SURGEM NOVAS LIDERANÇAS Este jornal - sempre defendeu a par ticipação de jovens- - na política, até - esmo criticava, há 1 it;Írio de ,Justiça de MS,co brou uma colaboração do Diretor da REDE. para os car did,1tos do l'~lllll ;Ís i'n·frit11ras da Fronteira. No dia logo informal, o diretor lembrou de velhos ami~os (Sério ru. Valter Pereira., Roberto 0rro, Rubens /1:tllH':, da C:11nliil e 0111 ros) disse q11e o qund10 est.i I!_! t1efi11ido. 111.1s as chmces do PFI, são maiores, Jua - nis, COhl ;1q11t'l:1 'l'l''l', 11poslou: _ -Ema Bela Vista ganha o Abrão, com SOO votos de vantagens. -Esti valendo u WISKY, dos hons. III_VISOU E o ORRO, amigão da pesada, também esteve - visitan, Precisamos ;:clar pela Praia do Apa, um pr jeto de urbanização. como plantio de mais ár­ vores, colocação l É: enganar o povo, coprar­ votos, fazer pranessas falsas, abusar do poder e àinheiro para se prarover, desviar dinhéiro pÚ - bllco. . . . O maior repensável pela po1Ít1ca é o po­ - vo. • Porgue a força da política está no pavo. E- • se chama ''voto". O votei livre, secreto e sagrado . ANTES E CONSTRUIR, PASSE_ NA_.:.- • PILAR Qualidade e . preços baixos"" i me TUDO BP? SUA CO.53c: CAL.; CTT'/0; .T:!±A; n' !CU; OS; PVC EM ESCCTOS; AZULEJOS; CONU;O SAN7 Tiro AR!CES E; CM!: • -- ------- 1, /, ME N S li G·E M ~ DE 21 2[Ui'til.lar , ORCIMf NTÍRII- - Cumprindo preceito constitucional­ fazemos cheear às maõs de Vossa Excelência a presente Mensagem. • Vivenos ainda tempos difíceis, de-• recursos escassos e necessidades orescen - tes. O esforço que vem sendo desenvolvido através do Governo Municipal, e sua equipe de trabalho no sentido de solucionar os pro blemas mais urgentes de nossa comunidade, refletem a idéia e os anseios da população Belavistense. Um esforço constante tem sido fei­ to , no sentido de ajustar, no plano inter no os programas . do Governo para alcançar resiltados positivos.A austeridade, o rea­ lismo, a objetividade tem estado sempre - presente no nosso espírito, o que tempos­ sibilitado, ao Governo Municipal, bom de - sempenho. Novas Secretarias farão parte inte grante da· nossa estrutura administrativa­ tornando a administração municipal, mais­ atual, mais ágil e sobretudo mais eficien­ te. Nesse particular contamos com a contri buição decisiva do Poder Legislativo, pari aprovação do Projeto de Lei de Reestrutura ção Administrativa a ser encaminhado bre­ vemente. Restaurada· a credibilidade da ad- ministração publica, poderemos retonar o desenvolvimento, mercê de obras de infra­ estrutura e estimulo aos setores de produ çao. Teremos.o progresso, que não será sé crédito de Executivo, mas do Governo como um todo, soma de todos os Poderes. Com uma -nova e saudável relação entre os Poderes- é que se possibilitará um proficuo ambien­ te.de trabalho, de justiça e de segurança suficiente para restaurar, no espirito da população, o ânimo e a confiança, sem os­ quais não poderá haver progresso, eis que ele só vem do labor do povo. Ao lado da contribuição legislativa e em­ razão dela poderemos aprimorar, cmplementariamen- te , a mquina dhInlstrativa. inser;o de no va .ecr tarja ao unidade orçamnen urja pemn e.­ tr criada por Lei na rosg estrutura adiní31.a tiva atual, prendo-e a uiwvel relação entre­ os poderes coam a qual contamnos para o futura " prova;o de Projeto de Lei visando restaura;ao um!nlstrativa, Outrossim, entendemos também que qual - quer r+Jefçc na criação dessas secretarias, as dotações a senem aprovadas, neste Projeto de Lei Orçarentrla, poderão ser transferidas para as­ SPcretarü.13 dP atividades correlatas, de direi to e de fato, sem corr.prometer o orçomento municipal de 1.986, Senhor Presidente, Senhores Vereadores, na conjuntura atual, entendemos que estímul,os - devem ser dirigidos e conc,entrádos no sentido de desenvolvimento e promoção de nossas potenciali­ dades. Paralelamente devemos aperfeiçoar os me­ canisnos administrativos, can destaque para as­ áreas de saúde, COM a inclusão de atividades so­ ciais de inegável importância. Para tanto, elegemos as metas prioritá­ rias municipais, as constantes- dos anexos inte­ grantes desta Brooostn Orçamentária,onde evidên­ cia as codificações 'Projetos/Atividades", me­ tas e dotaçoes_ respectivas~ sintetizados na se - guinte forma: a) CÂJII/RA t-'.UNICIPAL Recursos na ordem de CR$ 765.900.000 (Se tecentos e Sessenta e Cinco MILIhoês e Novecentos Mil Cruzei.{'os), destinados ao Legislativo Munic.!_ palpara atendimento de despesas de custeio e ca pital. b) GABINETE DO PREFEITO Recursos na ordem de CR$ 873.317.125(01-· tocentos e Setenta e Três Milhoés, Trezentos e - Dezessete Mll, Cento e Vinte e Cinco Cruzeiros) para as atividades de poordenação da ação politi ca governooiental juntei a todos os segmentos da­ sâx::iedade, com a finalidade de proporcionar a­ poio às me tas a ,serem propostas pelas "Diretri - zes da Ação do Governo" no exercício de 1. 986. -Prcrnover a divulgação das atividades do - Governo Hunicipal e o aprimoramento das formas- e procedirnentos•no setor de canunicação social, buscando maior aproximação entre o Governo e a população. c) SECRETARIA DE P!.ANE.J/MENI'O Orçado em CRS 157 .031.000 (Cento e Cin­ quenta sete Milhoés e Trinta e Hum Mil Cruzeiros) -Entendemos, que o futuro Governo deve- rá adotar o planejamento como método de gestão­ dos negócios públicos, desenvolvendo esforços no sentido de efetivá-la sob os aspectos insti tu- . cional e instrunental, buscando para isso racio- » nalizar a aplicaçao de recursos em beneficio do desenvolvLr;iento SÓcio-econômico do"PlunicÍpio e­ da contínua elevação dos níveis de bem-estar de sua população. -Dotar o Município de um sistema de in­ fommação para o planejamento que pennita o me - Thor conhecimento da realidade SÓcio-econômica e a fornulação de progranas e projetos condizentes cana realidade municipal. • -Estabelecer uma política de desenvolvi- tento capaz d produzir técnicrs inova aptas a dar uorte ao d rvolvimento co e socinl do município. -Promover processo contínuo d z tinis'r tiva, a partir da racion de método, e procedirntos, co vfstas àn ' eficiência ericcta da aainistr;ão ti,l no Inter:se da melhoria da prestação do • ços públicos a população e do melhor d do processo de desenvolvimento do iunieipfe, -Dotar o planejamneto dos meios nee. rios ao aconporhmnto e aval!ação da pro3na cão do Governo e dos e;;istos publico. d) ASSESSORIA JURÍDICA CR$ 50.200.000 (Cirquena Milho& e u. znto; II Cruzeiros) visando a representas dici.al do unicipio, na defeso de :::-,Jvuvo ti,·:.,' obt,,,r tnillor d_l verificação de cultas. /1; are m indústria e Caérc!o, será - em busca da diversificação da e 5trulura r>ronhorcs Verea­ dores, é o que pretenderros. ReaNrma= nossos prcpÓcl tos de, e:;peci alniente no plano político, continuarmos abertos­ ao dlálogo e ao ntendir.l(;nto, Cü!linho reconhcci­ clarnenl.e r~ais d.ifÍcil de percorrer, r.z.s sobcjarncn te mais proveitoso para a gestão dos negócio::;= públicos. No ensejo, os nossos votos da mais alta­ consideração, extensivos a todos os Senhores Ve­ readores. IIDEFONSO PIJJHETRO - Prefeito úuuoir al • ESCR IT.6R IO DE ADVOGAC IA 1- on, PEDílO PALM!ERI LEGALIZÃÇAO DE TERRAS, INVE ARIO E CAUS/1 CflltllNAL (Jurn) ESC~r,õn10: RUA 15 DE NOVEMBRO 160 FONE: 439-1132 BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL ADVOGACIA f JOS~ ATANAS!O LEMOS NETO- ADVOGADO OABIMS, 3,319/B CAUSAS ClVElS E CRlMINAlS - RUA MARE­ CHAL RONDON 638- CAJXA POSTAL 31- . CEP- 79,240- FO~E: 251-1245 )ESCRlTORIO) ·251-1~45 (RES'IDENCIA) JARDIM .NS· ClRURGIOÉS DENTISTAS D~. GERALDO DE SouzA RosA FILHO- C~o/Ms 504. .'1Tt:i!DE :i.5 .DI_AS E!; BELA .VIS:-i TA- SER/INAS ALTEflNADAS • D2, ADAUTO PIES AIA cr-o/i-1s 906 rr ,- } · -A TEr!DE D 1 Ar! rnt:E:;-:-:. -: . RAIO X _ -CONSULTOí:10: ~UA ANTONIO. JOAO s/i - o€ 3S-105 . . ' -ESIDRCIA: TUA A!TO!i0 J0ÃO. 1003 - Fa°t•IE: ~39-1323 • , . n:::LA VlSTA--liATo' G:iCSSQ DO SUL "REFLITA" " PAZ NA TERRA ÀQUELES QUE SE AMAM E AQUELES QUE TE!! BQJ VOl'Il'AIE. O QUE ETERNIZA O HiBfll 81 PflA VI STA • • .. • AVENIDA: ºTEOD0:.0 s',TIV/1, AO I.JDú 00 /IJ{l'l-7.B·i U;;1Ão AmlCOI.A r- ----------- - .Jl)ílMI. 'fHJíllJ!IA li, IIW'.11.lH/ HLL/ VISTA-MS DE 21 26 DE ~:_~---------- OUTUBRO DE 1.985 10 FILHO DE ÍCDRO i voz do MES­ TRI.-DE-SALTO, par+que dista, que sempre te. rás, ainda que deixes 5 fardo, pois cstnrn nas'autorida r o se : ~ i n I e i a da a distribuição gratuita de direntos do Programg de. Supie­ mentação Alimentar (PS), dos Ministros da Saudc e Agrr_cul­ tura, que pretende atingir um público estimado e l0 milhêe de pessoas, entre gestantes, nutrizes e crianças de - três anos. A decisão foi tomada numa reunião dia l8 d serem bro no gabinete do Ministro Carlos Sant 'Anna, COO O Mi nistro Pedro Simon e os Presidentes do INAN, José Henrique Av ena e da COI.IAL , João f-eJ ício_Sciírdun. O lançamento do PSA estava previsto para a segunda - quinzena de agosto, mas houve uma serie de dificuldades na aquisição de alimentos, pelo grondc volume de compras. Segundo Avcna, alguns fornecedores chegaram a se com prometer a entregar os produtos. no entanto muitos falha­ ram. Com recursos da ordem de Cr$ 1,55 trilliaQ, somente par, este ano, explica, "enfrc,ntamos um natural aquecimento do - mcrtado, pois estaremos distribuindo mais de 350 mil toncla das de alimcritos ií população". - No m0 •rto,. tá>dos os produtos-que formarão uma cesta alimentar composta de arroz, feijão. acucar, leite on pq - farinha de mandiocà e fuhií de milho, num total de oito­ quilos para gestantes e nutrizes e 5.5 quilos para crianças de zero a 35 mcses-jií foram adquiridos. Entrqtanto, alerta Avena, no princípio da distribuiçãu podem fnltar um ou dois produtos em alguns Estados, mas.dentro dos primeiros quinze dias no início do Progrumn. a cesta estara completa em toc!J) o País Como oPSA bm po& objetivo diminuir os Índices de mor talidade infantil e melhorar a assistência á populaeão ~m - , gera 1. Para que.um município reccb~ os alimentos deverá ser capaz de cumprir um elenco miínimo de ações de saúde, que in cluem o tratamento de infecções respiratórias controle de - diarréias, vacinação e realizar parto simples, juntamente com o acompanhamento da gravidez. • Mi.nisterio da Saúde tem encontro com· idoso Trazer a Expc riência direta - mente da comunida de sem a criação­ de fórmulas forja das nos gabinetes. Este é o princi­ pio que ·norteia - o Programa NJCIO NAL dos idosos: que teve um encon tro com o grupo - dos mais Vividos no dia 23 de se· .. tembro, .no MinTs tério da Saúde,-­ dando prossegui­ mento á VLLL Se­ mana do Idoso, - promovido pelo - SESC, com o apoio da Fundação Cul­ tural do DF. O O CRUZEI@_ -SUL 1,.TDA.- ····+··· ÓNIBUS PARA EXCURSÃO E TJIS;I ••••••••• ""EFICIEICIA A ,SE3V1ç0 0 -P0V0_DA_FROTEIRA_E SUDOESTE •••• 1 .._;. RUA • LE N R E - S E MEDICO E DEPENDE DA DE SU BARÃO DO BELA encontro teve a par ticipação de mais - de 100 idosos, que,· além das reivindi­ cações por um me - lhor atendimento - pelo Governo, apre sentaram músicas e poesias sobre acha mada terceira ida-­ de. Apesar de o Brasil ser um País de população majori tariamente jovem , de acordo com o censo de 1980, o grupo de pessoas - com mais de sessen ta anos aumentou-: 4,6 vezes. contra um crescimento de· 2, 8 veze_s da faixa de até 59 anos. - Segundo técni­ cos da divisão Na­ cional de Doenças ,Crõ_nico-Degenera ti­ vas, há uma clara indicação de "uma profunda alteração n~ pirâmide popula cional em função do aumento da expec tativa de vida, prin cipalmente na regiãõ Centro Sul" .. Uma das· prin- cipais metas do Programa do Idoso é buscar a atua= ção integrada en­ tre os órgãos que jâ atuam no setor como a Legião Bra sileira de Assis= tência, "pela com plexidade e mul­ tiplicidade dos ~roblemas comuns á velhice". Deste modo, o objetivo é procurar evitar a ociosidade pre­ matura, ~ . ao lo do dl' :11, nd<•1· to,! I'.' ·1 -º, ·'.. •,1_1~0. '','"· J11:I}~ Jo (JUC' o~ d1L i(•~ de·- . , • , . _ . , • ... • D0s)1 que bem , !iUJ portiJ .. l.lc• •·o rt•­ ebe pessoalmente casos muito especiais. e aquele homem nada tinha de esne­ ial: baixinho modesto, ares de cidade omn. ão Pero não percebeu (nem oda: tatu-se de um pesador) que a grandeza de Tancredo esti er exatar#en­ t, ll,10 pnl'Cl'('l' rn·1lor- do nlinr ljll('J' falar com VOl'Ô'.' laeredo limitou-se u sorrir sc11 sorriso 111:itn•iro. -ort• ucha que se ole 11iio quisesse falar coiyo cu estaria aqui'? C:011 tanta vou5u que cu tinha que fazer lá cm baixo... " . . San l'l••tro gostou tio jeito tl:1quclt• ho!llem, :-.Tio h:ivia 11111 mínimo de ares sividade nos seus estos; I 1nha 11111 ar toleranll•. gc110roso. conl'i l iador. Ao - n1•s1110 tcmpi; -"l' 11 S moJos, si mr i cs con funtl 1 ;1111 o pune iro uo ,·éu: t' se for 11111 vcn u..: contim1.1r:Í sendo o Presidente. Scus dais to conduzir - 1 ~1,1-1 ).:<'Ili l' e seus companhc i to:, Lll' pa l.inquc. O po'O n.10 ~l' 1 .ii d i l'' r .. 1 r. 1 L lho. l:m vida ,, t; sempre foi convocado para as J'J.1L!'> espinhosas missoes, S 1 o rnnvoquci, !, 1 par;i l i.vrii-lo ,lc out rn. 'o;:ê _1:í nm1prill !'l'll _papt I junto a) seu povo. ,gora 1·ocê é 11:iis importante ao meu lado. - i'ur qu•·, 1.:l'u lli.-11<' - - Porq11c preciso de alguém que restabeleça minha crença no Brasil. IOt:l :-:, hc que cu :.u.loro o seu p::iís. Se você foi c.1pa: Je unir toe.lo :1quclc pc.;1·0 :1 sua volta. você é b homem indicado par:t r.K' rcco,1dl iar con o Brasil. Ou - 1 você queria q11t· <'U chamasse o Ielfim ou o rio Gmero? O Senhor pegou­ Tancrc'do pelo braço e levou-o até a janela cc-lcsti:tl que dá paro trasil-, -Quero ajudar o seu po,·o. filho, :--esses no'Os tcr,pos. 10<.:e que Ja foi um - farol para sua gente , dlga-mc: onde devo careçar ? Tancredo olhou para nõs Iii Jc cima. - ilcm , creio que antes de mais naJa o Senhor prcdsa , PARA VOCE. 't = Voce sabo que este jornal é o mais Jido np_R~gi~o?S.1he que_possuimos LDna CC)uipc de colaho- ,.,-,·==,L radores que escrevem o que pensam, sem medo de represal ias?Sabe que não temos compromissos com grupos ou partidos e por isto est,unos ha mai.s de uma dccada ctrculan~o? Olha ,o l:(ATAL esta chegando e resolvemos dar-lhe lDll PRESENTE DE NiT/1.,l.Dll presente que estara junto com voce todas as semanas. Este presente o deixará feliz ,preencherá os claros 'A r.c