I c:/'XP C'l'.FI ,~ MINECO MIRANDA E ADAIL FERREIRA ADEREM , AIS EAIIIATURIS DE L Oi E €CiÍüio a trnha..lr.::.r ror sua ci- :r:cl':ru-3n r:,x- e,r; e-~, d' n.""cic f' pelo -:;c~·c r...c ~;'.! c.!-;!.C::. r--- .... -=-rc: :::P !.~h: - chara e carirhosen.te ra2. '1 r Dr. FERNANDO DE FREITAS ELIAS, AFONSO DILLON NUNES LEI TE, MANECO MIRANDA .. DR. CARLOS ALBERTO OCARIZ, Ver .. IVAN MARQUES Sexta. feira foi lJ'T: dia de decio - ~ara m:itos peemedeb!s­ tas que no ace 1 tar.vr o· result;ic'o dR ConvençfÍo rara escolher o cndtca to àc partido a ?refei­ to ttcipa! e Bela V! t2. Entre estes peemec'~ b!3tas, quatro ncrec se > l .l dia l!<•l.1 Vir, ta, A cola mís gosto­ a e a liberdade, do fa Jnr, de ,,,.1m:1r e di:;cu-· tIr, O brasileiro ana n 1 !ll,•r'(l,'ldc. E o povo - unir; lJv~ do rnundo. 'l'Ú, Ludo bem, L<'mos oqu i - nesta terra de Santa - Cruz illp;unr; contra:Jtcs, vemo:; r,enLc com mUharc:J de 11rc tnl".''.J de Lerrns e vcmoG ACntl.' sem tcrTa - Polo Ú, ó r.r·•i unlp,o Or1r1fldo, rfH'Cn­ t,c do D:-.úlCO do llr;,:ii 1, car:1 fino, nérlo, r.i;x; :;lncoro, d17., a todú ln.1LMte, Qlll! Boln. - VisL'l precisa dê'I' u ·•.a nrrnnc0cJa. Acontcc:c - quo os pequenos e - médio empregar!os - preclem se unir, e:v­ na Asoc!ao Ccrrer .·! ó o·!reiro r+ para morar, quando nao oora nos conjuntos da COHAB, B:-.H, etc, e vi­ vem ás turras ,:,restacÕes. pr-ofi:;•;ion,1i!J 111.,(,rai,;­ éldvog,'.ldo , r.,~dlcc::;, "te. Quem entende do: prob] '.::'.. mas do coc-.écc !.e e da­ lnd&~ Lrt n, SÕo os ro­ rnerctrntc é os ndun­ triair,. 1ntDo, tcnl10 - vir;to vÚrio::i canerc1n~ tcs o.flitos com a fal­ ta de verba'l, Hcr,O<'iO é se oran!zar. de­ fender o comercio ru terr, so-r.a.da de Pastoril - pros fazendeiros já tem 03 Sindicatos Ru ral- e nada ta~m -_ !-ia poucos - dias tivemos o 0 xe~ plo do "arr.or" de - um belavistense Um distin­ to precisou du n- 1ões e mandou fa - zor en Fá1m do ul, é Isso remo, e~ :-À'l'!i 1/, DO <:UL , prá lá de Dourados. /1. diferença do preço? ~espondo 5 30 mil cruzciroR. Ele poderia che,ar na gráfica da cidade e ~P.dir eRnA diferenço., º! e desconto.i.as - não, preferiu dar o serviço parn um:a ráfica que não p@ ~n imoostos Aqui,­ não emprega nin - ~uem aqui e não in veste nada aqui. Problema do cidadão e de al~uns OUt!"OS, 1 i v: e n i e.!. et!v a procurem ver o es­ p1rito do'l co1r~ ... E Isto acon tece cor:i :;ap,,to:,, roupas, a.11:·.r:ntot,, jÓiar;. etc, e!..c ..• O povo (l1z que au! não dá a ra comprar, os pre cos são alto e h poucno ~ercudorioo para cocolhcr. Acont<:cc - que se ficar o bi­ cho co~e, Ge correr o bicho pena. O comercian te não àmplia o::; estoques porque não vende o suficiente e quando vende, é obrigado a vender F7A DO e ainda brigar pa­ ro. recC'be::-. Ente!;der::? Orlando. o cor na_ u.: se o rw!autag Llb"!' ,! n1• ••• , + e adio Facil, Dr!+! c!ação Co - vé do T co, ah!, Ar entendam te .COERCLQ; T:":, foç,r r<.:l:r.1 õ.? f. _: riodica e d!scta te..a: Melhorar o rogo Corr:crcio e c!'i;:,:- r.'J't:-.; al te IT1út i vru:; r, ,ro. 0 _ seu des.. r:vo 1 v!re..0. 0 B."'.lnco do .9:-a!'lil.ntmV'! do Orlando, est a do o possivcl :::é :-.iic : dá para fze r!!egrvs ! '.as o pessoal do fü,nc-o está lá, para s~<:rir, orientar, a!inal, t~::; quatros cabcç?..s, pen- !S<"r.l r:ielhc,r c:ic r·:.e •:-.1. Afinal, lJ E O MOMENTO POLITICO ? E os três cand!­ · datos, ou melhor, O!"l - dois candidatos e ua - candidata . Abrão, Dilon e Al.:réa estão no campo. Na boa briga. Antes de mais na: da, é preciso lembrar - que, pelo menos aqui - nesta TRIBUNA, r.in.,'11-lem vai ofender a moral de , ru.neuem. Não aêrr.i ti reir.o~ ataques pessoais, Aqui nir..guem vai f'azer suru­ ru, Nem caniaval, Partidos a Parte. Vamos falar a sério. - Nesse negocio de parti­ do é melhor esperar a - Constituinte. Do jeHo que está não me ve:iham falar de partidos. B.oje n Curu!la ( que OJ:'l',ê nizou, o Pf-IDR está :ro ra da luta); um Ev1li­ s1o. (que era PDS roxo está no PJ.!DB) ; outros estão no PFL e ten ne-­ go aí doido prá entrar no PCB. Então, dei::e­ mos de lado esse ne­ gocio de partido, E. - além do mais, se o ~­ DB leva voce mais lon­ ge, o PFL quer voce - pertinho dele e o PDS quer as refomas já. Não viu o Cal­ vano, do ~-IDB ( é do P1í DB mesr.o?) quer a re- - fotTI'a ~ ia 1-0 !-!UNI CÍBIO. - Neste caldeirão fervente, é melhor o povo colocar as barbas de molho. O que vai - da::' de praressas, PI'!:, sentes, :t;apinhas nas costas' ca:ipadres pra cá e prá lá, não está no nibi. Respeito todo o candidato: , A AURA minha ccrnadre, ·esposa de) meu amigo ELY ( cr-:e deve estar lá er.i cir.ia observando); o Dillon, un cara sério e bem intencfonado e o Abrão, 1....--:: moço en~ siasta e cor. vontade de oarticipar. Mas cá entre - nós- não está ra hora ca ente pensar r..ais em Bela Vista? Pensar sério nesno. Vaos co brar desse pessoal l!wa platafcrn'a de tra balho, um prograr:ia de C-ovemo. Não precisa !)Ublicar não, porr;ue o chefe cobra caro. Façam folhetos - e distribuam ao povo da cidade, Vou votar no cara que me mostrar o 1 que preter.de fazer. SÓ 'não quero C,P. ?!AVJ4 só· em fevereiro-: E er: festas, r.uito - menos chu."'I'8Scos. Que­ ro ora situação tr~­ quila, cem e:ni:,re~o - per:an:ente e que de condições· de copran: - car:ie todos os 'd.!as. 01.l-.a, o povo está VDlO rara, ele vai :onder, ~-x.order me=, mas ec:-edite.":'!, o V(Y;X) E SEC'fü,,"?() ••• ,-~------------------------------------..;_-- ... ESCRITÓRIO .D1 AGRIMINSURA NÉLIO D1óRrO i i }. REGISTRO CEA -NS 52.993/ T S.P. - VSO NS - 1.011 -° l )lD!ÇÕES D! Ti::RRAS, Li::VANTAME!TOS CII.DflSTR/1.!~ E :AZY.NDA~, D!'/:':<"ÕES ;)E !)!VER.NADA~. 1 j ?~tT!:!CAÇÃO JUNTO AO !NCRA - !"ERVIÇO Q{.!A!.!FICA;O- ~:C:SPON!"J'.V?, ~ TF.C~!CO. ESCRITÕRIO: RUA ClJ:t.:ABÀ 180 .- FONE (Ó67) .439-1255' RESIDÊNCIA: RUA GENERAL OSôRTO 1281 ·ONE ( ) , -n=. - - _ - F 067 439-!0_57 1 i[ k>'=is : Sã? 22 ll t] 1 1 1 1 TRIBUNA DA FROl'lI'EIRA ,,_, __ Editora.de.Jornais, L1vrose· , Revistas - Serivços em OFF-SE'IT REDE BEIAVISTINSE DE JORNAIS LTDA CCC.MF. 15.513.203/0001- INSCRIÇÃO ESTADUAL- 3° 219. 003-1. Rec:!..stro do CartÓr!o de Ti".:c~os - e Documentos n 35. :i Diretora: MARIA' ES':'EI.A VELASQüEZ PEREIRA MÀQUINA **COMERCIO DE MÀQU!NAS DE ESCREVER, CALCULADORA, ESTOFADOS E MATERIAIS PARA ESCRITORIO •• RUA: .GULA LOPES FONE : 431 - • 2027 .. Redator Chefe: "IV/!JIXJ PEREIPA AR1'E E PRODUÇÃO AURORA FERNANDES E ROS!LENE CAVALHEIRO FOTOCRAFIA JOÃO CAR!.DS V-=lASQUEZ • GR.À.FICA GILSON SILVA SANTOS ( GERENI'E) JOB !-!El.O (FOTOL!TO) RUDEL ( !1!PRESSÃO) ar Redação, Aàminis':ração e OficinaS, pua d República, ne 268 - Bela Vista-1'!s - caiY.a ?as-:, tal 23 - FONE: 439-1410.· E F.QUIPAMBNTOB PA'RA ESCRITÕRIO, I* CONCESSIONÀRIO EXCLUSIVO OL!VETTI• _ _ TELEX, MÕVEIS DE AÇO D E DE MADEIRAS, PONTA PORÃ - MS ., ·---- -.----~-- ---------. • t •• J •• :· ONT IUAÇ: FRI !J 1; HOSPITAL. DE E+LA ~,r;JT/ ll/lJIJI!,O ()'JF. - ao6 E +E.... --- - ------· Militar, talrami no - , r;culc;o m.J:, nodrt (•n­ contrarom. Em CARACOL forum lnformadoG qur o tal v•dculo fli.l.J!JOU por aquela cidade. Todo o :;int.<'­ r:n de comun1cnç;io tia policin foi acionado 1• barre 1 ras foram - montadas ~m todas nn estradas que deman­ dam as cidades fron teir!ças, rrstando-­ ngora a realização - de urna operação "PEN 1'E FINO", visto que­ a estória sangrenta é um tanto complica­ da. A reportagem da TRIBUNA DA FRON­ TEIRA, extra-oficial mente, soube que quando o bandido IVO COLMAM estava lntftrna do no HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULA, qur ti r leva--lo _ pra o PAPAGUA, ( f lrr.,! no d A;,rro), r 1 Conf 1 o t'í'1 - DEUS cor., Lodao ns minhas forçan, por Isso peço a DEUS­ que me ilumine o meu caminho e me conceda a graça - que Lante desejo Mande publ~ car e veja o que acontecerá no quar to dia. LEJ;A E ASSINE TODOS OS JORNAIS DA REDE BELAVIS­ TENSE DE JORNAIS. ---------------- PR FEITU (j/ :• r;: :;._ l. HEI1O EM co·· 1 , DF Il l : ! o P!rheiro, Prof!­ to Municipal de - Bela Vista, Esta­ do de Mato Gro::i ,c, t!o '.õul. US'Jn'lo d· .. tribufções que - lhPB :..io conferi­ das, e dr:· ucorcJo com disposto em o Artigo 120 da Let Complementar nR07 de 20 de Novepbro de 1.985. 1!11'CRETA: Artigo 1v - Nos­ termos da Lei Mu­ nicipal n2 750/8~ Artigo 4R, item - 111, fica aberto um Crédito suple- A Existe scmpr IJAL caminho. PARATI. GOL. SANTANA. VOYAGE, FUSCA . SAVE!RO, KO/'IBI. • srnPRE UM CARRO CI JAL -CIA O KM JP.RDIMENSE À • .J ! . , .'· SUA • ESPERA. EX+.'UI!V.: ----- ---- o.I06-Sc.'uni. J• ,rJn.porc•·. 3.000-De pc34s cor rentes. 3.100-Despesas de Custeios. 3.132-0ucro• Sµr. Encargo:..:.- . . ··..$ 12.000.000, EXECUTIVO 0.108-Sec. kunic. - de Tr:..nsporte. 3.000-Despesas de Custeies. 3.100-Despesas :01"­ rentes. E • l •J ,. , -:-cr- do 1? Ar- 'igo 43, da !el n« 4,320 de 17/01/&4. Artigo 3- st de cre o entra.T em - vigor m, d ,t,. d•. - sua publicução re vogudu n~ dispos!­ çôes em Contrnrio. • •• L/ • eIr RUA: 1° DE MAIO - 571 CE AUT-OMÕVEIS REVENDEJ)QP. LTDA ·AUTO I ZADO VOLKSWAGEM Arc: d, dd!r Mire. da de Brito, ac!ancu- a Cxrd-naoria de - Prcau;o e ap±terno de In. pura a !m­ planta do prvgra t.. er Dou! s. Para /al di r MI r.:nrh, o prori.r2_ r,-.a, tA.1 .• CCf o objt:t1VO complementar e ennt­ quecer a alimentação ds roradores da per! feria e dos centros - urtmr.os. garantindo - verduras fre:::ca e ba mta paro a po;:;ulaç¼o urr.a vez que.,._; horta­ liças (:- verduras co.~':! titucr.i fonte de ali­ mento para o hanem, não SÓ pelos nutrlen­ teâ que contém, in­ dispensáveis para a dieta bem balançada, ccr:10 por sua ação. re­ guladora sobre a di­ gestão. Inforrr.ou ain­ da, que sua Indaga-­ çÕesdiária é aonse lhavél por diversos m:n:ivos. Confon:,e Wal­ d.1r Miranda, o progra ma de hortas caseiras foi ilrplantado cem a participação de 10 associações de morado res que englobam vá-­ rios bairros e cen­ tros url:lanos do rrun1-· cÍpio de Dourados, - tais cerno: Parque das :.:ações, João Paulo. I.! Vila Industrial, P2I'­ que elas t.:açôes (J2I'­ d.1m Ifuia), Parque das Nações (Jardim - BrasÍlia), Vila Gua­ rani, Jardim Ouro Ver de e Guanabà..-a. - MINIRAÇIO BODOQUENA -S/A CALCÁRE.Ó _______ .;.. o M Pol I IVO COLMAM XIENEZ Dizendo - "!•1•.:us - corrp:mhciros vir-,,o r;,• vin gar ", fal :-ceu qu:u-ta fl':. a passuda, no Hospital - SÕo VicenL•.• de P.iula, d .. Bt'ln lista, o bci..'1:.:olcl:"o paraguav Ivo Col: Xi:ne nez, que juntaonte c0 mais. dois corpanh•·iro;;;, - en pleno centro da cidaos, enf'r'Cntou m.:us àc• vi11".1: - llt:'l1,~ns das policias do Brasil e do Parguay, béli cunente armados co revol veres, metralhadoras e mos quetes. Durante a refrega • as paredes d!l;, Cc>!:i.i for-""11 rebocadas de estanhas ,. ae una caixa d' ::i..,crua foi at'!'.,ben tada ccn muitos ba laces. Apesar do susto provocado pela 'guerrinha ;,articular'', pois mais - de ~rczentos disp:1r1Js fo­ ram efetuados, nen'1tm1 •· particular- ressal ou feri do, tois •• •!defira - mul Lidno lomou conta - da area, para não per der os lances de una iJ,:ilaria que durou - mais de meia hora. Na contenda, um soldado da PM levou - 1.r:1 tiro na pema, um - bandido tombou fulmi­ :i:,ndo, Ivo Colma11 le­ vou sete "castanhas" e o tenceino elemento - logrou fugirá pé, se do alvo de m.a "caçada Humana", por-que sua liberdade representa - intranquilidade para os habitantes de toda a regi.:io. ONZE B/llDOLEIROS F.:iziam três me ses que policiais do F.xcr,ci to Para.[,'1.layo do quartel de Pedro Juan Caballero, auxiliados l nolicíe Dr gil ira raeui: um bando d Os perioos bnd1 1os '' periclo,ida1e, - rn veis por ru - tos, estupros hmie1- d1os e at' o fuzilun l ,. d • um ofic l, l rio Praguay. las imediações d Fenda Itsr«ti - o bundo se dividiu e e i n.:o dd e', run.ar·;,Hl P,'.; r;.i &:la ViGlü. . Nesta cidade - três deles, identIfí.a dos por Iv,) Colr:1:.n, :.~­ r!lf'nez, l•íario NerI Car­ doso e /dre Ribeiro - Del Valle, se apresen­ taram na· casa de Fran­ cisca Valdcz '(Rua Se­ rhor-ia Lopvs- S/N, Be­ la Vista), alegando - que pretendiam assaltar un banco nesta cidade. TENTATIVA DE SEQUESTRO Na ocasião, exi­ bindo annas de fogo, - tentaram sequestrar M~ ria /tonia Veiga (22 anos), filha de Dna. - Francisca, deixando - claro que 1am manter - relações sexuais com - ela. A jovem,apavorada, logrou fugir- para o Pa ragúay relatando o fa­ to ás autor-idades da­ quele pais. Dna. Francisca e sua empregada Maria Angela Spinosa (20 anos solteira), ficaran á mericê dos bandoleiros que traziam a morte nos olhos. Depois de corver sar um longo tempo com as duas mulheres, obr gara MARIA ANGEIA SPI NOSA á acompanha-lós - até a Penso Brasil,pg pedido c terminou u1do com os tr n l n·f,:ricl 1 p :; .), Na m:i.nhÕ. elo - din seguinte, Maria - Angel.:i fueiu dos as­ snsslnoo, foi pefse - guida por u;n deles, - identificado por fi.n - dré Ribeiro Dcl Vallc. De volta a ca sa de Dna. Francisca - Valdez, André Ribeiro do Vallc conversou - com o canpanheiro do motorista de un "fus­ ca laranja' que esta­ cionou defronte a-rc­ sidencia, mas as teste nunhas não souberam - precisr o que disse- . ra-n .. Com o revolver em punho, /dre Ribe.!_ ro entrou na casa e - roubou de Dna. Francis ca a importância de quinhentos e vinte - mil cruzeiros, retol'­ ngndo para a pensão - Brasil, onde juntou- se novamente com Ivo Colmam e Mário Ner1- Cardoso. COMEÇO DA GUERRA A essa altura , o delegado de Bela VIs ta, Dr. Jair Evange - lista, recebeu infol'­ me do Departamento de Policia do Interior, dando conta que peri­ gosos bandidos encon­ trava,n-se nesta cicia- @ "'' "~ ÔN!BUS PARA EXCURSÃO E TURISMO-<"''• ---- ' ' 'EFICIÊNCIA A ~i:;;w{ço l)O POVO DA FRON'!'E!PJ E SUDOESTE' ' ' i {d± b , pi r ·, :uz s!sti:rira 'gu rrinh particular", ond llcia !.Lr·ro· ,u C'.' diào.::. de e já estavc:m vlr.do para cá t'C forços de J.'.ll'J.im e de Ponta Pera. No decorrer das investigações, desco­ briram que os refugia­ do::; se encontrav2m na pensao Brasil e aquela nutoridade mobillzóu - vários pttliciais.e p~ rrov-:u u-n cerco no lo­ cal. Quando receberam voz de prisão, os indi viduos que tentava tu gir por Ll.7.3 pequena ja nela, rrzs a porta foi arranhada e um soldado da PM receb-::u i.rn tire­ na perna. SANGUE E EJ!-1 Dai por diante tudo se trar.sfomou em um campo de batalha,com ·Centenas de tiros desfa chados por policiais e bandidos, chegando na­ quele instante u:r. ca'lli­ nhão com una dezena de soldados do Paraguay, que annados CC'!ll r.iosqu~ tões fica:-am em ;:,osl.ção de tiro. Dur-an te a COl'­ reria u:n policial do - Paraguay desfechou q~a .. tro tiroscontra .ana pes soa que" corria e esta­ levantou os braços, gri tando- "Soy amigo! "Soy A'lligo". Realmente, tra­ tgva-se de um policial brasileiro, que por sor te não foi at.lngido. - Com intensa fu zilaria, centep.as de balaços spocavan nas : s das casas • una caixa d' agua foi arrebentada. No fLnal da guerra, o resultado foi este: o bandidc 'a rio!e:y Cardoso tom - bou fulrnin:ido. S"U CL! panhe!ro Ivo Colna!t renez levou sete t!rs e foi levado ás prs­ s.::;s par-::t o HJSF'I':'AL - ( r.o:-rcu quarta fe: M! e o tercino elemento Andre R!beiro Del 'al­ lt>, lo;:rou rug;r a - pé e 2.gor-:1 e:; ta senéo alvo de una movimenta­ da "C/1.Ç/IJ/ !-f.;:t.AX/", UBERDADE PER!GCSA Domingo passau· a noite, o o.::,rnt'.? Oli­ veira ::ic2.":or aa W..".i: foi procurado por u­ t2nente do exerci to - que lhe relatou l.r;1 fa­ to que mui to tem a ver com o fugitivo. O :--J­ li tar, dirigia seu veI. culo pel:1 estra:b. <,:JI'.' desma<1da á Caracol, - quando teve que !Y~"' por causa de U'!l pn::cu furado. Ia oportuid+ de, passou por ele ui' Corcel I L, rr:arro:1, es­ tacionou logo adiante e dois elementos vie­ ramn em sua direçao. Suspeitando dos indi­ vidues, que retornou para Bela Vista se::i falar com eles, e !"?­ latou o fato. Ato c­ tinuo, u..a pat:ulha - composta por agentes da policia civil e soldados da Polici:i - CONI'Th"dA. , • • • • T ••• GASOLINA +'ACOA PO TO BORHJCP.,'.lHA AR TROCA DE ô!.EO ·«« PARADA OBR!GJ'TÕ?.rn ,(! RODOVIA JARDil! ' ' 'ATENDIMENTO PERFF.ITO • , , /. P0770 TRNQUT,2+++ ------------- f1 l llOll.10 ,:· ~ 1•.tl" pi 1did 1 .- • ,, ( .11 1 'I .,. " • lI t. 1 11 - 1 l 1: 11 • 11 •. Í 'I il l ll ( r 1 1, !,,!, 1 •111i/.1 1-f 1 • 1 ,.,p 1oil d Ili IUl•t'- d1 l',·111L1. ,, <.·ti t.t'lJil.U " 1 l f 1.1- , ('! 1 d ( ' 11 t f" 1• l, 1 1 • ,irro r 1 1 J, no 1 l l' li 1 ,; l f ll.J.i1(•~,,·,1,1"lJ h:1ln~~ pi1Id tod11'i P: - J.•dn,. 'li ,,.11 ,: ,1''"'ª - ninyuér, mas ninai; res"»explicou tM . policiais (fardados)­ , 1 , l'l~Cfll ,ht'g.11.111- ·:1,1 l l:t í,.tn(H1.1~il) 111 dt·ni ,k ljll'l'l'.' t'l'rtO, !'oi ,Íll.<[1>,Jll'l'"l'J'IIÍl' l' trecnder os miryintis no era ''santinhos"­ co11·v 1·:1 infn11 1.ido:- - :111,l:i r:u11 d izendo.Se "'h:Í coi,;i:'"por I r:ís - , isso tudo. .'":C ''. -.lESTAl.RACÕ!::S • CC:" c-;,:.'.TC'...,"'; ., -· -.--:::-· ;--!': .. e.-.' 1;° jnc 1 +· os; - .r:-c: :-(Cf·"' l'.2:- 1 C'é'7 BE!.A. . PIO' l :, , ~ 1.1 d l 11 • 1 11•• l ',., 1 O 11(! 1 (' n.·- cche, mi +der ·s.de 1 fder • ,h 1 '1 i 1 1 Ll. t' - 1'<'111 e que qur 1 ,•- l 11 - 'PI tar à refei t 111 i. l'or 011t ro J;i,io: o '-d,.1··ti.1n : ,1,·;1 I' l ,1,; J' i ] l10 l":' 1 Í 11.11, 1llrJ11do (e l•a.,1:111- tvl pel.J c,,11J11bt:11.1 - elo 11'.lllO .hr.10 ,11 J ''/l" J,lf ,'t'1~() l,:,,:t:Í '-tl' r<."t(•- 1,lllJO im1 pol Ít irn dL - 111;10 cheia. E EJ.A,JX) ~ISTO . ; - - - O di-a r:i í:i - turar . !'lica mate - rias . l'l:llf!X) ( t· f t 1 ~l ÍI • ·r h r ' C· ri Federal. pt ntu ma rel .. > _ - ::;1 pc :.u:i· ,Cll" ,. 1:11lit trt"-. qut·. ·--~,:1. 1 i• do cle, estiveram e1 - olidos com a ter tu - t d de presos po 1 ios m época de repressão­ ;to lt.•J f"(ll l q 11. Jl -;t!­ fa. muito tapo.a'alou país.o dia vete ;i'l "t'll f)l'í illll,ÇJ .... ll(ll, r atéria paga.transeri- ta 11n. prin, ip,1,,- _:nr­ is de Br.asila.lis - t'lr:irn 11onin:1Jmcr.tt· n, ''acusados".entre os qu:i is incluídos.:ln - de fiuras insuspei - t.1,-, 011tra,o j:í í.1]L,çi­ das c o1wi:1:•1ente i1011c•- 1lidus no sc-u di rl'i1o - LÍc> Jcfes:1. . IIIIL"l.ltÍ';J- do indigitado nol Ít 1cc, cor.o 11:iÕ poderia dei - xar l;I 'lll­ tO, "''-'t I t..: n·C'•: • 1 ,, , 1 c - tplosios nutra ma­ uni~l ,J1· "l, 1 i Lir. 1,: l'l do bar!ata ente tn 'o­ vem recruta-f clar que o 'torpedo brasileiro não tinha piloto.pois­ aqui ninouét é de fer­ TO.rena que 'o sc­ 't~ oo..; no~~o:-; l"(>r 11111j: - tas.apesar d sua hahi tu.1l jactância. colocacio de bombas e loradot­ ros p,7,! icos. cuja t'.~­ nlosão causa tinas - ili6 qu:m.j']Jl':JJ- .1 lfltt•;?.r, ;•t 1 .. ' IJ!"f"")~rc .i rida!e de !gmns' mue hoie t, t«eia4 - tt·r pr,•.,1, o :t::t.! l''!')r 1,,'• r1 so'rido exti com- uls6rio. Me tom; - teto c•ia:- ,!e rcclra:- 1~ane.,: i ! r.os para que;;:• quer vencer 11:1 V'id::!. l'ar:1 consc;.:uir :nor.- 101 preci.:o ::r!:lr. Foi prec i «o sonhar. foi preciso sofrer. ,-r,;m •,oi ici liira111 t •; ta ons 11 li', ,10, ll'J1- do 111 'i'i s t.1 o local - 11:10 f)OS!,ll Í r um campo­ para a pnít ic1 dt•s - porth:i", ~!JÇIIÔ Dli CONGl!A11Jl.flí.JO (l 'c·1 t•,JJ•JI - 'relo alvano Apre '.,t n to.. J 11cl ir :1~'iio 110-=­ S<'ll t ido de envia r - uni 'n( ln Ili. CCN,lt- 11Jl.!'C1 a llc·n11taú:1 - J'C'1.li-r:ll Bt·tt_- 'IC'nC. I :-tQ?_ C'C' • ANTONIO JOÃO ~/N2 R:.DE • BJ:;!.AVJ:STEN'SE D:ê: JORN,6.:S' ll !.EVA ATE VOCE TODOS os T!PÇ)ê DE Ng T!CIAS". , .. •.: EIA BEM ROM!r , J ' • ,, 1 1 ( l (. 1 l f p I l l' li I q.,, 11 p roda o l ( · 11 t ,ipt­ de todo: o terreno5 d, prrip, 1,,J ui,· d, ! 1 l - fct tlJT,I '~111;( ljl i!, '.lrJ que seja providenciado. o i..ii, rapidri p,,,,1'Ll- 0 Jrru1d:1·• l'lllO l'l I CCl • m.tndato l:'l.l;J 1: 11(l r CIJ . 'erc:1dor 'l...'rhro. P,lll:C, .!l '.: 9 O 11!/r.5 --------- ;., ENTREGA DE ·BEBIDAS.GELADAS E MESAS COM CADEIRAS PARA FESTAS CERVEJA ANTARTICA A • MELHOR CERVEJA DO BRASIL RuA: VEREADOR ROMEU MEDEIROS N! 484 -.FONE: 251-1641 - JARDIM-MS :AGORA TAMBEM AVENIDA: TEODORO SATIVA, EM BELA VISTA: AO LADO DO ARMAZEM UNIÃO AGRICOLA A Comi ss . r:r.UT,ARIZACÂO J-:; Ó:>R.'f'•• ..V A',': AÇÕE" ESCRITÓRIO: RUA MARIO, '. VA!-JD'l:;~1 ROSCH -460 FON<:- ' 439-1366 ( 067) BELA VISTA- nio ter duvidas de qu ccr:í itorio-~,, 111 e.· - Ieição. Salientou que­ rq;o:ij:i1·,1-sC' r-ola presença do visi t an t•­ "c-cwo '-'C'll correliJ?i<> - nirio,companheiro que­ subirã. aos palanques em seu nome, sobre tudo, parabeniza Levy pt' lo seu ato de alti vez e espírito de - mc,criitíco acima de tu­ do". G:rndi c•x:i I tou- o respeito do candi - Jato do PFL. com as nutoridades. procurando apresentar seus pro - JlOs i tos antes de de - flagrar uma c:nnp:mh.1 - ckitoral . "Levy mos­ tra mais uma vez o ele vado espírito ativo e­ ''r"sidente­ .;O. :,.;n,c:ut)f, ll~ DE 'IT:o-; TAR: roIS ELE SE TOR.'v INSAO, ~ DfFIC:fl. ARTE llE A''All ". SER Gf:.71, NM E CD~ QUISTA~ :. ALTAS rosrçOES SER GENTE E DAR A­ ~~() AOS NECESS ITJIX)S E SABER US.IR O - PER!lO ... ---------//!------ DR; GERARDO JAVIER BOCCIA MEDINA ', "CIRURGIÃO DENTISTA CLINICA CERA- R.:'.O X -RESTAURAÇÕES A 'UZ VZSLEI- ATENDE DTÀR"MENTE. CCK!"l!'~TÓ?.!O E RESJ.Df.NCIA RUA MÀBTC VAN DENY OSCE -464 ·- FOf'!E.:c·( 067) 439-1087 1 - BELA VISTA -- ~~-TO GROSSO DO SUL SIMON QUER FUNDO PARA AGRICULTURA ANTES DE, CON$1Nl.tR~ PASSE NA: · PitA:ll Qualidade e prepos baixos TUDO PAP! SUA CONSTRUÇÃO: CAL; CIE:O; TELEAS; D' ..GUh; Tt:3OS; PVC ?.RA ESGOTO.':; AZU!..EJOS; CO~iJt.TTO.': SA..'n.:aJo fin:111cc1rn. on esses rc os dis - ponivéis no ministêr i o d;1 •,n i:u l tum - Sinon acredita que ele, podcri:u, i-cr· multiplicada a médio prazo, gerando um volume considerável de verbas pare a agropccunria .. co'ltuclo, o r•ini,,tro SJJ::on- lembrou que a criação desse fundo, - nao significa rií o confisco it:inte:-". E ucu co­ mo exemplo a. mandioca. que cobrirá os -:: custos de pro:.luçiio crn 9fl'!.. ate ,~esmo p~ ra o grande produtor rural. los debates,Sir.JOn disse que o ministério da Agricultura ,·ai lc':lr - ainda este ano, ao Presidente José Sar- ney. um program:i de clctrrficaçno rural a nível nac icmal . . ~bs lai:icntou que o GEER- Grupo Executi'o de Eletrifi cacção Rural, ligado ao m1111steno nao d i swnha de .nenhur. tipo 'de recursos . para : investimento nesse setor. n 1 l ----- ---------------------------------------- Qualquer irregularidade na entrega deste jom:il. favor-. comunicar o Dcpa.!:_ tamento de Circulação TFJ.EFOXE:-139- 1-H0. PARA CONSEGU1R . AXt.R ••• Para consegui~ anor •. foi preciso amar. Foi preciso sonhar. foi'preciso sofrer. Amando você consegue esguecer a tristeza. Amada. você consegue ser feliz. ( R. C. ) PILAR MATER!A!S PARA TRUÇÃO. 11111.11 11 nam,u #1 S E a R A SUL MOVE IS A P R E SENT A . . COMEN'T ANDO - E, o pessoal - {l'r:t.JE IJl!Plrf.!1 1 I.F.'Y lllAS~üi'-lDU1,'TO A PREFE!m J)E 'CJ!-!?0 c;R.]L E'I RBJNlÃO REALIZADA EN CAMPO GRt.TIE ... ragem e a certeza de - •você não gostar de mim é latente E cu . ·sofro .. ; Mas ... eu amo você. TECl00.5 PARA DECORA _®. ar GORGJRÃO __ .. • t enco_rpado com cordo q « S =a 1e, . e texturas turil fode ser de puro,' dão ou de seda sint' tica.f usado ar }. vestir estofados.pan­ des.fazer cortine t"okhas. • l;ste tecido . é um gororão mais -. grosso.que pode ser - rús t ico ou com íris texturas e desenhos - como hol inhas.listr.1, pespontos .quadriculado ou xadrezes.Serve mar forraçiio de p:1rcdc,,r, to! a dos.colchas,xales para cortinas. ruJSTI COS _ PESAOOS _ São grossos.c varas texturas e pa -