- BELA VIS'TA - MATO GROSSO DO SUL -NO: 1.014 /no: 19 - 27 DE OUTUBRO DE 1.990. -- DIRETOR RESPONNVEL: IVALDO PEREIRA- r$ - 50,00 
Tranquilo, o Gover 
nador Marcelo Miranda 
comentou a decisão do 
Supremo Tribunal Fede 
ral (STF) assegurandÕ 
que a vitória não é 
pessoal - " a vitó - 
ria da Justiça, do Di 
reito e do povo deste 
Rstado". Segundo o Go 
vernador, a disposi - 
'' cão de ir ao Judiciá­ 
rio decorreu da certe 
za da sua inocéncia e 
pela imperiosa neces­ 
sidade de defender o 
mandato que o povo 
lhe atribuiu nas ur­ 
nas em 1. 986. 
"Sempre confiei na 
justiça - acrescentou 
: o Poder Judiciário é 
, o fórum isento e im­ 
parcial capaz de jul­ 
gar os atos dos cida­ 
dãos e dos homens pa 
blicos. 
Projeto do Verea­ 
dor Cássio lcioly, 
Presidente da Câmara 
Municipal de Bela 
Vista, aprovado por 
unanimidade, modifi­ 
cou O nome da Rua da 
República, onde está 
localizada a sede 
própria da Rede Bela 
vistense de Jornais, 
para AVENIDA TRIBUNA 
DA FRONTEIRA. 
O Prefeito Munici 
pal Edson Moraes san 
cionou a Lei 896/90 
que dispõe sobre a 
lll<>dificação e disse 
que "isto representa 
PARI MARCELO DECISIIO 
"É I VITÓRIA DA JUSTICI" 
Marcelo Miranda, 
disse ainda ao re - 
tornar de Brasília, 
onde tratava de as­ 
suntos administrati 
vos e acompanhava o 
desenrolar do pro - 
cesso, que a mani - 
festacão do Supremo, 
a mais alta Corte 
Judiciária do País, 
vem na direção da 
liminar expedida pe 
lo Tribunal de Jus= 
tica do Estado que 
impediu sua suspen­ 
são do cargo. 
"Sabia não ter 
cometido nenhum cri 
me", assinalou o Go 
vernador, lembrando 
que a contratação 
de agência de publi 
cidade com base no 
critério técnico da 
notória especializa 
cão corresponde ato 
AVEHIOI RIBUHft OI FRONTEIR 
_J 
Pref. Edson Moraes 
uma justa homenagem 
a um jornal que há 
mais de dezoito anos 
presta relevantes 
DIA DO FUNCIONÁRIO 
• PÚBLICO 
FESTEJAR O QUÊ? 
Neste dia 28 de 
outubro quando em tg 
do o Pais estará sem 
do comemorado o dia 
consagrado ao Funcio 
nalismo Público os 
Servidores Estaduais 
não tem o que comemo 
rar, pois, os mesmos 
ainda não receberam 
seus salários refe­ 
rente ao mês de se­ 
tembro. 
Este é o maior a 
traso sofrido pelo 
funcionalismo nos 
últimos anos. 
SIMTED - Sindicato 
Municipal dos Traba­ 
lhadores em Educação 
GUIBDI MUNICIPDL 
E GUDRDD MIRIN 
03 
A 
/ 
critério para contra 
tar sorviços de agen 
cias de propaganda. 
Por esta consciên 
cia de manter-se nos 
limites da Lei, o Go 
vernador disse que 
em nenhum momento se 
prestou a negocia­ 
ções, "muito menos 
transigi a pressões 
políticas de nenhuma 
natureza. Tenho o am 
paro da legislação e 
o Judiciário vai se 
encarregar de provar 
isso", concluiu. 
AGRADECIMENTO 
Prezado 
IVALDO: 
Senhor 
Nesta jornada 
cívica que culmi - 
nou com as elei­ 
coes de 03 de outu 
bro, a imprensa 
sul-matogrossense 
cumpriu com bri­ 
lhantlsmo, a tare­ 
fa de informando, 
consolidar cada 
vez mais, a demo 
cracia do Pais. 
Ao ser eleita 
para a Câmara Y'ed --E 
ral, quero compar- . E+, 
tilhar com V. Sa.,h-eh.+A 
e toda equipe de Dep. Marilu 
trabalho, esta vi- 
tória, reafirmando o propósito de lutar 
com determinação, por um Mato Grosso do 
Sul melhor para as gerações futuras . 
Cordialmente: 
Dep. Marilu Guimarães 
Vice-Prefeita 
Gov. Marcelo 
administrativo nor - 
mal, amparado na le­ 
qislação e praticado 
por vários ex-gover­ 
nadores de Mato Gros 
so do Sul. Atualmen­ 
te, o Presidente Col 
lor utiliza o mesmo 
serviços ã comunida­ 
de". 
Já o Vereador Cás 
sio Acioly, disse 
que "A TRIBUNA DA 
FRONTEIRA é um marco 
na imprensa interio­ 
rana, sobretudo em 
nossa região, o car­ 
ro chefe de uma Rede 
de Jornais que tem 
como lema fortalecer 
o municipalismo que 
o povo seja bem in 
formado. 
t uma homenagem a 
todos aqueles que fa 
zem de a TRIBUNA DR 
FRONTEIRA um jornal 
Louvável a atitude 
dos vereadores bela - 
. vistensês em levar a 
Câmara Municipàl aos 
Bairros.Se o povo não 
vai ã Câmara, os ve - 
readores resolverari 
levar a Câmara ao po­ 
vo. 
Projeto de Resolu­ 
cão do Presidente Cás 
sio Acioly, aprovado 
e elogiado por todos, 
transfere, duas vezes 
por mês, os trabalhos 
legislativos para um 
bairro da cidade. Se­ 
mana passada foi na 
Água oce. 
/presentação de Pro 
jetos,Indicações, Re­ 
querimentos e Debates, 
foram a tônica desta 
reunião,com os morado 
res acompanhando os trI!, 
balhos e sentindo de 
perto o poder de fogo 
do LegislativoBelavis 
COMENTANDO 
POR 
NANCY 
Matéria comple 
ta na página - 08 
respeitado e 
do pelo povo 
la Vista". 
queri 
de Be 
POLITICD/DEBITES 
tense. 
Isto é muito im­ 
portante,não só pa­ 
ra o povo,mais ain­ 
da para os próprios 
vereadores.Alêm de 
manterem contato di 
reto com as bases, ou 
vindo queixas,recla­ 
mações,os vereado - 
resserão colocados 
à apreciação dos ele 
iteres. - 
t aquela velha his 
tória .Agora o povo,­ 
dos bairros,que não 
acompanha os traba­ 
lhos, verá quem real 
mente TRABALHA. 
Como está em mo­ 
da,os nobres verea­ 
dores poderão fazer 
uma reciclagem no con 
tato direto com G 
povo. E convenhamos, 
a partir de agora a 
eficiência falará 
mais alto. 
arre 
feranlitu Biri 
Foi um acidente. 
Um fato isolado. Po­ 
deria ter acontecido 
com qualquer um, meu 
filho, seu filho ... 
Vários e variados co 
mentários. - 
E morreu Pernandi 
nho Diório. - 
Morreu em Campo 
Grande, num Hospital, 
vítima de uma bala 
assassina que havia 
ceifado uma vida, e 
agora outra. A de 
Fernandinho. 
Morreu um jovem 
de 16 anos que se en 
contrava dançando nu 
ma discoteca, a exem 
plo de tantos e tan 
tos jovens que ali 
estavam. Violência 
gerando violência. O 
assassino foi à pro­ 
cura de seu inimigo, 
e foi encontrá-lo no 
Belavistense, queria 
MATAR e MATOU. Fer - 
nandinho morreu por 
acidente, uma das ba 
las disparadas o a= 
certou. Foram cinco 
tiros, duas mortes. 
Morreu um homem 
que gostava da vio - 
lência, e morreu um 
jovem que gostava de 
dançar de rir, de 
brincar integran- 
te do INTERACT, des­ 
portista, estudante, 
jovem filho do_Nélio 
e da Sônia, irmão de 
Fábio e da Lonise. 
Eu vi o Fernandi­ 
nho crescer, quantas 
e quantas vezes, par 
ticipãvamos do chur 
rasco amigo, junto 
com o Perondi, Iza - 
bel, filhos e meus 
filhos. 
É preciso,serre, 
que alguém seja sa - 
crificado para impor 
'aos homens normas de 
conduta? 
Que sociedade é 
esta que endeusa a 
violência, que perni 
te a compra de armas 
sem controle, que 
forma bandidos e 
marginais e depois 
procura se. redimir 
através de belas pa 
lestras? - 
Não, não é mais 
hora de palestras, 
e sim, de JÇJ'íO. 
É preciso inici­ 
ar um grande progra 
ma de assistência - 
aos jovens, sobretu 
do os mais carentes, 
para que amanhã não 
surjam novos assas­ 
sinos e não morram 
outros Fernandi 
nhos. 
Se existem jo­ 
vens assassinos à 
solta, acreditem, a 
culpa é de toda so­ 
ciedade, minha, sua, 
e algo precisa ser 
feito. 
Ao casal amigo , 
Nélio e Sônia, lem­ 
brar apenas que a 
Lei do Senhor da 
Luz, às vezes, pare 
ce injusta, parado­ 
xal, pois leva urna 
alma jovem, com tan 
ta esperança, e dei 
xa aqui tantas e 
tantas nulidades 
mas, é a Lei. 
Oro por vocês. 
(P.P.). 
OPINIÃO 
DEBATES 
Página - 03 
PEDRO 
PEDREIRA 
Veja matéria 
página - 06

.J0MAL 'TRIUMA DA FRONTEIRA 
EDITAL e 
EDI'TAL, DE Cl'l'Jc;.lo_coM rn,vo OE 
'.10 (ld_!1l.,1) <li,11; 
f)() 	l . 1 l O. 
TECEU NI CISERNI 
O biautor VIlon lertelli, iulz de Direito da Coara de Io 
la Vtta, Etado de Mato tCro o da VI, na fora da Lel, etc, 
1N? SMtR aos que o presente Edital virem ou dele contei 
arnto fere expedido nos autos ng 705/8 de USCMP!o rx rJ<A 
0J#1o, rewer!d por :ORO MUNES e sua 17; 1XII!X 
ARE X!! 5 otra o Espó! l u 11<- 5011.HO ALHS DF. iO:AL. • (jUC 
e procesans perante e»te Julzo e Cartório Judltal, que em 
eu uprlento e atendendo ao ma!s que dos utos consta, fl­ 
ra·, CJTA[l(); ºº h•rddros do F.spol lo de SOIERO ALVES DE MORA - 
FS; 0RIVAL.O MORAES, rasteiro, separa@o )ale1ente; CERA 
PIO NORAES, brasllelro, casado coa.JuracI Dedé Moraes; AIO - 
rno MUHA!:S, brnr.llciro, viuvo, nposcntudo; 0111Mt HORAF.S c1uc 
ta casado com Mo«taca Grance de Moraes ambos falecidos, que 
defxaram os seguintes filhos: ELZA CRANCE MORAES, MARLY GRAN­ 
CE MORAES, IZA GRMNCE MORAES, ZAIDA CRM'CE ORAES; TEODORO O 
IAES que e falecido e era casado com Mar!a Perelra Morae e 
dclKou o :icnulntc !llho: ADELrno PCRl:IRA OE llOl(Al:S, casado 
co Mdelalde C, de Morae; ALBERTO !ORES, falecido, era casa 
do com Marla Pereira de Moraes (esta Já em andas núpcias) 
t ondo defxado os seufntes f! 1 hos: AUHELHIO tlOR,[S; IIUMBf.ll1t) 
l!OIIAC$; TI'.lll'.Zl~IIA liOfuES; ISA!IEL llORAES AGC)STA; JOSEFINA liO - 
RAl:S e tlAHJLF.NH t:OJlAES e LUIZA HORACS Dl:DF., canada com Anta .. 
í!IO Dt•dé
1 todo.~ res{cknt()ti e• domlcillndofi l'rtl 1op,.11r incerto (• 
11Õo r,,,bido:J, prira coropnrecc•rcn pcront(• este Ju{zo no Edií(clo 
do f'Õrum, :;lto ií rua Darão do LnJ1Ído, n!J 1595
1 no dlo 22 de 
novero de 1990, às 1J:30 horas, para audf@nela de Justlfl.­ 
cuçno. E paro que nno alegue lgnorancla, foi expedido o Prc .. 
SCftc Edit,11 que scr:Í nflx.ncto na sede deste Juho, no lur,ar 
d<! cor.lume e publicado nn íorm.1 da Lei. Dado e passado nesta 
cldndc. e Coo11rcn de De1u Vista, Est,1do de Hato Grosso do Sul, 
nos dezoito dlas do mês de outubro do ano de nil novecentos e 
novcntn. F.u (Petronlo Leão) Escrevente Judicial o d.1tilogra 
fel. f.u (rodro Verr.llio da Sllv,1) Escrlviio o conf,•ri e subs - 
orcvo. 
VIL.SO BERTELLI 
:mIT llE 1ll Rh'ío 
+%M..- -­ 
l:OI.IVJA 
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FRANÇA 	l'l !I 
F.SPMIIA 	li 7 
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JAPÃO 	6,°- 
SRA$ll. 
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Qu.'ldros rctirodo!l d.:a rcvJst,"l 
1
'tfllllary }lJllnnce". 
:( 
1; 
'-! 
Nos Rios Par.aguai, Apa., Perdi.do e Douradoa, havLa t..1mt.o pira 
nha, que até parece que esses pei.x.es fora.i:., crlodos para eSL'lbc: 
lccercm a. dcsordc:::1 e a vorncidade ressa.o: água.3. >tultfpll.c.a.o-ce 
esses pei.x.~s de UDa maneira fa.nt.ást!ca., ao ponto de acred(tar 
que eles sao donos do rio. Cooo ninguém os destrói elas aunen 
tru:a de tal forma que até parece que são protegidos' por U111 esp!­ 
rito do g,;J,}. 
Conside!'ando que t..al..s pelxe.s foram g.erados por um g.ento de:s­ 
truldor I G.:JO as plrnnhaa verdadeiras ferll.!J que trazea o respe.i· 
to dos seus se:pclhant.es no desejo c.nrn!varo de seu,a dentes agu­ 
çados. 
Vcj.:imos então um fato ncootecido bácuitos anos atr.is ...... 
E.U.A. 	6 l 	N'UD.3 tarde , numa viagca do Forte de Coimbra nt.é Porto Hurt-1 
onu: 	4 6 nho, uca e:cbarca.diço contou a stguinte estória: 	- 
1 
CRECl.A 	"As piranhas devido seu grande poder de multlplfc.uçâo e teus 
4 1 dentes super afiado!, o "deus" que protege os pelxes, .uvisou as 
FRANÇA 	3 4 piranhas que elas so poderlai:i cooer liDo, frutos, c.nscas, r.tf - 
z.es e detritos .. Fora proibido toe.arca em carne .ou cm qualquer 
PERU 	3 3 outni colna scoclhante .. 
ESPAh11A 	2 O Por-éa_ 
0 di.nbo que .andava pel~s rios, disse is piranhas: 
URUGUAI 	: Voces fora.a eng.a.nadas .. Voces deve:ca comer cnrne, pois a car 
" r I ! 	rte"er	ro-o-is. 
HIlDlNE, 	s pranlats venta perguntar.a 
ATENÇÃO PRODUTOR H. A 	ao 4tato: 
-O que ve::r a s.er e.ame?' 
-Carne e u::,.a e.ois.a vermelM 
cu.ito gostosa ,e im.a vez ing.erida 
nunca Cl.'.Jls se tem vontade de in­ 
gerir outra cofsa. 
As piranhas então proc:urar.u:! 
Encontraraa.,coceram e postaras. 
Desde entio,as plr:mb.'.15 mul­ 
d1çoadas pelo "deus" dos pet.us 
so COtDC:1:1 e.ames coa grande a~r! 
te, como devoras qualqeur coisa 
vcn::elh..a.. O ve.roelho e o pec.a.do 
de e.ame .. Por isso ns pir~ 
procur:JQ sempre destruir o ver 
lho, e esta obscessão é t.ôo grari 
de que el11S se deixam a:t.é pcs ': 
car por u:::a pcd..lço de. pano vere 
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tos ou pseudopaclfi+tas a quet loaren os nossos pastos milita­ 
re:1. 
Mqueles que apreoas tuna drtlea redução dos recursos destI 
nado a defensa, além de desinformados quanto à real1dade dos 
pasto; Militares no Brasil, evidencLn un total deconhecimento 
<lo verdaveiro papel das Força; Aradas no contexto de nossa o­ 
cledade. 
Esbora a conjuntura atual reja tranquilizadora quanto na ua 
pocaívcl r:ltunç.no de J)JC'rr:a, e f.,cll c.nLendcr que :is }'orça:: Ar­ 
mudas devem estar peraentemente preparadas, técnica e profis­ 
sfonalente, para enfrenta la o Ex[to e, particularmente, e 
conrtiçÕt.•r. de deet Lular qualquer ação ngremslva contra a fnte 
r Idade de nosso vasto território e a soberania que nobre ele 
,h-vcn:o:: e}ct· rcc r. 
Alé_de possuiras efetivo reduzidos, comparados cone no:.sa 
populaçao, e inquestionaveI que os investimentos realizados pe­ 
lo Pa{t; co:.n vetor Mll Itar situa-se entre os mais b._d.xon do mm 
do, quaisquer que seja os parametros considerados • .., - 
lc.to fica perfeftnente constatado pela observaçao do conjun 
to de qundros e gráficos apresentados ema destaque.. - 
SÓ it-to baota par.a prov,1r como s.Õo parcJ.J.'IOnfosos os rccUisos 
orçwncntiirLoa destlnndo!I à defesa ena nosso Pal. Mas, acresce 
que una parcela destes recursos, ainda que pequena, e utilizad,1 
cm beníiclo da r.oc1<:d,tdc cor:o ma todo.. 	}'O.'TES: 
Soros una Pal Jovena, extenso territorl;1lrnente, c.o::i cc,ciple.xos XIV ('..AMPOONATO HRASUEIRO OE VOUOHOL DAS FORÇAS ARADAS- 1XfR 
desequII[brios regionatn, Inúmeras regiões desassistidas, ra- 	iro co- 
vcn prohlco.as eociain e nccnlu,,dn defnsa.e,cra tcc110JÓgJc.a em reta 
çá0 aos países mais desenvolvidos. !.aze.ndo coe que- o r:egu:ento - No período de 14 a 19 de DJ~osto, n.1 cidade de Yetrópolls·RJ, 
r.illltnr, presente nos Dnlr. Jan[nquos rincões de nosso te,rrlt.ô - foi re.,Uzado o XTV CMll'r..ONATO !lRAS!UllltO Dfl VOLEIJIOL DAS R - 
rio, pnrticipe utlvru:icnte do proccsno de descnvolv1m:oto e !ntc ÇAS ARMAUAS. 
grnçiio nacionais e ostente, com orgulho, um ponderável acervo- O evento, org,anlzndo J)('la Cl»UI e que contou coo o apofo da 
de realiznçõco nos cnnpos coci.nl, cconóoico e cultural.. l<J' Bda ln{ Htz, do 320 n I Htz e da comunidade petropolitana, a 
Denbrnvaoento de: rcclÕcn Inóspita!, npo!o cr1 calamidades , presentou o sceulntc resultado: 
trnbulhos de infra-estrutura, educ.aç.ao, sau.dc e profbrnlonatlza 19 1uar Y.xCrclt.o 
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los homens de fnrda, a maioria dcln.B cobertas pelo DnonÍJll.J.to .. 
O ncgocnto allit..nr rcprcccnt.'l, pois, oJUito no cont.c.xto da so 
clcdndc hrnsilclra, li qu.nl cntã Indissoluvelmente ligado.. - 
Referindo-nos, cspcciflcamente ao nosso Exército, é justo sa 
licntnr que, atém da segurança que proporcion..J, com seus cfetl:: 
vou dcsdobrndos em todo o território n;iclonal, sc.us aqU.'.J.rt.eln .. 
e>cntos funciona.o como centros de civisoo, de lntcrlorlzaçâo do 
progresso e de valorlznçâo do hooc.m. 
Pcrfcitrn:>cntc integrada à sociedade brasileira, a !no!Iia oi 
lltar relaciona·Se: cstrclt..:J.ccntc com as c0111'1Jnldadcs coa aS 
qu:1is convive, em GCU constante pereg·rlrwr por nosso vasto Tcr­ 
rltórto, íortnlccendo os 1.:içor. do unidnde nocional. 
Portanto, o Exército, por su.a presença em todas as reglôcs 
do P;i{o, pelo sentido nacional de sua fon:s.açno e de SWI. destina 
tão, pelo &cu c.nriiter de representante do Governo Federal e pe­ 
la uni foraldade de suas noras de conduta, tea dese.mpenhado,tr.1 
diclon.:ilmente, o papel de grande elo de ligação da ente brar­ 
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'Ar ·Condicionad , C~é da Manhã Completo 
)· '· AVENIDA TEODORO SATIVA 
RESERVAS: 439-1487 E 4391366

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.]()1<11/L '1'11 InUtl/1 DA FRONTEIRA flLL/. '/Jr.,;, MATO 
EDIT·ORIAL 
LO SUL 
,990 
No Governo Collor • o 
Brauil está abrindo a 
sua economia, liberan­ 
do importaçÕeu , denper­ 
tnndo o empresariado pa­ 
ra a livre concorrência, 
lvcentivando aqueles que 
trabalham com eficiência 
e competência. 
Nesta fase de mudan - 
ças profundas que se ope 
ran na economia, eviden­ 
tecente, muitos terão 
que pagar os sacrifícios 
1Clpostos pela modernida­ 
de, Por este motivo as 
concordatas, falências , 
etc, de grandes empre 
aas que estavam acostuma 
das a ganhar, não na ati 
vidade produth·a, mas nÕ 
ciranda financeira. !lo - 
je, quando são obrigados 
a ·!ver e manter suas 
empresas com os lucros 
advindos da produção, cs 
tão encontrando dificul­ 
dadcs. Da! a quebradei,­ 
ra. 
Diminuir os lucros 
investir cm talentos, na 
criati'idadc, na compc - 
tência ê a pala·ra de or 
de no momento. Caminhar 
coe os prÕprios pés. 
E neste quadro, a nos 
sa cidade de Bela Vista 
erece um capítulo espe­ 
cial, 
Ontem, este'e no jor­ 
nal, o produtor rural Os 
Valdo Grubert, de Jar - 
di, e companhia de seu 
filho, Eduardo Grubert , 
vereador nnquela cidade. 
Ambos se ourpreenderam 
com o progreuso de Bela 
Vista, com o ritmo de 
obras, com o crescimento 
da cidade. E mais. Senti 
rm., no ar uma utmosferã 
de confiança, de esperan 
ca, com Osvaldo afirman­ 
do: 
- Quando chegar o as­ 
falto, a Bela Vista terá 
um avanço de dez anos. O 
prefeito de 'OCes está 
mudando o visual da cida 
de, e o que é mais impor 
tante, despertando o po 
'O para o futuro. 
Foi esta frase que 
nos levou a meditar. 
Informe TF 
1 
1 
1 
1 
---..J 
DESPERTANDO O POVO PARA O 
a mo- 
para 
o setor econômico, é tam 
bim para o setor pollti:: 
co, que deverá ter em se 
us quadros partidários 
homens li'res, conscien­ 
tes e altamente envolvi­ 
dos com a comunidade. 
Nós queremos pol!ti - 
cos preocupados com Bela 
Vista, com a cidade, com 
os problemas, '·os sonhos 
e as esperanças do po'o, 
E não com os grupinhos , 
formados sob a égide de 
lideranças pessoais. O 
grupo do fulano, do sin­ 
cra1o ou do beltrano. 
A polarização dopo - 
der em Bela Vista está 
nas mãos de dois ou três 
políticos (líderes), já 
Ê isto mesmo, nos no- não cabe no Brasil moder 
'OS tempos em que o Bra- no de' hoje. - 
sil está ingressando , Política de curral 
não cabe mais briguinhas Política do churras - 
políticas e questiúncu- co amigo, do agrupamento 
los pes'Soois, o povo dis e da distribuição de fa- 
se nas urnas o que quer vores. 
dos políticos. E os poli A verdade dÕi, mas é - 
tices que quer. Muitos o VERD/úlE, e doo a quem 
foram reprovados, outros doer, deve ser dita, e 
não mereceram nem cita - DIVULGADA. 
çoo. 	E·identemente que res 
~o despertar para o peitamos, e muito, os 
futuro que exige de cada atuais lideranças de Bela 
belavistense uma nova Vista, com Edson Moraes 
postura na comunidade e Abrâo Zacarias, à 
Sobretudo para os politi frente, bons políticos , E mostrará, novamen- 
cos .,ã0 se admite posi - mas Bela Vista precisa te, em 
1992
. 
çoes infantis, provincia despertar novos líderes, 
nas, arcaicas e bitola= partidos fortes, coeren- 
FUTURO 
das. 
' A competência e 
dernidnde nÕo é só 
te, alianças que vise 
o cunicÍplo coco um to­ 
do e não alianças vIsa 
do a distrtbutão de 
cargos. 
Cabe nos atuais poli 
ticos belavIstenses e 
ta tarefa DESPERTA!/00 O 
POVO PARA O YIJTURO, 
Bela Vista ão é fa­ 
zenda, 
1
1 u□ r.:un.fc{µio 
próspero e alta.ente po 
1ti:+do. 
 
' 
Ver. Eduardo Grubert. 
O político que noo 
aceitar isto, pode pen­ 
durar as chuteiras, po­ 
is o povo rostrou, nas 
urnas, o que pensa. 
E PRECISO DIÁLOCiO E EHTENDIME TO 
NÃO FOI O RONDO 
Nosso coleguinha Alvnro Pereira li•uu 
o Jornal falando a respeito da nota inertda 
for.e TF da semana passada, falando de um • .. , 
"nó cego", cujo coordenador estava reclra ao 
contas a pagar. 
Segundo o Alvaro, este candidato nao é o ROM - 
DON FIca o lembrete do um!go Alvaro - Não_é o Kog- 
doo. 
Mas cu não falei que era! 
E QUI ? 
Depois de una elefção serpre surge o 'A}»! 
tos'' pendentes. O nosso chefe que o diga, 1t,Jo e 
n:.esmo? 
ODrtAS PJ!INICIAM 
,., 
Tribuna da Fronteira, 
que hoje é, também, nome 
de Avenida em Bela Vis - 
ta, nunca fugiu ao diá - 
logo. Nossas portas sem­ 
re estiveram abertas po 
ta todas as correntes po 
l!ticas de nossa cidade 
Bem paixões, radicalis - 
'l:os e problemas pessoa - 
ts. ~ s6 chegar. 
Se hoje, TF, como se 
Pre o fez, mantem uma 
Postura de liberdade e 
~• independência sem filiar 
se a grupos ou partidos, 
é graças ao povo belavis 
tense, aos leitores, a - 
nunciantes, enfim, aos 
que- encaram este jornal 
como um órgão de respei­ 
to, e de tradição dopo­ 
'O fronteiriço. 
Estamos abertos ao 
PT, PDT, PSDB, PTB, PFL, 
PMDB, a todos os parti - 
dos, a todos os polÍti - 
cos, a "Casa dns Idéias" 
onde funciona a TF quer 
ser Únicamente isto, um? 
cosa de idéias. Informa- to. O importante é o 
mos, Noticiamos, comenta progresso de Bela Vista 
mos, falamos de tudo O e cabe a nós, nesta ge­ 
que acontece em nossa ci rncão, alicerçar a cons 
d ade. 	trucão de um futuro me= 
Entendemos que neste lhor para os nossos fi­ 
momento crítico da sacie lhos. 
dade brasileira, da qual E este debate deverá 
Bela Vista faz parte, é ser a nÍ'el político , 
preciso um grande debate econômico, social e cu.l 
entre todas as lideran - tural. e A BELA VISTã 
,;os bel3'istcnses. Vamos de amanhã que está em 
promover, através das pá debate. Envie o seu ar­ 
ginas da TF este debate, tigo, colaboração, su - 
paro que haja entendimen gestão, idéias, etc ... 
E as obras de pavtentação asfáltica das ?rsfeí­ 
tura Municipal fora reiniciadas. Provavelmente an 
tes do final do ano Bela 'Vista terá um novo v±su­ 
al, é o prefeito Edson Moraes, apesar de todos as 
dificuldades financeiras, desenvolvendo tod'>n os 
seus projetos. A situaçao das prefeituras no tocan 
te a verbas não está fãc1l, mas com criatividade 
consegue-se tocar o barco. 
MENORES 
Está no hora de toda a cocunidadc se preocupar 
com o problema dos cenores abandonados, do nban­ 
donados porque estes menores fica pelas ruas, al­ 
guns· até trubaodo, mesmo tendo famílias. Tc~os en 
Bela Vista o ROTARY CLUB e tarbé MAÇONARIA, en 
tendo que o clube de serYiço e a loja, bem que 
poderiam iniciar um trabalho a respeito. 
LEMBRAMOS 
Com muita justiça que a Maçonaria implantou o 
Grupo de Escoteiros e Lobinhos; e o Rotry o Irte­ 
ract, mas os menores que lebraros são aqueles f1- 
lhos de famílias pobres e que se encontram rnorg!n:, 
lizados. 	- 
Não podemos deixar que a Prefeitura ;{unicipal 
assuma a total responsabilidade por estes menores, 
afinal a comunidade é um todo. Todos são respons?­ 
veis. 
ACILIZANDO 
E o presidente da Caara Municipal de Bela Vis­ 
ta, Cássio Acioly, ogili:rando as ath·idad<cs é~ Le­ 
g1slativo belavistense. 
Depois da brilhante iniciativa de levar a Ca­ 
ra aos bairros, transferindo as sessões de lccal , 
a próxima providencia é desenvolver aplo debat 
com todas as lideranças, politicas e epresaria! 
de nossa cidade, 'isando participar do Bela 'i,;t.o 
Debates, iniciativa deste jornal. 
Guarda Municipal e Mirin 
Este jornal sugeriu 
Deses atrás, a criação 
Guarda Municipal, o as - 
sunto foi ventilado no 
llotary Club, quando o 
Jornalista Ivaldo Perei­ 
a, naquela oportunida - 
do, defendeu a idéia. 
Debatia.se o problema 
de segurança pública em 
llela Visto, com as pre - 
ª
tncas do então De legado 
de 'Policia, Dr. Gilber - 
to; do Promotor Público 
da co.arca, do MM Juiz de 
Direito (rotariano) do 
~r•ador Carlos Alberto 
ariz e dos demais rota 
1ano. 	- 
• Guardo Municipal f! 
"a encarregada de z 
r Pelo patrimônio do 
unte{±, vLgi1ãncia 
~ Portas dos colégios, 
Dnda nas ruas centrais 
i.ª•lar também pelas lo- 
1 
e C'1sns c:om'crcia.is • 
Evidentemente que o co- Oliveira, diz o seguinte po e recurso para aten - 
mércio ajudaria a manter. Noo tem sentido o pre - der as ocorrencias de 
esta Guardo, pagando uma feito do interior fi - maior gra'idade. 
pequena taxa. Seria de car à mercê da vontade Além da Guarda Munici 
responsabilidade da Pre- do Secretário de Seguran pal, poderia se • criar 
feitura Municipal sob a ça Pública, do carandan- tabêm a GUARDA MIRIM , 
orientação de um mili - te da paliei.a Militar. arregimentando-se garo - 
tar. 	Pode se arregientar tos, que seriam obriga - 
Não é preciso lembrar pessoal do própria re - dos a estudar, trabalho­ 
os Últimos acontecimcn•-· gião, cobrado pela sacie riam nos bancos, cerca_ 
tos ocorridos em nossa dade, pelo vizinho. dos' lojas' escritórios• 
cidade. 	O prefeito e a Câcara enfim, poderiam troba 
Roubo de lojas, deprE_ Municipal, os segmentos lha.r meio expediente, re 
do,;Ões, badernas, etc. sociais sabem quais as cebendo lll!l salário, parã 
Esta Guardo serio nu- necessidades do Munic! - ajudar nas despesas. 
xilior da Policio Mili - pio". A criacão de ucn Receberiam fordamen - 
tar e Polioia Civil. Guarda Municipal em Bela to, trotm::ento Médico- 
0 
Lembramos quê nos Vi.stn seria um nvanco d~ntolÕgico e orienta = 
grandes centros, e até geraria mais eopregos , ,;ao. 
cm muitos cidades do in- segurança e tranquilida- Ê fácil a comunida _ 
terior,está_havendo a tu de para a família bela- de cuidar !os MENORES 
nicipalizacão da Poli - viseense, 	é só QUERE!l. 
eia, 	Bem admioistrada e o Basta deixar o ego!s- 
A este respeito o Se- rientada, esta Guarda se de lado e viser, real 
eretárlo de Segurança Pi ria uma auxiliar valiosã ::ente, o cristianismo VI 
blica de são Paulo, An da Policio Ch-11 e Mili- vo. 	- 
ton!o Claudio Mariz de tar, que teria mais te- 
Esquecer um pouco 
discursos bonitos e 
as 
promessas vazias. 
Belo Vista é ua cida 
. de rica, dezenas de pes­ 
soas (fazendeiros, cooer 
ciantes, profissionais 
liberais, etc) podem oui 
to bem colaborar coi 
Cr$ 5.000,00 ( cinco il 
cruzeiros) mensa.is para 
anter tal instituição. 
º***************** 
E:SCl!1M: IVAIJJO .PfY.::D.A 
l! SÕ QUERER. 
. Poderíamos iniciar 
ua carpanha- ADOTE UM 
MENOR-- coordenada pelos 
líderes da co:unidade 
clubes, sindicatos. se 
presas; no futuro, le - 
rarao co carinho e gra 
ticL:io daqueles que :,ã:Õ 
ficaroc open.as no discar 
so vazio, as participa­ 
ra para a Acão Efetiva. 
ANUNCIE E 
VL,ORIZE O JORNAL 
DE SUt CIDADE

JORNAL, 'TRIUNA DA FRONTEIRA BELA VIS'TA-MATO GROSSO LO SUL 
ESTADO DE MATO GROSO DO SUL - PODER JUDI­ 
CIÍRIO - COMARCA DE BELA VISTA. 
27 DE OUTUBRO DE 1990 
d 
Edital de primeira e 
seda 12;s II 
prazo de 15 dias 
Câ■ara é 
Ver. SYDNEY rlUNi:S I,CJ TE 
REQUERIMENTO 
Requeiro à Mesa ouvido o Plenrio na 
forma regimental para que seja endereçado 
expediente ao EmxO Sr. Prefeito Municipal , 
solicitando inforr.mções quunto a venda ou 
doação de lotes de terrenos urbanos, cspcc! 
Q OOUTO!l VILSON DERTELLI I JOI Z DE DIREI !f:imen ~e t quanto ao loteamento denominado 
TO DA COMIRCI DE DELI VIS'fi, ESTIDO DE MJ= f º?ª Vis til, sem autorizaçao dcc;ta Carnara Mu- 
TO GROSSO DO SUL, na forma da Lei, etc .•. (nicipal. 
FIZ SIDER, a todos quantos virem o pre-r 	INDIC/ÇÕES 
sente edital ou dele conhecimento tiverem Indico à Mesa o Plenário na forma regi - 
que foram marcados os dias 05 e 20 de No - mental dispensadas as formalidades, para 
vcmbro de 1.990, respcctivamen~e as 14!00 que seja endereçado expediente ao ExmO Sr • 
horas, a terem lugar no Edificio do Forum Prefeito Municipal, no sentido de ser rcti­ 
local, sito a Rua Darao do Ladario no 15 f"I rado o mato que obstrue as sargetas da rua 
95, designados nos autos no 94/~9 do ~artaflntõnio João, logo abaixo da rua Sebastião 
Precatória, oriunda da Comarca de Itapora, e Crispim do Rego. 
traída dos autos no 171/86 ó~ ~xccuçao que o mato que margeia a calçada, obstruiu a 
F~nanciadora Drad
7
sco S/1 Credito, Pinan -r-sargeta, levando a água a correr pelo leito 
ciamento e Investimento move contra ANTO- da rua, danificando esta. 
NlO GIOVANINI e CELIO POVEDA, referente ao 
bem imovel penhorados nos autos acima men-r •••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 
cionados e abaixo caracterizados: 19,4143 Indico à Mesa ouvido o Plenário na forma 
has (dezenove hectares, quarenta e um ares I" regimental, dispensadas as formalidades, Pa 
e quarenta e tres centiares) de ~erras ~ª~[ra que seja endereçado expediente ao Exm • 
tais e lavradias, dentro de uma area maior sr. Prefeito Municipal, no sentido de ser 
de 58,2430 has, parte da Fazenda Santa Ma completado o serviço de abertura da rua que 
ria, com denominação atual de Fazenda Tres passa em frente à residência do Sr. Celestf 
Pontas, situada no municipio de Caracol -f4o Freitas no Bairro Serradinho inclusive 
MS, dentro dos seguintes limites e confronleom a colocação de tubulação para vazão das 
tacões: Norte com a Fazenda Três Pontas deÇáguas. 
Celio Poveda, Helio Poveda e Roberto D. de] o trabalho ali realizado, tornou-se uma 
Barros; sul'. com a Fazen~a Olho D Ãgua dei.verdadeira represa, e cuja Taipa, mais pare 
Antonio Maria Nunes Rondao; Leste, com te.E.Ice uma pista de moto cross. 
ras de Ramão Godoy e a Oeste com a Fazen- É necessário, além da tubulação, que se 
da Três Coqueiro de Joana Martins Leite , !realize um completo serviço de terraplana - 
devidamente matriculada no RGI, desta Co - gem para que possa ser realizado o tráfego 
marca sob o no 5.564. Avaliada em 16.358 ' normal 
19 BTNs mensal. O referido imóvel encontra • 
se com dívida perante o INCRA, referente • • • • • • •• • • • •• • • • ••• • • ••••••••••••••••• 
ao exercício de 1.985. Na primeira praça o 
bem não será alienado por preço inferior 
ao da avaliação, sendo que na segunda pra­ 
ça, que só terá oportunidade se resultar 
negativa a primeira, o bem imóvel será ve~ 
dido, a quem der e maior lanço oferecer a­ 
inda que por baixo da avaliação. Não haven 
do expediente em qualquer dos dias designa 
o, dos para as praças estas reâlizar-se-ão no 
dt, mesmo horário e local dos dias üteis ime - 
iç!; diatamente seguintes. Caso os devedores 
rs não sejam encontrados. p/ intima cio pesso - 
al, fica desde já INTIMADOS por este edi - 
tal, da data acima designada para as pra - Requeiro à Mesa ouvido o Plenário na for 
cas. E para que ninguém possa alegar igno-,ma regimental, para que seja endereçado ex= 
rãncia, foi expedido o presente edital que pediente à Presidente da Pronav Municipal , 
será afixado no Fórum local no lugar de Sra. Cecília Pereira Moraes, pelo carinho e 
costume e publicado na forma da Lei. Dado atenção que dera às crianças belavistense, 
e passado nesta cidade e Comarca de Bela nesta semana dedicada às mesmas, com jogos, 
Vista-MS, aos 10 de Outubro de 1.990. E eu brindes, brincadeiras, enfim, trazendo ale­ 
roa Petronio Leio, escrevente Judicial a dati- gria e lazer à nossas crianças. 
e lografei. Eu (Pedro Vergilio da Silva) es- Maneira a qual louvamos e que Deus lhe 
ual crivão a conferi e subscrevo. 	ldê forca~. para que aja sempre dessa nature 
tunis 	za. 	- 
E 	VILSON BERTELLI 
0
o o 	Juiz de Direi to 	• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 
'}-, . 
pela 
[ante, 
ME." 
Eei 
A 
01. 
Ver. MARCELINO CASSIO BIGLIA ACIOLI 
INDICAÇÃO 
Indico a mesa na forma regimental, dis - 
pensadas as formalidades, para que seja en­ 
dereçado expediente ao Exmo Senhor Prefeito 
Municipal, reiterando indicação no sentido 
que determine a construção de uma quadra de 
esporte e um campo de futebol no Bairro A - 
gua Doce. 
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES 
a 
- Ou, lo motivo proveit 
o do aprovados no concurso Público 
movido por os s , inistraao. 
PRECE INFALÍVEL A "SA!TO ATO1O" 
Glorioso Santo AntÕnlo, seu aor por Det:s e caridade por 
sua Criatura, deu-lhe o poder de realizar milagres. 
Com sua palavra miraculosa, serpre pronta o intervir co 
favor dos necessitados. 
Sussurre r::eu pedldo ao ouvi.do do doce ccnioo J~sus (fa - 
zer o pedido). 	. 
Oh. Sa.nto Antônio, o pais milagroso dos Santos, sei que 
a resposta ao reu pedido pode necessitar de un r1lare 
mas a gratidão de teu coração será serpre tua. 
Rezar 13 PaI-osso, Ave Marta e Glrta (Publicar assin 
que receber a raça). Agradeço a graça recebida. "A,S" 
Ver. JOÃO KALIFE 
REQUERIMENTOS 
Requeiro à Mesa ouvido o Plenário na for 
ma.regimental, para que seja endereçado ex= 
pediente ao Exm? Sr. Prefeito Municipal, so 
licitando as seguintes informações: - 
- Qual o regime jurídico de vinc.110 em - 
pregaticio, adotado ao funcionalismo pübli­ 
co municipal? 
e 
LINHAS PARA: 
equeiro à M a ouvido o plenário na 
forma regimental, pera que a Mesa da Cama 
ra, oficie o Promotor Púllico desta cida­ 
de, comunicando o não cumprimento da Lei 
n0 883/89, que "Dispõe sobre comprovante 
do pagamento dos salários, e dá outras 
providência:..", por parte do Executivo Mu­ 
nicipal. (copia da Lei em anexo) 
,JUS'fil'IC/TTVJ 
Após vários pedidos por parle dos se - 
nhores Vereadores, o Executivo sempre res 
pondcu dando desculpas, que a meu ver não 
justifica. 
Ver. flONf.Y /lORIES SIMÕES 
PflOJETO DE LEI 
"Declara de utilidade Pública Munici - 
pala Radio Bela Vista - RBV". 
A Cãmra Municipal de Bela Vista, Esta­ 
do de Mato Grosso do Sul, e eu, promulgo 
a seguinte Lei: 
Art 10 - Pica declarado de utilidade 
pública municipal a Rádio Dela Vista -RBV 
com sede a rua Coronel Camissão, no 621 
nesta cidade, inscrita no CGC no 03.202. 
116/0001-00, fundada cm 10 de junho de 1. 
982. 
Art 20 - As despesas decorrentes com a 
execução desta Lei, correrão por conta de 
orçamento próprio 
Art 30 - Esta Lei entra em vigor na da 
ta de sua publicação, revogadas as dispo­ 
sições cm contrário. 
JUSTIFICATIVA DO PROJETO DE LEI NO 016/90 
Entendo, que a Rádio Bela Vista é una 
rádio modesta, de pequeno porte, atenden­ 
do mais a ~tilidad~ püblica do que quando 
se refere a sua propria receita. 
Nós Vereadores, não poderíamos deixar 
que uma rádio, que só tem uma função, que 
e informar nossos munrcipes, levando suas 
mensagens aos bairros mais longrnquos de 
nossa cidade. 
Por isso, entendemos que é de grande 
valia este Projeto, que não vira benefi - 
ciar seus Diretores, e sim, a população 
em geral. 
------==-------====== 
aça - lassa fronteira 
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL . 
SEGURANÇA - TRANQl]ILIDADE - CONFORTO 
Mas PR ÉXCUSãS 
BELA VISTA, PORTO MURIINHO, JARDIM, ANIONIO aUAO, PONTA 
PORÃ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÚ, AQUIDAU­ 
ANA, CORUMBÁ, NIOAQUE, BODOQUENA, SIDROLÀNDlA E CAMPO 
GRANDE. '' 
VIA.J BEMI, VIAJE COM 
A CRU ZEIO O' SUL.

'fHIDUNI DA FRONTEIRA 	13CLI VI f"j'/ - MATO GPOSO DO SUL 27 D UTtB O D 
-EIIURI MUNICIPll DE BELA _VI 
DECRETO 69/90 
a ser d~.d.;n ,tio na,, ,u ilnr;,i; ll0tn.c~•. tJr,,, nt,H.:, l tr, ,,lLurl ,. 
as, 	rtlo g} - f vedada a fnlusao na I 
, 	OI.00 - PODER LEGISLATIVO 	trla, bem co em «as !teraçouw, de ' • 
IJO l'llEFElTO EM 2B UE SETEtfllRO DE l 
900 
OI.OI - 'ARA MUNICIPAL, 	titulo de sul/seroes sociais para entida' 
::..:,:::....;c..;;__;;_..c..c.c..c..c.c...: ----- 1''t'1" 	01010012.01 - Atividades Legislativas 	cas federals, estadu, is e unlefpals. 
l.llSON Mf:DELIOS DE HORAES, PREFEITO l!UNlCJPAL DE 3.2.1.1 - Transf. Opracionais...... 1.000,000,00 Pari. Dnfco - teutado-se a transl«e 
LA VISTA, ESTADO DP. M.ATO GROSSO DO SUL,usnndo dns 	50'.IA...... 1.060,000,GO recursos a ntIdade prlad e mnfpa! e 
trfbulçoes que lhe são conferidas e de acordo com Artio 22) - Para cobertura do Crédito Suplemen crativos e de caráter aslstencLal. 
0 
dlr.posto do Artigo 68 58g da lei ng 886/90 de 05 tar aberto no ArtJgo anterior ocrão uttlizndo& o; Artigo 7g) - 0 Poder Executivo enviara a 
.._ d• abril de 1.990 e Artigo 43 da lei fedcrnl nQ 1,. Recursos proveniente do provável Excesso de Arreca Municipal, se necessário for, o três pes s 
Jl0/64, 	daçiio conforme cálculo efetuado de acordo com o Ar do encerramento do atual exercício ffnan 
r:nETA: 	tigo 4'.l § 1(1, item I l da Lei federal 4.320/64. feto de Lef dispondo sobre iterações na l 
Artigo IQ)- NoH termos da Lei Municipal nQ 894/ Artlao JQ) - Este llecrcto entrurá em vigor "" de trfbutos, espefalente obre: 
; A), Artigo I? flca, aberto um crédito adicional Su- data de ua publicação revogadas as disposições em I- Revlsão das Isenções e Incentivos fI ais; 
pelmentar no valor de CrS 7.210.000,00 (sete mUhÕ- contrário, 	II- !evl:.Ôo do Irpo•,to sobre a propriedade 
se duzentos e dez mil cruzeiros) a ser designado DECRETO N!! 
76190 
_ GAB1NETF. DO PREFEITO E1'1 
16 
DE ale territorial urbana, bus ndo aumentar 
us seguintes Dotações ramentr[as, 	-- 	t[idade, de for1a a obter um acréscfo d 
1 
Ol.00 - EXECUTtVO 	OUT~~:~/~E~Ei~~~ DE MORAES, PREFEITO 11L'NICIPAL DE çao. 
;; :. Ol.01 - GABINETE DO PREFEITO 	===..:..c====-=---""-'-"-'--"'-'-'C..,-C-c'C-,-'-c'-,---,-,---,----,-- III- lteduçÜo do aumento nos prazos de apara,ano, r 
• 0)070202.02 - Assessoramento Superior 	BELA VISTA, ESTADO DP. MATO GROSSO IJO Sl'L, usa
nd
º rccadaçiio e recolhimento c!on trlbutO!i rt:l.nhi•-~l~. 
j.1.3.2- Outros Serviços e·Encaros... 400.000,0o das atrtbutcóes que Ihe sao conferida f[;;$ coa o objetivo de reservar os _respetivos valores 
$281662.03 - Sen·iços de Alistamento Militar com 
O 
dlspoS
t
o do Artigo 
68 
§
8
Q da Lei lei Feéeral l'.'- ,perfeiçoamento nos critério,; par,, c.urn-,_;o 
),1.3.1 - Rem. de Serv. Pessoais....... 50.000,00 de 9? d°,'I de 
1
,
990 
e Artro 
43 
da 	dos créditos runtetpats. 
02.03 - ASSESSORIA JURIDICA 	n!! •
32
º • 	Par,ig. 0n1co- O Executh·o uté o mês de Julho J 
01070202.05 - Sen-iços Jurídicos 	DECRETA: 	cada exercícfo tomará as providencias para que seje 
Artigo 12) - Nos termos da Lcl Municip,..I nÇi 8,4/ 
#'! 5d;#,'isii" o.soo. , «is ao ««rssc@@no isa- " : :.%.%% . 1 • «sra- 
plementar no valor de Cr$ 300.000,00 ( trezenton 
!%..772.2%%%7%7 %% . ir«ta«««rir rst««o- ZZ%±;{:1%1.".2% 
çÕes Orçamentárias. 
),1.3.2 - Outros Sen:iços e Encargos.. 200.000,00 
02
.
00 
_ EXECUTIVO 	tr.enor nh·cl, 11 naturczn da despena, obedecendo n 
t: l,2,5. l - Inativos.................... 350.000,00 
02
.
05 
_ SECRETARIA DE FAZENDA 	classiflc;iç;i" cnnstante dn Portar ln SO!-'/~,rí'l,A'J n'! 
t: 02.05 - SECRETARIA DE FAZENDA 	OJOBOJ
2
Z. lO _ Amortizac;ao da OÍ·ida Contratada 35 de Ol de agosto de 1.989. 
mOB0212.08 - Manutençao da Secretaria 	! 	PJrág.Cnlco- A clnsfiificnçio n que se ref, r• e~ 
) 1 1 l P 1 Ci il 
400.000,00 
3
•
2
•
6
•
5 
- Juros de Outras D vidas..... 
5
0,000,00 te artigo corresponde aos agrupamentos de elemen 
• • • - cssoa v ••••••••••••••• 	02.06 - SECRETARIA DE PROMOÇÃO SOCIAL 
.. ).1.3.1 - Rem. Sen·. Pessoais......... 150.000,00 
13754282
_
11 
_ Serviços de Administração Geral tos de natureza de despesa, conforne defJr.lr" Lei 
- l.1.3.2 - Outros Sen·. e Encargos.···· JOO.OOO,OO 3.2.5.9 - Outras Transf. a pessoas.... 20.000,00 Orç;iment;Íria • 
• 02,06 - SECRETARIA DE PROMOÇÃO SOCIAL 
02
. O] _ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DESPORTO Pará.Segundo - A Le 1 OrçCJmentfr ln lnc l ui rii den 
... 137542282. ll - Serviços de Administração Geral 08482472.13 - Manutcnçao da Casa do Artesao tre outros demonstraci,·ns: 
),1.3. l _ Rem. Sen·. Pessoais......... 600.000,00 
3
.1.
3
.
2 
- Outros Sen•iços e Encargos.. 
8
0.000,00 1- Da receita que obedecerá no previ.~o no nrU 
02,07 - SECRETARIA DE EDUCAÇAO E CULTURA DESPORTO 
02
.
08 
_ SECRETARIA DE VIAÇÃO E OBRAS E SERV. PtlB. go 22, 519, da Lef ng 4.320/64, de J7/0J/t,, 
•• 8421872.12 - manutençao dos Scn·. Administrativos 
16885342
.
17 
_ Manutençao dos Sen·. da Secretaria II- Da natureza da despesa, para cada órpir como 
).1.1. l - Pessoal Ci•11 	2.400.000,00 3. l.3.1 - Rcm. Scrv. Pessoais......... 150.000,00 tnmhém resumo ger;il. 
).l.),l _ Rem. Sen·. Pessoais......... 700.000,00 	SOMA ........ , 
300
_
000
,
00 
Parãg.Tercriro - Ar. c,
1
tl!gor1as de prn;:r,,:u:;;.10 
02.08 _ SECRETAR!, VIAÇÃO E. OBRAS SERV. PÜBLICOS Artigo 
2
Q) _ Para cobertura do crêdito suplemen de que trata o "caput" dcstl! art1.;o, s••r .• <' Jée,:l- 
16885)442.17 - Manutençao dos Sen·. da Secretaria tar aberto no Artigo anterior serão utilizados os ficadas por projetos e atividades, aos qu1!~ frte- 
~ ).l.l.l Pessoal Civil............... 500.000,00 recursos proveniente do provável Excesso de Arreca rados por títulos e descrição que caraccerizP ar 
l.1.3.1 - Rcm. Sen·. Pessoais .. ...•••• 500.000,00 dacão conforme cálculo efetuado de acordo com o Ar respectivas C'.etn!: ou ª açiio pública «sp~rnd·'· 
).l.3.2 _ Outros Serv. e Encargos..... 300.000,00 tigo 
43 
§ IQ, item II da Lei Federal 
4
.
320
/
64
. Artigo 9'2) - Os crédito5 adicionais terão trarts 
SOMA ..... 7 .210,000,00 Artigo 
32
) _ Este Decreto entrará em vigor na posição e ren;inejamento de recursos de <.,ia e, t~;;õ 
'rt.2Q) _ Para cobertura do crédito Suplementar 	- 	- r!n parn outra e de uo órgão para outro, inclusiéé 
n 	data de sua publicaçao revogadas as disposiçoes em 
aberto no Artigo anterior serão utilizados os Recuf contrário. 	• 	co cancelamento de elecentos não compro-tido. pA4 
aos provenient.es dopro,·á,·cl Excesso de Arrecadaçao 	ra atender insuficiências de dotações, d~,;,!e qu;;- 
conforme calculo efetuado de acordo com o Artigo 43 DECRETO NQ 077/90 - GABINETE DO PREFEITO EM 19 DE sejam inclusos dispos!t1,·os noi; artigos ~~ Lod or- 
parãgrafo 
1 
Q, item II da Lei Fed~ral 4. 320/64. OUTUBRO DE l. 990. 	çamentária. 
Art.
3
Q) _ Este Decreto entrara em vigor na data "Apro,·a um credito adicional suplementar do ser Artigo 10)- se o projeto de lei or<;:a:i.ent,:rla ,.,_;, 
de sun publicação re,·ogndas as disposiçoes cm con - ,·iço Autônomo de Água e Esgoto SAEE e da outras for aprovado até o téroino da Sessão Lep,!sLltl·:a,o1 
tTârio. 	pro.•idcncios". 	cnmara Municipal será de 1oediato, convocnda extr11 
EDSO)i MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNICIPAL DE ordinariamente pelo seu presidente até qi,e o -,,smo 
~ NQ 73/90 GABINETE DO PREFEITO EM 0
5 
DE OU BELA VISTA. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, usando seja apro,·ado,ainda no e:<erdclo. 
~RO DE 1. 990. 	DE das acribuiçoes que lhe sao conferidas, e de acor- Artigo Il) - Pela elabornciio do orçamento r,nra 
EDSON MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNICIPAL do com o disposto em o artigo 51, inciso IV, da o exercício de 1.991, terão priorid;,de os projetbo 
!g, VISTA. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL,usa
nd
o das Lei Municipal n2 886/90, de 05 de abril de 1.990, compatÍ'eis coco o anexo I desta Lei. 
llribuiçoes que lhe sao conferidas e de aco
rd
o com DECRETA: 	Artigo 12)- Revogadas as disposicÕes ern centrá- 
o disposto do Artigo 68 589 da Lei ng 
886
/
90 
de 
05 
artigo IQ - Fica apro,·ado um crédito adicional rio, a presente Lei entra em vigor na dara de sun 
dt abril de 1.990 e Artigo 43 da lei Federal n!! 
4
' suplementar de CrS 2.800.00,00 (dois milhÕes e oi- publicacão. 
(' 320/64. 	tocentos mil cruzeiros), por excesso de arrecada - 
Y DECRETA· 	çaÕ, parn o exercício de 1. 990, do Sen·ico Autôno- 
i' ~ º) _ Nos termos da lei Municipal n!l 
894190 
• mo de Água e Esgoto SAEE, situado no Município de 
. (· Artigo· 1~ fica aberto um _crédito Adicional_Supleme! Bela Visca-MS, conforme discnninaçiio no anexo I 
0 
•ltr o vator de Cr$ I. 190.000,00 (hum milhao c~nto obsen·ando o disposto no artigo 43, §3Q da Lei Fe­ 
llo•enta mil cruzeiros) a ser designado nas segu n - deral n!! 4.320/64, de 17.03.64, à partir de 01 de 
,··, hs Ootacões Orçamentárias. 	Outubro de 1. 990. 
~, • 02,00 _ EXECUTIVO 	Artigo 2!1) - Integram este Decreto o anexo men - 
02.0l _ GABINETE DO PREFEITO 	cionado no artigo lQ, bem como os demais institu!- 
D307020202 - Assessoramento Superior 	dos em Lei. 
3,1.3.
2 
- Outros Ser. e Encargos.... 100.000,00 Artigo 3!1) - Este Decreto entrará em ,·igor na 
02.04 _ SECRETARIA DE ADMlNISTRAÇAO _ Geral data de sua publicação, revogadas as disposições 
3070
212
.0 - Sen•iços de Administraçao lZO.OOO,OO em contrário. 
3
.1.2.0 - Material de Consumo •••• ,... 120.000,00 LEI KUNICIPAL Nl! 898/90 - GABINETE DO PREFEITO EM 
3,1.3.2 - Outros Sen•. e Enc'!rgos. ili - 17 DE OUTUBRO DE 1.990. 
2.06 - SECRETARIA DE PROMOÇAO soe Geral "Ois oe sobre as di.rct.rizes orçamentárias ara 
3754282. II - Serviços de AdminiS
t
rac:io 100.000,00 o exerc cio de 1.991, e da outras pro,-idencias". 
·1.2.0 - ateria1 de Cg%"{s'é'srv.PdsL1cos ED5@EDEIS E ORES. REFError crPLDE 
.08 - SECRETARIA VIACAO . da Secretaria BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL; faco sa- 
6885342.17 - Manutençao dos Sen • 600.000,00 ber qua a Câmara municipal apro,·ou e eu sanciono a 
·1.2.0 - ateria1 ae C6%!"":;s r_Escoogco· seguinte tet: 
.09 - SECRETARIA DE DESEl ,·idades 	Artigo lQ) - Ficam estabelecidas nos terros des 
:t81s1112.18 _ coordenaçno das Ati 100.000,00 ta Lei de diretrizes gerais para elabortção do or- 
l.1.2.0 Material de Consumo.······· 50.000,00 çamento do Município, relati'o ao exercício de 
3
,1.J.l Rem. Serv. Pessoais ••• ••••• t.190.000,00 l.991. 
sO";'.ás suplementar Artigo 2) - No Projeto_de Lei Orcaentir1ta, as 
Art. 29) - Para cobertura !" ,izados os Recur Receitas e as Despesas serão orcadas segundo os 
ai.. - 	i r serao u 	- 	J 	d l 990 
Perto no Artigo ante', Excesso de Arrecadaca peços vigentes e agosto te • '· 
"°' proveniente do provaved ~ordo com 
O 
Artigo 43 Parág. Onico - A Lei Orcamentãria estimará os 
forme cálculo efetuado e: 
3
,
0164
_ 	valores da Despesa de acordo com o crescimento o - 
l, ire II da Lei Federal ',ará e vigor na da corrido no exercício de 1.990. cor os par@etros 
Artigo 
3
g) _ Este Decreto en disposicÕes e con fiscais no Município e pre'isÕcs de transferências. 
de sua Publicacào Revogad1:-as 	Artigo 3!!) - A LE.i Orçamentária, beo como suas 
·rio. 	alterações. não destinará recursos para execucào 
DO PREFEITO O( lO DE OU Direta, pela Adi:u.nistr:tcào Municipal, de projetos 
li!? 74/90 - GABlNETE . 	e Atiddadcs t!picas dns ad::linistracócs Publicas 
O DE 1. 990. 	PREFEITO MONIClPAL OE Federnis e Estaduais, ressalvando-se aquelas auto- 
soruEDzmos E ORNA'ê;5ssor SUL,usando das ridades espccificacente pelo legislativo. 
VISTA ESTADO DE }LTO idns e de acordo com Artigo 4g) - O montante dn defesa consignada rui 
IuueGs aue mi são g,' e s86/9o de O° Li orcanária is poderá ser surter as da Re- 
disposto do· Artigo 68 §
8
- d Lei federal n- 
4
• ceita. 
11br11 de l.990 e Artigo 
43 
n 	Artigo 5!!) - Para efeito do dispost.o no Artir;o 
2
0/64 	169, parngr::ifo Ünico da Constitu.iciio Feder::i.l, fica 
z. 
1
4 Municipal ng 
894
/ sra±lec1do que '1S despesas coe pessoal e encaros 
•- 	da e n 1 o - - 	" 
....-tigo 1!1) _ Nos tcro>
09 
crédito adiciona n social~ nao podcrao exceder o lútútc cstablecido 
Artigo 12 fica aberto u Til m milhÍÍO de cnizciros) no artigo 38 do ato d:is disposições constitcciona­ 
r de CrS 1.000.000,00 (hu 
)li 
ANEXO I 
"Prtoridades para .T ão do orcawerto para 
exercício de 1.991" . 
GABINETE DO PREFEITO 
-Aquisiçao de veiculo paro o Gabinete 
ASSSESSORL DE PLANEJA.'iEKTO 
-Elaboraçao do plano diretor do Município 
SECRETARIA DE AOMU.:ISTRACÃO 
- Aquisiçao de Mo,·eis e equipac.entos 
SECRETARIA DE FAZENDA 
- Aquisiçao de materinl pen:ianente 
- Amortização da dívida contratada 
SECRETARI:A DE SAODE E ASSISTDIGI.A SOCIAL 
- Aquisiçao de nmbulanc_in para " setor 
Construcão de postos de saúde 
- Aquisição de equipa:=entos oédicos e odontoli 
gicos 
SECRETARIA DE EllUCACÃO, CULTURA E ESPORTES 
- Aquisiçao de equipamento para o setor 
- c:onstrucâo e instalacâo de unic!adcs t.:rcol~re.s 
- Ampliação e reformas de unidades escolares 
- con.strucâo de quadras csporti,·as 
- a:=pliaçiio do acen·o da biblioteca PÜbl!c.:, l".u 
nicipal 	- 
SECRETARL. DE VIAÇÃO. OBRAS E SERVlCOS u. BA':cs 
- Construçao de cosas populares 
- implantação renovação de calçadas e passe!os 
- construcâo de Óreas de lazer e arborizaç5c 
urbana 
- aqu.isicâo de equipaentospara cole ade lixo 
- obras de galerias de águas plu,·iais e pai- 
:entacao asfaltica 
- reequipamento do parque rodoviário zunie!pal 
- construçao do tcn:iinal rodoviãr1n 
ASSESSORIA DE DESESVOLVIENTO ECOXOtCO 
- Aquisicao de equiparentos agrols 
- incentivo i producio de hortifrut!granjeiros 
e utilizacao de feira-livre. 
- iplantacão dos programas derudasde sentes 
EDSON KEDH.ROS DE MORAES 
PRF:PE1TO K!Dr1CIPAL

ic 
..., 
'ao 
e, 
::n 
+e, 
JORNAL, 'TRIUNA DA FRONTEIRA 
Ped 
UM CASO IJll AMOII 
que pagamos daria para comprar uma impressora usa­ 
cla, r,róflca, o cada quatro meses, lsto darla ma[,;- 
E a Imprena Internacional se deliciou com O produção, mais empregos, mais progresso. E a verda 
cso amoroso,entre a 1Intra Zélia, da Economia, e de. 
Bernardo Cabral, da Justiça. Segundo fontes palacía 
nan, Nllc foi um dos motl'oti du queda de Bernardo - Nl:'.X POR lSTO 
Cabral. 
JORNALISMO INVESTIGATIVO 
Vamos deixar de critlcar o que cnt;Í errado, e 
os bancos DEPENDEM cios clientes, são eles que movi 
mentam a máquina (e aranten o emprego dos bancarI 
Voce Ja pensou e esta TY resolve investigar os os). Merecem atenção e respeito, muito respeito. 
casos de amor que ocorrem 1111 região entre Secretá - Sem piadinha s, não é mesmo? 
rios, Assessores, Prefeitos, Vereadores, Políticos, 
cmprcsúrion, etc? Easc tipo de "Jornalismo investi- 0 ASSUNTO É POLITICA 
gati'o" não faz o nonso gênero. Ainda bem, nuo e 
mcnmo? Mas que têm casoa para contar têm, e mui 
tos. Cruz Credo!!! 
al 
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de« 
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ror 
J., 
E 
ºº o 
M 
2la 
ante' 
NÃO ENTENDEMOS 
1.. 
rio 
vel 
ca. 
ELA VISTA-MATO GROSSO DO SUL 
E PASSARlNIIO ASSUMIU 
Vamos deixar um pouco 
os bancos de lado e fa­ 
lar a respeito da polÍti- ' 
ca em nossa cidade. 
A dupla CACÁ - Cachi­ 
to e cássio, ganhando dia 
a dia cada vez mais força 
e aceitação. 
Conhecemos o Senador desde quando era Hlnistro- Já se (ala que os do- 
da Educação, naquela oportunidade foi dar uma peles is estão se preparando pa 
tro cm Cuiabâ e passamos u admirar a sua inteligêa= ra enfrentar as urnas em 
eia. Apesar de representar na época o Go'erno Kili- 1992. Prefeito e vice. 
tor (Ditadura), Passarinho (que é Ccl da reserva) , Teriam o apoio do Pre 
primou, sempre, por uma postura libcral,mois Firme. feito Edson Moraes, do 
Governador Pedro Pedrossi 
E COMEÇOU A AGIR 	an e do Vice Go,•ernador A CÃSSIO ACCTOLY 
Nesta semana, o nO'O Ministro já tomou algumas- ry Rigo, sem falar no Senador Levy Dias e nas 
prO-idências paro disciplinar a onda de sexo e ,·io- •i 	principais lideranças 
lêncio que impera na telc,-isão. Não se trata de 	do município. 
CENSURA global, apenas disciplinar o horário de 	Todos sobem que o 
apresentação de filmes, no'elas, etc, que tem o se- 	Cassfo é ligado oo Vice 
xo e o Yiolência como mensagem maior. Se um apare - 	Governador, de quem é 
lho de TV representa mais "uma pessoa" em sua casa, r*-i ,.,-: amigo particular, e 
é muito bom controlar o que esta pessoa vai dizer 	sabem também que Rigo 
principal.mente quando tiver criança por perto. 	será um dos principais­ 
articuladores do Gover- 
OS BANCOS, Ali! OS BANCOS 	no Pedrossian. 
Nós vimos batendo na mesma tecla há vários me- 
ses, muito gente não gostando dos comentários. Mas 	QUEM PENSAVA 
a verdade surgiu cristalina, só não viu (e não vê), 	Que entre CACUITO e 
quem não quer. As empresas estão atravessando dias- 	CÁSSIO, havia divergen- 
difíceis, falências, concordatas, títulos protesta- 	' cias, está completamen- 
dos. tudo cu1pn dos JUROS BANCÁRIOS. E ainda têm ·--- 	te enganado, mais do 
os AGIOTAS, aqueles que gostam de ganhar di.nheiro a DR, CACllllO 	que isto, a campanha pa 
custa do trabalho alheio. E os bancos em Belo Vista ro deputado estadual, quando Cachito apoiou Dedé e 
COBRANDO mais do que os credores do dÍ'ida externa. cássio, o Rondon, foi um fato isolado. Acabou a 
A diferença é que o Brasil quer pagar, quando e campanha, iniciaram-se os contatos visando a forma 
quanto puder, já os empresários sob pressao,tem que ão de uma equipe forte e coesa, 'Ísando as elei = 
pagar do JEITO que os bancos querem e quanto e- çÕcs de 92. Ainda é cedo para se falar a respeito, 
les decidirem. 	mas acreditem, a BELA VISTA UNIDA vai ressurgirnuf. 
to mais forte. Sob o coando sereno do Prefeito Ed 
son, que provou a sua liderança obtendo a ,-itória= 
cm nossa cidade, para Pedrossian. Levy Dias e Maia 
aqui foram os mais votados. 
orne PREFEITO 
r· 
O senador Jarbus Pusnarinho ussumiu o Kinlsté - 
da Justiça, ele será um colaborador indlspcnsá­ 
do Presidente Collor. Sobretudo nu área polÍti.- 
Bcln Vista precisa urgentemente de uma ASSOCIA­ 
çÃO COMERCIAL ou CLUBE DE LOJISTAS para defender os 
interesses dos comerciantes. Se preciso ir a Campo­ 
Grande falar com os Superintendentes Regionais das 
instituições de crédito ou até mesmo a Brasília,po­ 
is muita coisa que esta ocorrendo nao da para enten 
der. Pequenos e médios são arrochados, pressionados 
de todn forma, enquanto muitos "tubarões" além de 
conseguirem MAIS DINHEIRO, ainda renegociam suas 
d{vidas de maneir 'antajosas. E o Comércio e a 
indústria definham dia a dia. 
SÓ uma pergunta: 
·- Voccs sabem quem gera empregos em Bela Vista? 
maioria? 
- SÃO OS PEQUENOS COMERCIANTES E LOJISTAS. Estes me 
recem mais atenção do Governo (e dos Bancos). 
MAS ... APESAR DE TUDO ... CONCORDO. 
A 
í 
e isto mesmo, o de­ 
putado llenriquc Moraes 
Decl!! poderá ser candida 
to a prefeito de BonitÕ 
nas próximas el.eiçÕês. 
Contando com o a­ 
poio do atual prefeito, 
Naudemir Xavier. 
Ampl.as chances. 
DENÚNCIAS 
1 	..."; g 1 	, ... e rece eu a 
l 	rias denúncias a respei 
Mas, apesar de tudo o que está ocorrendo, no se----:lal 	to de irregularidade nÕ 
tor econômico, concordo plenamente com o política - DEl'UIADO _ l!ENIUQUR DEDll. setor de Saúde em Bani- 
do Go'erno Collor. 2 preciso organizar a nossa eco 	to. 
n.omia, caminhar com os próprios pés. Enfim, capaci- Fala-se até em NEGLIGRNCIA MtilICA. 
dnde de trabalho, eficiência e modernidade. Segundo Disse a nossa reportagem, por telefone, que 
os diretores, - nós não temos problemas com os ban- estas denúncias seri.am di~-ulgadas pel.a :lll!prensa. 
'cos, muito pelo contrário, sempre fomos bem atendi- Estamos aguardando. 
dos, os débitos da empresa oriundos do Plano Cruza- ------------------------­ 
do estão sendo pagos, sem favores., nem privilégi­ 
o~. mas a verdade é esta: com os juros e correção - 
-~ 	DE EUSABSTR SALOMÃO , Á 
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velor><.c:;-Clll]vei ro!:;-C<.1 lcnõ.:ir 1-0~ 
J'o LhÍnh,u;-Bl ocns, etc ... 
LFTREIPOS: Placas-Painéis-ttu - 
ro-our-p or- Faias e f'uü:a­ 
cins. 
PIN"UPAS DE CNAS E PR!DOS 
bisr117. 
PR0/10Ç(5r.!j 
Õi:Cofl/ÇÕl:S 
C7;4o E _E'O'.Dyrnçorg 
PECADO:_f'ONE:139-1~!0 
fflfil FLORIA O PEIXOTO 
Bela Vista $3 
CO~iSRCIO E REPRESENTAÇÃO DE GAZ CARACOL/MS .
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' CONFECÇÕES * DR!NQUEDOS * 
,- ':::-:cos " MIUDEZAS EM GERAL 
A • 'A'.cERIAL ESCOLAR -! #ia% 
., * REVISTAS - JORNAIS - CARTÕES MIUDEZAS - 
BRlNQUEDOS El! GERAL 
* ANEXO ELE~RÔN!CA 
fifi#ttd 
ANEXO SEÇÃO DE CONSERTOS~--·---------, 
DE ZELIN, 
RUA BARÃO DO I,ADJíRIO. 2. 0'?9 
RELA VIS'fl 
* FOTO 3/ t, na !!OP.A * RErOF''.'l.GEt'. 
ANA LOCZA CRUZ DA SILVA 
I-1'.RAGUA'.'.. 
Bairro Vila Nova 
FI.. JOÃO MANOEL RODR:GtJES, S/N 
RUA BlRÃO DO LADlíR!O,l.686 
BELA v:sTA - MS 
DE ALTAIR MARQUES 
CEP:79.260 ,P. BAP.ÃO DO !.ADARIO 
.. PARA voct QUE GOSTA DE TOMAR UHA CERVE­ 
JINHA GELADA ACOMPANHADA DE UM DELICIO E 
ESPERTO LANCHE, SURGIU A MAIS KOVA l.AfiCHO­ 
NETE DA CIDADE PARA MELHOR LHE SERVIR. 
·S 	LADAAI0,1$20 N/C 
RÉ MI 
SCOLA ~ MÚSIC 
GUITlRRA * CONTRA-BAIXO • 
FLUTA • ORGÃO E CANTO 
DE APARE!.F!OS DE Sm! E)1 GERA:. 
P.UA ClNDIDO /1AR:At~0,!.~77 FO'II:,4])-!.46 
r,;:,,oc:, REPORTAGEM FOTOGRÁFTCA ;>A?", At.I 
~~ A 	- ° VERSRIOS,ATADOS., E... 
a 	FOTOS - REVE:.AÇÃO DE FIL/".ES 
I:llOLDU!V';:Õ!:-::; - CARI::r;os 
POSTERS - PINTURAS f.!i ':'.1.,! AS 
FO'I'C~ ~/( e 5/7 - QUIDP.OJ 
~PIZZARIA - SERVJ,r 
CARTE - 
A DUQUE DE CAXIlS,100 
BELA V!STA V. TEODORO ___________ __, . 
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BELA VISTA 	6: CPOSSO DO SUL 27 DE OUTUBRO DE 1990 - PÁGINA -@4 
------------------------.:.__ 
- - ·--- 	_.. 
men ando 
Por Nancy 
FROILAN 
Variedades 
CAR'TOES DE NlTAL 
E calendirios, lin 
das estampas e preços 
nceGnivein. Procure - 
nos aqui na Redação 
ou pelo fone: 439-14/ 
10, fale com Estela 
AprovciLc os preços 
Venha ver nosso mos - 
truirio de cartões! 
Desfile, será nes­ 
te dia 27 no Clube Be 
lavistense. Não deixe 
de prestigiar. A pro- 
moção é da Acácia 
Branca não perca, se­ 
rá uma noite agradá - 
vele de muitas novi­ 
dades para apreciar - 
mos. 
dize que não te ven­ 
des por qualquer prg 
o; que tens o direi 
to de estabelecer vã 
lores para teu traba 
lho; que defendes o 
teu CH e tua Tabela 
de Honorários, pois, 
te valorizam e digni 
ficam. 	- 
Levanta-te médico 
combate com vigor e 
decisão aqueles que 
usam o teu trabalho 
com objetivo de lu - 
cro; não deixes que 
teus olhos sejam ce­ 
gos, teus ouvidos 
não escutem e tua bo 
case cale diante 
das forças poderosas 
e aéticas que tenham 
subjugar-te e a toda 
classe médica. 
Levanta-te médico 
e exige que tua pro- 
Casa da Amizade , fissão seja respeita 
este livro que foi da como merece, mos= 
bastante procurado , tra a todos que ape­ 
já cotá ~ovamente asar de não teres sa­ 
venda. Compre logo lários justos e con­ 
o seu, pois não vie - dições ideais de tra 
ram muitos. Informa - balho és capaz de e­ 
cões com as Sras A - xercê-la com honra 
na Ma 0cariz e Gra e dignidade. 
ça Costa Marques. 
JJN'l'M E 
RECEITAS DA 
A PROFESSORA 
COMEMOROU 
Entre familiares 
88 anos de vida a Sra 
Geni Leite. Um deli - 
cioso almoço e chur­ 
rasco reuniu filhos , 
netos e bisnetos e al 
guns amigos. Antes dÕ 
almoço à sombra do e­ 
norme "pé de manga" o 
raram e cantaram com 
o Pastor Gessi, espo­ 
sa e filhos, em home­ 
nagem a feliz aniver­ 
sariante. Que Deus dê 
muita saúde para que 
possamos juntos come­ 
morar muitos anos de 
vida! 
E NO DIA 
26 pp., comemorou 
mais um ano de vida o 
garotão Rodrigo, fi - 
lho do casal Tito Ve- 
1asquez e Iêda. En 
tre primos, tios e 
avós Rodrigo apagou 
velinhas. 
Felicidades! 
Ana Maria Ocáriz, 
deu a redação "o en­ 
sino e a Educação pa 
ra todos, não se da. 
se conquista" para 
que suas alunas do 
39 ano magistério , 
desenvolvessem o te - 
ma. A partir desta 
semana, publicaremos 
algumas destas reda 
coes, com o objetivo 
de tornar público o 
ponto de vista de 
nossas futuras educa 
doras. 
Liliana Godoy de An­ 
drade. 
"O Ensino e a 
Educação para todos, 
não se dá, se con 
quista". 
O que é ensinar? 
É transmitir co - 
nhecimentos e experi 
ências, di•spor condi 
ções para que a a - 
prendizagem se reali 
ze a qual só é ·efetI 
va quando se proces­ 
sa de modo integral. 
O ensino é uma 
Ao Sr. Arlan Brum parte da educação. 
que no dia 19 pp fes- A educação consis 
tejou com amigos e te, essencialmente 
familiares mais um na formação do ho 
ano de vida. mem,é um processo vi 
LE11NTA-TE MBDICO tal para o qual con- 
DR. Antonio Cdno hmcn lirulsH Correm forças natu - 
?"{{7{:,ç; rotas5o at- rais e espirituais , 
Levanta-te médico, conjugadas pela ação 
porque este é um mo_ consciente do educa­ 
menta difícil e de redor e pela vontade 
flexão; envolve so livre do educando 
é atividade criado - 
nhos e conquistas , 
hombridade e dignida- ra, que visa levar o 
de, homens e homens; ser humano a reali - 
não importa se és ou zar su~ petencialida 
não corajoso, contan- des físicas, intelec 
to que sempre comba _ tuais, morais_e espi 
tas como se o fosses; rituais. 
a verdadeira coragem Ensirar,_ educar 
6 por vezes, uma o uma pessoa e uma ta- 
e 	refa bastante difi - 
ça0. - . cil, complexa. Não 
Levanta-te médico, podemos dizer ensi - 
sai desse_individua nei ou eduquei este 
1ismo e dã tua parce- ou aquele aluno, po- 
1. de contribuicao pa demos sim afirmar : 
ª que J·untos possa - participei, ajudei 
ra • • t i s vencer mais es:a no ens:no e·na educa 
mo lha· não nascemos çao dos alunos: pois 
bata 'tornamo - nos devemos•nos basear 
fortes 	no principio de que 
forte~- ta· te médico, tudo deve vir do 
Levan - 
PARABENS TAMBÉM 
próprio aluno, não 
se deve dar nada de 
forma pronta, acaba­ 
da, dê idéias, ins - 
trua seus alunos in­ 
diretamente, guiando 
os para um objeti­ 
vo comum. Sabe- se 
que o professor tem 
a experiência, mas o 
aluno tem o questio­ 
namento e estes dois 
fatores permitiria o 
crescimento tanto 
de um como do outro. 
Por tudo isso, po 
demos dizer que a e­ 
ducação é uma con 
quista, uma dura ba­ 
talha para chegar a 
um fim'ensinar e edy 
car. 
quilidade,não apenas 
transmitindo conheci 
mentas, mas desper - 
tando em seus alunos 
o gosto pelos estu - 
dos e a vontade de 
descobrir coisas no­ 
vas. 
Ana Flávia B. Cardi­ 
nal 
Tudo na vida se 
conquista,porque não 
o ensino e a educa - 
cão? Devemos conquis 
tar primeiro os alu­ 
nos para depois po - 
dermos ensiná-los e 
educá-los. 
Por mais que exis 
tam vários tipos de 
educação e de reali- 
Festa para os Professores_ 
Promovida pelos alunos da 50 serie no 
turna da Esc. Castelo Branco, aconteceu­ 
no dia 22 pp com muitas homenagens e 
confraternização entre os mesmos. 
Elisangela A. da 
Silva 
A maioria dos a­ 
lunos que conheço 
não vão à escola 
porque gostam de es 
tudar, alguns são­ 
obrigados pelos pa­ 
is, outros, mais ca 
rentes vão apenas 
para tomar o lanche 
e outros ainda,mais 
conscientes, estu - 
dam porque sabem 
que é necessário pa 
ra conquistarem seu 
espaço na sociedade. 
Diante da reali­ 
dade de muitas sa - 
las de aulas que co 
nheco, constatei 
que a primeira coi­ 
sa que um professor 
deve tentar fazer 
para que seus alu - 
nos demonstrem inte 
resse pelas aulas e 
conquistar sua con­ 
fiança e sua amiza­ 
de, pois o profes - 
'sor que quer que o 
aluno faca apenas o 
que ele manda, esta 
belecendo inúmeras~ 
leis em sua sala de 
aula e transmitindo 
aquilo que sabe sem 
permitir contrarie­ 
dades, causa no ali 
no um trauma, que­ 
pode resultar em re 
beldia, indiferen = 
ça e até em evasão 
escolar. 
Aquele professor 
que conquista, paci 
entemente a confia 
ca de cada um d 
seus alunos, cria 
na sala, um clima 
mais descontraído e 
partindo desse espi 
rito de coleguismo­ 
ele consegue ensi - 
nar com maior tran- 
dade, o professor 
consegue o que quer 
com os alunos depo­ 
is de conquistá-los, 
não com sua sabedo­ 
ria, mais sim com 
carinho, amor e com 
preensão. 
Conquistando o a 
luno, o professor 
estará motivando- o 
a assistir suas au­ 
las com atenção e 
interessar-se em a­ 
prender e partici - 
par com mais inte - 
resse e forca de 
vontade esforcando­ 
se em mudar seu com 
portamento para cor 
responder as suas 
expectativas. 
,EIS ALGUNS PRECE! 
TOS DA BOA SAOÕE. 
l- Comer e beber segun­ 
do as leis da higiene. 
2-- Cuidar da higiene in 
testinal, mantendo os 
intestinos sempre em 
bom funcionamento. 
3- Respira.r sempre ar 
puro. Vier, quanto pos 
sível, fora de ambiente 
fechado e fora da cida­ 
de. 
4- Fazer diariamente e­ 
xercfcios ao ar livre. 
5- Toar, diariamente 
um banho de chuveiro,a­ 
companhado de uma fric­ 
ção com tonlha seca e 
âspera. 
6- Dormir oito horas p/ 
noite e descansar. do 
trabalho. um dia por se 
mana e varias semanas 
por ano. 
7-- Toar banhos de sol­ 
frequentemente. 
8- Manter uma atitude 
mental correta. 
A prisão dos menores nesta cidade, { 
um assunto preocupante, tudo ben, rg 
provcitando oepisodio cstao lcv.:intará 
uma grande fofoco, acusando pessoas tr 
lhndora s, guc nada tem a ver com o c,,ao 
Gente I Bela Vista conto com escola su' 
cient.es para educar e tentar orientar 
boas maneiras. Vamos treinar a mudança 
mentalidade pelo menos não levantar~• 
testemunho. " Sabia que vocês estão cor 
rendo risco de serem processados por ca 
nia e difamação? Não incrementem coi 
que vocês não tenham a absoluta certeza 
se estão desocupados, que tal aproveitar 
a semana nacional do livro, e fazercn a: 
gumas leiturinhas? 
OUTUBRO 
Airton Senna, mais 
brasileiros vibraram 
ele. Pois, no futeboÍ 
sorte. 
Mês de revelação fatos marcantes acot 
teceram na vida de muita gente. 
Mulher educadora da familia, foi o sl 
gam na semana da família de 20 a 28/J0f.lC 
"Ai, a neta de D. João V, filha de 
José I "C. Meireles". 
O menino descobriu o sol 
Roberto Gomes. 
tum livro que mostra dificuldade 
relacionamento familiar. 
Narra a histõtia de uma família que 
obrigada a admitir o avó morar com eles 
Tal situação cria uma série de dificulda 
des que revelam como o velho é rejeitado 
pelos familiares. Cito o dia cm q/o meni 
começa a estabelecer uma relacaõ secre 
com o avó, através de bilhetes. 
LIVRO 
D: 
sr 
sr 
r.:ní, 
us a 
'as 
lista 
Vamos conhecer juntos a semana Nado 
nal do livro de 23 a 29/10/90 estou te 
perando."A Biblioteca". 
Alguns livros, que possuímos e conhec 
mos, nos terão escapado outros, apesar 
nossos esforcas, não chegavam ao nosso 
nhecimento. "S. Silva Neto". 
"Não sou homem de atitudes 
Nos saltos tríplices já fomos 
Amado". 
0 
±lo 
ais 
' dúplices. :cta 
campeões.a 
@ar 
lt te 
e 
'suai 
rg 
. " • co 
e} 
ant 
COMPETIÇÃO 	'ssj 
. Batalha entre as Escolas que acontec ~is 
ra domingo às 9: 00 horas na Praca ,uvar ~.~. 
Mascarenhas, estaremos lá fazendo ~~ 
da organização. CONVITE 	~ 
Destac's Modas, n@delicado convi]Sr c 
foi remetido ãs pessoas, e lá tem: co/[??e 4, 
cões masculina, feminina calcados, boi lei 
sas, bijouterias em geraÍ. Está registra ~ 
do e gostamos da idéia. n 
» 
u. 
uma vez campeão, 
dizendo: pelo e 
não estamos 
PLANO 
o Plano Econômico do Exmo. sr. presi 
dente da República, Fernando Collor ,, 
e?lo, está merecendo respeito, hoje "? 
cimente uma administração pública fa'° 
so indevido do dinheiro público. 
- ORÇAMENTO 	• 
. 1:stao nos Últimos preparativos a de! 
nicao do orçamento federal no Congresso 
d95unto de grande expectativa ao povo 
si eiro. 	• 
fJI 
AGRADECIMENTO 
stamos agradecendc aos amigos dos 
nicipios da Fronteira,a/ éstodando a ° 
or forca pa ' nde 
nal do . ra que realizemos a gr 
. Misse Misther Fronteira/90, ., 
será em dez+mbr " ,at- 
ma· e ro. Entraremos em co 
'?reve possível. obrigado, Regina 
o Murtinho - MS. 
CULTURA 
Em contato 	<al 
reserva , Com o Sr. Elvio, Ofic 
da Ana Aeronautica, residente na 
u: dr adas em Campo Grande, . disse­ 
' ,} cultura está afogada. ce 
ce.}stado pouco incentivo, é u? 
tar ade urgente, para que possaPº" t! 
& ??°anhar o mundo 1ã era, el°_Z. 
te 
metodo Esperanto utilizand0 ~ 
os pref' " : cor 
rios ç 'ixo e sufixo se comuni-} e 
paises, India, Franca, Sibéria 
Até a ·p.róxima ! 
--==-========