- JW,OA'f'Oft Clfl11!1-; - JVAl.00 l'i'AtHIII/ l'Jll.(_ f)ll, CIRNAYAL DBERTUR ScfJ'UrldO o presidente do Orêmlo Pedro JlUflno, Joúo Kall[e, o cnmnvnl 85 (abertura) no Grêmio Pedro Hulino &e rá senanctonal, su­ [}C.rnndo os ant:crlo-res. o conjunto será o mesmo que t.ocard no t)'.lilc do Hcvclllon, SOMBMS. de Prcsldcn Mensagem to Prefeito de Rela PEDRO Povo de minha ierro, lembro-me dos natals de mlnhn lnfllncln, cheios de mrinho, de multa esperança e de calor humano. Hoje, q11nm-o ocupo um cargo de g r a n d e slgniíicado, lembro-me elo menino que corria solto às margets do Apa; do menino que bri­ g:wa quando n Bela Vista querida ern ofcndJdn por algum forasteiro. Continuo o mesmo me­ nino, já não corro pelas margens do Apo. mns contínuo brigando por minha cidade. Quando assumi n chefia do Executivo Be- 1• vist.cn:;c, senti que todos os meus sonhos dn Juventude poderiam ser concretizados. Encarei o cargo, não com vnldnde, mns com esperan­ ça, dentro de minhas limitações vislumbrei n oportunidade de servir Bela Vista e n seu po­ v~, o meu povo, Nestes nnos, convivi com diversas pessoas, polft.icos e não políticos; aprendi,' na' vivência diária, a compreender; eomprcendendo, a acei­ tar erros e acertos com hurn11d2.de. Este não é o momento para se atirar pe­ dras no passado, acredito na açiio, no trabe.lho con:;tant.c. Acredito, alndll. mais, na continui­ dade, a constn.ção de um município prósper,, é trabalho de todos, edificar uma cldnde é 11 somatória do trab/ho de cada um de seus ha bilantes. t,c Prudente. e o Concu o de Fan ~,rn t, r.í várias lnovu.çõcs. Kalife informou que o G1 lmi,, aux•I• 11,1 lodos os blocos inscritos, :1 r, I! ir d,- .1, com os lucros obtidos nas d15wt.(;c·"- Este auxílio, disse 10.lif,•, "ajudará na Minha mensagem de Natul? .Agradecer a Deus, aos meus colaboradores, desde o humilde di2.ri~ta aos funcionários do cscaliio superior. agradecer ao i:c,·o i:cln con­ fiança; à minh esposa e filhos; agradcr principalmente este DCM maravilhoso que :S a VIDA, esperando que no próximo ano o SE NHOR me dé saúde e forças para continu·1: tn:.balhando. FELIZ NATAL BELA VI T, RUF!NO X: e sei porque. mas n todo instante lem­ bro-me os clharas daquelas crianças ra Etio,:ia cm:urdo uma opa sei lã do que; vejo o olhar E MC Ponta Porã, t Bela Vista, Porto Mortinho, Ladário e CorMmtá Continuarão com Prefeitos Nomeados O Presidente, J oüo Figueiredo assinou dia 19 pp., Decreto L2i conce­ cendo autcncmia n í4 municípios de aréa de segurançn nacional. perma· r.ix:endo os que localizados na faixa de fronteira., possuam fUas FC-'es jun to a linha divisória do país e estejam sujeitos a influên­ cia de nações visinhas e abriguem instações de alto valor estratcg•co. Ehtre cstts municioics, BELA VISTA, FORTO MURTl. '110, FCNTA POM, LADARIO E CORUMBA, no Estado de lfato Gro~D do Sul. O povo belavistense recebeu a noticia com muita frustr~-~c:o !pcis todos espera'am que O sucessor d e Afon__ n·, p:,rtic'pantcs". As inscrições dos blocos deverão sr feitas na Secre'ar do Clube, a partur do d .i 2 de jllf!LlfO P'r Pelreira L,:n ' 'u. m). Em ·a crian P ta uit:e s e bom dt aos não polti co. i ri .chegamos nsr, um Ntal, tudo 6 festa T u d o ale;ia Em alguns lares c s p r e cnte, rtst..:n n s, em: outros, apna o clur ansoo da c i rcuta de seu ppai r: i, Em.lgur:as se.... perus, curviros. litõs, ustcncs, [.a; e c'·nhas; cm outras, o ar 1o c0 gad: ha com.rada cm serificio. T ~:.-'i AL. Na.a me chatia n ai: ac ver que para mui t0 o NATAL é apenas uma festa. um dln onde s3 come melhor e ±e procura sorri, um poucc mais. Para mim o Nat.,1 ;; mais or qu:o naooor do novo.Que sufoco! OUD)ÁDO,t A POL:(CIA 1 ~ ~,poio Ópdopoio da ohogcida do Tonante llabueo,o po- vão ficou muia apavorado quo pnlmeircnoe no meio dr.l l toreidn-oorintiana,om pleno Parque São Jorge.CUIDADO, Ó n POL!CIA ••• Não Ó usoim quo o povo do Bola Viotn 1 J quer muio polioinmonto,NÓo quoromoa ACA.TuR com oo 1 murginuio o não intimidar cidadãos docentoo. TG.Inoa a certeza de quo o TENENTE REIS oaberá contornar a situação e colocar a casa om ordem. i , : CÂ!iARA MtnlICIPAL Os meus amigos ds :fÓ,da Câmara Municipal,já estão 1 ; 'se preparando para reunioãs periódicas visando eacoD1er o í'íturo presidente da Casa.Entre os candidatos,desta­ _.oundo-se CLAUDIONOR RODRIGUES,CASSIO ACIOLI E EVILÁ- t SIO MIRANDA.O PDS quer fazer o futuro presidente, va- ·lnos'•ver se não·aoon~oorá ''110iu.entes" u.e Últimn. ho- . 1 , ' • ' : .. ~ '- • • • ~ l rà. , . _.._. ' .... : J -.- .... r.· 1 r. LEITOR Desculpo por algum.as inoorreçoãs,estamos ajustando o .. jornal,l!llldaremos tµdo,e vamos mudar para moD1or.Deva- g e_sqprg,checarmos.aí. +i? Z i$ P%si :{, f f : l'lIBFEITl.JRA 0"..-..• ..";s. '+ ',·.- _ g,é,fifi4s 4e as avo ·ctscss a rata as trôirte::tra;:oem. A) autonoi;La dpâ munÍCÍpios da aréa de zit ar '..3. <..«. segurança 'nàoianN,muJ. tos'·oándidatos já estão pre- .b%::.5:ta-: ? 1 parando os seus esquemas.Em Bela Vista,os nomes de zz5sg±!_ ses as $êissgôjeip»pi ' ±iij pi#gus assota soo os ate s--- 1 »d1,3- 2 !!z7 ovdv3;":< .+«·rua°<- - * ·., ... :·· ..... • [ &$ . 1 um novo ano grandioso e s'Ólido. - l- E •• ASSINE A TRillONA DÃFRONTEIRA seus pensamentos estejam voltados :pará a constru­ çãõ ne,novas idéias de paz, amor,al.egria e _satis.i'ação, realizando projetos para i 1 . I · 1 I' LEIA tlM JCENAL DE OPINDl'.O --4 • • - -- - - • -- .HI. DIS DE DEZ ANOS CIRqULANDO , ;- NA FRONTEIRA E SUDOESTE * ANO feito," j·' "'°1 e·• e pnrcola,0.o j3 » :.il.., L .• neu wuc or tr llo m-:v, 1r.ur: J b .... ilc. r ll t.....r.. 1 e,u.cJ.:.; :_uw:n CARlºAVAL O C"lr:.·i.vul no Gr~::..io v,.i .:or u.r. ::::·1,cn:::or:.'l :. , ~~-, , 14 ,,,, '!" - i .... J .....1 • cm oua coluna. O :'·.J i~·e i..,.for:....c.. º. q_uu a ;i.._L.icriç:o e 11 coa podoro ser feitas a partir do hoje,c svi que o Grêrüo nuxl].iur' tocl.od 0.1 11lcco:·.l,:J rv:.do das DISCTns i -ata n po.rLir de ':IJor:..,:;or:Xo di::;tl'il;-.1.:.d·:a "o..; hJoco.~ 1:•::::c,:r::00. Vamo;:; lÚ,c;cntc I CARA!V1L €5 no Crânio vui unerar tcdos OG jn ro:lli,;oilÓD • :~STAOUI-:S DO AJiO '"in pri'4,;Ji:-:-:-. 0diçE:o- tio .,.rt...:•.eiro,a TP 1Ju1f1ic3. -!. a 1 J ( relação da pov; 0:z; g. : . ..:;.,:..i, ;:;_e dostcicn:n::i no corrente t:1.r:o. CASS.[U .,,_.,._ ... ,· ... ·1+n BELAVISTISE E ª Ja.11.e r,ielo Godoy o.vis2-..11.do que as obras , f. hoi de revreneiarm; c nascimento do al Cortuniads par dcccl:ir-s que o amr e J T· freire de Oliveira Pr feito M~nidpal de Antonio João O Homem Porém; faz a guerra. Quer ser rico. e vê os pobres na miséria, sem fazer nada. uer o melhor para os filhos, no entanto, po- 1 lui o ar e a água, ~ chegando o momento dele o . lha.r p/ tn:.z e ver que está errado. Dar as mãos 1 1 ª~ scmclh:intes. encher o coração C:e 3.mor. A- iudar a oucm p;eia, evitar as gurr • Assim e sómente assim, ele tará a pz. QUE 1985 SEJA O ANO MAIS FELIZ DE SUA EXIS'ttNClA! Mathias Margarida Fernandes Pl-ealdenta da Cimara Municipal- G. L. L. 1 •• c:u1n_,1 NITIL! ou VEREADOR (Porto MurUnho) QUE O Deputado Que a paz, justiça. aJegria e nova vid se tomtm realidade, cnda vez mais próxima e maior pelo nascimento àe Cristo nos coraçõez Estadual A ry Ri g o ___ _____....-~- ------ __ __ l;J:_..:.l.:.':..·..:J..:.:.d:.:J .... ll_(/ - --- --- Exec n ela r· 01 u obJl twvo de reetrL!ur.r o funciona 11., 111•> rl, (' J t), 11 l•• " < 1 1' ilt•l11 V• ili, L ,li eram m vi,ta i no4 cidatus o Diu»r E.xe d 1 l.1U' do de Cu!'ra de Mato Gto is e o ('o, rel"!l .tl<>r do ·1111111 /mlr J'Jr !11 ,, . ! ,1111do J i ,, "u p111}-!"I 10 cif' ;''11 l• 'Jll ll > utd unhnu ndo de ·nlvido ob a respotsb' Jdde da Secretatia d» De envolvimento Social clllt 1111•·11( • p·, ·1.:I a r ·• ,, .l 1ntl1> pt'I F1111 cl:,1: w cl( C11l1u1,1 d J r,:,, .. clrg:I• vi11cubci1> ?1 :-4l .. S. 11};C. e r,, l. 111.11,,r tono1n1: upt•:":tric 11'l 1 o que podá ·ipnifrar melhores nlçs d Í11'.f''I 11.lllll lll•> C red de ' a cin ,t l Atualmnte e:item { Casas d Artes·r Mi.t» Gro o do u! edada nos municipss tlc: A 1 l•id,1ua1r,, • •. l:1 1 ,1, Ponl I'orn. C<> rumll i. Durados, 'Trés Lagoa· t• C,1mpo Gran d. De aord comn o coordnidor do Progra mu· .. Aiir Ferands, "a redl' de cnsas tem um ::,HINETE DO I'HE· I EITO Dl IS 1:E tEZE:'llll!tO DE 1!181. ,[e••. o 1 ln unes L:,ilc, Fi ~feito tluni eipal de Dela Vista. Estado d> Mato Grosso do Sul. :sado das u!rbuiçovs que lhes s :"io c o n f e rida e d> ccó:do com a 'disposto mn o ai;{e 120 da L c.a:piemeatar ' 7 « 20 de llO'CJll­ b10 de lU''. DLCHET. : ,HTIGO l • - :'o, lermos d.•• Lti ;íunid­ ,Li1741/93. Ario t, Iem II, fica abrto , um Crédito "'tH·l n • .. : .. r no ,·,ilor de C,, ' • 13.000.000 (Treze Milhões d· Cruzeiros), a s:,r consignada ra seguinte dctço orçamentária: l'XEC'UTl'O l : 'J. ll'~ - G:1L>nllc ,:-, F•cfeilc • 3.00'.' - Depeas Correntes '3.100 -- Despesa de Custios ~.111 - P~sso:,J Ci'il Z 000.000 0.103 -- Seret±ia Municipal de Administração 3.113 Obrigações Patronais 6.500.000 0. !05 - Scc1 l.lt b ;'lu11:cip:1I de Educ::ição. Cu! , t ura e r:: sporto 4.09 Despesas de Capital •!.100 - Investimentos ·L l O - Obr;:, e lns1nl::i;;iil'S 1.000.000 C. !Ci - ~~crc,31 ia :l'lunicipal de Viação. Obras e Srviços Urbanos 3. :ao - Despesas Corrcmes :J.100 - Despesas llc Custeies ?RE E ~ULAGHOS, Confio cm Deus com toJ:is ::is IT'inhas for- iv o a F e ta e prome f) e;.,, p,Jt.tnc• • .I de comercializa :;,.o btm ma• • (Ili.• o que ocorre atualmente, tendo em vn • dt.:f1dên('1,1~i c 1e ioda ordem, desde a situa; " f11m •onal tl• ~ M'U~ ~crv1d•,n ;, até o adequad' controle dos estoques e da comercialzçao da C,~, llE BEL VISTA liF:HA IIEEi-:iTRUTUrt/1), vpusto Ais afumou à reportagem que " partir de janeiro próximo, estaremos assu 111:nt 1.o lnt"-gT.thncntc o p1ogr:irna de ar 1 :J>· _n· 1 1, qn Jl!S e pl'l•'rndcn'O, f:iz<"r ,sto atr.,vt', d:as seguintes etapas: !vantumcnto compl' 'a ·itu:ação das caus de artcsão; lo ponto d 1 , ,., ~c1111111,q;-;i1il'o, ronlrllil e· "lll'r'lciOn:il; treinamento dez;tudo de ses funcionárias e gentes e {in/mente, implantação de novo 1110d[·'o c-ontül.Jíl. que a segure mior control' tln comt'rciali._:tc;ão. Simul1(1neamcnte prctcn- 3 H1-- Pe o! C:lil T OT l L: e 3.50).000° 13 .000. 0001 Al1TIGO 2' - Para cabrtura do 1J!,•,c11e Crédito :::uplcmcr!;1r. corrc1t10 por c:>nt:i do .::· ti!(o -1º ela L~i tlunicip~,l n·: 741/83, de W de );o vembro de 1983. De conformidaJc cem o Iem: II, co S 1" do A;igo 4 3 . d a Lei n: 4.32) d e LT de ?llarç:> de 195 !. ARTIGO :J" - Este C~crcio c11tr:iri, em ,·í gor n 'ata d sua publiczção. revogadas : dis: rosiçõcs cm cctráric. AFCNO DILLON NUNES LEITE F t c!~ito '.1ur,ici!)·I LEI Nº 751/81 - GJIl!NETE D:) l'HEFElTO DI : JS DE DEZEiIBRO DE 1981. "Autoriz:, o Executivo Municip::il a tlo:ir r,ara o Estado de Mato Grcso do Sul, e ac~rv:> escobr da Escola '.Iunicir.al de 1° Grau Pedr::, 'Ajala". A Câmara llunicip::il de Ecl~, Vista. Estado de :falo Grosso do Sul. ::ir,rc,·a e eu. Pt ~feito :lunieipal, sanciono a ~eguinte Lei: ARTIGO Jº - Fica au1orizado o Stnhor Prefeito Municipal de Bela Vista, n doar para o Estado ele M::ito Grosso do Sul, o acervo escolar da Escola Municip::il de 1° Grau Pedro Ajala. ARTIGO 2-: - Esta Lt'i entrará em vigor m; data de su3 publicaçã:i. revogadas as dispo si~ões elT' contrúrio. Eeln Vista - :IS. 18 de Dezembrc dEa 198-L ç.,s 1,cr i•s~ p ,<> a D-?us que ilumine o meu ca minha. '.f,:1dc p •b!ic:ir c observa o que aconte AFONSO DILLON NUNES·LEITE cn.i ne quarto dia Prc(cito Mut1icipal S, I sto t a , dmos desenvolver pesquisa mo sentido de Ia p<.,Jr :l prvcluç.'i,, orte:.an;il d•' 1 oor volume de cr.mrrc•JI, _, Lo de atraç[,•> turL,· 7ação e tornandose um pen nr a da r•dade. PosteriormLnlc iobrevclo um pcrioclo clc decadênc•a L h•,Jr. ª C,L~a dC' }3<-I:~ Vi, 1 a es:á ncc<'S'>•Lando c 0m urgC:nci, 1 ele s,·r 1r,1l,v:tda. Conforme apurou " rcporiagcm "'ª cunl-' 1 com poucas pças em cxpo!-.lçào, seu t·st<>qu• é mínimo e dl~põc de ::ipcnas d•iis funcion{mos ·um does quais cncontra·sc cm !éri.1s. Algumas providências imediatas j:1 for:im culorizadas pelo Diretor Exccullvo ela Funda ç;io de Cultura, dentre as quais: estudos para 1..El l.' 75:J/R 1 - Gi1311ETE DO PHEFEITO E~! : lS DE OEZE:llUIW DE 1981. "Auioriza o Execuli'o :lw1icipal implantar Sistema de Imagens e Sons da TV Caiuás de Dourados. Canal 5, ncsle '.fonic:ípio". A Câmara :'1-lunicipal de Bela Vista: Esta­ do de Mato Grosso llo Sul, aprova e eu Pref?i lo Municipal. sanciono a seguinte Lei: ARTIG(? l'? - F•ca autorizado o Senhor Prefeito llunieipal de Eela Vi.;b - 1!S . a con •ratar com a Firma 1lASEH. - Tclccomunic::i· ção Indústria e Comércio Lida .. para desenvo: ver cstudoS de viab•lidade técnic:::., b~m com:>. :unlla, articular e fazer aprovar ao DENTEL - Departamento Nacional de Telecomunicações. projeto no sentido ~e imptantar ~istcma que possibili1e ti~zcr imagens e sors da TV Caiu:ís de Dourados. Canal 5, à este Município. ARTIGO 2º - O valor da presente transa­ çac1 pelos serviços executados. incluindo o fome cimcn10 de lodo o material necessário, importa •râ cm Cr$ : 27. 000. 000 (Vinte e S2te ;!ilhões Cruzeiro~). stndo a r-rimeira parecia de CrS : 13. 500. 000 ( Treze Milhões e Quinhentos Mil Cruzci10s). no di,. 30 d:! Janeiro ,;e 1985 e, a se gunua parcela d:e igual 'alor no dia 28 de Feve reiro de mc'.:mo ano. ARTIGO 3° - Esta Lei tntrará cm vigor na data de sua publicaçiio, re'ogad~:-: as clisposi çõcs em contrário. Bela Vista·MS .. 18 de Dezembro de 198{. AFONSO DILLON NUNES LEITE Fr~feito Municipal Leia e :;-.l Assine " • P qu londe e t4 a Bc1., V, t,, • 1 ClC" n1 n• Jilt, auHl[ l , 'l ti;'l (' rn 1 tn11r 'º de peças • r•a'l d<' outros centros de produção. q•, rio es'ar exp0tos t rn Ut la V1 1 • a p;:.,:•-. M l,;Uncl.1 q'.l1rv, na d<' jnn ,r,, ; levantamento segundo Augusto j ~e, .i. r,.,liz ,(i,, 1. 1 p1 l111rlra q11in,l'r.:i êe k e se tudo correr bm o remnmento ri z~cJo cm C:impo G1 :,nd,•. n•• m .. s ard . 1 r•m<:•1.1 qu,nz, na rk fc-,cre.rn. m(" ci:i·t;: os ridor :-i d· ..._ ~ . .._;:,,•~ do Artl' .. > em t 1.! Estado já deverão cotar contratados pela fg c::.ção de Cultura de '.15" finaliz.,u. F.DITAL K' 0116/81 - SEC!tLTARIA DC A ;IIKISTRAÇ.IW E:'IJ; 18 DE DEZl:)lfil(O or 1981. De crd, m Jo S::1.)w~ Prefeito ~Iu,icip:.l i, Bela Vista, Esado ell.! ;lato Gro,so do s~1. f-, saber pelo rrcst:nte EDITAL, e para tods t efci1·i~ legais. notific-, ao Senhor JUSTO co:. ZALES e a Senhor;i CAROLINA DA S!L'A ou pos.:ivcis h~1 J:.:iro·. ou ainglco né vcvô. Para mim Lia é a coisa mais linda do mundo. O velho Papai Noel caminha pelo barraco . "Ncco Encardido" obre umo lata e trás alguma coisa. Olha aqui vcvó. Eu corsegui isso aqui e mostra um rádio de pilha. - Você conseguiu isso como? - pergunta Papai Noel já imaginando a resposta. - Passei os "cinco dedcs" responde "Ne co'' que. puxanC:o o velho Papai Noel, fal: bem 1::abdnho - mos o vovô não vai contar nada não é mesmo? Liga o Rádio e, naquele momenlo, toca a música "Sinos de Belém". O garoto presta aten ção enquanto Papai Noel amargurado, penso no futuro daquela criança. - "Neco" essas coisas a gente não faz. O que você fez é muito feio sabia? - Mas eu sempre tive vontade de ter uma "caixinha de abelha". r legal. .. dá prá ouvir até o "repórt.i". - O que você fez é um roubo. !'. proibido. "Neco" baixa os olhos. - Por que ento ninguém me dá um rádfo, de presente? Todo mundo só sabe me xingar. alguns me empurram. me chamam de moleque. Eu não sei que acontece. Quando cu chego per to de a)guêm que está bem vestido. Perfuma­ 'do, só recebo cascudo. . . Eles me tocam como se eu fosse um cachorro. Isso é ruím ... eu não gosto. - Os hcmens são assim mesmo meu filho. Falta mais compreensão neste mundo. - Um dia eu estava passando Já na cida· C:e e fui inventar de entrar num.a loja para ver uns carrinhos. Veio um homem e me empurrou ,me deu um "coice" bem aqui na minha "poupan çan. Eu iNli correndo. Aquele d.ia eu chorei prá "burro". "Neco"' levanta a camisa e mostra uma ci· catriz no peito. - Sabe o que é isso vovô? Foi uma surra que levei de mamãe. Ela chegou cm casa com a ara la machucada. Eu acordei e. peru-. i 4na 0lia Tod :tVI!, t: Natal a u Natal e cos tei o que tnha acontecido. Ela ficou uma "e a"" me deu um tau na cus que vi estreln la. Ai p ou um peca;3 de furo e "deu" tas r .nhss leras e cota. Fa comecs a ri'ar e la m dava eu calar a boca. Depois pa: sou uma fac: no mu pito. bem aqui ó e me xin ava... Veio um vizinho que segurou e'a. Papai Noel não sabe o que zer. Esta p2 sativo. "Neco", após sua narrativa. também si lência. Pas•:um-se alguns segundos. Vovô. eu aprendi um versinho, quer ouvit? - Pode dizer meu filho, diga para o 'O'Ô. - Eu amo a letra MI. Por ela tenho pai xão/ Ei de norrr dizendo/ MAMAE do mzu coração. Muitc bonito "Ne". Vccê aprendeu com quem! - Com minha mf:- me~mo. Ela é boa ... sô fica "chata" quando bebe. O velho Noc, está com um n'> na gargan ta. Beija a face de "Neco" volta os olhos pa ra o Céu. - O que você gostaria de ganhar d~ prescn te? - Sô queria que minha mãe estivesse ago­ ra ao meu b.do. Preciso muito dela. - Eu rei n,cu filho ... eu sei. Mas, um dia, tudo vai melhcror para você. - !'. tão ruim ficar ~ózinho. As vezes. quando chove, eu fico morrendo de medo. At ~ parece que tudo vai cair na minha· cabeça. Eu chamo direto minha mãe mas ela não aparece. A água entra prá todo lado ... _ Sabe "Neco' que um óiz Deus vai sorrir para você e te dará muito felicidade. Se você hoje não tem presente. fique certo que ele te dará mais ... bem mais. - Será que ele dá cernida também? - Você deve estar com fcmc não é? - Fome é "apelido"". Meu estomago está lá nzs costas.' Eu sô queria era ter comida que nem aquele pessoal daquela casa grande que fi­ ca quase lá na esquina. - Mas ê corno eu disse a 'Ocê. U:n dia te rá muito mais. Posso confir? Será que Deus não podia fazer esse dia ser hoje? - Ele é bem e sal::e o seu so[rimento. "Neco" segura fcrl2mente as rn:ics de Pa­ pai Noel. Vovô eu vou ser sincero para o senhor. Não aguento mais de fome, de tristeza. de dô de minha mãe. Ninguém gosta de mim. Todo mundo achai que eu não sirvo para nada. O s.e nhor gosta àe mim? Fala que gosta vovô ... fa la que gosta tá? - e lágrimas rolam pela face daquela criança. - Eu gosto de você ·'Neco" gosto muito diz, com soluço !'.O peito. o velho Papai Noel. - Eu queria ter nüe como todo mundo. Queria ter brinquedos, alegria... queria mes mo. Sabe, queria até conhecer meu pai. Me ajud:, vo·ô .me ajud::i? Eu prometo que não fa o mais ccisz errada.. . cu ·prometo mas o se nhor podia me ajudar. E pcla primeira vez. Papai Noel chorou. • 1:. s 1. na Ialia os "j zel" na Alem ha e Holanda. 1 principalmente na Bélgica. França e Ik­ lia que cr vorepa rta a cena da Vat·dde en lu ares publicos ou nas Igrejas Em muitas cidades da Blgiea são vlstos crianças e adultos vestidos de Reis Magos. carreando uma estne la sobre um bastão, que. de ponta em porta, vão cantando e recolhendo oferendas, destinadas a cbras Ce caridade. Ocorre também a apre,nta ção dos mar., vllhosos "quadros vivas" do presé­ pio e os espetáculos encenados por crlanças e marionetes. que I cvivem a vida de Cristo. Ar, crianças comandam os mecanismos das bone­ cas, recitando dilogos e entoando cânticos clr­ cunstanciais, enquanto uma senhora com um grande b:ist.iio designa os diferentes quadros. Na Frai,ça. a, fJrnil•a.s arrumam o prcsi'!plo nurr. pequeno palco, de forma a sobressair das lemais peças da casa. As crianças trazem pe­ dras, ramos e musgo para o cenário do presé­ pio. Pequenas figuras de terracota. conhecidas como "santons" ou "pequenos santos", são colo cados ao redor da mangedoura para representar a Sagrada Familia e os demais persomgens da História da Nati-.ridade : o boi, o burro e o povo da aldeia. Em Marselha. realiza-se uma festa especial, no mês de dezembro para vender os "santon,·•. obras de arte. sendo alguns conside. rados verdadeiros cbra3 prim::.s. Já na Holarda a festividade do Natal é ex clusivmente religiosa e caseira. sem distribu! ção de brinquedos e prescn!.cs. J! um fes'a simples, sem foguet.es. nem fanfarras. sem ceia à meia-noite. nem especulação corncrcial. A penas árvores de Natal bem iluminadas. ador­ nando os principais ruas das cidades, e, no lnte rior, das cnsas, os ramos de pinheiros, árvores e presentes dão o ar natalino. No dia 25, os hola.'l. deses comem opulentamente. tr-.ndo à mesa. pe rus, patos. galinhas ou gansos. As comemora• ções se estendem até o dia 26. Num.a província à oeste do País é tradicional a cerimónia deno­ minada "Midwinterhoornblazen"' (toque da trompa de meio-inverno). Uma tradição que vem dos tempos pre-cristãos da era saxônica. Consiste em soprar diariamente, ao calr da tar de, através de um grande "chifre" de madeira recurva. desde o primeiro dia do advento até a vigilia do Natal. Esta tradição foi mantida pelos cristãos para simbolizar a chegada do Mes:;ias. Mas é na Alemanha que se festeja o Natal com muita expressão. enriquecendo-o com can ções e autos. Em oposição com os países latinos e alguns anglo-saxões. o Natal alemão e uma festa puramente faini!iar. As luzes das árvores de Natal indicam o ccmeço dos festejos. A !a milia reun.ic!a lê a Bíblia: a história do Nilt.al e antig.is canções dão, aos velhos e jovens felici· dades e paz. As crianças recebem os= presen tes orgulhosamente. São brinquedos dos mais variados, livros, roupas, instrumentes musicais. etc. Nas semanas que precedem o Nat:i.l tooos procuro.m adivinhar ou descobrir o que _os seus entes queridos desejam para presenteá-los. O po!lto alto das festividades rellgiosas está nos grandes oratónôs. cantados nas catedrais medie vais. As representações teatrais do Nascimento de Jesu têmn suas origens na liturgia da missa e exibem a Anunciação do Nascimento com o cãnlico tlos anjos e adoração do ME:lino Jeaua pel; Ris Ma3s do O:ia;te. -- ----·---~- 1ã ..-,-.,...____.._..---- .....--- ~- -- o - -- -------- . I i-- ---- G 1 o FEDE IL UMA MENS l 1 ROZ (PUS :e l V l' Chega um momento cm que você p~.ra. e lha e pensa. Tem muita coisa .errada. Vucê faz ns vezes algumr. coisa errada. E no Natal você fica dif rente, é invadido per um sentimento :iovu. Niio seria melhor que você fizesse de coma que todos os dias fossem Natal? Fe IZ Klatal Carlos . ,: ,s , si I + e «e .. .t. E 1:ntão 1 você vl'ria que muita coisa iria mudar. Com vocC e com todo mundo que agisse d este. for n,a. Quem sabe vamos, todos, tentar, à p:.irtir cie agora. ou você acha que o Natal é' só Uffi.'.l ----------------------------- ~---------·-- ------------------ Victor Zonchet VRES!DENTE DA CAMARA M ICIPAL. DE ANTONIO .lO,O - 1'1S .j . i L ~ li- o A cada Natal se renova a op 'lrtunidade do homem receber o Filho de Deus. 1 E 00 longo do Ano Novo aperfeiçoar a compreensão q lJ e ELE t r a z. Feliz Notai IEND CEL. SERGlO E o tIDlfíl. Comanrlanto do 10 RC . IMI l ! 1 o .,,. e e o • ,- .~ J..!....;,.:.;:. Que o mundo luminoso brilhe para voc± em t . cm cuia novo dia. ' razendo alegra, paz e "Temes variedades em grandes de sua vida". csoqu para vcé fazer deste NATAL o mais fl' " MERCADO HISHIKAWA 1 RA AIO DO lAD,iRIO 7q0 - FONE: 1-10'.l 1 ~ ~ ,r... 1 roa.ara.a- ..... PJlE8ÚIO:J DE O!ITJ- .. E DE HOJE Paul.o Oilva L'-cira Qucin podor:1 clir.or quc.ntu:J J)OO:Jonn,ncotc Jlo.ta.l do 1 904,ujooJ.ho.r-oo-iio diante elo UJil proa pio?JÍU.o o oa­ peno Podemos dizor,ontretanto,que os presépios mon- L:ui ta gonto d.ao- t oo noo luro::i,nori locnia pÚblicoo,o oobrctudo no.o contente com a 'blito iarojno,vão dcixo.ndo do ter o ~oulco que proooncià.- roaliza.dn oo□ann ~- vumoo há 20 ou 30 onoo atráo. oo.dn 80 noosa cidade. Oo ouplcr,1cntoo n11talino::i doo grandoo diárioo,quo Os voi:-co.doros belu- oomoÇ?Jll n oirc~lur,com oucootoõo decoro.tivas o do ou- vistenseo oritioa:ram troo gênero,wíio,noao aontido,sintomáticos,Dos quo duratonte a e.tua.çüo !IlC cheeo.r= 2'.o r.l!Íoo I cm non11Uo encontrei iuéino ou , informnçoõo oobro o modo do dur maior ronlco à. í'i­ ura do Nonino dous,Quer dizor,aoundo tais pu­ blionçoõo, o era.nele homcnngoo.do do outrora cncontru- 00 hojo,no. melhor do.o llipÓteses,cm oegundo plano. Cauoou-mo certo peour quando,visitando há alguns o.nos wno. elo.o muito.o igreja.o do Salvador, na Ópocu . •~ • FELIZ e ventro;o A.O : V@» l do IRUCDA c A LI '. l o AUJADOR -·º q_uc noc ir:. o em lutas c Bem-aventurados anseios comuns,findo õshom de boa fé., com um HATAL sur: te feliz e coo e rr.clllores augÚrios o ano vindouro. SÃO OS VO':OS D.:. LISSES PITO DE AI 2; r~adoro3~na ~efesa de lm-, ­ . lll.l.ldes cidadãos e da so- ciedade belavistense. Na tÍl ti.mn sessão. do ano tódos se :portaram con dir:idade,defen­ dendo as medidas cer­ tas e criticando os ·'.busOS .Pare.bens. 1.3 NASCEU O FtLHO . DO SENHO R! desamor e deposite a ---- esperança ... O zc% CONTE SErilPRE CCU A GENTE • ' 1 TRIBO ' SERRASUl MOV COMEN'I No dia 15 J>JJ. ,. h11da NATA LIA compl t ,u u 1 unmho, seu 1 J)tll' Hobt•rto Souza n() ,a C 'Tini organizaram uma bonita e alegre fest- 1,h.i. NiHllll:LI•: Ili/ Natalia recebeu eus convidados usando cltorn10 o vestido branco e tendo o d1i1pl-u ltl1nbc•rn l,1 dllt'll ('(lnlO d,•l:,lht•, doc•nho e outro distribuiram sacolinhas surr sas.balõcs, chapfuziuhu de palhaço. As criar t;as é que IJO~t.ara.111, f•zcram àquela festa com tudo CJUC ganharam. l'OR LA ví )indns e charmosas mocinhas usando 11 +J lindos e moderninhos, 11orci que a granc.lc malc rln rios modrlllos forom ac.lquiriúos cm l!nriz· ,Iodas. Umu 1••nça os gatinhos cada um rna1:. lindo que o outro. ., • r r Nancy • Fct1 ., ,.:., c.!r rr .l,. !·.1.a, - ll. y Dr Fernando de Freitas, fli. -- Janus Zora, D :ri hui k ., ,. • J , 1 t, - e e; lOU I de purabens pelo rat o ;arotao dos olhe d,•., . J-:VA:-.:Dno s, l j,Ji" . !ti, 1 e [ z.: para:am uta diveriil reunião pera os doJos de E, andro. SE.AVIAM delicisos comes e bebes, e pata balançar; . ro11da um an!m:1ào som Parabér.s e rr:I '_ reda_,; de fl'lici,bdc, • e~ ~nt'cr.;anantc Tlio Jog" iomarn conhccimenio através da i:!'lprrn:;a, de que Corumbú e Lad:irio não ía· a.mt prte da lista das cidades brasileiras o/ • 1 ,1 h :r:1n1 ~ 1 ::n:tonun1ia polílica. nuto1t::>111ia q/ 1 • t'li! a' e'e do: 'c:. p/ as cidades be • i· • .. - o d,!)· .: :n:.nc...o Anacht. rcr,rc- sentante da ürca que ntrangc as cidades de e. rnmbá e Lntl!irio. na ,sscmbléia Legislativa. cnderc;ou mensagem o povo daquela fron· tr ,1.1, con:lnmanclo-o a se manifesinr, quer a,r,:l'és de tclcgr:1mus. quer atrn'és ele abr.lxo u!'~inndus, n fim de s€nslbilizar o Governo a estender essa autonomia àquelas cidc.des da fronteira. íl u (Brnsili::.) - Urnncl<> a Tribumi da Càma· r:1 disse o Deput:1do Rl,ben Figueiró: .. Cc h:i muito, o lllul:1r du u u do telefone forç:JJu a pagar a taxa de 30 sobre a ·n s menszis, toxa destinada ao Fundo Nacional c'c Te 1 ;.-c1.. 1nw11c.1".;õ:s. , 'ii, di.;cmo u •n~liàadc c:o cilad" Funllu. ~:•, t'OlDO a ):::ç5.o inteira s:il:c. que grnc;as a ele temos este gr.:nâio o e eficiente S•stem'l C•' Ccmu1:·c~cõc~ que propurcionuu, na cs:::i.b ie suas atiw:ições. uma alavanca para o d±. no'vim 13 cm)mico e sóciocultur! de ,_,, Pais. C que discuto é a cobranza ilegal da so br • . a de 30 :ipó, ,, prnzu àc 10 "'n~s cs l·l lrf."n> r.c':: Lei .J.117 de '.:7 ele r.go. 1 0 de '.' quud sc instiuu o FNT. . T. :: 6. ê7. Ô(' UG de iO'(:mbi·,1 de 17! ave rvr1o! por prazo indetemim1d cobnç2 e:,, FK'!' Li cxtra,·:1gantc porque rorrga o que a LEI n m:s consagra pelo 2ecuro d Tempo. "A nberturn poli1ica tüo anunciada pelo Chefe da Nação, têm que ser plena", disse 0 deputado, "é o de;ejo de todo povo brnsileir.>, esscncic.lmcntc pacifiC­ 'C mo a suspensão imcà.iata do ileg::.l fun:io. JlJ.u ""1 WJ'!./!?12) C.G.C. -~.F. t,'i 513.2U:<,1000l R,-,:-:s~r!l :10 Ca.nono º" ncu!OS é Du•·ur:1c:r:to! n." :l!i - . Jorn:ilista !'tespons:i·cl: IvalclJ Perei.-:i C!v!c tt i c: .. i!~. :1TP S n ° 14 O) A tr"7::-·-, tJl!:!•J H ''"".,l ..... '.L;<.;ut- (.iráftrt -- D' PROPIA -- Rut: da Rc;iúb:ica s/n - Beb ViSl'.1 - ~ Fone: (OJi) .,39.1410 - Cci.-.m Post:il • Diretcrz: :-faria Estela Velasquez Pere1!11 D p:t .. Circul:!çi'io: Elaine L. BJ"U'.TI RED.'TOR.-CHEFE: h·a!d0 Pereira Rcportzgens: joão Carlos Ve!as~ue:: ASSINATURAS De'± V.ta:..................10.000.0 Demais Manicipias: .......15.o0O FG7"D.DOR: h:1lclo Prrrir:i . C:n é:-::;ão da Rede B!:'ln·.,is:cnse ae ,JOrn!li.s L'c'u,. . T, Iteresenmnte acior±!: TTl CC!/±CACO': SEN. EaItie!o Pzul° Si si nus" r nes !?23.165;; . 22::.IGGO . Brasília (Dfl• rua4o ADO R1 c ABRA'