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rir!s, 
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BELA VISTA-MS ANO l!l NO 1.023 02 Dll PilVIlRI!IRO Dl! 1991 DIRETOR RESPONSAVRL: IVALDO PEREIRA PUB. SEMANAL Cr$ 50,00 
M!R. 
1: 
L 
lJ!.. 
& 
li 
~l 
w' 
ox ) 
vista-" 
aes 
Temos em nossa 
região grandes emprc 
sários eficientes , 
progressistas e preo 
cupados com a situa­ 
cão do povo Brasilei 
ro. 
JOS8 DESTEFANI é 
um destes empresári­ 
os, proprietário do 
SUPERMERCADO SÃO JO­ 
SE, em Jardim, com 
duas filiais, Deste­ 
fani antes de se fa­ 
lar em "modernidade, 
eficiência, competi­ 
tividade", já traba­ 
lhava atendendo to­ 
da a região seguindo 
à risca estes princi 
pios. 
Suas empresas 
são modernas, efici­ 
entes e competitivas ~- ,. 
sem. fugir de um com- ~ llES HIO E VIO:·l'Hffl-:11'0 DE JARD111, JOSf; DESTEf'A.~l, EYJCIEHIE E Pl<OGIU:SSISTA 
promisso que para 
Destefani é ponto de muitos anos, Destefa homem preocupado o/ 
honra: "cada cliente ni é o Vice prefeito a comunidade. A res 
se torna um amigo, e de Jardim, foi verea peito do Plano Col­ 
am.i,go deve ser sem dor, membro de diro- 1or e das medidas - 
pre bem atendido". tório, presidente de do Governo, Destefa 
Político, ligado partido, integrante- ni entende que o 
ao Vice Governador e de entidades e asso- Brasil volte a cres 
leito Ari Rigo, hã ciacões, enfim, um cer, investir na 
BANCO DO BRASIL - P2O,Ãg, 
MODERNIDADE E NEGOCIA,ÃO D05 D0FITO$ 
Cllso --- 
. = 
i=ri 
'' . 
i 
.. ._........ 
. -,·.,, .. ___.,- 
< :------ 
Benedito Nunes - Gerente do Banco 
dação do gerente e 
sub-gerente, e mais­ 
oportuno ainda,seria 
uma reunião entre a 
direção do BB em 
nossa cidade e os co 
merciantes, empresá= 
rios, produtores ru­ 
rais, enfim, com a 
classe produtiva pa­ 
ra um melhor entendi 
menta, afinal, Banco 
do Brasil e Bela Vis 
ta sempre estiveram= 
unidos, prova maior­ 
disto é que daqui,da 
agência local, saiu­ 
um SUPERINTENDENTE - 
REGIONAL, o saudoso­ 
Luiz Carlos Nazareth. 
8 sempre bom lem 
brar, tambêm, e istõ 
é preciso lembrar,so 
do Brasil, em Bcln Vista 
O gerente do Ba~ a·intenção do banco 
co do Brasil, Cilso- não é quebrar nin­ 
Nunes, e o adjunto, guém, muito menos - 
Wilson, estiveram na quer o fechamento - 
redação falando a de. empresas, "o ban 
respeito das medidas co está aberto à ne 
decretadas pelo Pre- gociação, dentro 
sidente do BB. Alber das diretrizes, se-, 
to Policaro e também guindo o que deter­ 
as ajustamentos fei- mina a Direção Ge~ 
tos pelo Governo Fe- ral, estamos negoci 
deral no Plano Col- ando e até renego= 
lo.r, com o fim do ciando débitos em 
Overnight, desindexa Bela Vista, e aos - 
cão da economia, con que pretendem li­ 
gelamento de preços- quidar estes débi 
e sa.lários. tos estamos aptos a 
Para Cilso "a ho receber as propos 
ra é de ajustes na e tas. Não queremos 
conomia, é a busca de maneira alguma 
da modernidade que prejudicar o comér­ 
o Presidente Collor- cio e a indústrí..1. be 
tanto fala, da efi- lâvistcnse, muito= 
ciência e da competi pelo contrário, que 
tividade. O BB está-- remos que este co­ 
buscando também esta mércio e a indüstri 
modernidad.e". a voltem a crescer, 
No tocante aos- gerando empregos e 
débitos pendcnLc:, :,a prccvc;.:io". 
agência de Bela Vis- Foi muito opor­ 
ta, Cilso disse que tuna a visita à Re- 
produção, gerar em 
pregos, produzir,tra 
balhar, não vejo ou= 
tro caminho, reces - 
são é um mal que 
atrofia a nossa von­ 
tade. 
bretudo aos funcioná 
rios do BB mais jo­ 
vens, que o 'Banco do 
Drasil NUNCA teve e 
juízos em nossa cida 
de, nunca teve que 
receber débitos pen­ 
dentes na justiça 
houve um ou outro ca 
so, isto no decorrer 
de muitos e muitos a 
nos. Na verdade, o 
nosso jornal não es­ 
tá procurando fazer­ 
SENSACIONlLISMO, te 
mos ouvido queixas e 
mais queixas, não do 
gerente ou sub-geren 
te, mas a IMPOSSIBI­ 
LIDADE de negociar - 
com o Banco, com os 
juros,taxas,ca:reçâo e 
prazos determinados. 
"O BB CONTINUA A MANTER TODAS AS 
SUÃS LINHAS DE CREDITO T 
BRASILIA - O Banco Central divulgou 
a tablit.a contendo os fatores de dcflacão­ 
díários, que serão aplicáveis ãs obriga­ 
ções e aos títulos com vencimentos neste - 
mês. A t.abela de deflação não podo ser a­ 
plicada nos casos de obrigações tributári­ 
as, mensalidades escolares, clubes, assoei 
ações e entidades sem fins lucrativos, dei 
pesas de condomínio e os pagamentos de ser 
viços em geral, como telefone, esgoto, for 
necimento de água,· energia elétrica e qás. 
O Banco Central poderá modificar a tablita 
desde que seja observado o intervalo míni­ 
mo de 30 dias entre a divulgação de novos­ 
fatores e sua efetiva vigência. 
Segundo o comunicado n0 2.296 do B.C., 
assinado pelos diretores de normas e orga­ 
nizacão do sistema financeiro, Gustavo Lo­ 
yola, e de Política Monetária, Luiz Eduar 
do de Assis, a tabela de deflação terá vã 
lar apenas para as obrigações e títulos q/ 
tenham sido constituídos no período d~ 10 
de setembro de 1990 a 31 de janeiro último 
sem cláusula de reajuste ou com cláusula­ 
de correção monetária prefixada. 
Para aplicar a tablita, deve-se divi - 
dir o valor da obrigação pelo fator de de­ 
flacão do dia do vencimento. Por exemplo, 
para um título de Cr$ 100 mil, que vence - 
no dia 20 de fevereiro divide-se esse va­ 
lor pelo fator de deflação daquele dia,que 
é de 1,1353. O resultado encontrado, Cr$ - 
88.082,44 será o valor final a ser pago ao 
caixa do banco. O Banco Central divulgou - 
também a taxa referencial diária {TRD) pa­ 
ra os dias quatro cinco e seis deste mês, 
que é de 0,287413% ao dia. 
TABLITA DO MÊS DE FEVEREIRO 
DIA DO VENCIMENTO FATOR DE DEFLAÇÃO 
01 	l,0000 
O 2 ...................•...........••. 1, O 116 
03 	1,0116 
O 4 	1, O 116 . 
05 	l,0233 j 
06 	1,0352 
07 	• 1,0472 / 
08 	l,0594 
09 	1,07161 
l0 	1,0716 / 
11 	l,0716' 
12 	l,0716 
13 	l,0716 
14 	l,0841 
15 	l,0967' 
16 	1,1094. 
17 	l,1094' 
18 .......................•.......... 1,1094' 
19 	1,1222' 
20 	l,1353 • 
21. • • • • • • • • • • • ••••••••.............. 1,1484 
1 
3. E ±#± 
24 	1,1752. 
25 •................................. l,1752 
26 ••• • • 	1,1889. 
27 ••••••••.................... ······1,2027 
28 	1 
••• • • • • ••......................... l,2166. 
• 
Banco do Brasil Pode Quebrar. Empresas .. ,, 
-Vocês não Querem Eficiência e Honradez·? 
A respeito da matéria 
inserida no Jornal "TRI-­ 
BUNA DE MARACAIC" (e tam 
bê nesta edicão) coa G 
tltu1o "Banco do Brnsil 
pode quebrar Empresas" - 
o gerente Cilso Nunes· 
disse que "houve um pou­ 
co de exagero, entende - 
nos a posição do Jornal, 
em defesa da comunidade, 
nas, na verdade, hã deve 
dores do Banco do Brasil 
(BB) que não nos procu - 
rap para acertos, muito 
pelo contrário, de.a.apare 
ceram, nós seguimos or­ 
cntaçÕes de nossos supe­ 
riores, e entendemos,tam 
bêm, que cada caso ê ~ 
caso e queremos conver - 
sar com todos". 
Cil,;p disse que • "o 
Banco do Brasil continua 
a manter as suas linhas 
de créct-1.to, seja para em 
presarias ou produtores 
rurais, estamos oferece 
do novos produtos e esta 
harendo um saneamento no 
Banco, estamos cri.ando 
um corpo ágil e competen 
te, o que não podemos é 
aceitar irregularidades, 
vocês meso pregam e que 
rem eficiencia e honra - 
dez, é isto o que o Ban­ 
co ,:em fazendo". 
_Finalizando disse que 
tods os empresarios - 
que procuraram o Banco . 
estio sendo bem atendi - 
dos, fazemos o possível 
para normalizar as pen - 
dencias e no viemos pa 
ra ser carrasco de n.in - 
guén, viemos para parti­ 
cipar e ajudar Bela VIs­ 
ta a crescer. 
E te rais, o Banco 
do Brasil. hoje zela pelo 
seu cliente, ele é o fa­ 
tor mais importante em 
nossas atividades e que­ 
remos todos os clientes 
sntisfe1.tos" 
MATO GROSSO DO SUL TEM 
NOVA AL. PÁGINA - 08

ll 
f ,JOR!HL 'l'HTBU!ll D/ FRONTEIRA 	BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 92 DE FEVEREIRO DE 19'll 
- PÁGINA - 02 
h'VA·RIEDADES 
de dn edição anteri­ 
or, horóscopo tcr.1 
três partco: 
1- Zodíaco, 2- as 
casa e 3- os plane • frer aos poucos e 
tas. 	conforma 
o zodíaco é uma Meus sentimentos 
faixa de estrelas lentamente se envai 
que parece cicundar 
a Terra. O zodíaco 
compoê -se de 12 di- 
L..---------------------------,,-...,.,......,..----------------------•visões chamadas sig- 
serviços na educa nos. Os astrólogos~ 
ção em Bela Vista. A creditam que uma pes 
você colega, suces - soa fica sujeita X 
sos são os nossos vo- influência especial­ 
tos. 	de um signo especifi 
co da data de seu 
nascimento.Por exem­ 
plo, uma pessoa nas­ 
cida de 23 de julho 
a 23 de agosto tem 
Leão como signo do 
zodíaco e ê frequen­ 
temente cha.mada leo­ 
nina. Cada signo do DECOTES E CAVAS OU­ 
zodíaco tem determi- SAOOS: o LOOK DESTE 
mudança para Campo nadas característi - VERÃO 
Grande, lá onde con- 
tinuará seus estu cas. Por exemplo ' Nos últimos anos 
dos. "Vai deixar sau um leonino revelaria os maiõs têm sofri 
características de do muitas transfor­ 
bom humor e orgulho. mações. Mudaram as 
"Na pró~ima edi - cavas, os decotes. 
cão, será a vez 
2 Mas isso não foi tu 
as casas, aguardem". do: surgiram mode = 
As caracteristi- los com amarrações­ 
cas do ser humano , os transforma - 
são difíceis de com- ~~: em biquínis: bi 
preender, às vezes quinis "enroladi - 
eles têm atitudes • 
- nhos" que chegaram- 
surpreendentes que ao "fio dental", ao 
abala ou chocam cida asa-delta ou bume - 
des, Estados ou Pa 
is, talvez são mes - 
mo influenciados por 
certos planetas e um 
caminho mais viável­ 
deverá ser a prática 
da religião. 
LEI 
A Lei em defesa - 
do consumidor entra­ 
rá em vigor a partir 
do dia 11/03/91, to­ 
mara, é preciso tam­ 
bém, uma lei que ga­ 
ranta ao consumidor­ 
recursos para aquisi­ 
ção dos bens a serem 
consumidos. "Tudo de 
penderá do entendi - 
emnto e vigoração da 
lei salarial". 
VINTE 'i, 
Está na espectati 
va de que a inflação 
marcará o ponto de 
20%, para 9 mês de 
janeiro. "Isso é 
que será repassado, 
mas na realidade de­ 
verá ser alguns nume 
ritos a mais". 
PRESIDENTE 
Segundo o pronun­ 
ciamento do Exmo Sr. 
Presidente da Repú - 
blica, Collor, o en­ 
tendimento nacional, 
com os novos Governa 
dores eleitos, será­ 
a partir do dia 15 / 
03/91. "Acreditamos­ 
que o nosso Governa­ 
dor de Mato Grosso - 
do Sul, MD. Dr. Pe - 
dro Pedrossian, bus­ 
que alternativas pa­ 
ra todos os setores, 
em especial a regula 
rização da situação= 
salarial dos servido 
res Públicos Estadu= 
ais". 
IRAQUE 
e uma República Ã 
rabe situada na par= 
te mais reentrante - 
do Golfo Pérsico, no 
sudoeste da Ásia 
Bagdá é a Capital e 
maior cidade do Ira­ 
que. A maioria dos i 
raquianos cultiva a 
terra, os principais 
produtos são a ceva­ 
da e a tâmara. o Ira 
que cultiva mais tã= 
mara do que qualquer 
outro pais. No Ira - 
que também existem - 
ricos depósitos de 
Petroléo. "As terras 
férteis perto dos - 
Rios Tigre e Eufra­ 
tes situam-se no I­ 
raque". 
GUERRA 
l segunda guerra 
mundial obrigou a 
indústria química - 
norte-americana a 
produzir materiais 
bélicos. Foram cons 
truidas novas fábrT 
cas para atender a 
demanda de muni 
çes, para suprir - 
as necessidades de 
borracha sintética- 
e para participar - 
do programa da bom­ 
ba atômica. O uso 
bélico demonstrou - 
que os materiais 
sintéticos são úte­ 
is quando os mate - 
riais naturais, e 
em muitos casos até 
superiores. Isso le 
vou a uma grande de 
manda pós-guerra de 
materiais como o 
náilon e a borra 
cha. A indústria dé 
materiais de silico 
ne desenvolvidas - 
primeiramente para 
uso militares tor - 
nou-se importante - 
no pós-guerra. 
IDADE DA PEDRA 
Os povos da pri­ 
mitiva idade da pe­ 
dra, também conheci 
dos como povos do 
Paleolítico, inclui 
am todos os seres= 
humanos que viveram 
antes ou por volta­ 
de 8000 a.e. Todos­ 
os povos Paleolíti­ 
cos viviam da caça. 
Os homens de Nean - 
dertal, uma espécie 
de lençol sobre a 
cintura. Viviam em 
algumas partes da 
Ãfrica, da Ãsia e 
da Europa, de mais 
35 mil a. 100 mil a­ 
nos atrás. O homem­ 
de cócoras friccio­ 
na um pedaço de pau 
para acender o fo - 
go. Uma mulher ras­ 
pa uma pele de ani­ 
mal, enquanto outra 
fabrica uma haste - 
de lança. Algumas 
ferramentas e armas­ 
utilizadas pelos po­ 
vos paleolíticos. 
são: ferramenta fei­ 
ta de seixo, ferra 
menta para abrir • 
fendas, machadinha - 
de mão, faca de si - 
lex, agulha feita de 
osso, ponta de lan - 
ca farpada feita de 
chifre, lança feita­ 
com ponta de pedra. 
"Com o desenvolvi 
mento e tecnologia= 
avançada armas, SO - 
fisticadíssimas des­ 
tróem e matam seres­ 
humanos, sem sinal - 
de Paz". 
BOATOS 
e que o carnaval­ 
também, deve sair no 
Ginásio de Esportes, 
só que para ter su - 
cesso, segundo dita­ 
do popular, com en - 
trada franca, para 
ter uma saída forte. 
ESTRELA 
Foi só virar galã 
de novela e Almir Sa 
tter parou de dar 
suas tão famosas can 
jas. Mesmo quando 
convidado especial - 
de algum evento, ele 
sai pela tangente e 
não canta e evita fu 
gir. "Revista Amiga 
no 1079 pg 53". Voei 
acredita? 
REUNIÃO 
Mesmo em plenas fé 
rias, os professores 
do Vera Guimarães 
Loureiro, atenderam 
ao convite para uma 
reunião no dia 24/ 
01/91, objetivo era 
confirmar lotações , 
e já ficaram sabendo 
que este ano, assa­ 
las de aulas· estarão 
super-lotadas. 
TRANSFERENCIA 
Professora Maria­ 
Atanacilda de Souza, 
foi transferida para 
Campo Grande-M, for 
mada em Letras e de= 
sempenhou relevantes 
SÃO CARLOS 
Margareth Rosana­ 
da Rosa, Miss Fron - 
teira do Distrito de 
São Carlos classifi­ 
cada em 40 lugar a 
nível regional, está 
definitivamente de 
dades". 
DIA DO FICO 
No dia 09 de ja 
neiro de 1822, Dom - 
Pedro declarou que 
permanecerá no Bra - 
sil. "Essa data fi - 
cou conhecida como o 
Dia do Fico". Há 169 
anos, falou. 
TERRENO 
Na região, norte 
e oeste, do ginásio­ 
de esportes, existem 
espaços para serem a 
proveitados na cons­ 
trução de•parques in 
fantil, até o momen= 
to está servindo co­ 
mo reserva de capim. 
HORA 
e o intervalo de 
tempo que correspon­ 
de a 60 minutos. Um 
dia, de meia-noite, 
tem 24 horas, cada - 
nação regula suas a­ 
tividades de acordo­ 
com a hora. Contudo- 
os povos só· começa - 
rama usar as horas­ 
para marcar períodos 
uniformes de um. dia 
no séc. XIV, quando­ 
foi inventado o relé 
gio mecânico. " Os 
antigos Romanos usa­ 
ram a hora como tem­ 
po: o nascer do sol, 
e o pór-do-sol, a 
crescentando mais 
tarde ao meio-dia". 
HORÓSCOPO 
Dando continuida- 
CASA VETERIÁRI CRIÇO 
- poxrra; v1m:mtlÃRIC6 
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ão somos nore - 
para nós mesmos, la 
m:ento! 
Minh 
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Pois o tempo me 
diz: F.nquecolll 
Meu amor já não 
te quer mais prã 
.mim. 
C trbtc. 
Te quer para 
mundo e feliz. 
Por que o amor - 
não acaba, se trans 
formal - 
Se existe ... e 
xistia ... 
NEIOA JOHN PITT 
o 
rÍt 
» J8a» 
1, 7ue , 
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TIA ... 
O amor se trans 
forma, não acaba! 
Amava como real 
mente se amai 
Silvana, vibrava­ 
º amor ... 
. Silvou anos, me 
ses, semanas ... 
Sonhei ... sonha 
mos castelos 
E os vimos sumi 
remem chamas. 
Quero gritar para 
o mundo 
Agradecendo por - 
que "Existes" 
Não consigo por 
mais que insisto 
Tudo acabou e is­ 
to me deixa triste 
Se penso em ti me 
vem o nunca mais 
Nunca mais prá 
mi.me demais!!! 
Dói, d6i, até on 
de a dor irã? 
Se já não nos te­ 
mos para nos conso - 
lar??? 
Ouço o grito 
, tempo. 
O som é forte co­ 
mo a eter_nidade 1 
Por tanto tempo 
fomos um para 
O ou 
tro. 
do 
rangue. A moda ves­ 
tiu e despiu as mu­ 
lheres, expõs suas­ 
formas com generosi 
dade. Hoje, uma mu­ 
lher vestida com ma 
iõ ou biquini, vis= 
ta de perfil, prati 
camente não tem na­ 
da a esconder. Is - 
so, de uma certa 
forma, é o resulta­ 
do desse amor à es­ 
tétiva física que 
vem tomando conta - 
das pessoas. Mas a 
grande maioria ain­ 
da não frequenta a­ 
cademias de ginásti 
ca .• e por isso que 
maió inteiriço nun­ 
ca cai da moda. Pa­ 
ra fazer frente a 
essa procura é que 
os estilistas procu 
rama sensualidade, 
pura e simples, que 
não se esconde qua. 
do a nudez quase ab 
soluta dá lugar a 
modelos aparenteme~ 
te comportados . 
Nossos maiõs são 
admirados no mundo­ 
todo. A criativida­ 
de dos fabricantes­ 
é a grande arma , 
visto que têm pou - 
cos recursos. o úni 
co tecido para suas 
criações é a Lycra. 
Os maiôs. "abusados" 
como o fio dental - 
estão dando. lugar - 
aos sensuais e fut 
ristas. 
REDACO 
iasa; }""g7Aco _Paus cxtr1o. cede rir1	).+­ 
teira, 564 - Catátosta1-23-Fone: (07)419-1410- 
PROPRIEDADE DA REDE HEI 
";g; ?rã.zsjo5;#!'msr e vos«is a- 
ESTADUAL: 28.215.0003-1 
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Representante para 	aLS 
DE COLUNICAÇÍo'- Rua toda o territórlo nacional: 1BILA VII 
roE: ó1í) 2ss-55' de_rii 2s2 - sê adar. 
e 255-3499. 
ÃSSlllAIUR4 -~ : Cr$ 
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DIIIErOR-~	A: &riA Xstc14 VeLuqucz l'ercl.ra 
csEr:. cries sçç,"e Pereira. . 
"E;P; ini«is rio. 
CLAS: AML, PLana, AE, Agência BrasLlta, Correspondente 
sanas.7z2,"çé Fin+ti.sê ri'· iie & i-iro­ 
col e ," , Jardts, Bontto, Porto MurtLnho, cara 
sucURL. E Cá""Ju- 
Fois. oi ,P": Ras 26 4e Asso 9z.179 
2.000,00

te, 
Par 
telit, 
o. 
tez. 
'!Ili Pl:J 
JORtlAL 'l'RJBIJNA DA PJlONTEIRA 	DELA VISTA - MATO GROO DO SUL 
FORME 
UDALDINO ROOHIGOBS 
1------:-----------------------------~-------~--'---'--- 
NOTICIAS DO EXECUTIVO MUNICIPAL 
AtF.llíllHRITTO ÃS Jl/;(XJI.A5 RIIHAU 
0 Prefeito Fdon Medeiros de Moraes vm dando ua atenção to 
da especial à área educacional do MunfcIpfo, priorizando o ntcri 
dirento às necessidades enfrentadas pelas Escolas tanto da ã­ 
re urbana como rural e preocupando-se em oferecer condições pa 
ra que todas. ns .. c:.rtnnçns ~ odoltscentes do Munlcfpio em Idade 
escolar tenham n disposiçao uma Escola com estrutura suficiente 
para uo bom deGcnvolvlmcnto 1ntelcctu1.1l de acua alunos. 
A Encoln ~:unlc:lpal Jorbos Pnnsarinho, sob n direção da Pro - 
!easora Mnrla do Cr,,ço Costa Marques, recebeu mots duns nnlos 
de nulo, desta fora poder ser oferecldo tll!I m111or número de vn 
as à grande quantidade de Jovens que procuram a Escola. A 
desoo nmpllnçno, o prcdlo do JorJ>n11 Pnssnrlnho fol totnlcente re 
formado e pintado. • 	- 
Tarbén a Escola Hun1.c1pol Caatellnho Encantado, ngorn sob o 
direção dt1 Profeo~10rn Almcrlndn Seno Brltea, teve sua estrutura 
fsfca ampliada, recebeu rais dunas alas de aula e serviços de 
reíornns e pintura. 
ron:BOI, - JOGOS Allf:xm5 DA AKl.7.ADB 
Nos plnnos do PTI'fclto Hunlclpal Edson Hedciros de Moroeo 
ainda neste cês de fevereiro, ou março, a rcallznçõo 
dos Jogos Abertos dn Amizade, no r:iodolldadc de futebol de can­ 
po, que scró dlspu;odo no EstÕdlo Hunlclpol Oct4vlo Fontourn. 
Segundo informnçoca levontndns pelo rcportogc~, l'BBCS Jo&os 
• serão reolhados com o pRrticlpação de equipes de todos os bnir 
ros da cldodc que assim desejarem, alén de agremiações esportivas 
e taobém os tradlcionnis clubes da Prncesn do Apn. 
Falando no lnfonnc TF o Pre 
feito Edson Medeiros de MorncS 
aflntou que ''a nossa intenção 
co essa realização é dar un 
lcipulso à Õ.reo esportivo do mu 
ntclplo e, no caso, mais espe­ 
clflco~ntc no {utcbol que., co 
co todos sober.i, foi protngonlS 
ta há pouco tempo atrás di? 
grondes encontros esportivos em 
nosso cidade, encontrando - se 
hoje sera ncnhwa incentivo''. 
BKRIIADF:TII DKIXA A SECRKIA­ 
lllA DR >:DUCAÇAO 
A Srn. Bcrnndcth Hnbhnn Bor 
bou., rceponsóvcl pelo setor dê 
esportes dn Sccrctnrin Huntci­ 
pnl de Educnçâo, pcdlu esta se 
nana o seu afnstru:x:nto. O Pre- 
feito Edoon tlornca lnmcntou n Prefeito Edson Horncs. 
an{dA da sw,, colnborndoru, se- _ _ 
gundo ele "ela hvia e encaixado to bem nessa nrcn, vinha rea 
lhnndo coo brllhnntinao a org.nnlz.açao dos eventos esportivos 
prooovldoa pelo Prcfclturn" .. 
Taa.béo lm,cntamoa a a[da da nossa anisa Bernadeth, una es 
·portistn nnt4 e. profundo c:onhccedorn dn ãre.n .. 
AllEIA BEI.AVlS'IENS6 PASSA FOR KXAHFS EH CAHP0 GRANDE 
Depois do surpreendente resultado nlconçndo nn provo de "São 
Silvestre" co Soo Paulo, o ntleto bclovlsteni.e Elenllson dra Si.!. 
va, con apoio do Prefeito Edon Moraes, seguiu esta cana para 
Ca.cpo Crnndc onde passou por utln serie de C."<ttoc:s com vistns o 
avaliar su:1s condições f{:;!lcos e de saúde. Esses exames deten::i!, 
narõo to.cbe!:I um.o prepnroçoo espec{Uco para que Elcnllson ganhe 
codo vez onle condiclonllCento pnro os grandes disputas do r:ioda­ 
lldnde. Os cxGcs são de rotina e necessÓr1os o todo atleta pra 
tlcantc do pedestrjnnismo. 
; 
INTRIGAS DA OPOSICÃO, OU KELUOR, FOFOCA NO DURO!! 
Não ê do nosso feitio tomar partido de dctenni­ 
nadas situações, principalmente das que dizem res­ 
peito ao meio p,olítico, mas tambêm não gostamos das 
chamadas fofocas políticas e populannente conhe­ 
cidas como "intrigas da oposição", principalmente 
quando envolvem o nome de uma autoridade munici - 
pal e, 0 mais importante, eleito pelo po,·o. É o ca 
so de algumas pessoas que, covardemente, ficam pe­ 
las esquinas. espalhando Yeneno contra o Prefeito Ed 
son Moraes, tais como acusações de irregularidades 
cometidas. 
Orn senhores, para nós, com todo respeito, isso 
não passa de "fofoca", digna de gentinha mesmo, ou 
acreditam que um ad'ersãrio político, radical ao e~ 
tremo, ainda machucado pela "paulada" recebida por 
ocasião das eleições municipais passadas, ao saber. 
de alguma' coisa que condene o inimigo nao iria le­ 
,·ar imediatamente o fato as autoridades responsave 
is? Por isso eu digo, tem muita gente que de,·erfa 
pensar um pouco mais antes de abrir a boca para nao 
dizer besteiras e, parafraseando um poeta popular, 
"e boca fechada não entra moscas". Para ser mais 
claro ainda seria melhor deixar quem esta traba­ 
lhando em p;z, afinal quem tem "rabo" de,•', cuidar 
para qué não fique na estrada, pois os outros po­ 
dem pisar! 
Bgor-a é • na Tabela! 
Parafraneando o "c.hc!c", "contra fa.toti não ~ a.rsu=ie:ntoa", ~ 
• noss.a. rca:poat.a. 408 malgo• coacn::lAntea que nao gostara nem 
a. pouco da verdade ecrftas ena nossa_coluna Sc=4Nl p.a.a:aa.da. 
onde affrirvaos qu O DO"Yi.ae.nto do comcrclo bc.laviatcnsc,_dcv:! 
do aos preços absurdos pra.tlcndoa, cat.a:va c.n..lndo e A te.ndcncl.A 
aert;. c.a.1r t:!n::J:-!":.;. cng.anadoa, a. Klnlatra zéUA nos _pregou 
uaa pcç~ 4Ua.divel. 1t verdade que preços .altos,_expto_n.ç.10 e •: 
bwa natantc em aosaa tld4dc .. Ou acra aont.lra que l 
..""ç2+ cri+ii+is» » i-1+ vu rele._o ! 
nt.o, 
0 
dobro dos preços de Capo Gnmde por• ex.emplo? Sera que 
o frete encarcc.la. tanto uai.a 44 ac~dorlu:. 	• 
1 fora A verdade. e uaa ao, oa prcçoa for:m 
.:2 2"3 i. • os y?cri'iriim • «e 
Dão bedecc t '"' de ac b.zrlcr cca A JuatiÇ4. 
c!toc:m:io'! 
0 
e~:rnal Trl.bunA da' Fronte.ln. A dl.apoafç.ão de to - 
da ounidade belavistense para qu,o dcnunclc:a qUAlquer 1.rn,11!! 
a,,l'ri da nosso i»unte fpto, tedtatsente entrar - 
_,. m coat..a.to cca a stJ'KAB ou qutqucr autorldadc ccxspctcntc P.! 
e«e s+.ii-+srjene», +ir.gy "e E;7?2.5".27P? 
aveia pelos altos lndicell de lnfl•?" no - • do Plano 
responder por seus atoa, A verdade é tua o, o sucoso 
Collor depende de todoa naa. 
Q(lBK AVISA .AlllCO l!t 1 _ 
Sabeoa que muita gente, oseriante, não obedeceu correta - 
-nt« ·+ ã-irri-g «6 sons-e";"%;""".2" 2. 
a.e.a se desta vez eri a es o!"·,[Z,,, tina que catâo 
ponul)llld.Adca, e o nosso flturO e 
O 
locad eh 
e Jogo e nÃo podemos adzalt:ir que 1.a-aopJ! co o em cque: 
por pcuoaa ganancio ..... Quca .,,,,.. aalgo el 
1 
G2 D!: lEVI:Hr.rro !L l.991. 
Interact doa roupas e cal- 
t	a	l	o	s aos m	o	r a	d	o	r e	s 	d	g 
e nj nto João de Barro 
O INTRRACT Club de Bela Vista, atza'éa do!l jo­ 
Ycns 11ue integram o atuante clube d~ serviços rea 
lizou no Último final de secana, dia 27, a doaçnÕ 
de roupas e calçados à famÍliBs reeidcnteo no Coa 
junto "JoÕo de Borro", localizado nas ImedfaçG­ 
es do Bairro ltabora{, em nosso cidode. 
As pecas de roupne e cnlçndoe entregueo nquc - 
las famllJas forum arrecadadas anteriorccntc pe­ 
los interactianoe através de uma gincann prooa,-:t.­ 
da pelos mem:ios. A lnicintiva atingiu plenancnte 
seus objetivos e le,·ou muita alegria ii.s f=ÍU.os 
moradoras no conjunto. Estiveram em co::,panbia dqs 
inteructianos os rotarianos Gerardo Jav-ier HocciA 
e llaroldo Braga Ca'albeiro. 
$0ri2late erolesporfia 
feelege retori 
O Sargento da Re 
serva Diomedes San 
din de Adla foi 
reeleito por acla­ 
mação, no Últimn 
dia 30 de janeiro, 
Presidente da So­ 
ciedade Aerodespor 
th·a Marechnl do Ar 
Alberto Santos Du­ 
mont, cm Assemblé­ 
ia Geral com a par 
ticipaçÕo dos asso 
ciados. - 
1 
Um dos idealiza.._ d 
dores do projeto de Sgt Dlomcdes S:indim de Arlla e 
criacào da entida- esposa lrone. 
de em Bela Vista, ,·isando acima de tudo oferecer u 
ma alternativa de lazer à nossa juventude e aos a­ 
ficcionados do desporto aéreo, o Sargento A'ila há 
alguns anos vim desenvolvendo esforcas, juntamente 
com sua equipe, para que essa iniciati'a se torne 
uma realidade. 
A entidade possui hoje uma área de Olha local! 
zada anexo ao Aeroporto Municipal e pretende, com 
a colaboração de todos, dar início aos trabalhos de 
edificação e estruturação de sua séde prõpri~. 
A IGREJA DE DEUS E A 
GEIA DOS HOMENS 
É, pois é, o artigo de Pedro Pedreira, denomina 
do "A IGREJA DE DEUS E A IGREJA DOS HOMENS", ,·eic~ 
lado na TF semana possndn, causou um efeito no me= 
iode alguns segmentos da comunidade católica bela 
,·istcnse parecido com os dos mísseis Scuds iraquiã 
nos disparados contra Israel e Arábia Saudita nã 
Guerra do Golfo Pérsico, apenas com uma diferença, 
o artigo atingiu em clj,eio o ah·o, Muita gente se 
ouriçou, alguns, atingidos mais diretamente, nao 
gostaram nem um pouquinho e a ~olêmica criada há 
tempos no seio.da Igreja de Bela Vista Yeio à tona 
finalmente. 
Esperamos que agora as coisas sejam colocadas em 
seus de,•idos lugares e que alguns "fiéis" muitas ye 
zes não tão "fiéis" assim aprendam a conter seus { 
petos. Não vamos, por enquanto, nos aprofundar nÕ 
assunto, como diz o ditado "roupa suja se lava e 
casa", o artigo d.o Pedreira âen..-iu como a1ertn, es 
taremos.atentos ao assunto. 
Reformas do Castelo Branco 
Há poucos dias· para o início do ano letivo de 
!991, a reforma e ampliacãa da Escola Estadual Cns 
telo Branco caminha a passos lentos e muita gente 
já anda perguntando se a escola ficará pronta pa­ 
ra o jn!cio das aulas ou os alunos terão de se a- 
• montonrem ria,·amente no Grêmio Pedro Rufino? Do jei 
to que as coisas ·estão caminhando, essa é a hipÕt; 
se mais pro,-á,·el. Vamos ,aguardar para ver. - 
,IISFBLT0.01 BR-060- 
Desde õ início muito pouéa gente acreditou que 
o Go,·erno do Estado executaria o ásfaltam'l!nto da BR 
060 por inteiro, Depois de lançada e relançada por 
varias vezes, a obra foi iniciada em meados do ano 
passndo, no mês de dezembro pp. tudo parou, cerca 
de 1 Kms de asfalto foram executados 
cinco meses de serviços, em Janeiro d 
quinas da empresa empreiteira comecars 
e esta na caru que, ais uma vez, os tu,' 
deixados inacabados, para tritza do 
tes, ji que em março as /uue o novo Coverny ter Pedr 
Pedrossfnn, Este, só poderá pensar em a faltaent 
de rodo!n após arrumar a "easa" que, pelo Jeito, 
está mais desarrumada que quarto de hor solte!ro. 
Essa é a pergunta que todos, maIs upa e esta 
fazendo. Parece-nos que a coisa só vai ffcar e 
no papel e nas enores placas fincadas ao ±feio d 
rua General Soares da Rocha anunciando o n'altas tr 
to de 40 quadras no centro de nos:.Hl e ll'j,1d _, 
f bom para os ata "afoitos" aprenderem a no 
contar com o O'O dentro da galinha e salrm por l 
idolatrando u;..entiroso:,, com.:> o fIzeram quindo o Go 
Yerno do Estado anunciou as obras dn O',:J L. do e­ 
tro da c1duc!e, apregoando que as pro::-,',º H. do fM'Jf 
estavam sendo cumpridas. Desse fefto até c santos 
"ªº reclamar! 
Vendo Moto RX 125 cc, excelente estado cc con­ 
servaçao, ano 79, notor OK, documentoç,,n lota lr.:cm­ 
te cai dia, suspensiio dianteira od,1ptada dJ St:iWKI 
200 cc, pneus semi-no,·os, 1nstlliaçiio e rPlÔ;,ios Ok., 
Os interessados ligar para 439-14I0, falar co es­ 
te redator. Preço de ocasião. 
Carnaval ?suar é t 
Ginásio te Escrtes 
A excelente banda musical "TUllO IJL tKS/Iíl" cst, 
rã animando de 08 a I2 de fevereiro no Girá;ia de' 
Esportes de nossa cid3de um grande carnaval poFu­ 
lar, que conta coe apoio da Prefd turu .~wd cipnl c'c 
Bela Vista. A banda liderada pelo cartor, zistca 
compositor Nllmar Pi,·eta., se aprcsenté!!"tÍ totalr:2n­ 
te equipada para o Carnaval 91, contar.i co instry 
mentos de sopro, contrabaixo, teclado, bateria,ur 
dos e trs vocais, o que nos dá una dia da ece­ 
lente qual!dade de soo carnavalesco o ser apresen­ 
tado. 
SensÍ'el i necessidade de colaborar para que a 
maior festa popular brasileira seja nc;,ssI,·ol t.'.l!!l·; 
bém às pessoas de menor poder aquisiti'o, "Prefel 
to Edson Medeiros de Moraes entrou ec acordo co:n o:: 
integrantes da Banda "Tubo de Ensaio" no sentido àc' 
que os preços dos ingressos n sereC1 cobr,Hlf'>~ se.jad 
os ma!s acessíveis possíveis, ficando deterínados 
os 'alares de CR$ 500,00 para os ca,·olhciros e CR.J' 
250,00 para as damas. Na priI:>eira noite carnaYalc. 
ca, sexta feira, din 08, as fali.às ruia pag;,_rão in:: 
gressos. No domingo, dia 10, será realizado ainda d 
tradicional "matinê~ gratuita?tente para todos. J 
Segundo informaçoes do líder da b.rnda "Tubo d . 
Ensaio", Nilmar, serão oferecidos prêMio~ aos bloJ 
cos, foliões e fols que melhor encarnarer o cl 
mo do carnaval durante as cinco noites, r.uita .:tle­ 
gria, animação e descontração será a tônica predoi 
minante, Com esta iniciati'a ninguêm ;,oc!cró recla­ 
mar dos altos preços cobrados pelos trcdicionai 
clubes de nossa cidade, que, desta forma, não per• 
mitem a participação das camadas de cenor poder n· 
quisitiYo da calor festa popular brasileira. 
1 
Está aí roçada,shorts, caisetas e,t@n!s, ui; 
ta cachaça, animaçao e alegria, sem brigas ou bal 
gunças, estaremos todos esquecendo ur pouco as df 
ficuldades e pulando cinco noites sem parar.Atélá 
• n TUDO EM JEANS E O ME­ 
LHOR PREÇO DA CIDADE• 
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Barão do La« .i 
, ....• 1

02 DE FEVEREIRO DE 1.991. 
• o» «·" """ """"" ·--- - -- -------· ..... 
PÃGlNI 04 
eu 
KI Cn NATO DE PÁ-. 
RA-OJ: BT+O DAS FOR­ 
CAS Anis - Exérci 
6d estaque. 
Realizou -se no - 
período dà 21 a 29 
de outubro, na cida­ 
do dn Guarntlngucti- 
5P, o XI campeonato 
rasielrio de Pira - 
Medimo das Forças 
Armadas . 
o evento, que con 
tou coin o apoio da 
Escola de Especial is 
tas <la lcroniutica , 
revestiu-se de bri - 
lhantisrno, contando 
com grande particip~ 
cão du comunidade l.2, 
cal. 
A Equipe do Exér­ 
cito sagrou-secam - 
' peã, fazendo jus, Pe 
la segunda vez conse 
cutiva, o Troféu Ci 
dade são José do Rio 
Preto. 
Fora: 1 estabeleci- 
na 
cordco - 
:; provas: 
- « :2.·s, de Grupo 
(, .oGcaa e 2cm); 
- Trabalho Relativo 
(7 figuras). , 
AHIEx PROMOVE CONFB - 
JiJ!NCIJ 
Foi realizada no 
dia 08 de Novembro, 
no auditório do Ar - 
quivo Histórico do! 
xército (Rio de Ja - 
neiro-RJ), uma confg 
rincia sobre "Formas 
e Símbolos Heráldi - 
cos". 
Prestigiaram o e­ 
vento professores e 
alunos de diversas Q 
niversidades e Orga­ 
nizações Culturais , 
segmentos da comuni 
dade ligados a Hist.2, 
ria e integrantes 
das Organizações Mi­ 
litares sediadas na 
irea. 
Caserna 
BOAS VINDAS AOS NO - 
VOS OFIC,JAIS . 
o Regimento Anto­ 
nio João recebeu ma­ 
is 03 (três) Ofici - 
ais para completar o 
seu efetivo. 
- 20 Ten Everton Al­ 
fredo Kaercher Rosa; 
- 20 Ten José Nilton 
Oliveira dos Santos, 
- 29 Ten Rogério Dar 
bosa do Nascimento. 
Aos novos integra_!! 
tes do 10 RC MEC de 
sejamos uma feliz 
permanência em nossa 
cidade. 
BOAS VINDAS AOS NO - 
VOS SARGENTOS 
O Regimento Anto­ 
nio João recebeu os 
seguintes Sargentos 
para completar o seu 
efetivo. 
- 20 Sgt Carlos 
Geraldo Ramos; 
3? Sgt Paulo Rober 
O deputado fede- ,---­ 
ral Valter Pereira - 
t '. de Oliveirn (PMDB - l 
1 MS) criticou em Bfa- 1 
sília a decisão do 
1 
Banco do Brasil de 
1 fechar mais de 1.500 
, unidades, sendo duas 
' agências e virias nÉ_ 
clcos no Estado de 
Mato Grosso do Sul. 
l 
"Nada justifica - 
' uma decisão destas", 
qarante Pereira, a - 
firmando que tem re­ 
gistrado lucros nos 
+ últimos exercícios - 
i• e, na condicão de 
banco estatal, tem a 
responsabilidade de 
se: o pioneiro no fo 
mente às atividades­ 
produtivas cm regi - Brasil. 
ões interioranas do "O Banco sempre- 
1 1 
fez isso, chegando - 
na frente para esti­ 
mular e amparar o 
crescimento econõmi­ 
co", observou o depu 
tado, lamentando que 
o governo Collor ti­ 
re mais este estímu­ 
lo do produtor brasi 
leira. "O Banco do 
Brasil precisa dar - 
lucro social, agir - 
como agente promotor 
do desenvolvimento e 
não como mais uma 
instituição agiota 
to Perfeito; 
- 3 Sgt Valdoir dos 
Santos da Silva. 
Aos novos inte - 
grantes do Regimento 
Antonio Joao deseJa­ 
mos uma feliz perma­ 
nência em nossa cida 
de. 
ANIVERSARIARAM 
Dia 28 de Janeiro 
10 Sargento Pedro; 
Dia 02 de Feverei 
ro - Sargento Ferrei 
ra. 
EX8RCITO BRASILEIRO­ 
SEGURANÇA E INTE - 
GRAÇO. 
Claudius Vinicius 
de Castro Almeida Ro 
drigues - CAP CAV 
Relações Públicas / 
100 RC MEC. 
======= 
Df.P. VALTr.R PERF.!RA 
INDICADOR 
Profissional 
que aufere lucros 
em cima do produ 
ter", salientou o 
parlamentar, lamen 
tando que o presiden 
te do Banco do Bra - 
sil, Alberto Polica­ 
ro, "dê mais esta 
contribuição ao pro­ 
cesso recessivo que 
já deixou sem empre­ 
go milhares de pais­ 
de família neste Pa­ 
is". 
O ÚNICO RBMRDIO 
CONTRA A DBNGUB : 
s cAMA 
t 
ESTJDO DE MJTO GROSSO DO SUL.- PODER JUDICIÁRIO - COMARCA DE BELA VISTA 
NTO DE TERCEIROS. 
O Doutor Vilson Dertelli, Juiz de Direi 
da Comarca de Bela Vista, Estado de Ma= 
to Grosso do Sul, na forma da lei, etc ... • 
Faz Saber aos que o presente Edital vi­ 
rem ou dele conhecimento tiverem, expedido 
nos autos de NOTIFICAÇÃO NO 301/90, reque­ 
rida por MARCELINO GODOY contra QUIRINA AL 
VARES GODOY, brasileira, casada, residente 
cm Caracol/MS., que em seu cumprimento a­ 
e tendendo ao mais que dos autos consta, pe­ 
lo presente Edital que será afixado na se­ 
e de deste Juízo e publicado na forma da LeL 
PETIÇÃO: Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 
Comarca de Bela Vista-MS. Diz MARCELINO GO 
DOY, brasileiro, casado, pecuarista, resi­ 
dente "' doPli.ciliado na cidade de Caracol/ 
MS., 5. nua Mato Grossos/no, por seu procu 
rador infrafirmado, que outorgou a dona 
e QUIRINA ALVARES GODOY 
I brasileira, casada, 
e do lar, rc::;identc e domiciliada na cidade 
de Caracol/MS., à Rua Mato Grosso, a procu 
racão lavrada no Livro no 10, às folhas .. : 
160 do Cartório de Paz e Registro Civil do 
Munic.içio õ<:? caracol/MS., em 04 de agosto 
, de 1. 987., para o fim de vender a quem qui 
zer e pelo prece que convier, todos os - 
bens imóveis do casal, como se vi do inclu 
o instrumento. Acontece que não mais con­ 
vém ao p~ticionário manter em vigor a refe 
rida procuração pelo que deseja revogá-la: 
Permite o Artigo 1.316, no I, do Código Ci 
vil ao mandante revogação do mandato em -:: 
qualquer tempo. Exige o Artigo 1.318 do 
1"-esmo Código que se notifique da revogação 
ao mandatário e aos terceiros. A vista do 
exposto: Requer a V. Exa. com fundamento 
no Artigo 867 e 870 item I, .do Código do 
Processo Civil, se digne: a) mandar NOTI­ 
FICAR a suplicada de que ficam, para to - 
dos os efeitos, revogados os poderes da 
mencionada procuracão que lhe fora outor­ 
gada; b) mandar averbar no Livro dores 
pectivo tabelião a revogação, intimando - 
se a este a não mais fornecer certidões - 
da referida procuração ou, se fizer, que 
as certidões que extrair fique constando 
a averbação da revogação; c) ma.ndar que - 
se expeçam editais para ciência de tercei 
ros. Assim D. e A. esta com os inclusos 
documentos, feita e certificada a Notifi­ 
cação, publicada os Editais, seja o pro - 
cessado entregue ao peticionário, sem fi­ 
car transladado em Cartório. Termos em 
que, P. deferimento. Bela Vista, 28 de No 
vembro de 1.990 (a) Dr. Ivan Afonso da - 
Costa Marques - advogado. E para que che­ 
gue ao conhecimento dos interessados e 
ninguém alegue ignorância foi expedido o 
presente Edital, que será afixado no Fó - 
rum local, no lugar de costume e publica­ 
do na forma da Lei. Dado e passado nesta 
cidade e Comarca de Bela Vista-MS., aos 
onze dias do mês de dezembro de 1990. Eu, 
(Edgard Ibanhes), Escrivão Substituto o 
datilografei e, Eu, (Pedro V. da silva) , 
Escrivão, o Subscrevi. 
Vilson Bertelli 
Juiz de Direito 
EDITAL DE PROCLAMAS 
A sr Janilde Rosa dos Santos, oficial do Cnr ln lides dn lar-, filha de Adirceu de Jona Siquei­ 
tGrto de Reistro Civil d circunscrição de Bel ra e Maria Alves da Silva. 
Vist:i - N:itc, Grosso do Sul, faz saber que preten­ 
de se casar e apresentaram os documentos exigi - 
dor. pelo ,rtign 180 do CÕdign Ci•11 Brasileiro. 
CSESCNCIO FERNANDES e MARILENE SIQUEIRA, bra­ 
sfle!roos, ambos residentes nesta cidade, ele íun­ 
cln:i.ir!n JnÍblico municipal, ítlho de Apndcin Pe­ 
reira Fernandes e Valerinna da Cruz Fernandes, e- Bela Vista-1S., 02 de Fevereiro de 1.991.- 
SE ALGUEH SOUBER DE ALGUM IMPEDIMENTO QUE OPO 
NHA-SE NA FORMA DA LEI. 
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Res - 
439
-1137 - Bela Vista - MS 
JANILDE ROSA DOS SANTOS 
A OFICIAL. 
ADVOGADO 
PR.. SALADQRLOIREIRg 
OAB/MS - 3.369 
CIC: 029.875.191 - 20 
ESCRITõRio: RUA lo de Maio - RO 341 
FONE- 251-1451 
RESIENCIA: RUA Ola.vo Bilac 
COHAB - FONE: 251-1410 
JARDIM - MAO GROSSO DO SUL 
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JOJUIJT, TRIBUNA D/ PRO!ITEI RJ 
- 
U[LJ VISTA - MATO G,OSSO no ~UL - 
COMENTANDO 
0 DE FEVEREIRO Dr 1991 
- P!.G1NJ - O 5 
POR NANCY 
SUPERMERCADOS 
' LcI 
ico 
o 
A 
,o 
° 
Notamos que 110 fazer - 
mos compra a na sexta fe i­ 
ro pp,, um dia após n De­ 
cretação do congelamento­ 
de preços cm 2 supcrmcrcn 
dos quo esti'cmoa, as etT 
quetoD de preços nas mer 
cadorias esta'om "b.ran = 
quinhas e limpinhoe", ei­ 
nol de que talvez durante 
a noite foram colocados e 
os preços "ló cm cima". 
Havia o preço de 1 bar 
rode sabão da mesmo mar= 
co num supermercado esta 
va 60,00 C no outro 
II 
ja 
com aumento, por que a e­ 
tiqueta era no,•inha" esta 
va por 25,00. Incrh-el = 
não? Nós, donas de casas 
devemos estar atentos pa­ 
ra esses "abusos". Vamos­ 
aguardar a tabela e o que 
nela não constar fazer 
"pesquisa de preços", por 
que aqui em Belo Vista as 
pessoas reclamam entre si 
e não denunciam, e é por 
isso que nos tornamos 
"ordeirinhos" dos preços 
extorsivos que são cobra­ 
doai 
PARA RECLAMAÇÕES 
O Departamento de Vig..!_ 
lancia Sanitária, que fi­ 
ca no Posto de Saúde esta 
ri a dispostcão diáriameni 
te das 13:00 ns 17:00 hs. 
Falar com Dra Carmem - 
e o telefone ê 439-1194. 
ATENÇÃO 
Nos colocamos a dispo 
sicão dos proprietários­ 
de Supermercados para pu 
blicarmos uma lista com 
50 itens e seú precas de 
mercadorias q/ constam ou 
não na Tabela Oficial 
do Governo. Pois, dessa- 
• forma fuc111taní no fcstcjnrum a mudança. Cu 
coil6umldor para fazer•- nôo 'Cjo nenhum motl'o pa 
suas compras. O intcrea ra comemorar. No Brasil= 
ado é só entrar cm coÕ há escolnR e escolas. Co­ 
tacto conosco aqui na mo CGtudantc, fico pcnsnn 
Redação ou pelo fone - do: por que as escolas p~ 
439-1410 falar com Este bllcas estão à beira do 
ln, Ivaldo ou Ubaldino-:- caos, com 180 dias de nu­ 
Em tempo: essa publica- laa? Na realidade, net:1 180 
cão serâ gratuita! dias letivos são cumpri - 
dos com aulas de 'erdadc. 
CEDliREMOS 
Também espaço gratu! 
to nos açougues que ven 
derem abaixo da Tabe1a, 
ou seja preço promocio­ 
nal! 
E O CARNAVAL? 
Já "esti aí" e 'ejo­ 
pouca movimentação do 
pessoal. Será a crise? 
serâ desânimo mesmo? Os 
clubes precisam da par­ 
ticipucão de todos para 
que a Festa do Rei Homo 
seja "aquele" sucesso!. 
A EX MISS 
Bela Vista, Ana Eli­ 
za de Oliveira Wolski , 
enviando seu convite de 
Formatura do Curso de 
Estudos Sociais, Gcogra 
fia e História da UC­ 
PEL, no Rio Grande do 
Sul. À Ana desejamos su 
cessos nn carreira que 
nbracoul 
DUZENTOS DIAS DE HENTI- 
RINHA 
GREMl:O DOS SOBTENENTES E SARGENTOS PEDRO 
RUFINO 
Carnaval 
10) A - Blocos para o Carnaval deve - 
rão inscrever-se com 72 horas de antece­ 
dência. 
B - Discriminar nominalmente os 
nomes dos integrantes. _ 
e - Depois de inscritos nao have- 
rá substituições. _ _ . 
D - só concorrerao aos premies os 
blocos que participarem durante as 05 
(cinco) noites, se por ventura faltar l 
(uma) noite estará automaticamente des 
classificado. 
20) A- Para concurso de fantasias,tan 
to luxo, como originali_dade, s<;> copc<;>rre 
rão às que comparecerem fantasiadas a ca 
rãter as 05 noites, se faltar l noite es 
tarã autanaticamente desclassificada. 
B - Inscrições com·72 horas de an 
tecedência. 
30) O melhor folião e_foliá do~ ,OS 
bailes carnavalescos serao escolhidos 
por uma comissão de OS pessoas. 
40) o melhor casal folião será esco - 
lhido por uma comissão de OS pessoas. 
50) Matine infantil haverá escolha do 
melhor bloco e melhor fantasia das_duas 
matinês, se faltar 0l matine estara auto 
maticamente desclassificado. 
60) Inscrição com 72 horas de antece­ 
dência. 
PREÇO PARA O CARNAVAL 
os noites para sócios - Cr$ -..18.000,00 
05 noites p/não sócios - Cr$...25.000,00 
Mesas por noite para sócios-c;r$-s.ooo,oo 
Mesas por noite p/nãosócios-cr$-7.000,00 
INGRESSOS 
de conta que aprendem 
Na semana passada, o Conversando co alguns 
Ministro da Educação professores, pude obser - 
Carlos Chinrelli, anun- var que o salirio nas es­ 
cioµ que o presidente - colas particulares não é 
Fernando Collor havia - muito mais alto que o da 
assinado um decreto que escola pública. 
aumenta de 180 para 200 Aho que é preciso de 
dios o ano letivo na c2_ nossa partc
1 dos alunos, 
cole. Muitas pessoas - dos pais, dos professores 
mais sêrios, colocares - 
sns questões às claras. Ê 
necessário lutar por uma 
escola pública melhor 
Precisamos mostrar nos 
professores que a greve 
não é meio de vida para 
ninguém. Ê preciso que os 
professores mostrem traba 
lho e conquistem o direi= 
to de ganhar mais. 
A escola pública tem - 
outros problemas, mas a 
inércia é o mais gra'e 
Ninsuém faz nada pera me­ 
lhorar. Ninguém ,·á me di­ 
zer que aumentar os dias 
letivos é fazer alguma - 
coisa para melhorar. Fal­ 
tam equipamentos, todo,,,; - 
snbcm. Mas, por isso, to­ 
do mundo vai ficar de brn 
ços cruzados, se conven = 
cendo de que é normal que 
a. escola do Estado seja - 
de menor nível? Me recuso 
n agir como uma estudante 
de segunda categoria. Que 
ro aulas de 'erdade parã 
poder disputar as,melho - 
res fnct.ldades. 
Meus pais falam de uma 
escola pública em que a 
elite cstud.i,·a, no seu - 
tempo. Para dar aula, ha­ 
via um concurso muito ri­ 
goroso. Hoje qualquer 'um 
lecione na escola públi - 
ca. O salário é baixo. 
Mas, apesar disso, peço - 
aos professores que se a 
lorizem. Depots de uda - 
rem a imagem negativa que 
a sociedade tem dos colé­ 
gios do Estado, a! si~ 
rch--!ruliquem para ,·al.er . 
Se o dever. for <:umprido , 
o direito será adquirido. 
Agora, francamente 
200 dias para quê? 
e preciso acabar coe - 
esse faz-de-conta. 
Mão sócios - Cr$ - 2.soo,00 
Sócios com a mensalidade ae FEVEREIRO 
dia não paga nada. 
em 
Tudo fica no faz-de-con - 
ta. A brincadeira que é 
a educação na escola pÚ - 
blica vai continuar. Ago­ 
ra, com mais 20 dias. 
Se não hou'er um traba 
lho de conscientizacào dÕ 
professor, uma nutovalori 
zncão, de nada adiantará= 
aumentar,o ano escolar. É 
'ergonhoso admitir que pa 
rn as escolas particula= 
res os 180 dias hoje são 
suficientes para colocar­ 
seus alunos nas melhores­ 
fsculdades. Em muitos ca­ 
sos, o professor da esco­ 
la particular é o mesmo - 
que dá auln na escola pú­ 
blica. Nas particulares - 
eles rendem mais porque - 
são cobrados. Existe vigi 
lância por parte do dire­ 
tor, do orientador pedagó 
gico, dos pais etc. Já nã 
escola pública, não hi co 
branca. • - 
Nos colégios do Esta - 
do, o professor mais cons 
ciente dá nulas. Os dema­ 
is fazem de conte que en­ 
sinam e os alunos fazem - 
Adriann Hori, 16 a - 
nos, cursa o J2 ano do 
Hngistério. 
Jornal COLA (Est. de 
são Paulo). 
CARNAVAL NO. BEi.AVISTO! - 
SE 
M;áear Cri«tal 
na Aücar iefinado 
ou Addo d,· 11111.o Alia- n 
Aofdo dt• Milho A l lr.,·n 
Arror. LF 11 <rxc. Pur.h!oc•r>do) 
Hess apenas 10,000 _ Arroz LF Tl 0:Xc, p,r./ti.,ceradv) 
Bisco! to kua e S.-:rl 
(dez mil cruzeiros) para Biscoito Crean Cracker não Integral 
sócios e 13.000 (treze - BIscolto Marfa/Mtatzena não Vitaminado • 
mil cruzeiros) para não Café Torrado e moldo (Exet, Vácuo l'uro) 
sócios para as 5 noites. 
lleservns de mesas 
Secretaria do Clube 
pelo fone: 439 - 1330. 
Ingressos: não sócios 
1.000,00 e sócios em dia 
com a mensalidade de 
fevereiro não paga nada 
Mesa por noite para 
sócios 2,500,00. Não só­ 
cios: 3.500,00 
UNICEF - A CONQUISTA SI 
LENCIOSA 
Quando os números f1 
nnis estiverem disponí­ 
veis no início de 1991, 
espera-se que a meta de 
imunização de 80% das - 
crianças do mundo em de 
sem·oh·imento, até o fi 
nal de 1990, tenha sidÕ 
alcançada. "Coo resul­ 
tado deste esforço de 
10 anos," afirma o UNI­ 
CEF em seu Último rela­ 
tório Situação Mundial­ 
da Infância, "as ,·!das­ 
de mais de 12 milhões - 
de crianças foram sal - 
vas e mais de 1,5 mi 
lhào de casos de pÓlio­ 
foi e,·itado." 
REDUÇÃO DE 50% NA TAXA­ 
DE MORTALIDADE 
Quando a meta de 80% 
foi estabelecida pela - 
Organizacõo Mundial de 
Saúde, há mais de dez a 
nos, apenas de 15% a 
20% das crianças do mun 
do em desem·olvimento = 
esta,·am imunizadas. Ma­ 
is de 5 milhões morri­ 
am a cada ano de doen - 
ças comuns como saram - 
po, tétano e coquelu - 
che, e meio milhão de 
. crianças ficava incapa­ 
citada pela pÕlio a ca­ 
da ano. 
Hoje essa taxa foi - 
reduzida à metade. Dois 
milhões e meio de crian 
ças foram salvas pelas= 
vacinas este ano, I:la.S 
outros dois milhões e 
meio morreram de·ido a 
doenças que as vacinas 
podem evitar. 
"Oitenta por cento - 
de imunização não signi 
ficam 80% de redução = 
nns mortes", diz o rela 
tório, "porque as doen­ 
e.as são ma.i.s comuns, e 
pais comurente fatais , 
entre a minoria que ain 
da não foi ating1da." - 
PARA REFLETIR 
TIBELI DE PRECO 
lID! 
ALJ llC:-õT,ÇÃO 
CAR}:E BOVINA C/OSSO (OlA'lTilPO) 
Costel3/Pont.:i de Âf'.Ulha 
CAR!E BOVINA S/OSSO (TRASEIRO) 
Alcatra 
Contra ftlé 
Coxão Duro/Lagarto Plano 
Coxao Duro/Cha de Fora 
Coxão Mole/Chá de Dentro 
Ftlé Hlgr.on 
Lagarto Redondo/Tatu r 
Pat!nho 
CARNE BOVINA S/OSSO (DIANTEIRO) 
Acec/Agulhn 
Capa/,bo de fllé 
Po/Paleta/Braco 
Peito 
ttúsculo 
F Lado 
Carne Scca/Oiarque/P. A;ulha/PninelrA 
KG PAC 
1 rc PAC 
100 r,, l'AC 
500 C, PAC 
l Y.C rAc 
I KG PAC 
100 C, PAC 
200 G. PAC 
100 G. PAC 
500 G. PAC 
l YC 
l KG 
l KC 
1 KC 
l KG 
l KC 
1 KG 
l KG 
l KC 
l KC 
l KC 
l KC 
l KC 
l KC 
l KC C RM	E L 
190,00 
700,00 
700,üO 
400,0€ 
600,00 
lG0,00 
1.oco,00 
660,00 
00,00 
480,00 
480,00 
##.g 
500,00 
sco,oo 
6)0,00 
CARNE SUIA COGELADA 
Carre/BIsteca 	1 KG 92,0 
Lobinho 	1KG 945,00 
Pernll 	l KC 819,00 
Costela 	1 KC 714,00 
Lobo 	I KG 1.155,00 
C.:irne Sulna-8.:inh.a 	1 KG PAC 191,0 
D. de frutas. Goiabada exc.Cascão, dfet 700 G. LT 357,00 
D. de frutas, K.irt:el.1do (e.xc.. dict) 700 C. LT 378,0 
Extrato de toate 	140 , LT 100 00 
Extrato de trate 	190 G, CP 199,0 
Extrato de torr.ate 	3
7
0 G. LT 262:ffio 
Furi.r_"ul de nandioc.J crua 	1 )(G PAC 101,0 
Farinha de 0:.:mdloc.1 torrada 	1 l<C PAC 112 
Farinha de trigo coun 	1K 109,0 
Farinha de trigo e!lpeci3l 	l KG 1.45, 
Farinha lacte.a 	l..OO C. LT 485 ,o 
Fe!Jio CarioquInha/Mulatinho 1 KCPAC'GRANEL 15, 
Feijão Preto Tipo 2 	l K PAGCRANEL 150, 
Frango Congelado inteiro 	l KG 294, 
Frango Congelado coxa/sobre0xa I CK 12, 
Frango en cortes, Peito s/Carcaça l CK 546, 
Frango frl":ico/Resf. inteiro 	1 ClC J20, 
Fubâ de ci lho ou farinha de ciil.ho 1 KC PAC 124 
Leite Pasteurizado Tipo B 	1.000 +L 121, 
Lete e pó desnnt. instântaneo 400 C. CS S .l2 
Leite en pó Infantt1 	454 G, CX 531, 
Leite em pê Integra! 	45 G. Cx 4493, 
Leite e pó Int. instantaneo 00 G. LT 504, 
Leite estcreliz.ado integral (Long.a Vida) l.000 HL 199, 
Leite Pastcuriz.ndo tipo C 	1.000 ML 100, 
Mnlonese (C.ext, Hcl1.o.L1.nn's, M.llone,tg'1) 250 C 226, 
M.'.lionesc (C.c.xt, Hellm.ann'a, Maionesg's) 500 C 376, 
Ma!ónese Hellann's coru 	250 G 269, 
M..lionese Hellrann's cour 	500 G 483, 
Hnioncsc Ma1one&'s 	250G 204, 
Maionese Haioncgg' a 	500 c 397, 
S""2.5..-- mo. .7 12: 
Marg. Cou Claybon/Be Te VL/Prior 250 C. rr 1, 
Marg. Creosa Claybon/Prior/Dorfana250 G. PT 127, 
Marg. Creosa Caybon/Prfzor/Dor!ana 500 G. PT 250, 
Massas c/ovos (Ex. CaseL/Fresca, Ins) 500 G. PAC 216, 
Massas /seola Ex. CaseL/Frescas, InsE,00 G. PAC 158, 
Massas c/seno1a (Exe. CaseL/Frescas/Inst) I KG PAC 303,0 
Massa coun (Exc, Case/Frescas/Inst) l KG PAC 231,0 
Ôlco de Soja 	900 ML LT 11, o 
Ovo Branco extra 	DZ. ISOPOR/P'OLPA 165,0 
Ovo Branco rande 	DZ. ISOPOR/POLPA 155,0 
Ovo Branco cédio 	l DZ. ISOPOR/POLPA 151,0 
Pão de fora/Lnd. cou 	500/600C 165,0 
541 rcflnodo 	l KC PAC 47,0 
Sais lcha tipo Viena e= 	160 C. Lr 166 ,O 
Snrouu,o "" lat.4 (coo pele e espinha) 132/135 C. LT 97 ,o, 
Vinagre de vinho Tinto/Branco EM. 500 MI 8,0 
Vinagre de vinho Tinto/Branco EMB. 750 MI 98,0: 
Vinagre de ilco1 	EM5. 750 MI 91,0: 
Vinagre de ãlco1 	EM. 500 M! 5. .O 
ar. Co=ua C1ayo/e Te vi/Prior 5co c. r } 
KIClE.1':/L U!i'EZA/l!TIL IDADE 
Absorvente hig. Ade. cour 	10 UN, PAC 262,0 
sua Sanitirfa 	1.00o ML 100,0 
Cn:::e denr. iolyno SP/Braco c/fIuor S0 C. BIS 7S,0 
Crcce: dent. Kolyn; SP/Branco c/fluor 90G. BIS 120,0 
Cree denr. Col;ate c/fluor FP 0 G. BISN 
72
,
0 
Crct:e dc.nt. Cotsate c/fluor MFP 90 C. lHSN 115 
Detergente pó Cpetro 	40o c. cx 15
9
,
0 
Detergente en pó !!!nerva 	4O0 C. ex: 173.0 
Detergente c:i ~ tlir:crv.1 	80-0 C. ex 357 
0 
Detergente e pó O:o 	400 G. CX 16
9
,
0 
Detergente e pó o:o 	80O C. CX 316 0 
Não confunda caltura Deterente e pê V'eo , 	400 C. CX 155,0 
bed ·I. 	Deterente eg pó Veo 	800 G, CX 
com sabedoria. 	Detergente IIqu!do p/1ouças 	500 1 
270
,
0 
A cultora ve de fo- Detergente ifáuíd fiou;as 	i5oi ,}'{ 
ra para dentro, penetra FgponJa de aso (ext. Inox!davel) 6G. PAC 
55
,3 
pelos olhos e ouvidos e Fosforo (!:xt. Caso e Cozinha) 1O N. PAC 66.O 
Papel H I . Folha Dupla Alt. Qualidade 	R O LO S 	' 
pode fixar-se º" não em P a pe l Il i & , Folha S u:, p J os Alt. " , ,. Z ROLOS i:~ :gl 
nosso cérebro. 	Papel Hi. Folha S!ples toa ". w ROLOS 15,0 
A sabedoria, ao con- Papel HIg. Popular 	1·?.01.0 
trirto, nasce de aee !!!a sr@e e,ee. _Anita ?E??PS 2.@ 
' 	e! PLha êd!a cou exc. Alcalina) 	2. D± s 229,0 
de nós, e se exterior1- P!lha pequena cos ex. A!cal!na) UNIDADES 
19
8,2 
~n; surge no coração e S.:ibao ec: pe.drn de e.oco 	200 e. l'AB.u:n: i.:n,o 
Sabão e$ pedra extrusado 	200 c. +
2,00 
só pode ser adquirida - 	·. TABLETE 1.0d 
sr sts 4s =sito&is. 2." z;; r=«o 	?ç:iiri 3} 
Até os :malfnbetos - Sabonete Lu1t SU>'e 	100 e t•.ªo~ 
Sabonete Palollve Suave 	90c 
pode conquistar a sabe Deterente e pó Cape!ro 	+,G 
dori3 se· so .. berem med-i S.ib.10 Mar.:arl••-•o 
8
2°
0°
0 
e. C.IC ~.iD•:~
1 
+ 	- 	C. TAELIIE 
tar e seus coraces.1_ __ -:---------------------
3
•_· _• J 
, 
1 
·' 
ITES:2 
+ 10, 00 
111,00 
93,00 
1,00 
22%.%, 
252.00 
#a !OI C•i 
s.,00

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BI.:L/1 Vl STA - MATO GROSSO DO SUL - 02 DE fEV[RElRO DE 1991 
Banco do Brasil pode provocar fechamento de 
Empresas e demissão· de dezen.as de funcionários 
,,. 
,,. 
Bela Vlnta - Nos­ 
sa reportagem apurou 
um [oto que merece - 
provid&ncian urgen - 
tes pela alta dire - 
cão do Banco do Bra­ 
nil. E antes que o 
mal aconteça, é me - 
lhor prevenir, as - 
sim, ainda haverá 
tempo para evitar o 
caos. 
Em Bela Vista 
sem falar nas deze - 
nas de produtores ru 
rais que.. possuem d­ 
bitos pendentes no 
BB, também apuramos­ 
que várias empresas­ 
estão com a quilhoti 
na na cabeça. 
Fonte do próprio­ 
banco, e alguns dos 
diretores destas em- 
'Brasil, que cstã 
falando tanto cm 
modernização, deve­ 
ria seguir o exem - 
plo dos bancos par­ 
ticulares, que, pe­ 
lo menos em Bela 
Vista, RECEBERAM '1'0 
DOS os SEUS DêDI 
TOS: Prosseguiu es­ 
teempresário, "te­ 
mos lido na impren­ 
sa que o BB vai re­ 
ceber os débitos 
pendentes de qual - 
quer forma, aconte­ 
ce que dos Cr$ 90 
bilhões que tem pa­ 
ra receber, muito - 
pouco são de peque­ 
nos empresários, a 
maioria são de gran 
des empresários e 
produtores rurais . 
presas, nos informa- Enquanto o presiden 
rama respeito da si te Collor fala· em 
tuação, evidentemen- investimentos, gera 
te pedindo sigilo cão de empregos, r 
por razões óbvias. tomada do crescimen 
A situação é cri- to, em Bela Vista 
tica, estas empresas parece que AINDA 
geram mais de 150 em não entenderam que 
pregos em Bela Vis= são os pequenos em­ 
ta, é isto mesmo , presários os respon 
cento e cincoenta em sáveis por mais de 
pregos diretos, e 901 dos empregos". 
não estão conseguin- Já outro empresá 
do RENEGOCIAR com o rio,manifesta confI 
Banco em condições~ anca de que ao to= 
de poder~ pag,ar e mar conhecimento do 
ao mesmo tempo mante que está se passan­ 
rem as empresas em do, a direção do BB 
funcionamento, mui - vai tomar providên­ 
tos destes débitos - cias, procurando a­ 
serão encaminhados a certar esta situa - Numa pequena amostragem feita no ano 
Cartórios e depois ção, pois não é in- passado, o Banco Central constatou frau - 
à Execução. tenção do banco ge- des no valor de Cr$ 12 bilhões nas opera- 
Ninguém está se rar uma crise soei- coes do credito rural. As operações do 
negando a pagar o al na cidade. Basta PROAG~O -.um s~guro para·operacões rurais 
BB, acontece, segun- ver quantas lojas - que ha muito vem sendo fraudadas princi- , s
t
a_semana pequenos produtores rurais 
do um destes empresá fecharam suas por - palmente junto ao Banco do Brasil, também a regiao da Grande Dourados que não conse 
rios, "a renegocia= tas, nos últimos me Sao alarmantes os prejuízos aos cofres j:,ú guiram financiamentos de suas lavouras nÕ 
cão está difícil ses, para entender blicos da Uniao .. Em Campo Grande, segundo ano passado, denunciaram a existênciadeu­ 
não só pelos juros , a situação. No to - o diretor do Departamento de Fiscali"zaça-
0 
ma ve
rd
ªdeira "indústria" de PROAGRO em to 
d 	do Mato Grosso d s 1 - 	- 
taxas, multas, cor - cante ao comércio e 
O 
BC, Elizeu Martins, 608 das obtencões d 
O 
u • Sao centenas de gran 
- 	d 	es produtores pr • • 	- 
reçao e prazo, mas - a indústria, Bela - tesse seguro são indevidas e isso, só nes- . .' 1nc1palmente, que age 
também pelo total Vista parou. E pare ta_capital, significam mais de cr$ 1 B;_ O a participação de técnicos e até de 
d h • 	lha • • 	uncionarios das i t • i - . 
escon ecimento da ce-nos que isto es o em prejuizos ao Tesouro nacional. principalm t ns itu coes financeiras, 
realidade do nosso - tã ocorrendo em to- E,sses numeras são preliminares, mas bas - en e 
O Banco do Brasil de onde 
- • d d. - 	tam p t • 	vem os maiores ind; de ' 
comercio e a nossa- a regiao. Certo ara mos ar que o credito agrícola e os levantame t ices e fraudes segundo 
indústria, e até mes que o culpado não é o uma das maiores fontes de desperdício de - n os do Banco Central em fun 
d • • - B 	recurso ( bl • · 	çao do volume maio d ' , 
mo, apropria con - .B mas em Bela Vis- s pu 1cos e privados) do País. 80% do dinhei. vr tos recursos, cerca de 
juntura nacional; to ta ELE será o cul- Sem contar com a blitz realizada no mês agrícola. r~ aplicado no financiamento 
dos querem pagar , pado pelo fechamen- de novembro do ano passado, o BC detectou 
a • t d 1 fraude 1 d 	Esses produtor 
m s sem que seJa pre o e, pe o menos , s no va or e CrS 8, 3 bilhões com re quanto se mante es, que preferiram por en 
ciso fechar as empre CINCO EMPRESAS, que cursos repassados pelo Tesouro Nacional.- frerem mais a,S incógnitos para não so 
sas, demitir funeio- geram mais de 100 Outros Cr$ 3,4 bilhões foram sacados in Brasil dis cri1:1inacao Junto ao Banco do 
nários e vender o pou empregos. devidamente do PROAGRO. 	to ao é ,""_inda que os créditos jumg 
co que restou". - Para verificar - "A situação é lastimável", afirmou 
O di dutores privlle ~emd, mas para aqueles pr 
Outro empresário, "in loco" esta nos- retor de fiscalização do BC, Elizeu Mar= deles. '91aclos na casa", comentou= 
cujo débito originou sa denúncia, basta- tins. Os fiscais do Banco descobriram que 
Se no Plano C d - D' - d os empre t f 	Os indivíduos . . - 
ruza o, ·a irecao o BB man . ·sumos oram feitos para a aplica 	que parti d •· d s- 
d• • 	tria" do PROAGRO _ cipam_ a in u 
1sse que "eu ja pa- dar um funcionário= cao no me_rcado financeiro ou na compra d-e 	, sao cham d d proa 
• 	b 	gueiros" e sã . ,a os e os r_ 
guei a minha. conta, a Bela Vista e con- ens e nao no plantio. No caso do Proagro gião entre """?o conhecidos em cada re 
da noite para o dia, versar com todos os os fazendeiros se utilizaram dos recursos 	pro utores 
nos últimos meses d6 empresários que se Para_outros fins ou fizeram a colheita e ,"??° desvio d é;6aio rural ar 
Governo Sarney, pas- encontram "amarra - requisitaram a cobertura do Proagro, ale- 	, sses mesm 	• l 
sei de uma dívida de dos" junto ao ban - gando a perda das plantações por causa das tores garantem que "s pequenos agri± 
C ~ 5 	- 	para compra d o .inheiro é utilizado 
r$ 500.000,00_para não por culpa - gndicões climáticas adversas. Martins_in grandes cenP Famentos nas praias dos 
Cr$ 4.000.000,00. En eles, mas de Gover ~rm'?u que,o BC está estudando a transfe - 	urist 
t 1dc B e 	±. 	rên dc 	bêm para a compra acos nacional e ta 
-enao que o 3anco 1o nos cujo "ideal", C1a lo PRDOAGRO para o setor privado. ne dupla. PI de caminhonetes com caP! 
açãruzeir@ lo" 
CONIIE;: 'lOSSA FRONTEIRA 	- - -- ·-;-----J.---;---:----- s u 1 
SEGURA~A - TRANQUILIDADE - CONFORTO 	r~ .! i _.,. 	. ':. • -~:-, •. • ;;,-,-~-• 
LINHAS PARA: BELA VISTA, l'ORTO MURTINHO, JARDIM,. ANTONIO :J. 1 1 	• 
JOÃO, PONTA PORÀ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGU -- 
A. ARAc@._4Aviá. convivi. io@vii. as"imil's cl 	tti 
nODoOUENA, SIDROLANDIA e CAMPO GRANDE. 	- i.'G 	2'. 
'ÓNIBUS PARA EXCURSÕES 	g-.''E 	,» 
' e=i- 
·rAANSPAR!!!NCIA, Poli­ 
caro quer 'TRANSPAREN­ 
CIA, EPICIENCIA e 
HONHJDEZ, entiio por­ 
que não agir assim - 
em nossa cidade? 
O DANCO DO BRASIL 
QUER SUGESTÕES? 
VIA.JB BEM, VIAJE 
era eGpccular, incen 
tivar a agiotagem e 
lançar PLANOS da noi 
te para o dia, sem 
consultar o povo, e 
nem os pequenos em - 
presários. 
e preciso que o 
Superintendente Re - 
gional do Banco do 
Brasil, Dr. Manoel - 
Pinto de Souza Juni­ 
or, e até mesmo o 
presidente do BB, Dr 
Alberto Policaro , 
saibam a REIL situa­ 
cão de Bela Vista no 
tocante aos pequenos 
empresários. 
Há muita fantasias 
e mentiras sendo dis 
seminadas, desconhe­ 
cimento total da rea 
lidade, do comércio= 
e da indústria bela- 
vistense, pressões - 
que estão até impe - 
dindo empresas de 
trabalharem com tran • 
quilidade. E menti= 
ras quanto a capaci­ 
dade de pagamento.fu 
tá havendo pressões~ 
Chegou a hora da ver 
dade, Collor quer 
Ouvimos diversos­ 
empresários, cada ca 
so é um caso, e deve 
ser negociado de ma­ 
neira diferente. 
1- Uns querem quitar 
os débitos, com des­ 
contos; suprimindo - 
as taxas criminosas, 
que seja cobrado ju­ 
ros para EMPRESAS 
que estão AINDA , 
funcionando, pagando 
impostos, gerando em 
pregos; 
2- Outros querem o 
parcelamento dos dé­ 
bitos em 5 anos, su­ 
primindo-se as taxas 
e juros acima de 12i 
ao ano. 
3- Os que possuem dé 
bitos oriundos do 
Plano Cruzado, que 
já amargaram vários- 
PLANOS e assinaram­ 
diversos contra os­ 
e confisGÕcs de dí­ 
vidas (assinados 
sob pressões), que­ 
rem o desconto que 
não lhes foi dado - 
na ocasião oportuna 
(quando os bancos - 
particulares o fize 
ram e receberam to­ 
dos os débitos). E 
que não seja compu­ 
tado taxas e juros­ 
pelo período de um 
ano, QUANDO o BANCO 
ALEGOU QUE NÂO 'l'I - 
NITA INDEXADOR para­ 
o parcelamento. 
4- Os que nada de - 
ve.-n, querem LINHAS 
DE CRÉDITO compati­ 
veis com as ativida 
des, ou seja, nin - 
guém é contrabandis 
ta, assaltante ·ou 
traficante para pa­ 
gar JUROS ABSURDOS­ 
e investir no comér 
cio. 
Enfim, evidente­ 
mente que o Banco - 
tem os seus direi - 
tos, e, mais do que 
i9to, DEVE e VAI RE­ 
CEDER o seu dinhei - 
ro, mas, nunca se es 
qucccndo que por Ger 
o DJNCO no BRASIL 
deve ser EXEMPLO , 
de IIONES'l'IDJDB, COE­ 
RENCIJ ·e llONHADEZ. 
NOS ACREDITAMOS - 
NISTO. 
pg, os pequenos - 
empresários nunca fi 
zeram trambiques ~ 
nem usufruíram do di 
nheiro fácil, a ju - 
ros subsidiados, do 
BB, muito pelo con - 
trário, estão amar - 
gando até hoje os cr 
ros e incapacidade: 
de governantes e di­ 
rigentes do pr6prio­ 
BB. O pequeno empre­ 
sário é, acima de tu 
do; um idealista que 
acredita na produção 
e no trabalho. É bor 
que os atuais dirigentes 
do BB ,cm Brasília, sail:mr 
que rrui tas cn-lFISS'.)Es IE 
DIVIDAS asinadas em Be 
la Vista o foram scb pres 
são , e rrui tas , até merecei 
do carentários de •funciõ 
nários de que "nunca Pê 
deriam ser pagas". 
Fraudes no Proagro superam 
Cr$ 1 bllhao em Campo Grande 
Técnicos do Governo acreditam que os novos 
administradores terão mais interesse e 
f
fiscalizar a aplicação do dinheiro desse 
undo. 
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táris i 
e qu; 'r.:.l 
er pa;is' 
.JID 
.,nde 
JOllllAí, THIUUNJ DA F ílONTEI JU 	13EI.A VISTA - MATO GROSSO DO SUL 02 DE FEVEREIRO DE 1.991. PIIGI:,.I 
TAXA REFERENCIAL CORRIGE APLICACÕES 
De a­ 
cordo com 
o Plano 
Collor 2, 
anunciado 
pelo Go­ 
verno, a 
correção 
monetária foi extin­ 
ta por decreto.No lu 
gar da correção mone 
tária, todas as aplI 
cacões ~inanceiras = 
passam a ser remune­ 
radas pela Taxa Refe 
rencial de Juros (TR), 
calculada pelo Banco 
Central, e que será 
divulgada mensalmen­ 
te. A TR será o re - 
sultado da média das 
taxas de juros pratl 
cadas pelos grandes­ 
bancos. 
As aplicações de 
curto e longo prazo 
deixam de esistir. A 
partir de agora to­ 
das as aplicações se 
rão reajustadas pela 
TR. A caderneta de 
poupança passa a 
remunerada pela 
mais 6% de juros 
ano. 
Em 10 de março o 
overnight desaparece 
e será criado um fun 
do de investimento= 
em projetos sociais, 
regulado pelos Ban - 
cos. t como se fosse 
um fundo de renda (i 
xa único nacional. A 
pessoa f is ica terá di 
reito a cotas e pode 
rá dispor livremente 
delas. A remuneração 
será a mesma para to 
das as aplicações,in 
dependente do valor: 
As prestacões da 
caoa própria finan - 
ciada pelo SFH obede 
cerão as normas esta 
belecidas para o rea 
juste dos salários.­ 
ficam, portanto, con 
geladas até que haja 
reajuste nas datas - 
base dos mutuários. 
Os contratos fora do 
SFH obedecem is re­ 
gras dos contratos 
em geral, com conge­ 
lamento por prazo in 
determinado e reajus 
te somente quando o 
governo definir as 
formas de correção - 
dos salários. 
SlLÃRIOS 
com os fatores de a­ 
tualização indicando 
o percentual de rea­ 
juste de cada catego 
ria. Se o valor do 
salário ultrapassar a 
média calculáda pelo 
governo não haverá - 
aumento e nem redu - 
cão de salário.A par 
tir desse reajuste~ 
os salários so vão au 
mentar por meio de li 
vre negociação, em 
julho ou janeiro, as 
duas únicas datas-ba 
se estipulada pelo= 
Governo.Até o mês de 
julho os salários fi 
carão congelados. - 
O salário mínimo 
continuará sendo a­ 
nunciado pelo gover­ 
no em maio e nevem - 
bro. Hoje o salário 
passará a ser de Cr$ 
13.076,23. o próximo 
reajuste só vai ocor 
rer em maio, segundÕ 
a variação acumulada 
do índice da cesta - 
básica apurado pelo 
IBGE. 
ser Os salários de Fe 
TR vereiro dos trabalha 
ao dores do setor privã 
do serão reajustados 
pelo seu valor médio 
real dos últimos 12 
meses, de acordo com 
os reajustes de cada 
categoria profissio­ 
nal. o governo divul 
ga hoje uma tabela= 
SAL.ÁRIO MÍNIMO SOBE PARA RS 15 MIL. 
Brasília (Anda) - 
O novo valor mínimo 
é de Cr$ 15.895,46 e 
.deverá ficar congela 
do até agosto. Está­ 
extinta a sistemáti­ 
ca que assegurava a 
correção do salário 
mínimo através dava 
riacão do índice ada 
'cesta Básica (ICB) a 
crescida de um_ganhÕ 
real de 6,09 ao bi - 
mestre. 
O governo ainda e 
xamina qual devera 
ser a nova sistemáti 
ca de atualização dÕ 
salário mínimo de 
forma a permitir que 
os reajustes venham 
a ocorrer apenas du­ 
as vezes ao ano, nos 
meses de Fevereiro e 
agosto e de forma a 
obedecer o preceito 
constitucional que 
determina a manuten­ 
cão do seu pqder a - 
quisitivo. • 
Segundo explica - 
ções da Assessoria 
da Secretaria Especi 
al de Política Econõ 
mica, a extinção dÕ 
ICB e dos ganhos re­ 
ais de 6,09 por cen­ 
to a cada bimestre - 
não fere o preceito 
constitucional. "Tra 
tava-se apenas deu= 
ma Lei que está sen­ 
do revogada",disse o 
Chefe da Coordenado­ 
ria de Política Mone 
tária e Financeira, 
O Diretor de Poli será de 0.174i (ova 
tica Monetária do Ba~ ler exato com todas­ 
co central, Luís E- as casas decimais se 
duardo de Assis, in- "rá,publicado pelÕ 
formou ontem que Q BC). 
valor diário acumula A TR é uma taxa - 
do até quarta-feira prefixada, arbitrada 
da Taxa Referencial pelo BC com base nu­ 
de jurÓs (TR)é de 59. ma amostra das taxas 
O anúncio oficial da de Juros de CDBs ~r~ 
.taxa de fevereiro s~ vades, _que.refletira 
rã feito no dia 08, as estimativas do mer 
sexta-feira. A TR,ba cado sobre a taxa no 
se da remuneração minal de juros, mas 
das aplicações fina~ nao se~a atrelada a 
ceiras a partir do inflaçao passada. Se 
Plano Collor 2, terá gundo Assis, a TR de 
ai.nda uma taxa diá - 58 para Fevereiro 
ria, calculada com não expressa nenhuma 
base num período de relaçao com a infla- 
. 28 dias. Para Feve - ção esperada depois 
reiro considerando- do Plano Collor • O. 
se uma TR mensal de Governo trabalha com 
si a TR diária (TRd) a ·perspectiva de in- 
ALUGUEL 
Os aluguéis ficam 
congelados por prazo 
indeterminado até que 
o governo divulgue - 
normas próprias para 
reajustá-los ·de acor 
do com a variação do 
maury Guilherme Bier. 
"Resta-nos agora es­ 
tabelecer uma nova - 
sistemática que asse 
gure reajustes perió 
dicos para manuten - 
cão do poder aquisi­ 
tivo do salário míni 
mo, conforme determI 
na a Constituicão".- 
As aposentadorias 
e pensões não sofre­ 
ram qualquer altera­ 
ção, permanecendo 
vinculadas ao salá - 
rio mínimo.Dessa for 
ma também tiveram se 
hs ·valores reajusta= 
-dos para Fevereiro e 
permanecerão até a­ 
gosto. 
O valor do salá - 
rio mínimo para o Pe 
flação zero, o que 
tornaria os si um ren 
dimento real. Para= 
chegar a esse porcen 
tual, o governo cal= 
culou a taxa média 
dos CDBs em janeiro 
e descontou a infla­ 
ção. Segundo estima­ 
tivas dó mercado fi­ 
'nanceiro, a taxa mé­ 
dia dos CDBs no mês 
passado ficou em 
24. 
As TRs de feverei 
roe março serão fi= 
xadas pelo BC ainda 
com base em esti.mati 
vas, até que. o Canse 
lho Monetário Nacio= 
nal (CMN) aprove a 
metodologia para cál 
culo da taxa • médiã 
de juros da economia. 
ealirio. Os alugu6is 
em BTN terão eus va 
lores convertidos cm 
cruzeiros pelo valor 
do último llTN divul­ 
gado pelo Governo.Es 
tá proibida a indexa 
cão com bane cm qual 
quér índice para os 
novos contratos. 
MENSALIDADE ESCOLAR 
As mensalidade es 
colares ficam coae­ 
ladas por prazo inde 
terminado até que Õ 
governo estipule nor 
mas para reajustá = 
las conforme a varia 
cão dos salários. As 
mensalidades expres­ 
sas BTN nos car - 
nês pagáveis em ban­ 
cos devem ser conver 
tidas para cruzeiros, 
utilizando-se o Últi 
mo BTN, e não pode= 
rão ser reajustadas 
até que haja defini­ 
cão oficial a respei 
to. 	- 
CONSORCIO 
Os consórcios de 
veículos, eletrodo - 
mésticos e outros 
bens que tenham pres 
tacões expressas em 
BTN devem ser igual­ 
mente convertidos pa 
ra cruzeiros também­ 
pelo valor do último 
ríodo de Janeiro a 
julho resultou da in 
cidéncia de ·27, 64 por 
cento (21,55 por cen 
to referentes a varI 
ação do ICB mais 6, 
09 por cento de ga­ 
nho real) sobre o sa 
lário vigente em ja­ 
neiro. 
O Ministério da E 
conomia ativará ã 
partir de segunda - 
feira o plantão de 
dúvidas sobre o Pla­ 
no Collor II,que fun 
cionará nos melhores 
moldes do servico im 
plantado no ano pas­ 
sado,quando foi lança 
do o primeiro plano de 
estabilizâção econâni 
ca deste governo. - 
TAXA REFERENCIAL É DE 5°/. ATÉ 4· FEIRA 
· VALOR PARA O MSS DE FEVEREIRO SERÃ DIVULGADO PELO, BANCO CENTRAL NO DIA 18 
O BC terá prazo~ 
tê o dia 8 de cada - 
mês para publicar a 
TR. Ainda segundo As 
sis, no dia 10 de cã 
da mês o BC divulga= 
rã uma TR provisória 
para orientar o mer­ 
cado financeiro e e­ 
vitar que ·a oscila - 
cão das taxas dos· 
CDBs na última sema­ 
na do mês cause dis­ 
torção sobre a taxa 
efetiva. 
Assis confia em 
que a variação entre 
as taxas provisória . 
e efetiva será menor 
do que a que ocorria 
com a BNTf entre as. 
primeira e • segunda 
quinzena do mês. 
BTN, ficando as pres 
t-nçõea, a p..1rtir do! 
congeladas até que o 
governo estipule no.r 
nas que as corrijam 
de acordo com 0'1 1w­ 
lários. Os consórci- 
,os com prestação es­ 
tipulada em cruzei - 
ros mês a mês não to 
rão reajuste porque­ 
foi extinta a corre­ 
cão monetária. Espe­ 
ra-se definição do 
governo a respeito. 
PLANOS DE SJ 08 • 
Os planos de saú­ 
de seguirão as mcs - 
mas regras adotadas 
para os aluguéis,men 
salidades escolares, 
e consórcios.As Pres 
tacões têm seu valor 
congelado e só serão 
reajustadas quando o 
governo'-baixar ins - 
truções para reajus­ 
tá-las também de a­ 
cordo com os salá 
rios. 
CONTRATOS 
os contratos de 
venda de bens e ser­ 
viços também seguem 
as mesmas normas dos 
. aluguéis e presta 
ções de consórcios. 
Os valores ficam con 
gelados temperaria= 
mente até que o Mi - 
7 
nistério d. Econoni a 
estipulo a diretri­ 
zes de reajusto s 
pre de acordo com 
variação do alar'o. 
f possível que h ia 
grande polaica 
rcr;pcito cl,:. Jcoal d. 
de de tai rajust 
pois, c:1 f,rii.cípío , 
esse concelamento 
re dispoi t [ vo:, <.:011 ~ 
titucionais tis co­ 
mo o direito adquiri 
do, o ato jurídico 
perfeito e acabado e 
a segurança das rela 
ções contratuais. 
'fl.UL1'J', 
----- 
r 
0 OE E5S74 I 7TE 
ESTAS SÃO AS MEDIDAS DE MAIOR EFEITO 
" CORTO PRAZO 
MEDIDA 	OBJETIVOS 1• 
~ 
Congeloocnto de Quebrar o rftno da Inflação, 
preços e a.a l.Ó.rio• rv1t4r o rcp..'11rnc de conto:t - f 
para os preços 
1 
. 
. 
Unlflc.,çÕo de d4· Evitar que os reajustes de' 
~ 
t.u·"'1.sc de rc,i - catorafa ais cranizadae 
' Ju.o:tea s.ol.nrLaLs puxc:t o reajuste das ou- 
tras. Supose que os Slndl- 
atos ncs;ociea i..e:WJ •nlÃr-Lo:-: 
os so tempo,separadrente 
# 
Convcraio do a Qucl,ra d.u pr~ss.õc.o lnfl.oc:lo 1, 
lario pela dta nirLa resultantes das atu. ' 
real dos Últl::loa .lo ncr;o,c l.nçCea: 
12 CICSC.O 	i 
&l 
Fia do BTN 
" 
Dcs 1nda..,ç.io d3 ceono::rl...J 
do llDü' 
FL do OvernLht Esticar o pruo rÍnLo das a 
m 
e erúi~:io de = plicaçes iniras, reol 
fundo de tltulo.s ver o probl« da rolagea da 
fedeniD e cata.- d[vida dos Estados e canal!- 
duais 	zar recursos para !nvestfen 
toa de loa.i,, p-ra..:.u - 
CrLação da taxa Substituir a LnJex.cão de ca 
~ 
reícrcncl."1 de dereta de poupzut e outro 
Juros 	contratos franzeiros sufel- 
~ 
tos a corro poas fada co 
DO os depositos a raro e o@ 
rpreatios a Agricultura. 
s 
Aplicação de ta- nJ..m.nar e c.oi:po:,,ente de ex- 
bllta & contt4 - pctativa inflaclorãrLa e!a; 
tos anteriores ao tido no.a pn-ros - 
pacote 
~ 
Apn,fundmoc,to - tacar na causas maia for- 
• do aperto 110nct;! tantes da 1nf1ão 
rio e UaCAl 
eng 
Tari faços At:u4.li.z.ar t.i1rlf'3!1 e preços 
pÜl>U=s 
ANUNCIE l V ILORIZE O 
Volta os fator 
de deflação usados - 
nos planos C,uzado a 
Bresser par os co:-+ 
promisso as, amidos 
a partir de 1o de Se 
tembro. o:;ações - 
como contraos em qe 
ral e carnes de cr­ 
diário devem ter o 
seu valor deilacionil 
do nas data. de ven­ 
cimento pelo falor 
multiplicador diário 
estipulado polo go - 
verno, d~ 0,7%. O ao 
vcrno divulga a ta 
la prática de de1a­ 
tores, a tablita, pa 
ra facilitar o cálcu 
lo. 	- 
PREÇO 
Cr$ 
DR EXEMPLAR 
50,00 
JORNAL DE,i

:JORNAi, 'l'HlnUNI 1'1• • 	BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
02 DE JANI:IRO DE 1. 991. PÁGINA 
ai& 
ova I se 
rosso do Sul tem uma 
mbléia Legislativa 
CLAUl)INfü DA SILVA - PTB 
ALUfsro Donans - PTB 
RODEHTO HAZUK - PDT 
OSCAl< OOT,UONI - PDT 
JOSÉ CARLOS MONTEIRO - PDT 
FRANKLIN l ARSHUA - PMDB 
ANDRTI PUClNEJ.Ll - PSDB 
ÉDBR BRAr.lOILA - PSDB 
LONDRES MACHADO - PST 
MAURfCIO PICARELLI - PST 
ALBERTO RONDON - PST 
ARMANDO ANACllE - PTB 
o 
r3 
de fevereiro de 1.991. 
Nesta data, a Assembléia Legisla 
tiva de Mato Grosso do SUl inicia u- 
ma nova legislatura. Sob o desafio de um mo 
mento difícil, tomado por conflitos sociais e 
estagnação econômica, os 24 Deputados Estaduais,e 
leitos em outubro de 1990, nssumem um mandato de his­ 
tórica e inigualável responsabilidade. 
O Poder Legislativo, instrumento indispensável à 
saúde do sistema democrático, fará da delegação sobera­ 
na das urnas um elemento de fidelidade à causa do bem­ 
estar social. 
Para superar os obstáculos e solidificar a fé no 
futuro, a Assembléia Legislativa reafirma seu com­ 
promisso com a restauração dn dignidade do homem, 
fazendo prevalecer o interense comunitário acima 
dos Projetos pessoais, partidários ou ideológi­ 
cos. 
O exercício deste mamlato será, mais do 
que nunca, a extensão legítima da vontade 
popular, conclamando o povo a partici­ 
par e a decidir em nome de um fu 
turo inspirado nos­ 
ideain democrá- 
ticos e igua 
litários. - 
! 
or 
efra 
recla 
cu4o 
o 
SEBASTIÃO TOMAZBLLI - PST 
JOSÉ PEDRO BATISTON - PST 
FERNANDO SALDANHA PTB 
WALDIR NEVES - PTB 
WALDOMIRO GONÇALVES -PTB 
WILSON DB OLIVEIRA - PTB 
LOESTBR DE OLIVEIRA - PDT 
VALDENIR MACHADO - PMDB 
WALDEll1IR MOKA - PMDB 
CÍCERO DE SOUZA - PFL 
HUMBERTO TEIXEIRA - PRN 
JOSÉ ORC{RIO DÔS SANTOS - PT 
MEM 
Todos Devem Buscar as Soluções (Londres) 
l: ecao sole y . 	• to em que o governador - seu progresso e desenvol um trabalho que torne es dentro do Parlamento do 
e real±:ad se. [T.2 	Pedro Pedrossian assu rl.mento. 	te Estado forte e pujan- eu Estado. reafiro í - 
tc-feira pp., na : • • 	mir, o go,·emo será re Entendi que estamos i te, certeza de dias me - nha confia~ça nos uus - 
ssiiéy fé 	I«sãs i uma confiança nitlando uma fase de re- 1hores para a sua gente. tres deputados para que, 
l:itiYa, tom..-iram 	muito grande. Isso pose_! construçno e que, nessa Ao agradecer aos Ilus juntos,façamos um trabalho 
poso e 2.J dos 2.4 	billtará o aumento da fase, é necessária e 1m- tres pares a grande hon- àaltura da expectativa que 
is+ srvosss «- f $jj 	+rco»is. eis +«r! g"Ç;"};;,""?? ",ge e_cofre=.sise =sego»rio 
ta«duais c1sitos - t /g2' 	da a nO"OS in"estimentos - 	çan o-me a posiçao maior de Mato Grosso ao sa1!" 
en OJ de outubro. { 3; g,, ? · e. sobretudo, a contrat!!_ res da classe política , 
A Gnlea us@n- t !} 	cio de empréstimos para- hoje simbolizadas através 
clu íoi do D.:putn r • Nr ~'   ,· ' J pagar o funcionamento daqueles que,por força de 
elo 0ser co1doí f ' : " 'que é prioritário". ~ 'l."ont.nde 11'-re e soberana 
(PD). b ''pi;t . ] 	do povo, passaram, a par 
A ::olcnidad" L_.._:......'..1..'...l..ll-.ll,l~"'-'--------'--', "TRIBUTO AO tir de três de outubro = 
contos co pre- RR""!""gp,];P9z"o s cace±suor e- ENTENDIMENTO" i1rio, a seres detento- 
scnçn dos Prenl - 	"Mercê dn consideração, rca de parte da represen 
clentcu dos 'f'rlbunn.ls de dente, LONDRES MACllADO; da amizade e do apreço tacão popular. - 
Justiça, deenbargador- I? vice-presidente, RO- dos meus compnnbei.ros , Assim, for=os uma 
lliga N:.ibukncsu; e de Con BERTO RAZUK; 2!! 'l."i.ce- sou guindado, pela ter - chapa, nascida de posi - 
tas, Ronald ,ll,anese; n-;; presidente, HUMBERTO - ceirn ,·e: q Presidência çiio consensual assumida 
toridndeu municipais e TEIXEIRA; J!! rlce-presi do Poder Legislati"o do pel.as lideranças polít:1- 
'l.":Írio1; políticos do inte dente, EDER BRAMBILA;I Eatado de Mato Grosso do cas responsá"eú e bases 
rlcr. 	- Secretário, ARMANDO ANA Sul. • 	da nos princípios da hl; 
0 governador eleito CHE; 29 vice-secretário, Recebo a votaçaÕ que rnrqui.a e disciplina par 
Pedro Peclrossi.:ln foi re- WALDDfiR. MOKA e 39 se - hoje me foi conferida co tidãrLas. 	- 
presentado pe.1o vice-go- cretário, C!CERO DE soo mo um tributo e reconhe- Chapa essa que, esco- 
verndor Ary Rigo e por ZA. 	- cimento ao entendimento, lhida, passou 11 ordenar 
doia futuros Secretários, 	consenso e bom scnao que os acontecimentos na â- 
ll.e.ráclit:o de Figueiredo, LONDRES MACHADO de"em conduzir as açÕes rea político parl.amcntar, 
de Obrns e Claudio • No- O Presidente Londres dos integrantes deste procurnndo, então garan- 
gueira, de Comúnicaçno Machado enfocou a forma Parlnmento. 	tir o desenvolvimento do 
Social. 	çiio de uma Mesa Ecléti= Com efeito, ao acei - Estado. com a consequen- 
Após tocmdo o compro- ca, com a parti.cipaçâo tar participar c14 chapa te "a1or1zaçno do Poder 
misso do:: Deputados de de todos os partidos destinada a· escolher • os Legislativo, guardião - 
defender a Constituição, COlll a clistrlbuição de novos dirigente& do Le - dos direi.tos e liberda - 
curprir as leu e promo- poderes e responsabili- gislativo, tive em vista des fundamentais. 
ver o b= publico fize - clnde. 	sobretudo e. especiahlen- • Nossa proposta é a ra 
rn:m uso da palavra os De "Não estamos aqui re te os interesses maiores 1or1zacâo do Poder Legis 
putadcs Valdollliro Gonç,tl presentando coligações: do Ratado, que estio a e lativo através do desen-­ 
ves, André Pucine1li e as O Poder. Vamos exer xigir, no difícil ..,..,n- "Olviaento de trabalho 
José Ottlr'lo dos Santos. cê-lo democraticamente: to polÍtico-econãai.co v! que coloque em sinton:ia 
Loadrcc Machado apôs pois o momcnto de crise '"ido !'elo País. uaa u- perfieJ.ta' com 11 sociedade 
a se,,s.,.:;_., de. posse COn'l."O- que o País e O Estado 11 nião do esforços objeti- sul'"1118togrossenae e em 
cou uma essio extraordI travessa é grave . e ã 'l."anclo, ea especial. o perfe.1:to e harJIÔnico en­ 
nãria para <'1.ciçiio da Hc tarefn de buscar sotu - soergui-ato do nosso Eg tendimento com os demais 
a Diretora, a chapa inl coes é de todos". enfa- tado, reconduzindo-o, e poderes do Estado onde , 
ca reícrem!ncJ:i ficou as:; tizou Londres. tão, 110 reencontro com sem perda de indepe~dên­ 
aim cot'.ltit.ulda: Prcsi - Para ele. o moen- as diretrizea aái.ores do eia, possamos realizar 
Zeca do PT: R·ecado do Povo 
A restauração da cre ·,-.,----~ 
dibilidade política, a 
moralidade a democrati­ 
znçao do Poder •Público 
foram os pontos princi­ 
pais destacados pelo De 
putado José Orcírio das 
Santos.(Zeca). 
Zeca lembrou que "o 
resultado eleitoral do 
ultimo pleito se carac­ 
terizou como um duro re 
cndo do descrédito qu; 
hoje toma conta da nos­ 
sa sociedade. Essa des­ 
crença tem a ver com a 
pratica fisiológica de 
fazer política e da fal 
ta de transparência dÕ 
Poder Públlco". • 
Entende Zeca que "HA 
tambe~ a desilusão com 
a mi.seria, com a !alta 
de perspectiva de ia, 
com a corrupçao, com as 
injustiças e desigualda 
des sociais, com as - 
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ESTADO DR MATO GROSSO DO SUL 
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tÕes agra,·adas coe: a con " 
cetração cada veza1or 
renda nas miios de uns pau 
cos", 
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