ovo que 
m 
. ão ateita acolhe 
0n discurso pronundndo d.ia 15 dC' janciio de 1985. após a sua vitór s J 1 C I1~irt 
Eleitoral, o Dr. Tancredo cb /lrncicla :-.:c1C's cnfoço:1 <lin·r"º" a~p(·,to, da 1i1
1
1 h,,11!1·111. 
falou de suas intcnçÕC'S e disse que não h.i p:Ítri:t onde falta drrocracia. 
Eis alguns tópicos do eliscurso do primeiro presidente civil eleito após vinte a-' 
nos de regime militar: 
"Neste momento. ai to na história. otgulha1110-nos de pertencer a u p, 10 '!'"' n ,o ''l' 
abate, que sabe afastar o m!.'<lo e não acci rn acolher o ·Ódio" ... ;i I tcl 1 d.b :1.1, ix: . todo·• 
os dias são difíceis./ paz é sempre csquiY:.1 conquista da ra:ii'> polític.1. [. n.;rn •lltt-l.i 
cm sua perene precariedade, que o horr.cm criou as instituições <lo L<:t,Hl I e lu•:1 ,0I,::.t·rnLl'­ 
mente para aprimora-las. 
No conceito que fazemos do Estado Democriitico h:í s;1uJ:Íl'e l c.:ont r.id i1; , : q11.111t rJ - 
mais frágil será o Estado.seu poder de coação só se !.'ntl·nde no c11· .. pri1.1c•nto da le. 
Quanto mais fraterna for a sociedade, menor será :i prescm·a do i st:JJo. 
• REFORMA.<; URGENTFS 
Esta foi a Última eleição indir!.'til do país. 
Venho para realizar urgentes e corajosas mudam;a,; pol Ít icas, soci:1is e cco1:ri,nic1,; 
indispensáveis ao bem estar do povo. 
Não podemos. neste fim elo século e c!e milênio. quando. crc::cenJo ('I seu poder. o 
homem cresce em suas ambições e cm suas angusti:1s. pcm:mcccr divididos úcntro clt- nossas 
fronteiras. 
Esta memorável camr-~nh:1 confonnou a i 1 initada fé que tenho cm nosso povo. :S:unca. 
em nossa história.tivemos t:1111.1 gente nas r:1as,para recl;u:iar a recuperação dos dirt'i.tos 
de cidndania e manifestar S!.'ll :moio a lllll L·anJi<l.,to. 
0n todo o país foi o mesmo e11t'usi:1smo. !)e Rio fr:rnco a Natal. ele flekm a Porto 
Alegre, as multidões se reuniram, cm p:::. cantando. para di:cr que era preciso mudar, 
que a nação, cansada do arbítrio. n:i,, a1~niria mais ;
1s t1anohras que protelasstn o l"l'torno 
das liberdades democráticas. ':io 1arno,.: nos <l:spcrsar. Continuemos reunido:::. con:1 nas pra 
ças públicas com a mesma cmodo. a r1csma d ig11 iel:1de e a mt·sma clcd si'io. 
Se todos quis!.'rn1os. ,! i ia-nos. hi quase duzentos anos. lira'entes. aquele herói - 
enlouquecido de esperanca. !' ~,. n'::Kis i'a:c.·r elv,; te.' país ,.:11:1 gr:mtlc 1':1; .1 , . 
1#05 FA:l:-1.0. 
Povo de minha terr:1. ll11r:111fl• ,·:iri11s :mns. l.'.lU~primlo tnn de­ 
ver de consciência, SC'l'l'i 1:1ính:1 ic-1T:1 L' ,, r:1•1J po1(,. F11i ·erc-aclor .­ 
por duas legislaturas. prefeito durante tres :mno;:, rehro de dirc 
tório dê-sde 1947, enfim 11!.'diqt1L'Í a 111i111·1, i,b • .,, hcr, L'Star da co- 
munidade e dos caracolcn:'cs. 	• 
Sempre pautei :i minha conduta. 'a ,,., ;., a 'ignidade e 110 
respci to; mmc:1 1 e,·,111t!.' i ,·:111í11 i :Is e m'l'" • 'adi v oral de ai np;c.•n 
até mcstno de ad·crsiirios pol íticos. pois iyios nuca tive e u 
minha ín<lol!.' não é a de fazer inimigos. 
lloje. quando o Brasil respira • clirxt de IiberE'e, e de 
mocracia. cor a vitória de lacreio e·s. mio se dite o' ipi­ 
tcse algum:1 a i rrespon.s:1b i l ! cla1!L• t' :1 ,·., J:, ida'e de mas br:.si !-.- , :·· ,: . 
Estes devem se recolher as tumbas e :ti ficaren na ler4ru:: . 
os que ai nela po<lcriio S('l' k1•1hr:1dos. 
'.os 1Íltimos cli:1s Slll').!i:tr: n:1 c·i,!:i.lt· b,,:1t11,; ,.;iJ,: ,.. , : - 
prios de pessoas mesu:tinhas. dizendo g eu couori± : 1 l:·,, - 
do c-x-prcft·lto ,m!ré deu armpos vereador Joio 1., ,:,:,,,,; - 
qut' est!.' St'l'i:t meu c.:,'1'1p:111ilL'Ít'<' ,,• ,hap:1 1111111:1 c·lt·k:i,• • ·1ki:>:1I. l:c 
tC' é s1111i:1mc•ntc impossí, .. ! . oi:s o -:i t;i,;,, 1·1•l't'" !nr ,. eu. p.lÍ ,, " - 
do l'DS e cu nun-:a p!.'nsei L'"l .,hdicir ,.!os meus 
F':IID!l. 
ão adotei e não ·doto a política do senhor dré Tadeu armpos. entendam bem,ele 
niio é meu inimigo. ma:- :-i1·1. :ll'n·rs5rio pol Ítil.'.o e ui me passou pela cabeca t:l entendi 
mento -:orn estes S!.'nhores. 
/os mc-us c.:ol'1panheí n,,; do PMB. da !'rente 1.íl, 
.í:1m cnvol'idos por tais tipo,; de calúnias. ris do 
r.1s 1·is:indo enf,·aqt1!.'C!.'l' o no:sso p~rticlo. 
:--:io :1hdko <lo direito ie ser ur dos e:111.!i.
1 
seja para o bem do partido e do po de r;ao!. . 
- Esnero. com fé cm Deus e no bom seno dos :aolensés. tais tinos de coren- 
tarioa não encontrem eco nas consciência H6idas e· honrado o. . qm1d ti erer Cá 
vidas a respeito de problers políticos. promr. - sr ur: hoe de i! a, minha asa - 
est:Í :,:(';~p1·c dt' porta~ ahc-rt:1,.: e.· entndo ·c1 1 ' ,,1 í· • 1 (, a :•rtc ,!, ,', ·'. ,, ! : • <l:t c.::d1Í 
ni;1. 1'1:tldadc.•:-: e ,·c!h:1c:•"i:1,:. 
J:st:1 é a miPh:t ,•n:,: ,•:t"l'l. ·'11, ... 
de tudo. r: hom hour:aio. 
.n 1•1e11 po,·o hr:1d,, .'. : ih·r.:. 
dc'C'rt',: e rc:<pon:-.:ih i I itl:1dcs de u membro <lo 
<pero simplesmente. ue não se- 
st.0. ri«lr,= ·«líticas elcitorei 
POLÍCIA PRENDE TRAFICANTES 
1 3 KG DE MACONHA .. <Lela pag 051 
COM 
A 
CIRNIVIL NO GREMIO PEDRO RUFINO 
SOM BELEZA ALEGRIA 
=:nrnnvnl "Ab ..._ ,, 
2rura 85 
CONCURSO OE fllNíll51ftS-illULTO E IKFlll1 ll 
VENHI, BELA VISTI tSPERft POR YQCf 
s

1 •. ;,e ,o~JI. m,umso DL 1-J\ti',r,v, 1 
/')lJ! 1.1 f tdl'.i 1. 1
1
,11.i iCX'L l1Jl(I rn. 
1111 ' 'l'>IA L
1,1i 1..';ruw~tü 1
1
01 ,,.n 
1{ V0 RL'IO DOS SAGE'TOS E SUHILN 'IES LI!'O 
l·!J1 1 O. 
:,I.J, lJ.ll 111.<;<;0, l'.'-illtO'J.IUID;. l'l(, 
A AIRIA IRAI. E 
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·w:ampo _ randenses c1mem1raram 
vitória de Tancredo 
cnm (,ll\ltl ( "' J - 1 ,rll d;, pr,, .J! ! io d Tapo rande 
comemorou com: us arn:nval a !eiio de fancrelo e pira a - 
l'residenciahv Repblia ds u votaio. a idile foi r.dada 
om fouet.ri..- wi" 	'+' 
'1:1,1:,11 	", .. 1 IJ.il . J'lll 
ruo, •i' 	l a praia danos d 	- 
• 1 - 
:. lo'o].·',o' 
• sc nt no anfiteatro da prefeiturt 
±', l e 'o lado le fora. portando bandeiras e faixas, de 
por+ ao ca!idato da Miara !mocritica Tancredo Meros. Os lan 
ces da votaçc elo colio Liitor:! for acompau!:mdo ata­ 
de tutelo e dois telervisore: instalados no paço micipal. 
t Lado de fora. alr- peso4s antcipai a i tu.­ 
a t' e de ±luts músicos, 
• CAU. V /t.' 
o araval de fato só ocorre1 aua dt> (oi ti:1do ;~ 1 ,o­ 
tos para o candidato Tancredo Neves. quanlo a bater;a de u 
cscola de snmhu adentrou no anfiteatro iniciando a artir dai 
uma festa que só iria ser interrompida pelos apelos dos orga 
nizndorcs que pediam que se ag11:1rd:1ssc a hora cm qw os reprc­ 
sentantcs do ihto Grosso do Sul fossem dar seus voto:, Os pre­ 
sentes nüo gostaram mui to de tcn'III interrompido su.:1 '· :-ta t' - 
alguns foram para as ruas fazer o carnaval enquanto <
1
l!t' a meta 
de do pessoal penn:111e<.:eu no :tnfi tca U', • - 
/los poucos. os animas foram se ,,<',llt•i:tndo e,o_p,: • 101- 
tou a lotar. todos atentos agora aos 1·ot.'º ,J,is poli t t<.:os Jo - 
Estado. O esquema usado pela emissora que uan,
0itia ao dvo. 
inintcrruptaméntc, toda votação ao.:abou frustan,l.i , pessoal que 
esta';! no paço e não puderam ver os delegados Jo 'btr> Crosso - 
do Sul votarem. Para, quebrar a monotomia da vorn,:in. :: c,·1isso­ 
ra intercalava as noticias do plcn:írio com outros 1 ::,!•lw: <: l'O 
exato momento cnt que os li delegadas sul 111:itogrosst: ·._,, i, •• ,­ 
vam, entrou no ar uma entrevista com o prcsidente do '"
11
1' n:1- 
cional, dept1tada Ulisses Guimarües. 
Esses incidentes levou boa parcela a •1•1ere norn1;,u·t<· - 
retirar-se do anfiteatro - a maior parte jií estm·:i in1padcurt· 
para iniciar a passeata prevista pelas mas centrais - n:-•s no­ 
vo apelo da comissão organizadora do ato ptíhl ico retvve-ns pa­ 
ra ver o pronunciamento do presidente eleito 
. Ao final. a chuva quC' <lest!C' :is l O ho-ras começou .1 c1 ir 
na Capita 1 impediu a reali wçiio tla passeata. Também o debate­ 
sobre a constituinte com a discussão das fonnas de encaminhar 
a car.1panha no estado acabou niio acontecendo. O ato púhl i<.:o que 
começou com muito foguetório. teve seu ponto•alto no carnaval 
do 344 voto. acabou sendo en<.:crrado mais cedo do que se cspera­ 
vn. -Jlguns pourns mani restantes ainda se reuniram na praça Ary 
Coelho, no centro da citladc. mas a partir das 13 horas. tudo - 
vol tm·a ao nonn·11 como se no país não t i'esse acontcc itlo rn., is 
nada. Msmo as man1 [estações de ruas comemorando a vitória dr - 
Tancredo Kcves n;il> roram significativas. ao .contr,írio cb popu­ 
lação aglomera,:-1 :in :m ri teatro do Paço Municipal. em ri t>no de 
carnaval. o povo ruas c nos carros. após algLDnas buiinas 
e foguetórios. ..:ont ; no seu ri tmo nonnal. 
=----------------- -. ------- -- ------------- ----------- 
ktsi#t w twtdtktw# tttsw«ri tt d«r tt itittttittt 
'I", J 'lfl E SEJ, 1Wll)l !',Ri O RJI1.IRO 
1!'85 !;:() l;TER.\Cl()X!I. m· Jll"L"l1wE. 
E 
YISIT _ 
,1 
il cidade é sua. Cuide de sua 
1cidade como se fosse sua casa 
nGo 
1 
Não 
Não 
1 Não 
1 
não 
l)OB 
, Não arrebente os bancos 
1 Não destrua as praças 
Conserve o Olul:it Social 
destrua placas de-trânsito 
arrebente carteiras escolares 
deprede a iluminação pÚbl.ica 
quebre vidraças de locais Í,Úbl.icos 
jo~e- detritos nas ruas, conserve 
do Jardim 
os terrenos llm 
..., 
P.e·dessist-as não _ comen 
tam derrota de Maluf: 
C'Jill'O. GM.'DE (;,IS) - Os pedessistas­ 
de Mato Grosso do Sul. notadamente os que - 
tiveram direito a voto no cole~io Eleitoral 
que escolheu Tancredo Neves presidente da Re 
~Ühlicn não quiseram comentar·a derrota do - 
seu candidato, o deputado Paulo Mluf. As - 
vesperas da eleição, maluíista.s mais ferre-, 
nho como o deputado federal Albino Coimbra 
1·. 011 o Esta unl (',;i dh •. J;-imil iá admitiam a der 
' : -.,... -- - 	-,.ir- - - - - 	- .. 
O Ri-'tI ) reti+, 
1 r ,, ! do P. deputado Onva de Mates 
. w ia tu série de ist tas na área-. 
de se r tua havionsl onde foram restabe­ 
J,·.,.,:'- .,, , l, ,,,,,, d1r('t.1 •, 1 i + partir 
d péura em rnt. () prll't'l11) l llllt,Í]>!C 
a er visitado seriá Mudo Moo logo a s& 
;;uir, <'l{· {HLll!l<k ÍI até l l.!•1,,lo,lp111, 
mi 'bai e Aral Moreira, ohyet1o - 
prÍ11, 1jl:il l' J1;JD(L"l COntallb lúr.l :is liuc­ 
ranças unicipal verificando a ituaao­ 
,1,, l'~n: .it .. , . lo,., 11J,1Jc ., . 
, p1 índpio. o p.1rl;1,·t11t·1r  !' 11, 
1.Í os rtUJtl(Ípin•, (jll(' rep~l'- C'lll: 1,,1 .oS"t • 
bléia Legislativa e depois, ira manter - 
1.UIILllOS na, tlt'LJ,JÍ!' ;Írt•:t;, d.1 front('ll.t, - 
como secretário geral, buscando preparar 
o PIB para conseguir a vitória 'nessas re 
iões. Esses trabalhos seram feitos tau­ 
hc11 pelos outros deputados que atua nes­ 
se município e membro da executiva Regio 
nal, inclusive pelo presidente do diretó­ 
rio. ).f.11.:C'lo ~li rand.1. 
, reest rntur:1<',io t!o (>lllll en su.1s 
hases ,·em sendo ,mum.::i:1tla j:í :Jlgum tcnpo 
mas sempre adiada e a desculpa apresenta­ 
da pelos peemcdebistas era a eleição no - 
folétio I:1ei torai. [0111 a eleição de f'ancr 
do Neves. é provável que as atenções das 
l i . .-r;inças pee1qedcbistas cstacluai:; sr. Vol 
te Par a política no Estado, cujo pri­ 
·.·iro f':110 i1111,ort:mtt• !-'cr5 a elek:io tlc - 
feitos ia faixa de Lrontcira. 
• O. lt' am de Matos niio a<.: rcd i t .i .cm 11 
ieres dificuldades para seu partido e as: 
sena a vitória na quase totalidade d- 
frcntL' Í ra. • 
(),; diretórios municipais. que se 
r.üo reno,·:idos até junho deste :mo. tambcm 
:•tCrL•CN:Ío uma atenção especial. Além dis­ 
so. será fc i to umn traba lho de husca de ma 
iorcs :tdesões para as hostes partidárias 
c um lcv:1nt:unento ela situação do partitlo 
cm suas bases. 
, meta , collD de f i nt' o secretária 
ge1al é preparar o partído para enfrentar 
,1 c:1111panha com vistas às <' 1 C'; ...-ê:ies de 86'. 
rota mas manifestavam a confiança na rea­ 
~1utinação do partido. 
. Após à votação no colégio, os pe- 
dessistas deixaram logo Brasília e não - 
quist:ram fazer nenhum, comentá tio. &t Calr.­ 
po Grande, o líder do PDS na Asscrnbléi.a 
Legislativa. deputado.Xclson Trad soltou­ 
uma nora ã imprensa (alando sobre a vitó­ 
ria do candidato opositor no colégio mani 
• fcstando a certeza de que ela só foi poS::: 
sívcl graças ao processo de abertura demo 
crática iniciado pelo presidente João Fi­ 
gueiredo. 
O líder do PDS não abordou a - 
questão da derrota do seu candidato,·li­ 
mitando-se a considerar legítima a vitd­ 
ria de Tancredo leves, por que represen­ 
tou a vontade expressa de ~a . 'ação.c.ris,­ 
talizantlo desta fonna a grande obra do - 
Presidente João Figueiredo. 
LóRIS DE A a Z DA.l1Xl AQUELE E­ 
FOCO SOBRE O FESTIVAL DE ROCK: ROCK IN - 
RIO FESTIVAL. OLTL .! PÁGLtxA . 
. 	. ' 
1 PREZADO BELAVISNSE: A CIDADE É SUA • .AJUDE À OONS""'~ 
VA- LA. 	. . 	"""·,, , 
1 	• 	' l' 
de tudo A cidade :pertence a todos nós. A conservação 
nós. o que a cidade oferece depende de cada um de 
1..,a;"g,%" do sina1is;z • ae r@neto, a 1-} 
• -- çao oa e as lWllinári • ' 
bl.iooa aa 	• as, os tel.efo1113 pu,.. , 
. ,, praçu e jardf.na, ruas e avenida 1 ' 
, las Pl?,bl.ioaa, oa Postos da ealÍda, os ô~b.i.a ~~a :;e~ 
, todos. Va110a Pl'Ote&e-los a con .... --lo 	1 
' Rã deixe -..... s. 	•• 
, , 
80 
,que al&WlB ir.t'asl)Onsáveia destrua ~- 
1 que • seu, o que • noaso. Pi'c'oi■a110a viver lho . 1 
; noa ... cidades. b;a 8Q& »afta. • • :r . e! ' 
1 
Jlo QO.IBHI, lflo 18'.rB.lacra ...,,.. .... .,,,..... 
r 	o 4A Mo'l'UÀ 
' i .,.,naern • proteja a ~ cidaü., ,, 
1 ~ JIJlrIOIPil, Jm llBL4 VI~~. 
l J.mDI~oio1 DOl80 Dir.L()J{ 1IJ1Qs LEI!JA- 
 ,, 
-- -- 
~SCRl[ÓRIO · DE AGRIMENSURA 
-= NÊLIO DIÔRIC') 
lle&iStrc CREU - NÚmuo 52 993 /, 
TI~ NÚmero i.on - MS • /D S.P. 
JlledigÕea de terras, levantamentos cadastrai, a 
:1.nvemadaa. • 	s de fazendas, div.1.sôes 
da 
~UICAÇio J'UNro AO DlOllA - Servioo qualificado ..._ ,, 
• 	• • - ..... sponaavel. e tecni,.. 
zzat ; ±%: JONE _. (067) 4)9;1:.1258 
BILA nsu v._eor1o 
1281 
- J'ONR - {067) 439-1057 
- ATO GROSSO Dg SOi, 
f,1 
1,1

• 1 
-------------------------~-------------- 
ELA VISTA- M5 	rttDAryrt1t_r 1 
"FUNDEC - .FUNDO DE DESENVOLVI 
de Programas Cooperativos ou Comunitários de Infra-estruturai 
/ comunidade de Caracol - 
foi selecionada pelo Banco do Bra­ 
sil S./., através de pesquisa fei­ 
ta pela agência local para receber 
os bcneficios do FUNDEC. 
/través de contatos manti­ 
dos naquela localidade, o Banco 
do Brasil S/A por intemedio da 
agência de Bela Vista mobilizou a 
quela comunidade, apoiou na formã 
ção da associação de desenvolvi~­ 
mento comunitãrio de Caracol, com 
posta por líderes da comunidade,­ 
prl!fei tura , etc ... 
Resultou· desses encontros 
as principais aspirações rurais e 
Urbanas de Caracol, e que foram - 
transfonnadas em programas, tais­ 
como: 
FUNDO DE DESENVOLVIMENTO 
DE PROGRAMAS COOPERATIVOS OU CO­ 
MUNITÃRIOS DE INFRA-ESTRUTURAS RU 
RAIS = FUNDEC- 	- 
ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVI 
MENTO COMUNITÃRIO DE CARACOL. - 
Programas setorias e prin 
cipais projetos ventilados. - 
.. 1- _PROGRAMA DE APblO Ã PRODUÇÃO E 
Ã tOMERCIAt!ZAÇAO 
a- Assistencia Têcnica integrada 
aos Produtores - Governo do Esta­ 
do- EMPAER - Insta 1 ação de posto 
ou escritôrio da EMPAER em Caracol 
- MS. 
b- Melhoria do nível têcnico das 
explorações pecu~rias - EMPAER - 
e- Incorporação de novas ãrea ao 
processo produtivo - Aquisição de 
um trator de esteira para desma­ 
te e enleiramento - fonnação de 
pastagem ou lavouras - FUNDEC e - 
EMPAER-' 
d- Incentivo de Cortume para pro 
dução de couro para solado - Con­ 
fecção de arreios e apetrechos de 
couro- Artesanato, etc - FUNDE 
- Minis têri o do trabalho - Comu­ 
nidade 
2- PROGRAMA DE MEMÓRIA DA INfRA- 
.ESTRUTURA ECONOMICA E SOCIAL 
a- Calçamento de 1.702 metros, com 
esgoto para ãguas pluviais, na a 
venida Brasil. FUNDEC 700 metros­ 
restante comunidade e prefeitura. 
b- Construção de posto de saüde_­ 
governo do Estado, posto de sau­ 
de em Rancho Queimado e alto Cara 
col - Governo do Estado. 
c- Aquisição de uma ambulância - • 
FUNDEC 
d- Ampliação de 4.800 m de rede - 
elêtrica urbana - Governo do Es- 
tado - Enersul. • 
e- Aber.tura e recuperação de estra 
das vicinais - com construção de uma 
ponte sobre o riacho barreiro em al­ 
to Caracol - Prefeitura e Governo do 
Estado. 
f- Reforma e reequipamento de esco­ 
las - poços cm escolas de Alto Cara­ 
col e Rancho Queimado- Prefeitura - 
Comunidade. 
g-. Ex tenção de rede Elétrica de Bela 
Vista - Caracol - Enersul - Governo 
do Estado. 
3- PROGRAMA DE APERFEICOAMENTO COMU 
NITÃRIO E INSTITUCIONAL 
a-.Construção de Centro Comunitãrio; 
comunidade. 
b- Construção de Campo Desportivo - 
murado - FUNDEC - comunidade 
c- Reforma e reequipamento de parque 
infantil - Prefeitura e Comunidade. 
O Banco do Brasil S/A, estã 
no aguardo· da manifestação por par­ 
te da associação para concretizar a 
montagem do PDCI - Plano de Desen­ 
volvimento Comunitãrio Integrado,ao 
qual, serão incluídos os programas 
de que mencionados acima. 
A elaboração do PDCI deve se 
pautar na continuação das discussões 
sobre os principais problemas da co­ 
munidade, tanto no referente a ques 
tões de apoio à produção - objetivãn 
do melhorar o nivel de renda quanto­ 
no referente ãs obras sociais e de - 
infra-Estrutura fisica. 
A comunidade deve estar cien 
te das atividades que deverã afere--: 
cer, tais como trabalhos em rnultirão, 
eventos que contribuam para angariar 
recursos financeiros ã associação,ETC. 
A elaboração do PDCI tem si­ 
do processo muito integrado entre par 
ticipação do. 3tado, EMPAER, Bancb- 
do Brasil, comunidade e prefeitura - 
Municipal de rnaneirà que, quando pron 
to, praticamente não tem acontecido-­ 
grandes alterações nem por par.te do : 
Banco do Brasil nem por parte do Es­ 
tado. 
Conforme consta do regulamen 
. to, os juros são de 5% a.a. e a cor 
reção varia de 0_à 80: da ORTN. Na 
pratica a correçao monetaria tem si­ 
do estabelecida pela prõpria equipe 
que elabora o POCI da seguuinte ma­ 
neira: 
- Projetos que não traduzem um aumen 
to da renda,.a correção tem variado 
confonne a porcentagem de acrescimo 
direto na renda dos produtores. No - 
geral, porém,. fica no rnãxirno de 20% 
da ORTN. 
Apôs o PDCI ser elabo naco- • 
rnunidade, ê encaminhado ã superinten· 
·dência do Banco do Brasil que anali'=- 
o de maneira global, verificando,S07. 
bretudo seestâ dentro da filosQfia ~ • 
do FUNDEC, se realmente existe a par 
ticípação da comunidade, se os proj~ 
tos estão de acordo com as tarências 
detectadas no diagnõs tico-e se a as- 
sociação dePonstra suas fontes de­ 
renda. Os projetos devem ser uma con 
tinuidade, um aperfeiçoamento das a­ 
tividades jâ desenvolvidas na regido 
e uma correção de suas distorçoes. 
Após analisado pela supcrin 
tendência do Banco do Brasil no E­ 
tado, o programa e encaminhado à Bra 
silia, onde serã submetido ã aprovQ: 
ção pela Presdidencia do Banco do -. 
Brasil S/A. 
Os PDCis têm sido aprovados 
sem altera~ões significativas por se 
rern frutos de um processo de inteiro 
acordo e ampla discussão, e esta fa­ 
se tem ficado em torno de 20 dias até 
que voltem totalmente aprovados. 
Os recursos financeiros do­ 
FUNDEC são liberados automaticamente, 
apõs aprovação, de acordo com o cro­ 
nograma financeiro. A liberação de­ 
penderã. apenas da agência local do - 
Banco, apõs destaque dos recursos - 
pela Superintendência Regional. 
O rnunicipios de Jateí - MS, 
assistido pela agência de Fâtirna do 
Sul-~S concluiu todas as fases do - 
processo, estando em plena atividade 
com os desembolsos previstos sendo- 
a locados sem qua lqu'er entrave, exem 
plq a ser seguido pelo nosso rnunici- • 
pio vizinho. 
O Banco do Brasil tem garan­ 
tido que, apôs terminada urna progra­ 
-~ação e comprovado o dinamismo do - 
• envolvimento e seriedade· da comunida 
de, bem corno sua capacidade de paga­ 
menta, existem grandes possibilida­ 
des de elaboração de outros PDCis,na 
mesma comunidade, objetivando conti­ 
nuar o processo de desenvolvimento e 
crescimento do homem àtual. 
t bom lembrar o empenho do­ 
pessoal do Superintendente Regional 
de· Mato Grosso do Sul - Sr. Luiz Car 
los Nazareth, na inclusão de parte - 
do calçamento {700 metros), na ave- 
• ni da Brasil , dentro do programa de - 
Melhoria da Infra-Estrutura Econorni­ 
ca e Social, do FUNDEC. 
O QUE E FUNDEC? 
o FUNOtC e um programa de - 
base destinadq a cqrnbater o ciclo vi 
cioso da pobreza, que se realimenta, 
sabidamente, na falsa concepção de- 
• que as sofoções devem vir, todas, de 
cima: por isso o FUNDEC exclui quais 
quer possibilidades de assistência­ 
que não fundamenta-se na prôpria ini 
ciativa da coletividade. - 
AtÜando como incêntivador e 
articulador de ações, af~stando so­ 
luções de casos isolados, o Banco - 
procurarã despertar e mobilizar for 
ças latentes das comunidades e sorna­ 
las aos serviços de educação, saüde, 
saneamento, assistencia tecnica, ex­ 
tensão rural e outroa que lhes sejam 
.necessãr:ios num p_rocessõ de-integra­ 
ção institucional. 
~ ,.,, . ... 
QUEM SE BENEFICIA DO FUNDEC: 
Pequenas comunidades Urbano­ 
rurais eleitas pelo processo de se­ 
leção prêvia, que côntern no mínimo 
com 500 habitantes e no mãxirno 5.000 
sendo os tomadores de emprêstirnos os 
Ot!l 
fl 1 li 1 ·, 
te' • 
urs0 
da Infr 
relati v 
do post 
ficara c 
rencia, cor ar 
ro) da c:on e, .. 
construcao da 
nitãria. dentro do 
çoAMENTO CO''.li':: ··:.: r· 
com lll'dZv d,, • •. 
com juros de 5 a. 
correçao manetar a 
0 trabals , st , to1 
iniciado N Cl"" • • ri, r·,dc; 
dado continui~~~ , , 
çao, o gerente-ad unto i 
mente o Sr. rians 	ar 
Gerente Fíl i ,11. 
Prefeitura iial 
e ,Mela 
AFONSO D.LO ·< LEITE, PRL 
FEITO MUNICIPAL DE CELA TA, ESTO 
DE MATO GROSSO 0. S, , 'O USO DAS A­ 
TRIBUIÇOES 0UE LHE C!E O ITEM 1, 
DO ARTIGO 120. OI, LL: U/iP.l'íE:,;t,R :;9 
7 DE 20 DE N0
1
/E.t'.8R'1 '}E ''JFI . E IJA AIJ 
TOR I ZACAO COtiT JDI, ':;. 1 i ,. • t; 1? 
DO ARTIGO 134 D "v t... 
O E C R E T A: 
ARTIGO 19 -Fica dispensado de licita­ 
ção as compras efetuda na etunel - 
Indústria e Co@rio TA, fabrican­ 
te de emulsoes e distr tuidora de as­ 
fa ltos. 
ARTIGO 29 -Este decreto n rar e vi 
gor na data de sua pul acao, revogá 
das as disposiçoes em rontrãrio. 
1985. 
AFONSO DILL' !»..S LEITE 
PREFEITO 'MCIPAL. 
VISTA 
PREFEITURA ",A.IP! DE ELA 
Administrara6 ' 50 D'170n !e 
nes Leite. • 
A Prefeitura 'uniial de Bel 
Vista solicita aos autribu.nes paga 
ren os seus d@bits, i.p0s'o predial 
territorial, até o d ± I0 de fevereir 
Este é o ülro prazo para pa 
garnento sem multas. 
O imposto cue voce pagai o - 
progresso, o bem estar e a realização 
de obras. A admiristrJcao Vunicipal e 
tã executando obras apenas com recur­ 
sos prÕprios, do ;::ur'c;pio. 'Jaros co­ 
laborar. 
PAGUE os SELIS ::·:::os,o E:-1 DIA 
BELA VISTA, TEMPO E PROGRESSO, UNA 
CIDADE COSC!C:TE CE SE DE'.'ER. 
-.------,- 
MINERA,A@ BODOQUINA 
__ .ase S/A. 
-. vê de uma corveta caagem do oo, é que e obtem o4 esutados espetado _a coheta. 
Sêmen"f' ,jauena, composto.-com todos atente neces4@wo a una peta cotweção do 4o0, 
O Cacae ,e@éa ou pastagem se desenvova 4ats{atamente. _ • 
azem com que sua_,, 3atagens, jã {cou constatado que_sómente com o uso do Catcweo Bodoquena, {o cb- 
Na {oruaçao te P> b ;:.. :,py,,,:- 
tdo @tmos resultados na {o/mação da taquara e cooao. 
t.te com 
O 
CALCÃRE0 BOOOQ.UENA e venha conversa com os técnicos da lhe?ação, sobe como 
Faça o {e°',, de uma caagem e{ciente e econômica. 
toar ptoveto o u> 
Ir :O SOOOQIENA, sem sünt no Estado, é o CALCRE0.... 
CALCRE " - Iawacaju e Ponta Por@. 
Esc1roics tt ·,_0""ç$;;} u»tos i si - ses vsg - s 
USINA: Rod. Ja1tclún • i.da Ou.que de Caxas, 259 - JAROI/.1 - S - 
ESCR1TORZO cE/fT'RIU.• ,.veu 
CALCÁREO 
BODOQUENA

l J l . 
Som e imagem para o Interior 
. 
CIO GRAO- A interiorização dos servi6
0
.P'_, 
, • - e t. li ão e retransmissão de sina1 s de som c 
1
mape ' 
1 
"{as @vemo tstadsii. 4trav @o roga,­ 
pecial de Mfauntecio e expansão da rede de Telccouni+-9€"° 
d l F··t ·ido _ PHOl:IH .. J)<., oçonlo com o decreto que inst1tu+ 
1 
··'' · J' li OI o Diano 0(1c1al. terao p1io 
prngr.1rn:1 puhl 1cado li1 - : n ' - - .. 
1 
r .. c.J _ 
ridade as áreas de menor densidade demográfica_do 5'i""; 
com istas a favorecer o processo 'de integraçao regiona e 
a fixação do homem na su região, . s .- 
o PROETEL deverá operar e manter equipamentos de tt 
pCt [ÇiÍO (' rC'tranSllli SS:10 dl' SOIII C imagem pertencentes ao 1> 
tado, zelando pela qual idade técnica, além de apoiar me1a 
ias particulares é municipais no capo da _repetição e Te 
transmissão de som e imagem. O progr:m:_1 st•ra 111l t'.'.'':'.!dc, _-
1 i ·
1 
sa Civil do Governo Estadual, em ostrjta colaboraçao co a 
;,,l • , 	• S 1 1 S ••• • ., r ia de !' l ·1 
('oorJc11adoria Geral de Comu01caçao .oca .. cuu .... • • 
nejumento, Idesul o Fundação de Cultura. 
CLDSSE JURÍDICA 
ELIBORQ DIRETRIZE 
CAIPO GRJ:'-lll: ,.. delegaio de cornpett•ncia para qm:- 
os Estados desapropriem imc3vt•is rurais para fins de assenta 
mento e colonização é uma ilas propostas a seren feitas por - 
Mato Grosso do Sul, no li Em:ontro X.,cional clc Secret,Írios - 
de .Justiça, a realizar-se em ~io Paulo~ de 31 de _janeiro a 
03 de reverei ro. Durante o evento. sera e l:ihorada rnna propos_ 
ta ele dirctrües para Lun., política do poder ExecutÍ'o Fede­ 
ral na iírea Je Justiça. a ser encaminhada ao próximo !'resi­ 
dente da Hepúblicn. 
O secretário de .Justiça .Juarez ~L'lrqucs B;1tist;1 infor 
mou que em Mato Grosso elo Sul j,Í estiío sendo mantidos <:onta·.:­ 
tos com vários segmentos da iirea jurídica. qttt' si ntet i :ariio 
o pensamento da classe a e:')emplo do que ocorre cm outros Es­ 
tados da Fcc:!eração. Segundo ele. _i,Í estiio contntados repre­ 
sentantes da Procuradoria Gemi de Justiça, Procurador ia Ge­ 
ral do Estado, Ordem dos Advogados do Brasil. Conselho Peni­ 
tenciário e membros da l!agistratura pertencente ao poder Ju­ 
diciário. 
A pi:omulgação da lei Orgilnic:i N:i:::ional da Jssistên­ 
cia Judiciária será outro pedido a ser fci to por Mato Gros­ 
so do Sul durante o lI encontro de Secretários de ,Ju,;t ka. - 
que entre outros temas, abord.it:i qucstõrs como o juizado de 
Pequenas Causas e Execução Penal. Para Juare:. o e·ento serii 
a oportunidade de sintetizar o pens:unento da classe jurídi­ 
ca, o evento será a oportur.idade de sintetizar o pensamento 
da classe Jurídica brasileira para 1m1.1 política n:i ;irea de 
justiça, uma vez que(> momento político assim o justifica. 
TIME TOUR 
TURISMO 
LTDA. 
VIAJE PELAS MTOS DE QUEM 
Tl'.il EXPERIÊNCIA. 
RUA 13·DE MAIO. 251 - !'ONF.S (061) 382-7436/382-7997. 
Senador Saldanha Derzl Elogia 
Vitória de lancredo 
't D0.- O senador Saldanha erzi afir ou 
que a eleicáo do candidato d 1 alia d, un,Íl JL,1, 1 o1., 1 ~­ 
do Neves. é demonstração cabal do pra de maturidade at1 
ido pelo pwo brasileiro e por suas elites Po.ti€+ 4' 
onlt·11,1 t' t>hiet 1·, ,, ntC' souberam conduir o pais de ol- 
t.1 .10., C'"I Í nÍ·o, J:1 democraci :J • 	. 
, 0ero Jc· tr:111,ic;.io. :-e:r.i trau·,:1•, llC-:-1 lt'';11,t"hh 
mo, comi decises administrativas tomadas a partir do intc­ 
resse miblio. mm clima de debate político elevado e de­ 
rcspeito uos adversários. certamente servir3 para consoli­ 
dar a democracia em nossa terra c encaminhar saluoes d 
r;i :1 l"l'IS(' (l"0!10J.IÍC:1 que vivemos - Disse Saldanha Per:l. 
f' preciso - l"Olltinuou O sonador, que a llrlJ:10 cl:t­ 
nação brasileira se faca ema torno de idéias maiores de jvs 
tia social e economica para que os objetivos de_retomada­ 
do crescimento economico e do controle Ja Jnfla,.-:10 s c ·_1 , 1,11 ~ 
!eancados. 
1ELA X 1.rIA BINA c!!'? 'Gctu.: 
C.1.A3! { G. iIs DE A a z. 
F[QUE co:,;osco E r::-.'TRE xo MU:,;ro 1). mu. 
[l[),, t;I;"J'E. QUE E :,;anr.I.. 
ilson lnauo ra 
sf alto entre l rês. 
lagoas e Garcia~ 
(~\'])(\Ili.- f11 l'll 
..: Ili 1,!.ilt 1, ,1 d BR-'o' ro tr l . 1 
do S qil etros entre ires l±,o­ 
se 6@ri4, eri na@put 4da no - 
próno dia 'O de janeiro pelo o 
Ver .. ! :r ·. i 1 <on Babosa Met 1 [1,, 
O chefe do Executivo !sta­ 
dual cumprirá um extenso prega 
de visita por dois dias na r li 
quando tah inaugura o si«ta 
de águ. do llb t r1 to do A1.q,11-í. 
De acordo con o prograa 
de visita ao município, o ovem­ 
dor participará da cerimonia de ca 
samento da filha do deputado Akira 
út~uho e 'lSÍt:ir.í a localidade d 
.Jupi:Í, onde e~tii in,,t:1L,1<.b a coJo­ 
niu de pescadores e o cor,plcxo hi­ 
droelétrico. 
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ADVOGADO 
Dr. Ma.noel Rodrigues Negrão. 
AV. Duque de Caxias,· 788 -J .·."IDI::.! 
~--..:.,.:..=:__ 	..., _,,.C3.Ld"T"~ OU .OiGQ. 
tribuna da fronte! ra 
(Fundado em 20/2/J.97?.) ~Le:.o M.:aioR Q..Ue. 
0.G.0.M.3. 15.513.203/001 o si@veto!' 
- Registro no cartório de TÍ • ~ 
tulos e doctll!lentos nll 35- - 1 
Jornol.ista Responsável _,,,,,--- ./- 
IVALDO PEREIRA 
(I.:atrÍOuln l:.TPS n? 140) 
Administração Redação e P2!: 
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Dr. Adhemar Godoy 
Dr. Itamar da Silva Dtra 
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Dr. Pedro José Palmi.éri 
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1!IA. DE CTIAGO O PRO DE. 20- 
O Jloul'or ./osu{- <le Olivc-ir.1. ,1111: ele 
!)irei to t·111 suh'<t i tuk:io lrgal da C:01,1.11·l,1 d(• 
Jlc-la 'bto. Esr,ulo de Mato Grosso do Sul .11.1 
fonn:i tb lei, etc .... 
FAZ SABER nos que o prC'scnte l:<lit;il 
virem ou dele conhecimento ti•ert'm. que por 
C'Str juízo e Cartório .J11di<:i:ll trita o. 
autos de EXTl]Ç/  llF (l'):,il"XIIJ'J() 1:Y .t:!1 's: •. 
requerida por Jurema /r:1nJa Ribas. para - 
fins dt' ai 1ennr o imóvel L'onst.,:,:,, dt•: lh11:1 
caso de t:ínias, .coberta çt1111 
1
.dh:1s. ·.'<' re!< 
pcc;tivo lote Je terreno llrh:1110 11v PI .. , .,­ 
Jra -14, setor OZ. da rua Bar:io Jo Tri~111i'
1
•• 
nesta cidade, mt•dindo c!i to lotv IS.PO 1:•c-i::. 
de frente por 30.00r.icts. Ja frc,1tc aos fu: 
dos cm ambos os l:tJo's. matrícula soh o n
9 
-1.966, (Is 4.966 Jo lino 11
9 02. Estando o 
condomínio m~,o 1.E.'-llRO RlllS. hrnsi lri rn. 
estado civil, proriss:io e enderczo desconhe 
ciclos. cm Jugnr Incerto e n:io s:ihido, l'oi­ 
Jetennfomlo ;1 cxpcd i(-:io Jo pn•scntC' !:ti í ta 1 
com·pr:u:o de 211 dias. através do qual fica 
ci taclo Hamiio l eantlro í!ihas p;1rn contc:-tar :1 
m;iio. querentlo, no pr:i:o de 15 (q11in:c)tll:1::. 
Não sendo contestad;i .; :içiio. se prcs1uniriio 
como ,·ct'tladc i ros os t:i te-.; :n·t icu 1 :ido:- 11r Ia 
autor;1. E para que mio se aiegue ignorancia 
foi expc,l ido o prcsrntt' !xi i r:11 qut' scr,í a­ 
fixado na seJc Jestc iuí:o, no lugur <le 
·costume, e pübl icado na fonna <l:i lei. Iadó 
e passado nesta citla<le e (Comarca de llcl:1- 
'ista, E~ta,lo de ~tito Grosso do S11. ao!< 
vinte e seis dias do r.1ê-s <lc Jc:c111i>ro de- - 
ano de mil no,·ccentos e oitenta e quatrn ... 
Eu n:1h:ard lbanhcs). mt-.:i I iar .Judici:íri1,. 
o <latÚogrnfci. 
nr. JOSUI: 111· 01.1'EIRJ 
.Juiz de IJircito cm suhst. legal. 
(",IJl'(l CH\lll., 'l'i - () Jll'O.!,I' 
i.1 pi loto Je s:11Ídc·. !anc do pela co 
ordenador ina de creches do Fundo d­ 
.-:si ·-t ê-m: ia Soei a 1 Su 1-'btogt"t>!,'t·;i­ 
se vai atingir a partir do próxir 
,·,i:•s !'i;tis Ju:1s ncchC's l'•. 111:it:Íri:1:: 
,k· r:·,.·,pu C:r:mJc. Com n oh j t ri 1 , .Jt•­ 
rorver a s:ride e o desenvo!vir:en­ 
lll nonnul Ja cnnnça atrarC::s Je pro 
n·dimt.·ntos succs~ i·os. rssc trah:1- • 
: lho foi n•:ll l:aJo lnicíulmc-ntC' nas 
.-rcclws Bonançs e <:u:mancly. mobiI i­ 
ardo uma equipe composta por médi- 
1·os, en Íl'lllll' 11':IS. ps kn Jogas, pcu;1- 
:og1s e assistentes sociais. 
Em sua prinK'lra parte. o pro 
l'r:1111a constou da real i::içiio de trei • 
i1:1n1t•11tos tC'Ór it"os para toJos os fu 
,·ion:Írios das creches con,wiit;Írias. 
Sl'Jl,;I> pro1101"ido postcrion·1t·11tt' o - 
t n•in:imcnto priitico. dcst•m·olvi<lo 
"i1: loco" tlc acordo roma rc-:11 't:adc 
,k• ,·:Ida 1-rcchc. 
() prni:r:rnu1 pi loto dt• ":11i.1t.• 
.~,·a a ,·ura dr tloenç;1s ahdom i n:i i : C' 
11:t rns parasi t:1:< cunt:tndo par.1 is::n 
"' :1 i1:1port:111tt' colahoraçiio <lo !a- 
h • :·a tório Centra I dt• Saúde 1'1.Íh I il":i . 
Oferecendo una dieta padrão 
cl :h11r;1da por nutricionistas Ja l'·:i 
•• :·-: 'ade To!eral. o Fasu' procur:1 
CIRTA ao 
PRESIDENTE 
lli:i 15 de j.aneiro de 1985. Ilia t't:r - 
que a esperança Tenascc nos coraç0es _Je to­ 
dos os brasileiros. O Brasil vai 11111J:p·. O 
llP. Tancredo 1'c1•cs é o novo prt'S idcnt'.' Ja-: 
Rcpiihlica. • 
Eleito por maioria de 'o tos, :1pôs- 
o <lia 15 de março. o novo prcsiJt•11tc da Re­ 
publ ica tomará medidas eficazes para conter 
a inflação, que vem nc:1hando com o nossn - 
po,·o. Sobre.tudo. acabando com os trabalhr­ 
dorcs. 
Mas, a partir de hoje. nasce um es 
perança. de um governo_melhor, menos mordo­ 
mias. 111,1 ior incentivo a agricul tum. a peru 
ária, à industria e_ ao comércio. <liminuin<lo 
os juros banciirios e gerando m..1is empregos. 
A prioridade deve ser daqa ao homem 
do campo, pois e da terra que se colhe as - 
riquezas que o país tanto necessita. E:-q,01~ 
tnr m:1i_s alimentos, sem sacrificar o nosso 
povo. 
Dr. Tancredo Neves, o nosso país é 
um dos mais ricos do mundo. temos de tudo 
an nossas terras, minérios. petróleo. ouro. 
wnfim. os nossos recursos si'io imensos, pre _ 
cisamos explora-los racionalmente e HONESTA 
MENTE: 
Temos condições de pagar a nossa <li 
vida externa. sem precisannos ficar de joe­ 
lhos no chão perante os credores. 
o senhor. presidente. da mesma esco 
'la do grande brasileiro Getulio Vargas. hg­ 
mem que deu a sua v-ida para ficar na histó 
ria. será sensível às aspirações do povo_­ 
hr:isilciro. Con Tatulo-.me com T _ Excia a 
~~-ASUL / SAÚDE 
só pt•la hrilhmitr 'ittíri:t. mas t:1111- 
beri, pela rxmeira fidalga, dccente 
e equi 1 ihraJa t:O!llO se conJu:i11 na - 
cawnmha eleitoral .. , ,·itória llc '. 
l.xcia rol a vitória Jo po,·o hrasi ki 
l'n. 
'ies t ,, opa r tun i Jade. como n: 
rt•ador do 1~011!. faço um ;1pelo ;10 - 
ill'l'S iJcntt' da Esperança; nós vivemos 
;,qui n:• frontl'i ra Jo Brasil com o - 
·•:!ra::u:d. nesta Bela 'ista de tant:1 
!1i,-:t-,:,·ia. m1s que h:í 'int<.' anos r.iin 
,•lq:c oseu pn•íei to. por ser consi­ 
Jer:ida :írea dt' !<C!!lll":tlll;a ~11.:ional. 
'insso pnro. srnhoi· l'rcsiJcnrr. niio 
quer a derrocracia pela metade. que 
,..:-mos r lt'<!t.'r o no:-so prcl'ci tQ. :,io,-:­ 
;-:a cxpccti1t i1·;1 é a de que '.Excia. 
faça daquela afimaio em seu dis- 
l"l 11·s,1 - 1., 1. í. . Oi. r 1 l El.1:1 no 1 'i­ 
ll lHl: L QUE. IS1 PAIS ASSISTE: - _1um 
realidade ta/bem para os belavisten 
ses. que :i i nd:i neste ano se j:un res­ 
t:1hdt.•citlas a,: ckic:õe,-: nos municí­ 
nins ronsitleraclns ,k i1:trrcsse da­ 
"''<!lll':t:ll":, ::ioml. 1 nos1 Bc la - 
'is ta t·nt rt' e 1 ('S. e a nossa C'Spc- 
aiml proport 
.a si·t i d r . 1 , 
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: ,··d in> 1>(·11 .. 11u1t t.'. ,, 1 e." 
de postos de saúde n 
cando a importin ia do 1 't, 
dc:,UIIOl1·irl'lllO fllllt.11. •.-:e Jll• t 
que tan!ém 1 tro.:,.::1 )c;Jr :J l: l.ll t;.t ,1 l' 
d,• t'.jll(', :,n lCllJ'OI.J! . assim O i. 
palestras educativas, desenvolvida 
plinc;ão do campo de aao deste p 
<J F:1:--11! d.Í ,. , p.1,so 1•· pn: 1 te 
. •:1!-- C ll'C'IHl'". 
l.cr,•brP. t:1111hL•:". -'cnhor pre­ 
sidente. que o senher. ao iniciar­ 
qualquer bra de pavirnt1cio asfl 
:- Íl:a. n:io se esqueça da { v60. trc 
d:o .J;1rJim a !leia Vista. •> 1:11:>SO n·• 
ior sonho. 
Em nome do po,·o bcl:11 i,;ten­ 
,-:c. ohriRaJo. 
'ERE.OOR ROSSEIEJ:íE 1.1:>iO <;.A.H 
('TI) 
,, 
POLICIA PRENDE -T A FICAHT S 
COM 13 KILOS ~E MACONHA 
IICIRDO. 
VIAÇÃO CIIUZEIIIO DO 
LTDA ***** 
1 
ÔNIBUS PARA EXCURSÃO e TURISMO - EFIClêNCIA A SERVIÇO DO POVO DA 
! 
J 	FRONTEIRA e SUDOESTE _ ,_ 
---- 
o itltÍIX> J1:1 [1., 1.111·, :·.. lia Mi!itt. ub o a 1· 
do do Tenente Reis. e trabalho conyun' ., 1 ·l1 1., ,·,.,!. 111,J.Jcu 
os traficantes agner Milburgues. Jefersn {snau. Miei ala e Ale1t 
Proença dos Santos. de oianina. os qwiiss lera« !3 kilos de aunabi 
sativa, vulgarmente conhecida por M'AML'. + I 11 ;,J ,, .~,• d,- d,.i -t, - 
ceracapita!JeCiías. _ ...... _ 
Craças :J pronta aç:io do., J>,'11.:1,11:- 1a·l:11 i-,,, • e·:. t 
foram presos e encaminhados i po! it. 1.1 hJt"1;1J t I i'<n,t I l'or,1, or-Jv ta­ 
ram autuados cm flagrante. 
AS PRISES 
6s trifcintes esta na roloiária para barcarem no on±bus 
das II horas para Campo Grande. quando a policia recebeu ma denun- 
de tu cidadão a qual reatava a presença de eleentos suspitos -- 
<lonarw. 	_ J . _ . 
Pront:imcntc-. o teneee Reis e sua equipe. foram ,. PJ m 1:iri:1 <' 
J;Í dct h·er:1111 dois Jos traficante:<. sen,!o ,, !L' o t t r1;:t· i to se adira do­ 
loca l. sendo prt'so em seguida perto do iospital São Vicente de !aula, 
para onde se dirir: e, desabai:da carreira. Mis de dez policiais­ 
perseguiram o trficate. o qual se entregou. reagindo a prisao. mas - 
~cnJo prontamente JominaJo. 
mrs ~lCC)ll 
~a-·tcrç:'il'cír:i. outro marginal tar:tlm:1 foi preso. portando 4 l:í 
los de maconha, trata-se do imli'iJuo Dejamir Mrguelo Sena. residente 
lll'S t :t ci daJc. 
Sena-foi pre:-o pelos policiais cfris e militares que o ondu­ 
zir» cm companhia de sua namorada Sandra 'ria Ienes olinari s dle 
t:1:ia de Policia. o ttelcgado de policia Dr. Jair Bispo EvangeIhista de 
poi:: de buscas na casa de Sena_encontrou kaconh. a qual 4oi aprecnu1- 
d. I seguida foi ccunicado a policia Federal que esteve e» nos:;.1 •.!.. 
d:de auamdo c flagrante o traficante Sena. liberando su: m:morada. 
..m,'o inr·coes da +rGri» policia. ' wts 'ia levar a 
• 1. •••• !istri'i Is c ic 
• -------- -, 
!. 
., 
' ..

1RI8üfã D FRONTEIRA.._.... 
----------- -----------------:::-::;-:---·----=-=--=-~--- 
SERIASUL MÓVEIS APRESENTA 
COMEN'T ANDO 
E, 
CARNAVAL / 85 
No GSSPR promete agitar os que curtem um bom-­ 
samba, 
MUITOS 
lllocos jâ inscritos: Vem quem que, Frieiras, 
Vila kurupita, Vem que é mole, etc. Um deta­ 
lhe, cada bloco apresentará sua rainha e no - 
29 dia de carnaval será eleita a rainha do - 
CAR:--,',I. Ili' lll'í,A VISTA. 
TROFfUS 
I. prenios estas vendo adquiridos para a devi­ 
da entrega. 
CONCURSO 
De tantasias: luxo, riginalidade etc ... deve 
rõo fazer sua inscrição, Marcos LÕris c:onfec 
cionarã suas fantasias e disputara prá valer 
segundo suas palavras:aguardem, muitas novi­ 
dades e surpresas, em minhas fantasias: 
ROCK lN RIO 
E as belavistenses Ptricia e Claudia 0cariz - 
dando um alô a seus pais Eduardo e Ana Maria: 
"estão curtindo com muito RÃ o Rock ln 
Rio!: g isso aí, curtir um som da pesada, ro­ 
ck pauleira, etc .. nu capital mundial do Rock - 
deixa qualquer um em alto astral e muita ener­ 
ia positiva, enfim com muito RÃ •••• 
TAMBÉM 
Dez dias na cidade do Rock In Rio as bancárias 
Dora Pedra e Izilda. 
SORVETE 
Experimente hã muitos anos no ramo o Sr. Elmo Lubet, está 
fazendo sorvete caseiro de vários sabores, f só procurar 
íí.c-a nos fundo, da rc-sidZ.ncia da Sr. Anil Rocha ( 1/iUZA 
MODAS), a partir desta semana estará também na ruas pa 
ra venda. Neste verao, um gostoso sorvete caseiro, não 
é uma boa? 
APÔS ALGUNS 
Dias nas praias, retornaram os casais: Zeca e 
Leda, Geraldo e Janice, Julinho e Izabela,Ed_i 
nho e E loisa. 
ENLACE 
Aconteceu no dia 19pp na Igreja Matriz de San 
to Afonso o enlace de Katia, filha de Franci~ 
co e Celsa Câceres, " Adauto filho de Ezídio 
e Maria Terezinha Barbosa, 
AO JOVEM 
Casal desejamos felicidades na vida que ini­ 
ciam. 
ANIVERSÃRIOS: 
14-01 Ana Karina Salomão Marques 
16-01 Lidia B. de Velasquez 
Parabens! 
CLOSE 
DÓ vereador Jorge de Souza Rosa, Fátima Bula­ 
mark e Bernadete Nbhan, no carnaval/84 no grê 
Liberdade 
Jã nao posso mais resistir esta - 
prisão que me atormenta noite e 
dia. 
Sinto-me angustiado sem poder dor­ 
mir, vendo o romper da aurora meus 
olhos choram sem poder sair 
Jã não posso mais resistir esta - 
prisão. 
Se ador humana é passageira, a mi­ 
nha é constante nesta prisão onde 
meu peito seresteiro canta anais 
triste canção. 
Já não posso mais resistir.esta - 
prisão. 
Sinto falta do cheiro da mata, das 
flores coloridas que nela existe, 
do ar puro sem poluiçã.o, das semen 
tes selecionadas transformadas em 
alimentação dos verdes campos. 
Enfim, da verdadeira liberdade,oo· 
da vida é um paraíso. - 
Jã não posso mais resistir esta­ 
prisão. 
Deixa-me voar em paz, libertando­ 
me desta maldita prisão 
ALTER LCCIO SOARES 
(VCA-L) 
ti 
« 
Dra. MARIA CELESTE DA e. SILVA 
ADVOGADA 
0B/MS 3281 CPF 141.490.101-10 
Rua Cel Camisão N - Centro -Bla. Vista 
Fone - 439-1302- Cep 79.260 - MS 
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BARAO VERMELHO 
UH DQS CONJNTOS QUE FEZ O 
PUBLICO VIBRAR NO FESTIVAL· 
DO ROCK. IN RIO • • 
BARAO VERMELHO 
BARAO VERMELHO 
*BARAO VERMELHO 
OS FRIEIRAS EH AÇÃO 
O Bloco mais tradicional da cidade·.OS FRIEIRAS ja 
ARTICULANDO a compra dos matriais para o Marcu's·conféc 
cionar as fantasias , as compras serão feitas em Santos 
e desta vez vai pintar fantasias lindíssimas; um·casal 
que vai agitar junto é o Sr. Sebastião Zacarias e Dona 
Chira. 
AINDA FRIEIRAS 
Na reuniao dos Frieiras na casa do Fernandinho, muito­ 
fri pintou pot tã, ingressando no bloco: Magali, Adol­ 
fo, Zeca, Denise, Mana, Ane, Alexandre, Antonia, Nelli, 
Mario Marcos, e muita·gente bonita. 
BELA VISTA JA VIVE O CLIMA DE 
APÓS 
A reunião, fomos ao restaurante do Cassino Paraguai em 
mais um bate papo legal, nas mesas, Manoel e Mary, Fran­ 
cisco e Cirstina (ela corujando o pequeno Tiago), Tina 
Cardinal, Nelly, Timara, 'Antonio, Sapinho, Fernando e 
Sonia, Leo Renato, Honorato, Fátima e Zeca. 
CARNAVAL VAI SER UM SUCESSO 
INVASÃO DO ROCK MACABRO 
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O carnaval no Grêmio Pedro rufino promete 
ser um dos melhores dos ltimos anos. O presidente 
do clube, Sr. João Kalife, na foto em companhia - 
de sua esposa Sra. Lenita e filha Denize, está or 
ganizando da melbor maneira possível a grande fes 
ta de momo. 
DE 
• • , 1 
1 
Carnaval, muita gente preparando fanta­ 
sias, e os blocos em altos agitas, sõ­ 
tem uma coisa, os proprietârios dos mu­ 
ros pichados não estão gostando nada. 
Eles pedem que nau pichem maís. 
NOIVADO 
Ficaram noivos João Carlos Velasquez e 
Inez Menchik, ele filho de Rigoberto 
e Lídia Velasquez, ele filha de Aluizio• 
e Sabina Menchik. 
A eles nossos parabens. 
FELICIDADES..... 
De olho no Rock ln Rio e no publico 
do na'metalmania, a Odeon Lança seis LPs no 
REAVY METAL. 
liga- •1 
Genero 
! 
A sêrie,intitulada 1IEAVY METAL ROCK ATTACK 
traz o melhor do Rock Satânico e liderada pelo 
Iron Maiden, com o LP POERSLAVE, o quinto deste­ 
grupo:ingles que é uma das grandes atrações do Ro­ 
ck ln Rio. Os outros LPs são dos grupos GREAT Yl-!l_ 
TE, ICON, W.A.S.P, HELIX, e QUEENSRYCHE. Um verda 
• ... -_;,-. _..,,...... 
BOM GOSTO