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i lu. 
s - 
(' . 
h:í- 
1 - 
EDITORIIL 
Dela Vlcto. vive - 
nanento po l Í llco de 
gr.mde significado para 
o futuro. Três fatos - 
ocorridos esta semanu - 
merecem analise apurada, 
pois de seus dcsdobramen 
tos poderá surgir um no 
vo quadro político e, - 
consequentemente, novos 
quadros dirigentes. 
19) A morte de - 
ELY de ARAUJO BARBOS'; 
2e) o pronuncia­ 
rrento do Governador na 
EXPOBEL 
3) 0 lançamento­ 
da candidatura, de CORU­ 
MilA LOUREIRO. 
A morte do ex-pre­ 
feito ELY trouxe, evi - 
dentemente, uma nova al­ 
ternativa para o PDS, 
coligação, seja com o 
PFL, seja com o Pf.IDB. 
Descartadas estas hipÓ­ 
teses, o próprio presi­ 
dente do partido, Anto­ 
nio siiveira Xavier; dis 
se que o PDS não coliga: 
rá can ninguem, mui to - 
pelo contrário, lançará 
candidato, u fato novo 
vem á lure: a viúva dê ----. 
ELY (Aureà.) poderá ser 
a candidata do partido. 
Se o chamado - 
Iredico dos pobres· pos - 
suia votos, a lÓgíca nos 
diz que estes votos, em, 
sua totalidade, não pode 
rão ser transferidos, :..-_ 
pois se assim fosse o 
goyernador de MS hoje - . 
seria JOSÉ ELYAS e, não.. • 
W!LSON .. Não acreditano;I· 
• que os votos de ELY pós-; 
saem ser de seu herdeiro' 
• r 
seja ele quem for. Mas, 
a: sua grande maioria - 
os peàessistas não acei­ 
ta coligação, acham que. 
o PDS tem chances. E; 
tem chances porque: 
o pronunciamen­ 
to de Wilson no parque - 
de EXPOsIÇÕES, enfocand<; 
ccxn rigor a refora agra 
ria, rebatendo criticas 
de Edson Moraes, descon­ 
tentou , e rrui to, a clas 
se pecuarista presente - 
na EXPOBEL, para os fa-. 
zendeiros belavistenses, 
SObretudo aqueles com -'.,. 
l0,20,30 e 40 mil hecta­ 
tes, a reforma agrária- 
e un bicho papão, un - 
dao da maldade que - 
Precisa ser ccrnbatido a 
ferro e fogo. Já se fala 
até emn "amar os proprie 
arios de terras". 
. Neste quadro, nun. 
ca e demais lembrar que 
lll.li tos dos atuais in­ 
tegrantes do. DlretÓ­ 
rlo Municipal do PMDB 
são propr!ctó.r!os de - 
terras. Fazende 1 ros. 
Con. "a reforma agrá­ 
ria. Sria o caso de - 
se perguntar: 
Este:, fazendci,-• 
ros apoiaria, um Gover­ 
no r.ajo programa eles 
não aceitam? 
Ner todos os 
peeedebistas são on­ 
todoxos, há, no par - 
tido, em Bela Vista - 
r,adicais; moderados f! 
µrog_ressistas, estes 
ligados a ala esquerda 
do PMDB. Se uns fo - 
1 
_de núooros. Vruoos falar 
de fatos. Em rcunlÜo - 
realizada no gabinete- 
do prefeito Idelfonso 
Pinheiro, foram lança­ 
das as candidaturas de· , • 
Abmo Zacarias para - 
prefeito municipal e 
Rosevcltc Lino Garcia 
para vice. 
Repetindo o pará­ 
grafo, não vamos falar 
de núneros, se bem que 
na atual ·conjuntura - 
eles são importantes, 
o lançamento desta do­ 
bradinha é o prlmeiro 
passo para o PMDB ini­ 
ciar a sua ca.'1Ji.nhada. 
Depois desta reu 
nião muitas criticas.. - • 
foram feitas, isto por 
que a ala de Adail Fer 
reira ( 12 :votos) ao 
foi convidado seundo 
ram contra o pronun - 
ciamento do Governador 
outros o aplaudiram e 
estão dispos-tos a pre­ 
gar, não SÓ a reforma 
agrária, corro as Ou - 
tras reformas que se 
fazem necessária. 
Acontece que 
o partido, apesar dos 
desmentidos, não cami­ 
nha unido, o lançamento l 
da candidatura de Co- 
rumila Loureiro a pre­ 
feito municipal -_can­ 
dato a candiàato - pro 
vocou fissuras, até 
Lançadas as 
Candidaturas 
de-Abrão e Vete 
Não vamos falar mil tudo [;('ra resolvi- ' 
do, con a pacificação 
e a unldad~ do partido, 
isto porque até a Con­ 
venço apenas un nar. 
1 
1 
/· 
:Vereador- VETE GARCIA 
será apresentado. Tudo • 
é questão de tempo, a- 
mesmo um mal estar, - 
' entre os cha'!lados - • - 
"novos peemedetistas". [ f ·A 	a 
Por outro lado, Abrão [ ls- r e 
Zacarias surge, tran _ - • 
• quilamente, cerno opçao 
de consenso. Até agora 
• ele ro confirmou e 
nem desmentiu a sua - 
candidatura. O PMDB - 
não está em crise. Es­ 
.tá com crise de lideran 
ça. Ricardo Rosa, "Gão" 
foi preterido. Podera 
se aliar com Adail Fer 
reira e abrir, não un 
"racha", mas un "clàro" 
no PMDB. O lançamento 
da càndidatura de Co - 
rmila, candidato a - 
candidato, ,trouxe no - 
vas alternativas. 
Ó quadro "aindall 
está indefinido. 
Esta semana sera 
decisiva. Os políticos 
terão muito o que con- 
ve
rsar negociações es- 
.L . -. 
.. tão em andamento. 
E o povo? 
votará no candi­ 
dato ou no partido? En­ 
quanto isto o PFL espe 
ra. O seu candidato ja 
está definido: Afonso 
DILlon Nunes Leite. O 
vice continua em aber­ 
to. Coligação? Ta.T.bem 1 
Indefinido. (lP-) 
·--. 
------~--- .. ~-- 
. ABRO ZACARIAS 
peemedebistas)- e por 
que Ricardo Rosa (Gão) 
recebeu apenas tres vo 
tos. 
Í Acreditam os pee 
medebistas, os "tradi­ 
cianais", que no, fi- 
contece que o tempo-. 
passa, e a cada dia, - 
novos fatos su.rgan COE! 
turoando un processo - 
que poderia ser tranqui 
lo. Pelo menos una ala­ 
já se decidiu: Abrão e 
Vete. 
Home em 
NO $ . D 
Por oc:-,.ssi ;;o - 
do fal ecimento do pecug 
ri cta 00/l/,TO GOOOY, ,,:1 
dos pioneiros da ro 
glão, várias hoena - 
gens lhe foram presta­ 
das,!Jo entcr-ro, em Ca-­ 
racol, o PrefeiLo da - 
quele Mun.iclpio Sr. -­ 
Horc!onés .José Alves, 
pronunciou o segui~ 
te discurso: 
MEUS SENHORES E MI 
NHAS SENHORAS 
"Quero pe - 
dir atenção de to­ 
dos voces para, cm 
nome do povo de - 
CARACOL, trazer os 
nossos sentimentos­ 
de pezar a esta 
familia. 
Nesta irre­ 
parável perda me 
vejo na obrigação 
de prestar a Úl­ 
tima homenagem a 
este senhor que 
em vida foi o 
Sr. DONATO.GODOY. 
Os agrade­ 
cimentos por todos 
os revelantes 
serviços prestados 
a comunidade, por 
ser ele um dos - 
fundádores da an­ 
tiga PORTEIRA, ho - 
je .CARACOL vindo 
com sua familia - 
de RIO GRANDE. 
Venho aqui, 
como um 
se que 
o quanto 
caracolen 
reconhece 
este Sr. 
colaborou 
de. ..,<:nvolvj < r,nto 
dora comunidade, - 
ajudando 
O.s 
balho 
rn a nqulciçÕ.o dan 
do euimento aos 
seus desejos, con 
tinuamn dado tudo - 
de si para o 
proresso de nos­ 
sa CARACOL. 
O senhor, te 
nha cerLeza, mor­ 
reu fisicamente, - 
mas sua lcmbrança­ 
ficará marcada pa 
ra sempre em nos 
sa 
i4#+44%~4844444 
* 	" t 	$~ 
: BAILE DE ENCERRA- : 
: 1EITO DA I4" EX?C-; 
: BEL 
" 
* 
• 
O vereador 
NORINO GONÇALVES - 
esteve quinta fei 
ra êm visita. 
seáe da REDE l3El:A .­ 
VISTENSE DE JOR .= 
NAIS, sendo rece 
pcionado pel,os - , 
diretores da empre. 
sa jornalista IVA!:_ 
DO PEREIRA e MA - 
RIA ESTELA V. PE­ 
REIRA. 
Na 'oportu­ 
nidade, em contato 
com os nossos re 
pórteres, NORINO 
disse 
está unido, coeso 
e pronto para 
àisputar as elei- 
çoes em ANTONIO 
JOÃO." 
e 
do 
que o"PDS- 
O Vereador 
o candidato 
partirlo a pre- 
.. 
., " 
: DIA: 27- 07 - 85: 
* 
* .. 
* 
: ÀS 
nr, 
C1ú.O - 
dd tra 
icdlcodo pa 
memória." 
* 
" 
* 
! LOCAL: GREHIO PE- 
! IRO RUFLlO - P.f- 
: LA VISTA- r-;s 
.. 
.. 
* .. 
.. 
* 
" .. 
: -22:00 HORAS! 
" .. 
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" 
* 
* .. 
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" .. 	* 
.. " 
t .. .. 
* 	.. 
! CONJUNTO : 
ti 	d 
.. .. 
* 	" * 	.. 
* - * 
% 	$ 
: SCRP' OIS : 
3 
.. * 
-A ~ I I I 0--R--0-0- .f 
<> 	.. 
e+os3 s3 43~~$4 
feito municipal da 
quele municipio e 
não· descarta a pos 
sibi1idade de co1 
gação", desde que 
seja eu o candida­ 
to a prefeito",fr,!_ 
sou. Norino esteve 
àe visita a Sra. - 
Ãuréa Rondon, le­ 
vando-lhe os psa­ 
mes da comunidaàe 
antoniojuanense pe 
lo falecimento do-. 
Dr. Ely de A. Barbo 
- r ; -· 
sa. ".Nao foi so 
Bela Vis::a que per-deu 
un grande honemn, mas to . 
do o Estado de Mato 
Grosso do Su.l . Os po - 
bres, os ht...'"17t.ildes, gtrlr 
darão sempre na lebran 
..., . 
ça o querido redico e - 
poli ti:::0
1
'. Segur.ào peE_ 
quisas realizad:!s e::, - 
Antonio João, o no.-::e de 
orino ven :zrceno a 
si: atia do eleitorado

-----::=================================•--.,---~-----=~--- 
'.1 1' 
Carta 
( '.![<;Si/ 111: IJ' :-:1.l!l­ 
l'l,1!1
1
11 XO <:0:1 / C:O.JII>: 
TUA TUPI!II 
Quer ida Vovó 
t>t1ii11ln Íllti 
''" t:art inha deixei • - 
de .i 115 t i rica r-111L' Jll' 1 o 
foto de tc·r pa,;s:1do - 
I ré·s SCJll:111:IS !-,l·rn cs - 
'crevcr,1'. que fiquei - 
:it:.1111:ido. rom iu•1,1 gri­ 
pe tinhosa. hati::1,l:1, 
aqui na capital. de -
1 
*/O', REPíllll.lCA". '.c111- 
mcsmo aq11c l ,1 sua cê 
lebre rccei ta - pin 
a com llll' l e I im:io - 
jeito na danada que - 
custou wn bocado parn 
clcscncarna r. 
E as notícias 
foram se acumulanclo.­ 
lnfel.i zmcnte mio pos­ 
so me reportar a tudo 
que nconteceu ultima­ 
mente porque o tempo- 
é escasso.Como a se T 
nhora sabe, estou· cm­ 
provas. fechando o se 
mestre na Universidade 
que. por incrível qth.' 
pareça, não estií cm - 
greve.A U~'E estií c.1 - 
lada. 
/liiís. cu fi­ 
quei intigraclo com is 
to, afinal de contas-=­ 
º Brasil estii cm gre­ 
ve.!: isto aí 'OVÓ, ele_ 
a Vovó 
ENGENE mo C IV I L 
CARDO 
pois que o Minis:ro dn 
'l1.1h:tl!to Ji,-.J rn !', 
1111 ,J)to l' bo,a lO!'t. tpit· 
:1 ;it u;il lei de ree - 
6 a ''droga'' todo­ 
m1111do l 111 ro11 Jll'St,1 dc - 
f:t:C'l p:1rl'cJe i111fllll1(' - 
Até o funcional ismo pí 
bl ico ·• i:1c."<tlico-; e pro­ 
fessores prin Í pa l1•J(•Jll(' 
dl'i xou Jc tr:1 h:tl ha r. - 
embbra a Constituição­ 
n:io o pcn11i tu: E ª"·º - 
r;1 ·ov(Í'? 1. SC' a 110'a - 
Con-;tituiçiio n:in for - 
do agrado de·todos? - 
Scrií que O!-' insat isfri 
tos poderão também des 
rcspei t5-Ja?. 
Segundo o Lcon 
o prcsidl'nte <lo meu - 
DCI:, a JJ>:E niio decreta 
tuna grc'e porque cstií­ 
m:~·, ho;i, conseguinclo­ 
tuJo o que quer: sede-' 
legal i :aç.io e nté ·cr­ 
ba oOcial. "'e j:i h<'m". 
disse-me ele, o "PC do 
B não quer fazer maro­ 
la.O pessonl dele que­ 
controla a 11:--1:. acha - 
que o momento é de ocu 
par espnço no f,ovcrno 
e não de ruclicali:ar.­ 
Siio uns fisíolÓgicos:­ 
Nós do PT somos a f;i - 
vor <lo "pnu",Como <li:­ 
o IMla,o negócio é der 
ruh;ir o-ro'C'fllO é lm•· 
p:lant:nr líl'I 'l'i.'l.!ÍllK' ti­ 
po cuh:1110". 
DE SOllí:i ROS/ 
CRE. - 667 - n - I>:Cíl.- - 76/83/r.R 
16. 
PRl'ETOS DÊ EXEOJCJIO. srnrn;os T()IU­ 
r.MfI(l)S. 
DEs-lE'lílRA'IEm'OS. LOTE,\fl:NTOS. ~IEl)J - 
Ç]I.O DE FAZENDAS, ETC .... 
REG11.M!ZJCJ'  DE OBRAS. 
A' ALI Ar,ôES 
ORÇAIE.TOS 
ESCRT::'c'IJHO : RUA ~~RJn p., - 
DEN 'FDSOI - 460 - mxE 439-13fü,(06i) 
. 	. ·. 
RELA TISTA- ATO GROSSO 
- g.- 
!Yl- 
? " 
ta vavos as no 1'Bules 
'<JPÍ • J 1 :1g lllt' '!lll' < l IU 
querendo transformar - 
,1 (':i, '.lld do-, n.p11tt1J:,,-. 
n sala de recitais de 
piano.Sério ovó. Na - 
votação de l<-i c·kitr,­ 
r;il S<:t(• l C.:J>fL.·C li t :111 - 
tc.:,: do povo resolv ra!.I 
to,ar o in·•t rn.,cnto. - 
só que n.1Õ lll',.tl' vn - 
que a senhora tiio hcn­ 
executava aqueles be - 
los. chori nho,: e val ,:i­ 
nhas.Eles dedilhavar, 
na verdade, os botes­ 
de votação de• co: !':t 
nhe i ros ausentes do - 
p I cniír i o. :<::io <luvi dl' 'o 
ó! Eles foram fotorI 
f.tclos· com à hoçn 11:1 b11 
tiya! fraude 110 duro. 
• , ··1 turalmentc, - 
a senhor:t <leve c·st:1r - 
pensando que :t 'Ota6io 
foi anula<ln.Pois pas - 
me! / lei tii valendo - 
E nós vamos eleger os­ 
novos prefc i tos com 
ela.Os cleputaclos resol_ 
vcram que da pn·stn - 
ao contr5rio da lei Je 
greve, emhont e!-'ta Úl­ 
tima tenha siJo votada 
limpamente hií mais de 
qunrenta anos. Pode? 
A outra oncln - 
<lo momento. 'ovó, é cm 
torno Jo projeto ele re 
form., agriíria apresen 
t:1da pelo Governo que­ 
cstií gerando muita no­ 
lêmica e até violência 
Os produtores rurn i !-' 
suspeitam que a apli - 
t:ac;:io Jo tal !)!ano é 
1m1 passo par:1 :• cor•u - 
nicac;iio do país e jus­ 
tificam e,:te temor 
alegando que n:io foram 
consultados pelos que 
elaboraram. cnqu,tnto 
pessoas e entidades, - 
de orient:1çiio sahi<la - 
111cntc rnarx is ta. teriam 
tlaclo subsídios para 
sua fomação. 
1 
1 ' 1 
tenho lido no yor tis 
t • p 1,,t Jl l. 
710 nt1 : 
a o 1 o l 
ll-rr., ,. " r , 
acional d 
Jr>rL_..., Jll nr11..,llJ,,l, - 
:1[' 1rn:t I C.'Jlll S •·· dllC: 
no texto do projeto - 
como consultados plo- 
• 1 ili 1t ro da Refor a. 
T:1•· hC- .. , pond rar - 
os prdutores que o 
nrn il-tn 11:io (, h::·1 , I.,­ 
T0 a respeito cio,- e i-i - 
tC-rio'i de JL•,::,pronri.1- 
ao que serão adotados 
pelos executores da re 
fon-1:1. Ser:io de:;:11ironri 
adas indiscririn:+dcn 
te l:tt i f1Ín<lio,: iiroclu - 
tios ou inprodut ivos? 
Coro ser,í [cita 1 a1- 
li açiio dos ir; ÓYe is de­ 
sanroprindos'.' 1: sobre­ 
as lx-nfeitorias c,Ís - 
tentes nos imóveis 
r is to aí '·o,·ó. 
Há mui tos fantasmas 
nesta lli~tória. J11a,: :i 
!-'enhora. que é propri­ 
etária de terras. tcn­ 
lJlK' se pre'CllÍl', X:io - 
aceite prornc:1çôes nem 
use de violênda. Pro­ 
cure o seu sin<lic:1to e 
os políticos que a se­ 
nhora a iuclou a e ll'cC'r 
e defenda seus interC's 
ses de acordo cor a lei 
,final de t:ontas nós - 
' vemos num país que - 
pretende ser mais demo 
c r:Í t ko do mundo, em :. 
hora muitos dos que de 
fcnde1
11 este anseio na­ 
cional sej,tm os primci 
meiro!-' a sabotá-los. 
Bei ios do ncto­ 
ainda meio bombardinado. 
1 1 
.J. r. r. 
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I	I	' I O O I '-, ( , l '., . 
l'<·rJt ,s 11  l' 
depois o !lortCr:cio( 11 - 
cu), dunas perdas ines - 
iríeis. 
Ticu possui - 
grandes amigos. Bela 
Vista chorou. A: derans­ 
tracões de anrcco e ca­ 
rinho fora•1 grandes.!: - 
mais saudades. 
liRII SOl.1,. 
í..pois e. par<'­ 
ce que a hrux:1 anda sol 
ta cm Bela Vista. du - 
rante os festejos alu­ 
s h·o,: :10 an h·crs:Írio <la 
cidade e rxnohel per<lC'­ 
r.os dois randes bela - 
'ÍSten!-'eS. r: ':Írios fo­ 
tos (polít:co,:Jdcr:u-1 - 
nova dirensão aos qui­ 
dro,; (no! Ítil'.o!-') en Hc­ 
la Vista. 
(.\lll!lh ', 
adro e tá as l 
J 'J ,,I: t r :,, I! l 
ruu, 111,1 1 .. i· ,, 1, 
.l,l I J i I I l ( 1 ! , 
111.: u11 r, 111 l ln:1 
h mn 'arqu ,li 1, 
ar los Alberto 
cariz(ice? 
ou una colisão cor 
PS?' 
PDS: Auré Lourd 
dú11(1 i;Í':1 Jo 11r. l li, 
vilãs io 'tiranda. 
J'('IIS r 
f· a ,uréa tlOck·r:í 
ser candidata. 
CANTI A ROMANA 
.. lr.l rFnAcn 1 TT/Ll, E-1 .JARDl'I'' 
J\lBIE~iE ,GR,D\"F.I. E ; MEIJJ()R rrz:,, 
PA REGIO. PAZZAIOLO PROFISSI0NI.. 
CTIA ROA: PI::MIA E J..A,O101: 
• ''.!, 1T.. IL Cel Camisão - 1255-Jardim-$. 
RODISBEL 
RODRIGUES 
DISTRIBUIDORA DE - 
BESIDAS LTDA. 
E~TRff,. DE REBTn..'-. CELP..<; E 'lf:SAS C0.'l r~nEIR.S l'.R Fl:S'l.S. 
•"S..'1 RERO O ~IEIHlR. ~ll-.':Jl() REI~ ,.T,RCTIC. o S.ROR 
n.A ALEGRIA". 
~ 	. 
ANTARCTICA 
Rll: 11:[?LmR 1{(1-!l]J 'IEnErnns 
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-18-l - FO'.E - ~51-1 r,.tJ

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'PREFEITURA MUNICIPAL OE BELD - YISTD 
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7S'l/HS- rJ11- 1 
+11. 10 )+H+to +'±, 
0/ 11. .//11 11. 1985. 1 
1 
"(l)t-;U'lli:. !SI,-.;, 
O IO IIOSTO SOBRE. _5 
SJ ln'lí;OS l>E QIIJII)tll:R -, 
N''J1Jl{f .ZJ - 1 ss - i '> - 
MICROIPRESAS 'INICI­ 
BMIS E D OUTRAS PRO - 
VI DESCIAS". 
l.ll, l'IU:FE I l'O 
INICIAL DE BEJA VIS­ 
IA; ESTAIO DL. WTO - 
mosso 1n s111.: 
FAÇO SJBER-1 
UE A CARA 'MUNICIPAL' 
APROVOU E EU SANCIONO­ 
J smm,n: 1.1:1 : 
MTlr.O IV - Ficam isen 
1;1,nlb11nposto sobre -· 
Serviços ele qualquer - 
Natureza - ISS - is 
Microempresas, assim - 
ronsiclcraclns jurídicas 
e as fi nnas in<li viclu. - 
ais que obtiverem rc - 
cci tn bnita igual • ou 
inferior ao vulor de - 
132(ccnto e trinta e - 
di:'ls) obrigaçõc!! Rca - 
justiivcis do Tesouro - 
r,;1cional - Ol>:1'1s apura 
<la scgunJo o valor ::­ 
uni t 5ri o desses títu -· 
los no mês ele j anel ro­ 
cb ano-hase. 
§ 1° - Para efeito do- 
• disposto no"caput" des 
te artigo, denomina-se 
ano- base o ano ante - 
rior ao da iscnçiio. 
$2°- Parn npuraçiio - 
ela rccci ta bruta anual 
cbvcm ser consideradas 
todas as receitas da - 
anpresa, i nc 1 us i vc as­ 
mo operacionais, sem­ 
cpisqucr dedução, mcs- 
110 as pcnni tidns para­ 
o recolhimento do ISS. 
percebidas no período­ 
de 1 de-janeiro à 3l­ 
ili dezembro do ano-ba­ 
se. 
JRTI<l'l ".2V - No primei 
1u a,10 ac atividade, a 
empresa poderá enqua - 
<lrar - se imediatamen­ 
te no regime desta lei 
se a receita bruta a - 
mal prevista e calcu­ 
lada proporcionalmen - 
'te ao número de mescs­ 
compreend idos entre o_ 
nês do início de suas­ 
ativi.dadcs e 51 de De- 
zembro do mesmo ano , 
estiver dentro do limi 
te estabelecido no "ca 
J)Jt" do artigo anteri­ 
•Or. 
PiMGRÃFO CNlm- J - 
prcvisao da receita sg 
r.í oh jeto ele declara - 
ç-:io à' Prcfciturn, nos­ 
tcnnos e prazos regula 
rrcntarcs. 
DIGO_3°- Ficam excu 
idas do regime desta - 
lei as empresas: 
1-)Constituídas sob a 
fonna de sociedade por 
;içõcs; 
11-) Em que o titular- 
0.1 sócio seja pessoa - 
jurídica -0u,--ãiric!n,pes 
soa física domicilia&i 
ro exterior: 
111-) Que prestem scr­ 
iços relativos a: 
a-)Compra e venda. lo- 
tcamento. incomoraçao­ 
locação e administra - 
çao de imóveis: 
b- )Annazenamcnto e dc­ 
!l)si to de produtos de - 
terceiros: 
e-) niversões públicas; 
]'-- (e prestem ser - 
vivos profissionais do 
rdico, engenheiro, - 
arquiteto, advogado,­ 
dentista, veterinário 
economista, despacha 
tc e outros scrv i <.:os­ 
que lhes mossam asse- 
Hlt• lha r. 
Altr!CO lY- !'ara o ,. 
exercício de 1985 as 
fimas individuais de 
pessoas jurídicas tc­ 
rio prazo até dia 350- 
de dewrnhro <lc 1985 
para solicitar a su.1- 
ins<.:riçiio como· ~lic'ro­ 
cmprcsa, contados da­ 
lllthl icaçiio desta Lei. 
PJRJGíl/ÍFO 1- En 
quanto nio for solii 
tuda C' deferida a ins 
criçiio c•srecial, a - 
elllprcsa continuarií su 
jcita ao regime normal' 
de trihutaçiio. 
ART!OJ 5V-Js empresas 
enquadradas no regi - 
me <lesta Lei ficam - 
disncnsadas da scri­ 
turaçãp de livros fis 
cais C'i;tahclecidos pc 
la legislação trihut'ii 
ria do Município.mas­ 
obrigadas a manter - 
arqui vacla a documenta 
çiio relativa aos atos 
negociais que pratica 
remou C'm que intcrvT 
erem e emitir nota fis 
cal de serviço, que --· 
po<lcr.í ii ser simpl i - 
ficada, consoante o - 
<lisnosto em regulamen 
to. 
JRTim 69- As empresas 
que deixarem de nrecn­ 
cher, a qualquer tc,~no 
as condições nara seu­ 
enquadramento nesta - 
Lei. segundo o dispos­ 
to no artigo 19 e zv e 
seus paragráfos, deve­ 
riio comunicar o fato - 
à Prefeitura Municipal 
no prazo de 30(trinta) 
dias, contados da da ta 
da respectiva ocorrên­ 
cia, ficando imediata­ 
mente sujeitos ao re - 
colhimento do ISS so - 
bre os fatos geradores 
que vierem a ocorrer - 
após o fato ou· si tu - 
çiío que tiver motivado 
o descnquadramento. 
ARTIO 7- Quando a - 
recetta efetiva do pri 
me iro ano de atividade 
ultrapassar os limites 
da previsão de que tra 
ta o artigo 2
9,a crnpre 
sa sujeitar-se-á ·ao ~ 
.co:lltimento inter.ral - 
do TSS, nté o dia 15 - 
do mês de janeiro do 
exercício seguinte, - 
dispensadas. salvo se­ 
houver dolo específico 
do contribuinte, multa 
juros e correção mone­ 
tária. 
ART1O 8°- A iscnçaõ - 
revisa no_artigo _1°­ 
desta Lei nno 1111ph~­ 
em dispensa,à Microem­ 
prcsa ,de rçcolhimento­ 
da parcela correspon - 
dente ao 1SS devido - 
por terceiros e por e­ 
ln retido. 
ARTIGO 9v- A pessoa - 
jurídica e a firma in­ 
clividual que se mnt­ 
ver na con<liçiio de Mi­ 
cr2empresa sem a obser 
ncia dos requ1s1tos­ 
desta Lei, C'Starao su- 
jeitas s seguintes - 
consequenciase pena!i 
dade: 
] - ancelamento de sua 
condição de 'icrocpre 
5a, 
II - Pagamento do Im - 
po,:to Sobre Serviços - 
de qualquer Natureza - 
ISS - cono se isençiío­ 
alara houvesse sido - 
concedida. com acrés - 
cimo de juro de nora - 
de 1 (hum por cento)­ 
ªº mês 011 fração. e - 
<.:orreç;10 monet:Íria, - 
contados da data cm - 
que o Imposto deveria­ 
tcr sido pap,o até a da 
ta de seu efetivo na= 
ganento; 
Ili- ~h1Itas equivalen­ 
tes a: 
a-) 20ílH <luzen tos por - 
cento)do valor atuali­ 
wclo do inmosto devi - 
do. no caso de dolo. - 
fraude ou simulaçiio e 
especialmente nos ca - 
sos de falsidade das - 
declarações ou infor - 
mações prestadas, por­ 
si ou seus sócios. às­ 
autoridades municinais; 
nos demais casos. 
ARTIGO 10° - As Micro­ 
prosas Municipais - 
ficariio remidas dos ju 
ros de mora e multa - 
incidentes sobre o IM­ 
posto, sobre serviços­ 
de qualquer Naturc:a - 1 
ISS - devido atê a data 
da publ icaçiio desta Lei 
mesmo que inscrito co 
mo dívida ativa, desde 
que efetuem o nagamcn.,, 
to do imposto ate o 90 
(nonagésimo)<lia de sua 
vigência. 
ARTIOJ 11
9
- A Secreta­ 
ria de Faz.cncb rronter:í 
o Cadastro das Micro - 
empresas Mtunicipais e 
descnrnlvcrii estudos - 
e pronosiçõcs necessá­ 
rias aos ajustes do - 
lirni te fixado no art i­ 
r.o 19 desta Lei. para­ 
evitar que a soma da - 
isenção do imposto So­ 
bre Scrviç.os de Qual - 
quer Natureza- ISS - , 
concedida ;is ~licrocm - 
presas Municipais, ul­ 
trapasse em cada ano - 
5(cinco por cento) do 
valor desse imposto. 
PARAGRFO (NICO- Veri­ 
fi cado o excesso a que, 
se refere cste::rr.rlr.o:- 
o Prefeito proporá à - 
câmara 'tunéipt altera 
çiio do limite fixado = 
no artigo 1
9 desta Lei. 
AJITim 1zv_ o poder - 
exccut1Vo regula111enta­ 
râ a presente Lei no - 
praz.o de 3íl(trinta). - 
dias. 
ARTIGO. 1S°- Esta Lei - 
entrara em vigor na - 
data de sua publicação 
revogada as disposi - 
ções em.<:on'trário. 
Bela Vista MS.. 09 - 
de Julho de 1985. 
ILDEFONSO PIEIRO 
Prefeito Municipal. 
LEI N 760/85 - GJBI - 
NETE 00 PREFEITO fl.t:09 
DE JUUK1 DE 1985. 
"JlITORIZ./ o EXEarmo­ 
~lNir.IP,L A VENDER A 
"SUC'ATJ" nA PREFEITIJRi , 
1.11. l•JU I f 110 
tlll,'IC'I l'•1. l>L ILIA l'!S­ 
TA, LS1AIO # MIO - 
r.POSSO I SUL; 
FACO Si·f.R Q!ll'­ 
A C!WA 'UICIPMI.. - 
Al'H0'011 1: l.lJ S,'.CI0. - 
A SfQIJ'-: 11.: 1.1:1: 
AIHrm l '
1
- l·ica auto - 
TI:d6 chefe do Exe­ 
cutivo a vender medi - 
ante concorrência pií • 
bl ica toda a Sucata da 
Prefeitura Municipal - 
ao ferro velho. 
TI 2- Na venda - 
fie trata o artigo 17- 
poderá ser revertida­ 
"ª comnra de outros - 
equipamentos. 
AITT!m 3
9
- Esta Lei cn 
trara cm vigor na datã 
de sua publicação, re­ 
vogadas as diposiçõcs­ 
em contrário. 
Rela 'Vista-1S. ,09 de - 
julho de 1985. 
ILDEFONSO PIHIEIRO 
l'rfeito ''unidpal. 
DECRETO N 064/85- GARI 
1T1 1O 10H +.TT6 1E: 23 
ii!: .JIJIW DE 1985. 
O PREFEITO MI - 
NIC!l'AI. DE REI, l'JSfA;­ 
ESTAfXl DE w,m GRCSSO - 
fXl Stll., NO ll<;O DE Sll/S­ 
AJR l PUIO">ES I.ECJIS. - 
DECRETA: 
ARTIDO 1°- Feriado Mu - 
cipaT a nartir das - 
12:ílOhoras do dia 23 - 
<le julho do corrente - 
ano, cem sinal ao faleci 
mento IRTfNçI_ROA - 
ES01MR. 
ARTIGO 2°- Este Decreto 
entrara n vigor na da­ 
ta de sua publicação. - 
revogada as disposições 
cm contr;Írio. 
Rela Vista S., 25 de 
julho de 1985. 
11.llEfnSO PINHEIRO 
Prefeito Municipal 
LEI NV i58/85 - GABINE­ 
'fF.ffil>REFEilD P.-1: 09 - 
DE JIIIJO DE 1985. 
"D ISENCAO DE PAGAMEN­ 
TO DA CONTRIBUICO DE - 
MEUIOR IA, REFERENTE A - 
PAVTfE!offArÃ(LASF.Jil.TICA, 
00 CUTRE FSPORTI'O BE - 
LA'ISTE.lSE." 
EU. PREFEITO - 
m/ICIPAJ. DE BEL. VTSfA 
ESTJO DE mm GROSSO - 
00 SIJI.: 
FAC.O SABER QllE­ 
A.CPRA 'UNICIPAL.É - 
PROVOU E EU SANCIONO A 
SEGUINTE LEI: 
ARTIGO 1
9 
Fica isento - 
de nngameiito da contri­ 
buição de melhoria, re­ 
ferente a 'pavimentaç:io­ 
asfâl tica, o CWBE ES - 
PORTI'O BELAVISTESE, - 
referente ao lll!OVel de 
sua nronricdade. medindo 
30m itrinta metros) de­ 
frente com a Rua Sebas- 
<ião, Crisni do Rêgo. - 
t {to+n' I 
do fundis con 
(' na {o s , 
t;0s} - 
Pus 
Ai1 2 - lsti Lei 
cri7e ior na da 
ta de sua publicação.­ 
revoada as disposições 
tTl 1..ontr.Íno. 
Bela 'Vista-'s,,09 de 
julho de 1985. 
lJ.llLFOSO l'J~ILll'O 
Prefeito Municipal 
nrnwrn ? 063/RS-GAIH­ 
M:11 1 )R&.Hro 1+;: 
m .mm16 1 1985. 
O l'JlEFElTO ~tllCIPAI. !11: 
RELA VISTA. ESfAJ'O llE - 
'tTO C'JlOSSO !'O SUi.. !'O 
USO DE SUAS A'ffilllUJÇô[S 
LIGAIS. 
f)FC'RETJ; 
AJTTICXl JV- ncclam lu­ 
to oficial no 'micípio 
de Bela Vista oor três-; 
dias cr.i sinal <lo fale - 
cimento <lo Doutor - 
EI. Y DE /!W1JO RAJlBOSA. 
O PIU:FEim 'lNlr.IPAL - 
DE BEL/ VISfA, EST, 0- 
DE ATO GROSSO DO SUL, 
NO (USO llE SUAS AIBIBUI 
C ES 1.EC'vIS, E - 
- ( BIVIS TLT J) - 
O Deputado Francisco­ 
Arara l - PZ-IDR/SP pro­ 
la tou parecer favora­ 
vel aprovado na Comis 
s:io de Comunicação da 
C1mara dos Deputados­ 
ao Projeto de 1.ci nV- 
4.059/84 de autoria - 
do Deputado RUBEN FI­ 
GUEIRÓ e que "estabe­ 
lece criterio para fe 
chamenw mensal de cõn 
tas telefônicas". • 
~ seu parecer­ 
disse o Deputado Fran 
cisco Amaral: - 
"Argumenta-se. - 
n.::i justificação. que- 
a administração dos - 
serviços telefonicos - 
não tem acompanhado o 
extraordinário avanço­ 
havido nas telecomu - 
nicações. de tal modo­ 
que, por exemplo, não­ 
há nenhum critério a 
respeito do lançamento 
e exigibilidade dos - 
serviços, digo, dos va 
lores de serviços .llá :. 
casos de ligações que, 
foi tas efetivemente pc 
lo usuário. somente :: 
são lançadas muitos - 
meses depois, quando - 
nem se quer hã condi­ 
ções para controle por 
parte de quem está o - 
brigado ao pag.amcnto. 
Pelas disposi• - 
ções do projeto as em­ 
presas concessionárias 
de tais serviços fica­ 
rão obrigaàas a con - 
trolar melhor os ser - 
viços prestados e a - 
lança-los dentro de - 
certo tempo razoâvel­ 
sob pena de não poder­ 
mais fazê-lo sem pré - 
via negociação com e 
usuário". 
No seu 'oto disse 
o parlamentar paulis-t 
ta: 
"A medida pleite­ 
ada levará . cert"amen 
te, as emoresas conce· 
sionárias· de serviços 
telefõnicos. una vez - 
aprovada e transfot'l'1:!• i 
ARTIGO 1°- Fica dispen dn em lei, a uma ir.e • 
sado de Licitação o ::- lhor organi:.acão na - 
fornecimento de alimen parte de co~cção, 4e 
tação. pelo Bar e Res- contas telefünícas ,cc:: · 
taurante São João,Res- reais benefícios para- 
taurante e Cl_lurrasca - ' os usuários e::i geral. - 
ria fnternac7onal_e Bar Assim. só .nos res 
e Churrascaria Ga@cho.}ta apoiá-1a e re 
nos dias l.> e do - 1 - - 
corrente mês. i comenda-la ã apro- 
; vação". 
ARTIGO 2°-Este Decreto 
entrarem vigor na -{ ) 
tu entrar.í cm vigor na 
data de sua publicação. 
revogada as disposições 
cm contrário. 
Bela Vista-MS. 21 
Julho de 1985. 
ILDEFONSO PINIEIRO 
Prefeito Municipal. 
de 
DF.C.RF.In ~v 062/85-GABI­ 
#tT D TE+E1To 1E: - 
·11 f)E .nn11.o DE 1.985. 
f.ons i dcrando:­ 
que diverso·s Secretá:. 
riyc Atarquias Esta­ 
duais, participsão, - 
com recursos humanos - 
cm grande Mutirão; 
Considerando­ 
que o ~lunicípio deverá 
fornecer alimentação - 
rora o pessoal: 
Considerando-' 
a p:irticinação de 5 
(três) Restaurantes no: 
fornecimento da alimen 
taçiio: 
Considerando­ 
ª l'lOrosiclade que o .. 
trâmite ·-processua 1 e.--:i 
ge no processo licita- 
tório, e . _ 
que está caracteriza­ 
da a urgência de aten 
dimento da situação. 
para que não ocasione­ 
preJuizos ou comprometJ 
os trabalhos, 
Considerando- 
. 
dita de a pu!lia - 
teor adas as dis 
posições e contrário. 
Bcla Visti-'ts.. II 
julho de 1.9s 
111 ! l11<; 1
1
1.lil li ) 
Prefeito anicipl 
tl· 
Contas Tele­ 
fônicas: Ri­ 
gor sobre os 
e or,çessio .. 
nários 
DECRETA:

ABERTURA DA A4° EIPDOBEL 
Moraes Critica Reforma Agrária: Wilson, Agressivo, Dei ende a Reforma e pede a 
&alaboracão dos Fazendeiros. leso.I o dos Contribuem para o Progresso de B. Vista 
TEXTO PEDílO Pl:.DHEIM. 
roros: JOÃO CARLOS VE 
1/SQUEZ 
Sob o aspecto Feg 
tiva a innuguraçõo da - 
142 EXPOBEL foi identi­ 
ca án anteriores. Auto­ 
ridades locais e das - 
cidades visinhas, Jun- 
m ta11en te com o povo, - 
/ 
CHEGADA DO GOVERNADOR AO PARQUE DE EXPOSIÇÕES. RIO Af>A 
aguardaram S.Excia. o 
Governador no Aeroporto 
para as saudações de - 
praxe. Depois a_ccqútiva 
seguiu para o Parque de 
Rio Apa, dessa vez com 
o peito estufado de con­ 
tentamento, isto porque 
va do propalado anún­ 
c!o das obras de pa - 
vimentaç:io asfÚltica 
do trecho Bela Vista 
a Jardim. 
Sorrisos de fe-­ 
licidades, Parque todo 
engalanado, bande> iras 
tremulando, palanque 
oficio.l recentemente 
construido de alvena 
ria, povão na expecta­ 
tiva e uma atmosfera - 
de alegria, otimismo - 
e participação. 
HASTEAM:NTO OOS PAVI­ 
LHÕES 
rem a fita inauuraramn 
oficialmente a 14? EX 
POBEL e os pavilhões - 
foramn hasteadas, sob 
os acordes do HHIO NA 
CICAL; e do PARAGUAY. 
O Consul Eduar­ 
do Ocariz hnstcou a 
bandeira do PAflAGUAY. 
o Senador Rachid Derzi 
a do ESTAOO; O Goven- 
nadar Wilson, do BRA 
SIL e Idelfonso a do 
MUNICÍPIO. A B:NDA do 
102 RC, mais uma vez, 
emocionou os presentes 
executando os hinos - 
do BRASIL e do PARA - 
GUAY. 
r~ --- 
Prefeito Ide1fnso, I!son B. Martins e Edsn Moraes 
do Paraguay; dos Dpu­ 
tados Es Muna!s Rober­ 
to Orro, Ares Marques 
e Nelson Buanaim; do 
Deputado Federal Pli - 
nio Barbosa Martins - 
do Secretário d Agri­ 
cultura João da Câmara 
do Secretário de Se - 
gurança Pública, Dr. - 
Aleixo Paraguassu, do 
Prefeito José Pires de 
Jardim, Osvo.ldo de Ma - 
ttos, de Antonio João. 
Hordonês de Caracol, - 
Cel. Carlos Soares, da 
Casa Militar. Waldir - 
Miranda, da Agrossul; 
Jerônimo Alves da 
EMPAER; Flavio Derzi da 
ACRISSUL. câmara Muni­ 
cipal de Campo Grande 
Francisco Maia; Verea­ 
dores de Bela Vista, - 
Caracol e Antonio João. 
As autoridades 
foram convidadas ao pa­ 
lanque e a festa ga - 
nhou um colorido "todo 
especial". Iniciaram-se 
os discursos. 
EDSON í"JJRAES CRITICA 
REFORMA. AGRARIA 
Pois é, sapo - 
não marca bobeira em - 
lagoa que tem jaca.ré. - 
E minhoca não desfila­ 
em terreiro de galinha. 
O assunto or no mo- 
A. 
Politfca a pan­ 
te, já que no nos in- 
Frfe!to do PB, Ln­ 
broa tarbm do asta 
, l I (' JAH!Hi-1. 
WILSO INAUGURA A 1A° EXPOBEL 
pode ser verde, branco 
ou vermelho, o que nos 
interessa é que este - 
time esteja servindo - 
o povo e marcando gols. 
E o Edson falou: 
"Agradeço ao - 
DR WILSON o asfalto - 
do Parque RIO APA! - 
ler.-brou que está pa - 
o apoio de um grupo - 
de fazendeiros que = 
ajudaram na implanta­ 
cão do 1° IELORE APA, 
agradeceu a colabora - 
ção do prefeito IDEL­ 
FONSO PINHEIRO, do - 
Diretor do DERSUL, Ar­ 
naldo de Souza; do Dr. 
V.!.lela, da TEI.U!AT, do 
DISCURSO DO GOVERNADOR WILSON BAR80SA. MARTINS 
mento á nível nacional 
é o da REFORMA AGRÀ.IUA'. vimentação era um "ve- 
E 
lho sonho". Falou do - 
o meu anigo de fé 
EDSON MORAES sabe disso. apoio que a agropecuá- 
Como 	ria precisa para que 
• 	sabe, tambem, que MS seja da fato o e - 
o parque esta asfaltado Wilson, Idelfon 	em Bela Vista d> povo - 1eiro do BRASIL,3 
.,_,. ,_ ima 	Presença do Se- 	'°""""' 
a c1cade c ..... nova - so e Moraes, sirból. 	quer o asfalto até Jar-- 	• sse 
( 
• ti - ) 	nhor Cel. Ellery, do - 	tabemn que O pov • 
·gem apos o mu rao e , t d t 	dim, afinal será a ne .. 	'O sera 
canenr.e, apos esa a- 10 RC,de autoridades - 	... rec nh id 
no ar, aquela expectati- 	denêão da PRIge DO - "nec: io, a l5 de - 
F tn novenby 	Sucesso. 
~===-----~===~===========~===--====-----'"---------~J..,::v::::ro::_:e~l~e~g:'.;e!re:;mo:· ::;s:_;un:;'!,..l~~=j~~~~--' 
CONTIUA... 
e 	e.	2 
comandante do 1O2 RC: 
enfim, recor,.heceu o_­ 
apoio e a colaboraça? 
de todos aqueles que 
ajudaram para a que a 
14° EXPOBEL e o 1° 
NELORE APA fosse u- 
)

Sta 
,,, 
/;(,, 1 IIITJN;NJ; 
A!· 
REFORf'V AG!lM IA 
"ão ao con­ 
tra a REFORMA AGRÃ#LA - 
aros contra a maneira-­ 
co,,o c•i:tó. Gcndo fcit.n.- 
s classes produtoras não 
estio tendo ouvidas! - 
dir;ce MorncG, Falou que 
11 
o clero progrcosiotn, 
os padres que estão a-­ 
ltando o capo, não é 
esta a nossa Igreja. Não 
estes os nossos padres, 
Lembrou do3 pioneiros - 
que rogaramn matas, das 
fazendas construidas c<Yn 
suor e, enfÚticomcntc, 
"não vamos permitir que 
as nossas terras sejam 
invadidas". Pois bem, - 
Edson criticou duramente 
a REFORMA AGRÀRIA, a - 
Igreja Católico, sobre- 
rta- 
PA, 
rra - 
EL- . 
): 
,. do 
DISCURSO DE EDSON MORAES 
tudo o clero progressis­ 
ta. 
O DISCURSO DE 
EDSON MORAES FOI MUITO 
API.AUDIOO- lembramos que 
ali estavam os princi - 
pais fazendeiros da re­ 
g1ão. 
IDELFONSO: FALOU DE PAZ 
(NA ÍNTEGRA O DISCURSO 
oo PREFEITO DE BELA VIS­ 
TA) 
···POVO DE BELA VISTA""" 
Nosso coração se 
alegra e nossos olhos se 
enchem de jÚbilo, ao co 
teirolannos a obra magnÍ­ 
fica da natureza e a O­ 
bra igualmente magnifica 
das pessoas, a natureza 
nos presenteou comn un - 
solo generoso e premis. - 
sor, e as pessoas que - 
constroem esta cidade - 
cão ao Estado de Mato - 
Grosso do Sul u exemplo 
de fé do futuro e trabalho 
e dedicação no presente-. 
Estanos identifl­ 
cados no trabalho, 
re.d
es-­ 
cobrindo ·realidades ao 
ano de 
CO!Jpletar mais un 
Vida, Bela Vista·se rea- 
lfza na prpria rt 
otrta, un 'radlço 
de lutas, de b stio 
vnçndo da eui anç 
Nacional, eru­ 
perante a história pu­ 
ra tetemurar o do - 
envolvimento, o Pro-­ 
preso e o Patriotis­ 
mo d-' ::--•.u,; f1Jl)o:;. 
E fol ao lon­ 
go de tantos uno que 
nossos antepassrJos,­ 
palmilhando estbs ter 
rns, cd!fico.r:un u-nn - 
cidade pujuntc, Bela 
V. o bela terr,a não po 
d lll0$ deiXLU" de oplúU--: 
dir o eoforço glg.:in: 
tecco do:::; irmãos do - 
outro lodo da frontei­ 
ra, I.ZTI esforço que 
culminou nestn comu­ 
nhão de interesses - 
voltados ao desenvolvi 
menta e á conf'rater-­ 
nização de suas Pátrias 
irmãs que desejam a 
paz e o bem -estar pa­ 
ra seus povos. 
SENHORAS E SENHORES: 
A simplicidade 
deste ato reflete a 
grandeza deste povo, 
sirrples-e ordeiro, 
trabalhador e hospi ta­ 
le iro. 
Sanam- sé as - 
dif'iculdades na con - 
juntura econêmica Na - 
cional, e os belavis­ 
tenses não deixan por 
mênos, multiplicam seu 
empenho e se desdobra'll 
no trabalho, buscando 
a superação dessas di­ 
ficuldades, acima de 
tudo, temos ré inabalá­ 
vel no futuro, acima de 
tudo, apostamos na nos 
sa capacidade de traba­ 
lho, acima de tudo a­ 
credi tamOS, 
Cada casa que se 
ergue, cada rua que se 
abre, cada obra que se 
constrÓi, temos convic­ 
ção, justifica nossa 
sede de progresso, se 
estamos crescendo e 
porque, sem distinção- 
,, . 
r r' +} ,. 
rc·la de r;talho 
o: afio» ter· io! 
qr j, rio dr-.+, 
.. !uf" ). 
±·la Vfc' tru- 
talha unida, porqur 
banca um ó destino, o 
bm- estar cor1r. 
'ao poder1anos 
de1xar de registrar, a 
colctJor.:iç?-ío Jnfn igÓ­ 
vel das auoridades - 
aqui presentes, qu, 
cono Impõe a real!dado 
bclovir;trn:::c, trm dado 
mostras de zelo e pro­ 
ficiência nos compro­ 
mlscos com a populnçno. 
E bem VP.rd::id<! - 
que de nui lo pf:clsa­ 
mos, corno e idade que 
a5pira avanços compa­ 
tivéis com sua poten­ 
clalldade econêmica - 
preciSéllJK)S ampliar - 
nossas conquistas em 
vários setores da vi­ 
da do nunlcipio, tra­ 
ta-se de uma tarefa - 
difícil, porém possi­ 
vél, de nosso esforço 
e nossa união depende 
o êxito dessa tarefa. 
Durante tantos 
anos, em melo ás mals 
aterradoras dificulda­ 
des, Bela Vista tem - 
respondido com bravura 
e eficiência desafios 
de toda ordem, ,preva­ 
leceu, sobretudo a u­ 
nião desta comunidade. 
E esta união temos - 
certeza -é que irá 
possibilitar a conti­ 
nuidade dessa caminha­ 
da. 
Nesta festa cí­ 
vica, de elevado signi­ 
ficado histórico para 
a Pátria Brasileira, 
temos o orgulho- por-­ 
que não dizer?- E a - 
satisfação de comemorar 
este aniversário em= 
Praça PÚblica. Afinal 
é nestas praças que - 
alargamos o nosso re­ 
lacionanento, e que - 
identificamos nossas 
aspirações. 
Bela Vista e - 
Bela Terra, Terra de 
rida! e do corvivio- 
hrno, do pr - 
ocfal e cr? 'a 
caun!dado. 
Saudar Bela V- 
ta -é saudar todos os 
belav!stenses, ca - 
cles proe]ando o or­ 
gulho de vlvr>r e tr-,,b,1- t 
lhr neste rirssão. 
Nós te sauda­ 
mos Dela Vista, E na - 
data de teu an!versa - 
rio reafirmamos, cano 
todo Leu povo, o <:q;e­ 
nho de honrar tua tra­ 
dIção de Glórias. Es­ 
t.c é un cornpranisso do 
Prefeit.o, mas de todos 
os Belavistenses que - 
aqui estão para hone­ 
nagear-- te, m.rn pre 1 to 
de ré no futuro pelo - 
trabalho do presente. 
MUITO OBRIGADO! ! ! 
REAGINDO ÀS CRITICAS 
WILSON MOSTROU O ESPI­ 
RITO DA NOVA REPUS..ICA 
Prtrreiramente- 
o Governador falou que 
o trabalho que o Gover­ 
no do Estado ve:n reali­ 
zando na região, sobre­ 
tudo em Bela Vista, "é 
pouco, pelo muito que - 
o povo merece". "Vejo­ 
diante dos olhos un pa­ 
norana diferente, antes 
era a poeira, o chão - 
batido, hoje é o asfal­ 
to". Prosseguiu: "é 
obra do Governo do Es­ 
tado, mas é tarP.bem da 
iniciativa privada, dos 
fazendeiros, da inicia­ 
tiva que soube com in­ 
te l igência desenvolver 
un trabalho". Wilson - 
]ombro; qu as obras - 
que estão sendo execu­ 
tadas fora com ncur­ 
sos do. Governo do Esta­ 
do. "Atravessacs un pe 
Deputado Plinio B. Martins e Sebastião Zacari'a 
Filho, presidente do Diretório ?~~icipal Pl©B 
vante a reforr.a que o 
País precisa. É u ccm 
pronisso com as gera­ 
çÕes futuras, OS que _ - 
possuem terras produti­ 
vas não devem se preo­ 
capar, mas os que po:s­ 
suem terras improduti­ 
vas, estes terão que - 
entrega-las aos que - 
querem e precisan pro­ 
duzir. Aqueles que tem 
a propriedade apenas - 
para detê-la, estes tem 
que pagar o tributo so­ 
cial e tem que entre­ 
fa-la aos que querem - 
Flagrante do almoço realizado no SESSENTA- Delegado de Policia de Bela 
Vista, Jair Bispo Evangelista; Dr. Aleixo Paraguaçu, Secretario de Se­ 
gurança e Dr. Olavo i:ascarenhas Promotor PÚblico de Bela Vista. 
produzir. 
Con.cieço o proble­ 
ma cerno :fazendeiro, 
A-no a ::úr,:ia proprieda:ie, 
fazendelrcs para levar 
avante estas refonnas - 
que são o desafio do - 
futuro". Repetiu: "sou 
fazendeiro, a-no a minha 
terra, mas ac1ir.a de tu­ 
do a= o Br-aSil e o po­ 
vo brasileiro". 
!lào Vü:'.!OS ra­ 
dicalizar, este problem 
não será solucionado em 
r:ieu Governo, rr.as preci­ 
samos começar. Vamos - 
dar o primeiro passo. 
Não pre ter.derr.os de:;e sta 
bili:zar a produção. GG 
vanos plantar a revolta 
no . campo. Não quere­ 
mos a sedição no carpo, 
qeremos pacificar. É - 
ua posição clara e - 
cristalina, não nos 
inspiramos en esquerdí.:! 
mo ou teorias estrar."la.S 
ao nosso povo. Hossa - 
reforn-.a está baseada na 
solida:-iedade. Wilson - 
foi taxativo: "ccmo Go-­ 
vemador, fazendo coro 
os Governadores dos Es­ 
tados, como o President 
da RepÚblica, e como - 
• representante do povo, 
não podemos nos colocar 
contra. Devemos, CCJr.'lO - 
hcr.ens pÚblicos, ter - 
sensibilidade pa.---a re­ 
solver os proble:ras pa­ 
cifica-rente, se.11 es;:,.a­ 
gar nl."1;;'"1..lem". 
#4 t e 4 
ti	« 	4 
LEIA E ASSIK:: 'IG= 
DOS os Jo,u:AIS = 
DA REDE 3C:LAVIS= 
TErJSE DE JORi:AIS

' ; ;.r , 
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RZDA'i:'OR CKZFE: Ivaldo 
Pereira 
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ção: Aurora Fernandes 
Fotolito: Job r:elo 
L'rpressão: Gilson Si.!_ 
va Santos. 
FU.DADO E:: 
20/02/1972 , 
Registro no - ~ 
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Documentos n? 35 Reda 
ção e Aa::'.inistração , 
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---------·· --------------------- 
·1111111· li FIIDffllU. 
- - 
. - 
, . ! 1 • 
Bastante movimenta - 
tia. •mti tos turistas na 
t: ity, muita diversao c 
alegria mas... como di­ 
cri atrás de muita fe 
1 
CRI IRA. 
• lo parque de Exposições as Sras. Cecilia Mo 
raes e Edwergis Saldanha Jlér:i. 
l 
r 
liciclatlc vem uma tris - 
tcza, ... e que tristc:a­ 
dois fi I hos mui to que­ 
ridos Bela Vista per - 
deu cm seus dias ele - 
festas, Dr. lly e licu 
ossos sentircn tos a 
toda lia.bela istense 
por tuo dolorosas er 
da,, ... 
Nimi. ..:hcgou <lc r.nmpo - 
Grande, onde foi fazer. 
unt curso pela Niasi, 
sobre cortes, tinturas. 
pcrm:mcntcs. etc ... 
' . . 
•comrníla Loure.iro e Deputado Roberto ()rro·. • 
f. isso aí...ini aper­ 
feico:ando para melhor­ 
servir sua vasta clicn 
1 l' l :i. 
BALE. O ANIVEIS.RIO 
-~- --------~--- 
da t:i <laclc no (111
1
•c llc 
lavistenst', esll''l' rrn•1- 
a)otaçiio compll'ta. 
MI TA ENTE bonita co­ 
pareceu, mas enanu o 
brilho da fcst.1. o 
atraso <lc iniciarcn o - 
Baile.!: que o coniunto­ 
nor PKJtivos alhc.ios ii 
sua von t a<le. d1e:•.ou mui 
to a t rasaJo. e t L'PI 
mais:a grande maioria - 
<los presentes não gos - 
t 011 <lo som dos iLl.'I I~~=- 
()trrt~ COIS/, que mui tos 
s5cios reclamaram: No - 
convite e tafl1hé111 'crh:11 
mente disseram que o 
traje seri;i'SOCl/1.' .. ­ 
contcce que tem gente - 
que cnt rou <lc ca I c;1 
JEJ./S e camisa xa<lrc:. 
Rccl:.imarnm,e rcclant1ram 
com rnziio. Ou é traje - 
social ou niio entra ... , 
sejn quem for!. 
' ' 1 
' 1 
1 ' 
1 
~---- ..... 
.." 
-- - - 
-:::::-..::: - - = ' 
----- 
CIROJIARJ,'l pela Expo­ 
bel as 111anCc;1s: KRISTI­ 
JNE ROXOON OLl'EIRJ e - 
T./RI.J STEPlll.'W,I. 
POEH. 
A ELES QUE SE FOIW 1 ... 
Dia chegará 
cm que a liberdade 
seja ouvid:i 
nas cabeças tumultuadas 
de idéias . 
onde clama por socorro 
Tomando cada passo 
um ideal mais próxinKJ 
quando rasgaremos as - , 
fantasias 
J•11t ir;Í :1n::1r ... 
SCOERI!TO TIOS - 
-·--· ,,, ---- 
"i°al'1hém no a!fTlOÇO na Lxpohcl: o lléJico e "crea­ 
<lor C:unpogran<lcnse ~bka e Esposa.• 
' 
'OAL: Tecido sintético 
TncITcauo para cortinas 
ou sua forração. r. 1c 
ve, lav::Ívcl. tem hoa 
cai<l.i e veda parcial - 
mente a lu: <lo sol. 
mantendo suave tr:ms 
parência.Pode ser liso 
com barrado, ou mais - 
rústico, com uma mis - 
tura <lc fibra natural. 
nonnalfllcntc rami. 
TERC'AI. : pode ser fos­ 
co, com fio sintético­ 
ouro; brilhante, conhe­ 
cido como palha de se­ 
da:ou mais-rústico,cor1 
mistura de fibra natu,-. 
ral.Fica Ótimo cm cor­ 
tinas. 
3- hos 
(Colher de marari- 
l - pitada de PÓ Royal 
1 - pitada <le sal 
S - xicaras ele trigo. 
Rccheio c molho a gos- 
to. (l'c<lro) 
TAFErÁ DE ALGODO : te 
cido arado de puro aT 
godão, muito resistente 
usado em cortinas ou ' 
como seu ferro. 	- - 
SUA RESIDENCLA OU ESOUTÕRIO MERECE QI.JALIDADE. AClMA DE 11JOO. •ARTE, *REQUlITTE e * 
GUARDA-ROUPAS EMBUTIDOS, COPA, COZINHA, '6VEIS FABRICADOS C0-1 HiDEIRA DE LEI e FôRMTC**** 
. . . 	. 
e nascer ta estrela 
acreditar n» ota d 
on.11'1<> qu,· l.tl, 
fertilizando a aride>-. 
dos corações. 
f escrever sem medo da 
rido ruo. do tas 
t ru. do ru•;to, J I t rí­ 
tica, da métrica, da 
pr.ít t c:1, 
por st·r pot%1 :ipcm,; - 
a inspi raçiio ... 
l'o<le ser u1·1:1 l rnln. - 
1 L11:1 1 ct ra . vontade - 
m dúvida, ou toda - 
uma vida ... 
Para ser poen 
antes <lc t uJo t cr «c-11- 
t iriento .sofrincnto 1c·:- 
111omcnto .011 il11!:.Ões.· - 
pois o pocm;J é tri:;tc­ 
e alegre.angustiado e 
decidido.exuberante ou 
apagado. depr i mido ou 
e.Í tante. é aciin,1 de 
tudo. 
a certeza incert:.i de - 
que existe após, 
o por-<lo-sol um a.ma - 
nhcce r radiante. 
num uni vc rso <le cmoçõc 
que movem os homens ci1 
todas as suas ações. 
O meu poema é conciso­ 
meu poema é indeciso . 
assim :i minha vida se 
vestiu e ncu coração - 
:10 r:n111<lo se despiu! 
para viver 
a realidade 
1 impa e simples 
do ser que se consome­ 
e se procura em cada - 
olhar. • 
Toclo sorriso amputado­ 
presenciarâ o âmago da 
dor. 	OJl.INÁRIA 
Todo sonho disvirginado 
fertilizará a vida 
",PIZZA FOFA'' 
que na eternidade do .,, 
tempo nos pêr -, 	O que é um poema? 
- 
..... -. ...... ~--:~~=-----"'ilf,,... ...... =..:..;=~=~....;;=;:;..;;;=-;~;;.:;·~=·~;;;;;.~~~(i;i--~~7";:;;;;;:;;;;;::~~~=~•~~..;;;~>~iõ.á;;:::a;;;.;;;;;;;;;;;;;;;;~R~.;;;;·C;.~--iiiii5 e 	» - s	=r c 	as. s i' 	i 
. 	- . .. . ~., 
f@$% SERRA SUL MÓVEIS 
1 
/ 
{ 
o-e 
a. 
' l 
 
' 
" Na abertura da Expobel., almoçando no Oube - 
do Laço o trio do Bradesco·Madaleria Nishlkawa - 
Jaime e Marilene (xari.). ; '· 
AÍ.JAR 1: 
feliz 
. . 
M%VEIS SERRSUL - RUA DA REPORLICA, N° 100. - BEIA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
- FONE: 459- 12$ 
-------- 
- --- ------ ------· 
Se sentir 
BCM OOSTO : fAJ>~.rllOS 
DURABILIDADE