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PMDB UNIDO JIMIIS SERA VENCIUO 
-União Democrática Vence Eleiçã<,- 
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f 
Toninho Xavier -·-Prefeito dos 
Pobres voltará. ao Poder 
O atual Presiden­ 
te da câmara Municipal de 
Bela Vista, Antonio S11 - 
ve!ra Xavier, disse ontem 
a reportagem de a TRIBUNA 
DA FRONTEIRA que "o Pre­ 
fe1 to dos pobres, o ho - 
llle.11 que sempre procurou - 
atender aos menos favore­ 
ctdcs, o Dr. El,y de Arau­ 
jo Barbosa voltará ao po­ 
der carregado nos braços 
do POVo para assumir a - 
Prefeitura de nossa cid3.­ 
de", 
,. 
I 
◄
Para Toninho 
xavier "o povo não 
é besta, nem sera - 
iludido por prcrnessas 
demagógicas, tipos - 
ajudas e mutirões, - 
isso que o Governo 
do Estado está pre­ 
tendendo fazer em - 
Bela Vista, o Dr.· - 
El,y faz há mais de 
quinze anos, sem 
ajuda de ninguem. 
Quando assumiu a 
Prefeitura, no Gover­ 
no Pedro Pedrossian, 
abriu o seu Gabinete 
para os pobres. o po­ 
vo não esquece, o Dr. 
El,y além de distri­ 
buir remédios, ali­ 
mentos, óculos, etc ... 
fez l.t'11a brilhante - 
administração." 
"0 asfalto - 
da avenida - prosse­ 
giu Toninho - o as­ 
falto do centro da - 
cidade, o telefone, a 
televisão, isso tudo 
foi obra do Dr. Ely. 
Ele nunca se negou 
a colaborar cem as 
iniciativas cc:.nunitá­ 
rias. Se há gente que 
não gosta dele, isso 
é devido a sua manei­ 
ra de ser, realmente 
é mais chegado ao - 
c"az.reteiro ccxn o po- 
vo na praça do que can 
os banquetes". 
Toninho disse 
também que "os e lei to­ 
res não serão iludidos 
nesse negócio de poli­ 
tica o povo sabe o que 
quer, aqui em nossa - 
cidade o PDS está 
tranquilo, unido, fi­ 
cou no partido gente 
que acredita na terra, 
no hcrnem, em Deus e 
na liberdade. Nós, pe­ 
dessistas, tabem que­ 
remos reformas, agrá­ 
tr1butárias, 
- . -~., 
econômica, e outras - 
refonr.as, mas tudo sem 
baderna e sem envolvi­ 
mento cem teorias es­ 
tranhas a nossa gente·. 
Para ó povo ver até - 
onde chega a cara de 
pau, hoje vemos na tal 
de Aliança 
1 
Canunista 
1 
A Chapa " U­ 
NLO DEMOCRÁTICA", - 
venceu a cldçao, mas 
nem por Isto houve - 
ruptur, no::; qua'iro::; 
do Pl-10!3. (J propalado 
racha não aconteceu. 
Presença ma- 
c iça dos filiados, - 
sem nenhura inc1dente, 
nómalidade absoluta, 
o PDB deu una l!ção 
Ele cano deve se com­ 
portar un partido - 
polÍtico na NOVA RE­ 
PÚBLICA. 
Não houve - 
vencedores e nem ven­ 
cidos. Apenas a ,w,,.,. 
tacão de una nova - 
tendência, mais li - 
beral, mais aberta, 
sem que isto implique 
na marginalização de 
radicais de direita - 
até racista~ todos - 
empenha dos numa 
pseuda alina que 
nada mais é que OPOR­ 
TUNISMO". 
Finalizando 
o presidente da câ - 
mara disse o seguin­ 
te: "o povo h_lavis - 
tense não é bw·ro - 
nem ingênuo, não 
adianta at.rar pe­ 
dras no cdidato 
do povo - • ' DR. - 
ELY DE ARAUJO t.·AREOSA 
pois ele sera re­ 
conduzido á pre:'<?i­ 
tura nos braços io 
povo". 
LEIA: 
HISTÕRIA QUE A 
VIDA ESCRE!EU, 
PAGINA INIDNA 
{$$44 8 4~44 4 
................................ 
outras corrnts, - 
até m gmo a ortoto­ 
x.a. 
A d!puta não 
foi acirrada, espera­ 
va-e de 5 a 70, 
CHAPA UIO DEMCRÀ­ 
TICA bteve 673, a 
cutra Chapa 33%. 
Adail Ferre!­ 
ra continua firme, é 
candidato a candidato 
a prefe1 to de Bela - 
Vista, assim CCtllO o 
engenheiro Ricardo - 
Rosa. 
/!a eleição 
para a EXECUl'NA - 
do partido, ta:r.be::l - 
tudo transcorreu na 
mais perfeita onin. 
Seqas t1ão Zacarias - 
Filho, o popular 
"ego Zacarias" é o 
novo presidente do D! 
retório Mntc!pal, o 
seu VIce é da'I Fer­ 
reira: Secretar!o SI­ 
dney Mascarenhas o De 
legado á Corver;ão - 
H:+ac1o H. D 
Desde inic1o, ebc, . 
t!o Zacarias trabalh 
Ihou no sentido de - 
vencer as elefçes, 
mas não d[xar espaço 
para que b-urgi ssem 
rachas ou dsencon­ 
trcs. 
Eh Bela Vista 
o PNDB está tranquilo, 
sereno, fim-e e parte 
agora em busca de 
alternativas para de­ 
scnvolver u-na políti­ 
ca azn0ssiva, ras - 
leal, visando, as - 
eleiçes de novembro. 
~ 
PFL REINE-SE E ESTA 
pronto para a campanha 
Alguns Üéeres do PFL reuniram-se quarta­ 
feira a noite, na residência do empresário Rubéns 
!)r- .rigues, cem a presença do Dep. Ar! RIgo e de - 
uiz Carlos Nazareth, superintendente Regional - 
do Banco d o Brasil, quando debaterem vários as 	- 
suntos de interesse do partido, sobretudo as ele 
ções de novel!'bro. Ari Rigo falou a respe1 to da si 
tuação do partido no Estarlo e das possibilidadeS: 
de .vit:Ória em 15 de novembro, quando serão reali­ 
zadas as eleições para prefeito 11"...micipal !'los ·mu­ 
nicipios descaracterlzaàos como de interesse da - . 
Segurança Nacional e nas capitais. O dep. disse - 
que"aqui e.'"!! Bela Vista, cano nas d e m ai	s cidades - 
da Fronteira, o PFL está co~ciente de sua força, 
vejo lideres de destaque, o Dillon, Caehito, Fer­ 
nando, Claudionor, Ivan, enfim, nosso partido es­ 
tá ben representado e temos una mensagemn a levar­ 
ao' pbvo". Quanto a coligações, Rigo disse que o - 
partido está aberto ao entendimento, "poderá acei 
tar coligações desde que não seja ccm o Partido 
Comunista". A reunião contou coo: a presen;a de de 
zeras de pessoas, rrais una 	ve	z o nane de Af	ons	o- - 
Dillon mereceu por parte dos pefel!stas irrest:ri 
to 1o / ser o candidato a Pref. ~:.Jn1ci al.

.+LA 1° A-M. 
'I • 
~ 
SERRASUL MOVEIS APRESENTA 
C0MEN'T ANDO 
ROTAHY O Jantar festivo realizado no dia­ 
;; pP-~o Gr('rnio teve como ponto culmlnnnLc 
pqsse do Presidente do Rotary, Cássio 
Jcc1ol 1 para o biênio 85/. bém o in- 
gresso de novos companheiro •. 
( 2) 
7  
l <' 
(3) 
(4) 
( 8) 
6 
(10) 
F O T O S 
1- Presidente do Rotary Clube de Bela Vis· 
ta cássio Accioli. 
2- Ex-Presidente da Casa da Amizade Sra: • 
Hepfer colocando o distintivo no novo so • 
cio Sr. Haroldo Cavalheiro 
3- Chefe da Receita Federal Sr. Lorett! € 
possando o Sr. Nélio DiÓrio. 
4- Casais Azaléa e Cachito, Gão e Tat!. 
5- Dr. Cachi to em bonito pronunciar.:ento e~ 
noite de Gala do Rotary. . 
6- Casais Abdalinha e Durvalina, Dillor. 
0 
t 1 
1 
1 
Dorinha. 
7-Dr. Fernando fazendo discurso de trans:= 
rência de cargo. 
8- Estela, Maruce, Casal Haroldo e Arr:ar:::~ 
9- Presidente do Sindicato Rural Edson !­ 
raes empossando seu filho Edinho. 
10- Sra. Dalva Accioli, a nova Presidente· 
da Casa da Amizade em seu discurso de po­ 
se. 
----------------------------------------- 
± 33338+33 $ % ·5%<3 <% ° 
* -:.: 
± 
3 LEIA NA ÚLTIMA PÁGINA, CVENTAI 
jPOR NANCY, COM VÁRIOS FLAGRANTES DO BAILE 
!DE REABERTURA DO CLUBE BELAVISTENSE; 
fr _ E AI DA DIVERSOS COMENTÀRJOS, Dl- 
;cAS, INFORMAÇÕES, etc .... 
3 3+ 3/+ 3+ : é;3E838E:4« 
• 
a. 	- 7ii7i7i - 
SUA RESrDENCIA OU ESCRITÓRIO MERECE Qllil.;lDADE ACIMA DE TIJOO. *ARTE, *REQUIITTE e * BCM GJSTO : ,,~ft~10S 
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Vis- 
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Mo· 
.ente· 
poS· 
.r ! J J· .. 1 , '.,/ li/, 
,I A,Ao: IEDFO 
1FIA. 
quena difernça: Lá 
t.i·.l,Í :.1 ll<lo f'flrHJC<i r- 
r,:u normnlr<1c11L<', O 
pMDD, na rc!ão, está 
forL<·, unido <' acuon­ 
r.r.. E o Ernando Mar- 
1 ln~ Dnrboan ~ o novo 
prrRldr.nto do D1retb~ 
rio do PMllD. 
i ,, ; . , • 1 l , 
•1,, l-l'fl; !.!: · li[ 
- rn pr ; ! Í ,1,-, - 
mi ARA!'K!A par a 
o·, pr<>.l.:no·, rll:, .. 
De.de o Iníclo 
for· , u nor,,, rh - 
Afonso Dilon partu 
cnnrlio·tnr- ,. iJ ... 
Prr, f'nJ o Muni e lr,,ll. 
Vlurei com 
o bal ll' rr·a1 iznrlo 
.A 
Existe .sempre 
CIJAL 
VEI RO, 
·CIJAL·CIA 

. RUA,-,:1- 
• 
noseu 
caminho. 
PARATI, GOL, SANTANA, 
KdM B 1. 
MAIOi:::- 571 
-- - - - - -- 
DE 
VOYAGE, 
CARRO 
JARDINENS·E 
t.'l 1 1 f V 
ri tro - 
r:.•Ji o ,,,,µ, c-1,d 
para a presença - 
,,m B,.la Vi~ a do 
110:,.,0 ;,,.,J r;o l,IJl/, 
CAhJ.OS liAZAf!E'I', 
Sup,.:•int cn<ll nL• - 
FUSC 
' ·o KM - A SUA 
--• l ; 
D_E ,AUTOMOVEIS 
('/ '";. f, , 
o x--p! 
f i. r) •n ; ±LA '/ ! .• 
Tt,. t LY iJE A,'f,'JjJ 
BARBOSA, confir­ 
ou: é candidato 
<-1 f refeito na 
próximas ele!és 
0 GC:U Vi C
1! ,' O 
ESPERA. 
LTDA 
r ;:: u. 
AUTCRLZADO. ,· VOLKSW. GEM 
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DAR UDO DE SI, 
: 11 ! , l , 11MJ, 
+ME.OS E T0 
! SUAS PRÓPRIAS 
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CGC 1-11· . 
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BELA '!STA ~l.TO GROSSO 00 SJl 
3. 
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DIA- 
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FUNDADO 
20/02/19'/2 
Registro no 
Cartbrio de Titu­ 
las e Documentos 
n2 35 Redação e 
Administração, e 
Departamento Co- 
• ~1 • Rua da 
- AS - 
/'.e: ( Ot. /)439-14- 
10. 
ASSINATURAS 
Bela Vista $55.0 
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COMPIBIDIT AR N D 7 DE 20 
DE NOVEMBRO DE 1.€31, 
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1 
1 
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ELA!E:TARE.S" 
A Funcionar1a: LUIZA - 
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relativos ao pcriodo 
de 84/85, a partir de 
12.06.85 á 11.07.85. 
(Port.N9 0183/85, de 
11.06.85) 
Ao Funcionário: SEVER! 
NO BRUNEL, rclntlvos - 
ao per{ado de 4/8., a 
partir de 13.06. 4 
12.07.85. (Por'. !e - 
018'i/ó5, d~ 1/4.0G.BS) 
Ao Functorário: HERMES 
GOi !ÇAL VES, relaivos 
ao período de 84/85, a 
partir de 13.06.85 á 
12.06.85 á 12.07.85. 
(Por . 1 0185/85, de 
14.06.85) 
Ao F'Uncionó.rio:JAIR - 
oo•· SAlfI'OS, n ... lntivos 
a período e 84/85, a 
partir de 1.06.,8, á 
17.01.65. (r'.: 
0186/85, ds 18.06.65) 
A o Funcionário: JACI! 
TO GAAF5A, relativos 
no pcrÍod0 dn 3'1/8'->, .i 
partir do:: k.'J6,cS Í.l 
17.0/.BS (Port.tP oirr7/ 
85, de 18.06.EJ). 
AO Funcion3.rlO n:i-cIO 
GO! :ZALES , rel D. vos ao 
período de 84/r', 
.. - . -- 
INDICAPOR - PROFISSIONAL 
A ri v o c J c f A~ '" • • , ' 
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.CJC oa6.474 .. 381-00 - OAB/M..'> 2809 • 
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0188/85, de 8.06.85) 
Ao Funcionário:ADÃO - 
HDn!-,:?-fClf.;0, t>. l:, lv,,:.; 
ao perlodo de 64/85 - 
a partir de 01.07 ,íl'-i 
a 30.0'l.G',. (Port. N? 
01B8!1/85, 0e 28,06.8) 
Ao Funcionar!o:AR5EI!O 
LUREIRO, relativos - 
o.o p•frlodo de 83/84, a 
partir de 01.07 .85 á 
30.07.85. (Por· ,N2 
0190/85, de 28.06.85) 
Ao Funcloné:río:VAUliíl 
CARDOSO DA SILVA, re­ 
lativos ao periodo de 
84/85, o p.:,.r-tir de - 
02.07.85 á 31.07.85. 
(Port. N2 0192/85, de 
02.07.85) 
Ao Funcionário: AMADIO 
SATURNINO QUINTANA RO 
DRIGUES, relativos a; 
período de 84/85, a 
partir áe 02.07.85 á 
31.07.85.(Port.N2 
0193/85, de 02.07.85) 
Ao Funcionário:ANTONIO 
MÀRIO FELIPE DOS SANl'OS 
relativos ao periodo - 
de 841/85, a partir de 
02,07.85 á 31.07.85. 
(Port. N 0194/85, de 
02.07.85) 
Ao Funcionário:RAMÃO 
OONCEIÇÃO AI11IRON, re­ 
lati vos ao período de 
84/85, a partir de - 
o1.07.85 á 31.07.85 - 
(Port.N~ 0195/85 de 
02.07.85) 
Ao Funcionário:CÂNDIO 
R0.'1ERO CUEVAS, relati­ 
vos ao per-iodo de 84/ 
85, a partir de 02.07 
85; (Port. N 0196/85 
de 02.07.85) 
Ao Funcionário:EMIDIO 
lEON, relativos ao·­ 
período de 84/85, a - 
partir de 02.07.85 á 
21.07.85. (Port. N2 • 
0197/85, de 02.07.85) 
Ao Funcionário:JOCI - 
DA CRUZ LIMA, relati­ 
vos ao período 83/84, 
a partir de 02.07.85 
á 31.07.85 (Port. Nº- 
0198/85, de 02.07.85) 
A Funcionária: EVA - 
F1..0RENTINO FERNA.f>IDES, 
relativos ao pe.riodo 
• de 83/84, a partir de 
03.07.85 á 01.08.85. 
(Port.0199/85) 
Ao Funcionário :CI..EMENI'E 
MARCOS LOPES BARBOSA, 
relativos ao_periodo de 
84/25, partir 
(lJ.0/.f,' i,01.r.,, 
(Fert.N 000/8s d . 
o·u:.1., ,) 
Ao Funcioár1o:L 
CLEIR TORRES, me! + 
• 	ii j 
vos ao periodo de 
84/8, prtlr d . 
04,07.8 á 02.08.8. 
(Por'.N 02OI/e, 4 
03.07.85) 
O RAMO ALAÀ, pra 
e xercer a função de 
tr:,..b;,.lh::.v-lor ílr,,çnl, . 
na Secretria de VI. 
;ão, Obras e ServIças 
UrbunoG, i1 pnr lr 
de 13.05.8', (Prol, 
112 0171/8$, de ?.O, 
_ 05.85) 
o MAílCOS n IDE mo' - 
para exercer a fur.­ 
ção de 'I'rubalhador 
Braçal, na SecrctiÍ­ 
rla de Viação, O­ 
bras e Serviços Ur­ 
banos, a partir de 
13.05.85 (Prot.J/9 
0172/85, de 20.05.- 
85). 
O RONALDO GIMEIIES, 
para exercer a fun­ 
ção de Trabalhador 
Braçal, na Secreta­ 
ria de Viação, 
Obras e Serviços - 
Urbanos, a partir 
de 13.05.85 •. (Prot. ' 
N? 0713/85, de - 
20.05.85) 
O MONCLAR ROSA - 
CORREA FILHO. para - 
exercer a função de 
Recenciador, na Se­ 
cretária de Adm!­ 
niStraçâo, a partir 
de· 06.o5·.a5 (Prot. 
N.2 0714/.85, de 20, 
05.85) 
O AROLDO Mot-lTEIRO 
DE AL!1EIDA, para - 
exercer a função - 
de Recenciador, na 
Secretaria de Adr.li­ 
nistração, a partir 
de 13.05.85.(Prot. 
N2 0175/85, de 
20.05.85) 
O ALADY DOS SANTOS 
para exercer a fun­ 
ção de Motorista de 
Carros Leves, na - 
Secretaria de 
SaÚàe, a partir de 
01:06.85 (Prot. 1? 
0180/85, de 04.06. 
85). 
CONTINUA •• • 
AUTO POSTO 
*º GASOLINA 
"", O SEU PON_TO : • DE 
- ·', 
. , 
DIESEL 
CARACDL 
llORR,Cll,R IA 
; 
TROCA DE OL[O ••• 
PARADA OBRIGATÕRIO ~J RODOVI  J · , , rRDHI , PORTO ~lllRT I :s;HO .... 
VIA.IEM SERÁ MAIS TRANOUIL.A""""

ma, 
'•t !. 
de 
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20. 
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Or 
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Ur-­ 
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• 05.- 
s, 
fun­ 
r 
a- 
t. 
de 
Se­ 
l­ 
·tir 
U'A« IH;A: !EiI 
A MU!ICIKL DE 1L.- 
1.f, r:-;·1 / 
1J JVO SOflfllf.11/, pnra 
exercer funçáo de 
z]dor, no Centro - 
Conuni LÓrl o, a partir 
dr ol.OG,05,(Prot. H~ 
0181/85 de 04,06.8!.>) 
DEMITJíl FUNC[ONÃnros 
o fllncionÓrio: ·JOSJ'.: 
hRONILDO ESPJNDOLA, 
por rliopcnna nem ,jun­ 
ta cnuun em, 2.05. 05 
(Prot.N 0176/85, do 
23.0!.>.05) 
o funoionÓrio: DIONI­ 
SJ0 HODH IGUES PEHEinA 
por pedi do de • di spcn. 
:.;aem,03,06.85. - 
(Prot. N 0179/85, de 
04.06.85) 
DESIGNAR FUNCIONÀRIOS 
o funcionário: ROGE - 
RIO ESCOBAR, para 
exercer a função de 
zelador, no Centro 
Comunitário, a partir 
de 11.05,85 (Prot.N2 
b177/85, de 23,05.85) 
O funcionário: CRES - 
cfNCIO FERNANDES, para 
exercer a função de - 
Fiscal, na Secretaria 
de Fazenda, a partir 
de 04.06.85 (Prot, N 
0182/85, de 04 .06.85) 
A funcionária: ESTER 
LINA GONZALES GARCIA, 
para exercer a função 
de Chefe de Tri.buta - 
ção, no periodco de 
30 ( trinta) dia1s a 
partir de 0107.85 a 
+0,07.».(Pro..ii 
0191/0,, de 2,00. 
/l ') ) 
i a te4 t i 
it e ns»e 
OHAÇ7íO AO DIVJ!IO f S­ 
IU1'0 SNTi'O 
DE 
E,,p! rito :;,m o 
voce que me esclarece 
Ludo que Ilumina to - 
do::i o:J c,,minhos para 
qun cu aLlnJa o meu 
Ideal voce que me cb. 
o donl divino de per­ 
doar e CGqucccr o mnl 
que me fazem e que to­ 
dos o3 instantes de - 
minha, vida está com.1'­ 
go, quero neste curto 
diálogo agradecet'-lhc 
por tudo e confirmar 
mal s una vez que eu 
nunca quero me sepa­ 
rar de voce por maior 
que seja a ilusão ma­ 
terial, não será o m1- 
n1mo de vontade que . 
sinto de un dia estar 
can voce e todos os 
meus irmãos na Gloria 
Perpétua. 
Obrigado mais 
una vez ( a pessoa de­ 
verá fazer esta ora­ 
ção 3 dias seguidos 
sem fazer pedido. 
Dentro de 3 dias será 
alcançada a graça 
por maior dificil que 
seja) ~licar assim 
que receber a graça. 
A.F.G. 
.................... 
CÂMIRI É NO ÍCII 
Autor- Comissão de 
L·Ilação, Juso!ça 
E Redação Final 
PAHF:CT::H !/R 00'1/BS 
A Comlscão - 
de Lcgislaçno, Jus­ 
tiça e Redução F1 - 
nul, da câmnra Munl_ 
cipal de Belu Viuta 
Estado de Mato Gros 
so do Sul, reuniu- 
se na sala das 
SessÕeG e usando de 
suas atribuiçÕeG - 
que lhes concedem 
as leis; máxima, - 
Estadual, Municipal 
e Regimento Interno 
examinando atenta - 
mente o Projeto de 
Lei NR002/85 de 
autoria· do Vereador 
Claudionor Rodri - 
gues- Dispõe sobre 
a fixação dos ven­ 
cimentos dos Pro - 
fessores Normalistas 
da Rede Municipal - 
de Ensino; 
A Comissão­ 
de Legislação, 
apos estudo indivi­ 
dual de seus mem - 
bros sobre a máte­ 
ria em parecer, - 
onde submeteu-se á 
aprovação, chegando 
se a seguinte con­ 
clusão: que o Pro­ 
jeto de Lei Acima 
especificado, e: 
, ...... 
,_ 
. ' 
.. :, ,( 
$°- 9 
.· ;;,_;- ....... 
e 
« 	« 
s • si 
,~ .. . .... ·e .. ' - 
• fs } ' 3 i 
. ~,..... . . '. 
t, 
%.° 
.e 
±r t - 
p , - 
141º EXPOBEL 
DE 20 À 28 DE JUI}IO 
• A MAIOR A!OSTRA AGROPECUÁRIA E INDUSTRIAL DE MATO - 
GROSSO 00 SUL. 	• • 
• GR.A.1-.'DES ATRAÇi)F.<i - OS MELHORES INDICES DE mlERCIA- 
LIZAO. 	• 
* PARA QUEM PROCURA O MEU!OR : EXroBEL. OS ~!EU-ORES - 
PLANTEIS DA REGIÃO. MUSICA. ALEGRIA, celll:RCIO, ATl_lA 
çôES, PENCAS, RODEIO, LAÇADAS. , • 
ZO À 28 • DE JUU-IO - 14° EXPOBEL 
·,. Cf,tr.:n•.t,t;;(,;/l, 
b. LEGAL 
C. JURÍDICO 
:L!-i Cvl.CO:H,t,r:­ 
CIA Gli/ 1ATrCAL 
A G:o·~ l ncõ.o­ 
op lnn favoravcl - 
. - 
men e a nprcvaçno 
do referido Proje­ 
to de Lei 1'0 Püutn. 
Autor - Ccmissõ.o - 
de Leg1lação, Jus 
tiça e Redação Fi­ 
nal 
PARECER NI 008/6' 
A Comissi:i.., 
de Legislação, Ju ; 
tiça e Redação Fi­ 
nal, da câmara Mu­ 
nicipal de Bela 
Vista, Estado de - 
Mato Grosso do Sul 
reuniu-se na sala 
das Sessões e usan 
do de suas atribut 
çÕes que lhes con­ 
cedem as leis; Má­ 
xima, Estadual, Mu­ 
nicipal é Regimento 
Interno, e exami­ 
nando atentamente· 
o Projeto de Lei ne 
003/85 do Executivo 
Municipal - Dá 
isenção de pagamen­ 
to da contribuição 
de melhoria, refe­ 
rente á pavimenta­ 
ção asfáltica, do 
Clube Esportivo - 
, - 
a aprova;ao, cte- 
ando-se a e , t n­ 
te conclusão: ae 
o Proje o rJr, . 1 - 
acima e.pecif. ado 
: a- COSTITU! 'IO­ 
JUL b -LEGAL; 
JIJfiIDICO; 1 - Êrí 
concordncia t a- 
natical 
A Cor>! ao 
opina favrav men 
te a apr;.;v,ça do 
rcfer1r1o 1 'of o 
d Ln• e: j.- 'lU 
n ·_:, :;• opcr do '11 
• tor - c ir 
de Legisluci 
Justiça e «ed ao 
Final 
PARECER IP 00! '85 
A Cc-,is. o 
de Legislação. Jus 
tiça e Redaçã0 Fi­ 
nal, da cimara Mu­ 
nicipal àe Bela 
Vista, Estado de 
Mato Grosso do Sul 
reuniu-se na sala 
das Sessões e ,san 
do de suas at1.bui- 
* PJRQllE DE EXPOSICOES RIO JPA - llEtA VISTA -MS 
• PRO1OCO: SINDICATO RURAL DE BE!./ '!STA - All'll!ISlR­ 
CIO EDSON MEDElMS DE MORAES: 
• OS MELIIORES REPRl'1DITTORES -H.TRIZES - ~'ELO­ 
RE - HiO!O E FEEA (PO- rol) 
• PREPARE-SE PARA LI'! LEILÃO QUE MARCAR ÉPOCA E NOSSA­ 
REGlÃ0 . 
* PARTIClPA('ÃO OOS MAIORES CRIJOORES 00 ESTJ 0. 
.._, PARA ESTE LEILÃO INAUGURAL APRESENTADOS ANIMAIS 
rTE. 	• 
• DIA 21 DE JHUD - roR OCASIAO DA RFALIZAÇÃO DA 14
9 
EPOBEL. 	- 
- -•- -- 	a 
---------- 
quer na' . za IS 
ás microempresas 
min!cipais e dá o 
tras provi lereis, 
A Comissão de Le - 
isla;ão, após es­ 
ludo 1n1ividunl ti, 
seus membros sobr 
a matér!a em pare­ 
cer, orue submpe"eu 
se aprova;ao, - 
cheando-se a se­ 
uinte conclusao: 
que o Projeto de - 
Lei acir~ especi­ 
ficado, ';a- Cons­ 
t!tucional-b-Legal 
e- Juri <! ico-d- ' 
m c.ar rdància - 
Grar.-.,_ •. ;;.l- A Co­ 
rr.i i;sâo, ,,pina fa­ 
voravelnente a - 
aprovação do refe­ 
rido Projeto de - 
Lei ~m pauta, não 
se opondo em sua 
redação. 
AIJl'OR=tr.ESA DA CÂMARA 
DispÕe sobre a Suple­ 
mentação de Verba ao 
plano de aplicação do 
exercício de 1.985 
O Presidente da 
câ:nara Municipal de Bg 
la Vista-Estado de Ma­ 
to Grosso do Sul , usan 
do de suas atributçGes 
legais, prarulga a se­ 
guin te RESOWÇÃO. 
Art.12-Têrmos da Lei 
Municipal n2750/84, f1 
ca aberto um credito - 
suplementar no valor - 
de $2.000.000 (Dois mi 
lhÕCs de Cruzeiros), a 
ser consignado na sé - 
gi.linte Dotação Orça - 
mentária:1.1.ol-LEGIS­ 
I.ATIVO- 01.01 -PRCCES­ 
SO LEGISlATIVO-Ol.01.- 
001- AÇÃO lEGISlATIVA 
3.120-MATERIAL DE CON- 
Str•:O S 2. 000. 000 
TO'PAL S 2.000.000 
Art. 22-Para cobertura 
do presente credito 
suplementar, foi cance 
lada a importância de­ 
$ 2.000.000(Dois m1 .­ 
lhes de cruzeiros), - 
na seguinte dotação - 
orça.'!lent.fi.ia:1.1.01-1.E 
GISI.ATreO-Ol.01-PROCES 
SO IEGISLATIVO-Ol.01.-: 
001- ÀÇÃO LEGIS!A'ITVA 
4. llO-Obras e Instala- 
·ÇÕes $ 2.000.000 
Total $ 2.000.000 
Ar.3° - A presente Re 
solução ent:-ará em vig 
gor na data de sua pu 
blicaç!o, revogadas as 
disposições e ccntrá - 
rio. 
Antonio S.Xavier 
• l;'residen,;e

M•IDI) QUER COLlCJÇÃO 
As divergências - 
entre PFL/PDB ainda não 
chegou n Ueln V1uta, aqui 
a aliança Democratica es­ 
tá f!nric. LÍdcres pecme­ 
debistno procuraram ou­ 
tros lÍdcrcs do PFL e - 
flzcrnm a proposta: coli­ 
gação cm Novembro, o Úni­ 
co problema é que o PFL - 
sÓ o.coita esta col:lgação 
sendo cabeça. Evid•~ntc - 
mente o PMDB não concon­ 
da. Ca isto fica descan­ 
tada, ,a possib111drnle de 
coligação. SÓ se o PMDB 
aceitar as regras do PFL. 
Bn política tudo é possi­ 
vcl. 
VITORIA 
O nosso ir uonnante 
no Diretório do l 'MDB dis­ 
se que Adail Fer: reira con­ 
seguiu uma brilhante vi­ 
tória. Disse tarr bem que - 
Ada11 e Gão podE ,rão indi­ 
car o candidato do parti­ 
do a Prefeito ~hmicipal. 
t 
ELY 
Tranquil .o, sempre 
éan um sorriso nos lábios, 
o ex- Prefeito de Bela - 
Vista Ely de A aujo Bar­ 
bosa marcou pl"esença no 
baile de rea nberura do - 
ClUbe Belavi stense. Prá 
quem não sab e, Ely é o 
único candidato do PDS, 
na fronteira,, can amplas 
chances de vitória. 
AVISO DA CHEFIA 
Tod s os departa.­ 
mentggsist dal e ds 
demais da Ri ede receberam 
uma circula: r: 
- A partir do dia 
20 de julho só serão pu­ 
blicadas as matérias 
A PEDIDO ap Ós o crivo 
do Depto Cc mercial. Fácil 
·de entender•: matériás pa­ 
gas, 
Cor condanos ple­ 
nainente, te >dos. gostam. de 
PROMOÇÃO, n ias ás vezes, - . 
esquecem-SE i de que o jot'- J 
nal vende tsua mercadoria: 
ESPAÇO, ai':lnal papel, 
tintas, fi:lmes, funcioná­ 
rios, etc, CUSTAM DINHEIRO. 
• COliVJ.Jr. 
E un verenalor 
bolovlute:n:;c, do l-'i'·íDü 
foi convidado a mudar 
de partido. Seundo 
inforraçes, essa - 
posslb1lidndc existe, 
tudo é questão de tem­ 
po. 
cola de 
pessoas, tordas bem s 
clareciaas, o comenta­ 
rio : 
- Se não houve 
coligação, será certa 
a vitória de Ely de - 
Alraujo Barbosa. 
Mas, outro co­ 
mentário: os votos do 
PFL e PDS se confun­ 
demn; nesse caso ganha 
o PMDB. 
Enfim, na vc I'­ 
dade, o fiel na balan­ 
ça é o ex- prefeito - 
Ely. Dizem que não - 
é bicho papão, mas 
que assusta, assusta, 
QUAL O CANDIDATO DA - 
TRIBUNA? 
E o moço per­ 
gun tou, mui to na SUI'­ 
dina: 
- Escuta, qual 
seria o candidato da 
TRIBUNA DA ffiONTEIRA? 
A resposta do 
"Chefe" 
-Pensamos aci­ 
ma de tudo em Bela - 
Vista, vamos aguardar 
a apresentação dos 
candidatos e aí então 
nos manifestareioos. - 
Isso nãci quer dizer - 
que os demais candida­ 
tos não terão espaço 
no jornal. Tudo será­ 
de acordo cem a Legis­ 
lação Eleitoral. En - . 
tendeu? 
REUNIÃO DO PFL 
Foi quarta-fel 
ra, na residência do 
empresario Rubens Ro­ 
drigues, can a presen­ 
ça do Deputado Ari Ri­ 
go e do senhor Luiz - 
Carlos Nazaret, a reu- 
üão do Partido da - 
Frente Liberal. 
DEBATES 
Fora debati­ 
dos vários assuntos,­ 
evidentemente que a - 
ca'llpanha eleitoral me­ 
receu prioridade. Con­ 
firma a candidatu­ 
ra de Afonso Dilon - 
l\Jnes Leite, não foi 
nesta ocasião defini­ 
da a candidatura· do - 
Vice. 
QUADRO 
Ari Rigo falou a 
1 - 
r.peito da ·tul - 
situação do part1d0 
ro Estado e !i€ou ta­ 
tL3fel'o com o cres- 
cimento do PFL em 
nos::a cicJade, 
PRESE: 
Entre outros 
destacanos as pre - 
senças de Gar,1.baldi 
da Rosa; Leandro Aci 
li; cássio Acioli; - 
Claudionor Rodrigues; 
Alvaro Pereira; 
Idelfonso Loureiro; 
Miguel Delvalle, De­ 
quinho Vasconcelos; 
Carlos Alberto Oca­ 
riz; Fernando de 
Frei tas • E1' AS • Ha - 
r; lo. 
iT it !":..: 
Nazaret: r +:-o; 
Afonso Dillon !':unes 
Leite. 
TRIBUNA DA FRONTEI 
RA, O ALVORECER DE 
UM NOVO TEMPO. 
UERADE 
Mais una vez 
tc>dos se manifesta- 
z:7#%7° 
PFL está ganhando o 
que o deputado Saulo 
Queiróz chama de - 
"espírito de corpo". 
.Patente a preocupa­ 
ção dp partido em 
levar até o eleitor 
una mensagem de ré 
e de trabalho. Mui­ 
to boa a reunião, a 
TF esteve represen­ 
tada através do re­ 
portar João Carlos 
e do redator rvaicto 
A par ir de 
gosto a Rede auen­ 
tara a irgem de to­ 
do::; o:, jomél.1!1, serão 
distribuída l.500 - 
Tribunas em Bela VIs 
ta. Haverá distrlbui­ 
ç«o nos bairros, es­ 
colas rurais, e te . E 
a carpanha de expan- 
coNvEgrçio 
Em Carpo Gran­ 
de o PVDB deu um 
exemplo de como não 
deve ser organizada 
una convenção. Mui­ 
tas irregularidades,• 
confusÔes, criticas, 
enfim, deu tudo erra­ 
do. Venceu a Chapa - 
de Harry Amorim. O - 
resultado final acu­ 
sou: 20 nar,es para 
Harry; 15 para Jua- • 
rez e 9 para Valter 
Pereira, isto para a 
formação do Diretó­ 
rio. 
WILSON 
O GOVERNADOR 
WILSON BARBOSA MAR­ 
TINS sentiu-se en - 
vonzonhado com a - 
«4 
1 
• 
i 
~- 
' 
° - 
3 
f 
INFORMANDO 
t 
J__ COIEN,TANIK 
pé tstma oranlzaç;ão. 
E não é para menos, - 
o prprio Governador 
ve que colocar o seu 
voto em una cesta de 
lixo, o que é pior, 
o teu nure nem cons­ 
ava na lista de ele!- s 
tores. Falhas mal, 
fnlhns. 
E NÃO FOI 
EXD:PLO 
Em Bela Vis- 
ta tudo transcorreu 
normal.rrente, foi u 
espetáculo de civis­ 
mo, ordem e respeito. 
Isto é POUTICA. As 
duas Chapas: Adail e 
Sebastião •. Zacarias Fi­ 
lho, deram una demons­ 
tração de SERIEDADE e 
RESPEITO. Isto é de­ 
mocracia. 
'v!AIA 
·--·- - -'-• 
E nno fo_i cÓ 
cm Cnmpo Cr:::nde que 
ocorrer= irregulari­ 
dades, cm Recife, no 
interior do Paraná e 
no Rio de Jarneiro, a 
barra pesou. Segundo 
os "entendidos", po­ 
derá haver racha no 
partido, can os des­ 
contentes rrudando de 
sigla. Não acreditemos '(. 
nisto, a ·unidade será 
mantida. 
A Chapa te eb 
tio Filho venceu c, 
67% dos votos, tuna 
demonstração inequí­ 
voca de que o povo 
quer mudanças, coa - 
lideranças jovens e 
atuantes. 
JARDIM 
Em Jardim - 
venceu a chapa PIRES 
., :~ r .soN- can ura pe- 
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111 • , 1  '1 1 1 •I ;1  1 111 ·, 
1 '• PI  i 11 
tl 1," 1 t,lo < 1.1 de sel 
jlll'IO I' Jlh/0 11 t p·•r: 
1 l' '-.IIJ'('J' IIJr. l ""l 11111 - 
Ul'<"Ot(• )'t'nt•r<J,n "i'" 11• 
<, 11,
1
0 ~oli .i hl11 .. 1 d,• 
renda bana. 
'>u I t'L!'lli 1 :i1:u•• 
1) •,< 11 J 11 . t O 1 ;t t • l , 1 
anelicul, maquiada.­ 
'"' 111111-•,l' 11111 1:1i~.,,1 d,· 
1111Jo L' pp,·ado,, l 11. - 
d i fu,· :1 d,1 lio:1 t l' rl':1 J­ 
ç:11.1 :,<•11s olhos hri - 
lli,11tl('S. su:1 hOl'll lÍ 
1o1id:t l' sc·11s dL'lllt'S ai 
1•ns e hL'III a l inhados. 
0 perfume discreto 
(Jlll' ('111:IIW'll d,• Sl'il n1r 
Pº, l'Olilh inna o O 
, r, ft /!t I J 1 
, I 1 ,1 j HJ 11 
j, ' ~ 1 ! l t 1 ' i 1 
1 
, 1 1 . 1 I 
li 1d, 1 .. 
i l 
1 , 11 l • l 1 1 11 11 , 1 • 1 1 1 
J J , r I l t 1, 1 d., 
1
, : 1 • 
j J.1 l' t ,/ 1 1 ~,, 11 
hJ.11 o• .ll·p Jd tnp.1 Jn .1 
q111 • l 1  1,1• 1 1 1 j>l 
t.11H•_1.11. ly ui 1 tt'i- 
.• 1 li l'I•) Í, 111:1 d 1 ., 11 ... 
te dl. hi 1 ,,. '; 'l'•l'­ 
l' 1 e  1  1 :1 1. i t' l :1 11<J 
pen 1 ll lll<I. ',1 1 11 t 1• 
1·:1-11i,, Ull,11'('1 d,· f,1 - 
lar alvo com rlacao a 
Sl'IIS <tlll ll"llll<lS (' svt 
o is t n n•1111d 1 ;1, to.·' 1 1 
. pl,1111):,-; ilS"',flf'l,IJ .11'1 {'l°I 
'11:1 11·c·11tv. lnd1<s dl' ;11" 
talos por screr consi­ 
derados i 111 i ,í1 <'is. 
as quis o des 
11 
1 l li ( 
t di 'ih ti 
 1( ? . 1 ' - 
( l J l ; l I ,j  1 
'' l li" l,
11 
1 li 
r ' 
t d , 
Cri. .r .'1•/i!i l u t) tt l i 
h1 • 
í,ll't'• 1 ,, 
!_, t, } .  ±e l « ' 
j, l:1,1, '- 1 Í J,,, 0- 
1; e)• n :tf• t
1 l l 'l, - 
(. 1 li• J ll' 11,, 1 ,(l Í! 1 
r !'residente lru!ent. 
l , Í l 1 ' ,. •l tl ' - 
via aquela hotte ih,a 
'• j I p·Í t ll .1 l d j ,,· l l l 1. ( 
tel ta'ér era Ih - 
1,•lh<> êOJ,lw, 1dP.n 1,1.,­ 
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SIT.-SI. l:'1 Sll C'-. IK)<;J'flt\iX1-SI 'O: 1:,)'! 1 1'.\() 
.,_\l - Tradição na arte de bem servi r· • l'.c'l:1 1·ista-'IS 
.11'11': 'il l(', ('tll I! (l:­ 
'H'i11'(I'(_ ~IIU1'.,: ('11lfll(f(I_ 
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Registro C:n::w- n~ 52.!>~
1:;/'lll S.I' .. - 'i<ato 11
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- l.f111 - /LS 
IC'<liçÕC'S <le terras. lcl'ant:tnC'ntos .-,1<last r:1is e fazendas, divisões de invernadas. Ratifica­ 
çãcr iunto ao 1:--;c:ru - SqTiço qual i fic:1do - rcspons:Ín•I t' t6rni1.o. 
E.."iCIÚ'fORJt): Ru:1 C:ui:ihií IRO - 1'011c (flh-l t:,!l-12SR 
RF.SJJ)l);CL: Ru:1 (',cner:11 O:=:óri0 12Rl - fone (nr,-) 1:;!l-lilS- 
Ili:!, ' 1 ST - l'In GROSSO 1O SUL. 
CANTINA 
.. 1r.1 ruw:n ll 111.f 1:1 .J!IRill"" 
.'IBIISIE ,C;l!l:\'l·I. 1  'li !Hll 1'I::, 
11 IU'GIn. l',C:,líllO PnOl·lSSIC1,I.. 
C\TI. l!l 't\.: PI ::-.Ili, F IJ:--;(110l. 
~ '11'. R. ('C'l C:u1is:io - L?.53-.Jar<lit"-''.~ 
RODISBE 
RODRIGUES 
DISTRIBUIDORA 
BEBIDAS 
DE 
LTDA. 
ISIHl:C Ili. 1~1:1lll.S r;l:I_IJ.<; E 'TISS C'O'I CDEIRS PR Fi:S-11-.. 
'"91 Hl:ln 11 '11 IJiClR. l~l.\]'(1 REI,() .\Tl(CTIC. C1 SK;li( - 
11 1.1 c;RJ "•. 
. ---- -- - - . . 	- ·.- -· 
ANTAR.CTICA 
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1~1Fll ~IEnt llll'IS 
N° I84- FONE - 25il-16l1 
J.Rl1l'1-'!:> 
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Cont. e 
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(2) 
e tando Por Nancy 
(3) 
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/, 
FOTOS 
1- Gerente do Banco do Brasil Orlando Marques, c 
filho Renato e sua esposa Taci, o casal no. oca - 
sláo camemoravam ani versá.rio àe ca.::;amento e fo - 
ram brindados cem una linda seleção. 
2- wiz Carlos Nazareth e Esposa Jandira que vle 
ram. especialmente para a Reabertura ào Belavi;: 
tense. 
3- Prefeito Ildefonso e Marly 
4- Também ccroo convidados Olímpio Cardinal e es­ 
posa Edna. 
5- Dr. Roberval , Olga e Abrâo Zacarias 
6- Ivaldo, cássio e Evilásio Miranda- RotJr·y 
7- Capitão Brasil, Mareia, Carmen e Cel. Ellery 
8- Dr. Ely, Aurea e Filha Arw Cl,.:,utlio 
9- A bonita Simone Accioli marcando presença no 
Belavistense: 
10--Cano convidados da festa do Rotary, o casal - 
TLbiriçá Loureiro e Olimpia. 
• ll-Casal Luiz Carlos Rahal e Maruce, ela que - 
foi bastante cu-rprlmentada pelo nat e até apa - 
gou velinhas apÓs o parabéns a voce, na festiva 
do Rotary. 
#4 t	8	~ 4e 
8 
NA PROXIl-1A SEMANA VOLTAREMOS CM MAIS 
JIKJVIDADES, DICAS , tNFORMAÇÔES E 'X!IDlI'ÁRIOS . 
.... 
**** 
#	+ 
$t	a	-«« 
ENGENHEIRO CIVIL 
RICARDO 
DE SOllZl ROSA 
CREA - 667 - D - INCRA - 76/83/CR 
16. 
PR(!ETOS DE. EXEOJC-J.O. SERVIr.ns TOl'O- 
r,MFICOS. - • 
DESE BRVENTOS. LOTEAMENTOS, FEDI 
ÇÃO I;JE FAZElTIAS. ErC .... 
REGULARIZACIO DE OBRAS. 
,WALIAr.OES 
ORCETOS 
ESCRI;:i',RIO : RllA ~t-R IO 'A. - 
DEN BOSH - 460 FONE 459-1366{067) 
BELA VISTA- MATO GROSSO IO 
)

.. 
' o 
à - 
fo - 
3 vle 
avis- 
! es- 
y 
. no 
I 
w ionsois 
SEG U N D O CID E R O 
/1 MELHOR MANE IRA DE ACREDITAR NUMA CIDADE 
E TRABALHAR EM PROL DE SEUS FILHOS. EM 
BENEFICIO DE SEU . íRESCIMENTO. 
HOJE QU/NDO A NOSS/ BEL/ VISTA COMEMORA 
O 67° ANIVERSARIO, NADA MAIS JUSTO QUE 
RENDER A NOSSA HOMENAGEM AOS PIONEIROS. 
FAZENDO DA TRADIÇÃO UMA FORMA DE PERPE 
TUAR os· NOSSOS VALORES. 
A ELETRO SON TINTAS. VIDROS. - 
MATERJAIS ELETRICOS CHEGOU 
PARA SERVIR. ESTE É O NOSSO 
PROPOSITO. PARA ISTO TRABA­ 
LHAMOS, 
PARABENIZAMOS O POVO 
BELAVISTENSE E OS EXPOSI­ 
TORES. ALMEJANDO SUCESSO 
EM NOSSA CIDADE. 
····PARABENS BELA VISTA"··· ». 
688$84}48$4$ /%/%4048#t84%8$% 
EELA' VISTA E CONGRATULA,ES AOS 0RGA 
MI ZAORES DA I4" FXPOEEL. MAD "AIS GRA- 
T l F l CANTE VER OUE OS SEUS FIL+OS. PRI- 
CESA DO APA. ENCONTRAM- SE EPEIHALOS EM 
CONSTRUIR O FUTURO COM 
FE, PAZ E MUITO TRA­ 
BALHO . 
OUTROS ANIVERSÁRIOS VI- 
RÃO E TEMOS A CERTEZA 
DE QUE ESTAMOS CRESCENDO 
JUNTOS, 
PARABENS POVO BELAVISTENSE 
PARABENS EXPOSITORES 
HORDONtS JOSÉ ALVES 
NESTA OPORTUNIDADE QUANDO BELA VISTA 
COMEMORA O SEU ANIVERSARIO. ENVIAMOS 
AO POVO BELAVISTENSE VOTOS DE MUITA 
FELICIDADE , 
AOS ORGANIZADORES E EXPOSITORES DA I4° 
EXPOBEL BONS NEGOCIOS E SUCESSO. 
AO POVO BELAVISTENSE QUE ESTE DIA SEJA 
PRENÜNC IO DE UM AMANHÃ PLENO DE RE~Ll ZAÇDES. 
"**CONVITE lHH! 
i3~~%~4 
A CASA DO FAZENDEIRO CONVIDA OS PECUARISTAS BELAVISTENSES 
A VISITAREM SUAS INSTALAÇÕES E COMPROVAREM A QUALIDADE E 
OS PREÇOS DE NOSSOS PRODUTOS. 
:::::PARABENS BELA VISTA::::: 
HOMENAGEAMOS HOJE TODOS AQUELES QUE 
EM TEi·1POS PASSADOS FIZERAM DE TUDO PARA 
0 PROGRESSO DE BELA VISTA. 
CUMPRIMENTAMOS OS HOHENS QUE LADO A LADO 
TRABALHAM QUEIMANDO ETAPAS DO ESENVOLVI­ 
MENTO, 
É O BRASIL COM A SABEDORIA DOS MAIS VELHOS 
E A PARTICIPAÇÃO DA JUVENTUDE QUE HAVERA DE 
dJNSTRUIR O SEU FUTURO DE GRANDEZA, 
::::JOVINO GODOY:::: 
d+~48ti 4 
CARACOL-tS

?P .. f : ri 
.. 
#0 
t4«#4##~pi4ti«6+#+4++~#i##0ti«#ti 
t0+0t##4»###4«é#44s4+#0#60###4 
NOSSA 
SAUDAÇÃO 
NAO PODER!Af"QS DEIXAR PASSAR EM BRANCAS NUVENS, 
ESTA DATA TAO Ir-'PORTANTE E SIGNIFICANTE PARA 
TODOS OS BELAVISTENSES. 
AOS QUE FORJtRAM A GRANDEZA DESTA TERRA 
COM SUOR DE SEUS ROSTOS, NOSSAS H0/1:NAGENS 
E A CERTEZA DE NOSSAS L8'BRANÇAS. 
AOS QUE DAO CONTINUIDADE AO TRABALHO INCESSANTE DE 
PRa--'OVl:R O PROGRESSO DE BELA VISTA E O BEM ESTAR 
E SUA GENTE, NOSSO INCONDICIONAL APO 10. 
""*PARABENS PRINCESA DO APA**" 
CONGRATULAf"Q-NOS COM OS PODERES P0BLICOS, AUTORIDADES 
LOCAIS, ILUSTRES VISITANTES E PARTICIPANTES DE MAIS 
UMA EXPOSIÇÃO. 
**""""PARABENS BELA VISTA"""""* 
..HERON OOS SANTOS •• 
**********************J MS 
. ARDIM- 
PAZ 
naten-a! 
. ,. 
n ,- •• 
~ 
@ 
• 
• 
FAI..8"0S COM ADMIRAçAO DESTA 
" 
" 	✓
s 
J$ 
(DITE QUE ENFRENTA TODO TIPO DE 
+, 
1 
" o 
" 
PROBLEMAS PMA TIRAR DA TERRA O 
3 
" • 
* 
AI..WfNTO NOSSO, QUE CADA DIA " 	.r 
" --' 
" 
" 
CONSUM!r'OS, POIS SEM FAVOR 
* 
• 
" .. 
ELES r-'ERECEM TODO 
t ' ·, 
NENHUM 
» .. 
 
m 
NOSSO RESPEITO. 	" " 
l l,,, ~ 1 
: 
• • 
$$4%444ti~ti44 # 440644444 
• E. 
Aqui plantamos: - • 
a semente : 
do progresso. 
"!") <s '!d' z7 
:::::::PARABENS BELA VISTA:::::: 
A PORTO í·luRTINHO -Vi$ 
* 
* 
* 
* 
00..E A BANDA SAIU, O PADRE REZOU PELO • 
EN! ESTAR DESTA TERRA, PELO PROGRESSO, - * 
PELA SAUE. PELA FELICIDADE, PELO Af'OR. . . • 
* 
MS NOS NÃO • QUEREH)S . QUE ESSE LIA DE 
,õLEGRIA ACABE NO FIM 00 DIA.,, • 
• DESE..W'OS QUE A ALEGRIA CONTINUE 
ANOS AFORA E 0E_0 PROGRESSO DE 
. . 
-BELA VISTA CONTINUE SHFRE 
CRESCENOO, , • , 
 
 
. PARABENS BELA VISTA 
POR ESTA DATA MAGNA .•. 
........................................................ 
.:PREFEITO JJSt VICENTE DE SANCTIS PIRES: 
•·••·········••·•·••··········· .. ······ .... 
QUANOO i'VIIS Ui'lA 'vf.Z, A CIDAOC SE PREPARA, CCM 
RENOVADA EH)ÇÃO, COM A FINALIDADE DE C0'
1EHJRAR 
lt1 AN I VERSAA IO DE SUA FUNDAÇÃO, QUERffOS PRESTAR 
lllA JJSTA H(l'ENAGEf·i A TOOOS AQUfilS QUE CO- 
l.AilOR.A8Al1 CONOSCO, NA i'iISSÃO DE _DIRIGIR 0- 
.YIRDINAO f·VTERIAIS PARA C0NSTRUÇAO 
NOSSAS HOENAGEIS AS AUTORIDADES E A 1OSSAS 
s.4UDAÇOES A ILUSTRE CO:·HTIVA GOVERNAf·ENTAL . 
JARDIM-IS 
.PARABENS POVO II BELA VISTA ...•. .................................................... 
JARDINÃO MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO LT~

I 
1 
.,!_.' 
1 ,·  1 1; 1 • 1 ' 11  ' ,,, ; !I f •  
BELI YISTI ONTEM E HOJE 
i:'iUJIJ E'-iT/11111,1, Ili; J ', - 
f. 2" Cl!/llJS f STI.I! Sll.1''. 
1W:-; : UI IIV WI IHI. IIH1 - 
CAI!- 8° ST'RI. OIU 
MO. 
111s1ó1c0 
(l, f.opc-7., l(lll' - 
ji havia tido papel prc 
ponderante no povoamento 
do vale do Paranaíba, cs 
mulh:aram-se por toda iã 
rcg i ,io su I do Eis ta elo de­ 
/,ht o (;rosso. ora fonmn­ 
oo 11Údcos regulares dC' 
aldeamento, ora apenas - 
fazendas isoladas,multi­ 
plicundo-sc desde os 
C1111pos ele Varndn, llri - 
lhnnto e llouráJos. en 
trandó pC'los chapaJões - 
do Ambai, até as cam - 
mnhas do Paraguai, indo 
finalmente um desses re­ 
bentos pioneiros insta - 
br-sc nas regiões h;i - 
nhndas pelo Jpa, ;ili for 
lmndo fazenda de ado. 
abri e I I.OJJC' z , - 
que proccdi:Í tlc llo:1 'is­ 
ta, entre Vncaria e o 
l!ri 11•:inte. era ccnro de 
ivitônio·r-onçalves lla'rho­ 
sa: dei xanclo o sogro <'Ili 
l.ba Vista, iniciou '·os - 
al iccrccs de "Passntem - 
ro",propricdadt' que, •. - 
tempos depois, cedia • a 
lgn:ício C'-onça lvcs B.,rbo­ 
sa; i nnão de Antônio, i - 
nidando a jornada nnno­ 
às regiões férteis ~o - 
/lpa, • : fim de a 1 i escc -. 
lhcr terra elo seu gosto- 
0', quc VCio a SUCC,Ôer TIO 
ri hei rão "~bn iol inho" ,u­ 
n uentc do Apa, onde 
fundou cst:óclccimcnto.­ 
nnis ou menos no ano 
1S-lh. 
fan companhia da 
família. cuidando de no­ 
vs fazendas, não esque­ 
cia 'de manter contato - 
rom Jtônio Barbosa, con 
servando sempre aberta - 
a estrnda que, segundo - 
J.1!. Elliot. SC!,!Uia '"até 
anorada de Grabicl Lonc: 
que é f!Cnro·clo Sr.JtÔ - 
nio B. situada para bai­ 
x da serra do H,racnjú 
sobre o rio Apa. não 
longe do forte arru.inndo 
cb S..io José". 
Dois anos dç- - 
(l:)ÍS de ter instnlndo a 
fuze1ida, cm 184S, Gabri­ 
el Lopez veio a falecer­ 
<lcixando à sua mulher - 
lbna <;enhorinha ~1aria <ln 
ronceiçüo, os cuidados - 
Jc rn.,ntcr a posse que e- 
1c íundara. 
Terpos depois­ 
lbna Senhorinha contrain 
rnípcias com José Fran 
cisco Lopez , i nnão de - 
G:ihricl, e que mais tar­ 
rle iria ter o papel de 
grande relcviinci:i Histó­ 
ric:1, quando assumiu o 
rompromisso de indicar - 
:is forças brasileiras, - 
então· cm luta com os e - 
:--firc1 tos invasores de So 
lano Lopez. o melhor ca­ 
minho para alcançar Nio­ 
aue, na r çt irada épica - 
de Laguna. · • . 
A invasão para­ 
uaia veio encontràr D.­ 
Senhorinha ã frente <ln - 
fazenda por r,abriel. cu­ 
ja posse havia resgistra 
cb "aos 11 de revcre iro- 
de 1856. de colo o 
() ll'/'lll:1!111110 fll)',. 
lcn 1in ,d.1 .1 - 
urra do Parai, o 
exemplo de Gabriel Lo­ 
pe: e de los6 Francis­ 
o foi seguido por 
1:irios Ollll'O~ Ç()fülli - 
adores, distinguindo­ 
se entre eles .José Le­ 
mc llugrc•. o pril,l('i l'O " 
se estabelecer, eruen 
do a primeira residên­ 
cia onde hoje se loca­ 
liza a cidade de Bela­ 
'i st a .. 
J partir de en 
t:io, prova,·clmt•ntc do: 
ano de l 8J.íl, t cvc i n i - 
c:i o o clesc-nvo l vi llll'll to­ 
<la povoaçiio, t·om :1 chc. 
ada de novos coloni - 
zatlorcs, todos eles - 
dedicados ao estabele­ 
cimento de fazendas de 
criaç;io t• ngricul tura­ 
dc subsistência. 
Escolheram, pa 
ra ccntrnl i:ar o novo­ 
nÍtclco. o topo <la J>C' - 
quena colina que mar - 
gc-ia o /pa, 11clo lado­ 
di rei to. 
Js correntes - 
imigratórias compostas 
principnlml'ntc de rio­ 
grandcnse do sul encar 
regaram-se'. postcrior=­ 
mcntc. de completar o 
povo:1mcnto de &la Vis· 
ta. 	-· 
Sohrc esse mo­ 
vimento imigratório; - 
Vi ri i l_'l o Corre a Fi 
·lho. comcnt,mdo o de - 
·senvolvimento da in - 
dústrin extrativa de - 
erva-mate do sul mato- • 
grosscnsê( declnr.1 que 
"entretanto, ,woluma - 
và-se a imigração es, - 
pont;ine:1. riograndé11 - 
se cm maioria de colo­ 
ni zaclorcs. a mui to dos 
quais a própria compa­ 
nhia (referia-se aqui-· 
o historia<lor. a r.om - 
panhia Mate Laraniei - 
ras que. por mui to 
tempo monopoli:ou a - 
i ndus tr i n cn·:1 tiva clc­ 
Ma to Grosso). faci 1 ita 
vn os primeiros tra - 
balhos pcnnitindo-lhcs 
cstacionarci11 dentro da 
ii rca !lrrcndad:L. 
Vinha pelo Pa­ 
raguai, por terra qua­ 
•se sempre escapando a 
perseguição elo casti - 
lhismo.que lhe não da­ 
va quarte 1. 
ílisncrsavam-sc 
pela fronteira. desde­ 
Bela 'ista a Ponta Po­ 
rã, penetrando a pouco 
o interior. como onda­ 
invasora". 
Em líl de Jhril 
ele l!l00, a Resolução - 
n° 255 criava n Paró - 
quia de Paz de Beln 
Vista. com os limi tcs­ 
do já existente distr.!._ 
to pol icial, estabele­ 
cido por volta de 1889 
O seu dcscnvol 
vunento não sofreu s.!f 
l ução • de continu idade 
. tanto ass,.m que o - 
é.ovemo do Estado, pe­ 
la Lei N° 502, de 5 de 
Outu!Jro de. 1908. cria­ 
va o municipio de Bela 
Vista, incorporando-o­ 
â Coman:a de Nioaque,­ 
com os m<;>smc, 1 imite - 
do nistrito de pn:. 
A mesma Lei 
N9 502 elcv, a povoa - 
çiio à cat<'g'oria de '.i - . 
la ond ti w tu - 
da a sed d t o mt 
eípio. [is anos depo­ 
is, outra fi vesta!aal 
de N? 519, de 2 de .Au­ 
lho de 1910. ri :i :i L' 1- 
1n., r.:.1 dl' llc 1 :i ' i "t:1 .:, - 
té ent.ao temo .Judicii- 
rio e Nioaque, qual- 
foi stalada cm de 
'tnco de Ill. nor for­ 
ca do Decreto N !77.,- 
diviso territorial­ 
<lc· Ell-1. o 'iunil'ípio JC' 
lk•la 'ht:1 ap:1n•çt' t"JJl'l- 
dnis distritos: o da - 
sede 1111111 ic inal e o de 
Caracol, criado pela - 
Lei N? 659, de 2n de - ATI: 
./unho <laq11c•lt· 11110, 
Foi elevada a 
cateporia 1k- ciJ:t,ll' c111 
Ih de .Julho de 1918,r0r 
força da Lei Estadual - 
'-9 77 ?.. Im 31 de Deem­ 
hro <lc 19.,-1, Bela 'is - 
ta apare-eia co111 o dis - 
trito de igual .topô11imo 
(sede municipal)e mais­ 
n iir' rnr:icol, assi111 ner 
ranecendo até a <li vi s:io 
1 c-ri·-i tor ia l de- 1056. 
quando foi criado o dis 
trito de- Porteira e in- 
corpor;ando ao 'unicipio CI.P'A: 
de Ilda l'i sta. C'ont i 
nuou com a situação i - 
naltera1i:> até 31 de - 
.Janeiro de 1940, quando 
foi extinto o distrito­ 
ele Porteira, anarcccndo 
entau. Bela 'ista com - 
o mesmo distrito . fi­ 
r.urantcs en1 '31 de flc - 
zcmhro de 1954. 
Em 1943, pelo - 
flccrcto - lei federal - 
n
9 5839. de 21 <lc Se - 
tc-1'lbro. pnssou a consti 
tuir nnmicipio do tcrrí 
tório federal de Ponta 
·Porã, C'ntrc mais seis - 
do Est:i<lo de ~~1to r.ros­ 
so. 
Segundo ao qun­ 
<lro anexo ao Decreto 
cstnclunl N
9 583 de 24 - 
de lezembro ele- 1<148 o 
municipio de Rela Vista 
.figura com trcs distri- 
tos: o da sede muni.ci - 
pal. o de C; ll'acol e o d­ 
.Jardim, este Último cri 
ado pc-la lei ;"l> 11!'1. de 
15 de Setembro de 1942- 
com território desmcrt - 
hrn<lo <lo distrito ele - 
Bela Vista. ~ atual <li 
visão tcrri torial e 'Es 
tado. ncrdcu o di.str1t-o 
de .fardim, que n..1ssou - 
a constituir municipio­ 
dc igu:il topônimo. fi - 
cnndo constituido dos - 
distritos da sede e de 
Caracol. 
Sede ele com.1 rca 
subordinad:1 os tcnnos - 
judiciários ele Bela 'is 
tn. Gúia Lemes dn La~ 
na e ,Jardim. 
l flC' ,li. I ZJC'.iVl : 
Localiza-se na zonn fi­ 
sior.riifica da haixada,­ 
limitnndo-sc com os mu­ 
nicípios ele Porto urti 
nho, Bonito. Jnrdim e -:­ 
Ponta Porã. É ainda, li 
mite intern:icional do:­ 
Brasil com :i P.cnúhlica-:- 
do Parar.uai. • 
J cidade de Re­ 
la "ista· é situada ã 
maren do Rio Jpa, cn - 
testando com a de Bela­ 
Vista elo Para_guai ,ela 
,. 11!  
l 1 ' • ' ' l" ! > • 
dcnada« r!is.a 
io a suites:lati­ 
twde S.2 s 1? e 
longitude .r 67_2' 
J:'". l•t r<•l.1 ·.'11i :Í l"I - 
pital do Istalo, est­ 
localizada no muro S,$ 
tld,t qutl di•t;1 -211 - 
quilômetros n linh - 
1et;a. 
Na sede runi­ 
e i pa 1 o ponto riais a 1- 
to atinge I6l l''C',trOS - 
acira do nível do mar­ 
coloc:mc.lo-sc. entre 
as derais cidades mato 
prosscnscs. em 50%1 11 :. 
ar na ordem dr a I ti tu 
de. 
n ''tmícínio <lc 
!leia l'ista nossui duas 
espécies de élimas: o 
tropical tllllido e o tro 
picnl <le altitude. cs 
tr úlrio10 na rcgi:io - 
que comprende a cnco,s­ 
ta oddental da serra­ 
de '~1racajú. O períocln 
das chuvas tem - Í!Hcio 
geralmente cm .Janciro­ 
indo até /lhril com .: 
miaior intensidade em - 
Fevereiro e arço. 
Os principais­ 
são os seguintes: o - 
Rio Ana (em cuia'mar - 
r.ein dircitn está loca­ 
li zacl., a e idade de Be­ 
ln 'ista). Período 
que serve de l imite 
do mllllicipio com Por 
to lturtinho, Estrcli - 
nha, um dos !')rincipais 
afluentes do Apn: a - 
Lagoa <>rande. situnda­ 
na íazendn Santa 'aria 
0.morro Margarida. 
ÃRF.J: 
Possui uma ex­ 
tcn5ão territor1al de- 
8970 quilômetros qun - 
dr:idos. situado em 28° 
lugar entre as demais­ 
colunas de Estado de - 
'ato Grosso, do qual - 
ocup:i cerca de n.68 
elo território. 
R 10! 11:ZA e:; . !MURA.IS : 
Encontra-se - 
no território:pedra 
caJciiria, areia e ne - 
dra para construção e 
barro nara fabricas de 
telhas· e tijolos, nn - 
extrativa mineral. Ma­ 
dei ra de lei e lenh:i - 
para corthusthel. na,­ 
vegetal: e 5paimente­ 
peixes, peles silves - 
trcs e cria, no animal 
1 ti 
mor nutivtro quudt1- 
do. 'aquele tetil.s. - 
580 pe soas era 1 c.
1 
.. • 
xo t sulino !t - 
eram do ferenino. 
Ir reli.ao a - 
or. a pomulaio esta 
tlis:t1 Jh11c! 1 d,t .'-q'.11111 - 
te maneira braos, 7,­ 
t654 mulheres ncs total­ 
de 15.614 pessoas. Pre­ 
tos:565 do sexo mICu - 
lino e 558 do ferenino­ 
total i:.:rnJo -n3 lt:1bitan 
tes: amarelos:2 homens­ 
pardos 30 homens c 30 - 
nulhcrc•s ot1 scj:1 úc Ci0- 
inviduos: havia 57 ha - 
bitantes sei declaração 
<lc· cor. 
St'l'l!lldo a rei i­ 
J.! ião 8.156 homens e - 
7.8<11 nilhc-res. nur1 to­ 
t a 1 ,lc ir>. O 17. declaran 
<lo-se católicos anostó­ 
licos romanos; 199 habi 
t:1ntcs ,dos qu:1 is 10"' :. 
homc-ns e !12 mui hercs 
protestantes;26 honens­ 
tot:tl i:.anclo .1.1. ri.,nis - 
fcstar:111-se cspi ritas.­ 
.1 homc-ns budistas: l 1 1 
n r+ ortodoxo 9 h • 
1:•· •• , ... L : : 1 te'!e· ·r - 
l •.: 1  l 1 • , i:-,. (1 ~•• 1:-,: 
sem: elixi. h;aia! 81- 
Pessoas. I,':- quais 53 - 
homc-ns t' 2- mulheres - 
finalmc.·nte scr.1 dccla - 
ração rei igiosa cm to - 
tal de 42 individuos. - 
sendo 31 honcns e 18 
mulheres. 
Segun<lo.os dis­ 
tritos, a população re­ 
censeada apresentaria o-­ 
seguinte minero dis - 
trito de Bcln 'ísta (se 
de) 6,íl!)O lmbit:1ntes nã 
cidade e ~.239 na Zonn­ 
Rural. J cidade de Bela 
'ista, com 5.055 habi - 
t:mtes do sexo mnscu - 
lino e 3037 do fcmini 
no. 
P,RTIC11LiIUD.ílES E MO­ 
UFNTS HftST(TI ros : 
t{o di:i ll de - 
maio de 1867. tra,·ou - 
se às margens do ,pa - 
violente con.hate entre 
as forças pnrnguaias e 
brasileiras, essa Últi 
ma iniciando. então a­ 
celebre retirada da l.lt 
guna. Esse foi o locnT 
onde as forças com:mda 
elas pelo coronel Car ::­ 
los de Moraes Camisão­ 
quase dizimaram as tro 
nas ele Solano Lopez,-:­ 
sob o comando do-lfajor 
~!artinho llrbieta, qunn 
do "as 11 horas do ciiã 
foi repentinamente ura 
cadn a linhn <lc atirn'.:' 
dores do Batalhão n.17 
de Yoluntários. que 
marchava nn frente, - 
por infanteria ininia 
a qual se seguia uma - 
füriosa carga de cava­ 
laria, que veio esbar­ 
rar contra aquele bn - 
talhno. abrindo-se cr. 
duas alas, as quais 
<lesf.ilaram a todo ga - 
• l one de lDTl lado e ou- 
tro de nossa força, 
I 1 
. ,11 f.•- 
ri . r ~ 
tt t dos ta p I 
tu do tntrpido bit-, 
!!, .,. 'l. 
 ,lft 1] hria, 
' tendo em bateria o 
tre t lida.de, 
!t· (ogo f'ICJltÍh-ro d, 
granada sobre a c+La 
ria paraguaia qu r 
deixou o campo cheio - 
de mortos e (e ridos. A 
perda do inimigo não­ 
foi inferior a 0 ho - 
r:cn,-: .1 no-.,,., ro i de 19 
mortos e 29 feridos... 
Foram erguidos 
dois monumentos:;o pri­ 
r:c l ro. rm homenagem - 
aos mortos brasileiros 
no çrn·1ln t <' l(llC' os pa - 
raguaios dnninara111 <le 
"iih-de-óna", que sig­ 
ni fica ''Nós acabamos''­ 
está situado no cemi - 
tério de Sua Doce. Io 
cali:ado a dois K da­ 
ci<l:.idc de Ucla 'ista 
co s:.-gundo homenagem 
a0s 97 soldados para 
g11aios que pert'ccram - 
11:.ic111elc combate :i 1. - 
0 metros da cidade­ 
mas imediações de Á - 
,.,, '.)()((?. 
BEl/1 'IST,: 
------ 
1 1 
1 ' 1 
Falar sobre a 
sua história seria 
dissertar sobre a san 
grcnta epopéia da Re­ 
tirada da Laguna:revi , 
ver a ncr!Ória sagr(lcfi 
de José francisco Lo­ 
pes. fi gurn hcr i 1 elc­ 
denod;]Jo guia. scria­ 
tra:er à nossa 1;icntc­ 
a vida pretérica da - 
queles- bravos scrtn - 
nistas que aqui apor­ 
taram. nlantando o 
primeiro marco de una 
ci,:ilização que hoje­ 
se reflete. 1;iajestosn 
nas águas cristalinas 
do histórico Rio Apa. 
"Oh: minha ri 
sonha Bcln Vista. ben 
dita Canaã. Terra ~o=­ 
ça e apetecida noiva­ 
do sol e das flores.­ 
cm teu se-b .de loite- 
e de r.:el. acolhe o di 
::er sem ativo , a pro 
sa rnde a Lrase chã -: 
dctodos nquclcs que - 
te amam" Eis ur:i mi - • 
núsculo restm10 h:istô­ 
rico sobre você Bcla­ 
Vista, 
NATIJREZA: 
Lei n9 i72 de 
16/0í/1918 - Emanei - 
pação políticJ. e adni 
nistrativa (comenora­ 
se no dia 20 de Ju - 
lho); sua área 4. i25- 
m2 e tem a populaçno' 
de 15.606 h:ibitantes.' 
Fa: divisa cc:n .Jnrdm 
Antônio João, Caracol 
Ponta Porã e Repübli-· 
cn do Paraguai. 
PEOJÂRIA: 
Continua ...

Paralé 
»»# t i$00#«44#64«se0pi # t%- t# h 
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. : NESTE 20 DE JJLHO t,, , 1 t e Pi 
BELA VISTA. 
; 
NESTA TERRA PLANTA'OS AS' SME' O 
FUTURO. A COLHEITA SERA. BOA, !G 
éi SEU POVO ALÉM DE TRABALHADC!, 
E JJSTO E IDEALISTA. 
PARABENS .BELA VISTÃ 
PARABENS ORGANIZAOORES DA L4 ~ E.Xr·: ~í 
1 
:::::: RN"DNA 
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R'd " " 	.. 
HO..E QUANOO BELA VISTA CorErDRA O SEU ANI­ 
VtRSAAIO E REALIZA=SE A 14! E)IJ'0BEL 
IR/1c'IN.AfO-NOS PS FESTIVIDADES E FESTENOS 
JJNTOS COM O POVO ESTA DATA MAGNA, 
•PMABENS BELA VISTA 
PARABENS EXPOSITORES .. 
En'1ILSON BRUM ESCOBAR 
E PÉRICLES BRUM ESCOBAR. 
"'"' 
,, 1 
e: ., 
tfSTA DATA HISTôRICA, ESTAMOS • JJNTOS AO 
POVO E AUTORIDADES PARA FESTEJlR E CON - 
TRIBUIR PARA O PROGRESSO DE· BELA VIS-· • 
TA, 	• 
A CADA 1"ETA AºrINGIDA. A ESPERANÇA DE - 
NOVOS 0B..ETl TJS, TRABALHANOO DIUTUR - 
NMNTE PARA AVANÇAR NOS DEGRAUS DA - 
CONQUISTA. ~-~V 
ESP0W'ílS QUE: TODOS PARTICIPEM • 
OCSTA TAREFA·: CONSTRUIR UM - 	-a 
CIDAII MA.IS PROGRESSISTA E ~ '' 
MAIS JUSTA. 
PARABENS PELA VISTA • 
PARABENS EX!?OSITORES 
00. MANOEL RODRIGUES NEGRÃO 
E cm DIN.A!1lst1), cm (fNTE II FE E cm 
DtDICAÇÃ0 QUE SE CONSTR0I O OCSENYQVWENTO 
E U'A CIDADE. 
fOSSA OO"ENAGEM AOS TRA!W.HAOORES, A T0OOS AQUE­ 
LES QUE LABUTN1 DE SCX.. A SQ DANOO A SUA PARCE­ 
LA !~PORTANTE PARA O PROGRESSO CE BELA VISTA. 
·Felicidades 
NÃO POffRIN'OS PPSSAR EM BRANCPS NUVéNS, ESTA DATA TÃO 
lli'ORTANTE E SIGNIF.ICANTE PARA TOOOS OS BELAVISTENSE.__ 
AOS QUE FORJdRAM A GRANOCZA IfSTA TERRA COM SUOR CE 
SEUS ROSTOS. NOSSPS HOt'ENAtENS E A CERTEZA CE NOSSAS 
LEMBRANÇAS. 
AOS QUE DÃO CONTINUIDADE AO TRA1W.HO INCESSANTE IE 
PROMOVER 0 PROGRESSO II PELA VISTA E O BEM ES­ 
TAR E SUA (fNTE, NOSSO INCONDICIONPl-APOIO. 
PARABENS PRINCESA 00 APAI 1 ! . 
CONGRATllAri}-NOS ru1 OS POifRES PÜ!UCOS, AUTORIDAIIS 
LOCAIS, ILUSTRES VISITANTES E PARTICIPANTES DE f'VIIS 
lffl E»'OSIÇÃO. 
PARABENS PfLA VISTA 
JArD IM-IS - 
........... ,,11111••···••·••

J 
t0labora ano do Ntuuo' fG« 
0vni tarte!to forra, 
/ " r, 1 d ! , 1 H
1 
U 1 1 '11• 19 1 - 
? 6rau ter S] V,!, BELA VISTA DE ONTEM . 
BELA VISTA DE HOJE . 
Em Ia1 o Capitao 
espanhol Juan Caba lero 
atravessou o Apa com 1o 
soldados e fundou o forte 
Sao José, onde hoje é 
ela Vista. Em 19 r!e ,Ja­ 
neiro de> l 8'l2, f ,ii derro­ 
tado e mor to, e combate 
o fnrt.n foi azarado pelas 
tropas sob comando do I e­ 
nrntu francisco Prado. 
0 s Lopes que já­ 
haviam tido papel prepon­ 
df'rd n te no povoamento do 
Vale do Paraíba, espa - 
Iharam-se por toda a rc­ 
qiao-sul do Estado de - 
tlato Grosso, formando 
núcleos regulares de al - 
dcamento, ora apenas fa - 
zendo, multiplicando-se - 
desde os Campos de Vaca - 
rias, Rio Orflhantes, - 
Dourados, entretanto pe­ 
los Chapadoes de Amambai, 
íl t;; as campanhas Para - - 
guaias indo finalmente des 
ses rebentos pioneiros -­ 
instalar-se em regioes - 
banhadas, pelo Pio Apa,­ 
alí formando fdzendas d~ 
gado. Em 1840, Joao Ga 
bríel lopes fixou resi - 
dência no lugar denimína­ 
do "PETI RO", a 12 1 enuas 
do Ara, onde faleceu. Em 
lB50, forças Paraguaias • 
Invadiram o territõrio - 
aprisionaram e o condu - 
zlram para llssunçao, fl.ona 
Senhorinha vi iíva de Joâo­ 
Gabriel· lopes, e seus - 
filhos, tambem os mesMOS 
destinos tiveram os mo - 
radores de 12 casas que - 
já existiam na "MACHOPP_q•: 
Os invasores vieram sob - 
o comando do Coronel Ras-: 
quirn, depois General ... A.' 
fat.ilia Lopes pioneira de 
Bola Vi,ta, decnden - 
te• dr /1ntor1io Lonrr., - 
ni1 ~ e. 1 do e Piau í , 11 i­ 
na Gerais, upoe-se­ 
que ele tive,se qua - 
lro filhos: Joaquim, - 
Gabriel, José Francis 
co Lopes e doao Ga - 
br I e 1. ''as silo conhc­ 
cidos apenas três; do 
aquim, Gahrírl e Josi 
Francisco Lopes. 
Depois riu i n­ 
vasa o e aprisionamen­ 
Lo das famll ias :ria - 
chorrn llelil Vista fl· 
cou abandonada a te - 
1'172, cm oue foi f"ir: 
mado do Plo pa, co : 
molimiteentreos • 
dois países, o povo - 
mais confiante, passou 
a povoa-lo sendo os • 
seus primeiros hahi - 
tantes, ainda Lopes - 
(sobrinho), os Barbo­ 
sas, os Ferreiras, os 
Pedras, os Loureiros, 
os Escobar e outros. 
Bela Vista es 
tã situada a margem - 
direita do Rio Apa. A 
sua população, ê cal - 
culada em quatro mil­ 
habitantes e o munici 
pio, em 1~.nnn tem -:: 
uma superfície de 
10.nnn quilometras 
quadrados, calculada­ 
mente. 
Gabriel Lopes 
que procedia de Rela 
1/ista, entre Vacaria- 
e o Rio Brilhante, - 
era genro de ftntonio­ 
Gonçalves Barbosa, dei 
xando o sooro em Bela 
Vista, iniciou os ali­ 
cerces de "Passatempo" 
propriedade que. o - 
Existe .sempre 
-CIJAL. 
noseu 
caminho. 
• 1 
VEI RO, 
-. 
PARAJI. COl, SANTANA, 
KO'M B 1. 
S-.E-M·PH.E 
l ll'í)O rlq O 15 C r11 1 à - 
Inacio Gonçalves [!ar 
hi,,1, 1 rt -J'l tf,, J1it 1Jrti 0 
lltl( Íilll!JO ,) JU'll<ld,t ru­ 
mio a reqiao f@reis do 
Apa, a fim dt: a I i •!SC n- 
1 her, terras de se 
gosto o que vrio suce - 
der no flibci rdO "l'.on jo- 
1 indo" afluente do Ap~ 
ondr fundOU o estabele­ 
c 111rn lo 111a is ou nrnos - 
no ,mo de 1r 
ún co111pan1t ia da 
familia cuidando da no­ 
va fazenda, nao enuc­ 
cia de manter o contato 
com Antonio llarhosa con 
versando sempre aberta 
a estrada até a morada 
de Gabriel Lopes. 
!'ois anos de - 
pois, ter instalado a 
fazenda de 1A, Gabri­ 
el l0pes, veio a fale­ 
cer, deixando a sua mu­ 
lher dona Senhorln~a - 
11aria de Conceiçao, os 
cuidados de manter a - 
posse que ele fundara , 
tempos depois dona Se­ 
nhorinh~ :ontrairã nú­ 
pcias com José ~rancis­ 
co Lopes, irmão de Ga • 
briel e que mais tarde 
viria ter 6 eapel de • 
grande revelancia his­ 
tõrica quando assumiu 
o compromisso de indi­ 
car as forças brasilei­ 
ras, então em luta com 
os invasores de Solano 
Lopes, o melhor caminho 
para alcançar Nioaque - 
na eroca, da retirada - 
da laguna. 
A invasão Para­ 
guaia veio a encontrar 
Dona Senhora a frente- 
d 1 fazenda fard rJ p r 
(, ,l·rl<'l. , 11 J P' .. ,,_. 
1
• - 
via renitrado a5 l]­ 
de Fevereiro de 1+4,­ 
de acordo o o re;ala­ 
men .o, em [F, ermi­ 
nada a ouerra do Para - 
quai o exemplo de a - 
l>riel Lopes, Francisco 
e de José Lores foi e 
guido por virias ouros 
colonizadores, distin - 
Pulndo-se 1ntre elfs - 
José Lemes Bugre, o 19 
a pstabrlPcer. prguendo 
a 19 resldPncia ~nde - 
hoje se localiza Bela - 
Vis ta, exa ldmen te nó - 
ronto ondP futura,~rnt• 
foi construido o atu.•I 
_ destacamento poli - 
c ia l . 
A partir de­ 
entao, provavelmente· 
no ano de 1870, teve­ 
inicio o desenvolvi­ 
mento r'a povoaçao, com 
a chegada de novos co­ 
lonizadores todos dedi­ 
cavam a estabeldçimento 
de fazendas de criacao 
de gado e aqricultura­ 
de subsistirtcia esco - 
lheram para centralizar 
o novo nucleo, o topo­ 
da pequena colina que - 
margeia o Apa, nelo - 
lado direito.As corren­ 
tes eMigratõrias com - 
postas primeiramentp de 
Piograndense do Sul. 
Em 10 de /lbri l 
de 1onn, a resolucao - 
NO 25, criava a Pãro­ 
quia da Paz de Bela - 
Vista, com os limites­ 
do jã existente l'istri­ 
to Policial estahelPci­ 
do ror volta de 188
0
. 
0 4enol 
sfr o .olu. o 
tira'+de t±rt 
'Gu o Jverro, 
rondo-t 
Moa'que, to' o a 
limites do di,'rit» da 
Paz. Ar "o Lei n92- 
cJ,, 01 de ílv'•,bro el v 
a pov0aça0 de ateuor ia 
de 'Vila onde fiou si - 
tu3da a <cede d 
pio. Dois anos dep !$ - 
outra Lei Estadual te- 
9 9 de 20 de u!o - 
d[• Jcqn, cri J a o ra 
de ela Vista, ate en - 
t o tero Judiciário de 
11ioaqi.e, tl ,, 11 toi ins 
ta l,H1o <" 1 •i d,:, f'.l rC<J - 
de 1911, por forca do - 
Decreto n? Tí'rr1 ter ia 1 
de 1o14, o municipia - 
de Bela Vista apare. eu 
e o·, 1 ; d i , t ri tos • o - 
cJJ (" I li mnicipal, " o 
de f sol, cr1ado ,ela 
Lei 549 de 20 de - 
julh< doque1(' ano. roi 
clev.drl 1 CategorrJ de 
c idade e I6 de junho - 
de 11, por forca da - 
L,.i 77?. El'.1 31 de de - 
z1•:.ibró de 1934 desapa - 
recid com distrito de 
igual top@nio (sede - 
rtuni c 1 pa l ) e mais o de 
Caracol, assim pera - 
rccendo atea divisao­ 
t, ,·ri tõrinl de JO?f. - 
C'u·r:do o [listri to de - 
CLra•ol passou deroni-­ 
n,r-o distrito de Por­ 
teira incorporando 
~ir.da o distrito de Be­ 
la Vis ta. 
Em 31 de dezem 
bro de 10A0 quando foi 
extinto n distrito dr 
CIJAL-CIA 
RUA.- DE 
UM CARRO 
JIHDINENSE 
VOYAGE, 
DE 
FUSCA, SA- 
 
·o KM- A SUi 
. , 
,AUTOMOVEIS 
. . - 
• • l-,. .. . 
E VENDEDOR 
ESPERA. 
LTDA 
• 
do - 
: 1 S  .,u 
li' 1 ' 
• + ral de 
ex!n- 
do io Fede 
. µ l,1 ', •I 1 s - 
l ,,, l ttJr: l O 
n S, ±do em l 
de De . o + 101,, 
foi reiorporando ao - 
Estado de M'ato Gr0,so, 
tO ! à te ta ira ante- 
rior de desremtramenta 
Squndo o quadro anexo 
ao Derreto Estadual n9 
533, de 24 de Dezembro 
de 1º6' o l!ur1ciplo fi 
QlJrô :ur,1 três di s tri 
tos, o da Sede Munici 
pal, o de Co, Jcôl (o>·:­ 
teriornente Porteira) 
e o de Jardim, este 
iil titio criado pela Lei 
NQ 119 de 1 J de setem­ 
bro de 1a4, com terri. 
tõrio desmembrado do - 
distrito de Bela Vista 
Em 1948 foi acrescido 
o distrito de Campes - 
tre. . 
En 1953, per - 
deu os dist.ri tos de - 
Jardim, e de Caracol a 
ca tegoria municipais. 
Finalnente em 1964 
perdeu o distrito de· 
Canrestre, quP junta,­ 
mente co:n a ((;J. Pen­ 
z0, perterente os mu­ 
nicípios de Pont.n. Porã 
forma atualmente o - 
municipio de Antonio - 
Joa o. Co•1poe- se ainda - 
dos tern•os Judiciários 
de Bela '/ist, Jardim­ 
(jã elevada a comarca­ 
e ainda nao iostalada) 
Guia Lopes da Laguna e 
Caracol. Pela lei N9 - 
544
0 de 04 de Junho - 
de 19F8, o nunitipio­ 
de Bela Vista, foi con 
siderado de interes e­ 
de Segurança Naconal. 
Nao se ten no­ 
ticias concretas ~uan­ 
to a origem topônil"lo - 
do municipio, Presune­ 
se entretanto que ais 
denominaçoes seja pro­ 
veniente da localiza,­ 
cao do forte de Bela - 
ijista do Paraguai, er­ 
guendo na cidade mesmo 
nome, fronteira ao lo­ 
cal onde se encontra - 
hoje Urbe de Bela •Vis­ 
ta. Entretanto, nada 
hã de positivo sobre - 
tal assertiva. Os fi­ 
lhos de Bela Vista sã 
chamados de Belavis - 
tenses. 
A Ponte sobr 
o Rio Cerros ê o frut 
do esforço conjugado­ 
Senhores:Alvaro Masca 
renhas e Irati Ferre 
ira da Costa. Prefeit 
do Município e Vice­ 
Prefeito de Vila Cara 
col respectivamente. 
Como não po 
deria deixar de ser, 
inauguração de mais 
esse serviço publico 
de gestão Alvaro Mas­ 
carenhas, foi motivo 
de jus to realizo pa­ 
ra a populaçao que ha 
bitava na vi ?i nha 1 o­ 
ca] idade. 
CONTINUA .....

*PAP./IBENS• 
O PPEFEITO 11IJN!rIPAI nE ntHO~llO ,Jnfin,S[II 
TE-SE Jll!l'ILílSO PELA PENIZAÃO B 1O EXPBEL, 1CO- 
t'II.IO~ í'/ PUJAN(II BEL/VISTENSE. • 
HOJE 1 EXPOBEL E () EXF'1PLO n11 CílflPETPI - 
CIA E DA FIRA DO HO'E'' PELAVISTFNSE; SIGNIFICA SOBPE 
Tl'n<l P. 0FIP'.W'.ÃO íJA CAf'/IC!ílAOE DA GE'ITE F
0
ONTEJl?IrA -­ 
rn /ICE !TA" E VENCEP OES/IF!OS. 
"IESTfi íllTI Cíl"f}'ílí'~-5E O ANJVEOS/(OI() l'JE­ 
D POIJO NAS PRl'r/lS • /J SE''BLANTE FEL 12 OE - 
SABE O OUE QUER. 
E BEL/1 VISTA CA''IWIINf'íl. E Cl!11NH.~!•ns - 
~ UNTOS •. 
~ PA
0.ABENS BELA 
11!ST/I 
e 
PfiPIBENS EXPOSITODES 
P/IPABEIIS BELA VISTA 
PARABEHS ORGM! 1 ZADO· 
PES OI 14Q EXP9BEL. 
DR. JOELSON 'RTI'EZ 
1 
:::,;. < .: r~~~------:===============:::::::::::---t-----------------.:,PE~l~X~OT~0:,:,. 1 :2'-,s±·)' 
I
r ~?}}j : 
• 1 - · 
.•. ·..-·, 
. •' 
., 
*OSHALD" DE ~ATOS- P?EFEITO ~INICIPAL* 
IIOJ( A 1/l'IJt rr, LIL,, 
1/ISTU,SF ':18flA COI r, r-u, 1/r. 
rM rE !'AI<, 
1J 'A [YFOflfL r . 
f'ESTEJA O fl'll VEPS/Í!l IO [ll m. 
VISTA. 
A T/11'.Jfff1 DE C0',5Tfilq,, 
"W CIDME ''IS JSTA E MM!­ 
PPOSPEíll CO', rH,U/1. ( A Ui'1rl­ 
tfül[)/CE r,, rILOSOl'IA <;:,j'r;Jr;A. 
H/1. r,- f"iOS, PRtOCllP/IJf, CIJ:' , 
TEPPA E CO!' O iiOl'[I'. 
,MITOS SO!'OS 11/IS - 
FODTES. / COMUI, 1 DAOE sor•os - 
1n0$ 10S.. 
..'3n.4° 
/ 
•. / 	·,. 
,. 
A PPEFEITUP/ 1•n~
11r.JPAI. DE PQDTQ ''Ull­ 
TINHD. ATDAV(S DE (1 PREFEITO NELSnN IBEIPO FEDES 
PAPABENIZA TODOS AQUELES QllE NM l'EDIPAl•I ESFORr.fS : 
PAP.A OLIE 
4 
F.XPl'IBEL SE Tf'ID!'JASSE !J11A PEAL l[)Al'E. 
EVIDENTE QUE A PEALrznrÃO DA 140 EX­ 
POBEL PF.PPESE"!TA ur• ,~11°co PIPOllTANTE PAPA A NOSSA - 
PEGIM. 
PAPABPIS 8ELAV I STENSES 
NELSON PI BEIRO FEPES, P
0
EFEITO l·lUN I C I PAL DE PODTO l'UflT INHO-IIS. 
***** 
9 ***** 
------ 
-· 
O INC
11A-PP.OJETO Ft:'i! :~­ 
PIO Jfl?íll' rtUIP?JllENTA A F,l,!'l· 
LIA BELAVISTENSE PELA D[.!ILiZ/ • 
ÇÃO DA 14Q EXPOBEL E PART!Cl?A· 
ºDOS FESTEJOS ALUSIVOS A8 E- 9 
ANIVEP.SJI.P.1O DE BELA l!SiA. 
A ElCPOBEL ll[PllESCiíA - 
NÃO SO UMA CONQUISTA DOS BHA - 
VISTENSES, !AS TA'E!! SIGNIFICA 
U 1AC IMPORTANTE NO DESEN.CE 
VWE'-!TQ ºEGIOM/L. E SP.IPL [1(;5 - 
NOVOS TH'.POS QUE O r•:UN!CIPIO !:>'. 
PEP1'1Et{TA CO'' ll. U!<i!M DE TOílOS­ 
'' TONO DO BE!! C!'UM. 
BELA VISTA GALGA n::GDA· 
US JP
1POPTANTES PU!I) AO cr'ESCl!'í: 
TO, TORNANDO CONCETO O RESULTA­ 
DO DO TºAS/LHO DE OUE~ 'ALO?:V.­ 
O HOl1E'! E QUER CONSTRUIP Ut'..:. c:­ 
Dl!:E '.'EL!-!OP. 
D. MIA!O VERNECE ":- 
RA~~~ PODDJG!JES - EXECUTOR DO • 
PP2TO TU:IIO JI.

A . 
Zt,. 
BELA 
(, 
llUJp 
, 1 S- 
fJ. 
A- 
l A 
uO• 
l 
1 
BELA VISTA ONTEM E HOJE 
L+ola Itadual de 1 _ 
aau Prof? 'era úuima - 
me Loureiro, 
Rela Vista 'f,S, n0/5 - 
hunas de 7 e 8? série- 
1111<.,  - l'e,;pc•rt ino. 
- Antónia '1rtins Mendes 
- C.hL'Í J;1 <:arria llalt.a. 
- J.dn11 l'i]ns Jlo:rs. 
- l'.ro I t ides Caceres. 
- .lo;ma Prc N. Rorero. 
- l.11dnl'i '
1iranda !'leu - 
ti11. 
- l1rh1ce 11i randa l'leu - 
1 i 111. 
- M. Elnine F11rin. 
- Mrreth Marim. 
- Marleide Ramos. 
- Mriza Nunes. 
- 'brilza Zavala. 
,~1xiliados pelos profcs­ 
!,;Ol'CS. 
- 'nnda Pag li osn. 
- Ludgero Senhor ine. 
lilSTl11UCO 00 !RINJCfPIO - 
I L 1SI. 
Ili STÔR I J: 
---- 
J povoaçiio do llunidpio­ 
dc Bel:i 'ista teve iní - 
cio qumdo Gabriel Lopes 
l,,'Clll'O de outro C'oloni za­ 
tbr, 1ntônio (',onç:1 l ves - 
lhrhosa, procedente de - 
lb.1 'ista, iniciou sua - 
jornada rumo os regiões­ 
f6rteis do Rio Jpa, o - 
fim de escoiher terras 
o que veio acontecer no 
Ribeirão Monjolinho. a­ 
nuente do Rio Apa. onde 
fundou estabelecimento - 
ror volta do 11110 <lc 1846 
nois anos <lcoois 
G1bricl Lopes falccci.1 
dcixando a Fazenda para­ 
sm mulher Senhorinha - 
hria da r.oncciçiio, que­ 
contraiu núpcias com seu 
umhado, José Francisco­ 
lDpcs. que mais tarde - 
iria ter papel de p.ran - 
de rcvclância histórica­ 
quando assumiu o cncarp.o 
de guia das Tropas bra - 
sileiras, então em luta­ 
com exército invasores - 
ele Sol nno Lopes . na epo­ 
réia da Retirada da Lau 
na. 	- 
Tcnninoda a r.ucr 
m com o Paragu.-ii, por - 
'OI ta de 1870 teve iní - 
cio o desenvolvimento da 
povoação. com a chegada­ 
de novos colonizadores. - 
m ~ua m.:lioria proceden­ 
tes do Rio í,randc do Sul 
dedicados ao cstabcleci- 
1rcnto de fazenda de cri­ 
'açiio e agricultura de - 
subsistência. 
IDRn<'..ÃO AD.'1IN!SrR.ATI'A: 
O Distrito de Bela Vista 
subordinado ao Município 
de Nioaque, foi criado - 
pela Resolução N
9 
255, - 
dc 10 de Abril de 1900. 
A 3 de Outubro - 
de 1908, a Lei N9 502 - 
criou o ~!unicípio e ele­ 
vou a Povoaçiio ã catego­ 
ria de Vi la, incorporan - 
do-se ã Comarca de Nioa­ 
que. 
A Con:11'1;,1 d,• J:c•L1- 
l'í-;t., foi 1. rida antes 
de us emancipacio no­ 
l Ít ic·a, 011 sc•j:1, !'lú"i 
saente em 20 de Julho 
de 1010, 
l'or efeito da Lei­ 
Estadun N 722, de• .!ll 
tlc · l u I ho de I 'l l !l . foi - 
elevada a categoria de 
Cldmle, IJ11 l!l-1,. pelo­ 
eereto-Lei Federal - 
N? 5839, de 2I de Se - 
t cmhro. passou a f:1::1.·r 
parte do Território de 
Ponta Porii rl'incnr - 
porando-se ao stado - 
de Mato Grosso em I - 
de Setemhro de l !1-1(,. - 
quando foi extinto o 
tcrri tório. 
Em l!MH i.:011t:11:a - 
com 2 llistritos:o de - 
Caracol C' de .Jardim: e 
cm 1958 foi-lhe acres­ 
cido o de C:1111pcstrc. - 
Perdeu os Ili st ri tos <lc 
Jarcl im ern l !153. <le Ca­ 
racol em 1 !16:i e o de - 
C.unpcstrc. hoic Antô - 
nio João, em 1964, p1- 
rn fonnaçiio <lc novos - 
'micípio. 
Lei N° 5419, de- 
0-1 de junho de 1%8, - 
considerou o 'tunicínio 
como sendo nrea de in­ 
teresse da Scgur;mça - 
t-<aciqnal. 
O Município de Bela - 
'ista locali:.a-sc na - 
Rcgiiio Oeste Jo Esta - 
<lo.tem tuna :Írca <le - 
5.057 Km2 e fa: 1 imi - 
• tcs ao norte , com o - 
~micípio de ,Jnrdim:­ 
ao Sul. com a RcpÚbl i­ 
ca do Parngua i: ao lcs 
te, com os 'hmicínio
0
: 
de Antônio .Joiio e - 
Ponta Por;°'i: C' a Oeste. 
com o ~micínio de - 
C'lracol.uma altitude - 
de ló3 metros. sendo - 
seu clima predominante 
Tropical flmido de Alti 
tudc_. e sua vegctação=­ 
caractcrizada oor Cam­ 
pos e Cerrados. l sua­ 
Ponulaçiio, segundo o 
censo de 1980. era de 
ló.082 habitantes. Per 
tcncc à ~licro-Rcgiiio ::­ 
Homogênea de llodoque - 
na e à Bacia llidrogr:Í­ 
fica do Rio Paraguai .. 
JTl'IDAllES Effi'(llIOS: 
O Município de Bela - 
Vista tem na Pccuirria 
e conta com um Rcha - 
nho aproximado de - 
300-. 000 cubcças. niio­ 
scndo porém de se <lcs 
prcznr a sua Agricut-= 
tura já bastante adi­ 
antada, com uma produ 
ção anual aproximada­ 
de 40.000 sacas de - 
arroz. s.oon ~ de a­ 
mendoim. 40.000 sacas 
de milho, 620 sacas - 
de feijão, 5.800 tone 
}adas de c:ma-:dc-açu­ 
car e 85,500 K de - 
café. além de várias­ 
outras culturas, elas 
sificadas como suhsis- 
tência. 
Es t i111.1 tivamen 
te, o rebanho de EqUT 
nos atinge 16.070 ca- 
becas e o de imos - 
l,'u cabas. ' 
mrinin:is­ 
Industrias do 'nií 
pio si a 'Hdeircira e 
a ter:aia, além de - 
01111J,; dr 1•-<·nor 1ropor­ 
tinia, coro por exem­ 
plo. a de C::11. f'tdr.1 - 
p:1r:1 t:011st 111ções. ,re­ 
ia ról i rn. de ouros­ 
t·t.:. 
Sl](l'l('OS l'fl!lJ.frns: 
A; Tosse iua enca- 
1ú1Ja e t rnt ada. a ç;1 r­ 
po do Srico Autónoro 
do nua e Fsgoto - 
S.11I: - existindo atu 
alrente 2.2n2 residên­ 
das li 1
1adas a t•sse • - 
serviço. 011:mdo s,io - 
consumidos mensalren - 
te cerca dC' 10(,.0llO - 
111<:'tros c1Íhicos de aua 
llcvido ao :ilto ín<lice­ 
<lc vcnninosc no /mi - 
cínio, llcla l'ista foi­ 
uma das primeiras d - 
dadcs no prorara do 
implantação de ãrua - 
tratada. 
E,ERr.Li EI.Í:TR I C.i: in t i 
p.amcntC', o ser"iço <lc­ 
cncq•ia elétrica era - 
explorado pela Prefei­ 
tura 'hmicípal. Era de 
ori!'cm Tcrr10elctrica.· 
e existiam cerca de - 
s:;s casas ligad:1s. 
floic. esse ser 
viço é cxniorado 1>cla:: 
r,mnrcsa de Incri• i :1 E - 
Jétrica de 'ato Grosso 
do Sul - E.l'!l<;f
1
I.. e - 
existem cerca de 2.066 
residências liadas ao 
serviço. ut i l i i:111do - 
medidor patlriio da i'l'l - 
presa. 
TEl.EFn:-:r: O nrimci ro - 
Scn·Íç·oTcfcfônico de 
ílcla 'i:-ra era cxnlora 
do também nela Prefei­ 
tura 'lunicínal .e cxis­ 
tiar1 1!15 anrclhos semi 
autom;Í ticos l i gn<los a 
uma central com:mdada­ 
por 1ir..1 telefonista. - 
sendo nossível rcali­ 
:ar somente lipacões - 
Jloic. esse ser 
viço é clorado pela­ 
cm!')rcsa Estatal TELE - 
''AT. e cxistc!'l quase - 
SOO aparelhos automá - 
ticos, ligados a l.ll11-'l - 
central taJ11bé!'l automá­ 
tic.'l ncrmitindo aos - 
bclavistcnses usufruir 
de repalias antes cxis 
tC'ntes só nas r.randcs=­ 
cidaclcs. como por - 
excmnlo, rnn. nn1, 1)1"('. 
llora, dcsncrtador. en­ 
tre outras. 
. (l)RRElOS:l=oi a primei­ 
ra lnst1tuiçiio de Rc - 
la Vista. Os serviços 
de Correio cra!'l rca 1 i - 
zados a cavalo entre - 
Ponta Por."i e !leia Vis­ 
ta, sendo o l'lCnsagci - 
roo Sr. Eduardo Pei - 
xoto. 
Atunlmcntc. os­ 
serviços de correio - 
siio realizados nela - 
Empresa de r.orrcios e 
Telégrafos - ECT,onre­ 
scntando, além de to - 
clas as onçõcs para o 
bom ,ltendimcnto de - 
seus cl ientcs. ttm 
grande volume de cor": 
respondência que che - 
game saem ele 11ela - 
ptT+[A-tu croa d - 
lati reolcionir1a - 
cor o [irai, 'oi - 
foi 1,1(.]11 li• n.rnn l'nl i- 
1.'. 1 ., 1 , 'oh o oatdo do 
'a»ito António fomes­ 
para lutar contra os­ 
Paraguaios. 
No local onde­ 
se cnontra atualmente 
o 1Ít:I ui do l'c• l nt :in d:1 
l'ol ícia 'ilitar. acam­ 
Jl<lll l'l'I l'P! lll'::L ,·onh­ 
s:"lll ll<•11:irr.1,lor.1 tli.- l.i­ 
rtes chefiada nelo - 
Coronel Rufino Iéas - 
alvio. denois Irão - 
de 'aracajú. Esse aam 
parento veio a se cha­ 
mar Bela Vista. 
Ioie. a Políci­ 
a bel istense, subor- 
d i nada;', l'olícia !lili­ 
tar do J:stado de 'ato­ 
Grosso do Sul e a llC' l e 
gari a Regiona I dt• Po I í 
cia de .Jardim, cmhora=­ 
ainda carente CITI a 1 - 
p1ms :1sncctos. anrcsen 
ta 10•1 anar:1to lun'l:1110 e 
material à altura ara 
o coribater ao crime. 
TRASITES:O princei - 
par meio de transnor - 
te e acesso aos muni­ 
c Íp i o de Caracol, Pon­ 
ta f'orii. 1.-.uraclos, - 
.!ardil"· ~ioaque. Sidra 
landia, auidaumna. a­ 
capital Campo Grande.­ 
cntrt> outros. J cida - 
de conta ainda com - 
,·ôos cspor.íd i cos dó - 
Correio ~crco ~acional 
- C.i.:. 
<1 lll J()S TTl ílES í-F~ JS : 
Js primei r-as íamíl ias­ 
t[llC se assentaram cm 
fC'la 1'ista for:1111 as do 
Sr. To111as de ,hrc11 e - 
.Joaquil'l da Rua, todos­ 
clcs comerciantes. 
As famílias - 
bclavistcnses tinlwm - 
COl'lO divcrsiio O cinCl'l,1 
de nona f-ranci sca Pc - 
dra. que mudou mais - 
tarde para a Rua Barão 
de Amambai . 
No clube 'Tu·­ 
ringa" existiu o pri - 
mciro conjunto Musicnl 
sob o comando do gran­ 
de mí~ico, o Tenentc­ 
Manuelzinho da Silva. 
As festas - 
tradicionais eram as - 
do dia R de nc:cmbro,­ 
na casa da Sra.Gransa­ 
e a cio dia 20 de Julho 
na cnsn de l.ibrada de 
Canteiro onde atua - 
vam tis " üunharangas". 
mascados que dançarnm­ 
Cl!I frente ao santo . 
- mm 1052, logo- 
anos a Rcvoluçiio, che­ 
P.OU o nrimciro aviiio - 
a Rela "istn. 
O nrimeirc au­ 
tomóvel era lll'1 Ford - 
que nertencia à filha­ 
do norico. 
Aponte da Rua­ 
Crispimi do !lego, cha - 
mava-sc "Ponte-Cai". - 
nome uarani que sirni 
fica "Ponte do 'caco. 
As fardas dos­ 
nrireiros soldados era 
pcmei ra branca e cole 
te. e túnica castanha­ 
cm ocasião de bripas. 
. A inauguraçiio- 
da cidade de 11ela 'is­ 
;-, 
li liil l l I ~ l',I I l '1i'­ 
.:'."l. t 04 Por' i It 
/ TTit- 
!os produtors­ 
que eram cultitados no­ 
passado (Arroz. 5oryo,­ 
'HiIho, 'undoca). al - 
uns deles deram Hwenr­ 
a 011tras c11ltur.,~. tt)')O 
por ext•rrplo o '><>!]:o. - 
que foi -suhst lt111uo - 
1:r:1d.1tiill'Cllll' )11.']:I So­ 
J:1. sendo que o ,rro:..­ 
o 'li lho e a 'lmdioc.1 - 
continu:111 sendo cultiva 
vados até os 'dias <lc h<:i 
je,penas com oscilação 
de area e variedades 
111ais nrodutivas. 
O progresso de 
ílcla 'ist:1 se c:,.pandiu 
tanto no Pccuii ria como 
na Jp.ricul tura, e atu­ 
almente j:Í tC'nios uma - 
I'l.tior cxpansiio cm tomo 
ela Agricultura. sendo - 
que a rC'giiio anrcsenta­ 
maior pot ~ncial para o 
desenvolvimento da l'c - 
cuiir ia. : cxp:1nsiio :igr i 
cola foi me Ihorada com­ 
no,-as tecnologias que - 
aumentaram a produçiio - 
e com o inc<;:ntivo ao - 
cultirn de novas.áreas-. 
com instruç;°'io de novas­ 
culturas. 
íllJ'OS 5n'lRE l PR0[1()('.Jo 
it.n It.OIA' iiC Ri'.TJY[<;'ri: 
Este dados re - 
presentam o número de - 
hectares cultivados den 
tro do ncríodo r.1encionã 
do: • - 
81 / 82 - r:m - 
torno de 5.600 lia 
82 / 83 - Em - 
tomo de i. l 00 lia 
83 / 84 .- Em - 
torno de 6.000 Ha 
84 / 85 - E:n - 
torno de 7.000 Ha (pre­ 
tos). 
ESrnr.ÂS: 
- 
O Mmnicínic de 
Rela Vistfl ,conta com - • 
25 Escolas Municipais­ 
e S Escolas Estaduais, 
que são: 
Escola Estadu­ 
al de 1
9 
e 2
9 Graus - 
"rastelo Rranco". Es - 
cola Fstadual de 1° e 
« I 
r:1. ,' 
l de { tr.+s - 
!«tr Sil". tsli 
lstndusl o l t 1 ,,J .. 
''acnes»o i •• l ! · - 
. • i t ! l ,j I i l ~ } 
r ut ta ' 1tufa s - 
Ltrro' Hsta iltis t 
101 l.1 i: 
1 
! pc•lt P ... , 1' 
to o]/, dr s de + 
!eereiro de 1%6 pelo 
Prefeito knipal. o 
l '0 i sola 'knii; l do 
1 t.rate de ln±t.anuo 
Profissioml er, Arts­ 
(' (lfÍl"ic>, ''!rl.lll'.Llltl· 
faria Mto", 
o I rto - 
2/8n0, de 1o de rio - 
de 13s0, da ccretaria 
de.administraçao, o Pre 
feito 'kmii.:ip:il di!-JXJ<' 
.. r,hre a 1101a Jcnunin:1- 
ão dessa Escola.que- 
1ss1 a chamr-se Isco 
la 'tmnicima! de 1 - 
Grn 'Prof era ui - 
rarães J.nu rc i rn". 
l;Í o llccrcto - 
N° 2.6l0, de 21 de Ju­ 
Iho de 1984, incor;n 
essa Escola rede Es­ 
tdual de Ensino, que­ 
p:i:-:sa a dcn01,i nar-sc - 
a partir de então, Es­ 
cola Estadual de 1 - 
Crau " l'rofg l'cra Cui­ 
m::ir:ics Loureiro". que­ 
trabalha nos turnos ma 
tut i no. v1.·:-pcrt ino e - 
noturno,l.'ontando com - 
cerca <lc /,on aJ unos. ~­ 
sob o llirl.'tori:r du - 
Profl Rosita flosa (",orne. 
RELTCJÃO: 
----- 
A Religião pre 
domin:mtc. t•ntrc outrã 
é o C:itol icismo. 
J Paróquia - 
Santo Afonso foi fun - 
dad.1 cm 4 de ,'bri I de 
19.24. pelo Rispo ll .. Jo­ 
sé 'hurício du. Rosa. o 
primeiro Padre visita­ 
dor foi o !'e.José Giar 
dele. mission;Írio Sole 
siano. , nriineira '!is.: 
sa foi celchratla cm - 
12 de 'biode 1935 e - 
os primeiros padres - 
Pe. Francisco 'bivi e­ 
o Pe. Afonso flcldc - 
chegar.1m aqui cm janei 
ro de J!J:;O. - 
Atwlricntc. - 
contamos com a presen­ 
ça marcante do Padre - 
Bento. Vip.ário d:i Pa - 
róquia, que esta de - 
sempenhando um traba - 
lho muito eficiente. 
Além da }!atriz 
Santo Afonso. Bela "is 
ta conta ainda com a - 
Capela dfrino Espírito 
S.1.nto. que foi recons­ 
truida e amnliada a - 
fim de oferecer ~lho­ 
rs condoções aos fi ·_ 
eis 
Bel,;.. nsta pos 
sui ainda outras Reli· • 
g iões . como: EsTJíri ta - 
Assembléia de Deus, I 
greja Apostólica, Igr 
ja Batista, Testerr.unh, 
de Jeová. etc. 
t 
! ,y. 
í q . .' :- 
Continua ..•

\'l l' I''  11 '-' ' li I ' '' 11-il 
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111 !'' , 
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llojc. por ser 1ma 
d:ita espcd:i 1. mui to e,:. 
pccial. n:1cl:1 mais iusto 
que homenagear uma em - 
presa que ,·cm cons ti 
tuindn nur.1 L'.>:emplo Jc 
cli:-d i..::1c-:ici. i Jca 1 i ,:.mo. (' 
re:'I)() 1<:ihi I id:1ul'. Fal:1- 
mos da Viação Cruzei ro­ 
do Sul . .:01•1 Sl'<lc cn 
Campo Grande e regio 
n:1is en todas as cida 
<lc:< ,lo sudm•:-tc e.' 
l'rontcir:i Jo Est:1<lo. 
_,10 1 ~HílOS f:1 ):l!' 
da empresa em sí. das 
su:1:- pot cnc ia I i d:1,!es. . 
<lc sctL'< projetos p,Ir:1 o 
futuro. 
, :io é pre, i :<o 
fal:ir do que.• .i CIUCl:II:n 
IX) SUi. i fez por noss:1 
região. keri do que nré'- 
tencl.:- f:t:c r. • 
:io ,·:mos r:ios - 
trar :.i :-t..Jc <l:t ('i'.!Drcs:1. 
o;:: nodcrno:- Ônibus n· - 
centemente adquiridos.­ 
que fazem a I inh:1 .::1r - 
d a Campo Grande. e - 
t ao I ogo l' l~)'<.: rr..1 lo 
1::<t:1Jo p:11 im::ntc e B:{ 
llt,ll - lr,•cho .l.ll'Ji:1 - 
Bt'l:1 'i:<1:1. o,s hcl:n i:-­ 
tenses terão tarbé» a - 
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rei~ l'Jl ônibus ct t . 
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l11xo, cm1 :<-1111:.:.irios _ 
- - - - - - - -- -- --- ----~-· 
- -- - - - - - - -- ---- -----· 
pol t ror.:1s rcd in:Í1<."i, 
SO!ll :Ili h i l'lltl'. cn fin ' 
todas as cor,o<lit.!:1l:,•,. 
,, rnu:EIJ{tl 1~
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sI 'J.. cc;::.o fronJo:':t ·Ír· 
1orc. deita g:ilho:< rr~ 
toú:Js a.,; ci<l:i<lc, J.1 1 
giiio. 1 im:a raí:.c-:: ,.ó,. 
!iú:1s. J'rc;;ta :'lfli~r, 
g.t: r:.i c::,p rego;; e i nw,· 
te eu imóveis. visa4 
con:< t rn i r :<t-Jc;; c r,, 
1 i:ÍJ"Ía~. 
!)11 l>c·J:1 1. i:<:.1· 
n:io pockri:1 ser dife - 
rcnti:. t:ont:11:tlo 1.r 
infraestrutura pax.: s 
H•n<ler qu:llqucr • .-: • 
)!l'IKÍ:t. :1 ('l(lJ:l.f~ '· 
Stll. 6 tt'.l l''l', :-,!O _, • 
trabalho. responsabii: 
d:i<lc• t· i cJc,:1 l 1:-,..f•. 
irou. o epresáriv 
"O;-;'.l.iX.l !'('~S.Rl 1i· • 
cou raízes sólidas : 
região. muitos planos. 
para o futuro. 
ioas per ... :.­ 
vas pura maiores i!s° 
t i1:1c•nto,;. • 
Assim & a • 
::!: IRO HO S!II- parti • 
nanJo :i t i, ,t:•tc-:1 te !1 
~lL':-c'!lO]l'i;:cntt> de t­ 
tios 0~ cun i e i i e,;; ~-! - 
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DA O JU!O RELAIS " 
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11 1  
IDft!INISTRAÇDO ILDEFO SO PIN E R 
IRES MESES DE GOVERNO POPULAR 
l •,t(•~ pri11C-Jl<l" 
pies da administra'ao- 
I<lclfonso Pinheiro à 
testa da l'rcfd tura Mu­ 
nic ipal <lc Bela 'ista - 
tem sido marcados pelos 
11.iis variados tipos <lc 
rcstriçõrs. Estas, s;°io­ 
tnnto le or<lcnt cconõmi­ 
ca. on<le mescl am-sc 
uÍ i<l:1s hcr<la<las com - 
problemas l'ivi<los pclo­ 
Bras i 1. como <lccorrênc i 
a <la 1mpla11taçiio <la :,.;o: 
'i Rl'l'ílll.lCJ, que- 'eio­ 
para mm!a estruturas - 
arcaicas e ditatoriais. 
~;io obstante es 
ses contrntempos. sun:..· 
cientes para brecar 
do 1 11111cípio c11 lLJl· o 
ILIJl. j :1 tOl'I ,,...; t l',ll ... 111 
tereses e necessidades­ 
<la cormmi<la<le. ;1s Cama­ 
das 11i:1is carentr-. de 
nossa pop111 ação. para - 
ela 1·olta11do <la fn11'1:I 
11i:1is abrangente- poso- í - 
vel os projetos e ini 
ciativas, visando mino­ 
rar de sofrimento e - 
cb r-1 hes me- 1 hores con - 
t!içõc-,- <lr 'icla. 
.  ,<lm i n is t ra~·iio 
Ide! fonso l'inhei ro. clo­ 
lNllB. 'isa. aCil't:t ele 
tudo, o homem - princi­ 
pal1
11er1tt' assistir o po­ 
'O margina 1 i ::1clo <la Prc 
feitura. 
1 
l' > 1 Q l A) ( , - 
«de byas sitt t '1. 
C:Ol'ernador llil:-:011 Barbosa Martins. n1 sua isit.1 C'JJt Bl'i:1 l'is­ 
t:1. ern companhia <le po1>ul:1n.-s. 
é um Governo voltado 
para a solução de pe - 
quenos, ma5 grandes 
problemas quando dimen 
s ionados 11:1 própria ::­ 
perspectiva do homem.­ 
cor a sua ânsia Jc l i­ 
herclade. suas preocura 
ções com as necessid+­ 
des mais ekmentares. - 
como beber. coricr e - 
vestir. 
Quan<lo assumiu 
a chefia do Excc11tirn­ 
belavistense. Idelfon- 
Discurso de l'oliticos t!o J''ijlB. na sc<le do Sessenta E.C, 
grande nCuncro de proje­ 
tos, ou ao menos poster 
a-los. o Prefeito e -7 
sua equipe têm consegui_ 
do clesenvoh·er tuna sé - 
rie ele trabalhos. todos 
orirnta<los pela fi loso­ 
fia ele administrar par­ 
ticipati ':unente. ou se­ 
ja, gerir os destinos - 
/pesnr dos pou­ 
cos recursos e até mesmo 
da conjuntura vil'icla pe­ 
lo país. dificuldades 
herdadas cio regime auto­ 
ri tiírio e padrinho de -­ 
uma minoria. o atual pre 
[eito tem procurado aten 
clcr a nopulação nos se-=­ 
tores tlc sa1Íde. educaçiio 
e nssistência social.· 
so Pinheiro, militante 
no l'~IDB cl,•sde l 9i0. sa 
bia que a <lificulclade-:: 
m;iior seria ;i consd - 
enti:ação do porn, que 
estava hii 'J:S.TE :.OS - 
sem poder fabr .gritar 
e p:irticip:ir. 
l!oje o porn fa 
la e participa. - 
Evidentt' que o 
o;,·, d· pt·t i1.i:r;..,i,, - 
t!o J li tl pn: r, i to é 
curto.rito ur o, cl 
( .• t.Í Pí<'jl,11.Jlhi•l f 
L-"11:1,b p.,r.1 q:c- n ,(·11 
sucessor possa arinh»r 
110 fi mme caminho d.a d, 
l'OCfllJ,(, 
Na néa funci 
11.11. lt .J d:1•; J)J'll,C'll',l 
providt'1K1a--. do pn•I,·. 
to inédita até cnt.ao 
foi levar aos morad 
res dos l>a i rros s 
claSS('S lllt'IOS Í,1 1( • 
cidas - um mutirao d 
-:a1Í<lt•, 1'.1r,1 isto Cll! - 
tou COI'! O Íllt'St 11·1:Í1, '. 
apoio do Governo do I . 
talo. através da Se : 
tari.1 dt• S:11Íut', llc.c - 
nas de profissionais 
habilitados participa 
r:in dPSSl' 111111 i r:io. 
Sem qu:1lquer - 
favoreci mcn to, huscou 
se por em igualdade a 
opo1 tunitlacles ofrrrt'i 
tl:1,-. t'I iclentrl'lelltl' l l - 
duzidas. na 1
11ct! ida t • 
que- a oft'rta <lc cmn 
go 11:io tem sido mo 
corrcn·e no <lia-a-,' 
ela realidade brasil­ 
ra. Quando assumi 11. 
l<lelfonso Pinheiro wio 
demitiu funcion:Írios - 
<la Jdninístr;1c;iio .111t•' 
rior, suis palavras na 
oc:1s LtO: "o l')!l!Jl n:t• 
tá no overno para 
seguir ninguém. qut, 
1
110s ad1:1 i n is t ra r t'o:·• o 
pol'o". 
..,._ 
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l t l ! •· t 
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dens fis 
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nJ i t 1 
.o da i'onte ' 
ns de at. 
:re's à :0: ,, 1 1 ... - 
titica sr 
!r d lelf is» - 
t' t' ·'' l í.1. 
O p.1 rqtK· d.· - 
obras da Municipal ida­ 
<le foi p:m.:í:il1r.cntt•. - 
l'llj'lll:1 
l,}. 
l',1.1tl' " ·,e~.1 ele - 
tc-r rc:., ,.ildios t· a 
riacao ue lixeiras 
er ·lena ona urbana. 
f rciso que os mo - 
1.,.:,11,•-: , ,, i I i cm nes- 
d ss:io dr 
l ... vlfun~• t -.;cnsihi - 
li ar o 1 ·n - afinal 
o 'oerno J NOVA RE­ 
PC;4.IA é e overo­ 
p:irt1c1p:1t ifl - o po­ 
vo administra .JUNTO . 
j 
/a foto Prefeito Ildefonso Pinheiro e a 19 D;:m;:i H1rlr Pinheiro. 
FREKTES DE TRABALHO 
Sem ôh:is ôbas­ 
clesnecessários, sem· - 
:i publicidade gigantes 
ca tão comum cm admi - 
nistracão passada . 
ntas com ~-umildadc . di 
'lllgando o que é precT 
so divulgar, o prefei'.:', 
to bela'istense adotou 
a filosofia de se tra­ 
balhar em grupo, cri - 
:tnclo frentes de traba- 
1 ho. onde funcionários 
é parte importante na 
adr~i nistraçiio. 
Mas não é só - 
o pessoal da Prcfei ti,­ 
ra que estií empenhaclo­ 
na taref:t ele constniir 
recuper.:ido, posto à - 
:iltura das necessicb 
des reais do nunicípio 
Caminhões, tr.:itores, - 
etc, estão sen<lo re 
fonnados para servir - 
principalmente a aréa­ 
periférica de Bela 'i~ 
ta. 
(1 aspecto da - 
cidade, não obstante - 
as l iFti ta ·ões decorren 
tes da própria fa 1 ta :­ 
de recursos. 'Cm me 
lhorando dia a <lia r.as 
na 'erda<le, o ore fc i to 
tem dedic:ido especial­ 
carinho às nJ:is dos - 
bai rros e estradas vi - 
cinais. contando com - 
auxil io do DF.RSlTI,.q11e- 
É o primeiro de uma­ 
fi losofia ele traba - 
lho vi sande 1-eillte - . 
grr o ciddão- 1i­ 
vre e rcsoonsa'el - 
viga mestra d:i ad - 
ninistração democr.í­ 
tic:i. 
Há r.iuito o 
que fo:er. o nri.Ir'.ei­ 
ro passo Coi Í:bdo. A 
gor:i o no o caminha-=­ 
_i unto. COI I o Go'emo 
no nróxir, ano esse­ 
trabalho n:io sofrerii 
soluc.io de: continui­ 
,.htle: clc-:-:<lr que o po 
'O COI! ti Ili!~ junto -=­ 
co a ad: istração, 
par:i i H<' ::-rr,Í pre - 
ciso ckr r 1:n do P'1 
Da

■
' , 
±GO ZACARIAS« - 
TEXTO ACIMA) 
REPORrAGEH PA1RJ:1N'l[Y ' 
PELO SEl'!l'OR Si::BASTIÃO 
:i'.ACARIAS (r:ET.O) SESSEN­ 
TL'-10 - DESF'OctTISTA - PO­ 
LÍTICO - O CONHECIDO 
NEGO ZACARIAS F. Ui-IA DAS 
PESSOAS QUE AJUDAi•í BELA 
VISTA A CRF.SCER; 
SESSENTA E. C. TRADIÇÃO 
E PARTICIPACÃO 
fundado a 30 de 
Sete~bro de 1.950, sob o 
comando de Goethe Escobar 
Nunes, tmdador e l Pre­ 
sidente, direcionado Única 
e exclusiva'Tlente ·a evo 
lução e dedicação ao es 
porte, o Sessenta E.e. 
continua até hoje, fiel 
aos seus princípios 
promovendo sempre o espo~ 
te Be.lavistense. 
'1 '~ r.; 1- 
r. .1 [-<:t· I • r .. 1 ·/(, > 
fund. ror 
l{zsvwu senta 
(-"' h.-~):L <! 1 .. "':, 1 l l­ 
rio tão <iples mau 
coe~ , h.:í' ti vo., d fJ ni­ 
do.s na:cin o .ent 
()U" hoje /t f;v. W>l'­ 
t•' d,t Ili sLÓr-1 .. d! •• 
ela Vista. 
A r. ;::e l;nlj,O 
juntnr:::n-:_:p outro:_j 
tantos que fora che­ 
gando, s, ·:r.pre recebi de 
;-v lo carinho <' o ca­ 
lor hurano extraido 
tln essência d·, seus - 
fundadores. Cada 
qua J. que chetava, tra 
zia a vontade do tra­ 
balho e a.vitalidarle­ 
para a execução de 
novas idéias que 
apreciam; desde o 
tenpo em que cada par 
de chuteiras ou ca - 
ca jopo de camisa 
.. - 
A DESCONTRAÇÃO, O AMBIENTE ALEGRE - AS PLOCAS AS SERESTnS­ 
NA FOTO O ENGE!lHEIRO RI CAP DO ROSA E O JOVE.:, ALFHF.Dü, DOJ S 
ARTISTAS BELAVIS'I F.!ISE- SESSENTIOS. 
CANPO DE FUTEBOL - AQUI TREINA O "I:IGRÃO DA FRO!.TElflA 
S: SCCI- U LOCAL ODE VOCE EST EM SUA PRÓ?F.IA CASA; rR"::o::::­ 
SA ARVCRE A BEIRA DO APA 
custavrr o suor e a 
dedicação daqueles que 
procu,c1vD.".l leva:· ~-dián 
te una ideal que deno 
mina-se "Sessenr..a E. 
C.", u scnho de todo 
sPsscnt.ino era a Cons­ 
trução de sua sede so 
cié:.l e de un lugar - - 
onde esse grupo, que 
hoje conta com LrTI nú­ 
ne ro ben ma is nu :e no­ 
soque os seus 60 fUn 
àadores, pudesse de 
senvolver suas ati­ 
vidades esportivas e, 
isto foi conseguida - 
graças ao trabalho e- 
a luta de todo ccxn - 
ponente dessa família. 
r:o prox.1.mo 
dia 30 de sete::-bro, - 
estaremos festejando 
35 anos de existência 
e, na oportunidade 
« 
»Ir;i.' ri, Lr, 
b·L'I.:.. r·, 
±.SE!TA" nao s - 
trata de um lute, 
.a im de um ru­ 
po de rapazes 
r:.o;as que quira' 
S· dedicar ao fs­ 
por·t.r:. 
2- Seu número - 
lirni éldo até o má­ 
x1mo de sessenta - 
esportis n, cendo 
trinta mocas. 
"3- Goverr.ará o drr.­ 
lino do "Grupo dos 
Sessenta" uma co­ 
missão composta de 
u::1 presidente, oit 
membros, sendo qua 
tro rapazes e qua­ 
tro moças. 
d - A corniss3o se­ 
rá eleita por alo 
ria de votos, a 
eleição será feita 
todo ano, no ~ês - 
de dezembro poder.­ 
do haver membro da 
cmissão ser ree - 
leito. 
5 - Todas os ele - 
men :::os do "CLU3.S - 
DOS SESSEIITA" são 
obrigados a dedica. 
se a qualquer dos 
 
) 
SESSE:IA- VIS.A PCIA!- AQUI SE REC:E O AIS TAIcI0- 
::AI s :-:OnADO.!:':S Dê ôe la VIS 1'A

!'li[ l 
• 1. 
Po Dos 
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O íl13- 
ta - 
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co­ 
ta de 
oit 
qua 
qua- 
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feita 
nes - 
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(; o n ti. n u a ç ã o: 
, ,-Jlt Jt 1 , I ,f)
1
J(" t' 
tbol, Vlrettol € - 
i4,que ebo! , 
- O "GRUPO DO; F', - 
;'TA' tem por dever. 
lncont!vnur propaar,- 
e, ,,1,p<1f'I' l'líl llt•lu VJ;; .. 
t l. 
)-- cominsno , com o 
auxílio dos domal 
membros, promovera, 
r,,-r,·:,dtt:<'ttt<· um bal l<:­ 
em beneficio do GRU 
EM UMA REUNIÃO NO CLUBF.:ENG. FEid,,',NDO . vHGF. DC: BAh',OS(DI:- .SOClA~) 
ENG.RICARDO ROSA; 1
2 DAMA DO MUNICIPIO MARLI ROSA PINHEIRO.PREF. 
MUNICIPAL IDELFONSO PINHEIRO E SENHOR CORUMILA LOUREIRO DE ALMEID1 
(PRESiDENTE DO DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PMDB). 
PO DOS SESSENTA" 19 - Ter amor ao =Goethe Escobar - 
8 - "GRUPO DOS SESSEN- esporte. 	Nunes 
TA" ,mais são obrigados 
a cxxxp;:irnr • para a re­ 
alização de qualquer­ 
empreendimento, que o 
fizer. 
9 - O "GRUPO DOS SEf- 
SENTA" sempre que suas 
posses permitirem em - 
dias de festas ou fe­ 
riados deverá premo - 
ver jogos nas cidades­ 
vizinhas. 
10 - Todo o dinheiro - 
arrecadado ficará 
comissão. 
{ •qe 
» 
"",};;' ~ .. 
..... , ... _.~ , 
.. ~ 
a 
11 - A comissão se reu­ 
nirá uma vez em cada 
mis para discutirem 
assunto administrati - 
vo e esoortivo • 
12 - Não será tolerado 
r.o "GRUPO DOS SESSEN - 
TA" elementos nocivos 
·oc!d!e, b 
t ·,r,dt, t, ... ,1. ! ,1 l .1 p 
tu dar mrt Ivo a 
exclui0. 
13 .- A excluao de 
qualquer tu·mbro do 
"GRIPO DOS SISE;EN­ 
IA", será fel .a pe 
ln ,·oral ·:·;io. 
o:; MAl/llAME!ITO:l DO 
Fr;PORTTSTAS 
2~ - Praticares­ 
porte com a maior 
disposição possí­ 
vel. 
32 - Conhecer as 
regras esportivas. 
42 - Prestar obe­ 
diência ao instru­ 
tor. 
52 -Nunca respon­ 
der ao Juiz. 
5a - Enfrentar o 
adversário dP. jo­ 
go co~ espírito - 
esportivo e' de ami 
zade 
72 - Propagar o es 
Sessenta 
vi J, ·:i • ur:J or - 
mi do para os ';oi 
tos e j0,1os 
9 - Ter palavra e 
__ ,. r· prHJ t_u:d . 
FIDAORE DO 
---- ---- -- 
"Gl<IJPO IJ JS :,E:',31.',TA 
- ------ ·- --- - - 
=Pedro Chaves Cor- 
rea 
=João Corria da - 
Silva 
= Natanael Profeta 
de Araujo 
= Lcobaldo Profeta 
de Araujo 
=Sebastião Lopes 
RECEBIDOS DE BRAÇOS 
DE SUCESSO. 
João Mascarenhas 
Sidney Mascare - 
nhas 
Eder Silva 
Francisco de 
Esporte 
ntil Varzas da 
f,o.:a 
. Nelson Iobhan 
Edunrdo Lop•.'H 
aro Gonçalves 
FUIJDADOHES DO "GRU­ 
PO DOS SESSENTA" 
'Domingas Bcnltcs 
'Terezinha Vargas 
da Rosa 
• Adélia Vargas da 
Rosa 
• Marcolink Rodrlgul 
• Florinda Benites 
*Hilda Benites 
*Cleide Medeiros 
*Cladir Medeiros 
*Madalena Palmiéri 
•carmem Brunet 
*ElpÍdia Miranda 
*Edelira Pedra 
ºAlice Pedra 
•Yolanda Pedra 
"Air Venâncio 
'Zélia Rodrigues 
. ------ 
"6g_DOE 
1A" 
PRESIDE MIE 
---- - - - 
COE.H' ES' AR ! 
m:s 
ELEMENTOS : CU!' 
ilOS 
'PEDRO CllA'✓I·,.3 Cu! - 
RÊA 
•flATANAEL PROFETA 
DE ARAUJO 
'JOÃO CORRÊA DA SIL 
VA 
ELEMENTOS FEMENI­ 
NOS 
•MADALENA PALMIÊR:r 
*DOMINC'.t'; BENITES 
*MARCOLINA RODRI - 
GUES 
*ALICE PEDRA 
e 
OBS. Esta comissão 
foi escolhida pe­ 
los elementos do 
"GRUPO DOS SESSEN­ 
TA", sua reunião, 
em 29 de novembro 
de 1950, para go­ 
vernar os seus 
destinos, nomes - 
. i 
I· . 
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~À~~;. -~ ~~ 	• 
---- .... -', 
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IDMINISTR 
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NA FOTO O VICE-GOVERNADOR RAMEZ TEBET, PREFEITO ILDEFONSO PINHEIRO, SR. NESTOR 
ALMADA, QUANDO DA VISITA DE POLITICOS DO PMDB EM BELA VISTA; 
PREFEITO ILDEFONSO PINHEIRO, SENDO ENTREVISTADO POR RADIALISTAS DA RÁDIO BELA VISTA 
NA CIDADE DE CARACOL, TAMBÉM ONDE HOUVE A VISITA DE POLITICOS PEEMEDEBISTAS. 
IA FOTO A PRIMEIRA DA O MUIICIFIO, SRa. 
MARLY PINHEIRO. 
PREFEITO ILDEFONSO PINHEIRO, EM REUNIÂO NO GABINETE DO GOVERNADOR WILSON BARBOSA - 
MARTINS, DISCUTINDO SOBRE ASSUNTOS DE INTERESSE DO :-íLl!GCI?IO DE BELA VISTA. 
ti «« « « t »à t $»4«t9 «#«« 
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TRABALHARI 
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C L. 1u:AI. I :1: srn SPlf(l CO:'l'ITLll(l Tllf)() ()Ili '()('f 
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1,IOR DE (1lJE t PREC! SO ACREDITAR 
;-,o TRill.l.llCl E ,l'OST/R O FllTl•P.Cl. 
l'F.CFlJ  l'E
1
lS!STÊCI.· 1 Fí1RÇ, DO 0lll:RER. , 
501; DF f'ORC.S. O ESPIRJTO E"l'.REE;>."DEDOR. , l'RClPOSTA­ 
FOI FIA, COO F SERIA A VONTADE DE CRESCER . DE - 
HEI., ']STA. E 1), llí:GLO. 
P,R,BFI :,MOS ESTA Ol'ClRTlllíl,llE. () PO'O - 
BEL.AVISTE'SE QUE SOUBE ENFRENTA DESAFIOS E SUPER; - 
V - 
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, 
1 
' 
QUANDO BEL.A TISTA COVEMORA MAIS 
1!~1 ,XI'ERS.iRIO E 'I'E A EUFCli;l; DL: - 
'lA IS U~IA EXPOBEL. :'ADA l,l S JUST,' QUE­ 
rG'l,PECER ,OS Q/ '.fPv'B'àLHA'.-1 'l S,:;,~ .1 - 
PROGRESSO E O BE)! ESTAR D, GE'.TE :: '. - 
'lSTE:'SE. 
DEl'lJTAPO FEDER,!. S.ULO C.l,r. l . 
QIJE!RÔ:'..

HE:SUMO HITICO DO 10T - 
iro DE CALAI - 
wNyiio @xi0 .njO_ 
Cr!ação: 
O 10% Rep!rnto de 
Cavalar!a "RepImento Anto­ 
nlo Joâo", vm cOfl'o prl - 
m! tiva origem a Legião dos 
llussnrdos, o.qui lnlrodLIZl 
-- E 14A, chava--­ 
PRIMEIRO CRIO FIXO DE 
C/\//L/!d/1; 
-E 22 de gosto de - 
1846, por Decreto de­ 
ta data, passou a cha­ 
mr-e ESQUADRÃO DE - 
C/ V /11JUA; 
- Dn 09 de Janeirn dc- 
1849, passou a c!arar- 
102 RF.GIMENTO lJJ,. 
dos em 17'96 pelo Capitão 
General da Capitania de - 
Mato Grc,sso, can a fina­ 
lidade de combater os es­ 
panhol~, que frequentemen­ 
te invadiam a linha dete 
minada pelo Meridiano de 
Tordef1ilhas. E porem, con­ 
siderada como origem mais 
acertada do Regimento, a 
Canpnnhia de Cavalaria - 
se PRIMEIRO CORPO DE 
CAVALARIA LIGEIRA; 
-Dn 10 de abril de 1851 
passou a chamar-se PRI 
MEIRO CORPO DE CAVAfJ..­ 
RIA DE MATO GROS"0; 
-Em O09 de dezembro de 
1865, teve sua organi­ 
zação e denaninação - 
mudada para PRIMEIRO - 
CORPO DE CAÇ/OORES A - 
Decreto - Lei n 21. - 
134 de 16 de Maio de - 
1946, passou a chama.I'-­ 
se DCIMO REGIMENTO DE 
CAVALARIA; 
-Em 23 de abril de 
1947, tendo em vista - 
passar a ser somente - 
un Esquadrão, teve sua 
denaninação mudada pa­ 
ra PRIMEIRO ESQUADRÃO 
VISTA ÀEREA DO 10° REGIENTO DE CAV/JJ..AfUA 
de Mato Grosso, can sede 
em CUiabá, criada pelo - 
Decreto n 30, de 22 de - 
Fevereiro de 1839, 
MUDANÇAS DE SEDE: 
• Inicialmente sua - 
sede foi CUiabá. Em 14 de 
Fevereiro de 1847, mudou­ 
se de CUiabá para Vila - 
Maria, atualmente são - 
I..uis de cáceres, local de 
signado para sua nova se­ 
de. Em l de maio de 
1858, transferiu-se para­ 
Nioaque (Vila de Nioaque) 
sua nova sede. Nos primei 
ros dias de 1903 marchou 
para Vila de Miranda, sua 
e provisória sede. Em 10 
de Dezembro de 1906, che..: 
gou em Bela Vista, sua - 
atual sede. 
CAV rl.AJ' IA 
MUDANÇAS DE SDENa-rrNAÇÃO 
CAVAIJJ, por Imperial - 
Decreto n 3556; 
-Em 1° de fevereiro - 
de 1971, passou a 
chamar-se PRIMEIRO COR 
PODE CAV/JJ..AfUA; 
-Dn 18 de agosto de. - 
ln, [lo, Dcrto r"­ 
'+/, tarou o mos de 
THCEIHO FEL,NI » Li 
NUA!IA ILI GEME; 
--Em 3l de d:zrpro de 
1919, em face do Dcr­ 
to n9 310, de ll de - 
dezembro do me:zo aro, 
passou a chamar-se DÉ. - 
cmn hl:.Gll'.:.trro LE C/VA­ 
LAflIA 11/D!•H.::füE!l,E; 
-811 l' d<: julho de 
134, 1e corto co o 
- .E)'n 22 de feve - 
reiro de 1839, era deno - 
minada COMPANHIA DE CAVA- 
ANTIGO R.ANI'ONIO JOÃO 
1888, o Decreto n2 
10,015 lhe dá o nane­ 
de SÊTIMO Rl:."'GINENI'O DE 
CAVAf..AfUA LIGEIRA; 
-Em 04 de junho de 
DO DÉCIMO REGIMENTO DE 
CAV.Af.MUA; 
-Finalmente, em 31 de 
agosto de 1948, voltou 
a denominação de DCI­ 
MO RF.GIMENrO DE CAVA­ 
LARIA, conservando-se 
até hoje. 
PRIMEIRO COMANDM'TE: 
E descor,.hecido 
o nome de seu primeiro 
comandante, mas é, po­ 
rém, considerado o Co­ 
mandante nl do Regi - 
mente o TEN. CEL. PE - 
DRO JOS RUFINO. 
PARTICIPAÇÃO EM ACONTE 
Cil<!E:N'ro> HISTORICOS: " 
O Regill:ento par­ 
ticipou da Guerra do - 
Paraguai, tendo inicia­ 
do sua pa..-Ucipação em 
1846, terminado por vol­ 
ta de l9 de outubro de 
1867. 
CAPO DE POLD DO 1O RC. 
1922, o Regimento de - 
locou u Esquadrão para 
qutdauana sob o coman­ 
do de un Capitão, mas - 
regressou em seguida. 
Na Revolução de 
1924, das diferentes - 
Guo.miçÕes de difere:1_ 
tes Estados, que ade - 
riram no movirr.ento re­ 
volucionário de São - 
Paulo, destacou-se o 
10° RC, então 10° 
RCI. 
f!OVO PAÇO !1Ul'IICIPAL 
Na Revolução de 
1930, seguiu can desti­ 
no a Ponta Porã, a fim 
de integrar uma Briga­ 
da Provisória de Cava­ 
laria, o 12 Esquadrão 
do Regimento, regressan 
do no dia 30, no momen­ 
to em que nesta cidade 
se tinha noticias do - 
triunfo da Revolução. 
Na Revolução de 
1932, no dia 21 de 
julho, o quartel foi - 
atacado por elemento - 
CORONEL 
civis, que ta±em no 
permanecera no recinto, 
Indo acapar n irvera 
da, tendo abandonado o 
local no dla 27, :;.cndo 
a 29 alcançados por - 
una patrulha. O Ofic1,,l 
de Dia jn tinha reuni­ 
do os efetivos que dis­ 
pcrsara e reconstituido 
i 102 RCl, que aderiu 
á Revolução. Passou - 
então o Regimento a - 
constituir a reserva - 
móvel de fogo, até sua 
dissolução em conse - 
quência do fracasso do 
rrovimento revolucioná­ 
rio em 24 de outubro. 
civis, que se chocaram 
com a resistência opos­ 
ta pelo Oficial de Dia, 
travando-se ccrnbate. - 
Tendo sido preso o Co - 
mandante do Regimento _ 
em sua residência, e sa­ 
bedor da noticia, o 0fi- 
cial de Dia abandonou 
Na revolução de - o quartel aos elementos 
Vindo de Santa 
Catarina, Estado do - 
Rio Grande do Sul, - 
chegou a esta cidade 
o 32 RCD que pren - 
deu e desannou as - 
forças constituciona­ 
listas desta guanú - 
çao, fazendo desapa- 
erra, que u pouco o 
con::;••r;ulu, .1uxil ludo r:: 
lo Corand. do 3 f:<'ll, -· 
que permaneceu tn.a c! 
dade até ll de jarrtno 
de 1933. 
OCUPAÇÃO DOS A'llJAI_S_~ 
UARTELAMEII: 
Os atuais aquer 
te lamentos, for ocu­ 
pados no dia de sua 
cheada nesta cidade:1 
de dezembro d•: 1906. 
CANCELO S.Al.'TlAGO 
recer por coopleto o 
102 RCl que deixou - 
de existir de 24 
de outubro a 30 de 
dezebró de 1932. 
Gomo i'1m de - 
reorganizar o Regimento 
assumiu o Coando o Ca­ 
pitão João Max!dano- 
CRIAÇÃO DOS DESTACA!I.EJl 
TOS: 
PARQUE HISTCRI 
co cor..o:m MILITAR oos 
DOURADOS: O Ministro 
do Estado do Exercito, 
.criou o Parque HIstór! 
co Colonia MiÚtar dos 
Dourados, em Portaria 
Ministerial n
23179, de 
19 de dezembro de 19í3 
cem o objetivo de pre­ 
servar e divulgar o Pa 
trimÔnio histÓrico--cul­ 
tural do Exercito, pa. 
ticula.rmente a Epopeia 
de Antonio João, subo 
dinando-o amdn1strat1- 
vamente ao 102 R, a - 
quem caberá a guarca,a 
manutenc e o deservcl 
vimento. 
CO:-.rI'll'UA .•. 
t

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indo i,, 
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OCu- 
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·:10 
;-.n \)'li 'TO l~I f'111. 11 f_ "IST (Yl"I '~"'. O srn 
\'l"1'1!'-.,IUO I llHI.I:. SI.. 11'· F1'111! 1 \tl mllLRI. 
l"ICll 1.IIF11S <; 'l\Jff<;Tn11S Ili .lílllll!l I l.'il'!Jt.·- 
 1:l'()lll'I. IU:l'l!J:SIXI. CJ 'lltlt11~ IILCltln - 
Ili. 11I>. . C'O'lll:-.llllll:. SO!ll!Lfllln IX SllllClll WIR.I .. 'Clf­ 
T.ll l'.lt () lllSIS"1ll.'l'llS('() r11. 'I::: 'lllll L SL'll'IU: 1" 
IIISC Ili. ()'S ,1.11.R\lll'S. 
l'RHJXS Hl.l. ns·1 ,. 1'.RHES 11'SI l'Ol!IS 
Semeie 
a paz ... 
() Ili Po t R SM'/n A "TIu i • , I 1'>11 :il. l·, 1. 
RE IA'IO J 'HHS I+ 'AO!I 1 (@['fRw ' I0 » AI!IR!1- 
lO 'ílll('Jl'lll. 
SI  1 .• , l!,11 1 i l'l<l'>l.1.11'l\11,·
1
111 ,,, 1'11!.'l li,! lll - ' 
P IU FIUO MA{IR O CRISCI! 'TO A HLL JS{A. RE!RISLNIA O 
1srr11wn I  lllllí( (') Df. IO!'S (0 S!US HILL !J li,! ,
11. () flf, 
. Ili. "l'i\1,1 H·l'1í( LI l'S 1. t •'.'i(l;ltll{ 11'1 1 111j 1 '! l.lltll(. 
1~111. 111.;J(11 : J'.11.l "J 1 1 A OLA RI PGA IA. +LI.  IS- 
1. Sl.'!f'I. l!lf:, "Ili. SI'! Jllllíl lf;ll'!. lltl:t'l •;JJlh rt(IJl()S. - 
t;ft.111.'> 11 i I il 11''- 1. 1!!.l.l:.C11  ('.(,\l!Jllll. l!I 1 10\1: 
.,..._ ..;_. 
Ci.11111' )n Lrn Ili. íll.l.  !ST. 
ttt! - LILI0AR'tL RI5.-=. -s - 
--~~- -- . - 
t=éno 
traba (). 
PMENS AOS RELAISTENSF 
QUE CEAI A VER CONCRETIZADOS - 
Tos s SEUS SnHlS . 
.  RE.11.J:.f'.'in ll E:l'OllEJ. - 
REl'IU:SET. 1r1 PRÊ'll'1 ,OS Olll: cn:,.,', 
TROEM! UM NN(CIPIO H1IS FORTE. 
ctrll'IWll:T.'nS os Ol((~XI--' 
:.tl'X1RES D. 1 ➔
9 
EX!'OHFI. l: S /Ul'O­ 
IU 1/._IJII ~s BEL. f STl:.SL<;. 
PUA!E.NS TSIS TIRES 
l'!11 I .S !,JI. "IS!. 
Jlrt, nsn CRESCE: IJ:',.1'() 
. Tlll'OS OS SEU<; F I IJ )S ; ESPERr\r; 
Ili: Ili.IS 
1
I1:IJKlRES. 
P,RIBE:.'> BEL ' 1 STA 
, C'
1AR,· l~r.HCIP,l. flE ,'1TO'.IO .JO.O PARABl::-XI­ 
ZA ,IS JJITOR!IlADES BEIJVISTF.-:Sr:S. OS ORr,,:-:1:,rxlRES E EIJUSITO - 
RE'i n 1➔
9 
E.POBEL. OBRA CllE /. C[).. J.O PERSO.lflC O /R![)JO E 
A FlBlt 005 FllHJS D. TI::'lm,. 
A Fr'l!Ll, BEl.,WISTE.SE l'll, 'Q11:.TOS DE 
rn..11E ALEGRIA. HOJE QUA:1XJ ffillE'ORA SE IL1S ll.'I A.J'ERS.RIO - 
DE BEi.A VISTA. DA MIS JUSTO PARABENIZR TOOS os TR.llULX) 
RJ:'S, DESDE o l!ll'!ILDE PEO AO E,U>l(ES_.RJO. QUE t:oSmOHI , f;R;'= 
DEZ DESTA TERRA HlSfÕP.ICA. P.-R,81::.':S liEL\'I~7T:.'.5ES. 
POBEI.. 
DEl'lIT,JlJ FSTA11UAL ROHEIUO ()l{RO 
,SAL'E Zll/07 /85 
P,R:BF.lS EXroSITORES 
JOSI: EL/)T JX'lS S,.TOS

,J<Jr,'iAI 1R!J! DA PONTEIA 
cmn rr:1•M Ml. .. 
fluas bri lhoJnl1:'> car,Jvan,J', 
correram ao local d,J ole 
n i dMle iJ1:ia rpw P·l r tindo - 
de Bela 'Vista acompanhava 
o Sr. varo ttasarenhas- 
" outros bc-1i our•crosos 
que acompnnhJv,1111 e:;se 1noço 
que se destacou por seu - 
trabJlho eficiente e entu­ 
siasta, [ruti f'crreira da 
r.os ta, a fl ta i naurwra 1- 
foí cortada pelo Sr. Alva­ 
ro 11ascarenhas, 
Bela Vista te­ 
ve como dos suas primeiras 
casas de material, as pa 
redes foram feitas de pe­ 
dra canga_, 
A religiao predo- 
minada desde sempre o 
catolicismo, embora haven­ 
do outras religioes. A Pa- 
roquia foi fundada em - 
4 de Abri] de 1924 pe 
lo Bispo D. Jo@ Mo,ri­ 
cio da Rosa. 19 Padre­ 
visitador José Giardele 
Mi3510nãrio Saleiano. 
Os príi-•ciros - 
Padre, Francisco flolvi, 
Podre Afonso Helde 
chegaram aqui em janei­ 
ro de 1930. 
A 19 1i55a foi 
ce 1 ebrada em 12 de f1a - 
io de 1º35, inauoura­ 
çao da Nova Capela, Ho­ 
je é o Espírito Santo. 
As irmas, t1aría Hubert, 
Emiliana e Dernadeteh. 
Em 1043, foi 
diplomada a lQ tunna - 
de oinasianos. Em 1053 
o Belavistense teve 
seu primeiro Diretor - 
Proprietãrio. 
- 
f1 1 '.;º,D i ~ d 
5a0 Viente de Paula­ 
inaugurado em 9/05/­ 
~J, ',endo Pn f ('1 to - 
da cidade o Sr. Joao­ 
/l ntonio Maria Capo - 
s	i , 1Q diretor d o 	- 
Ho5pi a] Dr. Pubens - 
de Cil s tro PI n o 
remio do - 
Subtcnentes e Sarnento 
Pedro Rufino. Fundado 
em ()0 de Abri 1 de 
lºf.l, primeira din•­ 
tória: 
Presidente - 
Oretildes Alves de - 
Souza, Secretãrio 
Fermino Lima, 29 Se - 
cretãrio- Gabino Lou­ 
reiro Gahlnlo, Jo Tr.­ 
soureiró - Ary Escohar 
Ribeiro, ?Q Tesoure -­ 
iro - Leonio Silva 
,radrr - Adalberto Po­ 
draues Santana, ibli 
ore<#rio - Apoloro­ 
ws da trindade, )O 
Suplente- Antalicio 
Cava)iro, ?9 Suplen­ 
te Vi or do<e flei as 
de O J iveira, Pel de - 
Conselho F isca 1 - Ha - 
rolr!o V;ijCO tlllo Pi - 
nnciro, s, crr·t<lrlO do 
Con- Fiscal - (osãr - 
Juliao Gonçalves 19 - 
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11; Pref. Ernc o Vi - 
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tanazio de ALeida - 
Me 11 o, l 
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Pref. Manoel Rodriaues 
de Miranda, 210 Pref.­ 
a l ter Escobar Nunes- 
229 Pref. Dr, Fiori - 
flurano, 239 Pref. Wal 
ter Escobar Nunes,249 
Pref. Osvaldo Turine 
25Q Pref. Clovis Mar­ 
celino de Oliveira, - 
26Q Pref. Rubens de - 
Castro Pinto, 279 Pref . 
Dr. Eli de Araujo Bar­ 
bosa, 289 Pref, Afon- 
so Dilon Nunes Leite- 
209 Pref. ldelfonso - 
Pinheiro atual Prefei­ 
to de Bela Vista. 
Em 1.971, foi 
inauourado sobre o 
Rá,o Àpa, a Ponte de - 
·Amizade, Ponte Inter­ 
nacional, Brasil/Para­ 
guai, pelos dois Pre­ 
sident~s Emil io G. l-le­ 
dici e General Stroes­ 
ner. 
Bela Vista te­ 
ve como seu lQ Jornal­ 
•o BELAVISTENSE" corno 
Diretor Geraldo de Sou 
za Posa, Gerente, I nã­ 
ci o P.osa, Redatores: - 
Ada 1 berto Santana, 
João Pessoa Braga, e­ 
João Crístovão Pal~ie- 
ri. 
Em 1.954 ás - 
casas de comêrcio eram 
Casa Ioternacional de 
Josê M. Palmierj, Far­ 
macia Roial de Virgi- 
1 io !ledei ros e C IA - 
LTDA, o Belavístense­ 
de Gilberto Gomes da - 
.Silva, Casa Lama Seve- 
• rino Gomes da Silva, - 
no dia 20/05/46, Inau­ 
gurou o Banco do Sra 
sil aqui em Bela Vis - 
ta, seu lQ Gerente o 
Sr. Elias Barbosa, 
ainda hoje residindo - 
em Bela Vista. 
Quanto a eman :­ 
cipação Comercial de - 
Bela Vista, em. 1918, 
o comercio era prati - 
camente mantido na vi­ 
zinha cidade - Para - 
9uai, na outra maroem 
do Rio Apa. 0s fazen - 
deiros locais, faziam 
suas compras em Aqui­ 
dauana, trazendo mer- 
• 
( ( . 
plora 
a!. (ovo a 
ho, : ,1 i 
", l' f Í /,lf ,l 1 to , 
dade au entando o 
doravelente o 
oruercial 'a d A« 
dt' l 
0
5f1/6í) d 1 Vl'r ,, , 
milias Sirio t1bane5a 
amuem afluira e . 
la Vista, com a ir,t3 
laçao do Bano da lr4 
sil_S/A, o oerio j 
na epoca expresia +, 
seus nego1os muito 
r:xpl,diro!'I . 
Depois viera 
outros lldncos , , 0 r 
va do prores5o no se 
tor co1.1crc1,il (j,1 tld­ 
de. 
Belo 1/ist,1, - 
com! uma camada de pe - 
dra-calcária de valor 
incalculavêl foi igual 
mente-visada Lo:n ur11 - 
explicaçao de cal-v1r­ 
ger11 pa~a cons truçao, 
ouve epoca e~ que 
mais de I n fornos. tr-. 
balhavam o ano· inteiro 
a fim de abas tecer Can. 
po Grande (Capita 1) e­ 
outras cidades impor­ 
tantes do Sul llatogro, 
ense. Segundo dados • 
técnicos, o cal produ­ 
zido em Bela Vista, - 
foi o melhor do Estado 
também foi i ncentivad3 
a exploraçao de madei­ 
ras, sendo montada ser 
rarias na época, e fo­ 
ram derrubadas matas - 
para ar,rovei t:amento de 
madeiras e consequente 
mente, a formaçao de 
pastos.Tambn foi nece 
sário uma marcenaria -· 
que era de /ristide - 
Rocha cujos trabalhos 
de móveis eram conneci 
dós fora do fAuoícipío 
e as de agora são Jo­ 
sé Chaves, Rigoberto - 
Velasquez (popular Ti 
to) e outros. Hoje o - 
comercio de Bela Vista 
acha-se es tabi 1 i zado,­ 
e a i nfra-es truttJra - 
está desenvolvida prin 
cipalmente no setor - 
energético que vem co-: 
a 1 ta tensão de Urubu - 
pungã.~e qualquer na· 
neí ra, 8. Vis ta esteve· 
presente ao chamadu co 
Governo Central. Produ­ 
zindo sua etapa de 19- 
Necess idade, não sõ P~ 
ra o consuno interno, 
como para o externo.E 
em vez de jogar pedras 
no passado varr.os apro­ 
veitar todas as pedras 
di sponi veis para cons­ 
truir o futuro ... 
---------------------- 
---------------------- 
_____________________ , 
AUTO 
GASOLDIA 
"" O SEU PONTO DE 
POSTO 
DIESEi. 
PARADA ORRIGATÕRIO v ROílO'l 
·" 	1 .liRílPI A 
BORRACll,R IA 
CARACOL 
; 
TROC:, ()1: {)J.Eo 
POR'! O MURTINIO ·"·· 
' L.JHI SER,~ 'l: 1 S TltYílll 1I . ....

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HOSEVELTE LINO GAHCIA: UM VEREADOR AlUINlE 
NA FOTO VEREADOR VETE GARCIA EM CCOPAHIA DE PLITICOS -PMDB 
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Considerado como 
un dos mais atuantes da 
atual Legislatura, ove­ 
reador, Rosevelte Lino - 
Garcia vem desenvolvendo 
intenso trabalho na câ­ 
mara Municipal, não só 
apresentando indicações, 
requerimentos e projetos 
de largo alcance social, 
mas tambem adotando uma 
postura política modera­ 
da e de conciliação. 
No inicio de 
seu mandato, Vete, como 
é mais conhecido, apre­ 
sentou várias vezes, rei 
vindicações ao Governo - 
cio Estadb no sentido de 
ser pavimentado o trecho 
Jardim a Bela Vista. 
Vem insistindo, 
desde então, para que o 
Governo do Estado dê - 
Ínicio ás obras, prane­ 
tidas por WILSON BARBO­ 
SÀ MARTINS em Julho de 
1.984, em pleno Parque 
de Exposições. 
Autor de mais de 
50 indicações, todas - 
procurando atender aos 
apelos dos moradores da 
• periferia e da Zona Ru­ 
ral, Vete Garcia tem - 
pautado a sua atuação - 
no Legislativo Belavis­ 
tense por una dinarnica 
de trabalho condizente 
com a filosofia do 
seu Partido, o PMDB. 
Ultimamente - 
Vete tem procurado re­ 
solver os problemas - 
de algunas escolas - 
rrun1c1pa1s e estaduais, 
tais como falta de - 
material, instalações 
precárias, consertos, 
falta de fupcionár1os, 
etc. 
A Escola Vera 
Guimarães Loureiro - 
.mereceu atenção espe­ 
cial do Vereador que 
solicitou providências 
ao Governo do Estado 
no sentido de reforma­ 
la,tendo as suas reivin 
dicações, sido atendi: 
dos.As reforas estão 
sendo feitas. 
No tocante a 
iluninação pÚblica 
patrolamento de ruas, 
reparos de estradas 
vicinais, enfim, onde 
houver uma deftciêcia 
ou irregularidade, lá 
está o vereador Ve.te 
para pedir providên 
cias. 
Na poli tica - 
Vete não se descllida 
das bases, figura'cons 
tante nos grandes - 
acontecimentos ou nos 
pequenos almoços 
realizados nas resi - 
dênc1as de correli - 
gionarias, sua pre - 
sença é a linha avan­ 
çada do PMDB. 
Moderado,sim - 
ples, educado, sempre 
disposto a ouvir, a 
aceitar ponderaçÕes, 
mas firme em suas - 
convicções, VETE GAR­ 
CIA, é un dos mais - 
respeitados vereadores 
belavistense, pois - 
o povo reconhece o 
seu valor: ELE TRABA­ 
I.HA. 
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• NA FOTO VEREADOR 
• it:TE GARCIA EM - 
] 
• 
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• C'PANHIA DE POPU 
[ 
• LARES E PQITICOS" 	1 
.. 00 
' 
1 
I 
*PMDB* 	1 
AO POVO DE BELA VISTA 
-.'''..	. 
QUE TOOOS SE ABRACEM 
BELA VISTA DEU UM EXEMPLO DE WTURIDAII POLÍTICA. 
A CONVENÇAO 00 PMDB, REALIZADA OOMINGO, D8'0NSTROU QUE O 
lflAVISTENSE APOS VINTE ANOS E EAM! DE!CRATICO. GRA­ 
ÇAS A SUA CULTURA CfVICA, SABE CONVIVER .COM OS OPOSTOS E 
NAS DIVERGtNCIAS EXERCITAR O SAGRAOO DIREITO ff!'OCRATICO; 
NINGUÉM GANAOU, NINGUÉM PEROCU, 
GANHOU lilA VISTA. 
GANHOU O POVO lflAVISTENSE; 
. HO-.E QUANOO A NOSSA CIDADE CüffffiRA O SEU A­ 
NIVERSARIO E REALIZA-SE AIA" E)OEL, NADA "AIS 0OTU 
NO QUE PARABENIZAR TODOS OS Cürf>ANHEIROS DE PARTIDO. PI 
RAflsNIZAR ESTE POVO QUE S~BE SE CONDUZIR NAS GRANDES DE 
CISOES E SABE' O SEU LUGAR NO NO'EITO HISTRICO E VI 
VEroS. • 	- 
PARABENS lilA VISTA 
PARABENS EXPOSITORES QUE NOS HONRAM COt~ AS SUAS 
PRESENÇAS . 
PARABENS COi'i'ANHE!ROS DO PMDB, .. 
ROSE-RTE LINO GARCIA 
VEijffJ)OR PMDB

.JOii!',;I. "JHIJ ,J'  J' 1 ;11,:.11 1 •• 
.1 
Continuação. 
IJf.lA VIST/1 íll: IH/1 . i'I - 
T.iVbli j]f; i)'i f'.f. 
f u nossa pri 
pal fonte de renda. 
MI IUtACtO. 
A Usina de Cal­ 
cúrco Bodoquena produz­ 
calciírco clolomítico cla­ 
nclhor quali<laclc. 1: a - 
nrincipal inchístria,dn­ 
rogiao, fornecendo esst· 
insumo li:ísico para o Es 
tnclo. 
C:ontamos nillúa­ 
com 11 Indústria Jii-te-vi 
nhastccen<lo nosso 111en::1• 
'do com tijolos e tclhas­ 
<la melhor 911al idade'. 
E temos também a 
pro<luçiio de Cn I na 1kg i - 
ão <la Caioira. 
l<ola I ttlunl 
<lt I •• c ' 1 ,1 • 1 1 l, 1 v 1 
Sjlt: oi tu' Ir - 
e funiont d«de o 'o 
passado o nt o d ' 
,Ci.11111111 prol,~- lt1ll:il1 
, .'.,lllll' ,Jll1.Ji1•1t•illl' t·n,,- 
a la 'a- série. 
'pois , . .., 1 ;Í endo ipl 111 
, t ado ralat iv;n t. 
Por que se chá 
• ma L'.: 1,•r <-;i 11.1 .' • 
• l.s tt· r '· 1 J·a . - 
11:1s.- i ela 1111 l" idade de - 
rio no Estado «d 
'Rio Grande do ul, ·1 
12 de Setembro d 1,3!8 
leio ara 'uto rosa­ 
isto é, sa i u de I ,Í . 1 
20 Je 11111 uhr,, dv l',I l- 
e chegou em Porto Mur- 
t inho a 02 de Novembro 
dt• 1 l l 1, 1H1 111,•-..1110 :mo- 
fo Í nomeada Professora 
l:s t ad11:il p.1 r. 1 t·.wrc<'r­ 
su:is 11111(ii,•s 11.l I ila - 
de Bela Mista, isto " 
('St.l ,·id:iil,· t•t·rl,·11,·, r­ 
a (orara de ioaque. 
I Escola ster 
Si la. I une ion:1 11111•1 - 
pr6Jin. :il 1:Í:s. IIIUllll 
casa .J,, ha r 1·n ,·nh,·rt :1 
<lt• L':IJ)ÍIII lllldt• ,: ll I t) - 
rum .. l:Í , •. , ist i:1 11111:1 1 •, 
cola particular. 
, ~~ dt• J:1JTO­ 
dc 191 - . ri) i llOl'lt':Jd:i - 
110':lllll'llll' J);IJ'll o aro 
dt• prnít•ssora d:1  i la­ 
de Nela tista. confor­ 
e artigo I. risto - 
Temos o Consul a- es tar afastada do ar- 
do Paraguaio parn assis- i go p,ir 1Hotinis políti­ 
tencia aos par.iguaios - • cos. 
aqui residentes e melhor IJn 13 d,, hr11 
entrosamento com as au • de 1930 ro i nur1l':1da - 
toridades brasileiras. professora Municipal - 
Bela Vista êon . nor nto n' -l-l, JWnua 
ta com o Posto de SaÚde- nc•,:endu no caro ató 
na cidade e outro no_ ser dispersada a pedi- 
bairro N. Sra.de Fátima- do 1i;1r:i ,·,-r 11•.1·" 1,I - 
e o Hospital São Vicen - Dirctt!l;1 lo i,iq.i·1,, l.s 
te de Paula que tem con-. tadua~ ,i.,_1~•L1 1s!a ,1 
vênio com o INN-fi'S. , 06 d<.:' ,;hn_l de l!l_:,, n 
Contamos ainda - qual_acionando até- 
com_ o jornal Tribuna; ela. ho.i,' r
0
cola Esta<lu:il 
Fronteira. um Jornal que (}.e· l  e 2
9 
r.raus C:1,-, - 
nasceu para lutar traba-· tc:Jo· !Írancc_:,. 
l~ando pelos seus prin ·:.. • • foi vcrc-aJor.i- 
cipios de honra e digni-p2 gestão do Sr. Álva 
dade da comunidade/.-._. :'i. ·lO Mascarenh;,_s de íl3 - 
Nossa cidade pos: 'rdb Outubro cle-19:il a - 
sui a Rádio Bela Vista :: -1956. 
A Voz. do Apa, que deu - 
vida nova, pois, mais um 
meio de _comunicação para 
todos nos belavistcnses. 
<J glorioso 109 - 
Re~imento de Cavnlaria - 
Antônio João é há muitos 
anos a honra de nossa ci 
dade, 	- 
'Possuímos Ulll!Í Po 
Hcia Militar que dentrõ 
de sua.,,possibilidadei; - 
muito tem feito por nos­ 
sa cidade, 
Atualmente Bola• 
Vista é urna cidnde mo 
dema e progressista, - 
conta com Aitência Regio­ 
nal de Educação. 
- S Escolas Estaduais: 
Escola Estadual­ 
de 1
9 
Grau Generoso Pon- 
AGRICULTIIR/: 
Cultura elo arro: 
soja. O ngricullor conta 
com o planejamento do - 
escritório da T'J.ll'Af:R. 
~IDEIRJ: 
F.íhric:1 de nó - 
veis; artesanais. cujas­ 
peças siio ven<licbs aos - 
grandes centros 
Bela Vista con - 
ta ainda com urna Agên 
eia do Banco e.lo liras i l 
S/A, Bamerindus. Brades­ 
co e Caixa Econômica 1 - ' 
r-ecleral. ; 
FLmci ona o Si n - 
dicato Rural, e c6nta •'. 
com a tr.idicional festa­ 
ela exposição Agro Pecuá­ 
ria, EXPOBEL. motivo de-· 
grande atração todos os-· 
anos. 
cidade. ti a .u 
~; ,)d } 1 l 1 , 1 ('1 j L' 
J ol i 1 1 
d l' I" ,. ' 1 < 1 . , 1 .. 
.Joaquim 'tu±ti± to 
dt
1 
Íllllf ll,(11 lj l 11• •J - 
limito de tont +',»ii 
d:1dL 'Jll•' ;11111 • 1 r ll• - 
,· i ai Rede 'Muni p«a! - 
de 111 1, , 
1 l ,, l I l •. 1 1 l :, 1 
d,· I '· , 1'· < t1 ., , r , •. 
telo !rates h ' 
C j (JJl:l Cl  l w o «do '', 
t(río, 
CO, 
Escola Estadual­ 
de 1° Grau Vera .Guimarães 
Loureiro, cujo nomo é o­ 
da professora que possu­ 
ía o curso de nonnalista 
(atual magistêrio),1.m1a - 
das pioneiras de nossa - 
-, 
Em 1952 no go­ 
verno do ))r. Fe.man<lo­ 
Correa da Costa rece - 
beu um colégio com o - 
seu nome, cuio Secretá 
rio era o hr. Castro - 
Pinto e cuja Ldé-i.1 p:.ir 
tiu dele. . - 
Por.oc:.isião elo 
·.Jubileu·de Prat;i do 
Rotary Cluh UC' llC' l:1 
Vista. fc, i hO::oC'l'i.!rl;;;d:.i 
no Grêmio T'cdro ±tino 
pelos revelantc·s :-c•1' - 
viços pres,a<lo:;: ;, ,o - 
mun idade belavistnscs. 
A 24 de· ,J:inc· i­ 
ro de 197i, ri.;ccben - 
na Câmara Municia! o 
título de cidadii. hc>i:1- 
vistense. 
Ester S 111":1 - 
filha de Otávio clP S1l 
va e Mercedes de Araú­ 
jo silva, nascidos w11- 
bos no Rio Gran<lc de, - 
Sul, passou s11:i cxis - 
tência quase toda aqui 
visto ter cheg.Jtlo al!'- 
17 anos de idade. 
Seu pai rcsol- 
1 
t • ] 	'I 1 , - 
Í J J 1.  '. Ja+ t1 ,.' 1 - 
to u de apor da ci­ 
lh de kio ir.ade do 
i....u J I t t t 'o I t n  'u I t 11 ih':'l 
Je ) 1 ll I' l .";I,  Jí.. f d J- 
de «tr ti la »p.a 
1 d, 1 , 
1 
:. : l 1 11 . miei ra . - 
• 1 i t I lll•-pn, 1., .1 
li 'tte. aqui heun 
do corecou ,a luta, f) - 
t:ÍIÍll, Jldl. l1JJ"r.r'll-'-('­ 
fun ionirio d:s 'tesas­ 
dt· llC'11cl.,, pC' n ,.111t•n•n,!o 
no aro até falecer.­ 
l'!'lt' .;e• ·pn· t r,Ji,:il hou­ 
fora de cas1 , 'Eis. 
linha :, -:ua 1":it·. :1 
q11.1t a_111ú:1va 110 scrl'i­ 
co caseiro;esta fale - 
l'l'II com a itl:1<.lc Út' 1 l fl 
:lllOS l' a inda 1 tÍd c.b. 
Ester Silva te 
ve a seu cargo inúme 
ras pessoas 1s qua is - 
st•rv i :1111 t· l'r.1111 serl'Í - 
<las. l'u is na casa en 
cont rava tudo:est utlo. - 
Gtr i nho. ai zade etc. 
l.sta senhora - 
cm idade bastante avan 
çaela, aindn tinha sob­ 
os seus cuidados a tu 
tl'ia úe três nt•tos atlÕ 
Atual11cnte sc­ 
C'nl"Ontra im·;Íl ida. mas 
c-111 l'isíta que fiz no - 
cJ i;i de seu an i vers:Í rio 
ela me el i sse: "/ tÍn j ca­ 
l() 11 que peco ;i llcus- 
6 • !tar a :andar para­ 
poda continuar a leci 
011,: r. O q11c I;I.i is 111e a­ 
lera é ver alunos. e. 
saber que os mvus ;1 - 
tigos. ii :-iio quase - 
tudos Joutorc-s e bons­ 
profissio11:1is. 
 prcíci tura 
~hmicipal 111:intê-m e su­ 
pcr'Ísiona 2n Escolas­ 
Rura is Jc l ~ C:rau e 2- 
Esco las llrJ...;m:is de 19- 
Cr:111. São 57 professo­ 
res contratados pelo 
'lunit-Ípio. 
Existe ainda - 
!. (<lois) postos do Mo­ 
bral. 
r-unciona' tam - 
hém 1 (11ma)escola par­ 
ticular: Jardim e Pré­ 
Escolar "Ramhino". 
O Paço 'lunici­ 
pal foi inaugurado re­ 
centemente. no prédio­ 
que pertencia aos i'.J - 
dres Redentoristas, e, 
foi comprado pela Pre­ 
feitur.i e C,ovemo do - 
Estado. 
---------------------- 
---------------------- 
Na foto. Jazi - 
eln de Calc.Jrco Boelo - 
quena... 
MIN. 
, 
t e ti$ wa tt$a i #4» « 44ti « ti4 w$ à$ 
Dil.lJID.S. 
CA'IIl!ílES, Qllf: r,,:r:n O nr:S(JltRI:(:'qSJ() D.'S ROOLS, l',RA sr:ru:1 
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X; mTn. n I.OíJJ. DE: PESCAR'ECAENTO DAS ROTAS E OS C-'111'.Jº ;-s • 
QllE SÃO ll'ii- 0S P.R T;l. 5-mnrn. 	.,.. • : • _,

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J4 Expobel pelo Ex«mo­ 
<1 .llr,•,ll.'.O~; 11l<ilO'-i "H 
[IS, reornador do [4 - 
talo 'o , 
[:0t0horas Iaupuraçio 
,1  ob rn n '- ( : 1 1 l i e a tio I', 1 r 
qur de Exposições Rio 
pa, 
11: 1 S hor,,s - Ihauura­ 
ç.io tio " (lltl•rsal" jw10- 
Lmo Sr, Dr.João da a - 
rara,Secretário de eri­ 
cultura e Pecuária do Es 
tado, 
:30horas- Visita ao - 
arque, 
12:0horas- Amoco com­ 
as autoridades no (Clube­ 
h Laço oferecido pelo - 
llr. lúc 1 fonso Pinheiro. 
!'refeito ~lunicipal. 
!S:00hor:1s - Conrnrso IIÍ 
piro participaç.io 109 
llcgimento úe C:n'alnria - 
l'rovn nom PompÍI io l'rllr:i 
hornapem póstuna. 
17:11111nras - í-oot-lloi 
portá&ç abertos, homena­ 
!.'Cm :1111,·ersano ÚC" Tida 
'ist.1. recinto rodeio. 
19:30horas - Roúeio ln 
temaciona l - portões a 
1-crtos. homenagem an iver 
s:írio de Beln Vista. - 
ZZ:0llhoras- Baile de a - 
hertura e de comemornçiio 
JJ aniversário de íleln - 
'i ta no Ale 
}«lvitcn e. 
l - : flllhor.1,, 
Ili 1 21/()7 .. 
!IH: llflhu1 1 , ,l,c•1 l lll 1 
d11 J
1
,11 q,,, .. 
L3:t0horas- Iíro do­ 
I Leilão Nlore Apa. 
J t>Ul - l:oi , 
10:50horas Iício do- 
Hnú .. io Interacional. 
22:horas- [ai 1 t' 110 - 
Cl11ht• do l 1O, 
is 22/97.. 
08:00hor:1~ - ,hcrt11r:i­ 
do Parque. 
P:ílflhonis - 1·001-t:oí. 
19:50horas Rodeio I- 
ll'rn:t<:ional. 
Di 23/07.. 
OH: ~0honis - ,berttffa - 
úo 1'11rqt1t'. 
lll:00horas - Início do­ 
.J11lga111cnto. 
1-: Clllhoras - l'oot l1o i. 
19: 30horas - lloúe i os - 
shm,s de toure i ms. 
.!2: 0llhoras - Com:ur,;o - 
de danças no r.J uhe do - 
! .. iço. 
Ilia 2-1/07 .. 
08: IJ0horas - ,bertura - 
e.lo Parque. 
·I 
lo ±1] 
..í 
l : 1 • !tor , 
::.z · t ? Oítl' 
th do t 
- r 
Ilia 
1·,;o·,, 
fl',.I rtJ.,,1.1 
dof'arque_, 
I .. , . f;OLor.1 - ( • .. 1H:ur • 1 - 
hípico da Escolinha M!i- 
1 Íl,J. 

1 
!.!ri li!'! 
J':IJllho1;1,- - l"<Jllt-Hoi. 
[0:30horas - Rodeio in­ 
lt•1 n:1c IOll,11 • 
22 : Ollhora,; - Bai ll' do - 
1 azendeiro no C' 1 ube do 
J;1ço- "1 rajt· Típico". 
Dia /7.. 
ll8: llllhor,1s - hertt1ra 
úo Parque.'. 
08: :;ohora, - ,hC'rtur:1 - 
do Torneio do Laço cor­ 
h,1,;te:1111ento dos p:11 i -' 
l hões ~:n: i ona I úo l'a - 
ragua i e dos Clubes par 
t il'ip:tntes com toque· úo 
Hino Nacional. 
12:0llhoras - Almoço de­ 
con fratcrn i zaçiio dos la 
çatlores no Clube do La­ 
ço. 
1-:o0horas - lnÍcio úo­ 
Torneio do Foot-Hoi a 
ser rcali:ado entre os­ 
Clubes de Laço. 
19:30horas - Rodeio In­ 
ternar i ona 1. 
22:00horas - Ba i 1c úe­ 
confratern i :açiio cios - 
1 ncadores no CI uhe dn - 
SUPER MERCADO SÃO 
JO 
llê 
111:SFJ.:r-1.'iI". 
/CO!lr:tl!:. FRIOS. fl.T:RIAS. 
Rl JA lll.JQUE DE C<X J ,'S. 712 
í'Ol: - 2Sl-17L5 . . 
. J/RllHI- ►l•TO 1~l<15SO J)') 
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( Ibe uno luso. 
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1 : - , , !iu r ,1, - I' , !u" J :, - 
te, 1, ,, ir,11 ,J. 
'!:tH hn1,t, - J le de - 
encerramento da II • l  - 
polx·l no Grenio P'edro 
Rufino cor entresa de - 
pri ios aos e:positores 
D»_2/7.. 
ll~ :0Phora,; - ht rtura - 
dn l',lí}W, 
ll8;1Jflhoras - Início ,Li 
laçada. 
12:horas Entrega 
úos troféus às t'<Jll i pl's­ 
arpeis do Laço. 
1 - : llflhoras - r in:11 do - 
toml'io de loo-lloi. 
ICJ:31lhoras - l-in,11 do 
Hoúeio fntem:icional. 
I ---------------------- ' 
TRIBUNA DA 
FRONTEIRA 
CGC MF: 15. 
513.203/0002 
DIRETORA: 
Maria Estela Ve­ 
lasquez Pereira 
REDATOR CHEFE: Ivaldo 
Pereira 
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ção: Aurora Fernandes 
Fotolito: Job Melo 
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va Santos. 
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20/02/1972 
Registro no - 
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ção e Administração , 
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' cial Rua da Republica 
S/N Bela Vista-MS- Fo 
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Bela Vista $55.CXXl,OO 
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REPRESF.Nl'Al'II'E 
NACIONAL * Tábula Vei 
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S/C - Ltcla - Rua 7 de 
Abril, 282 - 5 andar 
Conjunto 54-SP - Fone 
255-2579-2553491. FI­ 
LIADO A ADJORI E ABRA 
JORI. 
f ,1, ..... 1 5 
Snt.1-lt111 
u8:3}oras:Ma tesento­ 
das Rndeira do trsil 
do Ist.ado. do t o;rio 
e!., federarao de lw ,. 
,k- Laço do MI.i dos J u 
bes de Laço Participan- 
tes. 
11<1:111,l:or:1-c: h•rt11r11011 
cial pelo P'residente d.a 
Federação de Clubes de­ 
laço do Mato Grosso do 
5ul. 
12 :fJ(Jhorns : ,Ir.,oco <lc - 
confratcmizaç;io par11 - 
os laçadores e suas 
famílias. convidados e­ 
autoridndcs. 
21:00hor:1s:HMIF S(X.11. 
na barraca do Clube <lo­ 
I.,ço. 
PHOC!t'I. soe l,L 
---· ----- 
Dia 2i de julho de 1985 
5iíhado: 
12:00horas : ,lnoço na 
barraca do Clube do La­ 
ço. 
21:00horas.B.ll.l: IXl Ci.11 
RE JX) l.í.O. 
PIW.R\l SOCIAi .. 
Dia 28 de julho de El8~ 
Domingo: 
12:0llhoras:Almoço na - 
barraca do Cluhe do La­ 
ço 
12:30horas:Entrega dos­ 
troféus nas seguintes - 
categorias: 
Campeão e Vice C'.arnpeiio­ 
da Taça de BRO'ZE 
PRAT/ 
otmo 
PATRi'íO 
R.Q l;[..F.,D,. 
MJRIN 
DUPLAS 
lNIH'IDUrL 
do LAÇO 
PROGRAMACO CAPE IRA 
Dia 26 de julho de 1985 
Sexta-Feira: 
09:00horas :Medição dos­ 
Laços. 
09:30boras:Início do 
....__ -- ~--- - - -- -·-- 
ANTES DE CONSTRUIR, 
PASSE NA: 
PILAR 
Qualidade e 
preços baixos 
1'11..rR 'ti'iTERIAIS PARA m:-srnu 
ÇÃO. 
rnoo PARA SU, m:,.:srnurJO: C'JI.: CIHE.'m: TEU:AS: C'.JTX,S D'•Ql· 
TUBOS: PC PR ESGOTO: AZULEJOS: cUuTs wTíos E rir '­ 
RiGl·.'.S E'! GERAL: /\1. Ouque úc Caxi:is. i99 - .Jardi,~l5 
' - ·-- 
' ai !4 (ut1! J"j 
do rr1 II 'I [ 
1, fl( 1 'l'.' 
1 
l ( ''  lh.. 
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a . de i d l:o J, J 
ojno' 
8:U01r45s·Início da - 
l'io1;1 d:' ! .. ,o-·t,Ç. I.í:­ 
ENZL 
IP;IJIJhor,1~: lnÍCJ() d.1 .., 
Pro a úc L1.;o 11G IJI - 
1 ltf 
1:50horas: Início da- 
11ror:i de Laço-TACA Ili - 
Olmo. 
11 )horas:Início da 
Prova de Laço de Pa - 
troes Amadas 
11: ~0hor:1s: Prova <lt• - 
Bagunleada 2 por cquip 
Z .madns. 
12: 30horas: /J !':oço de 
cntreg:i úos 'lroféus 1,0 
CI 1,h,· <lo J.:1co. 
IHc.fJl_,;Jlll: 1 
;;1- , ~;~;t!;i ,hw:í tc1 
8 mts.e t roJi lh,1s c/2. 
cm.de dia·t!o, 
averí e .aí: de laço 
antes úc .,, • , n:.pct 1- 
1 
ç:io. 
112- o L:1,,) '1,1 - 
ser leva' s - 
úc sol ta :i , 
03 - Deatro 
((Ul'  ' i da ' 1 
te até a lil . Jví: 
a rês é-d'I 1 1,,r. 
O 1 - A arn.id:i de 1·cr.Í - 
ser jogada antes do - 
GJva1o cruzar :i linh:i­ 
do .Juíz. ,n::is o laç;1dor 
poderá acompnnhar a rês 
nté c~rrar o laço.ATE: 
do sinuelo. 
U:> - Valerá ponto a ar­ 
mada cerr.:ida no chifrc­ 
vi rando a cara. 
06 - A arm:1da. poderá 
ser "lirnpnda" até a li­ 
nha do Juíz, se o laça­ 
dor não golpear a rês. 
Qualquer armada com la­ 
ço na·perna ou na mão - 
depois eh 1 inha do .Juí 
é nula. 
07 - Haverá um .Júí z de 
am.aúa. jtrrltO ao homem 
gancho. para aUlCiliar- 
a comissão de julgamen­ 
to .

ALCINDO PEREIRA - ATUAL PRESI 
ENTE DO SINDICATO RURAL E PON 
TA PORÃ. 
ICATD 
RURAL 
O PROGRESSO DE BELA VISTA fEM SIDO 
A ''H E EXEMPLAR, 
~os NOS SE TIMOS SATISFEITOS COM IS 
8. '4° A {ROE l RI QUE SE DESENVOLVE CRI ANDO OPOR Tll 
ID E #OVAS ALTER?NATIVAS. HOJE E O ANIVERSARIO DA­ 
P'ESA IO APA E ABERTURA DA L' EXPOBEL. UM DIA DE 
fé510$, U MIA PARA LEMBRAR TODOS OS DIAS PASSADOS, COM 
1-'.IJll/ LIJT/1 E S/CRIFICIOS, PARA VER HOJE AQUI ESTE GIGAN 
TE PAROUE RIO /PA. NOS NOS ORGULHAMOS DE PODER PARTI­ 
CIPAR TAMBEM DESTE EVENTO. NESTA OPORTUNIDADE PARABENI 
ZAMOS O POVO BEL/VISTENSE. EM ESPECIAL A DIRETORIA DO: 
SfNDfCATO RURAL DE BELA VISTA, NA PESSOA DE EDSON ME­ 
DEIROS DE MORAES PELA REALIZAÇÃO DA 14e EXPOBEL. 
PARABENIZAMOS O SENHOR PREFEITO MU­ 
NICIPAL ILDEFONSO PINHEIRO E O POVO DESTA CIDADE. 
HOJE MAIS DO QUE NUNCA. É PRECISO - 
QUE FORTALECEMOS A NOSSA AGROPECUÃRIA PARA QUE O BRASIL 
ENFRENTE OS DESAFIOS DOS NOVOS TEMPOS. 
PARABENS BELA VISTA, 
PARABENS EXPOSITORES 
PARABENS AUTORIDADES 
• ACIDO PEREIRA - PRESIDENTE DO SINDICATO RURAL DE PONTA PORÃ 
• 
FAZENDA 
MARCA DO P,O. 
3 COXILHAS 
)o( 
~ 
URRIA 
LTDR. 
MARCA DO P.O.I. 
BELA VISTA COMEMORA MAIS UM ANIVERSÀ 
RIO. MAIS UMA ETAPA DE LUTAS FOI VENCIDA. - 
NOS VOLTAMOS O PENSAMENTO PARA AQUE - 
LES QUE. GRANDES OU PEQUENOS. PODEROSOS OU HUMILDES, 
PARTICIPARAM DESTA LUTA VISANDO CONSTRUIR UMA CIDADE 
PROSPERA E JUSTA. 
~ 
PARTICIPAR DO DESENVOLVIMENTO DE BE­ 
LA VISTA É MOTIVO DE MUITO ORGULHO PARA NOS. 
APROV[ITAMOS A OPORTUNIDADE PARA CU 
PRIMENTAR AS AUTORIDADES PRESENTES, ILUSTRES VISITA 
TESE EXPOSITORES EM GERAL. 	- 
PARABENS BELA VISTA 
PARABENS EXPOSITORES 
EXIMPORÃ AGROPECUARIA LTDA. 
)