- JW,OA'f'Oft Clfl11!1-; - JVAl.00 l'i'AtHIII/ 	l'Jll.(_ f)ll, 
CIRNAYAL DBERTUR 
ScfJ'UrldO o presidente do Orêmlo Pedro 
JlUflno, Joúo Kall[e, o cnmnvnl 85 (abertura) 
no Grêmio Pedro Hulino &e rá senanctonal, su­ 
[}C.rnndo os ant:crlo-res. 
o conjunto será o mesmo que t.ocard no 
t)'.lilc do Hcvclllon, SOMBMS. de Prcsldcn 
Mensagem to Prefeito de Rela 
PEDRO 
Povo de minha ierro, lembro-me dos natals 
de mlnhn lnfllncln, cheios de mrinho, de multa 
esperança e de calor humano. 
Hoje, q11nm-o ocupo um cargo de g r a n d e 
slgniíicado, lembro-me elo menino que corria 
solto às margets do Apa; do menino que bri­ 
g:wa quando n Bela Vista querida ern ofcndJdn 
por algum forasteiro. Continuo o mesmo me­ 
nino, já não corro pelas margens do Apo. mns 
contínuo brigando por minha cidade. 
Quando assumi n chefia do Executivo Be- 
1• vist.cn:;c, senti que todos os meus sonhos dn 
Juventude poderiam ser concretizados. Encarei 
o cargo, não com vnldnde, mns com esperan­ 
ça, dentro de minhas limitações vislumbrei n 
oportunidade de servir Bela Vista e n seu po­ 
v~, o meu povo, 
Nestes nnos, convivi com diversas pessoas, 
polft.icos e não políticos; aprendi,' na' vivência 
diária, a compreender; eomprcendendo, a acei­ 
tar erros e acertos com hurn11d2.de. 
Este não é o momento para se atirar pe­ 
dras no passado, acredito na açiio, no trabe.lho 
con:;tant.c. Acredito, alndll. mais, na continui­ 
dade, a constn.ção de um município prósper,, 
é trabalho de todos, edificar uma cldnde é 11 
somatória do trab/ho de cada um de seus ha 
bilantes. 
t,c Prudente. e o Concu o de Fan ~,rn t, r.í 
várias lnovu.çõcs. 
Kalife informou que o G1 lmi,, aux•I• 11,1 
lodos os blocos inscritos, :1 r, I! ir d,- .1, 
com os lucros obtidos nas d15wt.(;c·"- 
Este auxílio, disse 10.lif,•, "ajudará na 
Minha mensagem de Natul? 
.Agradecer a Deus, aos meus colaboradores, 
desde o humilde di2.ri~ta aos funcionários do 
cscaliio superior. agradecer ao i:c,·o i:cln con­ 
fiança; à minh esposa e filhos; agradcr 
principalmente este DCM maravilhoso que :S 
a VIDA, esperando que no próximo ano o SE 
NHOR me dé saúde e forças para continu·1: 
tn:.balhando. 
FELIZ NATAL BELA VI T, 
RUF!NO 
X: e sei porque. mas n todo instante lem­ 
bro-me os clharas daquelas crianças ra Etio,:ia 
cm:urdo uma opa sei lã do que; vejo o olhar 
E MC 
Ponta Porã, t Bela Vista, Porto 
Mortinho, Ladário e CorMmtá 
Continuarão com Prefeitos Nomeados 
O Presidente, J oüo Figueiredo assinou dia 19 pp., Decreto L2i conce­ 
cendo autcncmia n í4 municípios de aréa de segurançn nacional. perma· 
r.ix:endo os que localizados na faixa de fronteira., possuam fUas FC-'es jun 
to a linha divisória do país e estejam sujeitos a influên­ 
cia de nações visinhas e abriguem instações de alto valor estratcg•co. 
Ehtre cstts municioics, BELA VISTA, FORTO MURTl. '110, FCNTA 
POM, LADARIO E CORUMBA, no Estado de lfato Gro~D do Sul. 
O povo belavistense recebeu a noticia com muita frustr~-~c:o !pcis 
todos espera'am que 
O sucessor d e Afon__<o Dillcn fo ~ ~ c eleito pele povo. 
Espe1a~e a movimentação dos cleputadcs e scnadorr·· da nré:i. C.irn:i 
tJ Mun:.ipal. clubes de sc.:viçc. sir-dica1,s etc. pata que o ~anhcr F~csid::n 
t, te:'Eili:ado com as reivindicações, conceda tam:bén autono­ 
tnia n Bela 'ista e aos demais municípios da fronteiro - 
Srguntlo alguns comentários. de roliticos ligados ao Gcverno do Esta 
<:o. após a posse de Tancredo Neves, os prefeitos dc~sc~ municirios deve 
Ião ser subl,'itu.idoa. 
uqu tção d fantasias e clar:'i ir. !> 
n·, p:,rtic'pantcs". 
As inscrições dos blocos deverão sr feitas 
na Secre'ar do Clube, a partur do d .i 2 de 
jllf!LlfO 
P'r Pelreira 
L,:n <I. lt; dt> 
' 'u. m). Em ·a crian 
P ta uit:e s e bom dt aos não polti 
co. i ri .chegamos nsr, um Ntal, tudo 
6 festa T u d o ale;ia Em alguns lares c s p r e 
cnte, rtst..:n n s, em: outros, apna o 
clur ansoo da c i rcuta de seu ppai 
r: i, Em.lgur:as se.... perus, curviros. litõs, 
ustcncs, [.a; e c'·nhas; cm outras, o ar 
1o c0 gad: ha com.rada cm serificio. T 
~:.-'i AL. 
Na.a me chatia n ai: ac ver que para mui 
t0 o NATAL é apenas uma festa. um dln onde 
s3 come melhor e ±e procura sorri, um poucc 
mais. Para mim o Nat.,1 ;; mais <lo que prcsen 
tes e mesa farta. Vejo CRISTO e vejo as Suas 
idéias atr:ivessarcm cs séculos, transmitindo u­ 
n :i filosofb de vida. 
Para mi o CRISTIA'.'IIS:'110. ~pesar ú:) 
uas contradições, é o único CAMINHO. Mas 
vir (em vida) a mensgem dc Homem d1 Ga 
I•lc•a é muito difícil. 
. ,, 
'. 
.mu
1
1 	ME.NAGEM 
N ta cl.1 tJ: í DtNuri.1 (fo Gr rr..o pe ro 
Rufino purabeniza a distinta iedd bela'is 
tense, enviando votos de Feliz Naal 
Ano Novo, 
JOÃO KAl,IFE - PRCSIOENTF. 
1 EITOR 
daquele garotinho o/harlo ur a vin,nos e p·na 
1 . , veja aquele pai contanlo or rcades e fa 
zendo contar; veo mais além, vejo milhes de 
pessoas n o mundo p a : ando fo m	e ; v e j a 	a n v e 
espacial rasgando c intinwto m busca («e 
que). Vejc homtm na l.<'rrn • ,e;u o llorm 11 
no Céu. Ni sei explicar, só ei que me d um 
baita aperto n ccraio e sinto uma vont. de 
u.· na 'e chrar. Ajam j corou no NatI? 
1. um cl,mo cJfcrcntc, e mni,:. um lamento d'ol­ 
ma at:aventada pelas contradições da vida. AI 
u'ão é que conseguimos dar uma dimensão 
nova ao NatJI. ele rc;;re,cnl~ a ESPERANÇA. 
::i certeza de que o homem, peregrino d as stre 
las caminha em direrão a seu dcs1ino. Há wr. 
plar. de Deu para tudo. Então comprendo 
a: dorc,:. do mundo, e ofrimento, as guerras OJ 
n~.ves espaciais e as contradições. Entendendo, 
olho radiante o iuturo, e posso cnt:io dizer: 
FELIZ NATAL, não olhe para o homem 
que caminha na seu lado. olhe para :il('TI"! dos es 
1relas, para nlém da curvatura da luz, lá voei, 
encontrará a RESPOSTA. e tenha certeza. jun 
to com você estarão tdos cs companheiros de 
c:-minha<la, nn igo., e inimigos, pcls no 
Jinal verás que somos uma só familia que ca 
minha. 
arta ao leitor 
Apesar de todos os nossos esforços. não fol 
possível editar esta edição em off sett. Tive 
mos problemas com a montagem da impres­ 
sora, mas a partir de jane.i-ro tudo estará nor 
malizado e os jornais da Rede Belavistenso 
terão uma nova imagem. 
Estávamos preparando uma reportagem 
especial a respeito da Adminlstra.çâo Afonzo 
Oillon Nunes Leite, publicaremos esta. repor· 
tagem em Janeiro. 
Agradecemos a lodos os nossos f'l.Ilcioná­ 
rios que não mediram esforços para editar o 
jornal no novo sistema. mas é nssim mesmo. 
quando se caminha. com as próprias pés. é dl­ 
ficil dar o primeiro passo, depois a caminhada 
se torna mais fácil e atingimos os objetivos 
Estamos com iudo pronto. máouinas e equ.i 
pnmentos, agora é aproveitar a pausa do fin.il 
'e ano. recarrear s baterias e enfrentar 1935 
com muita fé e traba!ho. 
Até janeiro. 
Todos Nós! 
VEI Aí... 
BAMBINO" Escola de Pré Escolar. Jar 
dlm e Pré Alfabetuação. 
Atenderá crianças de 3 a 6 anos. 
Endereço: Ru:i Coronel Cnmlsio 59i, Font 
-13!H,lG8 - R,,Ja Vlst:i. 
i.latricula!. abertas 11, partir de feveniro/8" 
. - . ... . 
·-- 1.. • - - ' ~ .-

/ JJT.PmllAlTJ)() :P, COrtJ:, TNIDO 
1 
quo 
1 
tom 
o a:n•.( 7li:IJ, 
1?1100~ 6q_UÍ do jornal oot& nr,,11nho.ndo !:'..:lio do 
i:ull:1or de tlll.ltmdro.F.xplicorootDlnoa iL:lplo.n tando o si. 
oft oott,ó uma rr:u.do.nça da idodo dn pedra pra ao 
oooquioto.o oopacin1a.l',no o homarn ó toimono,nõo quor 
contratar genta do :f6ru. Oo primeiroo too toe fc,ra1.1 
outi.of11t6rioo,muo o qu.onto rnoomo uorr{ om Junoiro, 
µtÓ l1i o Giloon,Ubaldino,o Qnur o o pr6prio cbnfo, 
Vü<> or qu:o naooor do novo.Que sufoco! 
OUD)ÁDO,t A POL:(CIA 
1 ~ ~,poio Ópdopoio da ohogcida do Tonante llabueo,o po- 
vão ficou muia apavorado quo pnlmeircnoe no meio dr.l 
l
toreidn-oorintiana,om pleno Parque São Jorge.CUIDADO, 
Ó n POL!CIA ••• Não Ó usoim quo o povo do Bola Viotn 
1 
J quer muio polioinmonto,NÓo quoromoa ACA.TuR com oo 
1 
murginuio o não intimidar cidadãos docentoo. 
TG.Inoa a certeza de quo o TENENTE REIS 
oaberá contornar a situação e colocar a casa 
om ordem. 
i 
, : CÂ!iARA MtnlICIPAL 
Os meus amigos ds :fÓ,da Câmara Municipal,já estão 
1 
; 'se preparando para reunioãs periódicas visando eacoD1er 
o í'íturo presidente da Casa.Entre os candidatos,desta­ 
_.oundo-se CLAUDIONOR RODRIGUES,CASSIO ACIOLI E EVILÁ- 
t SIO MIRANDA.O PDS quer fazer o futuro presidente, va- 
·lnos'•ver se não·aoon~oorá ''110iu.entes" u.e Últimn. ho- 
. 1 , ' • '  : .. ~ '- • • • ~ 
l 
 rà. , . 
_.._. ' .... : J -.- .... r.· 
1 
r. LEITOR 
Desculpo por algum.as inoorreçoãs,estamos ajustando o 
.. 
jornal,l!llldaremos tµdo,e vamos mudar para moD1or.Deva- 
g e_sqprg,checarmos.aí. 
+i? Z i$ P%si 
:{, f f 
: l'lIBFEITl.JRA 
0"..-..• ..";s. '+ ',·.- 
_ g,é,fifi4s 4e as avo ·ctscss a rata as 
trôirte::tra;:oem. A) autonoi;La dpâ munÍCÍpios da aréa de 
zit ar '..3. <..«. 
segurança 'nàoianN,muJ. tos'·oándidatos já estão pre- 
.b%::.5:ta-: ? 
1 parando os seus esquemas.Em Bela Vista,os nomes de 
zz5sg±!_ ses as 
$êissgôjeip»pi ' ±iij pi#gus assota soo os ate 
s--- 1 »d1,3- 2 !!z7 
ovdv3;":< .+«·rua°<- - 
* 
·., ... :·· ..... 
• 
[ &$ 
. 
1 
um novo ano grandioso e 
s'Ólido. 
- 
l- E 
•• ASSINE A TRillONA DÃFRONTEIRA 
seus pensamentos estejam 
voltados :pará a constru­ 
çãõ ne,novas idéias de paz, 
amor,al.egria e _satis.i'ação, 
realizando projetos para 
i 
1 
. 
I · 
1 
I' 
LEIA tlM JCENAL DE OPINDl'.O 
--4 • • - -- - - • -- 
.HI. DIS DE DEZ ANOS CIRqULANDO 
, ;- NA FRONTEIRA E SUDOESTE * 
ANO 
feito," j·' "'°1 e·• e 
pnrcola,0.o j3 » :.il.., L .• 
neu wuc or tr llo 
m-:v, 1r.ur: 
J b .... ilc. r ll t.....r.. 1 e,u.cJ.:.; :_uw:n 
CARlºAVAL 
O C"lr:.·i.vul no Gr~::..io v,.i .:or u.r. ::::·1,cn:::or:.'l :. , ~~-, ,
14 
,,,, '!" - 	i .... J .....1 • 
cm oua coluna. O :'·.J i~·e i..,.for:....c.. º. q_uu a ;i.._L.icriç:o e 11 
coa podoro ser feitas a partir do hoje,c svi que o 
Grêrüo nuxl].iur' tocl.od 0.1 11lcco:·.l,:J rv:.do das DISCTns 
i 	-ata 
n po.rLir de ':IJor:..,:;or:Xo di::;tl'il;-.1.:.d·:a "o..; hJoco.~ 1:•::::c,:r::00. 
Vamo;:; lÚ,c;cntc I CARA!V1L €5 no Crânio vui unerar tcdos 
OG jn ro:lli,;oilÓD • 
:~STAOUI-:S DO AJiO 
'"in pri'4,;Ji:-:-:-. 0diçE:o- tio .,.rt...:•.eiro,a TP 1Ju1f1ic3. -!. a 
1 	J ( 
relação da pov; 0:z; g. : . ..:;.,:..i, ;:;_e dostcicn:n::i 
no corrente t:1.r:o. 
CASS.[U 
.,,_.,._ ... ,· ... 
·1+n BELAVISTISE 
E ª Ja.11.e r,ielo Godoy o.vis2-..11.do que as obras <lo clube 
e~ nndancnto.Provivell:.ontc o CE3 .reo.liz~rá 
0 
?OTITO l,fJRTDlHO 
ART.:un HEL: 
~ o, .1 .... 0 
ról 
1 .r-· 
- ' 
, torcoroi _ - 
q 
o 
.. ::: :!··: .• 1 .. ,-·--·· :-:-:'!....--! .- ..... , .... ,..1 
..... :: ;,....:.,·:...· :i-·· ;,. :: ,;:,. ., - ~- ')e!:·~. 
FALA.KDO 
Falando em ==,., t 
.e--o....c...en o,o '"re-.fei.~~~,.~· •. . 	, •.• 
- tu±unpaou 13e sério 
e 1'. 	- - - 
o sa a.rio de Deze_bro.Fu..11.ê; o,.,éS:-ios • •. d: . • 
há 	7-.r240.e. vibranor 
nuitos a11.os ~ue isto não 
acontece.Só na atual Ad:-i~is- 
tração, 	.• ·-±-...

e"o 	o 	o"	. 
TI TK 77w7wF 
prlo hom.tm mas muitas vezes adormeci 
tlo n .i. horn queremos levar a tudos uma pa 
coração. 
Até aqui, cumprimos nossa misso. 
Paramos neste n omerto para lv. :· ,, [l- •-~- 
mento e divia o novo hrizte que ury>, 
f. hoi de revreneiarm; c nascimento do al 
Cortuniads par dcccl:ir-s que o amr e 
J 
T· 
freire de Oliveira 
Pr feito M~nidpal de Antonio João 
O Homem 
Porém; faz a guerra. 
Quer ser rico. e vê os pobres na miséria, sem 
fazer nada. 
uer o melhor para os filhos, no entanto, po- 
1 lui o ar e a água, ~ chegando o momento dele o 
. lha.r p/ tn:.z e ver que está errado. Dar as mãos 
1 
1 
ª~ scmclh:intes. encher o coração C:e 3.mor. A- 
iudar a oucm p;eia, evitar as gurr • 
Assim e sómente assim, ele tará a pz. 
QUE 1985 SEJA O ANO MAIS FELIZ DE SUA 
EXIS'ttNClA! 
Mathias Margarida Fernandes 
Pl-ealdenta da Cimara Municipal- G. L. L. 
1 •• 
c:u1n_,1 
NITIL! 
ou 
VEREADOR (Porto MurUnho) 
QUE O 
Deputado 
Que a paz, justiça. aJegria e nova vid se 
tomtm realidade, cnda vez mais próxima e 
maior pelo nascimento àe Cristo nos coraçõez 
Estadual 
A ry Ri g o

___ _____....-~- ------ 
__ __ l;J:_..:.l.:.':..·..:J..:.:.d:.:J .... ll_(/ 	- --- --- 
Exec 
n ela 
r· 
01 
u obJl twvo de reetrL!ur.r o funciona 
11., 111•> rl, (' J t), 11 l•• " <
1
1' ilt•l11 V• ili, L ,li 
eram m vi,ta i no4 cidatus o Diu»r E.xe 
d 1 l.1U' do de Cu!'ra de Mato Gto 
is e o ('o, rel"!l .tl<>r do 
·1111111 /mlr J'Jr 
!11 ,, . 
! ,1111do J i ,, "u p111}-!"I 10  cif' ;''11 l• 'Jll ll > 
utd unhnu ndo de ·nlvido ob a respotsb' 
Jdde da Secretatia d» De envolvimento Social 
clllt 1111•·11( • p·, ·1.:I a r ·• ,, .l 1ntl1> pt'I F1111 
cl:,1: w cl( C11l1u1,1 d J r,:,, .. clrg:I• vi11cubci1> ?1 
:-4l .. S. 11};C. e r,, l. 111.11,,r tono1n1: upt•:":tric 11'l
1 
o que podá ·ipnifrar melhores nlçs d 
Í11'.f''I 11.lllll lll•> C red de ' a cin ,t l 
Atualmnte e:item { Casas d Artes·r 
Mi.t» Gro o do u! edada nos municipss 
tlc: A 
1
l•id,1ua1r,, • •. l:1  1 ,1, Ponl I'orn. C<> 
rumll i. Durados, 'Trés Lagoa· t• C,1mpo Gran 
d. De aord comn o coordnidor do Progra 
mu· .. Aiir Ferands, "a redl' de cnsas tem um 
::,HINETE DO I'HE· I EITO Dl IS 1:E tEZE:'llll!tO DE 1!181. 
,[e••. o 1 ln unes L:,ilc, Fi ~feito tluni 
eipal de Dela Vista. Estado d> Mato Grosso do 
Sul. :sado das u!rbuiçovs que lhes s :"io c o n f e 
rida e d> ccó:do com a 'disposto mn o ai;{e 
120 da L c.a:piemeatar ' 7 « 20 de llO'CJll­ 
b10 de lU''. 
DLCHET. : 
,HTIGO l • - :'o, lermos d.•• Lti ;íunid­ 
,Li1741/93. Ario t, Iem II, fica abrto 
, um Crédito "'tH·l n • .. : .. r no ,·,ilor de C,, 
' • 
13.000.000 (Treze Milhões d· Cruzeiros), a s:,r 
consignada ra seguinte dctço orçamentária: 
l'XEC'UTl'O 
l 
: 'J. ll'~ - G:1L>nllc ,:-, F•cfeilc 
• 3.00'.' - Depeas Correntes 
'3.100 -- Despesa de Custios 
~.111 - P~sso:,J Ci'il 	Z 000.000 
0.103 -- Seret±ia Municipal de Administração 
3.113 Obrigações Patronais 6.500.000 
0. !05 - Scc1 l.lt b ;'lu11:cip:1I de Educ::ição. Cu! 
, t ura e r:: sporto 
4.09 Despesas de Capital 
•!.100 - Investimentos 
·L l O - Obr;:, e lns1nl::i;;iil'S 1.000.000 
C. !Ci - ~~crc,31 ia :l'lunicipal de Viação. Obras 
e Srviços Urbanos 
3. :ao - Despesas Corrcmes 
:J.100 - Despesas llc Custeies 
?RE E ~ULAGHOS, 
Confio cm Deus com toJ:is ::is IT'inhas for- 
iv o a F e 
ta e prome 
f) e;.,, 
p,Jt.tnc• • .I de comercializa :;,.o btm ma• • 
(Ili.• o que ocorre atualmente, tendo em vn • 
dt.:f1dên('1,1~i c
1e ioda ordem, desde a situa; " 
f11m •onal tl• ~ M'U~ ~crv1d•,n ;, até o adequad' 
controle dos estoques e da comercialzçao da 
C,~, llE BEL VISTA liF:HA 
IIEEi-:iTRUTUrt/1), 
vpusto Ais afumou à reportagem que 
" partir de janeiro próximo, estaremos assu 
111:nt
1.o lnt"-gT.thncntc o p1ogr:irna de ar
1
:J>· _n·
1 
1, qn Jl!S e pl'l•'rndcn'O, f:iz<"r ,sto atr.,vt', 
d:as seguintes etapas: !vantumcnto compl' 
'a ·itu:ação das caus de artcsão; lo ponto d 
1
, ,., ~c1111111,q;-;i1il'o, ronlrllil e· "lll'r'lciOn:il; 
treinamento dez;tudo de ses funcionárias e 
gentes e {in/mente, implantação de novo 
1110d[·'o c-ontül.Jíl. que a segure mior control' 
tln comt'rciali._:tc;ão. Simul1(1neamcnte prctcn- 
3 H1-- Pe o! C:lil 
T OT l L: 
e 
3.50).000° 
13 .000. 0001 
Al1TIGO 2' - Para cabrtura do 1J!,•,c11e 
Crédito :::uplcmcr!;1r. corrc1t10 por c:>nt:i do .::· 
ti!(o -1º ela L~i tlunicip~,l n·: 741/83, de W de );o 
vembro de 1983. De conformidaJc cem o Iem: 
II, co S 1" do A;igo 4 3 . d a Lei n: 4.32) d e 	LT 
de ?llarç:> de 195 !. 
ARTIGO :J" - Este C~crcio c11tr:iri, em ,·í 
gor n 'ata d sua publiczção. revogadas : dis: 
rosiçõcs cm cctráric. 
AFCNO DILLON NUNES LEITE 
F t c!~ito '.1ur,ici!)·I 
LEI Nº 751/81 - GJIl!NETE D:) l'HEFElTO 
DI : JS DE DEZEiIBRO DE 1981. 
"Autoriz:, o Executivo Municip::il a tlo:ir 
r,ara o Estado de Mato Grcso do Sul, e ac~rv:> 
escobr da Escola '.Iunicir.al de 1° Grau Pedr::, 
'Ajala". 
A Câmara llunicip::il de Ecl~, Vista. Estado 
de :falo Grosso do Sul. ::ir,rc,·a e eu. Pt ~feito 
:lunieipal, sanciono a ~eguinte Lei: 
ARTIGO Jº - Fica au1orizado o Stnhor 
Prefeito Municipal de Bela Vista, n doar para o 
Estado ele M::ito Grosso do Sul, o acervo escolar 
da Escola Municip::il de 1° Grau Pedro Ajala. 
ARTIGO 2-: - Esta Lt'i entrará em vigor 
m; data de su3 publicaçã:i. revogadas as dispo 
si~ões elT' contrúrio. 
Eeln Vista - :IS. 18 de Dezembrc dEa 198-L 
ç.,s 1,cr i•s~ p ,<> a D-?us que ilumine o meu ca 
minha. '.f,:1dc p •b!ic:ir c observa o que aconte AFONSO DILLON NUNES·LEITE 
cn.i ne quarto dia 	Prc(cito Mut1icipal 
S, 
I 
sto 
t a , 
dmos desenvolver pesquisa mo sentido de Ia 
p<.,Jr :l prvcluç.'i,, orte:.an;il d•' 
1
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~ ~ •õ ' 
<J,, E,todo, visando dinamvzar a produç.;.o " ,n 
l<:n..lf•cnr o tnl.A!rt:àmb1C, c-ntrc .. ~ d1v1 r rer• 
õcs'' 
Segundo dcpolnwn•o dt• d•H•t,;• J bda 
1eru.cs. a Casa do Ari.csão de B<•l..i V1,<,l,L ja foi 
,1ma da~ mnis importantes do E,,tndo, coluc.,n 
d":.c entre as de ma>or volume de cr.mrrc•JI, 
_, Lo de atraç[,•> turL,· 
7ação e tornandose um pen 
nr a da r•dade. PosteriormLnlc iobrevclo um 
pcrioclo clc decadênc•a L h•,Jr. ª C,L~a dC' }3<-I:~ 
Vi, 1 a es:á ncc<'S'>•Lando c
0m urgC:nci,
1 
ele s,·r 
1r,1l,v:tda. 
Conforme apurou " rcporiagcm "'ª cunl-'
1 
com poucas pças em cxpo!-.lçào, seu t·st<>qu• 
é mínimo e dl~põc de ::ipcnas d•iis funcion{mos 
·um does quais cncontra·sc cm !éri.1s. 
Algumas providências imediatas j:1 for:im 
culorizadas pelo Diretor Exccullvo ela Funda 
ç;io de Cultura, dentre as quais: estudos para 
1..El l.' 75:J/R 1 - Gi1311ETE DO PHEFEITO 
E~! : lS DE OEZE:llUIW DE 1981. 
"Auioriza o Execuli'o :lw1icipal implantar 
Sistema de Imagens e Sons da TV Caiuás de 
Dourados. Canal 5, ncsle '.fonic:ípio". 
A Câmara :'1-lunicipal de Bela Vista: Esta­ 
do de Mato Grosso llo Sul, aprova e eu Pref?i 
lo Municipal. sanciono a seguinte Lei: 
ARTIG(? l'? - F•ca autorizado o Senhor 
Prefeito llunieipal de Eela Vi.;b - 1!S . a con 
•ratar com a Firma 1lASEH. - Tclccomunic::i· 
ção Indústria e Comércio Lida .. para desenvo: 
ver cstudoS de viab•lidade técnic:::., b~m com:>. 
:unlla, articular e fazer aprovar ao DENTEL - 
Departamento Nacional de Telecomunicações. 
projeto no sentido ~e imptantar ~istcma que 
possibili1e ti~zcr imagens e sors da TV Caiu:ís 
de Dourados. Canal 5, à este Município. 
ARTIGO 2º - O valor da presente transa­ 
çac1 pelos serviços executados. incluindo o fome 
cimcn10 de lodo o material necessário, importa 
•râ cm Cr$ : 27. 000. 000 (Vinte e S2te ;!ilhões 
Cruzeiro~). stndo a r-rimeira parecia de CrS : 
13. 500. 000 ( Treze Milhões e Quinhentos Mil 
Cruzci10s). no di,. 30 d:! Janeiro ,;e 1985 e, a se 
gunua parcela d:e igual 'alor no dia 28 de Feve 
reiro de mc'.:mo ano. 
ARTIGO 3° - Esta Lei tntrará cm vigor 
na data de sua publicaçiio, re'ogad~:-: as clisposi 
çõcs em contrário. 
Bela Vista·MS .. 18 de Dezembro de 198{. 
AFONSO DILLON NUNES LEITE 
Fr~feito Municipal 
Leia e 
:;-.l 
Assine 
" 
• 
P qu 
londe e t4 a 
Bc1., V, t,, • 1 ClC" 
n1 n• Jilt, auHl[ l , 'l ti;'l ('<nlr .. 1;. e 
;:; mp tl , , JO I n<· t cJ ' ru d 1 'r o <, 1 
nos serviços getai , a'é que se cone 
quudr , cldmll•·o cb r, ~ 
Igualmente foi autor z ad p 
aumento de quotas d ••• pc-ça~ j 1) r < ~ ... li, 
e< n<--i;v:1- <_ao P d> rn
1 
tn11r 'º de peças • 
r•a'l d<' outros centros de produção. q•, 
rio es'ar exp0tos t rn Ut la V1 
1 
• a p;:.,:•-. 
M l,;Uncl.1 q'.l1rv, na d<' jnn ,r,, 
; levantamento segundo Augusto j 
~e, .i. r,.,liz ,(i,, 1. 1 p1 l111rlra q11in,l'r.:i êe k 
e se tudo correr bm o remnmento ri 
z~cJo cm C:impo G1 :,nd,•. n•• m .. s ard . 
1 
r•m<:•1.1 qu,nz, na rk fc-,cre.rn. m(" ci:i·t;: 
os ridor :-i d· ..._ ~ . .._;:,,•~ do Artl' .. > em t 1.! 
Estado já deverão cotar contratados pela fg 
c::.ção de Cultura de '.15" finaliz.,u. 
F.DITAL K' 0116/81 - SEC!tLTARIA DC A 
;IIKISTRAÇ.IW E:'IJ; 18 DE DEZl:)lfil(O or 
1981. 
De crd, m Jo S::1.)w~ Prefeito ~Iu,icip:.l i, 
Bela Vista, Esado ell.! ;lato Gro,so do s~1. f-, 
saber pelo rrcst:nte EDITAL, e para tods t 
efci1·i~ legais. notific-, ao Senhor JUSTO co:. 
ZALES e a Senhor;i CAROLINA DA S!L'A 
ou pos.:ivcis h~1 J:.:iro·. ou ain<la, terceiros l· ~:e 
ados. a comparcrercm a csta Prefeitura !! 
1
,~I. no prazo de 30 (Trinta) dias a contar d.ir, 
l:licaciio deste in:;trumento. par::i se hab,h1a.--e::­ 
r.o r,~ccsso d2 rJqucrimento feito p:,lo Sr. J: 
lVJ:,.f AFO'.'ISO DA COSTA MARQUES, ob;ê­ 
tivando receber ,m Afor:imento Defín1tivo, o~ 
te de terreno si.turbano, determinado Sob o: 
21. medindo 200X300 metros da fre.
0
te ::s f~ 
dcs e de ambos os ladcs, perfazendo uma ir 
de 60.000m2. situa<lo no Bairro Serr:dü:b?,'­ 
te '.Iunicípio, para que centro do pra
7
,i ~6-< 
EDITAL. aleguem poSSÍ'eis direitos à i~; ç, 
ter.did-t em Afo~a:ncn(c. 
Dado e passado ngta cidade de B'a IV 
Estdo de lato Grosso do Sul, cs Dez0io 
do mês ele Dezembro do arto de )Iil ):o·;::ic: 
tos e Ci1cnt::i e Quatro. 
.TC E AYRE CiFURE 
S!:-cr2tári:) de Administração 
______________ _.-: 
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n Qualidnde 2) Preço 3)·P~ 
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AR."1!.AZÊlI - GRANELEIRO CAPACIDADE 12 lUL iOKELADAS - SECADOR PARA!O iqL SACAS 
RUA DUOOE DE ~t.AS S/N GUIA LCPES DA LAGUNA _ JA!:ll.;,,}l 
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1 PI Z E 
NATAL UM MILAGRE Q' E SE EPET E T 1O I J I DE. NO O MIL GNE H 'MA NO! 
#,UMA FESTA DE CONFRATERNIZAÇSO UNIVCJlS/L, REPLETA DE TRADI,OES E SIMBOLOS. CUJAS ORIGENS SAO AS MA IS DIVERSAS E PITORESCAS A ADA • 'OI• 
TE DE 2I DE DEZEMBRO, A CAD/ 25 E EM ALGUNS PAISES, TAMIEM, NO DIA 26. (J Ili 'T os O){I ·' OIU.1 O NASIEM TO DE RISTO 
Desce e vé, então, um garoto parado à por 
tn de um dos casebres. 
Ola meu filho, o que você esta fazendo 
aqui fora? 
•- Esrou esperando a mamãe. Quem é o se­ 
nhor? 
- Eu sou o Papal Noel. 
- Não corlhcço o senhor ... não vni me di- 
zcr que é o vovô! 
- E. . . vccê pode me chamar de vovô. 
Sr pudl,ss mo~ r,1lcnclar tudo o !Tlllls no. 
noite de Natal, ouviríamos, procedentes de 1,0- 
das as partes da terra, uma melodia singela que 
con gue levar, pela ua simplicidade, a mensa 
em de ornor e de paz n todos os homens, vin­ 
a de um distante lugar da Judéia e e estende 
PAPAI NO l 
Fausto }". Brites 
Cidade iluminado. /legrb gemi. Rl!os. 
presentes, árvores enfeitadas, mesas fartas. e. 
Nata!, Papai Noel, cn, seu tren5, pussa por so­ 
bre as csas. Já distribuiu muitos presentes. 1~ 
ando animação e encanto para as crianças. 
No trajeto, passa por um amontoado de barra­ 
cs cnde não há luzes. risos e nem melodias. 
Onde está sua mãe? 
- Foi trabalhar. 
- Mas a es!:as !'Oras da noite? 
- Ela sempre trabalha a noite. A minha 
vizinha falou que elo tem um emprego com 
um nome cngrançado ... Ela é prosti... prestu 
... nfo sei como é, não. 
- Como você se cham? 
-- Os meus amigos me chamam de "Ncco 
fnc:irdido" e minha mãe, quanLo não está beba 
da, fala que ou o "Ncqulnho. 
- Quanlos anos você tem, meu filho? 
- Sabe que eu não sei vovô? Nunca me 
foloram. 
- Você estuda? 
- Não me aceitaram lá no Grupo Escolar 
Falaram que não tinha vaga, mas cu ouvi quan 
do uma moça falou que filho de prosli. .. pres· 
tu ... aquele nome esquisito que não sei como 
é. não tinha lugar não. 
Papai olha ternamente para o menino. 
- Você sabe que dia é hoje? 
- Niio, por quê? 
- Hoje é o dia, de festa cm que todos co- 
memoram o nascimento de Jesus Cristo. 
- Ah! Esse eu conheço. !'. aquele que sem 
pre aparece numa cruz, não é? 
- Isso mesmo. 
- Só não entendo como é que o pessoal 
foz fosta para ele e depois colocam ele numa 
cruz ... Por quê? 
- !'. que a humanidade também erra meu 
filho. São atos desumano. No seu caso. por 
exemplo, 0 que estão fazendo com você é tam· 
bém uma desumanidade. 
- Puxa, vovô, o senlior fala, diJicil. Até 
parece aquelas moças da promoção social qu.e 
vem aqui, conversam com todo mundo, anotam 
umas coisas no papel. . . Elas "tudo" são pcrfu 
mad:;s que só vendo. 
Parai Noel acaricia "Neco". 
Você ganhou algum presente? 
- Quem sou eu vovô! "Sou ~ó o "Neco En 
cardido". Mamãe não tem dinheiro par" isso. 
Nós ne temos nem comida. 
- Você já comeu alguma coisa hoje? 
Nem ontem e nem hoje ... só chupei umas 
mangas que a mãe do "Perebeira" me deu. 
"Perebcira" é seu amigo? 
- Ariigão. O pai dele que é ruim. Sabe o 
do pelo mundo afora. E sisiun escutaríamos em 
português. Noite Feliz; Douce Nuit. m frase, 
cm alemão, Stlle Nacht; Notte Felie, em italia 
no; en espanhol. Noche Feliz; em inglês Silent 
Nipht e ainda mm outras línguas. Sio vário 
idiomas, com palavras complicadas, dizendo a 
que cle fz? Date todos os dias a me do "Pe­ 
rbeira", r uma confusão danada.' 
Papal Ncl está triste... muito triste. Afa­ 
ta aquela criasa e não sabe o que dizer, .. 
-- Vovó, o senhor parece que esta triste 
Não quer entrar um pouquinho. Vem. pode vir. 
Nao tem cadeiras mas u arrumo um caixote 
para o senhor se sentar. Entra, venha e puxa 
Papai Noel pelas mãos. 
O barraco é uma miséria lotai. 
- Você conhece seu pai? 
- No conheço não. Mmãe de vez cn· 
qua.ndo falo que era um tal de ''camelô sem 
vergonha". 
E sua mãe demora chegar <lo serviço? 
- As vezes vem cedo. Ou•ras vezes apare­ 
ce só pela manh. Vem cheirando cachaça. O 
senhor sobl:i. que cu já experimentei um pouco 
de pinga? Fiquei tonlinho. tonlinho. Mamüc 
quando está bebada me xinga de "tudo" quan 
to é nome e até me bate. 
- Vcci! gosta dela? 
- L'>glco né vcvô. Para mim Lia é a coisa 
mais linda do mundo. 
O velho Papai Noel caminha pelo barraco . 
"Ncco Encardido" obre umo lata e trás alguma 
coisa. 
Olha aqui vcvó. Eu corsegui isso aqui 
e mostra um rádio de pilha. 
- Você conseguiu isso como? - pergunta 
Papai Noel já imaginando a resposta. 
- Passei os "cinco dedcs" responde "Ne 
co'' que. puxanC:o o velho Papai Noel, fal: bem 
1::abdnho - mos o vovô não vai contar nada não 
é mesmo? 
Liga o Rádio e, naquele momenlo, toca a 
música "Sinos de Belém". O garoto presta aten 
ção enquanto Papai Noel amargurado, penso 
no futuro daquela criança. 
- "Neco" essas coisas a gente não faz. O 
que você fez é muito feio sabia? 
- Mas eu sempre tive vontade de ter uma 
"caixinha de abelha". r legal. .. dá prá ouvir 
até o "repórt.i". 
- O que você fez é um roubo. !'. proibido. 
"Neco" baixa os olhos. 
- Por que ento ninguém me dá um rádfo, 
de presente? Todo mundo só sabe me xingar. 
alguns me empurram. me chamam de moleque. 
Eu não sei que acontece. Quando cu chego per 
to de a)guêm que está bem vestido. Perfuma­ 
'do, só recebo cascudo. . . Eles me tocam como 
se eu fosse um cachorro. Isso é ruím ... eu não 
gosto. 
- Os hcmens são assim mesmo meu filho. 
Falta mais compreensão neste mundo. 
- Um dia eu estava passando Já na cida· 
C:e e fui inventar de entrar num.a loja para ver 
uns carrinhos. Veio um homem e me empurrou 
,me deu um "coice" bem aqui na minha "poupan 
çan. Eu iNli correndo. Aquele d.ia eu chorei prá 
"burro". 
"Neco"' levanta a camisa e mostra uma ci· 
catriz no peito. 
- Sabe o que é isso vovô? Foi uma surra 
que levei de mamãe. Ela chegou cm casa com 
a ara la machucada. Eu acordei e. peru-. 
i 4na 0lia 
Tod :tVI!, t: 	Natal a u 
Natal e cos 
tei o que tnha acontecido. Ela ficou uma "e 
a"" me deu um tau na cus que vi estreln 
la. Ai p ou um peca;3 de furo e "deu" tas 
r .nhss leras e cota. Fa comecs a ri'ar e 
la m dava eu calar a boca. Depois pa: sou 
uma fac: no mu pito. bem aqui ó e me xin 
ava... Veio um vizinho que segurou e'a. 
Papai Noel não sabe o que zer. Esta p2 
sativo. "Neco", após sua narrativa. também si 
lência. Pas•:um-se alguns segundos. 
Vovô. eu aprendi um versinho, quer 
ouvit? 
- Pode dizer meu filho, diga para o 'O'Ô. 
- Eu amo a letra MI. Por ela tenho pai 
xão/ Ei de norrr dizendo/ MAMAE do mzu 
coração. 
Muitc bonito "Ne". Vccê aprendeu 
com quem! 
- Com minha mf:- me~mo. Ela é boa ... 
sô fica "chata" quando bebe. 
O velho Noc, está com um n'> na gargan 
ta. Beija a face de "Neco" volta os olhos pa 
ra o Céu. 
- O que você gostaria de ganhar d~ prescn 
te? 
- Sô queria que minha mãe estivesse ago­ 
ra ao meu b.do. Preciso muito dela. 
- Eu rei n,cu filho ... eu sei. Mas, um dia, 
tudo vai melhcror para você. 
- !'. tão ruim ficar ~ózinho. As vezes. 
quando chove, eu fico morrendo de medo. At ~ 
parece que tudo vai cair na minha· cabeça. Eu 
chamo direto minha mãe mas ela não aparece. 
A água entra prá todo lado ... 
_ Sabe "Neco' que um óiz Deus vai sorrir 
para você e te dará muito felicidade. Se você 
hoje não tem presente. fique certo que ele te 
dará mais ... bem mais. 
- Será que ele dá cernida também? 
- Você deve estar com fcmc não é? 
- Fome é "apelido"". Meu estomago está 
lá nzs costas.' Eu sô queria era ter comida que 
nem aquele pessoal daquela casa grande que fi­ 
ca quase lá na esquina. 
- Mas ê corno eu disse a 'Ocê. U:n dia te 
rá muito mais. 
Posso confir? Será que Deus não podia 
fazer esse dia ser hoje? 
- Ele é bem e sal::e o seu so[rimento. 
"Neco" segura fcrl2mente as rn:ics de Pa­ 
pai Noel. 
Vovô eu vou ser sincero para o senhor. 
Não aguento mais de fome, de tristeza. de dô de 
minha mãe. Ninguém gosta de mim. Todo 
mundo achai que eu não sirvo para nada. O s.e 
nhor gosta àe mim? Fala que gosta vovô ... fa 
la que gosta tá? - e lágrimas rolam pela face 
daquela criança. 
- Eu gosto de você ·'Neco" gosto muito 
diz, com soluço !'.O peito. o velho Papai Noel. 
- Eu queria ter nüe como todo mundo. 
Queria ter brinquedos, alegria... queria mes 
mo. Sabe, queria até conhecer meu pai. Me 
ajud:, vo·ô .me ajud::i? Eu prometo que não fa 
o mais ccisz errada.. . cu ·prometo mas o se 
nhor podia me ajudar. 
E pcla primeira vez. Papai Noel chorou. • 
1:. 
s 1. 
na Ialia os "j 
zel" na Alem ha e Holanda. 
1 principalmente na Bélgica. França e Ik­ 
lia que cr vorepa rta a cena da Vat·dde 
en lu ares publicos ou nas Igrejas Em muitas 
cidades da Blgiea são vlstos crianças e adultos 
vestidos de Reis Magos. carreando uma estne 
la sobre um bastão, que. de ponta em porta, vão 
cantando e recolhendo oferendas, destinadas a 
cbras Ce caridade. Ocorre também a apre,nta 
ção dos mar., vllhosos "quadros vivas" do presé­ 
pio e os espetáculos encenados por crlanças e 
marionetes. que I cvivem a vida de Cristo. Ar, 
crianças comandam os mecanismos das bone­ 
cas, recitando dilogos e entoando cânticos clr­ 
cunstanciais, enquanto uma senhora com um 
grande b:ist.iio designa os diferentes quadros. 
Na Frai,ça. a, fJrnil•a.s arrumam o prcsi'!plo 
nurr. pequeno palco, de forma a sobressair das 
lemais peças da casa. As crianças trazem pe­ 
dras, ramos e musgo para o cenário do presé­ 
pio. Pequenas figuras de terracota. conhecidas 
como "santons" ou "pequenos santos", são colo 
cados ao redor da mangedoura para representar 
a Sagrada Familia e os demais persomgens da 
História da Nati-.ridade : o boi, o burro e o povo 
da aldeia. Em Marselha. realiza-se uma festa 
especial, no mês de dezembro para vender os 
"santon,·•. obras de arte. sendo alguns conside. 
rados verdadeiros cbra3 prim::.s. 
Já na Holarda a festividade do Natal é ex 
clusivmente religiosa e caseira. sem distribu! 
ção de brinquedos e prescn!.cs. J! um fes'a 
simples, sem foguet.es. nem fanfarras. sem ceia 
à meia-noite. nem especulação corncrcial. A 
penas árvores de Natal bem iluminadas. ador­ 
nando os principais ruas das cidades, e, no lnte 
rior, das cnsas, os ramos de pinheiros, árvores e 
presentes dão o ar natalino. No dia 25, os hola.'l. 
deses comem opulentamente. tr-.ndo à mesa. pe 
rus, patos. galinhas ou gansos. As comemora• 
ções se estendem até o dia 26. Num.a província 
à oeste do País é tradicional a cerimónia deno­ 
minada "Midwinterhoornblazen"' (toque da 
trompa de meio-inverno). Uma tradição que 
vem dos tempos pre-cristãos da era saxônica. 
Consiste em soprar diariamente, ao calr da tar 
de, através de um grande "chifre" de madeira 
recurva. desde o primeiro dia do advento até a 
vigilia do Natal. Esta tradição foi mantida pelos 
cristãos para simbolizar a chegada do Mes:;ias. 
Mas é na Alemanha que se festeja o Natal 
com muita expressão. enriquecendo-o com can 
ções e autos. Em oposição com os países latinos 
e alguns anglo-saxões. o Natal alemão e uma 
festa puramente faini!iar. As luzes das árvores 
de Natal indicam o ccmeço dos festejos. A !a 
milia reun.ic!a lê a Bíblia: a história do Nilt.al e 
antig.is canções dão, aos velhos e jovens felici· 
dades e paz. As crianças recebem os= presen 
tes orgulhosamente. São brinquedos dos mais 
variados, livros, roupas, instrumentes musicais. 
etc. Nas semanas que precedem o Nat:i.l tooos 
procuro.m adivinhar ou descobrir o que _os seus 
entes queridos desejam para presenteá-los. O 
po!lto alto das festividades rellgiosas está nos 
grandes oratónôs. cantados nas catedrais medie 
vais. As representações teatrais do Nascimento 
de Jesu têmn suas origens na liturgia da missa 
e exibem a Anunciação do Nascimento com o 
cãnlico tlos anjos e adoração do ME:lino Jeaua 
pel; Ris Ma3s do O:ia;te.

-- ----·---~- 
1ã 	..-,-.,...____.._..---- 
.....--- ~- -- 
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G 
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o FEDE IL UMA MENS l 
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ROZ (PUS 
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V 
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Chega um momento cm que você p~.ra. e lha e pensa. Tem muita coisa .errada. 
Vucê faz ns vezes algumr. coisa errada. E no Natal você fica 
dif rente, é invadido per um sentimento :iovu. 
Niio seria melhor que você fizesse de coma que todos os dias fossem Natal? 
Fe IZ Klatal 
Carlos 
. ,: 
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 	, 
si I 
+ e «e .. 
.t. 
E 1:ntão 1 
você vl'ria que muita coisa iria mudar. Com vocC e com todo mundo que agisse d este. for 
n,a. Quem sabe vamos, todos, tentar, à p:.irtir cie agora. ou você acha que o Natal é' só Uffi.'.l 
----------------------------- 
~---------·-- ------------------ 
Victor Zonchet 
VRES!DENTE DA CAMARA M ICIPAL. DE ANTONIO .lO,O - 1'1S 
.j 
. i 
L 
~ 
li- o 
A cada Natal se renova a op 'lrtunidade do 
homem receber o Filho de Deus. 
1 
E 00 longo do Ano Novo aperfeiçoar 
a compreensão q lJ e ELE t r a z. 
Feliz Notai 
IEND CEL. SERGlO E o tIDlfíl. 
Comanrlanto do 10 RC . 
IMI 
l 
! 
1 
o 
.,,. 
e 	e o 
• 	,- .~ J..!....;,.:.;:. 
Que o mundo luminoso brilhe para voc± em t . 
cm cuia novo dia. 	' razendo alegra, paz e 
"Temes variedades em grandes 	de 
sua vida". 	csoqu para vcé fazer deste NATAL o mais fl' " 
MERCADO HISHIKAWA 1 
RA AIO DO lAD,iRIO 7q0 - FONE: 1-10'.l 1 
~ ~ ,r... 	1 roa.ara.a-

..... 
PJlE8ÚIO:J DE O!ITJ- .. E DE HOJE 
Paul.o Oilva L'-cira 
Qucin podor:1 clir.or quc.ntu:J J)OO:Jonn,ncotc Jlo.ta.l do 
1
904,ujooJ.ho.r-oo-iio diante elo UJil proa pio?JÍU.o o oa­ 
peno Podemos dizor,ontretanto,que os presépios mon- 
L:ui ta gonto d.ao- 
t oo noo luro::i,nori locnia pÚblicoo,o oobrctudo no.o contente com a 'blito 
iarojno,vão dcixo.ndo do ter o ~oulco que proooncià.- roaliza.dn oo□ann ~- 
vumoo há 20 ou 30 onoo atráo. 	oo.dn 80 noosa cidade. 
Oo ouplcr,1cntoo n11talino::i doo grandoo diárioo,quo Os voi:-co.doros belu- 
oomoÇ?Jll n oirc~lur,com oucootoõo decoro.tivas o do ou- vistenseo oritioa:ram 
troo gênero,wíio,noao aontido,sintomáticos,Dos quo duratonte a e.tua.çüo 
!IlC cheeo.r= 2'.o r.l!Íoo I cm non11Uo encontrei iuéino ou 
, informnçoõo oobro o modo do dur maior ronlco à. í'i­ 
ura do Nonino dous,Quer dizor,aoundo tais pu­ 
blionçoõo, o era.nele homcnngoo.do do outrora cncontru- 
00 hojo,no. melhor do.o llipÓteses,cm oegundo plano. 
Cauoou-mo certo peour quando,visitando há 
alguns o.nos wno. elo.o muito.o igreja.o do Salvador, 
na Ópocu <lo llo.to.l,dcpuroi-me c·o1r. eato fato inusi- 
«. 	l 
tudo: o precé1iio n5:o ho.viu sitlo monto.do no local 
mais aproprio.do - a nave do templo -de modo a 
ser vioto pelos fiéis,mas numa dependência. bem 
. . 	. 
ncnos uooooívcl.P::i.ro. so.nar a dificuldado ,11::i.via 
I . 
uma seta cor a palavra "presépio",para facili- 
tar o acesoo· ::i.o::i intcrc::;so.dos ••• II!Í,hojc cm clio., 
, # ».. • 
ate proocpioo qÚc têm como fundo de qunclro sim - 
bolos de lutu do clusses,c que evocam revolucioná­ 
rios do tipo "Che Guevara"!· i:eles nada se encontra 
daquoln oulmo. o jÚbilo J,rÓprio às festas de iio.tuJ., 
1 
• tão"·oÕn o::_!1rccc::i.s na t:-,Úsica '
1JIOITE FELIZ 
11 
• 
u,3!3 
.1• •
11
, 
1,•~ Er., .rucc do t:i.io decvio::i du uutêntico. devo- 
35'à6 nascimento do Divino Irú'un te, as almas vorda- 
·cd,' 
:,•de.:j.romento co.tÓl:i,c::i.s: exporincnto.m,por certo, umu 
pi3 i;5o piedosas e velas coooraçoGs 
1a:f07'? 5s a17"s ;· 
• ''tmtalinas'ldti ,pivtr.oro.Deso jo.m• retorno do natal em que 
zá Du era,do fato, centro de toadas as hone­ 
nagens, o objeto principal do. devoção dos fiéis. 
NA TERRA! 
DESEJAMOS QUE O llATAL SEJA 
PELIZ }; D"S T.IUITA REFLEXÃO, 
QUE DESTl•. SURJAM illL ID.~IAS, 
I'ARA QUE VIVAS UM ANO 
REPLETO DE ALEGRIAS, COM 
TODOS QUE TE RODEIAIJ. 
POLtCI 
do TE!TEITTE NAEUCO, 
da Polioin If-111 tar, 
não oó pelos méto- 
dos emprogadoo,lllllD 
tambom pelo total 
desconhecimento do 
povo 'bclnvistenae. 
REUITIÃ'.O 
Dizem que o Tenen­ 
te veio a 13ela Victa 
n pedido de um grupo 
de .fuzcndciros,após 
uma reunião realizada 
no Sindicato Rural. 
Acontece que "pedir 
mais policiarento é 
ti.ma coisa.",o.dot~ os 
métodos .iI!lpostos aos 
cidadão belo.vistenses 
é ~uito diferente. 
VAI CüiITI1:UAR 
PAZ 
Apesar de tudo,o 
troba.J.l"_o ·da ::.ntegr:::.ção 
PCLICIA-COt'..rú.!HDADE. vo.i !:""" 
continuur,pois foi uru 
f::;to isolado.Espe:ramos 
que da próxima vez in­ 
oluara um eleme11to de 
Dela Vis ta nas pa truL"!ias. 
CÃ1iA..l1A 
Diga de elogio a po­ 
sição assUir.ida pelos ve- 
bon.J en11.. r. 
1 1 
to.. A cc .. c.:...t 
boo que o ·.;. !. 
há nobretuuo 'l • do 
e ir-cn to p.;.r l o., ° 
' (J 
mão forte nu co:sue. 
objctivoo pro;o..:to. -~ ~ 
noa303 r:wJ.horco voto. i>. •~ • 
FELIZ e ventro;o A.O : V@» 
l 
do IRUCDA c A LI '. 
l 
o AUJADOR 
-·º q_uc noc 
ir:. o em lutas c 
Bem-aventurados 
anseios comuns,findo õshom de boa fé., 
com um HATAL sur: 
te feliz e coo e 
rr.clllores augÚrios 
o ano vindouro. 
SÃO OS VO':OS D.:. 
LISSES PITO DE AI 2; 
r~adoro3~na ~efesa de lm-, ­ 
. lll.l.ldes cidadãos e da so- 
ciedade belavistense. 
Na tÍl ti.mn sessão. do 
ano tódos se :portaram 
con dir:idade,defen­ 
dendo as medidas cer­ 
tas e criticando os 
·'.busOS .Pare.bens. 
1.3 
NASCEU 
O FtLHO . 
DO SENHO R! 
desamor e 
deposite a 
---- esperança ... 
O zc% 
CONTE SErilPRE CCU A GENTE • ' 
1

TRIBO 
' 
SERRASUl MOV 
COMEN'I 
No dia 15 J>JJ. ,. h11da NATA LIA compl t ,u 
u 1 unmho, seu 1 J)tll' Hobt•rto Souza n() ,a C 
'Tini organizaram uma bonita e alegre fest- 
1,h.i. 
NiHllll:LI•: Ili/ 
Natalia recebeu eus convidados usando cltorn10 
o vestido branco e tendo o d1i1pl-u ltl1nbc•rn 
l,1 dllt'll ('(lnlO d,•l:,lht•, 
doc•nho e outro distribuiram sacolinhas surr 
sas.balõcs, chapfuziuhu de palhaço. As criar 
t;as é que IJO~t.ara.111, f•zcram àquela festa com 
tudo CJUC ganharam. 
l'OR LA 
ví )indns e charmosas mocinhas usando 11 +J 
lindos e moderninhos, 11orci que a granc.lc malc 
rln rios modrlllos forom ac.lquiriúos cm l!nriz· 
,Iodas. Umu 1••nça os gatinhos cada um rna1:. 
lindo que o outro. 
., 
• r r Nancy 
<jll(' t•-;le l' a cargc do bom goto e criatividndt• 
di! Prof(' -.or:1 Ana L11tiu foi b stante elogiada, 
pevalec u as coes: Branco e amar<•lo. 
DELICIOSOS 
«decinhos, salgados, refrigerants foram servidos 
apis os parabéns a voc? {gostcso bolo foi distrl 
o 
• tetribu+mos as votos de boa f 
Deocleciano V J' corctlc., U.  
José Paulo D Careiro e flua.. B '. 
lllcrcado ;I h1k 1:, - D.!. 
Dep Delader Agi e fli,1 - CG 
r-:. cola Ester S•lva -- 13. V. 
f I ), I 
1
r 
L< od,11r M Roa (Sindicato dos Trabalhadores 
da., lndú~trlas c;rúhcas). 
f)Pp. ÜIIC''1111 ele :-.fatos - c G 
Aba! Jallad- Secret Par! Go !o Etado 
e e. 
Evilasio Miranda e fli.1 - B ' 
Carlos Alberto Miranda -- C e; 
1lc11riquc Gom(•s da S•l'a (Rotar) !1 '' rtllci'J­ 
n:a')- Cuiabi 
/l),1dlr L<H,bl - D. V. 
Geraldo 'Thomas da Silva Fatima do Su! . 
:!ar ceio Calv:u,o - B. V. 
G:illlll Jamil - P.P 
Posto Rio Apa e Posto Na.óonal - B.  •. 
R~mci: Tebet e fita. - C,G. 
•fipografia Aquluauana - Aqu1dauana 
OL'putadu Ai mando Anachc - C. G. 
1 S ANFTfHIOES 
Roberto eTánln nns,os nar~héns. !)C'ln artr de, 
Em receber, à fofinha Natalia. ncsos ot.s de 
felicidades, 
s ,·;:is - e 
,. r. 
rn r:c. 
Lopes .a I 
.fat ! r,, 
- li ' 
ll r.t., IJ 111, ru Ju - 11 ' 
«Ocas Salomao e Madalena -- D. ' 1 
Elaine Brum 1.3 ' 
Emparr - c G 
'>• Fct1 ., ,.:., c.!r rr .l,. !·.1.a, - ll. y 
Dr Fernando de Freitas, fli. -- Janus 
Zora, D :ri hui k ., ,. • J ,
1 
t, - e e; 
lOU 
I 
de purabens pelo rat o ;arotao dos olhe 
d,•., . J-:VA:-.:Dno s, l j,Ji" . !ti, 1 e [ z.: 
para:am uta diveriil reunião pera os 
doJos de E, andro. 
SE.AVIAM 
delicisos comes e bebes, e pata balançar; 
. ro11da um an!m:1ào som Parabér.s e rr:I '_ 
reda_,; de fl'lici,bdc, • e~ ~nt'cr.;anantc 
Tlio Jog" iomarn conhccimenio através da 
i:!'lprrn:;a, de que Corumbú e Lad:irio não ía· 
a.mt prte da lista das cidades brasileiras 
o/ •
1
,1 h :r:1n1 ~
1 
::n:tonun1ia polílica. nuto1t::>111ia q/ 
1 • t'li! a' e'e do: 'c:. p/ as cidades be 
• i· • .. - o d,!)· .: :n:.nc...o Anacht. rcr,rc- 
sentante da ürca que ntrangc as cidades de 
e. rnmbá e Lntl!irio. na ,sscmbléia Legislativa. 
cnderc;ou mensagem o povo daquela fron· 
tr ,1.1, con:lnmanclo-o a se manifesinr, quer 
a,r,:l'és de tclcgr:1mus. quer atrn'és ele abr.lxo 
u!'~inndus, n fim de s€nslbilizar o Governo a 
estender essa autonomia àquelas cidc.des da 
fronteira. 
íl 
u 
(Brnsili::.) - Urnncl<> a Tribumi da Càma· 
r:1 disse o Deput:1do Rl,ben Figueiró: 
.. Cc h:i muito, o lllul:1r du u u do telefone 
forç:JJu a pagar a taxa de 30 sobre a ·n 
s menszis, toxa destinada ao Fundo Nacional 
c'c Te
1
;.-c1.. 1nw11c.1".;õ:s. 
, 'ii, di.;cmo u •n~liàadc c:o cilad" Funllu. 
~:•, t'OlDO a ):::ç5.o inteira s:il:c. que grnc;as a 
ele temos este gr.:nâio o e eficiente S•stem'l 
C•' Ccmu1:·c~cõc~ que propurcionuu, na cs:::i.b 
ie suas atiw:ições. uma alavanca para o d±. 
no'vim 13 cm)mico e sóciocultur! de 
,_,, Pais. 
C que discuto é a cobranza ilegal da so 
br • . a de 30 :ipó, ,, prnzu àc 10 "'n~s cs 
l·l lrf."n> r.c':: Lei .J.117 de '.:7 ele r.go.
1
0 de 
'.' quud sc instiuu o FNT. 
.  T. :: 6. ê7. Ô(' UG de iO'(:mbi·,1 de 
17! ave rvr1o! por prazo indetemim1d 
cobnç2 e:,, FK'!' Li cxtra,·:1gantc porque 
rorrga o que a LEI n m:s consagra pelo 
2ecuro d Tempo. 
"A nberturn poli1ica tüo anunciada pelo 
Chefe da Nação, têm que ser plena", disse 
0 
deputado, "é o de;ejo de todo povo brnsileir.>, 
esscncic.lmcntc pacifiC<J e bom, que quer votnr 
n" seu Prefeito. que quer eleger aquele Q-1:! 
rcnlrr.entc p•cencha todas as condições que pos· 
si,m cferecer trabalho, progresso e c:lesznvol· 
vimcnto para suas cidades", concluiu o depu· 
 ·•clv. 
Rc:.lmentc, par•idus e poliiicos de todas as 
rC'giõe3 do país já vinham trabalhando no scn 
tido de proceder a eleição dos seus prefeitos, 
cm meio a salisfaçüo geral. E foi com surpre• 
11 
A pari ir desta última lei, a 6 .127. criaram 
se artifícios como o FND - Fl;ndo Nacion:,.I 
ele Desenvolvimento - que é cobrança por 
Dentro do FNT, pi:ra dar leg:i.lidade (?!) a esic. 
- ' 
Nih sn)isfcito. o Governo Federal através 
de verdaõeirn alquimia jmidica vem atravã, 
de Decretos Leis (como o que extin_:;uiu o rND 
e o produto ele rn::. arrccadsção pa;sou para 
" FNT), a tr:msformaçüo do FNT em r:?cUl'5'.J 
crdin:irio do Tesouro Nacional. cobrando :i 
1:,alsinacia taxa que coru;litui numa figura tri• 
but.:r1a C<~úri.1, ilcgnl e inconstitu:ional. 
No é poSS1'el n coni•nu::ção desse les:i'. 
L.,
1
so d<• j:i dcibilít.icio conlribuin1e brnstleiro 
scj:1 i;e_su:: fi:;i::,~ cu juridicn. 
:s mi!:: judiciais j impetradas m tcdo 
T:is. !rumas iá ccm sentença favorável a ile 
g!idade da eobrnnça do PNT, exigem do G<>­ 
'C mo a suspensão imcà.iata do ileg::.l fun:io. 
Jl<l'.s c!c é c,
1:n° j:i se ;i[,rmuu um:i "sequeb 
auto.tri em nossa legilação". 
' -, t ·.:.. ,·:,;; "r.-:_ -::. :;I l 
Eua cxt•n~üo re:11mentc é v:l.lica e ultr::.- 
sa para. muitos. que a.lgumas áreas con.sidera· 
elas ele Segurança Nacional, não conslaram 
dessa primeira listagem do Presidente João, 
Figueiredo. 
O dcput:it!o Armando Annche, em vista úo 
acontecido. já iniciou um trabalho de alto ní· 
'cl, inclusive pretendendo reunir senadores, 
deputados federe.is. dcput.:idos estaduais, tanto 
do PDS como do PMDB, para juntos, solicit.a­ 
rcm at.:diência ao Chefe da Nação. reclam:tndo 
pare as demais cidades os bencfi::ic:; da Lei 
que devolveu a autonomia para todas !l3 áreas 
inclusive aquelas situadas ne faixa de frontei­ 
ra. Por outro lado, está eonclamando corum- 
"';:1" 
t"I 
e d, 
nece :i.r•o instnun"nto u, 
b:icnses e ladarenses :1 se organixuem e:: 
grupos, redigindo telegr:irnas ao Governo. p; 
curando sensibilizá-lo ne:;.se par1icular. 
Um trabalho novo está sendo in:o::.: 
pelo parlamentar corumbaense, trabafoo t 
envergadura que. bem coordenado, poderá;::. 
duzir os resultados que espera e deseja. 
O povo de Bela Vista e de Porto MUW..!: 
deve fazer o mesmo, pois não se jUS::!:C 
manter esses municípios à margem do pre 
~-, d~mccré.ri::o. E~•~ Vista e Porto Uu:t':'.: 
vamos à lul.:!. 
, t·unca>J.u ""1 WJ'!./!?12) 
C.G.C. -~.F. t,'i 513.2U:<,1000l 
R,-,:-:s~r!l :10 Ca.nono º" ncu!OS é 
Du•·ur:1c:r:to! n." :l!i - . 
Jorn:ilista !'tespons:i·cl: IvalclJ Perei.-:i 
C!v!c tt i c: .. i!~. :1TP S n ° 14 O) 
A tr"7::-·-, tJl!:!•J H ''"".,l ..... '.L;<.;ut- (.iráftrt 
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,JOrn!li.s L'c'u,. . T,  
Iteresenmnte acior±!: TTl 
CC!/±CACO': SEN. EaItie!o Pzul° 
Si si nus" r 
nes !?23.165;; . 22::.IGGO . Brasília (Dfl• 
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