1 BRLJ VISTA f:.z 7 zr ±:?: ur!"" . - MATO GROSSO DO SUL, - NO: 1.016 - ANO: 19 - I0 DE NOVEMBRO DE 1.990. - DIRETOR RESPONSNVEL: IVALDO PEREIRA-Cr$50,00 ul" 1 Jl/ .. s e" 2s° +° ás° .% eu' ss" BELft VISTA TEM NOVO PROMOTOR DE JUSIICA· Com a tram1fcrên­ cia do Dr. Celso Jn- 1 tonio Botelho de car valho, foi designadÕ para assumir a Promo Leria de Justica da Comarca de Dela Vis­ ta, o Dr. Gerardo E­ ribcrto de Morais, o riundo da capital do Estado, Campo Grande, tendo assumido o car go no Último dia o5 deste mês. Dr. Eriberto nas­ ceu no Estado do Cea rã, foi criado em Mi nas Gerais e residiu durante alguns anos cm são Paulo. Concur ado pela Policia Fe deral veio para Cam= po Grande em l. 978 trabalhar na Superin tendência, tendo e= xercido suas funções naquela corporação a té 1.983. Durante es ta época formou-se Bacharel em Direito pela FUCMAT.Em 1.984 fez o concurso para. no Delegado de Policia co este ano, atravês Civil, tendo desen - de Concurso, Dr. Gc­ volvido um excelente rardo Eriberto de Mo trabalho nessa á - rais trabalhou no a --------- rea. Exerceu ainda como Delegado de Po­ licia os cargos de Diretor do Instituto de Identificação da Capital, Diretor de Polícia de Campo Grande e Diretor de Polica do Interior. Tendo ingressado Ministério PÚbli- O Vereador Sydney Nunes leite, através de indicação, suge - riu ao Prefeito a construção de 500 ca sas populares em Be­ la Vista. Segundo o Vereador, "o Governo Federal lançou o Pla no de Acão Imediata de Habitacão, a tra vês do Ministério de Ação Social,para ser mplantado em to?o o Pais. O Plano tem por objetivo básico o fi nanciamento de unidã des habitacionais destinadas às famí - lias de baixa renda. OS veredores bela vistenses estão de= &envolvendo um exce­ lente trabalho no Le 9islativo. Todas as 8 emanas, indicações e requerimentos são ªPresentados buscan­ do melhorar as condi l:Ões de vida do povÕ de nossa cidade. Na sessão de quar ta-feira pp., o ve = reador Anselmo Lopes Solicitou o patrola­ lento e encascalha nto de todas as l • ver. Sydney n. Leite ruas não pavimenta - das, pois devido as chuvas as mesmas es­ tão intransitáveis. Já Carlos Alberto O­ cariz (Cachito), pe­ diu, baseado na Lei Orgânica Municipal, que se efetue diaria mente a coleta de li xo hospitalar em to: dos os Postos de Sau de, Hospitais e For­ mação Sanitária. Se­ gundo o Vereador, "a referida coleta esta sendo feita de manei Plantão Forense em julho, atuando depo­ is na la Promotoria cível. Em novembro foi promovido para Promotor de Justiça da Comarca de Bela Vista, onde responde rã também pela Promo toria de Justica da Infância e 11.dolescén cia, Promotoria do Justiça do Meio Ambi ente e Promotoria de Justiça de Defesa do Os recursos são o riundos do FGTS, viã Caixa Econômica Fede ral. - Entende o Vcrca - dor Sydney Nunes Lei te, que "o belavis - tense, especialmente da periferia, vive , em sua maior parte , em condições sub hu­ manas. Grande parte dos moradores da pe­ riferia adquiriu o seu lote de terreno, mediante esforços e sacrifícios, porém, não possuem condiçõ­ es de edificar a mo­ radia, razão princi­ pal de proliferarem ra irregular, o que acumula o lixo hospi talar nos locais de atendimento aumen tando sobremaneira o risco de infecções devido as peculiari­ dades próprias dos detritos". João Kalife está preocupado com as o­ bras de pavimentação asfáltica e pediu o comparecimento do en genheiro encarregado peles obras, da BR 060 e do centro da Conoumidor. !Tomem preocupado, acima de tudo, com o cumprimento rigoroso das determinações da Lei, o Dr. Gerardo E riberto de Morais, pretende dar uma no­ va dinâmica à atua - cão da Promotoria de Justiça de nossa Co- marca, para isso, a­ pós se inteirar com­ pletamente dos traba lhos relacionados aÕ Ministério Público cm Dela Vista, pro­ moverá uma ampla a gilizacão dos traba lhos em todas as a reasem que a Lei exige e permite a atuação da Promoto ria de Justiça. ENTREVISTA Na próxima edi­ cão, TF entrevista rã o novo Gerente 'do Banco do Brasil S/A em Bela Vista, CILSO NUNES BENEDI TO. Aguardem! casebres, ranchos e barracos, etc., os quais não possuem condições mínimas de habitação. Além do mais, se­ riam recursos finan­ ceiros aplicados na região, e ainda, a geração de trabalho para dezenas de pes soas que hoje, em plena recessão, não possuem meios de sobreviver dignamen- te". INFORME TF (por UBALDINO RODRI­ GUES. PÁGINA- 08 Ve r e a d o r e s A tu a n te s cidade. Kalife quer que o engenheiro explique o por quê da repro - gra.mação das obras. • Paulo Melo solici tou a colocacão de luminárias em vã­ rias ruas e tam - bém a extensão da rede elétrica no Bairro Ãgua Doce. ACONTECEU "NA CASERNJ. PÁGINA- 02 GOVERNO RENEGOCIA A DÍVIDA EXTERNA Sem fazer alarde, 0 Governo Federal co Pecou a renegociacão e reducão da dívida ~ empreiteiras e cos privados. quer PRAZOS LONGOS E JUROS DE 6 AO ANO prazos longos. e ju­ ros menores. Até mesmo o desá qio está sendo apli cado netas negocia ções. "vamos oferecer aos credores do go­ verno opções entre a rolagem da divida com prazos maiores ou o pagamento com deságio•, disse Ro­ berto Figueiredo, di reter do Tesouro. Calcula-se que empreiteiras e ban­ cos privados têm pa ra receber mais de US$ 10 BILHÕES do governo. PÃGINA 03 ECIMENTO O Clube Esportivo Delavistense ecla­ rece ao povo cm geral que a promoção rea lixada dia 27pp., dia do sepultamento do jovem Fernandinho Diório, foi de respon­ sabilidade e iniciativa das senhoras da "ACACIA BRANCA", entidade liqada à Maço­ naria. JORGE DE SOUZA ROSA PllliSIDRN'l'E ~AJUSTE 4O P :0 DA A'IA D'AGUA O Vereador cássio Acioli, apresentou requerimento na Cáma ra Municipal, solicT tando informações ã respeito do aumento da tarifa d'água. Cássio pediu que se enviasse Ofício ao Diretor Regional da Fundação Nacional de Saúde, Aroldo Fer reira Galvão, e tara= bém ao Prefeito Ed - son Moraes, para que informem quais os critérios adotados para dar reajuste na tarifa d'água, pois no mês de outubro fo ra dado um aumentÕ de 55% e para o mês de novembro está pre visto outro aumento­ de 19%. O salário do trabalhador teve um aumento de 18,2%. Os agiotas devem estar sorrindo. Os que trabalham e acre ditam na produção no vamente, preocupados com as nuvens negras que teimam em perma­ necer no horizonte do Brasil. O Presi - dente Collor está no firme propósito de baixar a inflação,mo dernizar a economia, quer eficiência e me lhor gerenciamento das empresas, peque­ nas, médias e gran - des. As grandes es­ tão buscando o cami­ nho da concordata;as pequenas e médias, a costumadas a gerên = ciar em tempos de cri se, vao se mantendo. E a esperança é que o monstro (infla ção),e seus capetas (juros altos, preços altos e capital ismo selvagem) a partir de· janeiro sejam derrota dos pela Deusa Zêlia,ã guardiã da chamada es­ tabilizacão. Ver. Cassio Acioli Para o Vereador, "fatos desta naturge za causa-nos uma sur presa,pois tais rea justes ferem brusca­ mente o bolso dos con sumidores e que muitas vezes não podem sal - dar a conta de água ,fi cando sujeitos acor­ tes". Ciranda está a e5a Mas o povo quer comida e condições de vida mais digna. E quem põe a comida no prato são os pro­ dutores rurais ( la­ voureiros, pecuaris­ tas,etc). A propósito da grita destes produto res, querendo dinheI ro para a safra ( o que é jsuto), trans­ crevemos um artigo, publicado e.m "O Esta do de São Paulo" de autoria de Moacyr Cas tro. t interessante: Será que muitos des­ tes produtores rura­ is aplicaram direiti nho as verbas que e­ ram para a produção? Como diz o Moa­ cyr Castro, se não aplicaram, "a poou lação que almoce fundo de curto pra­ zo e Jante ovenigt". Página - OJ. :Devassa do Crédito Rural Pode estourar nas uma gigantesca devassa no Pro1mas seranas outro crédito rural.A InvestI- escandalo da mandioca" daproete vasculhar osco na agricultura brasilei tratos firados entre os rn. O desvio de verbas bancos e os fazendeiros ea destinadas a ai, d p,,r I, 1o cre to a to o o a1spara aconces - ricola. siodecrédito agrícola.Fa O Banco Central anun zendeirose gerentes honee eia que, desde segunda= t d toei f • os Ie loo Brasil,por eira, estll ro::,m:e:ndo nad ti .z --03 JOf!N/I. 1'H IBU!l/ DA FRONTEIRA BEL/ VISTA MATO GROSSO DO SUL 1,990. Aconteceu na Caserna u' o mcfütCI'l'O DA "PJBIJNI" " Eu aprendi na.minha visita à Escola Bélica. (SIC), que a coi sa mais importante é a paz. o Drasil 6 um Palo de paz, mao 6 muito bom saber que temos um Exircito preparado para defender nosso Faia e neeegurar para se~ prc nossa tranquilidade e a noosn liberdade". Pabiana. Para que possamos, querida fabiana, manter a paz o a tranqui­ lidade que todos os brasilciro.s almejam, precisamos dispor de um Exército integrado por homens capazes e bem adestrados. o trabalho intenso e abnegado que voei e seus colegas puderam ver na Escola de Material Bilico - Rio de Janeiro - RJ, é rotina am todos oo quartéis espalhados por este imenso Brasil. Gratifica-nos, pois, sua mensagem de reconhecimento, fator de incentivo para que continuemos, integrados à sociedade, contri - buindo para o desenvolvimento de nosso Pais ao proporcionarmos ocgurança. O "seu" Exircito, Fabiana, é o nosso Exircitol NOTA: Fabiana Belmonte dos Santos, aluna da Escola Municipal, oswaldo Teixeira, no Rio de Janciro-RJ, redigiu esta redação (da qual extraímos o trecho final), após visita de. seu educandário, à ESMD. SEMANA DA CRIANÇA Foi realizado no período de 8 a 12 de outubro os jogos comemo rativos à Semana da Criança, com o apoio da Prefeitura Municipal de Bela Vista e LBA do Município, com a organização do 100 RC MEC e participação especial das entidades escolares da cidade. o1' i to fiarante dn foto vemos o net,sento dos jogos opeaorat vos onde ocorreu una participa.ao cat-1'.:'I 1J.1s crluuça.s do nosso Hunldplo. CONCURSO DE PAINEL COMEMORATIVO AO DIA DA.BANDEIRA Na semana de 12 à 19 de novembro, o 100 RC MEC, com o apoio da Secretaria de Educação, Cultura e Desportos do Município, es­ tará realizando o I Concurso de Painel Alusivo ao Dia da Bandei­ ra, com a participação dos Estabelecimentos de Ensino da cidade. - Premiação: Escola que obtiver o 10 lugar; - Itens a serem verificados; 1) Originalidade; 2) Criatividade; 3) Organização; - Entrega do prêmio. Dia 19 de novembro, às 10:00hs, por ocasiao da solenidade do Dia da Bandeira no Regimento Antonio João. Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS LEI ·IIAL, N «01/#0 - ;a'I rr«e E ré7i+, A. .­ yort, de [9#, ''fl.l'A O I LK!Tf. VA!•A Arrr-, 'PA· ti ciritos A I!oIIs I I - rrrz,z• zU IA"}171 E«Ir E.doon Medeiros de oraes , Prefeito Municipal de Rela V!g ta, Estado de Mato rosso do Sul, faço saber que a Câmara­ tuniclpt1l aprovou e eu ancig no a r,1->rulnt.P LeJ: ARTir,o 19 - Flcn o r.,,cur Ivo· l-l'üiiTê'Tji'ri1, autor1z,1do fl ele - vor de ai:n. (oltentn pi cento) pnrn 180 (cento e ol tenta pi cento), o 1 l□Lte para abertu ra de créditos ndic1on.1is su­ plementares, usando como re curso.o:; para cobertura dos cré ditos a serem nbc-rtos o, pro­ venientes de anulação parcial ou totnl de 1otnç.óen disponI vela no orça.r.;e.nto vigente,bcr.i como o!i provenientes dos pro· váveis excesso de arrecodc1çjo considerando-se a tendência .. do exerc !cio, nos termos do artlp,o 43 da Lel Federal n9 4.320164 ARTIGO 22 - O percentual ren clon,1do no Artigo anterior, ln cidirá sobre o montante dÕ valor do orçmcnto do munic{­ plo, aprovado pela Lcl nQB79/ 9, de OS de deze:nbro de 198'l. ARTIGO J~ - Eou Lel entro em vigor na dota de su11 publ ic,'l­ ção, revaldino Rodrlg=s dais o dom Di víno- t:or1CIAS: Abl.m, Plana, AE, Agênclo Braslll4, Correspondente .,., de perdoar e esqU! I Cat:tpo Crand~, BruIUo, s.õ Paulo e Rio de Jantlro. cer o mal q/ me f! SUClJRSAIS: Antonlo JOólo, Janll.m, Bonito, Porto Hurtinho Ca - zem e que em todos col e K.1:r4cnju. • r 4 SUClJRSAL EN CAMPO CRAIIDE: Rua 26 de Agosto n?2 179 os instantes da m.! FONE: (067) 384-6977. • • CO UM POUCO DE llISTÕRIAS E ESTÓRIAS DE MATO GROSSO DO SUL nha vida estais - ~iAb~A~ ~ lSIJtAÇÃO E PARQUE CRÃFICO: (sede própria_) Av migo, eu quero ne~ Conforme número anterior deste jornal, vamos contar nesta edi ?unada Fronteira, 564- CtxáPosta1-23-Fone: (067)19-11o te curto diálogo,! ção: Pf:-DE-GlRRJFA gradecer_ vôs por - _ PROPR.IEDApE DA REDE BELAVIS1DiSE DE JORIIAIS LIDA tudo frimar No sertao de Camapua, um grande vale cortado pelo rio Paranai ccc.KF is.su.20JloooJ.5g_. • e con ba, à direita e a serra das Araras à esquerda, ê o "habitat" do D!SCRIÇÃO ES'IADUAL: 28.219.000J-3 mais uma vez que Pé-de-garrafa. Coberto por algumas florestas, rios, 0 sertão do eu nunca quero me Camapua e uma região misteriosa. Metido na mata sombria remenda FILIADO l ADJORI CHS) E ABP.AJORI separar de vós,por da aqui e ali por pedacinhos do céu azul, o homem sente-se pene- maior que seja a) trado de terror da natureza. Rcprcseoumte para todo O tcrritórlo =clonai: :r.ÃIIUU. VElartos lusão material,nao DE C0111111CAÇÃO - Rua 07 de Abril 282 - 5 g aa, - de A mata com seu "Exército" de troncos impassíveis, com seus FO!IE: (011) 255-2579 e 255-3499. = andar. sera o minimo • ruídos misteriosos estofados de silêncio é deveras assombrosa vontade que na glE A imaginação aí fervilha. E o medo cria duendes e gênios que ASS ria perpétua. IIIAIIIRA IlUHESDAL : ers 2.000,00 A ·acas poyoam os recessos entrucados e sombrios e trançam nas encruzi- gradeço as gr v lhadas dos caminhos. Se o caminheiro topa com dois galhinhos cru~====-:--------------------1 alcançadas. zados em sua trilha, salta-os se benzendo - foi o saci que pôsr_..:,. =======~.'.::==~E~-=A~-==::::::::: isso ai no caminho. Se escuta um grito agudo, estaca imediatamente, pálido e as - sustado. Repetindo, retorna apavorado, pois com certeza ê o pê­ de-garrafa, o genio mau da mata, corpo de homem, preto, umbigo branco e com um so pe em forma de fundo de garrafa. Vive gritan­ do nas matas a procura de caminho. Não se deve responder aos gritos, pois senão o pé-de-garrafa, vai se aproximando, se aproximando ... e ninguém sabe, mas deve suceder algo horrível. Lenhadores, caçadores e viajantes já ouviram seus gritos pavo rosos, ou pularam agoniados seus grandes rastros no chão úmido.- Outros entretanto informam que o pé-de-garrafa é assim:tem um chifre so n~ c~beça, um olho só na cara, uma única mão com gar - ras, e um pê só redondo como o fundo de garrafa, que lhe dá o no me._Se alguem encontrar, e um perigo: torna-se uma fera terríveI e so pode acertar o tiro no seu umbigo, único ponto vulnerável. Contam ate que um fazendeiro, passando por uma mata vizinha de sua fazenda, ouviu o grito do pé-de-garrafa. Como era valente e não temia nada, respondeu com outro grito. O grito então veio se_aproximando, aproximando cada vez mais forte, mais pavoroso, ate que o fazendeiro horrorizado esporeou-o "beiçudo", correndo­ pela trilha afora chegando em sua fazenda, onde contou o caso. No prox:uno numero:• •o MOLEQUE FESTEIRO". AN,IVERSARIARAM Dia 04 de novembro - (Sgt Silva Barbosa; Sra Lêa(esposa do Sgt. Vargas); Dia 06 de novembro - (Sgt. Brites; dia 09 de novembro Subtenente Machado; Sargento Pedro Araújo dos Santos 1IJIRcm> SHAUMMNCA E INTERACO - ..,;. night • ICACYR CASTRO - JORK ~ GOVERNO RENEGOCIA A íOIVIDA EXTERNA PRAZOS LONGOS E JUROS DE 6% AO ANO - Sem fazer alarde, O governo federal co­ •cou a renegociar a reducão da dívida com empreite iras e bancos Privados. O Governo quer pra os longos e juros me llores. Até mesmo o desâgio está sendo a­ Plicado nestas renego C:iacões. - " Vamos oferecer - aos credores do gove_;:_ llo,opcões entre aro­ agem da divida com - Prazos maiores ou o Pagamento com desá gio ", disse Roberto­ de Figueiredo, dire - tor do Tesouro. Calcu la-se que empreitei - rase bancos priva­ dos têm para rece - ber mais de US$ 10 bilhões do governo. "Ou eles acei - tam o deságio ou te rão de conviver com prazos maiores" Numa reunião, em Brasília, os credo- ;;res aceitaram um a­ cordo pelo qual a dívida será rolada­ por dez anos_ com quatro de carencia. Além disso, os ju - ros serão reduzidos da taxa de mercado­ para apenas 68 ao a no. E AS D!VIDAS DO PLA NO CRUZADO? Enquanto o Gover­ no'exige prazo e ju­ ros menores para pa­ gar as suas contas , os devedores do Ban­ co do Brasil, que contrairam sua dívi­ das durante o Plano­ Cruzado, foram OBRI­ GADOS a renegociar - sob as condicões do banco. Juros de 3,58 ao mês, mais corre - ção e, se atrasar o pagamento das parce­ las, mais juros, ta­ xas e outras taxas - ( inadimplente, multc, etc). E o prazo? No má- ximo 36 meses. Se o sacrifício­ ê para todos, esta­ atitude não se jus­ tifica, oara rece ber, JUROS ALTOS TAXAS, CORREÇÃO PRAZOS CURTOS. BC vai ampliar .Fiscalização do tCréio priola e Para pagar, JU ROS BAIXOS, PRAZOS­ LONGOS ou DESCONTOS substanciais para - pagar à vista. Se ê justiça e moralização que o governo quer, vamos começar em casa. Depois então e xigir,dos outros. Btnsll.i.a - o Banco Cen trai inicia no final des­ te mês um amplo programa­ de fiscalizaçiio para apu­ ra.r irregularidades nas Operações de crédito agrf Cola no Pais. A dccisno - de intcnsificar·o contro­ le sobre a dcstinaciiô dos financiamentos agricolas­ foi tomada depois que o· Bc -Verificou um sensivcl- 1 Utiento nas fraudes nesse tipo de [innnciaoento, S! alente concedida a ju - ~~s subsidiados que pro - e grande parte do Te ouro. De acordo com o d_!: tetor de Fiscalização do lc, Eliseu Martins, o pro grama estará ~oltado à Nacional - , o BC detcc­ destinocào dos finnnci..!!_ teu que, num universo de mentes para plantio da 2.395 operações, cerca - safra verão 90/91. Par- de 870 coberturas foram­ te das im·estigacões irregulares. isso corres porém, estarão conccn - ponde a 367 do universo tradas nos créditos de de operações fiscaliza - custeio da safra passa- das, o que foi considera da. do um númc.ro excessh·a = Martins informou, a rnentc ele,·ado pelo BC. O titulo de exemplo, que prejuízo do Tesouro nes­ durante os trabalhos de se pequeno uni•erso cor­ fiscalização_para avali reponde a valores supe _ ar as condiçoes e que riores a Cr$ 1 bilhão. o se realizou uma serie BC estima_" em ma.is de um de condições no nmbito- milhão os contratos de do Proagro - programa - crédito agricola finan _ de seguro contra que - eludas no Pn{s a cada a­ bra de safras garantido no. por recursos do Tesouro A atuo.cão do BC se da rã inicialmente nos ban­ cos que operam com Crédi to agrícola. Nu prisei­ ro momerlto, a fiscaliza­ cão •ai apurar se· as ins tituiçÕcs estão efetiva­ mente repassando o per - ccntual de.seus depÕsi - tos à ,·ista estabelecido por lei para a agricult!;õ ra. ~á indícios de que - muitos bancos estão for­ jando contratos para se cnqundrnr nos licites e­ xigidos por lei. PREÇO DO EXEMPLAR Cr$ 50, 00 PEDRO PEOREI" INF MAMO E ------------------- MATOS f, pols é, a pior coisa 'que pode íatir na ol prol!feraçio de beatos, %ada caro a verdade pera os boatos, Ma il!ma remana os boatos a repefto dades no Banco da Brasil pra!iteraram pela cIda' o sub gerente foram ' rebaixados " de caro por daquilo.., os funcionirfes fulano e serano_seri Mutreta e trab!quer no Proaro, na aplfcaçao d no favorecimento de grupos, etc., O que está havendo NFJAMENTO de pesrcal, fato normal e qualquer o Banco do Brasil, 0s "oatelros" de pla:tio p! so r n:o há r:ad.1 Ô" .mor. ,,1 no !,B, .:1p(•n,rn oi. JUFO.S.,. r ,, "- 11 J'4 1. ,.,, do erente, nn do ad/unto e ner dos fune{onir!o..{ de Era­ «Ia zeso. CÃKARA Hu?HCTPAI. Isto no é fofoca - ccrentárlo esro (e verdadeiro), Quatro veredores estio postulando a presldinela da Clara­ Municipal, pela ordem: I) Jore Rosa; 2) Paulo Mlo; ) Rney 'toraes; «) A ta • Lopes (Penf:hu). Dos quatro, o que está com afores lances é Jorve + a, pg fs existe um "acordo de cava]t·Iras" asíndo e ire :a'o , +tas, e pol[tfca, tudo é possível. Até resto o koupgMTO de acordos, Não é meso! tllJltA O ílN A Chove rufto er Pela !sra, desse jeito o asfalto ,rrfe!- to Edson vrd de:-:ior.:1r u.-:. pouco, quanto ao da Cear • •. Oi t > mais Inda. Culpa de São Pedro e da falta de ver:.., COHPF.TITIVlDADR Multa ente Indo fazer capras nos rcrcados_' ap1tal, a • legando que os preços cobrado en Bela ta tau +' r e e' cor.pensa até eesno n vf.1jer.. p;,r.;a C,1r:;io Grane!". ;, r.i : ,.e.: C'L"'_;:I perlt:hrf.dade, olnha ~ente, balx3r o, lucros t' vrn'··r •·.1le;. O,tC"'.:'I se habilltaJ UH F.l,GANQ Hu1tos comerciantes aInda tão "entendera" q.e a ir, e de investir cm PUBLICIDADE, e PROODES, chazr o !! : •. O m­ gÕclo é vender, o Governo não quer que o consto ,u+", O ccr.-:crclante PREClSA vender cais, tudo é questão de MARLTINC • Teooa u:, Jornal na cfdade e ua kadfa, é só rroc, r,;r -:,;. contatos e Iniciar capanhas. Isro vale rufto pura e: :perzer cados e lojas. E época de cr!se que é hora de ANLk. " Medite a respelto DURU!IA AAAEllEIITAXDO E esta IF, a cada d1a que passa, ganha na!s e na!s e;paç0s­ na counidade. A direção esta preparando ur esquema par1 1991- .:,.u:::cntar a circulação, co a dstrlbufçio de 1,c0 exelares­ nos bairros. PODE? Essa quem contou foi o FIavlo Codoy. Flavinho, que está seguindo os passos de seu a', JuLão Gg doy, é um polidco nato. t'?1:l lider.1nç.a Jove~. E !'t·ra c.ar.dldato a vereador nas próximas eleições. Precisando "leazar" urra ra­ na para passar 1J."l natal o..1i.a gordo, Flav1o está ~~OF'LC:o car - tóes de nnt.al do setor gráfico da Trtbuna da Fronteira - Craft e.a e Editora Apa- pois bena, fof vtsit.ar o M."l.rciio Rondon e' quando est.nva. castrar.do os ca.rtôes, apareceu o Dr. Fernando de Freitas Elias .. wa m:::ilg.o aqui d.a. casa .. e na. hora, perguntou - para o Flavlo: - P.1ra. que::i vocC está vendendo? . - Para a Gráfica da Dna Estela, o pessoal da Tribuna. E o Fernando: - Não copra não, Marcão. Você deve co::pra.r 0lou- o nosso c.nndldnto a deputado estadual, o Beto. Co:iprn do ful.Qno. N.10 coepra deles nao. >-brcão sorriu e pediu pro Flavio passar outr.1 hora .. A c::es:1.4 história, por cotnc.ldêncL1, qwihdo o Flavio foi ver! der cartões p.1r.1 o C:t:!.,-;!,o, o Dr .. Fernando chegou r.a hora. E pediu o ccs-::o para o Gtn!o. A1 o Fla.vinho invoc.ou. - Poxs, Dr. Fernando, eu trab.:,.lhei para o seu cnn!iidJt.o, o senhor está prejudicando Lnhss vendas. Vou falar para a Da - Estela. A{, se5undo o FI.1vlnho, o nosso ru:.igo Fern:ar.do, :sorriu e falou .• 4 e brinc.ade:ir.1 ..• 2, POIS 8 ... Pode? Xossa Cr.irte.n, ou nc.:.so jornal, r.::i:, !Z !.!r::r rnl:i rico e nen rafs probre coe atitudes coo estas, se Mo venderos para­ o .Jo:io, vcndc::::os para o Pedro, quer dizer, durante estes quase 20 .1nos, th•e::ios v.irlos e vários casos desse tipo, cor prefel­ tos, vereadores, políticos, etc, etc, etc. !e por Isto fzos­ obrigados a dobrar a espinha, e nio o fareos. So tec ~ coisa. - Sabe que perde co !sto? Re.sEOnde:os: fin.:inceir.c:::ente, o Fhvi.nho. POLITICAMENTE, ne é preciso dizer, não é emro! l'OOE! E TEM OUTRA A:::~o leitor, vo:C sabia que o vcrendor Cns:or.;:o. t -• : ..... :-e • cebeu críticas, brincadeiras ser raça) e piadinhas de pes - soa] desse reso rupo que: apoiou Rondon) por haver aprezen­ t..'ldo rui ci=.a·r3 ?!U:tlc.tp.11 o projeto que mudava o ne ti rua da RepÚ.bltc.3 p!irs. s s '3! e 1 10 FESTA DO CIIOPP NA lABB Acontecerá dia 17 do corrente mês e ano, a li! FESTA DO CJIOPP na sede da Associação A Banco do Brasil.sob a organização dos funci onários do Banco. Será com certeza uma Grande Festa e a po pulação está convidada. _ Vamos prestigiar essa grande promocaoll Nós com certeza marcaremos presencalll AZUAGA E FILHOS A Família AZUAG/ está montando em B. Vis ta uma Loja de Calcados para melhor atender a população.Parabéns a família por acredita reme investirem na nossa querida BELA. Sucessos para vocês e que dê tudo certo! GRANDIOSA FESTA OFICIAL Acontecerá no Parque das Exposições, nos dias 22,23,24 e 25 deste mês,uma Grandiosa Festa com várias diversões gratuitas. A noite haverá baile e a organização da festa é do Clube do Laço são Geraldo,q/ tem como patrão o nosso amigo VICTOR ROJAS. Obrigado pelo convite e até lá ... OBS:O preço da mesa será de CR§:4.000,00 e os ingressos é de CR§:1.000,00. MARRUÂ JEANS Abriu na nossa cidade a mais no va Boutique com muitas novidades e ótimos preços. Tem tudo para o vaqueiro como se ·1 las ,calças e cin ., tos de couro, chã péus e etc ... - Também tudo em Jeans e o magní­ fico atendimento do pessoal. Além de biquínis Moda Rio 90 e ma­ ias com motivos do Pantanal. 1 la nt' . ... r ~ d ·i 1 3 é J!'f!NS Na foto ao lado,um um close da depen -1 dência interna da Boutique MARRUÂ,que se instalou em Bela Vista para melhor a tender aos Belavis­ tenses. Vá conhecê-la comprove com seus próprios olhos. A proprietária é a sra LUISZETHE, q/1 tem alta experiênci a no ramo além do a tendimento carinho= soe amigo. MARRUÂ JEANS es­ pera por você. Aproveite e visi te logo para ver as novidades da moda. RESTAURANTE BLACK JACK "DEI ARTE LOS DICO" L1Arte naufraga Cm poder de hipócritas cultos in inteli - gência.lnlcligcntcs. que sabem claramen­ tc que partes de la cultura mostrar; 1:1 Arte ducrmc Manos de mancos es tá visualizado por cicgos y pintado p/ hombres de piedra. FI Arte sofre por - que lo manosean dis (razan su desnudez. El Arte hora porque cuando alguém lo a­ caricia le cortan las manes. El Arte muere porque lo asesinans. El Arte está murien­ do.El hombre sigue M U R I E N D O 1 ! Destaques cm DESFILE NO 1GRÁCIO Aconteceu sábado passado na pista alo3 do INCRÍCIO,um Desfile Moda Verão sob a Pro dução' de MARCILIO AN UNES(Irão do Produto? MARCO LÓRIS)e' IVANETE SERENA. Muita gente foi conferir! Várias manecas abrilhantaram a festa.Quem mais se destacou foi a FAUSTINA(XAR)e a L! DIA BO:DY. Parabéns aos organizadores... f.:'1SSOA1 A City estã balançadíssima.Ningu6m podn se queixar do vid noturna de DtL/.Entã re­ lhorando cada dia que paaso: r SUPER SPECIJL ~ um programa musical do meu amigo ALE­ XANDRE MALDON/DO, aos domingos das 15:30ias 17:30 na RÃDIO BELA VISTA "A VOZ DO APA". Quem patrocina este programa é o Super - mercado NISHIKJWA. t. um ótimo programa.Que bom se fosse die diariamente porque o Alexandre é possuidor­ de uma bonita voz e tem muito pique!!! MUITO BOM Está ficando é o programa do meu amigo JN(JORGE NUNES)o CLIP MUSICAL,fora BOATAR DE CIDADE que está pegando legal. PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA Segue a todo vapor embelezando a nossa cidade. A população está contente com a adminis­ tração de EDSON MEDEIROS DE MORAES. SIMONA CANTANDO PARA BELA VISTA --- O nosso ami­ go SIMONA es teve vários dias cantan­ do no LA BAR RANCA BAR. - A moçada ado rou o show.­ Realmente e­ le é um óti- i mo cantor. As proprietá rias do Bar' pretendem no • vamente tra­ zê-lo. L 1} • it' ~;,!< ° } 4t # E. #li ,, . ai; Cantou tam - bém no MILK l" . SHAKE do nos ' sO amigo MK·.--n.- / ; MISSE MISTHER BABY 90 NO BELAVISTENSE ', Aconteceu domingo pp. no Clube Esportivo i Belavistense sob a organização do dinâmico MÁRCIA LOBO(GAROTA JEANS DE BoNrToj este Radialista LUIZ HENRIQUE N. CORREA(LILE). .. presente no NATUREZA DESFILE SHOW aqui em Estava muito bonito o cenário simples e! ·, Bela Vista e será presença marcante no NA legre. TUREZA DESFILE SHOW em Bonito. - . Eu, RENATA LÔBO, GENY e a esposa DO JACKS Aguardem essa descomunal promoção!!!!!!! fizemos parte do Corpo de Jurados. ~g~ A FOTO MATTOS V!DEO foi a responsável pe- ~ la cobertura fotográfica e pela filmagem. A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL doou duas car­ denetas de poupança no valor de CRS:5.000,00 para os primeiros colocados. N!MrA CONFECÇÕES, DESTAC' s MODAS e DUEND 5 . :o ART'S foram um dos patrocinadores do event 0 • .. ~ A SKOL (Que tem como Gerente o Sr. MAGNO) 'ti~ destribuiu refrigerantes gratúitamente para p as criancas. l O LILE não cobrou ingresso e distribuiu P.!. 1 pocas e baloes para os baixinhos. '· • Faltou um· pouco de prestigio da parte do- --f' baixinhos que perderam essa grande festa:, Parabéns ao LILE pela·bonita promoção'''_ Na proxima semana sairá um close do .MlS . THER E MISS BABY 90. 'p~ PRAIA DO APA D R' r • L;.,., g- » Tem_muita gente que quando não cons%?] uma coisa,se despeita e sai a falar bes- ra por ai.se-toque"amigo". (,) FONC:439-1144(067 .. BIJOU'rEIUIS CILÇIDOS CONFECÇÕES MODI MASCULINA E{'EMININI !Jl·.JUGH/F'Irl: Adoci V()B, C,,r::!lso til') Cartazes,Cartões,convites,Fa± XHr;-':, mhrancinha::;- :tiq,wta!'l - Crachás-Flâmulas-Bandeiras-En volopou-Chnvc irou-Ca lcnd.ido; Folhlnhar,-Dlocno,cLc ... ~E'rRlêil'OS: 1'lacos-Pa1néir.-l'.u - ros-õut-Door- Faixas e Faixa­ das. PIN""UPAS DE CACAS E PRÉDIOS bisr1iEs PRO#O s DECORJÇOES CAI!AOS E_ENODUPAÇES PECADO:_FONE:439-110 a! FLORIANO PEIXOTO Bela Vista 16 eu 1.:..: a 4: , a - t±.. *Antenas de todo o tipo para TV,inclus! ve as Parabólicas* Malas e Sacolas *Confecções própria de roupas civis e Militares* Toca-Fitas p/Carros e Auto falantes em geral* Calcas Jeans* • Alfaiate credenciado no Ministério do Exército* Tudo para o Esporte "ÓTIMO ATENDIMENTO E BOM PREÇO" ZELIN/1 MARQUES R. Alccbíades B. da Cunha,319 N/C 115 GENEROS ALIMENTCIOS - BEBIDAS-CALÇADOS MT!GOS DF MONTARIA - CONF!':CÇÕES-FERRAGEII E MIUDEZAS EM GSRAL. AV. BRASIL, 1. OJO . ·±···± ·.····oe······+%;3 3"l}4 NÃO FALTA" GAZ C/RACOL/MS CARACOL -N DUQUE DE CAXIAS,679 BEL/ VISTA * MS • CONFECÇÕES * DRINQllEDOS * ':-:':COS * MIUDEZAS EM GERAL* e éJl.7ERIA:. ESCOLAR Qg_llELEODORA_CÃNDIA_DA_CU!:! 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PAROOUIIL • RUA DUQUE DE CAXIAS,S/N BELA V!STA " O MELHOR RESTAURANTE DA CI E PIZZARIA - SERVIÇO '. ' CA;-:- - V. TEODORO SA~· •, JORNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA Dada pela professora Ana Mar[a Ocartz aos ala - nos do 32 Mufstérlo. oi. 1 RY.llACÃO "AMANIIÃ O MUNDO NÃO VAI SER MELHOR SE ELE NÃO FOR MRl.,HOllADO BOJE 11 Amaahà... Não haverá paz se o homem, só buscar guerra. Não haverá antão, se o homem se negar a um rela clonamento com o próximo. NÕo huverií sorriso na face dns crl11nças, se o a clulto lhe ne11ar npoio e comprcensiio. - Niio haverá flores desabrochando, se as pessoas­ sô pcnr.nrcm cm deucnvolvimento. Não haverá um mundo melhor se só pensnrmos em maldades, qmbiçÕes, Ódios, em quando vamos sair vi tor iosos, passando e pisando nos outros. /manha o mundo não será melhor se não lutannos, se nao nos propuscnnos a mudar ele hoje. Se só fi­ .!. 1 cannos esperando, csperando, nunca vai chegar o din de algo util scr rcalil.ndo e se por ventura cs­ se algo for realizado Já será tarde. Se você tem algo o fazer; faça-o, pois é melhor ,~: sober que fez nlgo tarde, do que ficar depois pen -1 sando que poderio ter (cito e não fez. - Aluna - Madalena Aréco PONTO DE VI STA A educação e dvida direito fundamental do 1ndlvfduo e pré-requisito do progresso social. . obviamente uma criança quando Ingressa na escola ja deve ra levar para a resma noções básicas de higiene e um r[nl­ mo de boas maneiras, O professor poderá ampliar e acrescentar mafores noções° de higiene e boas maneiras, Mas a meu ver a transmissao do conteudo fundamental na escola. Temos que preparar Indi­ vduos que possam aanh dar mua contributçio à elevação coe rum. O indlcc de repetencla escolar no qual a aluna Andre­ la Paris! aludiu em materia publicada 0)/1l, deve-se ru1tas vezes a falta de Interesse do nluno; Ü. ~,,nelra displicente­ do referido encarar o estudo. O aluno 1ntercnsodo, que tra1. consigo a iinsln do saber, o desejo de progredir, esse a.luno nio encontra dificuldade e sabemos multas vezes que é o alu no qucn faz a escola. É uns prazer para os professores diri 7 Irene a alunos que querem aprender, mas alunas vezes o professor se sente coo um vendedor que está tentando ven der uma mercadoria o um cliente que nao quer compro-ln. E cooo aproveitar experiências vividas fora de ilr.!btente­ cscolnr, se nn· maioria das vezes o professor tem diante de sl, crL,nças: cujo vocabulário é de!iclcnte e as mnne!ras - piores que o vocabulário'? Acho que teros que tratar as crianças com carinho, acres ccntar l'lo ", que de­ ve o enprego a "politicagem' retrucar, tentar Irpedir que se faça justiça> que lutecios pelos nossos dlreitos· deiJt.lndo - bco claro que_estanos distantes da escravidão e a pro!issão- de carrasco so tem lugar em teatro. . Teos una série de perguntas para as quais não encontra cos resposta: - Onde esta n justiça? - As processas dos candidatos, onde ostão? - Coro varos responder coo nossos cooprooissos'! - Dcvecos responder aos coprofssos com a resma respos - ta que o governo nos dó? - O que varos ensinar aos alunos? Talvez devaros ensinar que houve una vez nun pais chaado Brasil UOl epoca na qual palavras coo: Honra, Justiço e Be­ era consideradas, existian. Nessa época ns pesso.ns eram fc­ ILs e podiam ate dormir tranquilas, pois seu trabalho era recopensado e elas sentia orgulho de sere brasileiras. Mas e al, coo é que fica cidadão? É de seu Interesse a Educação de seu Ilho; a Segurança - de su far[lia; a Saüde Pública? Lute conosco!!? SINDICATO 00S TRABALHADORES E EDUCAÇÃO O7/11/90 Variedades --Froilan- SERVIDORES Os servidores pbl!cos estAdoals que ganham sal rios ocir:a de Cr$ J0.000-.- 00 nos setores saúde, edo cacção, polfcta civil e a­ tingindo também outros se tores não receberam se­ uB vcncioentos desde o mês de setcrnhro/90. Are­ clamação foi total. Não tem nem o que se Justifi­ car, o Estado de Mato Grosso do Sul segundo da­ dos estatlsticos, está classificado ern quarto lu gar em arrecadação, prod ção etc ... Dá até para se pensar talvez, o dcrro to das eleições foram os motivos da suspensao dos trabalhos. EVASÃO A evasão aos professo­ res habilitados serão em numeras significativos muito~ colegas afirmaram­ que vao procurar outros meios de trabalhos mesmo­ interrompendo as vanta -, gens de tempo de serviço­ e ficando em vão as despe sas da faculdade. - EDUCAÇÃO Dia 03 pp, no progra ma Flor do Son, a prof? Clotilde Castro Pinto , deu entrevista ressaltan­ do n fundação dos antigos Ginásios Estaduais em Ma­ to Grosso do Sul, enfocan do a de Bela Vista-Ms ., Foi importante essa refle xão, em especial nos que estão exercendo cargos de Direção e assessoramento. A mesma relatou, que: Es­ tamos perdendo a tradição e tem alternativas para - se fazerem coisas pela e­ dcação, trabalhando para que as crianças gostem da escola e da professora, a aprendizagem parte da pró pria vivência e experiên-: eia da criança. Sendo ao­ xiliados pelos professo - res e aparelhos que com­ poem a unidade escolar. SALA DE AULA Escola Municipal de 2g Grau Dr. Joaquim Murti nho, construida em 20/07/ ~7, Prefeito Municipal da epoca Dr. Rubens Alberto­ AIbott de Castro Pinto . Foi a ultima escola nau­ gurada Ou encampada a nl­ vel estadual nesta cida - de. Estamos perguntando_· aos Governadores, Deputa­ dos, Prefeitos e Vereado­ res das administrações an teriores; por quê não a­ torizaram construções de ola4? fll'.l'ORMA A reforma da Escola - Estadual Prof! Vera Guf­ ardes Loureiro, deverá­ ser levada à sério, caso contrário ela vai despcn car nas cabeças dos al­ nos, niio havcrã condi - çÕes de in!cinrmos o ano letivo de 1991, estamos­ aguardando resposta do Deputado Moka. CONCURSO O Exa? Sr. Edson Me - deiros de Moraes, consi­ derou válido o concurso­ pblico Municipal na Car reira do Magistério, grã ças a essa abertura dÕ senhor Prefeito, os pro­ fessores se sentirão se­ guros no emprego e evi - tando polêmicas a respei to do fato. Pedidos de vários professores está registrado. ENCONTRO Dia 31 pp, foi reali­ zado encontro espiritual com professores Munici - pais, tendo também a par ticipação dos professo: res estaduais. Objetivo: deixando um pouco a par­ te pedagógica, passando­ para o ser espiritual. REUNIÃO Dia 08/11/90, foi rea lizada reuniio na escolâ de Ig Grau Prof? Vera Guimarães Loureiro e as palestras foram proferi­ das pelos representantes do Conselho Municipal do Entorpecentes II CONCURSO DE MISS E MISTIIER FRONTEIRA/90 Será realizado no dia 07/12/90, sexara-feira, no Ginásio de Esportes - nesta cidade. A disputa­ final entre os municípi­ os seriem dezembro, ci­ dade a confirmar. ATLETA ELE!fILSON DA SIL­ VA (SORÓ) Seri o lQ convidado a ~articipar da mesa dos­ jurados no MIss e MIs - ther Fronteira/90. Sendo elê Campeão das grandes­ corridas pedestres oo E! tado-MS e São Paulo. "V! lorizar o prata da casa­ é nosso dever 11 .. PARA REFLETIR Não pare jamais de - trabalhar para o bem! Hotel Pousada da F nteira :lo Coração da Cidade" Apartàinenfos comi ,Ir ·Condicionado, Café da Manhã ComP.leto AVENIDA TEODORO SATIVA RESERVAS: 439-1487 E 4391366 .... r F o !. / ·--------~---------------------~----- D/1 FRONTEIRA BELA VISTA-MATO GROSO DO SUL E;Ao 1. To Gão5Só 1O 5Ui - PER JüD1Ciro - cCõci Di Eiã VüSi - T Edital de . Citação com prazo de quinze dias O DOU'l'OR VILSON !lCRTELLI, JUIZ DE DI PEITO D/1 COMARCA DE DELI VI STA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, NA FORMA DA LEI, ETC ... FAZ SABER, aos que o proscnlc edital- virem ou dele conhecimento tiverem expedi­ do no autos no 205/88 de USUCAPIÃO EXTRA­ ORDINÃRIO, requerida por SOTERO NUNES • e sua mulher DRJULI/ lTlCE NUNES contra o Es- pólio de SOTERO ALVES DE MORAES, qué se processam perante este julzo Cartório Ju dicial, que cm seu cumprimento e atendendÕ ao mais que dos autos conota, fica CITADOS os herdeiros do Espolio de Sotero Alvos de Mornos: ORIOVALDO MORAES, brasileiro, sepa rado judicialmente; CERAPIO MORAES, brasi­ leiro, casado com Juraci Ded6 Moraes; ANTO IO MORAES, brasileiro, viúvo, aposentado; OLMAR MORAES que era casado com Hostácia - Grance de Moraes ambos falecidos, que dei­ xaram os seguintes filhos: ELZA GRANCF. MO­ AAES; MJRLY GRANCE MORJES; IZA GRJNCE MO­ RAES; ZAIDA GRANCE MORAES; TEODORO MORAES- ., • que é falecido e era casado com Maria Pe­ • ó reira de Moraes e deixou o seguinte filho: ,r, ADELINO PEREIRA DE MORJES casado com Ade - sr: i//1aide C. de Moraes; ALBERTO MORAES, falec.!, ±7° ±:I ,1. Vende-se do era casado com Maria Pereira de Mora­ os (cota jã cm ocgunda núpcias), tendo - deixado oo ocguintcs [ilhos:AURELINO MO­ MES, IIUMllCRTO MORAES; TEREZINHA MORAE; ISABEL MORAES ACOSTA; JOSEFINA MORAES e 11/RLENE MORAES e LUIZ/ MORAES DEDt, cas.:1 da com Antonio Dedé, todos residentes e domiciliados cm lugar incerto e não sabi dos; para comparecerem perante este juí­ zo no Edifício