu tamanho e número de páginas. Em 1973..era 
registrado o seu jornal. Nesse ano ingressou 
na Associação Bracilcira de Imprensa. Ê ago­ 
ra Vice Presidente da Associação de Diretores 
de Jornais do Interior. Já participou de, diver­ 
sos encontros de jornalistas em Aquidauana, 
Cuial::i, Camboriú etc. 
Novos colaboradores surgiram. O jornal to­ 
tia e intcligê:icia aliada ao talento do magri­ 
mou sustâr.cia. O arrôjo, a constância, pcrtiná­ 
nho, jâ cnt5o casado, cem uma belavfrtense Ma­ 
ria Estela, tomaram outra decisão. 
Organizaram a Empresa Gráfica Apa. Era 
ncce~·s:irlo ter máquina:; próprias; aí é que se 
aguentou a l:arra pesado.. Sem capital suficién­ 
te, ludo vencendo no peito e na durcn das di­ 
ficuldades várias, corseguiram crédito com o 
Sr. Nazareth do Banco do Brasil para novos 
investimentcg e trouxeram de Auidau:na o 
Gilson, pro.ta r-rcciosa da casa, que ·cm tipó;tra­ 
fo, impresscr gcntz e tudo para ajudar : cm 
[.rc,sn cr;:::ccr. 
Estou falando do Jo.: z!is'a icldo P:reira, 
e sua senhora D. Maria Fstel Velasquez Pe. 
rira, empresáx.o que ccm garra, ao come;o 
cm mzteri] insuficierte. ms com ex?lentes 
Parque Natural à mren do Rio Apa, 
r,r,rovcitodo pora rcc1cnçfio cm mus•,·1. 
INVESTIMENTOS Eil Dl~L/ Vlb'fJ 
Dela Vista nprescnla amplas perspectivas 
de desenvolvimento baseados na expansão d 
Pecudria e dn Agricultura. 
Dentre as áreas mais propl::!ns os inyes­ 
tlmcntos prlvndos, merecem destaqu:) os sc­ 
guintes: 
o) Exploração e Induslrlnllzaçiio de Cnlcdrio; 
b) Industrialização de carne e sub-produtos 
do gado; 
c) Turismo e 
d) Fccu:1ria de animais de pt:queno port:?. 
EADOS GERAIS 
Origem do Municlplo de Dela Vista: Nioa- 
quc . 
Dnln de Crlnçfio: 13.10.1008 - Atrnvé~ 
do Lei Estadual nº 502 
Locallznçfio: Região Sudoeste do Estndo, 
LllIITES 
Norte: Com o Munlclpio de Jardim 
Eu!: Com a Republica do P:miguol 
leste-: Com os municlplos de Antonio Jo- 
o e Ponta Porü 
Oeste: Com o Munlclpio de Caracol 
Bnc!a Hidrográfico: Bacia do Rio Pnrnguai 
Micr.oregião Homogênca: mrh 341 -- Do- 
doquenn 
{uncioná1Jos
1 editar.do um jornal já então com 
real aceitação, com lutas incessantes levaram 
. à realização aquilo que ele ~cmpre dizla•m':!: 
"Constntirei cm Dela Vis la um;, org 11izn~ii:, 
jornrlisticn como quero. Nfio será sómente a 
Tribuna da Frcnteira, farci publicar oulros , 
jcrnnis, quero cm p::rque g1.Hico que possa 
suprir o comércio e ns Rep::rtiçõcs Publicns 
com impressos, Vou dinamizar cs:t coisa, con­ 
te com n Estcln", 
Comeguiram instalar a empresa em um 
cnsariío de tébua à Rua Duqu~ de Coxia~, que 
n sogra alugou. O ercritórlo da rcdnçJ.o espaço 
l·estritc a um msa e um ,.~mál'ic, dcpeis 
noutra r:ila, a oficina, atraz, já então com apren , 
dizes, ouvia-Ee barulho, azáfama ro :ro.b3lho 
para dar o exemplar do semanario que era dis­ 
putado pelos belavistenses, ávidos em lerem 
eo.l!as que se passa aqui e alhures. 
Nesse tsmo apareceu o gordo, o Alváro 
Pereira, que foi aprovei.lado no Depnrtam~:ito 
Comercial, trabalhou muito e agiu bem 
depois desligou-se da empresa e crgaizou a 
sua própria que também progr!de. 
A coisa ia crescendo, o magrinho comprou 
mais máquinas, era o raiar do parque sonhado. 
Mudou-se o equipamcntô do jornal para o 
prédio, junto com mais espaço, melhorou o 
escritório da redação. As cunhadas Jaqueline 
e Flora foram investidas secretárias. A apren 
dizagem, composta na maioria por estudan­ 
tes, aumentava, os mais experientes tomavam 
outras obrigações mais importantes. Arran­ 
jaram-se repórteres, dos quais D. Estela é 
uma das mais eficienles, colaboração já havia 
multa e :)ôa. 
A empresa crescia, já se fazia além do 
jornal, os mais variados tipos de impressos 
comerciais e· de propaganda. O prédio já es­ 
tava pequeno para as operações. Veio então 
a iniciativa da sede própria. Primeiro a com­ 
pro do terreno Rua da República, a· cons­ 
trução da residência e logo após o prédio da 
maquinaria, escritório de redação e dependên­ 
clas. 
A Tribuna vivia a trazer em suas colunas 
que em breve chegaria novas máquinas, lino­ 
tipos e tudo. 
Daf, foi saindo o Correio Jardlncnse, logo 
depois a Tribuna Murtinhense. 
A Gráfica estava melhorando a olhos vis­ 
tos e mal a ~ede própria ficou pronta pela me­ 
tac!e já se transferia para ela material que ali 
podia ser manipulado. 
O Diretor não parava. as viagans seguidas 
eram necessárias para ativar os negócios da 
empresa De dia a dia a coisa ficava mais pos­ 
sante, mais arrumada, a Diretora D. Mtuin 
Estela, EEmprc ntiv:i. d'rigindo Jluncicntírios, 
Visto Suo 
Clima: Tropical úm!do 
Tipo de Relevo: Ondulado 
Tipo de Vegetação: Campos Limpos e Ccr 
rados 
COOllDENADAS GEOGftArJCA"l: 
Latitude S: 22º 00' 12" 
Longitude W: 56'
1 31' 45" 
Jlt.itude (sede): 1/Jl mts 
POPULAÇAO 
Urbana: 12264 
Rurnl: 3818 
Total: 16082 
Taxa de Urbanização: 76,26%4 
Área do Município: 4662 Km? 
C.::n.,ld3c'c Demogr:Uica: 3.44 Hab/Km.2 
Dstància da sde Cap:tal: 311 Kms 
Empresa Tron.sportadoro.; Vi:i;ilo Cruzeiro 
do Sul 
Vnha•: Dcl:J. Visto/.fardim/Niooque/Sidro- 
hlndia/Campo Grande 
Bela Vista/ Jardim/Nioaquc/ Jquiclau.ma 
Dela Vistn/Antonlo Jollo/Ponla Porá 
Numero de Vereadores: !l 
Ntlmero de Eleitores: 8 .128 
COMARCA DE BELA VISTA 
Categoria: Primeira Entrâncla 
Munidplos atendidos: Bela Vlst.n e Cara­ 
col 
FERGIA ELETRICA 
:Eelo Vista Caz parte do sistema de dis- 
!nzendo revisão, cnslnando novatos na profis­ 
são e o zelo pela organiza;ão dos diversos de­ 
partamentos, almoxarifado e a própria dire­ 
ção da redação na ausência do che!e, trans!or 
mou a empresa no que é hoje. Foram editados 
mais os jornais Jornal de Bonito e Jornal 
de Jt6nio João Com tanta luta, tanta ope- 
rosidade daquela juventude auxiliar que ali 
trabalha, há de sair no futuro, novos jornalis­ 
tas, novos empresários que empolgarão Bela 
Vista no eu caminhar irreversível para o !u­ 
turc esplendoroso que a espera o raiar do 
novo milên!o, o esperado mi nio, redentor da 
humanidnde, o III mi'nio dos super-homens, 
das criaturas mais per!ellas na inteligência e 
constituição física com vida orientada para a 
pcrfci;ão humana mais chegada a Deus, sem 
guerras, sem ódios, quando a ameaça das ar­ 
mas nucleares e oulTnS serão ~pultadas para 
sempre, constnfndo-sc apznas máquinas para 
o progresso e não mais para a destruição co­ 
mo era e é ainda costume d:i civilização e.cs­ 
de tempos Imemoriais que arrastaram povos 
inteiros à desgraça e sumiço do mundo. Ha­ 
verá um mundo melhor, mais amor no co­ 
ração dos homens, mais união das nações vi­ 
sando a pacilicação dos povos da terra para 
a vida integral do homem, mais respeitada, 
evoluida na verdadeira destinação do seu ser, 
Assim será. 
E a empresa belavistense de jornais tam­ 
bém no seu caminhar, há de dar maiores 
exemplos de como se constrói e edifica um 
ideaJ sublime, o de servir, ser útil, comunica­ 
tivo, criando novos horizontes para aqueles 
que procuram um caminho, um meio de se 
fazerem homens, homens integrais, trabalha, 
dores, benfeitores, construtores da nova civili­ 
znção que se aproxima. 
E com o trabalho, inteligência e muito 
estudo que se constrói alguma coisa aprovei 
tável à humanidade. O exemplo está aí. 
Do martelar incessante dos prelos do 
Ivaldo e das modernas linotipos, estão saindo 
mais o Lagunense, jornal da cidade de Gu'a 
Lopes da Laguna, comuna importante e pro­ 
gressista, operosa e celebre pelo nome que 
recebeu, lembrando o guia da Retirada e o 
magrinho não se contentou ainda, projeta a 
vinda a lume de um outro jornal. Qu?m du• 
vida? 
Nestes pequenos traços da fulminante 
evolução de tão importante cmprern behvis­ 
tnse de jornais, está escrito a figuraçüo :il'. 
criatividade e êxito que o homem pde por em 
execução de idéias concretas. com determina­ 
ção, estoicismo, incansável vontade de renczr 
e construir alguma coisa grandiosa para a 
terra que o recebe com carinho, para seus r~- 
História 
1 
tribuição inter/gado, ou seja, ligado A fontes 
de energia por linhas de transmisao, Atual­ 
mente conl:i cun: 
Ligações Residenciais: 1660 
Lagações Comereiis: 244 
Liaçdes Industriais: 15 
Ligações Rurts: 19 
Ll:;.,çóc'> Poder ~ Püblicos: 35 
Total: 	2001 
·o M 
P.ovlnos 
Suínos 
Equinos 
ICIPIO DE HELA V-TA 
240. 3SO cabeças 
3 . 300 c:1 bt.ç.'l!I 
4. 600 cabeças 
AREA DE PASTAGEM 
Pastagem Nativa 
Pastagem Artificiais 
Outras 
Principnls culturas do Mun. Rendimento p/ ha 
Arroz 4. 000 ha 120 Kg/ha 
Soja 	1200 ha 1500 Kg/ha 
Milho 	800 ha 1000 Kg/ha 
Mandioca 483 ha 10.000 Kg/hn 
Números de produtores no município e 
sun classificação: 
Pequeno 	546 
Médio 	80 
Grande 	95 
Total 	721 
c:::::::J 
205.254 
131. 188 
42.857 
miliares e todos aqueles que por meios indl• 
retos !oram capazes e tiveram a compreensão 
de que a unl.ão !az. a !orça. 
Ivaldo Pereira está sendo convidado por 
empresários de Ponta Porã para fundar um 
jornal rui cidade. Sera mals uma conquista. 
Agora, com seis jornals bem impressos 
circulando por esse Brasil a!ora, em vésperas 
de sete, certamente o magrinho está sentindo 
realizado o seu sonho, vendo a moçada traba­ 
Ihando com alegria, a barulhada das máquina!1 
impressoras que en!eltiça seu espirita de jor­ 
nalista, as peraltices dos filhos ao redor, que 
os orgulha misturados na luta diária, vendo o 
sorriso da esposa também triunfante, a com­ 
panheira dedicada que no labutar constante 
conseguiram arrancar do pouco, o muito da 
vitória almejada. 
Parabéns Ivaldo! Parabéns D. Maria Este­ 
la, meus amigos, a estrada está aberta, sigam­ 
na. 
. 
1 
%!' 
. . 
IHIu 
»D E JORNAIS 3 
(FUndado em 20/2/1972) 
C.G.C.M.P. 15. 513. 203/0001 
- Registro no cartório de Títulos e 
Documentos n.° 35 - 
uiretor-Responsável: Ivaldo Pereira 
(Jomullsta Pro!issionn!. Matricula 
MTPS n.° 140) 
Administrnção. Redação e Parque Grátioo 
- SEDE PRóPRIA - 
_Rua da República s/n • Bela Vista - MS 
Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal 
23 
Diretora: Maria Estela Velasquez Peretr 
Depto. Comercial: Joao Carlos Velasquez 
Depto. Circulação: Elaine L. Brum. 
REDATOR-CHEFE: Ivnldo Pereira 
• •• "9"T"9..A»e [ 
Demais Munic!p!os lO.OOQ 
00 
FUNDADOR: lvaldo Pereira' 
Um órgio da Rede Belavistense de' 
Jornais Lt<la. 
Represcnt:i.nte NacloJUJ• FlJTUR.A 
CO:'.IUNlC.'1.ÇôES • SBN. Edlfic~o 
lIauríclo. Salas 1113/1114/llls T~o 
nes 223.1655 • 223.1660 - ri, o, 
Fl dg ADor e ABRAro " 
-

------------ 
os desbravadores da fronteiro, fundado· 
res da Bel Vita, que meurm nesta terra 
Irtil , rmrtcs do progresso e do idealismo. 
. :C. la VI tn, rrnlintln n'onç:ida da l'âtrln, 
nde o patriotismo emnpre fala mai; lto, 'Ter­ 
ra onde aúch", paranucenses e paulls4as :e u­ 
nivm o sulmatogrozsncs e iniciam na cons 
l
tiuç.io d<i ,nn.1 cltfodo que hoje é orgulho pura 
todo:. n6J, 
1 Escritório 
1
, a imens11ra 
R<.>;::tro cnE/IJ _ Num ro 52.09'.l/TD S.P. 
VISTO Número 1.011 -- MS .. - _ 
Cadastrals de Farendas - Divisões de Inveraads • 
flrdjçõrs tlo Tem, .. , - Levan!Jimro!Ull 
«R e 
. , . 
IOFI 
Hoje n Frinceza do na comemora o seu 
OGº onlvcrsárlo de cmonclpoção pollllco ndml­ 
alstrotlvn O Inaugura se n 13:. Expct~I, exon­ 
lo dignificar'e da garra e da fibra do be!avi­ 
lcnsc, 
A lodos vocés, bclovlr'cn•r•· c1!l lnjr, '!!I~ 
contlnunm a scmcnr, pnro que no futuro outros 
osam colher, a sudgão da Assa''ia L 
•lsla!lvn do Estado, não poderíamos dixar de 
retr a nossa hmcagem nos homens que 
-?stdo ajudando n_ ccnslrulr o noso Estado, 
Par [rs Delr Vista 
Parabéns Cgnlz:&re: C 15 Expobl, 
WALTER CARNElllO 
Presidente d:i As~embléin Legislaiv.i. 
AHI r.IGO 
WALTER CARNEIRO 
DALADIER AGI 
ARY RIGO 
LCNDRES MACHADO 
DJALMA EARROS 
ARMANDO ANACUE 
MANFREBO CORREA 
JORGE At1ARAL 
ZENôBIO BOS SANTOS 
GANDI JAllIL 
NELSON TRAD 
VALDIR CAPDCO 
c•.::::PUTAB'.JS n::: F)lDB 
jY'11? O ORRO 
LE:TE scmr.rn:::T 
CNEVAN DE MATCS 
r:NEDI. DO LEAL 
JESUS GAETA 
'l•NA'l'r'N r'J r:cS. 
AIP MAR QUES 
NELSCN DUAINAIN 
AKIRA CTSUE 
IVO CERSÓSIMO 
VALTER HRFRA 
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1° Secretário da Asmb!éla Legislativa 
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~tATO r.nosso DO SUL 
Reunião 
Reunião realizada sexta feira, d'a 6 PP, 
no Grêmio Pedro Rufino, contou com a pre­ 
sença dos seguintes sócios: N estar, Le_andro. 
Hcrmann, Mnurfclo, João Batista, Carlos Al­ 
berto, Casslo, Luiz Carlos, Broul:o, Santana, 
Eviláslo, Fernando, REinaldo, Baz!!no, R:;'.l.Tdo 
e Suleimnn. 
Posse 
Apresentado pelo Cassio tomou posse o 
Ivaldo, que havia se afastado do Rotnry hé. 
dois anos. Na ocasião d'sse que "quem é rotn· 
rl:mo nunca deixa de ser, não saí do Rotnry, 
apenim me afastei por força de clrcunstilnclns 
nlhcias n minha ,·ontadc". 
Santana 
o companheiro Santana disse de sua sa­ 
tisfação cm ter novamente o Ivaldo no Clube, 
!rlsnnc!:J que o mesmo nunca deixou de ser 
rotarlano, sempre colaborando com o Rotary e 
vivendo a filosofia de Rotary. 
Cnsslo 
Apresentou o novo sócio, lendo um pe­ 
queno "curriculum", onde destacou as ativi­ 
dades do sócio recém empossado como jorm­ 
lista. 
Diversos Assuntos 
Após a leitura da Ata pelo Secrztário Brau 
l!o, diversos .i.ssuntos foram debatidos, parti­ 
cipando dos mesmos Reinaldo, Fernando e 
Cassio'. O assunto principal fol a respeito da 
campanha pró pavimentação asfáltlca da BR 
060, trecho Jardim a Bela Vista. 
Lulz Carlos 
Falou a respeito d!i posse do Fernando 
nn presidência do clube, que ocorrerá na pró- 
( 
x:ma sextn feira, em reunião festiva, com a 
presença de vários convlda:los. 
PRO'.'IOÇOES E HEALlZAÇôES 
Gestão: Luiz Carlos RlhOl 
1) Baile show com o Conjunto Am'l L:llfrl'. 
cem renda liquida de CrS 250 000,00 sendo 
doado ao Hospitnl Súo Vicente de Faula a 
importância de 500.,, CrS 125 000,00 
2) Realizações de diversos jogos de íut-:. 
boi de salão enlre equipes de vetemnos, com 
renda liquida de crS 41. 500,00, sendo do:ido 
ao Hospital São Vicente de Paula a importân­ 
cia de 50%, CrS 20.750,00. 
3) Baile show com o cantor Nelson Gon­ 
çalves, com renda liquida de CrS 1.008.000,0J, 
sendo doado ao Hospital Sã.o V1cenl~ de Pau­ 
la n importância de 20%, CrS 201 600,00. 
4) Participação ativa do Rotary Clube ra 
1 Festa da Cerveja em Bela Vista MS, reali- 
zada pelo 60 Esporte Clube, na venda de ca• , 
necas e a participa;;ão da Srta. Rosane, can ~-. 
dic!~ta a rainha na.queta festa. on:le conseguiu 
o 2º lugar, obtendo para o Rotary a rtmda li· 
qutda de CrS 221.000,00. 
5) o Rotary paritcipou também do natal 
das crianças pobres doando: 1000 (mil) pãczl• 
nhcs à Pronav que org:miz.ou o r:atal 
6) Foi realizado nesta gestão a inter-clu- 
bes, sed;ada aqui em Bela Vista com a parti­ 
cipação dos clubes de Ponta Porá e Pedro 
Juan Gaballero, e de Porto Murtlnbo e Be'a 
Vista MS em fevereiro de 84. 
7) Participou com bastante garra na pro­ 
moção do Belavistense na venda de bingo; 
!ícar:d.o o Rotary com 30% no valor de 2.880. 
000,00, onde com este dinheiro já e!eluamos 
a compra das telhas para a cobertura da se:le 
própria. 
8) Foram realizados (2) dois boleU-.1.; do 
Rotary Clube de Bela Vista., 
9) • Recebemos no final desta gestão pelo 
compa!!heiro Vervi de Araújo Castilhos, Ge• 
rente do Banco do Brasil S/A. um touro paro. 
o término da séde própria. 
lC) • Participação ativa do Rotary Clube 
junto a comunidade e todas as lideranças, no. 
reivindicação de abaixo assinados; para a Sua 
Excelencla Sr. Governador do Estado, refe­ 
rente ao asfalto da BR 060 Bela Vista à Jar­ 
dim. 
AGRADECEMOS A TODOS OS COMPA· 
NHEffiOS E PESSOAS QUE NOS AJUDA· 
RAM DffiETA OU INDIDETAiIE'NTE; POR­ 
QUE SOMENTE ASSIM TIVEMOS CONDI­ 
çOES DE REALIZARMOS TODO ESTE TRA­ 
BALHO. 
DURANTE NOSSA GFSTAO 83/8-1; EU E 
lIlNHA ESPOSA lIARUCE AGRADECKIOS; 
POR TODO O APOIO RECEBIDO . 
.E.c» 
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'J/'i t A }[to,rpp"o-- -- 	·-- 
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t'Pen]iro Fernrlo Tore de llarros - 
Cl1cfc de Cb1~s à.i l'r.,[ei(,1r.: JIi!r.iclpnl 
REL.'Ç/O DE ~-:!11,5 
l . E.'ncasc,lh:imcno das Rua: XV de Novem­ 
bro, Antonb Jfarin Coelho e Dp. Mrio Von 
Den Bc;·ch 113 trecho ccmr,recndido e:::itre as 
Ruas: Ccl. C.:imls~o e Av. Parauuai; 
2 - Enc.iscnlh~menl:> d[ nu:i JJmir:inte Bnrro•~ 
no trecho cêmprcendiclo ertrc as Ruas Barão 
do Mdgoço e a Bnf.o do L:idárb;- 
3 - EncJsc.ilhamcnb do Rua Dn Repúblk:i r.o 
r I t J ; 
) :' . 
fr< Ll1<> ccrnpnlnuido , n'rc ú /,. 'J ,·ri..,, :, 
Uv,i .
1 Hu I Dnr:.o dv J. ir! ,ri
1
); 
11 - Encalhamento da Rua: D«ri do ;Jc·l,a 
ço u,tr,• ·•.; Ruas Duque d Cr-d:1 t; .1l<.--•r~:; 
Cabal; 
fl • Encaclhamento da Hu: Voluntário da 
l Íllri.i cnlrP ns Rua· Ear:o <lo Mdg;iço ~ lh­ 
r~o ri,, I nd5rlo; 
(j • r,:,c:::"olh.imc11'0 clri 
1
•,d'"• u·, Hnn·, !'.IC c.lr­ 
nmrlam •" praç-1 dc,tinr.tla Campo de Plo do 
qa rtl; 
7 - Ec±calhamcrto da Rua: 03 d Oual. :, 11'> 
{recho cntre s Ruas Guia L0e; e Cc·l. DiJs; 
ll. 1.·n~:,,:·~lh?mc·n:c ela ílu;: Cd. 1), 1; • 1trc o, 
Jl11:i•· A 1'
1m!o M11iu C>llho e S<::to t'.l:: Sctrm- 
1 ·o; 
O• Jtc,,o do occ,.,o ro.'.1Yia Crr,cJ! uc :; .. J. S.i() 
'lmn!e, uma eter ie de km, c nt 'olu­ 
me de atr;o de 12.07Om3 nvm valor 'e1t. de 
Cr:, ll.!00(,CO,OC' /Oito tn•ll·•:i-·: t'~ C11i:drn;). 
Obras de Pavimentnção nsfáltfcn <la nua 
Ccmlc de Porto Alegre (conclui<las), cxecuh­ 
das pela Prefeitura Munipa! 
I,-trro e nescalhsrnto de todas s Itus 
(! '•!0 c.J..1 Cc,i l,; 
II- ter.o, nivelannto e limpeza da Psi 
I <;!nJ,llw Pedra (Princzs do Apa); 
12- Coloco de Tubos para Drenagem ds á­ 
vus piuviuis rc. cnu.r,mcn'.'l~ da Rua Cc•l. Vb• 
com as Rua: Selastiic Crispim do Hc:,o e Ste 
de Setembro; 
1:J - Coloca,i) de Tu!os para Drenagem do s­ 
c,.1:i~ p'.m-:, • 1 r.c: crt.zt mcnto; dn Ru1 C .. nrr.11 , 
Soar;s d Rocha cmn as Ruas José Donife±a, 
I'J15o d > T,:u.r.b e i,Iarcd1,,J Hondc:1; 
1-l - Co!c::- .. ç:,o cl,J 'fub:>; f:lra drcn:,;,cm d~ ó­ 
mucs pluviais ro cruz:morto da Rua Paro do 
í:..~dárlo crrn a fütJ Vc;luntluío dn P:.trl:J; 
15- Colczã de fulo para drngem de i. 
u2: pluvinis no cruzumnatcs da Rua Bar?o do 
'idu ,ro cm Ruis Depus de Ca::11..'J !! Vo­ 
iuntá:.c da P±tis; 
16 - Colocação de Tubos 1ara drengem ds á­ 
gua~ p!uviDi:; nos cruzamentos <ln Rua Eddnrdo 
L 'xo'.Q rom n:; Ilu33 Voluntário da Pá'.rh e 
/lv,rc: Crl.Jral; 
17 - o!c;ã de Tubo:; ele concreto no Dl:;tri­ 
k J,;unca TL'-Vi, num total de 80 (Oitenta) . 
!C - RecJ,ic,·aç,i) da Povim2ntação )sfáltica = 
dlvc1'Js Rins ela Cidodc; 
1D - r::cu;::.:,ação <las Esl1Jdas Vieinais que li­ 
gam a rodcvia de Ponta Porã at6 n altura do 
C~rrcp Itá e Fazenda Morrinho; 
20 • R~form1s da; Escolas Munlcípnis São Cle- 
1nente e Fro{ Erasmo Mcde
1ros; 
21 - E.eforma do Przdio d~ E~tocio,amen:o da 
PrEfeitura com seu respectlvo muran,,..ntc; 
?::, - Rep3ros em diversas Ruas da Cidade com 
aterro e Patrolamento; 
Prcfc'ta !Iunicipal 
23 - l'.irol.,mtnl" de todsc as luas da C:(bde 
on tontemen! 
21 - C.ipll,J. ti<: foch:. a; nu J'.' co111pn•cJ1didos 
_w_; !':IOCC5 01,C.. O:J, e O! clJ dd~cl'; 
25 - AEr'ura das Rua c nlvclt,me_1[.o <lo CJn,· 
ju11'c Ilabit.icionJI 1Iilit.1, Lcurcirn; 
, , 
' 
2/i - Sub,tllu!ç;io de Pnt de Madeira existen- 
te na Rua Eduardo Peixoto c:itre as Ruas Du­ 
que de Caxias e Voluntúrlo da P:'.ltria por Tu• 
bo, de concreto; 
27 - FavimentJção Asfáltica da Rua Cct Ca­ 
nÚ!:ào no trecho entre ::,~ Ru1s XV de Novem­ 
bro e Antonio Mar!a Coelho; 
28 - híclo éle Pavim:mtaçiio Asfáltlca da Rua 
Conde de Porto Alegre, já com o trecho entre 
as Ruas Barão do Ladárío e Barão do Melgaço 
já conclulda; 
) 
1 • Ccnstruçiío de MntadourJ Municipal; 
2 • Ccnstruçiío de uma QuJdta. de E~porte, no 
C,:mjunto Hacitacio11al d:i COHAB; 
3 - C!>nstruç5.o de OG (S:ils) sJ!as de nula na 
Escola "Jarbas Passarirhc"; 
1 • Construção c!c um prédio com 0-1 (Quatro) 
ralas de aub nJ Escola Cn,tt;inln Enco.nt:ido; 
5 • Cc.nstruçiio de umn Qunclra de Esportcs no 
Bairro As1tn • Dccc: 
6 • Construida dut1s pn~sarcln~ de concreto 
crmoc!o nc canal dn Av. T':1c!ldoro SatiYa; 
7 • Construção de um Post<:> de Saude n:, Dls, 
t1:10 Nosrn Sen.hora fü F:í.timlj 
8 . Construção de um Galpiio para n fábrica de 
Artefatos de Concreto da Prefeituro Mu:iicipnl; 
9 - Construção de um Parque Infantil na Praça 
Alvaro Ma~carenho5. 
10 , Construção de Pavimentoção Asfáltlca na 
Av, Ccde de Porto Alegre; 
11 - Comtrução de um tcrmi1:1l rodoviário; 
12 - Ampliação e remcde!Hgem da Pr::iç~ C::i~t,o 
)!ves; 
13 • Ampllasllo da Rede de Agu:i Potáv2l; 
14 - Ampliação da Rzde Elétrica e l!t:min:içã:J 
Pública; , 
15 - Ampliação da coleta de lixo; 
16 - Reforma 'totnl do Prédio da Pr.:!!elt1:ra Mu- 
~ . . 
' 
....... - -. ...... ~ "'· _.,,.,.,_,.,.,. ----- 
Aires Cfure - Chf? de Ga'inc'e au­ 
x.i!i11r lncs!hn::vel do prcfrite D:!lon. 
Pra; ', ..za.:::as - Frefeitua 
·a;'rz+tau z +r1;a 
nlcipal; 
17 - Reforma Geral de todas as Escolas Rurais 
Municípais; 
18 - Refcrma e ampliação da Câmara ~unicipal; 
19 - R:cuperação da Pavimentação Asfá!tica em 
tcdas ns Ruas da cidade; 
2C • Aqulsiç:io de Equipamentoz Rodoviários; 
- P:i - Cnrregad~íra, E5Jmlhador de Agrega­ 
d:n (a!faito) e Cam:nhéc: EJ~cula:i.tes; 
21 - Aquisição de E~u.li;ame1~tos para a Oficina 
Mecânica da _Prcfeiluro Mun!clpnl; 
22 - A:iuislção de um:i. Krmb' par::i a Secretaria 
de Educação; 
Trnbalho, é uma constante, as máquinas 
e· os Itomens dn Prefeitura nã, param. 
eto 
i±a e .A.is-- té Bá pcuco sob 
r:isy::m~"bilidatl:: cl:! PrPfeiturn Jfunlclpat com 
e :!t;rn;:n:k Jo,:;;e li, Scuza R Jc'.;i promolendo 
diz.:s cios. 
23 - Aquisição d~ uma Ambulância; 
24 - Encarcalham:nto de Ruas e eo!ccac;ão de 
Tubos em todos os cruzamentos; 
5- Calçame:ilo da Praça Alvaro Mascarenhas; 
2:i - Arl.Joríz.:idor da Nova Av. Conrle de Porto 
Alegre; 
27 - Cais abrigos para Pcc'.o de ônibus na Av. 
Theodoro Sativa; 
28 - Fo1maç-Jo de uma.Frota, composta de uma 
Pá Carregadeira, um Caminhão Basculante e 
umn Patrola para manutenção vicinais; 
29 - Pavimentação Asfáltlca dn Rua Duque de 
Caxias até o C,:mjunto Habitacional da Cohab. 
7 }ir.,ui! - ia14+. 
p- '/ i f , r··~-:-~•-s····, .. 
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Asfalte: é intenção do prefeito pavimentar 
as principais rnas de Bela Vista. 
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Sra. Eva Florentino - Se::r-et.âfin d F 
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zrn a o ! .. un:::1p10.

Criada no Infcio do ano d 1903, e320ll­ 
nh de quitaçio do "RA)" 'hoje, parte in. 
(e;1nte ' comuiido belvisstenss, Árduo 
f! o em'nho trilhado pnra que pudsemos 
hoje nos agu'harms de contar rm nossa ci­ 
dde am uma e' co'o d tão nobre rt3. E ao 
mremo tempo é extremamente pra!ficant' 
para seu Idealizadores acompanhar o suces­ 
ro de seus Jovens incints, 
Como porque surgiu n idéa da eco'i­ 
nhn: 
A ldC!a não d nova, Já cm 1977, um m.i 
tar cr/cu cm Qunr~-IS um escolinha de 
c(lu·tr.ç!'l no úª Regimento elo Cuvnlorin. L1, 
Icvt scus pupilos a disputar inclusive os 
Cnmi:conrto: :J:11lci10 o Brasileiro de Ulpis­ 
mo n; teorias Mirim e Jun'or, Tal mcta, 
cvldcntcmcnto, pcln própria proJcr;l:o do E:• 
tndo do MS no c~porte hlplco, cst.1 longo cl~ 
ser olcc.nçadn rqul, mns nem por Isso deixa 
re de npostnr no dlu cm que isso vrd cont2- 
cer e bntalhnr-se pnrn Jsc.o. Não s:r: trunbclm 
c:;tcs jovens plonelrcs que ln chegnrúo, rn:is 
outros mais que h!lo do vir, ntrnldos, eles pe• 
los inúmeros atrativos da nrtc equestre o s9US 
rcsponsáve:s pelns lncgávc's virtudes que s3 
ctcsenvolvc.m no cnrl!tcr do seus Jovms. 
Na 1!,_,"Ticulturn, o que p;ccccle b. cemc:iclu­ 
rn é corto e rolatlvmento fécll; e tamb5m 
Jllnntar. Mns depois ele brotar o quo zc pln­ 
tou, c!lf!ccls e vnriadas so as mnnelrns de 
tratá-lo. Arsim ó com os homens: pouco cus­ 
ta semeá-los, mas depois de nasc'.dos, educá­ 
los e instnú-los ó t:lrefa complexa, trabalhosa 
o tem.lvel, principalmente nos dias ntunis. O 
que se revela de suns tcmd1ncins é tão tônuo 
o ob!curo nos primeiro! anos, e ns promesr:is 
tão incertas e cnznnndoras que se fnz clüic'l 
assentar um juízo scguro sobre o ruturo de 
cad:i jovem. 
Trata-se, pois, c!o cu:dnr dos frutos o prc­ 
p:mi-los pnra 11 colheita. Variados e !números 
tllo o~ estudos e conclusões sobre os bencfl• 
elos do espore no desenvolviment do 1o1, 
principalmente o esporte h!pco, : repana- 
lliJ [ 
Alunos dn Escollnhn 
} ,r 
billdndc de todo" o qualquer cidnc!úo 11 preo, 
cupaçllo com o preparo dos Jóvens. lndepcm­ 
dentc do cor, credo ou classe soclnl. 
Pela escol!nha é oferecida a oportunidadll 
no jovem Belavlsteru;e para, de mn's uma ma, 
neira, afastar-se da ociosldndo, que conduz n 
vlc!os e degenerações. 
A cscollnhn de equltnção também não 
pretende ser a únicn educadora, onde se achem 
os melhores desportistas ou a única a trans­ 
m!tir qualidades de caráter, al::solutamente, 
openn.s julga-se pequena parte do processo 
educativo, e achn que pode contribuir na cdu­ 
coção dos jovens, e o fazem, seus Idealizado­ 
res, com orgulhoso prazer. 
Infelizmente, devido principalmente a 
onerosidnde do próprio esporte, com seus ma­ 
terials e meios muito caros, a Escolinhn tem 
ainda muitas limitações. Urnn delas é a res. 
trlç.'lo quonh oo número de partic'.pantcs (má• 
xlmo lli) j.1 que o 10ª RC, através de ~eu Cmt. 
(õJ 
Daniel Godoy, saltando, 
o Ccl. L!mo., ó quem for.•~c:? cs cnvalos e ma­ 
teriais pnra o Início dos Jovens no espc:-te. Com 
o ttmpo e dentro das posses ele cada um. vão 
eles adquirindo scus materiais. O objetivo !i­ 
r.nl ó que a mé:lio prazo, cada um dlsponh:i 
Inclusive de· seu próprio cavalo. 
A mensalidade de CrS 10. 000,00 por alu­ 
no, é destinada n prcm'nr aos soldados que, 
aos sábados e domingos, principalmente, co­ 
lnbornm nn limpeza e cncllhagem dos cava­ 
los. 
Comprovando o prestigio de que goza atu­ 
almente, a Escolinhn mereceu o convite, ex­ 
tremnmcnte honroso, de participar (pela 1% 
vez) do mais tradicional festa belavislens:!, n 
EXPOBEL. Corno próximo compromisso, a 
temporada hípica do 17ª RC cm Amarnboi com 
a p:irticipação dos Jovens belavistenses. Espe­ 
ramos que n semente plantada para o desen­ 
volvimento do esporte CQüestre em nossa ci- 
dado e cm MS, encontre sempre pessoas co­ 
rno o Sgt Vaner /bela e o Errt IJno B1Stlan•, 
dispostos a regó.-la. 
A Escolinha de equitaçâo do RAJ aprovei 
ta a oportunidade para agradecer aos incenti­ 
vadores particulares, à. Prefeitura Mun'cipal 
pelo patrocínio da prova hípica na EXPOBEL 
e particularmente ao Sr. Edson Medeiros do 
Moraes, • grande incentivador, que proporcio­ 
nou a ímpar oportunidade de projetá-la no 
&lado através da TV MORENA. 
Nossos jovens, pionc'ros no desenvolvi• 
mente do hip!smo. 
Tibizlnho Loureiro, Marco AntonJo Palmi~ 
ri, Pedro Henrique Pa.!m'éri, Afonso Pinheiro, 
Evandro Rodrigues, Marcelo Cnstilho3, Már• 
cio Castilhos, Daniel Gocloy, Eduardo Masca­ 
renhas, Martin Ron::lon, Marco Anlonio, Mar­ 
celo BI'!l!:!1, Dan!el!e Bras'I, Clóvis .Az1llnb:ija, 
Carlos Alb:!rto Azambuja Junior. 
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l. 
e 
Julinho e 
grado ccm 
Ivan Afonso dn Costa llfarques - Prosldente 
0E 
Junto com alguns companheiros que vlernm de outros Estados, há vários anos, nós da Câmara Municipal de Bela Vista sentimo­ 
nQ:; cn;ulhoso:; cc pertencermos 11 u.mn geraçiio de!:Cendente dos gloriosos pioneircs que, cem fé, cultura e trabalho iniciara.rn 
O 
de
3e:i­ 
vclvimcnto de nossa terra. 
Cabo n todos nós, agora, dar continU!d.ndc. Procuraremos orientar nossas atitudes e propósitos conforme 
O 
exemplo que mostru nos­ 
sa história. 
Somos agradecidos aos implantadores da Expobel, hoje reconhecidamente a maior exposição 
,. agropecuária do interior de Me.to 
Grosso do Sul. 
Somos agredecidos aos pioneiros, aos que desbravaram esta terra reconhecidam te · 
, ci en segw.remos o nosso legado de fé, cultura e tra· 
bulho, pois acreditamos que, como os plonelros, as~im fizeram, nós também, agora, 
estaremos instruidos para executar o nosso traba- 
lho para 'proporcionar o conforto, segurança e liberdade ao povo belavistense. 
Nada mais justo do que saudar efusivamente a todos aqueles tv 
que contribuem para o progresso de Bela Vista e bem estar de sua 
gente. 
CLAUDIOUOR RODKGEE. 
EVIL. ASO NUNES D& MIRANDA-PS CASSXO BKGLIA AGOLA.PS 
ANTONIO SILVEIRA XER.PDS ANSELMO LOPES .DA 
Mi; ai 	". [ 
,#/elo .airavo-'i» #osevite iio Geria-?Mi lieiso Pilhe#ir@-PM#IR 
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I07u TW TTONüüã 
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os 6 
...... 
ente Oue 
Cnsnmcn(o de Julinho Murano e Izabela 
A soclcclnclo bclavlstcnso viveu um dos 
nconlcclmrnto,; muls marcnntcs no corrente 
n n o, q u n n d o cn__,oronHc Jullo 
Murnno e Jznbclu MorucfJ, !ilho9 do trndlc'o· 
nnlt !nml'l<>s da frontcirn, Os pais do noivo: 
Dr. Fic11 Munmo e Illlcln; ela noiva, Eclson 
Mcde
1
roJ de Moracs e Cecília, 
Notícia 
J1ornc:s 
Rcccpçlfo 
Os convidados !oram reccpclonados no 
salão do fcst.as do Grêm!o Pedro Rufino, deco­ 
rado por uma empresa de Campo Grnnde, 
com bu!!et do conhecido Cnntero. Presença 
do vdrlos CQluru1vcls de Bela Vista, Campo 
Ornnde e também do Paraguai. Entre muitos, 
destaque especial para o pecuarista Dr. E»­ 
lev11o AJves Corrêa, do Aquldnunna. 
Julinlto e Iznbclo, flagrante cnlhido quando estavam no altar, firmando perante Deus 
o SlgTlltlo compron::
1
sso ,lo mntrlmônlo. 
Os pais .lo nohro: Dr: Fiori Murano e Hilda 
Pccuarista e vereador Cas.o Bilia Acioli, 
sua CSf,osa Dnlva e filhos Cass1o vem se des­ 
tncando na Cilmara Municipal como ferrenho 
defensor da pavimentação asftiltlcn do trecho 
Jardlm Bela Vista é considerado um dos 
mais prováveis candidatos a prefeito, caso 
hoja eleições n·.s municípios de Interesse da 
segurança nacional Dalva é Secretária de 
Educação r.o l1unicfpio e vem obtendo pleno 
!ixlto no desempenho de suas funções. 
• ... l 
- ; 
$» ,.. 
. 	I 
i ..e 
Pecuarisla Adhe~ar Godoy e esp·,sa Jane. 
Advogado milll.uldo nesta comarca, Adhemar 
se destaca pelas inici::,tvas dl? cunno social é 
participante dn cnnpanha • pr61 soerguimcnto· 
do Clube Belavistense, do qual SUII CSpt'iSII é 
& Vice-Presidente. 
Por Nancy 
** 
ClfA DR COZI !IA 
No dia 0 pp, aconteceu na residência da Lu­ 
eia Borges às 17 hs uma reunião das amigas de 
Eandrinha Salomão para tradicional despedi­ 
da de sohl'lra. 
FO( 
servido deliclosos salgadinhos, batidinhas e re­ 
friperantes às convidadas e também distribui­ 
ram lindas lembrar.cinhas em miniaturas de 
utensílios de cozinha, em madeira. 
SANOUINIIA 
Submeteu-se s "advinhações" dos pacotes de 
pnr:mtcs e a cada erro um "castigo", 
ENcrmnou 
A festinha do chá de cozinha de Sandra com u­ 
ma divertida e barulhenta passeata pelas ruas 
da cidade-. 
DARfüCJ 
Do clube Esportlvo Belavistene (anti+a Barra­ 
c da Paróqula) estará servindo refeiçô: e lan. 
ches durante a Expobel. Prestigiem e cc!aba­ 
rem. 
MUITO SU 
No baile rm.lizndo dia 06 pp, no Club:, do Luço. 
OS CONJUNTOS 
Mafalda Eletro Show e Albery Venâncio e seus 
Guapos agradaram o grande público presente. 
' ·POR LA 
Animados anotei: Ivan e Graça, Mancc;i Godoy 
e Jusrora, Blra e Jul!a, Nilton Godoy e Sra; A­ 
b1J.o Zacarias e Olga, Osvaldo Melo e Leda, Ve­ 
co e Lenira, Major Valter e Maria das Graças, 
Palmeiras e S6nla, Major Azambuja e Sbirlel. 
TAMBÉM 
OE jovens b_elavistenses curtindo férias e mnrcnn 
do presença: Edmauro Araújo, Simone Acloly, 
Patrlcla Oca.rlz, Lella Acosta, Chico Maia, Asp. 
Eder F. e Kátla Velasquez, Tubial'.O e Ellsmar 
Araújo Marcelo e Beatriz P. Valérla Pi­ 
nheiro, Izllda, Asp. Fernando, Ten. Heln, Renato 
Rosa, Nádia Oliveira. 
, . posi! me moça . . a!ena Lei• 
te, filha do casal Dillon e Dorinha, 
Flagrante no Restaurante Galpo no 
(Nego) e Ronaldo,

1 " 
. -........_..,. ., 
Por N :rnc.y 
* 
------------------·--. 
Flach collúdo durante Ja.1tar no farque de Exposições no Rest. Galpão 
Um fagrnte no Rest. G:ilpào no Par-·•i, ctn Exposlõ~s: 
Ronaldo ores. Nego acaria:, Ju'inh: ?u:no, Abrão Zacarias, sua filha Raquel e li. 
!;!posa Clga Zacarias, 
:I 
. 
~ -------AI 
Aqui, para no:;r,os Jeitol'(i; t1n1:i pJse descon­ 
traida d chrmesa b2lavisten;e Patricia Mo­ 
rt1e11i e~tud~ndo atualmer.te cm S. Paulo. 
Uma idó:a torna-se realidade. Ht. trcz:i 
nnos um grupo de belavistenses res,lvc crhr 
a Exposição Agropecuária, foram. muitos o:; 
desnfios. Mns o pcvo desta terra é um fc.rl-,}_ 
Sabe superar desn!:os e !cmpre que ~ ch<fil1ado 
responde com a voz dn p:ut.i:lpação. AqUi os 
. pecuaristas !!ÍO unidos. • • 
Com muito trabalho e dedicação adquiri­ 
mos n sede própria do Sind'cato Rurnl; trans­ 
formamos o Parque de Exposições Rio Ap;i 
num compler') que 6 orgulhc:, p:>ra os sulmto­ 
grossenses. J:-enlro desse espirito n nossa Eit­ 
pobcl, de criança, foi S<! tornando adulta, boj:l 
significa um marco importante no eontext" 
estadunl, 	• • i_'i~lT!! 
Para quem planta idéias é importante co­ 
lher resultados, isto ocorre todos os anos, 1103 
meses de julho, quandc na E,,.-pobel se obt.2m 
:>.Ho índice de comercialização. Aqui se faz ne­ 
gócios, troca-~e experiências e na conviV<'nc•'1 
fr,terna descobre-se novos amigos. SE:> de to­ 
d~s os lugares do Brosil e do viz'nho Paragur 
elo Rio Grande do Sul e de S5.o Paulo. Sim, n 
a no;:sa Expohel ê u-n:i nlr::c'i, int~r:-:i~•on.il. 
Cnde se faz ::miip,. 
JGosiar de ,Jgutm, de um lugar ou de algu­ 
ma coisa, é cerno se sentir enamoradc e pres,. 
Você não encr-"1'.ra palavras pnra ex'1r ~ssar e.­ 
ta sensação, I • ·-+'cmer'3 scn.s +'· ·' 
ferente.· Pode demorar mui.to tempo para ·sen­ 
tir, como pode ,contecer no m:im~·1to em -que> 
o viu e tocou pela primeira v:?z. D~r,ois en1.-::.,, 
jamai!: o esquc.ce. Assim se p:issou comigc. Com 
:i Expobel. 
A (i E·--M 
t 
. J 
Evide,1t.1t1(mte que nem sempL.; as coisas 
acor:zm cmc a gentz ruer, ms. ceiam, 
~rmpic r,1.1curei dar o máximo de mim em pról 
da id5ia. H»'e o'ho. ';" ,to rrm e'"' meu~ 
cornp::nhe:ros, <l.? dlrc:crin, do Clube do L!lço, 
com cs i;:ccuari••~- d" m
1
'1h1 .c
1chd~. d.q região, 
tenho muito o que agradecer. Muito obrigado. 
&:..,a:,  . .u.--iu1~ r h-4 .,.._ .. _ "'.ii. ~.5 
BFLA VISTA Ir ; 
Edscn lIedciros de !ler.!~ 
Preside:-!c do nist P-!e 1 ,_. , •• _,_ 
EXPOEEL: "C PCE DA :E.3:zAc3 
Cí'"tpKOVANC::; A TOP@Ar: E7x Is. 
TA" 
.... Homnageamos, ncsta coluna, o pecuar.s­ 
ta Senhor Con2to Godoy, um h 1mtm que le'a 
n'alma o sentimento tran:i,ullo do de·cr cum• 
prido . 
. . . . A fibra e o nrrojo de um dc"hrav:?.!l,>r, um 
hnr.em que construiu, deixa nos filhos e nc­ 
tcs (de7Cnn5) o cxemp!c do c.náter firme e da 
bocesllcladc de p1·op6sitos Frcscnç11 viva 1e 
um ra sdc de tr;,diçõcs, um homem que n'lo 
passa simplesmente r,cla vida, m:1.:· que ccíxa 
nc.!a a marca de sua presença. O scnhot i;o. 
nafo está cem o:; ,li' is Lúcido, eeerer:!<,,. y(. 
n, lo a vida tr:inquila ele quem Já fez mulh 
,:·r ela, 
Rosa!la Soares Mis MS 84, desfilou sua be­ 
!c::a E ;impatia no baile do Clube do Laço: Va• 
le resaltar que foi maquiada e penteada pelo 
Marco Loris, do Marcu's Cabelereiro. 
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'lmaCm-dinaT de !êri:is rela city. 
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