BELA VISTA MS - N0:1.022 - ANO: 19 - 26/01/91 - DIRETOR RESPONSÃVEL:IVALDO PEREIRA PUBLICAÇÃO SEMJN/1.L - Cr$ 50,00 
IR POVO 
61 
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O Poder Legislativo é os Vereadores com muito 
a seivn dn democracia, e respeito, mas não estn - 
le precisa ser forte, i!! mos afinados no tocante 
tegrndo por homens e mu- no repasse de verbas, n 
lheres conncientes, e(i- Cãmnrn ~ que represento 
cientes e altivos. O Ve- o povo - precisa receber 
reador deve ter orgulho TODOS os seus recursos, 
de suas funções. que o Lei lhe fnculto,em 
Para que possa o po - dia, pois temos que nten 
vo, atender os suas rei- der os compromissos,quan 
vindicncÕes, n Câmara Hu do isto não ocorre, a cã 
nicipnl necessito de es-- mara não pode funcionnr­ 
truturn funcional e re- bem". 
cursos. 	Na verdade, nossa re- 
Ontem, fnlnndo com o portage.m apurou junto n 
Vereador Jorge Rosa, no diversos Vereadores que 
foto no lodo do Prefeito o repasse para n Câmara 
Ludio Coelho, de Campo - Hunicipn.l nem sempre é 
Craode, ele disse que n. (eito cm dia, e às vezes, 
câmara Hunicipnl de nela não há verba nem para o 
Viatn, integrndn por no- cafezinho. O que não o - 
e Vereadores que "real- corre, cm outras Câmaras 
aente se preocupam com dn região, n exemplo de 
os interesses de nossa - Jardim, Porto Hurtinho , 
cidade", "cstó n merecer Caracol e Bonito, onde 
maior atençao por parte não existe esta irregula 
do Executh·o, no que se ridade. 
refere n recursos e até Um Vereador disse que 
mesmo no atendimento dos "nâ.o rcc1amn.mos por que 
rekindicaçÕes encaminha nem sempre todos enten - 
daa no Prefeito". - dem a. nosso posição, cri 
O presidente disse ticam, querem mais dt­ 
que o re1ncioonmcnto dn nhciro, ganham muito, etc, 
câmara Municipal com o mas,quando um Prefeito - 
Prefeito é bom, "Edson comete irregulnridndes , 
lloraes é educado e trato não está trnbnlhnndo de 
IDJimOOV: llJJWJ CHDMDME 
... . 
Pref. de Campo Graode - LÚdlo Coelho e Ver. de Be­ 
la Vista Jorge de Souza Rosa 
Nas primcirns rcuniÕ- Atê mesmo no tocante 
es do Rotary Club de Be- a frequencin dos sócio~, 
la Visto, este ano, fi - ha,·ern maior rigor, so­ 
cou decidido que o Clube cio com 4 falt.ls ~erá ex 
a partir de agora vai se cluido, paro dar lugar 
eo,•ol'er com todos os aos que carregam dentro 
Ptoblema·s que afligem a de si a chama de SERVIR 
nossa comunidade. e o 1DEAL de transformar 
,e'' O rotary de nossa ci- estruturas arcaicas e vi 
,JJ!Jf'i d!de têm em seus quadros ciadas. Muitas pessoas - /;~ 
• paf!Y l!ledicos, dentistas, jor- querem ingressar em ROT~ /.'.',·.. . 
_,ri f 'llalista, empresários, pro RY, possuem condições pa 
F] dutores rurais, advoga - ra isto, só estiio aguar- 
1 1 ; 
,,//dos, comerciantes,enfim, dando a chamada. }, {- / 
'%/das as profissões es- Na próxima sexta-fei- g . 
',_ ao representadas. E há ra haverá uma reunião na ."é-. 
byl 	do Rotary de Bela 
Ruttos polÍticos, Vereo- sede do Clube com ose· ro- Visto _ Dr. l·an Marques 
fe,ar » 
•• -- 
primeira reunião do ano 
de congraçamento da (nmí 
lia rotária, será uma a= 
portunidade para se for­ 
talecer o companheirismo. 
O Presidente l·an Mar 
ques, disse, que o "c1- 
be atuará permanentemen­ 
te· nos setores de saúde 
e assitência social, te­ 
mos alguns projetos 
em estudos e daremos an­ 
damento à nossa luta de 
muitos anos para que o 
asfalto atê Jardim 
ja umn realidade. 
Vamos lá companhel- 
ros! 
Já 
se- 
acordo, cobram do Verea­ 
dor, da Câ.,arn, por que 
não tomar., prod.dênciaA .E 
tem roais. eu mesmo. com 
o meu salário, ajudo mui 
ta gente, compro remédl= 
os, passagens e até comi 
dn. Acho que·est,Í na ho= 
rn de o povo reconhecer 
o papel e o trabalho do 
Vereador na comunidade", 
fioalizou. 
Com a posse de Jorge 
Rosa na prcsidêncin, sua 
primeira atitude foi pro 
curar a imprenso, Jorg~ 
quer que o povo saiba TIJ 
DO o que acontece na câ= 
mara tunicipa', e comen- 
tou: "Vamos divulgar os 
nonsos trabalhos na TRI-­ 
llUNA DA FRONTHIRA, todot1 
os Vereadores terao esp 
co para FALAR ao povo, e 
loto é um DIREITO adqui­ 
rido, o do Vercador,o de 
nostrar ao povo o que e 
t,Í fazendo e o povo o d; 
r,cr informado". 
Ua fato ficou mais do 
que c·!dcnte, na Câmara 
Hunic1pal de Belo Viotn, 
não h,;: mordomias, nem 
prh·lléglo11, multo pelo 
contr,írio, há até FALTA 
llE RECURSOS para que os 
Vereadores possam traba­ 
lhar tranquilamente. 
MM BANO DO BRASIL 
2NOVADO 
O Banco do Brasil ingressa em nova fase, com 
as medidas decretadas pelo Presidente do Banco,/! 
berto Policaro,mnis de l.DOO agências foram desa­ 
tivadas, outras ficarão sob observaçao, houve re­ 
manejomento de funcionários, de.missões e una nova 
Bela Vista 
'  
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I 
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j? E€de 
·. . -.- ... ,.~., ..... ~' 'i,;~ --- 
·----- :eà 
Havérã concursos de fantsin, eleição de rai­ 
nhas, princesas, bloco e mui ta animacio. 
Também as crianças terão oportunidades de se 
divertirem com a realizacio de dois matines, ta 
bém com concurso de fnntncias. 
Vista parcial do prêdio da Agenfca do Banco 
Brasil, em Bela Vista. 
estratégia de ação, dando prioridade n modern.izn­ 
cão do Banco. buscando iníormatizar os seus scn:! 
ços. 
Segundo Policaro, "O BB dnrii oportuaidnde nos 
mais jm:ens, pois ser:io eles os futuros adminfs - 
trndores do Banco, mos isto n:io quer ~izer que um 
funcionário coe e.ais de 18 anos de service, mas 
entusiasado com a sua funcão, dinâcdco, progres­ 
sista, sera demitido ou convidado a se aposentar, 
nao, nos queremos um quadro de funcionários ágeis 
e dioamicos". 
SÓ falta ao BB, depois de todas estas medidas 
que foram aplaudidas pelos que realmente querem - 
um Brasil caderno e eficiente, examinar os dêbi _ 
tos orlundos·do Plano Cruzado, débitos estes que 
se .:irrastam há 1I:U.itos e muitos an.os e estão se·nd.o 
renegociados em condiçoes desumanas e injustns,co 
mo se o Banco fosse ngiot.a. Receber sim, mas rece 
ber coe Justicn e BOM SENSO. 
do 
PrestI em! 
Publicamos 
tulo acima, a 
dre Domê.nico, 
• IGREJA, dos 
DE DEUS E A 
OS HOMENS 
semana passada, comentário com o t{ 
respeito da "transferência" do Pa - 
e falávamos que hã duas Igrejas na 
homens e a de Deus. 
MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA - 10 
Opinião e 
Debates. .

26 
DE JANEIRO DE 1.991. 
as as 'PP ""- ""t	..- 
liU RB MUNICIPAL DE BELI VISTD 
• A T o S D O p O p E R E X E CU T I V O 
Sebag 	FATORES DE GLEBA: 
Rua Coronel Camisão (inclusivg),Rua 
tião Crispin da Rêgo e Avenida Teodoro Sa 
tiva (inclusive) 	. 
II- Avenida Internacional (inclusive)h 
venida Paraguay (inclusive), Rua Cuiaba - 
(inclusive) e Rua Cornnel Carnisao. 
valor do padrão de rua: cr$ 16.965,98 (de 
zesseis nil novecentos e sessenta e cinco 
cruzeiros, e noventa e oito centavos) 
Para o trecho 04: -. Trecho compreendido 
entre os seguintes perímetros: . 
I- Rua Afonso Pena (inclusive), Aveni­ 
da Teodoro Sativ (inclusive), Rua Duque - 
de Caxias e Rua Barão do Ladário (dnclusi 
ve) 	.- ·i 
II- Rua Afonso Pena, Rua Barao do Tr un 
fo (inclusive), Rua Alaíde da Silva Cor - 
reia, Rua Alcebíades Robadilha da Cunha - 
(inclusive) 	· • . 
III- Rua Conde de Porto Alegre, Avenida 
Teodoro Sativa (inclusive), Rua Fernando 
Fernandes Leite (inclusive) e Rua Barao - 
do ladário. 
ANEXO III - DECRETO NO 002/92 
valor do padrão de Rua: Cr$ 8.122,58 (oi­ 
to mil cento e trinta e tres cruzeiros e 
cinquenta e oito centavos) 
Para o trecho 05: Trecho compeendido en - 
tre os seguintes perTmetros: 
I- Rua Afonso Pena (inclusive), Rua C~ 
ronel Dias (inclusive), Avenida Interna - 
cional (inclusive) e Avenida Teodoro Sati 
va (inclusive) 
II- Rua 12 de Junho, Avenida Paraguay - 
(inclusive) e Avenida Teodoro Sativa (in­ 
clusive) e Avenida Internacional. 
valor do.padrão de Rua: Cr$ 14.089,57 
(quatorze mil e oitenta e nove cruzeiros 
e cinquenta e sete centavos) 
Para o trecho 06: Trecho compreendido en­ 
tre os segyintes perímetros: 
I- Rua Duque de Caxias (inclusive) ,Rua 
Barão do Ladário (inclusive), até a Rua - 
Fernando Fernandes Leite e Rua Afonso Pe­ 
na (inclusive) 
valor do Padrão de Rua: Cr$ 19.968,56 (de 
zenove mil novecentos e sessenta e oito= 
cruzeiros e cinquenta e seis centavos) 
Para o trecho 07: Trecho compreendido en­ 
tre os seguintes perinetros: 
I- Rua Afonso Pena, Rua Adão Godoy da 
Silva (inclusive), Rua Catarina Centurião 
da Silva (inclusive) e Rua Barão do Triun 
fo 
II- Rua Alaíde da Silva Correia (inclu­ 
sive), Rua Barão do Triunfo (inclusive) , 
rua Euzébio Martins dos Santos (inclusive) 
e Rua Dinarte dos Santos 
III- Rua Afonso Pena, Rua Alcebíades Bo­ 
badilha da Cunha, Rua Alaíde da Silva Cor 
reia e Rua Senhorinha Lopes 	- 
IV- Rua José Lemes Rugre, Rua Senhori - 
nha Lopes, Rua Alaíde da Silva Correia e 
Rua Dinarte dos Santos (inclusive) 
Valor do Padrão de Rua: Cr$ 5.476,58 (cin 
co mil quatrocentos setenta e seus cruzei 
ros e cinquenta e oito centavos) - 
Para o trecho 08: - Trecho compreendido - 
entre os seguintes perímetros: 
02 
DECRETO N0 002/91 Gabinete do Prefei­ 
to o. o2 de Janeiro de 1991 
"Rcgulomont:o Disposições da Lei no 845/ 
89, de 1l/01/89 - Estabelecendo a planta - 
de valores imobiliários para base de calcu 
lo das transmissões imobiliárias dos imo­ 
veis situados no setor urbano e rural, in­ 
clusive na região da Colônia Agrícola de 
Dama-Cue", 
Edson Medeiros de Moracs, Prefeito Muni 
cipal de Dela Vista, no uso das atribui 
ções que lhe são conferidas e, 
- Considerando o que determina o Artigo - 
11, da•Lei Municipal no 845/89, alterada - 
pela Lei Municipal no 880/89, de 05/12/89, 
onde especifica a atualizaçao da planta de 
valores imobiliários para efeito de ITBI - 
(Imposto Sobre ~ansmissões de Bens Imôve - 
is); 	- 
- Considerando que a inflaçao acpmulada - 
dos últimos meses foi de 450,72 (quatrocen 
tos e cinquenta por cento e seténta e dois 
centésimos) 
DECRETA: DECRETO NO 002/91 
Art.lo - Fica aprovada a planta de valo­ 
res imobiliários, a vigorar durante o mes 
de janeiro de 1991, para cálculo do ITBI - 
(Imposto Sobre Tansmissoes de Bens Imoveis) 
Art.2Q - Para os imóveis localizados no 
setor rural, que apresentam caracteristi - 
cas de destinação à exploração agricola,pe 
cuária, extrativa vegetal de agro-indus - 
trial, qualquer que seja a sua area, serao 
avaliados pela pauta, expedida_em conjunto 
pela Prefeitura Municipal e Agencia Faze~­ 
dária e Tributados de acordo com a amorti­ 
zação contida no anexo IV, setors de gleba 
Art.30 - Este Decreto entra em vigor na 
data de sua publicação, revogadas as disp2 
sições em contrário. 
Gabinete do Prefeito Municipal, aos 02 
de Janeiro de 1.991. 
Edson Medeiros de Moraes - Pref. Mun. 
* Integram este Decreto, os anexos: I, II, 
III, IV, V, VI, VII e VIII 
/NEXO I - DECRETO NO 002/91 
TABELA DE CLASSIFICAÇÃO PÓR PONTOS: 
PONTOS 
100-96 
95-88 
87-76 
75-59 
58-08 
CATEGORIA 
LUXO 
ALTO 
BOM 
MÉDIO 
MODESTO 
ANEXO II - DECRETO NO 002/91 
TABELA DE VALORES DO M DE CONSTRUÇÃO: 
1 , CATEGORIA 	VALOR M
2 
Cr$ 
:, 
LUXO 	32.818,78 
ALTO 	38.752,15 
BOM 	24.713,84 
MÉDIO 	15.954,58 
MODESTO 	11.233,70 
ANEXO II - DECRETO NO 002/91 
VALOR DO PADRAO DE RUA PARA O TRECHO - 
01 TRECHO COMPREENDIDO ENTRE OS SEGUIN - 
TES PERIMETROS: 
. 
ÁREA 2 
ÁREA M- FATOR 	FATO! 
55.000 0,505 
ººº·ººº 
0,291 
60.000 0,494 ')00.000 0,299 
65.000 0,484 1.000.000 
Ou + 
70.000 0,476 
75.000 0,469 
ANEXO V - DECRETO NO 002/91 
FATOR DE PRDOLOGIA 
ESPECIFICAÇ.AO 
Normal 
Arenoso 
Rochoso 
Alagado 
1,0 
0,9 
0,8 
0,7 
FATOR 
FATOR DE TOPOGRAFIA 
ESPECIFICAÇÃO 	FATOR 
Plano 	1,0 
Aclive 	0,9 
Declive 	0,8 
Irregular 	0,7 
FATOR DE SITUAÇÃO 
ESPECIFICAÇÃO 	FATOR 
Esquina/duas frentes 1,2 
Uma frente 	1,0 
Encravado 	0,9 
Vila 	O, 8 
ANEXO VI -·DECRETO NO 002/91 
TABELA DE PONTOS POR FATORES 
ST.IUACÃO ES'IRIJTURA COBIXIl/RA YlSD 
'il isolada 5 
l t:et.il1.ca 16 l 1age 10 l llat.esp. 10 
2 tonJ ugoda 3 2 concreto 15 2 telho 8 2 taco ~ 
3 geolnnda 1 3 alvenaria 10 3 clr.:ento 3 Jodrilho/C!t> l 
4 sc;,erµ,st;i O , madeira 5 a:,.ianto 5 4 chão batido @ 
4 palha o 
1 
FORRO REV. INTERNO REV. EXTERNO 
ELEVAÇÃO 
1 1age 6 1 nat.esp. 10 l rat, esp, 10 l alvenaria 
t 
5 
2 estuque 4 2 pintura 7 2 pintura 7 2 clsta 
4 
3 cadeira 3 3 reboco 3 3 reboco 3 3 concreto 
) 
4 s/forro 0 sen o 4 seo 0 4 madeira 
- 
BA.1iElRO IST. ELÉTRICA INSI.HIDR. FOSSA - 
l interno 8 l ebut!da 7 l eobutida 7 l séptlC4 
5 
l 
2 externo 4 2 aparente 4 2 aparente 3 2 negra 
o 
3 sem 0 3 sen O 3 ser::i O 3 Inexistente 
ANEXO VII - DECRETO NO 002/91 
FlTOR DE DEPRECIAÇÃO 
---, 
1 ESTADO DE CONSERVAÇÃO 
ANOS EXCELENTE BOM REG. 
AU 
Ate 05 1 o o 95 0,90 
0,85 
De 06 ã 10 
De 11 ã 30 
de 31 em diante 
0,9 
0,8 
0,7 
, 
0,85 
0,75 
0,65 
0,80 
0,70 
0,60 
G 
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c.mo 
-,M! 
. 
I- Sebastião Crispin do Rêgo (inclusive) 
Coronel Camisão (inclusive), 12de Junho - 
(inclusive) e Avenida Teodoro Sativa (in - 
clusive) . 
II- Avenida Conde de Porto Alegre (inclu 
sive) trecho compreendido entre Barão do 
Ladário e Teodoro Sativa e Rua Fernando 
Fernandes-Leite 
III- Rua Barão do Ladário (inclusive) tre 
cho compreendido entre a Rua Duque de Ca = 
xias e Fernando Fernandes Leite. • 
IV- Rua Duque de Caxias (inclusive), Rua 
Alcebíades Bobadilha da Cunha (inclusive)­ 
trecho compreendido entre a Rua Barão do-· 
Ladário, Rua São Clemente até a Rua Viscon 
de de Taunay, e Rua Cândido Mariano. - 
Valor do Padrão de Rua: Cr$ 23.888,86 (vin 
te e tres mil oitocentos e oitenta e oito­ 
cruzeiros e oitenta e seis centavos) 
Para o trecho 02: 	. 
- Trecho compreendido entre os seguintes 
perímetros: ' 
I- Rua Duque de Caxias (inclusive) Av~ 
nida Teodoro Sativa (inclusive), Avenida - 
Conde de Porto Alegre e Rua Barão do Ladá­ 
rio 
Valor do padr5o de rua: CrS 19.501,11 (de­ 
zenove mil quinhentos e um cruzeiros e on­ 
ze centavos) 
ANEXO III - DECRETO NO 002/91 
Para o trecho 02: - Trecho compreendido en 
tre os seguintes perimetrós: 
I- Avenida Internacional (inclusive), 
ANEXO VIII - DECRETO NO 002/91 
TABE.Ll DE CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕ.!:§_ 
QUANTO A SUA CATEGORIA 
I- Rua Atanásio Gomes de Mello, Rua Ba -- 
rao do Ladário (inclusive), Rua Sem Deno- 
CATEGORIA NO DE PONTOS VALOR PüR .!!:.- 
minação (inclusive) e Rua Rio Grande do Luxo 96 - 100 32.818,98 
Sul 	Alto 88 - 95 28.752,15 
II- Avenida Senador Pinheiro ( inclusive) Bom 16 - 87 24.712,84 
Rua Coronel Dias, saída para Ponta Porã - Médio 59 - 75 15.954,58 
(inclusive) , Rua Sem Denominação e Aveni- Modesto 08 - 58 11.233,70 
da Teodoro Sativa (inclusive) -- 
III- Rua Fernando Fernandes Leite, Aveni" -- 
da Teodoro Sativa, Rua Sem Denominação a 	EXPEDIENTE 
a a 
Rua Barão do Ladário. 	JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Valor do padrão de Rua: CrS 6.19'4,70 (se- 
Fundado en 20/02/1972-Fundador IVALDO PEREIRA 
is mil cento e noventa e quatro cruzeirqs 
DIRETORA ADMINISTRATIVA: M±rLa Estela Velasque± Pereira 
DIRETOR-REDATOR-CHEFE: 1vaIdo Pereira 
e setenta centavos) 	CERENIE: Cllson Sllva Santos 
ANEXO IV - DECRETO NO 002/91 
REPORTAGENS: UaIdLno Rodrigues 	. d 
srtcus: »te. riu9, ;_pê<a Ma±t+. -rEpç"çf. 
FATORES DE GLEBA: 
Capo Grande, Bras!lia, Sao Paulo e Rio de cara 
SUCURSAIS: Antonlo João, Jardim, Bonito, Porto Martinho, 
col e MaracaJu. 
SUClJRSAL EN CAMPO GRANDE: Rua 26 de Agosto ng2.179 
AREA M
2 
FATOR AREA M
2 
FATOR 
FONE: (067) 3844-6977, 
16.000 0,798 80.000 0,461 
pcIo ,xxrs r Pau cfr1o: Ga_per!e?", 
16.000 0,684 85.000 0.454 TrtBunada Fronteira, 5 - cai&Posta1-23-Pne:(o&7))? 
18.000 0.663 90.000 0,449 
20.000 0.646 95.000 0,444 l'ROPIU.EllADE DA REDE BELAVISTENSE DE JDR!IAJS LIDA. 
22.000 0,633 100.00Q 0,436 
ax:.KF l.S.51J.20l/0001.SCJ.c 
24.000 0,617 120.000 0,419 
IliSCRJÇÃO ES:rADUAL: 28.219.000J-J 
26.000 0,606 140.000 0,404 
FILlADO Ã AllJ0RI (HS) E ABP.A.I0RI 
28.000 0,595 160.000 0,392 
Representante para todo o territGrto nsctoa; IÍBIL I 30.000 0,585 180.000 0,381 
32.000 0,576 200.000 0,372 
DE CDHIJl(JCAÇÃO ._ Ru.:i 07 de Abril 282 - SI! And4r. 
34.000 0,560 250.000 0,355 
FONE: (011) 255-2579 e 255-3499. • 
38.000 0,552 300.000 0,342 
40.000 0,545 7.50.000 0,331 
ASSUliltlRA TKDll!SIJIAL : Cr$ 2.000,00 
42.000 0,540 400,000 0,322 ' 
--::::::: 44.000 0,522 450.000 0,315 1 
46.000 0,527 500.000 0,310 	Ro; 
1 
I
LBIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA 48.000 0,521 600.000 0,302 
caso,92 50.000 0,517 700.0QO 0,296 TEIRA - PREÇO DO EXEMPLAR _ -::..-- 
/

t 
3 
GOVERNO DO ESTADO: PRESTAÇÃO DE CONTAS (li) 
Governo apóia população carente 
O resgate da dignidade humana foi uma das preocupações essenciais do Governo de 
Marcelo Miranda. Ações concretas nas áreas de habitação, assistência jurfdica gratuita, 
reforma agrária, formação de lideranças e apoio direto ao movimento comunitário, deram 
contribuição sígndicariva para a melhoria das condições de vida da população mais 
carente. 
Um dos mais gravas problemas do 
mundo 'moderno é o drama soçlal. É 
lmposs/vel resgatar a dignidade da 
• pessoa humana sem contribuir para 
sua eletiva integração na sociedade. 
Por Isso, o Governo Marcelo Miranda 
, desenvolveu ações em várias frontes 
com vistas à melhoria das condições 
. do vida da população mais carente. 
Iniciativa inédita foi a criação da Universidade do Traba­ 
lho (Unir), com o ob/otlvo de realizar à formação de lideran­ 
ças sindicais o comunitárias. A geração do empregos con­ 
tou com o trabalho de Intermediação do SINE, que viabilizou 
a colocação de 18.650 trabalhadores. Nessa área, foram 
criadas 167 unidades de produção em 43 municípios, 
sendo que os 72 munlclpios receberam apolo financeiro 
para a formação e reciclagem profissional. 
Para evitar ó êxodo rural e a consequente marglnalídade 
urbana, ênfase especial foi dada ao projeto de Reforma 
Agrária. Metade dos assentamentos existentes no Estado foi 
Implantada na administração Marcelo Miranda. Hoje, 5.123 
famllias vivem o trabalham em 24 assentementos rurais, 
num total de 150 mil hectares, contando com o decidido 
apolo do Governo do Estado, em conjunto com o INCRA. 
• A assistência Jurldlca gratuita é um direito conquistado 
na nova Constituição que o Governo de Mato Grosso do Sul 
Já vinha colocando em prática em nosso Estado. Na gestão 
Marcelo Miranda, foram atendidas 269 mi/ pessoas, com 53 
mil ações ajuizadas. A institucionalização da defensoria pó­ 
blica completou-se com a lmplantaçao da Procuradoria Ge­ 
ral da Defensoria Pública, através da Lei 1.035, de 28.02.90. 
'Com a crescente urbanização, a falta do habitação po­ 
pular converteu-se num dos grandes dramas sociais mo­ 
dernos. Infelizmente, em função dos cortes de financia­ 
mentos da Caixa Econômica Federal, não foi passivei. 
completar rodo o programa habitacional proposto. Mesmo 
assim, foi desenvolvido um amplo trabalho nessa área: 
8.000 unidades habitacionais toram construidas na adminis­ 
tração Marcelo Miranda (COHAB, Previsul e convênios 
SEAC/municfp/os). 
" "/ 
' :i 
% 
h' 
J 
O Governo estadual construiu quase 8 mil casas popula­ 
res e roal/zou obras de intra-estrutura em conjuntos ha­ 
bitacionais prontos que receberam escolas, postos de 
saúde, praças urbanizadas, play-grounds e centros co­ 
munitários. A foto mostra o Aerorancho, construido em 
Campo Grande com 2.735 residências. 
HABITAÇÃO: QUASE 8 MIL CASAS 
PARA A POPULAÇAO DE MS 
ConstruçAo do Conjunlós Habitacionais 
- Executados. 	• 
• Aquldauana (Con/. Hab. Aquidauana) 
• Batalportl (Conj. Hab. Nova Era) 
• Braslltlndia (Conj. Hab. Tia Neuza) 
• Campo Grande (Con/. Hab. Aero Rancho) 
• Corumbá (Conj. Hab. Camalotes) 
• Corumbá (éon/. Hab. Vitória Régia) 
• Dourados (Con/. Hab. lzldoro Pedroso) 
• lvinhema (Conj. Hab. Ferminio Avos de Souza) 
• Jardim (Con/. Hab. F!aralso) 
• Jardim (Conj. Hab. Mutlrtlo;--, - 
• Navira/ (Conj. Hab. Boa Vista) 
• Pedro Gomes (Conj. Hab. Radiante) 
• Rio Brilhante (Conj. Hab. Entre Rios) 
• ,Rio Brilhante (Con/. Hab. MutlrfJo) 
• Rio Verde de MT (Conj. Hab. Rio Verde de MT) 
• Rio Verde de MT (Conj. Hab. Mutirão) 
• Sdo Gabriel D'Oeste (Conj. Hab. /d. Alvorada) 
• Sonora (Conj. Hab. Correntes) 
• Sonora (Conj. Hab. Mutlrtlo) 
• Três Lagoas (Con/. Hab. Vila Piloto) 
• Tres Lagoas (Cor]. Hab, Mutirão) 
- Em ExecuçfJo: 
• Amamnbai (Con]. Hab. Caiuás) 
• Dourados (Conj. Hab. Terra Roxa) 
• Fdtlmà do Sul (Conj. Hab. Favo 'de Mel) 
• Paranalba (Con]. Hab. Ip0 Branco) - 
• Sidroldndia (Conj. Hab. Carandazal) 
- Unidades Habitacionais construidas para 
o funcionalismo (Previsul) 
A humanização do crescimento preocupou o governador Marce­ 
lo Miranda nesres quatro anos, provocando a execuçllo de uma 
série de investimentos que garantiram ao segmento mais caren­ 
te da populaç8o importantes benef/clos. O Governo encarou o 
drama social com responsabilidade, manrendo a mfio estendida 
aos Sul-mato-grossenses mais necessitados. 
5.332 unidades 
120 
70 
78 
2.735 
84 
158 
742 
100 
93 
55 
150 
.68 
80 
62 
39 
87 
109 
100 
62 
247 
93 
651 
'106 
268 
B62 
115 
100 
797 
COMUNIDADES TÊM 
APOIO PERMANENTE 
As açôes vinculadas ô 
ass/st(mcla comunitária da 
Secretaria de Justlça, Trabalho 
e Açllo Social silo variadas e 
permanentes, tais como: 
• Apolo Técnico e Financeiro a 
485 organizações comunitárias 
- regu/arlzaçfio Jur/dlca e 
Institucional; 
• /polo l.oglstico ôs atividades 
promocionais das organizações 
comunitárias _ (100 
organizações); 
• Unidades de produçllo _ 
apolo a entidades comunirárlas, 
visando a geraçtlo de emprego 
e renda, implantando e 
suplementando em 43 
mun/clplos 167 unidades tais 
como: Lavanderia, Fábrica de 
Sabtlo, Produçtlo de Biscoito, 
Ptlo Caseiro, Doces Caseiros, 
Produção de Fub4, Contecçdo 
0o colchoado, Fatuhera, 
Costura e Tricô, Produçao de 
Mel, Produçdo de Aves, 
• Implantação e implementaçá3 
de Núcleo de Protuçao e 
prestação de serviço nos 
Centros de Promoç/Jo Sllc: o 
Trabalhista de: Aquidauam3, 
Ponta PortJ, Campo Crando o 
TrAs Lagoas, 
• Implantação e mmp/emertaçd 
de nove min-usina de ie 'e de 
soja em Antort10 Jo,,o (I J. 
Eldorado (1), Aqudeana 1), 
ltaquiral (1), Campo Grnds (2), 
Paranalba (1), Dourados (1) 0 
Ponta Por (1); 
• Aquislçllo de eqwpamento:; 
comunitários para Associaçóes 
de Moradores e Clube ,:e MJcs 
- atingindo 25 000 pescas em 
30 municlplos. 
REFORMA AGRARIA: 5 MIL FAMÍUAS 
PRODUZEM AUMENTOS 
- Mutirões hab. (SEAC/SASCIPrel.) 
778 
- Unidadas isoladas (FICAM) 
272 
UNIVERSIDADE.DO TRABALHO 
FORMA LIDERANÇAS SINDICAIS 
Projeto de Assant,,mento 	Nº Dí: 
lmplantados no atual Govaro Area Familia; 
_ Marcos Freire (Dois lrmtJos do Buril/) 5.420 185 
_ Mato Grande (Corumbá) 	f.352 47 
_ Campo Verde (T erenos) 	2.000 60. 
_ 11/J (Bela Vista) 	1.500 45 
_ Casa Verde (Nova Andradina) 31.847 464 
• 
_ Monjolinho (Anastácio) 	9.405 350 
_ Pedreira (Ribas do Rio Pardo) 	80 09 
_ Taquaral (Corumbá) 	10.059 405 
_ lndaia (ltaqulrol) 	7.340 570 
- Captlo Boniro (SldrolAndia) 	2.705 103 
TOTAL 	71.348 2.239 
Na area do trabalho, a 
criação da Universidade do 
Trabalho (Unit) é um dos 
momentos mais importantes, 
pois ao promover cursos, 
palestras e seminários ao . 
educação sindical e 
comunitária, dá importância e 
maior dimensão a 
necessidade de participação 
das lideranças na vida da 
comunidade municipal e 
estadual. 
Ao lado da Unit, a 
Secretaria de Justiça, Trabalho 
e Açtlo Sacia( reali,ou outros 
ações como: 
• Palestras e reuniões em 
bairro, visando descenrralizar 
as ações do Trabalho - 3.000 
traba(hadores/ano. • Cadastramento e promoçtJo 
• Curso de Sindicalismo, de cursos de capacitaçilo para 
Contabilidade e Administroçllc os trabalhadores autónomos • . 
de Sindicatos. 35 sindicatos T20Q0 cadastro e curso 
cm 08 municípios. atingindo 1.500 trabalhadores. 1. TOTAL GERAL 
• Ações de Educaçao em • Apoio às Colônias de 
higiene e segurança do pescadores - 05 colônias em 	• • 
rrabalho -8.600 pessoas. Aquldauana e Anastácio, º"º !.(Ofi'"iot.srr • 11. ..._ ,-=r__ · • 
• Pericia técnicas., visando côrimã. coxim, Mirandae d ili{{l{//{t &iWH; ,= 
diagnosticar e reduzir a Trs Lagoas. 	-. 	' 	iy2 
incidéncla de acidentes de • Apolo ao menor trabalhador - 	r,:,;:: • 
trabalho e doenças 280 menores/ano de 08 a 14 
ocupacionais - 40o empresas @nos em Campo Grande. 
atingindo em média 12.500 
trabalhadores 
• Assistência 
Juridico-rrobalhista - 25 
sindicatos. 12 federações e 
5.200 pessoas atendidas. 
• Curso sobre Negocíaçllo 
Coletiva de Trabalho - 38 
patticipantes. 
• Visitas Técnicas e 
fiscalizações, visando diminuir 
- aincidência de acidentes de 
trabalho e doenças 
ocupacionais • 1 r ocorrências. 
• Universidade do Trabalhador 
(Uni) - Criação da Unit, 
promovendo cursos, palestras 
e seminários de educaçllo 
sindical e comunitária 
CRECHES ATENDEM 
MILHARES DE MENORES 
A Secretaria de Justiça, 
Trabalho e Aço Social atendeu 
milhares de menores em 
creches na Capital e no interior 
do Estado, diretamente ou 
através do apoio as entidades 
mantenedoras, beneficiando as 
faml/ias carentes e permitindo a 
tranquilidade necessária às 
moes que trabalham com 
relaçllo ao cuidado dispensado 
os filhos. 
No atual Governo, a 
Secretaria cuidou de reformar e 
amplíar as ceches existentes, 
sobretudo em Campo Grande, 
onde 15 prédios foram 
melhorados e uma crçche foi 
construida em Rio verde. . 
Paralelamente a estas ações 
diretas, convênios para 
imptementaçfio de creches sáo 
firmados periodicamente com 
sssociaçôcs comunirlltias e 
entidades assistenciais. 
_ 's ia' 
M 
Projetos de Assentamento em fmplonto<;áo 
_ São Manoel (Anastácio) 	3898 157 
- Suma era (Bodoquena) 	4993 130 
TOTAL 	8.891 287 
Assentamentos existentes, assistidos pelo Governo do Estado 
- Tamerineiro (Corumbá) 	3.797 144 
- Urucum (Corumbá) 	t .978 87 
- Guaicurus (Bonito) 	2.800 131 
_Nioaque (Nioaque) 	11.061 374 
_ Padroeira do Brasil (Nioeque) 2.500 192 
- Boa Esperança (Nioaque) 	t.352 90 
-Retirada da Laguna (Gula Lopes) 2288 92 
_ Cana4 (Bodoquena) 	4360 235 
_ SAo José do Jatob4 (Paranhos) 2605 133 
- Nova Esperança (Jatel) 	2.820 11 t 
-Sucuriu (Chapadão do Sul) 16.085 238 
-Novo Horizonte (Mnhema) 	18.468 no 
TOTAL 	70.114 
150.353 
2.597 
5.123 
t 
t 
t t.# 
-·2", 
A reforma agr.. 	stado: mais le 5 
mil familias têm terra para produzir alimentos. Para que 
Isso fosse possível, além da decisão política de fixar 
0 
homem ao campo, centenas de milhões foram Investi­ 
dos em ações de asslstêncla técnica, apolo às comun]. 
dades assentadas e Implantação de Infra-estrutura so- 
. ela/. • 
Governo do Estado de 
Md @o d4.@.A

GOVERNO DE MS: PRESTAÇÃO DE CONTAS (/) --- 
arantida egurança d 
Para cumprir uma das metas mais importantes do Governo -a garantia de segurança aos 
cidadãos - o Governo Marcelo Miranda construiu 64 unidades de segurança. treinou 3.300 
agentes, aumentou o efetivo da PM em mais de 3 mil homens e elevou os salários dos 
policiais, corrigindo uma injustiça histórica. 
e 
chi' 
pa 
A garantia de Sogurança Pública ó 
um dos deveres fundamentais do 
Estado e foi um dos compromissos 
mais Importantes da administração 
Marcelo Miranda. Para resgatar es­ 
se compromisso, o Governo inves­ 
tiu no equipamento, treiname·nto e 
valorização das Polfclas Militar e 
Civil, visando dotá-las de uma es­ 
trutura moderna e eficiente. 
No equipamento da Segurança, destaca-se a cons­ 
trução de uma unidade de segurança moderna, dotada 
de delegacia e mini-presidio, em quase todos os mu­ 
nlclp/os do Estado. Nestes quatro anos, foram cons­ 
truidas 64 unidades de segurança. Além disso, foram 
adquiridas 227 viaturas. Também foram informatizados 
os serviços fundamentais da Secretaria de Segurança. 
Para o treinamento da Policia Civil, foi ampliada e 
equipada a Academia de Policia, onde foram treinados 
1.336 policiais. Na Policia Militar, foram treinados pelo 
CEFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de 
Praças) mais 2.000 policiais. Além disso, foi autorizada 
a ampliação dos efetivos da PM de 4.000 para 7.500. 
A valorização dos profissionais da Segurança Pú­ 
blica foi buscada através de dois mecanismos funda­ 
mentais: a elaboração dos Estatutos das Polfcias Civil e 
Militar e a adoção de uma polltica salarial que, além de 
resgatar uma defasagem histórica de dez anos, equipa­ 
rou seus salários aos dos Estados que melhor remune­ 
ram no Pais. 
Na área da Justiça, foram criados os Conselhos Es­ 
taduais de Entorpecentes, dos Direitos Humanos, dos 
Direitos da Mulher. dos' Direitos do lndio. 'de Policia 
Criminal e Penitenciária: foi implantado o Arquivo Pü. 
blico Estadual: foi construida a Penitenciária de Segu­ 
rança Máxima em Campo Grande, reformada e amplia­ 
da.ª Penitenciária de Corumbá e encontra-se em fase 
adiantada de construção a Penitenciária de Dourados. 
JS 
Ourante a sua administração o governador Marcelo 
Miranda visitou mais de 30 municfpios inaugurando 
algumas das 64 unidades de segurança erguidas em 
todo o Estado. Este foi apenas um dos passos no 
esforço de modernização da segurança pública. 
O govemador autorizou o aumento do efetivo da Poli­ 
cia Militar de 4 mil para 7 mil e 500 soldados, aten­ 
dendo as necessidades de policiamento preventivo 
impostas pelo crescimento do Estado. 
As policias_ ganherom 227 viaturas que foram coloca­ 
das a serviço da população. Os serviços fundamen­ 
tais da Segurança Pública foram informatizados, ga­ 
nhando mais agilidade no atendimento ao cidadão. 
• 34 UNIDADES DE SEGURANÇA PÚBLICA 
DO TIPO "C" 
Agua Clara 
Anastácio 
Anaurilándia 
Bataguassu 
Bodoquena 
Brasi/ãndia 
Camapuá 
Caracol 
Chapadão do Sul 
Corguinho 
Cassilãndia 
Coronel Sapucaia • 
Douradina 
Glória de Dourados 
Guia Lopes da Laguna 
lguatemi 
Inocência • 
INFORMATICA E 
MICROFILMAGEM 
Para ganhar maior agilidade 
nas ações de combate ao crime 
prganizado, a Secretaria de 
!Segurança Pública esrá 
terminando a implantação do 
Sistema de Cadastro Criminal e 
pf P.luando a microfilmagem de 
documentos, o que permite 
~
ma consulta mais rápida e 
recisa. Associa-se este • 
sforço de atualização, o 
~
onvênio firmado com'o 
eparamento de Policia 
ederal para acesso ao banco 
e dados do Instituto Nacional 
e ldentdicaçao, o que-permite 
avenguar se uma pessoa tem 
crimes ou é procurada pela 
Justiça em outros Estados. 
--,---------------__; 
ltaporã 
ltaquiral 
Jaraguari 
Jatel 
Maracajú 
Miranda 
Nioaque 
Pedro Gomes 
Porto Murtinho 
Ribas do Rio Pardo 
Rio Negro 
Rochedo 
Se/viria 
Tacuru 
Taquarussu 
Terenos 
Vicentina 
DETRAN 
INFORMATIZA SERVIÇOS 
Em sua nova sede, na-saída 
oara Rochedo, o Departamento 
Estadual de Trónsito (De/fan) 
informatizou o atendimento ao 
usuário, ganhando maior 
rapidez no atendimento após o 
uso de computadores. Entre 
1987 e 1990, o Departamento 
realizou exames teóricos e de 
regras de clrculaç/lo em 12.442 
candidatos IJ conduçtio de 
veículos automotores, 
adquirindo 43 novas viaturas 
para o atendimento da Capital e 
do interior. O órgtJo estadual 
fiscaliza 37 auto-escolas e tem 
se preocupado com o 
desenvolvimento de campanhas 
educativas com vistas a reduzir 
o número de acidentes de 
tt.1nsito. 
Nesse tarefa de 
conscienlizar o condutor de que 
e falha humana é a maior causa 
de acidemes de I11lnsito, o 
Detran tem se dirigido 
especialmente aos estudantes, 
atingindo o grande púbhco por 
Intermédio de blirz educativas e 
campanhas de orientaçt.o, 
, divulgadas pelos velculos de 
comunicaç/lo. 
,,,,,, 
ao 
13 UNIDADES DE 
SEGURANÇA PÚBLICA MISTA 
·I! 
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Reg 
:.:tes S 
- 20 Sgt 
• 20 Sgt 
- 20 Sgt 
- 20 sgt 
Amambai 
. Aparecida do Taboado 
Bela Vista 
Caarapó 
Coxim 
Fátima do Sul 
lvinhema 
Mundo Novo 
Nova Andradina 
Rio Brilhante 
Rio Verde de Mato Grosso 
São Gabriel D'Oeste 
Sidro/ãndia 
03 UNIDADES DE SEGURANÇA PÚBLICA 
DO TIPO "" 
Aquidauana Ponta Porã 
Jardim 
DELEGACIAS (4 UNIDADES) 
Nova América 
Paranhos 
Pedro Gomes 
São Pedro (Inocência) 
Corumbá 
Paranalba 
04 UNIDADES DE SEGURANÇA PÚBLICA 
DO TIPO "A" 
Dourados 
Três Lagoâs 
06 UNIDADES PARA A 
POUCIA FLORESTAL 
Jardim 	Porto Murinho 
Lampião Aceso (Corumbá) Ilha do Alegre (Corumbá) 
Miranda 	Rio Negro 
227 NOVOS VEÍCULOS 
Dentro da politica de 
reaparelhamento e equipamento 
dos organismos responsáveis 
pela Segurança do cidadt!o 
Sul-mato-grossense, durante a 
administraç/lo Marcelo Miranda 
foram incorporados à frota da 
Segurança Públtca 227 velculos 
de diversos modelos, 19 
motocicletas, 28 barcos e 
lanchas 
POLICIAL TREINADO 
E VALORIZADO 
Ao lodo do aparelhamento e 
da criação do condições tisicas 
de trabalha, com a construçllo 
de unidade Jo segurança, 
compra de novas viaturas e 
,nformat,zaç(Jo da Secretaria do 
Segurança Pública, o Governo 
Estadual aperfeiçoa a formação 
do pessoal para atuar na 
segurança do cidadáo o do 
patrrmônlo. 
. A Academia de Policia 
treinou 1 336 policiais civis, 
enquanto a Policia Mílltar 
lornecíe instruç/10 espec/alizsda 
pare 2.000 soldados no Centro 
do FormaçtJo o 
Aperfeiçoamento de Praças. O 
governador Marcelo Miranda 
autorizou o aumento do eletivo 
da Pollcia Militar de 4.000 para 
7.500 homens, como melo da 
assegurar ao cidadt!o que 
trabalha e ajuda a construir o 
Estado, a tranquilidade que 
sua familia tem direito. 
A valorizaç/10 dos agentes 
de Policia Civil e Mi/iler velo 
através dos Estatutos que, 
dentre outros benef/clos, 
equiparam o salário dos 
membros da Segurança Pública 
de Mato Grosso do Sul aos 
Estados que melhor pagam no 
Pais. Foi um esforço murto 
grande que reparou uma 
injustiça histórica praticada há 
ma,s de 10 anos. 
COMPLEXO PENAL 
MODERNO 
No Governo de Marcelo 
Miranda toi terminada a 
Penitenciaria de Segurança 
Máxima de Campo Grande, 
reformado e ampliado o 
estabelecimento penal de 
Corumbá, prosseguem as 
obras da Penitenciária de 
Segurança Mxuma de 
Dourados. É o compromisso da • 
modernização chegando ao 
setor penal, pondo fim a 
presidias sub-humanos e 
inseguros. Nas penitenciárias, o 
encarcerado Iem opções • 
variadas de desenvolver uma 
atividade produtiva que o ajuda 
a sustentar a Iam/lia e contnbul 
para sua recuperaç/lo e rápida 
remtewaçf:lo à sociedade. 
O Departamento do Sistema 
Penitencil'mo atende aos 
presidiários nas áreas médica. 
psicológica, social e 
odontológica A implantação e 
implementação de 05 Egamis 
(Estabelecimentos de Guarda e 
Assistência ao Menor /nfralOr) 
vem sendo coordenada pelo 
DSP. 
· !d 
.NA 
d~,"4na de segurança M@ia de carmo 
sentido a"""} "os exemplos áa ação do Govemo no 
ração na1"1,,$59, encarcerado condições de reine 
que garante a p, ª na sociedade, ao mesmo tempo 
ttê@E@Nê ao&et 
t

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 	BEL/ VISTA - MATO GROSSO DO SUL 26 DE JANEIRO DE 1.991. PÁGINA- 03 
Aconte.ceu na Caserna 
SOLENIDADE DE INCORPORAÇÃO 
o Comandante do 100 Regimento de Cavala 
ria Mecanizado - Regimento Antonio João, - 
convida a população belavistense, para as­ 
sistirem a solenidade de incorporação dos 
novos recrutas a ser realizada no dia 04 
de Fevereiro de 1991, às 09:00 horas no Pá 
tio de Formaturas do Regimento. 
COMPARECIMENTO DOS INATIVOS E PENSIONISTAS 
NO 100 RC MEC 
O Comando do 10 Regimento de Cavalaria 
,;i Mecanizado solicita o comparecimento', no - 
setor de Pagamento do Pessoal, dos Inati - 
vos e Pensionistas a fim de tratar de As-' 
sunto de interesse próprio. 
BOAS VINDAS AOS NOVOS OFICIAIS 
O Regimento Antonio João recebeu mais - 
05 (cinco) Oficiais para completar o seu 
efetivo. 
- Cap Marco Antonio Fantini Silva; 
- Ten Marco Antonio Ramos; 
.,j - Ten Diunei Loecádio Gonçalves; 
- Asp Of Samuel Maia do Nascimento; 
- As Of Olmiro Fernandes Roppa. 
Aos novos integrantes do Regimento Anto 
• nio João desejamos uma feliz permanência - 
em nossa cidade .. 
BOAS VINDAS AOS NOVOS SARGENTOS 
• O Regimento Antonio João recebeu os se­ 
guintes Sargentos para completar o seu efe 
tivo. 
- 20 Sgt Josê Maria Parron; 
- 20 Sgt Anilton José Faria; 
- 20 Sgt Carlos Gari Rodrigues Gomes; 
- 20 Sgt Sérgio Maia da Silva, 
filial de Proclamas 
A sra Janilde Rosa dos Santos, Oficia - 
ia do Cartório de Registro Civil da Cir - 
cunscrição de Bela Vista-MS., faz saber - 
que pretendem se casar e apresentaram os 
documentos exigidos pelo Artigo rso do có­ 
digo Civil Brasileiro: 
1 - JACINTO ESCOBAR e M1.RCI1NA FERREIRA 
~ brasileiros, ambos residentes nesta cida - 
lde, ele, agricultor, filho de Izidoro Esco 
bar e Dorotea Galiano, ela, lides do lar , 
filha de dona Catarina Ferreira. 
- 29 Sgt Luiz H. Rodrigues de Almeida; 
- 20 Sgt Marco Antonio Carneiro Duarte; 
- 30 Sgt Marcos de Moraes Feitosa; 
- 30 Sgt Claúdio Monção Adolpho; 
- 30 Sgt José Leandro Tatsch; 
- 30 Sgt 7frãnio Richter; 
- )O Sgt José Carlos de Oliveira; 
- 39 Sgt .Clóvis Franco de Oliveira Filho; 
- •30 Sgt Ary Ribas Fraga; 
- 3 Sgt Mauro dos Reis Martins; - 
- 30 Sgt João Alberto Machado dos Santos; 
-- 39 Sgt almirCeleto Lima Marques. 
Aos novos integrantes do sesquicentená 
rio Regimento AntonJ.o João desejamos uma 
feliz permanência em Bela Vista. 
PROMOÇÃO A GRADUAÇÃO DE 30 SARGENTO TEMPO­ 
RÃ.RIO 
Foi promovido à graduação de 39 Sargen 
to Temporário, o seguinte Militar: 
- Sd Eder Salina Moraes 
Ao novo Sargento os cumprimentos dos - 
integrantes do Regimento Antonio João, de 
sejando-lhe felicidade na nova graduação~ 
ANIVERSARIARAM 
20/01 - Sr Sebastiana (esp. do Sgt. Fer­ 
nando) 
20/01 - Sgt Ojeda 
21/01 - Srõ Rosália (esp.do Cap. Marcos) 
22/01 - Sra Maria da Penha (esp. do Sgt 
Lourenço) 
25/01 - Sgt Juarez 
EXÉRCITO BRASILEIRO - SEGURANAÇA E INTEG. 
GRÊMIO DOS SUTENENTES E SARGENTOS PEDRO 
HUPINO 
2 - WAGNER LUIZ PENHA e MARISETE APARE­ 
gDl LEITE LINO, brasileiros, ambos resi - 
dentes nesta cidade, ele, profissional au­ 
tônomo, filho de Sillas Penha e Emidia Lo­ 
Pes Penha, ela, recepcionista, filha de Lu 
1z Lino e Noelida Ferreira Leite Lino. 
3 - EVERALDO CANO FERREIRA e Ml.RILEY 
SUEVAS, brasileiros, ambos residentes nes­ 
Eaeiãade, ele, agricultor, filho de Isra­ 
el Romeiro Ferreira e Erci Cano Ferreira, 
ela, balconista, filha de Genaro Cuevas e 
Adelaide Moraes Cuevas. 
4 - HERMES CORONEL e VICENTA DE SOUZA, 
brasileiros, ambos residentes nesta cida - 
de, ele, campeiro, filho de Justo Coronel­ 
e Anuncia Freitas, ela lides do lar, filha 
de Claudino de Souza e Estanislada de Sou­ 
za. 
Carnaval 
10) A - Blocos para o Carnaval eleve - 
rao inscrever-se com 72 horas de antece­ 
dência. 
B - Discriminar nominalmente os 
nomes dos integrantes. 
C- Depois de inscritos não have­ 
rá subotituiçõcs. 
D - Só concorrerão aos prêmios os 
blocos que participarem durante as 05 - 
(cinco) noites, se por ventura faltar 1 
(uma) noite estará automaticamente des - 
classificado. 
20) A- Para concurso de fantasias,tan 
to luxo, como originalidade, nó concorre 
rão às que comparecerem fantasiadas a ca 
ráter às 05 noites, se faltar 1 noite es 
tará .autaratícamente desclassificada. 
B - InscriçÕe:; com 72 horas de an 
tecedência. 
30) O melhor folião e foliã dos 05 - 
bailes carnavalescos serão escolhidos - 
por uma comissão de 05 pessoas. 
40) O melhor casal folião será asco - 
lhido por uma comiasão de 05 pessoas. 
50) Matinê infantil haverá escolha do 
melhor bloco e melhor fantasia das duas 
matinês, se faltar 01 matinê estará auto 
maticamente desclassificado. 
60) Inscrição com 72 horas de antece­ 
dência. 
PREÇO PlR.l O ClRNlVlL 
05 noites 
05 noites 
Mesas por 
Mesas por 
Se alguém souber de algum impedimento 
que oponha-se na forma da lei. 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, a Oficiala 
Bela Vista-MS., 26 de Janeiro de 1991 
Claudius Vinicius de Castro Almeida Rodri 
jues - Cap Cav 
Relações Públicas/ 100 RC .MEC 
ASSEMBLÉIA GERAL 
ONARIA 
Convocação 
A diretoria da Sociedade Aerodesportiva 
Marechal do Ar Alberto Santos Dumont, CON­ 
VOCA todos os Sócios Fundadores, para uma 
Assembléia Geral Ordinária, que se reali - 
zará às 19:00 horas do dia 30/01/91, nas 
depepdências do Clube Paroquial de Santo - 
Afonso,· para deliberarem a matéria abaixo- 
declarada na ordem do dia • 
ORDEM DO DIA: Eleição da nova Diretoria 
para o exercicio de 91/93. 
Bela Vista-MS., 17 de Janeiro de 1991. 
DIOMEDES SANDIM DE ÃVILA 
Dir. Pres. da SlMMSD. 
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OS MELHORES PREÇOS, QUALIDAD!, E ATENDI- 
MENTO RÃPIDO. • 
ATENDE.MOS TODOS OS MUNICIPIOS DA REGIÃO 
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lv. Barão do Ladário 
NO 2.134 
Bela Vista-MS 
ntlira

,JOH!!i.L 
·mrnuNA DA FRONTEIRA 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
2 DE JAEIRO DE 1991 
- p,'iGU,'i - 04 
- 
' 
A Imprensa nacional 
notificou as medidas to 
madas pela Direção do - 
Bnnco do Brasil pnra en 
xugar n máquina, agili= 
za-la e dar os primei - 
ros passos para a moder 
nizacio do BB. Tudo de 
D8BITOS PENDENTES, débi­ 
tos que se arrastam. há 
muitos e muitos anos. 
Há di•ersas· irregula­ 
ridades nestes emprésti - 
mos, uns "políticos", ou 
tros, feitos por empre - 
sas que acreditaram nos 
PLANOS do Governo e da acordo com a nova menta 
. 1 idade que o Governo - noite paro o dia se ,·i - 
Collor quer der ao nos- rom em condições difíce­ 
so Pa!s, austeridade, e is. Se o Banco do Brasil 
ficiGncia e modernida - quer realmente AUSTERIDA 
de, 	DE, EFICil?:NCIA e COHPE - 
Nunca se falou tanto Tl?:NCIA, está na hora de 
cm r.odernidade. REVER alguns destes débt 
No programa de 11 tos, sobretudo os erigi- 
pontos do presidente do nodos no PLANO CRUZADO, 
BB Alberto Policaro contraido por pequenas - 
consta o recebimento de e médias empresas e pro- 
MA MMSI 
EUS DÉB 
dutores rurais. ga o sangue que os impe- 
Receber, e receber in dem de produzir, traba - 
tegrolmente, daqueles lhar e gerar mais empre- 
que se utilizaram do gos. 
dinheiro fácil do BB pa- Acreditamos que tal 
ro aumentarem suas fortu atitude ,·ai de encontro­ 
nos, e negociar de manei ~os no,·os tempos preconi 
ra JUSTA, se PREEES, co zados por Alberto Polica 
aqueles que ATf UOJE pa- ro. 
gom pelos erros e incom- Se o Presidente do 
petências de outros. Banco do Brasil quer agi 
Que a direção do BB lizar o banco, transfor­ 
faça· um le,·antamento - má-lo numa empresa lucr!!_ 
destes débitos e receba~ tiva, eficiente, é prec_! 
os de uma só vez daque - so lembrar que os clien­ 
les que possam, AINDA tes terão participacão !!_ 
vender algum bem,' algu - tiva neste processo. 
ma propriedade, e livra- 
rem desta corda sufocan- PREÇO DO EXEMPLAR: 50,00 
te deste vampiro que su- 
Modernizar sem Destruir 
1UEico FEIA TO TVRIDO 
O movimento sin­ 
dical conclama toda­ 
a sociedade para a 
defesa dos bancos o- 
g ficiais, dentro do 
• objetivo maior de fa 
zer com queo sistema 
bancário racional - 
cumpra a furão de a 
lavancar a '-a'tividade 
produtiva e não ape­ 
n1as a especulação fi 
nceira. Apesar da 
2essa de campanha 
do presidente Fernan 
do Collor de fazer= 
os bancos retomarem­ 
sua funções de apoio 
à produção, e mesmo­ 
depois do bloqueio - 
dos cruzados novos , 
a ciranda financeira 
continua a fazer· da. 
minoria detentora do 
capital e, em especi 
al, do sistema bancá 
rio. 
Enquanto os lu 
cros especulativos - 
da rede bancãria pri 
vada permanecem intõ 
cáveis, o governo fe 
deral demonstra au - 
têntica obsessão de 
de desmonte dos ban­ 
cos oficiais. Além - 
da liquidação extra­ 
judicial dos bancos­ 
dos Estados da Para 
naíba, do Piauí e d 
Rio Grande do Norte- 
o ainda da Caixa Eco 
nômica do Estado de 
Goiás, o sistema fi­ 
nanceiro estadual so 
fre continuo proces­ 
so de descrédito jun 
to à opinião públi = 
ca, patrocinado pelo 
Banco Central. A 
Caixa Econômica Fede 
ral chegou à pior - 
crise de liquidez e 
de confiança de sua­ 
história. Agora, a 
ameaça de desmonte - 
atinge o Banco do 
Brasil. 
Os 121 mil funcio 
nários do Banco do 
Brasil sentem na pe­ 
le os efeitos da cri 
se que abala'o Pais 
e ainda têm razões - 
particulares para te 
mer pelos dias pio= 
res que estão por 
vir. Além das perdas 
salariais com a in - 
flação mensal próxi­ 
ma dos 20% o funcio­ 
nalismo vê o Banco 
do Brasil golpeado, 
de forma profunda 
política e institu - 
cionalmente. 
Sob forte pressão 
política, inclusive 
decorrente de diver­ 
gências dentro do 
próprio governo, a 
direção do Banco do 
Brasil ajuda a dene­ 
grir•a imagem da 
instituição. As irf - 
formações prestadas­ 
pela direção do ban­ 
co à imprensa trans­ 
mitem a idéia de que 
o BB nem sequer tem 
razão de existir , 
com um funcionalismo 
inapto e responsável 
pelas deflciências - 
estruturais da emprge 
sa. 
Esse clima negati 
voe alarmista nada= 
contribui para a mo­ 
dernização do BB , 
que foi muito mais - 
prejudicado pela a - 
ção política ou omis 
são de seus gestores 
do que por desvios 
estruturais. Mesmo " 
' assim, os .funciona - 
rios reéonhecem que­ 
o novo Plano de Mo - 
dernização tem aspec 
tos positivos impor= 
tantes para que o BB 
ganhe competitivida­ 
de no sistema finan­ 
ceiro. 
A automação acele 
rada e o novo•perfil 
das agências impõem­ 
a reestrutura do cor 
po funcional do ban- 
co. Mas a direção e 
o próprio funciona­ 
lismo devem revelar 
capacidade de promo 
ver a reestrutura­ 
ção sem traumas , 
por meio do diálogo 
e da adoção de cri­ 
térios claros o ob­ 
jetivos de raciona­ 
lização. 
O ajuste do qua­ 
dro de pessoal do 
BB não pode ocorrer 
pela via de ameças, 
pânico, critérios - 
subjetivos e pes 
soais e de humilha­ 
ção dos funcioná 
rios. Transferênci­ 
as compulsórias e 
demissões arbitrá - 
rias não podem fa - 
zer parte da políti 
ca de recursos huma 
nos de uma empresa= 
dâ tradição do Ban­ 
co do Brasil ou de 
qualquer outra em 
País'que confia nas 
promessas de seus - 
governantes de ser­ 
elevado ao Primeiro 
Mundo. 
O bom senso.pare 
ce retornar. Há di­ 
visão entre os pró­ 
prios diretores do 
BB quanto ao terro- 
rismo embutido na 
implantação de um 
projeto, que se a - 
credita sério, de 
modernização do ban 
co. A ala radical= 
da presidência do 
banco tem de esfri­ 
ar a cabeça para 
não insistir nos 
excessos alarmistas 
ao elaborar o estu­ 
do técnico de redu­ 
cão do pessoal e 
das agências do BB. 
Depols, espera - 
se que o banco cum­ 
pra a promessa de - 
ouvir os agentes e­ 
conõmicos,.a classe 
política e os dema­ 
is segmentos da so­ 
ciedade, antes de 
tomar a decisão fi­ 
nal. o funcionalis­ 
mo está mobilizado­ 
e vai buscar o apo­ 
io da comunidade pa 
ra evitar que a mo= 
dernização não ve - 
nha a significar a 
destruição do Banco 
do Brasil. 
I..CJUREl;(Q FERREIRA DO PRADO - 
é presidente da Confederação 
llncl.otull dos Trabalhadores - 
nas Empresas de Crédito (Con 
tcc) e funcionir1o do Banco­ 
do Brat1. 
Defesa to Proall 
Brasília,(Planalto) - O Deputado I­ 
nocêncio de Oliveira (PFL-PE) afirmou q/ 
foi necessária a ocorrência do conflito­ 
no Golfo Pérsico para que o Programa Na­ 
cional do Alcool fosse reabilitado.Segun 
do Inocêncio, apesar de enfrentar ainda= 
alguma resistência, o Proálcool demons - 
trou que é uma alternativa viável e have 
rã de provar que o esforço no sentido de 
sua implementação foi uma iniciativa me­ 
recedora de aplausos de todos. 
LEIA B ASSINE OS JORNAIS DA REDE BB­ 
LAVISTBNSB DE JORNAIS. 
FONE - (067) 439-1410 
-.EM DEFESA DO 8B 
mia minta tomassem in1 - 
ARNALDO LANHE. c1ativa d@ntica, seria 
muito menores do que são 
Perde-se no tempo d me 
mórLa dos serviços presta hoje as dificuldades n 
dos 
00 
Pais pelo Banco do remover a fim de redunir 
a despesa pública e ati_n 
Brasil enquanto institui- 
cão modelar, rentável glr o saneamento finan - 
ceiro que debelará a in­ 
que, por saber recrutar - 
servidores mediante a flação. Poucos leltores- 
prestação de concurso pi- deixarao de, lendo as 11 
blico de provas aptos a se nhas anteriores, lamen - 
lecionar os melhores e 06 tar que a mesmo discipl! 
mais capazes, forcou um na que se pretende impor 
quadro de funcionários do ao BB não ti•esse sido - 
tndo de esprit de corps e imposta, por exemplo, ao 
cujo conceito niio podia Lloyd Brasileiro. "Noss~ 
ser· melhor. Esgotaria o objeti•o ê voltar à si - 
espaço resen•ado a este -- tuação de austeridade q/ 
comentário a menção a no- deve ser exigida de qual 
mes de muitos e muitos quer empresa séria", diz 
desses funcionários, em - o presidente do BB, fun­ 
prestados pelo Banco do cionário da Casa há 35 ± 
Brasil ã administração di nos. Quem de boa fé have 
reta, que deles necessita-= ria de contestá-lo? Cum­ 
vo para bem desempenhar - pre ressaltar que a men­ 
sua ati·idade - e que sou talidade por que ele 
beram valorizar o servi quer marcar sua gestão - 
ço do Estado. 	já contabiliza resulta - 
Data de 1982 o início- dos positivos. Desde que 
de um processo de deteria assumiu, Alberto Policoro 
ração que levou o BB ã si já cortou 81 comissões - 
tuação em que se encontra de chefia e promoYeu 
0 
e que exige severa inter- rodízio de 25 superinte_!! 
,·encão cirúrgica, efetua- dentes estaduais. Depois 
da no propósito de restau de extinguir 3.800 car - 
rar-lhe a eficiência ã gos, licitar 1.725 imÔ - 
que está obrigado, antes Yeis, Yender 30 carros e 
.de mais nada por tradi rescindir o contrato de 
cão. Todos se recordam de utilização de uma a'ião 
que, naquele ano, depois- Lear Jet, que custava l 
de mais de um decênio, ~- milhões de cruzeiros por 
briram-se umas liYres pa- mês, em BTNs, o preside_!! 
ra a escolha, pelo voto - te do BB pode apresentar 
direto, dos chefes dos E- em favor de suq a;Jminis- 
xecuti'l"os estaduais. tração redução de dispê!l, 
O PDS batia-se pela dios da ordem de CrS 1,5 
preservação de suas posi- bilhões por mês. Ele cem 
çÕes priYilegiadas e, por a cumprir um programa de 
influência da politica 11 pontos, dos quais 
0 
gem, foram abertos 1.100- fechamento de agências - 
agências e pontos de aten referido nesta nota é •
0 
dimento do Banco do Bra • número 9. É dever de 
sil, com a admissão de quantos, no exercício do 
pessoal e com todas as poder ou no trabalho de 
práticas eleiçoeiras que, fonnação de opinião pÚ - 
sempre, em toda parte blica, possam influir PA 
atrelando ã operação do ra que esse programa se­ 
serviço público interes - ja levado adiante, ofere 
ses partidários inconfes- cer ao desempenho de cão 
sáveis, acabaram por pre- nobres tarefas a colabo­ 
judicar a máquina adminis ração espontânea a seu - 
trativa. 	- alcance a fim de que a 
A chamada No,·a RepÚbli missão que se assina ª 
ca, coo a demonstrar que presidência do BB chegue 
nada igual ao PDS no po - a ban te= e recolha a sra 
der do que o PMDB, também de beoef!cios q/ é capaz dere­ 
no poder, deu prossegui - gistrar.ou 0 Brasil se apr± 
mente ao processo de de - ma, agora, de padroés de adi­ 
forração desencadeado - nistração pública c/ o que, por 
três anos antes, contribu exm;,lo, foi c:onquiscado pelo­ 
indo para que o BB adqul- Hule (para não sair do car1n 
risse o perfil inflado - te), equilibrando as cantas do - 
que passou a exibir. Em go,:ern:, can aarrecadacii:>, ou 
penhado em restituir à nunca misconterá as dissipa 
instituição o prestígio - coes do Estado gastador sacrl 
que desfrutou, seu presi- fica tudo o ris aos ditas d 
dente, Alberto Policaro pri.chosos de sua clienrela· E9" 
se declara disposto a cu tá rrcadap/hoje a redão d 
prir um programa de corte diretoria q/,vai apreciar sue 
de despesas que le•.-ará ao l.e progra,m de 11 pontos. E1a 
f~chamento de 1. 700 depen de ser o ponto de partida p/q 
, dencias e todo o País -;- nili,plante a austeridade B. 
entre agencias e pontos - Apenas o ponto de partida, pois 
de atendimento de menor - nada se conseguirá sera árduos" 
porte. Isso exigira a dis cabates:há interessados eles! 
Pensa de cerca de 20 !l- to couro que jogarão todo ° 
funcionários - equivalen- seu prestígio p/ que ela no9 
te, e muitos casos, à po brevenha.A diretoria estava 
pulaçao de algumas c1da = . loteada ao ser erpossada o a! 
des nas quais o Banco do al presidente-esema sustent! 
Brasil foi obrigado a at~ ç:,ã que lhe proporcione opynl 
ar, para atender conveni- dente da Replica ele se fera 
encias ~clíticas. Se os _ diante de obstiulos intra.sp? 
responsaveis por autarqut níveis, / 1he dificultarão 
as e sociedades de econo- execução, atê o fim, do~ 
*.,....,.... o., o chefe do govemo oprest1 
ARNALDO LACOHBE -- é ed. acuas forças contrárias pr 
torialista do Estado valecero; eo BB a,nt:ixumÍ a 
#t#tas 	banjar dinheíroea operar rl+ 
cle'"Onldo pcla po.lld.c:aAIIII. 
E 
pia1 
e3soas • 
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Grêmio P 
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arnava1.

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 26DE JANEIRO DE 1991 - PÁGINA - 07 
VARIEDADES 
não atrapalha é ale 
gria. Os mais obser 
Dialoga
nd
o com vadores são os'des- 
pessoas que traba 
lham ou administram- taques que sempre - 
clubes, já que, en ficam nas imedia -' 
ções de suas mesas, 
volvem grande núme 
ros de pessoas que monst-rando. beleza "I 
nestas férias mere- samba e muito sorri 
cem ter um lazer . so. 
mais justo e reconhe CARACOL 
cedor. 
GREMIO 
Segundo Ludigero, 
o sonoplasta, tenta 
selecionar músicas - 
de acordo com apre­ 
ferência do povo, co 
mo vanerão, lenta ~ 
polca etc., Apesar - 
de ser noite de DIS­ 
COTECA, só que tem - 
uma. t constante os 
questionamentos: de­ 
veria pensar em a 
char meios em ade 
quar às iluminações, 
sons, porém, o clube 
para discoteca tem 
um espaço enorme e 
ás vezes ficamos pe­ 
quenos demais. São - 
pontos de vista. 
Ainda Grémio. O 
Grêmio Pedro J. Rufi 
no, está sendo o mai 
or clube do sudoeste 
que é orgulho nosso, 
e a moçada mesmo com 
pequenas falhas se 
sentem seguros e 
felizes prometendo - 
muita animação no 
carnaval. 
SôCIOS 
Pedem para o Grê­ 
mio liberar a entra­ 
da do carnaval, aos- 
sócios que estejam - 
em dia com a mensali 
dade, isso é uma tra 
d'ção, esperam que 
continuem. Justifica 
ram ainda, que sem - 
pre os mesmos vão a­ 
com anhados e que os 
acompanhantes pagam­ 
ingressos e automat1 
camente o Clube não 
tem_prejuizo. Está - 
registrado. 
NE 1E 
Se 'undo o proprie 
tário José Claudio - 
Orteg~,.trabalha - 
com pe!/soas C mais - 
voltad para o popu­ 
lar, f nciona de - 
quinta os domingos, 
começou ~_que no, ~as 
que hoje jã conta - 
com uma sobre loja - 
Para quem quer dan 
çar ou cu. tir mus1 - 
cas mais livres ou a­ 
conchegados. "É. de 
conferir o som do 
New Time (novos tem­ 
POs)". ~ de primei 
ra,"Haverá carnaval/ 
91". 
Dia 15/12/90, no 
CLube Esportivo 10 
de Maio, foi o bai­ 
le de formatura do 
20 grau da Escola - 
Estadual de IO e 
II Graus Dr. Ru 
bens de Castro Pin­ 
to. As formandas es 
tavam muito bem prÕ 
duzidas em seus tra 
jes de noite, mere­ 
.ceram nota dez. 
"Nossos cumpri - 
mentos por completa 
rem um bom título= 
escolar". 
ATLÂNTICO 
Dia 16/12/90 , 
domingo, nas depen­ 
dências do Clube re 
'creativo Atlântico, 
foi realizado o IO 
Concurso de Miss 
Fronteira de Cara - 
col/90. Foi muito - 
bonito, e a socieda 
de caracolense se 
fez presente, aplau 
dindo suas candida­ 
tas e em contra-par 
tida Rosely Lopes= 
representou muito - 
bem o Município no 
final do Miss Fron­ 
teira em Bela Vista 
dia 22/12/90. "Nos­ 
sa equipe de traba­ 
lho confirmou mes - 
mo, que entendemos­ 
de concurso de bele 
CARNAVAL 
Pelo que se per - 
cebe não vai ficar 
barato economizando 
deve dá são afirma­ 
cães de alguns FOLI­ 
OES. Os clubes ja es 
tão oferecendo carna 
val bem no finalzi - 
nho da noite,.aí 
para aproveitar os 
últimos minutinhos 
uns correm no saldo 
dando a impressão de 
que estão fazendo c_!! 
Per, tudo é válido + 
za. 
ANTONIO JOÃO 
Flash Dance, se­ 
rá o local da Gran­ 
de festa no concur­ 
so de Miss e Mis 
ther Baby/91, parti 
ciparão baixinhos e 
baixinhas de Anto - 
nio João, com parti 
cipacão especial da 
modelo de Londrina­ 
PR., e a baixinha - 
de Bela Vista Fabío 
la a popular "BIA". 
"Este colunista­ 
estará fazendo par­ 
te do júri". 
PONTO DE VISTA 
Está muito bem - 
claro, que concurso 
de beleza faz parte 
da necessidade hma 
na, necessidade de 
lazer convivência - 
social, arte, cul - 
tura. Só que deve - 
ria'ter total apoio 
dos municípios. Em 
contato com os pro­ 
dutores é comum as 
afirmações nós te - 
mos tido o minimo - 
de apoio dos seto - 
res cultura e espor. 
tes de município -:­ 
só para terem' uma, i 
dia: esses eventos 
são realizados em 
todos os municípios 
não é invenção de - 
um ou outro produ -, 
tor, a partir da - 
qui, aguardamos a - 
poio dos setores 
competentes. Aqui 
em Dela Vista, chega 
a elaborar proposta 
e encaminhar a cons­ 
tituinte municipal', 
até agora, não fomos­ 
verificar em quê pé 
ficou. 
"Acreditamos que 
daqui para .frente te 
remos esses reconhe= 
cimentos". 
ALUNOS 
Segundo entendi - 
mento, os professo - 
res não aceitarão a­ 
lunos se o governo - 
Estadual, não deixar 
em dia o pagamento a 
trasado, ficaremos= 
nas ESCOLAS, estudan 
do, planejando, ava= 
liando, mas, bem en­ 
tendidos sem ALUNOS. 
A volta dos alunos - 
vai depender da boa­ 
vontade do Governa - 
dor seguido de apoio 
dos POLÍTICOS, pais­ 
e comun.idade. "Sabe­ 
mos que a educação e 
saúde deverá ser 
prioridade da comuni 
dade, mas com essa= 
situação é humanamen 
te impossível". 
Que tal vocês en­ 
trarem nessa luta co 
noscol 
EDUCAÇÃO 
A Inglaterra tem 
um dos melhores sis­ 
temas educacionais - 
do mundo. Todas as 
crianças inglesas en 
tre 5a16anos tem de 
frequentar.a escola. 
Cerca de 90% doses­ 
tudantes vão para as 
escolas mantidas to­ 
tal ou parcialmente­ 
por recursos públi - 
cos. O restante fre­ 
quenta escolas parti 
culares. - 
tantes decisões nos­ 
conselhos que rece - 
bem dos astrólogos. 
Outras acham diverti 
do ler apenas as in­ 
"formações gerais, pu 
blicadas nas colunas 
de ·horóscopo dos jor 
nais. Na próxima e­ 
diçaõ terá continui­ 
dade". 
ESTADOS UNIDOS 
Os Estados Uni 
dos vai sediar a 
Copa do Mundo em ju­ 
lho de 1994 
"Lá vai Brasil". 
DISNEYLAND 
Disneyland visa in 
centivar a Ecologia= 
• e a Educação neste a 
no, só que não no 
Brasil é nos Estados 
Unidos. "Morou". 
HORÔSCOPO 
ANIVERSÂRIO 
Completou seus 15 
anos a bonita Srta - 
Edileide Miranda 
Pleutim, houve muita 
batucada e muitos a­ 
migos no dia 20/01 / 
91, em sua residên - 
eia. 
FELICIDADES Ili 
ENTREVISTA 
Na próxima edi 
ção será publicada 
entrevista, com a 
Sra Enoly Loureiro - 
Assis, MD Secretária 
de Educação Munici - 
pal de Educação <le 
Bela Vista, referen­ 
te ao setor educacio 
nal. 	- 
BENJAMIM FRANKLIN 
Além de importan­ 
te político norte a­ 
mericano, foi tam 
bêm jornalista e ci­ 
entista, sendo o in­ 
ventor da teoria de 
eletricidade positi­ 
va e negativa, que 
levou a formulação - 
do principio de con- 
servacão da eletri­ 
cidade'. 
IMPRESSÃO DIGITAL 
~'o principal 
meio de identificar 
uma pessoa com"abso 
luta segurança. A 
impressões digitais 
são as impressões 
deixadas pelas es - 
trias das polpas 
dos dedos. A dispo­ 
sição dessas estri­ 
as forma um desenho 
que permanece inal­ 
terado durante toda 
a vida do indiví 
duo. Ainda não se 
encontrou uma im 
pressão digital exa 
tamente igual a ou= 
tra. Por essa ra 
zão, as impressões 
digitais de um indi 
víduo são o meio 
mais seguro de íden 
tificá-lo. "O usõ 
da identificação pe 
las impressões digi 
tais constitui par= 
te inseparável da a 
plicação da lei nos 
dias de hoje". 
CULTURA 
Foi realizado de 
21 a 27/Janeiro 91, 
curso de teatro no 
centro cultural de 
Campo Grande, com­ 
aulas para escrever 
sobre teatro e corno 
prática fazer o tea 
tro. 	- 
"E este colunis­ 
ta esteve presen 
te". 
FÉRIAS 
A cobrança das au 
toridades é nesse 
sentido, pois, Vsa., 
são representantes - 
do povo, pelo menos­ 
na época da campa 
nha política, a ju - 
ventude não tem a 
tração gratuita ofe­ 
recido por Vsa., co­ 
mo ponto de vista 
um teatro, um show, 
ou equipes de võlei­ 
da capital já ajuda­ 
ria. Haja grana pra - 
pagar todas às pro - 
moções, não acha? 
MOSIC/ LITERATURA E 
ESCULTURA 
A música impres 
sionista baseia-se 
em geral nos efeitos 
atmosféricos ou • em 
idéias descritivas . 
Os Franceses Claude­ 
Debussy e Maurice Ra 
vel escreveram müsi­ 
cas com sons que evo­ 
cavam imagens como o 
luar, cachoeiras e 
fogos de artifício. 
"Na literatura, im - 
pressionismo signífi 
ca uma tentativa de 
expressar as sensa - 
ções imediatas do 
mundo e dos aconte - 
cimentos". 
******** 
PACOTE CONTRA A INFLAÇÃO 
Vivemos tempos de eficiência, de modernidade, de competiti 
vidade, e tempos de economia. 
Voce, agora, podera assinar os 07 jornais mais lidos da 
fronteira e sudoeste, pagando o preço da assinatura de um jor 
nal 
~ isto mesmo, pagando Cr$ 15.000,00 (quinze mil cruzeiros) 
voce receberá em sua casa os jornais: 
Assinatura anual. 
* JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (BELA VISTA) 20 .ANOS CIRCULANDO 
* _JÓRNAL CORREIO JARDINENSE ( JARDIM) 13 ANOS 
JORNAL TRIBUNA MURTINHENSE (P. MORTINHO) 13 ANOS 
* JORNAL DE BONITO (BONITO) 	- .l.l ANOS 
+ JORNAL TRIBUNA DE CARACOL (CARACOL) 03 .ANOS 
JORNAL DE ANTONIO JOÃO (ANTONIO JOÃO) - 09 .ANOS 
* JORNAL TRIBUNA DE MARACAJU (HARACAJU) 01 ANO » 
tum mapa que su­ 
postamente revela o 
caráter ou futuro de 
uma pessoa. O mapa - 
mostra a posição da 
terra, das plantas e 
das est.relas em uma 
época determinada , 
como o momento do 
nascimento de uma 
pessoa. Os astrólo - 
gos (pessoas que lê­ 
em a sorte através - 
dos estudos das es - 
trelas) acreditam 
que a posição destes 
corpos influencia na 
vida de uma pessoa. 
Amaioria dos cien - 
tistas diria que não 
existe uma base cien 
tifica p/ crenca ei 
horóscopo. Ainda as­ 
sim, muitas pessoas- . 
acreditam em horósco •P.ROMQCÃO VÃLIDA 
po e baseiam impor ,g 
» 
#% 
Que o,povo seja 
bem in'armado 
" Não é preciso falara respeito destes jornais, o povo fa 
la por nos, atuando ha mais de 20 anos na região, a REDE BELA­ 
VISTENSE DE JORNAIS deu provas suficie.nte de que o jornalismo­ 
INDEPENDENTE, COMPROMISSADO COM O LEITOR,, ÁGIL, VIBRANTE -- jor 
-nais com PEITO E CORAGEM_para vencer os desafios do mundo mo-­ 
derno, dependem UNICAMENTE de VOCE, LEITOR, e VOCE é o nosso 
objetivo - VENHA CONOSCO ... 
PARA os MESES DE JANEIRO E FEVEREIRO

------------- 
JORNAL TRIBUNA DA fRON'l'EIHJ 	BELA VISTA - MANTO CROSSO DO SUL - 26 DE JANEIRO DE 1991 - PÁGINA - 08 
COMENTANDO· POR N 
NOSSOS PARAENS 
Aos aniversarian­ 
te9: 
24/1 - João Carlos - 
Velasquez. 
25/1 - Rigoberto Ve­ 
lasquez 
21/1 - Flavia Esco - 
bar Azevedo 
24/1 - 15 anos de ca 
sados de Miguel e HeI 
th Delvalhes. 
E A MOÇADA 
Reclamando: com - 
as férias e muito 
tempo disponível nos 
sos jovens não tem 
muita opção para o 
lazer. Acho que se - 
ria ótimo se progra­ 
massem jogos na Pra­ 
ia do Apa pelo me - 
nos nos finais de se 
mana. 
O Departamento de 
Cultura e Esportes 
da Prefeitura pode - 
ria "pensar" na su - 
gestão,, ou quem sabe 
o vereador Roney que 
foi muito feliz em 
sua iniciativa nesse 
sentido, repetisse a 
dosei 
NÃO DEIXEM DE PRESTI 
GIAR 
o Show de Almir - 
Sater dia 3 de feve­ 
reiro no Ginásio de 
Esportes! Promoção - 
de Nazareth. 
CHAMEGO'S MODAS 
De Bete Salomão 
com conjuntos e can 
gas, para o carnaval 
com preços acessíve­ 
is. Uma variada li - 
nha de produtos de 
beleza (Natura, Clau 
de Bergére e Boticá­ 
rio) também a dispo­ 
sicão da clientela. 
Dê uma chegadinha 
até lá e confira! 
PARABÉNS AOS 
Jovens: Vinicius­ 
de Moraes, filho do 
nosso prefeito muni­ 
cipal Edson e Ceci - 
lia Moraes e Andre - 
ia que no dia 19 
pp., uniram-se em ma 
trimania em linda ce 
rimonia em Campo 
Grande. Os convida - 
dos foram recebidos 
para uma fina recep­ 
ção onde muita gente 
bonita e elegante se 
fez presente! 
Felicidades à vo- 
COMUNICADO 
O PRONAV Munici - 
pal de Bela Vista cg 
munica à todos que 
adquiriram as cartg 
las da LBA para con­ 
correrem ao sorteio­ 
de 04 veículos zero­ 
quilómetro e 02 pas­ 
sagens para a Bahia, 
que o sorteio previs 
to para o dia 21 PP 
foi transferido para 
o próximo dia 26/02, 
isto devido a falta­ 
de venda total dos 
números. 
PRONAV Municipal­ 
de Bela Vista, 26/01 
1991. 
TENRO MEDO! 
Guerra, 
Porque se fazer - 
guerra. 
Tenho medo de dor 
mir. 
E acordar amanhã, 
E ver quantos fo­ 
ram 
Os feridos os mor 
tos 
Nesse bombardeio 
são homens, 
são soldados 
Que tem famílias 
Que tem namora 
das, 
Por causa da in - 
creduabilidade 
De homens 
Perdem suas vidas 
Tenho medo 
Não quero pensar 
No amanhã, 
Quero viver aqui 
Por mais que as 
dificuldades 
são tantas 
Quero viver em 
meu país, 
Tenho medo de dei 
xá-lo. 	- 
Quero ser firme e 
forte 
Pois naõ o deixa­ 
rei, Brasil. 
Quero ficar aqui. 
Ontem, hoje, ama­ 
nhã e sempre. • 
Amo você Brasil. 
Poetisa: Neida 
John Pitt 
UMA NOVA 2TICA PELA­ 
CRIANÇA 
O relatório situa 
cão Mundial da In - 
fãncia 1991 do UNI - 
CEF mostra que ape - 
nas o surgimento de 
uma nova ética pela­ 
crianca pode manter­ 
o esforço.para criar 
um mundo melhor para· 
~-----------'- 
Conhe 
nossas crianças na 
década de 90. Este - 
artigo é um resumo - 
do relatório. • 
Sócrates achava - 
que a escravidão era 
normal; Churchill a­ 
chava-a conveniente­ 
para que a Inglater­ 
ra controlasse os 
destinos da África - 
e da Asia; Dr. John­ 
son ria da idéia de 
uma mulher em públi­ 
co; Benjamin Fran 
klin tinha a estra­ 
nha opinião de que 
os finlandeses e os 
suecos tinham a pele 
mais escura que os 
ingleses e, portan - 
to, eram um pouco in 
feriares. 
Todos estes foram 
homens honrados que 
partilhavam a sabedo 
ria convencional de 
sua época. Mas hoje­ 
suas opiniões servem 
apenas para mostrar­ 
que grandes mudanças 
na sociedade humana­ 
exigem mudanças fun­ 
damentais na ética - 
predominante. 
• No recente Encon­ 
tro Mundial de Cüpu­ 
la pela criança, os 
Presidentes e Primei 
ros Munistros presen 
tes à maior reunião­ 
do mundo adotaram a 
meta de põr fim às 
altas taxas de morta 
lidade e desnutrição 
infantil até o ano - 
2.000 - e de propor­ 
cionar proteção bási 
capara a vida e pa­ 
ra o desenvolvimento 
normal de todas as 
crianças do mundo 
Esta também seria 
uma mudança signifi­ 
cativa na história - 
da humanidade; e tam 
bém exigirá uma mu 
dança para urna nova­ 
ética. 
PRIORIDADE IMEDIATA 
A essência de urna 
nova ética pela cri­ 
ança é que ela seja­ 
prioridade imediata 
nas nossas preocupa­ 
çÕes e que possa con 
tar com esse compro= 
misso nos tempos­ 
bons e nos tempos rg 
ins. O desenvolvimen 
to fisico e mental 
de urna criança não - 
pode esperar até que 
as taxas de juros 
caiam, ou até que os 
preços dos bens de 
consumo.se recupe - 
rem, ou até que a 
economia retome o 
crescimento, ou até 
que uma guerra ter­ 
mine. Para que a 
criança sobreyiva, 
seja bem nutrida , 
receba cuidados de 
saúde, seja imuniza 
da e frequente a 
escola, ela não de­ 
ve depender dos ca­ 
prichos dos adul 
tos. A proteção da 
criança não deve a­ 
penas ser uma prio­ 
ridade, mas, sim 
prioridade absolu - 
ta. Sempre haverá 
algo mais urgente 
Nunca haverá algo 
tão importante. 
No passado, mui­ 
tas vezes pode ter 
sido inevitável que 
o desenvolvimento - 
da criança fosse ex 
posto aos maus tra­ 
tos da sociedade a­ 
dulta. 
Mas hoje, pela - 
primeira vez, temos 
a oportunidade de 
proteger a vida e o 
crescimento da cri­ 
ança contra os pio­ 
res infortúnios e 
erros do mundo onde 
nasceram. 
VENDE-SE 
1 Telefone Resi­ 
dencial. 
1 Casa de Alvena 
ria com ponto comer 
cial. 	- 
Rua - Barão do 
Ladario, nQ 2134. 
Interessados li­ 
gar para o fone : 
439- 1571 
CARNAVAL NO BELAVIS 
T'ENSE 
Reservas de me - 
sas na Secretaria - 
do Clube ou pelo fo 
ne: 439- 1330.- 
Mesa apenas - 
10.000 ( dez mil 
cruzeiros) para só­ 
cios e 13.000 ( tre 
ze mil cruzeiros) 
para não sócios pa­ 
ra as 5 noites. 
Ingressos: não - 
sócios 1.000,00 e 
sócios em dia com a 
mensalidade de fe - 
vereiro não paga na 
da. 
Mesa por noite 
para sócio 2.500 
00. Não sócio 
3.500,00 
==-======= 
DESFILE DA KAANY 
Foi sucesso Letal mui a ycnlc prestigi­ 
ou. A Regina, proprietária da Kawany foi 
muito feliz "ao escolher a Praia do Apa - 
para mostrar sua coleção ~ltc verão": 
Coreografias descontraidas, manequins - 
adulto e infantil com muito charme eicibi - 
ramos modelitos. O som ficou a cargo do 
radialista Lile. 
Parabens! Nota 1000 l Uma sugestão: ma­ 
is promoções desse tipo movimenta a noita­ 
da dos belavistcnscs! 
FLAGRANTES 
SUCESSO NO 
 
 
l 
 
1 
 
j_ 
3ut 
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isso « 
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f.resente 
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te e dom 
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31MA AL' 
.ar, re! 
2racol/ 
·ic lavre 
.dJ Carl 
:ipio de 
l. 997. , • 
: : pelo 
:imóveis 
.1.3trume 
:z3 peti 
: procura 
cite o Ar' 
.2o mand 
..:.quer ter 
::J Código 
t---- 
LI 
a a 
Vestibular tiveram os jovens Marcos - 
Loureiro Palmier' 
_ .. i passou em Direito, ma - 
mae Leda felicissima. 
Ja 1 • 
e1'?"ine_Rondon e outra mamãe super­ 
Rods m a vitória dos filhos Martim e 
o.r1go no vestibular. Parabéns! 
Nossa F ronteir a 
VIAÇÃO CRUZJ,IRO DO SUL 
SEGURANÇA - TRANQUILIDADE - CONFORTO 
t 
ONIBUS PARA EXCURSOES 
LINHAS PARA: 
DELA VISTA, PORTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÃO, 
PONTA PORÁ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACA­ 
J0, AQUIDAUANA, CORUMBÁ, NIOAQUE, BODOQUENA, SI­ 
nnr nI F CAMPO GRANDE. 
Viaje bem, viaje com a Cruzeiro do Sul 
-=--- -----------------------------

JORNAL TRIBUNA DA FRON'l'CIM BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 	26 DE JANEIRO DE 1.991. 
!!STAOO DE MATO GROSSO DO SUL, -- PODER JUDICIRIO - COMARCA DE BELA VIS'l'A 
EDITAL PARA CONHECIMENTO DE TERCEIROS. 
O Doutor Vilson Bertelli, Juiz de Direi 
to da Comarca de Bela Vista, Estado de Ma= 
to Grosso do Sul, na forma da lei, etc ... 
Faz Saber aos que o presente Edital vi­ 
rem ou dele conhecimento tiverem, expedido 
nos autos de NOTIFICAÇÃO NO 301/90, reque­ 
rida por MARCELINO GODOY contra QUIRINT AL 
VARES GODOY, brasileira, casada, residente 
cm Caracol/MS., que em seu cumprimento a­ 
tendendo ao mais que dos autos consta, pe­ 
lo presente Edital que será afixado na se­ 
de deste Juízo e publicado na forma da LeL 
PETIÇÃO: Exmo. Sr. Dr. Juiz do Direito da 
Comarca de Bela Vista-MS. Diz'MARCE~INO GO 
pOY, brasileiro, casado, pecuarista, resi-. 
dente e domiciliado na cidade de Caracol/ 
MS., à Rua Mato Grossos/no, por seu procu 
rador infrafirmááo, que outorgou a dona - 
QUIRINA ALVARES GODOY, brasileira, casada, 
~~ do lar, residente e domiciliada na cidade 
de Caracol/MS., à Rua Mato Grosso, a procu 
~: ração lavrada no Livro no 10, às folhas .• 
160 do Cartório de Paz e Registro Civil do 
r(a Município de Caracol/MS., em 04 de agosto 
~" de 1.987., para o fim de vender a quem qui 
:2 zer e pelo preço que convier, todos os - 
P bens imóveis do casal, como se vé do inclu 
so instrumento. Acontece que não mais con­ 
vêm ao peticionário manter em vigor a refe 
rida procuração pelo que deseja revogá-1a. 
Permite o Artigo 1.316, no I, do Código Ci 
vil ao mandante revogação do mandato em - 
qualquer tempo. Exige o lrtigo 1.318 do 
mesmo Código que se notifique da revogação 
t 
·1 
,p 
±: 
ç 
)Ql. 
d:t 
ri'­ 
r$/ 
«per 
% 
lc/1'°1 
,r,:J!ll Os Deuses da - 
Bíblia, este é o 
tema do livro que. 
lL é o resultado de 
~/.'d 11111 trabalho de 
pesquisa bíblica 
";', do escritor Per - 
8eS nando Alves Cor - 
a&r" 
s: rêa, e que estará 
gs: sendo lançado em 
,•P Cuiabá. 
ç 
±1? o trabalho, co 
g mo informa seu 
a"2 
:rv-:;; próprio autor, não 
";s'l /tem intenção de a 
'AOL'll gredir ninguém ou M 
s"/ gualquer relisi- "' 
,pe,:;:vJ ao, mas. trata o _ 
á;///assunto da espiri 	<3 
gee"""j talidade e da- ' 
• lf.';ç;~~t- reencarnação com • 
gr',, bastante serieda- 	_, 
oe5. de. 	seres extraterres 
is°.'l O trabalho de Fer tres altamente evo - 
um",, hando Alves Corrêa , luídos, a tese do au 
e[l/Um aquidauanense re- tor vai mais longe , 
35%; sidente atualmente - diz que o universo é 
~,,(P 1!111 Campo Grande (HS), regido por espíritos 
Arl/comecou meio que por de luz, como Jesus - 
!O~ é!~ C:Uriosidade, pesqui- eristo, mas que não 
e%;;ando a Bíblia e so- deixou de contar com 
gol lbre os anjos qiqan- a participacão de a- 
-ao'°' tes chamado por Dêni liedigenas. 
kem, de astronautas. Os deuses da Bi - 
A tese de Dénikem blia fala da suces - 
consiste em que ou- são dos deuses, que 
Ili.verso é regido por eram reencarnados ou 
ao mondatirio e aos terceiros. A vista do 
exposto: Requer a V. Exa. com fundamento 
no Artigo 867 e 870 item I, do Código do 
Processo Civil, se digne: a) mandar NOTI­ 
FICAR a suplicada de que ficam, para to - 
dos os efeitos, revogados os poderes da 
mencionada procuração que lho fora outor­ 
gada; b) mandar averbar no Livro do res - 
pectivo tabelião a revogação, intimando - 
se a este a não mais fornecer certidões - 
da referida procuração ou, se fizer, que 
as certidões que extrair fique constando, 
a averbação da revogação; c) mandar que - 
se expeçam editais para ciência de tercei 
ros. Assim D. e A. esta com os inclusos= 
documentos, feita e certificada a..Notifi­ 
caçãó, publicada os Editais, seja o pro - 
'cessado entregue ao peticionário, sem fi­ 
car transladado em Cartório. Termos crn 
que, P. deferimento. Bela Vista, 28 de No 
vembro de 1.990 (a) Dr. Ivan Afonso da - 
Costa Marques - advogado. E para que che­ 
gue ao conhecimento dos interessados e 
ninguém alegue ignorância foi expcdiào o 
presente Edital, que será afixado no Fó - 
rum local, no lugar de costume e publica­ 
do na forma da Lei. Dado e passado nesta 
cidade e Comarca de Bela Vista-MS., aos 
onze dias do mês de dezembro de 1990. Eu, 
(Edgard Ibanhes), Escrivão Substituto o 
datilografei e, Eu, (Pedro V. da Silva) , 
Escrivão, o Subscrevi. 
Vilson Bertelli 
Juiz de Direito 
Luteralura - Autor fala da Sessao de leus 
F. A. Alves Corria 
os 
DEUSES 
DA 
BIBLIA 
substituídos daí a 
explicação pa.ra a di 
versificação de no= 
mes para o mesmo De­ 
us. Segundo Fernando 
Alves Corrêa, "o que 
mais impressiona ao 
fazermos uma profun­ 
da análise dos tex - 
tos bíblicos e que - 
naquela-época, os 
deuses já utilizavam 
uma tecnologia bas - 
tante avançada, como. 
objetos voadores e 
inseminação artifi­ 
cial, somente agora 
explorados pelo ho - 
INDICA OR 
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FONE: 439-1382 
BELA VIS'l'A 
MATO GROSSO DO SUL 
Dr. José Ribarnar· 
Cruz da Silva 
mem. 
Todo o livro do 
escritor é feito 
com base em trechos 
da bíblia, em segui 
da ele faz análises 
e comentários sobre 
os trechos transcri 
tos, é uma obra en= c;..-------------------•~-===<'1 
volvente e que ou­ 
niverso é regido 
por grande espiritu 
alidade, buscando 
mostrar que esta es 
piritualidade tem se 
manifestado de várias 
formas, e uma delas - 
foi através de Cristo. 
ORAÇÃO AO DIVINO ESP!RITO SANTO 
Eqpírito Santo, Tu que me esclareces 
em tudo, que iluminas todos os caminhos 
para que eu atinja meu ideal, Tu que me 
dás o Dom Divino de perdoar e esquecer 
o mal que me fazem: que em todos os ins 
tantes de minha vida estás comigo, que 
neste curto diálogo·agradecer-te por tu 
do e confirmar uma vez mais, que nãÕ 
quero separar-me de Ti por maior que se 
ja a ilusão material, não será o mínimÕ 
da vontade que sinto, de um d.ia estar 
Contigo e todos os meus irmãos, na gló­ 
ria perpétua. 
Agradeço-Te mais uma vez. 
(S.R.B.). 
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DR- SALVADOR LOUREIRO 
OAB/MS - 3.369 
CIC: 029.875.191 - 20 
COHAB - FONE: 251-1410 
--------------:--:;-------:-------------::-::--------::-----1, 1 JARDili - MATO GROSSO DO SUL 
ESCRITÓRIO: RUA 10 de Maio - NO 341 
FONE: 251-1451 
~ 
REs:n:8NcIA: RUA Olavo Bilac - g 146

----- ------------------- 
GUL 2 DI:: JANCIRO DE 1.991. 
JORN/L T.RIDUNA DA TONTEIRA 	BELA VIS'IA - MATO GROSO DO S! 
.--.- -=,__=	===n 
.A Igreja de Deus e a 
Igreja dos Homens 
PAGINA 10 
INFORMETF 
UIIALDlNO RODRIGUES 
. 
%9 
« 
! 	' 
' . 
' l 
' . 
- , 
O atleta belavistense Ele 
nllon da SIlva, rande revela 
io do pedentranismo belavls­ 
tense e entadual no nno posaado, 
comprovou mais uma vez suas 
qualidades e teve una partici­ 
paço d9tacada na prova tais 
trndtclonal do Brn:Jil, n corrl 
da de "São SI1vestre", 660 e­ 
d{çiio, disputada por ocnsliio - 
da passagem do nno nn c1dode - 
de São Paulo. 
Lnr:;nndo no 29 pelotão, IÍ 
nals de ccn metros de dlstnn •• 
elo dos chamados ºcorredores - 
de cllte ",tlcnllson fol o 282 
nn cluarl!lcnçõo geral da pro­ 
vo que teve a participuçÓo de 
mole de dcl mll otlotns e 32 
nn 011n faixa etêirt11 (18 à 21 n 
nos), um resultado que com - 
provn mnlns uma vez as qualida­ 
des .:-xcepclonaiR do corredor - 
belovit-lt'ntH! que deixou muitos 
ntlctn'; Jc rcno:'!le lntcrnnclo - 
nal pa.ra trás. 
ale lembrar ainda 
0//./0R 1ELAVISTINSE_FAZ BONITO NA "SÃO SILVESTK" 
nilnon seufu para a Copitnl - 
paulista Juntamente com o seu 
tr1>lnndor Od{llo Pnredo• com 
totnl npolo do Prefeito ttunic.!_ 
pol ~doon lledelroo de !!ornes. 
-O Prefeito bclovlstence; e~ 
nhecedor dno qunlldndes de El~ 
nIlson, vê dando a sua parce­ 
lo de contrlbulçno poro un rnn· 
tor descnvolv1rncnto do atleta, 
fazendo com que o rnesno tenho 
condlçÕeo de pnrtlclpor doo • 
provas rco llzndns no Estado e 
ngorn tor.ibém no ºSÍÍo S1lvestrc
1
•
1 
En conversa coo o report-o­ 
nem Blenllson afirmou que este 
ano Irá se dedicar Integralen 
te pnra odqulrl r condlçoes de 
pnrticlpor com maiores chn11ces 
dn trndlclonol corrida disputa 
da na Runs de São' Paulo, "seI 
qJe bco trcinndo tenho condi .. 
ções de surpreender mui ta en 
tc" dlssc. A Únlca dl!lculdnde 
cnfrcntodn hoje pelo corredor 
é n fnlta de UD potrodn!o for 
que Ele- te, que Ihe dê condições de dê 
11,,, 	., 	f;; 
dIcar-e Inteiramente aos trel 
nMcntos e dlcput.ir• de provns • 
reolizad:ao Lanto no Estado co:ro 
em outros unidades da Federação. 
Nc.sac SChtldo et.;-rera--se que os 
emprcsiirios, CO"M>rctante::., cn • 
fLn, os belavlsteases em peral,' 
tenham ua pu'faho mais de sen 
sfbIdade cair;uem a neces 
Idade e as ventaens de te In­ 
veotl r c u Joven esportista 
que coo certeza eiJ tiuito orgu .. 
lhnrá o nooc de nootu1 cidade 
por este nrnsll n!orn. Isto en• 
qunnto é te.npo, pois tem muitos 
i.c.ortolns" de outros Municípios 
do Estado interl!s&ndo!I em potro 
clnnr Elcnllson e leviirlo pnrã 
repr-encnta!: suos cidndes. 
A horn e agora, co este ·re­ 
sultado na "Sno Sllvestrc" Ele­ 
nilson prova que quolldodes pos 
sui, é có Ihe darem as condi -­ 
çÕes ncccsoárlas 
1 
o que com a 
ajudo de todos noo ser.i dlf{cll 
para nlnguéo. 
JOS8 CARLOS PEREIRA DE CARVAIJIO 8 ORDENADO PADRE 
Hlho ,!o conhccldo Jooé Pc- nodo Presb{tcro (podre) no dlo 
rclr.1 .. de Cnrvolho 
1 
o "seu Zé 29 de Dezembro de 1. 990, nn cn 
Xanodu", rroprlctnrio do Lan - tedral Marla Mãe da Igreja, na 
chonete Xnnndú, e de Elza Bls- cldnde de Pnranavoi - Pnrnnã. 
Kcl de C1rv.1lho, José Carlos A !ac!lin do Jovem diácono 
Pcrcl.ra de carvalho, foi orde- prestigiou e.o srnndc número a 
CA.RILVAL POPULAR liO CINÃSIO DR F.sPORIF.S 
A excelente bandn nusicol - 
"Tubo de En«alo", de nossa cI­ 
dnde, c:itnr.:i. animando de 08 à 
12 de feverelro próxIno no GI­ 
nílslo de Envortco Hunicipol um 
tarde Carnaval popular co n­ 
poio d, Prefeitura Hunlclpal - 
de Dela VLsta. A banda, lidera 
da pelo cnntor, rüslco e copo 
sitor Mi1r Piveta, se apre - 
sent.irá cotnlmcntc equipada P!!. 
rn o evento, contnndo com lna­ 
trunento!t de sopro, contraba1- 
xo, teclado, bateria, surdos _e 
tre: vocais, o que da una ide­ 
ln d.1 e:<celentc qu.il ldnde de 
soã!I can1ovnlcsco o ser aprcsen 
todo. 	- 
Sensl'el à ncccssidndc de 
colaborar para que na mafor fs 
ta populnr brnsilclrn seja n - 
cessível também às pessoas de 
nenor poder aqui.sltlvo de. nos- 
sa cidade, o 'Prefeito Edson M~ ànloocõo .. 
dclros de Morocs entrou en a- Lenbrando oindn que, como é 
corda com os integrantes da - de praxe pnrn que os foliões - 
bando ºTubo de Ensalo" para - sintnn-se: totalmente à vontade 
que os preços dos ingressos n no s.:alÕo do Ginásio de Esportc'S 
cercm cobr,,dos seja.o os mais Huni.ci pn 1, dcverPo "pular'' usan 
barntos poss{vcis, sendo deter do ténis ou descalços, isto de-= 
cinado os valores de CTS . . . vi.do no !ato de que calcados - 
500,00 pnra os cavalheiros e com solados em couro ou cadeira 
CTS 2SO,OO para s danas, sen- estragnm o Piso do complexo es­ 
do que na prlmeira noite cnrn~ portlvo, 
vnlcsco, sexta-feira, dia 08 , Coo csto iniciativa ninguém 
os domas niio pagarõo ingrcs - poderá rcclnr:inr dos altos pre - 
sos. No domingo, dia I0, será ços cobrados pelos tradicionais 
realizado o trndlcionnl 
11
catl- clubes de nossa cidnde, que não 
nê
11 
gratuitamente para todos. permitem, coo isso, a porticl - 
Segundo in{onnações do 1{ - pação das camadas de n:cnor po­ 
der d,, bandn 
1
'1'ubo de Ensaio", der aquisitivo de nosso cidade 
Ni.lo.,r, serão oft-recidos prê - do trodicionol carnnvol. 
cios aos blocos, !ol lÕcs e fo- Lcr.ibrnrnos o inda que o even­ 
liiis que melbor cncon,nrem o to conta oindn com o participo 
cl lma do cnrnnvnl durante as çÕo do BRAIIVIS'!A, através do dI 
cinco noites, ruita alegria e nãmlco empresário LuIs Carlos. 
SIIIDICAro DOS TRABAIJIADORFS RURAIS D& BEi.A VlSTA ELF.GE lôOVA DIRITORIA 
O 61ndicnto dos Trabalhado- dos aptos n votarem, lccbrnndo 
res Rurais de Bela Vista rcoll que o Sindicato dos Trabalhado 
zou no Últino dia 13/01, na se res Rurnis de S.Cla Visto contã 
de da entidade à Rua Conde de hoje co 809 associados e vêc 
Porto Aterre n? 64, eleição da crescendo gradativamente nos 
suo nova diretoria p;:irn o triê Últimos tempos. A nova dtrcto­ 
nlo 91/92 e 93. 	- rio da entldode sindical flcou 
S,1. ocasi.Üo foi apresentada ossl.J:l composto: Presidente -Nc 
chapa Único encabeçada por ~e- t:~ R..Mos Volpnto; Secretária 7 
ry Raros 'otpato, que foi ree- Fntica de Melo; Iesourelro- 11 
leito pn:-a n Prenldência. da cn ton Mattloni; Suplentes - Joaõ 
tidndc. r..irtlclpornm dn clci-- Pedro dos Santos, Elolr Anto - 
ç.ão c.crcn de. 80 dos associa - nio Volpnto e Maria de Lourdcs 
.. ~· .. -••::a..r~-------- .. ·-----------------· . - 
solenidade de ordenação saccrdo 
tal, de Dela Vista seguiu espe-: 
ciolr:entc pnrn o acontecimento 
o pai José Pereira de Carvalho­ 
e famÍlln. 
An.ii.t.ácio; Conselho Fiscal -IJá 
rio de Souza, Ataide Creff e RG 
facl ~lcdinn; Suplentes - Jorge­ 
de Souza, José Bueno e Arino Fn 
gundcs; Delegados Representan - 
tcs - Nery Raros Volpato, Fat!­ 
ra de Hlo, Ilton Mattfon1. 
A clciçno foi renlizoda de 
forma secreta, nôo houve nenhuro 
voto en branco ou nulo, todos - 
votara:n a fovor da chapa Único 
opresentndo, muno deoonstracoõ 
inequfvocn dn lideTanc;n do Pre 
sidente Ncry ~oos Vo1poto. - 
O dinfrnlco Engenheiro M.Jr-­ 
ços Cisara de Mgraes (Duty), 
e o novo Secretario Munici - 
,,al di.: O!:>r,"1,; C: Sc:-vico, PÚbli 
cos. C Jova prof1sstonal que 
OPRRAÇÃO ''LP A BURACOS" 
E.;ta se."'ltin,,·uma cquipt? do dernl e.a nosso cidade os scrvl­ 
Secretaria Municipal de Obras os de conserto de asídltamento 
esteve rcnl tzando no longo dn d.nqu.eln vin que encontra-De bas 
Avenida Interracfonal, iedia tante deteriorado, cm opernc;.o.O 
ée do prêdlo da Receita Te- popularente conhecida.coo "ta 
IIRIO-FlOS liAS VIAS ASFALTADAS 
Outro :rviço e execução­ 
pelo Executivo Municipal é na 
constru:;Jio d.>a nclo--Uos dJo 
vias rvcer·rente nataltadas, 
Sabe-se que a Prefeitura Muni 
nictpal executou até o fLnil 
N O T ! C I A S RÃPIDAS 
"lll1IY" 11A SECRELRIA D6 OBRAS 
foi o rcsponsável pelas obras - 
de osfnltnmcnto rcnllzod,1 pcln 
Prefeitura nuniclp.11 er:1 noss.1 - 
cid.ode possui todas a!J Qualida­ 
des para desenvolver um excelen 
do ano possndo o ns!alta.:.ento de. locação dos i:eio-fios, fazendo 
40.000 m
1 
em várias ruas nas I-co que a frportnnte obra seja 
nc:11:içõcs do 109 RC HtC, Pre-fei totalzeate acabada e evitando 
turn Huntcipal e Estádio OetG - aJL c3 estraos que poderiao • 
vIo Fontoura. Essas va estão vl er causados pelas águas 
recebendo hoje a necessiria zo- dr chuvas. 
HOVO OIRPI! DR CABDilrr6 
O Pr,c,lt:n ts'unlcipol Edson l{tlco do vlzinha cldndc de Jnr 
Medeiros de !oraes noeou es- dir, ex-assessor do exprefeito 
to 1·cn.1r..:i oo novo chefe de g.:a Municipal daquela cidade, José 
!>incd,c, Lr .... ta-sc. de Iige..rnack Vicente Pires, e. t..imbêo r.ii.litzm 
Codoy, conhccldo Dtlita.nte p~ te d:i ú:lprensn do 1ntcr1or , - 
ACJUJ>IlDISÕ 
P:t':?. :,e ler um., idéia dn .:rnos, ir pnrticipnr da. t.radi- 
enta!!dde de certas pessoas, cfonal corrida de São Silve:stre 
vcJ,~c o !;C&ulntc foto. O cor- e e.ais ..itndn, chegou n 28Q lu .. 
reder be.1.wleten!.:u. tlenilson gar no gc.ro.l e 30 na sua faixa 
da SI1va. 1 anos, começou a etária de 18 n ll o.nos u.i:i. rcsul 
correr hs exntarente.un ano , tado considerado pelos especa­ 
c.ont:L>f.uiu c::i pounuí.sst:'O tempo lict::u:. co::o :uurprccndente, pois 
o qu.c truil0.:1 atletas sonha hi 'grandes atlétas de renoe nacig 
te trabalho frente à irportante 
Sccrctari.n que ossuo1u recente­ 
mente. Desejamos oo n.o.1go. su - 
cessos na função que ora assu- 
co. 
pn buracosº. 
Louvável n iniciativa jiÍ que: 
nnquelc trecho estava cada vez 
ca.1s di.r!ctl o triinsito nomal 
de veículos. 
Í/_ 
Publicamos, semana passada, comentário com o titulo acima, a 
1 
~ 
respeito da "transferência" do Padre Domênico, e falava.mos que ~_.:- 
há duas Igrejas na IGREJA, a dos homens o a d'; Deuo.. _ 
Não, não roe venham com histórias de 'l'eo!og1.a da Li.bertaçao , , 
não me venham falar de teorias modernas, nao, vamos falar _da ...... --=- 
verdadeira IGREJA, que é o próprio homem, vamos falar da essen­ 
cia desta Igreja que é o AMO.R. Não ent4::ndo religiao sem amor, : 
quando isto acontece, ocorre o que esta ocorrendo no Oriente M~ 
dio na Irlandá, no Tibete, enfim, onde, neste exato momento , 
homens se matám alegando motivos religiosos. 
Tibetanos, adeptos do Budismo. sao assassinados pelas tropas 
de Pequin, na Irlanda, católicos e protestantes e no Oriente,fa 
náticos falam de um Deus que gosta e aceita a guerra. 
Não é nossa intenção criar polêmicas, muito menos o envolvi­ 
mento com os problemas INTERNOS da Paróquia de Dela Vista. SÓ 
nos surpreende a falta de amor, de caridade e de compreensão,em 
muitos que vivem todos os dias aJoelhados na IgreJa, falando... J;:i é prec: 
"meu Deus, meu Deus - - - " 	ue repl 
o homem precisa mais de RELIGIOSIDADE, despertar, realmente, oq 
o CRISTO (o Eu Sou) que habita o santuário do Eu. 	..bc Espol 
O despertar dest'a Luz o levará a entender os seus companhei- stense na 
ros de caminhada, de um senso de justiça apurado e uma verdadei ~'.! nossa e 
ra e intensa vontade de ajudar a construir o homem e o mundo. ' E precise;, 
Alguns fiéis estiveram na Redação, falaram a respeito do mo- ''
st
á fi 
viroento católico em Bela Vista. E de um grupo de 05 ou 06 pes - ~ito às ) 
soas afinadas com o Bispo e que adotam como estratégia de ação ,:ições, ri 
o traàbalho religioso "progressista". 	~ad.e des' 
Falam de conscientização, de preocupação com a fome, com a J perpel 
falta de Escolas, de saúde, com a distribuição injusta de ren - ique foi 
das, uns com muitas terras, outros sem terras para plantar. R o com m 
falam também dos sem teto, dos sem esperança. 	cios e d 
Tudo isto nós ouvimos. E ficamos surpresos. 
Oras, se você, aceitou os ensinamentos de JESOS, o CRISTO, l~íle do 
que prega AMOR, JUSTIÇA, COMPREENSÃO e ENTENDIMENTO, evidente - • Programad 
mente que passará a se preocupar com todos os problemas do povo ~?nte antec 
que caminha. Não há necessidade de rótulos, de palavras de or- r-lo Pre11 • 
dem, de envolvimentos políticos, será preciso apenas AMOR, quem J'lbe, Jor 
ama os seus semelhantes não vai querer a miséria, a injustiça, :::adecep 
muito pelo contrário, vai lutar com todas as forças para ajudar 1: JO Pe& 
a modificar esta situação. 	~no Club 
Não, nao entendemos atitudes, parece-nos mais divergências_- ':ra 111!1 dos 
de um grupo de políticos, disputando cargos no partido, e nao :;; "falta 
grupos de religiosos pregando o AMOR e a COMPREENSÃO. ~ 
M 
• t • d d • • t 	de A cara em 
ui. as vai a es, ego1smos,1n eresses e NADA, mas mesmo, ~s 
_ ,_;· soas n,. 
MOR, por que nao se reunem, todos, e DESPERTEM para a realida ... ,~a cr""'. 
de? Enquanto é tempo. 	'!d • 
O Papa João Paulo II, em sua Encíclica Redemptoris Hissio, a a fazem 
pela aos Cristãos para que haja uma renovaçao urgente da ativi- 
dade Missionária. 
A preocupâção do Papa é com a proiiferação de pi versas SEITAS q~ 
a todo instante surgem no mundo pregando. idéias "estranhas"- e ate 
mesmo uma RELIGIÃO "empresarial" (se assim podemos dizer). - 
Diz o Papa que as CEBs - ComunidacesEclesiais de Base - •sao 
o ponto de partida para uma nova sociedade, fundamentada sobre 
a civilização do amor" - veja bem, caro leitor, CIVILIZAÇÃO DO 
AMOR. 
O tratamento dado ao padre Domênico, por alguns fiéis da Pa­ 
róquia de Bela Vista foi um tratamento de AMOR? 
Caridade, humildade e espírito progressista, são inerentes a 
todo SER HUMANO que caminha em direção a Luz Maior - não impor­ 
ta a crença. 
Enquanto estes f~éis rotulados preferirem as briguinhas, as 
conversas nos bastidores, os disse que disses, ao invés de~ 
REM mesmo a mensagem de JESOS, o"CRISTO, as novas seitas va9 
proliferar, porque, estes enganadores também falam de Deus,. ate 
pregam o AMOR, mas gostam mesmo é do DEUS DINHEIRO e do PODER; 
Concordamos plenamente, nao podemos aceitar uma Igreja esta­ 
tica, alienada dos problemas sociais, envolvida com os ricos. e 
marginalizando os pobres, de maneira alguma, aquele velho axio" 
~a, _ sofra,meu_ filho, passe fome, frio, aguente as injustiças ' 
@PS que voce morrer, tudo será diferente, você irá para o 
ceu_ - e conversa "daquela" Igreja que adorava 
O 
luxo, a pompa 
a riqueza e o poder. 
Não, todo CRISTÃO, que realmente aceitou a JESOS e seus 
namentos, despertou para a realidade, vai se envolver, mas 
ge disso a FALTA DE AMOR e de CARIDADE. 
E FALToo_o AMOR E CARIDADE para com o PADRE DOKENICO. 
Na maravilhosa e perfeita_LEI DA VIDA este fato foi regis?"! 
do, e nesta LEI, a CAUSA e o EFEITO caminham juntos e havera 
REAÇÃO. e a semeadura e a colheita. 	' (PP)._ 
Clt 
Un 
PRE 
ºº 
Governo x Empresários 
BRASlLIA(P~analto) - Ao manifestar sua preocupaçao com 
o tumultuado relacionamento entre autoridades governamentais e 
segmentos do empresariado brasileiro,·o deputado Gilson Macha­ 
do (PFL-PE) fez uma breve análise do processo inflacionário - 
nos oito meses do Governo Collor. Disse o parlamentar perna 
bucano que nao se pode atribuir ao empresário nem ao trabalha- 
dor a re.sponsab.1.11.dade pela inflação. "Se hã empresários que - 
1nsistem em trabalhar com elevadas màrgens de lucro, e por is- 
<:l>!l"rtR.Io MlllflCIPAL - "CIJUIAPIOIOS" A VONT.ADR 	so sao considerados - • 	l do • 
. . _ responsavei.s .pela inflação, por outro ª- ·• 11 
O Ce!têr!o Munfefpal de se que por completo a área dcs• do. 	. existe um grande numero deles engajado no esforço de superaçaO 'C:~ E!•sq 
Belo V!.st, estii nccc .. ttondo tinada ao sepultaento dos fole Co:,, a polovrn AS outortdndes dos_ problemas nacionais, argumentou 
O 
deputado. Gilson Machado] [isa 
urertente de ua copleta cidos, tornando-se cada vez a- responsáveis, pois Increras re- 	s 	+o [ty_' 
111'(!0/.n, loto porque. r.rom{- Is dl!Icll. loco::,oção dos pea• clru,uçoco nesse sentido coe - afirmou que a crescente onda de concordatas e falências de em- ~ •t- " V 
na conte1da porá!arente- nas que vt!ta cus entes que cara a brotar pela nossa éta-4 presas de todos os portes deve-se à situação pré-falimentar e] 2,t '' 
por 'carrapicho" Ji toou qu ridos que Ji partir desta vf- de. 	que se enconty 	i, • 	'o, 
n ra a econom a nacional. Para ele, à queda na mar- •~ • ~ ll. 
cad:Rc10 • PREÇOS ALTOS R l'OUCD l«IV1IIE!ffll, li CAROi! 	gem de remuneração do capital investido constitui-se um ator ·'aâ, 'os 
1tento, en tela Vista ninsgu ata G tobq para suportar estático ou calado todo tipo ae de desestimulo aos novos investimentos, comparativamente aos "l E,"> 
exploração da parte de coerciants desonesto é exploradores. E consequência dos bus!v r nltadc bt .dc 	r l o, e 
sgs As5çr5adotas a_era1, rtetP41=ter·ers'ííenttéics e dé pitrétrs n&ceia,~"? zesui:aaos obtidos no mercado financeiro, acima daqueles obs, bi. z,,_ao 
rg+ ta!tas elav!tenses estão optando por fazer suas copras en outras cidades da regto vados ao tempo da chamada "ciranda especulativa". 	, use 
2;";_;2"±["g,";p@2, "?nd, rts os rresse cone»a s esase do vfn1, as desesss eee "1	p,e <, 
"""í: ~º:'• i, ~ • tendÕnclo ó o c:o•L=•nto do co:nérclo belnvlotense cair •Indo cola provocando I LEIA E .NSSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA, ASSINATURA ANUAL • ,.;.._ 11&"e e, 
,,Z?"11°%"1, °2"""{"1-1",,"" de utra_rente age, +ri<i6saente ijirisueeer is cr$ 5.000,00 - Preco promocional até fevereiro - o " 
i_1o gpguogruggyt.ado t o, Atrts_ver! 	± 	y Si 
--------------------------------------•·  ,-,., ./lt';~ 
nal e_internnctonnl Ucnrom pa• 
ra tras. Pois bena, en nossa cI­ 
dnde teve ruftos que nbrirnm n 
bocn por ar po.r.1 crltlcnr o Jo­ 
ve dizendo que o reso não apa 
rcccu ncc na tclcvtciio. Et.i pÕ 
vinho viu! Vão ser Ignorante 1 
prós banda do não Dei onde.