I 
c:/'XP C'l'.FI ,~ 
MINECO MIRANDA E ADAIL FERREIRA ADEREM 
, AIS EAIIIATURIS DE L Oi E €CiÍüio 
a trnha..lr.::.r ror sua ci- :r:cl':ru-3n r:,x- e,r; e-~, d' 
n.""cic f' pelo -:;c~·c r...c ~;'.! c.!-;!.C::. r--- .... -=-rc: :::P !.~h: - 
chara e carirhosen.te ra2. 
'1 
r 
Dr. FERNANDO DE FREITAS ELIAS, AFONSO DILLON NUNES LEI 
TE, MANECO MIRANDA .. DR. CARLOS ALBERTO OCARIZ, Ver .. IVAN MARQUES 
Sexta. feira 
foi lJ'T: dia de decio - 
~ara m:itos peemedeb!s­ 
tas que no ace 1 tar.vr o· 
result;ic'o dR ConvençfÍo 
rara escolher o cndtca 
to àc partido a ?refei­ 
to ttcipa! e Bela V! 
t2. Entre estes peemec'~ 
b!3tas, quatro ncrec se 
<iesteca'l: 1'!ar.uel P.odri- _ 
Dillo~ e Cachito, do - 
PFL. 
&mores tambem 
de c-L:e houvera L.'"1 inci­ 
dente corr. o vere<1Ccr - 
Marcelo Calvane, ele ha 
v:!.a ,,-irSC' a:neaçàdo, es~ 
va c:escor.tente e Rtreaç~ 
w, tazr.t-e.:: deixar de apo 
iar as c-'!r.didaturas r.e 
Abro e 'et-.e G.;rc1A.; - 
Nirarda e ,dai2 Ferre.!:_ 
Fc r.a Frente !..ibera2, 
1''.ar.eco intressou sexta 
feira,-e Aóail no sáb~ 
de. 
··+ANUEL RODRIGUES 
rI 1-l!RANDA** 
"MANECQ r✓.lRANDA, AFONSO 
DR. CARLOS ALBERTO OCÂRIZ 
Un <: rn.ais tra 
s:;1:es óe ~!1randa, Ad:ul 
Ferrein, Corunil2 !..o~ 
reiro C:e Alireiri?. e o 
"ere2.cor I',--.:-::!:' lc Calva­ 
r.o. 
Durante tcdo o 
&'a inforreCes chega­ 
,-.n: .; Red;,.c:W, J'..or.eco e 
/c:úl dei~iarr. e Pi<'.D!3 
e passarir. a apoiar as 
~;;;o:c!ic'.f'::i:rr-:- de Kor.sc 
q,·~..r.to a Co!UT'J.2a Lou­ 
reiro de Al.o:õeic'.a, ex - 
c-resic'er:te do D1.retó - 
rio t-~icipa.l, em tcl~ 
f'c-.r:er.-.a, ir~or,,.:;,.va " ja 
não estou no Fl')D_B." 
1''.as e xec-_1 ·e r.-.a-'" 
te foi á ncite. Kossa 
rerorta:;e.1! foi ccnvidg 
da a cobrir o irçresso 
de Nane! Rodri:es c:e 
FERREIRA, 
dicior.a.is ~olit.icos de 
Bela Vista, sen.~or N!! 
nuel Roàr:l.gues de l-11- 
randa, t-.=e"c qL-e gal- • 
geu todos cs degraus­ 
da vida pÍ:bUca bela­ 
vister.se, fci pre~eitc, 
( O ~ltilr~ r-refeito - 
eleito pelo povc),p~ 
sicente de~a.r-tido, - 
er.fir:, u-a r-essoa que 
"reus f!2hcs", 
:•~r.ecc , r e! Í !: !. co 
a'"' .iµo Ce todc!-- , c .. r: ✓..:'."' - 
det.: C'l.F n !':ora é a!;si :r.:i ~ 
pcs!:1.::-rs crr:C'i~:-: .. ~s co.­ 
o rr.m,er.t.o rol! ::ice. ~ua 
r?des:ãc ns ca-:d1Ca!:t;ras- 
ce Afcrso D!!lcr e Ca - 
c:,.1 to ~oi "meditada r.c.::-:_ 
Cereda e ccnsc!ente". 
::a L:lti;a rexta 
feira, ~!;;.r:ecc e sua es~~ 
!'a, D. ~:ice, receber= 
eir. sua resic'êr.c !.a cs cr 
tdatc: do P - D!2lcn 
e Cchio- cor;anhadcs 
por Garibaldi. ela Roe;a - 
t?et.o, :!:van Marqt:es, 
C!audionor Rodrigues, 
FeIT'.é!lCO de FreÍt?..S 
E.:ias, ~:1guel Celva2le, 
?eMro Palr.ú.eri e Cás!o 
/cioli. O resulta.é.e de~ 
sa visita fci obter ée!'1 
rit:vamente o apoio olt 
t:ico ~ara os car.d.idatos 
::'.e !':-:', a dvel r.~""..ici,F.:'.. 
Assim que os arli­ 
r,cs e eleitores ào Sr. 
!·Pr:uel R. de nra.-.cta f-OE_ 
scer agora ua defirtção 
~'o !!der a respeito dos 
Cãl1cidatos _a Prefe! te e 
vice rrefei to de Ee!a - 
Vista. 
O PFL está er.ri - 
CTL-ecido com esta ir;on­ 
t2nte 2.eesão, alén de - 
votos, ~!zneco abrar~e - 
tt:ào o que se refere a 
cc.:-reção, lealdaé:e, oi 
viso e particira;ão co 
r:u- J.. t2ria. • 
*.ADAIL FERREIRA* 
Pecuarista,r.o­ 
mer. do trabalho, ! 
dos caididat:os a candt 
dato a Prefeito ?i .. .ici 
_pê.]., àis,:_utou r.a Cc::~ 
ção e obteve nove votes. 
erre esteve á frente 
éas decisões politicas. 
Sir.cero, abe:-to, 
àiz o que pensa e nao - 
teme apontar erros qua 
co·vê "que as co!E:as - 
não ar.cia:n caro ceveria.: 
andar". t;ão gostou, dos 
1
'.:létodcs e· da estraté - 
gia do partido". Quer o 
me.lr.or- para a St:a cicla:b 
é idealista e lut.:icor. 
O seu apoio É.s : 
candidaturas de ~!llo:: 
e_ Cachi to trará r.ucian­ 
ças profur.das r.c atual 
quad."O, pois, ccr.: ele, • 
~ tr:!:L4 sL.:··-,;11 :--?n f °' !,r-!"', - 
rovos r:::i f:O~itÍ.c" 'tt'l& 
vistense, Istc há ru 
co :r _ :-:e::-· <";,;'' 7C. e~ ..,,. 
das eletçss. 
Ouartc ao vere­ 
C'cr Y.arce:!o Ctl.lv·!':o, o 
Vereacr !s votado - 
TONINHO: MOM TO 
EXIGE M4JURIDAD 
ANTONIO 
e vereador Anto 
nio Silveira Xavier, - 
presiÍiente da câmar-a. -. 
1-:uni.cipal de Bela Vis- 
. ta, entende .. que a hor-a 
é de rr.aturicb.d;. A co.=:: 
trlbuição que os poli­ 
tices pode::i àar pa--a a 
norn"al 1 daje de::-.ocr-á t.i­ 
ca é :ruito fp.:1Ce,sob~ 
tui::l Eq.Ii en FeJa Vista~ 
do estacs ás vese 
ras de 1.1..:a eleição". 
Espero que todos os º8::: 
diciatos entenda:;; que - 
não pode h&vc~ radica­ 
lização na c1-:,panha e, 
rito menos, pressr 
ao povo que a.T.anhã r.ãc 
ser2.0 ct....~ridas
11
• ''0 - 
povo- diz Toninho-nào 
merece mais ser engana 
do". Curr.:o a a:a ra;!.l;à:,­ 
rolÍtica, o rresidente 
da Cara d'z "s: PS, 
o ... • :..r-c •rn no - 
PD3, relo n- 
denc!c r ar!to a. 
"rÔo anotar a 
'Idatrns ce jErc e 
acho q,.;e precisa ha- . 
ver- coel"êr._cia, ~i - 
eleito por· este par­ 
tido e ficarel nele 
até o fim. Crcsso 
parido está.fe, 
está r.:"is puro". 
Tonir.ho acha - 
ce ainca é uio c 
do para definiçes, 
•':nú.tê! ~ va.1 col'­ 
rer, a caca dia ve:!D 
novos fa::os, acredit 
cn;e :ere::ios condiçõe 
de venceras ele±çõe 
O ve:-ea:io~ d1 
t .. be-:: ":!'a.;o ;::oli tic 
fora d:, câ:--.a.--a li.tnic' 
;,:tl , .l~ i t..-:: Poder 
pcvo ~= t ~ ve :-sas 
dencl&s, -.:cr 1sto 
•e .. r-~--...,,::io ·1eva:- 
ei hid « á Se

<< CI ENTRE NdS >> 
l .l dia l!<•l.1 Vir, 
ta, A cola mís gosto­ 
a e a liberdade, do fa 
Jnr, de ,,,.1m:1r e di:;cu-· 
tIr, O brasileiro ana 
n 1 !ll,•r'(l,'ldc. E o povo - 
unir; lJv~ do rnundo. 'l'Ú, 
Ludo bem, L<'mos oqu i - 
nesta terra de Santa - 
Cruz illp;unr; contra:Jtcs, 
vemo:; r,enLc com mUharc:J 
de 11rc tnl".''.J de Lerrns e 
vcmoG ACntl.' sem tcrTa - 
Polo Ú, ó r.r·•i 
unlp,o Or1r1fldo, rfH'Cn­ 
t,c do D:-.úlCO do llr;,:ii 1, 
car:1 fino, nérlo, r.i;x; 
:;lncoro, d17., a todú 
ln.1LMte, Qlll! Boln. - 
VisL'l precisa dê'I' u ·•.a 
nrrnnc0cJa. Acontcc:c - 
quo os pequenos e - 
médio empregar!os - 
preclem se unir, e:v­ 
na Asoc!ao Ccrrer 
.·! ó o·!reiro r+ 
para morar, quando nao 
oora nos conjuntos da 
COHAB, B:-.H, etc, e vi­ 
vem ás turras ,:,restacÕes. 
pr-ofi:;•;ion,1i!J 111.,(,rai,;­ 
éldvog,'.ldo , r.,~dlcc::;, "te. 
Quem entende do: prob] '.::'.. 
mas do coc-.écc !.e e da­ 
lnd&~ Lrt n, SÕo os ro­ 
rnerctrntc é os ndun­ 
triair,. 1ntDo, tcnl10 - 
vir;to vÚrio::i canerc1n~ 
tcs o.flitos com a fal­ 
ta de verba'l, Hcr,O<'iO 
é se oran!zar. de­ 
fender o comercio ru 
terr, 
so-r.a.da de Pastoril - 
pros fazendeiros já 
tem 03 Sindicatos Ru 
ral- e nada ta~m -_ 
!-ia poucos - 
dias tivemos o 
0
xe~ 
plo do "arr.or" de - 
um belavistense 
Um distin­ 
to precisou du n- 
1ões e mandou fa - 
zor en Fá1m do 
ul, é Isso remo, 
e~ :-À'l'!i 1/, DO <:UL , 
prá lá de Dourados. 
/1. diferença 
do preço? ~espondo 
5 30 mil cruzciroR. 
Ele poderia 
che,ar na gráfica 
da cidade e ~P.dir 
eRnA diferenço., º! 
e desconto.i.as - 
não, preferiu dar 
o serviço parn um:a 
ráfica que não p@ 
~n imoostos Aqui,­ 
não emprega nin - 
~uem aqui e não in 
veste nada aqui. 
Problema do 
cidadão e de al~uns 
OUt!"OS, 
1 i v: e n i e.!. et!v a 
procurem ver o es­ 
p1rito do'l co1r~ ... 
E Isto acon 
tece cor:i :;ap,,to:,, 
roupas, a.11:·.r:ntot,, 
jÓiar;. etc, e!..c ..• 
O povo (l1z 
que au! não dá a 
ra comprar, os pre 
cos são alto e h 
poucno ~ercudorioo 
para cocolhcr. 
Acont<:cc - 
que se ficar o bi­ 
cho co~e, Ge correr 
o bicho pena. 
O comercian 
te não àmplia o::; 
estoques porque não 
vende o suficiente 
e quando vende, é 
obrigado a vender F7A 
DO e ainda brigar pa­ 
ro. recC'be::-. Ente!;der::? 
Orlando. o cor na_ 
u.: se o rw!autag 
Llb"!' ,! n1• ••• , 
+ 	e adio 
Facil, Dr!+! 
c!ação Co - 
vé do T 
co, ah!, Ar 
entendam te .COERCLQ; 
T:":, foç,r r<.:l:r.1 õ.? f. _: 
riodica e d!scta 
te..a: Melhorar o rogo 
Corr:crcio e c!'i;:,:- r.'J't:-.; 
al te IT1út i vru:; r, ,ro. 
0 
_ 
seu des.. r:vo 1 v!re..0. 0 
B."'.lnco do .9:-a!'lil.ntmV'! 
do Orlando, est a 
do o possivcl :::é :-.iic : 
dá para fze r!!egrvs 
! '.as o pessoal do fü,nc-o 
está lá, para s~<:rir, 
orientar, a!inal, t~::; 
quatros cabcç?..s, pen- 
!S<"r.l r:ielhc,r c:ic r·:.e •:-.1. 
Afinal, lJ 
E O MOMENTO POLITICO ? 
E os três cand!­ 
· datos, ou melhor, O!"l - 
dois candidatos e ua - 
candidata . Abrão, Dilon 
e Al.:réa estão no campo. 
Na boa briga. 
Antes de mais na: 
da, é preciso lembrar - 
que, pelo menos aqui - 
nesta TRIBUNA, r.in.,'11-lem 
vai ofender a moral de , 
ru.neuem. Não aêrr.i ti reir.o~ 
ataques pessoais, Aqui 
nir..guem vai f'azer suru­ 
ru, Nem caniaval, 
Partidos a Parte. 
Vamos falar a sério. - 
Nesse negocio de parti­ 
do é melhor esperar a - 
Constituinte. Do jeHo 
que está não me ve:iham 
falar de partidos. B.oje 
n Curu!la ( que OJ:'l',ê 
nizou, o Pf-IDR está :ro 
ra da luta); um Ev1li­ 
s1o. (que era PDS roxo 
está no PJ.!DB) ; outros 
estão no PFL e ten ne-­ 
go aí doido prá entrar 
no PCB. Então, dei::e­ 
mos de lado esse ne­ 
gocio de partido, E. - 
além do mais, se o ~­ 
DB leva voce mais lon­ 
ge, o PFL quer voce - 
pertinho dele e o PDS 
quer as refomas já. 
Não viu o Cal­ 
vano, do ~-IDB ( é do P1í 
DB mesr.o?) quer a re- - 
fotTI'a ~ ia 1-0 !-!UNI 
CÍBIO. 	- 
Neste caldeirão 
fervente, é melhor o 
povo colocar as barbas 
de molho. O que vai - 
da::' de praressas, PI'!:, 
sentes, :t;apinhas nas 
costas' ca:ipadres pra 
cá e prá lá, não está 
no nibi. 
Respeito todo 
o candidato: , A AURA 
minha ccrnadre, ·esposa 
de) meu amigo ELY ( cr-:e 
deve estar lá er.i cir.ia 
observando); o Dillon, 
un cara sério e bem 
intencfonado e o 
Abrão, 1....--:: moço en~ 
siasta e cor. vontade 
de oarticipar. 
Mas cá entre - 
nós- não está ra hora 
ca ente pensar r..ais 
em Bela Vista? Pensar 
sério nesno. Vaos co 
brar desse pessoal 
l!wa platafcrn'a de tra 
balho, um prograr:ia de 
C-ovemo. Não precisa 
!)Ublicar não, porr;ue 
o chefe cobra caro. 
Façam folhetos - 
e distribuam ao povo 
da cidade, Vou votar 
no cara que me mostrar 
o
1 
que preter.de fazer. 
SÓ 'não quero C,P. 
?!AVJ4 só· em fevereiro-: 
E er: festas, r.uito - 
menos chu."'I'8Scos. Que­ 
ro ora situação tr~­ 
quila, cem e:ni:,re~o - 
per:an:ente e que de 
condições· de copran: - 
car:ie todos os 'd.!as. 
01.l-.a, o povo está VDlO 
rara, ele vai :onder, 
~-x.order me=, mas 
ec:-edite.":'!, o V(Y;X) E 
SEC'fü,,"?() ••• 
,-~------------------------------------..;_-- ... 
ESCRITÓRIO .D1 AGRIMINSURA 
NÉLIO D1óRrO i 
i 
}. REGISTRO CEA -NS 52.993/ T S.P. - VSO NS - 1.011 -° 
l 
)lD!ÇÕES D! Ti::RRAS, Li::VANTAME!TOS CII.DflSTR/1.!~ E :AZY.NDA~, D!'/:':<"ÕES ;)E !)!VER.NADA~. 
1 j 
?~tT!:!CAÇÃO JUNTO AO !NCRA - !"ERVIÇO Q{.!A!.!FICA;O- ~:C:SPON!"J'.V?, ~ TF.C~!CO. 
ESCRITÕRIO: RUA ClJ:t.:ABÀ 180 .- FONE (Ó67) .439-1255' 
RESIDÊNCIA: RUA GENERAL OSôRTO 1281 ·ONE ( ) , 	-n=. - - _ - F 067 439-!0_57 
1 
i[ k>'=is : Sã? 22 ll t] 
1 
1 
1 
1 
TRIBUNA DA FROl'lI'EIRA 
,,_, __ Editora.de.Jornais, L1vrose· 
, Revistas - Serivços em OFF-SE'IT 
REDE BEIAVISTINSE DE JORNAIS LTDA 
CCC.MF. 15.513.203/0001- INSCRIÇÃO ESTADUAL- 3° 
219. 003-1. 
Rec:!..stro do CartÓr!o de Ti".:c~os - 
e Documentos n 35. 	:i 
Diretora: MARIA' ES':'EI.A VELASQüEZ PEREIRA 
MÀQUINA 
**COMERCIO DE MÀQU!NAS DE ESCREVER, CALCULADORA, 
ESTOFADOS E MATERIAIS PARA ESCRITORIO •• 
RUA: .GULA LOPES FONE : 431 - • 2027 .. 
Redator Chefe: "IV/!JIXJ PEREIPA 
AR1'E E PRODUÇÃO 
AURORA FERNANDES E ROS!LENE CAVALHEIRO 
FOTOCRAFIA 
JOÃO CAR!.DS V-=lASQUEZ 
• 	GR.À.FICA 
GILSON SILVA SANTOS ( GERENI'E) 
JOB !-!El.O (FOTOL!TO) 
RUDEL ( !1!PRESSÃO) 
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Redação, Aàminis':ração e OficinaS, pua d 
República, ne 268 - Bela Vista-1'!s - caiY.a ?as-:, 
tal 23 - FONE: 439-1410.· 
E F.QUIPAMBNTOB PA'RA ESCRITÕRIO, I* CONCESSIONÀRIO EXCLUSIVO 
OL!VETTI• 
_ _ 
TELEX, MÕVEIS DE AÇO D E DE MADEIRAS, 
PONTA PORÃ - MS 
., 
·---- -.----~-- 
---------.

• 
t 
•• J •• :· 
ONT IUAÇ: FRI !J 
1; HOSPITAL. DE E+LA 
~,r;JT/ ll/lJIJI!,O ()'JF. - 
ao6 E +E.... 
--- - ------· 
Militar, talrami no - 
, r;culc;o m.J:, nodrt (•n­ 
contrarom. Em CARACOL 
forum lnformadoG qur 
o tal v•dculo fli.l.J!JOU 
por aquela cidade. 
Todo o :;int.<'­ 
r:n de comun1cnç;io tia 
policin foi acionado 
1• barre 1 ras foram - 
montadas ~m todas nn 
estradas que deman­ 
dam as cidades fron 
teir!ças, rrstando-­ 
ngora a realização - 
de urna operação "PEN 
1'E FINO", visto que­ 
a estória sangrenta 
é um tanto complica­ 
da. 
A reportagem 
da TRIBUNA DA FRON­ 
TEIRA, extra-oficial 
mente, soube que 
quando o bandido IVO 
COLMAM estava lntftrna 
do no HOSPITAL SÃO 
VICENTE DE PAULA, 
qur ti r leva--lo _ 
pra o PAPAGUA, 
( f lrr.,! no d 
A;,rro), 
r 1 
Conf 1 o t'í'1 - 
DEUS cor., Lodao ns 
minhas forçan, por 
Isso peço a DEUS­ 
que me ilumine o 
meu caminho e me 
conceda a graça - 
que Lante desejo 
Mande publ~ 
car e veja o que 
acontecerá no quar 
to dia. 
LEJ;A E ASSINE 
TODOS OS JORNAIS 
DA REDE BELAVIS­ 
TENSE DE JORNAIS. 
---------------- 
PR FEITU 
(j/ :• r;: :;._ l. 
HEI1O EM 
co·· 1 , DF 
Il l : ! o 
P!rheiro, Prof!­ 
to Municipal de - 
Bela Vista, Esta­ 
do de Mato Gro::i ,c, 
t!o '.õul. US'Jn'lo d· .. 
tribufções que - 
lhPB :..io conferi­ 
das, e dr:· ucorcJo 
com disposto em o 
Artigo 120 da Let 
Complementar nR07 
de 20 de Novepbro 
de 1.985. 
1!11'CRETA: 
Artigo 1v - Nos­ 
termos da Lei Mu­ 
nicipal n2 750/8~ 
Artigo 4R, item - 
111, fica aberto 
um Crédito suple- 
A 
Existe scmpr 
IJAL 
caminho. 
PARATI. GOL. SANTANA. VOYAGE, FUSCA . SAVE!RO, 
KO/'IBI. • 
srnPRE UM CARRO 
CI JAL -CIA 
O KM 
JP.RDIMENSE 
À 
• .J ! . 
, .'· 
SUA • ESPERA. 
EX+.'UI!V.: 
----- ---- 
o.I06-Sc.'uni. 
J• ,rJn.porc•·. 
3.000-De pc34s cor 
rentes. 
3.100-Despesas de 
Custeios. 
3.132-0ucro• Sµr. 
Encargo:..:.- . 
. ··..$ 12.000.000, 
EXECUTIVO 
0.108-Sec. kunic. - 
de Tr:..nsporte. 
3.000-Despesas de 
Custeies. 
3.100-Despesas :01"­ 
rentes. 
E • 
l •J ,. , -:-cr- 
do 1? Ar- 
'igo 43, da !el n« 
4,320 de 17/01/&4. 
Artigo 3- st de 
cre o entra.T em - 
vigor m, d ,t,. d•. - 
sua publicução re 
vogudu n~ dispos!­ 
çôes em Contrnrio. 
• •• 
L/ 
• 
eIr 
RUA: 1° DE MAIO - 571 
CE AUT-OMÕVEIS 
REVENDEJ)QP. 
LTDA 
·AUTO I ZADO VOLKSWAGEM 
Arc: d, dd!r Mire. 
da de Brito, ac!ancu- 
a Cxrd-naoria de - 
Prcau;o e ap±terno 
de In. pura a !m­ 
planta do prvgra t.. 
er Dou! s. Para /al 
di r MI r.:nrh, o prori.r2_ 
r,-.a, tA.1 .• CCf o objt:t1VO 
complementar e ennt­ 
quecer a alimentação 
ds roradores da per! 
feria e dos centros - 
urtmr.os. garantindo - 
verduras fre:::ca e ba 
mta paro a po;:;ulaç¼o 
urr.a vez que.,._; horta­ 
liças (:- verduras co.~':! 
titucr.i fonte de ali­ 
mento para o hanem, 
não SÓ pelos nutrlen­ 
teâ que contém, in­ 
dispensáveis para a 
dieta bem balançada, 
ccr:10 por sua ação. re­ 
guladora sobre a di­ 
gestão. Inforrr.ou ain­ 
da, que sua Indaga-­ 
çÕesdiária é aonse 
lhavél por diversos 
m:n:ivos. 
Confon:,e Wal­ 
d.1r Miranda, o progra 
ma de hortas caseiras 
foi ilrplantado cem 
a participação de 10 
associações de morado 
res que englobam vá-­ 
rios bairros e cen­ 
tros url:lanos do rrun1-· 
cÍpio de Dourados, - 
tais cerno: Parque das 
:.:ações, João Paulo. I.! 
Vila Industrial, P2I'­ 
que elas t.:açôes (J2I'­ 
d.1m Ifuia), Parque 
das Nações (Jardim - 
BrasÍlia), Vila Gua­ 
rani, Jardim Ouro Ver 
de e Guanabà..-a. - 
MINIRAÇIO BODOQUENA -S/A 
CALCÁRE.Ó

_______ .;.. o 
M 
Pol 
I 
IVO COLMAM XIENEZ 
Dizendo - "!•1•.:us - 
corrp:mhciros vir-,,o r;,• vin 
gar ", fal :-ceu qu:u-ta fl':. 
a passuda, no Hospital - 
SÕo VicenL•.• de P.iula, d .. 
Bt'ln lista, o bci..'1:.:olcl:"o 
paraguav Ivo Col: Xi:ne 
nez, que juntaonte c0 
mais. dois corpanh•·iro;;;, - 
en pleno centro da cidaos, 
enf'r'Cntou m.:us àc• vi11".1: - 
llt:'l1,~ns das policias do 
Brasil e do Parguay, béli 
cunente armados co revol 
veres, metralhadoras e mos 
quetes. 
Durante a refrega 
• as paredes d!l;, Cc>!:i.i for-""11 
rebocadas de estanhas ,. 
ae una caixa d' ::i..,crua foi 
at'!'.,ben tada ccn muitos ba 
laces. Apesar do susto 
provocado pela 'guerrinha 
;,articular'', pois mais - 
de ~rczentos disp:1r1Js fo­ 
ram efetuados, nen'1tm1 •· 
particular- ressal ou feri 
do, tois •• •!defira - 
mul Lidno lomou conta - 
da area, para não per 
der os lances de una 
iJ,:ilaria que durou - 
mais de meia hora. 
Na contenda, um 
soldado da PM levou - 
1.r:1 tiro na pema, um - 
bandido tombou fulmi­ 
:i:,ndo, Ivo Colma11 le­ 
vou sete "castanhas" e 
o tenceino elemento - 
logrou fugirá pé, se 
do alvo de m.a "caçada 
Humana", por-que sua 
liberdade representa - 
intranquilidade para 
os habitantes de toda 
a regi.:io. 
ONZE B/llDOLEIROS 
F.:iziam três me 
ses que policiais do 
F.xcr,ci to Para.[,'1.layo do 
quartel de Pedro Juan 
Caballero, auxiliados 
l nolicíe Dr gil ira 
raeui: um bando d 
Os perioos bnd1 1os 
'' periclo,ida1e, - 
rn veis por ru - 
tos, estupros hmie1- 
d1os e at' o fuzilun 
l ,. d • um ofic l, l rio 
Praguay. 
las imediações 
d Fenda Itsr«ti - 
o bundo se dividiu e 
e i n.:o dd e', run.ar·;,Hl P,'.; 
r;.i &:la ViGlü. 
. Nesta cidade - 
três deles, identIfí.a 
dos por Iv,) Colr:1:.n, :.~­ 
r!lf'nez, l•íario NerI Car­ 
doso e /dre Ribeiro - 
Del Valle, se apresen­ 
taram na· casa de Fran­ 
cisca Valdcz '(Rua Se­ 
rhor-ia Lopvs- S/N, Be­ 
la Vista), alegando - 
que pretendiam assaltar 
un banco nesta cidade. 
TENTATIVA DE SEQUESTRO 
Na ocasião, exi­ 
bindo annas de fogo, - 
tentaram sequestrar M~ 
ria /tonia Veiga (22 
anos), filha de Dna. - 
Francisca, deixando - 
claro que 1am manter - 
relações sexuais com - 
ela. A jovem,apavorada, 
logrou fugir- para o Pa 
ragúay relatando o fa­ 
to ás autor-idades da­ 
quele pais. 
Dna. Francisca 
e sua empregada Maria 
Angela Spinosa (20 anos 
solteira), ficaran á 
mericê dos bandoleiros 
que traziam a morte nos 
olhos. 
Depois de corver 
sar um longo tempo com 
as duas mulheres, obr 
gara MARIA ANGEIA SPI 
NOSA á acompanha-lós - 
até a Penso Brasil,pg 
pedido c terminou 
u1do com os tr n l 
n·f,:ricl 1 p :; .), 
Na m:i.nhÕ. elo - 
din seguinte, Maria - 
Angel.:i fueiu dos as­ 
snsslnoo, foi pefse - 
guida por u;n deles, - 
identificado por fi.n - 
dré Ribeiro Dcl Vallc. 
De volta a ca 
sa de Dna. Francisca - 
Valdez, André Ribeiro 
do Vallc conversou - 
com o canpanheiro do 
motorista de un "fus­ 
ca laranja' que esta­ 
cionou defronte a-rc­ 
sidencia, mas as teste 
nunhas não souberam - 
precisr o que disse- . 
ra-n .. 
Com o revolver 
em punho, /dre Ribe.!_ 
ro entrou na casa e - 
roubou de Dna. Francis 
ca a importância de 
quinhentos e vinte - 
mil cruzeiros, retol'­ 
ngndo para a pensão - 
Brasil, onde juntou- 
se novamente com Ivo 
Colmam e Mário Ner1- 
Cardoso. 
COMEÇO DA GUERRA 
A essa altura , 
o delegado de Bela VIs 
ta, Dr. Jair Evange - 
lista, recebeu infol'­ 
me do Departamento de 
Policia do Interior, 
dando conta que peri­ 
gosos bandidos encon­ 
trava,n-se nesta cicia- 
@ 
"'' "~ ÔN!BUS PARA EXCURSÃO E TURISMO-<"''• 
---- 
' ' 'EFICIÊNCIA A ~i:;;w{ço l)O POVO DA FRON'!'E!PJ E SUDOESTE' ' ' 
i 
{d± b 
, pi r ·, :uz 
s!sti:rira 'gu rrinh 
particular", ond 
llcia !.Lr·ro· ,u C'.' 
diào.::. 
de e já estavc:m vlr.do 
para cá t'C forços de 
J.'.ll'J.im e de Ponta Pera. 
No decorrer das 
investigações, desco­ 
briram que os refugia­ 
do::; se encontrav2m na 
pensao Brasil e aquela 
nutoridade mobillzóu - 
vários pttliciais.e p~ 
rrov-:u u-n cerco no lo­ 
cal. 
Quando receberam 
voz de prisão, os indi 
viduos que tentava tu 
gir por Ll.7.3 pequena ja 
nela, rrzs a porta foi 
arranhada e um soldado 
da PM receb-::u i.rn tire­ 
na perna. 
SANGUE E EJ!-1 
Dai por diante 
tudo se trar.sfomou em 
um campo de batalha,com 
·Centenas de tiros desfa 
chados por policiais e 
bandidos, chegando na­ 
quele instante u:r. ca'lli­ 
nhão com una dezena de 
soldados do Paraguay, 
que annados CC'!ll r.iosqu~ 
tões fica:-am em ;:,osl.ção 
de tiro. Dur-an te a COl'­ 
reria u:n policial do - 
Paraguay desfechou q~a .. 
tro tiroscontra .ana pes 
soa que" corria e esta­ 
levantou os braços, gri 
tando- "Soy amigo! "Soy 
A'lligo". 
Realmente, tra­ 
tgva-se de um policial 
brasileiro, que por sor 
te não foi at.lngido. - 
Com intensa fu 
zilaria, centep.as de 
balaços spocavan nas 
: s das casas • 
una caixa d' agua foi 
arrebentada. No fLnal 
da guerra, o resultado 
foi este: o bandidc 'a 
rio!e:y Cardoso tom - 
bou fulrnin:ido. S"U CL! 
panhe!ro Ivo Colna!t 
renez levou sete t!rs 
e foi levado ás prs­ 
s.::;s par-::t o HJSF'I':'AL - 
( r.o:-rcu quarta fe: M! 
e o tercino elemento 
Andre R!beiro Del 'al­ 
lt>, lo;:rou rug;r a - 
pé e 2.gor-:1 e:; ta senéo 
alvo de una movimenta­ 
da "C/1.Ç/IJ/ !-f.;:t.AX/", 
UBERDADE PER!GCSA 
Domingo passau· 
a noite, o o.::,rnt'.? Oli­ 
veira ::ic2.":or aa W..".i: 
foi procurado por u­ 
t2nente do exerci to - 
que lhe relatou l.r;1 fa­ 
to que mui to tem a ver 
com o fugitivo. O :--J­ 
li tar, dirigia seu veI. 
culo pel:1 estra:b. <,:JI'.' 
desma<1da á Caracol, - 
quando teve que !Y~"' 
por causa de U'!l pn::cu 
furado. Ia oportuid+ 
de, passou por ele ui' 
Corcel I L, rr:arro:1, es­ 
tacionou logo adiante 
e dois elementos vie­ 
ramn em sua direçao. 
Suspeitando dos indi­ 
vidues, que retornou 
para Bela Vista se::i 
falar com eles, e !"?­ 
latou o fato. Ato c­ 
tinuo, u..a pat:ulha - 
composta por agentes 
da policia civil e 
soldados da Polici:i - 
CONI'Th"dA. , • • • • 
T 
••• GASOLINA 
+'ACOA 
PO TO 
BORHJCP.,'.lHA 
AR 
TROCA DE ô!.EO ·«« 
PARADA OBR!GJ'TÕ?.rn ,(! RODOVIA JARDil! 
' ' 'ATENDIMENTO PERFF.ITO • , , 
/. P0770 
TRNQUT,2+++

------------- 
 f1 l llOll.10 
,:· ~ 1•.tl" pi 1did 1 .- 
• ,, ( .11 1 'I .,. " • lI t. 1 11 - 
1 
l 1: 11 • 11 •. Í 'I il l ll ( r 1 
1, !,,!, 1 •111i/.1 1-f 1 • 1 
,.,p 1oil d Ili IUl•t'- 
d1 l',·111L1. ,, <.·ti t.<npn 
foi ntt 111t ,10 .. f .. 11Íl i- 
res e entrralo no p 
l,J t,Ah «do imdidy 
Jip', l' ui.:,,ntr,1 f
111.1 
rida. 
.int:11c111 ",ii11d.1"­ 
deu uw in um:cio cor - 
l''l,I. ,;l(l;i IUll fala llna 
(1)IS:1 lii~I }l"'-;I,. 111'1 ili 
divido óu indi iduos 
que por Lr 11 a de tra 
Malho e de teres e 
cara, andou o1 andaram 
cor,l'lt,mdC'I pe l:1" c-~qui 
nns que o n,"so ,inn1a 1 
havi :1 rcn•h ido d i nh.· io- 
• d.1 polícia para n1:t11 tar­ 
os verdade j rns !'atos, r - 
,ni,;1 hes t :1. 11u 1 :Í rios bes- 
1 :1s. l'riml' iro por desco .­ 
nhL-ct-r ,, n•:1I t rab:11:,., - 
da i 111preri,..-:1 .. e : 111;1 is­ 
lk:<t a ;rind., por pens:1r - 
que o ,i o rn;11 possa rece­ 
hrr Jinlwirn-p:1r:1 oc11! - 
t.ir r;1tos. E l'L,is besta 
ai nd:1 por '[lL' Jesc·onhL'i.'e 
;1 "n•;11 .. si t u:içi'io <la l'o­ 
l fria. 0ntle j:í !'e viu 
imginar 1w1:1 coisa eles - 
s:1s, a Pn!Ícia pagar a 
h~prcnsa p:1 r:i ocul t :i ,· 
í:11 os. Se 11:·10 tc111 LI i nhd ro 
nem para gasolina.E 
;1tlu I to e responsa- 
1·cl 1·;Í sc Yentlcr nor 
mi115:ua<los tostões· 011 l'ii­ 
Ihoés.BESTA quatro vezes 
';Í t rabalhar vagabundo. 
E SC' for macho ~IC'SIIIO. 
1c11ha at0 .1qui 11;1 lk<la - 
çiio e fak isto para o - 
Di rctor. Dc-soc11p:1<los. 'ag.'..1 
buntlos. p:írias e 1mlidi­ 
cc11tes. 
1 ' ,' 1 ' 
1 jf.,J lt ! 1 
l,t:  (' 1 ) 1 ,lj' 1 1 , t • ! j 
'• li ·h. 1 1 L'l 1~ l('j' 
• . >t'lJil.U " 1 l f 1.1- 
, ('! 1 d ( '  11 t f" 1• l, 1 1 
• ,irro r 1 1 J, no 1 l l' li 1 ,; 
l f ll.J.i1(•~,,·,1,1"lJ 
h:1ln~~ pi1Id tod11'i P: - 
J.•dn,. 'li ,,.11 ,: ,1''"'ª - 
ninyuér, mas ninai; 
res"»explicou tM . 
policiais (fardados)­ 
,
1
, l'l~Cfll ,ht'g.11.111- 
·:1,1 l l:t í,.tn(H1.1~il) 
111 dt·ni ,k ljll'l'l'.' t'l'rtO, 
!'oi ,Íll.<[1>,Jll'l'"l'J'IIÍl' l' 
trecnder os miryintis 
no era ''santinhos"­ 
co11·v 1·:1 infn11
1.ido:- - 
:111,l:i r:u11 d izendo.Se 
"'h:Í coi,;i:'"por I r:ís - 
, isso tudo. <lc-sconhc- - 
cen1os ..  1~•1!'1!1.X'-i. n:io 
pode 'fabricar'. n,io - 
,1,ontL'l','ll 1u11 m:11 r.1inr 
011 :<e_i a. a mnrt L' dt' 
popula n.•,: que :11·oi,1 - 
panhar;1m :1 ,·;iça,l:i". 
IM TLIO 
.: 1 }" 
I:s ta é .<lo ·::1Ller 
1iinho- "'ff.,1 policial - 
paraguai o ao l'L'l' rn:1 - 
l' i dadio sair correndo­ 
dc :11111;1 11:1 pi;io.11rn:Jou- 
1~1la:l!:Ípido. o ci<lad:io 
'Olto11-,-,• {' l'íÍtOII - . 
~())' .\IJ(l.1,(1'~11'/.ut(l. - 
Pois 6. qu:ise que ai- 
pro tacho. J, 
El.EIC()ES L't BEL 'l_~í_, 
l'or enqu:1nto - 
a ca11,p:mh;1 po I i t ica cm 
nos51 cidade est ;Í t ran 
.. ,,i l:1, o,- c:111di<l:1to:< ::. 
DR; GERARDO JAV!~R BOCCIA r,;~!}JNA 
CIRURGTÃO D~NT!STA 
('LilC":'. ""'".· __ '>.'":C ''. -.lESTAl.RACÕ!::S • 
CC:" c-;,:.'.TC'...,"'; ., -· -.--:::-· ;--!': .. e.-.' 
1;° jnc 1 +· os; - 
.r:-c: :-(Cf·"' l'.2:-
1 
C'é'7 
BE!.A. 
. 
PIO' 
l :, , ~ 1.1 d l 11 • 
1 11•• l ',., 1 O 11(! 
1 
(' n.·- 
cche, mi +der ·s.de 
1 fder • ,h 1 '1 i 1 1 Ll. t' - 
1'<'111 e que qur 1 ,•- l 11 - 
'PI tar à refei t 111 i. 
l'or 011t ro J;i,io: 
o '-d,.1··ti.1n 
: ,1,·;1 I' l ,1,; J' i ] l10 l":' 1 Í 
11.11, 1llrJ11do (e l•a.,1:111- 
tvl pel.J c,,11J11bt:11.1 - 
elo 11'.lllO .hr.10 ,11 J ''/l" 
J,lf ,'t'1~() l,:,,:t:Í '-tl' r<."t(•- 
1,lllJO im1 pol Ít irn dL - 
111;10 cheia. 
E EJ.A,JX) ~ISTO 
. ; - - - 
O di-<tinto chl' 
go11 110 JlL'd:rço <' ,-:o l t m 1 
-Este jornal não ai - 
er a COI' <lo 11JL'll tli 
uhci ro. 
l'ono se depen­ 
de~,se111os Jc- •.c:1111p:11ih:1:, 
ilO 1 Í t icas p;ll';I 111:111 t L' r­ 
:1 l H ! l~J:-,:. 011 :>a r:i í:i - 
turar . 
!'lica mate - 
rias . l'l:llf!X) ( <lt· in 
tC'i)"('~Sl")l[llÇ'J!l qui!--cr,St.' 
achar que resulta algo 
Caso cont r:íri o.tudo 
bL'i'I. :-.:ós não preci ,-;ar•os 
de 'P'..'Jrinhos poli ti - 
cose nem prec i s:1r:os - 
:111<l:1 r corre mie, ,1 t r:ís - 
<lt· "'c:m<li<lato~ ou ani­ 
gos de ç;rn<l i d:lt os".!'::-­ 
se pessoal nunca vii - 
,·ntl'ntlcr mesmo. o nos­ 
so jornal - ll~ QU, - 
IUIC!: ,;-:(1S CIROIIAll(l­ 
:-,:;io prcds1 <lisso. 
E sare- tle um;i coisa: 
IBER SRIO. 
E 0 MEU A'IIffi SERGIO - 
õlFZ: 
(',os te i de ver­ 
o l':.HC na 'hi.l a -110 Jeh:lt 
pela ·1".'.cont11ua:< o ,~e. 
mo. no é Sere i o·: l'r;í=' 
quem nio sabe o Serp.io 
esr.í no l'IYJ'.:--t10 gostou 
das ')1111cJ;_inças" ocorri­ 
'cla:< no P'111B. 
l'RJ'CO 
P!JR: 
IJFSTE • f'E'!- 
S 1.000.00 
o 
..., 
l  
' i " ' 
>t· f t 1 ~l ÍI • 
·r h r ' 
C· ri Federal. pt 
ntu ma rel .. > _ - 
::;1 pc :.u:i· ,Cll" ,. 
1:11lit trt"-. qut·. ·--~,:1.
1
i• 
do cle, estiveram e1 - 
olidos com a ter tu - 
t d de presos po 1 ios 
m época de repressão­ 
;to lt.•J f"(ll l q 11. Jl -;t!­ 
fa. muito tapo.a'alou 
país.o dia vete 
;i'l "t'll f)l'í illll,ÇJ .... ll(ll, 
r atéria paga.transeri- 
ta 11n. prin, ip,1,,- _:nr­ 
is de Br.asila.lis - 
t'lr:irn 11onin:1Jmcr.tt· n, 
''acusados".entre os 
qu:i is incluídos.:ln - 
de fiuras insuspei - 
t.1,-, 011tra,o j:í í.1]L,çi­ 
das c o1wi:1:•1ente i1011c•- 
1lidus no sc-u di rl'i1o - 
LÍc> Jcfes:1. 
. IIIIL"l.ltÍ';J- 
do indigitado nol Ít 1cc, 
cor.o 11:iÕ poderia dei - 
xar <le ,-er. rccelwu st•­ 
veras críticas por par 
te- ele v:í ri os p:ir I ar.icn-- 
t a rcs . i nc l si t• <lo li - 
der do govemo.Pcput;iclo 
l'ir:enta tia 'ciga (l"l 
l1H-'1C) .para que1•1 "re - 
1·irer tais cpi$Ó1
1
ios - 
n;io ~C'lTl' :i clenocr;:ic ia 
pois estaríamos :ihrin­ 
clo feriuas que for:im - 
mas jã cicatri:ar;m". 
f: el'idc-nte.con 
tuJo, que esta opini:ÍÕ 
n:io 6 tm~nimc. pois 
radicais tle toclo~ os - 
matizes insiste em -. 
desenterrar fontasm.1s. 
c-squecidos. t:i 1 ,·e: ,que­ 
ta l atitude os fazem - 
semelhantes ;:ios nrora­ 
gonistas daquelas !<Ur­ 
radas estóri:is em que­ 
o rolo fala mal do es- 
___farr~pado. Este.certê - 
mente.é o caso do Dcn11 
tado Genoíno ~eto.ho·::­ 
je n testa de uma 
facçiio de ul tra-esquer . 
<la. n Partido Revoh:c'í 
onário ('.omunista --que 
.se abriga nos frondosos 
galhos do Partido dcs- 
·trahalh..1dores onde tam 
bém se àninham,stali. ::-. 
nistas,trotskistas.rri­ 
litantes tio Clero pro 
gressista e outros .ex-=­ 
tremistas.J)e acordo - 
con seu próprio dcpoi­ 
mento--Guerrilha do 
,rag11aia--O Deputado 
confc!'sa que o grupo - 
guerrilheiro do qual 
teria participado''r.o - 
tava e- até justiça 
puhlicamcncc'"qucm cola .. 
hor:is~e com as forças 
l eg:i is que_ foram com - 
oto 
a 
,, 
' .• 11 
h u 
!") 1 íl lflO 
cAzes" <lo ,1 
1:·lÍlli--a[Í1.ll..J> l;I 'lll­ 
tO, "''-'t I t..: n·C'•: • 
1
,, ,
1
c - 
tplosios nutra ma­ 
uni~l ,J1· "l, 1 i Lir. 1,: l'l 
do bar!ata ente tn 'o­ 
vem recruta-f clar que 
o 'torpedo brasileiro 
não tinha piloto.pois­ 
aqui ninouét é de fer­ 
TO.rena que 'o sc­ 
't~ oo..; no~~o:-; l"(>r
11111j: - 
tas.apesar d sua hahi 
tu.1l jactância. 
 colocacio 
de bombas e loradot­ 
ros p,7,! icos. cuja t'.~­ 
nlosão causa tinas - 
ili<ll':<c;-itnit1:i<l;11a·ntC'. t ·u,1 
bém n'io 6 origiml 1d:1-· 
<ll' dos "ecr('!:Írio,; ,l.1- 
lirig:rtl., 'c-rr,,·lhct ILrli 
:lll:t do gruno Baden 
'!ein-Hoff _;1lc • rõ.011 ,1,, 
1 R  ir 1 :111<le:<. q11t· r., 
zn da violenia a sua 
bandeira.Aqui no ir»si 1 
una grande atentado 
rc:rli3adrJ 1:os mold,•,; - 
cl:roucl;is on::ini:a,,;e:-­ 
cstran:,ci ras .ocorreu - 
no di:i 25 de iulho de- 
1. 91>6 qu:m<lo ÍJn pet.1 r­ 
do c-xplo<l i u no s.r.!,,iin­ 
clo aerororto G11:ir:rnpe'.; 
cm Rl'Cifc.t
1
t:ix:•nJo .:·1- 
saldo de quat:v r,uno,; 
--entre eles o iorna - 
lista Edson "égis Cc 
Can•alho--c q1;;itor:c - 
feridos.A acão terro 
rist,, visav.i o .i;:«a,;si 
nato <lo ~brcó1:1l r·o;;t:'i 
e Silva. que e dc.em­ 
bro de 1.968 ;i;:-;in:,ria 
o .AI-5 que .por sina l . 
até !:oje scn·c cono bo 
de expiatório par:: jus· 
ti[ic;ir os CXl't'CS:'05 ~ 
dn esquerda :im:icl:i 
bmsikira. 
'cm :ne:-no o 
'"justiçar.tento". ti'io ::i - 
gosto dos "brigadista" 
italianos deixou de 
ser aplicado aq-...i 
pelo;: nosso~ cor.:c-r 
ranl'OS, at.lpcto:' do 
ma rxi ~.o-1 cni ,1 i S'lO. 0;:;­ 
algozes do Sr .. Aldo 
Moro não . fariam in-.: 
'ejo. JOS c~~CUtC'lres - 
do industrio. 1 J.!crmir:~- 
,;. ' 
if-­ 
'i 
l 
,1·1 n:· 
onfortá- 
1.L·i•: 1u, ·, rl<'" ,rn - 
i·c•, d:r .. •rrra 511,111". 
no Brasi 'Mitos bur 
nIIQ1 rn: .( ,r c.,c .plti- 
c o ostar}4rr», 
saber do dos in 
dado à ia!alavel 
fortuna ''crpri@dr''- 
rc-L1 C-''•j'l'"',l l nr·:i 
c!:t u'' l ... t.:._ll,C'- 
lecineto. que po- 
ikna :11C:: c:>.j']Jl':JJ- 
.1 lfltt•;?.r, ;•t
1 
.. ' IJ!"f"")~rc .i 
rida!e de !gmns' 
mue hoie t, t«eia4 - 
tt·r pr,•.,1, o 
:t::t.! l''!')r 1,,'• r1 
so'rido exti com- 
uls6rio. 
Me tom; - 
teto <lt ·'ÍJro -~o - 
dt• e- jop:i r 
110 tcl!·.1J0 
pedras 
:1) hCirJ. 
B'ara qu w ida fosse 
rc-licibJe 
foi rrcci::o c:111inh.1r­ 
t·íJ. 1-""":-:,, ll
1 
IS 
espinhosas 
cl>c•ia:- ,!e rcclra:- 
1~ane.,: i ! r.os para que;;:• 
quer vencer 11:1 V'id::!. 
l'ar:1 consc;.:uir :nor.- 
101 preci.:o ::r!:lr. 
Foi prec i «o sonhar. 
foi preciso sofrer. 
,-r,;m<lo 'LJCê çonse)!UC 
l:.'S(jllt'ccr a tn ~ leza 
.:i<la. 1 oct conse;::uc­ 
scr fel i: .. 
Tara depois d:Í-la- 
r:ira :1lf?.1.!E:z. 
q11c c~tc i:.i sofrendo 
e precisando dela. 
SILLRS PE NII A 
• '"'''.?~:::- s:;:: ,::: i:;t.:F. e ::.t:CF:$<:O no 
7c0 : O EU RESTABETCTENTO, 
3::T 2M E±0=771 F. XP7SCTA

J' ,! 1-m, , ll il·'.;J!.[lv~ 
 1 • 	• l. ' . 
Câmara Municipal da Bela .Vista 
(Inf r ativo ficial­ 
d,t ( d, )l,I dt· Lc·l.1 '1t,­ 
tii l . 
O 'l' r1•;1<lor Hos­ 
see I tl' 1 ino C:11c:i:i, do 
P)!flll, :1prl':-c•111011 1:l'(]UC'­ 
rinit'11l o li COI!';[ n1çan - 
de• 11111 rnmpo dC' 1 til C'bn )- 
11.1 ant ia invernada do­ 
Matadouro, no h:1irro - 
Antonio Ioao. 
IJI <lJ;t jlJ, - 
ti ficativa o verendor 
dis<.C' C(Ul' "i11ru,1cros - 
1no1adon'> •,oi ici liira111 
t •; ta ons 11 li', ,10, ll'J1- 
do 111 'i'i s t.1 o local - 
11:10 f)OS!,ll Í r um campo­ 
para a pnít ic1 dt•s - 
porth:i", 
~!JÇIIÔ Dli CONGl!A11Jl.flí.JO 
(l 'c·1 t•,JJ•JI - 
'relo alvano Apre 
'.,t n to.. J 11cl ir :1~'iio 110-=­ 
S<'ll t ido de envia r - 
uni 'n( ln Ili. CCN,lt- 
11Jl.!'C1 a llc·n11taú:1 - 
J'C'1.li-r:ll Bt·tt_- 'IC'n<lt"•­ 
"pc 1 ;i c:oragcr.1 com qut· 
<l<'nunc iou o C:c1. - 
Hrilha11tc lJstr::i.m.1is 
conhcriclo 110s tempos 
de violcncia do IX)J­ 
CODI como llr.TIIIJHl­ 
rA". 
Segundo Cal- 
ano ''nos cnti 
1 n 111:,do, :io u ! rJ n 
tu da Deputada e p 11 - 
I "'º n'io po,k ríao • - 
deixar de fo ·c·r t,t! - 
j 11J.1•::1ç;!()," 
IUJ·OR'l/1 JG~JJ imI - 
cJliAL: -·--- • -- 
Também de au - 
tori:1 do vere:alor 'l:JI, 
•~OICADOR - PROFISS 10-NAL 
/DVOC.IC:T A 
·-----·--- 
'y"M" " 
r,n,'7,1_r /:v p.,3 
ry+ ?yre orv-r 
rrrr)o: 
mrrrf-·/s + , 
1 ~ • ~ 
.38 P700. 
y,o ,«O, 
,. 
Por» 
rr9 AD A 
. eegee 4 J 	• J , • 	• • _, I i.: .~ .• 
(';;+ "Ar'-cm»" 
CC"""rT+',, O?yr, ( 9np+,+ DE »rr1' 
1A97° 
::370 7O:Sc JO 
ADVOGADO 	' 
DP. VAN! AFONSO D! COTA "NU 
CN;TAS CT!TE C?7MTAIS 
TV!TiR!OS, DESUTT, O7VOCr e 1- 
GAL"t:~.-:'!O !)E_ T'<'.RR..<:. 
gprpro; U ANONIg D27 (OF''los] 
4?'l - FO~•::: 439-l:JS': (Oô7) 
n-.;:~TJ!.':''.CIA: ..,,U: c:.::i:.BÀ' 
.s-:• ..  V.'''5'J"A - :,:,TO ~~o~so 
ADVOGADO 
ADVOCACIA 
'.);=t. ADEMAR GODOY- DR. :1:TAMAR DA 
STVA DUTRA. 
ESCRITÕRJ:O: RL'. CUIABJ, 350 
FONE: 439-138?. 
BEI'.A VISTA- :,:ATO GROSSO DO SUL 
ADVOGADA 
2:. :A7 C71,T A C. SZLVA 
2B/ 3281-- CPF 1.490.102-10 
i::~C?I1'C'R':O. "'t:A c-:r .. CX•'T<",ii() 
FONE: 429-1302 - CP7C26° rv@ao 
F:f:CR':'!'07"<J ~-:; JD'0CAG.,..' .m 
1R. PF:0l'l0 p p ,''.:t:i::P.r.: 	~ 
CAL7ZA2ÃO TERPA, r! 
VENTRIOS E CAUSA ITNA! (a-) 
FSCHTTôTO: RUA 1 TE OVE"rP?o 
160 - FO!'!t.: 439-] 132 P. 'ANO', RODRIGUES GRÃO- 
0AB/, 2134 
ESCRtT0~!0: AV. DUQUE DE CAXIA~, 
7~8-C~P792€0 -F0~2:25l-1867 ( Ese~~tÓrlo)I--------------------~ 
251-2646 (Retdrcts) 
JARDTM- NATO CROSSO DO SU, 
J:1.. GERAI.DO o:;: SOUZA ROSA F:-r ,"0- 
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DR. ADAUTO PIRES MIA- 
CRO/MS 906 
ATENDF. D:
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J.R.1:,:'.ENTE- R/:':OX 1 
CONSULTÕR:r:C: RUA 
FONE- 439-1059. 
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•:::'<?T::'_'1.'!~'lCIAu RE::!...!ZE SEU soNr:o coNHE - 1-------------------•---1 
CF.:-lDO TU:JO QUE VOCE DESEJAR. 
v:i:.•.JE S'SN, V:.AjE ·cor-msco 1 
~·EI.!?. 12 D:=: r-'JI0-2310- G. GR:AND".: -FON:='.(0'37 
''f'"'-7L'>C. I :-tQ?_ C'C' 	• 
ANTONIO JOÃO ~/N2 
R:.DE • BJ:;!.AVJ:STEN'SE D:ê: JORN,6.:S' 
ll !.EVA ATE VOCE TODOS os T!PÇ)ê DE Ng 
T!CIAS". 	, .. •.: 
EIA BEM ROM!r , 
J ' • ,, 1 1 ( l (. 1 l f 
p I l l' li I q.,, 
11 
p roda o l (  · 11 t ,ipt­ 
de todo: o terreno5 
d, prrip, 1,,J ui,· d, ! 1 l - 
fct tlJT,I '~111;( ljl i!, '.lrJ 
que seja providenciado. 
o i..ii, rapidri p,,,,1'Ll- 
0 Jrru1d:1·• l'lllO l'l I CCl • 
m.tndato <lcs..:;1s pn1p1 it - 
cl:tdes li r,·e lo quer ' _u 
inicio da reforma ara­ 
ria 110 lllllÍCÍpiu". 
'IT:1.ffOKES POBJ~ÇOS 
o 'en•aJor /nst•l1"ú 
Lopes fllcninha) sol ici­ 
tou a implantaçiio ele - 
dois telefones míhl icos 
(orc.-Jhõcs)' lUll cm fren­ 
te ao Jtl9 nc e outro no 
hai rro E:::píri to Santo. 
l'C'll inha • enten­ 
de que "consídcr,1mos os 
dois locais. imrortan - 
tes. longe do centro - 
da cidade. nada mais - 
justo que reivindicar 
tais melhoramentos. que 
viriio facilitar a vida­ 
dos morndores dns ime­ 
diações". 
,'lJ(,OR : rnllSSÃO DE LE 
-GTSIA(JíO, .JlJSrlÇA E RÊ­ 
ilÃr.AÕT'INiL . 
PARECER N 011/85 
' A Comissão de­ 
I.egi S lação. Justiça e - 
Redação Final, da Câma­ 
ra Municipal de Bela Vis 
ta-ms., reuniu-se na sã· 
la das Sessões e usando 
ele suas atrihuições que 
lhes concedem as leis;- 
• Máxima . Estadual .H.mi­ 
cipal e Regimento· Inter 
no, e examinando aten = 
tamente o Projeto de lei 
n
9 
007 /85 de autoria do­ 
'ert'ador Rossevelte.Lino 
Garcia - -rransfere a :. 
Associaç5o de desenvol~ 
vimento Comunitário do - 
Distrito de N.Sa.de r:á - 
tima, por Doação tuna ."- 
5rea de 62.500 m2 de su­ 
perficie do patrimônio - 
do ~tunicípio. 
A Comissão de - 
Legi s 13:ção, àpós estudo:· 
individual dos seus mem - 
bros sobre a matéria cm 
parecer,onde submeteu-se 
:i. aprovaçao, chegando-se 
a seguinte conclus.io:que 
o Projeto de Lei acima e 
a. CDNSíITIJCJONAL • 
b. LEGAL 
9O0ISBEI resmice#og 
11 • . . ra de Bebidas Ltda. 
d. 
pro) 
Jl li 1. 
do e 
ii.1 
tlt' ,1 
rn, '! 1 ·, 1 r 
mRQ(Ji '-. 
l'rc,i<ltHtC'. 
l11U.I.IO Lh~ .. 
CIOI.J 
'crc:1Jor lkl.11,;
1
• 
l(()S'>l:'l.l;J 1: 11(l r 
CIJ . 
'erc:1dor 'l...'rhro. 
P,lll:C, .!l '.:
9 O 11!/r.5 
--------- 
;., 
ENTREGA DE ·BEBIDAS.GELADAS E MESAS COM CADEIRAS 
PARA FESTAS 
CERVEJA ANTARTICA A • MELHOR CERVEJA DO BRASIL 
RuA: VEREADOR ROMEU MEDEIROS N! 484 -.FONE: 251-1641 - JARDIM-MS 
:AGORA TAMBEM 
AVENIDA: TEODORO SATIVA, 
EM BELA VISTA: 
AO LADO DO ARMAZEM UNIÃO AGRICOLA 
A Comi ss . 
<le l,cgisl:,ç:io. l11,t;. 
ça e Redaç5o ! in.
11 . 
da Camara Municipal. 
<le Bela 'ist;i,l•su~-:­ 
de Mato Grosso do S, 
reuniu-se n::i sala i 
sessões e usando de . 
suas atrihuiçõcs qJ~ 
lhes concedem as ic. 
Max ima .Estadual .M!­ 
nicipal e Regi~rntc 
Interno e cxanirur.· 
do atentamente o l'l" 
jeto de Lei N7 00S] 
85 do Excaitiro '.k: 
cipal -Dispõe serre 
as construções no r: 
nicipio de Bela 'ii· 
ta.Estado de M:1to • 
Grosso do Sul .e d5 • 
outras providencias. 
A Comissão de l.cgü· 
lação .após c~tudo • 
individual <lc seus· 
memhros sohrc a c:1 • 
téria em parecer.e 
de submeteu-se a • 
aprov:ição.chC'pndo • 
se a se!(Ui ntc c<:11· 
clusão, que o i'roJe· 
to de Lei acirr.J es • 
peci ficado é: 
a. coNSTITUc1o 
b. LEGAL 
c. JURIDICO 
d .. mi COXCDRDA,',CL 
GIWIATICAL. . 
t-,, Comissão.o- 
pina favoravelmente 
a aprovação do reíe 
rido Projeto de Lei 
em pauta. não se O: 
pondo em suq red
1ç.
1 
IVAN /. DA ro.5Ti ~!.l..°:t· 
cµs . 
Presidente.~ , 
MARCELIOO c~B.ACIOI •• 
Vereador Relator, 
R0.5SEVELTE L.GARCI: 
Vereador Membro-

I 
1 
GINDI: LEYY SE í VITORIOSO 
r. 
O Deputado í,andi ,Jnmi l 
Presidente da Assel]l - 
• hlêin Legislatiyn co .; 
montou a visita do De- 
tw---------------... 
putado federal Levy - 
Dins e ressaltou que-. 
a sua candidatura e a 
J11elhor do Partido e 
: 
,J,\11 L ~ 
ENGENHF.IRO C!VXL 
RICARDO 
DE -SOÚZA ROR. 
CE5A-667-2- TC?A - 7/92/CP 
PRO"TOS D! PC1;0, V!O 
TOPO?FYCOS. 
SN7PRANTOS, "TAMENTQ, 
!E7;ÃO D FNTIDA,ETC... 
:>r:r.UT,ARIZACÂO J-:; Ó:>R.'f'•• 
..V A',': AÇÕE" 
ESCRITÓRIO: RUA MARIO, '. 
VA!-JD'l:;~1 ROSCH -460 
FON<:- ' 439-1366 ( 067) 
BELA VISTA- 
nio ter duvidas de qu 
ccr:í  itorio-~,, 111 e.· - 
Ieição. Salientou que­ 
rq;o:ij:i1·,1-sC' r-ola 
presença do visi t an t•­ 
"c-cwo '-'C'll correliJ?i<> - 
nirio,companheiro que­ 
subirã. aos palanques 
em seu nome, sobre 
tudo, parabeniza Levy 
pt' lo seu ato de alti 
vez e espírito de - 
mc,criitíco acima de tu­ 
do". 
G:rndi c•x:i I tou- 
o respeito do candi - 
Jato do PFL. com as 
nutoridades. procurando 
apresentar seus pro - 
JlOs i tos antes de de - 
flagrar uma c:nnp:mh.1 - 
ckitoral . "Levy mos­ 
tra mais uma vez o ele 
vado espírito ativo e­ 
''r"<icrático, carncteris 
ti co de tnn co,np:mhe i = 
ro que reúne tod,1s as 
condições para ser - 
Prefeito da nossa Ca­ 
pital". 
Também estive­ 
ram presentes ao encon. 
tro. os Vereadores An­ 
tonio Braga e Giordano 
Neto, do PFL, que la - 
montaram a recusa do - 
Presidente da Câmara - 
Municipal em recehcr­ 
Levy Dias, Essa atitu­ 
de.entretanto, foi con 
sider.:ida "Pcquenin:1"::: 
pelo DcJ?utado 'aldir - 
Cardoso, ~o Pfl, p..1ro­ 
quem comportamentos - 
maiores e dignos de - 
inspiração foi o tido 
pelo r.overnador e LÍ - 
<leres do f':ll1B e do PDS 
n.:i Assemhléi.:i Legisla­ 
tiva, ao recebcrrn a 
visita do Presjdente - 
da frente Lihcral. 
Na reunião de 
l.cvy com o Prc>sidente­ 
<l.1 Assembléia. C..-indi - 
.Jami 1 .estavam presén - - 
tcs,pela ar '4 
'#I,os fput dos 
Dia!+ + Bar (ídr 
enábio d s Santo,10 
I·idier •i. l,ddi1 
Cardo.o, Londres ''ha 
do e Arv 1im:o. 
• !'cl.1 h.,nc J 1 
do PT, Jomatan Far 
bosa. elson Euainain 
e Jesus Gaeta e pelo - 
l'IJS .. Nelson Trad e 
aind:i o 'l'rc•.idoT I ictor 
f1111L1110, <;ccretano - 
ral do FI.. 
, fo,·:(· é o- 
csca nda ln no Irra 
si 1 . Nosso País 
tem condições de - 
alimentar sua popu- 
laç;io com f:irturo - 
VaJ'lOs 1·cncc1 os ,,e 
canismos sociais - 
geram a fone cm 
nossa gente". llê - 
" p:ío parn quem 
tem fome" - r.,rr:pa - 
nha da fraternidade 
- 1.985. 
--·-------------------- 
" ro ll'RFF~Tlí:H O CO 
R.CO !nl'•..>.;O. 
:,.;n,c:ut)f, ll~ DE 'IT:o-; 
TAR: 
roIS ELE SE TOR.'v 
INSAO, 
~ DfFIC:fl. ARTE 
llE A''All ". 
SER Gf:.71, NM E CD~ 
QUISTA~ :. 
ALTAS rosrçOES 
SER GENTE E DAR A­ 
~~() AOS NECESS ITJIX)S 
E SABER US.IR O - 
PER!lO ... 
---------//!------ 
DR; GERARDO JAVIER BOCCIA MEDINA 
', "CIRURGIÃO DENTISTA 
CLINICA CERA- R.:'.O X -RESTAURAÇÕES 
A 'UZ VZSLEI- ATENDE DTÀR"MENTE. 
CCK!"l!'~TÓ?.!O E RESJ.Df.NCIA 
RUA MÀBTC VAN DENY OSCE -464 
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Ti!OS E FERRAGENS EX CERA!: 
• ,W; ;)t,;í)'U:C: '1E CAIA3, 75 - ZATI; - N 
0 M''1 
fendeu 
} ( l l ,I 
(' ,1 
r, .. ,.1,1 
~..-tor ''t.:c "' • t~ 
conhecidos 
('.,J't'mrt" 	o : t ni -t I n 
esse fundo 	ser for ado 
captação de recursos oriundos do 
dutos agrícolas que obtives em rator - 
rentabilidade comercial. a eplo da 
soja na safra passada t· l u.111J.r •• 
:1 tua 1:-ent e. 
- 	Outro setor cha do a 
tarhén colaborar com esse fundo :-cri.1 
O cooper.tt l'J,:;rx1. Js l'< 'C'I rt !,h P"- 
dertm destinar parte de seus lucro - 
nesse fundo rota tivo. ao invés de A - 
pi ic.ar no 1•c>n.:aJo fin:111cc1rn. 
on esses rc os dis - 
ponivéis no ministêr i o d;1 •,n i:u l tum - 
Sinon acredita que ele, podcri:u, i-cr· 
multiplicada a médio prazo, gerando 
um volume considerável de verbas pare 
a agropccunria .. co'ltuclo, o r•ini,,tro SJJ::on- 
lembrou que a criação desse fundo, - 
nao significa rií o confisco <lt• p:-cd:1 
tos cono o governo passado chegou - 
a fazer cort ;i soJ a. retendo parte - 
da produç:io p:1ra o abastecincnto inter- 
no, limitando a cxnort;içiio <lo produ - 
to. 
O ministro Simon ,·oi tou a 
criticar os juros :1ltíssímos cobrados pelos 
h.1ncos c·financeiras pri'auos aos agricultorC's 
descapi ta I i ::idos. l ,emhrou que os y.:i lo rcs J'.;Í ~ i :os 
de Custeio - vnr•s - para a proxir:ia safra vao 
beneficiar principalr::cnte os produto<. de 
consu:no interno "protegendo os agricultores­ 
que qu::isc niio terão que recorrer aos ban­ 
cos particulares para a captação de e,,prcs­ 
timos a juros cxorl>it:inte:-". E ucu co­ 
mo exemplo a. mandioca. que cobrirá os -:: 
custos de pro:.luçiio crn 9fl'!.. ate ,~esmo p~ 
ra o grande produtor rural. 
los debates,Sir.JOn disse 
que o ministério da Agricultura ,·ai lc':lr - 
ainda este ano, ao Presidente José Sar- 
ney. um program:i de clctrrficaçno rural 
a nível nac icmal . . ~bs lai:icntou que 
o GEER- Grupo Executi'o de Eletrifi 
cacção Rural, ligado ao m1111steno 
nao d i swnha de .nenhur. tipo 'de 
recursos . para : investimento nesse setor. 
n 1 l 
----- ---------------------------------------- 
Qualquer irregularidade na entrega 
deste jom:il. favor-. comunicar o Dcpa.!:_ 
tamento de Circulação 
TFJ.EFOXE:-139- 1-H0. 
PARA CONSEGU1R . AXt.R ••• 
Para consegui~ anor •. foi preciso amar. 
Foi preciso sonhar. foi'preciso sofrer. 
Amando você consegue esguecer a tristeza. 
Amada. você consegue ser feliz. 
( R. C. ) 
PILAR MATER!A!S PARA 
TRUÇÃO.

11111.11 11 nam,u 
#1 
S E a R A SUL MOVE IS A P R E SENT A 
. 	. 
COMEN'T ANDO 
- 
E, o pessoal - 
<la Casa da 1m izade - 
vendendo mui tos 
i 11)!rc,-:-:os para o Ch:Í­ 
Sl'l :Í rca 1 i ~aJo no Cl o 
-- T» a... DO - 
próximo dia 7 de se - 
tl·111b1 o a partir das - 
19:00 horas.Compareça 
para um agrad:ÍvC'l ,ba­ 
te papo com i1s am1gas 
<' sahorci e del iciosos 
bise.oi tos com C:hii: /­ 
penas S 5.000 o In­ 
gresso. 
Os clcl idosos snl 
·' 
'. 
1 
• Flagrante:Professor inton io l.opcs .prt•:-: idente 
da Associação de professores de Rela 'istn e o 
Dr.,Carlos Alberto (Cachito)candidnto a Vice - 
prefeito, Antonio está coeso com as candidatu­ 
ras de Dillon e Cachito. * 
TRENZINOO DA ALEGRIA 
Foi o motivo - 
do convite e decoração 
do aniversário de José 
Gustavo da Costa Mar - 
qucs. ocorrido no dia- 
28 p.p.,na Escola Cas-· 
telinho Encantado. • 
GUGU 
t 
~ ,, 
Como e chamado 
o filho do casal Dr .. - 
tvan e Graça. Na oca-· 
sião comemorava seu - 
5° aninho. 
' 
t-- --- - · 
E criativa - 
decoração, as Jcmhran 
cinhas distrrhuidas:: 
faz iam a alegria e <li 
vert imcnto do grande= 
mímcro de convidados­ 
mi rins presentes. 
APóS 
gadinhos servidos. foi 
cantado os "Parabens a· 
você" e servido gosto-• 
so bolo. 
NJ GUGU 
Felicidades - 
aos anfitriões nossos 
parabens pela bonita- 
festinha. • 
ULINRLA 
BROINH. DE_Rffif~ 
5 xícaras de fuh:Í 
4 xícaras de farinha­ 
de trigo 
5 1/2 xícaras de acu­ 
car 
. 1 ovos 
l xícnra de banha 
I colher (de sop4)de­ 
sal amon foco 
lC'i te até o ponto de­ 
enrolar. 
Misture todos os ingre 
clientes e deixe desci'i!! 
sar por uns 5) minutos 
Faça assar cm fomo 1110 
dera<lo (180
9
) por uns- 
45 minutos.Dí umas 0 
hroinhas. 
FRANGO COM PIMENTO E 
TQIATE. 
1 kg de pedaços de - 
Ír.tll)!O.Sem pelç 
sal e pimenta-do-reino 
a gosto 
2 ct;lheres {de sóp.i)­ 
de olco 
l 1/2 xícara de cebola 
picada 
l colher {de sopa) de 
olco 
2/3 de xícara de nimen 
taõ verde picndo • - 
l dente de alho espre­ 
mido 
l xfcara de tomates 
sem sementes e sem cas 
cas picados 
3 co 1 heres ( de sopa) - 
de salsinha picada 
Tempere os pedaços de 
frango com sal e pi - 
menta-do-reino.Numa-· 
frigideira grande so­ 
bre fogo médio.doure- 
º frango com a cebola 
no Óleo.Junte o pimen 
tao e o alho e frite­ 
-por mais alguns minu-· 
tos.Acrescente os toma 
tes. a salsinha e sal­ 
a gosto.Tampe e co:i­ 
nhe lentamente até - 
que o frango esteja - 
macio acrescentando - 
água conforme se faz­ 
necessario.Antes de - 
servir retire a gor - 
dura que se fonna na­ 
sup_erfície.Dâ para 4 
pessoas. 
DICA 
Festiyl de no 
vidades, e preços a­ 
ccess1ve1s, . ·e o que­ 
o tradicional casa No­ 
va estará oferecendo - 
a partir de Sl'IC111i•ro­ 
p:1ra sua . vast:I 
clientela Exemplo:'o­ 
ce quer. fazer suas - 
compras de AI 1 :Lº.' Tu­ 
do bem, vá lá escolher 
(' fl:l)!lll' ('Ili ~ ,·c:<•s SCIII 
juros. Não fica mais 
f;Ít' Í ( '! ':Í 1 :Í C' COI! fi - 
ra a Casa ova @tá - 
dando "uma de Papai - 
l'ocl" desde sctcmbro­ 
serpre pensando cm 
seus clientes: 
=============------- 
MORTE 
A tarde cai. 
Soh um monto de estre­ 
las brilhantes, 
um ser humano pensa. 
/ morte é uma vida que 
leva ã outra vida. 
J morte é um sonho que 
acaba como num sono - 
do qual niio se tlcsper­ 
ta mais. 
O ser humnno pensou em 
tudo isso e viu 
Que até as estrelas - 
ncab:un. quando o sol - 
aparece:Elas morrem. 
Será que a morte pode­ 
levar alegrias? 
Ou será que ela só 
traz tristeza? 
llm ·J:iude.lhn punhadc., 
de terra fria. 
E 'é o fim de tudo? - 
llaverú Deus? 
Porque as estrelas Bri 
lham'? 	- 
Porque uma planta vive 
apenas dias. porque - 
uma rosa murcha. tiio de 
press:i? . 
É morte ·que chega.lo- 1 
va as alegrias. 
e deixa as tristezas. 
a morte que leva a 
vida.Fica um cadáver. 
Urt-m:irmore frio .Gelo. 
... Somos feitos do nó- 
e ao pó voltaremos: 
Morte,cinco letras que 
significam tudo e na - 
da. 	• 
A escuridão total. 
Qser humano pensou em 
tudo isso, 
e viu uma estrela cair 
A Morte é uma vida - 
que leva à uma outra - 
vida" • 
F.,lDl cadaver a sete - 
palmos de terra fria. 
Este ser que está pen­ 
.sande.este ser que 
tem medo da morte. 
Este ser que não sabe­ 
se Teus existe. 
Lste '-l'f, •. 
Srn, l'II ... 
Quisera ser alguén c1•1 
sua vida 
tas não sou nada 
Quisera poder ucarici- 
ar seu rosto . 
Mas voc está tão longe 
Quisera cont:rr-Jhc tan 
tas coisas - 
Mas vOce não me Ouve 
Quisera sorrir com - 
• sc11 sorriso 
Mas a triste:.., mora cm 
mim . 
Quisera.voltar ao 
passado e viver 
MIs O passado niio rnl­ 
ta. 
E eu não vivo 
Quisera fazer de mi 
. nhas l:Ígrini.is.estrclns 
Quisera olhar seus o - 
lhos e di:er "Amo 'ocê 
'bs jií niio tenho co - 
,. 'ERl:.-OOR CI.AUll!O~OR ROílRIGlll~">{l'r:t.JE IJl!Plrf.!1
1 
I.F.'Y lllAS~üi'-lDU1,'TO A PREFE!m J)E 'CJ!-!?0 c;R.]L 
E'I RBJNlÃO REALIZADA EN CAMPO GRt.TIE ... 
ragem e a certeza de - 
•você não gostar de mim 
é latente 
E cu . ·sofro .. ; 
Mas ... eu amo você. 
TECl00.5 PARA DECORA 
_®. 
ar 
GORGJRÃO 
__ .. • t enco_rpado 
com cordo q 
« S =a 1e, . 
e texturas turil 
fode ser de puro,' 
dão ou de seda sint' 
tica.f usado ar }. 
vestir estofados.pan­ 
des.fazer cortine 
t"okhas. • 
l;ste tecido . 
é um gororão mais -. 
grosso.que pode ser - 
rús t ico ou com íris 
texturas e desenhos - 
como hol inhas.listr.1, 
pespontos .quadriculado 
ou xadrezes.Serve mar 
forraçiio de p:1rcdc,,r, 
to! a dos.colchas,xales 
para cortinas. 
ruJSTI COS _ PESAOOS _ 
São grossos.c 
varas texturas e pa - 
<lronagcm.mas sempre • 
5spcros ao toque.ln,. 
corpos icio.costuma-se- 
-usar vários fios iié 
tarados.coo gl%#; 
juta.ranu e fios . • 
téticos.Siio usodo:' c::1, 
regiões de climas _nn~­ 
frios para rc1·estH 
estofados e parede~-. 
• BA-rLE DA INDEPEDECT 
Di:-t 7. de seter.ihro •• 
1.0fAI.: r.rcmio pedro • 
Rufino. - 
ãs 22:00 horas.ao 
percam. 
' . 	MÓVEIS 
UA RESTO?NCN OU ESCRTTôRTO MERECE O'A!IDADE ACIMA DE TUDO • • +TE, POUTNTE E 
O: COTO: ANARIO, GUARDA ROUPAS EMBUTIDOS, COPA, COZINEA, MÓVEIS FABRICADOS CO? ?A­ 
DEIRA DE LEI E OCA"""· DURABILIDADE. 
•••••MÕVEIS 
21: DA PEP'3'.ICA NA 1.O 
SERRASUL****• 
l 
-1296