" EpATI CIFE -- IVALDO PEIIU- 
te3 
at6ria) 
dria) 
NS7#E: IM'#f g SEI/.LIMAI0 
4Serras acredita e progressetssemolvimino sászfazcomeficiência e protttiv'late 
- 
Nós temos om Bcln Vista umn Indústria 
,cm franca expansão, Desde Julho a Indústria 
,e Comércio Serrasul Llda, diverslficnndo as 
suas atlvldades, vem fabricando móveis com 
madeira de lei e eompensndos. Armários, guar­ 
do roupns embutidos, mesns, cadeiras, cn!im 
todos os tipos de móveis fabricados com re­ 
quinte e segurança. 
Há poucos dlns, conversando com o em­ 
presário Miguel Delvallc Brnndüo, o mesmo 
nos disse que pretende, a curto prazo, agilizar 
ainda mais a divisão de móveis, ntlqulrindo no­ 
vas máquinas e aumentando a produção. Com 
à 
o) 
histório de 
• 
• 
est.a agilização, evldentemenie, a Serrasul am­ 
pliará também a mão do obra, oferecendo mais 
empregos ao merendo carente. 
Hoje, em Bela Vista, a pessoa que preten­ 
de adquirir móveis de primeira qualidade, fa­ 
brlcados com orle e perfeição, deve antes de 
mais nada, !azer uma vlsila h Serrnsul. 
Interessante Irisar que n filosofia da em­ 
presa abrange um conceito filosófico na arte 
de servir: para a Serrnsul, progresso e desen­ 
volvimento só se faz com eficiência e produti­ 
vidade. Isto quer dlzer·que a empresa pensa 
no cliente, nos núnimos detalhes, se o vender 
é importante, mais importante ainda é a s:v 
tisfação do cliente. 
O setor de móveis, na Serrasul, é recen·e, 
mas o mercado é promissor, pois contando com 
mão de obra especializada, atendendo diver­ 
sos tipos de encomenda, a empresa está ga­ 
nhando n con!fo.nça do consumidor, quase sem 
pre obrigado a comprar móveis "bonitos", mas 
de pouca durabllidade. Na Serrasul você es­ 
colhe o estilo, padrão e faz a encomenda. A 
matéria prima é de primeira qualidade e o nca­ 
barnento supera as expectativas. 
Esta empresa belavlstensc obrnnrrc outra.1 
setores, emprega centenas de pessoas e erá 
mo'ivo para uma reportagem mais ampla. 
Na verdade, com este comenttlo, quero­ 
mos dJzer que é possível diversificar e econo­ 
mia belavistcnsc; é posslvcl prestar ~crvlços, 
gerar empregos, divisas e progrcdlr, cemprc 
com esplril.o aborto. Como o trabalho da SER­ 
RASUL, divisão de móveis. 
A empresa está es/abelecdia Ru d Re­ 
pública, 100. Fuça uma visita. 
Ai AMASIO CUMPRE PROMESSA: 
arlin Figvala à 2 Entrância 
M 
ado, no 
ou co 
-o a 
ado- 
O vereador Cassio Acioli, do PDS, disse 
ontem à reportagem de a TRIBUNA DA FRON 
'rEIRA que o "prefeito Afonso Dillon Nunes 
Leite passou a pertencer n galeria dos grandes 
vultos da hist6ria local, nii:> s6 pcl.i brilhontc 
dministraço que vem desenvolvendo, mas, 
sobretudo, 11cla i:quisição da antiga casa tlo< 
padres, onde funcioná o novo prédio da Pre­ 
Ccitura e d:l Cômara llunicipal". 
Enfocando o relacionamento do prefeito 
com o Legislativo, o veroador, um dos candida­ 
tos a presidência da Câmara Municipal, dissr 
que "não só com a banczd.t do PDS, ms tam­ 
bém )-o~ a do PllDB, as rê.Inçõc::; süo cordin.is. 
de respeito múluo. O prefeito, que já foi verea­ 
dor, sbe nas prerrogativs, dos deveres e das 
obrignções; snbc que temos rcsponsrbilid-r!c 
perznte os nossos eleitores, e !al:e, mais do que 
ninguém, qu o vcrcndor é o mnis legitimo re­ 
presentante do povo. Afinal - disse - noventa 
por cento dos dcputrdos fetlcrris, es-tadu:üs, sz­ 
nadcres, enfim, os políticos, inicir:rnm rs su:n 
,11rreirns numa, Cômntn Municipnl. O prefeito 
abe valorizar o vereador". 
Quanto à aquisição da antiga casa dos pa­ 
dres, "um pntrimônio que ns gerações {utun11 
11grndcccriio", Cassio disse que "ninguém, na 
Câmara, colocou obstáculos, tadcs os vrecdo­ 
es, aplaudiram a idéia, pois sabem:os o qu-n 
to isto modificará o panorama geopolítico de 
Bela Vista, com implicações té mesmo na á­ 
rea econômici'~ Bela Vista tende a crescer em 
direção a saida pnrn. Jardim, e, além do mnis 
Prefeitura terá condições de tTabalhnr com 
rnaior orgnni.u/;;ão, isto porque ali estarão ccn 
tralizadas todas as Secretarias e Asscssorins". 
No aspecto politico, o vereador entende 
"por ser do PDS," que o momento CXJg!l mm 
ta pondcr['ção sem radicalismcs de qur isquer 
espécie e evidentements, maior responsabilida 
de. Lembrou o pronunciamento do Ministro 
Délio Jardim de Matos, "um homem libc!l'l, 
oberto, mas que jó viu em alguém manifesta- 
a; 
@zs o toque sútil da esquerdr mais rz1cal • 
Finalizando, Cassio Acioli disse que 
"ninguém, cm Bela Vstn a n:io 'ser nlgumo 
mm
• orin está aconpnnbado com ns eleições di 
' 	tis retas para prdcito, isto porque estamos sa 
feitos com o que temos. O nosso prefeito pas 
scu à história, e nós, vercadores, estamos com 
ele, enfatizando, "niío se mexe cm time que es 
tá gnnhnndo e o. nosso está gnnhando de golea- 
drf'. 
O vereador José Atanacio Net, do PMDB, 
cumpriu uma promessa de campanha. Mais do 
q/ isto, obteve um justa vitória numa luta ini 
ciada há mais de três anos: a Comarca de Jar 
dim foi elevada a 2n entrãnci:l. 
O Diário Oficial, de 29 de agosto próximo 
passado, publicou a Lei número 464, que altera, 
ncrescenta dispositivos à Lci nº 39, de 18 de de­ 
zembro de 1979, modificada pelas Leis ne 318, 
de 17.12.81; nº 377, de 01.0783 e n 393, de 11. 
11.63, e dá ouras providênclo.s. O Governador 
do Estado de Mato Grosso do Sul sancionou a 
Lci que eleva Jardim à Comarca de 2 entrn 
eia 
Era um desafio gigante, m'as o advogado A­ 
tanásio Neto, hoje vereador, resolveu encara­ 
lo. Visitou dezenas de lideres comunitários, fez 
levantamentos, abaixo asinados, visitas à polí­ 
ticos, juristas, magistradO'", enfim c:ic::­ 
rou o seu objetivo como uma guerra. Uma gucr 
ra visando transformar J :u-dim. Venceu. E com 
ele verr.eu o povo de Jardim. 
Mas, o que rcpre~cnta, paro Jardim, ser 
uma Comarca <1c 2." Entrância? 
Haverá mais de vinte c cinco noves empi-e 
go: a jardinenses, maicr movimento, mais for­ 
ça e mais atividade judiciri3. Maiores per::pec 
tivas. 
Númeras às vt.zes, falam m.1-is do que pa 
lavras. Vamos a eles: 
JARDIM: 2° ENTRANCIA 
A Comarca de Jardim, abranje os municl 
pios de Jardim ct Guia Lopeõ e o Disttito do 
Boqueirão; terá dois Juízes; dois Oficiais de 
Justiça Cível e Cr'.minal; um distribuidor en 
tador e partidor; um depositário e avaUador 
judicial; três oficiais de justiça; um porte.iro 
(los auditórios e um :r.elador do Fórum. 
QUADRO 
Jardim terá dois escrivãos; dois auxlia­ 
res judiciários; o 1 t o oficiais de Jus­ 
t1ça;dos foros civil, criminal e assistência judi 
iciária; oito auxillares judicl6.rios; um 
Distribuidor, Contador e Partidor um aval!­ 
ador; um depositário e um portelro dos audi­ 
tórios. 
PALAVRAS 
Em contato com a nossa reportagem, o ve­ 
reador Atanasio, muito feliz, disse: " Valeu os 
esforços. Dedico esta vitória o.o povo ele Jardim, 
Cumpri uma promessa". 
( 
t 
Brasil terra da gente. Brasil Coração do Evangelho· 
• 	Bn ·il, paz, ordem e progresso. 
Brasil, esperança e certeza. sras, ' d aos demais irmãos brasileiros, comemo- 
d 
b lavistenses. irmana os 	. b 
Hoje, quando to os os °'. DA INDEPENDENCIA, nunca é demais tem rar 
ram a data maior de nossa hi
st
ória, O DIA IA OU MORTE _ simboliza a chama de um ide­ 
que o grito do Ipiranga - INDEPENDENC 
al, a inadiação de uma força quo vibra e transforma. 
de 
nascestes· 
Estudante: ame a terra on • ... 
.,.._, · mpromisso com a Pátria; 	3, 	,,, 
.u11balhador. honre o seu co 	'lha de tranquilidade O nosso espírito crsao, 
B 
·1 • Pais é realmente, uma ' 	' 
rns'. Clros: o nosso i ' de SER- faz do Brasil a esperança do mundo. 
a nossa mdole, nossa mane ra ~o convidados à grande tarefa de edificar uma Na- 
Temes muílo o que !azcr. Todos estã . 
...Jt_ • • j ta e mais progressista. 
ão mis próspera, mais 1Us de eonsciência, pois à Pária nada se pede. tudo se en- 
Este compromisso é um dever 
trega, até a própria VIDA. • 
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INDEPENDE CiA OU 
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(FUndado em 20/2/1972) 
C.G.CM.F.15.513.203/0001 
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DE SOUZA ROSft 
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n:J1CP.,,.1, 
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Regularizar@s de Ora­ 
A Iiacões 
Orçam+nt++ 
Com base no parágrafo único do artigo 4° 
do Decreto Federal nº 76 694/75; convocamos 
para eomparccer na sede do Projeto Funtli:l.río 
Jardim - INCRA; sito à Av. Duque de Caxi:ls 
989 Jardim MS o Sr. Oscar Salomão e Sra. 
Jtamor.n Vllasb<>as para aderirem ao procedi· 
mcnto RD.tlflcatório dos imóveis de vossa pro. 
priedade situados no munícfplo de Car..col MS. ; 
O prazo para comparecimento e p3ra 
qualquer man1!est:1çãc por parte de teroeirt, 1 
é de 30 (trinta) dias à e-0ntar da data dest.1 ; 
publicação. findo o prazo clarem
1
JS prossegui- 1 
mento normal oo Processo Rati!ical-Orio em 
que é requerente a sra. Isidora Vilasb-0:is COI- ,..I_, 
man, presumindo não haver nenhum óbice re­ 
ferente à regularização de um excesso ele 
39,7995 ha (trina e nove hectare:; setenta e 
nove ares e naventa e cinco centiares), wrifi­ 
cado em sua propriedade. 
Maria do Socorro Fernandes de Medeiros 
Silva - Eng, Agro. Executor Subst, O.S. 
07/81. 
preCo 
Três boas razões 
Para você preferir os 
nossos impressos 
1) Qualidade 2) Preço 3) Rapidez 
:-.--- 
ORAÇAO AO Df'INO ESPI!UTO SANTO 
Espírito Santo, você que me esclrcce !:- [ 
elo que ilumina t<:do-; os cam.in;,ns rHJ q:i: 
eu atinja o meu ideal vo: oure tá dom l 
vino do trdr r nurro rs' ae me f 
7cm1 e c'o t'o- o: i1;; 'o ;-a i?? 
é ccr.leu yr.., nset ry .• 'sr 
dccr-lhe ro u,e coniir.ar :s uma - 
que cu runz q:o mc sc,:za d c'r 
r:aior que sza a 1i: o:x.ei2l·ir oi 
1r de vcntd cus iro Ce x da es:' 
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arinha, o para 
INICIO DA ;liltINJJJ Bl!JS!LJIHJ 
Os hltotladores navls, quase todos, fazem 
, r,lncldir u fun<laçí,o du lforinh:i Ern,!lc!, a 
rom u 11unGfN&nda pura o Brasil da fom!llu 
rc·1l poduguc:;:i. Chegando no Rio de Junciro 
11 7 úc m:,rço do !COO, quatro dias após o Prin­ 
lpe Ieente sinava o decreto que con!irmu• 
va o Conde de Anacl!u como i'lllnlslro dn Marl­ 
nha, Foram criadas várias repari !ções nuvai; 
1,ccesslirlns uo nba;tccimento, apolo e conserva­ 
cão da esquadra portuguesa que aqui passou 
ter a sua sede, Tots fator. núo irr,rlícnm na jus. 
tificação do nascimento, nessa ocasião, do pod•.r 
nuvnl brasileiro, 
Na realidade, a Marinha Brasileira nasceu 
e, 111 a indepeadéncia. A inperiosa necessidade 
tio con.,;olldur 11 cmanclpaç.ío da nossa Pátria, 
1~1 u dctcrminnnto dn crhçáo e do dc;;cnvolvi­ 
mento da Marinha de Guerra do Brasil. Assim, 
o Glilo do lp!rangn rcprcscntu a ccrtidúo do 
1wsdm.nto niia só do Drasll, como entidade 
ami a 
nrlígo l' 
convocam« 
,to Fundiário 
de Ca.'<Í:sl 
ío e Sn 
, ao proced- 
4'0SSll PI'> 
racolMS 
C pl!! 
de terccini 
laln dr:;'.l 
proSSt'gui- 
1catório c 
sbcas C 
"I óbicl? rt 
excesso t!i 
setent:i 1 
~ares), ;eriJi, 
de Medeiri! 
st, 0. 
ADVOCACIA 
Escritório: Av Rio Branco 187 • Fone 305 
DR, ANTONIO 1". DO NASCI.llENTO 
ADVOGADO 
CIC 006.474.381-00 - OAB-MS 2809 
Causas Civeis, Crlmlnnis, questão de 
Terras, Direito de Familia e Trabalhista. 
Hc5lclêncla: Av Rio Brr.nco 193 
70280 - Porto Jllurtlnho, !llato G. do Sul 
uutnoma no concreto das nações, mà. tam!e,n 
da wua Marinha de Guerra, srantdora incon­ 
testável dessa autonomia. 
carlilação 
l'ltllíEIJtO lllNISTRO DA JliltlNHA 
A. 11 de sct.cmbro do 1822, D, Pedro chegou 
ao Rio ele Janeiro, de volta da históricl e::cur­ 
o a São Paulo, sendo, em seguida, aclamdo 
Imperador Constitucional do l!ra,il. 
Desde o embarque ele D. João VI para pc,, 
tuaol, a pasta naval esteve ccupada pelo Che• 
fc-cle-E,;quodra Manoel Antônio F'adnha, cio 
pois Conde Souzel, porlugu<1z de orl(lem. Som~, 
te cm 2'..: de outubro de 1022 foi rcorg.;ni1.~do 
um ministério com !C'içto naclon"l!.,la, ~cndo no 
meado Ministro da Marinha o Capitão de Mar 
o Guerra Lu{3 da Cunha Moreira, futuro Viscon 
de de Cubo Frio, brasileiro nato. Foi cslJ ilustr.:­ 
Oflclal o primeiro :Ministro br:tFildro. 
1 
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,,rATf.HlAL F'LUJ'U/,1'Ti: 
Independência 
Dos pavios remanentes da armada por­ 
tugaea, apenso na nu Marim de Freit. s se en 
contrava em bom estado. O estado geral dos de­ 
unis n~o era tnll•fat<'.,rio: quu•e todos careciam 
de grandes rc:puro;;. Era ):lrccú::'11, portar.to, n 
nossa situação e com tais elementos não pcderi 
amos enfrentar a armada roal portuguesa. 
PLANO PAJ1J 011GJNIZAÇ1'0 DA AP.~IAJ)J 
DMSILEmA 
Acolhendo sugestões dor brsileiros Gon­ 
çalvcs Lêdo e Luí; Perdr,1 da NóbN'/il, o lmpt> 
rndor baixcu decreto impcrinl r,o ano <1~ 18'.13, 
determinando abertura de uma r.ub:;cri,fo p;>­ 
rular rnen,ol com llrn de adquirir navios par 
reforçar a nossa incipiente esquadra. Todo cid:t 
dão que, voluntnriamcnte, qui,~•1e colabor(lr 
com o plano, assinaria as ações com quanto pu­ 
desse, 
1 
O resultado desse apelo oo povo brilS.!1elro 
foi a constitulção da nossa esquadra cognomine. 
da, com absoluta justeza, de "Esqundra do In­ 
dependêncla", 
·-·---------------. 
DR JOELSO:' lIrRTINEZ PEIXOTO 
Advogndo 
Escritório: Rua l" do Maio. 357 
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OAB-h1:S 2.509 • CPF 187.610.030-34 
General Os6%14, 825 
Res. Rua Guia Lopes nº 458 1 
Fone (067) 439-1272 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
COlITSSAO PARA ASSUNTOS DA l1tRt. 
NHA 
Vi!:ando dar à Marinha o impulso que a!I 
circunstância permitiam pnra que ela checrnsse 
., utn estado res~citável, em que um dia deve­ 
ria ficar, e conservar-se para segurança e defe 
sa da extensão das cosl.üs brn~ilcira,. D. Pedro, 
a 5 de dezembro de 1022, criou uma comhs:ío 
para tnt.ar de todos nsrunto, dn M•rlnha.. que 
lhe fossem propostos e ficaria tncumb-!dn Be 
conhecer, invetigar e informar ao Imrador, 
a conduta, a aderência à COUSll do Brasil. e em, 
baraues de oficlais existentes na Corte, que vo­ 
luntariamente ficassem no serviço da Armada 
Nacional e imperial - 
Reunindo-se pela primeira vez no di 14 
de dezembro do mesmo ano. o comissão enviou 
oíic!o a todos os oficiais. conmltando " cad" úm 
e aueria ou não aderir à cau.,a do Bra,;il com 
a declaracão de que aaqueles aue não autso<sem 
jeriàm fácil transoorte para reressr a Portu­ 
gal na companhfa de suas familias. 
ADESÃO DE OFICIAIS PORTUGUESES 
A maioria dos oficlrus norlucrueses adf'riu 
om entusiasmo à cau d Brasil. rerietrando­ 
se entre elas o ento Guardn-Marinha Francis­ 
co Manoel Barroso da Silva. futur Barão do 
Amazonas e herói de Riachuelo. Não obstante 
usa: 2desós ern mas ,o povernao no nqueco 
que a que total:dude dessa gente era portu­ 
gaesa de nascimento e, numa luta armada cmn­ 
tra Portugal, não pedla merecer inteira onft­ 
:mça. Os oficlais e marinheiros brastleiros cn • 
titulam número reduzidíssimo, Dai a idéia de 
e apelar para o concurso de oflc!n!, e m,1rl· 
nhe!ros estrangeiros, notadameate ingler 
Para cvJt r o prJJdomínio 11b, e.Tu to de le­ 
mntos portugu e nas puar!pões dos ro, os 
navios, foram contra!dos vários oficiais ex!ra. 
geiros, entre eles o Almirante ingles Lord Ale. 
x;indr<' Tli?ml5 Cocharnl', no po,to ele Primu­ 
ro Jlrn!ronlc; Caplt.:O de Mar e Guerra, o nr 
te amrr!can David Jewet; Capitão de Fr1ata 
João Taylor e multo; outros o'◄:iuls. Quinh1 1 
tos marujos de nacionalldade inglesa foram 
igualmente contratados. 
A Marinha úe Cucrru Draeileir não podia 
_prc~cindir da col.iboroçi:o efetiva e nmpln <l,t 
sua congénere inglesa. 
r 
1 
•• - . . 
PAPEL DA, iIAnINJJA 
.,..A Província Cisplatin, no extremo sul das 
lronteizru; do Inwérfo, incorporo¾ no Briull 
desde 1821, encontrova-~ dlvidlda o o norte 
quar:e inteiro 5ubmetldo a ~rtugal. A Mo.rinha 
caberia a tarefa grondiosa de expubnr os rea­ 
donóric~ e !ormnr um bloco lndi~solúvcl. A 
Mnrinhn !oi o liame cntrt! o Govcr.1".l Central 
li o das Províncias, entre o povo da Capital do 
Império e os caboclos da Amznia, os praia­ 
nos do Nordeste, os paúchcs dos pampas sul!­ 
nos. A genuíno Morlnhn Brasileira b:Jr,JlU cm 
éal momento, não apenas para o smparo e a 
t!efesa da Noçiío, n;as para tornar no.lítlade a 
nossa lndependéncla, 
CONSOIJDAÇAO DA L'lDEPEND.tmcIA 
A Marinha de Guerra Bra•i!elr:i com a sua 
esquadro constituído., p.rfcinou ôe duss IU'Gn.­ 
des operações navais de consolldaçib nossa 
Independência, que tiveram lurar na Província 
Cisplatina e na Província da Bahia. A estes fei 
tos históricos, podemos acre<cent1r aou<>Jes 
praticados no Mara.'lhão e no Pará. inleriranclo, 
estas províncias, na comunhão política, brasi lei 
ffl, fazendo com que o brado ené.ntico de D. P:? 
firo tivesse eco de norte o sul do Brasil. ext>ul­ 
=do o~ re:icio:úrios de todas P.r:>víncias Ma­ 
ritimas e arrancando do solo brasileiro os ten­ 
táculo da motrérolo nortruesa. nele orofund:i 
mente cravados. A M»rinhn o1stitviiu-g num 
exemplo único na hl•tória da consolidação da 
nossa Independência. 
KLEBER LOUREITIO MEDEIROS 
Advogndo 
Causas Civeis: Terras - Divórcios - 
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VISTO Número 1.0ll - MS 
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' 	, p • ~ ·•'"a n• nc1°i.mlha n:i a.:.o. E lá ia eu march,mdo nos meus nov~ ar.o., :1 ,e.,:,•.,, ua atr,a .. , u, •. ~" " 
E lá, ia eu todo orgulhoso na fes'a do colégiu. nas ruas da cidade. 
O lempc escondeu o chapéu àe jcrnal e a espada de pau. 
Gt·;,rdu1 a bande:rinba e cm:h"u a !l',nn ,,-·da de no·;•)S =oll:,, n1~ que um cl'a r.::n 
p ()Un 
QUALIDA:CE - EF!ClENCIA - PRODUTIVIDADE - SEGURANÇ,: CALC.ARE' O BODOQUE'.'A. 
"Cada vagem: que um caminhão ter mina, transprtando o C ... ireo 30±.:. a 'espro ., , ~ ~.:.·: .·: ..:-
1
' 
colheita fartn. ele mEhores ne~éc;u5, :1: n:cicres r'quezas. Isto ora:e or n! wr ou mo v± sei : ! ':z::: e.,:-:: 
o CALC,P.EO BCDOQUE"1i o ]nero (! certo. 
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A tr:lur,i:! que te d» CALCAFO BCECQUENA, a :V!'n.:n,::'t11 :,_-:, doo_;· .. • .. '-' . 1 i:• .. e_, '.1 __ , ·"C ,. ,.~ '1' . 
• , 'C·sr.·,,: Rl)f:8Vi, .!,Rr:I).1 : P8'2T.) ).!URTr::s;-Ha, K!~ :--: - ._ •• ('!<~r,)~IJ lll"., cC.,c,::n,: -=-=1=-<ET:".. .L -:.:: :~:j 
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• ! 
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J íiruÜNA !JA FJLONJ'J•;ÍHA --- ·----- ------------------------------------------ ,,z,ga 
, 
A Pátrin não é ninguém, são todos; e cnd::i qunl tem no seio dela o mesmo direito idéa, 
li palílvrn, 11 nssoclaçiil>. 
A PtllrJa nüo é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de go• 
verno; é o céu, o solo, o pvo, a 1radição, a consci~ncla, o lar, o berço dos filhos e o túmulo 
dos antepassados; a comunhiio dn lei, a lingua e tia liberdade. 
Os que servem são os que nüo Invejam, os que não ln!amnm, os que não conspiram, os 
que nüo sublevam, os que não desalentam, os que não emudecem, cs que não se acobardam, 
mas resistem, mas ensinam, mas esforçam, mas discutem, mas praticam a Justiça, a ad- 
miração, o entusiasmo, porque todos os sentimentos grandes são benignos e residem origi­ 
nariamente no Amor. 
"Sras 
5-.3...-- f--= ·- -- 
~ gratificante ver a esperanç.i nos olhares 
das crianças; é salutar ver o sei nascer depois 
de uma tormenta; é eomovente observar o nas­ 
cer das estrelas; isto tudo é VIDA. Neste 
mundo de hoje quando os meios de eomuni­ 
cação social mostram, na maioria das vezes, 
só o lado sombrio da vida, é preciso também, 
observar que nem tudo está perdido. Há ain- 
l 
da, sentimentos nobres, gestos abertos de 
amor ao próximo e, sobretudo, o sentimento 
patriótico. 
Criança, pise forte o chão onde nascestes; 
homem, vislumbre neste dia o futuro da Pá­ 
tria, elo da grande corrente universal. 
Sim, nem tudo está perdido, apesar dos 
notícias de violências no mundo, das guerras, 
o nosso mundo caminha. Este caminhar im­ 
plica em compromissos, em aceitar a vida, em 
viver como se a vida fosse missão, e o é. Sim, 
eis a resposta: Uma missão. Cada ser, cada 
célula, fazem parte de uma grande crquestra, 
o maestro está a nos observar. 
Procure, neste dia, quando comemoramos 
a INDEPEND~NCIA DO BR~'SIL, lembrar 
qy a LIBERDADE E UMA CONQUISTA DE 
CADA DIA. Há hcmcns livres presos e há ho• 
mens presos livres. 
A Mensagem do Prefeito de Bela Vlsla, 
hoje. é mais uma pergunta: O QUE voct::1 
ESTÁ FAZENDO EM BENEF!CIO DA PA-' 
TRIA? 
dons Nilo #es Leite - 
° 
• 
----------- 
A#A,g 
~ .. ··~- :,.-- 
a 	« 	• # 
• 	• • 1. 	.. 
..2s3 
« s 
. ' '.. • ~ ' :.1- '_·· .. _ 
é! 
,. . . 
Serviço a la corte - bebid:is N:ic.io:13i, 
importadas - Jogos J~er - s~:::-1 e 
Panto de Encontro dn Societ!ar!e F:-on~iriça 
------------~-.----,.- ... .,........,._,__,, =.,-------------------------_J

TRIBUNA OI FRO 
Por Na cy 
7 de setembro 
O prefeito e sua equipe trabalhando muito 
para que o dla da Independência, raja ccmemo 
1Jda com gurbo e pompa que morcce. 
AS ESCOLAS 
Estaduola também ensaiado com afinco 
seus alunos para que :e apresntem ao grande 
públlco com disciplina e patriotismo. 
ESPOltTE 
De parabéns Bela Vista, pois três atletas foram 
convocadas pela Federação de Voleibol de MS. 
para disputar o Campeonato Brasileiro Estudun 
tll cm Culobú São elos: Glslainc, PlU e Wul­ 
direne. 
TJIIIE DA TIUDUNA 
da Fronteira no sábado pp. em Jardim foi 
disputar Votei masc. e Fem. e Handebol Fem. 
SAlRAJI 
vitoriosos: TRIBUNA DA FRONTEIRA, votei 
feminino 2 seis à 1 masculino: 2 ets à 1, e 
lfondebol vll6rla dos jnrdinenses, representa• 
do pelo Escola Cel. Felíclo. 
Você quer mclveis resistentes, trabalbados 
PROGRESSO 
t rlc!anulmwtc? .e. !úciJ, já temos cm ll. Vista 
fábrica de móveis Serrosul. Fos: 439 1293. 
ATLETAS PARTICIPANTES 
VOLEI: Claudia OcJriz; GLlaine; Piti; Lara, 
Waldirene; Raquel Zacarias; Mik:l; Kó.tla Q;. 
suna. 
HANDEBOL: Lora; Tânla; Elva Kó.tla; Necc­ 
mJa; Celeste; Douglalr; Célia; Lurch:s; Adllgi- 
sa. 
VOLEI :MASCULINO: Beto; Mondar; Alemão; 
Guto; Dlco; Negulnho; Pocn; Tonho; Muçum. 
AGRADECIMENTOS 
Ao pro!cssor Waldomiro que recebeu a e· 
quJpe belnvislense, e acertou os jogos entre as 
equipes de Bela Vista e Jardim, e nos Srs. Jo­ 
sé Cnrlos Lima e Jcan; e rela tcção disena 
da. 
AOS SRll. 
Abrão Zacarias, Prefeitura MlLlicip:i.l de Bela 
Vista, Kalife presidente do Grêmio dos Sargen 
tos Pedro Rufino, e ao motorista MACACO. 
A PROFESSORA 
M Aparecida Velasquez, que organizou e 
cheliou ia sielegnçiio belavlstense para este a- 
Neste 7 de setembro, queremos homena-­ 
sear o povo belavistense; falemos com admira­ 
cão desta gente que enfrenta a luta diária, que 
com seu incansável trabalho forja a Bela Vista 
de amanhi. 
A Câmara Municipal congratula-se com 
todos os brasileiros, em especial os belavisten­ 
scs, pela passagem do DIA DA INDEPEND:tN­ 
CIA. 
o. Brasil somos todos nós. Neste rincão 
da fronteira, onde o patrictismo sempre fala 
mais alto, os nossos respeitos, a nossa admira,. 
ção, ao povo que está construindo a NOVA 
BELA VISTA. 
Lr 
'Nossa e sua também. 
Um pais se constrói eom união, harmonia 
e acima de tudo com trabalho ordenado, geran­ 
do cada vez mais o progresso da Nação. 
Esperamos que possamos contribuir, to­ 
dos nós, na Câmara, para alicerçar ainda ma.is 
os ·sentimentos de pátrio., nacionalidade e tra­ 
balho. 
BRASIL: ORDEM E PROGRESSO 
Ivan Afonso da Costa Marques - Presldent 
Evláslo Miranda 
Casslo Acloll 
Cinudionor Rodrigues 
Anselmo Lopes 
Antonio Silveira Xavier 
Jdclfonso Pinheiro 
lllnrcclo Calvano 
Rosevelte Lno Garcia 
m.istoso. 
NA PRóXIMA 
Edição daremos relação das emoresas e pessoas 
que colaboraram com a equipe feminina para 
a compra do uniforme. 
SERRASUL 
faz cs móveis que você escolher, atrega rápi­ 
da e os preços ão convidativos, orçamento em 
compromisso. EoUcitc e ccnflrm ~- 
NA SEMANA 
pp. a Ora. Nely Loureiro e Lurdes Amaral fi­ 
zeram uma exposição de lindos arranjos artifi 
cials, e plantas preservadas da Vita FJcur Crim. 
e Decorações de Campo Grnnde. 
A EXPOSIÇÃO 
Realizou-se na rzsidbcia da Prol" Murly 
Pinheiro, e contou com a presença de inumcras 
pessoas que !oram ver os lindos trab1lhos ex 
pcstos. 
TAMBEM 
A Dra. Nely, mostrou os trabalhos da malharia 
artesanal da Eme Ene e Pantanal matogrossen 
se em souvenir da Boca do Forno de Campo 
Grande. 
O PROP()SITO 
Dessas firmas é excelente, pois tem como ob­ 
jetivos: 
Promover Campo Grande corno capihl da 
moda / MS. 
Divulgar cultura do nosso Estado, promo 
vendo intercâmbio inter-estadual da moda. 
Oferecer Condições de difusão da moda' 
MS. 
Despertar novos valores, em termos de In­ 
dústria de moda. 
RcsJleitar as tutl
1ções, os costumes, o fol­ 
clore do nosso povo, estribada nos usei.ros com 
portamentos mesclados às novas culturas, era 
em; proc&so de formação. 
Mostrar nossas capacidades e possibilidades 
com autênticas manifestações artísticas da mo­ 
da/MS.: organizando desiiles, divulgando e­ 
vantos históricos, enaltecendo a literatura re­ 
gional (camisetas com frase; de i:oetas palTi­ 
cios) empenhando campanhas, tal como, "2m 
delesa do pantanal" (camisetas pantaneiras). 
....Promover mostr:s d artes e artesanal:>, 
aplicado à alta costura numa original combi..:J.a 
ção com a moda. 
OFERECEMOS 
.... Po..<sibilid:u!cs de Campo Grande participar 
de feiras e exposições de moda/MS, no Brasil 
e no exterior-. 
Acesso pesquiza Cos usos, dos costumes, 
pontos atrativos, culturais e artístico do MS. 
A instalação de uma excelene malharia: 
fábrica de peças com !ios nacionais e impor­ 
tados. 
Acervo de desenhos e pinturzs pantaneir1, 
cidades turísticas e outras do MS. 
Organização de show, desfiles, crorucas 
ilaid que valorizam nossa gente em termo de 
moda e suas raizes culturais, levando a nossa 
história, nossa poesia e lite:raturo. a penetrar 
na moda (blusinhas primaveris com mensagens 
filosóficas) . 
Condições de trabalho, (mão de obra r:imu 
nerada) aos artístas: costureiras, bordadeiras. 
pintoras, artesãos, tecelãs, etc, cooperando is. 
sim para o progrerso e desenvolvimento ão no 
so Estado. 	, 
Uma casa de trab:Jho: atel.Jcr ele alll co .. 
tura cm malha "na boca do forno" o confocçõe, 
sob medida, moda personalizada feita pra vo 
cê, em algcdão 100 e que leva a tiqueta "E. 
ME ENE", a rua 13 do maio 2520, cJsa, c,ntril 
FONE: 382-2373, em Campo Grande - MS. 
AltCôTICO E!Y[ LAHAN1AS PODE lllATAfl 
Pelo que pode ser constatado nos exame, 
de urina das vitimas dos elementos que agem 
no interior de ônibus entre Cuinbó. e a CopltJl 
um !orte barbitúrico está sedo usado para o 
"nocaute" e até envenenamento das vítimas. Po 
rém, os exames feitos não determinaram ainda 
o tipo de barbitúrico utilizado, definindo-se a­ 
penas o grupo da substáncia. Sabe-se, porém 
que o produto, inserido nas laranjas ou em io 
gurtes pode provocar o. morte das pessoas que 
o ingerirem. 
ID!:.IAS PRATICAS 
Se voc(I quiser aumentar a carne moída 
bí!es, junte uma batata, das grandes, crua e 
:ralada, para cada qullo de carne. 
Para dar um tom dourado ã.s tortas cober 
tas de massa, basta polvilhar açucar por cim1. 
Ele derrete e escurece. 
TORRADA DE QUEIJO 
1 pão de forma, cada fatia cortad em tr: 
palitos. 
4 colheres de m:úcne!~ Hellm.:nn'a 
1 xícara de queijo tipo parmesão ou prato 
ralado. 
Misture a maionese com o queijt.. l':LSSA? 
nas fatias de pão e leve ao fno para tcrrar 
Sirva quente. Bom acompanhamento para so 
pas cremosas. 
ECOLOGIA 
O EQUll,fBRIO NECESSARIO 
Se os jacarés do pantanal mato-g,cssense 
!orem dizimados, as piranhas do rio Paraguai 
farão a ferta. Os coureiros da região demons­ 
tram pouca sensibilidade para o problema e ain 
da não entenderam que o cquilibrio ccoligíco 
é necessário. Para fiscalizar isso o goverm:dor 
Júlio Campos criou u.rtja fundação que vai tan 
bém- incentivar o turismo, atraindo gente de 
outros Estados e até mesmo do exterior. Mato 
Grosso tem muitas riquezas, e merece ·uma ,
1 
sita. 
CONVITE 
A Prefeitura Municipal de Bela Vista M5 
convida cs senhores proprietários das Far 
cias de Bela Vista, para comparecerem no dia 
13 de Setembro de 1.984, às 15:00 horas na 
Câmara Municipal de Bela Vista para tnta.,m 
de assuntos de seus interesses. 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
AVISO 
Chamando o credor para receber a i 
portância de CrS 130.000.00 relativo ao cheqs 
nº 713386, datado de 13.01.11-4 do Bane<> cP 
Brasil, emitido pele Sr. Lirço Ferreira Le. 
' 
,p.e!T 
.4se i 
e.mti, P 
d 
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