ºº 
do 
Uni~ão Democrática 
llojc, ma is do que 
nuncn, é preciso a part1- 
cipação de cada hclavis - 
tense no processo políti­ 
co, atuando nos qu..1dros,­ 
soja do maneira direta ou 
indireta: 
Após vinte anos - 
de autoritarismo. o povo­ 
hclavistense ter:Í oportu­ 
nidade de eleger o seu - 
Prefeito. através do voto 
Sehastiiio Zacarias Filho 
c ll.V. •p:-l·-:ls,,, al'in:1- 
cle tudo. tle homens que 
;tjudem a 1 'J HEl'IIHI.I­ 
CA a fomar um (overno 
do povo para o po10, 
Estamos cons - 
t l'llÍ ndo tuna NO'J 11EIJ­ 
VISTJ•, o nosso lavra - 
dor, comcrciãrio, lxm­ 
cário, pedreiro, meci­ 
nico, cnf im. as 11ossas 
classes trabalhadoras­ 
precisam de homens que 
qu:mdo neccss,Írio. fa­ 
lem por elas, mns. é - 
preciso que est.i vo:es 
sejam ouvidas. 
Precisamos de­ 
políticos que mereçam­ 
o rcspei to e que atu 
cm de maneira direta 
na solução de nossos 
problemas. 
• Este e o nosso 
objetivo maior. 
• lNIR - F()fff/LE­ 
CER - PJRTTCIPM - 
CSTRIJIR - 
"Com a Novn Rcpiihl ica­ 
Chnpa lln i iio l)emoc r:Í ti­ 
ca"- 
s- 
4 
1 
óo- i 
dr- 
J• 
_.:.-::-,_,, 
;· 
X) 
·J 
livre e democratico. 
Antes de se esco­ 
lher o candidato do parti 
do- do PMDB que dis.putarã­ 
as eleições de novcr..bro :. 
dia 7 de julho elegeremos 
o novo Diretório Munici - 
pal. 
Com a ~ova Repú­ 
blica reccnizada pelo - 
saudoso presidente Tan 
credo Neves, a qual es - 
tá se finnando no atual - 
Governo Dcmocratico de - 
José Sarney. definir.un-sc 
algumas metas básicas, - 
mas, o mais importante .. _ - 
sem dtívida alguma. foi a 
valoriwçiio da classe po­ 
lítica. 
I:ddentementc que 
no rl'gime democriítico to­ 
das as t L'ndênci as mere<:em 
o respeito e a liderança 
<li:' opinarem. é no confro.!!_ 
to das idéins que atin!fi­ 
mos a s1ntcse que leva a 
cducaçiio <los problemas. 
/ nossa Chapa lln_i 
iio llcmocr,ítica- Visa for "' 
m:1r um grupo coeso- um - 
partido forte- onde todos 
terao a l 1_b_et;d.tde . e o - 
direito de opinar. E de - 
triste lembrança a, centra 
1 i zaçiio do poder de d ire- 
t ri zc:-: c.•manadas de cima p 
ra ba i xo- hoje , o povo - 
particip,1 Jo processo- e 
as idéias sran d h«is 
para cim:1. 
io é hora de 
promessas. n:io é hora Je 
direr que isto ou aquilo­ 
precisa ser fci to. S:ihcrno 
o que Bela Vista precisa. 
OIJP/ PMA O DIRETÕRTO 
ÍNTCIPÃÍ: 1UI0 TEn­ 
CRiTICJ 
01-Cononi la !.ourei ro - 
dq Almeida 
02-lldefonso Pinheiro 
. 03-Ricardo de Souza Ro 
sa 
0-1- Si <lnev •lasca renhas 
05- Pedro· Geraldo de - 
Melo 
06 - Sebastião Zacari 
as í-i lho 
07- João Ju~usto Perei 
ra de Souza - 
08- José Ayres C.nfurc 
1 
9- José Chaves Lim.1 / 
107 Nélio·Oiório 
11- F.lidio }lc llo ' 
12- Ftavio llenriquc 
13- Edson ~br-aes Filho 
14- Roberto Ocariz: de 
Souza Rosa _ 
.15- Rosita Rosa f,omes 
. 16- Alvaro ~lontc.irQ._ •. - 
1 lasca renhas 
-17- Israel Chamorro 
18
7 
Edson }lcdeiros_de 
1-loraes 
19- Fernando Jorge Rr 
ros 
20-João Cezar Salomiio 
21-JuJ iiio (",odoy 
22- Abrão Aillloa Zacari: 
as 
23- Francisco Enunanoel 
A. Costa 
24- Dario Miranda 
g-/lbertino Rufino de 
Matos 
26- Everian.1 Carvalho 
27- Otavio Loureiro de 
Almeida • 
28- João Evangelista 
Chamorro 
29- Monclar Rosa Cor - 
rea 
30- Oswa ldo r,ornes 
31- /strogi l<lo l'erei ra 
32- Victor Vieira 
33- Kestor Alm:ida 
34- r:ranc-isco .José de 
/norim 
Líder: Rossevclt Lino 
Garcia 
PARA SllPLl::.'TEiS_:_ 
01- RC1sscvelt Lino Car 
eia 
112- l·ratK isco da runh. 
llont ci ro 1-'i I ho 
- 5. Ihyr.Mede iro 1o- 
reiro 
fl•I- Eduardo Rondon 
05- Ozail Ossun:i 
6- Hilda Braz Carnei­ 
ro 
07- l'ilson Lino 
08- Luiz Carlos (".ali ia 
ri 'lach:ido 
• 09- Gctulio Lino 
10-Jrmindo Mesquit1 ele 
/rrud:i 
11- Eudo Pinheiro Fi - 
lho 
A Chapa Inião De 
mocrátiva, é composta­ 
por pessoas he inter 
cionlas, vis:m o pro- 
J 
., 
Ivan Quer 
4CERTO AMIGAVEL PARA • 
OS MUTU4RIOS 04 COHAB .· 
O Vereador Ivan Afonso da «sta 'Arques. 
do PFL, solicitou na a ar.a Municipal, na ao 
de segunda feira. que seja enviado. vo a mira 
urgência, ofício ao overnn or wil on {arbo«a 
Martins. com cópia i residente d+ A, Dra, - 
uleide Paniao, solicitando que cut u 
zar as açoes executivas conta os proprietário- 
das asas da Y}. procurando ua soluçao 
através d um acerto amigável. 
Para Ivan 'Ianques ''considerando que vir ios 
moradores daquele conjunto habita i ... iJ ; í r,,, ·• 
notificados a procederem o total magrento «d1s - 
prestações atraso: considerado aus « fsrt 
'- 
Pensamento 
OIAPA PARA DEl.ff,.T'()S - 
1 c011NI RETO@. 
n1- llor:Ício Henrique - 
Rnm 
efetivados os juizaentos da curpetente ação - 
executiva. o saldo devedor será .ar:entado de 1uma 
maneira assustador. evidenciado pelos juros de­ 
n'iÓr:i e correco monetária. acrescidos ainda de 
despesas judiciais e honorários advocaticios. 
tornando-se quuse que ipossi l'l o p:ig:mcnto sc::i 
u prévio acbrdo. muito mais pelo baixo poder­ 
aqui,o; i ti 'O d:1 qua,;l' tota 1 i d:i<lt· J,>:< nor.1Jorc•,-; <lu­ 
ref erido conjunto habi t:,c ion:11. csiwr:nos prcnt;1 
intcrvcnç:io do senhor (oernador no :<en: itlo Je 
minorar o sofrimento da classe trabalhadora. 
PARA SUPLENTE DE OEI.E 
f..ÚlO.'i 	- 
01 - .Jo:io Augusto Pc-, - 
reir:i de Sou:J 
grcsso de Bela 'ist:i. - 
o ht'fl l'Star do belavis 
tensc. rl,; seus cor.,po - 
ncntc entendem que a­ 
hora é de ref!cxiio, 
part icipaç:io e uniiio - 
de esforços. (Com o ad­ 
vento da OVA REPUBL.I - 
Cr. é preciso que TO - 
ll..'i as camadas repre - 
sentativas da socieda­ 
dc partic!_pcm <lo riro - 
cesso nol 1t Íl:O. :io só 
o trahalhador. rn:is tam 
hem os empresiírios hem 
intencionados precisam 
colaborar com o Brasil. 
1':io é criando areiis de 
atrito. briga le pa - 
trões e empregados que 
se construi r:í a democra 
cia sonhada por Tancre­ 
do Neves. R através da 
Ur.i:io. 
estares começando é ua demonstrarão 
clara da disposição do nosso partido crn respcm!et 
com_ açoes concretas e definidas ao desafio que 
aceitamos de mostr:ir :io po1·0 de Ht•la 'ista os ca 
minhos rara a supera :io de sc11s ;.;parentc::icntc - 
111superaye1s proh1cm:1;;. :'ossa fõn:ula ror.1 isso 
não tem segredo. Nosso jogo é limpo:exercer ie 
mocrat1carente a administração municipal. Aão a 
democracia do qesemprego. não a democracia que - 
so favorece as minorias. do arbítrio e dos des 
randos. E a nossa. 1:Íss:io t1·:msformar cn rc·:iliàa 
de os mais lgitiros anseios da comunidade aue - 
nos colocam onde estamos. E nosso dever invocar 
o_ tcste.·nunho _de nossos bairros. e nossa associa 
çocs cor;unitarias. de nossa cidade :Jc que c·:-.cr.:i, 
taros o poder de NO S DDS CM! O MOSSO P O e _ 
nao estendidas par:, que apl'1ns os oportunista;; 
as :ilcancem. 
Eu trabalio que está coçando e que­ 
nos en he de entusia~~-o. !'·..ir:,uc h·í tudo por sc:-r 
feito. E porque confia7os no apoio de todos par 
fincamos4s raizes de um partido verluleira:ente 
popular. 	• 
11dcfonso l'inhc-iro 
------------------------------- ----- ---- 
LEIA NA DLTI PMGIQ COMENTADO DOR NANCY. 
----------------- - ------------------ ---- ----

JOf<L r ;i J I r . 1 , : • , .- • ti í, 1 
l 
.. . . . . , . ' 
'. 1 • I' •• 1. 
. . ... 
1 , ..... 1 ••• 
1 
ie 
1 I 1 ! 1 , - l, 
pr:1.:0 d,· l'., :,, 1i11 • 
dias. 
- .Jo é Aelin - 
e· <;ih,1. oril i.Jl do !k­ 
gist ro d· Jr,IÍ1l'i-. d1 t) 
l,J:H(.I dl· lk•J.1  Í-Slii. 1' 
tado dt• )bt o (rosso do­ 
'iul. 11,1 run.,:i t!.1 1 t';. - 
etc .... 
- l,1.: p1ihl ico.­ 
p:11 a du1da uo!"- rn t· - 
ressados, em cuprimen­ 
to do ui,;po:-to no :irt.- 
19. $ 5° da lc-i 11'· e,. -1, 
fi. de l'l-12-
7l. rwlo ::-.r. 
.Jul 1iio c;oJoi. hr.i-;i ll'i­ 
ro . casado. nintcr. 
inseri to no C"I. ,,,1, ,,- 
a, Lot d a dn i 
11.1('1() d, ) T1•.: .•li "1 l I 
rara }''. oprender 
do lut<, e,, 1 :,n I dv ... 
40,008.0+ m2 t (Qnrnta 
nil. S'l'll'lltls (• oitn­ 
metros quadrados): Vias 
PGblicas c Ruas cor 
15.020.00 m2 (quinze mil 
t· 11ntl' 1,.etru, q11;1,lr:1 
dos) e Praça om 6.872- 
Ili! r1~ (Sl'lS "IÍI, oit,1,·u1 
tos setenta e dois te - 
tros q11;i,lr:i.lo,:). t·nnfn1 
••• , •• , tCl ck- pro, ICJ(l 
·. Exíste .sempre 
CIJAL. 
l J l' J 1, . , . 1 t 
,,r.: 11. ,. l 1 ,i,111i: , 1 
J IP. 
1 
l I 1 ./' nto 
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titulação Ioal. 
- li. J 1 ,. Jl ,,, •. ,- 
(,) m t.i ,;1:l.dv 1
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t , C: o-;,,, J,1 "111 .. 10 ,- 
1 te dias do me de - 
_llllLO d,• l,!lri,, 
C<111rio , :1 I'< 11--- 
t !4- .1 . 11 1 , or 
; . , 
A 
noseu 
caminho. 
PARATI. COl, SANTANA, 
VEI RO, KOMB 1. 
VOYAGE, 
CARRO 
FUSCA, 
 
·o KM· A SUA 
SA- 
ESPERA. 
, 
.~
·=--=·C==l=óJA,...L=-=·-=Cl~A===J,;,;,.;l=-:RD:/,,1,,l=-NE--=Né=S=·E=-=·=~~~(:..;::t-==~Tr-=O=-~;::_:.;O:._VE~l~S=· ~L~T=D~A~· ~~~~-~--=~=:..-~--=,.,..... 
. RUA-,F DE MAIO,- 571 REVENDEDOR AUTORIZADO. VOLKSW. GEM ~ 
------- 
 11 ij li  111 
d.t ' ' 1., 	l •. 
d I lc 1 
l . 1 •• .  111 .1 i 1 , 
[ 1 , 
' .. 
w i'rdten 
duro:so que ct.i me - 
>i('II ( l. t la s , l - 
ln l,1,, .111l,.1,11.-., 
l ,1 t .• nt .  
ln >• (1 pi .1[11 {1>,i.1 
l'.:<."':-. , 1 q11c  ., , 
.1li1:tl'11ta ,or Jd1i.h11, 
dllll:1.11'. l"·lt!H ... ,1 , 
peixe, o ... kit,· - 
e derivados. as 
corpo pode fabrica-To 
u partir da ruais i­ 
ples shy tinia, 
P'o isso é tao 
ir:1port,lllll' l'Olll rol. l 
-.:u:1 dn.-:1!.!t 11 11.1 ;J l 1 . n 
ta€ao; qualquer Cx> 
"º pode r.,cil"t'lll• II 
car preso á parede de 
lr-t.l d:i" :tJ'lt·ll:J' t' ,, 
11-<:1r St'll lll111p1H'lll . 
TFI 
1
u 
cr.c ·ir - 1s.sn.!ni/
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02 
IHRL10ltt: ~LHl, ISllL 
'FL'SQUEZ f>ERElH, 
RLDJTOR QI[FJ:: l'.!.00 - 
i'fflJ:lllt 
SECRETRIA E DIA!A­ 
r}.O: EL'll' BRU'f. 
f-OTOL TTO: .108 '-!ELLO 
l'!f>RESSM: GILSO SI!.'·., 
S/.'fOS. 
Rr.-.nr'IIX1 [:'-1 
20/02/1972------- 
Registro no - 
Cartório de Titulos e 
DocLDnentos n1 ~5 Rc<l3- 
ção, aclninistr:1ç:io e - 
Dcnartar.c'Tlto r.o:·1:.'rci u 1 
Rua da Repúb 1 i e.a 5/ ";; - 
Bela 'i sta-•tc; - TONE - 
(067) -l3!J-l,H0. 
.'SS l~~1UR.S 
'&"iã .. Yísta- ~ 5().(1(!0.n" 
Denais '"un. 55.000.nP­ 
!l~l'Rf:..'iE TA.TE ,AC 10.. L 
'liÍhula 'eiculos c!e Co 
nunic.1ciio <;/r. - l.td:1 - 
Rua 7 de Abri1, 282 
5
9 
andar - conj. ;;;-sr 
Fone- 255-2579-255-5-/l 
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,jjíííiÜNA l>A I IIONJ UIII 
A juvntu@s de uma maneira geral. uu lld,, 
mo uma pareda d; sociedade brarllelra, que 
p[vare ircponzável; que não estavam 
nm ligando pata e,., p•oblerr.os !amllir.Lcs, pn 
r,, os protlcffi(IS da comunidade, e da Nnç.'io, fs 
1,, foi umn mandrn errônea de (:J pcm~r. 
!s; o jovem rc omitiu dt te.dos estes problemas 
por~uc não lhe foi dada chance necessária pa 
a mostrar o seu valor. 
Esta lmr-gcm de lrrcspc;n.rablllcla,ic do
3 jo 
HIIS, foi criada pelas próprias pessoas que go 
ninavam nc~so País, na gmndc oprersão rnfrl 
da pelo pc,vo br. llc.lro desde 1. 64, eles implan 
terem umn ditadura disfarçada, onde Jovens sr 
rcnllrnm cnsirados de seus p:msamentos C' 
ideais, não ró os jovens sentiram tsta opressão, 
rnos; todos aqueles que lentav;m expor suas 
JJéJos e pensamentos, apenas uma diminuta par 
cela que tinha o poder nas mãos é qu poderizm 
sugerir alguma coisa. 
Muitos dos problemas_que hoje atravessa 
mos, prc;blemas que afetran a Naçf.o ,estão dire 
Hoje a juvUltudc braf!lelra é firme. decidi 
da e está lutr/:ldo por seus ideais. siio livres e 
idealistas. Já represer.ta uma parcela muito 
gran,de na nova fce que atravtssa o País, pois 
1 
A 
O Deput;,Jo Robuto Orro, do PMDB, ao co 
mentar as mobilizações €m divc.rsos Estados 
• brasileiros dos produtores rurais. assin~lou que 
o Governo deve tomar medidas emergenciais 
de forma a "assegurar a estabilidade da área 
produtora". Se iS!:o não ocorrer, o Deputado 
acredita que "a situação se agravará extraordi 
I!ÍUirmcnte e a inflação retomará sua escala 
Progressiva com a elevação do curto de vida". 
ROBERTO ORRO afirmou que o Ministro 
da Agricultura, Pedro Simcn, é "um homem ca 
paz e um politico experiCJ1te, profundo conhece 
dor dos problemas agrícolas do Pãis". Mas, sa 
lilntou que "sem recursos o Ministtrio pouco 
po<le fazer". 
C!ante dessa situação. Orro acredita que o 
Gonmo Federal deve redebrar seu empenho 
na aplicação de medidas ~oci=r~ para recuperar 
o poder aquisitivo <la população, e .'presllg.lar'. 
cem prioridade, 
0 setor agrícola, pois o abasteci 
mento do merczdo interno está ameaçado com 
as sucessivas crises e reduções âa produção"· 
João carlos Velasque 
TELEMAT 
. .,;- c.!c seu Prc 
A P1.:feitura Munlc•pal a
1
rª'-" . Jun 
kitc. ILDEFONSO p!N}lElRO co~egu1u 1 
. • 	MA'T' rnsta a 
l•lllen1€ ao Presidente da 'fELEl • 
l;C I n· _ 	O ,la 30 <lias. 
•'• 'e ,;, orclhctS no praz ""' . d pc: para 
Ccnsguiu ainda a implartação o 
Tais um cabine. 	Pre 
. ~ "·dio pr;1zo o i..: 
Ise a curto pazc. jà a m° ou Ou 
r • 	. • ""tcn. ro 
cit,, Municipal par.i o rn.::s ue -' ...,--4o fi 
'ab; 	• da partucp- i 
ro consc ruiu a ampll.i;;ao . nte ao 
n · o 	. 1 
1
untarne 
inceira da Prefitura Municipa' ·feitura 
. 	- aPree1 ~ 
vénio existente entre o PS e 
Aturaieip1. 
tamn[e Migados à castração d uma boa parco 
Ju <'e nus,., socicJodc e p1incip::mcrtc :io, JO 
vens dc:;tc Pai~; pois para essa pequena pan-c 
lo, nés jovcn,; frJmos (achntks de lrrc,pon:;:, 
veis, destruidores tlc !amlll,•s e u"'iram bto p.1 
rn nos co1 tarem o direito de brigarmos per 
um:i &<-cictl::1:? mtlhor. Nru la.:haron. d:} tudo 
que é mal feito; irto para encul:rlrem suas tra 
paças; suus cerrupções; sua~ lr:apacidudts; e 
hoje sentimos o peso desas pesscas que leva 
iam o País parn a situação cm qu~ nos cncon 
ramos. 
Graças a Deus, tudo Isto ttve um bata; e 
nas mãos e ras idéivs do nosso grande líd~r 
Dr. 'Tancredo Neves; a nossa juventude está ca 
da vez mais participando, aliv,,; discutindo; c!b 
legando e aju<l:,ndo o nosso País a sair de suas 
dillculdaàcs. 
CI 
% o~ 
Ci 
.... 
r· . 
----=---· 
Para Orro, n:edidas emergencia.is são necessá 
rl:is para "evitar novos encarecimentos, que se 
rê.o trágicos para o povo, principalmente os as 
salariados". 
o 
P<-~ibiliC:a<!c da ampliação da centrnl p:i 
1 a mais ou n.nos 200 terminais, suprin:io assim 
rs nc~sidades d:! telefones Il:J cidade. Instala 
ÇÕE!: de Telefonia Rural. 
FASUL 
Já <.-"'lcontra•r:? em peder da Primeira Dama 
êo Muni:i11io Sr:i. MARLI DA ROSA PIN1-IEI 
RO, 3::> col:::rtcres par a a distnbuiç5o ;:io5 c:irc_n 
tes e 20 c.,;inh:is liigiê:lica.s p:ira as localiódes 
que mais neccrsitam. 
CASTEUNHC ENCANTACO 
•r.:rmiuo <lo muro do ~~tclinl10 Enc:intndo 
i?Tis 
c~'::mt.:, 1,.:r.Jc.. a c.. ada dia, mis jov p+e!e , 
do participar; rivinicar; precuu.rdo s 4r' 
tos e princips!me'e partiiy:ando ti mner 
t do gove trio que acala d ... !..'-' it. 
1 d r. 
Estams noz: despedido de um ptoes o 
tlitfco tao pericio para o Pais que; ao ques 
tionarmos a maneira pela qual a juvenfude bra 
zlleira pc!ria catribuir pura a reconstrucã 
clc.Hmo:; anfe, C.:c [u<lo procurJr r:ib~r o que l• 
que o jovem ten. par oferecer. Nos prece 
muito ptuco; pds um jovem brasileiro qul! ho 
j<: tenha 20 anos; é em médw; produto de um 
óstcma que; oo longo de lodos cstc3 onos usa· 
r:m dt armas mlis sutis para torn:ucm suas c 
beça: o mais inoperante possível. e o jovem por 
tudo ls!o tornc,u-se lrrevtrcnte. Irresponsável e 
alienado. Ttmos a cbrigaçto de dar a c;;scs jo 
vns uma saída; mos[rarlhes ao processo a que 
, !oram submetitos no !engo e.e tcdos c~sc, anos. 
Procurar dlreociar os impulws e deseicz que 
tão genuiramnte deles e os que foram coloca 
dos Impactos o eles. E. acin:.a de tudo limpar de 
!inltivomente ele ruas cabeças a idéb de que 
eles não t.em responsabllJdacie quanto ao !uJu 
ro de seu País. 
Precisamos re!:$altar a lmportimcia da inte 
gração do jovem na sociedade. Não !alamos de 
um.à lntegraç-"..o simpl~ta que !e baseia na cri 
tica destrutiva ou na critica pela crític:,. 
em que a prática é posta de la­ 
do. O jcvem preci!a participar com Idéias que 
ccnstruarn e também com ativldades cc;er2ntes 
com suas idéias. Acrtc.ito qUe a melhor manei 
ra do jovem se integrar. é dser.volvendo eu 
grau t!e in.trução, educando-se para o futuro. 
aproveitando todas as chances para rr.2lhorar 
seu lnttlecto e sua criatividade. 
Está na hora de mucior , de renovar. Reno 
,·ar os discursos e as práticas pcJítíc:3.!. Não <!e 
vem ser os responsáveis por um pas!::ido qu:? 
não nos pertence. Queremos isto sim; fazer o 
r.csso futuro; traru:forrn:r.:do-o em prr.!ente; 
em a demagogia do "Erasil - País do Futuro". 
Nc:;so País é aqui e agora, já; e é o jovem quem 
vai fazê-lo sendo ouvido cem o seu trabal!:~ o 
seu conhecin.en[o sua arte e sua força inte 
lior. 
É vital, qualquer que seja a posiçi:o ocupa 
da por um indivícluo; empresário ou operário; 
homem ou mulher; br<1nco ou negro; c:it'lliCO ou 
não união palav1a mágicl; reacendida há pcu 
co tempo no contaxto nacional. Sem el:,; um 
povo não caminha; lorna·s:? estático; aleij:ido. A 
união transforma-se em organização. bu~ca de 
idéias comuns, enfim; sindicatos; assOCillçoes; 
grêmios; u.ma vóz . fala.cdo por uma infinidade 
sle vezes. O jovem tem este poder. a união; a 
e o término da Pracinha puto da Avenida The 
odoro Sativa. 
Construções 
Fizemos ::i pente que lign a cidade ao Aéto 
Forte. pois a mesma encontrava-se em precárias 
coriic2s. 
ENEJWL ELf:TRICA 
ln.plantação da Energia Elétrica r Bairro 
Espírito Santo, onde é hoje é inexis'en 
Je. 
PATROLAMENTOS DAS RUAS 
Em bre,·c C5tar:io prontas as p.:itrolas que 
f.ili'ade oranza,as;t vtale de pr4ar. 
O povo teve 't 4 to do tre inn'o. fiei 
mcs todo, muitos fa! e ereto E os J0. 
p«dta ver i u[mente acue ado de alta 
«ao ld.fere ç provando que ben o que 
qu<rc:n (.' lutam pr i a, pos p4atlciparam co 
mo turca de tudo, Farttipos de as transforma 
çs c viver f [nsm te este momento de Te 
'mcratzaço, cpinu obre fatos e se faze. 
comr:arder mais do que nn a obvia4o. Jun 
tos. cs jovens e todos vquules qus ucrdltamn em 
si. redescobrirão. em, tempo o llr:nr qur <'XI ,lt• 
antro d cada um «e nós 
Já dvi6amente instalados no novo no que 
urge, rós brasileiros, somos levados num lm 
pulr.o romántl:o a meditar tobte a relevante 
cc.ntribulçào da juve:ituJe hrn!:1lciia n•J projc 
tc de reestruturrção nacional pós 20 anos de sa 
doma:quismo. Os felaes remanetzerts desta 
r:irni!icin~ !r,jo aJrda. tito logo pO$!:im usar cal 
,;as comprJd~s, -~e dcJicar ao esporte que conto 
cc.m a :ib~oluta pr;,,krênda n:ic.Icn:il n;io é o !u 
tcbol meus .mlgos. mls slm a produção acalora 
da ele mais e mais juvc.ntudc. Finnlmenl'.?, :iquc 
ler cusados o ru!icient.e f:tr3 atfngír a m:t.iorl 
dade descobriréo, ao tentr,r promigulr, a r:12110 
de todos os. i:.eus problemas; um gcvcrr.o ::upcr 
dlmenclcnado; intromis::or; que tudo e a todos 
deixa, cCIL. múltiplas e redundantes taxação e re 
gulamentação, fruto de um complexo Industrial 
mili(ar oligarca que tende-se à sua pr6pria per 
pE:tuação até o infinito. 
Os jovens niio precl!:un .atear fogo à suas 
guitarra!', mas devem cantar outras c:,.nções, 
que reclamem os seus direitos de ter; ao menos 
ch.:nces de construir um Brasil Novo que todos 
aguardamos ~ur&ir. Ot jovens não po:lem se dei 
tar nas cinzas desta sociedade marcada p:?!a desi 
gua/cbde tconômica de tuas classes para espe 
rar que venha dos céus os foges C:e noves dias. 
Cevem arreg,çar as m;ingas e fabri 
car com eu suor a lenha que fará :,.rdu a fo 
gueirn da neva Justiça Sveial. 
□
Três boas razões 
Para você t,ref e rir os 
nossos impressas 
1) Quali~de 2) Preço 3) Rapidez 
-------· 
e!:láo sec:'.o totalmt.nle n.formadas e então co 
meçaremcs a patro1.,r tod:33 as ruas da cidade 
onde estão sendo ::ilvcs de criticas, mas isso de 
,ido a nossa imp:r.>Sibilidacie e agora es1=:;s 
atos a mostrar serviços. 
Mutirão 
Dentro ma breve estarems começando os 
mu[ir@s na cidzd- rCe ccloczremnos todas s 
e:colas e proximidades iluminada:. Esse Mu[i 
r ão trar.i muitos benficios a nc,ss:.: ci:.l;;,dc pois 
atrndcrão a maioria das nossas nece:si'ades. 
T.:üs .como refGrma e pintura de escolas. sá 
de. educação e ou[ros serviços mais .

' 1 ' ' .... 
l---..:.Jl:...'.1:...l''..:.·..::l'--J'...'.l.:...ll:.:.l..:.l:...I ::.'•:._.:..1
1
_:._.:..i_' ...:'l...:'·'.:..1:..i .:..1 :_• -------------------------------------------------- , _ 
- CÂMARA É· NOTÍCIA 
lnf 1rmalivo -Olicial da Câmara Mi.ipal te Bela Vista 
- 
J!IOIN11  Of·ICI 
AL. A I(IX 31+M. 
TfClil.l.J Vl'>JÍ --- • - 
Soh :1 presiJê11da 
do Vcrc:iJor /ntonio Silvei 
ra X.wicr. do PllS, Se -­ 
cretnria de r:vi J:Ísio 
11irnn 
da, do PS, a Câmara 'uni 
cipal de Bela ,Vista reu -· 
niu-sc segunda frira, día 
17. par:i mais uma scssiio­ 
ordinária. 
THJB,'UIOS 
ll.OSE'EL TE L U-:0 
C,JRC:I/ -P~IDB - /presentou 
rt-qucrimcnto solicitando­ 
ao prefeito municipal. com 
cópia ao Secretário de O 
bras, no sentido que se;a 
fci to operação tapa bura­ 
co ·cm todas as ruas asfa 1 
tadas de Pela Vista. - 
Sq,11nJo o 't tcador ''tal 
operação prende- se ao­ 
fato de h:ner t"I mh..;:, 
cidade virias ruas - 
asfaltadas. sendo que 
t:r.i muitas dd a, t'll. i s - 
tem enomes valas, 
'indo cori isto danifi­ 
car os veíu,Jos, bu1 
como dar péssim:1 im - 
prcsiio aos rnor:1<lorcs 
e visitantes que che - 
gam a noss:i ciJ,1de. 
MARCELINO CSSIO ACIO­ 
LY - l'C:L - Requereu ao 
J>rc-íei to Hunicipal. no 
sc•nt ido de c-n'Í ar a e:,; 
ta c.,._ade !.eis Cópia­ 
Ju li! t1ma folha de p+­ 
gamcnto dos íámciona - 
rios, hem como sc11s - 
respectivos cargos. I< 
5e pedido. prnle·se - 
ao fato de qu até e­ 
ta data a (Gari MM.n-} 
p l coro ó 1 )',.!<' { 1 L I l i 
;:.1.lt,r li~() llfl .11. oltll 1 
r.c•ntl' qtnlquc·r Jn, 11. :c 11 
to nt"-st· ~u1t 1Jo- 1 ri­ 
~ou o I cre.1Jor- t' • l'r,í 
u maneira eficaz d 
:-e• t:onlicn·1 o -1,1Í •11.J - 
de• ÍllnCIOJl,ÍJio..; l' :'l•IJS 
rc!--pct:t i vos cargos. 
css I n ,e rn1.Y 
1'1·1 - Solil'ito11 ainJ.1- 
0  c-rc:1Jor lJIIC Sl',1,1 l'll 
iado oficio ;10 l'rcít'i 
to 'l1111il'lp:il no sc-nt 1- 
do Jc- 111:111d,11· p.it rol:1r 
a estrada da regiao <l:1 
Pirapira. tendo em vis 
tu que hs nu de dois 
tio é fito 1) p.1 - 
rol l'l• Jlf 1,•Ít•J 1Jo­ 
lo,:1l q,1c• e• ,,,,01111.1 - 
em pé simo estalo de - 
,,:l er,.,,n. 
i' -1 1'.0 • - 1 1 1 e ' I '> 1./ 
Ai 
(1«SI0 ACIOIY­ 
l'f 1. - presentou reque- 
1111:tlll() l'L'ÍtLl):ll)dO ;10- 
f 'O Ili JL'lOJ' do !ti RSlll.­ 
flr .. m.rlJo l"L'rtl'l r.1 de 
So11:.1 . ...-olic:it;1nJo o p.1 
t rolamento da rodo ia - 
p a - Foré. bewu como o 	- 
p;1t r-ul;il':('nro d.1 rod<l i.1 
qtit• 1 ig;i lkla ri:-t:1 :Í - 
C1rat:ol. j;Í qllt' ª" l'.ll':i­ 
mas encontram-se em pés 
sirn-1,: condit:ôt•,: de• tr­ 
fcgo. vindo até mesmo a 
DIÕR_IO 
Registro Creaa.: n9 52.993/TD S.P. - 'isto n9 - J.Oll - H'i 
Medições de terras, levantamentos cadastrnis e f::lz.endas, divisões Je invernadas. Ratifica­ 
çãd· junto ao rncRA - Serviço qualificado - rcspons:Í'el e técnico. 
ESCRITôRIO: Rua Cuiabá 180 - Fone (067) 439-1258 
RESIDÊNCIA: Rua General Osório 1281 - Fone (067) 439-1057 
BEL/ VIST/ - MTO GROSSO 00 SI II. 
víAção 
DO 
CRUZEIRO 
SUL LTDA. 
ONIBUS PAR< EXOJR.SÃO E TIIRISl-ü -EFICIENCIA A SER'IÇO 00 POVO DA FRONTEIRA E SUOOESTE. 
'------~-----.._ 	J 
TR-nI('}íO NA ARTE DE BEM SER'IR 
SI rrA-SE B-1 SUA e.ASA. IIOSPEDA,'J)()-SE ~'O: 1101T:L l'/,  
RAMA- Tradição na arte de bcm servir - Bela Vista-1S 
preiud.dr e dmni i u 
 (. aios qu« • t l 1 
; .111,; t. , , 
11·1 !.,'>líl 'IIR..Jl-1 Jl·,- 
JU ltt·r.111,ll .1 ll',11,.1, .. n 
n-t1l/1<', 1a> ,,1111-!,1 ,k 
Li li ,1 .1:pl Í,11,.tll •• 11.1- 
t I olawwento do avpo de 
lutc·hnl c•,i,-ttJilL' 11.1 1, 
ola 'mtipl Ir+no - 
'k,il'llO:•, 11,1 h.i!rnl .-­ 
s, dt• ] ;Íl 1•·:.1. d;1ti.l11 ,l!',­ 
si condicoes de la,er 
•• prit ia de <·-p<ll l<'.• 
aos jovems daquele hir 
1 (). 
() ll'I (':1,Jn1 ( 1 1- 
J:Í:; io 'ti 1.111.I.• 1 •~111rr,•11 
.10 p1el'l'ito )!11111,·1p.il 
1 necessidade e4 rtmn - 
dar fazer limpe.a e - 
.11,pl iac"io dn r, 1111 tt
7
nn 
Jo h.tino ~""".i '>. de· - 
J;Í t 11:t:1. 
(( •.;so (TJf IT.IUO 1111!.Hll 
(1<.; .ili 11 J( 
NO CENTRO DE BEL 'ISTA­ 
AO 1.AOO 00 BAN(X) lX) BRAS I1. - 
PRA(.A ALVARO MA.SCARENIAS -425 
/PARTAMENTOS CDM AR aJN­ 
DICIONi- 0, QUARTOS; C.0:-ffi'JRTO; 
HIGIENE; ·PADRÃO DE ATB-10]}.!EN­ 
TO. 
IJll ll'<illl'l"Íl'lell­ 
t o o I c·r eador 1 1 i 1 ;Í,; i o­ 
Ji r:111d;1 - PS- Requereu 
.10 l'n•íl'i to 'ftmkip:11 .­ 
que valendo-se de seu - 
prc,;t igio junto ao (o- 
1 crno do l.st:1Jo. l'OIIS i - 
ga apoit> da IERSUI.. no 
sentido de que seja 
L'OIISI ndtla llllla 'ia l'ÍÍ - 
hl ica que dê acesso ao 
Cc~:IÍ tl'rio c•xistcntc no­ 
lia i rro n,,,;a Senhora tlc 
át ia. Ial acesso tlc - 
1·cr;Í ser no sent itlo Cos 
t:1 Jkí111:1. Cha·car:í do Sr 
.Jo:"io t'c•-<:1r Salomiio. 
llisse que o requerimen­ 
to prende-se ao fato Jo 
Cc•1ai tl"río <lo Jlairro 
.ossa Senhora de Fiít i111a 
110 1:1011JL•11t o. só ter ;ices 
so pr:iricamcnte pel:i 
ltoJ01 ia Bela 'i!'ta / C::1 
ieir:is. tra:en<lo assim­ 
transtornos aos rnor;rtlo­ 
res totalidade <lo lxrir 
ro qmn.o_há sepultaren 
tos Oll esmo visi tas :: 
uqucle C<'ll"O SACRIIO. 
Cohcrtua .Jo:io Car­ 
l os 't• lasaucz. 
----------------------- 
---------------------- 
,l'flO"ElTI. 1'.R ­ 
F,ZER . SSl.i'11JR, !ü­ 
SEU JOR..J.: TIUB!l.'. (l. 
ílA FRO.TE 1 R : 
$ 55.000.00- 
A.11.-1. 
----------------------- 
----------------------- 
! 
A REFIRMI 
GRMRj 
lhll 11, ! 11, 
'• '11 . i l 1 . 
1 l li!. 
 l , >l Í t 1, , 
1 
~: I. ; t l a de 	« l 	1 
talo da politia +t.. 
Ia 111) lJ 10 <'1 '-t 
pena de. obwpn 
os t tos a tinl}! t 
de s i11 pr 11 M t:' ., l'r 1 
1.. 
pvl fui.r o ial da - 
terra: a 'e pro!dar . 
J',I I d l, 1 li J l. ,: J,,  
• •4.., lll 1 1111 dil. • 
' - (} .! "'- l ' ' ~ ., 
l e' 1 1 ;o 1, ), 1t l dt 1 1 ~ - 1 
•;p,-·l •!tJI ,hln ;t ljt.l 1 1.1.. 1 .. 
queira produir. medi4 
te O5 +Cites Istt. 
ventos de politua fu. 
d 1 ;Í I i.1 • 
' 1 ri liut.1..,-:io pt.J,:1 c ,1 . 
1 a das t l'rt .1:, ot: io·-, ,, 
conjugada necessati 
te com desgravai0 im 
_; i t Íl ,I dt• tríh11lCJ:, r;­ 
bre a produçio aricnal 
• programas de caloni 
ceio de terras plicas­ 
e estímulo à coloniza . 
,::io privada. de tio 
gr,1n<lc ;;11.:esso 110 nort, 
út> 1';1 nin:Í. ,·crr:1,l<;., e . 
projetos vitoriosos no­ 
Ct•nt ro-Oo,;tt•: 
' lnst i tuiç:io do n0Ji­ 
to ru11di:írio ( l'i11.11,u I· 
mc·nto de longo p1.1:o 
1
. 
rn :1q11isiç;io de• tu 1,.,­ 
para plantio): 
' Aplicação das r c<l I J., 
c.:i111rgicas p1t'1 isw~ 1:- { 
est:rt11to da Terra no; - I 
casos Je t·oníl i to!' 1'iG· 
lentos sobre ;i pos~e t'. 
terr:1, e razão da titL 
lação duv idosa: 
3- O :11níndo Jll 
hl ko <le objct i 'OS ina: 
tingiveis. dada a t::1rÉ:: 
c:i a <le n.-cursos finan : 
ceiros e a iuexisréncii 
tle meios fisicos. ain<l.. 
que baseado ti:1 lo':Írci, 
intenções. Ic,·ar:í o P:i­ 
ís à redução dos ir:és­ 
tinentos no c,rnpo. o cr 
prt'sariaúo rural ã an - 
glÍst ia. pc1vk.,iJ:1<le e. 
ta!l·c: ao piir1ko. con­ 
cfcl tos absolut;u.rt·nrc • 
i11Jc,;cjií1·eis ~ohrt' os­ 
nh-eis Je produção a­ 
griL-ola e abustct:fol('nr 
das t: i J:túes. 
~- In:põc-sc.pc_. 
tanto: 
~ n·al ismo no;; pronun 
ciamcntos clc.· autori<l:i 
des sobre o tera. 
' Consultas cou tmlos 
os segmento:- intcrc:= 
sados n produção agri 
cola; 	< 
RODISBEL 
/ 
RODRIGUES 
DISTRIBUIDORA "DE 
BEBIDAS LTDA. 
ENTREGA DE BEBinAS í.El..AJ)AS E ~1ES/S CQI CADEIRAS PAR, FESJ',S. 
*"SÕ RERO O MEUl()R, QllA'ID REB() ATiRCTIC,. O SABOR 
11 ,LEGRIA"*. 
ANTARCTICA 
Rm VERBOOR RQIEU MEDEIROS 
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- 484 - FO.E - 251-1641 
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tç:io !, 
tos , 
Ire 
,, mio· 
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loni:. 
t:io 
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rtaJo, e 
r iosos r 
do cr: 
!III.T: 
prazo 
• :crij. 
11.'di:. 
stas : 
. no; 
i:,; ri. 
1:1 ti: 
uíndo i 
is ir .. 
. ;1 (;IT' 
fin 
,J()l<,.I. IHII-JJ Ili 1!'1::,ll llt, 
1.1.1 '! 75(1/1!5 - 
AIM II IXJ 1'10.11 l'IO I~I: 
JO Jll: ,IINIO Ili: 1985. 
l>íspÕt• sohn· n­ 
dc11omi11açiio do C:011j1mto­ 
rcsiLkndal d:1 C'ohah <lt•s 
ta cidade e dií outras - 
provi dé·rn.: i :is. 
/ C;unara lhmil:i­ 
p:il de !leia 'ista. J:sta­ 
do de 'li to C:rosso do Sul, 
• 11pro1011 e c11. prcfci to - 
,mmil'ipal snndo110 a se- 
1,:11i11tt' lei: 
RTI CO l 
9 
- Fica denom i - 
nado o Conjunto lk•siden­ 
dal da C:ohab tlcsta cida 
tlc. t·rn nome de : iJll.llER 
TO ROlllW;ur:.s 111: SAT' iJÍ­ 
NA. 
;IU'IC.0 2
9 
- Esta lei en­ 
trará em 'Í)!Or na <lata - 
de sua publ i ..:açiio, revo­ 
ga<las as disposições cm­ 
contriírio. 
Paço Munidpal - 
de !leia 'ista-HS .. 10 de 
,Junho de 198S. 
I Idefonso Pinhei 
ro - l'refei to Municipal-:- 
 t' 1 
PLAR. S 
PREÇO 00 
1.000.00 
C.:,), 
Nova Estória Sobre MENGELE atrai 
grande imprensa pa1·a Ponta Porã 
(.)Oll',J. ll l'fl- 
ais uma estó - 
ria, <"OnstruiJa sobre - 
s11posiçõt•s. pode indi 
car que o médico nazis­ 
ta .Joseph ~'cngC'le mornII 
por mui to te11!f10 c.'111 Coro 
ne I Sapuca ia e Capitão­ 
B:1do (Pa rng11:il l. onde - 
se casou e. após ter se 
desquitado, teve outra­ 
m11Jher naquela frontc•i­ 
ra. que• vi,·eu ao seu la 
do até o <lia <le sua mor 
te, Na ver<lalle. esta cs 
tória é baseada na pos­ 
sibi I i<lacle de .Joseph 
Mengele ter si<lo çonhe 
d<lo naquela região por 
Joseph C.an:n. lima parte 
<la estória foi contada. 
pelo comt•rdante Ft•iz - 
llussein Haidar a sua es 
posa clona 1Ji, J ia. Segun 
do ele. o médico alC'111:iõ 
a quero conheceu como - 
,Joseph Canat diegou a 
Corone I !x1pu,.:;1 ia. onJe­ 
o comerciante possuia - 
1un estabelet·imt•nto, por 
mira de 1958, sendo q/ 
o Sr. !bidar. <lepois de 
al)!tm1.tempo. tendo nota 
do a t"'d rema habilidade 
Jo hon·n no t'wrrfr10 - 
da medicina. deu- l he 11- 
ma fam.Íc:i.1 p:1r:I t r:11';1- 
lhar . 
"1 i .Joseph Ca - 
n:ir pen!Jane ..:c·11 por L'l'l 
ca de 11 es anos, tendo 
se casado cor 1u·,:1 nu - 
lht·r t·onhed<la pelo ape 
lido de Kula. cujo par- 
0 mC.J ko chegou a one - 
rar de um p'roh1C'111:1 no­ 
meio da rua, salvando - 
1 he a r itl:i. O i.:0111t·rl'i an 
tt• sal ic•ntou, aindn. o 
grande interesse <lo ,,é­ 
dil-o por plantas, con - 
fi 11:1011elo que era vicia­ 
do cm <lro)!as. posshel­ 
mrntt• morfina. Mais tar 
de, antes de viajar. .Jo 
seph c,nat presenteou ó 
Sr. lia i <lar com LDll ancl­ 
<lan<lo outro anel parn - 
a su:1 esposa, júias que 
existem até hoje. em JlO 
der Jo t-omerciante. - 
SEQJll. ~flfU IER 
------- 
Dona Maria Ino­ 
cênl"ia llcnites Eron, ho 
j e ..:asada com AI 'i no ~ 
m·, 1 roa. Í<>J 1 -., 1J:J 1 
l ,11Jl1c l ,!t• ,JU·•l h .l,ll. 
depois que se de«qut t. 11 
de Mala, ndo rado - 
lO' l'I<' [)O] (t•1,·.1 d, 
tres anos. inclusive ul 
).!1ir1 te.· ;,o n·1 Pu1-..1q Pon 
t :i l'<,r.i. :Iqu1 11:1 l I on - 
tt•i r:i. 11:t di,q• ao .Jn1 
nl da Praça. que nun.a 
:,,tl'-fll'IIOU qm· •> c,-:,.111 
do fosse o médico nazis 
r:1. rl'l'eLmJo .Ipc·n.1,. - 
que era ;.!ramlt• t·onhc•t't 
dor tle :nn1s. c:hl'g,mel<l- 
a ter una oficina onde­ 
mcnto11 1,.uit:1s dei;1s.q11e 
admirava plantas e - 
nmstruiu muitos jar - 
<l ins grandes e cheios - 
<lt• flores t' q1It• t:1r1hén­ 
tor.1a1·a injeções. 1:i;1s - 
,.:or.io ela era muito ingf: 
m1.1 (ent rt· 11 e 1 anos) 
llllllCa suspe j tOII que fos 
sem drogas. O proprio - 
Sr. :hino hoje c,1saJo 
com Maria lnocênçia.1·c·n 
Óet1 mui tO::- lllCUÍL":J:r.cntos 
e a l)!1ms frascos de ó - 
pi o ao mcil ii.:o :li en:io . h:i 
ja vista que trabalha 
na ent:i.o fam:ÍL'ia L.,tre 
la, mas tambefi nunca i- 
-- - -- 	, .. - -- 
INDICADOR 
/ 
- PROFISSIONAL 
.1 _, ~ 
ADVOCACIA m 
1 
·Dr.Antonio F. do Nascimento - Advogado? 
, .CIC OU6.474. 381-00 - OAB/MS 2809 
·~ 
1 
1 •• 
Causas cíveis. Criminais, Questão- 
de terras, Direito de Familia e Tr.ibalhista.' 
ESCRITÕRIO: Av, Rio Branw, 193 
RESIDENCIA: Av. Rio Branco, 187 
FONE: 505 - CEP: 79.280 
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Dr. Nelson Chagas - Advogado 
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br.inças. etc ... 
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JARDIM - MATO GROSSO 00 'SUL 
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1 Dr. Iv:11! Afonso da Costa 1'brques 
Causas Cíveis e Criminais, inventi 
rios, Desquites . Divórcios e Legaliwção de 
Terras. 
• ' ESCRITÕRTO: Rua Antonio 1-bria Coe- 
~, llio, 428 _ FONE: 439-139S (067): 
RESIDÊNCIA: Rua Cuiaba, 468 
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llELA VISTA _ 1',TO GnÇ)SSO 00 SUL 
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Dr. ~moel Rodrigues Negriio 
- OAB/}lS,1134, 
ESCRITÓRIO: ,v. Duque de Caxi~.:. - 
:'SR _ CEP: 79.240 - FQE: 251-1867(escnto - 
• ) 251-1646 (residência) 
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1, God y _ Dr. Itamar da Silva 
• Dr. Adhemar 
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U TO PIRD1O 
licencia onçal­ 
ves perdeu ate de ap0 
"t.·ut:1J,,r 1~1 d,, l 1t1Ut1tal - 
B/92311E/I-/08 conpe - 
ten a 05/8s. Pbli+.ao 
que se faz para ht <ilÇ,JO 
da 2° ia-iela lista-M. 
ft 
RJ.:I)E REIAVISTENSE DE JORNAIS. 
.. LI:', ATI: VOCE moos os Tlro5 DF N<' 
.Tlr.JAS'.' 
- TIA FJM ITORADO:' 
l_'tl' li 
l ' r 
d» !o 
tanat fos 
! 11• P,I '<' {llllhlc.- 
.. ) 1 1 t O ,1,, ( til, t [ l r <, i 
tl,J [li ,•,;o pOI ltl d,· 1 q 1- 
Jn d, l'nn Pora que o 
entregou pra o Lxéri­ 
to. na époa foram tira 
das i presoes digitais 
e reretidas tara a {o- 
11.rnh 1. sendo que dn, j lJ 
anos. .apenas ts rio con 
feriu cor as irressóe 
originais de Mengele. 
l11 011t rn Lido. :1 In:I i <' r 
Jm id.1 se prende ao fa­ 
to d.1 st•g1111J.1 1•11illwr ck 
.Josenh Can.t t . doi.:i 'ti - 
ria Inocência afirmar - 
que n t·:-.-II .11 itlo norrcu­ 
baleado em C:o rond S:1p11 
caia e lã mesmo foi se­ 
pult,IUU por C'la. al6'1 - 
<lis,o. :-.1hv:-c qut' .ipó,,I 
1 
:-cr h:ill'.id,1_ Canal tC' - 
ria sido ope1:iJo pl'!o - 
r. risteu rgas. quei 
n.•sidt• cm !'011ra l'or:i. - 
tendo fakciJn oito Ji­ 
as depois. 
l'ort anto :<t• .Jo­ 
senh Cm,1t era 'lcnpele. 
niio po<lt'ri:i estar !'l.'(1111 
t ado em S:o l'au 1 o. ner.1- 
t iio JlOIJ"O ter passado - 
elos 50 :Ino,. pois foi - 
r:Jorto :1;1ro:-.111:1dancntt' - 
nest:i i<l:1dc. t·rn 1%1.S:t 
be-se também que o en­ 
ferntc iro e confidente - 
do Sr .. Jo,t'plt C111at. ell' 
nome Edmundo foi assas­ 
sinado dias depois da - 
rJOrt<.· elo print•irn. Je - 
vanelo cons i gu ho:1 p:1 rte 
dos conhecimentos im-' 
pre,:-io11:111tt·s minist r:,-
1
, 
dos Jlt' 1 o llr. Can:.r t . qut· 
era t idn i.:0I•10 un llt:1L~ - 
tia 11:L'U ic ina n:1qut'l:_1 n·­ 
gião de •·ronreir:i .. Jéi:, 
<le fotos aue deixar er 
dlÍr i Ja st• Can:ll foi llll':­ 
mo Mengele. soube-se dr 
c.,i!'ténc"ia de um banio­ 
que o ri&dico gostna de 
tocar. Entre tanto. s:a­ 
hemlo f:i lar cer..::I ,le '.l­ 
i<l iom:is. como afi11n:1r1 - 
os mie• L·onht--.-cran C1na t 
n:io se sabe se 'lcngt' 1 e­ 
tinha t cnJén,.:i as 1,11:-: i - 
cais. Seia tudo isso 
   ,! !.!  1 l 1. 1 
ui iel 
OBA MI#t!".até o 
te ti J ""l' • Jlh· ; ., .l 
1ande pen a do paí- 
tl 1 1 J ( •li l t 1 1 1 .' tll, t 111 1 
1 dth, 1nt•Jt. .. 11.tu s de 
t lt) 't 1 d ohert» . - • 
próximos dia . 
'J l I i(.  
' n - !S.Sl.,.W3/00 
02 
DllU.10ll-: t-lJUA f::SIH.A 
lL'S(~Jr:: l'IJH, Jl{, 
IIJ.D/10fl (][LI 1:: JVJLOO 
í'Flll'I llA 
Sl'CIU:J',~{IA J: DIAGlt.'t - 
í}.O: f.1../l~T BRUf. 
ruro1.110: .Vi'l ,:i.1.w 
l'Cf'lliSS,n: r.JLS1~ S!L1.', 
":,."fOS. 
111'.1l,IX1 L'I 
20/02/ Elil------- 
llt'gistro no - 
r.artório de Tit11los e 
!Jocu::icntos n
9 
35 P.cda­ 
ção. ;i1binistrJc:io e - 
Dep:irtar::ento Co"'ercial 
Rua da República S/N - 
Bela· 'isw-·tc; - FO:E .t 
(067) 459-1410. 
ASSJ'.:1UR.S 
11eY,i Tí.•fr:i e so. ooo . oo 
J)c•n::ii!' ITim. 55.000,00- 
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, ' ALI ,í.OE.'- 
ORÇEN TOS 
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DEN BOSCHI - 460 - 1OXE 459-1566(067)

--------------------------------- --""íit-L   1, 1, 
jjjjpfjffn 	- 
, 
ecoa 
-C ll NO 
,·a e OI a 61 D IPR SEHl 
e 10 PROJETO 011 LO 
(E'raili)- O D-putado RUBEN FIGULI 
Hó t1uu,rniliu ,b 'fribun:, um dr:.m/qico ªP'' 
le feito pelo pantaniro Zlitc Drileo de Povo 
ré/MT no sentido ds reclamar uma especial ater 
ço do Gverao para o criatério bovino; diz­ 
do qu;..•- r'.tu· .... IU (1(. 1 ~·C'U:1I~!J•CIJuJor ch..:',.1 
os limles «o arespiro e para nao 
(Jt·ar: :n e, m a "e e. r d a no pc.;co­ 
go" ctão vendendo suas vacas matrizes aos aba 
tcdr.uro,; cs[lmando ele a 1 ;;duçf1c, cio 1cba11h; 
frcc no abatz indiscrin nado «e fmas can cer 
a '3 6C', o que representaria um prejuízo ime 
L!iato pr. País com cerca d cinco trilhões de 
cruzirs c ds Ir:tirrível valor r3 proj2ta'a 
parn o: préxirnos dois ans; istc só , ~:1ul!k·: 
dos E[ados do Cesto Qest2. 
Incag: o Dputadc Figueir;: seta que o5 
SchoIs Ministros da Fazen'a do Plangjamen 
tu já atentaram para essa realisticz, ameaça? 
Em rcgulda di,r~ que o setor ag, opccuário 
ccmo czoncmia básica c primária do País. é o 
r .. is alar?onado. S3 dá a[aço à Indústria, - 
a r,an!agruélica toda poderosa por irdução d3 
suas próp1ins multinacionais, uo com:rcio qu:? 
tnescrupulosamcnte l na caa do Governo Fede 
ral aumenta diariamente o, preçe::; e: é clarissi 
mo; ao papa - tudo setor hanquciro já cmpan 
t UI rado C:e ganhar dinheiro desde seus privile 
giados dias de Conübio vcrgonboso como a Vc 
lha República. 
Dizendo que acs pLcuarist:i; só resta a 
to, pe acusação de latifundiários. 
Con I inur esse procsso de marginalízação 
os pecuaristas; J:í no último folêgo e antes que 
a vaca vá para o brejo; serão ebriga<los a ven 
der sus fazcndas às corpcr:,ções ini;utriais; 
as grandes comrciantes; aC3 bancos (corno 
aliás já c.:;tá acontecendo em Mato Grosso do 
Sul e Mato Grosso); que são; pc,r culpa cio Go 
vcrno Federcl; os que os aniquilam econômica 
e financeiramente com os escorchantes preços 
'-j 
.,..,. . 
.... •• - .1 
do sal; do arame; dos pro<'.utos vtter!nário; e 
dos ju1cs bancáries. 
Di~c mais o parlamentar que ve.•dcndo 
suas b~enàas; iriio os pecuaristas para as lnv~r 
nadas da especulação financ.?ira; espewlar.do no 
OVER; no OPEN; nos fundos éc renda fixa; nas 
Jchas de câml:io n:i caderneb de pcupança. r.a 
ccmpra de dél:tres ou de barras de ouro, e, tal 
vtz. de outros quejandos ... 
Firalmentc afirmou Fl".:;UE!Ró: 
• Há. porém; uma ,éstia. de ef})erarç: que 
parte do préprio fr2;;iécntc JSSt SARNEY ao 
afitn.ar que "a prioridade à agro-pecuária não 
será no seu Govuno uma manifestação retóri 
ca''. 
O F«·id te da A mbléa L /giativa. 
Deputado 'GADI JAMIL.. e ·teu zuna 
ft euro[e ao rdvvaria merda« 'i. 
o projeto de lei " 039/05. de Podr Eu'1 
v qu cu.a a Ltria «o Mat Gno o do Sul 
LC'IESUL. 
A emenda ucr citando para,rafo uno 
urtigo segundo, justifica o Pretdente 'a As 
±emblei. via complementar o poc so, urna 
ll que não prevé o quadro d diretor:s da l:tn 
presa Lotérica Estadual. 
Ente.den cs da conveniência e opa:tu d 
de u que na Lei qu criar Lo[esu! já cons 
[e númro de diutctes', fic:do o número 'e 
cargos estal2lecidc. mzmo porque os estatutos 
i.las instllulçõcs lotüicas un <,utro, E! b<lc•,. 
prevem um quadro diretivo de tré caos, con 
fume explicou GANDI JAMIL. 
CLARIIS EM CI!SE 
Cbjtivan' tornar mais acessível ao mio» 
número de olarizs e cerâmicas em crise, 
a 1scnçãn do Jmp<.rto de Circulrção de llcrca 
dcrias (ICM) p1evista nc proj4o de decreto L3 
gislativo oe aulo•ia do Dcpu<ado DJAL!1A 
BARRGS. o Fresi'nte GANDI JAMIL aprescn 
tou emenda mo<iiflcativa à prur:csiç.io orir:in.,!, 
dando neva redação ao projeto. que tramita em 
'egim de urgência na Assembléia Legislativa. 
O :Ct.putado quer evitar u esgotamento do pra 
7.0 pa,a que as empress a serem beneficiadas 
pda isu,ção do ICM s1.jr.m cadastradas como 
microerr.presas junto à JUCEM.3. 
CONSTRUÇÃO DE FôRU:il 
Solientaneo que [oics os municípios sofrem 
éa e~~ crânic~. da falta de 1.:cu1sos. cm deccr 
rência da concentração de impostos nos gcvcr 
nus !E.dera! e estadual. o Presidente da As;;em 
bléia Legislativa justificou a apresentação de in 
<iicaçiíe, solicitanc'.o o t:nvio de expediente ao Go 
o 
Ul 
f 
vrnador Wil on Barba Martin efi uc.. 
co:1 tru•;,o <lu 1 érum d i Cc.111·.i.::i ,:,. J .. : .. 
Por uto lado, lembrou o Deputado GA! 
JAMIL a Pfeitura Municipal de Jarim ± 
termos da Lei r 309/72 proce'eu a da , 
Cc.verno de E•:tado, de uu1 i1vívcln ,!• -IJr •. 
quele fim. O Presidente da Asmbléi: La 
J..1tiva antxou à indlcaçao de ~IJ;, .,u•,;, i ,, r.' . 
comprovante ia Coação d área, 
BENlc.l'JCJüS h. Pill 
O Prsidnte da Assembléia Lei 'atp4 
Estado, baseado no "princípio de isonomia" a 
l.entou rroje[o de lei virado atender a Pdrt 
Militar; os mesmos berefícios concedidos n 4 
mais servidores públicos estaduair . 
S::gur.:!o ç Projt:1,,-dc·L·.i; que ,'l ,.·:.< . 
;. ;:;.pl!caçiio sub:;idl.írl.i par l a E!: o ú_l ' / 
no ;;rtigo 102 <la Lei Complmntzr n" 2, api- 
se wbsldiariamenle à PM as mesmas vata 
atúericlas pela categoria civil do qu::.dro ü, f 
cionalismo público estaúual. 
• ' 
DECRETO Nº 057/85 - GABINETE DO PRE 
FEITO Eil: 1 DE JUNHO DE 1.985. 
ILDEFONSO PINHEIRO. Prefeito Munici 
pal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do 
Sul. usando das atribuições que lhes siio confe 
ridas e de acôrdo com o disposto em o artigo 
120 da Lei complemestar n° 7 de 20 <'.e novcm 
l:ro de 1.981. 
DECHETA 
ARTIGO lº) - Ncs termos da li Muniei 
pal n° 750/84. Artigo 4º. item 111. fi:a ab2r 
to um Crédito SUi:lzmer.tar no valor de CrS. 
18. COO. 000. (Dezoito Milhões ile Cruzeiros), a 
ser consignado na seguinte clofo'i,'io ~rçamentá 
ria: 
EXECUTIVO 
0.103 - Secretaria Municipal de Adrnlnistração 
3.000 - Despesas Correntes 
3. 100 - Despesas de Custeias 
3 .113 - Obrigações Patronais 3. 000. 000 • 
3.120 - l'12.terial de consumo 5.000.000 
O .10-1 - Secretaria Municipal de Fazenda 
3,120 - Material de Consun.:> 2.000.000 
0.107 - Scc. lfuni:. de V. Ob. ScrviçQs Ur 
Eancs. 
3. 120 - .Material de conssumo 
4. 000 - Dt.."J)efas de Cap!l:tl 
4. lCC - Investimer.tos 
4.110 - Obras e Inst:,lações 
'ICTAL 
0.105 - Se;c. Munic. Educ. Cult. 
3.COO - Despesas Correntes 
3.lCO - Despesas de Custeias 
3.111 - Pessoal Civil 
TOTAL 
3.000.000 
5.COO.COO 
18.000.030 
ARTIGC 2°) - Para cotertura do prc.:;en 
te Crédito Suple:ncntar foi cancelada a imoer 
tância de Cr$ 18.0CO.OCO (Dezoito Milhézs • t!e 
Crnzeircs) ;na sguinte dtação orçamcntárb; 
EXECUTIVO 
e Desporto 
18.000.000 
18-000.000 
ARTIGO 3°) - C presente Decreto entrará 
cm vigor na data de sua puhlicaçãc; revogadw 
as disposições cm contrário. 
• T' •
1
' Vista - 1!S. 18 ele Junho de 1.985. 
>LDErO!'iSO PINHEJRO 
PREFEITO lfCJNICIPAL 
LE[ Nº 757/85 - GABI IETE DO PflEFEJTO 
OI : 13 DE JUNIIO DE 1Jl!5 
"Institui a concessão de <ilârias no Pc::1er 
Exccuti-o Municipal e dá outras prcvid~ncias". 
Eu Prt!eilo Municipal de Bela Vista; Es[a 
do de- Mato Grosso do Sul; 
Faço sabe, que a Cân..ara Mur.icipal; apro 
'OU c cu ~anciooo :i s:?guinte Lei: 
ARTIGO 1°) - Fica instituído o r2glme de 
C:iárias oo Freieilc, e aos funcioná1ios munici 
pais; ocupan[es dic cargos em com.is.são e os regi 
dos pela C.L.T., da Prefeitura Municipal de 
Bela Vista. Estado de Mate do Grosso do Sul. 
§ 1º) - Constitui a diária : indenização de 
gastos pe!:Soais. alimentaçfo e i:;ousada; 
§ 2º) - As de.."J)esas originadas de transpor 
tes. como combm:tíveú: quando for ut.ili.zz.do veí 
culo; serão ressarcidos mediante a apresentação 
de notas. 
rão como base Maicr Valor de Eefetci $ 
País - MVR. cria'o pela Lei Fderal n" 6.'.: : 
d<.. 2~ de Abtll C:e l'.,75, e alterado pw ates F·· 
tericres. semi::rc rerá comicter:ido o valo: e. ri 
gência e suão fix.ado3 em ccnotação à> e::~:: 
siçâes do anexo L que inl<..gra a pn?!'.f.te Ir.: 
ARTIGO 2º) 
PARAGRAFO CNICO - Em cascs qm 
queiram o constante deslocamento de funis 
rics ocupa.n[cs de cwi;o3 tm comi::,iio ~u r:~ 1 
elo.; _pela Con:;:olióçi:o ".l::s Le:; TrJb:.'..b:,::.J, e; 
i:'.:ra ae Chz.fe do Executivo '.lw•ldpa! o e,t;~, 
da concc.:sfo das diárias objeto do prese[e "· 
ploma lego!, iicando focull.ada a conce;;::r. ~-, 
diárias integ:r-al ou :p3rcialmen•.e. 
ARTIGO 3") Esta Lei estrzr em iç' l 
r.a data ele su.:. publicação; reYog:!d'.13 as 6~~ • ( 
ções em contrário. 	l 
Bela Vista - :11S. 19 de Ju:)]:o ce 1935. 
ILDEFONSC PU'íHEIRO 
PREFEITO !lllifüCIPAL 
O; valores das diárias, e 
...... , 
~ 
O 1IEUIOR CORRETIVO PARA O SOLO 
QUALIDADE - EF1Cn::.NCIA - PRODO TIVIDADE -- SEGURANÇA: CALCARE O BODOQUENA. 
"C:lda ,·ingem que um caminhão ter mina, transport:indo o C:ilc::ireo Bo•1oquz na • 
lh ·· f • 
1 
. • . 	~ • e ª esperar.ço. aue se reno,.i a~ t:."l'~ 
co eia arta, c:e me hores negócies, de maiores riquezas Isto porque, por menor ou • • • • • • 
o C . .U.CAREO BODOQUENA o lucro é certo. • • .. • m:uor que SCJU a sua lo.vour:i, c:r:i 
DINAlllS'.10 - Ff: - DEDICAÇ.!O 
A trilogia que fez do CALCAR!."O BODOQ'6ENA, da Mine: o Io 
USINA: RODOVIA JARDIM A PORTO Ml'RTINHO KM raça B doquem S.A. uma <le nossas m.iores intlústr~- 
• 54 - ESCRITÓRIO: RUA JOAQUIM TEIEIRA ALVES l!lõ.:i

de, 
Jardi:_ 
1 GAli,, 
llL r 
voais; 
•lin.:i 
'IP..,_, 
ia. ai. 
1 •\I. 11f.ll  ,,, • 1 
L-------""":"---------------~------------------------------------------------- ... 
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rit•, pt•lo lll'II<>~ 11Jn:1 ,v: 
f1 1  li 1. 1 , (' l ~ t il t' l llll: I - 
d1~ t.011(:IS, l' jll('l'l½Cl - 
plat. escrever l' l'lll - 
.... 11· ;1 :~t'r10, Perf'.unto: 
onde es t :10 o,; 1kput :idos 
1~1.,.!11:1h tHJ l't'<lc•r:1i:.,­ 
dol',11,111Í.'-ion:1tlon·.,, ,e 
11-,1d,11<•: .. prl'i'ei tos. Ji> 
1 1 l í, o:• c·n )!l' ra l . t{lll' - 
11
.11, "l' 11c111ifcst:1n, l·l:t­ 
r;, L' ho11est:1111L·11t <'. ''º - 
h1t' l'Sll' ('SlOJlÍlil cli:1m:i­ 
d11 "Ht•l°>111~1 igr;Íria'! 
r hor;i. ):l'l11 L', - 
coln,·:Ir a ,·olhcr 110 t:I­ 
d10. I:0J:1hor.111<lo p:Ir:i o 
,pcrfl'it:o:1111cnto n:·10 só- 
do debate. 11~,s dl':-ta 
nc•t·e:-s idade 1:,:11 s :1111p 1 :1. 
do qul' lllllll":1. de mud:111- 
as n0 sistem:1 fumli:Í - 
rio hr 1:-i ki ro. n:in l' 
hora de se esconder 'a­ 
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J'.J!. .n l ·Í prol•lt 1.1c 
r> i t l). t •. ma cla ..... <.· dt. 
fender os seus direitos 
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p<.•n:,,; 1. 1 nrc.·n .. • ... •.:1 ·1 tt:Jii­ 
a sociedade brasileira.­ 
u.enti. qwmd requis i 
.ada .peras por ua clas 
se. fica,smtsa <.:ontr:I­ 
d1t6ri.1•  inl. n.'iu sJ­ 
os pro»rietá:; s murais 
1ntL."n.-'.'s:.t li' :--1 , Ji íic·h::io 
fundiria no i ·:í:-:. ·rit' 
hs eles. Infeliz e er 
rot«II t t·. ,., ~<h.:u:··t n t 0- 
critido e Lrdrinu su­ 
licita que hn:ante os es 
tudo:;. Or'fif'•J;-:t:~:,,;. ~ n('-'l,­ 
iaoes. deerã estar - 
JH". .... -:..,,•1•~t. ... :--: : .. :::r-c > hc,!t'­ 
fiei.rios_e prvprietí - 
rios rurais, atroes de­ 
:-:lu:-: n. pn .. •-:.t :1:.t~êc:,-; . ..,. - 
~.'?'<.."l'ih!t' O -..:_,, C:!-:lO O Jl~!- 
' l ,h. ! , 1._ ( :·: ...... J:-. 
AUTO POSTO 
(~SOl.l'.1:. 
llJL<;EJ. 	h,li<R(]Li,I. 
.. ll SEU PONTO DE PRA OHRIAI A l!(li)'I. .I.Rllll : rorno ,nmTI11()" 
CARACOL 
.1 EllJIL'10 l'CRrTr!n 
",COR: SIIA 'L.JP-I SLR' m1s 'iR.X;llll."

1111111.· 
} s· 
• 
S ERRASUL MOVEIS APRESENTA 
COMEN'T ANDO 
- 
FESTAS JIJ:-JINS 
No diu 22pp. a - 
MBB, promoveu um sensa - 
cional "flRMii" muito 
quentão, pipocas, quadri­ 
lhas, tudo isso animou a 
Festança "l'arabens ao Sr. 
José Per11.o e sua equipe. 
CONCURSO DE 
ll..111ças e quadri - 
lhas será realizado no - 
dia 6 ·c1e julho no Clube 
Paroquial Santo Afonso. - 
Vá la coluhorar, div.irta­ 
se e torça pelos seus 
canclielatos. 
SOB/ 
Coordernação do - 
Prof. Antonio Lope~ e sua 
equipe a Esc. 1 e li Grs. 
Joaquim l<urtb1ho no din - 
28, tuna animada Festa ,Ju­ 
nina .. •. 
HOOIE 
'5ri as apresenta 
ções ele clan<;as e varia - 
cios comes e bebes. 
Sucesso total a - 
Festa Junina na Esc. Joa­ 
quim Murtinho... 
CN!PMl{I 
n5 agasalho: um gru 
po de amigos da IV' i - 
la da Collilh. !l.iirro - 
Antonio Jo:io. estar;í­ 
promovenclo urn ;rroz - 
Carreteiro no dia 29- 
a noite, no Centro Co 
munit,írio daquela Vi­ 
la. lfaver;Í hrincndcíra 
dançante. 'amos com­ 
parecer e colaborar - 
com essa brilhante i­ 
nicint iva. 
E J. PROFOSSO!u 
Maria <la Gra­ 
ça C. Marques e sua - 
equipe, organizaram­ 
uma linda Festa Juni­ 
na na Pré Esc. Caste­ 
linho Encantado no - 
dia 16pp. 
; Esm LI 1'.1 L' 
Lindamente de­ 
corada ( 5lias até o­ 
convite distrihuido - 
de muito hom gosto) os 
pimpolhos apre-senta - 
ram quadrilhas e o - 
ponto alto foi a elei 
ção do Peão e Prenda­ 
da Esc. que ficou as­ 
sim constituida; 3° - 
lugar Alexanclre ;Z9 - 
lugar Thiago e 1 lu­ 
gar o simpático Luiz­ 
Carlos Rahl Jr. com - 
$ 2.105.500 Prenda- 
i 
ATA D OLUEA FEIA - Mas.Autuou « «ia a Ma ll1 >d 
A. 'ffVERS.lUU0- 
26/ 6 - W1LSON ARiWO ( G/O0-IO) 
3? lugar Gabriela ler­ 
mude: :2° lugar. Juli 
ana Loureiro e 1 lu­ 
gar Silvia E. Azevedo. 
De parabens - 
todos aqueles que de - 
lllna fom::i ou outra co­ 
laboraram para o suces 
so da Festa dos Pimpo­ 
lhos do Castelinho l:n­ 
cantado. 
ANIVERSRI OS: 
10/6 - Mais u 
ano de vida comemorou­ 
o garotiio Luiz Carlos­ 
Hahl .Jr. 
11/6- Ilda 
Amaral. 
C.OVERS;NOO 
Com o chcfe­ 
<ln L'./EllSIJL loca 1 , 'e - 
reador Marcelo Cah'ano 
o mesmo nos informou- : 
provávelmc-ntc até o 
dia 7 de julho a cida­ 
de estará mais iltmina 
da. A equipe de traha::­ 
lho local juntamente­ 
com a equipe de Ponta­ 
Porã foram um mutirão 
para concerto das lu - 
minârias estragadas e 
colocação de cerca c.le 
l00 luminárias adqlliri 
das pela prefeitura.-:­ 
akluia: Até que enfim 
nossa Bela Vista fica 
r:Í mais iluminada e o - 
usuário usufruirá da­ 
quilo que há muito es­ 
tá pagando Iluminação 
Publica. 
PRE - ESCOLAR BAMBINO 
Realizou no - 
dia 16pp. no CORAJ di­ 
vertida Festa Junina. 
Lil'DAS E CHARMOSAS 
Caipirinhas e 
seus pares dançaram e 
saborearam gostosos 
comes e bebes 
O SUCESSO 
Da festa, deve 
-se ao trabalho e co 
laboração das prf. 
Joanita, B5,da Direto­ 
ra Prof. l.uciene Ge - 
leilate e ás mães dos 
pequerruchos .. Para - 
bens! 
ANIVERSARIO: FAZEDA - 
JATOB.- 
(Esc. Ivete) 
_Sete de junho-. 
ta-feira, dia sorri 
dente. ã inda cria.a 
l'ri. e la nos propor - 
clonou alegre e rósea 
festa 1
1
11 !-l'll Jll"ll!lt'Í l'Cl 
aniversário. Servir:as 
saborosos churrascos 
regado a wisk. Iinui­ 
a assada e chop. Mui­ 
tos com· i dados t•n trc - 
membros da grande e 
nobre familia Pinheiro 
destacava Sra. azir 
(iÍ'Ó) rnm seu jl'i to tio 
ce e alegre a receber c 
entreter os convidados, 
Logo depois os doci 
nhos. o lindo bolo. ba 
Iões e a galante Pris­ 
ci la apagar a 'd inha- 
a criançada cantava e 
aplaudiram... P'arabens. 
Dois doleiros 
tocaram e cantaram a­ 
quela musica sertane­ 
ja. 
Lã no páteo a 
estridente. no • tá - 
c-squentnnJo". pois a-. 
tarde brusca e fria. 
A socicty bela­ 
'Ístensc também curtiu 
a fel i:.: tarele junto a 
linda Priscila. na ho­ 
n i ta 'a r:m<la da luxo­ 
sa cnsa da Fazenda .Ja 
toh5. 	-- 
l'r i sei la : sor-. 
ria llojc I indo ne - 
nem, cm dois mi I e - 
tun "o lindo cisne 
rosa no lago a:ul da - 
Fazenda .Ja tohii: 
Prisci la é fi 
lha do casal Fiado - 
l'inhci ro e Jussara .. - 
L.ICIENE ROTA PROENÇA 
lloy su cumplc - 
aiio, bela e alegre jo­ 
vem em sua residência­ 
scn·i u-se um suculento 
almoço. entre seus, 
convidados Srs. João - 
e Xa:ir Pinheiro, Srs. 
Proença visinhos e ou­ 
tros amigos. 
A noite, ofere­ 
ceu doces e ponche. 
Abrilhantaram 
as lindas flores: Stas. 
Simone, Tania. l.et ida 
Rosilene. Eliane. Cy - 
nara, Iracerna. Luciene 
Marley: e os gatões 
Emcrson, Robson. Rei - 
naldo, Loló, Aramis .Ju 
nior. lCésinho, Junior-:­ 
Renato e na.rio. 
Tudo bem: 
Parahens linda flor ... 
Luciene. 
lt, 1n11:1 Corre;1 ,:,,,. •li 1 • !, ·,e:· ,o· c-1 
morou mais tu :iro «e vil,i 
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