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BRLJ VISTA 
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- MATO GROSSO DO SUL, - NO: 1.016 - ANO: 19 - I0 DE NOVEMBRO DE 1.990. - DIRETOR RESPONSNVEL: IVALDO PEREIRA-Cr$50,00 
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BELft VISTA TEM NOVO PROMOTOR DE JUSIICA· 
Com a tram1fcrên­ 
cia do Dr. Celso Jn- 1 
tonio Botelho de car 
valho, foi designadÕ 
para assumir a Promo 
Leria de Justica da 
Comarca de Dela Vis­ 
ta, o Dr. Gerardo E­ 
ribcrto de Morais, o 
riundo da capital do 
Estado, Campo Grande, 
tendo assumido o car 
go no Último dia o5 
deste mês. 
Dr. Eriberto nas­ 
ceu no Estado do Cea 
rã, foi criado em Mi 
nas Gerais e residiu 
durante alguns anos 
cm são Paulo. Concur 
ado pela Policia Fe 
deral veio para Cam= 
po Grande em l. 978 
trabalhar na Superin 
tendência, tendo e= 
xercido suas funções 
naquela corporação a 
té 1.983. Durante es 
ta época formou-se 
Bacharel em Direito 
pela FUCMAT.Em 1.984 
fez o concurso para. no 
Delegado de Policia co este ano, atravês 
Civil, tendo desen - de Concurso, Dr. Gc­ 
volvido um excelente rardo Eriberto de Mo 
trabalho nessa á - rais trabalhou no 
a 
--------- 
rea. Exerceu ainda 
como Delegado de Po­ 
licia os cargos de 
Diretor do Instituto 
de Identificação da 
Capital, Diretor de 
Polícia de Campo 
Grande e Diretor de 
Polica do Interior. 
Tendo ingressado 
Ministério PÚbli- 
O Vereador Sydney 
Nunes leite, através 
de indicação, suge - 
riu ao Prefeito a 
construção de 500 ca 
sas populares em Be­ 
la Vista. Segundo o 
Vereador, "o Governo 
Federal lançou o Pla 
no de Acão Imediata 
de Habitacão, a tra 
vês do Ministério de 
Ação Social,para ser 
mplantado em to?o o 
Pais. 
O Plano tem por 
objetivo básico o fi 
nanciamento de unidã 
des habitacionais 
destinadas às famí - 
lias de baixa renda. 
OS veredores bela 
vistenses estão de= 
&envolvendo um exce­ 
lente trabalho no Le 
9islativo. Todas as 
8
emanas, indicações 
e requerimentos são 
ªPresentados buscan­ 
do melhorar as condi 
l:Ões de vida do povÕ 
de nossa cidade. 
Na sessão de quar 
ta-feira pp., o ve = 
reador Anselmo Lopes 
Solicitou o patrola­ 
lento e encascalha 
nto de todas as 
l 
• 
ver. Sydney n. Leite 
ruas não pavimenta - 
das, pois devido as 
chuvas as mesmas es­ 
tão intransitáveis. 
Já Carlos Alberto O­ 
cariz (Cachito), pe­ 
diu, baseado na Lei 
Orgânica Municipal, 
que se efetue diaria 
mente a coleta de li 
xo hospitalar em to: 
dos os Postos de Sau 
de, Hospitais e For­ 
mação Sanitária. Se­ 
gundo o Vereador, "a 
referida coleta esta 
sendo feita de manei 
Plantão Forense em 
julho, atuando depo­ 
is na la Promotoria 
cível. Em novembro 
foi promovido para 
Promotor de Justiça 
da Comarca de Bela 
Vista, onde responde 
rã também pela Promo 
toria de Justica da 
Infância e 11.dolescén 
cia, Promotoria do 
Justiça do Meio Ambi 
ente e Promotoria de 
Justiça de Defesa do 
Os recursos são o 
riundos do FGTS, viã 
Caixa Econômica Fede 
ral. 	- 
Entende o Vcrca - 
dor Sydney Nunes Lei 
te, que "o belavis - 
tense, especialmente 
da periferia, vive , 
em sua maior parte , 
em condições sub hu­ 
manas. Grande parte 
dos moradores da pe­ 
riferia adquiriu o 
seu lote de terreno, 
mediante esforços e 
sacrifícios, porém, 
não possuem condiçõ­ 
es de edificar a mo­ 
radia, razão princi­ 
pal de proliferarem 
ra irregular, o que 
acumula o lixo hospi 
talar nos locais de 
atendimento aumen 
tando sobremaneira o 
risco de infecções 
devido as peculiari­ 
dades próprias dos 
detritos". 
João Kalife está 
preocupado com as o­ 
bras de pavimentação 
asfáltica e pediu o 
comparecimento do en 
genheiro encarregado 
peles obras, da BR 
060 e do centro da 
Conoumidor. 
!Tomem preocupado, 
acima de tudo, com o 
cumprimento rigoroso 
das determinações da 
Lei, o Dr. Gerardo E 
riberto de Morais, 
pretende dar uma no­ 
va dinâmica à atua - 
cão da Promotoria de 
Justiça de nossa Co- 
marca, para isso, a­ 
pós se inteirar com­ 
pletamente dos traba 
lhos relacionados aÕ 
Ministério Público 
cm Dela Vista, pro­ 
moverá uma ampla a 
gilizacão dos traba 
lhos em todas as a 
reasem que a Lei 
exige e permite a 
atuação da Promoto 
ria de Justiça. 
ENTREVISTA 
Na próxima edi­ 
cão, TF entrevista 
rã o novo Gerente 
'do Banco do Brasil 
S/A em Bela Vista, 
CILSO NUNES BENEDI 
TO. 
Aguardem! 
casebres, ranchos e 
barracos, etc., os 
quais não possuem 
condições mínimas de 
habitação. 
Além do mais, se­ 
riam recursos finan­ 
ceiros aplicados na 
região, e ainda, a 
geração de trabalho 
para dezenas de pes 
soas que hoje, em 
plena recessão, não 
possuem meios de 
sobreviver dignamen- 
te". 
INFORME TF (por 
UBALDINO RODRI­ 
GUES. PÁGINA- 08 
Ve r e a d o r e s A tu a n te s 
cidade. 
Kalife quer que o 
engenheiro explique 
o por quê da repro - 
gra.mação das obras. 
• Paulo Melo solici 
tou a colocacão de 
luminárias em vã­ 
rias ruas e tam - 
bém a extensão da 
rede elétrica no 
Bairro Ãgua Doce. 
ACONTECEU "NA 
CASERNJ. 
PÁGINA- 02 
GOVERNO RENEGOCIA A DÍVIDA EXTERNA 
Sem fazer alarde, 
0 
Governo Federal co 
Pecou a renegociacão 
e reducão da dívida 
~ empreiteiras e 
cos privados. 
quer 
PRAZOS LONGOS E JUROS DE 6 AO ANO 
prazos longos. e ju­ 
ros menores. 
Até mesmo o desá 
qio está sendo apli 
cado netas negocia 
ções. 
"vamos oferecer 
aos credores do go­ 
verno opções entre 
a rolagem da divida 
com prazos maiores 
ou o pagamento com 
deságio•, disse Ro­ 
berto Figueiredo, di 
reter do Tesouro. 
Calcula-se que 
empreiteiras e ban­ 
cos privados têm pa 
ra receber mais de 
US$ 10 BILHÕES do 
governo. 
PÃGINA 03 
ECIMENTO 
O Clube Esportivo Delavistense ecla­ 
rece ao povo cm geral que a promoção rea 
lixada dia 27pp., dia do sepultamento do 
jovem Fernandinho Diório, foi de respon­ 
sabilidade e iniciativa das senhoras da 
"ACACIA BRANCA", entidade liqada à Maço­ 
naria. 
JORGE DE SOUZA ROSA 
PllliSIDRN'l'E 
~AJUSTE 4O P :0 
DA A'IA D'AGUA 
O Vereador cássio 
Acioli, apresentou 
requerimento na Cáma 
ra Municipal, solicT 
tando informações ã 
respeito do aumento 
da tarifa d'água. 
Cássio pediu que 
se enviasse Ofício 
ao Diretor Regional 
da Fundação Nacional 
de Saúde, Aroldo Fer 
reira Galvão, e tara= 
bém ao Prefeito Ed - 
son Moraes, para que 
informem quais os 
critérios adotados 
para dar reajuste na 
tarifa d'água, pois 
no mês de outubro fo 
ra dado um aumentÕ 
de 55% e para o mês 
de novembro está pre 
visto outro aumento­ 
de 19%. O salário do 
trabalhador teve um 
aumento de 18,2%. 
Os agiotas devem 
estar sorrindo. Os 
que trabalham e acre 
ditam na produção no 
vamente, preocupados 
com as nuvens negras 
que teimam em perma­ 
necer no horizonte 
do Brasil. O Presi - 
dente Collor está no 
firme propósito de 
baixar a inflação,mo 
dernizar a economia, 
quer eficiência e me 
lhor gerenciamento 
das empresas, peque­ 
nas, médias e gran - 
des. As grandes es­ 
tão buscando o cami­ 
nho da concordata;as 
pequenas e médias, a 
costumadas a gerên = 
ciar em tempos de cri 
se, vao se mantendo. 
E a esperança é 
que o monstro (infla 
ção),e seus capetas 
(juros altos, preços 
altos e capital ismo 
selvagem) a partir de· 
janeiro sejam derrota 
dos pela Deusa Zêlia,ã 
guardiã da chamada es­ 
tabilizacão. 
Ver. Cassio Acioli 
Para o Vereador, 
"fatos desta naturge 
za causa-nos uma sur 
presa,pois tais rea 
justes ferem brusca­ 
mente o bolso dos con 
sumidores e que muitas 
vezes não podem sal - 
dar a conta de água ,fi 
cando sujeitos acor­ 
tes". 
Ciranda está a e5a 
Mas o povo quer 
comida e condições 
de vida mais digna. 
E quem põe a comida 
no prato são os pro­ 
dutores rurais ( la­ 
voureiros, pecuaris­ 
tas,etc). 
A propósito da 
grita destes produto 
res, querendo dinheI 
ro para a safra ( o 
que é jsuto), trans­ 
crevemos um artigo, 
publicado e.m "O Esta 
do de São Paulo" de 
autoria de Moacyr Cas 
tro. t interessante: 
Será que muitos des­ 
tes produtores rura­ 
is aplicaram direiti 
nho as verbas que e­ 
ram para a produção? 
Como diz o Moa­ 
cyr Castro, se não 
aplicaram, "a poou 
lação que almoce 
fundo de curto pra­ 
zo e Jante ovenigt". 
Página - OJ. 
:Devassa do Crédito Rural 
Pode estourar nas uma gigantesca devassa no 
Pro1mas seranas outro crédito rural.A InvestI- 
escandalo da mandioca" daproete vasculhar osco 
na agricultura brasilei tratos firados entre os 
rn. O desvio de verbas bancos e os fazendeiros ea 
destinadas a ai, d p,,r 
I, 1o cre to a to o o a1spara aconces - 
ricola. 	siodecrédito agrícola.Fa 
O Banco Central anun zendeirose gerentes honee 
eia que, desde segunda= t d toei 
f 
• 	os Ie loo Brasil,por 
eira, estll ro::,m:e:ndo 
nad ti 	.z --03

JOf!N/I. 1'H IBU!l/ DA FRONTEIRA 
BEL/ VISTA MATO GROSSO DO SUL 
1,990. 
Aconteceu na Caserna 
u' 
o mcfütCI'l'O DA "PJBIJNI" 
" Eu aprendi na.minha visita à Escola Bélica. (SIC), que a coi 
sa mais importante é a paz. 
o Drasil 6 um Palo de paz, mao 6 muito bom saber que temos um 
Exircito preparado para defender nosso Faia e neeegurar para se~ 
prc nossa tranquilidade e a noosn liberdade". Pabiana. 
Para que possamos, querida fabiana, manter a paz o a tranqui­ 
lidade que todos os brasilciro.s almejam, precisamos dispor de um 
Exército integrado por homens capazes e bem adestrados. 
o trabalho intenso e abnegado que voei e seus colegas puderam 
ver na Escola de Material Bilico - Rio de Janeiro - RJ, é rotina 
am todos oo quartéis espalhados por este imenso Brasil. 
Gratifica-nos, pois, sua mensagem de reconhecimento, fator de 
incentivo para que continuemos, integrados à sociedade, contri - 
buindo para o desenvolvimento de nosso Pais ao proporcionarmos 
ocgurança. 
O "seu" Exircito, Fabiana, é o nosso Exircitol 
NOTA: Fabiana Belmonte dos Santos, aluna da Escola Municipal, 
oswaldo Teixeira, no Rio de Janciro-RJ, redigiu esta redação (da 
qual extraímos o trecho final), após visita de. seu educandário, 
à ESMD. 
SEMANA DA CRIANÇA 
Foi realizado no período de 8 a 12 de outubro os jogos comemo 
rativos à Semana da Criança, com o apoio da Prefeitura Municipal 
de Bela Vista e LBA do Município, com a organização do 100 RC 
MEC e participação especial das entidades escolares da cidade. 
o1' 
i 
to fiarante dn foto vemos o net,sento dos jogos opeaorat vos onde ocorreu una participa.ao 
cat-1'.:'I 1J.1s crluuça.s do nosso Hunldplo. 
CONCURSO DE PAINEL COMEMORATIVO AO DIA DA.BANDEIRA 
Na semana de 12 à 19 de novembro, o 100 RC MEC, com o apoio 
da Secretaria de Educação, Cultura e Desportos do Município, es­ 
tará realizando o I Concurso de Painel Alusivo ao Dia da Bandei­ 
ra, com a participação dos Estabelecimentos de Ensino da cidade. 
- Premiação: Escola que obtiver o 10 lugar; 
- Itens a serem verificados; 
1) Originalidade; 2) Criatividade; 3) Organização; 
- Entrega do prêmio. 
Dia 19 de novembro, às 10:00hs, por ocasiao da solenidade do 
Dia da Bandeira no Regimento Antonio João. 
Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS 
LEI ·IIAL, N «01/#0 - ;a'I 
rr«e E ré7i+, A. .­ 
yort, de [9#, 
''fl.l'A O I LK!Tf. VA!•A Arrr-, 'PA· 
ti ciritos A I!oIIs I I - 
rrrz,z• zU IA"}171 
E«Ir 
E.doon Medeiros de oraes , 
Prefeito Municipal de Rela V!g 
ta, Estado de Mato rosso do 
Sul, faço saber que a Câmara­ 
tuniclpt1l aprovou e eu ancig 
no a r,1->rulnt.P LeJ: 
ARTir,o 19 - Flcn o r.,,cur Ivo· 
l-l'üiiTê'Tji'ri1, autor1z,1do fl ele - 
vor de ai:n. (oltentn pi cento) 
pnrn 180 (cento e ol tenta pi 
cento), o 1 l□Lte para abertu 
ra de créditos ndic1on.1is su­ 
plementares, usando como re 
curso.o:; para cobertura dos cré 
ditos a serem nbc-rtos o, pro­ 
venientes de anulação parcial 
ou totnl de 1otnç.óen disponI 
vela no orça.r.;e.nto vigente,bcr.i 
como o!i provenientes dos pro· 
váveis excesso de arrecodc1çjo 
considerando-se a tendência .. 
do exerc !cio, nos termos do 
artlp,o 43 da Lel Federal n9 
4.320164 
ARTIGO 22 - O percentual ren 
clon,1do no Artigo anterior, ln 
cidirá sobre o montante dÕ 
valor do orçmcnto do munic{­ 
plo, aprovado pela Lcl nQB79/ 
9, de OS de deze:nbro de 198'l. 
ARTIGO J~ - Eou Lel entro em 
vigor na dota de su11 publ ic,'l­ 
ção, rev<Jgadas as disposições 
eo contrario. 
DECRETO NQ 0B0190 - Gabinete• 
do Prefeito em )1 de Outubro- 
de 199o 
"DECLARA DE l!TILIDADE POBL!CA 
E INTERESSE SOCIAL PARA FINS­ 
DE DESAPROPRlAXÃO Ã TITULO - 
GRATIHTO 
I 
U:-IA REA DE TERRAS­ 
QUE ESPECIFICA E DÃ·OtrrRAS - 
PROVIDENCIAS" 
Edson Medeiros de Mor aes , 
Prefeito Hunlclpol de Belo Vls 
ta., Estado de Mato Grosso dÕ 
Sul, no uso de suas atribui - 
çÕes legais, 
DECRE"IA: 
eI 
-l 
.r.. 
7s. 
s 
_n3 
ARTIGO 1 Q - Flc• dec !orado de 
utilidade pública • e interesse 
so~ia! para fins de desapropri 
açao a titulo gratuito, una 16- 
tc de terreno nQ "Y", intcgr.1- 
do ao lote ng 100/d, quadra nQ 
100, setor ng 0, Bairro Costa 
e Silva, perfazendo um total - 
de 416,65 H
2
, incor-porado ao 
doci[nio público para abertura- 
de via pbllca. • 
vr1o 12- A irea desapropria 
2 iG'e reta!to, era 1te 
rad4 ao desn braentro do t. 
Jeo Alves de Mar!9. 
A#TIO )2 -Este Dereto entra­ 
LaGr na da de +o» pua»!t­ 
caio, reveadas as disposl - 
çes em ontrár!o, 
prcRETO NO 08/90 - ta%,{te - 
ão reio e @l@e o&T- 
ele 
1990" 
Edson Medeiros de Moraes , 
Prefelt.o ra:1lc!pol de llelo Vis 
ta Mato Crosso do Sul, no uso­ 
de suas 11tribuiçõ,,s leJ,1!n, 
1? - Con:;lderaudo o protocola­ 
do ng 41/89, de 01,08.89, re­ 
querendo a aprovação do desmen 
brr-ento do Sr. João Alves de 
Macedo, Jâ !ntegrndo ao perlrg 
tro urbano desta cIdade, 
2Q .. Considcrnndo o5 pareceres 
exarados pelo 11Úcleo de cadas­ 
tro e tributaçÃo e Secrrtúr(o- 
1-!unlclpal de Vloção, Obras e, 
Serviços urbanos desta Prcre( 
tura Muntc1pal opin,ando ambos-; 
pelo deferimento do requelro , 
visto o postulado preencher to 
dos os requ!altos legais. - 
DECRETA: 
ARTIGO 19 - Flcn aprovado o 
desrteobraoento de propricdilde 
do Sr. João Alves de- Hacedo , 
coo sede nestn cid11de, inte­ 
·grado ao per[r::.etro urbano des 
tn cidade, lote nQ !OOID,qua
7 
dra ng 10O, setor n? 04, Ba!r 
ro Costa e SIIva, conforme - 
projetos, memorial de,crit1vo 
e anexos que coc:pÕe:n o preces. 
so protocolado sob o nQ 4Jlr 
89, de 03/08/89, o qual obede 
ce o seguinte desdobramento: - 
a) 17 lotes com área total de 
9.998,L.0 m
2
; 
b) Lote 
11
Y" - dasapropriado à 
titulo gratuito para incorpo­ 
ração ao dom!nto eúblico para 
abertura de via publica, con­ 
fome Decreto 080/90, de 21 
10-90, com área total de 416 
65 o'. 
PARÁGRAFO {));JCQ - O desmembra 
rento predito, é presidido a 
implantação de residências. 
ARTIGO 29 - Este Decreto en­ 
tra e1:1 vigor na dat.a de sua 
publicação, revogndas as ais­ 
posições em contrário .. 
.Edn Mude!ro4 de More 
Prefeito tunlfpal te Mela,' 
ta, Estado de nato cro+, , 
Sa, no uso de suss trtf ' 
lC"Y,'l t ~, 	• ,.. 
CM.4+: 
AIIQ_l?- Hea dretats 
ifao i dia 1s de rovego 
1990- ata da Proclapão d 
Republica, ressalvados os sra 
os ue, pela sua natureza r, 
podf rr ofrer p,,r.s l bação. 
AKIICO 29 - Este 
em vlior na data 
io revogadas as 
contrário. 
DECRETO M2 0/O - Catte t 
FreieTa r@f@e nove:r jj 
1010- 
"Ill SFdL S0KF A ADE 
F!SCÀL JJE bH.Ã VJSlA" 
Edson Medeiros de Moras ] 
Prefeito !tunlclpal de neta VI! 
t;i, }:st,1do de Mato Cros,;o f! • 
Sul, usando das atributçáes 4l 
Ih são conferidas e cons!de 
rando o que diupôe a Lei ~n!· 
cfpal n9 884/89, de 18 de dza 
bro de 1989, cm seu artigo n.'"' -~
1 
ARTIGO IQ - A l'nldode FhtJI ,, 
llelo Victa - l'FIC, para oc,o,• 
de novecbro, será fixada c.on!. • 
re Indice Inflacionar!o abs!xi 
NOVEMBRO I 90 - 
lndlce lnflnclonár!o-ll,11 
UPIC 844,87% 
ARTÍCO 29 - Este Decreto er.tu· 
em vigor na data de sua pyt!!± 
ão revogadas as d1spos!çoe:s a 
contrário. 
:'.ro 
GABINETE 00 PR.EF!ITO 1:11-YICl ~?; 
PAL, AOS 01 DE NOVEMBRO DE J9!0 
-: 2 
EDSOS !IEDEIROS DE HCRAIS 
PREFEI!O HUSICIPAL 
' ·• 
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ORAÇÃO AO DIVINO 
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ESPIRITO SANTO ~i 
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Espírito Santo,vósl 
9ue me es<;larece-
1 
EJtPEDIENIE 	is tudo, vos que - 
JORIIAl. DUBU!!A DA Fl!ONil:IRA 	me ilumina todos - 
(Fundado e 20/02/1972-Fundador IVALDO PEREIRA 	os caminhos para r:f 
DIRETORA AllKI.NlsnATIVA: Horl4 Esteio Velasquez PcreLra eu atinja O meu i-1 
DIRl!:rOR-RDlAI'OR-OIEFE: lvaldo Pcrelra 	deal. Vós que me 
CERENIE: CUson Silva Santos 
REPOR:I:ACEIIS: Ul>aldino Rodrlg=s 	dais o dom Di víno- 
t:or1CIAS: Abl.m, Plana, AE, Agênclo Braslll4, Correspondente .,., de perdoar e esqU! I 
Cat:tpo Crand~, BruIUo, s.õ Paulo e Rio de Jantlro. cer o mal q/ me f! 
SUClJRSAIS: Antonlo JOólo, Janll.m, Bonito, Porto Hurtinho Ca - zem e que em todos 
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~iAb~A~ ~ lSIJtAÇÃO E PARQUE CRÃFICO: (sede própria_) Av migo, eu quero ne~ 
Conforme número anterior deste jornal, vamos contar nesta edi ?unada Fronteira, 564- CtxáPosta1-23-Fone: (067)19-11o te curto diálogo,! 
ção: Pf:-DE-GlRRJFA 	gradecer_ vôs por 
- 	_ 	PROPR.IEDApE DA REDE BELAVIS1DiSE DE JORIIAIS LIDA tudo frimar 
No sertao de Camapua, um grande vale cortado pelo rio Paranai ccc.KF is.su.20JloooJ.5g_. 	• 	e con 
ba, à direita e a serra das Araras à esquerda, ê o "habitat" do D!SCRIÇÃO ES'IADUAL: 28.219.000J-3 	mais uma vez que 
Pé-de-garrafa. Coberto por algumas florestas, rios, 0 sertão do 	eu nunca quero me 
Camapua e uma região misteriosa. Metido na mata sombria remenda FILIADO l ADJORI CHS) E ABP.AJORI 	separar de vós,por 
da aqui e ali por pedacinhos do céu azul, o homem sente-se pene- 	maior que seja a) 
trado de terror da natureza. 	Rcprcseoumte para todo 
O 
tcrritórlo =clonai: :r.ÃIIUU. VElartos lusão material,nao 
DE C0111111CAÇÃO - Rua 07 de Abril 282 - 
5
g aa, 	- 	de 
A mata com seu "Exército" de troncos impassíveis, com seus FO!IE: (011) 255-2579 e 255-3499. = andar. sera o minimo • 
ruídos misteriosos estofados de silêncio é deveras assombrosa 	vontade que na glE 
A imaginação aí fervilha. E o medo cria duendes e gênios que ASS 	ria perpétua. 
IIIAIIIRA IlUHESDAL : ers 2.000,00 	A 	·acas 
poyoam os recessos entrucados e sombrios e trançam nas encruzi- 	gradeço as gr v 
lhadas dos caminhos. Se o caminheiro topa com dois galhinhos cru~====-:--------------------1 alcançadas. 
zados em sua trilha, salta-os se benzendo - foi o saci que pôsr_..:,. 	=======~.'.::==~E~-=A~-==::::::::: 
isso ai no caminho. 
Se escuta um grito agudo, estaca imediatamente, pálido e as - 
sustado. Repetindo, retorna apavorado, pois com certeza ê o pê­ 
de-garrafa, o genio mau da mata, corpo de homem, preto, umbigo 
branco e com um so pe em forma de fundo de garrafa. Vive gritan­ 
do nas matas a procura de caminho. 
Não se deve responder aos gritos, pois senão o pé-de-garrafa, 
vai se aproximando, se aproximando ... e ninguém sabe, mas deve 
suceder algo horrível. 
Lenhadores, caçadores e viajantes já ouviram seus gritos pavo 
rosos, ou pularam agoniados seus grandes rastros no chão úmido.- 
Outros entretanto informam que o pé-de-garrafa é assim:tem um 
chifre so n~ c~beça, um olho só na cara, uma única mão com gar - 
ras, e um pê só redondo como o fundo de garrafa, que lhe dá o no 
me._Se alguem encontrar, e um perigo: torna-se uma fera terríveI 
e so pode acertar o tiro no seu umbigo, único ponto vulnerável. 
Contam ate que um fazendeiro, passando por uma mata vizinha 
de sua fazenda, ouviu o grito do pé-de-garrafa. Como era valente 
e não temia nada, respondeu com outro grito. O grito então veio 
se_aproximando, aproximando cada vez mais forte, mais pavoroso, 
ate que o fazendeiro horrorizado esporeou-o "beiçudo", correndo­ 
pela trilha afora chegando em sua fazenda, onde contou o caso. 
No prox:uno numero:• •o MOLEQUE FESTEIRO". 
AN,IVERSARIARAM 
Dia 04 de novembro - (Sgt Silva Barbosa; Sra Lêa(esposa do Sgt. 
Vargas); Dia 06 de novembro - (Sgt. Brites; dia 09 de novembro 
Subtenente Machado; Sargento Pedro Araújo dos Santos 
1IJIRcm> SHAUMMNCA E INTERACO - <lll!DIIJS vnm:rus DS: CÃSlllll ALMEIDA RODRIGUES - CAP 	CA V - 
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ltt 2 
I;a! 41 
+;" 
Pode cntourar nas pró­ 
xlmna semanas outro "c.u - 
ciindalo da mandioca" na 
Rgricultura brasileira , 
como aquele da décadn pos 
ada, que apontou o dea :: 
vlo de verbas destinadas- 
ao crédito agrícola para­ 
outras atividades. O cri­ 
ne aconteceu no Nordeste, 
praticado por produtores- 
e bancários ligados às 
c,rteiras agrícolas de 
Instituições financeiras. 
, !, '.!'. A história acabou em pri­ 
sões, mortes e acusaçoes­ 
que envolviam até homens­ 
do governo. 
Agora, o Banco Central 
do Brasil anuncia 
" 
t!:' 
RI, + 
t 
-ny:!:ri 
-!' 
E1+S 3' 
1C- 
!AL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA 
___,....- 
1 . 
JW!./ 
A Ciranda Está na Mesa 
que es­ 
tá promovendo uma gigan - 
tesca devassa no crêdi to­ 
~ral, A investida prome­ 
te vasculhar os contratos 
firmados entre os bancos­ 
t os fazendeiros em todo 
o Pais para a concessao - 
do crédito agrícola. O oh 
jetivo é saber se o di - 
nheiro emprestado em con­ 
dições especiais para cus 
tear a sofro foi mesmo a­ 
Plicado na produçiio agrí- 
cola. • 
Barbas de molho: a 
d~isio do Banco Central­ 
n:io é aleatória nem se 
trata de uma das raras 
fiscalizações de rotina - 
nessa área. Os técnicos - 
do BC decidiram agir por­ 
que sabem .que vão encon - 
trar irregularidades e 
nao sõo poucas. Consta­ 
que há uma verdadeira - 
coleção de denúncias 
fundamentadao indicando 
o desvio de dinheiro no 
trajeto que vai do gul­ 
chi dos bancos fornece­ 
dores dos empréstimos n 
terra que deveria recebê - 
lo em fonm ele investlm!n - 
tos produth-os. Fazendeiros e 
gerentes honestos de to 
do o Brasil, porem nadn 
tetn a temer. 
Entre os alvos da e­ 
quipe encarregada da 
devasso estão os contra 
tos de financiamento da 
safra passada que ainda 
niio foram pagos pelos a 
gricultores. De acordo:: 
com a presidência do 
Banco do Brasil, os pro 
dutores ainda têm cm ma 
Õs Cr$ 80 bilhÕes. Esse 
grande volume de recur­ 
sos, contraído no ano a 
grícola 89/90, espera - 
se, deve ter sido empre 
gado na condução das la 
vouras. Quem não agiu= 
corretamente, transfc - 
rindo o dinheiro empres 
todo pelo governo e; 
condições subsidiadas - 
para outras atividades­ 
fora do campo, agora cs 
tá enfrentando uma si= 
tunçâo constrangedora. 
A mudança da políti­ 
ca econômica e da prõ - 
pria economia do País , 
com a posse do novo go- 
vemo, penou todos de 
surpresa. Se a retenção­ 
das apllcaçÕeR cm cader­ 
netnA de poupança ou no 
mercado financeiro dei - 
xou multa gente indigna­ 
da, é certo que deixou - 
os fazendeiros que dcs - 
viaram seus emprêRtirnos­ 
desesperndos. E agora 
Como explicar que o [i - 
nanciamento govcrnamen - 
tal, em vez de virar co­ 
'mida', trans(onnou-se em 
verba bloqueada nos ban­ 
cos? 
Durante quase todo o 
governo Sarney, a tal 
ciranda financeira levou 
a economin brasileira ao 
descalabro. Num pnís a - 
gr!cola que nunca teve 
uma política agrícola a­ 
conteciam, com a maior - 
naturalidade, fatos como 
o valor de uma vaca 
maior na caderneta 
que rendendo leite 
curral. Estava assim 
ser 
do 
no 
com 
tudo e, pensando bem 
não foi sõ durante o go­ 
verno Sarney. 
É claro que esse desa 
juste entre o valor da 
produção obtida com tra· 
bolho e a renda conquis­ 
tada sem esforço no bal­ 
cão das financeiras ou - 
na mesa das corretoras - 
não justifica o estelio­ 
nato. Afinal, o dinheiro 
repassado pelo governo - 
·ao produtor é recollúdo - 
toda a população, +sob a 
formn de !opostos, para­ 
que ela tenha o retorno­ 
adequado sob a forma de 
umn colheita ~acis[ató - 
rin que, pelo menos teo­ 
ricamente, gnrantn ali - 
mente para todos apre - 
ços razoiveis. Caso con­ 
tririo, a cesta bisica - 
vaI ficando cada vez ma­ 
is cara. Ela não pira de 
subir. Para qe se te 
nha uma défa do que re­ 
presentam os CrS 80 bi - 
lhÕes em poder dos agri­ 
cultores desde o ano pas 
sado e ainda não devolvi 
dos aos bancos que fize:: 
ramo empréstimo para 
custeio da safra, basta 
compará-los ao que o go­ 
verno já liberou este a­ 
no. A diretoria de crédi 
to rural da Federação 
Brasileira dos Bancos 
{Febraban) garante que , 
desde a divulgação do Gl 
timo pacote agrícola, fo 
ram dirigidos pelos ban­ 
cos p8rticulares ao cré­ 
dito rural CrS IRO bi 
lhÕcs. Para as necessidades da 
Agrlrultura roe, é rruito,nns é o 
dobro do q/ os bancos deveria - 
já ter recebido do empréstimos 
da safra passada. É prmmi,l q/ 
grande parte daqueles Cr$ 8 O 
bilhÕes n,;,, trnh.n sen· ido p / 
a produção de u grama de ccm1 
da . A populni;ào q / alnrce fun 
do de curto prazo e jnnte e>..,;. 
night • ICACYR CASTRO - JORK ~ 
GOVERNO RENEGOCIA A íOIVIDA EXTERNA 
PRAZOS LONGOS E JUROS DE 6% AO ANO 
- 
Sem fazer alarde, 
O governo federal co­ 
•cou a renegociar a 
reducão da dívida com 
empreite iras e bancos 
Privados. 
O Governo quer pra 
os longos e juros me 
llores. Até mesmo o 
desâgio está sendo a­ 
Plicado nestas renego 
C:iacões. 	- 
" Vamos oferecer - 
aos credores do gove_;:_ 
llo,opcões entre aro­ 
agem da divida com - 
Prazos maiores ou o 
Pagamento com desá 
gio ", disse Roberto­ 
de Figueiredo, dire - 
tor do Tesouro. Calcu 
la-se que empreitei - 
rase bancos priva­ 
dos têm para rece - 
ber mais de US$ 10 
bilhões do governo. 
"Ou eles acei - 
tam o deságio ou te 
rão de conviver com 
prazos maiores" 
Numa reunião, em 
Brasília, os credo- 
;;res aceitaram um a­ 
cordo pelo qual a 
dívida será rolada­ 
por dez anos_ com 
quatro de carencia. 
Além disso, os ju - 
ros serão reduzidos 
da taxa de mercado­ 
para apenas 68 ao a 
no. 
E AS D!VIDAS DO PLA 
NO CRUZADO? 
Enquanto o Gover­ 
no'exige prazo e ju­ 
ros menores para pa­ 
gar as suas contas , 
os devedores do Ban­ 
co do Brasil, que 
contrairam sua dívi­ 
das durante o Plano­ 
Cruzado, foram OBRI­ 
GADOS a renegociar - 
sob as condicões do 
banco. Juros de 3,58 
ao mês, mais corre - 
ção e, se atrasar o 
pagamento das parce­ 
las, mais juros, ta­ 
xas e outras taxas - 
( inadimplente, multc, 
etc). 
E o prazo? No má- 
ximo 36 meses. 
Se o sacrifício­ 
ê para todos, esta­ 
atitude não se jus­ 
tifica, oara rece 
ber, JUROS ALTOS 
TAXAS, CORREÇÃO 
PRAZOS CURTOS. 
BC vai ampliar .Fiscalização do tCréio priola 
e 
Para pagar, JU 
ROS BAIXOS, PRAZOS­ 
LONGOS ou DESCONTOS 
substanciais para - 
pagar à vista. 
Se ê justiça e 
moralização que o 
governo quer, vamos 
começar em casa. 
Depois então e 
xigir,dos outros. 
Btnsll.i.a - o Banco Cen 
trai inicia no final des­ 
te mês um amplo programa­ 
de fiscalizaçiio para apu­ 
ra.r irregularidades nas 
Operações de crédito agrf 
Cola no Pais. A dccisno - 
de intcnsificar·o contro­ 
le sobre a dcstinaciiô dos 
financiamentos agricolas­ 
foi tomada depois que o· 
Bc -Verificou um sensivcl- 
1
Utiento nas fraudes nesse 
tipo de [innnciaoento, S! 
alente concedida a ju - 
~~s subsidiados que pro - 
e grande parte do Te 
ouro. De acordo com o d_!: 
tetor de Fiscalização do 
lc, Eliseu Martins, o pro 
grama estará ~oltado à Nacional - , o BC detcc­ 
destinocào dos finnnci..!!_ teu que, num universo de 
mentes para plantio da 2.395 operações, cerca - 
safra verão 90/91. Par- de 870 coberturas foram­ 
te das im·estigacões irregulares. isso corres 
porém, estarão conccn - ponde a 367 do universo 
tradas nos créditos de de operações fiscaliza - 
custeio da safra passa- das, o que foi considera 
da. 	do um númc.ro excessh·a = 
Martins informou, a rnentc ele,·ado pelo BC. O 
titulo de exemplo, que prejuízo do Tesouro nes­ 
durante os trabalhos de se pequeno uni•erso cor­ 
fiscalização_para avali reponde a valores supe _ 
ar as condiçoes e que riores a Cr$ 1 bilhão. o 
se realizou uma serie BC estima_" em ma.is de um 
de condições no nmbito- milhão os contratos de 
do Proagro - programa - crédito agricola finan _ 
de seguro contra que - eludas no Pn{s a cada a­ 
bra de safras garantido no. 
por recursos do Tesouro A atuo.cão do BC se da 
rã inicialmente nos ban­ 
cos que operam com Crédi 
to agrícola. Nu prisei­ 
ro momerlto, a fiscaliza­ 
cão •ai apurar se· as ins 
tituiçÕcs estão efetiva­ 
mente repassando o per - 
ccntual de.seus depÕsi - 
tos à ,·ista estabelecido 
por lei para a agricult!;õ 
ra. 
~á indícios de que - 
muitos bancos estão for­ 
jando contratos para se 
cnqundrnr nos licites e­ 
xigidos por lei. 
PREÇO DO EXEMPLAR 
Cr$ 50, 00 
PEDRO PEOREI" 
INF MAMO E 
------------------- 
MATOS 
f, pols é, a pior coisa 'que pode íatir na ol 
prol!feraçio de beatos, %ada caro a verdade pera 
os boatos, Ma il!ma remana os boatos a repefto 
dades no Banco da Brasil pra!iteraram pela cIda' 
o sub gerente foram ' rebaixados " de caro por 
daquilo.., os funcionirfes fulano e serano_seri 
Mutreta e trab!quer no Proaro, na aplfcaçao d 
no favorecimento de grupos, etc., O que está havendo 
NFJAMENTO de pesrcal, fato normal e qualquer 
o Banco do Brasil, 0s "oatelros" de pla:tio p! so r 
n:o há r:ad.1 Ô" .mor. ,,1 no !,B, .:1p(•n,rn oi. JUFO.S.,. r ,, "- 11 J'4 1. ,.,, 
do erente, nn do ad/unto e ner dos fune{onir!o..{ de Era­ 
«Ia zeso. 
CÃKARA Hu?HCTPAI. 
Isto no é fofoca - ccrentárlo esro (e verdadeiro), 
Quatro veredores estio postulando a presldinela da Clara­ 
Municipal, pela ordem: 
I) Jore Rosa; 2) Paulo Mlo; ) Rney 'toraes; «) A ta • 
Lopes (Penf:hu). 
Dos quatro, o que está com afores lances é Jorve + a, pg 
fs existe um "acordo de cava]t·Iras" asíndo e ire :a'o , 
+tas, e pol[tfca, tudo é possível. Até resto o koupgMTO de 
acordos, Não é meso! 
tllJltA O ílN A 
Chove rufto er Pela !sra, desse jeito o asfalto ,rrfe!- 
to Edson vrd de:-:ior.:1r u.-:. pouco, quanto ao da Cear • •. Oi t > 
mais Inda. Culpa de São Pedro e da falta de ver:.., 
COHPF.TITIVlDADR 
Multa ente Indo fazer capras nos rcrcados_' ap1tal, a • 
legando que os preços cobrado en Bela ta tau +' r e e' 
cor.pensa até eesno n vf.1jer.. p;,r.;a C,1r:;io Grane!". ;, r.i : ,.e.: C'L"'_;:I 
perlt:hrf.dade, olnha ~ente, balx3r o, lucros t' vrn'··r •·.1le;. O,tC"'.:'I 
se habilltaJ 
UH F.l,GANQ 
Hu1tos comerciantes aInda tão "entendera" q.e a ir, e de 
investir cm PUBLICIDADE, e PROODES, chazr o !! : •. O m­ 
gÕclo é vender, o Governo não quer que o consto ,u+", O 
ccr.-:crclante PREClSA vender cais, tudo é questão de MARLTINC • 
Teooa u:, Jornal na cfdade e ua kadfa, é só rroc, r,;r -:,;. 
contatos e Iniciar capanhas. Isro vale rufto pura e: :perzer 
cados e lojas. E época de cr!se que é hora de ANLk. " 
Medite a respelto 
DURU!IA AAAEllEIITAXDO 
E esta IF, a cada d1a que passa, ganha na!s e na!s e;paç0s­ 
na counidade. A direção esta preparando ur esquema par1 1991- 
.:,.u:::cntar a circulação, co a dstrlbufçio de 1,c0 exelares­ 
nos bairros. 
PODE? 
Essa quem contou foi o FIavlo Codoy. 
Flavinho, que está seguindo os passos de seu a', JuLão Gg 
doy, é um polidco nato. t'?1:l lider.1nç.a Jove~. E !'t·ra c.ar.dldato 
a vereador nas próximas eleições. Precisando "leazar" urra ra­ 
na para passar 1J."l natal o..1i.a gordo, Flav1o está ~~OF'LC:o car - 
tóes de nnt.al do setor gráfico da Trtbuna da Fronteira - Craft 
e.a e Editora Apa- pois bena, fof vtsit.ar o M."l.rciio Rondon e' 
quando est.nva. castrar.do os ca.rtôes, apareceu o Dr. Fernando de 
Freitas Elias .. wa m:::ilg.o aqui d.a. casa .. e na. hora, perguntou - 
para o Flavlo: 
- P.1ra. que::i vocC está vendendo? . 
- Para a Gráfica da Dna Estela, o pessoal da Tribuna. 
E o Fernando: 
- Não copra não, Marcão. Você deve co::pra.r <!~ que!!: a;>0lou- 
o nosso c.nndldnto a deputado estadual, o Beto. 
Co:iprn do ful.Qno. N.10 coepra deles nao. 
>-brcão sorriu e pediu pro Flavio passar outr.1 hora .. 
A c::es:1.4 história, por cotnc.ldêncL1, qwihdo o Flavio foi ver! 
der cartões p.1r.1 o C:t:!.,-;!,o, o Dr .. Fernando chegou r.a hora. 
E pediu o ccs-::o para o Gtn!o. 
A1 o Fla.vinho invoc.ou. 
- Poxs, Dr. Fernando, eu trab.:,.lhei para o seu cnn!iidJt.o, o 
senhor está prejudicando Lnhss vendas. Vou falar para a Da - 
Estela. 
A{, se5undo o FI.1vlnho, o nosso ru:.igo Fern:ar.do, :sorriu e 
falou .• 4 e brinc.ade:ir.1 ..• 
2, POIS 8 ... 
Pode? Xossa Cr.irte.n, ou nc.:.so jornal, r.::i:, !Z !.!r::r rnl:i rico e 
nen rafs probre coe atitudes coo estas, se Mo venderos para­ 
o .Jo:io, vcndc::::os para o Pedro, quer dizer, durante estes quase 
20 .1nos, th•e::ios v.irlos e vários casos desse tipo, cor prefel­ 
tos, vereadores, políticos, etc, etc, etc. !e por Isto fzos­ 
obrigados a dobrar a espinha, e nio o fareos. 
So tec ~ coisa. 
- Sabe que perde co !sto? 
Re.sEOnde:os: fin.:inceir.c:::ente, o Fhvi.nho. 
POLITICAMENTE, ne é preciso dizer, não é emro! 
l'OOE! 
E TEM OUTRA 
A:::~o leitor, vo:C sabia que o vcrendor Cns:or.;:o. t -• : ..... :-e • 
cebeu críticas, brincadeiras ser raça) e piadinhas de pes - 
soa] desse reso rupo que: apoiou Rondon) por haver aprezen­ 
t..'ldo rui ci=.a·r3 ?!U:tlc.tp.11 o projeto que mudava o ne ti rua da 
RepÚ.bltc.3 p!ir<l. AVEX'IDA 'IXIBIJPU. DA FRar'IEilU.! 
E os vereadores, todos eles, aprovara e elor!arm a edf - 
da, as os do "grupo", nao. 
Esquece estes noços que, quando a IF core;ou tu!tos de!ea­ 
era "crianças", outros ne rorava en Pela V!sra e outros, - 
? "!"," "rrtetr»is » v«s =rir+ ·i w 
Falando, no duro, nunca fizera nada por Bela V!sta. ra!­ 
nh..1::-se no anonimato, indiferentes aos problemas da Iate 
DE~	- lbr.J.hln Sucd, •
1
de. leve••, U ,:.1{ C'.J:f.ttr.ar lO À..'tOS 
Reciclage, penhores, recicla;e.. enquanto é tepo., 
ctlARllA)fl]UN 
Nana a:s reuniões do Rt 
lançou !Cta de e criar • 
orlentaç, e responsabfl!d· 
carregado de recrutar Jov 
20 nas epresas e ecr; 
diente e orientação, Mo 
a l0 Jovens, cont· 
r1anos e de en'

JORNAL 'TRIHUNA DA FRONTEIA J!I:l.A VISTA 
MATO GROSSO DO SUL 
ad' 
1 
e 
::-a .. , 
>s. 
s 
s 
 
'3! 
e 
1 
10 FESTA DO CIIOPP NA lABB 
Acontecerá dia 17 do corrente mês e ano, 
a li! FESTA DO CJIOPP na sede da Associação A 
Banco do Brasil.sob a organização dos funci 
onários do Banco. 
Será com certeza uma Grande Festa e a po 
pulação está convidada. _ 
Vamos prestigiar essa grande promocaoll 
Nós com certeza marcaremos presencalll 
AZUAGA E FILHOS 
A Família AZUAG/ está montando em B. Vis 
ta uma Loja de Calcados para melhor atender 
a população.Parabéns a família por acredita 
reme investirem na nossa querida BELA. 
Sucessos para vocês e que dê tudo certo! 
GRANDIOSA FESTA OFICIAL 
Acontecerá no Parque das Exposições, nos 
dias 22,23,24 e 25 deste mês,uma Grandiosa 
Festa com várias diversões gratuitas. 
A noite haverá baile e a organização da 
festa é do Clube do Laço são Geraldo,q/ tem 
como patrão o nosso amigo VICTOR ROJAS. 
Obrigado pelo convite e até lá ... 
OBS:O preço da mesa será de CR§:4.000,00 e 
os ingressos é de CR§:1.000,00. 
MARRUÂ JEANS 
Abriu na nossa 
cidade a mais no 
va Boutique com 
muitas novidades 
e ótimos preços. 
Tem tudo para o 
vaqueiro como se 
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péus e etc ... - 
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fico atendimento 
do pessoal. 
Além de biquínis 
Moda Rio 90 e ma­ 
ias com motivos 
do Pantanal. 
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Na foto ao lado,um 
um close da depen -1 
dência interna da 
Boutique MARRUÂ,que 
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Vista para melhor a 
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Vá conhecê-la 
comprove com seus 
próprios olhos. 
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a sra LUISZETHE, q/1 
tem alta experiênci 
a no ramo além do a 
tendimento carinho= 
soe amigo. 
MARRUÂ JEANS es­ 
pera por você. 
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te logo para ver as 
novidades da moda. 
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"DEI ARTE LOS DICO" 
L1Arte naufraga Cm 
poder de hipócritas 
cultos in inteli - 
gência.lnlcligcntcs. 
que sabem claramen­ 
tc que partes de la 
cultura mostrar; 
1:1 Arte ducrmc 
Manos de mancos es 
tá visualizado por 
cicgos y pintado p/ 
hombres de piedra. 
FI Arte sofre por - 
que lo manosean dis 
(razan su desnudez. 
El Arte hora porque 
cuando alguém lo a­ 
caricia le cortan 
las manes. 
El Arte muere porque 
lo asesinans. 
El Arte está murien­ 
do.El hombre sigue 
M U R I E N D O 1 ! 
Destaques 
cm 
DESFILE NO 1GRÁCIO 
Aconteceu sábado passado na pista alo3 
do INCRÍCIO,um Desfile Moda Verão sob a Pro 
dução' de MARCILIO AN UNES(Irão do Produto? 
MARCO LÓRIS)e' IVANETE SERENA. 
Muita gente foi conferir! 
Várias manecas abrilhantaram a festa.Quem 
mais se destacou foi a FAUSTINA(XAR)e a L! 
DIA BO:DY. 
Parabéns aos organizadores... 
f.:'1SSOA1 
A City estã balançadíssima.Ningu6m podn 
se queixar do vid noturna de DtL/.Entã re­ 
lhorando cada dia que paaso: 
r 
SUPER SPECIJL 
~ um programa musical do meu amigo ALE­ 
XANDRE MALDON/DO, aos domingos das 15:30ias 
17:30 na RÃDIO BELA VISTA "A VOZ DO APA". 
Quem patrocina este programa é o Super - 
mercado NISHIKJWA. 
t. um ótimo programa.Que bom se fosse die 
diariamente porque o Alexandre é possuidor­ 
de uma bonita voz e tem muito pique!!! 
MUITO BOM 
Está ficando é o programa do meu amigo 
JN(JORGE NUNES)o CLIP MUSICAL,fora BOATAR 
DE CIDADE que está pegando legal. 
PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA 
Segue a todo vapor embelezando a nossa 
cidade. 
A população está contente com a adminis­ 
tração de EDSON MEDEIROS DE MORAES. 
SIMONA CANTANDO PARA BELA VISTA 
--- 
O nosso ami­ 
go SIMONA es 
teve vários 
dias cantan­ 
do no LA BAR 
RANCA BAR. - 
A moçada ado 
rou o show.­ 
Realmente e­ 
le é um óti- i 
mo cantor. 
As proprietá 
rias do Bar' 
pretendem no • 
vamente tra­ 
zê-lo. 
L 
1} • it' ~;,!< 
° } 
4t 
# 
E. 
#li 
,, 
. ai; 
Cantou tam - 
bém no MILK l" . 
SHAKE do nos ' 
sO amigo MK·.--n.- 
/
; 	MISSE MISTHER BABY 90 NO BELAVISTENSE 
', Aconteceu domingo pp. no Clube Esportivo 
i 	Belavistense sob a organização do dinâmico 
MÁRCIA LOBO(GAROTA JEANS DE BoNrToj este Radialista LUIZ HENRIQUE N. CORREA(LILE). .. 
presente no NATUREZA DESFILE SHOW aqui em Estava muito bonito o cenário simples e! ·, 
Bela Vista e será presença marcante no NA legre. 
TUREZA DESFILE SHOW em Bonito. - . Eu, RENATA LÔBO, GENY e a esposa DO JACKS 
Aguardem essa descomunal promoção!!!!!!! fizemos parte do Corpo de Jurados. ~g~ 
A FOTO MATTOS V!DEO foi a responsável pe- ~ 
la cobertura fotográfica e pela filmagem. 
A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL doou duas car­ 
denetas de poupança no valor de CRS:5.000,00 
para os primeiros colocados. 
N!MrA CONFECÇÕES, DESTAC' s MODAS e DUEND
5 
. :o 
ART'S foram um dos patrocinadores do event
0
• .. ~ 
A SKOL (Que tem como Gerente o Sr. MAGNO) 'ti~ 
destribuiu refrigerantes gratúitamente para p 
as criancas. 	l 
O LILE não cobrou ingresso e distribuiu P.!. 
1 
pocas e baloes para os baixinhos. '· • 
Faltou um· pouco de prestigio da parte do- --f' 
baixinhos que perderam essa grande festa:, 
Parabéns ao LILE pela·bonita promoção'''_ 
Na proxima semana sairá um close do .MlS . 
THER E MISS BABY 90. 	'p~ 
PRAIA DO APA 	D 
R' 
r • L;.,., 
g- 
» 
Tem_muita gente que quando não cons%?] 
uma coisa,se despeita e sai a falar bes- 
ra por ai.se-toque"amigo".

(,) 
FONC:439-1144(067 
.. 
BIJOU'rEIUIS 
CILÇIDOS 
CONFECÇÕES 
MODI MASCULINA 
E{'EMININI 
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~E'rRlêil'OS: 1'lacos-Pa1néir.-l'.u - 
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APARELl,lOS DE SOM.EM GERAL 
REPORTAGEM FOTOGRF CA PARA JNI 
VERSÁRIOS,MATIZADOS., ETC... 
FOTOS - REVE:.AÇÃO DE FILMF:S 
EIIOLDURAÇÕES - CARIMBOS 
POSTERS - PINTURAS E/1 '.:'ELAS 
FOTO 2/ I_ e 5/7 - QUhDROS 
''F;cnte a EtP ROSA" 
SlU.:ÃO"'. PAROOUIIL • 
RUA DUQUE DE CAXIAS,S/N 
BELA V!STA 
" O MELHOR RESTAURANTE DA CI E 
PIZZARIA - SERVIÇO '. ' CA;-:- - 
V. TEODORO SA~· •,

JORNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Dada pela professora Ana Mar[a Ocartz aos ala - 
nos do 32 Mufstérlo. 
oi. 
1 RY.llACÃO "AMANIIÃ O MUNDO NÃO VAI SER MELHOR SE ELE 
NÃO FOR MRl.,HOllADO BOJE 
11 
Amaahà... 
Não haverá paz se o homem, só buscar guerra. 
Não haverá antão, se o homem se negar a um rela 
clonamento com o próximo. 
NÕo huverií sorriso na face dns crl11nças, se o a 
clulto lhe ne11ar npoio e comprcensiio. - 
Niio haverá flores desabrochando, se as pessoas­ 
sô pcnr.nrcm cm deucnvolvimento. 
Não haverá um mundo melhor se só pensnrmos em 
maldades, qmbiçÕes, Ódios, em quando vamos sair vi 
tor iosos, passando e pisando nos outros. 
/manha o mundo não será melhor se não lutannos, 
se nao nos propuscnnos a mudar ele hoje. Se só fi­ 
.!. 1 cannos esperando, csperando, nunca vai chegar o 
din de algo util scr rcalil.ndo e se por ventura cs­ 
se algo for realizado Já será tarde. 
Se você tem algo o fazer; faça-o, pois é melhor 
,~: sober que fez nlgo tarde, do que ficar depois pen 
-1  sando que poderio ter (cito e não fez. - 
Aluna - Madalena Aréco 
PONTO DE VI STA 
A educação e dvida direito fundamental do 1ndlvfduo 
e pré-requisito do progresso social. 	. 
obviamente uma criança quando Ingressa na escola ja deve 
ra levar para a resma noções básicas de higiene e um r[nl­ 
mo de boas maneiras, 
O professor poderá ampliar e acrescentar mafores noções° 
de higiene e boas maneiras, Mas a meu ver a transmissao do 
conteudo fundamental na escola. Temos que preparar Indi­ 
vduos que possam aanh dar mua contributçio à elevação coe 
rum. O indlcc de repetencla escolar no qual a aluna Andre­ 
la Paris! aludiu em materia publicada 0)/1l, deve-se ru1tas 
vezes a falta de Interesse do nluno; Ü. ~,,nelra displicente­ 
do referido encarar o estudo. O aluno 1ntercnsodo, que tra1. 
consigo a iinsln do saber, o desejo de progredir, esse a.luno 
nio encontra dificuldade e sabemos multas vezes que é o alu 
no qucn faz a escola. É uns prazer para os professores diri
7 
Irene a alunos que querem aprender, mas alunas vezes o 
professor se sente coo um vendedor que está tentando ven 
der uma mercadoria o um cliente que nao quer compro-ln. 
E cooo aproveitar experiências vividas fora de ilr.!btente­ 
cscolnr, se nn· maioria das vezes o professor tem diante de 
sl, crL,nças: cujo vocabulário é de!iclcnte e as mnne!ras - 
piores que o vocabulário'? 
Acho que teros que tratar as crianças com carinho, acres 
ccntar l'l<liores noçoes de bons maneiras, higiene, etc. Mas - 
fundM.'lcntnlmcntc devemos incorporar no seu intelecto: cultu 
ra, conhecirento. 
Afeição, amor aos estudos a criança traz consigo; pode - 
r:os tornar o educando ciente da iraport.1nc1n do estudo no :. 
contexto atual, nas aptidão e Inclinação são Inatas, Ineren 
tcs. Salientei e torno a repetir: o aspecto conteud1stico e 
Entendo por melhorarmos o hoje procurarmos cum- fundamental; quanto mais, relhor. Concordo plenamente e rcn 
i 
Clmo o tema da rednçã.o proposta pela profe&sorn Ana M..1ria:' 
.O pr r nossos deveres com carinho, realizarmos nos "0 ensino e a educação são conquistados por nós ". 
sas tarefas com amor; tentarmos melhoror o dia-a - ~ ouito cõ~odo pro educando culpar escolas e professores 
,  dia de cada um trnnsmitindo às pessoas um pouco mas se esse-,; faltam, há os livros. !lá hoje cm dia multa fl 
aesse sr s »rssts «s toes ser«risos ar- [.,7,2.2.1.."%1.'21. 
•' pelo nosso semelhante. 	ção de conteúdo ensinado e mcio-aoblcnte do aluno. Mas se Õ 
A melhor coisa é nos darmos bem com tudo e com nluno pretende ingressar numa Faculdade de renone e de bom- 
todos e fazermos 
O 
que realmente gostamos. alvitre que ele se dedique bastante ao aspecto conteudlsti­ 
co do cns ino. Agora se o educandário nõo se Irporta c/ a qual! 
ao Ao escolhemos uma profissão, devemos ter certe dade da faculdade que vni cursur ou pretende até un desses- 
e~ Z? d.o que queremos, pois 
I 
se fizermos o que gosta= cursos por correspondência, então o conteúdo poder.ã !lcar 
mos obviamente seremos profissionais bem sucedi ["$,"Zê";"?"}? Pano e o reso a1uno poderá ttcar 4tvagande 
as. o osso nus r«ceata»s as ressoas tareis ! " " """" 
tes, dedicadas e para isso precisam (azcr o 
I que 
amam, para no ocorrer falta de interesse no traba 
lho, arrependimento, que pode resultar até cm- - 
Ódio. Se todos pensassem assim, nosso mundo não sé 
ria essa desunino; esse "cada um por si e Deus pa­ 
,1 ra todos"; haveria justiço, amor no próximo, não 
t, haveria preconceitos e nem tanto violência. 
•
1 
Por isso devemos pensar bem no que quercmos, pn 
e ra amanhã não sennos mais um frus'trado por não ter 
feito o que gostaríamos de haver feito; por causa- 
py! do salário alto. 
e-l Na vida o importante é a realização pessoal o 
a} dinheiro é consequência. 
)S. l Aluna - Linnnc Priscilla Nunes 
)SS 
TI llliDAÇÃO 
3 
ll llEDAÇÃO 
ELA VISTA MATO GROSSO DO SUL 	1O DE NOVEMBRO DE 1.990 .- 	.:__ _ 
Coment·ando 
-Por Nancy- 
moita auto-confiança, segurança e principalmente­ 
honc tidade para que no futuro se tornem cidodÕes - 
cHpaz.e~ de lutar por uma sociedade mais jur.ta. 
Aluna - F.llsânge la 
"A criança é futuro do Brasil". Tenho certeza, 
0g' todos devem estar cansadofi de ouvir esta frase nos 
e: programas de televisão e ler nos jornais e revis - 
~  tas. Mas alguém faz alguma coisa para melhorares- 
1~ se futuro? Na verdade, poucos pessoas se interes - 
~ '. sam realmente em zelar pelo futuro do país. Todos­ 
estão muito preocupados com a inflação, os salári- 
os, o Lei de Diretrizes e Bases e outros proble 
- mas, que não sobra tempo para que se dediquem in - 
se teiramente is crianças. A cada dia, aumenta o n~mc 
~ "t' rode menores que roubam, matam e se prostituem - 
~ tudo isso por falta de assistência da sociedade. 
·5'_ O governo não é o nico responsável pela educa 
çao, todos nos temos responsabilidades, pois vive­ 
A, mos em comunidade e se quiscnnos um futuro melhor­ 
tle
1 
para a próxima geração devemos educar as crinnças­ 
Õ I adequadamente, hoje, pois afinal elas sâoifuturo e 
a 4 os únicos capazes de melhorar a situacio do po{s . 
Para que o mundo seja melhor omanhâ, devemos hoje, 
1 B educar nossos alunos com amor, p;ira que no futuro 
se tornem pessoas críticas e trabalhadoras, 1cm - 
brando-se que os alunos são o retrato do professor 
e estes, por sua vez, tem que transmitir a eles 
f1JNCIONÀRlOS ESIADUAlS D& H/S 1N ESIAllO lE CAIA'llllADE PÜILICA 
lnfellzcente o nosso governador após dlspendiosa cameanho 
polltico declara que o governo do Estado não tem condiçoes - 
de pagar os funcionários estaduais. 
- Quais seriio os motivos de tal sltw:ição? 
~ público e notório que houve um processo covido contra - 
esse nosso governador e certa.ocnte o ocorrido não foi motlva­ 
do por boas nções e atos virtuosos cc benefício da população 
do Estado. Estanos en novembro e ninda não recebemos sctcc - 
bro e não h.Í previsão de quando serão cfetu~doA os pagattcn - 
tos. Saberos que o governo pcrdcuo controle da inflação e 
os juros estão nlt(s,:.lr.:os. Se chegarmos a receber, se é que 
recebereros será sen Juros ou correção conctârin. f.3.z,-rnns ur.1 
npêlo .".l população para qJe r:os ajude, solldnrize conosco nes 
sn luta pelos nossos direitos. 	- 
Temos, como todos os habitantes deste pais, compromissos­ 
a cumprir e in(ellmente nao cursru-.os a escola de certos po­ 
l{ticos; nilo aprcndccios sobre corrupção, desrespeito n lei 
e n ordcc. Queremos fazer valer a Constituição que garante - 
ao trabalhador receber até o quinto dia üt!l.Aos participan­ 
tcs do governo nao t<'I"' direito de condenar seus servidores - 
n condição de vidn deplorável de ciserabllldadt", de fome 
de doenças e h~1lh11çao. ?i.iio é vergonha reivindicar direi ~ 
tos i ven;onhn ~ part llhnr, colaborar coo essa l..moralidnde. 
E venho vocc, que usufrul do tal 
11 
e.:preguis-=>o ", que de­ 
ve o enprego a "politicagem' retrucar, tentar Irpedir que se 
faça justiça> que lutecios pelos nossos dlreitos· deiJt.lndo - 
bco claro que_estanos distantes da escravidão e a pro!issão- 
de carrasco so tem lugar em teatro. 	. 
Teos una série de perguntas para as quais não encontra 
cos resposta: - Onde esta n justiça? 
- As processas dos candidatos, onde ostão? 
- Coro varos responder coo nossos cooprooissos'! 
- Dcvecos responder aos coprofssos com a resma respos - 
ta que o governo nos dó? 
- O que varos ensinar aos alunos? 
Talvez devaros ensinar que houve una vez nun pais chaado 
Brasil UOl epoca na qual palavras coo: Honra, Justiço e Be­ 
era consideradas, existian. Nessa época ns pesso.ns eram fc­ 
ILs e podiam ate dormir tranquilas, pois seu trabalho era 
recopensado e elas sentia orgulho de sere brasileiras. 
Mas e al, coo é que fica cidadão? 
É de seu Interesse a Educação de seu Ilho; a Segurança - 
de su far[lia; a Saüde Pública? 
Lute conosco!!? 
SINDICATO 00S TRABALHADORES E EDUCAÇÃO O7/11/90 
Variedades 
--Froilan- 
SERVIDORES 
Os servidores pbl!cos 
estAdoals que ganham sal 
rios ocir:a de Cr$ J0.000-.- 
00 nos setores saúde, edo 
cacção, polfcta civil e a­ 
tingindo também outros se 
tores não receberam se­ 
uB vcncioentos desde o 
mês de setcrnhro/90. Are­ 
clamação foi total. Não 
tem nem o que se Justifi­ 
car, o Estado de Mato 
Grosso do Sul segundo da­ 
dos estatlsticos, está 
classificado ern quarto lu 
gar em arrecadação, prod 
ção etc ... Dá até para 
se pensar talvez, o dcrro 
to das eleições foram os 
motivos da suspensao dos 
trabalhos. 
EVASÃO 
A evasão aos professo­ 
res habilitados serão em 
numeras significativos 
muito~ colegas afirmaram­ 
que vao procurar outros 
meios de trabalhos mesmo­ 
interrompendo as vanta -, 
gens de tempo de serviço­ 
e ficando em vão as despe 
sas da faculdade. - 
EDUCAÇÃO 
Dia 03 pp, no progra 
ma Flor do Son, a prof? 
Clotilde Castro Pinto , 
deu entrevista ressaltan­ 
do n fundação dos antigos 
Ginásios Estaduais em Ma­ 
to Grosso do Sul, enfocan 
do a de Bela Vista-Ms ., 
Foi importante essa refle 
xão, em especial nos que 
estão exercendo cargos de 
Direção e assessoramento. 
A mesma relatou, que: Es­ 
tamos perdendo a tradição 
e tem alternativas para - 
se fazerem coisas pela e­ 
dcação, trabalhando para 
que as crianças gostem da 
escola e da professora, a 
aprendizagem parte da pró 
pria vivência e experiên-: 
eia da criança. Sendo ao­ 
xiliados pelos professo - 
res e aparelhos que com­ 
poem a unidade escolar. 
SALA DE AULA 
Escola Municipal de 2g 
Grau Dr. Joaquim Murti 
nho, construida em 20/07/ 
~7, Prefeito Municipal da 
epoca Dr. Rubens Alberto­ 
AIbott de Castro Pinto . 
Foi a ultima escola nau­ 
gurada Ou encampada a nl­ 
vel estadual nesta cida - 
de. Estamos perguntando_· 
aos Governadores, Deputa­ 
dos, Prefeitos e Vereado­ 
res das administrações an 
teriores; por quê não a­ 
torizaram construções de 
ola4? 
fll'.l'ORMA 
A reforma da Escola - 
Estadual Prof! Vera Guf­ 
ardes Loureiro, deverá­ 
ser levada à sério, caso 
contrário ela vai despcn 
car nas cabeças dos al­ 
nos, niio havcrã condi - 
çÕes de in!cinrmos o ano 
letivo de 1991, estamos­ 
aguardando resposta do 
Deputado Moka. 
CONCURSO 
O Exa? Sr. Edson Me - 
deiros de Moraes, consi­ 
derou válido o concurso­ 
pblico Municipal na Car 
reira do Magistério, grã 
ças a essa abertura dÕ 
senhor Prefeito, os pro­ 
fessores se sentirão se­ 
guros no emprego e evi - 
tando polêmicas a respei 
to do fato. Pedidos de 
vários professores está 
registrado. 
ENCONTRO 
Dia 31 pp, foi reali­ 
zado encontro espiritual 
com professores Munici - 
pais, tendo também a par 
ticipação dos professo: 
res estaduais. Objetivo: 
deixando um pouco a par­ 
te pedagógica, passando­ 
para o ser espiritual. 
REUNIÃO 
Dia 08/11/90, foi rea 
lizada reuniio na escolâ 
de Ig Grau Prof? Vera 
Guimarães Loureiro e as 
palestras foram proferi­ 
das pelos representantes 
do Conselho Municipal do 
Entorpecentes 
II CONCURSO DE MISS E 
MISTIIER FRONTEIRA/90 
Será realizado no dia 
07/12/90, sexara-feira, 
no Ginásio de Esportes - 
nesta cidade. A disputa­ 
final entre os municípi­ 
os seriem dezembro, ci­ 
dade a confirmar. 
ATLETA ELE!fILSON DA SIL­ 
VA (SORÓ) 
Seri o lQ convidado a 
~articipar da mesa dos­ 
jurados no MIss e MIs - 
ther Fronteira/90. Sendo 
elê Campeão das grandes­ 
corridas pedestres oo E! 
tado-MS e São Paulo. "V! 
lorizar o prata da casa­ 
é nosso dever
11 
.. 
PARA REFLETIR 
Não pare jamais de - 
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r 
F 
o 
!.

/ 
·--------~---------------------~----- 
D/1 FRONTEIRA BELA VISTA-MATO GROSO DO SUL 
E;Ao 1. To Gão5Só 1O 5Ui - PER JüD1Ciro - cCõci Di Eiã VüSi - T 
Edital de . Citação com prazo de quinze dias 
O DOU'l'OR VILSON !lCRTELLI, JUIZ DE DI 
PEITO D/1 COMARCA DE DELI VI STA, ESTADO DE 
MATO GROSSO DO SUL, NA FORMA DA LEI, ETC ... 
FAZ SABER, aos que o proscnlc edital- 
virem ou dele conhecimento tiverem expedi­ 
do no autos no 205/88 de USUCAPIÃO EXTRA­ 
ORDINÃRIO, requerida por SOTERO NUNES • e 
sua mulher DRJULI/ lTlCE NUNES contra o Es- 
pólio de SOTERO ALVES DE MORAES, qué se 
processam perante este julzo Cartório Ju 
dicial, que cm seu cumprimento e atendendÕ 
ao mais que dos autos conota, fica CITADOS 
os herdeiros do Espolio de Sotero Alvos de 
Mornos: ORIOVALDO MORAES, brasileiro, sepa 
rado judicialmente; CERAPIO MORAES, brasi­ 
leiro, casado com Juraci Ded6 Moraes; ANTO 
IO MORAES, brasileiro, viúvo, aposentado; 
OLMAR MORAES que era casado com Hostácia - 
Grance de Moraes ambos falecidos, que dei­ 
xaram os seguintes filhos: ELZA GRANCF. MO­ 
AAES; MJRLY GRANCE MORJES; IZA GRJNCE MO­ 
RAES; ZAIDA GRANCE MORAES; TEODORO MORAES- 
., • que é falecido e era casado com Maria Pe­ 
• ó reira de Moraes e deixou o seguinte filho: 
,r, ADELINO PEREIRA DE MORJES casado com Ade - 
sr: i//1aide C. de Moraes; ALBERTO MORAES, falec.!, 
±7° 
±:I 
,1. 
Vende-se 
do era casado com Maria Pereira de Mora­ 
os (cota jã cm ocgunda núpcias), tendo - 
deixado oo ocguintcs [ilhos:AURELINO MO­ 
MES, IIUMllCRTO MORAES; TEREZINHA MORAE; 
ISABEL MORAES ACOSTA; JOSEFINA MORAES e 
11/RLENE MORAES e LUIZ/ MORAES DEDt, cas.:1 
da com Antonio Dedé, todos residentes e 
domiciliados cm lugar incerto e não sabi 
dos; para comparecerem perante este juí­ 
zo no Edifício <lo Fórum, sito à Rua Da - 
rão do Ladário no 1595, no dia 22 de no­ 
vembro de 1990, às 13:30 horas, para au­ 
dicncia de juotificação. E para que não­ 
se alegue ignorãncia, foi expedido o prc 
sente edital que será afixado na sede = 
deste Juizo, no lugar de costume e publi 
cado na forma da Lei. Dado e passado nes 
ta cidade e Comarca de Bela Vista, Esta­ 
do de Mato Grosso do Sul, aos dezoito di 
as domes de outubro do ano de mil nove= 
centos e noventa, Eu, (Petronio Leão) Es 
crevente Judicial a datilografei. Eu (Pe 
dro Vergilio da Silva) Escrivão a confe= 
ri e subscrevo. 
Vilson Bertelli 
Juiz de Direito 
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;a' 
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-+e4; 
:;;~:;: 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICIÃRIO - JUÍZO DE DI - 
REITO DA COMARCA DE JARDIM - MATO GROSSO DO SUL 
Edital de Praça 
O Juiz de Direito da la Vara Cível da Comarca de Jardim-MS., 
na forma da Lei, etc ... 
FAZ SABER que, em cumprimento ao~ trâmites legais do proces­ 
so de execução em curso perante este Juízo,como Exequente (s) E 
DUARDO DOMINGOS DOS SANTOS FILHO e como executado (s) AIRES BAR 
~SA PENHA e s/m (Autos no 200/89), no átrio do Edifício do Fo­ 
rum desta comarca, à Rua Cel. Stuck, no 051, nesta cidade, às 
14:00 horas, do dia 19 de Novembro de 1.990, será(ão) levado(s) 
a público pregão de venda e arrematação em praça pública, a 
quem mais der acima da avaliação mencionada abaixo, ois) bem(s) 
Penhorado(s) ao(s) Executado(s) no referido processo, a seguir 
descrito(s): 01 (uma) casa de alvenaria, coberta de telha de fi 
brocimento, com 64,SOm' de construção, situada na Vila São Mi= 
guel, em Guia Lopes da Laguna, e respectivo lote de terreno ur­ 
bano s/nO, quadra 99, medindo dito lote 15x15, frente para a 
Iua Municipal, matricula 8437. Avaliado em Cr$ 125.094,84. Cons 
ta nos autos a existência de onus sobre o imo~el, referente ao 
imposto predial no valor de Cr$ 616,16. 
Se, na data indicada, o(s) bem(sl_não alcançar(em) lanço su­ 
Perior à avaliação, no mesmo local, as 14:00 horas_do dia 29 de 
novembro de 1.990, será (ao) levado(sl novamente a venda e ar­ 
rematação em segunda e última praça, desprezada a avaliaçaõ e 
Vendido Is) a quem mais der. 
Eu, Gislene Iara Novaes, Escrivã ~o Juízo fiz_extrair o pre­ 
sente dos autos indi'cados, o Conferi e subscrevi, nesta cidade, 
e comarca de Jardim, aos 25 de outubro de _1.990. 
or. Vladimir Abreu·da Silva 
Juiz de Direito 
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vil Brasileiro, ~ obri 
gatória a publicação= 
do Edital de Proclamas 
destinado a dar ciênci 
a a comunidade e conhe 
cimento público da in= 
tenção dos nubentes de 
se casarem, permitindo 
sim a oposição dos im­ 
pedimentos previstos - 
em lei, da qual, e - 
ocorrendo, o Oficial - 
dà ciencia aos nuben - 
tes ou aos seus repre­ 
sentantes, permitida a 
prova contrária por e­ 
les. Essa determinação 
segundo o novo Promo - 
tor de Justiça da Co - 
marca, Dr. Gerardo Eri 
berto de Morais, será= 
rigorosamente cumprida 
principa.lmente porque­ 
em Bela Vista é comum 
a realização de casa - 
entos na "·izinha e ida• 
de de Bella Vista Parã 
guay, fazendo'co que 
algumas pessoas contra 
iam matrimonio por du­ 
as vezes, contrariando 
E C
·t - com prazo de 30 dias· as det.erminacões do 
d ital de I aça0 	•. ,Ic6atse cu sras1et- 
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OOU'I'OR VILSO.~ BERII:LLI. JUIZ DE DIREITO DA COMARCA OE BELA VISTA, ESTADO DE • IIATO ro. A cobertura d.as 
C?osso DO SUL, NA FOR."IA DA UI ETC.... 	despesas. previstas no 
FAZ SABER a todos quanto virem o presente edit.al ou dele conheziegto tiveres, expedi- [Paragrafo Cco, é e..x- 
donos auto +2 
96
/
89 
de Execução que o Banco do BrasII S/A nove contra Cláudio Annes, e trallecio à regra geral de 
tte -l.'}fio e cartório tuaita,_age eg_seu cuprtento e atendendo aos a!+que do3 
tos'conta fled CITADO a_pessoa de CLÁUDIO ANES, brasileiro, solte!ro, aropecuirtsta, rest[[gratuidade às pessoas­ 
tente e 1ar Incerto e não sabido, para que no prazo de 2:00 horas pague a Iportanta de][comprovadamente pobres 
rS s.s, ,1, oitocentos sessenta e dols cruzeiros_e sessenta e_un centavos) acresci] 0 onus da publica- 
$«?"l seis t!lo_ .,rla, custas processuais e honorários advocatlcios, ou noear tens] .- 
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1
e;ais, ou querendo, no prazo de_dez dias, erbarar a execução, desde/ [tado pelo interessado, 
5«e a ,eg!"?? ";p,,'kIzué= posa ale&ir tnerãeta, tet cpe4tdo o_resente E4ttal/[quando houver cobranca 
c ro o uIzo. para • atado no Fóruns, no lugar de costure e publicado na fora-l 	" 
GFPg de trinta 4tis,_8_},i ceares d eia tsá, Estado d tato'crosso o_sei, a6,/ elo órgão dela encar­ 
ez«,,,', ado e passado nesta ' o ano de rlI novecentos e noventa. Eu (Pctronio Leáo) Escrc - regado., podendo ser e- 
d:};; ;z,<;g??"" 'ias ver&íi is snvs trtvis « otcrt • wneve. 4si4da e1 or4e1a1 s 
vi1n Berteli!- Juiz de Direito 	[tes_da pratica do ato. 
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EI. A VISTA 
NOVEMBRO DE 1,990. 
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da .Cohab 
era's 
Pata que oc lcllorcn de a Tribuna da 
Fronteira sejam bem esclarecidos e melhor 
i11fnr11«.1do:J o respeito do problema levanta 
do neste semanário com relação ao sistema 
de r-a~olo da Vila Cohab de noaaa cidade , 
que encontrava-se causando enormes trans­ 
tornos aos moradores daquele conjunto ha 
bit,,cionol devido ao forte mau cheiro e 
trarnhordomento dos detritos principalmen 
ta non dias de chuvan, ressaltamos que a 
Cohab-M - Companhia de Jlabitação Popular 
de M, to Croaso do Sul - é a verdadeira 
r sponsúvel pela solução desse problema.o 
órqno, ~leqando falta de verbas para re - 
solver .t crítica situação, solicitou à 
Fundação SESP que o fizesse, esta,por sua 
vez, também sob alegação de falta de ·ver­ 
bas, vêm acumulando cm suas gavetas pedi­ 
dos, ofícios, requerimentos, indicações , 
etc., oriundos da Presidência da Associa­ 
ção de Moradores da Vila Cohab, da câmara 
Municipal e de outros, sem que nenhuma 
providencia seja tomada. 
A Prefeitura Municipal de Bela Vista , 
ao contr5rio d9 que se afirma pelas esqui 
nas, não possue responsabilidade para com 
o problema, tem, isto sim, devido ao bom 
senso e boa vontade do Prefeito Edson Me­ 
deiros de Moraes, procurado atender sem - 
pre que possível as reivindicações não só 
dos moradores da Vila Cohab, mas de todos 
os bairros de nossa codade. Especificamen 
te quanto ao esgoto daquela Vila, cabe a­ 
qui leMbrar que tal problema exige a rea­ 
lizacão ~e uma obra mais complexa, com a 
construçio de todo sistema que praticamen 
te inexite e que por obrigação deveriã 
ter s1do realizado pela própria COHAB-MS. 
Pari is,o, no momento,segundo informações 
da asdessoria de imprensa do Prefeito Ed­ 
son Mor«es, a Prefeitura Municipal não dis 
põe de recursos necessários para esse ser 
viço, pois as constantes quedas de arre= 
cadação e repasses cada mês menores das 
verbas de representação dos Municípios,co 
mo é sabido por todos, vem exigindo uma con 
tenção de gastos muito grande e atê mesmÕ 
verdadeiros sacrifícios, como a dispensa 
de funcionários ou paralisação de serviços 
ora em execução,principalmente no tocante 
à nossa cidade onde as obras de asflata - 
men ~o de várias ruas exigem recursos perma 
nentc:; e de grande monta para que seja con 
cluída brevemente, vindo a beneficiar to= 
da .• 11CJ:;.;a comunidade, além de colaborar 
para 0 embelezamento,condições de tráfego 
e valorização de toda a área que está re­ 
cebendo o asfaltamento.Aqueles que criti­ 
cam a administração Municipal, muitas sem 
te~ conhecimento da causa, fica o esclare 
cimento, a obrigação não é da Prefeitura­ 
Munirip:..l, mesmo assim o Prefeito Edson 
Moracs determinou ao setor responsávelqu 
sejamn tomadas providências no sentido de 
se chegar a uma solução para o problema 
de csqoto da Vila Cohab. 
INFO E F 
UDiLD I NO HODJUGUE:; 
A nosoa coluna não circulou a semana passada devido as viagens deste 
d e volta p a r a 	l e v a rm	o s 	a o s nossos assíduos leitores as informçoes mal 
tcIas e as "espetadas" que se fazem neceirIas. Vamos à elas. 
---··-------- 
redator. Esta 'mana 
Presidência da Câm-ara 
Roncy Horocs Simões , 
Jovcm,din~mico, atuante, 
é o vereador representa.'! 
te da Juventude bclaviu­ 
tense e estará disputan­ 
do proximamente,com ran 
des chances, a Prestdn­ 
cla da Câmara Municipal 
de Bela Vista, devendo 
substituir o 'ereador Mar 
celino Cássio Biglia A~ 
cioli, cujo mandato ex - 
tingue-se no próximo dia 
31 de dezembro. Isto por 
que o "acordo de Ca,•a - 
lheiros", segundo algu - 
mas fonte, não será hon­ 
rado pelo vereador do 
PDT Sydney Nunes Leite . 
Caso o citado acordo fo~ 
se honrado por todos que 
fizeram, o Presidente au 
tomaticamente, seria Õ 
vereador Jorge de Souza 
Rosa durante o ano de 
91 e o próximo Sydney em 
92, não sendo assim ne - ~ 
cessârio o zum-zum-zum e 
o alvoroço que vem sendo 
verificado no meio dos! 
Até aí tudo bem, afi­ 
nal todos temos o direi­ 
to de seguir o caminho 
que desejarmos e enten - 
dermos ser o melhor. Ex­ 
Juiz de Direito, advoga­ 
do militante, rotariano, 
e integrante da Loja Ma­ 
çônica Estrela do Apa , 
com um vasto currfculo 
que o dignificam e em 
muito honram Bela Vista 
por possuir um filho de 
tamanha en,·ergadura mo - 
rale intelectual, Syd - 
ney Nunes Leite é um ho­ 
mem de idéias próprias , 
claras e bem definidas , 
entrando muitas vezes em 
Jorge, pelo acordo, o conflito com aqueles que 
rG. raa' 	ao ossue una visão a 
is ampla. Por tudo isso, 
SYDNEY CUKPRIRÁ SUA PALA aposto e tenho ce1<P7.a 
que é dinheiro peràido 
para quem topar, Sydney 
fez e assinou o acordo 
de cavalheiros, ele é ho 
mem do tempo em que fiÕ 
de bigode ,·alia mais que 
qualquer assinatura ou 
documento, por isso lhes 
digo, o acordo será cum­ 
prido, quem ,·iver ,·erá! 
dis belavistenses. 
' 
f ., 
{ ---· 
VRA? 
1a 
Vários leitores nos 
indaaaram no decorrer 
da semana com relacão 
do Deputado "nó cego" 
lembrado em nossa co­ 
luna em edição ante - 
rior. Pa não ferir 
princípios éticos não 
vamos citar o nome do 
"dito cujo", s6 lem - 
bramos que o objetivo 
io Informe TF parece 
que ~oi alcançado,pois 
r== 
f 
11 f • 
j 'sg 
1 • :;,; 
t 
ii 
4 
$ 
J,lNflhS PARA: 
o deputado mais do 
que ligeirinho pro­ 
curou acertar seus 
compromissos penden 
tes,pelo menos seu 
"cabo eleitoral"que 
andava "chorando"pe 
las esquinas anda 
quieto e conformado. 
Pena que nem 
uma "gorjeta" foi 
dada à coluna! 
ta interrogação que 
todos estão fazendo,e ex 
plicamos melhor: quando - 
da composição da primei­ 
ra Mesa Diretora da Câma 
ra Municipal eleita e; 
15 de novembro de 1. 988, 
foi celebrado um acordo 
de cavalheiros entre os 
-cinco vereadores eleitos 
pela Coligação das Oposi 
çÕes de Bela Vista, lide 
rada pelo Prefeito Edso; 
Medeiros de Moraes,entre 
eles o edil Sydney Nunes 
Lcite,do PDT. Tal acordo 
rezava que cada vereador 
(Cachito 1· Cássio, Jorge 
Rosa e Sydney) ficaria 
um ano na Presidência do 
Legislativo Belavistense, 
co Roney Moraes Simões, 
ficnndo por dofs anos na 
Secretaria da Casa. Mas, 
devido a algumas dlver 
gencfas o vereador Syd - 
ncy Leite rompeu com o 
Coligação das·OposiçÕcs, 
e passou a atuar ao lado 
dos vereadores de oposi­ 
ção no prefeito Edson Mo 
raes, ou seja passou pa­ 
ra o outro lado. 
 
I 
Ver. Sydney Leite 
PARA QUEK NÃO ENTOmER 
Muitos irão se pergun 
tar, por que a TF, que 
em algumas oportunidades 
criticou o vereador Syd­ 
ney Leite, sai agora qua 
se que em sua defesa? 
Lhes respondo: primei 
ro - porque o jornalismÕ 
adulto, sadio, ético e 
profissional, é feito as 
sim, de crítica quando 
', 
assa 
merecidas e de 
também; segundo - porque 
conhecemos de perto o ve 
reador Sydney, é gente 
de casa, conhecemos mais 
afnda seu caráter e sua 
prcocupnçao constante 
coM o lema que norteia 
suu 'I.' idu e condutn excm­ 
plar, o coopanhcirismo; 
terceiro - por todas es- 
3as características que 
lhe siu peculiares, o a­ 
cordo de cavalheiros se­ 
ra cuoprido! 
OUTRO POSTULANTE 
O vereador Paulo Melo, 
do PSDB, é no momento o 
outro postulante à Presi 
d@nc1a da Câmara Munici- sao essas coisas de !4!'? 
pal de Bela Vista e vai cao e, como existem i:, :o 
para a disputa também los e ,formas para tudo 
coo grandes chances, pois não nos surpreenderc:•· ' 
dc,·erá contar com o apo- se de repente surres 
io dos vereadores do ac0ntecerem. 
PMDB. É sem dúvidas uma PolÍtica é assita .:,1 
disputa acirrada pela 
chefia do legislativo be 
lavistense, caso o "acor 
Jogos de verãol$ 
es 
' 
Está sendo reali 
zado nestes dias 10 
e 11 de novembro na 
Praia do Apa os jo­ 
gos de Verão, promo 
vido pelo Vereador­ 
Roney Moraes Simões 
e contando com opa 
trocínio da Prefei­ 
tura Municipal de 
Bela Vista e apoio 
do 100 RC MEC. Os 
jogos serão disputa 
dos nas modalidades 
de voley masculino 
e feminino, futebol 
suíço e conta com a 
participacão de di­ 
versas equipes de 
nossa cidade. Louvá 
A iniciativa do 
vereador Roney Mo­ 
raes Simões, ao pro 
mover estes jogos - 
"Verão 90" - pode' 
ser o embrião de um 
projeto cultural-es 
portivo a ser desen 
volvido pela PrefeT 
tura Municipal de 
Bela Vista com 
O a­ 
poio de entidades 
empresas e profis ~ 
sionais liberais 
O próprio verea­ 
dor poderia aceitar 
este repto, e desen 
do de cavalheiros" 
se)a honrado pelos 
assinantes. 
t --- • . 
Ver. Paulo 
 
Melo 
EM Tl'.MPO 
Todos sabemos a 
mo. 
(U.i, •, 
t . ------..:-­ 
j. ir­ 
Ver. Roney 
vel a iniciativa e~ ·e 
vereador Roney, pilar 
"esporte é cultura ~ 
é vida, é saúde, 
lazer". 
PARAB.SNS! 
I D ~ I A 
VIAÇÃO CRUZBIBO DO SUL 
. SEGURANCA - TRANQUILIDADE - CONFORTO 
NIBUS .PARI ,EXCURSliES 
BELA VISTA, PORTO MURTiNHO, JARDIM, ANTONIO JOAO, PONTA 
PORÀ, BONLTO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÜ, AQUIDAU­ 
ANA, CORUMBÁ, NJOAQUE, BODOQUBNA, SIDROLÀNDIA E CAMPO 
GRANDE. 
de 
a, 
'<t 1 
a 
%e 
h 
'1st 
volver um trata%;g»" 
brangendo o vo! 
futebol de sala 0, • I.Q, 
quete, atletisfi; 
nástica, nataçao "' 
outras'modalidades ? 
. 	'-e:: 
esport1. vas. s• ~ 
o primeiro _F;; 
será entregar._a_;" 
feitura MuniciP? j'4g 
responsabilidade [:, 
manter oGinãsl 
Esportes. 
Voltaremos 
sunto. 
ªº J 
VIAJE BEMI, VIAJE COM 
A CRUZEIO DO' SUL.