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REDATOR CHEFE IVALDO PEREI 
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Prefeito Municipal anciona o Prnjeto de lei 
Prédio da Congregação M
1ssionário 
A Câmnro. Municipal o.provou e o prefeito 
Afonso Dlllon sancionou o Projeto de Lei nº 
006/84 que autoriza o executivo a adquirir o 
O Exército comemora hoje, a data de nas­ 
cimento de sou Patrono, o Marechal Ltús Alves 
de Lima e Silva - Duquo de Caxias, 
Neste dia de tão alto slgnilicado para o 
soldado brasileiro, quando em todos os quar- 
1éis se reverencia a memória desse inolvidável 
Chefe MiUtar, volvo meu pensamento para es­ 
sa admirável instituição que é o Exército, a 
mais representativa, talvez, de nosso povo e 
cujas origens remontam ao alvorecer da pró­ 
pria nacionalidade. 
:Rememoro as grandiosas tarefas que lhe 
t.em sido cometidas, no perpnssàr dos anos, 
não só as de caráter estritamente constitueio­ 
na}, mas também as muitas outros, consubs­ 
tanciadas em vallosos contributos ao desenvol- 
vimento e integração nacionais. 
Evoco o singular devotamento com que a 
elas se têm dedicado nossos abnegados solda,. 
dos, nos postos ermos da fronteira, nas selvas 
hostis da Amazônia, nas terras ardentes do 
Nordesie, no soledade dos pampas, no bulício 
das cidades, nas mais di!erentes áreas, enfim, 
de nosso imenso território, 
Orgulho-me, sobremaneira, de comandar 
homens assim, que superpõem os interesses , 
da Pátria às ambições pessoais e que na servi­ 
dão de uma carreira· desprovida de vantagens 
materiais chegam a sublimação de entregar a 
vida por um ideal. 
E é a esses homens, a quem a Nação tanto 
deve e sobre cujos ombros pesa a responsabi­ 
idade maior de velar por sua segurança e 
tranquilidade, que eu· quero dirigir minhas pa­ 
lavras, nesta quadra particularmente complexa 
da vida do país, que está a exigir de todos os 
brasileiros grandezn, patriotismo e desambi­ 
çâo, 
Julgo oportuno ressaltar . neste • instante 
solene, que o Exército, no cumprimento de su­ 
as relevantes missões, tem pautado sua con­ 
duta, invariavelmente pelos exemplos edifican­ 
tes legados por seu eminente Patrono. 
a, Nos anos difíceis em que o Brasil conqms- 
tava sua independência e se firmava como Na­ 
ção live e soberana,' Caxias foi o garantidor 
da in'1?ngi'bilidade de nossa soberania, o artifl­ 
ce da Unidade da Pátria, o austeró pacificador 
social e no exercício de tão nobres e graves 
• 	r·rmeza e se- 
deveres, soube agir sempre com 1 
renidade, sem transigir jamais com a anar­ 
quia, indisciplina, a subversão. 
Essa é a grande lição que deve orientar 
nosso comportamento, principalmente nes: 
!ase delicada de transição política, quan ° 
estamos culminando um processo de renova• 
ção nacional que apesar dos percalços entren­ 
dados, modem±eu e desenvolveu o País e ha- 
.... um regime poli· 
verá de nos levar, por certo a 	a+. 
ico verdadeiramente democrático e ton ) ... .,.. 
tineo com as aspirações do povo. ,unto 
Não nos devemos impressionar po',,' 
:. rias ra .... - 
com a orquestração ruidosa de nnno nas a 
• • • desejam semear ape 
C&18 e estere1s que . ud, daque- 
cle.sordem e o caos, nem com a a"""{sssos 
l d de 
seus comp 
es que, desertan o . té se afigu- 
sad 
tão próximo que a 
Com um pass lo 	ra, em tacor um 
a presente, apressam-se agO" ,,,g» 11 
tu±uses qe IEues puses suo peRe 
prédJo da Congregação Missionária do SanLís­ 
simo Redentor, 
Uma das grandes iniciativas do atual pre- 
fosse ético olv1dar, ao sabor dos interesses pea,. 
soals, atitudes e posições livremente assumi­ 
das. 
Não se iludam os que, fazendo uso da 
agitaçlío e da violência ou aproveitando-se sor- 
1'lltelramente de conchavos e maquinações as­ 
tutas, sonham em modificar um dia os fUnda­ 
mentos de nossas 1nstltu1ções políticas, que se 
assentam em princ!plos cristãos e democrátJ 
cos já incorporados à alma nacional, porqu 
não lograrão seu nefasto intento. 
O Exército estara vigllante e não faltará à 
Nação, com a qual sempre foi solidário, espe­ 
cialmente nos momentos de crise, pois comun­ 
ga dos mesmos nobres e elevados sentimen­ 
tos que animam seus concidadãos. As trans­ 
formações estruturais realmente desejadas pe­ 
la sociedade e majoritariamente decididas se­ 
rão asseguradas e processar-se-ão em ambiente 
. de ordem e de tranqu!Udade, sem pressões es­ 
ptlrias e com absoluto respeito no ordenamen­ 
to jurídico do País. 
Convém destacar, no entanto, que essas 
responsabilidades não são apenas nossas, mas 
devem ser compartilhadas por todos os cida­ 
dãos democratas e de modo particular pela 
lideranças políticas, no desempenho de seu im 
portante papel de condutoras das atividade 
das agremiações partidárias. 
Da mesma forma, o espírito de renúncia, 
a desambição, o devotamento à causa pública - 
virtudes que engrandeceram a vida de Caxias- 
• niio constituem atributos exclusivos dos ho­ 
mens de farda e merecem ser cultivadas tam­ 
bém pelos brasileiros conscientes, mormente 
por aqueles que aspiram a condição de esta­ 
distas, pois repugna à consciência cívica do 
pais que conveniências pessoais ou de grupos 
prevaleçam, em quaisquer circunstâncias, so- • 
bre os superiores interesses da própria Nação. 
Meus Comandados: 
A vida de Caxias é, toáa ela, uma lição 
permanente de dedicaç_ão ao Brasil e con!ianÇP 
na grandeza de seu destino. 
Que a Imagem desse grande patriota, pa­ 
radigma de soldado e de estadista, cuja ação 
enérgica, serena e desprendida pe.rmitiu, em 
tempos-incertos e sombrios do passado, a con­ 
solidação da unidade nacional, ilumine nossas 
elites para que as dificuldades da hora presen­ 
te sejam superadas dentro do espírito de en­ 
tendimento e de concórdia, característico da 
fildole de nossa admirável gente. 
os problemas com que eventualmente nos 
defrontamos devem servir de estímulo ao for­ 
talecimento de nossa têmpera de soldados e 
brasileiros. 
•. Creio, firmemente, que nossa Pátria SI' 
perará com galhardia a conjuntura desfavorá­ 
vel que attave&a, mercê da excelência e ~-g­ 
nitude do seus recursos humanos e materiais, 
para alcançar, em tempos não distantes, o 
grande objetivo de proporcionar a todos os seus 
IIhos dias de :ventura, bem-estar e prosperidfi. 
de. Bras!lia-DF. em 25 de agosto de 1984. 
cs. Ex. voara rmrs Pg "U"° 
I AIPOS 1els aM é 
• 
'I7a 3 
do Santíssimo 
feito de Bela Vista, talvez a maior de sua ad­ 
ministração, acaba de se concret.Jzar: a com­ 
pra do prédio do col(!glo dos padres. Ali fUn 
clonará no próximo ano, a Prefeitura :Munici­ 
pal, com todas as Secretarias e a Câmara :Mu­ 
niclpal, com gabinetes indlvlduals pam os ve 
readores. 
Com esta medida, mudará o centro ndmi- 
A EMPAER através de seus técniccs (Os­ 
mar e.Antonio) realizou contatos com a secre­ 
tária de Educação Municipal (Dalva) e o Pre­ 
feito Municipal (Afonso Dillc!Í) sobre a im­ 
plantação de Hortas Escolares em. todas as 
'ampra lo 
Redentor 
nistrativo de Dela Visto. o II prefeltura preten­ 
de, a curto prazo, pavimentar as ruas adjacen 
tes. 
Já llO comenta que o prefeito DWon po!!>­ 
ará a história de nossa cldnde, como wn dos 
mola dlnf1micos admlnlstrodorcs, ua obl'Oll 4':t­ 
tão aí, só não enxerga quem no quer, a:o 
quem é míope de idéias, 
A 
± 
li 
U, 
r 
o deputado Ari Rlgo está trabalhando em 
perfeita sintonia com o povo belavist.ense. Há 
poucos meses R!go atendeu diversas reivindi­ 
cções do pre!el!o Afonso Dillon e de várias 
~nt.Jdades belavistenses. 
Mais uma vez o 1° Secretário da Assem­ 
'éia Legislativa, sensibilizado com ns necessi 
dades do povo belavistensc, vem de atender D 
mais uma reivindicação do prefeito municipal: 
''Tla Ambulância. 	. 
Não é preciso dizer o quanto representar 
·ara o setor de saúde este auxilio inestirnável 
7ola Vista não possuia uma ambulância. 
Além do veículo. Riga consegulu tambéni 
• liberação de Cr$ 10 milhões de cruzeiros 
ara aplicacão em diversas obras que estão 
., andamento. 
Nunca é dera'c 'emhar aue o depu'ado 
·te podemos ie- representante de Bela 
"Tieta na Assemb'éi tm h'ado ara a povi­ 
• •pntação as!áltica do trechÓ Jardim a Be'a 
ta e a c_onservação das es'radas vicinais. 
TIVII 
escolas municipais .. O objetívo principal á o 
enriquecimento da merenda escolar com ho.r­ 
liças e o incentivo aos alunos nas práticas 
agrícolas. 
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___________ ____ _, 	:=======-----------'-~_·:_._._., __ .. _~ 
----------------------------- 
Câmara 
l'AHECIJ.lt 
Autor:; Comissão de Finanças e Orçamento 
A Comissão de Finanças e Orçamento da 
Cmara Municipal de Bela Vis!a Ms reunue 
na Sala ds Sessões da Câmara Municipal, pa­ 
ra emitir parecer obre o Projeto de Lc, n" 
006/4 do Executivo Municipal, "Autoriza o 
Executivo Municipal à adquirir o prédio da 
Congregação Missionária do Santíssimo Reden 
tor, localizada na Rua Santo Afonso, nesta cl­ 
cludc, puru íuturn séclc da Prcfeilurn Mun!cl- 
pa! 
A. Comissão de Finanças e Orçamento apó 
n estudo sobre a matéria, decidiu fnvorúval­ 
mentc ll nprovaçúo do referido Projeto de Lei 
pois truta-se de umn matéria do grande interer 
se ao Legislativo MunlcJpru uma vez que será 
Implantado nuquclc locul n séde da Prefc!Ituru 
Mun1clpul, inclusive da Egrégia Cllmuru do 
Vereadores. 
Evildsio Nunes de Miranda - Vereador 
Presidente 
Cluudionor Rodrigues - Vereador rela• 
tor 	, 
Antonio Sílvc!rn Xavier - Vereador Mem 
• bro. 
é Notícia 
~ 
llOC,O DE CO GRATULAÇAO 
Au•or: Vereador Marcelo Calvimo 
"Requeiro a mesa ouvido ao plenário na 
forma regimental para que seja enviado Moçiíd 
de Congrntulnçiío ao Exmo. Sr.. Deputado 
Saulo Queiroz, pelo posição patriótica e cora­ 
josa de ser um dos Deputados mais aluante 
da Frente Liberal Braslleira, mostrando nssim 
que pelo menos neste ponto o povo belnvistcn 
se não jogou !ora o seu voto. 
, 
• ' 
PATROLAlllENTO 
Autor: Vereador Marcelo Calvano 
Requeiro a mesa ouvido ao plenário n 
forma regimental, paro que seja oficiado ao 
Exmo. Sr. P;efeito :Municipal, da necessida­ 
de de mandar nbrir e patrolar as runs do lo­ 
gradouro público denominado Vila Espírito 
Santo 1 e 2. 
25 G sT0 
PONTE NA APAPOR!ô! 
Autor: Vereador Marcelino Cassio Biglia 
A.cioli 
Requeiro n mesa ouvido o plenário na 
forma regimental, para que seja oficiado ao 
Exmo. Sr. Dr. Arnaldo Ferreira de Souza, 
DD Diretor Geral do Dersul, solicitando ur­ 
:ência no conserto da ponte sobre o Córrego 
Cadiga na rodovia Apaporé, Km 20. 
JUSTIFICA.TIVA: • 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores: 
Considerando que esta rodovia é' bastante 
trafegável, principalmente no transporte do 
calcáreo para a Fazenda 11.amaraty, uma das 
maiores lavouras do pais. 
Para tanto, pedimos a imedb.ta recuperu­ 
çào da ponte, para que niio tenhamos o trún­ 
sito interrompido nos próximos dias. 
EPAHOS NA PONTE 
A'or: Vereador Ivan Afonso da Costa 
Marques 
Requeiro mesa ouvido o plenário a 
fcrma regimenta, para que sja encaminhdo 
expdiente uo Exmo. Sr. Prefeito Municipal 
no sentido de providenciar urgentes reparo 
na ponte sobre o Córrego denominado "Cdr­ 
o Sco". 
JUSTIFICATIVA: 
Tal requerimento prende-se ao fato da­ 
quela ponto se encontrar complctamcnt.f.• d:mí­ 
Cicoela, náo pcnnilindo qualquer passagem d 
veiculo, se não pelo desvio sobre o córn>,i,o) 
fato este que também será impossibilitado a 
parllr du primeira chuva. 
SANITARIOS 08 ONIB S 
Autor: Vereador Jlde!onso Pinheiro 
Indico u mesa ouvido ao plenúrio na !or­ 
mn recimentai, dispensadas ns formalld:idcs, 
para que seja oficiado no Exrno. Senhor Dire­ 
tor do DNER solicitando informação a respeito 
de transporte do passageiros noturnos se o 
VC'ículo deve por obrigação ter bo.nhciro inter­ 
no, para transporte em dls[ãncla maiores que 
350 Km. 
PO 'TE O CA DEL,O 
Autor: Vereador Evilásio Nunes de Miran­ 
da 
Requeiro n mesa ouvido o plenário na 
fonna regimentnl para que seja oficiado 'lo 
Exrno. Sr. Prefeito Municipul, da necessidade 
que seja reformada com urgência a ponte sobre 
os Córregos C:llldeliío e Haverá na rodovia 
Bela Vista à Caracol. 
(l•'Undndo em 20/2/1972) 
C.G.C.M.F.15.513.203/0001 
-; Registro no Cartório de Títulos e 
Documentos n.º 35 - 
.uiretor-Rcsponsável: Ivaldo l'crcl.ra 
(Jomttl.lsta Profissional, Mntr!culn 
MTPS n. 140) 
Admlnlstração, Redação e Parque Gráilco 
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Rua da República s/n - Bela Vista - MS 
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Belo Vista: 	7.000,00 
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Um órgão da Rede Belavistense de 
Jornais LI.da. 
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COllllJNICAÇOES • SBN. Edifício Paulo 
ll!auríclo, Snlns 1113/1114/1115 . Telefo­ 
nes 223.1655 - 223.1660 - Brnsilín (DF). 
FI±ado AD.IORI e ABRA.IORI 
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,.. 1 A1,1ct iJ> .. 111!.l·> :,,(• .. O" )liont-..lro,. 
Na Conquista do Epa,o, 
O A Territórlo, aplando os pu'melros colon!adores Nas fronteiras dls. 
a cupaç . .w ·, , 
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·1 •Iro~ N·, ~itu.1,ií•" <lc• t.'al,uui.lacl<-, ;i11:dli.1nd,1 a~ popu!.,çi'lr~. 
(antes, integrando os brase· " ' 
a, 	n +, qeellvs da da naclonal o Exército s« faz presene, participando 
Em todos os momn os e' 
com o povo da obra permanente de construir a cada dia e sempre a pátria de coração e dos 
sonhos de todos os brasileiros, 
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Escritório: /w nlo Dranco 1117 • Fano 305 
DI. ANTONIO F. DO NASCI1'1EN1'O 
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CIC O0G.474.:101-00 - OAD-MS 2009 
1 Causas Clvels, Criminais, questão de 
Terras, Direito de Fnmllla e Trnbalhisto.. 
IRO 
AJJVOCACIA 
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70280 - Porto Jlfurtlnho, J'Iato G, do Sul 
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cmoo 
IVAN AFONSO DA COSTA lIARQUES 
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Cnusus éfvels e Criminais 
Invenll!.rlos, Desqu1tcs, Divórcios e 
Legnllz.nç!io do Terras 
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Fone: 430-1395 
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Av. Duque de Cn.'IJas, 788 Jardlm 
Em nos o rt o 
mui ymnjlmnt • 
ft, ''. .•'! ,l 
f. _o, 
que fu , ,, 
das procurando faze­ 
da me!hor munira. 
Vejam=: 
- CONTCS l,E ESCANTAME NTO. corr » 
ponde àqueles ta: como . Cru e; de F _ d , <' e, 
tória da Carochitha que tanto nos deliciaram 
cm nossa Irfànci:. 
- CONTOS DE FACEIA. é o Cento para 
rir, de fclar, anedota ou de Palr,,nha (na ace­ 
pção popular de mentira). 
- CONTO ETIOLÓGICO, ' o que registra 
pecularidade física ou co,tumc do pno,a~em. 
- CO1'.'TO ACU~1ULATIVO, é o de episó­ 
dio sucessivamente ercadeados, Ccmrreende 
também os contos em fim e cs trava-linguas. 
CONTOS DE ADIVINHAÇAO, os cujo 
Reis de Souza, da Ag0lcia de 
Notícias Brasflia 
(Brasília) - Ainda sob o Impacto da 
vitória do Sr. Paulo Ma!UC na convenção do 
partido ;majoritário, a Fren'e Liberal parte 
para uma intensa ca'cqucc dcs votos :lo Co· 
légio Eleitoral, reiterando Aureliaoo Chaves 
sua disposição de part.icipar da campanh:l de 
Tancredo Nevés com a mesma intensidade com 
que o Presidente da República incentivará a 
do postulante pedessista. 
Na realidade o Chefe da Nação nunca foi 
um maluIÍstâ ardoroso e, que o pa[s não des­ 
conhece, seu candidato era o Ministro Marío 
Audreazza, antigo, colega de farda e como ele, 
de. formação gnuchesca no que el:l tem de. 
mais tradicionalista. A imposição de Paulo Ma­ 
luf portanto é um prato diiícíl para Figueiredo 
digerir e, com absoluta certeza, sua companhia 
ao aspirante não passará de algumas contra­ 
feitas viagens ao interior. 
aids" 
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mtvo olucionador um enigma que o herói 
relve 
- d, N.'IlJhl /, lllc.NUNCliNTF., • .. 1u 01 
d um cle em que o ato criminoso é denun­ 
cisdo pela: veses m@nicas das pedras, árvores, 
inimni , Preetu ocasional de astros, ete; e 
por e a frma, com ou sem mtivo sentencio 
3. 
C o m r peito a t od a s estas diversas e d i f e 
rentes form de sentir o amargo da natureza 
popular, erudita ou nlo; o melhor conforme 
no s erelha Lui da Cmira Ca .cudo, ser,. 
atender o apelo de Zorrila, numa obediência 
sentimental e lógica: 
·'inde ouvir em suves harmonias 
Os rzive's contas '> ontros dias..." 
NOTA - O cit, do r,,>r Cúm:,r,1 Cascudo é 
Jc.sé Zortila y Moral, poeta «e dramaturgo es­ 
punhol (Valladlid-18I7. Mdrd 1893. Intelec 
tual dotado de extraordinárias capacidades de 
improvisador, e verificador fácil e que cxplo­ 
rcu com grandeza, as raies do passado Histó­ 
ricc e fl folclore da Espanha. 
l'ro[. STUJ1PF. 
O prcsidcnlL não é um oro.dor do primeiro 
time e não consia que ele, em alguma opor• 
tuniúade tenha cortejado o povo em seus dis­ 
cursos. Tampouco é ele um político de carrei­ 
ra, acostumado a !azer concessões em troca 
de aplausos ou votos. Muito pelo con•rário, 
j:í tendo recebido valas e apupos da multidão, 
Fígueirec!o incluí nas suas ojerizas, Jornalist.as. 
e massas populares, Vale assinalar que ta .l in• 
clir.ação do presidente não lhe tira a posição 
de homem de convicções democráticas e que 
na realidade abriu novas perspectivas para o 
fortalecimento de nossas instiiuiçócs com sua 
administração. 
"A QUALIDADE DE SUA VIDA DEPENDE DA QUALIDADE DAS COISAS QUE VOCE 
PôENELA. 
PANIFICADORA CONFEITARIA, ~CHONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DE 
PRODUTOS VETERINARIOS POR ATACADO AVENIDA DUQUE DE CAXIAS NO 446 
JARDilI -1S 
Resta pois analisar o eventual périplo d.e 
Figueiredo e Maluf pelos Estados. Em termos 
de Colégio Eleitoral nada acrescentará. pois o 
povo não exercerá o direito do voto e no que 
se re!ere à política, a popularidade presiden­ 
cial não anda em níveis tão altos que ele seja 
a companhia predileta do esperto Paulo Malu!. 
ti: 
O único aspecto em que o presidente pode 
ser útil nos planos malu!istas é no que tange 
a uma reformulação nos cargos federais do 
segundo e terceiro esC2lóes pois o primeiro 
está totalmenre comnrometido com a malogra­ 
da candidatura Andreazza e agora vê-se in­ 
compatibilizado para marchar com o vencedor 
da Convenção . 
Ficará bem claro. nortanto, aue a prcsen­ 
ç,, ou não áe Figueiredo ao seu lado em nada 
melará os nrojetos de Maluf Mas a ~ lufui 
pres.idencial. isto sim. no sentido de fortale(';Cl' 
a posi:;ão do cruididato será de::isiva para con­ 
qui~tar vetos no Colégio. 
A hora e a vez do Sr. Paulo MalU! está 
com data mnrcada para 15 de janelro de 1985, 
que se aproxima "elozmente. 
E o Brasil sabe muito bem que ele é ho, 
mem de surpresas bombásticas. 
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Compro e Venda de Cereais em Gal - 
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RUA DUQ·(JE DE QU'.l,S S/N GUIA LCPES DA LAGUNA - JAIIDI.ll 
e. fvilho

Prefeituro Municipal de Bela Visf'o 
LEI N' 7A7/81 DE 1 .l" 
·'Autorizu o Ex.eculivu Mu11icp;,1 Oo:•r 1.0 
Estado de Mato Groso do Sul 7.200m!, e para 
i,iindnc;Jo Serviços de Suúdc Plibhc.1 (1-SEdI') 
-, ,200m2 tlu nnti::a Prnc;n Ip•r.inrrn, situad 1 
nesta cid,1:lc", 
A Cúmnra Municipal do Ilcln Vis•,·. r.s"t· 
do de Mato Grosso do Sul, aprova e cu l'wfcllo 
Municipal, Sanciono a seguinte Lei: 
Artigo lºJ I'•cn uurorlwdo o Se:nhor Prc­ 
feto Municipal de Bela Vista MS, dou para 
o Esrado de Mnto Grosso do Sul, 7, 200m2 da 
1roa da untl~a Praça Iplrnnga, com o l-ot:.il 
J.IA00m2, ondo se situa a Escola Estadual de 
1 • e 2 > Gruu Castelo Brunco e o relTl'.lncsccntc 
do dito lote de terreno com área de 7. 200m2 
Fundação Serviços de Saúdo Pública 
<FSESP) onde seril construlda umn Unidade 
de Sntldo pndriio L 4 - SESP, 
Artigo VJ A doaçúo ô. Fundação Serviços 
elo Satlelc Publica (FSESP), tornar-se-li nula 
de pleno direito, indepentenle de qualquer in­ 
tnpelnçiio judicial ou (!){tra-judicinl, so ao ter­ 
reno, no lodo ou em pnrle, vier n ser dndn des 
tinaçã.o diversa da prevista no Artigo 1 ° e se 
inobservndq o prnzo de 1 (um) ano pnrn o iní­ 
cio dn construção. 
Artigo 3º) Estn Lei entrará em vigor na 
data de sun publicaçüo, revogadas as disposi­ 
ções cm contrário. 
Gabinete do Prefeito Municipal de Bela 
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos Qua­ 
torze dlns do mês de Agosto do Ano de Mil 
Novecentos e Oitenta e Quatro, 
Afonso Dillon l:l'unes Leite 
Prefeito Municipal 
"LEI N~ 74G/81, de 22/08/84'' 
''Autoriza o executivo Municli:nl a adquirir 
o prédio da congregação missionária do Sanlís 
simo Redentor, Jocal!zadn r.a Rua Sa:11:i Afonso 
nesta cidade, para sede da Prefeitura Munici­ 
pal". 
A• Câmara Munkipal de Bela Vista,' Estado 
de Mato Grosso do Sul, aprova e eu Prefeito 
Municipal, sanciono a seguinte Lei: 
ARTIGO 1° - Fica autorizado o Senhor 
Prefeito Muricipal de Bela Vista • MS; n adqui 
rir o lm6vel da Congregação Mfrsionária do 
Santíssimo Redentor. Padre Redentoristas lo· 
calizada na Rua Santo Afonso. nesta cidade, 
com área total de 9.840m2, ir.cluida a área 
contruída de 770m2, 
ARTIGO 2~ - O valor da presente transa­ 
são importará· em Cr$: 70.000.000,00 (Setenta 
Milhões de C:ruzeiros), sendo a primeira parce­ 
la de CrS 20.000.000,00 (Vinte Milhões de Cru­ 
zeiros), por ocasião da assinatura de compra 
e venda e o remanescer.te cm 10 {Dez) presta­ 
ções mensais de Cr$: 5.000.000,00 {Cinco Mi­ 
lhões de Cruzeiros), 
ARTIGO 3~ - O imóvel com a respectiva 
,irea contruida it que se refere o Artigo lº, des­ 
tina-se a instalação do Paço Municipal. 
ARTIGO 4~ - Esta Loi entrará cm vigor 
ra data de sua publicação, revogadas as disposi 
çõ~ cm contrário. 
Bela Vista MS 22 de agosto de 1984 
Aíouso Dillon' Nun~s Leite 
Frefeito Municipal 
"FUITAL. N"" 005/PI-- GABINETE DO PR1- 
EITO EM T II AGOSTO DE 18t. 
Pelo precnte EDITAL, e pi 'odo 
feitos legais, a Irfiturs Municipal d B, 
Vista, Estado de Mato G: c do ESa I, 'r .... 
de cu Hret@to S nhr AFGNS ) DILLO.8 U­ 
NES LEITE, no uso de as tnlaiçoe. n'i­ 
fica a Snhora MARIA BENJAMIM AMAI 
LHA c o Senhor FELICIO ARCO, ou p0si 4+ 
hrdeirc, ou ui.ada te:ciros intresul. a 
cornp:•rcccrtrn a eta Prefeitura Municipal. 11'• 
p1azo d 30 (Trirta) dias a contar da pble. 
ção deste instrumento, pra se habilitnrem n» 
processo de requerimento feito pela Senhora 
OFÉLIA FLOIENTIM, cbjetiva.ido receber em 
AFOnM.IF.N1'0 DEFINITIVO, os lotes de r 
rncs suburbanos determinado sob o, n4 51 e 
53, com área de 02.500m2 e 10:.,0Um?, ,, 1, e 
tivam,ente, situados no Ditrito Nossa Senhora 
de Fúlinn, .Municlpio de IJela Vi,n, pnrn qu~ 
dentro do prazo deste EDITAL, aleguem possi 
veis direitos à área prctcnclicln cm A(Jramcn 
to. 
Dado e pssudo nesta cidade de Bel Vista, 
Estado de Mato Grn°so elo Sul, aos Sete dias do 
mês de Ago;lo do áno ele Mil Novcccnlo3 e o; 
tenta e Quatro. 
Jfonso Dillon Nunrs Leite 
Prefeito Municipal 
r>reCo deste 
iTHl':.f , 
e..<emplar 
---- ... ---=- 
ENGENHEIRO CIVIL 
R9D 
DE SOUZA ROS, 
CREA - 667-D • 
INCRA - 76/83/CR-16 
Projetos e Execução 
Serviços Topográficos 
Desmembramentos. loteamentos medi- 
ção de fazendas, etc. ' 
Regularizações de Obras 
Av:--'l!açõcs 
Orçamentos. 
Escritório: Rua Jl.:!ario Van.Den Boscb 
460. - Fone: 439-1366. 
BELA VISTA MS. 
--------------- 
( 
L 
SEMPRE PRESENTE NA CO'.':(llilSTA DE :--.o ',S ,u:n:1:{';t1 IV,S l',lt, 0 IH!~ 
GUl·.SSO DA REGIÃO. 
Jardim p/ Dela Vl5ta: 2:-10, !l:10, 10: !O, 
13:10 di:iriamcntc. 
Jarcli;n - Porto Murtinho: 1:;:00 hs. 
Jardim - Bonito: 14:00 hs. 
Jardim . Aquielauana: 8:30, 17:00 lls. 
Jardim - Campo Grande, via Nioaque: 
13:00, 16·00, 23:50 l!S. 
Jardim - Campo Grande, via Mnracajú: 
Jardim a Dourados - 11:00 boms 
Bonito h Bodoquena - 6:00 horas 
Bodoquenn à Bonito 16:00 horas 
Servindo e 
de vinte 
participando 
Municiplos 
em 
1 
oe 
non,rntos 
15:10, l 
1 
Dcl.i '1·,ta r; Car:ipo Grande r ,quirhu~u~ • 
5.39 1. 
I.!- 1:1 Vi·la - C::mpo Gr,mdc - 11 h.. 
Bela Vista - Campo Grande -- !4 h. 
7
:
3
0, p!a V;ta - Aquldausna Dirto - 15 hs, 
Jl:00 Dcb "i. t:i - Crmpo Grande Direto - 22 h,. 
D, '·1 V 1. l:.t . I'on.ta Por j, - (j_f;O Ls. 
B<!la "i la !'cata Por:i - 12.C.O Ji; 
 De!;! Yi,ta Pnntn J'or:i -- 1600 h. 
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[F- 
RUA LUIZ COSTA LEITE N• 383 
Abastecimento de Bonito. 
rone: 255-1202 e 255-1205 - Bonito MS 
ili 
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I •' 
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...... 
I

... ·í1iffiúNA DA FRONTEIRA 
---------- 
a .7q 
--------- -------------------------- 
Campo Grnndo • (AMS} - A clus~1fica:;:h 
e.los ngrlcullorcs, pelo Governo Federal, em 
mini, pequcnoJ, médios e grandes, stá alte­ 
rn<ln clesclc última reunião do Conselho Mo­ 
nl'lórlo Nncíonr1I, na :·cmuna possuda .. Ar.oru, 
está extinta a cuteoria "médio procluior" o 
com isso,aqueles produtores dc at6 2.000 MVIt 
' (Ma.lor Vnlor do, Re!crônclLI) o correspondente 
a Cr$ 97 milhões, passam a ncr classificados 
como "pequenos" com dlrcilo n nono de nt.en­ 
climenlo no crédito rural, 
O produtores com MV cima de 2. 001 
f:a sendo con&lcforndo "r,rnnde proclulor•· com 
11rppré,limos 1,ub$idlodos de 10',.,. Para esses 
n,io houve bcnefic,o.-;, scgundo admitiu o pró­ 
prio Ministro da Agricultura Nestor Josl, Mas 
no caso do Moto Grosso do Sul, u alterução 
• chegou a ugraclar um bom número de agricu' 
tores. 
O Presidente dn. Federação <.ln Agricul1um 
elo Estado, Oair Ávila disso que "embora o<; 
grandes produtores venham u ser prejudica­ 
c.ios', a maioria dos lavoureiros 'do Mato Gros 
Cnmpo 'Gran·dc (AMS) - Cercu de 25 mi­ 
lhõe~ de crianças no Br'âsil estão desnulr1das' e 
50 ' das mortes de crianças cm território na­ 
cional é l'nusnda pela desnutrição. As infonnn-_ 
çôes são do professor Azarias de Andrade, pes­ 
quisador na área de pediatria há 45 anos , que 
destaca a nccesidade de serem ob:Jecidos ol­ 
uns preceitos elementares p/ o bom desenvol­ 
vimento da criaçuo e da população em geral, 
com custos reduzidos, organização "e muita 
mortes no Bosl 
bon•, p::'o'i prod 
po,iliva to mn 
1-- 1 <io .Stt , •r , 1 
tumim que. as mn 
zação das ativii 
é um movlm, rito 
mo uma sede cm Br~:-.llJ , 
Informou-se também que a nova ' 
cação dos produtores resultará num adici nl 
CF, N' 0192/34-- Gabinete d I'r •,.,,,, 
cm 22 de agosto de 1%34 
CC: Prefeito Municipal de E'a i ., '.1S. 
AO: Exm. Sr. Pr idote da-Cm a tu­ 
nicipal de Bela Vista MS. 
ASSUNTO: Comunkiç:io ('F'AZ). 
Snhor Presidente, 
Afonso Dillon Nunes Leite. Prefeito 'Muni 
ciral le Bela Vista, t:do d± !to Grosso do 
?ui. ,::> uso de suas atribuis legais prevista 
·'J ardgo 09, ITEM 1, c!a Lei complcn::nlar riº 
/, de 20 de novembro de 1!!61, comunica ·a 
d recur os da ordem de cr 300 bilhõc:, a 
r ibrado pelo Banco Centra! para tinane.a 
11· :· ,._, t!,, p.rdXJmn !,,rr .1. O ministro Nestor 
!e t d.se também que foi :ugrido no Banco 
Cn'tal, pelo Ccnse!ho Monetário Nacional, 
que no cao da soja e algodão, sejam llbcrnclo5 
( 1 do dantamento da primeira parce'a do 
vrc q11., nurnrnlmrntl' é de 50"',. 'lnmb<':m 
fei dfinida a livre comercialização dos pro­ 
duto: agrícolas que garantirá ao produtor o 
»tt•~·-o ao:, Jlr<"Ço~ do mercado. 
', Ex" que :,a 1dona o Projeto de Lel n° 000/8 l 
que atriza Exeruhvo i[unicip:il C' adquirir 
c yriio da Congrego Missionária do Santi 
imo R:"no, lealizado r a Rua Santo Afonso, 
nesta cidade, pra sede da Prefeitura Munici­ 
pal. 
Como medidas sirr(ples sugere vacinação, 
alimentação simples e acessível, aleitamento 
matêrno, combate precoce a desidratação e sa­ 
neamento básico; "além de um lar no conceito 
físico-espiritual e cultural". Ao mesmo tempo, 
lembra a necessídnde de implantar os progres­ 
sos cientificos· mais 'diferenciados na área 'de 
saúde mas chnma a atenção para que estes fato 
ires '
1
não sejam motivos 'de 'descslímulo e pre,. 
D Qualidade 2) Preço 3) Rapidez' _ponderem sobre os anteriores". 
:-- --~ . 
Três boas· razões. 
Para vcê preferir os 
ncssos impressos 
'Ortadc de uglr, sem estnoreclmento". 
O professor cltu um processo indiscutívC'l 
da taúde da criança no Brasil, com a quedâ dos 
índices de mortalidades i:úanlil e o controle 
parcial de muitas doenças, embora destaque 
que esta evõlução é modesta e'distanlc do ide51 
iegistrada em· outros países. Ele cita algumas 
medidas simples' que devem ser adotadas esta­ 
hlecendo-se como prioridade levar à criança 
recursas para manutenção da saúde. Os princi­ 
pais problemas da criança são, na. opinião do 
professor, a desnutrição. infecções controláveis 
parru:itoses, fnlta de um lar e ausência de edu- 
• cação, 
Vnlho - me do e1sjo, para renovar a Vos 
rn Excelência os protestcs de estima e consido­ 
rnção. 
Atcnciomcn:c, 
Afonso Díllon Nunes Leite 
Prefeito Municipal 
4= 
f 
l 
Ls +s (ill 
.' ; . 
Gar.àntia - Segurança e Rapidez 
Brosil e do Exército. 
05 anos de experiência em obras do Banco do 
- Prõje_tos - Obras de Engenharia Civil - Administração de Obras 
Móv~is - ·cozinhas - Portas - Janelas. 
• • l • • "· 
KLINGER CUSTODIO ALVES - Diretor Técntco -· Engenheiro Civil 
Rua 'Albert Sabin, • 109 - • 'Í'aveir6polis - Fone: 386-5998 - Campo Grande - MS 
Armários 
Campo Grande (AMS) - O município de 
J:?ourados irá sediar na próxima semana (di:ls 
29, 30 e 31), o Governo do Estado quando segui­ 
rão para a cidad(! o ~overn-idor Wib:on Burb•J· 
sa Martins, toda a sua equipe administrativa 
além de deputados reFe,cniantcs cl.i rc;;i:.o e 
outras lidcrar:ças políticas. K:i oportunidade, 
Wilson Martins, deverá anunciar seu pl2o de 
obras para o município e ouvir dü pop,J!~~:io 
as reivindicações. 
Será inaugurada a estrada que lig.a Doura 
dos a Caarapó .e está sendo aguarda.da uma de 
firúção do Governo Estadual na área educacio 
nal Segundo o,deputado peemedebista Ivo Cer 
PALACE ROYAL LTDA 
• 1924 - 59 Anos Servindo Mato Grosso 
ti - 1983, 
. • •. - ,,. - . ;e •• 1 1 
6 itirio Ef MODAs MASCULINA: 
~O p,;.,."!A ESPORTES E COLEGIAIS 
Rua Dom Aquino. 1447 • Rua 14 de Julho •. 2? 
624-0511 
Fóne: 624-2103 
CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL 
- p4 
7 
1 
zésimJ, represertante da região, a instalação do 
Governo Estadual em Dourados servirá ainda 
para que os lidere,;: municípaís do partido na­ 
quela região mantenha contato direto cá'rií a é'ú 
pula do P.i:IDB e levem até o governádor os 
Fi-incípis problemas__ • 
A população e,pera que o goverr.ador anÚn 
ciá cutras obrâs importantes e entre as priori­ 
dades, Ivo Cerzésimo cita a necessidade de cons 
truçá, de 4 eicolas., instalação de um giná- 
sio 'de esportes, soluções para o problemas de 
abastecimento 'de água; condusão 'de l'Odovia11 
e melhorias no setor· de saúde. 
j 
! 
.Atende 15 dias 
nas al'emnadas. 
Í- 
1 
- 'j 
1 
1 
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-"- _l 
1 1 
ClRURGiôES' DENTISTAS 
:Cr. Geraldo de Soza Rosa Fi!'ho CRO 
MS 504 
em Bela Vista -- Sema: 
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Atende diáriamente 
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Administração e vendas: Rua Guia Lopes, 101 - FONE: (431-1261) - Pont:. 7or; 
Indústria: Avenida Eugênio Penzo, s/n - Antonio Jo:io l'1S 
:SOZD."HO

TRIBtlNll DI _FRO TEIRI · 
Pr Nacy 
VlS(IJIA AO ASILO 
A comissão da Diretoria d Casa da Amua 
de fez no sibdo pp. uma viila ao Abrigo tios 
D/ rampralos. 
NA OCASI.ÂO 
F'oram visitada todas as dependências 
unctadaas as necessidades mais preersntez da­ 
quele Abrigo e foi notaUo o as.selo do local. 
DIGNO DE ELOGIOS 
~ deillcaçáo d;,, Sra, ZélÍII Monteiro que na, 
ocasião da visita, faxinava uma das salas do A­ 
ilo com a ajuda de suas rmãs: Léa Manoela. 
JtlWNI,  
Dia ~, reünJiio no Gr-:!mio Pedro Rufino, 
presença dos companheiros Braulio, Cassio, Ver 
vi, João, Mário, Santana ;Miguel, Luiz Carlos, 
}valdo, Jonas, Herman, Dlllon, Eviláslo; Hor­ 
@ncio; Ivan; Reinaldo; Ticu; Roberv:il ·pedro; 
E'.'dua.rdo; Carloll Alberto e lhurlclo. Mais de 
$5 a frequência. Continuem assim companhei 
ros. 
CONVIDADOS 
O filho do companheiro Vervi, e os filhos 
«o totnJ1lm.l)ellS> Ivaldp, Vicl'o11 Huro e Ivaldo 
JfüriDr. 
PRESIDENCIA 	' 
Na presidência o companheiro Ferando, 
na Secretaria o Rnulio e no protocolo -o Carlos 
~ll.erto (Cacfüto). 
B.llAULIO 
Leu a Ata da reunião :rnteríor, coruspon­ 
ill:'oci:i.s e µdiu ao. c~mpanhelro Miguel que 
procede a leitura de tópicos a respeito de Ifor 
mação Rotaria. 
CARLOS ALBERTO . 
F.a.lou Bos aniversariantes do mês, convida­ 
das e passou a p:il:ivra ao presidente. 
FERNANDO 
Muito feliz com a írequênoia, disse que os 
companheiros devem continuar a ter COIX!ll me­ 
ili lOllfc, de frequencl.a. Disse a.indn que a pró­ 
:&üna .reWlião s~râ com a presença das senhoras 
da Cas da Am!Zllde, na próxima sexto. feira 
quardo estas promoverão um chá beneficente. 
MAURÍCIO 	• 
Çommtou ·• I:Npeito da frequência, falo~ 
da escolha do operário padrão, caéia compnnhei 
r deve selecionar um opl!Tário (no seu ramo 
ôe ativichde) e da formação do Interact (for­ 
mando grupo de jovens lideres). 
BSTUDANTt:S 
J.{auricio <llise tambêm que ROTARY deve 
convidar estudantes às reuniões, deve realizar 
palem.is nus ete0l:1S, enfim, integrar ROTARY 
·à j,1ventude, divulgando a (iloso!ia do clube 
de serviços. Lembrou que é importante a par 
ticii;ação da professora Gilca Lbo neste traba 
lho, pols cscontra-se entrosada cem o meio 
HlU:ian til, 
UABALHQ 
Maurício entende que o Rotary precisa 
T'álixar Ulll trabalho jun(a 
a) .ias Jr(ois carei:tes 
b) l1abalbar p:ira con:{balez. a delinquência 
juvenil 
e) Deficientes. 
U:.UWJLO 
• Em c:uta enviada õUl Rola.ry, o campanhci 
ro Leandro, salicitoa seis meses de licenç::i. Sen 
tinJBos a sua falta. 
DILLON' 
Informcu a respeito do recebimento de re 
médios dcados pela deputado .A.ri Rigo, Falou 
de :sua ~tribuiçfo. Callos Alterto sugeriu que 
estes remédias fossem distribuidas is pessoas 
carentes através da Casa da Amizade 
IVAN 
Lembrou da Comissão pról implantação da 
Uira de Alcool, perguntou o que enava sendo 
feto. A M!!e rMDei.to fal.ar.ç cs companheiroz 
v. 'oi 6 ±:isssée' 
ENfJ!C 
... Sim1os de li com muita vontade de reali- 
1.nmos promoçõc:i cm ptól élo Asilo, fPIS o me;; 
ma necessita de multas coisas. 
CHÁ DA CASA DA AMIZADE 
Será realizado no tlia 31/08 iul .19:3ó horas 
no GSSPR. 
SUA PRESIDENTE 
5.ra. l{epher, co::wlda todos a comparecerem 
pois além do delicioso chá com Biscoito, bolos, 
etç .. , haverá SHOW com artistas da cidade. 
VALA 
Colabore e prestigie, apenas 1.000,00 por 
pessoa. 
É NotíA 
TV ' 5 
peito das potenclnlldndes e do interesse dos em. 
presárlos e o segundo dizendo que havia sollcl 
todo material de divulgação à EMPAER local 
o ao Ministério (la Indústria e Comércio, em 
BrasUia. • 
DILLON 
Falou da criação do Centro Comunitário, 
no antigo Matadouro, que será remodelalo !!~ 
ta esta finalidade. 
1NQ.UJE1I'AÇAO nos JOVENS 
Atravessamos uma época cm que a hulJllllli 
dade parece viver sob o signo da mó.quina, 
quase tudo se proces.,ando mecanicamente, den 
tro de uma filosofia utilitarista. Não cabe, nqui 
analisar se a crise é superveniente da dilfflnui 
çâo do espírito religioso, como quer alguns, ou 
se falta de religiosidade é a consequ.:ncia de 
tudo que a! está, como querem outros. O certo 
é que a desorganiwção mentlll é tão not6rin que 
mµitos procuram fugir a um prese:ite, conside 
rado intolerável, pugnando pela reimplantação 
de uma organização social anterior, como se 
!esse possível, no dizer de Fernando Azevedo, 
vivermos com uma ahtu nova num corpo ve 
lho. Os futuristas, à sua maneira,. apontam co 
mo tábua de salvaçiio e estruturação da socie 
dade em. bases completamente diferentes de tu 
do quanto existe ou existiu. Ao lado desses, há 
os que, ante um futuro imprevisível, proeuram 
desfrutar ao máxmo o dia de hoje. O que agra 
va a instabilldnde reinante, revestindo-a de co 
loraçóes sombrias, é a tremenda responsabllida 
de que recai sobre os ombros dos que dirigem 
os povos. numb. época em que o homern, libe 
rou a energia nuclear antes de abolir n institui 
ção da guerra, danda a muitos a impressão de 
que os últimos conflitos mundiais poderão ser 
o pr~lúdio da catástrofe suprema que se desen 
cadeará sobre toda a hum:mldade. Se é verdade 
que hoje, em alguns paises, se reconhecem os 
direitos dos homens de todas .as classes sociais, 
.taças e nações, verdade também o é que 'os 
atritos internacionais são cada vez mais fre 
quentes. 
Lés e lés, em toda parte surgem as agita 
• gões estudantis que tanto preocupam os gover 
nantes. Elas, entretanto, vão encontrar explica 
ço plena na ciêr.cin sociológica, que demonstra 
serem as mesmas fruto de estruturas sociais 
em transição. A exemplo do que se verificou 
na Europa, no século XIX, explodem, agora, 
nos países em _processo de industrialização, 
ccnstrwndo, assim, uma fase evolutivh que só 
se ~t:cerra cu atenua com a educação do µ-ale 
t.lnado. Foram previstas, inclusive, pelo gênio 
de Wells (hoje pouco lido), ao demonstrar que 
no passado, o excesso de jovens era consumida 
'la guerra e na emigração, enquanto, presente 
menti!, muitos moços exist~ sem· ocup:ição, 
t.rar.5formando-se as energias neles extreman 
te em !ocos de rebeldias, de inconformismos e 
de fermentações. Por isso mesmo, para 
O pró­ 
prio Welli, "a organização social do futuro tem 
que fer ath1a, progrcssiv:i, a.fim de que 11 ener 
gia da juventuàe encontre emprego, porque ela 
Iepresenta o ímpeto da vida e é a própria vid:i 
em si mesm". 
. -~~~~ Mensal l" 11 da Goverxador Jo­ 
= dr! 'de''3u' 3Çí, &s pai6 '455)'. 
TAMBÉM 
Merecendo nplauso, a ntitude de alguns a­ 
lunos da 5 série m tutlno da Escol.1 Ester Sil• 
va, que formuam uma comissi!o e p.lrarn a1 
ruas pedir donativos para o Abrigo. 
l.AIS lJMA VEZ 
Esta coluna é abería aos membros de cnUda• 
des Wantróplcns da cidade para que olhem 
paro o problema e tomem providências: trata­ 
se do conhecido Pimentão que anda Joi::i4a 
pelas ruas da cldlide. 
ROBERT.A CLOSE 
Estará se apresentando em um Baíle Sh<>W 
que será realiza.do no dia. 22 de setembro no 
lJnião TênlS Clube, em Ponta Porá. 
NA OCASIÃO 
Serão apresentadas as maia elegantes de Ponta 
Porã. Aos Interessados, a reserva de mesa& 
poderá ser feltn pelo tele!one 431-1169. Preço: 
120.000,00 e 100.000,00. Ingresso: 25.000,00 
por pessoa. Conjunto que animará o 'Balle 
Show: Voyagé, 
li - 
Por AilaJberto R. de Sant'A.nns- 
0 liOTARY cura DE BELA. VISTA, no 
seu ideal de senir, procura constantemente 
ldéías de como prestar serviços à comunidade, 
de solucionar ou amenizar os seus problemas. 
Busca sempre idéias para promover o de· 
senvolvimento do município e o bem estar ãa 
sua população, llSSim que nas suas reunlões 
são estudados os mais variados assuntos, tais 
como os de saúde, de educação, de transporte, 
de segurança, de comunicações, de desempre­ 
go, de polUição, de abastecimento de água. de 
energia elétrica, de produção e quaisquer ou­ 
tros que sejam de interesse da comunidade. 
Logicamente que há preocupação especial 
com o Hospllal, com o Posto de Saúde, com o 
Asilo dos Desamparados, com a assistê{lCia so­ 
oirJ. 
Nesse afã continuado, nessa busca cons­ 
tante, surgem as mais diversas idéias, as mais 
variadas proposic;õe$. 
Ultimamente-' foi proposta a idéia de ins­ 
talação em nosso município de uma pequena 
.destilaria de alcool çarburanfe a partir da ca• 
:na. O assunto está sendo estudado, divulgado, 
debatido, pe:;quisado. 
'Surgiram empresários locais interessados. 
Vârias consultas foram feitas. Banco do Bra­ 
sil, local e regional, Empaer, Ministérios. 
~ empreendimento de vulto inclusive com 
aparelhamento para transformar o vinhoto 
(terrível poluente) em fertilizante altamente 
bcné!ico. 
A instalação dessa indústria traria imenso 
progresso no município. Não pode, porém, ser 
dirigida por leigos, necessitando da part;i.;:ipa­ 
ção de técnicos e de capital de fora, pois ê em 
preendimento altamente sofisticado e que exi­ 
ge vultoso capital, de cinco bilhões de cruzai• 
ros para mais. 
E na oportunidade, já, nqui e agora, volto 
a insistir na necessidade de se ins'alar m ncs 
:;o município diversas outras indúst1ias 
Com o asfaltamento das nossas rodovias 
bã conveniência de se trabalhar no sentido ru: 
formação de um grupo de empresárlcs be'a­ 
vislens€s e de outras localidades para a :::oruo­ 
tração de uma fábrica de cimento 
Possuimos fabulosas jazidas de calcáreo. 
de ótima qualidade para a fabricação de ci­ 
mento e esse é um Produto cuja escassez ioi 
prevista por órgãos governamentais, num dé- 
" de dez milhões de apeladas as próximas 
d s. 
c1,unr: 111::IA VJ,',TH1'iSIC: 
Ji começaram os trabalhos tie reforma. Para 
arrecadar mais verbas para a quislçia i 
materiais, a Diretora do m smo está veaden­ 
.cto rl.t.a. de um casal de búfalo a 10.000,00 o r', 
contam com a colaboração de todos, 
CARTOES DO NATAL 
Já temos variados modelos a preços ces 
síveis. Aprorette para faaer o seu pedido com 
antecedência para aproveitar os preços bis 
xos. 
MAlllZA MODAS 
Está fazendo umll urando LqUidaçü.o de rou­ 
pas de inverno; Adultos e crianças. Vá lá e 
comprovo. 
SRA. VERONI<lA MELO 
Com bastante freguesia na venda dos pro 
dutos de bel= Pierre AJera.nder, dA qual ~ 
representante, Agorn a Sm. Ione Procnço d 
a pessoa que contlnua.ro o trabalho da Vero­ 
nica em limpeza de pele, massagens, min1-plá! 
lica, etc,,, é sd dar um chego lá', 
Idéias para o Desenvolvimento 
Creio que não é preciso fazer-se muito 
esforço para se Imaginar o quanto de progres­ 
so, de desenvolvimento trará tal indústria. 
Seria como se tivéssemos aqui a exploração de 
imenso lençol petroli!ero. 
E a cal blc1rat.n<'.la, atd quando continuare- 
mos importando? 	• 
Outras indústrias que podem e devem ser 
instaladas em Bela Vista, essas com relativa 
facilidade e que dariam grande impulso ao nos• 
so progresso_ 
CURTUME - Já temos um, mas precisa 
ser grandemente ampliado para poder lndtl&­ 
trializar toclA a matéria prima produzida no 
município e. que tenha possibilidade de pro­ 
duzir além da sola, vaqueta, cromo, pelica ele. 
F,ABRICA DE CALÇADOS - A fabrica~ 
de calçados em série, é empreendimento SÍID• 
pies. Se Querer é Poder, é s6 querer. 
Exportamos boa quantldade de couros .in 
natura e importo.mos grande quantidade de 
ealc;ados que deveriam ser produzidos aqui. 
FÁBRICA DE BRINQUEDOS - A !abl.'i­ 
cação, frios, em série, de brinquedos de inadei­ 
ra é simplfss;ma. As serrarias locais perdem 
enorme quantidade de madeira que poderia ser 
aproveitada em W indústria, proporcionando 
empregos e muita riqueza. 
E os nossos tabocals? Excelenf.6 m,alério 
Prima que é destruída sistematicamente pela 
necessidade de formação de pastagens. 
FÁBRICA DE M6VEIS - Idem, idem, 
idem. 
•• P.ABruCA DE :rtOUP.As - A rabrí~ 
de roupas, reitero, em série, podera ser outra 
fonte de emprego e de renda, com a vantagem 
de que a maior parte do trabalho de eon!eo­ 
çãc Pode ser feita pelas costureiras em Sua! 
próprias casas .. 
Um e:i.:celente ramo dessa indili:t:ría ~ :a 
ccn!ecção de roupas qordadas. Não se ig21or11 .. 
que o Ceará exporta esses artigos para t.odDs 
05 
demais Estadcs. Cs famcsos bordados do 
Ceará, tiio bonitos, tão procurados. tão rendo­ 
sos e que também podem ser executados pe­ 
las bordadeiras em suas próprias ::;,.sas. 
Porque o C~ará pede produzi-los em tiio 
lnga tscala e não 1>odemcs !a..-re-1:> t>elo me- 
nos em menor quantidade? - 
OUTR.As !NI:USTRIAs - Quantas outras 
poderiamos instalar? Basta que se instale o 
espirito de industrialização de 'Bela Vista. 
• a palavus s empresários pregresss 
0+ 
in 
Cnrt 
game 
nhor • 
7) milh 
I r!S!ri 
o 
'ida 
ura l 
0 prdc, 
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Por 
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