mU VISTA - MATO GROSSO Yp SUL, ANO I9 NO 1.015 03 DE NOVEMBRO DE I990 Yesups stqpot·±m;N e±UmYp qsesU 
e:.;.:.;;.:;...~;..;.::,:::.:;,,,,;,;,;_;,;;....;.;;,;.;;..;.;......;....;;.;.. 	___ 
ELENILSON, .CORRE_NDO. 
PIRII O SUCESSO 
Simples, educado, 
apre com aquele jei 
lo de menino, amlgo - 
Bb todos, ELENILSON - 
JA SILVA, o "Soró"cor 
b para o sucesso. Um 
atleta que despertou­ 
em Bela Vista, corren 
do pelas ruas da cida 
e, passadas largas , 
ito estufado, cor­ 
endo solto e livre , 
Yencendo distâncias , 
Jvg os olhos no futu- 
• - ro. ? 
Sim, Dela Vista - 
*jO 5bg o seu campeão. 1, _ 
Quando ele passa, Bj 
• gente sente um orgu LEN11so DA SILVA "SOR" 
lho, "lá vai o nosso- 
campeão". 
Ele carrega dentro de si, um pouco 
cada belavis tens e, e quando corre, pela Vis 
ta inteira corre com ele. • 
Desde o inicio de sua carreira, TF acom 
panha os seus passos, sentimos em ELENILSON 
aquela vontade firme vencendo o tempo, e pa 
ta este tipo de pessoa o limite é o horizon 
te. Sempre em busca do segundo que o fara - 
campeão. Entendemos que Bela Vista desper_ 
~ tou, afinal, para o esporte. Elenilson tem 
(larticipacâo efetiva neste despertar. Temos 
isto dezenas de jovens correndo pelas ruas 
cidade, ao lado deles, a sobra de ELENIL 
N. 
BB? de se destacar o trabalho que o Pre­ 
., /feito Edson Moraes vem desenvolvendo neste 
,. letor. A Prefeitura Municipal ADOTOU Eleni,! 
. lon e está lhe dando todo o apoio necessá - 
·í•'. io para que possa treinar e desenvolver - 
,, Plenamente suas atividades. Realçamos tam - 
~; ºma dedicacão de seu treinador Odilio Pa­ 
: [redes, que procura aprimorar o estilo,forta 
lecer ainda mais a vontade e planejar a sua 
R/ tida de atleta. 
Corre Elenilson, corre para o SUCESSO,Be 
la. Vista corre com voce, e esta TRIBUNA DA 
FRONTEIRA sente orgulho de ter acreditado - 
?N/en seu talento e, para nos, voce não e ape- 
o P<N= s NOTlCUI., voce é muito mais do que isto, 
"[CE R EXEMPLO. 
?CK= 
-= 
NN 
de 
PARTICIPAÇÃO DE ELENILSON EM CORRIDAS 
Jl/12/89 - Distância 7.JOOm - Tempo 
minutos e 40 segundos. 
Dela Vista - Colocacâo 10 Lugar. 
01/05/90 - Distância 10 Km- Tempo JO mi­ 
nutos e 04 segundos. 
Anastácio - MS - Colocação lo Lugar. 
1)/05/90 - Distância 12 lg < Tempo J7 mi­ 
nutos e 25 segundos. 
Jardim - MS - Colocação lo Lugar 
Junho/90 - Distância 05 lg na Categoria 
Juvenil até 18 anos - Tempo 15 minutos 
59 segundos - Colocação 1 Lugar. 
Distância C= 500 metros - Colocacao 20 
gar. 
Corumbá - MS 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELJ VISTA-MS 
DECRETO N' 084/90 
01 DE NOVEMBRO GABINETE DO PREFEITO EM 
Y 1990. 
"TORNA SEM EFEITO O DECRETO NO 004 
lg9- de 28-02-89." 
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito 
Municipal de Bela Vista, Estado de Ma­ 
to Grosso do Sul, usando das atribui - 
ões que lhe são conferidas e de acor­ 
do com,o disposto em o artigo 5l, inci 
so IV da Lei Orgânica Municipal 
CONSIDERANDO QUE: 	- 
A maioria doe concursados estao participan­ 
Xv Jvb INTERESSE DE REUNIOES PEDAGOGICAS QUE 
'tF:I{ CONTRIBUl.00 PARA SEU CRESCIMENTO PROFISSIO­ 
MAL. 
U DISPONIBILIDADE COM QUE SE APRESENTAM AOS 
CAMADOS PARA ATIVIDADES EXTRA--cI.ASSE; 
O ZELO E A DEDICAÇÃO DE TAIS PROFISSIONAIS­ 
lo r­ SE REFERE AO DESEKPENUO DE SUAS a­o??tO 
NOVENTA E CINCO POR CENTO(95) DOS PROFESSO­ 
RES APROVADOS NO CONCURSO PDBLICO PARA O QUADRO 
bo MAc1sttR10 REALI7.ADO NOS DIAS 06 ? 09 DE NO­ 
'9!:iaiRo DE 1987. ENCONTRAM-SE NO EXERClCIO DE SQ 
AS FUNÇÕES oU REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA PRE - 
FEITURA +UNI CIP AL. 
WsuUN DECRETO Ng 084/90 
=á"jNJv CD < upsoUs SEM aeup p DECRETO N~ 004/. 
89 ,DE 28/02/89. 
2g - tu DECRETA ouBBU d ±eWps oU DATA 
DE SUA PUBLICAÇÃO REVOGADAS Ut DIS­ 
POSICOES FM CONTRARIO. 
Julho/90 - Distância 05 lg na categoria - 
Juvenil até 18 anos - Tempo 15 ~inutos e 
20 segundos. 
Brasília - DP - Colocacâo a 
nal Jo Lugar. 
28/07/90 - Distância 21 lg na categoria 
Juvenil até 18 anos - Tempo 01 hora e 08 
minutos. 
Ponta Porá - MS - Colocacão 10 Lugar 
23/09/90 - ~istãncia 12 Km na Categoria - 
Juvenil até 18 anos - Tempo 38 minutos e 
12 segundos 
Campo Grande- MS - Colocação 1o Lugar. 
14/10/90 - Distância 07 lg < Tempo 20 mi­ 
nutos e 05 segundos. 
Campo Grande - MS - Colocação 10 Lugar 
nas categorias: Juvenil e Geral. 
Voltamos " ba­ 
ter na tccln "engato 
da Vila Cohab, isto­ 
porque, mesmo depois 
das diversas reclama 
2
3 coes e insistentes - 
pedidos doo mor ado - 
res daquele conjunto 
habitacional, nenhu­ 
ma providência foi 
tomada para que seja 
sanado de uma vez p/ 
todas o problema.Nes 
ta Última quarta-fel 
ra, depois da forte­ 
chuva que caiu sobre 
e a cidade, dois mora­ 
dores da Cohab liga­ 
lu ram para a redação - 
da TP solicitando a 
presença de um repôr 
ter para que verifi­ 
casse in loco o ver­ 
dadeiro estado de ca 
lamidade em que se 
nível Nacio - encontra o sistema - 
de esgoto da Vila on 
de o mau cheiro e a 
podridão a céu aber­ 
to vêm causando trans 
tornos às familias • 
que ali residem.Mais 
uma vez a reclamacão 
de que a menos de 
vinte metros do Cen­ 
tro Comunitário da 
Cohab, onde estudam­ 
cerca de vinte crian 
casem idade pré-es- 
- colar e que são o­ 
brigadas a suportar­ 
º fedor causado pelo 
20/10/~0 - Distância 14 Km - Tempo 42 minu esgoto estourado,foi 
levantada, sendo que 
o problema vêm de 
tos. 
Ponta Porá - MS - Colocacão 10 Lugar. 
J*, 50,00 
ESCiOTO ESTOURAD 
A Vil C H 
EICó 
D11 
Os vereadores já 
estão articulando a 
formacão da mesa di­ 
retora para o biênio• 
91/92. O mandato do 
atual presidente,Cãs 
sio Acioly, vencerá= 
no próximo dia 31 de 
dezembro. O acordo - 
que havia entre os 
integrantes da "Col! 
qacão Bela Vista ­j) 
da foi rompido com 
o desligamento do ve 
reador Sidney Nunes­ 
Leite, do PDT, este­ 
acordo previa a Pre­ 
sidência, por um ano 
para cada vereador - 
da Coligação. O pri­ 
meiro eleito foi Ca­ 
chito, depois Cássio 
agora já não há este 
entendimento. 
PARA 
AMJIR 
tem os votos dos ve 
readores da Coliga= 
cão - Jorge, cachi­ 
to e Cãssio - e es­ 
pera que Sidney cum 
pra o acordo de ca­ 
valheiro. Na verda­ 
de, pela lógica,Pau 
lo Mello será o tu= 
turo Presidente da 
Câmara Municipal 
mas, às vezes, a po 
lítica não tem lógI 
ca - e até mesmo im 
Estão postulando: previsivel,e seguin 
a presidência os ve- do esta linha, pode 
readores Paulo Mel- rã até surgir novas 
lo, do PSDB, e Ro- opções, ou até.mes­ 
ney Moraes Simões,do mo,·a eleição de Ro 
PTB. Paulo conta com ney Moraes Simões-; 
os votos da bancada- pois, segundo um 
do PMDB - Peninha,Ka dos integrantes da 
life, Marcos Barbosa corrente que apoia­ 
e Sidney. Roney tem Paulo Mello, temos- 
VERI:ADOR PAIILO lB=mp 
lonqa data e apesar 
Xv4 insistentes zb? 
didos às autor ida - 
Xbj municipais, "5? 
v gvgbj5v nenhuma " 
titude foi toada. 
Com isso verifi 
camos que alquma -­ 
coisa está errada , 
pois dias atrás " 
Prcoldente da Anco­ 
ciacáo de Noradorcn 
da Vila Cohab,Scnho 
ra Rosana, nos di­ 
se que a Prefeitura 
.Municipal já havia­ 
solucionado o pro - 
blema e que tudo es 
tava dentro da nor­ 
malidade, esta sema 
na as reclamacóes Q 
chegam à nossa reda 
cão de maneira in - 
sistentes e com o pg_ 
dido de que quem 
quiser ver com os 
próprios olhos é nó 
fazer Gg" visita a 
Cohab. Consertar - 
um esgoto estragado 
não é um trabalho - 
dos mais dificulto­ 
sos, basta querer, 
por isso voltamos a 
pedir ao Sr. Prefei 
to Edson Moraes que 
determine ao setor­ 
competente as provi 
dências cabiveis,to 
da a comunidade da 
Vila Cohab agradece 
antecipadamente. 
COM.ENTANTO/NANCY 
PÁGINA - 08 
ESA MIEI 
>n=o? - 
±sUYps spoÀ HORAES tett 
um vereador que gos­ 
ta de surpreender (G"j 
do se trata de uma e 
leicão.Enfim, quando 
tudo parece que estã 
definido, nada está­ 
acertado e fica aque 
la sensacão de"déja 
vu", de algo que já 
aconteceu. 
OPINIÍO/DE 
VEJA MATÉRIA COMPLETA NA PAGINA - 03 
TE

r:Nro ··; o·, 
<<<<;; 
1,. 
C 1. /1 H :: L n m o i p 
O C.o Clínico @o i!ospita! São Vicen­ 
te d• J•.,ulo, VL'III ? público CLclarcc,ir que 
seus «c. ?*v4 não ão remunerados pela De­ 
neficên 'a Hospitalar de Bela Vista para 
prrü'-vdo de serviços cm planLÕco para a­ 
tend;,,., nt.o ck Pronto·socorro., 
O .~~um como colaboraciio permanecendo 
de ,,c•bi-••avi:.;o por pcríodou de 24 horai; cm 
escala ré-estabelecida e de conhecimento 
qe1 a!. • 
sim, no dia cm que estiver escalado 
cor•, n,étlico de sobreaviso, o profissional 
fia ? disposição do Hospital por 24 ho - 
ru,,, O!J t,,nclo nemprc ao alcance não neces­ 
sariamente nas dcpcndãncias do Hospital , 
mas em local de conhecimento do Hospital. 
o!icita a compreensão da população pe 
las dificuldades que o serviço atravessa, 
tendo cm vista o atendimento atual estar 
sendo realizado em 03 locais diferentes, 
pelas obras de reforma do prédio do Hosp_i 
tal São Vicente de Paula. 
Enfatiza que o atendimento no Hospital 
pelo m~dico de sobreaviso seri apenas pa­ 
ra os casos de urg6ncia. 
Para as consultas normais deverão ser 
procurados os Postos de Saúde nos horiri­ 
os de atendimento dos mesmos. 
Bela Vista, 29 de Outubro de 1.990. 
Dr. Carlos Alberto Ocáriz 
Diretor Clínico 
- 
PROl'OÇÕCS 
Promoções na cida 
de, foram muito agi­ 
tadao ncote final de 
semana pp. Dia 27/10 
segundo avaliações 
de virios segmentos 
da sociedade, acida 
de ainda não compor= 
ta mais de um& rromo 
cão no mesmo dia. De 
veria haver acordo - 
entre os Clubes, pro 
dutores de modas etc.. 
Então a moçada deci­ 
dir ficar em lonchone 
tes, 
Parar de 
-e 
); 
at?e' 
:·a-r. 
,s. 
4 
o 
({JJ]JíJ,!Jjf,riJC!Jl}J,r1 para 
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<&CffJOOTfílí1JJ,fl(JJJI' 
dfreeiro é como 
po o relógio 
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T[»W}10l <0Cf}fWTffl1JJ!Zt!IJ} 
tempo. 
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f:xl'Fl> l EITTE 
JCRHAL. TRILUA DA FRONTEIRA 
(Fundado ea 20/02/1972-Fundador lVAU)() PEREIRA 
DIRETORA ALINISTRATIVA: MrLa Estela Velasquez Pereira 
DlRln'OR-REIJITOR-Clfil'E: lvnldo Pcrelrn 
GEREN'ffi: Cl l:.on Silvo Soutos 
Rh'l'OR'.I:ACf:NS: Ubnldlno Rodrigues 
i;arICIAS: Abl.n, Plana, A.E, A!jêncla B~ontlin, Correspondente (!t:I 
Capo Grande, Brasilia, Sao P.:mlo e Rio de Janeiro. 
S!CJRSAlS: Antonio João, J.inlta, Bonito, Porto Murtinho, Cara­ 
col e H..,racnJu. 
SUCURSAL. EM CAMPO CRANDE: Rua 2 de lj;osto n!!2.17g 
FONE: (06 7) 384-6977. 
RF.IJACÃO , ~lNISTIIAÇÃO E PARQllli GRÁFICO: (sede próprio) Av. 
Irlbull.'.lda Frontclrn, 564 - CALa Postal-23-Fone: (067)439-1410. 
l'ROP1nmADF. DA REDE ObüVISTllNSE DE JORNAIS I."lllA. 
CCC.tlf !5.5D.203/000!59 
INSClHÇÃO F.STADUAI.: 78.219.0003·3 
FH.lAOO Ã IDJORI (HS) F. ABRA.JORl 
l . • 
Jtcpre:;cnt..:mtc )."lra todo o território nacional: 'I.ÃnUU VElart.oS 
v*N CO'lt!lllCACÃO - Rua 07 de Abri 1 282 - 5!! ,mdnr. 
;-mm: (011) 255-2579 e 255-3499. 
ASSlNAnlRA DllHESIRAL : b*4 2.000,00 
outros cm casa. 
L A Ç O 
Festa do Laço cm 
Aquidauana-MS., o g~ 
rotinho Thiago Cuia­ 
bano mostrou mais u­ 
ma vez que é bom no 
LAÇO. Tirou o lQ lu­ 
gar na Categoria Mi­ 
rin. A ele o nosso 
mui to obrigado. "Vo·· 
cê faz a festa de 
nossa cidadf,". 
FEIRA DE CENCIAS 
llessandra Balbue 
na, 15 anos, estudan 
te da 60 série do 1 
Grau da Escola Dr. 
Joaquim Murtinho, es 
tará viajando no diã 
05/11, para são Pau­ 
lo, Capital, onde u­ 
sufruirá com todon 
cs direitos a clcssi 
ficação dos traba 
los obre Feira de 
Ciências que fora rea 
lizada em Camo Cran 
de-MS., " nível Xb 
Estado, hoe à nível 
Naciona! sob a reali 
zação àa :undação Ro 
berto Marinho. A eI 
um especial obrigado 
e muito carinho des­ 
te colunista. 
PRHiAVERA/90 
Dia 26/10/90, sex 
ta-feira foi eleita 
a lirda garota Eleni 
oliveira Escaleno, 
sustentando o titulo 
de Rainha da Primave 
ra/90, produção aã 
Escola Estadua! d~ 
lo grau Vera Guima - 
rães .!.oure iro. ~:ui ta 
gente gostaria de as 
sistir ao conczso, 
mas, era reservado 
somente aos alu1os 
da Escola e convida­ 
dos, e este colunis­ 
ta participou do COE 
pode jurados. 
.'N_:VERSAhlOU 
hfeçaã a 
Aniversariou no 
dia 29/10, Catiane 
~ 
onçalves Dertola:i, 
parabéns pelos seus 
três aninhos, estava 
agitado com mui os 
balõen, doces e um 
lindo bolo. Este co­ 
lunista marcou pre - 
soncn. 
M!SS E M!STER FRON - 
TERA/90 
$e Concurso de 
M!SS E M!STER FRON - 
TEIRMA/90, será reali 
zado nas dcpendênci= 
as do Ginásio de Es­ 
portes no dia 24/11, 
serão selecionados 
para a grande final 
a nível de Fronteira 
MS., no Mês de dezer 
bro/90, com partici­ 
pação de virios Muni 
cipios. 	- 
J !. ! K 
l partir desta e­ 
dição estaremos di - 
vulgando as dicas do 
evento, como seri: a 
sua participação, ma 
is os requisitos do 
concurso. 
o p u U 
Os Clubes da city, 
segundo informações 
verbais, não mais au 
torizari realizações 
de desfJ.les ou con - 
cursos, devido a fal 
ta de responsabilidã 
de de certos produtõ 
res de eventos, re = 
sultando em pre:uí - 
zos materiais aos 
clubes. Tudo nem, a­ 
companharemos a idé­ 
ia. 
GINÃS!O DE ESPORTES 
Queremos lembrar 
aos leitores que: os 
grandes concursos de 
beleza e competições 
são realizados nos 
Ginásios de Esportes 
la temos torcidas or 
ganizadas, folias, a 
legria e amplo espa 
co físico, evitando­ 
até mesmo confusões. 
DOMINGO 
io dia 04/11/90 , 
is 13:00 horas, seri 
realizado campeonato 
da Liga Esportiva Pa 
raguaia, na cidade - 
Bella Vista-Norte co 
mo titulo "enfoque 
esportivo", 1 5ogo: 
!ndependente x Õbre­ 
ro, 20 jogo: Cassino 
» 21 de setembro. 
ESPORTE 
Estão questionan- 
do: Porque o por b 
no r,nraguai ('"til crc_l'l 
ccrÍdo e dando certo? 
!tendendo vtlrio0 pc­ 
didoc <los caportic - 
tao da cidade, elos 
estio apelando mesmo 
com razüo. Só para 
terem uma id6ia: Eio 
os Clubeo que temos: 
Grêmio, MBB, Náuti­ 
co Esporte clube, Ca 
ça e Pesca, Baixada 
Fluminense, Palmeiri 
nhas, Sessenta EspoE 
te Clube, entre ou - 
tros. U afirmação de 
pessoas responsiveis 
é o seguinte: a fal­ 
ta de união entre os 
próprios esportistas 
falta de incentivos, 
coordenação da pró - 
pria Liga Esportiva, 
Secretaria de Espor­ 
tes e Cultura Munici 
pal e Estadual. - 
O esporte na cida 
de esti se afogando, 
estamos pedindo so - 
corro! 
!.ANCHONETES 
Disney Lanches, é 
a mais nova !anchone 
te inaugurada no més 
de outubro/90, lá na 
Rua 3arão do Ladáric 
Fui c?nierir, li es­ 
ti reservado um am - 
biente especial para 
quem quer ter uma 
conversa esperta! As 
toalhas deram o lugar 
de destaques e com 
piqué~ linho, algo - 
dão ou até mesmo com 
rendas, dS cores ver 
melhas, brancas, ver 
de claro, pastéis - 
são os tons de des - 
contração e sendo 
substituídos diaria­ 
mente. 
"Pàrabéns! 
nos trinques". 
Esti 
BARAO 
!.anchonete Barão, 
também não fica para 
tras, foi uma das 
primeiras lanchone 
tesa sofisticar a 
movimentada rua Ba - 
rão do ladirio, aos 
proprietários aquela 
consideração. 
CONVITE 
Convites de forma 
turas, estão de vento 
tos Jg _poupa. 
: Mas deu para re­ 
gstrar que patro­ 
ns, paraninfos,etc. 
=ao intitulados para 
7erecer apoio finan 
ce1ro ou político,- 
deixando Xb b4J"j5 
io os verdadeiro4 
ducdor. ±sa re 
gir;Lratla. Uv*; fv*= 
dos gbG4 parabéns 
rá que você eéç, 
con trolando as fre 
quências e édia. 
REUNil,o 
Reunião realiza 
da, vitória "Jb*5 
da. 
são os votos X 
to colunista aos j 
vens amigos recent 
mente eleitos, Y*= 
Flivio Derzi e i* 
Alberto Rondon, De 
tados Federai:; e  
taduais respectir~ 
mente. 
Será o inícío 4 
uma nova história l 
política moderna z = 
* a sociedade 4GB 
togrosense, e Bcl, 
VIsta conseguiu rtj • 
nir vários trabaib» ' 
dores er.i Educaçao • 
ra ouvir e disct < 
propostas e projet - 
com os mesmos. e 
Graças ao Coruj 
e este colunista 
que querem maior 4 
tenção para o sete 
educacional da n:is 
sa cidade. st 
Es ti registrad, : 1:. 
e "aguardamos os ::-. ; 
bres Deputados par .:, e 
uma confraterniza n" 
çao. 
ALGUNS 
CONTRA 
- Não beberás,po 
que o alcogl f 
prejudica flsica, 
mental, moral: e 
piri tual, social 
e economicamente, 
- Não beberás,PP 
que o_álcool e"5 
ce açao nociva • 
bre todos os apll. 
relhos de que 
formado o corpo 
humano. . :i 
- Não beberãsrP 
que o álcool a% 
ca o coração, q 
duzindo molés
t
ia 
cardíacas •. 
0 
- Não beberas,P _ 
que o álcool "1 
ca o fígado e 
rins. . p:1 
- Não bebera
s
,. 
1 at» 
que o ãlcoo 
ca fortemente ':, 
rv
oso• -,,_ 
sistema nel o g =%S 
- No bebera°; 
que o ilcool _ li 
nui a inteligenc 
LINHAS PARA: 
~ -==:===--==-- 
os 
VIACÀO CRUZBIRO DO SUL . 
SBGURANCA :. TRANQlJILIDADR - CONFORTO 
Maus Pã ÉTCIRS$ 
BELA VISTA,. PORTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÀO, PONTA 
PORA, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÚ, AQUIDAU­ 
ANA. CORUilBÀ. NIOAQUE, BODOQUENA, SIDROLÀNDIA E CMIPO 
"GRANDE. 
1 
IA.JE IM, 1áJE COM 
A CRUZEIRO DO' SUL. _

'rRinUIJA DA PH01'1'1'F:I RA mU VISTA - nUup Wsptt m N/­$= < A2 Y ov]bg?*v Y 1990 
?G 
Dívidas de . Empresárips com o Banco do Brasil 
Está nulto certo a nlta 
dlreçno do Banco do Bra - 
si 1, e quem deve ao . banco 
tem que pagar. Nada mais 
l:. Justo, Seja empresárió , 
produtor rural, pessoa ·ff 
slcn, jurídic:a, enfim 
... quem deve ao banco têm a 
stz:,/obrigação e o dever de pa 
: $ar. 
N; 4I que há dh•idns 
''dfridns". 
No caso dos empresá - 
rios que contraíram dívi­ 
das durante o Plano Cru - 
zado, quando se prometia 
"lnflaçiio zero", depo­ 
is foi aquele sufoco, ju- 
ros de 2:t passaram para 
10%, 50% e até 80% ao 
ês, estes, até hoje en - 
contram-se sufocados pe - 
lo BANCO DO BRASIL. 
Há casos de empresári­ 
os que passaram UM ANO 
solicitando renegocia - 
?à<O}=; do e o BB alegava um mo­ 
s.] tivo ou outro. Ora era o 
e;: avalista, depois o patri­ 
eo;;.: oÔnio, depois a falta de 
., ua indexador, e a no·e- 
la se alongava. Acontece 
que chegou o momento (pn­ 
•D~ ra o banco), que a situa­ 
A ."v precisava se normali­ 
t: zar, e o BB, através de 
::-- ~uita prcssiio (cobrar ava 
listas, executar) tomar a 
casa, o prédio, etc) reno 
ociar estes débitos. Do 
jeito que queria, era as- 
5inar ou morrer. Coisa de 
!&_lota. 
Pois bem, enquanto o 
Co,·erno está RENEGOCIANDO 
±±± 
·r.9 
.à 
-,, 
% 
-,e-· 
.i 
+%% 
ai 
a divida externa do jei­ 
to que quer, " pagaremos 
de acordo com a nossa ca 
pacidade", "devo, nã 
nego, pago quando e qunn 
to puder". - 
Os contratos renego - 
ciados dos devedores, cu 
jas d!ddas são oriundas 
do Plano Cruzado, nno es 
tão seguindo a filosofiã 
do Governo, o Banco do 
Brasil está SUFOCANDO 
estes empresários. 
E o mais paradoxal, o 
Governo quer acabar com 
a indexação, e o BB é o 
maior defensor da mesma, 
pelo menos nos contratos 
renegociados. 
SÓ para se ter uma i­ 
déia, uma impressora fi­ 
nanciada pelo BD, custa­ 
va na época Cr$ 200.000, 
00 o financiamento hoje 
está em Cr$ 8.000,000,00 
na ,·erdade esta impreso­ 
ra custa no mercado- Ho-­ 
JE Cr$ 2.000,000,00. 
Quer dizer, o BD fi - 
nancioU uma mâquina cu - 
jos custos (juros, corre 
cão, taxas, etc). HOje 
daria para comprar 4, é 
isto mesmo, Quatro Máqu_!. 
nas. 
Financiamos uma e es­ 
tamos pagando quatro. 
Isto se chama incenti 
"O ã produção? Não, pari 
nós existe um nome mais 
apropriado, ROUBO. € is­ 
to mesmo, é ROUBO. 
Se o banco quer rece­ 
ber a sua conta, aja com 
CORREÇÃO, .JUSTIÇA  uep < 
.NESTIDADE, de acordo com 
a su11 trndição. 
O Governo Collor quer 
MORALIZAR, MODERNIZAR 
quer eficiência dos em - 
presários, quer que os 
mesmos caminhem com os 
próprios pés, tudo bem, 
mas, por que, não REVI - 
SAR estes contratos e a­ 
cabar com este ROUBO OFI 
CIAL? Por que não tratar 
a dívida interna como es 
tão tratando a divina ex 
terna? 
A este respeito um 
fato merece ser lembra - 
do. 
Quando o Governo deu 
anistia aos devedores cu 
jos débitos foram con 
traídos durante o Plano 
Cruzado, o Banco do Bra­ 
sil, em Bela Vista, não 
anistiou sequer um em 
presário. No entender do 
banco "todos estavam em 
condições de quitarem os 
seus débitos". 
O DAHERINDUS, na épo­ 
ca, e a CAIXA ECONOMICA 
FEDERAL, não deram anis­ 
tio, mas chamaram estes 
devedores para uma NEGO­ 
CIAÇÃO. Deram descontos, 
compatíveis·com a situa­ 
ção, para os que quita - 
ramos débitos; e parce­ 
laram cm condições JUS - 
TAS os que não podiam li 
quida-los de uma só vez. 
Resultado, RECEBERAM TO­ 
DOS OS D€BITOS. Nào há 
nada pendente nestes ban 
Custeio Custoso, 
­g amigo do ,·ernáculo, 
do portugues castiço, ,·ai 
entender pelo título des­ 
te Editorial que o finan­ 
iasento para a agricultu 
ta está muito caro, estra 
hhando apenas a ênfase dã 
tepettcão. E pensará cer­ 
to! 
No entanto o agricul - 
tor sofrido, talvez não 
~e censure por ter batiza 
do o escrito com a denoi 
ação mais completa e re­ 
al de "Custeio Custoso 
Custoso". Assim, dando a 
custoso o sentido também 
de demorado, estnrei cer­ 
tíssimo .. : 
O financiamento, nlêm 
de oneroso é demorado. É 
Custoso porque custa caro 
te custoso porque demora 
uito. Se tempo é dinhei­ 
ro, aquilo que tarda não 
detxa de ter preço eleva­ 
do, 
. Nà:o se tem feito, . nos 
ltios meses, outra coi- 
8a - 
d que nao seja reclamar 
" f1nane1aentos asrfcg 
s nas entidades de elas 
b; e rodas de produto - 
?es rurais, junto aos Ban 
os, Secretairas e Minis­ 
;•rios ou mesmo pelas te­ 
i:"isões, rádios e jorna- 
• Fala-se, brada-se ? 
t!ta-se, esbraveja-se , 
eclaando-se dos acessõ­ 
toa 
d extorsivos cobrados 
,1"" !cautos. A asrteu1tu 
_"} suporta Pagar Ju - 
8 
montados a cavalo 
orrecão monetária 
Plantar e quebrar. 
cos no que se refere as 
dívidas do Plano Cruza- 
• do, O llll não, - estava 
com uma pequena margem 
de lucros, pressões e 
mais presnÕes, GRANDES 
f:ttl'lll(SÃRIOS a= rm.rncos 
que deixaram o BB naque 
la situação, ontào, ~ 
negócio era arrocuar os 
pequenos e midins. N3do 
de anistia. E para pa - 
gar os débitos, o des - 
conto era uma piada. Pa 
ra o JlB era melhor, mui 
to melhor, esperar, dei 
xar a situação como es­ 
tava e depois usar a 
Lei. A pressão, a amea­ 
ca, e os pequenos e me­ 
dias empresários estiio 
até hoje com a corda no 
pescoço. Querem pagar 
pois o pequeno empresá­ 
rio não dá calote, nem 
abre concordata, 
querem JUSTIÇA. 
Nós não vamos esque­ 
cer isto. E não vamos 
nos calar. Esta injusti 
ca sera cobrada, hoje , 
amanhã e sempre, até o 
DOM SENSO e a !IONESTrDA 
DE passe a ser regra de 
conduta. 
O presidente Collor 
nao quer que se denun - 
cie os ABUSOS? 
A! está, meu Presi - 
dente uma DENUNCIA. 
Em tempo: Em muitos 
casos, estas dívidas já 
foram pagas e muito bem 
pagas. 
Custoso! 
mas 
VBC, quer dizer" Vai pessoas inteligentes, co- Do lado dos estabeleci­ 
bater a Cara" e, cliente mo sÕ.o as da área econômi mentas de cre"dito, ma - 
do BB, um "Baita Bobo'' . ca do go,·erno, não enten= is forte do que a ambi- 
Isso porque 97., corri dam isso? 	ção, existe desconfian- 
gidos, já são para agia= - Será preciso ver a ça, o receio de não re­ 
ta nenhum deixar de pe - quebradeira que se avizi- ceber, a vontade de ver 
gar no grito. SÓ que, cs nha, para assustar? quitado, primeiro, o 
ses juros, são como aqué - Será necessário o contrato anterior. E a- 
la mercadoria posta de lhar os celeiros vazios cima de tudo, por parte 
chamariz em liquidação : de um futuro próximo, pa- do governo, o desejo 
quando o freguês chega ra compreender? sincero, mas fanático , 
para fechar o negócio - O que pode ser ine.x- inflexí,·el, de acabar 
"jô acabou ... 
11 
plicã·cl para uns, é que, com a inflação. Não é 
E os juros agora, co- mesmo com acessórios tão preciso ser adivinho pa 
mo o gado, também depen- grandes, ainda tem gente ra saber e dizer que 
dem do "pedigree". Se é querendo os finnnciamen - se não se encontrar um 
originário do dinheiro tos e reclamando da sua meio de mudar essa tris 
de caderneta verde, é me demora. O que pode ser in te situaçiio, de quebrar 
nor; se do Tesouro, mais compreensí,·el para ou - o terrÍ·el círculo ,•i - 
caro. Lembrando ainda da tros, e que, um capital cioso, ,·ai faltar ali - 
qü@eles chamados juros do tão bem remunerado, não mente para o po·o. Nós 
crédito complementar , seja logo posto no merca- que aplaudimos o plano 
que não tendo "pedigree" .do, com contratos lavra - do governo, que ncredi­ 
não têm também, vergonha dos e bem ligeirinhos. tamos na seriedade da - 
na cara... 	- Para as duas d~vi - queles que estiio ~omba- 
Na realidade, os ju - das, respostas certas e tendo e vencendo a in - 
ros, feita a média, são prontos: Do lado do produ flação, esse monstro­ 
mui to mais nl tos. podcn- tor rural. existe aquela e que a tudo devorava, e 
do chegar a 307 além da terna esperanca de que que conhecemos a erda­ 
corrcçâo. Assim: No ano que vem sem me - d eira situação do agri- 
- Como é. possível gn- lhor". De resto, trata-se cultor, temos moral pa­ 
nhar dinheiro pagando cs de sua prof_issão, e o que ra expor e pedir solu - 
se Ônus tremendo? - ele sabe fazer e por isso cão pnra o problema. A- 
- Como e .possível pro ela planta, (Não tem gen- creditamos na regra 
duzir a.limcntos bara = te que teima cm recons - ma.s sabemos que toda re 
tos para a populacão, en truir seu casa pegada a gr~ tem excecâo. Fechar 
frentando esses custos um vulcão?). E alê de as tornci.r.as, cn.rugar o 
excessivos?· 	tudo, o agricultor está m~io circulante, saber 
- Como é possível fi- endividado e qualquer ace resistir a 'pedidos, mcs. 
car espera·ndo os finan - no lhe ê simpático. Coo o que is!stentes, ai 
cimucntos, que não che - o Jogador inveterado, pe- zer não, não e outra­ 
am nunca, fazendo tudo ga dinheiro emprestado., vez, não; tudo isso faz 
fora de hora, contrarian vende o que tem, hipoteca parte da regra. A exce­ 
do as leis imperiosas da' a vida, empenha a alma cio que precisa ser con­ 
natureza? 	para tentar a irada sai- siderada é quando se 
- Como é possível que deira, do tudo ou nada. pensa na fo·me. 
PEDRO PEDREI 
1 
vocP. SADIA? 	1 
' 
Que um vereador n11 cldndt! de Anton.i.o .J, :.... ., •• 0 
ganhando mais de Cr$ 80.000,00 por mês? tao a­ 
bla? Entiio flquc sabendo. Quer cl-fzcr, e O ·'" L XBB* 
mlnl.Jnos. 
SÓ uma perguntinha: 
- Não é muito não? 
CONYII!MANDO 
E o deputado Henrique toraes Dedé confiro es 
ta semana: nera mesmo candidato a pref<'ito Je no= 
nIto nas próximas eleições. Falando em Dedc, o 
que ele esta recebendo de reclamaçoes a respetio 
de ateodlm.cnto médico em Bonito chega a turpreen­ 
dcr. O que é que está ocorrendo naquela cidddt! no 
tocante a atendimento médico? 
Negligência, erros médicos, enfim, o po,·o c«t>Í 
preocupado. 
FALANDO EM MÉDICOS 
Denúncias pesadas contra médicos em São Paulo 
foram veiculadas pela TV, mercantillmno X" pesoda . 
TF publica nesta edição um artigo transcrito da 
revista Veja a respeito dos médicos. Leia •• A Do­ 
ença dos Médicos". € para meditar. Ainda b<!c qu': 
em Bela Vista não acontece estas coú,:as, não e 
mesmo? 
REMANEJAMENTO NO BANCO DO BRASIL 
E a dircç.âo do BB está remanejando os functons 
rios, o gerente Castil.hos será transferido, aGsu­ 
mirã um novo gerente semana que vem. Também o sub 
gerente Edson mudará de posto, e furxiooiirios que 
estiio cm Bela Vista hii mais de 15 anos tambe~ se­ 
rao transferidos. Mudança global nos quadro. 
MAS, A MUDANÇA MF.LUOR 
O problema do 11.anco do Brasil nao é mudar os 
(uncionários, não é aí que está o erro. O err~ eE 
tá na estratégia do banco. F..le deixou de ter o 
banco da produção, que incenti'·m·a a lnvoura, o 
comércio, a indÚstrú, deixou de ser aquele BANCO 
que, realJDente, representava o BRASIL. Se o BB es 
tava dando prejuizos, ou pequena m.argei: cic t,1 - 
cros, ACREDITEM, a culpa foi (e é) de culLo; polí 
ticos e de proprios diretores com internos 
BANCOS particulares. Entendeu? 
E disses que di«ses não levam a nada, ou +a 
lhor, levam sim, "espirito de dedo no gat'Lho con 
tra o bnnco e ice-versa", • - 
A cota de sacrifícios que o País exige, é PARA 
upYpt; tamben para os bancarias. sobre.tudo • os 
bancari.os do llanco do Brasil, tidos e ha,-:ídos 
o "BEM PAGOS". 	co- 
Não somos contra pagar bem a tml' fuccton:irio e-l 
ficiente. O que e preciso, e urgente - ,,,, 
>' e 7culaen ] 
sionar 1:odo este Plano no tocante as dlLdss ori­ 
undas do Plano Cruzado. 
Esta certo que o passado ? o passado. ll:.lJ 
BD nao vai querer a quebra de erpresas, no 
falta as ereneta, vG de efieteta,_a= " % 
pa ecl..a_do_próprio_anco, que não sou± 
nistrar :_financiamento. coaccdidos. adr 
Agora não é hora de ar o;-!' 
sim de ACERTO. 	• 'unes 
ASSUSTADOR 
Segundo um cliente do Mnco do Brasii. u nm·o 
gerente que está para chegar. ,.e..:tl com x:..:.co-12.nd.a - 
tÕes de ag1-r com o máximo rigor na cobrnc+ d dé 
bitos_pendentes. Disse este cliente que o ne;ócio 
sera nao pagou, execução". 
NÃO€ O CAMINilO 
Não acreditamos que a direção do Banco do Sra­ 
sil vá toar tal atitude, o negócio do banco ? re 
ceber, não interessa ao BB ficar co casas, terre 
nos, fazendas, empresas. etc. E' têm uma coí.sa, ã 
imagem do banco j,Í não é lá fm:orá'<"e.1, se iniciar 
a "campanha" que este cliente falou. 't'ai ficar p:i. 
or. E tem mais uma coisa, JUSTIÇA "ainda" existe 
para resolver casos "confusos''• e tem muitos dê.bi 
t:os "confusos" no banco. 	- 
tua=t VpUupt 
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CONFECÇOEES 
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Mfil FLORIANO PEIXOTO 
Bela Vista 1,õ 
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Carta:zc,Cartões,Convites,I cl -t 
P"<Càg?*b"jJ)j&"4<5)(Gb5" < 
W*;;J&"OO<iN ; CjJ=G B" NO<$$X jJ*NN= r CC b< WNC 
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P;N"UPNS Y CNAS E PPÍD OS 
DESF'ILf.S 
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DECOMÇOES 
CJRIMEOS E -~!:!O:,DUC-1Çô;::s 
P.EClDO:_FONE:439-1~!0 
8c Publicidade 
CONFECÇÕES* DRINQUEDOS 7 
== ;=p ü MIUDEZAS EM GERAL 
.. "S!1.I U=N= ESCOLAR 
YN/NNONON r:ODORA _ CÃNDIA _ YB  JGü 
")**v vila Nova 
R. JOÃO MANOEL RODR:::GCTES,S/ 
•,l1:: .;:,~A!• ;.,_;.; ,.~N!!;;l-0.':/ · 
<T7 op$ 
• REVISTAS - JORNA!S - CARTÕES MIUDEZAS 
BR:;:NQUEDOS El1 GERAL 
~ ANEXO ELE~RÔN!CA 
ANA !.OC:::A CRUZ DA S!.!.VÀ 
RUA BARÃO DO LADÃRIO,l.686 
BELA VISTA - MS 
CEP:79.260 
* FOTO 3/ F na !IOPJ 7 REPOR'.:'AGEM zvQvcs?f= 
'"!UA C!'.NDIDO MAR:::M:o,:. '277 FOtlE: 439-1146 
ü1>R/S%% REPORTAGEM FOTOGRÃF.TCA PARA UB)O 
ü?ü VERSÃR:::os, ::lA?:IZADOS' ":':'C ... 
I 	FOTOS - REVE:..AÇÃO DE FILMES 
EMOLDURA';Õf'ê. - CARIMBOS 
POSTERS - PINTURAS EM TELAS 
FO~O:- J/( e 5/7 - QUADROS 
DE AI..TAIR MARQUES 
P. BAPAO DO !.A.DARIO 
" PARA VOCE QUE GOSTA DE TOMAR UMA CERVE­ 
JINHA GELADA ACOMPANHADA DE UM DELICIO E 
ESPERTO LANCHE,SURGIU A MAIS NOVA LANCHO­ 
NETE DA CIDADE PARA MELHOR LHE SERVIR. 
PAST 
==

C<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<ü<<< < == < 
ipsoUm TRIBUA DA aqpouesU 	DELA ±ISTA - nUup GROSSO Yp SUL - 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista-MS 
EDITAL DE CON'!'RIDUIÇIO E MELHORIA NO 010/ 
90 
A Prefeitura Municipal de Bela Vista , 
Estado de Mato Grosso do Sul, torna pfibli­ 
co aos interessados que efetuará o lança - 
menta e cobrança da contribuição de melho­ 
ria, sobre os proprietários de imóveis, do 
domínio privado, situado nas áreas direta­ 
mente beneficiadas pelas obras de pavimen­ 
tação, nos termos do Decreto-Lei no'195 / 
67, de 24.02.67. 
1- DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DIRETAMENTE BENE 
FICIADAS: ' 
- Rua Alcebiades Bobadilha da Cunha: entre 
ruas Duque de Caxias e Visconde de Taunay. 
- Rua Cândido Mariano: entre ruas Tiraden­ 
tes e Visconde de Taunay. 
- Rua Santo Afonso: entre ruas Duque de Ca 
xias e Visconde Taunay. 	- 
- Rua Duque de Caxias: entre ruas Darão do 
Ladário e Alcebíades Dobadilha da Cunha. 
- Rua são Geraldo: entre ruas Barão do La­ 
dário e Alcebiades Bobadilha da Cunha. 
- Rua São Clemente: entre ruas Barão do La 
dário e Santo Afonso. 	- 
- Rua Almirante Barroso: entre ruas Barão 
do Ladário e Alcebiades Bobadilha da Cu 
nha. 
- Rua Tiradentes: entre ruas Barão do Lad~ 
rio e Cândido Mariano. 
- Avenida Tribuna da Fronteira: entre ruas 
Barão do Ladârio e Cândido Mariano. 
- Rua Visconde de Taunay: entre ruas Barão 
do Ladário e Cândido Mariano. 
ee < ORÇAMENTO TOTAL: 
O custo total contratado é de: Cr$ 31.1 
43.046,00 (trinta e um milhões, cento qua­ 
renta e três mil e quarenta e seis cruzei­ 
ros) 
EDITAL DE CONTRIBUIÇÃO E MELHORIA NO 010 / 
DA 
Que será ressarcida pela contribuição 
de melhoria. 
O custo dos materiais fornecidos pela 
prefeitura e seus equipamentos, assim como 
a execução das guias e sargetas, serão ab­ 
sorvidas pela prefeitura. 
III- VALOR DO RATEIO ENTRE OS IMÓVEIS BE­ 
': Ermos POR ETRODE TESTÃDnÊOSEGUI 
}N 
Cr$ 8.195,53/metro de testada. 
OBSERVAÇÃO: Para os terrenos de esquina 
sera considerado o total da testada do me­ 
nor lado mais 50% (cinquenta por cento) da 
testada do lado. 
Iv - os proprietários de imóveis situados 
nas zonas beneficiadas, terão o prazo de 
l5 (quinze) dias a contar da data de publi 
ação do presente edital, para a impugna - 
ão de qualquer dos elementos dele constar 
te, cabendo ao impugnante o onus da prova. 
V- A contribuição de melhoria será lança­ 
da em BTN - Bônus do Tesouro Nacional, ten 
do por base a BTN de setembro de 1.990 , 
Para pagamento à vista ou em até 12 (doze) 
Parcelas mensais. 
VI - Para pagamento à vista, desconto 
F
A (quarenta por cento). 
ee < Para pagamento em 06 (seis) 
desconto de 20% (vinte por cento) 
Parcela, para pagamento até o dia 
Vencimento. 
VIII - Pará pagamento em 12 (doze) meses , 
desconto de 10% (dez por cento) em cada 
Parcela, para pagamento até o dia de seu 
Vencimento. 
dado, sem ônus a Municipalidade. 
Art 39 - a doação tornar-se-à nula, b 
dentro do prazo de o1 (um) ano, no for 
dado inicio a obra de que trata o artigo 
20 desta Lei. 
Parágrafo Onico - O imóvel objeto desta 
Lei, não poderá ser transferido à ter - 
ceiros, nem responder por qualquer débi­ 
to da Samaasd. 
Art 40 - as despesas com documentação 
ficará por conta da sociedade. 
Pará@raro 0nico - E caso 4e eincão aaL"E!"?2 " ':"I 
Samaasd, ou de mau uso de conservação , 
o imóvel regressará ao município de Bela 
Vista, sem que haja qualquer indeniza 
cão. 
Art 50 - esta Lei entrará em vigor na da 
ta de sua publicação, revogadas as disp~ 
sições em contrário. 
LEI MUNICIPAL NO 900/90 - GABINETE DO 
PREFEITO EM 22 DE OUTUBRO DE 1.990 
"DECLARA DE UTILIDADE POBLICA MUNICI 
PALA RÁDIO BELA VISTA - RBV" - 
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu 'r.-----------------------,,i 
nicipal de Bela Vista, Estado de MatÕ 
Grosso do Sul, faço saber que a Câmara 
Municipal aprovou e eu sanciono a seguin 
te Lei: 	· - 
Art 10 - fica declarada de utilidade pfi­ 
bl'ica municipal a Rádio Bela Vista - RBV 
com sede à rua Coronel Camisão, no 621 
nesta cidade, inscrita no C.G.C/MF no o- 
3.202.116/0001 - 00, fundada em 10 de ju 
nho de 1.982. 
Art 20 - as despesas decorrentes com a 
execução desta Lei, correrão por conta 
do areamento próprio. 
Art 30 - esta Lei entra em vigor na data 
de sua publicação, revogadas as disposi­ 
çoes em contrario. 
DECRETO NO 78/90 - GABINETE DO PREFEITO 
EM 22 DE OUTUBRO DE 1990. 
de 
meses , 
em cada 
de seu 
• RI_MUNICIPAL N 899/90- GABINETE DO PRE- 
àb*v o 22 E OUTUBR DEI.SS 
,,' DISPOE SOBRE A DOAÇÃO DE IMOVEL A SA­ 
-ASD, E D OUTRAS PROVIDENCIAS". 
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu 
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato 
Grosso do Sul, usando das atribuições 
que lhe são conferidas e de acõrdo com o 
disposto do Artido 68 s ao da Lei no 88- 
6/90 de ;pt de Abril de 1. 990 e Artigo 43 
da Lei Federal no 4.320/64. 
DECRETA: 
Art lO - nos termos da Lei Municipal no 
894/90, artigo 10 fica aberto um crédito 
Adicional Suplementar no Valor de Cr$ 2- 
58.000,00 (duzentos cincoenta e oito mil 
cruzeiros) a ser designado nas seguintes 
Dotações Orçamentarias. 
02.00 - EXECUTIVO 
02.08 - SECRETARIA DE VIAÇÃO E OBRAS 
SERVIÇOS PUBLICOS 
 
10573161.12 - Construções de casas popu­ 
lares. 
4.1.1.0- Obras e Instalações.. 25.000,00 
16885342.17 - Man. dos Serv. da Sec. 
3.1L3.0 - Material de Cons 233.000,00 
SOMA 	258. 000, 00 
Art 2 - para cobertura do crédito suple 
mentar aberto no artigo anterior serão 
utilizados os recursos provenientes do 
.provavel Excesso de Arrecadação conforme 
cálculo_efetuado de acordo com o Artigo 
43 paragrafo 10, item II da Lei Federal 
4.320/64. 
Art 39 - este decreto entrará em vigor 
na data de sua publicação revogadas as 
disposições em contrário. 
DECRETO NO 079/90 - GABINETE DO PREFEITO 
.EM: 24 DE OUTUBRO DE 1.990 
Edson Medeiros de Morais, Prefeito Muni­ 
Pal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso 
O Sul, faço saber que a Câmara Municipal a DECRETA: 
tovou e eu sanciono a seguinte Lei: Art 10 - fica o serviço autõnomo de água 
lo - fica o executivo municipal, auto - e esgoto - SAAE, situado no Município de 
izaao a doar à Samaasd ( Sociedade Aerode Bela Vista -MS, autorizado a efetuar rea 
tiva Marechal do Ar Alberto santos Du - juste de tarifas e taxas em 55s (cinquen 
nt), um lóte de terreno, medindo 100 x CA ta e cinco por cento), à partir de 01 de 
'ou seja, Ol (uma) hectare, localizado no novembro de 1.990, conforme tabela da Sa 
oporto desta cidade. 	nesul. Art 20 - este decreto entra em v~ 
t 	gor na data de sua publicação. - 
2o - a doação de que trata o artigo aci 
, trata-se da c,onstrução da sede da socie EDSONMORAES - PREF MUNICIPAL 
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu 
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato 
Grosso do Sul, usando das atribuições da 
Lei Federal no 4.320/64, de 17 de março 
de 1964. 
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FONES: 251-1721 - Escritório 
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ESCRITÓRIO: RUA T. Bernardes - NO 826 
RESIDENCIA: AV. Cel. Camisão - NO 657 
JARDIM - MATO GROSSO DO SOL 
ADVOCACIA 
ITAMAR DA SILVA OUTRA 
ITALO FRANCISCO STEFANINI 
ADVOGADOS 
ROA: Dr. Ary Coelho de oliveira - N 
CENTRO 
FONE: 251-1489 
JARDIM - MATO GROSSO DO SOL 
JARDIM 
ADVOGADA 
VERA 11.LBA PEIXOTO GROBERT 
ADVOGADA 
• CIVEL - AGRÁRIO - CRIMINAIS 
RUA: 1O de Maio - NO 341 
FONE: 251-1451 
CEP: 79.240 
MATO GROSSO DO SUL 
ADVOGADO. 
OAB/MS - 3.369 
WeJN 029.875.191 - 20 
,ESCRITÕRIO: RUA lQ de Maio - N? 341 
FONE: 251-1451 
RESILENCIA-: RUA O1avo Bila - Ng 146 
COHAB - FONE: 251-1410 
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL 
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ante 
"I'
eia
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si 
c6]
a 
Centro Tecnológi­ 
co do Exército: Convê 
nio porn prcacrvaçüo­ 
do meio ambiente. 
No dia 14 de agos 
to, em Guaratiba (Rio 
de Janciro-ílJ), no ~ 
quartelamento do 
CTEx, foi celebrado - 
convénio entre a Fun­ 
dação Estadual de 
engenharia do Meio Arn
bicntc(FEEMA), a Fun­ 
dação Instituto Esta­ 
dual de Florestas do 
Rio de Janeiro(IEF/RJ) 
e o Ministério do E­ 
xército. 
O convênio assina 
do pelo chefe do CTEx 
por delegação do Mi­ 
nistro do Exército , 
permilirá o estabele­ 
cimento, entre as par 
tes, de regime de mú= 
tua colaboração para­ 
a preservação do meio 
ambiente de área . de 
manguezal abrangida - 
pela Reserva Biológi­ 
ca de Guaratiba. 
Entre outras o­ 
brigações, consta des 
te Convênio que o Mi= 
nistério do Exército­ 
impedirá, sob qual - 
quer circunstância, a 
ocupação da área de - 
manguezal, bem como - 
informará à FEEMA e o 
IEF/RJ a ocorrência 
de qualquer fato que 
signifique poluição - 
ambiental ou danos à 
flora ou a faúna, em 
especial quanto à pes 
ca predatória, desma= 
tamentos, queimadas,a 
terras e outros atos 
lesivos ao local. 
"A ,preocupação am 
biental é prioridade­ 
do Governo, e substi- 
tui a concepção de 
desenvolvimento a 
qualquer preço por u­ 
ma estratégia de eco­ 
desenvolvimento. 
(Extraido do Pla­ 
no Ambiental do Gover 
no). 
UM POUCO DE IlISTÔ 
RilS E ESTÓRIAS DO MS 
Conforme o número 
anterior deste jor 
nal, vamos contar - 
n(·GLD cdiçi.io: 
ARTES DE RAMÃOZINIO 
O célebre cape­ 
tinha do mato, au - 
tor de tantas falca 
truas, neste municí 
pio de Sidrolndia, 
conforme contam, é 
pessoa de carne e 
osso, invisível, ca 
minhando a pé, an­ 
dando na garupa de 
cavalares e viajan­ 
do de automóvel e 
caminhão, de acordo 
com as exigências - 
do momento. 
Quando se hospg 
da em uma casa,cus­ 
ta a sair. Faz mal­ 
dades, põe terra na 
chicara de café, pi 
cumã no prato de cÕ 
mida, ao serem ser= 
vides pelo seu pro­ 
tegido, assim como­ 
faz tudo o que pas­ 
sa a contrariá-lo , 
irritando-lhe os 
nervos, provocando­ 
xingatórios, azedan 
do os humores e des 
graçando-lhe a vi­ 
da. Ao lado disso - 
tudo; prodigaliza - 
lhe benefícios. 
Se falta qual - 
quer mantimento na 
cozinha, imediata - 
mente ele o traz 
1 
não se sabendo como 
nem de onde, e o de 
posita no fogão. 
Um caso que con 
tam e dizem que e 
real, aconteceu com 
o Sr. Sebastião Li­ 
no Barbosa, residen 
te na Fazenda Sarnam 
baia, o qual foi u­ 
ma das maiores víti 
mas desse espírito= 
satânico. 
Nas suas tribu­ 
lações constantes , 
fez uma promessa ao 
"Divino Padre Eter­ 
no", de ir a missa­ 
anual, por ocasião­ 
da festa da cidade, 
levando uma boa es­ 
mola se ficasse li­ 
vre daquela tenta - 
cão dos infernos. 
O "bicho ruim" desa 
pareceu. Na Ocasião­ 
oport,una viajou pura 
o cumPrirnento elo vo­ 
to, tocando seu car- 
gueiro puxado por do 
is lindos baios. - 
Como era ores - 
pensável pela bóia , 
pois prometera fazer 
almoço de todos os 
romeiros, verificou­ 
que faltava toucinho 
para o almoço. Bas­ 
tou a simples lem­ 
brança de que no tem 
podo domínio "de Rã 
mãozinho", não lhe-= 
excasseava nada, pa­ 
ra que, no mesmo ins 
tante aparecesse den 
tro da cuia, um la 
nho de gordura, da= 
quclas mantonas, lar 
ga e grossa com pro­ 
babilidade de pesar- 
mais de uma arroba. 
Satisfeito. com 
o aparecimento do 
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livrar-se de Ramãozi IPANEMA 
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vida do pobre fazen- CLASSIC 
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'ªVer. J0í0 MM.IPE
llEQUV.klH1'NTll 
VIIREAJ)(lR 
UfülCAÇÓES 
Que e]aendereçado 
expediente ao Exmo, Se - 
nhor Prefclto Munlclpnl, 
o uent Ido que encaminhe 
a esta Casa Legislativa 
0 projeto de contruçôo 
do colégio no llnirro f:s­ 
frito Santo, bem como a 
documentoçao do terre­ 
no onde será construído 
o mesmo, e qual o prazo 
para se dnr o início .. n 
estn obra. 
,.·) 
io 
Ver. CARLOS ALIIERTO OCARIZ 
JND1CAC0ES 
Que scjn endereça - 
do expediente no Sr. Pro 
[eito Huncipnl de !letã
Vistn, com cópia àSecre 
tnria de SnÚdo e demais 
órgãos assistenciais li­ 
gados à Prefeitura, no 
sentido de reestruturar 
atendimento de assistên­ 
cia social aos doentes 
encaminhados à Campo 
Grande, para assistência 
especializada; com auxí­ 
lio para locomoçÔo e/ ou 
alojamento naquela cida­ 
de, quando necessãrio 
Na grande maioria dos 
casos são totalmente ca­ 
rentes de recursos o que 
sobrepõe à dificuldade 
de assistência médica cg 
ta extra de assistência 
social. 
Que seja endereaçn­ 
do expediente ao Sr. Pre 
feito Municipal de Bela 
Vista, com cópia ao Se - 
cretnrio de Obras, no 
sentido de determinar a 
retirada de entulho esta 
ctonado no canteiro de 
obras do Hospital são 
Vicente de Paula, coo 
tribuindo para a agiliza 
ao dos serviços e me 
lhor operacionalização 
da obra. 
O ambulatório das A - 
çÕes lntegradas de Saú - 
de, feito pelos médicos 
do Hospital São Vicente­ 
de Paula, para atendimen 
to da parcela mais caren 
te da população, teve su 
as cotas drásticamente 
reduzidas pelo INAMPS 
em nümero de consultas • 
o que deixa em dificul­ 
dade grande parte da po-7 
pulação que não tem re - 
cursos para recorrer à 
medicina privada. Com es 
ta ajuda a Pre'reúurn d!, 
minuiria consideravelmen 
te as dificuldades no in 
tuito de melhor servir 
com assistência médica 
••········..······...
Que seja endereçado 
expediente ao Exmo. Se - 
nhor Prefeito Municipal, 
no sentido de agilizar 
as obras de contrução do 
Centro Comunitário da 
Baixada Corintiana e re­ 
for.a do Centro Comunitd 
tio da Cohab, para que 
no menor prazo possível 
os habitantes dos refe - 
tidos bairros possam con 
ar com sedes à altura 
dos anseios das comunida 
des, • - 
Enfatizamos a neces - 
sidade de viabilizar re­ 
cursos para implantação 
de centros em outros 
batrros cÓm associação 
de moradores já estrutu­ 
tadas e sem rede. 
.......................
identico no efetuado pe­ 
lo INAMPS (atualmente ao 
redor de Cr$ 100,00 (cem 
cruzeiros). 
JUSTIFICATIVA 
Que seja endereçado 
xped{ente ao Exmo. Se - 
hor Prefeito Municipal, 
tom cópia ao Secretário­ 
unte{pal de Saúde soli­ 
!tando o pagamento atra 
'•• do Município de 
l .ooo (mil) consultas­ 
•ln.ssificadas como porte. 
II (simples), no valor 
aos mais carentes 
Quo aejo endereçndo 
expediente 110Exrno. Se - 
nhor Prefeito Municipal, 
reiterando a Indicação 
n2 050/89, no sentido 
que sejam criudos nos 
bairros periféricos, di- 
,versoa lcnhciros (depÓsl 
tos de lenha) para perto 
dlcamente ser distrIbu{­ 
da à população carente. 
Como todos sabemos 
as serrarias da região 
não aproveita os restos 
de madeira serradas, fi­ 
cando lã no dispor dos 
interessados, gratuita - 
mente ou não incinera 
das. 
Já durante a campanha 
eleitoral, utilizou-se o 
sistema de distribuição 
de lenhas por alguns can 
didatos. Agora, durante 
os mutirões tem se utili 
zado dc,ssa prático. - 
Se éútil, por que 
não perpetuar-se a prât!, 
ca dessa distribuição de 
lenha, oriundos de restos 
de madeiras das serrari­ 
as. 
Acredito que com três 
depósitos, se atenderá n 
população carente da pe­ 
riferia. Vejamos: 
1) - Um depósito para a­ 
tender a Baixada Corin - 
thiana, Prima,·eras, Cos­ 
ta e Silva e Novo Hori - 
Que seja enderacdo ex 
pediente a Secretaria Es 
tadual de Saúde na pes - 
soa do Secretário Dr . 
Milton Miranda, no scnt!, 
do de regularizar o Paa 
mcnto das (AIS) Acao In­ 
tegradas de Saúde, aten­ 
dfmento ambulatorial , 
em ntrnso desde o mês de 
Ago/90. 
JUSTIFICATIVA 
O Ambulatório das 
Ações Integradas de Saú­ 
de é feito pelos médicos 
do Corpo ClÍnico do Hos­ 
pital São Vicente de Pau 
la. com cotas reduzidas 
e tabela de pagamento em 
defazagem simples, ao re 
dor de cr$ 100,00. Os re 
cursos oriundos do 1NAM­ 
PS são repassados atra - 
vês da Secretaria Estadu 
nl de Saúde. Como o Últ!, 
mo pagamento recebido 
correspondente ao atendi 
mento efetuado cm julho, 
0funcionamento foi pre­ 
judicado e está suspenso 
em virtude das dificul­ 
dades operacionais, ate 
a regularização dos refg, 
ridos pagamentos • 
sente. 
2) - Um depósito para a­ 
tender a Baixada Flumi - 
nense, ltaverã, Espírito 
Santo, Clarão da Lua 
Planalto e Boa Vista. 
3) - Um depósito para a­ 
cender o Bairro Antônio 
João e ltaborny. 
Nada impede que sejam 
criados um depósito em 
cada bairro, porém, paro 
início, bastariam esses 
três, a tftulo de experi 
ência. 	- 
Carregada a lenha para 
o depósito, transportada 
por camilhÕes, dali pe 
riodicamente seria dis - 
tribuida por carreta a - 
trelada em trator. Ou a­ 
inda, os próprios morado 
res, pro,·idencinriam Õ 
transporte. 
Com esse serviço o 
poder público estará a - 
tendendo aos reclamos de 
uma população carente 
que habita os bairros 
riféricos. 
_, 
administração municipal, 
dos carteiros, dos mora­ 
dores da cidade, dos fa­ 
mllinrc,s destes e de se­ 
us amigos distnntcs. 
Nesta cidade édifÍ - 
cil de se localizar os 
cldadÕes belavistcnscs , 
eis que são raras as ru­ 
as que possuem placas in 
dicativas de seus nomes 
e raríssimas os casas 
que possuem numeraçao. 
Em outubro do ano pas 
sado, com autorização do 
Sr. Prefeito, o Rotary 
Club de Bela Vista, colo 
cou placas com a denomi= 
nação das ruas da Cohab, 
de uma maneira prática e 
sui generis. Com placas 
antigas, abandonadas no 
Horto Florestal, o servi 
ço foi feito de uma for= 
ma simples. Pintou-se o 
verso da placa, cor bran 
ca e escreveu-se o nome 
da rua (cor azul), e a - 
tendeu-se os anseios da 
população daquela vila. 
Creio que a Prefeitu­ 
ra poderia adotar o mes- 
mb sistema, .com gastos 
mínimos. Isto no caso 
das placas indicativas 
do nome das ruas. Quanto 
aos números, sõmente da 
forma costumeira 
Que seja endereçado 
expediente ao Exm? Sr. - 
Prefeito Municipal,reire 
rando a indicação ng O7. 
1/90, rogando as provi - 
dências cabh-eis, para 
que, seja aberta uma rua 
de acesso do Bairro das 
Prima,·eras ã A,·enida Ed­ 
son Medeiros de Moraes. 
Alí, segundo me parece , 
havia uma rua que foi 
fechada pelo proprietá - 
rio da chácara, que era 
o ponto de acesso à cita 
da avenida. Hoje os resi 
pe dentes naquele bairro 
para atingir a dita ave- 
Mãos àobra! Vamos nida, tem que se dirigir 
trabalhar pelo povo! atê o bairro suburbano 
da Cancha ou àAvenida - 
• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • de acesso a República do 
Que seja endereçado Paraguay. O interesse pú 
expediente ao ExmQ. Se blico é superior ao par= 
nhor Prefeito Municipal , ticular, pelo que enten­ 
reiterando a indicncão nQ do, como entende a popu- 
037/90, no sentido de que lação daquele bairro que 
·sejam pro,·idenciadas pla- a medida é de urgência. 
cas indicativas dos nomes São picuinhas como esta 
das ruas dos Bairros Pri- que o Vereador tem• que 
ma,·eras. (I, II, III e levar ao conhecimento do 
IV), Costa e Silva, Novo Chefe do Executivo Muni­ 
Horizonte, Itaboray e ou- cipnl, atendendo ao cla­ 
tros que não possuem esse mor público e rogar as 
benefício, como Planal - providências necessárias 
to ( I e II), Boa Vista e para a sua solução. 
Clarão da Lua. 
................................. 
Outrossim, na mesma 
forma indico no sentido Que seja endereçado 
ser providenciada a mune- expediente ao Exa?. Se - 
ração das casas da cida - nhor Prefeito Municipal, 
de, tanto no centro como reiterando a indicação 
nos bairros perifericos . ng 044/89, no sentido de 
A falta dessas melho - que seja procedido um es 
rias, dificulta a própria tudo e ,·er1ficar a Yinbi 
Anuncie e Valorize o 
!Idade de abertura da 
rua .José Honlfãclo, li - 
ando desn fo t,o cn 
tro da cidade ao Balr­ 
ro Primavera. 
Entendo que o Poder - 
Público tem queser admt
nlstrndo olhando pnru o 
futuro. Não basta cons - 
trulr obras momentâneas, 
que no porvir, tornar-e 
à absoletas. 
Nesse contexto, n ad­ 
mlnistracâo pública ten 
que observar o aspecto 
urbanístico e prever o 
desenvolvimento do tran­ 
sito, procurando crJar 
vias de escoamento que 
facilitem os usuirios e 
beneficiem-na. 
Já no dia de hoje n ~ 
bertura de via piblf 
ca que se pleiteia é ne 
cessária. Daqui hi pou - 
cos anos, tornar-se-a ul 
tranecessâria. 
Que seja endereça 
do expediente ao Ex:nQ Sr 
Prefeito Mfcipat, reite 
rando a indicaçao ne 03/ 
89, solicitando a cria - 
çao de uma Escola Munici 
pal que atenda os bair - 
ros Primavera l,II,111 e 
IV. 
MOTIVAÇÃO 
Os bairros Primaveras 
I,lI,111 e IV, não pos - 
suem escolas que a tenda 
aos interesses das crian 
as ali residentes, ten­ 
do as mesmas que sedes­ 
locarem a pé as Esco - 
las Municipais da Cancha 
e Castelinho Encantado. 
EstAS Escolas são dis 
tantes daqueles bairros 
fazendo com que as crian 
ças ali residentes. se - 
ralmente sub-alimenta 
das, se desloquem a gran 
de distância, enfrentan= 
do as intempéries. Creio 
que inicilamente, ec coo 
vênfo, a escola poder!a 
funcionar no Centro Comu 
nitãrio ali existente. 
No sentido de ser en­ 
caminhado·expediente ao 
ExmQSr. Prefeito Munici 
pal, no sentido de que 
sejam procedidos estudos 
para concretização de um 
programa de Reaproveita­ 
mento do lixo que nao ê 
lixo. 
--A título de ilustra 
cão transcre,·o trecho da 
Carta Mensal do Governa­ 
dor do Distrito 447 do 
Rotarv Internacional , 
companheiro Alcides Teno 
Castilho, referente ao 
corrente cês: 
11 
Colabore 
com a reciclagem dos pro 
dutos utilizados, tais 
como o papel, vidro , 
plástico, alumínio, fer­ 
ro e resto orgânico sepa 
rando-o para seu aprovei 
tamente. Caso ainda a 
sua comunidade não pos­ 
sua um programa de rea - 
pro,·eitamento do Lixo 
que não é lixo, estimule 
o Poder Publico Munic1 - 
pal a desenvolver um 
programa nesse sentido . 
O programa Lixo que não 
é lixo da cidade de Curi 
tiba, com apro,·e.itaoentÕ 
do papel, está colaboran 
do a preservar 1.000 ir- 
Jornal de sua 
vores por dia, quan- 
do se conhece que 50
qu!los de papel utilízn 
dos equivalem aunaÃr­ 
vore de tamanho médio , 
"AQUELES QUE VIRÃO AMA­ 
HÁ, FICARÃO GRATOS PF­ 
LO Ql'E 'OC[ fl7r:H !IOJI. 
POR [![5". 
ver. MARCELINO CSSS1O 
IGLIA ACIOL.I 
INDICAÇÕES 
Que ejaendereça 
do expedfente ao encar­ 
regado do SAAE com có - 
pia ao Prefeito Municl­ 
pal, no sentido que de­ 
termine com a máxima ur 
gênc1a a expansão da re 
de d'agua no Bairro das 
Primaveras, poiR sabe - 
mos que existe virios 
moradores no citado­ 
bairro, sem o forneci - 
mento do precioso l!qu! 
do. 
Que seja endereça 
do expediente, reite 
rando ao Ilm2 Sr. Dire­ 
tor Regional da Enersul 
com cópia ao Exmg Sr 
Prefeito Municipal, pa­ 
ra que determine com a 
máxima urgência a expan 
são da rede elétrica nÕ 
Bairro das Primaveras. 
Ver. CÁSSIO ACIOLI 
Que seja endereça 
do expediente ao Exm1?
Senhor Prefeito Munici­ 
pal, no sentido que 'ia 
bilize da possibilidad; 
em construir ur colégio 
nível Ia V no Bairro - 
das Primaveras. 
Sabedores que socos, 
da necessidade da cons­ 
trução de uma escola no 
citado bairro, devido a 
dificu.ldade que atra,·es 
sa aqUelas crianças pa= 
ra frequentarem as au - 
las em colégio bem dis­ 
tante do bairro. 
PARAREFLETIR
Lembre-se de que co 
lberemos, infalivelmen 
te, aquilo que houver­ 
mos semeado. 
Se estamos sofren - 
do, é por que estamos 
colhendo os frutos a - 
margas das sementeiras 
errôneas do passado. 
Fique alerta quanto 
ao momento presente! 
Plante apenas semen 
tes de otimismo e de; 
mor. 
M.s. 
Cidade

.- -·--
o 
possam aprender através doseu interes­ 
se, através da suo conquista de cada dia. 
Criou asemana do Agradecimento ao e-­ 
vend·dor, que foi comemorado em todo mun 
do do 22 à26 de outubro. Parabens aos nos 
so Revendedores de Bela Vista. 
1NIVTmSllHIOS 
ANIVERSARIANTE 
Jl/1 oSra. Elaine Brum Rodrigues 
30/10 - Dr. Ivan Afonso da Costa Marques 
01/11 - Laura, filha do Comandante do 10o 
RC/MEC, Cel Gesiel e Sra, e a data 
foi comemorada com uma alegre reu­ 
nião de amigos na residência da ga 
tinha Laura que na ocasião feste:: 
java seus 06 aninhos! e 7
Jl/10 - Foi Comemorado com gostoso jantar­ 
aos amigos e parentes os l2 ani- 
nhos da menina-moca Rebeca Murano­ 
Dorges. Felicidades! 
28/10 - Nessa data fez anos a Sra Alice Pe 
reira, mãe do nosso Redator Chefe, 
parabensl 
.) .
.. ,,
AIS UMA REDAÇÃO DE ANDREA CARLA PARI­ 
SI (3oMISTÉRIO), ALUNA DA PROFESSORA A­ 
NA MARil, aCARIZ. 
"O RNSINO E A EDUCAÇÃO PJRJ TODOS, NÃO SE 
DÃ, se CONQUISTA" 
Há quem pense que o ensino e a educa - 
cão são apenas aqueles conteúdos que se tem 
nas séries escolares, e que quem não 
vai à escola não tem educação. 
Educação para mim, abrange um conjunto 
de valores muito mais amplo, começando pe­ 
la bagagem que a criança traz de casa, da­ 
quilo que há anos já faz parte do seu dia­ 
a-dia. 
A escola no Brasil, no que diz respei­ 
to ao ensino e à educação, não oferece às 
crianças aquilo que ela anseia ao ingres - 
sar-J~ na mesma; não se aproveita as expe­ 
riências vividas fora do ambiente escolar, 
nem se estabelece uma relação entre esse - 
ambiente e o que se aprende na escola, é 
por c~te motivo, entre vários outros, que­ 
há qrade número de evasão e repetência. 
1'uitas crianças vão à escola em busca­ 
de wna educação e um ensino que façam par­ 
te do meio em que vivem, mas a realidade é 
bem outra, os professores não estão prepa­ 
rado para um bom trabalho, querem transmi 
tir conteúdos alheios à vida da criança,c7 
isso o professor diz que ensina e o aluno­ 
pensa que aprende; pensa, pois o ensino - 
não atinge seu significado no sentido mais 
amplc se alguém o tenta incutir na cabeça­ 
de outro alguém. Aquilo que se quer ensi - 
nar, deve ser feito através de prática e - 
de meios concretos e reais que possam ir 
de encontro à realidade e aos anseios de - 
cada criança, para que seja elevado o ní - 
vel do ensino e da educação no Brasil, pa­ 
ra que se extermine com a' idéia de que· a 
criança não é capaz de fazer por si sô pa­ 
ra qaeoensino e a educação sejam, na pr@ 
tica, direito de todos e para que se perce 
baque não se ensina e nem se educa atra 
vés da transmissão de conteúdos alheios às 
crianças, mas se auxilia o ensino· e a edu­ 
cação através de métodos onde as crianças­ 
possam buscar, criar, elaborar, enfim que 
a 
Dr. Ivan da Costa Marques, que no dia- 
30/10 comemorou mais um ano de vida. 
CIRCULOU PELA CITY 
Dom&nico transmitiu mensagens de Fé e foi 
auxiliado por alguns jovens. Distribuir 
as sequintes mensagens: 
ADEUS FERNANDINO
O casal Dr. Sérgio Perondi e Cristina, 
que vieram rapidamente de Ijuí-RS, embora­ 
por motivo triste (para o sepultamento do 
jovem Fernandinho), ficamos felizes em vê­ 
los. 
CONVITE RECEBIDO 
A
Sra Estela Velasquez Pereira 
Proprietária da Tribuna da Fronteira 
Nesta 
Tenho a honra de convidar V.Sa. para o 
show com o Coro Polifonico "UIRAPURU", dia 
03 de novembro de 1990 às 21:00 horas no 
EStadio San Gerardo, promovido pela Comis­ 
sao de Pais do Colégio Nuestra Senõra Del 
Perpétuo Socorro - Bella Vista - Paraguay. 
Certo de contar com a sua presença pa­ 
ra o abrilhantamento desta "Noite de Gala" 
antecipo os meus agradecimentos. 
Eduardo J. Ocariz Consul 
NOTA DA REDAÇÃO 
/
Lt 
I' 
t 
Agradecemos o mesmo e marcaremos pre­ 
sença. Aos nossos leitores: Não deixem de 
prestigiar pois será uma noite de muito 
brilho. 
MISSA DE 70 DIA 
Pela alma de Fernandinho foi no dia 01 
P~•• na Capela do Divino Espírito Santo,q/ 
ficou lotada de jovens estudantes, profes- 
22:g±_g_Pais._N_missa_celebrada_pelo_Padre 
a a 
FERNANDO, Fernandinho: "Nesse momento,não 
sabemos dizer direito, o que sentimos". 
Não queríamos nem acreditar, no moren 
to cmque ficamos sabendo que perdcrnoo v~
ce. 
Voce tão forte, sadio oemprc sorrindo 
cativava todos que o rodeavam. 
Fernandinho, sempre Fernandinho oca­ 
cula da classe, o 1o da classe, a alegria 
1 
e é por isso que não queremos ficar tris-_., 
tes. 
Naquela quarta-feira de tragédia, co- 
meçou seu sofrimento, muitos amigos fo - 
raro te visitar, pois são inúmeros. 
Fernandinbo, não sabemos não entende­ 
mos, mas é sempre assim: os inocentes pa­ 
gam pelos pecadores, voce foi vitima de
1 
uma injustiça, mas que a justiça de Deus- .to 
seja feita. 	·.:. 
Sabemos que deves estar feliz ao la- -­ 
do do Mestre. 
Sabemos também que deves estar dizen­ 
do: "Não chores por mim por que estou se- 
quro". 	.a 
Pernandinho, chegou sua hora de ir e !Jt1,~ 
nós nos despedimos, mas com uma certeza - ·j
de que nos encontraremos novamente. 
Fernandinho, voce para nós não morreu~ 
voce foi viver uma vida justa foi viver - 
no mundo, onde é só paz e só amor. ~t 
Para nôs voce não não morreu, não xno!,o 
reu não, por que ninguém morre enquanto - !ó 
permanecer vivo, no coração de alguém. V~ .rc 
ce estará sempre presente na sala de aula 
como de costume, no futebol que você jog! 
va, nos clubes que frequentavas, voce es- .!e, 
tará presente nas orações que alquem in­ 
vocar, estarã presente em nossos cora­ 
ções, estará em sua casa com seus pais e 
irmãos, porque voce para nôs será eterno. 
Fernandinho, estamos com saudades sua 
mas saudade não significa que estamos se­ 
parados, mas sim que estivemos juntos um 
dia. 
Fernandinho, não queríamos mas texnos­ 
que chorar. 
1 EUS FERNANDINHO. 
Esperamos que esse pensamento possa 
expressar nossos profundos sentimentos. 
ALUNOS 00 20 ANO CIENTIFICO, ESTER 
SILVA. 
Enquanto na Terra alguém lembrar meu­ 
nome, mesmo não sendo em oração, eu não 
morri. 
E quando esquecerem de mim se no mun 
do nascer alguém e o chamarem de Fernando 
Pode ter certeza que eu não morri! 
CONCLUSÃO 
NUNCA MORREREI. 
OUTUBRO/ 1990 
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Pensamento de Uma amiga. 
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M {Corarão da Citaie" Apartamentos com 
lr Coficiiado, {'afé ta Manliá ~Completo
AVENIDA TEODORO SATIVA 
RESERVAS: 439-1487 E 4391366 
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