ovo que m . ão ateita acolhe 0n discurso pronundndo d.ia 15 dC' janciio de 1985. após a sua vitór s J 1 C I1~irt Eleitoral, o Dr. Tancredo cb /lrncicla :-.:c1C's cnfoço:1 polític.1. [. n.;rn •lltt-l.i cm sua perene precariedade, que o horr.cm criou as instituições :1I. l:c tC' é s1111i:1mc•ntc impossí, .. ! . oi:s o -:i t;i,;,, 1·1•l't'" !nr ,. eu. p.lÍ ,, " - do l'DS e cu nun-:a p!.'nsei L'"l .,hdicir ,.!os meus F':IID!l. ão adotei e não ·doto a política do senhor dré Tadeu armpos. entendam bem,ele niio é meu inimigo. ma:- :-i1·1. :ll'n·rs5rio pol Ítil.'.o e ui me passou pela cabeca t:l entendi mento -:orn estes S!.'nhores. /os mc-us c.:ol'1panheí n,,; do PMB. da !'rente 1.íl, .í:1m cnvol'idos por tais tipo,; de calúnias. ris do r.1s 1·is:indo enf,·aqt1!.'C!.'l' o no:sso p~rticlo. :--:io :1hdko IA L 1,1i 1..';ruw~tü 1 1 01 ,,.n 1{ V0 RL'IO DOS SAGE'TOS E SUHILN 'IES LI!'O l·!J1 1 O. :,I.J, lJ.ll 111.<;<;0, l'.'-illtO'J.IUID;. l'l(, A AIRIA IRAI. E @ e@ o o . l ·w:ampo _ randenses c1mem1raram vitória de Tancredo cnm (,ll\ltl ( "' J - 1 ,rll d;, pr,, .J! ! io d Tapo rande comemorou com: us arn:nval a !eiio de fancrelo e pira a - l'residenciahv Repblia ds u votaio. a idile foi r.dada om fouet.ri..- wi" '+' '1:1,1:,11 ", .. 1 IJ.il . J'lll ruo, •i' l a praia danos d - • 1 - :. lo'o].·',o' • sc nt no anfiteatro da prefeiturt ±', l e 'o lado le fora. portando bandeiras e faixas, de por+ ao ca!idato da Miara !mocritica Tancredo Meros. Os lan ces da votaçc elo colio Liitor:! for acompau!:mdo ata­ de tutelo e dois telervisore: instalados no paço micipal. t Lado de fora. alr- peso4s antcipai a i tu.­ a t' e de ±luts músicos, • CAU. V /t.' o araval de fato só ocorre1 aua dt> (oi ti:1do ;~ 1 ,o­ tos para o candidato Tancredo Neves. quanlo a bater;a de u cscola de snmhu adentrou no anfiteatro iniciando a artir dai uma festa que só iria ser interrompida pelos apelos dos orga nizndorcs que pediam que se ag11:1rd:1ssc a hora cm qw os reprc­ sentantcs do ihto Grosso do Sul fossem dar seus voto:, Os pre­ sentes nüo gostaram mui to de tcn'III interrompido su.:1 '· :-ta t' - alguns foram para as ruas fazer o carnaval enquanto < 1 l!t' a meta de do pessoal penn:111e<.:eu no :tnfi tca U', • - /los poucos. os animas foram se ,,<',llt•i:tndo e,o_p,: • 101- tou a lotar. todos atentos agora aos 1·ot.'º ,J,is poli t t<.:os Jo - Estado. O esquema usado pela emissora que uan, 0itia ao dvo. inintcrruptaméntc, toda votação ao.:abou frustan,l.i , pessoal que esta';! no paço e não puderam ver os delegados Jo 'btr> Crosso - do Sul votarem. Para, quebrar a monotomia da vorn,:in. :: c,·1isso­ ra intercalava as noticias do plcn:írio com outros 1 ::,!•lw: <: l'O exato momento cnt que os li delegadas sul 111:itogrosst: ·._,, i, •• ,­ vam, entrou no ar uma entrevista com o prcsidente do '" 11 1' n:1- cional, dept1tada Ulisses Guimarües. Esses incidentes levou boa parcela a •1•1ere norn1;,u·t<· - retirar-se do anfiteatro - a maior parte jií estm·:i in1padcurt· para iniciar a passeata prevista pelas mas centrais - n:-•s no­ vo apelo da comissão organizadora do ato ptíhl ico retvve-ns pa­ ra ver o pronunciamento do presidente eleito . Ao final. a chuva quC' roram significativas. ao .contr,írio cb popu­ lação aglomera,:-1 :in :m ri teatro do Paço Municipal. em ri t>no de carnaval. o povo ruas c nos carros. após algLDnas buiinas e foguetórios. ..:ont ; no seu ri tmo nonnal. =----------------- -. ------- -- ------------- ----------- ktsi#t w twtdtktw# tttsw«ri tt d«r tt itittttittt 'I", J 'lfl E SEJ, 1Wll)l !',Ri O RJI1.IRO 1!'85 !;:() l;TER.\Cl()X!I. m· Jll"L"l1wE. E YISIT _ ,1 il cidade é sua. Cuide de sua 1cidade como se fosse sua casa nGo 1 Não Não 1 Não 1 não l)OB , Não arrebente os bancos 1 Não destrua as praças Conserve o Olul:it Social destrua placas de-trânsito arrebente carteiras escolares deprede a iluminação pÚbl.ica quebre vidraças de locais Í,Úbl.icos jo~e- detritos nas ruas, conserve do Jardim os terrenos llm ..., P.e·dessist-as não _ comen tam derrota de Maluf: C'Jill'O. GM.'DE (;,IS) - Os pedessistas­ de Mato Grosso do Sul. notadamente os que - tiveram direito a voto no cole~io Eleitoral que escolheu Tancredo Neves presidente da Re ~Ühlicn não quiseram comentar·a derrota do - seu candidato, o deputado Paulo Mluf. As - vesperas da eleição, maluíista.s mais ferre-, nho como o deputado federal Albino Coimbra 1·. 011 o Esta unl (',;i dh •. J;-imil iá admitiam a der ' : -.,... -- - -,.ir- - - - - - .. O Ri-'tI ) reti+, 1 r ,, ! do P. deputado Onva de Mates . w ia tu série de ist tas na área-. de se r tua havionsl onde foram restabe­ J,·.,.,:'- .,, , l, ,,,,,, d1r('t.1 •, 1 i + partir d péura em rnt. () prll't'l11) l llllt,Í]>!C a er visitado seriá Mudo Moo logo a s& ;;uir, <'l{· {HLll!llllll en su.1s hases ,·em sendo ,mum.::i:1tla j:í :Jlgum tcnpo mas sempre adiada e a desculpa apresenta­ da pelos peemcdebistas era a eleição no - folétio I:1ei torai. [0111 a eleição de f'ancr do Neves. é provável que as atenções das l i . .-r;inças pee1qedcbistas cstacluai:; sr. Vol te Par a política no Estado, cujo pri­ ·.·iro f':110 i1111,ort:mtt• !-'cr5 a elek:io tlc - feitos ia faixa de Lrontcira. • O. lt' am de Matos niio a<.: rcd i t .i .cm 11 ieres dificuldades para seu partido e as: sena a vitória na quase totalidade d- frcntL' Í ra. • (),; diretórios municipais. que se r.üo reno,·:idos até junho deste :mo. tambcm :•tCrL•CN:Ío uma atenção especial. Além dis­ so. será fc i to umn traba lho de husca de ma iorcs :tdesões para as hostes partidárias c um lcv:1nt:unento ela situação do partitlo cm suas bases. , meta , collD de f i nt' o secretária ge1al é preparar o partído para enfrentar ,1 c:1111panha com vistas às <' 1 C'; ...-ê:ies de 86'. rota mas manifestavam a confiança na rea­ ~1utinação do partido. . Após à votação no colégio, os pe- dessistas deixaram logo Brasília e não - quist:ram fazer nenhum, comentá tio. &t Calr.­ po Grande, o líder do PDS na Asscrnbléi.a Legislativa. deputado.Xclson Trad soltou­ uma nora ã imprensa (alando sobre a vitó­ ria do candidato opositor no colégio mani • fcstando a certeza de que ela só foi poS::: sívcl graças ao processo de abertura demo crática iniciado pelo presidente João Fi­ gueiredo. O líder do PDS não abordou a - questão da derrota do seu candidato,·li­ mitando-se a considerar legítima a vitd­ ria de Tancredo leves, por que represen­ tou a vontade expressa de ~a . 'ação.c.ris,­ talizantlo desta fonna a grande obra do - Presidente João Figueiredo. LóRIS DE A a Z DA.l1Xl AQUELE E­ FOCO SOBRE O FESTIVAL DE ROCK: ROCK IN - RIO FESTIVAL. OLTL .! PÁGLtxA . . . ' 1 PREZADO BELAVISNSE: A CIDADE É SUA • .AJUDE À OONS""'~ VA- LA. . . """·,, , 1 • ' l' de tudo A cidade :pertence a todos nós. A conservação nós. o que a cidade oferece depende de cada um de 1..,a;"g,%" do sina1is;z • ae r@neto, a 1-} • -- çao oa e as lWllinári • ' bl.iooa aa • as, os tel.efo1113 pu,.. , . ,, praçu e jardf.na, ruas e avenida 1 ' , las Pl?,bl.ioaa, oa Postos da ealÍda, os ô~b.i.a ~~a :;e~ , todos. Va110a Pl'Ote&e-los a con .... --lo 1 ' Rã deixe -..... s. •• , , 80 ,que al&WlB ir.t'asl)Onsáveia destrua ~- 1 que • seu, o que • noaso. Pi'c'oi■a110a viver lho . 1 ; noa ... cidades. b;a 8Q& »afta. • • :r . e! ' 1 Jlo QO.IBHI, lflo 18'.rB.lacra ...,,.. .... .,,,..... r o 4A Mo'l'UÀ ' i .,.,naern • proteja a ~ cidaü., ,, 1 ~ JIJlrIOIPil, Jm llBL4 VI~~. l J.mDI~oio1 DOl80 Dir.L()J{ 1IJ1Qs LEI!JA- ,, -- -- ~SCRl[ÓRIO · DE AGRIMENSURA -= NÊLIO DIÔRIC') lle&iStrc CREU - NÚmuo 52 993 /, TI~ NÚmero i.on - MS • /D S.P. JlledigÕea de terras, levantamentos cadastrai, a :1.nvemadaa. • s de fazendas, div.1.sôes da ~UICAÇio J'UNro AO DlOllA - Servioo qualificado ..._ ,, • • • - ..... sponaavel. e tecni,.. zzat ; ±%: JONE _. (067) 4)9;1:.1258 BILA nsu v._eor1o 1281 - J'ONR - {067) 439-1057 - ATO GROSSO Dg SOi, f,1 1,1 • 1 -------------------------~-------------- ELA VISTA- M5 rttDAryrt1t_r 1 "FUNDEC - .FUNDO DE DESENVOLVI de Programas Cooperativos ou Comunitários de Infra-estruturai / comunidade de Caracol - foi selecionada pelo Banco do Bra­ sil S./., através de pesquisa fei­ ta pela agência local para receber os bcneficios do FUNDEC. /través de contatos manti­ dos naquela localidade, o Banco do Brasil S/A por intemedio da agência de Bela Vista mobilizou a quela comunidade, apoiou na formã ção da associação de desenvolvi~­ mento comunitãrio de Caracol, com posta por líderes da comunidade,­ prl!fei tura , etc ... Resultou· desses encontros as principais aspirações rurais e Urbanas de Caracol, e que foram - transfonnadas em programas, tais­ como: FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS COOPERATIVOS OU CO­ MUNITÃRIOS DE INFRA-ESTRUTURAS RU RAIS = FUNDEC- - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVI MENTO COMUNITÃRIO DE CARACOL. - Programas setorias e prin cipais projetos ventilados. - .. 1- _PROGRAMA DE APblO Ã PRODUÇÃO E Ã tOMERCIAt!ZAÇAO a- Assistencia Têcnica integrada aos Produtores - Governo do Esta­ do- EMPAER - Insta 1 ação de posto ou escritôrio da EMPAER em Caracol - MS. b- Melhoria do nível têcnico das explorações pecu~rias - EMPAER - e- Incorporação de novas ãrea ao processo produtivo - Aquisição de um trator de esteira para desma­ te e enleiramento - fonnação de pastagem ou lavouras - FUNDEC e - EMPAER-' d- Incentivo de Cortume para pro dução de couro para solado - Con­ fecção de arreios e apetrechos de couro- Artesanato, etc - FUNDE - Minis têri o do trabalho - Comu­ nidade 2- PROGRAMA DE MEMÓRIA DA INfRA- .ESTRUTURA ECONOMICA E SOCIAL a- Calçamento de 1.702 metros, com esgoto para ãguas pluviais, na a venida Brasil. FUNDEC 700 metros­ restante comunidade e prefeitura. b- Construção de posto de saüde_­ governo do Estado, posto de sau­ de em Rancho Queimado e alto Cara col - Governo do Estado. c- Aquisição de uma ambulância - • FUNDEC d- Ampliação de 4.800 m de rede - elêtrica urbana - Governo do Es- tado - Enersul. • e- Aber.tura e recuperação de estra das vicinais - com construção de uma ponte sobre o riacho barreiro em al­ to Caracol - Prefeitura e Governo do Estado. f- Reforma e reequipamento de esco­ las - poços cm escolas de Alto Cara­ col e Rancho Queimado- Prefeitura - Comunidade. g-. Ex tenção de rede Elétrica de Bela Vista - Caracol - Enersul - Governo do Estado. 3- PROGRAMA DE APERFEICOAMENTO COMU NITÃRIO E INSTITUCIONAL a-.Construção de Centro Comunitãrio; comunidade. b- Construção de Campo Desportivo - murado - FUNDEC - comunidade c- Reforma e reequipamento de parque infantil - Prefeitura e Comunidade. O Banco do Brasil S/A, estã no aguardo· da manifestação por par­ te da associação para concretizar a montagem do PDCI - Plano de Desen­ volvimento Comunitãrio Integrado,ao qual, serão incluídos os programas de que mencionados acima. A elaboração do PDCI deve se pautar na continuação das discussões sobre os principais problemas da co­ munidade, tanto no referente a ques tões de apoio à produção - objetivãn do melhorar o nivel de renda quanto­ no referente ãs obras sociais e de - infra-Estrutura fisica. A comunidade deve estar cien te das atividades que deverã afere--: cer, tais como trabalhos em rnultirão, eventos que contribuam para angariar recursos financeiros ã associação,ETC. A elaboração do PDCI tem si­ do processo muito integrado entre par ticipação do. 3tado, EMPAER, Bancb- do Brasil, comunidade e prefeitura - Municipal de rnaneirà que, quando pron to, praticamente não tem acontecido-­ grandes alterações nem por par.te do : Banco do Brasil nem por parte do Es­ tado. Conforme consta do regulamen . to, os juros são de 5% a.a. e a cor reção varia de 0_à 80: da ORTN. Na pratica a correçao monetaria tem si­ do estabelecida pela prõpria equipe que elabora o POCI da seguuinte ma­ neira: - Projetos que não traduzem um aumen to da renda,.a correção tem variado confonne a porcentagem de acrescimo direto na renda dos produtores. No - geral, porém,. fica no rnãxirno de 20% da ORTN. Apôs o PDCI ser elabo naco- • rnunidade, ê encaminhado ã superinten· ·dência do Banco do Brasil que anali'=- o de maneira global, verificando,S07. bretudo seestâ dentro da filosQfia ~ • do FUNDEC, se realmente existe a par ticípação da comunidade, se os proj~ tos estão de acordo com as tarências detectadas no diagnõs tico-e se a as- sociação dePonstra suas fontes de­ renda. Os projetos devem ser uma con tinuidade, um aperfeiçoamento das a­ tividades jâ desenvolvidas na regido e uma correção de suas distorçoes. Após analisado pela supcrin tendência do Banco do Brasil no E­ tado, o programa e encaminhado à Bra silia, onde serã submetido ã aprovQ: ção pela Presdidencia do Banco do -. Brasil S/A. Os PDCis têm sido aprovados sem altera~ões significativas por se rern frutos de um processo de inteiro acordo e ampla discussão, e esta fa­ se tem ficado em torno de 20 dias até que voltem totalmente aprovados. Os recursos financeiros do­ FUNDEC são liberados automaticamente, apõs aprovação, de acordo com o cro­ nograma financeiro. A liberação de­ penderã. apenas da agência local do - Banco, apõs destaque dos recursos - pela Superintendência Regional. O rnunicipios de Jateí - MS, assistido pela agência de Fâtirna do Sul-~S concluiu todas as fases do - processo, estando em plena atividade com os desembolsos previstos sendo- a locados sem qua lqu'er entrave, exem plq a ser seguido pelo nosso rnunici- • pio vizinho. O Banco do Brasil tem garan­ tido que, apôs terminada urna progra­ -~ação e comprovado o dinamismo do - • envolvimento e seriedade· da comunida de, bem corno sua capacidade de paga­ menta, existem grandes possibilida­ des de elaboração de outros PDCis,na mesma comunidade, objetivando conti­ nuar o processo de desenvolvimento e crescimento do homem àtual. t bom lembrar o empenho do­ pessoal do Superintendente Regional de· Mato Grosso do Sul - Sr. Luiz Car los Nazareth, na inclusão de parte - do calçamento {700 metros), na ave- • ni da Brasil , dentro do programa de - Melhoria da Infra-Estrutura Econorni­ ca e Social, do FUNDEC. O QUE E FUNDEC? o FUNOtC e um programa de - base destinadq a cqrnbater o ciclo vi cioso da pobreza, que se realimenta, sabidamente, na falsa concepção de- • que as sofoções devem vir, todas, de cima: por isso o FUNDEC exclui quais quer possibilidades de assistência­ que não fundamenta-se na prôpria ini ciativa da coletividade. - AtÜando como incêntivador e articulador de ações, af~stando so­ luções de casos isolados, o Banco - procurarã despertar e mobilizar for ças latentes das comunidades e sorna­ las aos serviços de educação, saüde, saneamento, assistencia tecnica, ex­ tensão rural e outroa que lhes sejam .necessãr:ios num p_rocessõ de-integra­ ção institucional. ~ ,.,, . ... QUEM SE BENEFICIA DO FUNDEC: Pequenas comunidades Urbano­ rurais eleitas pelo processo de se­ leção prêvia, que côntern no mínimo com 500 habitantes e no mãxirno 5.000 sendo os tomadores de emprêstirnos os Ot!l fl 1 li 1 ·, te' • urs0 da Infr relati v do post ficara c rencia, cor ar ro) da c:on e, .. construcao da nitãria. dentro do çoAMENTO CO''.li':: ··:.: r· com lll'dZv d,, • •. com juros de 5 a. correçao manetar a 0 trabals , st , to1 iniciado N Cl"" • • ri, r·,dc; dado continui~~~ , , çao, o gerente-ad unto i mente o Sr. rians ar Gerente Fíl i ,11. Prefeitura iial e ,Mela AFONSO D.LO ·< LEITE, PRL FEITO MUNICIPAL DE CELA TA, ESTO DE MATO GROSSO 0. S, , 'O USO DAS A­ TRIBUIÇOES 0UE LHE C!E O ITEM 1, DO ARTIGO 120. OI, LL: U/iP.l'íE:,;t,R :;9 7 DE 20 DE N0 1 /E.t'.8R'1 '}E ''JFI . E IJA AIJ TOR I ZACAO COtiT JDI, ':;. 1 i ,. • t; 1? DO ARTIGO 134 D "v t... O E C R E T A: ARTIGO 19 -Fica dispensado de licita­ ção as compras efetuda na etunel - Indústria e Co@rio TA, fabrican­ te de emulsoes e distr tuidora de as­ fa ltos. ARTIGO 29 -Este decreto n rar e vi gor na data de sua pul acao, revogá das as disposiçoes em rontrãrio. 1985. AFONSO DILL' !»..S LEITE PREFEITO 'MCIPAL. VISTA PREFEITURA ",A.IP! DE ELA Administrara6 ' 50 D'170n !e nes Leite. • A Prefeitura 'uniial de Bel Vista solicita aos autribu.nes paga ren os seus d@bits, i.p0s'o predial territorial, até o d ± I0 de fevereir Este é o ülro prazo para pa garnento sem multas. O imposto cue voce pagai o - progresso, o bem estar e a realização de obras. A admiristrJcao Vunicipal e tã executando obras apenas com recur­ sos prÕprios, do ;::ur'c;pio. 'Jaros co­ laborar. PAGUE os SELIS ::·:::os,o E:-1 DIA BELA VISTA, TEMPO E PROGRESSO, UNA CIDADE COSC!C:TE CE SE DE'.'ER. -.------,- MINERA,A@ BODOQUINA __ .ase S/A. -. vê de uma corveta caagem do oo, é que e obtem o4 esutados espetado _a coheta. Sêmen"f' ,jauena, composto.-com todos atente neces4@wo a una peta cotweção do 4o0, O Cacae ,e@éa ou pastagem se desenvova 4ats{atamente. _ • azem com que sua_,, 3atagens, jã {cou constatado que_sómente com o uso do Catcweo Bodoquena, {o cb- Na {oruaçao te P> b ;:.. :,py,,,:- tdo @tmos resultados na {o/mação da taquara e cooao. t.te com O CALCÃRE0 BOOOQ.UENA e venha conversa com os técnicos da lhe?ação, sobe como Faça o {e°',, de uma caagem e{ciente e econômica. toar ptoveto o u> Ir :O SOOOQIENA, sem sünt no Estado, é o CALCRE0.... CALCRE " - Iawacaju e Ponta Por@. Esc1roics tt ·,_0""ç$;;} u»tos i si - ses vsg - s USINA: Rod. Ja1tclún • i.da Ou.que de Caxas, 259 - JAROI/.1 - S - ESCR1TORZO cE/fT'RIU.• ,.veu CALCÁREO BODOQUENA l J l . Som e imagem para o Interior . CIO GRAO- A interiorização dos servi6 0 .P'_, , • - e t. li ão e retransmissão de sina1 s de som c 1 mape ' 1 "{as @vemo tstadsii. 4trav @o roga,­ pecial de Mfauntecio e expansão da rede de Telccouni+-9€"° d l F··t ·ido _ PHOl:IH .. J)<., oçonlo com o decreto que inst1tu+ 1 ··'' · J' li OI o Diano 0(1c1al. terao p1io prngr.1rn:1 puhl 1cado li1 - : n ' - - .. 1 r .. c.J _ ridade as áreas de menor densidade demográfica_do 5'i""; com istas a favorecer o processo 'de integraçao regiona e a fixação do homem na su região, . s .- o PROETEL deverá operar e manter equipamentos de tt pCt [ÇiÍO (' rC'tranSllli SS:10 dl' SOIII C imagem pertencentes ao 1> tado, zelando pela qual idade técnica, além de apoiar me1a ias particulares é municipais no capo da _repetição e Te transmissão de som e imagem. O progr:m:_1 st•ra 111l t'.'.'':'.!dc, _- 1 i · 1 sa Civil do Governo Estadual, em ostrjta colaboraçao co a ;,,l • , • S 1 1 S ••• • ., r ia de !' l ·1 ('oorJc11adoria Geral de Comu01caçao .oca .. cuu .... • • nejumento, Idesul o Fundação de Cultura. CLDSSE JURÍDICA ELIBORQ DIRETRIZE CAIPO GRJ:'-lll: ,.. delegaio de cornpett•ncia para qm:- os Estados desapropriem imc3vt•is rurais para fins de assenta mento e colonização é uma ilas propostas a seren feitas por - Mato Grosso do Sul, no li Em:ontro X.,cional clc Secret,Írios - de .Justiça, a realizar-se em ~io Paulo~ de 31 de _janeiro a 03 de reverei ro. Durante o evento. sera e l:ihorada rnna propos_ ta ele dirctrües para Lun., política do poder ExecutÍ'o Fede­ ral na iírea Je Justiça. a ser encaminhada ao próximo !'resi­ dente da Hepúblicn. O secretário de .Justiça .Juarez ~L'lrqucs B;1tist;1 infor mou que em Mato Grosso elo Sul j,Í estiío sendo mantidos <:onta·.:­ tos com vários segmentos da iirea jurídica. qttt' si ntet i :ariio o pensamento da classe a e:')emplo do que ocorre cm outros Es­ tados da Fcc:!eração. Segundo ele. _i,Í estiio contntados repre­ sentantes da Procuradoria Gemi de Justiça, Procurador ia Ge­ ral do Estado, Ordem dos Advogados do Brasil. Conselho Peni­ tenciário e membros da l!agistratura pertencente ao poder Ju­ diciário. A pi:omulgação da lei Orgilnic:i N:i:::ional da Jssistên­ cia Judiciária será outro pedido a ser fci to por Mato Gros­ so do Sul durante o lI encontro de Secretários de ,Ju,;t ka. - que entre outros temas, abord.it:i qucstõrs como o juizado de Pequenas Causas e Execução Penal. Para Juare:. o e·ento serii a oportunidade de sintetizar o pens:unento da classe jurídi­ ca, o evento será a oportur.idade de sintetizar o pensamento da classe Jurídica brasileira para 1m1.1 política n:i ;irea de justiça, uma vez que(> momento político assim o justifica. TIME TOUR TURISMO LTDA. VIAJE PELAS MTOS DE QUEM Tl'.il EXPERIÊNCIA. RUA 13·DE MAIO. 251 - !'ONF.S (061) 382-7436/382-7997. Senador Saldanha Derzl Elogia Vitória de lancredo 't D0.- O senador Saldanha erzi afir ou que a eleicáo do candidato d 1 alia d, un,Íl JL,1, 1 o1., 1 ~­ do Neves. é demonstração cabal do pra de maturidade at1 ido pelo pwo brasileiro e por suas elites Po.ti€+ 4' onlt·11,1 t' t>hiet 1·, ,, ntC' souberam conduir o pais de ol- t.1 .10., C'"I Í nÍ·o, J:1 democraci :J • . , 0ero Jc· tr:111,ic;.io. :-e:r.i trau·,:1•, llC-:-1 lt'';11,t"hh mo, comi decises administrativas tomadas a partir do intc­ resse miblio. mm clima de debate político elevado e de­ rcspeito uos adversários. certamente servir3 para consoli­ dar a democracia em nossa terra c encaminhar saluoes d r;i :1 l"l'IS(' (l"0!10J.IÍC:1 que vivemos - Disse Saldanha Per:l. f' preciso - l"Olltinuou O sonador, que a llrlJ:10 cl:t­ nação brasileira se faca ema torno de idéias maiores de jvs tia social e economica para que os objetivos de_retomada­ do crescimento economico e do controle Ja Jnfla,.-:10 s c ·_1 , 1,11 ~ !eancados. 1ELA X 1.rIA BINA c!!'? 'Gctu.: C.1.A3! { G. iIs DE A a z. F[QUE co:,;osco E r::-.'TRE xo MU:,;ro 1). mu. [l[),, t;I;"J'E. QUE E :,;anr.I.. ilson lnauo ra sf alto entre l rês. lagoas e Garcia~ (~\'])(\Ili.- f11 l'll ..: Ili 1,!.ilt 1, ,1 d BR-'o' ro tr l . 1 do S qil etros entre ires l±,o­ se 6@ri4, eri na@put 4da no - próno dia 'O de janeiro pelo o Ver .. ! :r ·. i 1 R: Iveldo Pereira Um. órgão da Rede Belev'atense de Jornais LTDA.· Filiaao à ADJOBI E AlmAJORI. ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA Dr. Adhemar Godoy Dr. Itamar da Silva Dtra ESCRITÓRIO: R. Cuinbá, 350 FONE- 439-1382 - BELA VISTA - 11S :::s1nr::6RIO D2 ÁDVOC.OIA Dr. Pedro José Palmi.éri Legalizo.çêo de Terras, Inven­ tários e C.1us:::.s Criminais (Juri) • ~SC!!ITÓRIO: :a. 15 de ·novembro, 160 FU:- 439-::1132 B:L:, VI:1rA - L'.S ---------- 1 1 L J- NO CENTRO DE BZLA VISTA - AO LADO DO BACO DO BRASIL - PRAÇA ALVARO MASCA­ RENHAS - 425. 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Com n oh j t ri 1 , .Jt•­ rorver a s:ride e o desenvo!vir:en­ lll nonnul Ja cnnnça atrarC::s Je pro n·dimt.·ntos succs~ i·os. rssc trah:1- • : lho foi n•:ll l:aJo lnicíulmc-ntC' nas .-rcclws Bonançs e <:u:mancly. mobiI i­ ardo uma equipe composta por médi- 1·os, en Íl'lllll' 11':IS. ps kn Jogas, pcu;1- :og1s e assistentes sociais. Em sua prinK'lra parte. o pro l'r:1111a constou da real i::içiio de trei • i1:1n1t•11tos tC'Ór it"os para toJos os fu ,·ion:Írios das creches con,wiit;Írias. Sl'Jl,;I> pro1101"ido postcrion·1t·11tt' o - t n•in:imcnto priitico. dcst•m·olvi 1>(·11 .. 11u1t t.'. ,, 1 e." de postos de saúde n cando a importin ia do 1 't, dc:,UIIOl1·irl'lllO fllllt.11. •.-:e Jll• t que tan!ém 1 tro.:,.::1 )c;Jr :J l: l.ll t;.t ,1 l' d,• t'.jll(', :,n lCllJ'OI.J! . assim O i. palestras educativas, desenvolvida plinc;ão do campo de aao deste p 1:11:>SO n·• ior sonho. Em nome do po,·o bcl:11 i,;ten­ ,-:c. ohriRaJo. 'ERE.OOR ROSSEIEJ:íE 1.1:>iO <;.A.H ('TI) ,, POLICIA PRENDE -T A FICAHT S COM 13 KILOS ~E MACONHA IICIRDO. VIAÇÃO CIIUZEIIIO DO LTDA ***** 1 ÔNIBUS PARA EXCURSÃO e TURISMO - EFIClêNCIA A SERVIÇO DO POVO DA ! J FRONTEIRA e SUDOESTE _ ,_ ---- o itltÍIX> J1:1 [1., 1.111·, :·.. lia Mi!itt. ub o a 1· do do Tenente Reis. e trabalho conyun' ., 1 ·l1 1., ,·,.,!. 111,J.Jcu os traficantes agner Milburgues. Jefersn {snau. Miei ala e Ale1t Proença dos Santos. de oianina. os qwiiss lera« !3 kilos de aunabi sativa, vulgarmente conhecida por M'AML'. + I 11 ;,J ,, .~,• d,- d,.i -t, - ceracapita!JeCiías. _ ...... _ Craças :J pronta aç:io do., J>,'11.:1,11:- 1a·l:11 i-,,, • e·:. t foram presos e encaminhados i po! it. 1.1 hJt"1;1J t I i'