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• • ºlEFEITO J.LDF.Fm!f"O 
"Tenho grande res­ 
peito por este jornal", 
disse ontem o prefeito - 
Ildefonso Pinheiro", ele· 
não é do PDS,PFL ou Pr-IDB, 
é ua empresa particular, 
mas pertence acima de tu_ 
do ao povo de Bela Vista. 
Se!J,pre foi un jornal ind!:. 
pendente, não seria agora 
que entraria no Jogo da 
política. Tenho certeza 
que o mesmo espaço dado 
nos candidatos do PFL e 
PDS será dado ao candida 
to do PMDB". 
"Só quem não me co 
nhece, ou finge não conhe 
cer, pode criticar-me da 
maneira cano alguns vereag 
dores me criticam na CMl! 
ra. Sou filho de Bela Vi;! 
ta, fui criado aqui, en­ 
treina política em 1974, 
desde então não me arre­ 
pendo de nada que fiz,de 
nenhun posicionamento" • 
"Olha-disse-falam 
que o PMDB está usando a 
máquina administrativa P~ 
ra fazer política, é me. 
tira, a nossa situação - 
não é fácil, até o meu - 
salário encontra.:Se ret,!. 
do,prefiro pagar aos f 
cionários e atender aos 
fornecedores.Depois vejo 
se a Prefeitura tem co.!:: 
d1cÕes de me pagar. Acho 
Inustas as críticas dos 
vereadores". "Veja bem, 
0 
meu trabalho não é só de 
gabinete, tenho que sair 
ás ruas, tenho que buscar 
recursos, veja o quanto 
Já foi fei te. Não intere§_ 
sa se foi o Governo do - 
Estado que fez esta ou 
aquela obra, r.-.as fez ater, 
den:io ao meu pedido. EU 
P!NHE!RO ** 
consegui os recursos." 
"Tem gentt;? que 
está confundindo a 
minha hunildade, a m.!_ 
nha maneira de ser,­ 
cem fraqueza, estão en 
ganados, Acho que é­ 
preciso separar o joi 
do trigo. Vamos ter - 
ele!goês evidente que 
estou apoiando os can 
didatos do meu partido, 
não por ser do meu par 
tido, más para eleger­ 
Abrão e Vete e manter 
o mesmo ri trno de pro - 
gresso, manter o mesmo 
processo desenvolvimen 
tista, considero a me 
lhor opção parà a nos 
sa cidade. Eles vão - 
dar continuidade a es­ 
tes quatro meses de A 
dministração". Final1zan 
do,ILDÕ:fONSO deixou·beln 
claro que "tanbem vanos 
a 1mpresa, se é para dar 
u- toque hunano e famt 
l1ar, tenho a dizer que 
fui colega: de escola - 
da proprietária,ela - 
-ma.is do que ninguem s~ 
beque Ildefonso é ac! 
ma de tudo HONESTO, nlJ!2 
ca se sudaria por al 
guns tostões ou milhões 
Sim, tebem vamos a_Ln 
prensa responder crit! 
cas r..aldosas e infunda 
das". A respeito da ma 
téria inserida no dor 
nál Tribuna r-hlrtinhen­ 
se, quanto a venda de 
ingressos para o circo 
eu nem estava na cida­ 
de, se o nosso candldg 
o qu!z usar dinheiro 
dele para de!xargur1- 
zada feliz, o que e - 
tudo 03 de baixa nen­ 
da', o vereado MA!CE 
LO CALVANO disse que 
o asfalto da rua Barão 
do Melenço, obra ·que 
o Governo do Estado - 
doou para Bela Vista 
deverá ser estendido 
a toda população". 
11
Não pode haver 
privilégios, porque SÓ 
nesta rua os moradores 
serão benificindos? - 
Pere;unta o vereador. 
Por outro lado - 
tes, "pcm,1 tindo-ncs - 
que mudemos de canal e 
não f':I quemos amarr:;,,dos 
a programação da Globo, 
nem sempre can rrensa - 
gens sadias e constru­ 
tivas". 
O Vereador Ansel 
mo Lopes respondeu es 
tou ligado ao pessoal, 
haverá una reunto para 
tratar do assunto, mas 
desde já antecípo que·, 
precisará haver a parti 
cipação da CCtTIUnldnde". 
OE MM 3 
NEFITN CAI 
MI/MIES LEIEIIRIAS 
O Vens: ar para coo.ruir cen. 
cela Calvano requereu . A der.úncia e 
da 'fribuna da Câmara, grave,não só pelo aten 
a informação sobre der tado ao meio ambiente-; 
rubada de duas árvores á nossa ecologia,mas, 
centenárias do DAACUP. sobretudo, porque es- , 
Segundo o venea tas duas árvores da- 
dor, "trouxeram me es- vam sombra aos - 
ta denúncia, a ~refei- al1.mos de um gru-· 
tura arroneou as duas po escolar. Precis!! 
árvores pura doar o mos apurar essa de- 
corte a pessoas que .:. núncia e punir os 
precisam de madeiras - responsáveis," 
Viúva de Adail 
ainda não rece­ 
beu seus direitos 
·O, Vereador 
Marcelo Calvano re 
quereu, segunda-fel 
ra na Cãmara,infor: 
mações ao Senhor: 
Prefeito Municipal 
quanto ao pagamento 
dos di·reitos da v1; 
va do motorista - 
ADAIL GAUNA, assas 
sinado barbaramente 
na estrada BELA VIS 
TA A ?ONTA PORÃ, -­ 
quando encontrava­ 
se a serviço da ?re 
feitura". 
Segundo o 
Vereador "info:-mo.­ 
çÕes de fllllliliares 
deram conta que 
ainda não foi oa 
go o 13° salário, 
férias e demais 
direitos trabalh!s 
tas". 
O Vereador - 
quer informações. 
LEIA 
PAGINA INTERNA 
"CALVANO: ESTOU 
COM WILSON MAS 
NÃO APOIO 
ABRÃO" 
PÀG!rlA INTERNA 
PREFEITURA DESEN 
OL VE I NTl]lSO TRA 
ALHO NA KREA R] 
A intoração faz 
parte de nosso dia a 
dia, sem: ela estar:nos 
defasados do tenro. Ir 
plantando o sistema de 
1ragem de IV, através 
de satélites- ANTENA PA 
11ABÓl..lCA- t•·l".VOS et"l - 
nossas cacas informaçes 
que, até então, eram - 
rIv1lég:;os ds randes 
ce.,u-os. 
Esse siste•n:,i requc:-r 
!T1C1nor rr.P...nutênç5:o, sem 
C0.'1tm'' CO!l os problemas 
de i:vcntuuis interrup­ 
ções n:l.5 tmn!:.lllissÕes, 
diferentes do que ccor 
re ca o sistema conven 
clon..-u, 
A televisão é, 
o meio de comunica 
ço da massa, ma!s 
r5pido e eficiente. 
da atualidade. Com 
ela, temos noticia­ 
rios, cultura,espor 
t.cs e variedades. - 
2 o instrumen­ 
to de maior intecra 
ão social. - 
Para consegu!r 
mos tal objetivo,n~ 
cess!tamos do o.poio 
e dn consciência dos 
belavistenses. 
Bastará colabo 
rár na medida de -­ 
seus recursos. 
Existe uma co­ 
missão composta de 
elementos de desta 
que de nossa socie 
dade, empenhados ~a 
consecução dessa m~ 
ta. 
Estarão abertas 
contas -::orrentes - 
nas diversas agênc! 
as bancárias, sob Õ 
t1 t:ulo "CAMPANHA CO 
MUNITÀRIA", para a­ 
colher depósitos de 
qualquer valor. 
Fazemo.s esse 
apelo, por sabermos 
que BELA VISTA sem­ 
pre se DESTACOU em 
Campanhas Comunitá­ 
rias, graças ao es­ 
pirit:o alcruista e 
solidário de 
povo. 
seu 
Sabenos que es 
sa será mais uma - 
meta facilmente a­ 
tingida. 
SE1AVISTENSES - 
o bem- 
Cabe, pr!eira 
m.ente, agradecer a 
Prefeitura Munici­ 
pnl du DLLA VISfA, 
pelo total apoio - 
a essa Iniciativa, 
A comissão de, 
campanha es as - 
sim constituída:­ 
IJOELSO Lt.f!ArlGEIRA; 
!ÊLIO DIORIO; J0SÊ 
PE!lZO; ORLAflOO V. 
MARQUES; REitlALDO , 
C. AZEVEDO; 
1
,1J:.LLI!I 
GTON D, MELO, SE­ 
DASTIÃO Z. FILHO, 
AllTOllIO S. XAVIER, 
RUBEHS RODRIGUES, 
A!ISELV.O LOPES CEL 
SO AtlTUtfES e na _., 
assessoria técnica 
JOSUE TELMO DA SIL 
VA, 
lM?ORTA:ITE:-Além - 
dos nomes que com­ 
põem a comissão, - 
ninguem mais, está 
autorizado a rece­ 
ber qualquer impor 
tanc!a em nome da 
CAMPAilHA. 
BELAVISTEIISES 
MAIS Uc'iA VEZ COflT6: 
MOS COM VOC... 
A COMISSÃO 
LEIA 
PAGINA INTERNA 
IVAN X VETE 
"IVAN: " ABRÃO 
NUNCA FOI PHDB. 
COMO Ê QUE V, 
EXC IA . TEM A CORA 
GHl DE PEDIR VO= 
TOS PARA Uil EX 
PEDESSISTA?"" 
VETE GARCIA: "PDS 
E PFL S0 FAI 
NHA DO 
SACO" 
tiESf·iO

1 
Prefeitura Muncipal de 
Bela Vista 
A t:c ,1o • t t 'j 
t!v, P: 1 '' J t,' r;/// 
0, dr 1 rts 
de 1,90, 
11 <, 1 r., , ,CJ l' J nr •' 1 
1'0, J>r• ki to r;,m!r•lp ·1 
dr Dela Vt, ta, I I rJ,J •• 
do Mato Groo do ul, 
u.:,~:•lo e!·, ; :.,. • r· ll;uJ r;Õ ~ 
que Ihe ão conferida 
o do acrdo cor o d1s­ 
posLo na Li Cnp)e «' 
l . r n" 07 rJ1 ,: 1 ·, • 1 , 
vmbro d 1, 31, 
HESOl,W.: Cone•,<! l' .·,. • - 
as rulrnt , 
r •. 1 • 
·' 1, lJ. ! 1 ,1 
I .') 
:Jll.'l Gll 'I.,:, l' l'lt. V,: 
o período e 04/85, 
p ... r1.ir· d C,,.,}J,>·j 
08.10,, (Por, n+ U 
32/6, de 09.09,85) 
A; hum'rir o: i 
• ;/'! 'J J ., 1 1 '1 
j 't. ! J. ' ,S 
', 
( , 
) 96. 
J('. n 
, ' 
35, d ,! • ,.r,) 
', u 
Ao funelort io:E;» .,A 
NHE, relat': &s D 
rlouo de !.li/,,, , 1'·11·' .•.· 
de: OS .03, 8' ,', 1' J.C'f) ,,; ; 
(Port, rº O.'.- 1J(, l.!· 1.', 
08,85) 
o [une! ' +6·CETUL:O 
L! 1.-- e­ 
rÍocfo de 84/85, u p.:u~ 
tir dc:16,08,85 á 14.09 
85. (Port. na 0???1ôS d• 
15.08.85) 
A funcior,árln: IT-O!HillA 
MACIEL, relativas ao - 
perÍoclo de &J/ea n 
partir d~:19.08,05 á 
17,09,85,(Port. nR 022 
3/85 de 16.08.85) • 
Ao funeion-u·lo: JOÃO 1-~ 
NES DE ;.mw:uA, N' l,1..i­ 
vas ao µerloJo ,te- t½1/3.., 
a partir de: 1..8!5 
á 14.09.HS. Pcrt.. I' 
0224/85 de 19. ":.5) 
AO funcior.:'u•10: CU. J" 
CINDO DIU5. r·. 
1 
r;ata sra"se no 
.r, ''A 
, ,: ,
1t.tnt m: 
• :n1rr lr de: 
.10.6 - 
7/85, dP 
A , .. ie, .. • ,.: l-1/111/ HO 
', J ! •, l;'l:J :, . l•IEDEIJ10S, a 
cri! oe 19.08.85 á - 
:.'J,íL.P:,. (Port. n 02- 
?3/8'S, 1Y.: 02.09.85) 
A funcioníiia', ROSELEY 
·•í<RANLV, ,1 partir de: 
ú.J.O•U:!5 á 25.11.85) 
(Porc. no 0234/85, de 
09.09.85) 
O ideal seria , 
que, npàs a solução - 
de una série de fato­ 
res, nossas escolas, - 
além da parte cogni ta, 
ensinassem tambcm' val;?_ 
res sociais, noções de 
civilidade, civisno, - 
democ~.Cié'. e norr:ns - 
gerais de corortaen­ 
to em uma sociedade 
democrática. 
Reconhecer que 
isso !)à.o é faci2.., é fa­ 
cil mas cruzar os bra 
; ços seria a derrocada 
flnal. 
O que se percebe 
é o seguinte, e, eu, 
cano professor que sou 
me lncluo nesse pesa­ 
delo: O professor es­ 
tá preparado para ser 
mero repassador de 
informações e os alu­ 
nos, por sua vez, fo­ 
ram ta'l'lbém preparados 
para ser meros deposi­ 
tários de informações. 
Às vezes futeisl 
quando não, desastre. - 
SOS á formação da per­ 
sonalidade e conflitan 
tes can a ordem moral 
e os bons costunes. 
}h.ldando de enfo­ 
que, tanto professo -' 
res quanto alunos de 
hoje não questionam. - 
Aceitam. Nao se 
PARA EXCURSÃO E TURISMO**** 	aventuram. Acaroda,n. - 
_.-- 	f Não são âestemidos. Se 
sEjírço o Povo DA FRONTEIRA E SUDOESTE' I J y; acovardam. Não desco - 
,L 	..,. __ ....; 	~_ brem. Não são ativos. 
COI'EDER LICE;ÇA PARA 
10CIG?RIO 
'" <; '•Tt•tárlo 1'•iunicipal 
i!nitração: JOSÉ 
• 1 
1 
·, i: bl •'-'. licença 
, (srentu) ii as par 
+tu • ·' nss'J...ri tos par 
+r" 
- '.3 
J 
".P. 
O funcionário: FICA«­ 
O PUCHET, por pettod 
dispensa e., 22.00 
G ,. (í'u:--L.ni C:>?.':,/t,'., 
di ?-'.( J.B.,) 
o f..corro: ELIO, 
1 1 Ht' f 11/ DI l 'IOHA!:S , - 
')Ot' f,1,11 cirx.·nl,o <>:·1 - 
·15.07,85. (Port.M2 02-J 
26/85 de 27.08.BS) 
Cl'i J•M-Sf.: 
Dela Violn-1:S, 
( de Setembro de 
l .'.385, 
Ildefonso Pinhciro­ 
Prefeito 1/Junioipal 
PRECE MILAGROSA 
Confio em DEU:',• 
com todas as minhas 
forças, por isso pe- 
ço á Deus que me ilun! 
ne o meu {!aJninho e 
me conceda a graça 
que tanto desejo. 
Mande publicar 
e veja o que acontece 
rá no quarto dla. 
A.F. 
MINSURA 
T " "2, V'E;O 'A3N7!< NTNN, v-SE E EPNADN. 
ATTF"CM?O JUNO AO FNCM - E;79 :7CM70- SPONS3"", E TC!:Co. 
ESCRTTôRIO: ?UM CUH+Si !80 .-- FONE (067) 439-1255 
RESrnÊNCIA: U! GXA!, OS>° :z7 -- FONE (C67) t'.39-1057 
, .. ~ 
BET,A VTS'TA MATO GROSSO on U7. 
., 
o CRUZEIRO·. 
1 
•,• 
_LTDA .. DO SUL 
u••• ÔNIBUS 
'
1 
'EFICifNCIA A 
Escola 
1,,,.::, t.' [.' J 
~•- r l' o ;,r'f,. 
!.!n·u·. 
J f"ic ..:·. 
Vlv, .. nc.· nu.· er,~ 
ca em que o professor 
deve sair das quatro 
paredes da éscola, atin 
2,lnclo lTlk·::i 2.s P"'..;.,o­ 
r., dos r:li..; do,- aluno:;, 
oferecendo-lhes opor­ 
t-unid:..d<.!S ri(.' parciclp::1r 
(; U!)!'Y'ndcr CO!r. 6CU3 fl­ 
lhos e con a soei edadr). 
l!t.t rcaltdo.dc, p~ 
cicr:rnos é de uno. novo. 
escola que atenda os 
onse;los do prc5Cnte e 
do futuro e nós SÓ 
po<lere,nos c.brlr as po_x:: 
tas para o futuro quan 
do fecharmos as_ do pas 
sado e para isso, a 
escola não pode viver 
de repetições. nepetir, 
hoje, o que disse on - 
tem é chover no 7olha- 
do. Valores que nõo 
condizem mais com a - 
realidade social atl:al. 
Valores que fo­ 
ri:'lll questionados onl:c--r.i 
são hoje, e o serão - 
e.manhã. Modernizar é • 
nossa obrigação mas fa 
zer o aluno r:>rder h~ 
ras a fio a estuda.- al 
go que nada lhe ofere- 
• lr. ,. 
r.n l r··.., . t.r, 
reri b r, v nt 1.i2 
_.o,.,. i'.l c.scol • 1, V.:_'::-:· 
em consideração as di­ 
ferenças individuais, 
condlçÕC;; r ..:tl<:rin!r; de' 
vida, fone, o, ser.prego 
e ~ubc,nrer:o, cul turo. 
de co.dn u,, influência.::; 
dos J.ieios de Comurúcc.­ 
ç~o Social, experiên­ 
cias udquirldas for·a 
à..' escola, r:,ocJo de 
g!r dos pais cr:i rela­ 
çdo o estudo dos fi­ 
lhos e á escola cm 
si. 
d cor:ri.. , ... 
Ct,, i',<:.lll;.- iz· •:· 
COCJ OS [)r'O['.I' , 
quintca e da fístc 
oztrofÍ:::ica, lt,f ,•: 
ticn, e:Lc ... 
F_r-t.,rr.pl 11 ic·_-, ,. . 
os meios d cau.l ~ 
ção estõo r.,L Dú, :,­ 
tos 0003 nu rn.·ra .h 
melhor, eles no 
na dii.,•,1.ürn. lx ... c• Ir, 
o en..-;.:ino U f>CCol;, e. 
nK:lr.or, o ensino é r: 
cst; atrasado 200 . 
.:111os. I!ÕO evoluiu! 
PreciS<.JlllO:J r'.;­ 
zatr estes 200 rr.o:; 
e p:i.ra '.:anto, u.·t,1• - 
c:ue se recicle cs ro:­ 
cadores, rvecuque a 
fw.tl.11:?., ::i ZOClcd:xl'• 
e, pr·incipalr:it:r.,:,:; ';J 
os rovemos cntcru:ci • 
asst..-r:ia:n . , can rcc .. )0.'1- 
sabilidade, sua . ts:; 
educadora. 
Concluindo, (?,S ~ 
vas gerações dcv"'1 te:: 
outra visão do m .. .ndo. 
Daí a ~rtanei-'1 ti(: 
una Pré-Escola que se 
volte para o :!Jtu."O, 
sem abandonar o prese 
te que amanhã sera - 
!)assado. De acordo cc: 
o illinistério da Educ~ 
ção, a prioridade, r.o. 
de, é o ensino básico 
e dentro dele esta a 
pré-escola. P&alela­ 
mente a esta priorid.•. 
de e lei ta está n fe:::Í 
lia de baixa ren:u. = 
Diversos órgãos se - 
preocúpam ccx:i este p 
ticular e dentre eles 
está a a.-iEP, (e cub 
diretoria me integro 
can orgulho) , traba­ 
lhando cem creches· 
da!liciliares e dando 
o exemplo para outros 
Estado que mantén o 
quadro negro em reia:" 
c;ão ao apoio ás mães 
que trabalham fora e 
não. tem onde õei,xar.C.l" 
33.S f1lh::s " ;· 
fARMACI ,1 
SILLRS PENMR 
* 
!..-C:MBP.E- SE DF. ('UF. o rncF.FSO DO 
MEDICO E o SEü ?ESTABELECIMENTO, 
Di::PEND:!=: DA !-:01':F.';T!DA:)S F. ':':XP!':"!IÊNC!A 
DE SUN FA?CEM 
BARÃO DO T,ADÀR'.':O e /~!V FO!'E: 439-1352

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D'r.'to d (;r_, 
"H r,.,:, llnl•t, T•.- 
(J(j 
:,,_,,;_,.. í, l+c,••­ 
(ll, , o pn .•. ' ri' ... (I '•.(1' ., , v 
r, • c11 d,·h: corihr•c:l11"•nt~ 
11v,•r:.n, ,,;·rwc!Jdr1 nc-, 
M!os n G72/,, d+ E:: - 
• r.,.,,,...;;n r!ti f' ..... r,•in í .. ,., r;,_ 
... l':,1 Ld [·orrc•fril 
1t'3J:· c-c;ntr·. r.,., "º t'Pr­ 
cedes Carcete 'a e 
0.Jlros, crn trumlt.(• por> 
este Juízo e Crtór!o - 
'1:c,lcinl ra; • :-:o d1r ?,,­ 
"· -85, nr 
1
:;: ~() hor,·;·, - 
+ate ub!!cns, í r: 
... ,, . DJ~1r., nn fi•;:1, o )t•.i 
ceIro ofictnl 2evríi a 
ó!lico rrero de ve: ,cln 
, nrre:iata;;ão n que'!". 
ta'or lno o"oro» ir 
• ortnio-se n rvn!±aso 
u,. 2,..- 13.CX.,0.0CC ('::,·- 
;r: 
tt r t ::0 di a c + 
tr j ,, rl • : 02 ·!o; 
A curtos reoro:, ? 
brhe!roa reunas, 2 
áreas fechadas e 01 
horta, cohorta do E+os 
:1/t,·do re; 
!r,  • . •· ,-,'--;, ~..... r-r: 
r<' ~h;u,, ru,m tcd::i fcc-r:::._ 
cl"' <·:- ...... 
1
it"'()
1 Lcr.""f'no 
r·<·rv!r•o c.r reie elétrt 
a e na encuad, - 
:.t:~. r"f,V 'r.1 -,:: ... , .... p,o HG!'?.1 
t!ca. Se::do ce a 
venda níio roer ser - 
!'cita ror fl'PÇO int: - 
"i.or no da ::wru. inr,no - 
dn cru;:-, e do lote c 
PJ'ea de .1!50 1 . ts2, oc:e 
é (o Cr.' 13.COC.CCO. 
dos ;tos rio conta - 
nenhum Ônus ou ref't:T'­ 
!"'os nc:-iden te de ~t::.,.,:;;. .. 
L"t· .. ..:r-.. ,., 
..... r:!..<,. , •• ._ c.:f...:·1l - 
Ju!z de D'e!o, 
ry.,-.1 ;,.·; • r :• 2-' - 
%E.,+ t,O 'c . 
e rr, Jrr; s rr:·t 
r.-rrt_C'"
1
: i-· • '1c1c..,... i "1 .L:. 
e! v<i ".. t"':!.,' f Corr .:1""r c-
1 
~ 
Pe' V±ta, Tstrc de 
'a'c rc do y', ra 
or !e!, 
rr-;,, ri. e resere 
e!! vir.: a e'e 
, ... ,..r..._í~r- "'1:r- -- ... !':' :1 veT"f:r--. 
A 
ExiSte Kmpre 
CIJAL 
tetrce e ta,cr!retro 
vnr r rE ., , .... - 
rc ~e,~<· r'ii • .. "'I'f-;c t..:_: 
b:•.-r c:r1t..eIT'" • r:· ""º ;.o·"'! 
r_; CJ, -1 ·: r r ;;c1-:- - 
C'..c "".e· ~c:"'t::-,to f:-,('",: /L:; 
t.c?, :-.eC"':-.rn ·o·• 2C: - 
rt. dentre <'c:: se:,.:.l!_ 
teF" , t.-.~ .. ,es t: cct"!l"'Ct" 
cr e ±rve! erccn.r 
}'roteado r :r.t. • !­ 
tc de nv!cene'a fo- 
Su!- PFEIS".. 
~ ;--l-.:":. f' ·() rir..- 
7n "ssa a'esr iro­ 
rca, rotor'ro " 
o rr. Odíl<·: d 
Oliv ,j l'tt _IH:' v• [)' l. j 
:o '1'.l Únlc 1 V., ClvU­ 
d ta Cor aca d Dela - 
VIsta. 
FAZ ::;AflER 1; Lodor. 
que o prs·_,, n i,, e rli t'll 
vire"'.! ou o-~1•! c0nrv·cl­ 
r.,,;nto U vc r<·:n qu" fo,-,. 
r.:ll"CacJos O!J tiiti.:.; 03---10-~ 
85 e J'/-!0-85 ,1.'.l 13:'lO 
para n rv:n.Hz;iç:::O d.'.l!: -, 
pr31;0., de:.lignadas no-. 
utos n 08/85 de Ação 
1 
e. Prccó.lÓriri Executó-' 
r1a que Propec - Ind. - 
e Coot. de Produto:, Vetf_ 
1 
1 
1 
1 
rirÚrios Ltda, .ove CO['i 
tra Laranjeira & LouI"-! 
ro Ltcb., referente aos 
noseu 
caminho,. 
bens penhorados no:; ,.. 
e.utos acll"'.a r:ieocionaco:-­ 
é'baixo caract-,ri.zatio::.- 
01 gelaàeir-..,/ canerclal • 
marca Coroados, 04 por- 
PARATI. GOL. 
KOMBI. 
SEMPRE 
SANTANA. VOYAGE. FUSCA . SAVEIRO, 
UM CARRO O Klf, À SUA 
CIJAL -CIA JARDii'!ENSE 
RUA: 
DE MAIO - 571 
ESPERA. 
CE AUTOMÕVEIS LTDA 
REVENDEDOR AUTO~IZADO VOLK-2WAGEM 
tas, esr.-.al tada em br::!n­ 
co, modelo ij,C. ni 
6814, série 3979, em - 
oon est,c,ocde conservo.­ 
ção, não sendo poss1.:_ 
vel 1nfo.rr.iar quanto ao 
f'.2.-ic!.onamento, um:1 vez 
que o motor encontra-"" 
na oficina para reparo· 
"'valiaáa cm ~.000. 
(Quatro r.úlhoes de 
cruzelros) valor pol'­ 
QU511to será levada a - 
praça para o di;;: 03-1 
85 às 13:30 horas e - 
eventual segunda praça 
para o dia 17-10-65, - . 
às mesmas horas, para­ 
ser arre!!'.atada por - 
quem rr.aior lance der - 
acirrada ar.illa;ã:>' sa-m 
a venda fe1 ta a vis­ 
ta ou mediante fiador 
idôneo pelo prazo de - 
03 (três) dias. Dos ag 
tos não consta nenhun. 
ônus ou recurso pend,m 
te de julgamento.E pa­ 
ra que ninguém possa a 
legar ignorância dete- 
r.tinoµ o M.H Juiz que - 
expedisse o preser.te­ 
ed:i tal que sera publi­ 
cado e afixado na fo?'­ 
àa lei. Dario e passado 
nesta cidade de Bela - • 
Vista, Estado de S.de 
09-10-85. 'Juiz de DLr-e 
to, DR. ÓDILON ·m: 
01.I'JETRA. 
V-AI.EMAQ, 
MÀQUINA F. T-:QU1.PN:F:NTO!'l PA'RA F:SCRITÕR!O !• CO~CESSIONÀR!O EXCLUSIVO OLIVETTI• 
• .,COMERC !O DE ~½QUINAS DE ESCRF.VER, CALCU:.ADORA. TELEX. !-!OVEIS DE AÇO D E DE MADEIRAS, 
F.S~C?ft,O~ S MATERIAIS PARA ESCR!TORIO.•~ 
RUI,: • GUIA LOPES FONE : 411 - 2C27 - PONTA PORÃ_ - ]1S_

1 Y I N I Y T f I 
IVAN: «IBRÃO NUNCA FOI PMDB, COMO É ODE 
Y. EXCIA l ~ ri i:ORAGEM OE PEfflR VOTOS PIRA UM EX PEDESSISIA?» 
V E T E : (( s E Pfl sio f IRINHA DO MESMO 'SACO» 
lo i·; 	1 
ftmd r o t"u.Í•;. tv. 
PFL são far!rhs do -- 
r, !Te s,,cr,. b•rp;n:. 1 1 ", « 
porqU(' Dillon não colo ,, ' ' 
cou agua nos bairros? ar 
Já qu" V.Excl:1 <l"'fcr:­ 
de tanto os cann <''>. 
Porque ni:io pediu r·!.:t->r 
vatÓr1o de água quun - 
do o prcfd Lo Pra o 
Dlllon? 
fbln ~ . • ·;una·• 
feira estive na Cn ra 
l!uniclpa! 1 ou r:, lliO!' , 
estive em ecpirl1o, 
cobertua foi da eru' • 
de rcporlll.f'.''111 cln 1, 
da qucri<l'l llr1rJlo !lw ·­ 
chul l).)fX'.'1, ZP ?3, r ,' 1 
ln e::ilava, com o Való 
rto e sua equipe, !ln - 
io3, trovÕe::-,c~pínt,rJ, 
machodudo,, :v1v:,ll1- jo-­ 
sobrou pra todo 11.1L!';o 
Até pro chC'fo qu, l' ·.t:, 
vibrando corn a !li t:ua­ 
ção pol1tica na fron­ 
teira. E com fl força - 
J- 'n arire, -- 
l>epui .. -.{UC OUV.l dize­ 
rem que o homem aanhou 
un !:sca zero e I una bP 
- r 
l 
J .•u z, r 
·nto n hora leve' 
r l f1 U 
/, 
H 
dlnl."ir<> • u 
lo m; +,!'[p10s, ou• 
, o 1ur· , •:- V· ~,c:s:::c,·1! v.'•. 
.. (e:< r, .. ,u·:,do). Dq;,-.1..'., - 
(.lf'LS, t, ".J;Jl'(!e~ 0.'1 e· •CO!, 
<' fT"'.nlv! r,,lr,r l r,•:·­ 
pi'o d escão da C- 
. :-tra iitl111r'ipal. 
v1:.·rE: "IV/IN t-lENri::" 
"DESCAR/IDN1ENTE 
11 
r."' J 
D 91a ao pro- 
• fl o 
1
lr1 Iv.1r; 
r»e, que deu n 
r ,:· ," cnc Lt;, rol 
,,, • i o, no p; lD.i 
iro 4 e Gar- 
ca qucle Je!to 
.r ,uilo r-- ·rl!u a p....l_~ 
cJr-.JLil ::;r•m:ino o fl<·.;::;oal 
edit<> l.COO jomn!~ a 
rnls riam distribuir - 
( OE GR/IÇ/1) ~?OS bui ri"Os 
OU,:rn PSLÁ r-:i..1ando? Olha 
o ion é maluco por - 
j'.xml e quer o. povão. 
(povão !1JCS1110J lendo a 
sua TRIBUNA. Não Lem­ 
!)Oli tice papando, n 
.. 
,•. 
g 
.e 
------:- 
. -~------ • 
.,.t ·' 
e:.O 
vht o ,oloqu,:c.lr-u .... - 
v:.,.c; lÚ. F...: vi o V L • 
. . CARLOS AlBERro 
DR, CAC · 1IJ"O vice 
co. 'Ç'.:.r a vcr,-.·..r:,...,I,, r.·o 
·:r"l bor,1, t .::;•_;w , arn­ 
dendo, visitava o Ival­ 
do, d,1 qurm é r,ro!p:o, e 
os dois preparavam vá- 
r 1 w:; r :o.até r 1 as . O ;J<; ::;;;o- 
ai oqul c!o jornal osta 
<Jo Vete. Poi!l ber'l, o '-í~­ 
tc crcFceu, DJ'.",.ir,::mtc,u­ 
se, tomou-se um SEI'!HOíl 
VERF.AOOR. Defendeu can 
unhas e dentes o S(;U - 
partido , Ó prefeito - 
rrunicipal e as idéias - 
do PMDB. 
Disse que Ivan 
toda vez que assurr1 a a 
'TRIBUNA da Câmara, men­ 
tia, dizia que Ildefon. 
so estava na Administra 
ção há quatro anos, 
quando estÁ há quatro - 
meses. Mentira proposi­ 
tal, segundo o·v&.e. - 
Disse também que ranço 
so está o Ivan e não os 
nutirões, feitos para­ 
ajudar o povo belavis­ 
tense. "Parece que es­ 
te vereador não quer - 
que o Governo ajude o­ 
povo de Bela Vista, não 
vê _ o _ vereador Ivan 
que o povo es!Á sendo 
beneficiado?- Prosse - 
guindo o VETÃO 
11
não ~ 
porta se o Governo do­ 
Estado que está fazen­ 
do o asfalto, importa o 
que estl sendo feito.­ 
Isso é que importa. E­ 
além do mais não vai - 
custar nada, vai ser - 
de graça mesmo.E isso­ 
não é ban? 
"O Dillon fez as 
falto, prosseguiu, mas 
cobrou,· do povo, e co­ 
brou muito caro.2ão fez 
nada, mas nada menos - 
que algumas quadras de. 
asfalto. V.Excia só diz 
m:e /ilson está' no Go­ 
verno há quatro anos,­ 
quar:do esh{ há apenas 
2 anos e oeio. Esse pes 
soal, _do PFL e PDS são - 
os mesmos que ficaram 
no poder por vinte a - 
ms e nada fizeram oe- 
Vereador Ivan - 
V. Excia usa a menllr;, 
para encobrir a verda-­ 
de. Já colocamoz Lrl1 
reservatório no bairro 
Espiri to Santo e se­ 
Deus quizer vamos do 
tar outros bairros ca, 
reservatórios. :V!utirrro 
RANÇOSO •.. Rançoso é 
V.Ext:ia. O povo Já co­ 
nhece bem os políticos 
nós estamos corno povo 
e a 15 de Novembro o 
povo elegerá Abrão e 
Vete. E lembro ainda 
quem é essa tal de - 
Frente e tal do PDS - 
que nada fizeram por 
Bela Vista? 
IVft.N RESPONDE:"E MUITO 
DESCARAME!'1I'O'' 
Ivan, amigo de 
guerra, companheiro,­ 
vereador da pesada, - 
não deixou por menos, 
·coz:i,rhou o Vete e reba 
teu as palavras do 
VE'Í'ÃO. 
11 
E nuito desca 
raento de V.Excia, não 
tem sequer·a dignidade 
de conceder a.par­ 
tes! ! Depois disso - 
.. r•:• r , .... : ·n r; e ,' ,, 
.. :<'} r • stzr r o .. _ 
• 'r c zvr .... !""(':j .. 
(relo n ?'? ), D 
r.E. ": r!r 
ove ho'e c. ±e! tnefe;_ 
tc L, r, corre - 
ooryatér'o rora. r} 
Fw!n &ir".o'ro; f' O "'r 
•:nrr; do~ ( r'o P17 • r,:;,. 
cvn, , - .. ':ia., ''-r'Pt­ 
o:> ee sabe fa!e 
de Aro, de a e;,:- - 
r &!'.a, n:ero ·,·e:- V. -:-.X­ 
c' e'r votos 'ara _ 
r rede'n ·c' • 
':ro esf reros & 
GO dias ro ?D. ÉE 
~ar..anetrn frn.o:;11, qi:,,.. 
~oce quetrrr. '.!'):c:::..­ 
c:ri t!.Cé'. o ?D!: ~ apoia: 
:2 ex pede;!ta. Q­ 
ro ver <'. sua COr:"C:-,~ 
em pec'.1 r vo-';os a u-: e'. 
óadão que t-.á µiro b:lE 
no era do POC, L-": fM­ 
Ucio <JL:e V. ~:eia àizr 
ter neabar;o ccr o Fn'­ 
i1. 2ão ter rz, nr 
ca "o1 7, é n_ 
r.:·'..'1'2'~.!"2 n:c --r ....... cr!..r. 
oi u: er ce mrha - 
arte di:e; ce c­ 
vemo de !5?n ter. t- 
CONl'INlJA ••. 
CIRURGIÃO DENTISTA 
C!..IK!CA G::'.PA:.- "'-':':C :: -RESTAURAÇÕES 
A UZ VISTE!-- N:.D Ti:;TF. 
?.UI 
CCU!To273 E PS7E?:C:A 
MÃE7C N n? Oc; -€ 
FONE-(C7} 29-1087 
1 
BELA VISTA 
?-'_".'!'O r.ROSSC DO SUL 
Qualidade e 
P
re~os baixos·!·, .. ~1_LA~ ,MATERL~IS 
. 	TRU;ão. • . 
TUDO PAPA SUA COSTRUãO: CL; CT5NO: T!As. 
D'AGUA; TUBOS; PVc ARA ESCTOS; AZULEJos; cox;é;<< 
APTOS FACENS E CE!: 
AV; DUO'E D CM7', 7S - JA7I: - 1

1, 1 .r. ,r, 
l,r·. fJd! l<)f, 
oliv ira, Juiz de 
J,!r fl•J f!;J {iri!<:t '/, 1 
(Xli .. u<"I ,J,. fl;•J ~.t VJ .., 
T· ... ta'o de Ma.o Gro:-­ 
do ul, ta for ln 
lei, 
f·/1% ~.>JBEH ;,o::i 
qu • o presente ·dltnl­ 
virm ou elo crx,tir c 1- 
m,.:nl o t 1 v
1•l"l.111 r•xp,.d! cln 
norutos da Ação de - 
Suprln> nl/..>" or· r.on·.c·ntl 
mnto "-''Jll<!rlda ror Yo 
rlml t :;u Qror1 contra - 
M.,riu ()norJ (Proc. nº 
302/85) que se procc:.­ 
sou perant.c este Juizo 
e CarlÓrlo do-----­ 
OfIclo que em eu cu 
primcnto e atendendo - 
;,o maJo qu<: dos aut.os­ 
consla, pela presente 
editnl que será afixa - 
do na sode deste Jui­ 
zo e publicado na fot'­ 
a da lei, fo rr«n 
a pessoa' d<' }"-"IA Oiolv­ 
Rl J:-e.ro.' responder os - 
ternJOS da rof<>rida a - 
ção sob pena d! s: 
prosseguir a· sua revc- • 
lia. Petição: Excclcn~ 
tissiJOo Senhor Douto!'­ 
.Julz d<" Direi to da Co-- 
r:, 
('J(; 
• J 
1 ( J f • 1 /l 1 l - l / t 
n•, ( e :.r•J ril 
: 1· • •: r 1 ;. , . ( •~ 
1 
d P! •t .' i.;1 -', .., 
rua !rto /n Dn ioc - 
:: Ir: , [or eu prur tr 
e n.top; lo irfro--av {raio 
(mandato Incluso), ln'll-:r-1 
to junto O3-M; b n° 
2905-B, vm mui r pri o 
omremto requerer na V, Fx 
celêrefa, contra sua mu­ 
lher• M/ílíA Gi'OBT, j, norr 
sa, casadn, comerciante­ 
que e encont ra , m luar 
1 'elllO to <' nno ::ab ido , J 
PRilID rro DE COJIJ'.:El fl'IT·lfJj_ 
TO , comn fundamnen to.<; nos- 
d 1 sposi L1 VO!; do nrt ir,o - 
251 , I e seu paragr,'.lfo­ 
Único, IV, canblrodo cem· 
o artigo 2A5, II, 1.llllbo6- 
do CÓdigo Civil Dr-asile.!_. 
ro, e com os artigos 10- 
e 11 do Código dE Procc2_ 
so Civil al•'g:.nd.r,1 o se - 
guinte; O SUplicant.e ca­ 
sou-se cem 9-'" SUplicada­ 
nos termos do documento­ 
fncluso, a _SUplicada .a-· 
bandonou o lar conjugal- 
,em Novembro de 1983 .sem 
motivo justiNcado, não­ 
mais dando notícias no - 
decorrer de todos este 
ENGENHF.!RO C.!VTJ. 
RICAàDO 
DF'. -SOl!ZA RO~. 
c€ 7'-os_ 75/92/c' 
1('n p> ·;5o, erro 
Cpovro.' 
;"TE7"TO, ',O"AFNTO 
vT;7O 'E r7",FTC... 
~,:"t'l.,'.F?'.Ac;Ão ':'O:: ("'"·'·" .. 
Y;1,+oro 
2?:7Troe 
,.f') r 
o 
ESCRITÕRIO: RUA MARIO 
zx:+r;:: oec -460 
FON~- • 43S-l36E (067) 
BE',A VETA- 
.e;rr( ( per 
•j -lhe supro o at 
E!I !MI!TO r#LA a - 
ulter par a .. ::rl ':.UN•­ 
cole u lote de tn-­ 
rno Ja veni!do a ! É 
C. RALO DE. AJEIDA, con. 
fc, r o r'::1 t;9 nrv· l"..O , 
cons ·unte da tcriura 
de Cora e Venda e Mo 
lrlr.ula•; an<•x;...:; (x, rox) 
ser.do 'JUU 
O _151.1pl icnnt.c 
jÚ foi <Jr,vid·r.,:nt.c not.!_ 
ficado por J,!.i•I .Ju!zo e 
Cartório pnm l;,vratu- 
ra d:i. E::crltura, SÓ não 
o fazc-mlo tcncJo ,.111 v 1.::, 
La c~se impeillrrénto d.!_ 
PJ'lú!'IUO-S(• V, Exceln - 
ela de l!lWldar ouvir o­ 
Douto Representante do 
M.lnistérlo PÚbUco e - 
de ordenar a expedição 
do cc:rnpetente edl tal - 
de citação da supllcc­ 
da para, nos termos da­ 
lei, dizer sobre o pe­ 
dido, sob pena de reve 
lia. Protesta por todo 
o gênero de provas em­ 
Dlreitos aànitidas, d~ 
poimento de testem.mhas 
dando à presente o va­ 
lor de C$ 30.000. Nes­ 
tes Termos. Pede e es­ 
pera deferimento. Bela 
Vista 14 de Março de - 
1985. (a) Dr. Oder Bo- • 
zzano Rosa. Assistente 
Juclciário. E para que 
não se alegue ignorn­ 
cia, determinou o M.M 
Juiz que se expedisse- 
º presente edital, cem 
o prazo de 15 (quinze) 
àias,, o qual será a­ 
fixado na sede deste - 
Juizo, no lugar de cos­ 
ture e publicado na foE_ 
n;ia da lei. Dado e pas­ 
sado nesta cidade e Co 
marca de Bela Vista, - 
Éstado de Mato Grosso­ 
do Sul, .aos seis dias do 
do mes de setembro do - 
ano de mil novecentos - 
e oitenta e cinco. Eu­ 
(Pedro Barcelos do Va­ 
le), Aux. Judiciário o 
datilografei: 
DR; ODILON DE­ 
OLIVEIRA - Juiz de Di-' 
reito em substitúição 
legal. 
ma s lei, te ... 
FAZ A ao.- 
c-u, o ::;r•·~-.v• l-:d! Lnl­ 
vi. ou de.e cortecl-­ 
monto tivenm, expedi­ 
cJo:-; no, :,ul.O!, d irven 
rio n@ 519/84, em 
qu,• Í.· i,w, ntarior.~ CC2 
1:nn: .r:scoBtJ< r:u;,.._, 1· - 
JnvLnt.úrir.:.dn 0011/TII. = 
Lll::S ESCOBAR /;'J!','ES, qu,! 
te processdu rereste - 
<;SLC Ju17.0 e Cart.Órlo­ 
Judlcial, r.;uc e a Eel..­ 
curprirnent.o, e ate.na,-_n­ 
do ao mais dos autos - 
consta, pelo precentc.­ 
Eà.1 tal que nerá afixa:. 
éo na cede deste Jui.7..o 
e publicádo na forma - 
da !ei, !'icam: CITADOS 
ANA DE A:Ji!EIDA NUNES, 
SANDM /üJY CARDOSO, - 
JOAQUIK DOlllVAL NUNES 
FILHO e dos filhos de­ 
ALTAIR DE ALMEIDA NU - 
NES, já-falecido, para 
responderem os tenros-­ 
da referida ação sob -: , • 
pene desenrcseirá - 
sua revelia. Petição: 
Exm2. Sr. Dr. Juiz de­ 
Direito da Ccrnarca de­ 
Bela Vista-Mato Grosso 
do Sul. Diz GOETHE ES­ 
COBAR NUNES, brasil e iro 
casado, Serventuário - 
da Justiça, danicllia­ 
do e residente nesta - 
cidade de Bela Vista, 
que tendo f"alecido Al>­ 
intestado, no dia 22 - 
de Março de 1. 983, em 
sua residencla nesta - 
cidade, à rua Antonio­ 
Maria Coelho, 462, sua 
maê 00!-IATII.DES ESCOBAR 
NUNES, deixando bens e 
herdeiros que deverão - 
ser dado à Inventário 
pelo presente re:J.E!" .a - 
abertura do dito proces 
so dos bens deixados - 
pela falecipa,nomeando 
se o requerente inven­ 
tariante e .abrindo-se-· 
em consequências Vis­ 
tas dos Autos, para que 
pranova as primeiras. 
declarações·= de Di­ 
reito. Dá-se a presente 
até a ava1iação õ valor 
lllÍnioo.Nestes Tenros P. 
Deferimento. -Bela Vis- 
pa:,1c • lo n:ta cida e 
CO-,ir..rca de n,, 1., V 1., , , 
E!it.o.ldO de 1 :. ,to G r-o ... so 
do Sul , oo:3 cn.•.c o l ,l:i 
do mes de sctcr,J.)ro r.:o- 
0..'10 de mil r=ntt::c" - 
oi~nta e cinco, Eu-­ 
(Pedro Barcelos do Vu­ 
le) Aux. Judiclru-lo o 
datilog.cafcl. 
DH; ODILOil DE 
OLIVEIPA Ju.:.z de Dlrei­ 
to em substitufção le- 
gal. ' 
TRIBUNA DA FRONTEJ -- 
T'ci.l.~ n- Jo,-r;,,~~. 
11- 
E, e P'±';- 'er'o 
e FE-RT 
P.'rl"If!A":':."';!"!':JF.- 
5HMT. 1.1X 
CITJ-? .523.3/­ 
CE0 5D1!.- 03.219. 
Cffi..l. 
erro d cairo r 
'!:Í. tdre e D::r....n:r..I:S r." ::5 
D:!.retom: 'W!'°A •P~'-1, -:-:;.. 
!A<q.."2 p E Rf. ~ p_,, 
?.'J".l('}o 
~ " Q-eft!: Th"'IUC . .U.·R;.'­ 
?A 
/UIB Em':~~ E: ,'"'Ji'X:: 
;·DE'RE 
' RJim'v'?, 
xfu rJ,PliF. ""!J'r!,.i.'7, 
CR'.t:"'C 
CITE T TE (CTT.) 
.XE l-'.illO ( .:unr()) 
RIFL ('7PESO) 
Feao, Adirisrao 
• e ~cira.. R:a cn a;íb!.ica 
!)!!. .ã'B- EIA VTAF - • 
C'.ARED'L23 
•••u••••• .. uu•u ••• 
VE.T A«C7A 
------- ·---· 
tr ·'·y rtr p» "rr 
"'r,.,,. t ro , 'rp oggt 
C"T'f"l:'1""':-, ,...:- -f'(!1r VO - 
to nnr o 'rio g, 6 
Y' ;,nçn tr:-:,..1..
1 
ha-i!-Cr, - 
horto o no tone 'r 
rês., "rh!hn ror 
PelA 
1
.'1:-tA, quanto J.i -­ 
ra'z, »!e ort» furto 
COC' o f'.l'<l l!'T. hO }',,:--_c- 
2.acarJa:;, <"P' =,.,.._ 
.foi ?' T,?. -~~<'1'1':.PC<" 
me o PT, c r'e ca-- 
beça ;·, crdo en­ 
fnent o PT,, o nosso 
r.arttoo. 
O rovo ente - 
deu a mene. do P2D3 
, +! vornrs on!- 
tla-C: - • ,,;. -- .. .,. .. - '-" - :. - - :;. - - ... - ... 
O_RAÇAO AO DTVHIO 
ESPIRITO SI'!.,.,., __ 
Espirita Santo, 
voce que me esclarece' 
tudo que ilunina todos 
os caminhos para que eu 
atinja o meu ideal, vo 
cê que me da o dan di­ 
vino de perdoar e es­ 
quecer o mal que me fa 
zem: e que em todos os 
instàntes de minha vi­ 
da está comigo eu que,.. 
o neste curto dialogo 
agradecer-lhe por tudo. 
e confinnar mais ura 
vez que eu nunca que- 
ro me separar de voce 
por maior que seja a 
ilusão material não se 
rá mínima a vontade _:­ 
que sinto de un dia - 
"'Star can voce e todos 
~ mP.US irmãos na Gl&­ 
ria Perpetua. Obriga­ 
do mais trna vez.T.F.S 
RODISB
.EL Rodrigti.espistribuido- 
• ra de Bebidas-Lida. 
ENTREGA DE BEBIDAS E ~'ESA.S rn'·l CAOCIRAS PARA FESTAS 
** CER.f:JA. ANTARCTICA A ~'ELHOR CER.f:J. 00 BRASIL 
AêmA TPJliBEH- rn' ru VISTA __ ,.; 
... 
RuA:VEREAOOR Ro~cu t'.e:oernos :-,;! 484 - FONE: 251-1641 = J4RDIM -MS

./.J1t1,.l,. 'fl•l11J:IA J,/, 1 í•l,'!if.11(/1 
C(JIW<('A fll•: A I.A VJ. TA 
O l)r. Dl lon d<· 
01 iwJ rn, Juiz ct,, llir<:1_ 
to da Comarca de l.k: ln - 
Vinta, Estado de Mato - 
Gro'.i'JO do Sul, n"J t'or· - 
ma d11 lei, etc ... 
FAZ SN1EH aos - 
(jU<l o presente Edl tal­ 
vi rcm ou dele conheci­ 
mento, tlverxm, expedi­ 
do nos nuton 262/85, - 
de InLordição de Herme­ 
ly J.lno r querida por - 
Mnr1n D<'lmlra Lino, quo 
rr. proccosn perante es­ 
te Juiw o CnrtÓrio Ju 
dicial, que atendend◊ÚÚÚ
ss provas conc;tontes - 
> 
INDICADOR- --PROf lSS IIÍNA_L 
1' 
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1 
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ilo•, . Jl.o i, r,0r r ,ntt n­ 
a proferida, ao cLn­ 
co d1as do mos e Ee 
•..r-mbro rl0 ·,no ,.i,, r 11 
novr cr n LO:; .1 • ,, 11
1 n t:1 
o cinco, rm !x.r,uJrJ..l. - 
trnn:-.cr,1 t.a, rJ••cl:u-011 ;:i 
In terdl;ão do HEHMEL'Y­ 
Lil r.J, hr:v;1ll·lrn, r;ol­ 
tl.:ira, do l ur, n"Jld n­ 
Ui nesta cidade e 
Ccm'l.!-co., 't',or :,e1· julra 
dn lncDP.r.<Z. dr: n..•E•1r - 
::;ua pco::oa <' 1J.dmlnin _, 
trar ccus bens, polo­ 
que ccriio nulo:;, de - 
r:i<'nhun efeito, todos - 
os contratos ou ncgó - 
cios realizados coa a­ 
rofC'ridn lntPrdita, 
sem ossist.;;nc10. de su.:i 
curadora o prévia auto 
rizoçõo deste .Juízo. : 
SENl'ENÇA: V
1r;tos, etc. 
lar, restante r ...... , ·­ 
cJ•J.to d· l, la Vl •,, - 
M,, à rua nerl O­ 
r1o, n 31, v a- 
Juízo requerer a inter 
di;ão de tua filha Her 
mrly Lino, bra[leira 
!..Ollcir,1, r:.r,lor, ~:::,i­ 
<: n U: can ;_i :.;upl 1 c:..n r• 
[l alepa;ão que digo, - 
de que a interditanda­ 
n 1:-.cidu cm 25 de Feve­ 
reino de 1942, VC-'11 so­ 
fr<•ndo rb.1 faculdDdes 
r.x ntaJ g, ; , rr.al qut? - 
, ,,_. 'l/",r'~V/lÚO, hÓ 
v.'.u•;o:; anos, de rrooo - 
qu•• n:io tcrn e la condi­ 
çÕcs para eerlr cua - 
pesso:i. e bens. Arguncn 
tnndo bens havldoS:. 
no~ bn-ança de seu 
cio de perito e- 
a decre a;ao aa - 
inV r•d!c;?io cc1:1 ·,­ 
consequente tomo-­ 
ação de Curadora­ 
Jun ou os documen 
tos de f1s. 03/06. 
Citado, ·.1 intord_~ 
to.ntc foi intorro 
gada f1s 11 e - 
não impµgnou o p~ 
dido na forma da­ 
lei . iiomcou-sc - 
Perito, compromis 
sado á fls.14, c~ 
jo laudo fof acos­ 
tado a fIs. 15,de 
ADVOCJCTA 
oç,00,'7,791--0 .0+/7 2%0% 
t +?s o;- r··+'o 
r rxo rr·v9 " ·rrrr 
197 
YJ'l 
-~C::CR!TC>nI..2_:JURtn,:co_ ' 
'1'' . 'O; C!!+.- N3V07A70 
'!° T?MAPA!''7N, 
0O"T2TA!,, O?V1, ( 2no'N D F:7! 
E=>, TNVEYTÀ".O, COO+"A, ETC .. 
..,.,. 
FC?7Toro: 
0',TVt:;:".RA, 650- 
J /?') -e-:· 
200 :)Q 
CP!O: RU' ANTONIO ·nr C i..A 'OE1!O 
~O::-:: t'.-39-'.!.:-!S": (Oô7) 	t------------------------.1 
J~-:;~:i:')~•!C:':A: ."'.l!. Cl::'.ABÀ, 4E8 	F:~CP.:'.'!'(l" TQ '1'=: :D'0Cft.C:1:.'., 
B'A V7STA - ATO POSO D2O !':U!, 1R. p:-:nP.o P.•,,,','.T-C:?.!;'. 
'CM1,77170 T? TERA, T:: 
VE"TRIOS E MUSA C?TIM! (a- 
FCPTTô?TO: RIA ! TE 'OVE/P 
FO!-!F.: 4::JS-J.1?? 
ADVOGADO 
023/°, 2124 
f.':'C:nTà:-:i:c: AV. DUQUE !)!'; CATAS, BLN VSTA- ATO CROO O SU! 
7.(CP7Q2 F?°2-]37 { Forjo][e] 
22-154 (Re<dr<) 
JARDIM- ':TO 7OO DO U', 
t 
ADVOCACIA 
'.'l~. ,i~~:'-tAR GODO'!- DR. 1:TAMAR DA 
DU'!'RA. 
F.:SCR!TÕR::i:o: P.U. CU!ABÀ, 
FONE: 429-1282 . 
350 
V:1:STA- itA.TO G:OSSO. '!JQ SU!. 
• "'A1JVOGADA 
2%. 'A?7' C1,T A C. SILVA 
0B/ES 32%1- CPF 1.490.201-20 
SCP7O: UA CEI.. C+'T?o 
FONE: 430-1302 - CE725· 0rv> 
22. CEDO " CU7A ROSA F:"O­ 
CRO/M 504 
ATENDE OU'NZE DIAS 
TA- ~t;;t'.A!':.~.S ft.' ,?-='.RNADAS .. 
DR: ADAUTO PTPES MAIA­ 
CR0/2'!S 906 
ATENDF. D:t:.11":A: :F:NTE- Rl',:':OX 
CDNSULTÕRTC: Rt.:/ 
FONE- 439-lC"-:?. 
RESIDÊNCIA: RU 
FONE: ~39 -1303. 
t 
REDE B:C:!,AV:t:STENS!=: DE JORNAS 
,, LEVA p.,rf-. VOCE TO!lOS O!': T:!:POS DE N...,O._ 
'f'!C_!AS". 	~ 
EIA RR ron -', :,} 
INIIIÇID 
 d'> CÕai;u ,,. 
cr ~:;o, Cl'!11. "J 
do de nvcirrnto dre 
}:-. U'J ,c..t. rrova r. 
ou a ri. (]!.J ·r, n.c <. 
me da irem!lt anda,­ 
,s, ndo viÚv 1 ,, cupl i - 
cante, pelo que está 
CT.nrJo obed:.!cido. a or 
dem de Vocação previs 
la no art. 447 do c 
digo Civil 1.177 do - 
Código de Processo - 
Civil. O interrogaLÓ­ 
rlo de fls. 11 faz 
prova de que efetivo. 
monto a interditanda 
nao se cncon tra no - 
gozo de saúde mental 
capaz de penni ti r boa 
gerencia e administra 
ção de sua oessoa e 
bens, tanto que o - 
laudo pericial de fls 
15 não deixa qualquer 
dÚVida a respeito da 
incapacidade mental - 
da interdi tanda. A - 
interdição tem por - 
finalidade precÍpua- 
a proteção da pessoa 
e dos bens do 1nterd1 
tando, além de guar­ 
dar em sí interesse- 
social, vez que a 
capacidade tem inte­ 
resses na segurança- 
e estabilidade dos ne 
gÓCios dentro do muni 
do jurÍdico. Por e;: 
ses fundamentos e por 
mais que dos autos - 
consta, levando em 
conta o'parecer favo 
ravel do MinistériO:­ 
PÚblico, hei por bem 
decretar a interdição 
de HEP.MELY LINO, bra 
sileira, solteira,: 
maior,residente á rua 
Gal. Osório ne 531,­ 
portadora da Certidão 
de Nascimento ne 4124 
fls.67V. e 68, livro 
A-7, do Cartório do 
Registro Civil desta 
Canarca, e naneio Ma 
ria Delrnira Lino, - 
qualificada, para ser 
curadora, sob comoro 
misso a ser prestado 
no prazo de cinco di 
as. Oportunamente,ex 
peça-se mandando pa­ 
ra a competente ins­ 
crição- no Registro de 
Pessoas Naturais, pu 
blicando-se, por tres 
vezes, co intervalo 
de dez, na forma aa 
Lei. Dou esta publi- 
• cada em audiên9.ia, _ 
será public; do no ' 
r-io C,t lci.,l e Impn 
Local, na fora + 
Dado e pasto n 
cidade e COI .:.L!'Ca •J·• .­ 
ln Vl :c;tn, E:; i>do d(• • 
to Grosso do Sul , 
l U.,., 
novo d ias do rs .. 
set.er.bro do aro de . 
noveccnu,:; e oítu:•·. 
cinco. 
Eu Pedro U·-;-c 
los do Vale, /,U:(11 i:..­ 
Judic ló.rlo, o d:'·tl kz.r_ 
fci. 
Dr. ODILOH Dr: OL!ií. 
RA- Juiz do Direito~ 
Subs_tituição leg;)J. 
ORAÇÃO À NOSSA QUEJtID. 
~ NOSSA SENHORA ftl'A­ 
RECIDA. 
Querida Me !is 
sa Senhora Aparecida, 
vós que nos ama e nos 
guia todos os dias, vir. 
que sois a l'!'ais bela - 
das Mães e quem eu r::o 
cem todo o coração, eu 
vês peço mais una vez 
que me ajude a alcança: 
esta graça por rrais 
ra que ela seja, sd 
que vós me ajudarás e 
me· acoapanhará sempre 
até a hora da mihha - 
roorte. 
Arrem. 
Rezar 1 Pai ti - 
so e 1 Ave fl!.aria e fa­ 
zer três dias seguidos 
esta oração que alcan­ 
çar-à. a gráça, por r,iaJ.s 
dificil que ela seja e 
mandar publicar 3 cil­ 
as seguidos, em caso_ 
extremo faz-se a oraitª 
em 3 horas. 
** .... ***i>-tt-l'tt• ..... *ff-t••·· 
PENSAMENTO 
*Indique t:na pessoa e_!: 
paz de se manter r.a O!! 
da do êxito sem sofrer 
obstáculos. 
A.F. 
S/1 
CALCÁREO

1 
CIL IINO: ES O 
MIS Não IP 
1 
... 
1-fillCF.J.O 
E um de ceus 
mais br1lhonl.cs pro - 
nu: 1ciamcntr - n 
dor l4arccio ~..J.vono, 
o mnis votado cm Bela 
Vista, vice-presiden-­ 
te do D~ "(•tório .1- 
CALVANO 
cip:il do P!-lDFl, r~::1,~iu - 
vecnxmlc crit ,c:..s - 
do .amlx.-m Vc r, • ,.,or do - 
fiIDB, Rosev, • l t. I ; r,o G::r 
eia. Além de .. firmar : 
que CoJ.vano "U<;a másca­ 
ra. st?7 no PJ3, mas . 
ilel,i 1/! •,tr·". O t.>'U Co­ 
v,•rr1·,t101· p1'0. ~•;'Jlll - 
1J:,C1'0U lo:lc,, Ofl U lJ, 
f'uncion:.1rlo, pnra vo­ 
tan.m em quun qul<,<'!' r1 
u rn1nhu po:;lçijt, <· 'u,1il­ 
posição pessoal. o - 
apoio brão e Vete Car 
eia. 
O PI DB err nos­ 
::;a c!dMe, cll !.lS<', n?.o 
Ó o PDB pelo qual lu 
tar.os, V.Excia nouf'(, 
vereador Vete, parti­ 
ci!)OU ca1ir,o d;, Cff - 
wr'.·!roltr ·}, f -- 
reitor cand!dato ro 
/ib:-i'io. ?<:c!u u. ~:-: c:u•. 
o delxem trab 'h ü' L:J.­ 
paz., no fiquem: telefo­ 
ranio pau: e Enerul - 
i».: -nos cu;rir as 
PREFEI 
Trabalho na Área RuraJ 
. A ação do pre­ 
feito Ildefonso Pinhel 
ro nà periferia, não­ 
abrange apenas a assis 
tência nos setores de 
saúde ·e social- com­ 
consultas, remédios, - 
orientação e solução - 
de problemas, tais co­ 
mo docunentação, ori­ 
entação trabalhista, - 
,~te. É muito vas):a. - 
Atraws d::, AGROSSUL, 1!:-_ 
defenso vem dando total 
apoio aos pequenos pro­ 
~""O:)rietários rurais, - 
os chamados chacareiros 
Não só prestando assi - 
têncin técnica, mas cr.!_ 
ando condições para que 
estes possam produzir- 
º prefeito disse que a 
reforma ag...-ária, tão - 
propalada, ro bosta , 
precisas dela, mas - 
prccisa'l'Os ncimn de ty 
do, ORIE!'ITAR o nosso - 
trabalhador rural. Hão 
basta mandar plantar - 
dar terras, é precü:o­ 
FJ-!SINAR A PLANTAR. 
Todos os peque 
nos proprietário po :· 
dem procurar a prefei­ 
tura llunicipal, através 
dn AGROSSUL estamos em 
:rn;ntn e querendo -­ 
for;ar ua torol de •• 
f)O. • ic;- o , 1 •' ric,•. 
e· r.c!lcl·slf;:, Uf'l ,,:~,J. 
iiÕo vou ':;IJl.,ir- 1.1"': !'l'~J :,­ 
ques co estes candi i 
tos, não são os rveu: - 
« cnndiiao3. 
Vete repodeu 
que o vereador usava - 
rscu, ma que 'nãc - 
condi-;Õ· 
·•Es:.a :.: a pol!tica du­ 
terr-1, a politlca do - 
P!IDB, atender os p:que­ 
nos, d:1r condições de 
trabalho. • 
O trabalho que_ 
a Prefe1 tur;:i t~icipal­ 
de.senvolveu, r.ao_ é po­ 
li tica, disse Ildcfor.so 
"não vamos fazer dema - 
po,;!:is n<"St<" m..--mento - 
t. acho que ningem 
ara Bela Visa ra!s do 
que eu, sou filho da - 
terra, qur:-ro o OC::-i .-;,e - 
ninha cidade e deste no­ 
vc que até hoje csc.;.va­ 
abandonado. , 
"Promessas ais­ 
se no enche a barriga­ 
de r.ir.gué::J. 
11 
te 4 
• lt • IC" • ._ 
r(O 
jr.t r cl,.., !"' V'f. "JJít.;i 
pa..mino oro, 
;/.!.lSOl' .. C·'.J• C wr } yHr 
nha luta que a cs! 
nhaaa é diticti,n na 
;:x, · ·o , .(-- cr _ 
1 
• .:.rJ'. 
••• C/SOLINA - DIESEL 
1 1
' 'AGORA SUA 
~ 
BORRACP.ARIA .. TROCA DF: Õ!,EO u • 
..... O SEU PONTO DE PARADA OBR!GATÕR:O t-:.'. RODOVIA JARDrn /, PQ?.'1'0 ·:uRT:.~::-Jo•* • • • 
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H .. SERRASUL MóVEIS APRESE 
COMEN'T' ANM 
EM PÊ O ANlVr.RSATllAfrff F SEU PAI; SENTADOS 
DA ESQUERDA PARA DIHEI'l'A O CASAL ENOLY E 
GENIL: E GERSY SILVA. 
15 AllOS 
A Menina-Moça 
CENILDA PAIVA, no 
dia 14pp. recebeu 
mui tos convidndo::i l'lll 
sua resldincia, cm 
pauta: seus 15 anos. 
Parabens, 
TRANSCREVE3OS 
Aqui, uma bo­ 
nita poesia, recebida 
pelo Cel. Doria. 
Vastos cerrados de - 
rvors sem flÔros, 
co godo nrlsco o dos 
cavalos pontaneiros, 
das carreteiras entre 
longos corredores, do 
Ao Companheiro hanens do campo- dos 
Cel. DÓria, intimam~n temidos boiadeiros. 
;.___.,-....,..._, 
MATO GROSSO 
! 
E, 
.·t 
... 
,, 
te ligado NA CAVA 
LARIA e a Bela 
Vista, homenagem 
<.lo autor ... 
Mato Grosso, do Apa 
e do Perdldo, 
Serra da Bodoquena e 
de MaracajÚ. 
f.embrMços de Lugar 
Já percorrido, onde, 
EU TE QUERO, se diz: 
"chc rogha!ghó!", 
-na 
o ASri> NT. GCPiipi. F:no 
(GÃO) DA ESQ,.'qDA PARA DIREITA DR, GERARDO 
ROSA; DR. DINHO; TATI; GÃO E DR, JORGE, 
Do toreré, da mni1oca 
e do ol quente. 
J,l::itor,ro.::.,o- ''Cho uml­ 
go caraf", tudo o que 
é tcu, me perpassa pe 
ln mente, 
Com saudades do guavi­ 
ra e do piqui, 
Natogrosso, tá de mim 
nunca és ausentes e 
como lastimo hoje es­ 
tar longe de ti. 
Cyrano Nieneyer Port~ 
carrero. 
NOTA- O autor, Coronel 
Retonnado da FAB tem 
a honra de haver sido • 
Tenente de Cavalaria 
e servido no 10° Reg! 
mento de Cavalaria In _ 
dependente, em Bela - 
Vista, de onde trou- 
xe úteis ensinamentos· 
e, esta imensa SAUDA= 
DE ... 
PMDB ESTÀ INFESTAOO 
DE COMUNISTAS 
Maia uma. vez 
o vereador Claudionor 
Rodrigues acusou o 
Governo do Estado de 
perseguição e o PMDB 
de estar infestado de 
COITIJJ'istas. 
O Vereador, do 
PFL disse, na câmara 
Municipal, que está 
havendo perseguição 
em Beln Vista". Disse 
também que "o asfalto 
da via. de acesso ao 
Parque de Exposições 
não benificiou o po­ 
vo, mas meia. dÚzla de 
pecuaristas que pos­ 
suem checaras nas ime 
d!açe". 
D!:e ta:oe" o 
vereador que ''o povo 
bclavistense no me­ 
rccc esse dcsre:.!)•-·1- 
to. Ê preclso haVCP­ 
scriedode". E acusou: 
"QuW1do dizem que o 
PFL e o PS são far! 
nha do mesmo saco, e 
bom que o povo saiba 
que pelo menos nao 
admitimos comunistas". 
IVAN QUER A NCX-1EAÇÃO 
DE UM JUIZ DE DIREI­ 
'IO 
Ivan Manques - 
lembrou que o traba­ 
lho do atual Juiz de 
Direito, Dr. Odilon 
de Oliveira, de Bon_!:. 
to, é meritório, mas 
que é muito sacrifi­ 
cio un juiz atender 
duas Comarcas. 
AMIGOS DE GAO QUE FORAM Ai- , , .,. , 
LA DATA. 
Podo urgentemente a 
designação de um 
novo Juiz para a 
nosso. cidade 
I haja 
vista o. transferê.0_ 
eia do Dr. Jonas - 
Pcllicioni para A­ 
quidauana. 
O Vereador en­ 
focou o. necessidade, 
sobretudo por viver­ 
mos u:l período elei­ 
toral, 
Pede urgência. 
POEMA 
MINHAS DEFINIÇÕES 
DE SOLIDÃO 
Aprendi a.cus 
J 
' 
h-- dr lá 
, ,1ikv '" 	,dO; DR. JOSE 
GERALDO 2 GÃO 
ta de lágrimas, a! 
gumas definições - 
de solidão. Soli- 
dão é amar e não­ 
ter esperança de­ 
ser correspondida 
É querer muito al­ 
guem que nos quer­ 
um pouco menos. 
É esperar um­ 
pouco mais de al­ 
guém que nos ofe­ 
rece um pouco me­ 
nos que poderia - 
oferecer. 
Estou aprenden 
dendo a viver à: 
base da solidão - 
tudo por causu de­ 
uma procura que as 
vezes da cm nada - 
Eu preciso a­ 
dmitir que as ve- 
zcs tenho medo,mui 
to medo de não en­ 
contrar recursos - 
para fazer alguém - 
feliz e ser obriga­ 
da a caminhar so - 
quando o mundo in 
teiro me espera de 
braços abertos e - 
me fala àe tanto - 
amor. 
Eu procuro um 
amor que não morre 
e quando descubro 
que tantos amores­ 
morrem, fico com rn_ 
do e retorno ao me 
lugar deixando de­ 
lado a minha busca. 
Solidão é sorrir , 
Sorrir p/ não cho 
rar ... 
Iço ESRE 
Assa 
. ./. ~ 
- 	·< 
L 
Ele garante 
sua tranquilidade. 
1 
AGORA. - .FICOU JIIAIS FÀCIL ASSINAR O I•:i::I.r!OR JORHAL 
DO BRASIL, O ESTADO DE SÃO PAULO. 
PROCURE O SR. CDEVAR DE LEITE BARBOSA- A RUA 
CRISPD4 DO REGÓ AO LADO DO CUBE ELAVISTE:SE. 
, 
SERRASUL 
·+«««MVEIS 
> 
MOVEIS' 
SERRASU!,··« 
,· ... -· 
F)' /7-1296 - S' 
t :