Pp.,,. 
o - 
e 
Pa 
AFONO 
UM 
beral 'EMP 
'LON E CARLOS: 
NOVO TEMPO 
08) 
O N i 
Hoj,• lnk,~----' .. -, 
série de: c.:om•nli.trlos, atr., 
vés deste Jornal, que re 
pn:scnta multo pra rós , 
belavistcnses, • ·.i ,iot<s·i 
TRIBUNA DA FfiOtITEIR/, u-n 
dos jornais w.ais nntir,os 
ele Mnto Grosso do SUl. U:;i, 
tradição. 
E preciso ra.L:1.r.t-rais 
do que nunca é preciso fa 
lar. ApÓs duas décadas o 
belavistensc lerá a opot"­ 
runidadc de eleger o seu 
p!Vfeito e vicP pf'Y'f<'l •n- 
l 
) 
/ 
• •.. t- 
) 
( 
y · 
-.- 
') i ;ll'f. l<!'.l C!Cl l· rY·n 
te Iibr«' nunca o fur 
:~ ·• ·, e, l torar, a se 
alar, a toda: for 
;as pro,insista, o 
que nuo aceita;os +' t1{R 
po·riamos aceitar, ó 
a tl L ~'.r;:, com <) Po.rll<io 
(;ilJI-IISfA, pols isto - 
contrariaria os nossos 
prlnciíJioD cJ-·:i,ocr'.1.' lcos 
os nossos sentimentos 
cristãos. são vário: os 
, 
CARLOS ALBERT0 oc;•:l • 
atraves do voto livre e 
secreto. E um direi to.M.'.lS 
é acima de tudo um DEVER 
e UMA RESPO.'lSABILIDADE. 
Foi se o tempo em 
que o povo era iludido, - 
em épocas de eleições,c<xn 
churrascos, bailes, par de 
sapatos, calças e até mes 
rro prcmessas de empregos· 
vitalícios e apadrinhamnen 
tos. Não, meus a'lÍgos, o 
Brasil e o cidadão brasi~ 
leiro está consciente. E~ 
tamos construinào u.a DE 
!•l:x::RACIA ESTÀVEL, plurali~ 
ta e responsável. 
Com o advento da i!Q. 
VA REPUBUCA, preconizada 
pelo saudoso presidente - 
Tano?'éoc, •Neves, várias - 
forças se unirem· para cons 
truirem trTI regime justo , 
c:r:iir.ncs quc- leva/TJ ao 
prorresso. Ex..ist.e:n os 
c:Jminhos retos e os ata 
lhos. Preferi.Jros trilhar 
o c .. ,:ninh seguro, cem - 
sacrificios, mas co re 
tidào, o:; comi!"'.hos da= 
DE!<OCMCIA, sem subju­ 
garmos a teorias cstra­ 
rnas a nossa gent:e. - 
• O Brasileiro AHA A 
LIBERDADE, O b::-asileiro 
mia a DEUS, a PÀTRIA e 
a f~mllia. são estes os 
sagrados principios que 
norteiam a nossa caninha 
da. 
Qu:,ndo aceitei o - 
deSü.liO de UJr.a carrpariha 
cleito,.::>.l, j1.:ntnmente - 
CCl.:l o D:--. Carlos Alberto 
o Ca:~ito, foi, aclrna - 
de tudo, porque AM EELA 
VIS1A, "o na minha ter­ 
r a e quer bem a m e u 	- 
fXJVO, 'j '. r.ho os 11.'~US d"- 
feitos, quem; néio os 
cm, rv·t~ nc:Y·tlito, 
tenho f>, que possuo - 
fon;as suficientes para 
tr:,b.Cllh:u· p••lo n,cll po­ 
vo. 
Prc-fei tur·a r,:unicípal d•:­ 
flcla Vista; a.ssu:ni a 
funç;;o cori C8pcmnça. 
Comneti erros e acertos, 
Ma no c;puto peral - 
. ,roNSO DILLON NUNES LEITE 
creio qu~ os acertos 
superar-z.~ os erros .. 
Belavistenses: é 
preciso experiencia -pa 
ra administrar &; beri:s­ 
pÚblicos. Os cofres - 
de un rmm.icipio não 
pod,em ser administra­ 
dos através da improvi 
s::ição. E prect so pen,. 
sar e criar obras. i: 
preciso JY.;nsar gr::i.,:de. 
Tc:nos 1...-:i proje - 
to t!e governo .. Ternos 
1...-n pleno de trabalho. 
Através deste Jornal 
publ icarer:ios =.a si!! 
tese àe nossos c'!:J.jeti 
vos. Não são pro.1:ess'ss 
no sou haen d> fazer 
promessas. 
Sou o DILLCN que 
azeçou a vida tra- 
.72.% 
me orgulho dela. 
H..ojt' sou cc-.r.n rc 1 - 
nnle. 0 po'-,,iCO 'T.Jr. at.:r;u:_ 
ri, ;:dquiri atrwvés do 
trabalho honesto. 
ão terho rances 
'.l::.biçÕCs r,;; poli tlcv, 
penas a vnte de 
S•.:rvir [JE:LI 
1
/1'.,lA. 
Sim. E prá que rn 
tir. Qu:.i.'1<b pn..f<'it.o , 
1naugurú.ndo O.lgl.:r;:r; - 
obras ou rnelho:--.::r-mt.o, 
se:ntiu aau~1a va!.c!.,:!/.l, 
inira, aquela sat1. ·­ 
f;o pessoal de ' 
: ·Ibuirio rr. 
Foi assiM qt..r~r. .... 
inal!'P,Jr-ei o r,ÇO :-:--..::,r 
Cif'/J... A nova P!".•fr i tu 
ra. 
Muda7os a P.,Ccpolj 
tica a&.inistr::itivo d~ 
Bela Vista. 
Mud::ir. Mudar. f•'.u­ 
dar. Esta palavra im - 
plica e::i ui ta ns 
sabiliéade. ?n=cisaT,o.:; 
1•7JDAR mui ta coisa. 
Já não é terr.po 
do coronelisr.o, de gru 
pn dom.ina'1tes, é te:n­ 
po àe participação do 
povo, da participação 
de cada cidac!âo no pro 
cesso de desenvolvinen 
to de nossa cidace. 
Voltar,emos a con­ 
versar cem voce. Temos 
rn..li ta o que dizer. 
LÓgico, voce quer 
saber o que pretende­ 
mos na Prefeit:ura. 
Eu e o Cachito - 
so queremos um !'OVO - 
TIJ.?Q. 
O PFL - eu e os - 
meus ccmpa'1heircs, lhe 
!)'OStraremos como atin­ 
gir esse !'OVO T.E1•1PO. 
Ui-1 ABRAÇO. 
Carlos Alberto Oca 
riz e Afonso Uillon 
Nunes Leite. 
Devido a um cochi 
lo àa revisão o 
titulo da natéria 
do Prefeito Ildefon 
so Pinheiro saiu: 
"Confiate na Vitó­ 
ria''. 
O CERTO e PMDB 
E:STÀ CO.!FIANTE NA 
VITÔRIA". 
0 t•;•• ,.trlc; - 
:wb, n:; 1t ,·!r· 1 au••.. , 
r+is conhsrido por 
CfJi<UJ A, p rop r 1 e t ,'i­ 
rio de do!s posto5 
de gasolina na c1- 
date, jovem, 3e f J 
r::!. lia t.ra-:lic!.on·tl­ 
Irrão o Vereador-­ 
Cluudlonor hocri - 
r.ws, <! lr.Lcgr:mr - 
do Partido du fru~ 
t.•'1L..t 
apoiando intpri­ 
rente a caputha 
de /FOr ;.; ' 91 •••. 1 - 
para P r 
e lp- l . 
r:.prescriado 
vis:ense e C...­ 
derv. a canald~l•..: 
ra de DILLC;, 1.:­ 
marco important~ - 
para BEL VISTA. 
"DILLO!i !'oi 
?refeito, ~ostrou - 
O advogac:o­ 
Pedro José Palnier1 
um dos mais des.aca 
dos e atuantes em 
r.os~a região,t:a7.bem 
esta engajaáo na - 
ca~panha de Afonso 
Dillon Kunes Leite 
e Carlos Albert:o - 
Ocariz. 
Para o conhe 
cido advggado. "os 
dois candidatos do 
PFL representa~ o 
que há de ~elho:-- na 
comunidade, sem áes 
merecer os àenais - 
postulantes, isto- 
porque Díllon fo: 
considerado u= dos 
melhores prefeitos 
do interior e Carlos 
Alberto, o Cachit:O, 
é um_médico jove;:i ~ 
sensivel e que pcs­ 
sui imensa vontade­ 
de servir Bela Vis­ 
ta e seu povo". 
1 l .J 
IJ 
,i,-v, 1 
'/ 
. - 
r·o. c•r,oca r."·c (.:('~: 
por'a aventuras''. 
Pal-:iieri, e 
destacado me::.bro­ 
da co~un!dade be­ 
lavistense e o seu 
apoio é valioso. 
Foi vereador, pre­ 
s;dente da Ca:ara 
~r2siCente do Di­ 
ret:Ório , presiden 
te do Rotary, dele 
gado de Ensino, é 
pecuarista e te - 
co70 atividade - 
principal a adv09 
u.:-:: os :ne~hc:-es ~ 
2dvogados de 5el 
Vista, possui gran 
de penetração na 
co-:-.u~idade. 
gn ho· -­ 
de vc--o::;. 
?Ri':ÇO Xl 
:C::XEM?i'..A?. 
:, : . 00'.). 00

T"l'l 
ENGENHEIRO FRAIIClSCO fl/ CUNHA MON 
TF.IHO FILHO P FSPOSA. 
1 
" 
i 
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t
.r 
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t ,. . 
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1 
. - ~ > , 
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..ô-,. 
O ALMOÇO DE DESPEDIDA O FLAGRANTE: Ce!.IVAR ±.' 
E SUA ESPOSA CARMEM; DR. RICARDO BE SOUZA ROSA, O 
HOMENAJEAD9 DR. JONAS E MAIS AMIGOS ••• 
·)·•-· ~. ;, 
' ' 
,• 
~ 
,, ·t . 
;· ( ~· 
.,,,. - 
1 ' 
_..,
1
..,.:-ttiAt:ffiRINDUS). DÍLL • . ROiEl•VAi 
xa dezena de 
i,t""' e- r: i :..lr; 
Arador·. 
i- 
O seu trata 
GRUPO DE ROTARIANOS- NA Hu1•1t:NAGEM AO 
COMPNHEIRO JOIAS PELLICIONL. 
l-- ·-~=,,,,.....,.-~=~==- ·:, 
.,.::.. .. 
las..	-- 
JOSE :, •. :zo PEE3IDENTE DA AA) E; ,•· - 
• VOGAr," P:'D.·.• JO~f- FAL!-IIER,I. . 	IVALDO PEREIRA, ÓILLON, DF. O -R ,L 
-··----· - -=-==-=- ---------'-:e=-=-- ~ -··-- - 
·, 
O Rotary Club de- 
BELA VISTA prestou 
uma ~~3ta homena - 
gem ao MM. JUIZ - 
DE DTREITO DA CO 
MARCA, Dr. JONAS­ 
PELLICIONI, recen 
tenente promovido 
para a Comarca de 
Aquidauana. 
Rotariano - 
pessoa culta e de 
grande predicados, 
o honenacaio aei- 
!:;O U'i Juiz c!r: _ 
D!re!to, mas u 
homem preocupado 
CCIT, o !JOU se:-e­ 
ltante. 
Na opor ! 
dadc falarn, dt 
versos compante!­ 
ros do RCTARY, du 
AABB e conv!da - 
dos. 
Ent.rc t:les, 
advogado Ivan Afon 
so da Costa ifar­ 
ques; advogado It 
mar Dutra; advoga­ 
do Oder Rosa; José 
Pcnzo(Presld. da 
AABB); Coronel - 
Ivar Ellery (Coar 
dante do 10? RC); 
jornalista Ivaldo 
Pereira~ Carlos - 
Alberto(em nome co 
bancários). Foi - 
u~a bonita festa. 
Após as ho::-,~ 
nagens, o Dr. Jo­ 
nas agradeceu, u! 
to emocionado, as 
pa:avras dos comp~ 
nheiros e alem­ 
brança entregue P~ 
lo advogado Pedro­ 
Palmier1, em nore 
do ROTARY- um bon! 
to relógio de par! 
de. 
ADVOGADO KLEBER MEDEIROS E SUA ES 
SA, NA FESTA DE DESPEDIDA DO DR. J2 
IJAS .!'~_!:.LICIONI. 	_ 
MINIRAÇIO BODOOUINA 
SÓMENTE ATAS D UMA CORRETA CA'AGEM O O!O, QUE S OTEX O TU7TA0 ESPERADOS NA COLHE7TA. 
O C,LCAP.::O BOD00UE~;., COMPOSTO COM ,TODOS NUTR!ENTES ~!F.CESSAR::::O:' P. l,"7f./. P'::?FEIV. CO:->RE~.O ";0 C:OJ.0- 
F.ZE!~ COX QUE St:A '~<VOURi OU PAC:TAGE?-l SE DESEKVO!.,VA SAT!SFATORI:'0!E~:T:::. 
~A FORYJ:::Ão. DE PAST.GE?-!, J},._ F!COU CONSTAT.DO (}UZ SO)!ENTE CO?-'! C t:SC DO C.:.c.~.P.C:0 :30:)0C)C?.l':,, FO:': OET:i: 
DO OT!}!OS Rr:SU!..TADOS :'!: FORMA:;ÃO DA 32QUI?RIA E COLONão. 
CALCÁREO 
,> 
FAÇA O TESTE CO:-! O CÀLCÀRIO BODO(}UD!. E V';::"::".~. CO"'.'c!"'-'? co~· C:' T?:C:'iICO" 
- ·._._.sp3RE cov.o T!R.~ PROVEITO .NO uso DE UMA CALAGEM F.F!C:CENT'.": E ECO~:m:!CA. 
CALCAREO BODOQUENA, SEN SIMILAR NO ESTO, O CÀ'.C.'.?.t:O ..... 
ESCRITÓRIO. EM DOURADOS, MAACAJU E POT! POR? UE:A! O70M 'AD7- PCT0 URTO ?: = - 
BELA VISTA-Ms 	·-
8 0 0 0 
Qu r: NA 
SCRT-o CENTR'',: ATA PUt; E CrN 24s - or: _ve 	- 
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o- 
e 
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...,__ 
. 
JQ 
.... 
' 
EDRO PEOREIRI 
INFORMIND 
COMENTINDO 
rrt J0!AL, BOM! 
Pois é . 11,Í - 
Jamais e "Jornais" - 
Duas linhas nesta TRI 
llUNJ vulcm ma is (e p 
snm mais) do que mui­ 
tns e muitus púginas- 
cm alguns "Jornaís"­ 
picarctns que andam - 
por este nosso •~e;. - 
A infornm,iio acima 
•• foi de um leitor n 
Última TRilllNA cm 
frente ao Nísil..mora 
Eu ouvi e ri gosto- 
so ... 
RAMBO III 
Não passou 
aqui cm Bela 'isto.1, 
no cinema do Dadá, mas 
vi cm São Paulo o fil 
me RJi'ffiO 1 e IWIBO I1 
Mas informo aos lei - 
tores que o RAMBO I IT 
será filmado aqui 
mesmo.Pois é, em Bela 
Vista. As filmagens - 
começaram quinta-fei­ 
ra a tarde, com mui - 
to realismo, tiros de 
verdade correrias, - 
gritos, luzinh,,s; pi~ 
cando, cnrros em alta 
velocidade, pri tos , 
choros, :mcaças. enfim • 
uma guerra. 
FIQUEI SABENIX) 
De{?OÍS fique'i 
sabendo, nao era ri 1- 
n;,gcr;i nfo . cm de 
'1.!Ul,1)1: 111C' sr10 .11S r :,, r 
ginais estavan sendo, 
nersq:uiclos nC'1n Poli 
eia do P:ir,1ruai e do-=­ 
llrnsi 1. foran CAr.,!XlS 
e mortos,Jh, um dos - 
marginais ainda niio 
havia passado dcstil - 
para n outra quando 
c-scrcvia a coluna. 
ATANÁSIO 
l:m Siio !'nulo 
tem um radial istri JTJ 
!AS 10 J/ZNl 1 , mais oü­ 
menos isto, que ncdc­ 
pe 1 u morte dos rror­ 
ginnis.Com clc niio hii 
moleza, hnndido só - 
matando.!; a léi do 
cão. 
EM BELA VIBTA Ml'IDIOO 
NÃO E !mNTRA ~01.E"li:"""· 
Já disse, cm - 
outras vezes. que a - 
nossa cid::1de é tran - 
qui la. mas quando piri 
ta ladrão carrõ, ~ 
bandido no pc<laço, n­ 
turmn WITJ.~:mdo não 
é a polícia siio os 
"vigilantes".Aqui 
mata mesmo. :'ão ,·ou - 
entrar nos detnlhcs - 
"moráis" e nem vou de 
fender os di ré i to.<- :: 
humanos. só sei que - 
quando matam um ban - 
d ido e n 1 guém ' í:l la m 
direi tos hunos, eu­ 
pc rgunto ao C'idndiio ·- 
DR; GERARDO JAVIER BOCCIA MEDINJ 
CIRURGIÃO DENTISTA 
C!.Il!CA GERI!.- A.:':O X -RESTAURACÕES 
A 'U? TSTVEI.- ATN D1jM"E. 
CCU"ô2r0.E 7XCIN 
MÀF.1:C V/l'' ')?', :qo!"C
1
_. -<'.€4 
FOfF.-(C67) ~29-1087 
1 
VISTA 
GROSSO PC 
(e a minha conscienciu) 
F se o bandido 
W,ltOIJ O i".'U f1 J)"J (()li• 
o seu) riUll.cr ,rã<•. ir - 
n:i.o, enfim, se você 
foi atini:ido t.!irC'ta •en 
te.Seria suficienteen 
te Cltl SEIO mara nerdo­ 
ar? f dose a resposta, 
Pc, is dlO i ~ ' o - 
Evilãsio. meu camaradé. 
nha e amigo Evi liisio ~ 
ingrcssou no P'fflll ..Me 
reccu m:inchete cm ,·.í = 
rios jornais e até co­ 
mcntários irônicos,, - 
COlltC"ce ljllC o E'ili:Ísio 
entrou no partido nt1JT1- 
<lia c no outro snia n­ 
sua·pror1oçiio.'lJ-" 1..11© - 
coisa niio tcrn nadn ha­ 
ver com outra, viu­ 
f.o f 0()1,10 irQS ! 
ffilUNJSTA 
JinJn tem l'Cn­ 
te preocupada cor os - 
INISTAS.oras. li - 
• um artfgo do Jo5o '!a­ 
lato ondc cle <li: "n:io 
é possível . quc o no­ 
vo mais individunlistn 
do nundó, como é o hra 
silciro, vá sc deixar-· 
cnga:opar e iludir COl'l 
f:;Jc-1, ltori1, e l',{­ 
prega a coranizacuo 
de tudo: da pr pried­ 
i.!C" . da te rr , . d 1 f, - í - 
lia, cl,1 prole. do nro 
duto do trabalho e da­ 
própriamente.O mais - 
rude dos sertaneios 
brasileiros faz qes - 
t.'io de vender, e 1t- 1 ,., 
11(), o fruto ,'o SC'd 111: 
bor e comprar, ele res 
r.o, o café., o acuar - 
quc 'il i dar· de- J,che1· 
:tos seu.~ Ci lhos.A 1 .11 - 
/ 
R .li. 
l hcr é <lc 1c, c naõ <lo­ 
Es t.iclo :os filho~ ~iio - 
<lclc e niio do Estai.!o:o 
l:x1 rrarn é hul'ri ldc. n:ts 
é dclc e ncnh11JT1 tira - 
no, por mais poderoso­ 
c despótico. poderá im, 
por-lhe regras de con­ 
dut::1 , na sua mnncii r.i - 
dc ,·i ,·cr, de C'<lucnr os 
filhos e de plantnr - 
o scu roçado c fa:cr -. 
de sua colheita o quc­ 
rcm cntcndcr".' 
POIS E 
.Já pensou o - 
Pedreira escrever sob 
o ,iup.o d::1 ti rtmia e - 
da . censura? 
Escrever o que 
o PA!ff!DO' qucr e n:iõ- 
o que a mente cria?­ 
'ii rim ruins que pnr­ 
tan todos os comunis­ 
tas e cormmistóídcs. 
l; ho1:1 lcmhrar que a 
VIAÇÃO. CBUZEiRO 
DO SUL LTDA. 
•• • • • ÔNIBUS PARA EXC,URSÃO E TURI~MO• H• 
• • • EFICIÊNCIA A ~r, ~ IÇO DO POVO DA FRONTE!.P..A E SUDOESTE 1 '.' 
que o r«ri o 
sol.ao. l.,uno: 
ior4e 10 
rí pussia. tu'a. etc, 
IL.DEI CANSO O COSI CU 
----- - ..... ~·- 
. 
o me avio 
pn·ft i to 1 !<'~- r,m,:,, • 
r·,cço r·· ú to e,'·,,, . .!o. 11:in 
postou da matéria a 
respeito do mnllrn­ 
rml Ít i co er Hela - 
'i:;ta. ~:esta c-liç,iii 
o prefeito coloca - 
os n111i-:os nos "ls" 
c as virgulas nos­ 
lugares 1:crtos·. 
l'OS BASTIOORES 
etão. reu a - 
r.ü p.o. Credo! rocê j :í 1 eu 
o Cârara é Notei?'­ 
:'iio? Fntaii Jcí:i.Olh:1 -­ 
a barra pesou pro - 
!-C:I lado. Sq:1111d;1-ft"i­ 
rn . J :í na Cár.1:t ra - 
'h.midpal. os t•dis - 
(alguns deles) coeram 
o scu fígado com - 
furofn. Pois é.Sahc - 
cu. não o· critico. 
Nein m pouco. Cada- 
1:ahcça é IL'll:r cabeça. 
:'iio vou entrar nem <.'m 
dctnlhes tét:nicos. é - 
tices. jurí<licos e etc 
ctc. ctc ... 
Lc ia o nronun­ 
d :uncnto c chegue a - 
conclusiio. 
()J ha. V:tPIOS nc 
nopulnr - Os vcrendo : 
•rcs cs tiio ac11sundo :1 
Rúdio llcln 'ii:t:r - 'o­ 
cê é o chcfc - de ha - 
'cr pc)!o ·m "pf" - nor 
forn -para rcsci<lir 
o contrato co11 a Cii- 
., 
Os vcrc;idórcs 
alegam que houve a - 
traso no ,pogrmento - 
por apenas quinze 
dias. poi~.é .... 
E ngora? Como­ 
c que fica? 
O }brcelo su - 
sicriu que a cohcrturn­ 
fosse fcit::1 pela :r 23 
de fiel a 'isto (Purn 
guai). 
llct ão . meu o 
. migo, te quero bcn - 
pacns. olha, níio vii­ 
cm convcn:u de po 1- 
icos. Nunca se e5- 
q,icça. os POLTT1crs - 
ATT A VIA 
l'eran'e vs 'r As! !­ 
'-'i ! 1 <  s'.la +{ - 
•: '1 o.táculos 
é irei· 
«hqulr.as - 
io • 
fllt,' f1,H) ' t. , top4·· 
Is ,orça que " 
não o intiri e... 
a +tand:r 
que no se petube,,, 
hond.ic!c 
q11c n.'io .e- L·nJ:, ••• 
serenidade­ 
que wvnunce,intrépida - 
buscando a conqulsta - 
ú:r pa: ... 
ll1.1 ,,: .or que li­ 
bc• rt e ... 
Lnfim, ante 
vid:1 e frente a nó~ - 
r :csr:o. o 11nc!.1r:citt o éc­ 
l uz scní sc1::,re o úc - 
"ryr a Deus sobre to­ 
duius isas·e a0 . 
próxir,o c:orr.o a nós i·:c~ 
r:os" .. :i fi.-:: dc quc - 
o reino dt• JJc·11s se er­ 
J!U <lc-nt ro tk no,sos - 
1:ornçiic-s. 
COR.'fl.IOS 
Mensae1 rct:t•hida e::r - 
rcuniiio intir•.:i de a!(ol' 
to de 1984, pelo me 
diun Carlos Hohcrto 
l'crn.1ndcs. llhcr:1ha - 
!(,, 
----!!---· 
"..Q. PORQUL'' 
l'orq11t' q11c car:pcl:.i a 
guerra neste rumdo 
I:,-p.rlh:J11úo a ·oríumlJ<lc 
e :1 'Ílll'C:'.' 
Poruue segue o rendi­ 
ku. ecbundo. 
b.ibindo :r niséria <la 
nuúe:? 
l'or quc topanos t un::1 
sordidez 
!lo cor.1ç;'io dos r·aus . 
hcn l:Í no fundo? 
Por qtlt' tanta :tr::1rc20 
e cuoi<lc: 
i engendrar. afina! 
ódio inicun<lo'? 
Para tantos porqut•s 
resposta existe: 
, hu'1i ld:.idc. atôni tn . 
rc,;istt' 
À lei do ~~or: Prc- 
fcrc o l:COh D . 
·_ ----!!----- 
- 
AUTO 
•** GJSQLINA 
PO.STO 
- DIESEL :SORRACXARIA 
CAIACO.L 
TROCA DF. ÕLEO ••• 
"**** O SEU PONTO !)E PARADA OBRIGATOR!O NA RODOVIA JARDIM A PORTO ~:i.:R':'!~Ho••••• 
'''ATENDIMENTO' PERFEITO' 
1 
• 
111 
'AGORA SUA VIAGEM MA!S TRANQUILA 
1 1 1 
•

ILDEFONSO: -.PMDB ESTA CONFIITE NI VIJÓRII 
<< Nossa Adminjstração está· voltada pétra o povo>> 
Ontem o pre­ 
feito Ildefons. Pi 
nciro falou na respei­ 
to Ja c;1rta puhl ic.:,1.J:1 
e 111 a ·11tr 111 ISI Ili FRON­ 
TEIA, ediçao n%746, 
011rk um gl upo de 
pce1,1<·d<·hls1as retirou 
o '<t·u npoio ?u, r:m­ 
Ji<lnl11ras d<> Ahr;io - 
Z:1c·nrias e 'elt' C:ir - 
da. lli~st• o nrt•fci - 
to: 
'primei ramen 
te, perdoe-ne o repor 
ter m... •mos sen- ' 
t indo I una leve t en,lc•n 
ci;1 ,!.:.,te jornnl on -· 
npo ia r os caml idatos­ 
do l'FI .. 'fns isto niio­ 
importa, continuamos- 
;t n, llltl'r O TJICSll:1) l'C - 
lac'eras to. pois a 
.r3 ,ONli- 
é o ór.ao 'iial da 
cfeito de "ela [ 
'1 s t:1 <· c· o .Jo111a l - 
1 
de os a '!ade,o ·{p! 
rs. 1'a }iherdade- 
d: n redito 
qu a ,
1 
• , • , Lth·c:.. 
nl ncl 1 11iio L oinpn cndcu- 
o a kant:' do nos:-:o tra 
balho.Sabc-1110~ que o: 
Diretor - Reclntor-íhe 
fr ,leste lorrial foi ._. 
prcnl'dehi;,ta nos l<'•O- 
pos da ditadura, len - 
hramos • de seu opoio uo 
deputado Serio Cruz ..: 
e de t údo CJUe .e lC' so - 
freu quando d censura 
à imprensa.Mas o bom - 
filho ?i cas.1 toma, te 
lJlOS ccrteta disso.Ounií 
to ·,, p111'1 knc;5o da car 
'ta.G hom rn1c o nm·o :: 
saiba aue os '] 
nc<:m(•dchi::.w.; n.i l'I' 
tl,1tk· c::10 ,:1.•i:1 dtÍ?.ia, .a 
mainri.t a,:,;ino11 a car­ 
ta mm s1hi.Toi a - 
, <'I d·:ct• i :· rylandragcm 
··] ·lítico, ris 
s.+/'%.s'!tornar a 
situação ; os verdadei 
ros om11:.mhei ro.s fc - 
clarão o:19s c.:u ,c<.,111 - 
,,., ·•11,l 1-). ! 1 os do ur - 
tid'. 
C'lll 11'TOS 
,·:· 
• Os • L·nmÜ da tos 
de partido, :Abrio 2. - 
carias c lssevelte - 
Lino areis ji prova - 
ru, nor dh·crsns ve - 
::t•s, na ·co11umido<le ,que 
são homens dignos be -- 
__ .....,,.;...--------..:·:-' ( .. 
1 A ·DO 
DF. -BOUZA ROSA 
CP.-'..-6E7-:-i- •~·c1'.'. - 7r':./f.>3/CR 
PRO"TOS Dr E:CU?O, Pro l 
'l'OP0'!) :FT co~ .• 
:+32077y7 P P 
·=+5# ises... 
·11ARTZAÃO 1 031.- 
·,· 
... , . ' ... ·:.1 ,.··. 
:-- • 	• ·._,: 1. 
. ESCRITÓRIO: RUA ARIO 
Y.'t"F:V HO!':C_H -460 • .·.: • 
ON- ·439-1366 (067) 
. ·.. ,- . .• 
ia vrsrã- 3 
"NO GROs ou, '' . . . ' ,, ~ ~ .,.: 
7 . -UE 
.. ·, 
];1vistcnscs que pro - 
curam servir a sua - 
ciJadc.Ahriio Zacarias. 
desc1nncnh:in<l0 funções 
no Silldícato ltural. - 
no Clube elo !.aço e- - 
até diriindo o Ses'­ 
senta. JWOl'Oll o seu - 
valor.E 1u11 homéri cujn 
folha de sC'n·ic;os 
prestados à comunidade 
todos conhcL·em.l'l1anto 
:t 't'tc· (~1rcia, todos 
salic111 de seu trahalho 
11;1 • C:í111:1r:1 ~1un ic.: i na 1 • 
de suas i n<l il•ações. - 
projC'tOS, de seu p:ine' 
moder:1<lor, r.unca se 
cn'o I vendo e,,, CJUCS t i - 
lÍncul ,1s no! ít ic.:.ts que 
;111e11ns truncam o nosso 
processo clecresciinen­ 
·to. SiiÇ) <loís candicl:1- 
tos de peso. niiô s.iõ- 
e letista s;io, )'0'(1 - 
·e ncho que esta na ho 
ra tlo povo 1
11erC'cer ·:: 
·maior consiclcrni:;iio. • 
"Evidente.que . 
se estamos contentando 
o po,·o. est:JT!lOS clcscon 
tentando as chnma<lns - 
elites.Poderemos cho 
car· al~timas pessoas 
mas o PDB veio para -., 
isto mesmo, narn que·-' 
hrnr estruturas ohse·le 
tns, revolucionar ui - 
·sistC('l,_'l de coisas CTUe­ 
impcdi.am o crC'scimen - 
to do novo. 
• Vamos irnplnntar 
as refonms que o país 
precisa, e Bela Vista­ 
está integrada neste - 
·pnís.iqui t3!11hém ·apre­ 
ciaremos to<lns as -re ._ - 
fonms que a 'A RE - 
POBi.IíA oretcnde exe - 
cutar. entre elas a ,r 
reforma social, a mais 
urpcnte.N5o teremos - 
tempo, CM Minha adminis 
• tração, pnrn tenninar= 
• vnrios nroietos de al­ 
cance sociàl, nara isto 
o povo nrecisa eleger­ 
Jbr.iio e Vete Garcin." 
rovo PARTICIPANOO 
"A nossn 
adjnistracão e a _ 
administração de brio 
Zacarias o etc arcia 
niio !'t•rií ccnt ra I i ::id:i­ 
Não seremos adrinistra 
dons <lt• c::,h i m·t <'. 't•,s:i 
:1dninistrac;:io SC'r,i <'('­ 
rua, c:nrno cs taos fa - 
z:t·nJo. ,·anos • ::iós h:1 ir 
ros. aos casebres - 
r~:t is h1uni Ides. lcvando­ 
ao f)Ol'O tuna l'lt'nSaJ!ent - 
de fé c de esperança - 
Cri are-nos atbni ni st rn - 
ções nos h:1 i rros, corn- 
a forração de Comissões 
depairros de ruas. en 
fim. o novo participara 
conosco.Ninguém,no 
í.o'emo l'opular tlo 
ll , 1 U,:11 ti, .  1'- ,<>l J.i· 
fÍt_.t.f7) li ifltl-. J•~ - 
tudo no I AVIO, na 
unida!e deste rartio­ 
quc:c; ('-..L(•l,lli :l ,t 
Brasil.Se o [ nao - 
t l ,., :1 tt•~JXlS 1. l' :l!-. - 
,oh11;oes p,ir;t ,,._ 110·; - 
so.:: nrnhlL·r
1.1•;. tnt:'10 - 
t11ilo t"l,Í rc•rdiJo. • - 
pois hoje n 1111t' 1e:·'Os­ 
'Ír ,1 ton·1 s:10 as ',li - 
j ('iras, os roubos con­ 
trabandos c nc-goc i at:ts 
de pes:-o:1s qut• !-t', ,nre­ 
pensara em suas vai <la 
eles. CM hcnc•fícios - 
próprios, e 11CA no - 
nrwrn .. 
P'ff1R será relerndo no 
nb:mdono, nãq queremos 
o novo anenas em·éro­ 
ca eleitorais,queremos 
o novo conosco cami - 
nhnndo junto, adr.iinis­ 
trando jtmto. 
l'ão me canso­ 
de dizer que sou aber­ 
to ao diálogo e as 
sugestões, não jogo - 
pedras e nem alicerço­ 
ª Jll.inha filosofia po - 
·lítico nn perseguição­ 
talvez às vezes, pesso 
por minha htll'll lda~le--;--~ 
m.1s cstáAé a minha ma­ 
neira de ser,mas·isto­ 
niio significa fraqueza 
. Sou humilde de berço - 
isto anrendi com os 
meus apó~. ~ando resol 
vi anoinr Ahrão, foi -: 
a!)Õs· a realizaç:ro dr 
ESPERANCA 
' Urna cidade não 
é anenas um cidadão 
elc é narte integron 
te. ws uma cidade'é - 
sua tradição, seus 
rios e suas árvores - 
lima cidade é o céu que 
vislumbramos todas as­ 
noitcs.lJJ,i., cidade sou­ 
eu e você. somos nós.­ 
Pensnndo nesta unidade 
é que entendo ser a - 
Achninistração uma con­ 
tinuidnd~ de cada ci 
dadão.Toêios são res 
ponsâveis. 
O Mutirão da 
Soli<lnriedade que o - 
nrorn l Ftd ro - 
····- ,. , 
.... ' 
, .. 
DE •.BEBIDAS GELADAS 
.. . , 
FESTAS 
·- CERVEJA· ANTARTICA 
:AGORA 
A 
TAMBEM 
AVENIDA~ TEODORO SATIVA, 
, 1 l l )U l t d 
J, 
1 
• di  t l 1 1 t t (h 
I l , 
tos, o nripal dei 
C lh't~ l (.'-.. l ,Ih,, .! l 
rt ai n.! 1 (: l) 1 ' -~ . 
jude-nos a ajutn+ 
br.10 <' n '< 1c' < 11,·i 
lt'r to 1
1
1:t• n:Íc• . ;J _ 
ncrft•Jto•. uo a 1r 
pelos pobres, tao na­ 
'ª h•J_Íl' em dia,c o. 
l1L'C<:'-; i ade qu1d 1 
nun<lo t (, 1 11 1 •• e- r:,,h 
vez mais h, t i 1 .  1 C . 
a vi tón.t. 
ORNO,MO D!FIO IS­ 
RI-m SA.'fO . 
Espírito Santo. oá; 
que r1e escl:tr<'c:c tudo. 
CJUe iluinin.Í todo~ • 
os caminhos nnr:1 que - 
me drí o 1'r"'.I didno - 
de TY.' 1 !<l:11 t' esqucc:cr• 
o mal que me fazem. e­ 
que cm todos os instan 
tes da minha vida cst:i 
comigo. eu quero neste 
curto diálogo ngr.1de - 
cer- lhe por tudo e 
confinnar-lhc mJis Ll':1.1 
vez, que nunca quero - 
~epnrar de 'OCê,Por - 
maior que_ seja ~ ilu: 
sao materwl, nao sera 
o mínimo da vontade - 
que sinto <le um dia es 
tar com você. e todos: 
os meus innãos na Gló­ 
ria perpétua. 
Obrigado mais UM3 ,·e:. 
A pesson deverá fa:er­ 
es ta -oração. 3 dias - 
seguidos .sem fazer o - 
pedido.Dentro de 3 dia 
será alcançada a graca 
por ma.is difícil que - 
sejn.Mandnr publicar - 
assim que receber a - 
graça. 
·1--1andada publicar pçr - 
graça alcançada. 
( M.E.V.P) 
---------------------- 
-------------------- 
PEKSAMENfO 
Rodearia 
brnços o 
01oraria 
ombro 
Bcijarin sua face 
Faria você sofrer- 
o meu sofrimento 
Você choraria mi - 
nha dor 
E corresponderia a­ 
minha fome de.arr.or • 
com meus - 
seu pescoço. 
no seu - 
_________________ :::: 
PARA 
E MESAS COM 
EM 
CADEIRAS 
MELHOR CERVEJA DO BRASIL 
• RuA: VEREADOR RoMÉu MEDEIROS N! 484 ~.FONE: 251-1641 - JARDIM-MS 
BELA VISTA! 
AO LADO DO ARMAZEH UNIÃO AGRlCOLA

q 
id, 
n, 
det 
do-. 
llH .. 
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3 di, 
graça 
que - 
1r - 
' a - 
pçr - 
;o. 
face 
r­ 
:nto 
mi 
a· 
r. 
Câmara é 
(INFORMATIVO Or1cJAL DA 
CÂHAR/' MuNJCJPAL DE BELA 
V1s1) 
"AssESSSOíl IA DE ( MPílENSA" 
llEU:rrÃO 
A cí3mur.:i. Munici­ 
pal de Dela Viota reuniu 
!::!'? dia 19pp. cm 111.'.l1s urr:U 
sessão ordinária, sob a 
pn,sldCncia do vereador 
Anl.cnlo Sllve!m Xavk•r 
e tendo comno Secret.arJo. 
o vereador Anselmo Lopes. 
PRESENÇAS 
Presentes os vcrcn 
dores Ivan Afonso da Cos 
ta Manques, Mui. 2.1- 
vano, Marcelino cásslÔ - 
Ac!oly, Julião Godoy e - 
Claud!onor Rodrigues. 
Ausentes os vereadores, 
sem justificativa, Evilá 
sio Miranda e Rosevelte 
Lino Garcia. 
SESSÃO 
O vereador Secretá­ 
r-io pr-ocedcu a leitur-a - 
da ata da sessão anterior­ 
que foi aprovada por una 
nimidade, com emenda do- 
, vereador Anselmo. 
EXPEDIENTE 
Constou do expediente 
a leitura de uma corres­ 
pondencia do Deputado - 
Aires Marques, enviando 
expediente ao Governador 
do Estado reivindicando 
a construção de delega - 
cias nas cidades de An: 
tonio João, Bela Vista, 
Porto Murt1riho e outras 
cidades da fronteiras. 
RÀDIO :JL1.A 1 ., ., 
----- -=-· ---=- J~ 
oficio l· .. ,11 •­ 
ção da Ré,lo bel VI­ 
ta inforrunlo a no ::1-­ 
são do contrato can 1 
C:'ir..:ir:i l•:unic1p·il, r,or 
mnotIvo de atraso do pa 
sento, nos termos 3 
item 7 dél!J condlçÕ<'s - 
eerals con3Lanl,:;:; do 
re::pect Ivo contrato. 
"Fui um do:_; V•'­ 
readores que lutou bas 
tun te para que fosse - - 
fel to esse contra lo, :.. 
para que essa rirunada 
verba que é repassada 
mensalmente pela Pre­ 
fei tur-a Municipal fosse 
destinada á Rádio, por 
Isso entendo que os 
trabalhos desenvolvi­ 
dos nesta casa devem 
ser divulgados atr-avés 
da Rádio Bela Vista. Ê 
Ltlla Pt:?Stação de contas 
dos vereadores ao povo 
de Bela Vista. Nós la­ 
mentamos e'repudimos a 
maneira ccmo este con­ 
tr-ato foi rescindido , 
por-que a Rádio Bela - 
Vista tiesde os tempos 
das vacas magras está 
conosco. Ê muito coin­ 
cidência a rescisão - 
deste contra}o neste 
memento, pois ouvimos 
falar que un poli tico 
aqui de Bela Vista teri 
comprado este nosso ho 
rario e a coincidenciã 
foi muito grande por - 
que no outro dia tive­ 
mos aqui a presença ào 
responsável por esta 
emissora, dizn que­ 
não mais poderia co­ 
brir o Legislativo, di­ 
ria eu, até usando de 
......,b"· ·: ~ ! ,.., 
dizia ae or:«e. 
e r., ·:,LL e r: 
t .ntclaiva 
de entrar• er conto 
com o IE!D... L ,, rj j• .,...:_ 
diato verIf!c+os qu 
·ra infund !s a' 
afiraçes. 
!:.::;::r, r-· r,or: :vcl 
pela Rádio Bela Vi·ta 
coam eia rescisão es­ 
cJruxuln, por<tU" r: l,,-1- 
seado no artipo 7 do 
contrato e Ju: tenente 
porqu(• e:::Í, qu!nw dl a.:, 
atr.-.;;ndo, ele um n,• .-. - 
que nem se quer estive­ 
ra presente, porque - 
nos estavamnos de reces­ 
so. Esqueceram-e o nos 
so algo que rala mais 
nada a menos do que - 
$ 200.000 a Cara pa­ 
ga a essa Rádio para - 
tr.msnitir ao povo de 
Bela Vista, como pres­ 
tação de _ser-viço, d.:in­ 
do consequenteir.ente a 
importáncia de'$ 800. 
000 por rr.cs e o inte­ 
resse maior _aqüi da - 
Câ-nara é nesse sentido 
disse ainda o vereador 
trazendo essa problema­ 
tica a tona e dizer a 
mesa ao senhor- Presi­ 
dente que tiver-a esse 
poder discrecionario - 
ouvindo o claor pu­ 
blico dos vereadores, 
que tCT!'.asse as devidas 
providencias, C01T1111icar 
o DENTEL, até nos - 
poderiamos chegar as­ 
vias ordinarias e en - 
trar cooi ação judlcial 
pelas perdas e da'lOS - 
que erá cauSar com 
este pr-ocedimento vio­ 
lento de quem nós não 
esperavanos, justanen­ 
te pelo calor, pela - 
amnizade e pelo apoio - 
que temos dados e - 
Ca-, palavra o 
Vereador Marcel (J e. ,1 - 
van.o, que deixou ta - 
bem data venta ao par 
c,_ .. r favorv! ao p! - 
nur1c1a,r nto Jo Vcrc.:v.:ior 
Ivan, dlzrnJo qt,, 1 :-~";­ 
bc:rn f:. a favor da tr r .:­ 
missão dos trabalhos - 
do Legislativo;,; D.mi<.:l 
pal, pois s; a.s<:i•1 -- 
o povo estara consclen 
te e conscicntlzuéo ôÕ 
nosso err.per.ho da no:;:;·1 
luta e da nossa venta~~ 
de servir a conr~11ida1e 
belavistense. SÓ as;;!:-, 
o povo estará bem infor 
mado sabendo o que cs 
seus vereadore:; fo.zc::i 
dos trabalhos Legislati 
vos, e fez ~-.,a pergunt~ 
a mesa readora dos - 
tr-abalhos: Será. possi­ 
bilidade ct! ~- f&:cr u, 
contrato não de trans­ 
missão direta, mas un 
contrato para gravação 
e retransmissão pela 
emissora ZP 23 do Pa­ 
raguay, tendo em vista 
a rescisão do contr-ato 
por- parte da emissora 
do Br-asil? Porque r.Ós 
não pode.'llos deixar de 
informar o povo do que 
acontece na Câ-nara Mu 
nicipal, • sabemos da - 
gra.11de circulação dos 
jornais, sabemos do 
grande interesse da - 
comunidade , r..as nao - 
DT2CES D 2AS, EVNTMETOS NASTRMTS E FAZENDA, D'@E 3 IVENAD 
it-'.'!'!F":CAfÃO Jt]:,;TO AC !KCRA - SE7VZ?O QUATFTCADO- SP0N37. TC:!co. 
l.Oll 
ia e lnlo 
voto que nos 
a est Cara. 
l'.flRCEl.O CALI/N:O 
ESCR!TÕRIO: ?.UA CU:1:A3À 180 FONE (067) 429-125- 
RES!DÊNCIA: Rt:: GEi"c?.AL OSCR1:C 128!. - FONE {c57% <'.39-1057 
BELA VIS.TA MATO GROSSO DO SUL 
LJ 
r.is_ora local de nos­ 
.:;:; q'l?!'lda &la Ví..ta, 
P que tarto nÓ:; plei­ 
teanos para que e:sta 
Casa Fizesse esse ccn­ 
trato, hoj,; vc::i relei!)_ 
dlr-lo ccr:, u"!'.a. descul­ 
pa até certo ponto éS­ 
farr-ãpada, porque a 
presença da rito nas 
sessões da cârr-.are. n;;:.da 
ma.is é do que mostra!' 
aquilo que os Serhcres 
Vereadores umta::i fa­ 
zer per Bela Vist.a. - 
Deixou o seu protesto, 
caso a rádio Bela Vis 
ta não volte atrás, :: 
disse que ta:1ar1a a 
decisão-de ir a nos:;;a 
imprensa escrita e de 
nt.neiar a atitude cuan 
do nÓs Ol.M mÓs dentro 
da nossa ela Vista,­ 
não_só de u;:-.a pcssoa­ 
rras de muitas, que rn 
cidadão copara esse 
horário que era da 
nossa Câ7.ara, para que 
os Vereacores presta­ 
sem contas com o povo. 
Bela Vista, que hu:nil­ 
àeracnte depositara~ - 
' - 
Jll, 
de:ta ''u.+ 'o ira as 
pn:.,v!d :--r:it 1, l!.Clu.!3!­ 
ve no"r a'u O to.to 
coles ". Ivan pura 
represntar çGra- 
jur!a!varente par to­ 
+nu:c, na e]hor - 
ANTES DE CONSTRUIR,.­ 
PASSE NA: 
PILAR 
Qualidade e 
. prepos baixos 
PILAR ,!ATERlA!S ?ARA 
TRUÇÃO. 
TL'DO ?.J.:<"!. 5U.' CO''S':',rn~~(': .. :.:. ; cr ·::,::-o; c:-:::.!-'.A2; 
D 
1 
ACUA; TOS; PC PAR ESCOPOS; NUZEJCS; CONU::TOS ;T 
zi270° :?CES E; CE:: 
'" • . . ' 
Com a palavra 
do Venal; 'rce!!no 
c!.,_:;fo A-;.1ol1 ,. qÜe bOll 
dc.tr! zcu-s•: c-cr, os pro­ 
munci:entcs dos cole 
gas que repudiara 
atitude desqualificd 
da nos:;a r-3•:!o deixar 
d, .. lrar:::.--1itir a.s ses­ 
sães da Cerra, pare­ 
ce-me com medo de que 
a verdad: seja dita - 
DO povo de Bela '!is::a 
quere ndo esconder a - 
ve:-d'1.de ao povo de - 
nossa cidade. Cor.s'de 
ro 11 teral::-.1.mce u:ia , 
atitude dezsa mrre!ra. 
if(:o havendo r.:a.:ér!a - 
para o rande exped! 
ente o Serhor P.resi­ 
dente de!xcu a pala­ 
vra livres para aque­ 
les que quer-e:1 fazer 
seus requerimentos - 
vc:-bai.s, ninguem fa­ 
zendo uso da palavra 
o Se..hor ? residente, 
sus;,endeu a sessão - 
por cinco minutos pa­ 
ra debate sobre o ccn 
tato éa rádio que f;: 
ra rescindido nesta­ 
data.

"': DIA OOS PAIS • 
No dln 11 p.p. ,11 /.1'.H. 
C.C.Esc. e Dircçiio da 
Escoln Ester SI lvn , - 
promoveram no Clube l'u 
roqulul urna llndu ho - 
rncnngem nos Pals de - 
sc-us nlunos. 
P.urabons peln-. 
ince.:''- aos filhos­ 
para liomcnngcarem seus 
pais. 
FALANOO" 
Em incentlvo, todas as 
Escolus de Bela Visto­ 
devorium fazer um ''tra 
balho" junto aos alu -:: . 
nos visundo mais runor 
peln Escola,• Que sejam 
incentivndos a lutarem 
defenderem com garra - 
o nome de sua Escola. 
Falamos isso, porque - 
ern qualquer concurso - 
entre alunos das vá .:. 
rias Escolas. somente- 
l ou 2 de cada concor-, 
re., com "cnra e cora 
ge' poque não tem nem 
" torcida e ,encentivo .. :­ 
•. • • .dos ,coleMs de escoin. 
' -,· 
' ; •• ! ' 
3 
''ATÉ PARECE 
·- -,- 
• 1 
A 
Oue os alunos tem er­ 
gonha de 'representar- 
o nome da Escolu" ... e 
quando um aluno se • - 
prontifica n ir. o qur 
acontece'! f-ku simple!-. 
JIIC'O te SCIII ineent j VO ~ 
mais ainda :uns engraça 
dinhos fa:em "gozaçio" 
e críticas destrutivas 
Ficn o alõ: l'articipc-111 
eII nome de sua Escola .. 
mas participei com gar 
ra e determinação. , . - 
1 
Tnmbém deu a cacla alu • 
no seu uma bonita men-, 
sagem para ser entregue 
ao Papai em seu dia!. 
Dli PARABENS 
A Escola Ester Si 1 va - 
pois Sll:t representantc 
Patricia Moraes foi. - 
vencedora no füss Es 
tandantil. 
FALANOO 
Em Ester Silva serii - 
Exilie sempre 
CIJAL 
aoseu 
caminho. 
]- 6. sr». voa. FuscA . sIo. 
SEMPRE UM· CARRO 
entregue neln 'IRTBlf.'A 
IA FRONTEIRA u Diplo 
ma de Consagração - 
Destaque 85 a aluna - 
Laura Loureiro Ckariz. 
d:1qu<.'IA 1::-cola. ,pois- 
LICIEI PLEITT 
foi uma das vcncé<lo - . 
ras no concurso promo 
O KM A SUA ESPERA. 
CIJAL -CIA 
vi<lo pcl:1 T.f.tc•1 tra - 
rolho :-ohre Bela '"is 
tu <lr Ontem e !lo ie, 
publicado na Edição 
Especial do Aniversã - 
ri o da e hlode. 
l.aurn cursa a 8° sé - 
ric. 
TAf1BtM 
Premindo o trabalho - 
dos alunos da 7° e 8°­ 
'espehino da Escola - 
Vera Guimarães, coor­ 
denados pela prof. Wan­ 
da l'ugliosn.E na oca:­ 
sião a Escola sob a - 
direção da prof.Rosita 
Gomes. 
NA .FOTO 
A C'.ASA DA AMIZADE 
l'star:Í pro:aovcn:fo • no - 
proxino <lia i ele st-tcn- • 
hro no Cluhe nel:wistrn 
se ur, Ch::Í Bcncficic11rc-:. 
Ter inicio às 19:00 - 
horas e o ingresso ape­ 
nas C:rS s.onn. vamos - 
l:Í prcstigjar e col:J.­ 
borar com a Casa da /· - 
mi::.ndr : 
NA SE'iANA • 
ta foi horncnugeada pe­ 
los . comnanhe i ro da C a­ 
sa da Amizade com uma - 
festinha surpresa onde, 
recebeu muitos acesso - 
rios nara enxoval do - 
"baby'' que breve estar 
1 
chegando. A ··rcuruao foi 
na bonita .residencia da 
1 
Presidente da ~iz.?de .; • 
Sra .. D:Jlva ac1olll. 
1 
.o lado·; a beleza e a 1 
meiguice da gata dos·- j DE PARABENS 
olhos verdes "LllCWCI-· 
.EITI", 2° 1ugar 'no- { 
concurso Miss Estudan- 
1 
til. Esta linda miRJlon 1 
é_ da Escola Vera 'r.uim:_.!. 
rnes. 
1 
1 
1 
1 
A jovem ANA PALA (PO - 
IA) pois saiu vitoriosa 
no v.estihÚlar para'Hio.,. 
logia .Felizes com o -: • 
~'llêesso da filha·o ·casal 
Gersy e Salomé. 
1 
1 • 
JARDINENSE DE AUTOMÓVEIS 'LTDA 
RUA: 1 DE MAIO - 571 
REVE1'4DEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
- - 
o • 
MO IVADO 
-Colocaram argolinhas . 
na direita Hélio e 
llancn na f:l ili nr lin:t . 
Fe liciclnc.Jcs ... 
CULI1ÃRlA 
BISCXHT!t-.H)S llE Cl:nT.­ 
.JÍ. 
l copo cerveja branca 
1/2 K. 'trigo 
3 colheres (sopa)mun­ 
teiga. 
3 colheres (sopa)açu­ 
car. 
L/5 colheres (sopa) - 
royal. 
Histurar todos os in- • 
gredi entes. faça os - 
hiscoitinhos. colocar 
forno quente e quando 
estiver quase pr'onto­ 
pincelar com creme de 
lei tç misturado a0 a­ 
çucar. 
01S •• os hiscoitinhos 
devem ficar crocrantes 
e deixar corar bem, 
(Pedr.o)" 
BAILE DA XAISER 
No Belavistense no din 
31 de agosto.Não per • 
cam! Será sensacional. 
• ANIVERSARIANTES DA SE­ 
MÃNA • 
1 li 
' 
1 
QUem ani vers:iriou :: l 
nessa .. S<;Jl13-llll 
foi o nosso anigo ' 
RlJDEL ( 21/08/85) 
e a nossa amiga , • 
MARLENE ( 22/08/85), . . . 
VEM AI :::. 
.:..·- - 
r..AROTA E GAROTO IElWr 
85. 
Faça sua inscrição - 
com U1RIS no salão 
M,RCU'S í.iBELEIRETRO, 
Participe você també.'n- 
----11---- 
PENSA.l.iENI'O 
» 
Am:Jr algo gue doi. - 
quando não e comprei:!! 
dido 
Magoa quando tudo cs; 
ti.• tenninado 
Odeia quando está ma­ 
chucado 
Revive os momentos 
quando está com s3! 
ddes e chora .•• 
-----· ----------------- 
......

; IJE ,-,..,. 
-=2-%±: 
hrnnc-J 
(sopa) • 
os in• 
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, colocar 
quandi 
1rônto- 
• ('.frc tlc 
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bem, 
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1 per· 
saciontl 
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1 • 
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1 :i  1 • 
11 
- Beneficência Hospitalar de Bela Vista 
1 
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1. lf l • ," - 
E<;rI.Allff l' T'.,'.'1 f· ~ 1 <;Cl 	,, I' 11. 
f3TT Tartio T - 
Ili 'L I, J 
~c·nhor C'onvcncnt c-. 
l:sta Supcrin­ 
tc-mlt•nt: 1 a lk)l i ona 1 co 
munlca atrarC-:- d,•-:r,1·: 
drcular, qlll', il nar­ 
t ir do d i 11 15 ti(' n1•0-: 
to llo 1 . !l!l ~, o:,; do .: 
CLm1cntos ·,Íl ido~ nnra 
o nH•mllml'llto :io IIC' - 
nt'fid,írio l11r;1l. i11n 
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lt • ',u l.1 <Í i.1 : 
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~"-,,-~i). t 1i1 id.1 Pt'lo~ 
orwis cormc l r-n t l s da- 
1)1 (' Jd('IIC til '01."Í ;I[. l' 
21 C";Jrrl·.IH, Pr: Tlllll 
LI) j;'typ 
('TÍ' - 
(c'.rl'ST. rnn :1-.: annt:i 
c;iiC"~ referente- no rnn­ 
tr;1to dt• t r;ih.lllm. 
' ~. t ! 
., !'l <• ! 
"- <)<. , . 'l, 1 r , r it ! 
·sr[Ar ! 1rn o­ 
o icnefiiri hunal, 
{". .- •• l ; () r a' 1 1 l • ,·; n 
na Assis"enc; '!ic:a 
Posnitiil:ir t •,.flll:1:n­ 
ri:11. 
Inforraros.ain 
1la, <lll<' O C'Olll C'IÍ.:11 <
1
l'ç 
te. rl''0)':1 instru - 
1:õc~ contí•l.i~ na f'in:11 
lar 56-0,0/1/$ - 
ele- ''" dç rt•1 l'rt' l I o ,,,,_ 
1,085. 
Atenciosamente. 
>, 'O ('11lt,:._ 1 l''I_ ,!Jf­ 
lY"l 1,1~1.f, ('(1'1 !",'i .. (~­ 
. tY' :lll'l,I . 
I- FJEAYO PIRA, ±7o 
""" 1 <' pn'1-1 '"; I . <.• ~ 
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Ferro: 
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~At:M,l,S C''!TO::'" •• c•n:'T"..TC, ~ 
T r oe, Dr-rc ryoe a 1_ 
GMLT2+-To 3r rn· 
ADVOCADO 
ADVOGADA 
-------- 
-·B/""' :'2P1- C?:" '" . ..t<•:J, :r''.-~r 
c"pro. ;A rc:, ··r7o 
FO:,F! +e.O - 7c2=0 rv;o 
·oro: :i "TONTO2'+r COJ::!,U(' 
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2 - :eo··,;:: /39-'.•"'"" ::-)S7) 
·0sr%V0TA: C;Tê, 4€8 
"A "rerx . ·r cnced o sU, 
pro pr··-·o 
',::-'"';,' T,TZ ...... ÃO 
ECT2O: PUA ! TE O:;B>O 
50- 'O"E 429-21122 
7±3/, 212° 
FScn7O: 'V. UQU TE CAXTA, 
7_D070?R0V2F_17 t '{ll] 
1-1'5 (eo·o 
:,:,nT:•- ''.TO --'º""'º !':O c:c•. 
ADVOCACIA 
'"•'.1/, JU'!'RA. 
~SCR!TÓR~O: ~V CU!ASÃ, 350 
FO'.'ii::: 4,S-12.3?. 
CIRURC TISTAS 
7. CEM!DO CU7A ROS F173O- 
CO'M 504 
f.'!"E~::>E Çt:cNZF. D~AS E:,: EE! .. '. VIS 
TA- ss::A!'o;AS A
1
.'l"=:RNAi:JAS. • -- 
DR. ADAt:TO P!?.!:S MAIA- 
'CRO/)!S 90C 
ATE:'!DE u:':.'.iFA:'.ENT:':- RA i:ox • 
CONSULTÕR!C: Rt;A ANT0:',1!0 JOÃO ~/N~ 
FON:2- 439-lC:::9. 
R:':S!.JÊNC~.I: :lUA. 
FON"7: <439 -1303. 
~, TIME TOUR TURISMO 
~ VUJ'S P'S!~~ : O~ D:E Qt.:.S~l TE:•! 
· :"?~.,_-':'.'/CTA" r:;,-s.~_r,i:zE ~::'.U SONEO CONSE - 
r.,:,'."')O TU;-JO qú::: voe, D~S2JAR •. 
vn:~ :e;<'.~!, VT.JE CONOSCO! 
?< 12 3 470-221°- C. ANDOE -FONE(O7 T":C!ASII. "'"".J: BF.M I:':F''.7'º·'- 1 
, __ •;.-.;;",;,•,;;-;.,•;.;:>;.~::,• -~1:,_~;;.;,;",;;-;.,-.;.• "';.";;,M;i;• J-~-----~~~-----::-~---~---~--~~------"'."'~~-~~= 
t ... ~:TOi'!!O JOÃO, 1008 
... 
- REDE B:C:
1
.AVISTENSE.D='. JORK.'::S 
11 
!,EVA ATf. VOCE TODOS OS T:i:POS ;:JE 11:0 
Tr.lt ~n 1 ~ t 1 • 
rerador de '' 
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r CiltO l
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erra'or et: 
r-,ird tf'I rn•. ,r:r:·.JJ ·r 
P,•.• 1;1t:1t1nr. t:l e. 
L nrcc:ido dt• "i,:ri,1 - 
de nroóK,i<l çon:,l,111lt•. 
2 - 'iHAillJLIX ;l lll''l 1
1 
é o uu usu o pó 
R{J:l,I. e r1[11'l'!'t'lll ; O - 
íart:io 
1"-S.l. no1. 
é. cons i Jt•r.11'.o ,··;10 
de-obr:i IHIO l'~p1•ç l.111 
:ad:i. 
r º l'l'ill). 111 ,t· 
r:ont;i se J :1. cu 1 da do­ 
f!ªc!o t nlanta r,t!-!<l v­ 
f:lz }lC'llllCílll:'_ Sl'I' i ,;o.-.: 
dl;Írio~ ;10 11:It r,io. 11:1 
f:i:cndJ: é o rnclwi10 
5C'l!I e11nrc-,:ndn. t 11 •r• • - 
cuicla _co:rt sua (:1rií~l:1 
da chacara . e- n I n­ 
d io. o c;irit"•it·i rn ., - 
ne:<t·,1<lor c:1d:1~t rnt(l - 
nel:t s:{1111 l'r. <Ili•' 1 i d' 
cl.-:<:-:i pc-:c:1, 
or,s .. , ,·o, i­ 
nhe ira 011 drn•l'~tk;1 • 
só é PR~-IU%l. :-e- íor 
dencndcn te dt·!' ~c t ra 
ho 1 h:1dor rura 1 : n n r,, 
(TU: !]<0 é con!' i dt' r;11Jo: 
pequl'no produto,· . 
P,ll f1ITT!Jl (1 cvr1in 
ISA-55, par sí c seus 
denendcntcs. deve !'l'r 
ar>rescntado no l':-cr i­ 
tÕrio <lo m<1-mm1. 
.a) pelo TR11IJLJ)('I:( • 
Rllll,I P[fl"-"'l"ff: 
fartei ra de 'Trabiho­ 
pclo natr5o. Me~10 - 
que não recch:1 dinl:ci 
ró como. !'aliÍrio: • 
b) pelo AlfJ.~. nr, - 
RI~A. E''PREITI:Tl!n 
• Cl',ClU:lRO, etc Jlc - 
claraç.âo do ~indicato 
Rural. 
e) Certidão de nasci­ 
mcnto. c;isanc-nto e do!' 
filhos. mais fotogra­ 
fias. 
Procure recehcr loco­ 
o seu C-Jrt5o certo - 
para não ter nrohJe:n:.i 
na hora de prccisar - 
consu1tar ou internar 
no l!ospi t:il ;::;ao 'ícen 
te rlc P;:iulo: 
, 
,, ' 
: : ' 
' ' 
'h 
, t1l•~o e ... 
! !t(, !--t:11 ... 
Jtl 1 • ,i: • 1 _ , ru 1 ra - 
,lt- ',.,l•:,11· ' t.•,:1 l'I - 
to, fotografi .• , /i: - 
e! 11::I 1 •·, 'fi ll1ri•, ,, 
depende: es} pura " 
obtenç. da artel- 
1 .1 dl' I:c, : 1 r 1 1 • 
rios da Are ' ·' ,11. 
.Jt•t t I J' '1 ,I• 
.1 d1fcn·m:a l'/llll' - 
1 tBIHIm Jf- 
l'IH 1 !O fill'.t,J.. 
--------·-lll--···--- 
T._ '!ACROS.A 
(í.ni'ío (11 • 
ens o todas 4s 
Pinhas frns, por- 
l.•:;~ll [lli.'.Cl i1 lll'll! 
<Ili(' (''.C' i Ju::iinc- , Ie 
t:;11:ii nho e ;r,c conccJ:1 
a Pr·1,·1 que tan­ 
o êja. 
'~1mk puh l i c,1 r e 'l';- 
1 a o qut' acontt• - 
êe rií no qu:1 rto ui a 
( . Tl 
!/------ 
Caíste? l,c-,·,rnt:Í e e1- 
hlll' a c.1heça. 
Orgulha-te da derrotu 
lJlll' te Jlt:IC"hllCOU. 
R(.'aj :.i co:r.o u::1 des'es - 
nc-raJo !,cdrmto. 
k procura de um so 
nho real. 
Gui:1-te pelos p:i.ssos­ 
desencontrat!os. 
E r.1Õde le na I ere:a do 
ca,a,inho. 
~h í !, do que 1n!'..1. n te­ 
ria. a esper:.inça, 
.'lR F. 
Tê-! o !'e~:pre por- 
pcrto. 
------'!----- 
FARMACl A 
* LEM3RF:- SE nt: Qt:E O SUCESSO DO 
l-'.~DICO E O SEU RESTABEL:::crn-r::11:'!'0, 
Dt:P:<:i':D:': DA ~O;>!F:~T!D . .Dé: t: EXPER!fNCIA 
JS St.:,' :' .".~~:ÀCI. ! 
BARÃO DO 
SILLHS 
BELA V!~T.- ~'.A'!'O CROSSO. DO SUL 
1) 
do 
PENHA

Tarde Violenta em Bela Vista 
:POLICIAIS PERSEGUEM E MATAM BftNOIOOS EM PLENO CENTRO 0ft CIDADE 
Reportagem de Pedro­ 
Pedreira e João Car­ 
los Velasquez 
Quintn feira 
poderia ter sido um 
dia corno qualquer ou 
tro em Dela Vista, - 
tranquilo, morno e 
preguiçoso, Mas não- 
o foi, foi um dia vio 
iav+, ou me..or, uma 
tarde violenta. 
A população 
foi surprendida com 
vários disparos de 
revólveres e rajadas 
de metralhadora. Os 
moradores das ruas - 
-paralelas á Conde de 
c1as, não se reis 
traram feridos cn­ 
tre os assistentes. 
A PF.fiSECUIÇJíO 
No dia 22pp, 
as autoridades pa­ 
raguaias comunica­ 
ram ás autoridades 
brasileiras, mais 
precisamente á Po­ 
licia de Bela Vis­ 
ta que Três elemen 
tos de alta peri­ 
culosidade encontra 
vam-se escondidos­ 
na Pensão Brasilei• 
ra, tratavam-se de 
marinais. 
Os e lemen 
tos agiam na fron­ 
teira, cometeram - 
diversos crimes cm 
Pedro Juan Caballe 
ro, entre eles o 
assassinato de 
MAURO ORTIZ BAZAN. 
Segundo in
1 
formações do coman 
dante do esquadrão 
que veio de Pedro· 
Juan, Tenente Nara 
esses elementos - 
são estupradores 
matarpm um Sargento 
da Policia Militar 
do Paraguay, sao - 
fugitivos da Justi 
< 
RARIO RERI CARDOSO ( KORTO) 
Porto Alegre e Duque IVO COLMAM, MARIO 
de Caxias assistiram NERI: CARDOSO, e 
verdadeiras cenas de ANDRt RIBEIRO DEL 
guerrilha e far-west VALLE ." O:m o a.Pdl.io 
com dezenas de poli­ 
ciais do Brasil e - 
do Paraguay envolvi-_ •• 
dos na caçada a três 
' marginais. 
Apesar de de­ 
zenas de pessoas 
acompanharem a "ca- 
•• 	. >- 
çada", inclusive com 
~invasão de residen-.·i 
« 
1 
j ! - 
de policiais militares 
de Jardim, Bela Vista·, 
P.ólicia ,Civil,. e 
Pôliciais de Pedrô 
Juan Caoallero foi 
rriontã;do.urn.cerêo _ 
na 'referida Pensão 
Brasileirà a ri. 
de prenderem os 
perigOSO!;i 
ça Brasileira, ma 
conheiro, carangue 
jeiros, com vários 
crimes em Pedro - 
Juan, Dourados,Caa 
rapÓ e outras ci = 
dades do Paraguay. 
Em Amambai 
roubaram uma 
F. 1000 do Tenente 
CARVALHO e sao - 
suspeitos da mor- 
te do policial - 
civil VALDECY, em 
Por, .a Por. balas, fugiram ez 
diversa d!redes. 
Um correu - 
em direção a Hua Du 
(BALEADO)-IVO COLMAN- AI~DA NO HSVP. 
' 
E A :HOR'i"E DE 1T"1l 
llMHGIWL 
Ao recebe­ 
rem a voz de pri­ 
são, os marginais- 
I • 
que de Caxias, sem­ 
pre respondendo a 
bala os disparos - 
dos policiais; outro 
ficou nas imediações 
refugiando-se perto 
(BALEADO) IVO COI.J.íAN- 
. *""ºMÕVE!S 
fortemente armados 
romperam o cerco - 
dos policiais, sob 
uma saraivada de- 
SERRASUL 
' 
OE 3c-1296 
da residencia do Se 
nhor VOLK MONTEIRO­ 
e o terceiro até a­ 
gora não foi encon- 
•rato, 
e., r.ul kh! ,',• 
dirn-e e tr 
Tos, for br!gago4 
Irvadir terreno o 
si/relas e ainda 
procup ,v ::- e o: 
r-nas d 
acoprhuva per 
;a0. Ns funis da 
d nci ·, (!o S>·rhc,r r·. 
(IAGKO) os policia! . 
se defrontaram com Ng 
HIO r::::RI CNiOOSO, ;: . 
troca de ir0s o tarz! 
r.al levou a pior:f! 
morto com umn iro na 
cabeça vrias no cu 
po.Segundo, IVO C0l!'. 
fr;i ::,nrar no qu1r.:.a .. 
da residencia do Sr. . 
Volk Monteiro, que p: 
sinal quase foi b:ue:­ 
do. Ali a policia o tr 
curralou e Ivo recete 
um disparo certeiro ra 
cabeça de un policia! 
paragualo. Encontra-:;,: 
em estado grave no H:: 
pital S.Vlcente <lé !'~ 
la, cm poucas chaez 
se sobreviver. o ter- ( 
ceiro elemento, Aniré 
Delvalle, está for-a;!- , 
do. Conseguiu fura!' e 
bloqueio policial. s~­ 
gundo as infomaçÕes 
ele é o hoem que por­ 
tava metralhadora. E 
r.ui to perigoso. r:o t!­ 
roteio com os rr.arv.r.a.. 
foi fe:-ido o soldado • 
P ANTONIO LPES, q 
recebeu 1.r.1 disparo na 
perna . 
.FAR70 
- A Policia apre_ 
du faro ar:umeto e rir 
rúçêes. Ibis revol1F-"f5 CZ:­ 
libre 38 e vários ca;ir 
las deflagradas. A ?o­ 
licia 'de Bela Vista, 
mais uma vez, decns 
troua sua corage:r. no­ 
canbate á criminosos. 
Ações ccx:io esta gãre:i­ 
tem a segurança éa po-·1 
pulaçãQ. Se çriticaõ - 
hOtNeram pelos di~ 
em plena rua e a:rear,.:: 
a população, é bo::! q·J: 
se diga que não havia 
outra fonr.a ~ de:er - 
os marginais, É prec:­ 
so que o povo saiba s~ 
COC!'portar e incide 
desta natureza, rei!;'.; 
ando-se em suas resi 
cias. 
" 
MOVEIS 
UN 73PC7 OU CTETO MERECE UNIDADE ACTNA DE TUO. • MTE, UnN E 
O: COTO: AIOS, GUARDA ROUPAS EMBUTIDO, COPA, COZE2EA, VETS FARCO CO: 7A­ 
DE!RA DE LE! E FC7CA·· DUAILZDADE. 
SERRASUL****•