SURGEM NOVAS 
LIDERANÇAS 
Este jornal - 
sempre defendeu a par 
ticipação de jovens- - 
na política, até - 
esmo criticava, há 
1 i<lcranças Jovc-ns, 
entusiastas, vihran 
tes, participativas. 
Sebastiao Za­ 
carias l·i lho, <lo - 
PMIJII, atual prcsi- 
.., 
• ~ 
d:1de é que Bela Vistn 
lllllclOIJ, L IIIIIUOU lllUÍto, 
Se antes havia o l'IJS 
como poder e o PMD}­ 
com alguns integran­ 
tes-hoje o eleitor - 
1 
1 o 
alguns anos, a falta 
de líderes políticos 
na comunidade. 
,Sabemos,tambem , 
que o PMDB, a nível 
nacional, sempre pos 
tulou a volta de elei 
ções livres nos muní 
cípios considerados-­ 
de interesse da segu- 
ru 
RUBENS RODRIGUES 
dente do Diretório 
Municipal e Rubens 
Rodrigues ,do l'FL. 
Quem·não conhece~ 
"Nego e o Corujn"? 
Atuam cm cam­ 
pos.diferentes, Pª! 
tidos diferentes. , 
ás vezes até se cho 
cam no campo das -- 
. ·~ - . 
I 
. ,. 
rança nacional. isto 
representa justiça - 
histórica. Como lutou 
pela anistia e liber­ 
dade da imprensa. 
O jornal tem o 
compromisso com ave! 
dade. 
Nesta campanha 
política em Bela Vis­ 
ta, dois nomes desnon 
taram com força. sao 
NEGO ZACARIAS 
idiias, mas prome­ 
tem muito para o am1 
nhã. 'E: a safra nOa - 
que vivifica a ativid.'.!_ 
de política em nossa - 
cidade. __ 
Pintam, desde ja 
como prováveis candid.'.!_ 
tos a vereadores ou • 
até mesmo porque não 
dizer, a prc fci to ou 
vice prefeito. A er- 
tem mais alternativas, 
não só o PDB mais 
forte , corno o PFL 
e o mesmo PDS. 
.Rubens e Se- 
bastião são fatos 
novos na política, 
entre tantos ou, 
tros. os .quais, se 
mana]mente,daremos· 
o mereciào âcstâ - 
que, deixando bem 
claro que .não se - 
trata de mat6rias 
pagas. E avisamos 
aos nossos "amigos" 
políticos: TRIBUNA 
DA FRONTEIRA é um 
jornal livre, abe! 
to ao debate e - 
não admitiremos - 
mais ataques gra­ 
tuitos ao nosso - 
jornal. - 
Havera respos 
ta, e um jornal - - 
que cresceu LIVRE, 
de 1972 para cá - 
GOSTJ DA BOA BRI­ 
GA e sabe comó nin 
güm ENFRENTAR DE 
slEie- 
(IP) Ivaldo 
Pereira. 
I.E . 
14 
ANOS COM 
A 
VOCE 
CLAUDIONOR: 
~ 
1 VITORIA DE DILLON 
) vereador - 
CLAUIONOR RODRI­ 
Glll:S, 11111 dos mui s 
destacados líderes 
do l'FI.. <liSSC' on­ 
tem a reportagem­ 
de a TRIBUNA DA - 
FRONTE I Ri que " a 
vitória de DILLON 
E certa, o povo sa 
ber;Í escolher o me 
lhor e o melhor e 
ll 1 LLON". 
l'ara Claudio­ 
nor Rodrigues. "o 
PDB se perdeu nos 
MEANDROS de suas - 
promessas. feitas 
cm 1982, tambei - 
nos palanques. co 
mo o fa::em agora; 
as contradições do 
partido geraram irr 
clusive desconten­ 
tamento de lideres, 
exemplo de Corumi­ 
la, Adail, Rosita 
e blancco". 
O vereudor <lo 
PFL entende que - 
"as candidaturas 
de Abraão e Vete­ 
não são candidatu 
ras populares, 6 a 
-força do poder eco 
nõmico que está mo 
vendo essas candi­ 
daturas. Nós esta, 
J I 
/ 
i UfGO Rol{a! 
mos lutando contra a· iotolcriincia cp­ 
radicalismo" . 
C:laudionor entende que "o povo. es 
tá acordado com as'promessas e as paJa-­ 
vras dos candidatos do PMDB, eles não­ 
prometem nadn de novo. nem trabalho,, ape­ 
nas querem o poder'. 
Finalizando . Claudionor disse ''peço aos 
homens de bem, aos que abominam a violência. 
aos que defendem a familia, a Pátria, a Liberda­ 
de, que meditem muito a respeito do atual quadro 
Dillon na Prefci tura ~lunicipal será a certcz.a rl::i 
moralidade na Administração. 'otem certo. Vote,-n p~ 
ln familia 
o 
MITOS, 
DIGNO 
O Prefeito de Antonio João. 0S'rl.DO DE ~LTOS •. tem procu­ 
rado resolver os problemas da comunidade. 
Hoje Antonio João estií ligada por Ui1~ãs principais -cida 
des do país, as obras de pavimentação asfáltica da avenida - 
Eugênio Penzo prosseguem, a situação <lo funcionalismo está - 
normalizada. 
Dentro de suas possibilidades o Prefeito está âdminis­ 
trando Antonio João com capacidade, honestidadee confiança 
no futuro. • • • 
Homem honesto, sensível ás críticas, _ficou magoado - 
quando leu uma crítica publicada em jornal editado n Doura­ 
dos. - com aquele- jeito, todo seu, disse. " acho justo receber 
críticas construtivas, mas atacar a minha pessoa não, faço o 
cara comer. '0 _iorna!''. 
Não, senhor Osvaldo, não funciona, mesmo porque j orna 
lista está acostull)ado a comer papel, tinta, fitas e até .·chuiii 
bo. 
Responda;ccvn a sun dignidade. de um homen com mais de 
60 anos, de passâdo limpo e honrado. Podemos não concordarin 
teiramente com o seu candidato a prefeito (é um direito nossii 
mas longe disso não reconhecer que o prefeito moralizou a 
Admi_nistraçio Municipal.. 
Em tempo: O PREFEITO disse-.nos que a Prefeitura não es 
tá envolvida na campanha polítTca. 
LEIA 
-­ 
PÀGI:i INTERNA 
TUDO ISO E O CEU TAEM

, Jtr 
' 1.  
N 0A1O. 
() llr. ,hiiHl'S, Sec'J"t>t;Írio de ,Justiça de MS,co 
brou uma colaboração do Diretor da REDE. para os car 
did,1tos do l'~lllll ;Ís i'n·frit11ras da Fronteira. No dia 
logo informal, o diretor lembrou de velhos ami~os 
(Sério ru. Valter Pereira., Roberto 0rro, Rubens 
/1:tllH':, da C:11nliil e 0111 ros) disse q11e o qund10 est.i I!_! 
t1efi11ido. 111.1s as chmces do PFI, são maiores, Jua - 
nis, COhl ;1q11t'l:1 'l'l''l', 11poslou: _ 
-Ema Bela Vista ganha o Abrão, com SOO votos 
de vantagens. 
-Esti valendo u WISKY, dos hons. 
III_VISOU 
E o ORRO, amigão da pesada, também esteve - 
visitan<lo :i TF, só que foi una visita meteorica. Não 
dru para convers:1r. 
POIS E 
---- 
1.itlcrcs do PMDB, pessoas ilustres, quando 
visitam Ilda Vista não esquecem da TRIBUNA e do seu 
nedator-Chcfc. O "jornaleco" há 14 anos circulando, 
deu mui ta cobertura para esse pcsson l nn cpoca em 
que ser chamndo de cmc<lcbista eni temerário. Scrgio 
Orra, Valter, Jures,etc,ct. septe .mercenau- 
• ·,a Rde AC.rco y!9 1 
e•·p·1i-o•· no· JOfll,IJS u,I Lei;. ' ,. ~- 1 í'l'''L 
·' • "1 ·' • ·' 	. 	te » l 
censura imperava o lurn.ll _ 1bri:1 •
1
'• _· _·' .' . , 
(;j!)'J u fTAMl.N'I I. p:'í ra os entao emcdebi.st ,l s ' e lll r '... 
to que nunca será esquecido: Quando 1caçava en- 
1 ·orn t)J'•·t·J 11·1 1,.·1 de S<'"'ll,ltl•·.i r,.;,1c1on.il qu:1t r;1r o J , ., , . 1M- 	' 
quando as "visitas'' ao quartel era frequentes • 
uma voz clava por liberdades., em Campo Grande: 
SE.RGIO CRI., Scnpre perguntamos: Por onde anda - 
v:un os peencdebistas de hoje? Sera que estavam 
no MDB? 
.',io. 1,111 i tos cs l av:111 n.1 ,RI.:,, u11 na doce 
quictlldt' dos indiferentes. 
FALANDO EM JORN'L[C() 
0 candidato a Prefeito <lc Bela Vista, o 
nosso amigo /BHAAO Z/CARIJS, posso~ ~duca<la, tra 
halha<lor. gente fina, di:;sc cm corn1c10 que o EDI_ 
T/L llE J.ICIT/ÇM p:ira o asfalto de .JiRDI~I n l_lcl.1 
Vista havia sido pubUcado cm jorn:il da cital 
e niio no "JOHN/1.ECO" 1 oca 1. 
RESPONDER /O /BIWiO? 
Não. Absolutamente não. Depois <lc 14 nnos 
responder as críticas _que fazem ao jornal nos P!! 
rccc infnntilida<le. Só achamos ciuc ha assuntos 
mais importantes pura se falar cm comícios,_ <lo - 
que criticar jornuis .. E, lcmbran<l? Levy Dia~. 
"devolveremos rosas aos que nos atiram pedrus , 
BONITO ISSO. 
Avisamos a l'OLiCIA, a PREFEITIJRJ Mtr.-.;ICIPAL 
e até ·agora NAD, FOI í-EITO. 
EXPI. I CAIOS: 
.'a esquina <la Hun da República com a Santo 
iíonsll, bem pc-rt inho tio jornal. motoristas temc- 
-
:.;, ...;. .:.,._...,. ~_
1
~•~•:~~•~•~•~•~•~•=•=~
1 
..,.._,__:_. ... r .. , i;,.;.;
10
;,;".,· •• i,.r,.r.c,.si.10
111
,.1:,
111111
·.ín- is e malucos, es tiio colocan- 
do em risco a vida de - 
crianças.Ali é t'ajeto de 
estudantes do Vera Guim.1 
riics e do Ester Silva, - 
sem falar nas crianças 
que brincam cm frente as 
suas casas. já presenci.i 
mos TRf:S. TRES "quase" - 
acidentes. com crianças 
e umas 'qqasei" DEZ RATIIAS 
Avisamos e nad:J 
foi feito. 
C..olocamos lUl1:l. TORA 
no meio da rua e. outros 
moradores. por suas pró­ 
prias contas. colocaram 
obstáculos. 
O que fizeram? - 
Tamparam os que­ 
bra molas improvisa<los. 
retiraram a :TORA e tu<lo 
continua como antes. Por 
enquanto o "·quase:: n:io e~ 
tá deixando acontecer um 
acidente, até quando? 
só avis:imos. Mais 
uma vez. se per infelicj 
<la<le uma CRrA'lÇA for & 
tropclada, mRT, por es 
tes MARGINAIS do volan­ 
te, algo de muito ruim 
vai acontecer e não c;c­ 
ra apenas um PROCE$.50. 
T5IPO 
O vereador IVAN MARQUES, ouviu o comício 
do JBIWiO e não gostou_dn lcmbrnnça, Para IVAN- 
n'V. ll m1.T·1 JC:_ 
- 	- - t• ·- --- 
Im ela lista o II!LO.N entrou ta nt.1 li­ 
nal. está visitado as+_POF_casa._·· 'le­ 
vando. juntamente com o Cachito. a Sua ensty 
de trabalho. de IA. de AR a causa piiblica. - 
Billon está distribuindo o seu PRURA de tra­ 
balho, que tem como aluas_prioridades a cons- 
t ruço do Matadouro. Rodovi@ria, Colégio_no Na­ 
ca Te '.i. usíalto. :1n:pl1:iç:10 <la rC'tlC' l'ltil'll. 
de água, urbanização da Praia do Apa e assisti­ 
eia mé<li ca e social• 
FiL.IX) !~! PRJl, LX) ,J>, 
Precisamos ;:clar pela Praia do Apa, um pr 
jeto de urbanização. como plantio de mais ár­ 
vores, colocação <lc bancos e mesas COI rntl<::irJs, 
:'CrÍil muito útil agora que a praia se tornou una 
alternativa de Ja:cr. 
CU! IJ;JX), l't:RIGO! 
noseu 
caminho. 
PARA TI . GOL. 
KOMBI. 
SEMPRE 
SAiHANA, VOYAGE, FUSCA ,· SAVEIRO, 
UM CARRO 
Existe -Kmpre 
CIJAL 
,._ 
O KM A SUA ESPERA. 
i 
DE AUTOMÕVEIS LTDA 
RUA: .. 1° DE MAIO - 571 REVENDEDOR AUT-ORIZADO • VOLKSWAGEM 
A PROl'ÕSITO 
Nessa história de - 
trânsito está . na hora 
de· a Prefeitura e Cir~ 
tram sinalizarem as nos­ 
sas ruas. Mão e contra­ 
mão. PERIGO. Velocidade. 
máxima . etc . : . ClJIDAOO 
CRIANÇAS. ESCOLA, enfim 
DISCIPLINAR O TRANSITO, 
*** GASOLINA 
POST.O 
DIESEL BORRACHARIA 
TROCA DE ÔLEO *** 
***** O SEU PONTO DE PARADA OBRIGATÓRIO NA RODOVIA JARDIM A PORTO ~RT.INHO***** 
,., 'ATENDIMENTO' PERFEITO'• 1 
''' 'AGORA SUA VIAGEM 
MAIS TRANQUILA, , , ,

-------- --------------------- 
+ I H!A! TRJBJ DA FFoii±li hti "3@-l P	" ? E UIUE DE1.9ss 
CÂ-MIRI É NOT(CII 
1- 
AI VEREADOR 1O'SEVEL'TE_1IO GARCIA 
Requeiro a mesa ouvido o plenário na for 
rg regimental para que o Senhor Prefeito Municipal 
etemine_a abertura da Rua Euébfo Martins dos - 
c±tos ate lua Barao do 'l'rlnf'o, eh 1nt,ign 1 txcl­ 
ra de ncssa cidade, 
Sala cla:i Sc•suoes, 15 de Outulwo ele l.9U5 
ROSSEVELTE LIIIO GARCIA - Vereador p/ PD 
JlJl'OR VEREJDOH RO~,SEVELTE LINO G/RCIA 
Requeiro a mesa ouvido o plenário na for­ 
nu reeJmentnl para que o Senhor Prefeito Municipal 
de termine ao Secretário de Obras para que conclua 
o pavimcntaçõo ru.,fál tiea da Prnça Antonio João en­ 
tre os Ruos Duque de Caxias, Rua são Geraldo·, Rua 
Sonto Afonso ê Rua Aleebiades Bobedilha da Cunha. 
Sala das Sessoês, 15 de OJtubro de 1.985 
ROSSEVELTE LINO GARCIA - Vereador p/ Pt'1DB 
JUSTIFICATIVA: 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores: 
Tendo em vista que situa-se nessa praça o 
nosso glorioso 102 Regimento de Cavalaria, o Paço­ 
~1lnieipal e mesmo a nossa Igreja Matriz, fato es -­ 
te que trará grande benefício can a pavimentação - 
asfá.l. tica dessa praça. 
Sala das Sessoes, 14 de Outubro de 1. 985 
ROSSEVELTE UNO GARCIA - Vereador p/ PMDB 
A1JI'OR VEREADOR IVAN AFONSO DA COSTA MARQUES 
Requeiro a mesa ouvido o plenário na forma 
regimental para que o Senhor Prefeito 1-'.unic:ipal d~ 
tennine à abertura da Rua Alcebiades Bobadilha da­ 
CUnha. Sala das Sessoês, 15 de Outubró de 1.985. 
VEREADOR IVAN AFONSO DA COSTA NARQUES - Vereador 
p/ PFL. 
ENGENHEIRO CIVIL 
RRI€AAR D 
DE SOUZA ~OSA 
, CREA -667-D-1ICA-76/83/CR 
POJE TQs DE ExcuçÃo. sRv1cós 
TOPOGRÁFICOS, DESREWD?AMENTÓ 
, LOTEAMENTOS, MEDIÇOES DE FA- 
ZENDAS, ETC, ,- , .  
·, 
RGUARI2Aço DE OBRAS- AVALIA 
ÇÕES- ORÇAMENTOS 
ESCRITO?1O: RUA MAR1O - 
VANDEN BOsc - 460 
FOR!: (0673 439-1366 
VISTA- 
H~qiJclro a r:xosa ouvldo o plcrÚ.r1o nn for 
ma regimental para que o Senhor Prefe!to Municl-­ 
p,,l, dctennine o pntrol<lmC·nto e n1vclome;nto do 
local reservado para "Arca de Lazer' no Loteaaen 
t,o Primavera a fim de proporcionar no::; morado~s 
do mencionado lot,comento a pr:itlcn de esporte. 
Sala das SessoCs, 15 ele Outubro de 1.985 
IVAN AFONSO DA COSTA MARQUES - Vereador 
p/ PfL. 
AlJI'OR COMISSÃO ESPECIJl, DE DQJÉRITO 
Tendo ~ vista o que determina o Art.212 
• e 213 do Regimento Interno desta Casa lr.gislati­ 
va, como Presidente da Comi::;sÕO Especial de In - 
quérito., convoco .no~ - Sr. Dr. Ildefonso Pi - 
nheiro DD Municipal, para cc:xrparecer a esta Ca­ 
sa Legislativa no dia 17 do corrente mês (quinta 
feira) à.., 09:00 Hs, para prestar. esclarecimentos 
relacionados a assuntos a sua Administração. 
Sala das Sessoés, 15 de OJtubro de 1.985 
IVAN AFONSO DA COSTA MARQUES- Presidente 
da Canissão, IIARCELO CALVN-0- Relator da Comis­ 
sao, MARCELINO CÁSSIO B. ACIOLI- Membro da Comi~ 
sao. 
AllTOR VEREAOOR IVAN AFONSO DA COSTÁ MARQUES 
Indico a mesa ouvido o plenário na foria 
regimental dispensadas as formalidades para que 
o· Senhor Prefeito Municipal, informe a esta Casa 
Legislativa se o funcionário Dalmo Lobo, encon­ 
tra-se em gozo de férias ou está licenciado da - 
Prefeitura. 
Sala das Sess_oês, 15 de Outubro de °1.985 
IVAN AFONSO DA· COSTA HARQUES - Vereador 
p/ PFL. 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Editora de Jornais, Livros e 
Revistas, Serviços em OFF-SETT 
REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA 
CGC.MF 15.513.203/001 - INSCRIÇÃO ESTA­ 
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e Documentos n 35. 
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REDAÇÃO 
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JOB MELO (FCYl'OLITO) • 
RUDEL MOTA (PRESSÃO) 
Redação, .Administração·.e Oficina 
Rua .da RepÚblica n2_ 268-.·BElA VISTA-NS 
CXA POSTAL 23 - FONE- 439-1410 
1 IGIEII E 
1 POLITÍCI 
Quando Deu cr!ou o mudo E!e ttha un - 
pl;o.no: qu,, todo:; v1v- ~-<Ll f"iir I ca,o r-r fo:-'·-1 
u verdadeiro paraíso. Ms pelo rela!onnto - 
hum an o entrou o egoísmo, e pe lo polso, o pe ca 
do e a morte.E o mundo torrou- u rnane tor­ 
re de Babel, divid!do em ricos e pobres, sbios­ 
e analfabetos, esbanjadores e finos. 
A presença de Jesus no mundo, é ua pre­ 
sença proposta: recolocar a cola no eu luar 
Para loto. ele_ c.nunciou ur,"l Soc11•d..iti.: d,. Frat.('m~1 
ele, de Justiça, onde todos mo que precisa - 
pr.Í viver dtgn;:;.ricnte; de igu.:i..ld,.:óe- onde todos - 
respeitados na sua dignidade huna;de liberdade 
onde todos pode:n viver sem ser escravos de nin - 
~em. 	·1 
HoJe, nó:; queremos que o nosso mundo se- 
jn ma!s fratemo, mais Justo e mais cristão. Que] 
1 
remos u mundo de i rrnãos. 
•
0 
MISSÃO 00 ESTADO E. DA IGREJA ••• 
00 ESTADO- Org.mizar a sociedade, preer 
cupar-se coa o bem estar de cadá pessoa, defen­ 
der, respeitar, garantir, e pranovcr os direitos 
Elas pessoas: despertar.ª consci.ência dvica e po 
lítica do povo. 
DA IGREJA- Evangelizar a Sociedade, pro­ 
porcionar educaçao SÓCi~polÍ tica para o povo; -, 
Hunioar can a palavra de Ceus a vida das' coruni 
dades. 
0
• MISSÃO DE TODOS ** • 
Precisamos de·organ1zação da sociedade- 
e da polÍtica. . • • 
O que.é pol1tica? Política Vel1) da pala - 
vra grega "PÓlls", que quer dizer cidade, cCJJ_IJ111 
dade. Política é então, todo o trabalho-em favo . 
da tem.midade. Tudo o que a gente fala, faz ou - 
deixa de 'fazer, ajuda ou atrapalha a corrunidade. 
Se a.nossa atitude ajuda na organização do po:vo, 
então é una' boa polÍtica, se atrapalha a organi 
zação do povo, é una má polÍtica. PensandQ ass 
todo !ll.1!1do-faz política. só não faz política o - 
bÔbo ou o louco que não tem uso da razão, 'que - 
nao pensa. 
Muita gente quer ser neutra, não quer se 
meter em política e não percebe que cem essa ati 
tucte· está fazendo una -péssimâ polÍtica: está fa­ 
vorecendo o mais forte ou a situação. Não dá p • 
ficar em cima do muro. Ou se está do 1!3(lo de un 
ou de outro. U exemplo: se houver una briga 
tre duas pessoas, una grande e forte, a outra pe 
quena e f'raca. Se ficamos só assistindo a briga 
pensando não "se meter'', estamos favorecendo o - 
forte. Assim e na sociedade. Toda a polÍtica • 
-ti dá.ria que não está a serviço do povo é una ma 
política, ·é una "politicagem". Quando alguêm fá­ 
la que não gosta de pblÍ tica, que é coisa suja - 
enganar os outros, •. ; Ele está falando de POLITI 
CASEM. 	• 
POLITICAGE?>l É: enganar o povo, coprar­ 
votos, fazer pranessas falsas, abusar do poder e 
àinheiro para se prarover, desviar dinhéiro pÚ - 
bllco. . 	. . 
O maior repensável pela po1Ít1ca é o po­ 
- vo. • Porgue a força da política está no pavo. E- 
• se chama ''voto". O votei livre, secreto e sagrado . 
ANTES E CONSTRUIR, 
PASSE_ NA_.:.- • 
PILAR 
Qualidade e . 
preços baixos"" i me 
TUDO BP? SUA CO.53c: CAL.; CTT'/0; .T:!±A; 
n' !CU; OS; PVC EM ESCCTOS; AZULEJOS; CONU;O SAN7 
Tiro AR!CES E; CM!: 
•

-- ------- 
1, /, 
ME N S li G·E M 
~ 
DE 21 2[Ui'til.lar	, 
ORCIMf NTÍRII- - 
Cumprindo preceito constitucional­ 
fazemos cheear às maõs de Vossa Excelência 
a presente Mensagem. 	• 
Vivenos ainda tempos difíceis, de-• 
recursos escassos e necessidades orescen - 
tes. O esforço que vem sendo desenvolvido 
através do Governo Municipal, e sua equipe 
de trabalho no sentido de solucionar os pro 
blemas mais urgentes de nossa comunidade, 
refletem a idéia e os anseios da população 
Belavistense. 
Um esforço constante tem sido fei­ 
to , no sentido de ajustar, no plano inter 
no os programas . do Governo para alcançar 
resiltados positivos.A austeridade, o rea­ 
lismo, a objetividade tem estado sempre - 
presente no nosso espírito, o que tempos­ 
sibilitado, ao Governo Municipal, bom de - 
sempenho. 
Novas Secretarias farão parte inte 
grante da· nossa estrutura administrativa­ 
tornando a administração municipal, mais­ 
atual, mais ágil e sobretudo mais eficien­ 
te. Nesse particular contamos com a contri 
buição decisiva do Poder Legislativo, pari 
aprovação do Projeto de Lei de Reestrutura 
ção Administrativa a ser encaminhado bre­ 
vemente. 
Restaurada· a credibilidade da ad- 
ministração publica, poderemos retonar o 
desenvolvimento, mercê de obras de infra­ 
estrutura e estimulo aos setores de produ 
çao. 
Teremos.o progresso, que não será sé 
crédito de Executivo, mas do Governo como 
um todo, soma de todos os Poderes. Com uma 
-nova e saudável relação entre os Poderes- 
é que se possibilitará um proficuo ambien­ 
te.de trabalho, de justiça e de segurança 
suficiente para restaurar, no espirito da 
população, o ânimo e a confiança, sem os­ 
quais não poderá haver progresso, eis que 
ele só vem do labor do povo. 
Ao lado da contribuição legislativa e em­ 
razão dela poderemos aprimorar, cmplementariamen- 
te , a mquina dhInlstrativa. inser;o de no 
va .ecr tarja ao unidade orçamnen urja pemn e.­ 
tr criada por Lei na rosg estrutura adiní31.a 
tiva atual, prendo-e a uiwvel relação entre­ 
os poderes coam a qual contamnos para o futura " 
prova;o de Projeto de Lei visando restaura;ao 
um!nlstrativa, 
Outrossim, entendemos também que qual - 
quer r+Jefçc na criação dessas secretarias, as 
dotações a senem aprovadas, neste Projeto de Lei 
Orçarentrla, poderão ser transferidas para as­ 
SPcretarü.13 dP atividades correlatas, de direi to 
e de fato, sem corr.prometer o orçomento municipal 
de 1.986, 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores, 
na conjuntura atual, entendemos que estímul,os - 
devem ser dirigidos e conc,entrádos no sentido de 
desenvolvimento e promoção de nossas potenciali­ 
dades. 
Paralelamente devemos aperfeiçoar os me­ 
canisnos administrativos, can destaque para as­ 
áreas de saúde, COM a inclusão de atividades so­ 
ciais de inegável importância. 
Para tanto, elegemos as metas prioritá­ 
rias municipais, as constantes- dos anexos inte­ 
grantes desta Brooostn Orçamentária,onde evidên­ 
cia as codificações 'Projetos/Atividades", me­ 
tas e dotaçoes_ respectivas~ sintetizados na se - 
guinte forma: 
a) CÂJII/RA t-'.UNICIPAL 
Recursos na ordem de CR$ 765.900.000 (Se 
tecentos e Sessenta e Cinco MILIhoês e Novecentos 
Mil Cruzei.{'os), destinados ao Legislativo Munic.!_ 
palpara atendimento de despesas de custeio e ca 
pital. 
b) GABINETE DO PREFEITO 
Recursos na ordem de CR$ 873.317.125(01-· 
tocentos e Setenta e Três Milhoés, Trezentos e - 
Dezessete Mll, Cento e Vinte e Cinco Cruzeiros) 
para as atividades de poordenação da ação politi 
ca governooiental juntei a todos os segmentos da­ 
sâx::iedade, com a finalidade de proporcionar a­ 
poio às me tas a ,serem propostas pelas "Diretri - 
zes da Ação do Governo" no exercício de 1. 986. 
-Prcrnover a divulgação das atividades do - 
Governo Hunicipal e o aprimoramento das formas- 
e procedirnentos•no setor de canunicação social, 
buscando maior aproximação entre o Governo e a 
população. 
c) SECRETARIA DE P!.ANE.J/MENI'O 
Orçado em CRS 157 .031.000 (Cento e Cin­ 
quenta sete Milhoés e Trinta e Hum Mil Cruzeiros) 
-Entendemos, que o futuro Governo deve- 
rá adotar o planejamento como método de gestão­ 
dos negócios públicos, desenvolvendo esforços no 
sentido de efetivá-la sob os aspectos insti tu- . 
cional e instrunental, buscando para isso racio- 
» 
nalizar a aplicaçao de recursos em beneficio do 
desenvolvLr;iento SÓcio-econômico do"PlunicÍpio e­ 
da contínua elevação dos níveis de bem-estar de 
sua população. 
-Dotar o Município de um sistema de in­ 
fommação para o planejamento que pennita o me - 
Thor conhecimento da realidade SÓcio-econômica e 
a fornulação de progranas e projetos condizentes 
cana realidade municipal. 
• -Estabelecer uma política de desenvolvi- 
tento capaz d produzir técnicrs inova 
aptas a dar uorte ao d rvolvimento 
co e socinl do município. 
-Promover processo contínuo d 
z tinis'r tiva, a partir da racion 
de método, e procedirntos, co vfstas àn ' 
eficiência ericcta da aainistr;ão ti,l 
no Inter:se da melhoria da prestação do • 
ços públicos a população e do melhor d 
do processo de desenvolvimento do iunieipfe, 
-Dotar o planejamneto dos meios nee. 
rios ao aconporhmnto e aval!ação da pro3na 
cão do Governo e dos e;;istos publico. 
d) ASSESSORIA JURÍDICA 
CR$ 50.200.000 (Cirquena Milho& e u. 
znto; II Cruzeiros) visando a representas 
dici.al do unicipio, na defeso de :::-<?us dirc1Lc.­ 
e interesses na área administrativa, da con:-:u.1· 
ria jurÍdica dos Órgãos da Aministração Dine. 
colaborando, a.inda, can o.Prefeito no control"­ 
da legalidade dos atos praticados pelo Poder 
;;ecutivo. 
e) SECRETARIA DE ADf,IINISTRAÇÃO ' 
--CR$ 1.624.317.125 (Hun Bilhão, Seiscen­ 
tos e Vinte e Quatro HIlhoês, Trezentos e Dezes­ 
sete Mil e Cento e Vinte e Cinco Cruzeiros)visar. 
do direcionar seus esforços no sentida te valor! 
zar o servidor pÚbllco, procurando dotar a Aà:ü­ 
nistração Municipal de elementos necessários ao 
seu melhor desempenho, dando, ainda, aos servido 
res oportunidade de participarem de diversos e 
scs específicos em diferentes áreas. 
r) SECRETARIA DE FAZENDA _ 
-CR$ 1.801.917.125 (Hun Bilhão, Oitocen- 
tos e H u MIIhão, Novecentos e Dezessete ;-ü l , - 
Cento e Vinte e Cinco Cruzeiros),. órgão encarre­ 
gado da efetivação das medidas necessárias à ob­ 
tenção de recursos financeiros, da aàr.inistração 
da receita, àa despesa, da execução oi:çamentária 
e financeira, do crédito pÚblico e dos procedi - 
mentos contábeis. _Deverá conduzir suas ações pa­ 
ra o aprimoramento dos serv_iços fazendários p~ 
curando dotá-los· de mecanismos financeiros e f1 
cais cmpatíveis can o ritmo de crescdmento do - 
Município. 
g) SECRETARIA DE EDOCAÇÃO CULTURA E DESPORTO 
Can base nas prioridades detectadas, o - 
Govemo Municipal deverá atuar no setor educaci 
nal no sentido de pranover a expansão e melhoria 
do ensino . Procurar, sirnul taneamente, melhorar 
o nível de atendimento do corpo docente, propor­ 
clonando maior dinamismo à Rede Escolar, para - 
tomá-la mais eficiente na consecução dos objeti 
vos para a area. 
-Criação e desenvolvimento de mecanismos 
que possibilitem à canunidade detectar a identi­ 
dade cultural do Município. 
-Promover o apoio ao desporto amador e à 
capacitação de recursos humanos, visando a el 
ção das condições fiSÍcas individuais, de sorte­ 
que toda a população participe clãs atividades de 
port1vas. 
Para tanto, foi orçado em CR$ 2.258.451. 
375 (Dois Bilhões Dt.lzentos e Cinquenta e Bito Mi 
lhes, Quatrocentos e Cinquenta e Hun fül Tre 
tos e Setenta e Cinco Cruzeiros). 
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•'cons de @·., ,ló. 'so, adquar e npli 
ar n Rede Bfea, pc-rn,l llndo a população maior a 
cego aos ·rviços de ande do Hunleip1o, 
-Pi-úmover o conlrolr• ,,,. <h•nc J r-cdi dvel:; 
sonemento e parantir os requ!si hiinl- 
co-anitarlos Imprescindlvels á defes da uude do 
con:-:umldor no que concerne pr-ocluloo e locnLJ dr. 
1rtençsse da naude publica. 
: -Do.r pr·lorldl'lrl" à ITl<'dlcJn.,; 
--ObJcllvar melhor nlv'.11 de sade da mãe e 
da crianca, ntrnvéu de ações de controle de rito 
1 G E-M O R Ç A M E _N I A: R 11 
J 'l 	tnfa ' 
ra,o de pacientes qe n#o dinpe 
firo·iro Ificintv·. 
._ ., 
1) SECRETARIA DE VIAÇÃO,_OE.SA E SERVIS_U­ 
BAf i03 
-CE 8,735.817.125 ( Oito BiIhos, te­ 
ccnlos e 'l rlnt.a e Cinco , 'IIhoh, Oi ocnt, • • - 
IX'zu;:;el< •:11, e, nt.o u VlnLr P C1n,.-o Cru~<·lro,) 
-03 trabalhos a serem desenvolvidos p, lo 
SVOSP, devem ser dirtidos, consones as dire­ 
trizes poveranentais, principalmente ara a !r-- 
INDICADOR PIFISSIOhhL 
-- - - -- 	- - - -- - 
ADVOGACIA 
DR, MITOil I O F, DO N/SC 1 MEIITO' 
/DVOGADO 
CIC, 005.474.38L-00 -OnBIMs 2809 
- C/US/S CIVf.lS, CllllilNAIS, OUESTii.o 
DE TERRAS, DIREITO DE F/MlLIA E TR/BA­ 
LHIST/, 
ESC~ITÔRIO: /V, RIO BRANCO, 193 
RESIDENCIA: AV. RIO BRANCO, 187 
FONE- 305- CEP: 79,280 
PORTO ~URTINHO-MATO GROSSO DO SUL 
ESCRITOR IO JUR 1D I CO t 
Díl, NELSON CH/GAS- ADVOGADO 
CAUS/S TRABALHISTAS, co~ •. 
MERCIAL , CIVIL ( PílOBLEMA DE FAMILI/ 
TER!lAS, 1 NVENTÁíl I O, CODíl/NÇAS, ETC, , , ) 
ESCRITORIO: RUA DR, /RY COELHO 
DE OLIVEIRA 660 
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL 
...22.% 
· CAUSAS CIVEIS E CRIMHl/l!S., 
INVENIARIOS, DESQUITES, DIVOCIOS E LEGA 
LIZ/ÇAO DE TEnRAS, . 
ESCRlTÓnlo:·RuA ANTONIO MARIA 
COELHQ 42&- FONE: 439-1395 (057) 
RESIDENCI/: ~UA CUIA3Á 468 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
ADVOGADO 
DR, NANOEL RODRIGUES NEGRAO 
OA&IMS. 113L! • f 
ESCR1TORIO: AV, DUQUE DE CAXIAS 
788- CEP: 79,260- FOME· 251-18G7(ESCRI­ 
Tô10) 251-1646 (SIDCI) J4D1M-MS 
DR, 
DR, 
ADVOGACIA 
ADEMAR GODOY 
ITAMAR_DA SILVA OUTRA_ 
ESCr.ITOR!O; RUA CUIABA 350 
FOf·IE: 439-1382 
BELA VLSTA- MATO GROSSO DO SUL 
ADVOGADA 	• 
DRA, MARIA CELESTE DA C, SILVA ~ 
OABIMS 3281- cPr 141.490.101-10 
ESCRIT6RIO: RUA CEL, CAMISÃO 
FONE: 439-1302- CEP: 79,260- CENTRO 
BELft VISTA - MATO GílOSS~ DO SUL 
As diretrl cu nor eoro e çes dr 
ta Secretaria, pra e ir!cultura Pecuária, 
tarso voltudas, stbor ao, para o pequenos o m 
d i o s produtors, cos v iu as eleve 	l h e s 	o 	n í 
vel de renda atrvé: do unto da produção e cb 
1,ro<lut!v!d;:.I,·, e:,;, ol.>,Jvuvo ti,·:.,' obt,,,r tnillor d_l 
verificação de cultas. 
/1; are m indústria e Caérc!o, será - 
em busca da diversificação da e 5trulura r>ro<!uLi­ 
va municipal, da geração de err;:m·go e renda, de 
xnvolvu-:io no nt ido d • pC'CJTJCwr ~ pou:nctal! 
dacles do i-:urllcÍpio'" ·.ir.ulor· o::; lnvcm:ir,JC:n.o:,- 
nu !ndÚstria e- tur-irn10. . 
Paro t:-..nto foi orçado em C,<:.i 157.031.500 
( Ccnr.o e Cinquenta e ~te lii lhoc::;, Trinta e Hun 
i-111 e Quinhentos Cruzeiros). 
Isto Senhor Presidente e S<>nhorcs Verea­ 
dores, é o que pretenderros. 
ReaNrma= nossos prcpÓcl tos de, e:;peci 
alniente no plano político, continuarmos abertos­ 
ao dlálogo e ao ntendir.l(;nto, Cü!linho reconhcci­ 
clarnenl.e r~ais d.ifÍcil de percorrer, r.z.s sobcjarncn 
te mais proveitoso para a gestão dos negócio::;= 
públicos. 
No ensejo, os nossos votos da mais alta­ 
consideração, extensivos a todos os Senhores Ve­ 
readores. 
IIDEFONSO PIJJHETRO - Prefeito úuuoir al 
• ESCR IT.6R IO DE ADVOGAC IA 1- 
on, PEDílO PALM!ERI 
LEGALIZÃÇAO DE TERRAS, INVE ARIO 
E CAUS/1 CflltllNAL (Jurn) 
ESC~r,õn10: RUA 15 DE NOVEMBRO 
160 FONE: 439-1132 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
ADVOGACIA f 
JOS~ ATANAS!O LEMOS NETO- ADVOGADO 
OABIMS, 3,319/B 
CAUSAS ClVElS E CRlMINAlS - RUA MARE­ 
CHAL RONDON 638- CAJXA POSTAL 31- . 
CEP- 79,240- FO~E: 251-1245 )ESCRlTORIO) 
·251-1~45 (RES'IDENCIA) JARDIM .NS· 
ClRURGIOÉS DENTISTAS 
D~. GERALDO DE SouzA RosA FILHO- C~o/Ms 
504. 
.'1Tt:i!DE :i.5 .DI_AS E!; BELA .VIS:-i 
TA- SER/INAS ALTEflNADAS • 
D2, ADAUTO PIES AIA 
cr-o/i-1s 906 rr ,- } · 
-A TEr!DE D 1 Ar! rnt:E:;-:-:. -: . 
RAIO X 	_ 
-CONSULTOí:10: ~UA ANTONIO. JOAO 
s/i - o€ 3S-105 . . ' 
-ESIDRCIA: TUA A!TO!i0 J0ÃO. 
1003 - Fa°t•IE: ~39-1323 • , . 
n:::LA VlSTA--liATo' G:iCSSQ DO SUL 
"REFLITA" 
" PAZ NA TERRA ÀQUELES QUE SE 
AMAM E AQUELES QUE TE!! BQJ VOl'Il'AIE. 
O QUE ETERNIZA O H<IíEI-l EN 
SU/1 PASSAGIB PELA TERRA É O SEU TP.A­ 
lilO E O SEU NoiOR". 
" Saúde - estado ccrnplet:.o de bem 
estar fisÍCo, mental _e social, e não apenas 
una ausência de doença ou e nfenJlidac!e" 
!' /lm::ir estado de liberdade" M.II 
DR. GERARDO JAVIER BOCCIA MEDINA 
CIRURGIAÕ DENTISTA 
[IA GERAL- AIO X- RESTAU?A - 
ÇOES A LUZ VISIVEL - ATENDE DIARJA­ 
.MENTE, 
CONSULTORIO 
•, 
1 
RuA, i-iAnro VAN DEN BoscH ·-464 
FOr~E: <0$7) 439-1087- 
..BE LA V1sTA- iro 6nosso bo SuL 
Ro
• • ·01s1 E L Rôdrigues pistribuido- 
- ra de Bebidas Ltda. 
. 	: . . 
ENTREGA I BEBiuS E í·ESAS m-; CADE!xAS PARA FESTAS 
'"' CERVEJA ANTARCTICA A m ... HOR CERVEJ oo BRASIL .,. 
f.fiJRA • T /lJ>iBfll 81 PflA VI STA • • .. • 
AVENIDA: ºTEOD0:.0 s',TIV/1, AO I.JDú 00 /IJ{l'l-7.B·i U;;1Ão AmlCOI.A

r- 
----------- - 
.Jl)ílMI. 'fHJíllJ!IA 
li, IIW'.11.lH/ 
HLL/ VISTA-MS DE 21 26 DE 
~:_~---------- 
OUTUBRO DE 1.985 
10 FILHO DE ÍCDRO 
i voz do MES­ 
TRI.-DE-SALTO, par+que 
dista, que sempre te. 
rás, ainda que deixes 
5 fardo, pois cstnrn 
nas'autorida<lcs, nos - 
teus familiares, nas 
pessoas carentes ..• 
Levanta- to so 
bre os pés da certeza, 
engancha a fita-de - 
abertura da tua vonta 
de, no cabo-de-ancora 
gem da tua experiência­ 
de vida, verifica o 
equipamento das tuas 
aptidões. e chega-te 
ã porta do cumprimento 
do dever. 
guarda que n 
luz vermelha da prcci 
pituçiio, dê lugar a·::: 
verde: do momcn to opor' 
tuno, e transpõe, o­ 
umbral, como no mágico 
momento da tua concep 
ção, cm que o criador 
te fez passar do nada 
á vida. 
E flutua no 1í 
qui<lo • amniótico do 
ar. 1: sente o mor­ 
no raio de sol cm 
ti, como sentias 
o calor das entra 
nhas maternas,quun 
do féto eras. E -­ 
escola o farfalhar 
do paraquedas, que 
te acalmarás, como 
te aculineyn o som 
do coração da san 
tn mulher que te gg 
rou. 
E vivo prcser 
vado estaris, com; 
alguém um dia já 
escreveu, pelo cor 
dão umbilical dos 
tirantes, que man 
terá unido á pla - 
centn do velame do 
paraquedas. E toca 
a mesa-de-parto da 
superficíe do ama 
do planeta-mãe, pa 
ra o nascer de ou 
tra missão pelo~ 
homem, e pela· vi­ 
da. 
E São Mi - 
guel Arcanjo, pa- 
VA 
E 
drociro de todos 
os paraquedistas, 
há-de proteger-te 
a cada salto. Re­ 
cébe esta singela 
homenagem deste - 
pé-preto que, hu­ 
mildemente, odmi­ 
ra-te em tua cora 
gem de "Filho de - 
Tcaro".. 
Assinado: Dr. J. 
R. Valdcris, médi 
co-clfnico cm no= 
la Vista- MS. Ex­ 
Oficial do 10° RC 
(Regimento de Ca­ 
valaría ... E POE 
TA). 
LEIA E ASSINE 
TODOS OS JORNAIS 
DA REDE BELAVIS­ 
TENSE DE JORNJ1.S. 
••• FOUI'AS E EQUIPA'EITOS PARA ESCRITOI0 "" 
••• CA.CESSIONIO EXCLUSIVO LITT}'·"· 
*!"CcrtRCIO II :tflQUINAS IX: ESCRE'{tR, CALCIJLAOORA, -TELEX, fÕVcJS C€ 
AO E FADE!ÁS. ESTOE1OS E 
'WTERIAIS PAM ESCRITÓRIO ·"· 
RUA: GUIA LOPES 
TEJ..ç:F-ONE: 431 - 2021 
PONTA ?Oi1Ã :-s 
VAI COMEÇAR A DISTRIBUl(ÃO 
DE ALIMENTOS 
J t é a. p r i n e i r a quinzena d e ou t u 1 > r o se : ~ i n I e i a da a 
distribuição gratuita de direntos do Programg de. Supie­ 
mentação Alimentar (PS), dos Ministros da Saudc e Agrr_cul­ 
tura, que pretende atingir um público estimado e l0 milhêe 
de pessoas, entre gestantes, nutrizes e crianças de - 
três anos. A decisão foi tomada numa reunião dia l8 d serem 
bro no gabinete do Ministro Carlos Sant 'Anna, COO O Mi 
nistro Pedro Simon e os Presidentes do INAN, José Henrique 
Av ena e da COI.IAL , João f-eJ ício_Sciírdun. 
O lançamento do PSA estava previsto para a segunda - 
quinzena de agosto, mas houve uma serie de dificuldades na 
aquisição de alimentos, pelo grondc volume de compras. 
Segundo Avcna, alguns fornecedores chegaram a se com 
prometer a entregar os produtos. no entanto muitos falha­ 
ram. Com recursos da ordem de Cr$ 1,55 trilliaQ, somente par, 
este ano, explica, "enfrc,ntamos um natural aquecimento do - 
mcrtado, pois estaremos distribuindo mais de 350 mil toncla 
das de alimcritos ií população". 	- 
No m0 •rto,. tá>dos os produtos-que formarão uma cesta 
alimentar composta de arroz, feijão. acucar, leite on pq - 
farinha de mandiocà e fuhií de milho, num total de oito­ 
quilos para gestantes e nutrizes e 5.5 quilos para crianças 
de zero a 35 mcses-jií foram adquiridos. Entrqtanto, alerta 
Avena, no princípio da distribuiçãu podem fnltar um ou dois 
produtos em alguns Estados, mas.dentro dos primeiros quinze 
dias no início do Progrumn. a cesta estara completa em toc!J) 
o País 
Como oPSA bm po& objetivo diminuir os Índices de mor 
talidade infantil e melhorar a assistência á populaeão ~m - 
, gera 1. 
Para que.um município reccb~ os alimentos deverá ser 
capaz de cumprir um elenco miínimo de ações de saúde, que in 
cluem o tratamento de infecções respiratórias controle de - 
diarréias, vacinação e realizar parto simples, juntamente 
com o acompanhamento da gravidez. • 
Mi.nisterio da Saúde tem 
encontro com· idoso 
Trazer a Expc 
riência direta - 
mente da comunida 
de sem a criação­ 
de fórmulas forja 
das nos gabinetes. 
Este é o princi­ 
pio que ·norteia - 
o Programa NJCIO 
NAL dos idosos: 
que teve um encon 
tro com o grupo - 
dos mais Vividos 
no dia 23 de se· .. 
tembro, .no MinTs 
tério da Saúde,-­ 
dando prossegui­ 
mento á VLLL Se­ 
mana do Idoso, - 
promovido pelo - 
SESC, com o apoio 
da Fundação Cul­ 
tural do DF. O 
O CRUZEI@_ 
-SUL 1,.TDA.- 
····+··· ÓNIBUS PARA EXCURSÃO E TJIS;I ••••••••• 
""EFICIEICIA A ,SE3V1ç0 0 -P0V0_DA_FROTEIRA_E SUDOESTE 
•••• 
1 
.._;. 
RUA 
• 	LE	N	R E - 	S E 
MEDICO E 
DEPENDE DA 
DE SU 
BARÃO DO 
BELA 
encontro teve a par 
ticipação de mais - 
de 100 idosos, que,· 
além das reivindi­ 
cações por um me - 
lhor atendimento - 
pelo Governo, apre 
sentaram músicas e 
poesias sobre acha 
mada terceira ida-­ 
de. 
Apesar de o 
Brasil ser um País 
de população majori 
tariamente jovem , 
de acordo com o 
censo de 1980, o 
grupo de pessoas - 
com mais de sessen 
ta anos aumentou-: 
4,6 vezes. contra 
um crescimento de· 
2, 8 veze_s da faixa 
de até 59 anos. 
- Segundo técni­ 
cos da divisão Na­ 
cional de Doenças 
,Crõ_nico-Degenera ti­ 
vas, há uma clara 
indicação de "uma 
profunda alteração 
n~ pirâmide popula 
cional em função 
do aumento da expec 
tativa de vida, prin 
cipalmente na regiãõ 
Centro Sul" .. 
Uma das· prin- 
cipais metas do 
Programa do Idoso 
é buscar a atua= 
ção integrada en­ 
tre os órgãos que 
jâ atuam no setor 
como a Legião Bra 
sileira de Assis= 
tência, "pela com 
plexidade e mul­ 
tiplicidade dos 
~roblemas comuns 
á velhice". Deste 
modo, o objetivo 
é procurar evitar 
a ociosidade pre­ 
matura, ~ . ao lo 
do <le àções que-= 
procurem prevenir 
doenças'inerentes: 
a esta faixa etá­ 
ria, como o con­ 
trole da hiperten 
são arterial, da­ 
cegueira, junta - 
mente com a veicu 
lação de informa= 
ções que preparam 
as pessoas para - 
as alterações era 
sua estrutura fí 
sica. 
************* 
******* 
SILLRS? PEN 
DE QUE O SUCESSO DO 
O SEU RESTABELECIMENTO, 
HONESTIDADE E EXPERIÊNCIA 
FARMÀC!At 
JADÀRIO E/NA FONE: 439-1352 
VISTA- ATO COSO. 0 SUL 
.... 
(

1 l  J !•• , l l .1 [(/ 
----------------- 
fi ij ', l, 1 lt l l1J 
f 1  '· 1,1.-''., 	L 
Tudo- isso é o Céu lambem 
Tancredo pirou m porta do céu e aguardou que alguém viesse atcnde- 
lo , Alyun out r,, l' 1dad.111 que cheass l' 'llH'!'<• !l l r . XJ 1 • 1 J 
mça5se pel h ' 	anui' uval a pn tdencia ,ta 
+ d i os o r r «d	o r e s celestiais r e c l a m n d a o 	o r das tr om	b e t a 6, 
• ,·
I
i.,1d.1 d~s 
1
t1n 
111111
1
11
U'.•.~-nr:r rJo s,•r,pn .tc·1c· n:1 <:Ji,vJ11·
1
,ta:(• 1i,-;:i d,• ,•;;1'.; 1u1 
,,11.•  rtudes Esperou o 1'0J'lt•i10 do u meter a cara na portinhola. 
-n SC'lliiOl (ftl(' r 1 alar comio- d se e Je, 
-) porteiro medir-o de alt a • [e , 
1 
,1.11]0 • 11,IO Jlt>dl' :11, nd<•1· to,! I'.' ·1 -º, ·'.. •,1_1~0. '','"· J11:I}~ Jo (JUC' o~ d1L i(•~ de·- 
 . , • , . _ . , • ... • D0s)1 que bem , !iUJ portiJ .. l.lc• •·o rt•­ 
ebe pessoalmente casos muito especiais. e aquele homem nada tinha de esne­ 
ial: baixinho modesto, ares de cidade omn. ão Pero não percebeu (nem 
oda: tatu-se de um pesador) que a grandeza de Tancredo esti er exatar#en­ 
t, ll,10 pnl'Cl'('l' rn·1lor- do <tllt' º' Ollll'ClS, 
_-l}lll'JII lliss~· <_llll' () S<>nlinr ljll('J' falar com VOl'Ô'.' 
laeredo limitou-se u sorrir sc11 sorriso 111:itn•iro. 
-ort• ucha que se ole 11iio quisesse falar coiyo cu estaria aqui'? C:011 
tanta vou5u que cu tinha que fazer lá cm baixo... " 
. . San l'l••tro gostou tio jeito tl:1quclt• ho!llem, :-.Tio h:ivia 11111 mínimo de ares 
sividade nos seus estos; I 1nha 11111 ar toleranll•. gc110roso. conl'i l iador. Ao - 
n1•s1110 tcmpi; -"l'
11
S moJos, si mr i cs con funtl 1 ;1111 o pune iro uo ,·éu: t' se for 11111 vcn 
u..:<lor 1k tahuas'.' 	• - 
-Sinto, mas o Senhor est1Í muito ocup:i<lo. :-,;iio poJ0 atcndê--lo. 
-Preciso vê-lo- insistiu Tancredo- mostrando ta pi lha de boletins 111<' 
dicos - eja pelo que passei untes <lC' chegar aq111. 
Sao Pedro dc11 tu11a ío I ht•adn nos holct i ns: 
-Puxa, você 1·c111 d(• onJc'! 
Qunn<lo Tnncredo .i 1 ''"'" llrasi 1. São l'c'dro levou um susto. 
-Isso toma_:1:-: n,is:1s mais difíceis. O Senhor anda muito triste com o 
Hrusil. Aquilo esta virnndo 1u11:1 cspél.'ic de Sa<lo111a e t:O.norr:1 da corrupção. 
iancrcdo tornou a sorrir. 
- Vo~ê sst:Í mt•io por fora,l'etlro . As coisas no Brasil estiio mu,hm<lo 
Quem sabe não é sobre isso (.jllt' o Senhor quc-r falar comigo? 
Sao Pedro lt-: um gC'~lo p:1r:1 'Juncredo aguar<l:1r. Jri:i consultar o Senhor 
,J1tt•~ Jc- sair of(•r,·ccu Luna cadeira à Tancredo. Tancredo preferiu pennaneccr 
cm pe. 
-Você n;io ,•,;t:Í cansado da , i:!gem? 
-Um pouquinho- e completou com uma de suas frast•s prcferí<l:is- mas a - 
gora t rei tola e'riu par d 
li" , 1c.l.JJ.o .Jl 1 !.J 1 :Cll .!, l',l' f d li. 
l'il-'! - ; p11Ic·111 'I ·ta ruo ter r li ' 
cor cr o Senhor ter t ade d 
que qualquer um postaria de ter 
e-... 1 :1ll<:n.Jo r ,1 uu 11.t f'Ort.1 d, 
T/JilCl"('<.!0? - O pn -..i1.k11tt' Íl'. lj,I 
parece visto daqui de cima. sabe o q voe 
"tllTIIJ. () S1.·nhor t;1, J,ú, ltJO !!,' ,k-1::.1 r 1 .11 V 	.. 
que o Senhor me chamou? Deus falou alguns ins 
'astc,:; l'Olllt( l'ÍI' 1110- il rc·,pl'l to"" :;-11., JJ ,. ',·1d 	-1 
tos .IIIC)S. 11< li l 1 1 ho. ::10 pense que se trata ci• ul, 
,lp,·1ws pc rcd1 • i it• dc,<l,· !-'cu:; ll'1 p!ll.~ d.· i,u, i no. , , , 'i;,11 J ,.1 , ,, , - 
sempre acrcdi' em mim, -Confesso, Scnhor, que ns lti sei 
,1t·-.,·nnf1.1r ... - !'oi a vez do Senhor sorrir. p 1. ,. 1.1••:.1, t I l' o, 1 ,lOat 
com você hí mis de 70 anos. O problema é que eu quero trac-lo para o- j 
rlC'll !.ido .c•u pmo, l:Í é'rnh::iho. qucrJ.1 nanti:--lo .10 ,11 • 1Jo. l t ,,. 1r 
1 
1c J 
onado com a fora desse povo. Você poucas vezes sentiu uma corrente de f- I 
t.'io sólid:1 t'l'I t,,1110 <lc :ilguém ... - Por que o senhor,· o 1-1.' <lt 1,,,.1 r, 1) - : 
mc11 povo·: O Sl'11hor colocou a 11ao no mhro d, Tan,·n".:o. ott pt-r1 1111 . .c· ,t".11 
o Sl'll povo. 'ocê> contim1.1r:Í sendo o Presidente. Scus dais to conduzir - 
1 
~1,1-1 ).:<'Ili l' e seus companhc i to:, Lll' pa l.inquc. O po'O n.10 ~l' 1 .ii d i l'' r .. 1 r. 1 L 
lho. l:m vida ,, t; sempre foi convocado para as J'J.1L!'> espinhosas missoes, S 1 
o rnnvoquci, !, 1 par;i l i.vrii-lo ,lc out rn. 'o;:ê _1:í nm1prill !'l'll _papt I junto a) 
seu povo. ,gora 1·ocê é 11:iis importante ao meu lado. - i'ur qu•·, 1.:l'u lli.-11<' - 
- Porq11c preciso de alguém que restabeleça minha crença no Brasil. IOt:l :-:, 
hc que cu :.u.loro o seu p::iís. Se você foi c.1pa: Je unir toe.lo :1quclc pc.;1·0 :1 
sua volta. você é b homem indicado par:t r.K' rcco,1dl iar con o Brasil. Ou - 1 
você queria q11t· <'U chamasse o Ielfim ou o rio Gmero? O Senhor pegou­ 
Tancrc'do pelo braço e levou-o até a janela cc-lcsti:tl que dá paro trasil-, 
-Quero ajudar o seu po,·o. filho, :--esses no'Os tcr,pos. 10<.:e que Ja foi um - 
farol para sua gente , dlga-mc: onde devo careçar ? Tancredo olhou para 
nõs Iii Jc cima. - ilcm , creio que antes de mais naJa o Senhor prcdsa <l:1 r j 
u111.1 maõ:inh:1 :iquelc homem l:Í -apontou- Ele ncccssi t:1 dc-:-:t·sper:iilii.,1c11t<' <lo- 
scu apoio . Senhor ... - Qual? Onctc? 	' 
- Ali aquele bigodudo que vai suhintlo a raripa. 
mm.os I lltlll!'O ~O'.LS 
PAPAI LI: O 
• J(.)lt'W.·· T. F 
NATAL 
1
• 
SEM INFLAÇAO 
PAPAI NOEL CHEGOU 
MAIS CEDO AQUI NO JORNAL... ,t >, 
PARA VOCE. 't = 
Voce sabo que este jornal é o mais Jido np_R~gi~o?S.1he que_possuimos LDna CC)uipc de colaho- ,.,-,·==,L 
radores que escrevem o que pensam, sem medo de represal ias?Sabe que não temos compromissos com grupos 
ou partidos e por isto est,unos ha mai.s de uma dccada ctrculan~o? Olha ,o l:(ATAL esta chegando e 
resolvemos dar-lhe lDll PRESENTE DE NiT/1.,l.Dll presente que estara junto com voce todas as semanas. 
Este presente o deixará feliz ,preencherá os claros <le. sua vida com mui ta LUZ .Sim,culturJ e in 
(ormaçÔes. As vezes este presente o_dcixarií magoado. mas o levará a pensar. A querer partici- 
par n1:1is dos problemas de sua comunidade. 	. 
!"ara nõs. qLie fazemos jornal há n1:1is de 1-1 anos VOCE'é a pessoa ma.is importante.Tão im- HAMÃE TAf•:BEM LÊ Q:JORNAL,.TF _ 
portante que é a própria razão de nossa exis;ênc.ia. Sim.vamos _lhe clflr ll!l'a ,SSIKt11JM A11,L. 1: isto 
mesmo. Cobraremos de voce apenas. os OISfOS.Nos queremos ser o seu companheiro qurante o ano de 1986.· .,,.,~ ...... ~,:,,o,_. 
Vamos lutar juntos. Vamos di.alogar,<liscord'.lr,viver a maravilhosa.aventura de colabor:ar 
p.:tru a criação de um mundo melhor. 
1Th1HJ CONOSCO. 1: fÀClL. Basta preencher o cupon,abai.,o e enviar para o nosso escri­ 
tono seja cm Porto Murtinho,/tonio Joáo,Bela 'ista,Bonito ou Jardim. Junto com o cupon anexe 
um cheque de_Cr$ ,0o.. e daqui a 60 clias voce pagará o restante.ou sejà, S lJl.DflO· ... 
E isto mesmo, a ASSINATURA DESTE .JORNAL QUE 'ffi1 A VERDADE OOS fAmS CCl1O GUIA DE 
C01'DlITA está •cust:m<lo, ncsta·p;omoçiio, apenas S 60.000, em 001S PA~tg.•.ffOS. APROVEITE. 
SIM, EU QUERO ASSINAR ESTE. JORNAL POR LN PER1000 DF. UM AJ<rl. . .• 
~IE: : : • .•. : -- ; • 	ENDEREÇO: •. _ : : : 	. 
CIDADE: .......................••....••... ANEXO OIEQ'JE. l'
9
: ••••••••••••••••• BA.,CO: ..•........ __ . 
OIS:- POOCO V.II APENAS PAR OS MAIc1PIOS DE BEi; IISTA.JARillM,l'ORTO Mrnm:-;llO.CiRACOI.. ~~~ 
Gil!. 1.,ll'l:S 11' l.(;tN,, J.'ffQ'l;IO JO~O E 80.:lTO. 
~Ô.':::~ /l'fflftff1" ~E l;!>'A r.c<m.TIT.~ ('.A],Ãr':r:,., DO o. OllF. SE ?BTD! os HERJLTiIXY." ~F.P.AD08 l':A COIFF.!TA. 
o CALCAREO HODOOUENA, CCPO.O co:: TOl'lOS ~11mTFJ~ J'v'F~~MTOS A ll''A_PE!Ll;'f".ITA C0RRl'"'X'Ãa TO SOLO FA­ 
ZE'' CO:·' cw ~l'A LIVOURA ou pA,<;'T'J,CT-11! T ERSENO!VA SATSFATORMENTE. NA FOFA;O DE PATACE'. JÀ FICOU O 
"'AT''O O!":':::.~-~ cxr, o·tr.:-o r:o CÀJJ;AP.ffi ROOOO!e'::i. FO!.(lfl'l'TTX) (Yl'U-'.{) l'lf.~l'LTADC.C! liA F'OR?<'/1.ÇÃO DA ~P,!QlJ"TÀP..!A::: CQ 
!.O"'AfJ. 
FAC'/ O-~ ('O': ('I CÀI.CARF.Xl P.OOOQl,'F.N E VF.i•:!-1, CXl!IV:':R!"A.9 CC: e."' J'FJ"''.'"C-OS l'/1 r-r,,.:F:?.N'À". 
OBRE COO TIRAR PRCT"O NO LUSO ni:: F",'. CAf./.~EM F.FTCID:':'1': F: FX:CKOMTC-. 
CiICAREb) RODO"ENA, E! SITIAS MO ESTADO, R: O CAfl:.AR.'Ti.. . 
,,.. F"CRT'!C:"TC1: 1'1º roti?.An().";, J1.1A.u'C/.n.: i:: PO.•~ POP.Ã - USINA: ROTOVT JAnn; Popó 1z{3no 54 
f:<:'T/1 rr 	"e-T3pro E L,: NE;;TDj DOTE DE CAIAS, -=.sg .- .r ,11 i:; :n r • - 	~ 
• • • 	41' • - 	.A~ ·r ' 
_ IDDDQUEN -

• 
-------------------------· ~ - __, _ 
Zerinho,Zerinho 
1 você está o. nr.1 de un ? 
t CÓ fruor com o lianocl­ 
na Ccsa Nova, Fone: 439 •• 
1304 'ou 429-1446, 
I ' 
E A !'RAIA 00 /PA 
Está necessi­ 
tnndo com urnênoin de 
umn "arrumada" pois 
e mesma está abundo­ 
nndn e ncotes diao de 
intenso calor está 
bastante frequentada. 
AlÔ .. Sr. Pre­ 
feito ... Providênci­ 
as! 
SORVETE DE ABACAXI 
-INGREDIENTES 
2 xicaras (chá) de 
abacaxi. 
1 xicara (chá ) de a 
çucar. 
2 xicaras (chá) de a 
gua. Suco de 2 limoes 
1 folha de gelatina 
branca. '- 
l/2 xicara de cree­ 
de leite (opcional) 
?IODO DE PREPARAR 
I-listure a águe com 
o açucare ferva du~~ 
rante 10 minutos. Ti 
re do fogo e adieto 
ne o smco de limão,­ 
junto com a gelatina 
já dissolvida com um 
pouco de água fria. 
Deixe esfriar e bata 
bem, com o batedor de 
ovos ( ·ou batedeira) 
Coloque numa tigela 
e ieve ao congelador 
Quando endurecer, ba 
ta novamente até 
car cremoso. Se qui,­ 
ser junte 1/2 xicara 
de chá de creme de - 
leite. Sirva gelado. 
ALGUrlAS DICAS 
-Charnalote- É um teci 
do sintético· ( visco- - 
se) em que a posição 
dos fios produz um - 
aspecto ondulado. Po 
de ser listrado com­ 
cetim brilhante e é 
usado para revestir­ 
estofados, almofadas 
colchas, na versão - 
simples ou em matelas 
sê. Não deve ser la­ 
vado. 
-Blackout-Tecido com 
posto por três e- 
e 
1 •a-· 
1 
: 1 
1 
• 
SER.AS.UL MO'Vf S APRESENTA 
lemenos. Isio e,­ 
urna camada de alo­ 
dÕo flno de cor 
branc, uma ellcu­ 
la preta e uma cana 
da de borracha brun 
ca. É usado como 
forração de corti - 
nao cn locuin onde 
oe deoojc vedar to­ 
talmente a entrada­ 
de luminosidade. 
Não pode ser lavado. 
'IXXAJil.SNI'OS P.:::ílDIOOS 
.QOr volta c:w.s 
8:ÇX) horas da manhã, -. 
tendo cor'.:)~ido nesta 
Deleaacia de PolÍciâ de 
Bela Vista-t:S o senhor 
JOSÉ_P,EREIRA FILO, co­ 
municando un fato ocot"­ 
rido con o mesmo cm vi­ 
agem de rearesso de Co­ 
runbá-ilS, à Aquiclauana 
i'-B, o mesmo· disse, que 
conduzia os docanentos 
pessoais, nua pasta - 
grande e dentro havia­ 
lllla pastin."la pequena - 
cem os documentos pes­ 
soais, disse o cem.mi~ 
cante, que viajava de - 
regresso de Corumbá pa­ 
ra Aquiclauana-r !S, que'­ 
vinha da Convenção Est2. 
dual da Igreja Assenblé 
ia de Deus de liS, pois- 
o senhor José Pereira - 
Filho é fünistro da I­ 
greja acima menc.ionada 
Q..ie disse que estraviou 
os documentos sendo: cé 
dula de Ident.idade Civil 
CIC, Titulo Eleitoral­ 
exarado em Bela Vista- 
MS e Credencial da Igre 
ja AssembÍéia de Deus= 
de Bela Vista-MS , umn - 
talão de cheque c:Ío Ban­ 
co do Brasil, cheque ou 
ro da Ag. de B.V, que 
ccmJnicante veio até es 
ta Delegacia de Polícia 
Civil, ccmJnicar o fato 
ocorrido, e solicita a 
•• ·. primeira Via do B.O 
Boletim de Ocorrência­ 
para apresentar ao Banco 
do Brasil de Bela Vista 
?-IS para fins de cancela 
mento do referido che- - 
que que não foi usado- 
e posterior requerer a 
segunda· via dos doeu - 
mentas estraviados. Na­ 
da mais, ... 
• ROQUE OCA POS 
ESC. DE POÚCIA. 
t#ti$t##%% 
ti# i41 
A camprnia 
comuni ár1a re, li-­ 
zada durane ese­ 
mês e Já er fr.e - 
de encerrmeno ob 
teve sucesso. sta 
campanha, descnvol 
vida por alguns e 
presárlos, bnncá-­ 
rios e profissio - 
nais liberais, vi­ 
sava adquirir uma 
antena parabÓlica­ 
para que pudésse - 
mos captar, atra 
vés de satélite, 
as imagens do TV 
Bandeirantes e unaa 
outra, talvez a 
SBT. Nos primeiros 
quinze dias fornm 
a 
Desde o 1nici6 
de suas ativid2.des na 
Cara Inicial o Ve 
reador Vete Garcia 
1 
) 
prll Ante. 
abólica 
t.recadados quase- 
:; &O nllhÕes de cru 
e!ros, sendo envia 
do para a fi a- - 
primeira parcela, - 
no valor de 50 mi 
lhoês. O total é de 
:'i 110 milhocs. 
Depois da­ 
assinature do contrc. 
to, o que foi fei­ 
to, em nome da Pre­ 
feitura Hunicipal, 
a erivresa determinou 
que os trabalhos de 
regularização os­ 
sem Iniciados e o 
prazo para o insta­ 
lação é até o dia- 
30 deste mês. 
Bela Vista 
EIVINDICDÇOÊS 
TE GDRC.18 • • 
to ~- a cid/:l,de, re­ 
fomas de esc9las e de 
fendendo intransigente 
mente a pavimentacão 
vem se destacendo na da BR 060 • , trecho Jar--- 
reivindice.ção de cs:é'~ dim a Bela Vista. 
---- ~_J _-· ~. 
- -- -- 
nunca negou a - 
colaborar com ccis 
iniciativas, e o - 
grupo responsável­ 
pelos rbalhos deu 
u110. ôer:ionstro.çÜO de 
garra e muita res­ 
ponscb!l!d ade. 
Segundo Ln 
fornaçõcs o prefei 
to Ildefonso cola: 
borou com D 15 mi­ 
lhões de cruzeiros 
e a Prefeitura en­ 
cc.regara de pagar 
taxa de menuten­ 
çc.o. 
A cru,1panha 
cont1.nl:e., e.inàa 
fal i:z.r.1 e.136.ns ni - 
lhÕes, mas e Comis 
A reforma da _ 
Escola Vera ~., '.:'._ 
"'U-Ulk:Uc.ES 
Loureiro é ~érito de - 
duas pessoas, ROSITA - 
ROSA GCEES ex diretora 
_d.ac!uela Escola, hoje- 
ace o final do 
4.o 
possa pagar o ree' 
cante. 
Fc.zen r,.:,r. 
te da Comissão, o 
Senhores Noelson _ 
Le.:anjeira, Néllo­ 
Diorio, José Penzo 
Orlando V. 1le.rc,ue~ 
Reinaldo Azevedo : 
!elington D.iiello­ 
Selrns t!ão Zacarics 
Filho, Antonio Sll 
veira Xavier, nu: 
bens Rodrigues, An 
selmo Lopes, Cels 
Antunes e na Asses 
soria Técnica, Tel 
no da Silva. 
no PFL e do Vereador 
Rossevelté Lino G1a 
• • • - 1 
A pavi..mentaçeo , 
asfálctca de Ra aro [ 
do Ladario tambern foi­ 
indicação do vereadol'- i 
Vete, se estão. eecu - i 
tando esse trabalho a [ 
gora, antes ds ele1çoeE 
cem pressa, ;:a.o nos 1!::Í 
porta, importa sim, é- 1 
que es'êão asi'cl tando a 
mesma. E que vephr1 ou­ 
tras indicações e asfel 
-tos. 
A propÓsito: o 
vereador Vete àisse em 
canicio que este TRIBU­ 
NA criticou o asfalto-­ 
da Barão do Ladário.Is­ 
so iião corresponde a - 
verdade, esta TRIBUNA­ 
quer o asfalto GRAruI'l'O 
para todas as ruas. 
RUA DA REPÚBLICA 1? 10O - F'Oi'IE: 4..19-1296 - BF.!.A 'f' .S':' A - MATO GROSSO DO SUL 
Mesmo que voce 
esteja triste, estampe 
ern seu lindo rosto 1.1tr­ 
sorriso, pois mais trist 
que um sorriso é a tris 
teza de não saber sorri 
••' t.- 
$ERRSL M6VEIS 
SUA RESIDÊNCIA OU ESCRITÓRIO MERECE QUALIDADE ACIA DE TUDO 
BOM GOSTO: ARMARIO, GUARDA ROUPJS B-!BUTIDOS COPA C:07.INHA !'.O • ARTE, RE'QlJINra 
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