J 
) VLILucJor Hcs~•·cltc Lino Garcia, do PM 
Dll, contestou vs pulavras do senhor Manuel 
Jlodrfgues do MJr nnd •, rrgu11do o !uul "os beln­ 
stcnes só terão o wfrlte té Jardim quando 
t•edro,,Jnr, volt: :r na Gr.vc1·,·o lo Estado" 
o conhecido pecuarista disse também que "o 
MDD. m eh Vitn,' perde n grande oportu 
ldade de sur histrin para .rriur um 1rnrlld:> 
forte e t!uar te, isto devida na excessiz centra 
11t,çiio no Ditetóric-, que nib pcs•nl r:~Jrnldo 
11
,, 
pular" 
Mancco Miranda, disse ainda que "o PMDB 
em ela Vist, rachou, hú ,livcr,ns i:ln! dentro 
du pnrtlda, • 1 minlr:• r 
1
11, a d:; ma ler populorlda 
de, csfú npcnns ni:unrdnntlo n cri· 1;iio cio Parti tio 
Li~,rnl, pnrn nuult. t". 
O vere~dcr R.o~cvcltc Lino Garcln, cm sua 
contc;fuçi.o, "is;c que "pata mim é c,franho, 
rJé ••ão acrc<lito que o velho ccmpnnhciro se• 
nhcr Monco, queir a voltn de Pedrossian o 
Dlt. OGO J!. FEDERAL 
Quanto n Eit,mção lastimável da BR. OGO, 
trecho Jardim à Bela Vi'ia, motivo das criticas 
por porte de Mancco Miranda, V<.!e Garcia dh 
se que "o PlllDB I üo é .rc•pondvt>I p~la mcv 
ma, sc etá intransitável a culpa é do Gverno 
•Federal, 11ois 1 ele cabe a conscrvaçüo d cstra 
dn, é do Sº BEC r> rcsponsabllldr Jc e nüc do 
Govcrlli> do Estado. Quro esclarecer, e até 
mesmo faço um ccLvilc às pc•sons, ~cbretndo 
os críticos, par que visitam es estralas de re 
gliio, a qne cslüo toh rc,ponsnbilltlm•~ tio Go- 
.'I 
O deputado Vc.1dir C!11doso distribuiu nota larmente mo incluo entre um dos seus segui 
à •mprens!l, respondendo a matéria publicada dores. 
no jornal CCRREIO :CO ESTADO, de Campo 2) Por outro lado nãc tenho ncessidade de 
-:rende. segundo a qual "PEVROSSIJN VAI apregcJr minha lealdade, poi; já prcvei. não 
,EIXAR A FCLITICA SE MALUF PERDER". somnte través de r,alavras, m:is com alllU· 
"nn:, e deputado o ex governac!.or é o po]ít'.::o eles cl:i.r2s, mil]ha iid:lidadc ao ex governador 
que reúne ns melhores condições para dispu- Fedro Fccirossi:m. 
t:!tr o Governo Em 1986. A notl:ia _public::i,da 3) Atribuo as informações divulgadas pelo 
no diário campogrc.ndense, segun:lo Valdir. vibrante órgão d::. imprerea lccal a s:itorcs Ji. 
·.''pnrtiu de sctores ligdos ao meu partido e gados ao mcu partido e. que desejam e lutam 
que desejam e lutam para que EU me a[a:te para que eu me afaste p::liticamente do ex go- 
pclfticamentc do ex governador". Eis a fnlE~r.1 vemador FECU'O Fcdros:;ian, de quem EÓ tenho 
da nota divulgcda por Valdir: 	recebido apoio. 
'OTA A IMPRENSA 	4) Qu9.n10 ::,o deputado federal Lcvy r:::as. 
"Tendo em vista a manchete "SE MALUF t -posso,nfiqnar que se trata de um pcl!Uco de 
PERDER PEDRCSSIAN VAI DE~ ~A:Pd i:° ;grn'lld1;p~e3tfgio junto as basss partidárias, 
LIT'ICA", publicada na primeira págtria'tli/-im '- 'séncto· part:mto a sua p;:r•icíp:ição importante 
porlnnte Jornal "Correio do Es1ndo" escl::.ns;p para a vitória cm 1986. 
o seguinte: • 	' • 5) Finalmente. esclareço que não SoU eu 
1) Entendo que o ex governador é o poli- e não me intitulo porta vez do ex governador 
tice que possue as melhores condições para dis Pedro Pedrossian, função que pode ser de:;em 
putar o GovErno do Estado cm 1986, com ou penhad!:, per oi;.tros ccmpanheiros como o líder 
sem o apoio do Governo Federal, pois mantém da bancada. deputado Nelson Trad ou pelas 
uma posição invejável de lidernça em todo o Ex secretários Gaze Sgaib, Csrnar Dutra e Ad; 
Estado e conta eom o apolo da maioria dos nt! Sôttovia. 
integrante:; da bancada estndt.cl e eu parlicu- Deputado Valdir Cl'.rdonr Vice Líder do PDS 
--, ........ 
i 
f 
1-· 
1 
...,, ·. 
Gver» do Estado, S: c motlvo d ievl': c 
trn o Governo é o IÚIJ cumprime.~to dn~ preme!> 
~ li, .scbrctudn a do asfalto té Jardim, afirmo 
que o Dr- Wilson irá cumprir as promessas fei 
tas à ccmuLldndc bcbvisfens:,''. 
"O GcvcrnrlJor - prosseguiu - é um h,­ 
mem digno, honrado, e cumpre ccm o que pro 
mel~. Ele irí kzcr n povimculrç-íc até J..rdim". 
!alou a verdade, como serq.pre o faz, não se 
trate. de defender este ou aquele partido, mas 
de defender os reaiJ interesses do município. 
Quando Maneco diz que não acredita que o 
Governo do Estado vai asfaltar o trecho Jr 
dim a Bela Vista, ele sabe o que. e:;tá falando. 
o mesmo vale quando diz que Fedrossicn no 
Governo, Bela Vista terá asfalto, não só para 
J .. rdim, mas para tcdas as cid!l.de.; da r,~;;i,:i". 
5z · 
A nível político, Peninha disse que "Ma· 
ncco Mir3nda é uma legenda, um homem que 
mercce todo o no;;so respcio, se um dia ele 
desejar ingrzssr no PDS, estaremos de porta, 
abertas". ~an•o as trificas de Vete Garci:l. 
na Câmara, de que Pedrossit nadz fez per 
BEia Vista, Feninha afirmou auz "fatos falam 
mais de que p:.Iavrns. Pcdrossian implantou 
0 1ele!one DDD, a televisão. as casas da Cohab 
e Previsul. a Avenida Internacional, Biblioteca 
Pública, rede de águ& e energia elétrica no 
' Parque Rió :Apa, Ginásio de 'Esportes, ·ajüdou 
k±ris instituições e colaborou para a realiza­ 
ciío·aa Expobel, ISTO TUDO EM MENOS DE 
DOIS ANOS. Veio a Bele. Vista diversas vezes, 
nunca prometeu visita e deu o cano. E o Se· 
nhor Wilson? Eu mesmo respondo: construiu 
E 
,cru-, do Estado, rãc qur Wilson cumpre as 
premessas feitas". 
Finalizando, c vereador di e que "como 
companheiro dd 'senhor Margco. no acrelito 
em uma ltrl ' Po» i as pximss 
cleiçés e mio ntn, como um cmnpe te'ro 
que tanto batalhou, cmo tclcs nó , coulra o 
Gcvemo de Pdr s'. • . 1, clc'.çb, lJ••~•.iJ. ;, h:, 
f: pssa ardit, que o Flo P! vr:a t 
cetina c :znh : h'a#'ta de ,:.:r n 
mm. 0'), as.ada, Inzytc e af: +!mn'o do 
s hor M co Mrd1, o FMD p.d.a um 
de scus mpiores Hid. s, 'e mit respeite, mó 
tl1c:.;, n•=, t 1fc· _ ,, .J e ,LJJ f,~.;it': junh e,,n 
cs mcs colzgns de Câmara, cmrnhlc; pela 
pavimntr ião da PI. 0S9 c também r rodovia 
i!c ela VIta à Pcntr Pera Tcnlrnm c:rtu-, 
dcrh-, ,fo dos a'es Els Via ctn:i ligah per 
falto a Cmpc Grad. c Ft IP»ri. Est3 Ga 
vcrno sci:uo n máxim- : GOVFPNJ11 t'. tIlltllt 
ESTRAEAS. I istc ' far. 
uma ponte sobre o Apa que j.t con.,--tava no 
plano de obras de Fedrossian. 
SIM, afirmou Peninha, EST::U CGM O 
SENHOR MANECC. FEDRCSSIAN :G'EVE 
VOLTAR AO GCVERNO DC ESTAI;:), pa-ra o 
tem <:'.e todos os s.1]ma.togrossms::". 
,f, 
1 
Mais uma vez a população de Matc Grosso 
ic Sul do Brasil aistiu estarrecida a mais 
Jm duaslr:? céolégico ocasiolllldo muito prová 
vc.Jmcntc pelo uso indi-::r:rnb;.do de :i;,'l'ot'>..xl 
cc. Milhar~s de r,elxes - Pacús, Pir-.ados, Dou 
rados. Jaüs, ete. Em épcca de desova, foram 
vistos sem vida i:ccc.:ndo o Rio Miranda, confi 
gurndo um quadro Ce morte e dc:::>laçii:>, As 
e,ntidadcs de classe d1 Medicina Veterinária do 
EstaCc ré poderim ficar cmis:s diun.e de? 
íat0 tão dcp!or.ivel e cor hio vem a públlcJ ex 
ternar tcdo o seu refúdio e S'.?U pesar diante 
de trmnnha agre:o·5o à natureza, e &:>licitar das 
ut:'dds ccmp2tentes providências no serti 
do de apurar o que realmente aconteceu e 
o; o cazo punir tigcroamrte os rc,ponsáveis 
por tE.o criminoso ato, 
Campo GranC:e-MS., 21 de Nov. de 1984. 
Con~elho Region:iJ de Mediei.na Veterir:ii.ria 
Socíedade Matogrossense do Sul de Medlcln:i 
Veterinária. 
Sindicato dos Médicos Veterinários de MS. 
Comissão Especial <le Ecologia e Melo Aro 
biente do CRMV6. 
PESO PR V9!CFM 
RETIFICAÇÃO 
Na ed.iç&> número 713, de 'l:1 à 04 de dezem 
bro da TRlBUUNA DA FR0?-1:TEIRA.-!oi pu 
blicado nota, na co1l.l'.a RONDA POL1CIAL, d.i.. 
zenc,o que Leonardo Ramiio Baez. !ora pre50 
i:,or vadi.:igem. Lam~nt1.II1cs o erro. Foí preso 
o cida:iã:> AG1HFiN'O-J0AQillM DE ALMET· 
DA e no LECNARDO. que. na verdade, havia 
apr.:Seni"I.C!o uma quix. 
TEN. JOS1s ALVES DE REIS FILHO 
FC11CIA llm.ITAR 
E E 
OS llELHORES PREÇOS - LUXO E REQUINTE 
.. AJ.~IVEJtS..RIOS, fESTAS, C~A DE COZINHA, PA.SCOA, DIA DAS lLES.. DIA i>os 
• • • • •• • • • • • • 	i 	-·. • • ~ 	• 	J-. • 
NAMORADOS, DIA DOS PAIS, CONVITES DE CASAMENTO, PARTICIPAÇAO, ETC 
ENTREGAMOS O SEU PEDIDO ElI 2-1 HORAS 
GRAFICI E EDITOR; APA ·- Fone: 439-1'110 _: Rua da República, 'Bel& Vista MFi 
ou procure os escritórios dos j~rnals da RcdeBcJavislense 
"SE VOC PODE ADQUIRm o lIELHOR PELO lIELHOR PJIIRC'.O. P01l QliE PAGAR 
lIAIS Pnu> ?tmSJIO PR.Onuror APA: UMA orcAo INTELitm.N'rl:. 	( 
'...-..-.~ - -••- -,'li_ -.., • Q ~ •--,r.---,-.=-=1::;;:,==,-cp,rõ,p-;,,-=a=------....,...,....,,.

Lóris 
B CD 
Discoteques no Grémio Pedro Rufino co 
11
1
cçnnd11 n flcnr bar,unçodn, de uns tempos 
pata cá o salão nas noites de brincadeiras fica 
l~tndo 6 de críançn, Faço nqul um apelo ao 
Juizado de menores que baixe umr, portaria, 
p<•rqu<! cslá dnndn o que tntnr. 
TAMIEM 
Não estou gostando nada das brigulnhos que 
constantemente tem neontecldo no Grêmio, é 
uma vergonh, esses moleques são do llpo que 
nfio sabem como aparecer e começam n provo· 
cor us pessoas sem motivo nenhum, mais rigor 
por parte dos diretores, mais rigor... 
''d e a. a Z'' 
l IS$0 AMIG 
e•Pedngogn, Vera Lucln Monteiro está. bolnndo 
quente, a Vera vai inaugurar sua escola em 
85, frequentada por crianr;ns de 3 a 6 cnos de 
Idade e vai contar com a colabornção du pslcó• 
logo Jonhy yxz Franco, de Campo Grande. 
Visconde de Sabugosn é o nome da esco­ 
linha, o endereço é rua Alvares Cabral, perto 
du boutlque da o miga. Elp!dla Miranda. 
FIQUEI SABENDO 
que a Eliza, esposa do Dr. Léo Mirnnda está 
esperando baby, gostei de saber. Do Lorls um 
, abraço e esse casal simpático. 
A SRA. 
• Sonla Loureiro chegou recentemente de Com 
po Grande fazendo lindos trabalhos em cordn, 
peças artezr.nals, porta xaxim, abajures etc. 
Aos interessados, Sonin mora na Vila Previsul 
na casn de número 129. 
A l)l l!ICfO nl A 
do Grémio ewá de parabéns, agora p0s5u' a 
cabine de som. ficou um barato, com 15s0 0 
Ludgero pode ver as gatas que circulam por 
lá. 
Provérbios 
Deus disse: !nze tu que eu ajudarel 
C:;;.valo dado não se olha os dentes . 
Nu boca do mentiroso o certo se faz duvidosa 
Muitas vezes a má folha csconde o melhor 
fruto, 
cuida o ladriío que todos o s!ío. 
PESSOA,"3 QUE ESTlllAMOS 
Aman<la Pedra 
Senhor Maneco Miranda e Nice 
Tonlnho Xavier e Marinice 
Pnulo Irnla 
Mnrlo Marcos 
João Kali!e 
NA l'ROXIllA SEMANA 
este colunista estará de "olho" nas senhoras 
da nc~sa soclcdade, pois publ!carn os nomes 
das dez mnls elegantes de 84. 
CURTI DO 
suas férias na city e ~tinha TINA, eom urn 
visual multo tcham! Amor, curlo muíto sua 
maneira de vestir! E um barato! 
PENSAMENTO :CA SEi'llANA 
A mulher for1e não é aquela que encontra 
roscs no seu caminho, mos aquela que as 
semeia. 
vocr. 
1 n
" vida, glór•a. 
Vueé resume tucli> que sun 1c1 , 
bclcz::i domfnlo e perfeição, 
1 
• • . - do:dú co1 rlua 
Tudo que perseguimos numa d 
Tudo que e fugiu ao alcance .da mao. qunn o 
vejo você e fico de alma florida. 
océ é luz, perfume e ilu!,,.10. 
Porque v 	. ·'''" a qul- 
Vocé é para mim a idéia mas quer1ai» 
mera mais linda, a mais doce emoçoo. 
Você tem uma VoZ de canó.rlo cat.ivo. Dum 
sorrisa encantador e urn que ... de vnidode no 
olhar eloquente e expressivo. 
Mas apesar de tudo Isto, você no vé. • .Você 
não compreende ante o enlêvo que vivo ••• 
Que o mundo para mim se resume em vare ... 
(ML) 
Lembre-se que a Stok Toy presentes está 
com novidades mil para você presentear neste 
Nntnl! A sua proprietária, SenJ1ora Léa Bor­ 
ges espera sua visita. 
RECADO 
DE: Robson (Carioca) - PARA: La.ura 
o amor que sinto por ti nunca vai ter !im, 
mas as humilhações sim, 
DICAS 
COMO USAR GEL NO CABELO 
o gel pode ser usado de várias maneiras: 
Você pode pass&r só nos pontos que quer des 
t:.car (!ranja, laterais) por exemplo. 
Outra opção é apllcá·la com o cabelo ain­ 
da molhdo: ele ficará eom mais volume. Aí 
o segredo é passar só um pouqunh ., 'T 
dixar secar natura'mente. Se seu cabe, 
Clll to, no rntanto, " mtlhor é :,,, ,. 
na cabeça inteira. Mas sempre te 
dois uidados: use pouca quantidde de e 
misture com água para o cabelo não fica 
scado. 
Consultoria de Rento, do Studo Drast, 1 
za, SP) 
R TJNRI 
PARFAIT DE CAFE 
I lata de leite condensado 
2 
copos de creme de leite fresco 
2 colheres (sopn) de ca!é r;oll.vel ou granu'.1, 
Bala o creme de leite até virar Chanlilly, m 1 
turc sem bater a late de leite condensado e 
ca!é solüvel. 
Ponha no congelador durante uma h<>ra t 
mela. Enfeite eom grãozinhos de ca(é ou ro::i 
ro~pess de chocolate. Sirva em quadrinhos. 
Vivlana - L ! 
RFCUISOS PARA CREDITO RURAL SAEM 
NA PitôXIJIA SEMANA 
o Ministro da Agricultura, Nestor J 
disse que o Ministro do Planejamento lhe pro 
meteu a liberação de recursos su!lclen•es para 
atender os pedidos de crédito rural que e.:tã•1 
no Bznco do Brasil. Sem cspecl[lcar o m,,n, 
t:mte o ministro Delfln Nett.o garuntlu que a 
llteração será na próxima semana. 
Segundo o Ministro Nestor Jost ainda s.o 
necessários para ::.tender os pedidos de crld: 
to rural, eomerci.alização e pecuária Cr- 13 tri· 
11'.ão somados os Cr$ 400 bilb5es liberados ~1 
Banco do Brasil este mês, 
,1 
r.· 
Compra e Venda de Gados e Terras 
Francisco Fernando Albuquerque Casta 
Proprietário 
Rua 15 de Novembro, 308 - FONE: (067) 439·1046 
,t 
ESCRITÓRIO SÃO FRANCISCO 
1 
l 
1 1 
R. 15 de Novembro - S/N - (em !rente a 
Praça Alvaro Mascarenhas). 
Bela Vlsta - MS. 
_	][[[[[[] E] E][o]0]o]0I]. 
BELA VIiTA Mal♦Grtllio de Sul 
STOK 
PRESENTES 
Para este Natal a Stok Toy está com 
liníssimos aparelhos de jantar, abajurs, bo 
ne<:as de pano, carteiras de couro, arran· 
jos florais, sachês, perfumaria. 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, PODER JliDlCIÃRIO DA COMARCA DE BELA 
VISTA CORTõRIO JUDICIAL 
EDITAL DE Primeira praça(s) designada ar a 21. 12.8'1, às 1-1,00 horas. 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, l'OD ER JUDICLRIO DA COMARCA DE BELA 
VISTA CORTóRIO JUDICIAL 
EDITAL DE Primeira prnça(s) designada par a 21.12.8-l, às 1-1,20 
O Dr. Jc~• .:os Sr.ntos Petlicioni, Juiz de 
Direito da 'Onica Vara Cível desta Comarca de 
Bela Vista. Estado de Mato G1osso do Sul, na 
forma da lei, 
FAZ SABER a todos que o presente edital 
virem ou dele conhccimento tiverem q/ foram 
marcados os dias 21.12.8{ às 14:00 horas pnra a 
1ealização das praças designadas nos autos N 
• r25/IH de Ação Executiva Hipoiccária que Inst. 
Je Pri,v. Social do Estado de J'lato Grosso do 
Sul - PREVISUL move cor.ira Antcnio da Cos 
ta Marques e ma mulher referentes aos b~Js 
pc.nhora.:Os nos autos acima mencionJdos abai 
xo caracterizados: Cl casa residencial de alve 
naria, coberta de tdha de fibra de cimento. se 
bre forro de )age maciça. piro de Jajotão cclo­ 
nial e crimica, com 57.1 m!s2 (cirqucnt e se 
t mctro e um centimeho quatlr;,d(ts), construi 
da no lote de tcrre:no urb;ir .l determinado sob 
nº 2, quadra 267, do lcteamento de:cmninzdo 
"Jardim Boa Vista", nesta cidade, medindo 10.00 
mts. de frente por 35.00mts da frente aos {un- 
dos em ambos os lados. com !rente para à IUll 
Leandro dg Souza; lado Direito, com o lo<e nº 
171u'Eu±do cem o lote n? o1. e furdo, 
com o lote n° 03, .;istante 10.00 mts. da esquina 
formlda com a rua 13 de Agostc, devidamente 
matriculado no C-.R.l. desta Comarca sob o nº 
4.022. fls. 4022, do livro 02. Imóvel este que. se 
rã levado à praça no dia 21.12.84, às 14.00 ho­ 
ras para ser vendido r:or preço nf.o inferior ao 
saldo devedor dado na inicial, que é de Çr$ 
11.063.601,28 (Onze milhões. sessenta e três 
mil, seiscentos e um cruze:iros e vinte e oito 
centavos) . Dos autos consta que o mencionado 
imóvel encontrava-se lúpotecado ao Instituto de 
Previdência Social .:e Mato GroS!'o do Sul - 
PREVISUL. 
E para que ninguém pcssa alegar ignorân• 
eia. detennirou o MM. Juiz que se expedisse o 
presente edital que será publicado e afixado na 
forma da lei. 	' 
Dad3 e passado nesta cidadc de Bela Vista. 
Estado de Mate Grosso do Sul, aos 27 dias do 
mês de no€mbro ôo ano de mil novecentos e 
.oilenta e quatn Eu. (Pedro B. do Vale). 0 Su­ 
bscrevo. 
Juiz DE DIREITO 
Dr. Joa:±santos Pellicioni 
O Dr. Jonas dos Santos Pllicioni Juiz de 
Direito da Unica Vara Civel dsta Comarca d> 
Bela Virt.L Estado cie Mato Grosso do Sul. na 
forma da lei, 
FAZ SABER a tcdos que o presente edital 
virem ou dele conhecimento tiverem que fo. 
ram marcados os dias 21.12.84 às 14.20 horas 
para a realizaçf.o das praças de;;igr,1dJS nos au 
tos Nº 219/84 de Ação Executi·u Hipotecária 
que Inst. de Prev. Social do E,1a.:o <12 :'.oíat:> 
Gro~ do Sul - PREVISUL move conr SA 
MUEL DA SILVA e Sua Mulher, r:frentes 
acs l:ens penhorados nos autos acima meneio· 
nados abaixo caracterizados: 01 casa residencial 
de alvenaria, cobe:rta • de telhas de fibra cie ci- 
- mento, sobre forro de lage mllciça. piso de la­ 
jotão colonial e ccrámica. com 57.ll! mt·:.:? (cir 
quer,ta e sete metros e um centímetro c1uacira 
Jos). construida no lótc de terreno urb.:no àc· 
• terminado sob nº 09, quadra 265-C, do k>team:?n 
to üenominado "Jardim Boa Vista," n.!st:i c'da· 
de, medindo 10 mts. de !rente por 35,00 mt:s. de 
fundos em ambos os lados, com frente para à 
rua Leandro de: Souzu. lado direi uu o lote 
n% 10 da mnemna tua. lado Equudc com s lote 
nº 07 da mesma rua Leandro de Souza, e fu 
dos cem o lote nº 11 da rua 18 de Agosto, m~ 
1 
culado no R.G.I. desta cidade sob n· 3,222 1 
- 1 ,·ado 
3.998, do livra 02. Imóvel este que sera e r 
ho 4ara se 
'à praça no dia 21.12.!H, às 14.20 oras • .---: 
• d' o. fes' 
vendido por preço rão inferior, h1°, s 
áo saldo deve<lor dado na inicial. que é de 
11 Cê3 601.28 (onze milhos. sessznaa e três " 
seicentos e um cruzeiros e vinte 2 oito ce""" 
vcs). I:cs :rntos que cort,ta que o rntncio"~; 
imóvel nconrase hipotecado sément ao l 
de Frcvidéncia Social do Estado de Mato G 
' • 
o do Sul -:- FREVISUL. 	. .. 
:. ± legar igr2.r- 
E para que rnnguem pcssa a b ~. 
eia. determinou o MM. Juiz; que se t-'i:pedlSSer: 
presente edital que será publio.c!o e afixsdo • 
forma da lei. 	,. 
, is 
Dad3 e pasado nesta cidade c P? 
Estado de Matc Gro:so do Sul, aos 27 4ias 
mês de novembro do ano de mil novcents 
oiteitta e quaho Eu, (Pedro B. do V!lle). o s 
bscrevo . 
r. Jonas dos Sanca Pelleioni 
.ru1z Dt mm:rro

a0MA 7 Ho# Iüã 
aaa.o .-.. 	.,.. R~":""'lª""":t~•- •a• 
A 
am 
nr;QUlmJMEN1'0 Nº 07ll/fl1 
< 
! . 
Autor: Vereador Evlláslo Nunes de Mlrnda 
BUEmos 
Requeiro 11 mesa ouvido o plenário na for 
ma regimental para que eju oflciado ao Ex· 
mo. Senhor Pre!clt.o Munlclpal da necessidade 
m mzndar colocar bueiros na Rua José Lemes 
nugrc, no entroncamento dn salda para as 
Caieras. próximo a Cerâmica J Te VI. 
JlEQUErtlMENTO N 078/81 
/Ulor: Vereador Anselmo Lopes 
JSENÇ,O DE llIPOSTOS 
Requeiro o. mesa ouvido o plenário na for 
ma regimon<nl para que sejn oficiado ao Ex· 
mo. Senhor Prefeito Municipal, no sentido de 
isentar os Ex·Combnlcnles, dos tríbut.os munl­ 
clpals, residentes nesta cidade, conforme o 
que determine a Lei nº l. 499 de 07. 07.74. 
r 
, 
e 
IEQUEIIMENTO N 077/81 
Autor: Vereador Anselmo Lopes 
TROCA DE LUMI ARIAS 
Requeiro a mesa ouvido o plenário na for 
ma regimental para que »ejn r;ficlodo ao Dirc 
tor Regional da Enersul com óp!3 ao Exmo. 
Senhor Prefeito Municipal e no Eserit.óno Joc'l1 
da Enersul, i;,olJcltnndo dos mesmos a manutn 
ção e <r<>ca de Juminári.as com urg(!ncla d:i. 
Ponlc Intema.cionaJ d<> Apa. 
JUSTIFICATIVA: 
Senhor Presldcnl.e, Senhores Vereadores: 
Considerando que o eirado local já se cn 
contra in!estodo de marginais devido a gran1e 
eseurldõ.o, principalmente no perfodo notumo 
que poem em risco a vida de muitl}s pe::s"n.s 
que transitam naquele local, em retomo n 
suas casas, sendo malar parle dessas pcssoz.J 
empregadas domést.Jcas que lrabalham aqui no 
Bre.sll. 
A D V-O e A e IA 
Escritório: Av Rio Branco 187 . Fone 305 
DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO 
ADVOGADO 
CIC 006.474.381-00 - OAB-MS 2809 
Causas Civeis, Criminais, questão de 
Terrns, Direito de Pamflia e Trabalhista. 
Residência: Av Rio Ilrl/llco 193 
79280 - Por<to lllurUnlto, lllato G. do Sul 
cmURGiôES DENTISTAS 
Dr. Geraldo de Souza Rosa Fillho - CRO 
MS 504 
Atende 15 dias em Bela Vista - Sema-
1 nas allcrnadns, 
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DR Adauto Pires Mai 
CRO·MS 906 
Atende diáriamente 
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Rua Guia Lopes 910 - Fone 439-1363 
BELA VISTA 
PAIICCCrt 
Autor: Comi são de Finançrs e Orçamento 
A Comissão de Finanças e Orçamento da 
Cmar Municip! de E' Vt« MS, reuniu 
se na S'a das Sessões para pronunciamento 
e emitir parecer sobre o Projeto de Lei n 
010/84 d» ExCutivo Municipal· Estima a Re 
ci'a e Fixa a Despesa d» Municipo de Dela 
Vista Estado de Mato Grosso do Su', para o 
exerclclo de 193:J. 
A Comi o, após examinar cu dadosamen 
te o PIjeto de Li em pau'a e ouviu expoi 
çõe de sus membros, corc'uiu que o Projeto 
de Lei d Prposta Crçam:ntária para o exer 
cfcio do 1905, cstá per[ei'amente cnquirada 
de conformidade com a Lei n' 4.320. 
A Comis,ãu, cr.ncluiu ainda, que o Orça 
mento do Executivo Municipal, conforme ex 
planação da mensgem lida pelo Sr. Prefeito 
Municipal quando da entrega desta Proposta 
Orçamentária nesta cas. cstá dentro dos pa 
rfimctros legnis. 
, l 
Pelos motivos expostos aclma, decidiu fa­ 
voráve]mente à aprovação unânime de seus 
membros da matéria em p~recer. 
Sala das Sessões da Cfunara MunicJpal de 
Bela Vista MS, 23 de Novembro de 1984. 
E'vlláslo Nunes de Miranda - Vereador Pre 
si dente 
Claudlonor Jtodrlgues - Vereador Relator 
Marcelino Cassio Blglia Aclli - Vereador 
Membro 
l"ARECI.ft 
IVAN AFONSO DA CÓSTA lIAnQUES 
Advogado 
Causas Civeis e Criminais 
Inventários, Desquites, Divórcios e 
Legalização de Terras 
Escrit.: Rua Antonio Maria Coelho, 428 
Fone: 439-1395 
Residência: Rua Culabá 468 
BELA "f!STA MS 
Advogado 
llIANOEL RODRIGUES NEGRA.O 
A. Duque de Ca.-clas, 788 Jardim 
DR. JOEISON l'rIARTINEZ PEIXOTO 
Advogado 
Escritório: Rua lº de Maio, 357 
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL 
DR. ITAMAR DA SILVA DUTRA 
ADVOGADO 
OAB-MS 2.509 • CPF 187.610.030-4 
General Osóri., 825 
Res, Rua Gula Lopes nº 458 
Fone (067) 439-1272 
Bela Vista - Moto Grosso do SU1 
--·-------------- 
Autor: Com!são de Legtslaçião, Jus/a e leda 
ão Final 
A Comlssão de Legislação, Jus/ça e Reda­ 
ão Final. da CAmara Municipal de Bela Vista 
MS, reun'use na sala das Sessões da CAmara 
Municipal e usando de suas atribuições que 
lhes concedem as le!s o Regimento Interno 
desta Casa, examinando atentamente o Projeto 
de Lei n' 010/84 do f;ltcculvo Munlclp!ll • }".r,tS.. 
ma n. Rcccltn e Fixa n Despesa do Mm!dpto 
ck Dela V1str1, li}<;tado de Mato Oro:svo do Sul, 
p::ro o exercido de 1005: 
A Comissão, após estudo lndlvidu:tl de seus 
membro, sobro a matéria em paut.o., onde sub 
meteu se aprovação, chegandose a seguinte 
conclusão; que o Projeto de Lei acima especifi 
c::.do é: 
A) Constltuclonal 
B) Legal 
C) Juridico 
D> Tem ConeorclAncl.a Grnmntlcnl 
Para tanto z Comissão oplna favorávelmen 
te a aprovação do re!erido Projeto de Le1, 
t · 
Sala das Sessões ela Câmara Municipal do 
Bela Vista MS, 13 de Novembro de 1984. 
11-farcellno Ca!islo B Acloll - Vereador Relator 
Anselm,, Lopes - Vereador Pnsldente 
INDICAÇÃO Nº 075/M 
Autor: Vereador Juliã.o Godoy 
BUEIROS 
DR. FIORI lHJR.ANO 
Médico - CR!I-I 352 
Clinico. de Scnltoras e Crianças 
Operador 
CPF: 003820351. 
Cons.: Rua José Antonio, 1397 
Telefone: 382·3559 
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Campo Grande - Mato Grosso do Sul 
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derá na clinica do Dr. Suliman às sextas 
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DR. PEDRO JOSE PALMIERI 
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Rua 15 de Novembro, 160 
Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. 
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ESCRITOR I O JURturco 
NELSON CHAJ'.AS 
Advogado 
Causas Trabalhista, Comercial. 
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Rua Dr Ary Coelho de Oliveira ,660 
Fone: 2121 - JARDIM MS. 
D E JORNlS 
(FUnclatlo em 20/2/1972) 
C.G.C.M.F.15.513.203/0001 
- Registro no Cartório de Títulos e 
Documentos n 35 - 
Jornalista Responsável: Ivaldo Pereira 
(Matrícula MTPS nº 140) 
Adm1nlstração, Redação e Parque Gráfico 
- SEDE PRóPRIA - 
Rua da República s/n • Bela Vista • MS 
Fone: (067) 439-1410 Caixa Postal 23 
Diretora: Maria Estela Ve1asquez Pereira 
Depto. Circulação: Elaine L. Brum 
RF.DATOR..CHEFE: IvaldCI Pereira 
Reportagens: João Carlos Velasquez 
ASS!NA'FuRAS 
Bela Vista: 	10.000,00 
Demais Municípios: 15.000,00 
FUNDADOR: Ivaldo Pereira .. 
Um órgão da Rede Belavistense de 
Jornais Ltda. 
Reprcscrrtante Nacional: FUTURA 
COlUJNICAÇôES • SBN. Edifício PlluJo 
ilauricio, Salas U.13/llH/1115 • Telefo­ 
nes 223.1655 • 223.1660 • Brasília (DF). 
Filiado n ,D.Tl)RT P. ABRA.TORI 
Indico a mesa ouvido o plenário na forma 
regimental para que seja oflcle.i1o ao Exmo. 
Senhor Prefeito Municipal da necessidade em 
coloear bueiros para o eseoamento das águas 
no prolong2.1nento da Rua Antonlo João, na 
parte que dará acesso a ViJa Divino Espírito 
Santo I e II, pols devido as clluvas !oi totalmen 
te danfiicado aquele acesso. • 
-------- ·--·------------------ --~ 
! CE IOYAL LTDA 	- - --+--_ ,"y 
" • • 
.- F"" .. 
Leia e ssne 
YRIBUNII DA FIDNTEIRI 
ENGENHEm/J CIVIL 
RICDRDO 
DE SOUZA ROSA 
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1) Fre

_ ___,.,, - -·­ 
·----·---· 
---,---------~---------------' 
___________ .,..-- 
, 
DENU 
PRESIDENTE 
CAR (Ol ~ 
O prcsldc11II' do Setor J ove :'ll th• PM Dl 1 
(JPMDB) do Jkla Vlsla, GI0VANI CESAH 
DA SILYA, cm carla enviada a e,le jo1nnl, d,• 
nuuclou 
O 
prefeito de Ca.i·acol por tll's111onclo; 
~dmlnlstratlvos. Scgur-Jo Giovnni "o 1,rckilo 
11:uulrJp:il ,lc Corneei, Jr?lls Dclhtt:" Frrralrn 
Lolle, cheira uo c1u1111lo dr cumpru,• cnr11t rons 
tuntrmeulo em nome da Prefeiturn (exigindo 
11ola) culll legação de que val dlstrihulr aos 
J>obrc~, quando no veril.{,lc f6 fu-z ct chcr n , su~ 
geledeira e n "º seu p e	r o, um czrtc funcioná 
rio do Assembléin, cm Cnn1110 Gra
11
1•~, 1111c 1nm 
hérn ,ksvin,·11 corrcspondEnclns cnvln1:u de Cu 
1
,;col à4ucla C11s11 de Leis". Els u íntc(!rn <l 1 
LEI Nº 'l50/84 - GABINETE DO PREJ•ElTO Ell: 30 DE NOV,EiIBRO DE 1981 
16.465.000 
"Esiimn a Receita e fixe. n Despe:<a do 
município de Bela V!stn, Estado de .Mato Gros 
so do Sul, para o exerclcio de 1985". 
A Câmara Municipal de Bela Viste., Esta· 
cto de Mato, Grosso do Sul aprova e Eu, Momo 
• Dillon Nunes Leite, Prefeito Municipal sanc'o· 
no r.. seguinte lei: 
Art.igo 1º) - O orçamento geral do muni­ 
cípio de Bela Vista, Estado ce Mato Grosso do 
Sul, para o exerclc!o de 1985, discriminados 
pelos anexos int.egrantes desta lei, quf: estima 
r. Receifa e [lxa a Despe.:m em CrS: 
3. 2G2. 707. 000 (Três Bllhões, Duzentos e Ses· 
senta e Dois Milhces e Setecentos e Sete Mil 
Cruzeiros). 
Artigo 2º) - A Receita será realizada me­ 
diante a arrecadação dos tributos; rendas e 
outras receitas côrrentes e. de Capital na Ionn:>. 
de legislação em vigor e da,; especificaç5?3 
constante do Anexo 3, da Lei Federal nº 4.320/ 
64, eom o seguinte de~dobramenio: 
I RECEITAS CORRENTES 2.446.207.000 
II Receitá Tributária 360.000.000 
1: Receita Plltrimoni!:,l 
l5 Receita Industrial 
Ui.000.000 
10.000.000 
l7 Transftrência Corrente 1. 769. 207. 000 
19 Outzas Receitas Correntes 292. 000, 000 
2 RECEITAS DE CAPITAL 816.500,000 
21 Operações de Crédltcs 375.000.000 
2:l Alienação de Bens rn. 000. 000 
24 Transferências de Capitc.l 431.500.000 
TOTAL -GERAL: .3. 26l.707 .. 000 
_ ArtJgo 3º) - A despe_sa ~erá real!Zade. se­ 
gundo as categorias econômicas qUE apresen 
tnrem o seguinte desdobramento por elemen· 
tos: 
3.000 DESPESAS CORRENTES 2.183.920.000 
3. 111 Pessoal Civil 1. 304. 255. 000 
3 113 Obrigações Patrone.;s 60.000.0GO 
3.120 Material de Consumo 391.600.000 
3 .131 Rtmunera-;ão de- Serviç<>;; Pesso1J.is 
50.00il.000 
3 .132 Outros Serviços e Enc;:rgos 130. 000. 000 
• 3 .192 Despesas Exerc[cios Anteriore., 
8.000.000 
3. 211 Transferências Operacionais 113. 000. 000 
3. 231 Subvenção Social 15. 000. 000 
3.251 Ine.tivos 	11.600.000 
iílTfl 
curl:I do p, t ,,d,n•c cl.1 JP.lDD 
pul,llcn<la a pc<iido. 
(A l'ellido) 
CAUTA ABER'l'A 
Pnssei alguns dias em Cr-rn~ol e pude 
r,c,rccbcr e ser testemunha do d.:sc
0
nL.ntv.m~n 
10 da população com o cstl'dO de l1b('nd
0
;lo 
em que se encontra o municlplo, p•,r port~ du 
pH•íeilo Jesus Delbar Ferre ir. Leite. 
É assombroso ver tanta incompetência c 
foltn de interesse de um chefe ele Exccutlvo. 
i::un 1ncopncid::1elc niio para por e:!. 
0 
que v_":l 
den--:nclar é multo sério e tenho provas sufici 
! ,Í ,,1.,., • 
1 • a • 
entes para apresentar, se for necessé • i ': 
Trata se ac um=. fah:i. de considero, de 
respeito, sem falar n•J U." indcvicio e ade 
qundo da função que: lhe !oi ctrib1ticl,1, (1
1
t'>m 
de uma grande injustiça social p:sra co,n :i "J" 
puloçJ.•, c:11 ,·nte. 
o homem chC,!.l •,o .:uinu'o tl'! -:., !U1Ji;•: 
c•n!e, con~ltJllle:mcn•c, cm n ,me d,1 P1 d< :l~ 
a (exigindo rota inclusive, com legação de 
c•l~ vai ,Ii .. t ibur os pobres, quando na ver 
' 	:;J J ra e a e.·• '~u 
u.,tl<, ~6 f1!::. c-nc,hcr a ::-tL1 i,- ª' e, ,· • 
genro, um certo funcionário dz Assembléa 
em Campo Grande, que também desviava o. 
respondéncias enviadas de Caracol :que'a en 
tidade. 	. . 
Além disso, pude constatar o uso indsvido 
e indiscriminndo <l:J. vi-ltura da P1Lf~i,n1:1 !.or 
pessous que mão tem vínculo algum com a m(': 
m:i. Stu~ assessor!'~ u•nm e abus·,m <'e e<,r:l.cJs 
tível em nome da Prcfeitura pr; caçar, pescar 
e passar, cnquanto as pua docnlt: • qa.ndo 
rzczitam de ccnduçãc y/ um ±nJi:r3t3 de 
q.. 't.: ', c. 
urgência, recorrem o,-,- ct:n5lt1k1nn .,;), • J ---··- 
<l•c.-,to Rurnl de E:1:1 Vis;, e cm C	r c o !) . 
3ta dizer que, recentemente, o filho do 
. Cali Mendora se ncotrava gravemente 
crermo c .. e 1_)re(dto, e::;.,,.'.! inc:;crupcl:>~'1 s::r 
t? mermo sim ceupa a rrefcitur. negou ? 
viatur, mandando o tn!:.:;.::.:o procur:ir r,1:o.~ 
;unlc ao Diretéric o FMDB q•J:, por ~inal. c~r: 
:cgui viabilizar vcsu tu:vés de arrecada:o 
unto à comunidade. 
3. 25:? Pcn::ioni~tos • 
3.254 Apoio Financeiro Estuelnnlcs 15.00J.OOJ 
3. 255 A~sist::ncl::. Médico Hospitalar 5.000.0CO 
3 259 C1.1t tn~ Tran5ferlr!ci:.is F.:ssoais 5.C'.JO.OUO 
3.261 Juros Dívid:i Contrdod:i • :;r._000.000 
3.265 Ju10s de uts Dividas 5.000.00:l 
:J.~80 Ccntr. Forn. retr. Serv. Público 
21.000.000 
4 000 r;ESFESJ,S 'CE CÁPITAL 1.078.767.000 
4.110 CLros e Jns!t!lnçõcs 537 .000.000 
4 .120 Equip. M:1teri,1I Fcrrn:mcnt2 430.000.00G 
4.210 Aqulsl:;no de Imóvel 50.000.000 
4 .311 Auxílio Despesa Capital 20. :JOO. 000 
4.351 Amortizaçã~ :Civida Control3da 
30.000.000 
4. 854 Oulr&s Amortizaçõc.; • 11. 'l87. 000 
TOTAL GERAL 	3.252.707.000 
Artigo 4') C Poder Executivo é :.iutorizi:b 
I - Efetua: Operações de Crédito por an 
tccipaç.ic de Re:ceilns até o l•mite de 25% (vin 
te e cinco por cento) d:i. Receita estimadn, nos 
termos de Constituição Federal, Artigo 67; 
II - Efetuar Opa1açóes de Créditos nos 
termos do Artigo 7° § (Parágrafo) 3° cin Lc: 
Federal nº <!320/64 p/ despesas orçamentári:ls. 
III - Proceder Abertura ele Créditos adi• 
cloneis suplemenl.llres áté o llmit.c de SOO.O 
(oitenta por cento) do orçame:nto de de;;pesas, 
nos termos do artigo 7° da Lei Fed::rnl nº 
4320/64; 
IV - Fica outcrízado a suplemenla:;:io de 
dotação até o limite ds Operações de Créd­ 
ios realizadas, comp1msando-se a abertura ncs 
lermos da Lei Federal n' 4.320/64; 
V - Proceder a trensposição dos rc::ur­ 
so.; da dotação orçamenlúrin ncs term:is do 
Artigo Gl § 1 ° da ConstitUição ·Federal; 
Arligo-5') Fica aprovado o quadro de in­ 
-vEstiment.o plurianual pi:ra os EXErcicios de 
1985. 1986 e 1987. 
Artigo 6º) Esl:J. ki eni!-urá em ·igo,· :i 
1 
p,:rtir de. 1 ° de janejro de 1985. 1-e·ognd:is as 
disposições em contrário. 
Bela Visa MS, 30 de Novembro de 1984. 
AFONSO DILLON NUNES LEITE 
PREFEITO MUNICIPAL 
,., 
O Ho;pllal Mun•cipl cnLio nem rc fo.h: 
r.'ío tm médico. no tem material e e encon 
ra em péssimvs cciiç6:s sanistias, há pouco 
n~o tihh'.l nem sccinga p;;ra a:::,Iic~r i: jeçao. 
o Sr. Je,u~ Delbar Fe~reira L:iitc potle ::· 
Jc ,ar de tudo pata sair do que eu disse. quan 
• 	.a, ±. A:,4' 10 
ào, na vcrd:;dc, cu p .... :,so cp.t _. cs ·~ ll!~tv.10.L_ 
• • • • ...., , • .;!"' ....... 1,0, 
r;ssarorumzéracreInca-"·" 
da a uma limitada capacidzde minisrativa, 
desprestígio politicv e impopularidade muito 
r;ro.nde. • 
Ele é a vergonha do seu próprio pJrtido, 
:P,RTA1im:NTOS C011 All CONDIClON/UO. "l"ELEVISAO, G!::U,DEIUA.. 
CTlT'ttítASC.!RT . nou1zto. ", l'rAIS ,.;nnr:QN, 1.:sTALAÇli.O DA cro.U>E ~ A 
QUJ;: l'tTELUOR ATENDE 
~XEXO . !õ:SCRlTCmo u:::: C(J!tRET.1.GRNS - V°E,";!": DE F!,ZEl"'D,S - >ACiflCO 
IlALT,, - CORRETOR - REGISTRO C~l!Cl 1'"" L2J - 
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• .  n e., t• ., .. wro politiec mn lu 
gum. 
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.. ·., m 111r 11:,, r 
quando necesit h, a 
ç de p:acucus aio 
P:'1D~. r ! 'l,l e'.-• • C t 
ftl:",I,1 .. n ±li t » comn 0 j ovo <·i.r .... c.'.t' 
1
,. do e ct,' ntl, -i~',, tolJ "' e •U :u 1 p,, r 
solvi 4o t.o fa&!id e 1rblemns 4u 
prefeito ;: 'o a _,., .. i Jt l ci • h:..b1ti,b" '. 
1so t'o v no c e o pr qu ap, 
çi. a'é to, aturava c'ada esa p'cate 
g-n. Aora riu d; ma«is sr :czr, poisio 
:,ti'uC: tltl_n•r- [,'·a <"íCl'tl (a~O•ld·d ,. o 
pu,·o C.:c C .!, .... rl r-,:a r:t..l .. :-e {1140 pouco 5 
é insuportável er umn }mn mal intra 
<lo ·:· :ndc. uh,n!o, s te lamhuarloe d, 
b.a vontzds das pesco, E« di se tudo iso per 
cu rolt? cus gl iuo pr ioal le 
r o.n'e :	:	to 	a Sr. G o c	s d , 	d o E 
to Wi!o1 Brcz !arti, pura que algura 
Iwvidnci '2ja te.nad:. Ss for nrsri, cm 
f.-w'o z'aja d S. 'usas D! 
E±etc 
cc:1•-·, :, :,• . .:· ·•, _ 2íu! cu f 
vc!ale popular. irs é o C)H".! C.J pt..'lr"", C(::!'l e: 
gull:o. 
Gl: ,·:.: i Cc-r r filvn - !.';r,i,lt•nle rlc SctGr 10. 
vm1 do P:',IDB 
71@s h3as r2zãs 
7a y? praiari; 0s 
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,u:;.r,ZL~! - GilANELEmo CAPAC1DADJ.:: l:! :11.r:. 'W)r.:::LADAS - SITC.Dün P.ARAlO :f!L S.:CS 
RU.l. DUOCJE DE CA_."'Çl.,5- S/N GUIA LCPr::s D. LaGlliA - JAr.:; .: ... 
:: 
--- 
-~--- -,,,--

( 
--------~----------------- 
'UJJl dos problemas mas e erva'es que 
a ,i 1lm<i~ Jll'l '(•fllt:O!LJIIC (• ll l)CJVtlil d llC , 
io presidenda! (se assim podemos <111.e:r) d,t· 
(h n h(·fcrogeneitlnck elo opinl<i", t 1, 1.ld..!5 •, 
)t.i!Jliro pelos meios de c,,rnunlt, -:;õc; n.,, c·n 
:icvl51US dr polil:co.; fc•ta~ tlill.1~1m:n1c Jl.,: 
Jc,rnull~•un ele L<,do:; o, mntizs no pen ameno 
C u:clorinlu tk C' .,<1'1 llll dele, sem nun a ch 
g,,rc.m u um·1 dc1:11iç!ío conc
1
L,·;lva e <.-<•nvm 
entc sobre a fidelidade partidária no Colégla 
íldtoral, 
Nu lnit1lfo de levarmos ao público nossa 
mensagem de fé nas instituicôcs nacionais 
l que s.::o lnl!'f!T::d J p r juiz e homen 1by'i­ 
eos de rtcvnd·1 tabsr e "nétt ili! s; ho 
mens te transfotim em o' e dita s dn 
c;vnstllulçiio da Repibli cm vigor. mrn 
lei que não pode ser «arre!cd" b' p1zr 
para, com o seu amaciamento, saciar paixões 
ou Interesses de A oi de D. 
Resolvemo!l, pam e. s::1 c•m·.ecuç[w, entre· 
vistor nlguns pollticos que desejam ver o Dra 
sil eir do su(uco cm que: entrou n·•r mJos 
1nsegur11s desde tempos rcm•Jl<.:s e retomnr, 
srn cominho pnra n [(randc:m que o c.,pcm u 
futuro. Pnrn tanto, em primCJiro lu:;ar o vele, 
~no Jota ,Jota, de Dela Vista. nnt,gu político e 
tnlvez o mal; velho vereador qnc o Brasil J;; 
teve nas pugnas clcítorni,; aos 80 anos de ida· 
de e nquela ufüm::.çiiu c!a vcrcbdc naquilo que 
se refere n eleições ou vida p::1rtidári~, d:ida 
n ua longa experiência .. 
Hqiórkr: Que ~-::h( o senhor sobre a coníus,io 
que existe na atu:i.lidnde sobre o aspc::lo hUces 
sório Ningném se entende, nada fica definido; 
r. brlg11 é la;timávcl em um pn!s de demasizda 
'Lnlnde do seu povo de nlcançnr uma demo• 
. crncin plem e c.berln? 
JJ: Olha ilustre repórter. não sou cu o ca 
ru n quem deveria dirigir tul pergunta, pois 
poderão os leitores não concordarem com as 
mlnhas opiniões e conclusões sobre esse ::ssun 
to de tal relevância que acho que sô os gr:m 
dões lá de c'mn poderiam 1csponder, dadas ns 
ttl'ponsaJiUdt:dcs que lhes üio atribuídas com:> 
trunbém são cs interessados di!'2tos a solu~io· 
nnrem esse problema que fustiga a na;;ão bra­ 
sileira e nos trás essa sensação de desequilí­ 
brio na gestão dos assuntos políticos. O povo, 
através de eleições diretas deu a outorga aos 
Pltlamcntares, cles sabcrão, em tempo hábil, 
r=lv:r com exctidüo e severn observância 
c::is leis vi~entes, o impasse que existe nn con• 
,fllsào de que falaste. 
Rc{lórter: A fidelidade pruiidária JJ, o 
senhor como homem que tem inerfocia em 
um Diretôrio de Pnrtido deve estnr bem a par 
de como se deve entender e definir esse assun 
tu que está trazendo g1:nves consequências pa­ 
ra o ubrandnmento du situaç5.o. isto é, che­ 
gar a um pento em que os político3 entendam 
que a lei é para todos, e não pode ser distor­ 
cida? 
JJ: Este é um foto importantíssimo. A fi­ 
delidade partidária é uma das questões mais 
~iln:s de um partido político, é ;;. su:i D.::fes:i. 
Por ela se c',•sl:cl aquC'les posLulantes que 
ng<:m com le;:.!d~de, sem frouxidlo, são probos. 
pus uem didade pssoa!, os que esoih r m 
o,;.( u•,: ,-,; 'Jttm J" de,,,, •.,J e e oduzmn cot 
I< !,<lã•, ll" •.cu c,umpr.,u,nt.o. !. !ógk·o <J<h,, 
lnc'iv,ú11;J qt I! <1 desonesto, traind setu parti1». 
n. ,, t ,,, honra, deve ser expurgado. 
epótr: Está certo. Mas fidelidade 
,0 Co!'gio Ele»oral, vale ou não vale? Com» 
<' <!<''=' fie·,,'/ C TrltJun:il SupcrJor El<'ll"rnl , .9in., 
qdg no C.,!t';_,io Elc,lornt n:io h:1 fidc!icl;ufo p::i, 
Jictnr, 1. vota se cm quz!quer candidato? 
JE;: o frutos do tempo amigo. A campa 
i ln <,lt qttllllc. A !idei!d'lde pnrt.ldfirla r
1ci 
total e sua conscqun:ias, cxistem sim e pr 
~: ler. F<t:i nu t• xto du Constitui;ão, na Li n" 
~.r.c:: t'·· 21 07,71 (T_·_I Or,~fm!ca do'> P,tr11cJ<Y.; 
r •' li:. . l· r'I r ri n' ·~. 717 de 15 07 .G5 (Códi"> 
Eira; n Reolucão n 9 059 de 15,07. 
t,, d, Trib1111nl Superior E'eltoral e, oulr,:, se· 
6nintes e nus Estatuto;; do; Pnr!ld<>J, tnmbim 
consagrados pelo mesmo Tribunal Superior 
Flcitoml. 
Cemo vdes, fora a Constitulçãa c as duas 
lei~ seguintes. todos os demis órgãos nonn'ltt· 
v,..; f<,ram consng-rados. confirmados e regis 
trados pelo próprio T.S.P. do; idos anos. O 
que acontece ngorn, é como no seu dizer: h~ 
umn confu.!cão. Mas, pnra dirimir ess::.. existe 
o Supremo Tribunal Fedcrc.1, ao qual foi con 
k:-ido poder pc.la Constituic;ão de Julgar as 
causas re:corrld;:.s (ver conforme preceituo o 
seu ar1. 119, item III, letra d: "dar a lei fede­ 
ral interpretação divergente da que lhe tinha 
clado outro Tribunal ou o próprio Supremo 
Tribunal Federal". 
Está cl::.ro que o impasse vai acabar. A 
lei soberrin:l vnl prevalecer . 
Repórter: O Diretório Nacional do PDS 
reuniu-se para deliberar sobre a atitude dos 
srus parlementi:.res que optam pela cmcilda· 
tura da Frente Liberal, isto é. da oposição. A 
cão o p!irtido chegará até as punições pre· 
vistas em lei mesmo o Tribunal Superior Elei• 
t<>rt:. achnndo que não há fidelidade pnrtiõá· 
ria no Colégio. 
JJ: Caro jornalista. vccê está me aperlan 
do para dizer aquilo que não me compete di­ 
zer, dada m.lnha modesta pa.rUcipação em um 
p!'rtido político; mas posso asseverar-te que, 
no meu entender, dada a grande maiori,:, que 
votou pelo revlgornmento da fidelidade parti­ 
dria, pelas cristalinas disposi;;ées eonstitu­ 
cion::ls, não resta dúvida. O partido está agin 
do para arrumar a casa, minirniza.r divergful· 
ci~s. 1ranspor dificuldades. fazer valer suu; 
diretrizes. tocar a eonsciência de seus parl:l· 
mentares desgarrados e estou certo de que do 
debate que houve muitos figurões vão se ada· 
ptar 2.0 regime estatuído talvez integr:i.ção sa­ 
lptar destes arredios polit.icos para a uni(Jca­ 
ção do partido, sem punições; não debczndo, 
cntrebnlo, de tomar medidas austeras se for 
necessário. Há pela,!rente qu~e dois meses 
pura a eleição. O partido ainda. tem muito 
tempo p:ira íorta,lecer sua de[esa, tomando 
ou•ros providências legais. Além dísso, quanto 
o final da sua pergunta, está taxativamente 
imposta a perda do mandato de depuhdos e 
Vejam s: o urt 
f', P' ib±ró.s a que 
f.o·, e adors e.! de a dp'4 
' 
r
1
.,'i'U1._-u.1 f 'c.t. .. ..'. 
d berco do Tr±sr ! 
e ffl') :-' 'U : 
1-.u infringir au 
c·tbelcid@, no art. anterior. 
II - Cu'» m dento for de .... r1d in 
c mi !c 11 ,, Cl .. ,, , }! r nt rol a 
1 _t(,ri,, d ; ., tu.c2. e ' ,: 
HJ - Çae d ' 	, • .., t·r•.n 1'-- 	: , r'• 
e' • - '. •·,. ') J ·±: t',u ta r • C. ( ,, 
;. 5 6r';- + (cm 	t 	• + 
dire'1+5s p»'itico; 
V -- Qte .ta: :t de fdeld2:' 
1.)ril=l 'ria, .e, 'l.lll<!'> n prc•;-is'·• n') P'- ·if,nf • 
éncio do art. 152. 
O • 25 tr 4 ;ar{grafos que snes! 
cm maneiras e os oders cm autori!do 
para as cassa;z: que n! e tr:ncrevz ror 
serem cxtensos, mas, vai aqui o au ertiul1 o 
§ 4', :e cconercm os casc· dos itens IV e V, 
a pHd::. será aulom:itíca e d'!c!~rad~ !)!:1.,, r:s­ 
Eciva Mesa. 
Af está meu cnrr. !'o.:pórur, a r.:al'ciad.: :lcs 
fato 'o discutido: ns últimos dias p'a im­ 
prcn<a. político:; e TV que transmit.cm :;cu· 
p, nsamenlos :em [un<l:menrcs fi.xadc,s no ri 
: da lei. 
Como ficou claro, não depende do TribU· 
n:il Superior Elc.itornl ou Partido Pvlít!co n 
C8$Sação dos seus repr:?senl:mt('s no Colé1fo 
Eleitoral. As Me::B!: d:: Câm::ra dos Deput:iclos 
on do Senado Fcder:il e até mesmo as dns As 
scmbléias Estndt.mis podem efetivar esse d;s. 
positivo da Constituição Feder=-! em virtud<J 
da infidelidade parlidári:i. 
Para eompletar e a título de es::l!lre:imcn 
to. o panigr:úa do art. 15'2 está ::ss'm rcdi;::i­ 
clo; Perc!er-J. o mi:ndato no Sena ão Federa.!. n'l 
C':lrnara elos Depulz.:los, nas Assembléias L~ 
gislctivas e nas Câmaras Munlcipais quem, 
pela atitude ou pelo voto, se opuzer à:; diretri­ 
zes legitimamente estabelecidas pelos óri;aos 
IL 
• l 
de direção part.idúr!'l c,u dcocar o part.itlo sob 
cuja lt,cenda fol c.lciw. A perdu do mandato 
:;cr.i àec1clacL.1 pc.:a Justiça :Elclt,oral, mediante 
r<cp1 Escn,.1-,:10 do partldc,, assegur.✓.lo o <1Jrcl· 
to de ampla clde.,a, 
e , e:.posto, r,e inforc que vão para a Jus­ 
t :ç~ Eleito1J.l julgar. opw::.s os dispositivos do:i 
fün III e última parte do parágrafo único do 
arHr;o 152. r,a;s que º" do:.s itens, I e II são 
dcridos à Câmara ds Deputados ou Sen1do 
Federe! resolverem. 
Não direi n;,da se dc,ntre poucos d.ias fc,r­ 
mos surpreendidos com adesões de governa, 
dore,, deputados, senadores e outros pol!úcos 
ao Presidente João Figueiredo, :intes dos resul 
l;;ci.os esperadas da ação do PDS. 
Você. n::cu c.::ru repórter, acha que algum 
pr,rfamentar queira perder o rnandat.u? Quel­ 
r;i p2rdcr su-i reprc.scntaiividarle no cenário 
n::cíonal? Nun::a. 
Y.i.:::-s a fldelidade partidária em apreço, ó 
pr::, '1l!er. Lei 6 lei. é para ser cumprida. Co­ 
mo disse acima, a Lei Soberana vai prevale­ 
cer. 
NO CENTRO DE BELA VIST.d - AO LADO DO BANCO DO BRASIL - PRAÇA 
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il, ~- i- -, 
l.,:- -·- 
,_ - 
. .. ..: 
1 
' 
o :;mLÉoR cor.nETIYO r.m. o ~c:,a 
QUALIDADE -- EFICIENCIA - PRODUTIVIDADE - - SEGuP..,KÇA: C,I.C.IT.::: O !l0DOQUE)7A. 
"Cada viagem que um caminho 'e:mina, transportando o C2'circo oln. éa esperança que se renova, de uma 
colhei:a farta, de melhores nzgúccs, d. mares Fquezas. I-to por, +o: 1° n :- ou maior que seja a sua lavoura, cm 
o CALCAREO BODOQU:::::...'l'A o lucre é certo. 
DINAMISMO -- FE--- DEDICA;3O 
A trilogia que fez do CALCARJ!-"'v EODOQUENA. ::ia Mia3ração BcdoquenzS.. uma de nossas maiores indístras. 
USINA: RODOVIA JARDIM A PORTO MURTINHO, IG-'I 54 - ESCRITôRIO: RUA JOAQUD! TEIXEIRA ALVES 1985

mo noxriT 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA V 
"DE€11ETO Nº 002~/ff.l-GABINE'Il: DO l'JIB FEll'O EM : 28 DE NOVEMBRO DE 194." 
"Estabelecer a pauta de valores imobiliário 
pn111 ll 1•xcrcíclo de !085, base de cálculo do im 
posto predial. Territorial Urbano « transmiszõzs 
imobiliárias e dá outra providências", 
O Prefeito Municipal de Dela Vista. Estado 
de Mato Grosso do Sul, no uso dr· sutCJ atribui 
çõe e tendo em vista o artigo 17l, parágrafo ú: 
nico, item IV, da Lei Muwieir 11 r" 725/01 ,(C6 
digo 'Tibutário), de 23 de dezembro de 101. 
DECRETA: 
ARTIGO lº - A partir de 1 de Janeiro d> 
1985, fica estabelecida a pauta ele valores imo 
hlllálioa do munlcfplo de Belo Vista, Estudo de 
Mui.o Grosso do Sul, para fins de fixação do va 
lor venal bnsc de cálculo Jo Imposto Predial, 
Tcrrilcrial Urbnno e, transmissões de bens imo 
blllnrlos, conforme 111beln nbalxo: 
SETOR I - Compreende: Rua 13 de Junho 
e Rua Cuiabá até Guia Lopes Rua XV de No­ 
vmbro e Rua Antonio Mntia Coelho até Rua 
Cel, Comissão; Rua Dep. Mário Van. Dcn. 
Bosch e Rua SebasUüo Crispím do R3go até a 
Rua Cel, Dias; Rua Cel. Camissfio e Run Cel. 
Dias entre as Ruas Antonio Maria Coelho e XV 
dr. Novembro; Rua Guia Lopes, Rua Antonio 
João e Rua General Osório entre as Ruas S2bas 
tliio Críspim do Rêgo e 13 de Junho. 
4.000/m2 
24.000/m2 
20.000/m2 
16.000/m2 
SETOR 2 - Compreende: Avenida S2na• 
dor Flnhelro, olé Avenida Theodoro Saliva, até 
Rua.Visconde de Taunay, até Rua Barão do Ln 
dário, até Rua 18 de Agosto, até Rua Genzral 
Rqndon. até Rua Alvares Cabral, até Avenida 
Theodoro Sativa, Rua Afonso Pena, até Aveni 
da Paraguay, até Avenida Senador Pinheiro. 
TERRENOS 	2.800/m2 
CONSTRUÇOES 1 	20.000/m2 
2 	16.000/m2 
3ª 	12. OOO/m2 
SETOR 3 - Compreende: Rua Flo1inno 
Peixoto até Rua Afonso Pena, até Avenida The 
odoro Sativa e Bairro Antonio Joiio. 
'l'ERRENOS 
-CONSTRUÇÕES l" 
2 
TERRENOS 
CONSTRUÇOES 1 
2 
3% 
2.000im2 
16.000/m2 
12.000/1n2 
8.000/m2 
SEn'OR 4 - Compreende : Bairro Costa e 
Silva, loteamento e os lotes de terrenos urba· 
: 1 J)R. MAlJRJCIO AGAPITO ORTJZ OCARIZ  
MltDICO CIRUJANO 
Regi.st.ro nº 307'7 
Crianças - Obstebritja - Geriatria - 
Clínica Geral. - Pequenas Cirurgias - 
Retirados de corpos estranhos - Nebull· 
zação. 
Consultório particular em Bella Vista 
Paraguai • Rua Lomas Valentinas s/n - 
Telefone 263. 
no: localizados a 1 Circunscrição n/ compree 
hiaos nos setores 1, 2 e A. 
TFRRENOS (at& 900m2) 
'l'EHRENOS (Ul,Om2 /1 J0'Jí,:m?.l 
TERRENOS (acima de 100m2) 
CONSTRUÇOE8 1° 
2ª 
3 
1 ()00/m2 
-lVJ/rn2 
40/m2 
12.000/m2 
0.000/m:I 
4 000/m2 
AflTlGC 2º - Os terrencs baldios e edili 
cados. Ecrão tríbu1ado3, respeitando o critério 
lle ,Iocaliutção dentro do sttor. conforme os ín 
dices abaixo: 
1 - TERRENOS EALDIOS 
SETOR Ol -· 3';1 do vnlor lmoblli:írio. 
SETOR 02 - 2 do valor lmoblllúrlo. 
SETOR 03 - 2 do valor Imobiliário. 
SETOR 04 - 2',, do valor lmobillárlo. 
II - TERRENOS EDIFlCADOS 
SETOR 01 - 1,5 do valor lmobilitirio. 
SETOR 02 -- 1,0 do valor lmol:lllúrio. 
SETOR 03 -- 1,0 do valor imobiliário. 
SETOR 04 - 1.0';o do valor Imobiliário. 
ARTIGO 3º - As edificações Inüústriais 
scrt.o avaliadas a razão mínima de Cr$ 8. 000/ 
Ín2, tribulados conforme a sua localizaçúo no 
setor. 
ARTIGO 4º - Os imóveis localizados 110 
SETOR RURAL e, Cadastrados na Pref:!itura 
Municipal. serão avaliados a razão de CrS : 
400/m2 tril:ul3dcs em 2',; <lo valor venal. 
ARTIGO 5º - A taxa d conservação e lim 
peza pública, será cobrada a razão de 10 do 
IPTU, 1:omFrccndendo todos os setores. 
ARTIGO Gº - A taxa da cclela de lixo, se­ 
.rã cobraC:a a razão de 2C d IFTU, compreea 
dcndo os in: 'ivcls cdilicadcs nos stlores 1. 2, 3 e 
4. 
• ARTIGO 7" - Fur-se é uma xedução de 
50~, r.:i valor venal, dos imóveis localizndos em 
lugares permanentemente alagadiços. 
ARTIGO 8°- Ter-se à uma reduçãb de 
70~,- no valor venal, dos imóveis lcc3lizudos à 
margem do Rio Apa e, dos Có_gegos existentes 
no perímelro urbmno, d2sde que saiam efctados 
pelas enchentes ocasionais. 
ARTIGO 9º - Todos os contribuintes que 
quitarem seus Jmpcstos de uma só vez, corres­ 
pondente ao exercício de 1985, gozarao de des 
cento de 20. 
ARTIGO 10º - Este Decreto entrará em 
vigor na data de sua publicação, revogadas as 
disposições em contrário. 	• 
DECRETO N" 0025/84 -- GABINETE DO l'IIE rcn O EM: 28 de NOVEMBRO DE 1o«4 
Bela VistaMS.. 28 de Novembro de 1.984. 
AFONSO DILLON NUNES LEITE 
Prefeito Municipal 
preCo desie e.<emplar 
"Aprova o orçamento programa d o 	e r i ç o 
Autónomo de Agua e Esgoto de Bela Vista, E 
tudo de Mato Grosso do Sul". 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado 
de Mato Grosso do Sul, no uso de uas atribat­ 
ções. e com base no artigo 107 da Lei Feda! 
N· 4.30, de 17 de Março d 1 9 4	. 
DECRETA: 
AflTIGO lº - Fica provado o orçuma.+to 
prosrama .:o Serviço Autónom'.l de Agua e Es 
goto de Bela Vista, para o cxcrclcio de JOi,3, cu 
ja nceílo. foi orçada em CrS : 285.200.000 (Du 
zentcs e Oitenta e cinco milhos e duzentos 
mil cruzeiros). conforme Jiscrímin.:içfo do nn<l 
xo. 
ARTIGO 2" - Fica o Ecrvlço Autónomo 
T 
de Agua e E·goto de e! Vita. at4 
efetuar a abertura de créditos up'e.e.ou. 
dotações deste orçamento ate o imit 4 
(Quarenta por Cinto) da receita stn 
obrvardo o di polo no Ar!te 43 e ug 
r a t os do Li Feder1 ° 4.a2 de 1 a, 
ç.o <l,: 1964. 
ARTIGO :l'' -- J .. t •r.m ,,,tc °""''v 
nexos mrion dos ne Artigo 1, Ee 
-emas insttuidos ta Lei. 
ARTIGO 4 - Ete Decreto e rar e 
por na data de l de Jan'ro d: 1J65, 1e 
as disposições em ccontrário. 
Bela Vista-MS,, 23 de Noemb .o + 1 
AFONSO DILCN NUNES LEIIL 
Prefeito Municipal 
-----------------------··----··------ 
DECRETO Nº C023/84 - GABINETE DO PREFEITO EM: 22 DE MlVE:IIlRO DE 1m 
CRS 300,00 
Afonso Dil!on Nunes Leite, Prefeito Muni 
cipal de Bela. Vista, Estado de Mato Grosso do 
Sul, usando das atribuições que lhes são con 
feridos e de acordo com o disposto em o o.rt.i· 
go 120 da Lei Complementar nº 7 de 20 de 
Novembro dia 1981, 
DECRETA: 
Artigo lº> Nos termos da Lei Municipal nº 
741/83, Artigo 4°, Hem III, fica aberto um 
Crédito Suplement2.r no valor de CrS: 
62.400.000 (Sessenta e Dois Milhões e Quatro­ 
centos Mil Cruzei.rOs) ~ ser consignado na se­ 
guinte dotação crçamentárla: 
LEGISLATIVO 
O .101 Câmara Municipal 
3. 000 Despesas Correntes 
3. 200 Transferência Corrente 
3.211 Transferências Operacionais 1.900.000 
EXECUTIVO 
O, 102 GABINETE DO PREFEITO 
3.000 Despesas Correntes 
3. 100 Despesas de CÜsteios 
:l.120 Material de Consumo l.000.000 
O. 103 Secretaria Municipal de Adrninist~ão 
3.111 Pessoal Civil 	4.000.000 
3,120 Material de Consumo 1.000.00íl 
3 .132 Outros Serviços e Encargos l, 000. 000 
0.105 Secretaria Municipal de Educação, Cal 
lura e De.;porto 
3. 111 Pessoal Civil 	15. 000 001 
4,000 DespcSll.S de Capital 
4 .100 Investimentos 
4. 10 Obras e Instalações 18.000.00l 
O .107 Secretaria Municipal de Viação, Cbrs e 
Servçíos Urbanos 
3 .111 Pessoal Civll 	2.500.000 
3.120 Material de Consumo 3,000.00; 
O .108 Secretaria Municipal de Transpc,rte 
3.120 Material de Consumo 15.000.001 
TOTAL 	62.400.009 
Artigo 2°) Para cobertura do preen'e 
Crédito Suplement.:ir, correrão por eonta <!1 
Aritgo 2º da Lei nº 773/8-4 de 09 de Maio de 
1984. 
.Artigo 3°) Este Decreto enirnr:I. em vi;;-.r 
nn data. de sua publicação, revogadas as dispo 
sições em contrário. 
Gabinete do Prefeito Municipal de Bei 
Vist!l, E..-tado de Mato Grosso do SUl, aos r; 
te e dois dias do mês de Novembro do ano:'.: 
M>I Ncvecentos e oitenta e quatro. 
AFONSO DILLON NUNES LEITE 
PREFEITO MUNICIPAL 
Es·critório de agrimensura lélio Diório 
Rel{!stro CREAA. - Número 52.993/TD S.P. 
VISTO Número 1.011 - MS 
Medições do Tcrrns - Lcvuntumcnto, Cadastrais de F=ndas - Divisões d.e Invernadas - 
Rnüficaçiío Junto no INCRA. 
Serviço Quaillicado - Responsável e Técn.lco 
Atende todos os lIunie:ípios da Rcgilio 
Informações: Fone 439-1258 (Escritório) e 4.39-1057 (Residência) 
Rua: Cuiabá 180 (Escritório) 
BELA VISTA 
Rua: General Osório 1281 (Residência) 
Maio Grosso do Sul 
"O bom servidor nada teme no presente ,orguHa-se do passado 6 @ela aasn l n% 
futuro".  	• __.. 
---·---------- 
RESTDIJR ftNTf CIISSINO 
Serviço a la carte - bebiflas Nacionais 
importadas - Jogos lazer- Som e. 
presença da Socicdzde De!avir:r:e 
Ponto de Encontl'u da Socí,·Llaü" f:'onkiriç.. 
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de semana de uma cantina de Pizzas, ~ que 
li"S sál:;udos e domingos a partir d::.s 10:00 Ir; 
no Clube Paroquial estarão srvindo Pizz, 
rnns se você qulscr fazer pedido por telefone 
VI 
SEMPJlE PRESENTE NA CONQUISTA DF OVA ALTERNATIVAS PARA O PRO 
GRESSO DA REGIA.O. 
1 
1 
• j 
» 
O -CRUZEIRO DO 
JIORARIOS 
Jardim p/ Bela Vista: 2:40, 9:10, 10:40, 15:40, 1 
18:40 c!Jé.rlamente. 	Dela Vista P/ 
Jardün - Porto Murtinho: 15:00 hs. 
Jardim - Bonito: 14:00 hs. 
Jardim • Aquldauana: 8:30, 1'7:00 hs. 
Jardlm • Campo Grande, via Nloaque: 7:30, 
13:00, 10:00, 23:50 hs. 
Jardlm • Campo Grande, via Maracajú: 11:00 
Jardlm a Dotirados • 11 :00 l10ras 
Bonito Bodcquena • 16:00 hort.s 
Bodoquenn à Bonito • 6:00 horas 
Bela Vista - Campo Grande - 11 hJ. 
Bela Vista - Campo Grande - 14 hs. 
Bela Vista - Aquidauana Dirto - )5 hs. 
Bela Vista - Campo Grande .Direto - 22 h.9. 
Bela Vista - Ponta Porá - 6:00 hs. 
1 
Bela Vista Ponta Porã - 12:00 hs 
Bela Vista Ponta I'or5 - 16:00 hs. 
Servindo 
de 
e 
vinte 
Campo Grnntlo e Aquidauana - 
5:30 hs. • 
participando 
Municipios 
em 
1 
ae 
ma1s 
MS 
ONIBUS PARA EXCURSAO - TURISMO - EFICIENCIA A SERVIÇO DO POVO DA 
~NTEIRA E SUDOESTE . 
é só dtr.car t:!9132:í e 4:l'.J 1370 E -l' 1r,.J_1lhJ 
é em beneficio da Paróquia. 
I ESTA DE N. bfiA. UE CAACUl'.C: 
O padre Bento e sua equipe programando 
aquela festa em homenagem a Virgem de Ca 
ncupl!. qul' será no dia 8 de dezemJro. No dia 
29.11 começou novena de preparação para 
a festa. 
07 .12 às 5 d.:.. manhã mirsa com unç:io dos 
enfermos. 
08.12 il.s 16 horas grande prccisidu ac<•m 
pnnhoda dn Virgem de Caacupl!. 
Aniversário 
de casamento: O casa! Ivaldo e Estela com:-­ 
mornrnm no diz. 25 pp 12 anos de casados. 
Felicidades. 
JIIUITO 
Paquerado pelas gatas, o garotão dos olhos de 
gnto: Renato Vargas. E isso 2.1 garoto. 
CONCURSO GAROTA E GAROTO VERAO 
84/8S 
Promovido pela Escola Vera Guimarães Lou· 
reiro no Ginásio de Esportes, muito aplaudido 
e eomentado. 
TODOS OS CANDIDATOS(AS) 
apresentarem-se com muita elegância e char 
me, 
TRIIUND DQ FRONTEIR 
De parabéns o garot.ão Omar Silva representan 
do a Rede Belavistense de Jornais e a linda e 
clll:.rmosa Valéria Barbosa Vieira representan 
do o JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA !o- 
.- • ram os vencedores desse concurso. 
APÓS A VOTAÇAO 
do júri é dado os três ím.alistas feminino e três 
masculino, o públlco presente aplaudiu imen­ 
samente demonstrando seu contentamento 
com o resultado. 
OS 3° LUGARES 
ficaram para a morena simpática Cristiane Pa 
lácio representante da AABB e Roberto Ama 
ral, representando, Rádio Bela Vista, Wilson Es 
cobar representante da Escola Vera Guimarães 
Loureiro e a mignon mas muito bonita e char 
mosa Lucinei Pleutin representante também 
Por Nancy 
AOS DLMAIS 
concorrentes, às firmas patrocinadoras, enfina a 
todos que colaboraram para a realização do con 
curso a Dirtora da Escola Prof Rosita Gomes 
agradece. 
FICA AQUI 
os gradecimentos desta colunista e de todos o9 
funcionários da Tributa da Fronteira à Sra. 
TELMA LOUREIRO OLIVEIRA. 1oi raça° 
ao eu trabalho a nossa garota Verão VALE­ 
RIA, Uf'H' cntc.u.c o altura. 
F01 
simpáticn e conhcid4 TELMA que lá em Dou 
rado: ensinou Valéria a defilr, pentear e ma 
quiar-se, e por sinal ela prendeu rápido, tam 
bém com umu profl>ssor:, que entendi! do assun 
to o resultado é isso ai Vitória. OBRIGADO 
TELMA. 
0S CIT IO! 'DOS 
da Escola .Jr.1quim Murtinr.o. promoveram com 
muito sucesso no sábado e domingo pp., no Grê 
mio um concurse de BRE:AK e DISCOTHE­ 
QUE. 
·A GAROTADA 
Vibrou e participou e recebeu até um lindo «rr 
tificado de Partlctpaçiio cerno incCJ1tivo, :r.. Isso 
aí, iniciativas sadias de= tipo é que sodabl.­ 
!izam e mostram as qualidades de nossos pirra- 
lhos. 
An i v e r s á r í o s 
Na semana pp., fizeram anos: o :,i.mpático Milti 
nho Rosa Pinheiro e a Sra. Emílla Ttllllni 
26/11 Ely Leite Pinheiro 
29/11 Jucelino Rodrigues 
CASALZINBO 
que circula muito apaixonado OMAR E LUCI· 
ANE. 
PRECE MILAGROSA 
Confio em DEUS com todas as minhas for­ 
ças, por isso peço a DEUS que ilumlne o roeu 
caminho e roe conceda a graça que tanto dese­ 
jo. Mande publicar e observe o que acontece­ 
rá no 4 dia. 
Ilda Careiro 
I 
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ER ISUL M 
SUA RESIDl:NOIA OU ESCRITóRIO lIEREOE QUALIDADE ACIMA DE TUDO. ARTE 
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"A QUALIDADE DE SUA VIDA DEPENDE DA QUAJ,IDADE DAS COISAS QUE VOCE 
POE NELA. 
PANlflCiDOit.t CONl'ElT.t1.HA, LANCIIONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DB 
l'ltODUTOS VETERIN.tItlOS POR AT/C,'DO ,VENIDA DUQUE DE CA,"'{IAS NO 448 
.JARDlll - 11S 
ORAÇÃO DIVINO ESPIRITO SANTO 
óh Divino Espírito Santo. a vós que me 
esclarecei tudo, que iluminai todas os meus 
caminhos. para que eu possa atingir minha 
elcidadc, que me eoncedei.; o subHme dom 
de perdoar e esquecer as ofensas e até o mal 
que me tinham feito, que está comigo todos 
us inst.:ntes ce minha vida. Quero humilde­ 
mente agradecer-lhe por tudo que seu, par tu­ 
do que tenho e eon!irmar mais uma. vez a mi· 
nha intenção de nunca me separar de vós. por 
maior que seja a ilusão ou tent:.;ão ma.te.ria2 
com esperan-;a de um dia merecer e pode,r 
juntat'me a vós e aos meus irmãos na perp&­ 
tua glória e paz. Obrigz..do mais uma 't!III. 
Agradeço pela graça alcançada . 
Publittda por ter recebido uma grande 
graça.

T 
------------.,. 
FRONTEIRI,., o J' ~ D~,mbrn d,"" 
- - 
CONFIRMADO: BEL AV ISTEN" ERÃO ASFALTO ATÉ PONTA POR 
- ti 1' reove! apora, os políticos de J;ud•m. b' hr~ludo as l r - 1 1 ,. .. , l ·-•cnío cumi:tl•!ÚO <.:t•m IOUOS os seus objetivos, nd , 
e: cJ I f m~•·o- do "ell n {Jf •º•·· v " • 	. . d , .. !,lt:, J,l ttn n e lP.,,JutJ • /'UH 
.unto n or ., .. ,1 1 V 1 • ,, , . v rl ,dun. a tarefa de fortaleceu a no a revmn 1o ur.o o " 	'ª ts.ccut;:11~0 obnd r:ct., critério po liti c o. 
t 
, 1 Goreis do PMDB, d ,• e s ·'• 
0 
"' 	' 	J 1 ' D la Jo-<," 	, 
e Lno 	_ .. 
1 
, 
1
. ,. .dJca•·:r> J,Jta qu(' o u-íaho ,,,. • :n, •m J • • ~ ' 	utra,·ê; de prioridades. O povo belavist 
J 
11 	• Bel· V l, t n ll Pon<a Por.,, 'ª 1., "" .. , " 	• 	G 	·(:I r. o 	• 
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0 "e ª . "I{ 
00
,, . , •. Jut· Vbtu f~Jª c;,,octc:rindo tumb~m r.o O • • 
1 
h quer a rua cidade ligada por A_<folto, por "'' 
1 vimo tiu"to do 11ccho d.1 L • • c1 - 	• 	e Jntcnc;;:io do Gtvcrno ac~ ,;ir com 
O 
< :i 	, • 
'ª pa • •' 	de WiL;on", 	v· toes de afinidades e pr, [Ctt' que o n tM, 
d) 
" 	d mado ccrn:·dor wr, ido, ligando Bela J ,t:i " 
m. 
1 
( . [ i j lC" O vereador manifestou a sua confiança I! 	f I até Ponta l'ort.. uja <'>..Lcut.odo rtnl('s d.:, d.i 
O vereador diss que n n orma; rn u , " 	( • na' Fonta Porii, a fro• leira ut~r:, lli;. da p<,1 :.s P • 
'o . t ,d A I• , Mnrquc ;, Jrl· ando quc: o "a falto olé Jurd1111 1a111b m ~,,rJ. l • to ,., s principais capitais do país. 	PR. 060. 
toda 'Pelo CJ u u. 
0 
·' • ' . • _., 
1 
,· ntaão da ,odovia ale Pon " ~ 
<Jlll. "pauta nós, belavistenses, frnteiriços, H,m CJ::l OIS '" p:J. mmen 1. .,, q be Para o vereadcr Vete G:irCJ:t, •'com i..,t.Q 
0 
• ' • • 	• b p • As obns de pavimtr.' 1cac e<. ao - 
llém muiro Jmportank c~tu pavimentaçan, ca e ta orn. , • 
1 
,,. 
,,,. 
Brasília - • Com a dE:clrivn plrt!cip1.;1o 
dos sem:dores do PMDB de Mato Grosso do 
Estatuto 
O Senatlo apro':lU, em r~gim:! de urgência. 
projeto de lei complementar que cslJbe!zce 
normas integrantes do F~taluto da Microcmi:re 
sJ, relativas a ilõençêo do iClI e do ISS. 6tb? 
rã aos Estat:as. Teuitóri:is e Municípios, d;?ntrc 
de 180 dias, deüniI as môcrocmJ:reSJs dentro 
'das características econômicas region;;is e to::ai; 
;.tendendo a participação dc;;sas emp!'~SJ$ r., 
arrecad.içào do, tril:utos eslndunis :? municip.i5, 
A iS(:Jlçào aprovada n~~ podetá, no cnlJ!l• 
10. acarretar peido de receita surcricr a ~ 
Uma dccidida e bem r!arejada cç» da ius 
tiça italiana. já agom em calabornção eom a de 
vário:. cutros países, entr os qu2is o B;ai}, es 
tá dando inicio ao desmantel:,mc_;,to d~ um :i~­ 
tma secular de c:n:-.:ê?icia: e. u w.~i:: •ci· • dt: 
atemcriznção e terrorismo, ur:iç~s so qu:il a M 
lia pôde zolreviver flore:e, {1nsf7:1r-± _ 
de c.sr-!nho r.o e.: à~ S:cih.., , .,1 1:,,,, ,; 
nha da socidace inerciou!. 
Tambm, scular. c já n to b» .• ,,,,;,,; 
mo jo;-o '10 o.cic abrevie rraspara r cmn 
bnuada nl.lS4:nci1 de um pode qu~. 1.,,1,., ~f•r 
magiio de integridade e iriepedêz, % 'isu 
anse a cortar-lhes as asas, traz lo p.1rn ;lcni,u 
do raio de açiio·dn lei e comh.-t,,.!J :" •. ,
1,,:'.r,,i· 
lc. Cad:i .:ia:: um p<iuco ma'~ t.1rd~ ;·a :, ::lc:?n 
crse tal obje•ivo merli.lntc um pr,:,,·., 11·i,. 
1,,ui 
10 alto, pc,is o uicho ·aj,rt>'<'ÍI , ·:, tr,:•:11., ,un 
dui.i:; anteriores .. 
A justlJlcativa do pedido encriminhad'? 
pt lo governador ao Senado, foi apresenlad~ 
pelo Senndor Mc.rcclo Mirandu que enumerou 
uma série de vantagens e ncces::idades para 
0 
dcscnvolvimrnto normal cto Estado. LErnbrou 
que o crescimento da prcdução cm Mato Gr3: 
o do Sul, prii1cip:i,lmen1e n : !:fvp~cuiltia, c:;- 
1r,,_,:m : !'::'r,ir e"-:. CT::r;;21no n con;olid:-;:l
0 
ê:! 
ci;os rodoviárirs.quc íacili2ssgp 7.e;:r:2 
to dos alimentos para as ce11tros' i:cnsurnidD­ 
rc:.. induz!r'<3i72dor;3 c pa!2 os p1o; 's :0 
tcs e Fa1rm!;Ul, 
Para o Senador IVInrcelo Miranda. foi css:i 
qt·:c1ro quê '"vou Wilso::i lfatllns a c.:.:scutar 
um prcjeto de zen7s/ruçã2 e pzvimentaçio d: 
estrade.s ccm.c:;tc3. objetivo~, p!!rlindo d:1 pre} 
cu:r:ante r€.alidade de que o Esta_do r..ó pcsrnia 
um ;;,ande e:ix-J rcdo/'..:rb - n BR ~64/1C3, 
ligon Fato Epitécio a C::.mpo Grande e dai 
ao norte, 
Hoje, M.1to Gro!es~ :lo Sul é o ~: pr:idu.tor 
nzcional de soja, possui um dos maicrcs re- 
L omplen1E•ntodo 
do total :r:revi.!:tÔ para a.'Tecacla:;ão do imposto Í<rea municipal. A receita bruta da microempre 
isento. A ,eceita bruta anual da microempre sa suá apurada no J:Eríodo de janeiro a 31 de 
sa não poderá excc.der a:: valor de 10 mil OR· cezembro de cada ano. No primeiro ano de at1vl 
'TN, ·vigente em janeiro de cada ano. dade essa receita será apurada propo1cicr:tlmen 
As Un. da FedEraçiio terão o praz:, de seis meses te aos meses de funcionamento. As microem- 
p/ definir e regulom'!ll'.Jr n micrcz:npr.'!Sl. 1:re.;as i;;;tarão isEJ1tas quanto· a:, r:?C<>lbiment:, 
Fxtinto esse rr~zo, permanecerá em vigor do ICM: e ISS quar'.ic realizare.'11 operações so 
o que estabelece a lei F e d e r r. l, tre ·o fornecimento ou venda de produtos ali- 
que é o limite de dez mil O R T N s menticios. O im:i::;õto municip.l não poderá 
:r:a1,1 cmp·esas rituadJs no âml::Ho c;ladual 2 de rer cobrado scl:re a pr:?;taçâc de serviços de 
5 mil ORTNs parn as empresJs locali;zad~s na qualquer natweza. 
Mkroempreso e 
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p5;73; EgR 
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Com estes 35 milhé:?s de dólares autori· 
adas, todas as demais aprcvaiics do Senado 
:r:ua que o Governo de Mato Grossu do Sul 
cbtives~c recurso::: estão servindo para a cr,n<; 
trução de grandes eixos rodoviários que so­ 
mam I. 600 Km. Através da BR 262 (Miranda· 
Ccrurnbá) cElá sendo vlabiliz:ido o aproveita· 
mcnto de um: gMnde e rica região do Esl:ldo, 
n Bodoquena e ainda a produção futura de !er 
ro e mangen; nas minas de Corumbá. 
:• Para atender o sul do Est:.1o, implanta o 
'cin Gu~ir,a, Mundo Novo, Eldom-=.c, Ita::iuir.ií, 
Ne.v;rni, ·:tuír, Caarapó, Dourrdo~; outra alter· 
nativa dC' ligaçã<: com)~ii,o Paul? e Forl.o de 
Eant~s é com a rPdovia ·Ponta Foxií, lJour:.::io1, 
r:iodápolis, Ivinhel)l9.-Nov3, Andrádim,; com 
a BR 2G?,•Jigal).:to Asila Clar.::, Rib1s do Rio 
, Fardo. Campo Grnndc, Aquidauana. Miranda, 
Corumbá. eonslrêe se um grande eixo no sen 
tio leste oeste de lodo o Esrz.d:>; e para cem· 
plclar, um eixo na fronleira de Bela Vis!:a, An· 
tc.nio j'>ão, Fonta Fc.rã, Am:unb:ai. Tacurú. 
Iguateml, lVíundo Novo. assegurando o esco:i­ 
mento com Guaíra. n'> Parr.ná e dai ao portfl 
:le Parnm1guá. 
ampliar-se e fertalecr-se; s o scu ccc:zen1o mc'e na b3nem2ria, 
n::o for Cfllhitlo Em 1cm,-o útil, é i:.:::?'iti·el qu~ Resultou daí a idéia de que combater 
O 
jo 
chegue nEstc p:1is no equivalente d:1 ?.íf,Ea •':i go do bicho seria invi:ibilizar E~col25 de sn..."!iba 
lt,ili_?· 	, ,. e clubes de I1..tel::ol. Icchc.r ol:ras de prote;;:io ns 
Como s.Coa ' Nstrau o·bit: xgssg%} populações carentes e lançar dezenas d milha 
:nif'zas, ±s quis falta o césio ómiih±ia'j res de homens ac desemprego e. portanto. ci 
da "_boa caus.:. .. : cm um c:iso n ·1:ólÍ;-,,c• ~.:nõ 'ou.".· • l'd • D • 	• • -· 
_ mmu t ade. eixa-se de notar que nzsmi±h;s 
d:i crimin:ilitladc já e,t:io er,,Jdcdo.;, C;:.J. m~i::ir 
cu rr.encr grau, es:es homens, que não são em- 
.,! •• • • • .... - • :."' • • . 
:·· .... !.,-·1 .. ,_ ln •• _ r ... ,i..: • .; e~ v:...:.e: s,mt-:"r· C'"cr..1. 
,·os dos bicheiros. S:?ja cerno for, o fi o.1to Le,;se 
equvoco - que geou a curiosa distincãc cio 
bichei,o com') con1ravenlor e não crimi~cso _ 
toi o e,tabElecimcn10 de uma rclacE:, sem con 
llitos do bicho com ;i policia. • 
A deito da omisão e do ofism3, cs bi· 
cheiro3 ultrnp1..s1r:.,.1 hú muitc o i...1. _., "'ª sim 
ples contravenção, Ao epadir-ze, o jogo criou 
to o 3ssistn.limo. Mas. cmuo [ata!me.to t; 
leda boa causa: em um cuo a polit!:a, no ,,,.:_ , 
ria de cut. asses bastardos d: 'si. co­ 
irnm ambas para estágios mais avàn..i~• ,.. ·: 
ms prvstos @-egaitads..guri spj$é? 
guardaram 'e u: primeira iniiiéiázàé;&±z. 
clivar pura fins de manutenção de um ccr+a 
im:::,icm <le ··,e. .. : ... it .'bil;U:ide''. Dn<:_ revolucit,,::i 
rio qu sit. vm no começo, herdou a MÁ 
1ia um ··..:t·ctib·-~ ,,o n<inra .. que ,,,.uev,:; ou~
11 
violar, E o "bicho" busca status preferencial- 
Nota de 
Esclarecimento 
A respeito da iruormaç:t<J vc1cu':1dt pó 
Imprensa, com rctaç-:io no Projeto do /s'i!!nt~ 
mento Rural cm dcscnvolvimmto pelr.. l!.'lnprc 
sa de Serviçcs Agropecuári<l.l de Mato Gro s, 
de Sul - AGRO5OL - na Gleba Pndroc t.. 
elo Brasil, mun!cipio de Nioaque, onde se fg 
rc!trência a ntua,:;ãu d.,_ Pastoral da Terra, I 
clarcCE:mos: 
1 - A despeito de acontecimmros u:orrl 
e<-~ na área. quais sejam: incêndios provo-:; 
do5, sabotagcns técnlc~s nas mt-:iulru;, rctlra 
d:.s de plquetts de dcm1rcaçíio cb lotes, e 
mcmenro algum a.tricu.imos a rcrponsJbi!Jch1~ 
das ações a Pessocs, Comissõcs e a Instituç} 
es. 
2 - ~ necessárlo mencionar que no long-, 
desse trabalho c!e Assentamento Rural, o rc't1- 
ci<1namento entre os funcionários da AGROSUL 
e membros da P::.storal da Terra que ali ~ 
enccntram tem sido nlisfat1rio. 
Ci-mpo Grande 30 de novembro de 193t 
VAU}Jn MIRAf,DA Il~ Bltlf'.) 
GIRE'IOll PRESIDENTE AGR0S1JL 
€RESEE AIDA MAIS 
I 
P2;SIGO DE 
ftRHiliUDtJ ~E· .fRfllfiS 
A c3da dia que passa. aumenta o pesíf 
de F1:nJndo de F1.,'.t.as. não Eé em J2tdirn e 
Guia Lop	:?:; ela Laguna, maõ em t-a a regíh 
O ex r,refcito de Jardim. e-tá at:-,ledi. 
dián.amcilte, ~·::=; de J:eõnas cm teu <!":r•· 
tério, resolvendo prcb'ms ds cmprzge: ma 
nclias, assistência social e asuntos pen6entes 
na capital. 
Hoje, em Jal'dim, a nível pclítico, !'Í E~ fn­ 
la em Fernand:, de Fraitas. que até o momt:it> 
não ~=- posicionc:.i a 1ú-p::ilo da sitUllção (!lia::. 
.ceira d:i Prefeitura Municipal. 
Na verdade, o popular Ferr.:mdã?, está d, 
i:-envolvmdo intenso trabalho junt-0 às bases é 
sua intenção can<ildatar-se a Deput.ad:, Eslll	:hd 
rlls próximas eleições e fazer, também, o pe 
feito de Jardim. • 
' . Uma equipe está estruturada para Jevllr( 
1 
todos os mumcipios do sudoESt:e e fronteira 
1 
men.."llgem "de fé. de esperan;a de melhord 
ilias para a nossa genle, pois aqui em ncss» 
região. temes de tudo, pEcuária, 8gricultt1.<a u:_i 
dias industrias, só está faltando um pouco !113'• 
tl2 e-0nfiança. isto Fernando sunpn en[OC,?, 
3 
rua confiança no futurc e nas potencili:bii;; 
de rossa gente", dics um Aszascrde pernl!cl'· 
9 
vnros e-0multicantes com O mai• crua criJr.C: • 
da&e e e organizou pra exrc±la. Hoje f" 
t~.r•as as suas tamiíicações pelos •utmund
05 
, 
roub:,, do ccnt:raban:!o E do tráfico de cc~~- 
• ·i:f' 
c..ntes. O ccltor de apostas na esquina e•·, 
nas a ponte. do lcebzrg, A parte ccul:.:, -:elllff: 
em crescimento. é a das' mias 1amils", 
dispuam territórios, uma disputa c.n fuça° 
' 1 • 	• ·.r- de 4~ · 
qual tornaram-se fr.:quente;- 2, guerr~, _ 
~
.ili 	• o~• 
1 as r,Q n:elhor c,tllo do_gi!FS.~~ 
nos 30. 	• •• •• • 
- 13c? 
. Amea,.ada - ccmo a it:ilian:i -:; ~-• ci'3 
cidade desagregadora t:es,;e poder uc~:.l . ,:; 
db, mois fortalecido. a •ociuia:le b!'ii!i!elra .~ 
r,11r:i <los seus poderes legitimos que não P 
1cm rn;:.i!: a cirwgia t:estinada .1 cxlirpa:~l 
(JomAI •lci