.Me 'S, . ma pw rir!s, -=-----': . BELA VISTA-MS ANO l!l NO 1.023 02 Dll PilVIlRI!IRO Dl! 1991 DIRETOR RESPONSAVRL: IVALDO PEREIRA PUB. SEMANAL Cr$ 50,00 M!R. 1: L lJ!.. & li ~l w' ox ) vista-" aes Temos em nossa região grandes emprc sários eficientes , progressistas e preo cupados com a situa­ cão do povo Brasilei ro. JOS8 DESTEFANI é um destes empresári­ os, proprietário do SUPERMERCADO SÃO JO­ SE, em Jardim, com duas filiais, Deste­ fani antes de se fa­ lar em "modernidade, eficiência, competi­ tividade", já traba­ lhava atendendo to­ da a região seguindo à risca estes princi pios. Suas empresas são modernas, efici­ entes e competitivas ~- ,. sem. fugir de um com- ~ llES HIO E VIO:·l'Hffl-:11'0 DE JARD111, JOSf; DESTEf'A.~l, EYJCIEHIE E Pln11 Pnssnrlnho fol totnlcente re formado e pintado. • - Tarbén a Escola Hun1.c1pol Caatellnho Encantado, ngorn sob o direção dt1 Profeo~10rn Almcrlndn Seno Brltea, teve sua estrutura fsfca ampliada, recebeu rais dunas alas de aula e serviços de reíornns e pintura. ron:BOI, - JOGOS Allf:xm5 DA AKl.7.ADB Nos plnnos do PTI'fclto Hunlclpal Edson Hedciros de Moroeo ainda neste cês de fevereiro, ou março, a rcallznçõo dos Jogos Abertos dn Amizade, no r:iodolldadc de futebol de can­ po, que scró dlspu;odo no EstÕdlo Hunlclpol Oct4vlo Fontourn. Segundo informnçoca levontndns pelo rcportogc~, l'BBCS Jo&os • serão reolhados com o pRrticlpação de equipes de todos os bnir ros da cldodc que assim desejarem, alén de agremiações esportivas e taobém os tradlcionnis clubes da Prncesn do Apn. Falando no lnfonnc TF o Pre feito Edson Medeiros de MorncS aflntou que ''a nossa intenção co essa realização é dar un lcipulso à Õ.reo esportivo do mu ntclplo e, no caso, mais espe­ clflco~ntc no {utcbol que., co co todos sober.i, foi protngonlS ta há pouco tempo atrás di? grondes encontros esportivos em nosso cidade, encontrando - se hoje sera ncnhwa incentivo''. BKRIIADF:TII DKIXA A SECRKIA­ lllA DR >:DUCAÇAO A Srn. Bcrnndcth Hnbhnn Bor bou., rceponsóvcl pelo setor dê esportes dn Sccrctnrin Huntci­ pnl de Educnçâo, pcdlu esta se nana o seu afnstru:x:nto. O Pre- feito Edoon tlornca lnmcntou n Prefeito Edson Horncs. an{dA da sw,, colnborndoru, se- _ _ gundo ele "ela hvia e encaixado to bem nessa nrcn, vinha rea lhnndo coo brllhnntinao a org.nnlz.açao dos eventos esportivos prooovldoa pelo Prcfclturn" .. Taa.béo lm,cntamoa a a[da da nossa anisa Bernadeth, una es ·portistn nnt4 e. profundo c:onhccedorn dn ãre.n .. AllEIA BEI.AVlS'IENS6 PASSA FOR KXAHFS EH CAHP0 GRANDE Depois do surpreendente resultado nlconçndo nn provo de "São Silvestre" co Soo Paulo, o ntleto bclovlsteni.e Elenllson dra Si.!. va, con apoio do Prefeito Edon Moraes, seguiu esta cana para Ca.cpo Crnndc onde passou por utln serie de C." o fIzeram quindo o Go Yerno do Estado anunciou as obras dn O',:J L. do e­ tro da c1duc!e, apregoando que as pro::-,',º H. do fM'Jf estavam sendo cumpridas. Desse fefto até c santos "ªº reclamar! Vendo Moto RX 125 cc, excelente estado cc con­ servaçao, ano 79, notor OK, documentoç,,n lota lr.:cm­ te cai dia, suspensiio dianteira od,1ptada dJ St:iWKI 200 cc, pneus semi-no,·os, 1nstlliaçiio e rPlÔ;,ios Ok., Os interessados ligar para 439-14I0, falar co es­ te redator. Preço de ocasião. Carnaval ?suar é t Ginásio te Escrtes A excelente banda musical "TUllO IJL tKS/Iíl" cst, rã animando de 08 a I2 de fevereiro no Girá;ia de' Esportes de nossa cid3de um grande carnaval poFu­ lar, que conta coe apoio da Prefd turu .~wd cipnl c'c Bela Vista. A banda liderada pelo cartor, zistca compositor Nllmar Pi,·eta., se aprcsenté!!"tÍ totalr:2n­ te equipada para o Carnaval 91, contar.i co instry mentos de sopro, contrabaixo, teclado, bateria,ur dos e trs vocais, o que nos dá una dia da ece­ lente qual!dade de soo carnavalesco o ser apresen­ tado. SensÍ'el i necessidade de colaborar para que a maior festa popular brasileira seja nc;,ssI,·ol t.'.l!!l·; bém às pessoas de menor poder aquisiti'o, "Prefel to Edson Medeiros de Moraes entrou ec acordo co:n o:: integrantes da Banda "Tubo de Ensaio" no sentido àc' que os preços dos ingressos n sereC1 cobr,Hlf'>~ se.jad os ma!s acessíveis possíveis, ficando deterínados os 'alares de CR$ 500,00 para os ca,·olhciros e CR.J' 250,00 para as damas. Na priI:>eira noite carnaYalc. ca, sexta feira, din 08, as fali.às ruia pag;,_rão in:: gressos. No domingo, dia 10, será realizado ainda d tradicional "matinê~ gratuita?tente para todos. J Segundo informaçoes do líder da b.rnda "Tubo d . Ensaio", Nilmar, serão oferecidos prêMio~ aos bloJ cos, foliões e fols que melhor encarnarer o cl mo do carnaval durante as cinco noites, r.uita .:tle­ gria, animação e descontração será a tônica predoi minante, Com esta iniciati'a ninguêm ;,oc!cró recla­ mar dos altos preços cobrados pelos trcdicionai clubes de nossa cidade, que, desta forma, não per• mitem a participação das camadas de cenor poder n· quisitiYo da calor festa popular brasileira. 1 Está aí roçada,shorts, caisetas e,t@n!s, ui; ta cachaça, animaçao e alegria, sem brigas ou bal gunças, estaremos todos esquecendo ur pouco as df ficuldades e pulando cinco noites sem parar.Atélá • n TUDO EM JEANS E O ME­ LHOR PREÇO DA CIDADE• Artigos de Couro(Lacos,calcas,selas) , Biquini Colecão 90 Rio 1 * Moda intima,Bermudas,Camisetas,etc ... DE LUISZETHE DUARTE R. Duque.de Caxias, 679-Be1a Vista-MS e Acessórios 'ONE - 439-1571 Barão do La« .i , ....• 1 02 DE FEVEREIRO DE 1.991. • o» «·" """ """"" ·--- - -- -------· ..... PÃGlNI 04 eu KI Cn NATO DE PÁ-. RA-OJ: BT+O DAS FOR­ CAS Anis - Exérci 6d estaque. Realizou -se no - período dà 21 a 29 de outubro, na cida­ do dn Guarntlngucti- 5P, o XI campeonato rasielrio de Pira - Medimo das Forças Armadas . o evento, que con tou coin o apoio da Escola de Especial is tas copc<;>rre rão às que comparecerem fantasiadas a ca rãter as 05 noites, se faltar l noite es tarã autanaticamente desclassificada. B - Inscrições com·72 horas de an tecedência. 30) O melhor folião e_foliá do~ ,OS bailes carnavalescos serao escolhidos por uma comissão de OS pessoas. 40) o melhor casal folião será esco - lhido por uma comissão de OS pessoas. 50) Matine infantil haverá escolha do melhor bloco e melhor fantasia das_duas matinês, se faltar 0l matine estara auto maticamente desclassificado. 60) Inscrição com 72 horas de antece­ dência. PREÇO PARA O CARNAVAL os noites para sócios - Cr$ -..18.000,00 05 noites p/não sócios - Cr$...25.000,00 Mesas por noite para sócios-c;r$-s.ooo,oo Mesas por noite p/nãosócios-cr$-7.000,00 INGRESSOS de conta que aprendem Na semana passada, o Conversando co alguns Ministro da Educação professores, pude obser - Carlos Chinrelli, anun- var que o salirio nas es­ cioµ que o presidente - colas particulares não é Fernando Collor havia - muito mais alto que o da assinado um decreto que escola pública. aumenta de 180 para 200 Aho que é preciso de dios o ano letivo na c2_ nossa partc 1 dos alunos, cole. Muitas pessoas - dos pais, dos professores mais sêrios, colocares - sns questões às claras. Ê necessário lutar por uma escola pública melhor Precisamos mostrar nos professores que a greve não é meio de vida para ninguém. Ê preciso que os professores mostrem traba lho e conquistem o direi= to de ganhar mais. A escola pública tem - outros problemas, mas a inércia é o mais gra'e Ninsuém faz nada pera me­ lhorar. Ninguém ,·á me di­ zer que aumentar os dias letivos é fazer alguma - coisa para melhorar. Fal­ tam equipamentos, todo,,,; - snbcm. Mas, por isso, to­ do mundo vai ficar de brn ços cruzados, se conven = cendo de que é normal que a. escola do Estado seja - de menor nível? Me recuso n agir como uma estudante de segunda categoria. Que ro aulas de 'erdade parã poder disputar as,melho - res fnct.ldades. Meus pais falam de uma escola pública em que a elite cstud.i,·a, no seu - tempo. Para dar aula, ha­ via um concurso muito ri­ goroso. Hoje qualquer 'um lecione na escola públi - ca. O salário é baixo. Mas, apesar disso, peço - aos professores que se a lorizem. Depots de uda - rem a imagem negativa que a sociedade tem dos colé­ gios do Estado, a! si~ rch--!ruliquem para ,·al.er . Se o dever. for <:umprido , o direito será adquirido. Agora, francamente 200 dias para quê? e preciso acabar coe - esse faz-de-conta. Mão sócios - Cr$ - 2.soo,00 Sócios com a mensalidade ae FEVEREIRO dia não paga nada. em Tudo fica no faz-de-con - ta. A brincadeira que é a educação na escola pÚ - blica vai continuar. Ago­ ra, com mais 20 dias. Se não hou'er um traba lho de conscientizacào dÕ professor, uma nutovalori zncão, de nada adiantará= aumentar,o ano escolar. É 'ergonhoso admitir que pa rn as escolas particula= res os 180 dias hoje são suficientes para colocar­ seus alunos nas melhores­ fsculdades. Em muitos ca­ sos, o professor da esco­ la particular é o mesmo - que dá auln na escola pú­ blica. Nas particulares - eles rendem mais porque - são cobrados. Existe vigi lância por parte do dire­ tor, do orientador pedagó gico, dos pais etc. Já nã escola pública, não hi co branca. • - Nos colégios do Esta - do, o professor mais cons ciente dá nulas. Os dema­ is fazem de conte que en­ sinam e os alunos fazem - Adriann Hori, 16 a - nos, cursa o J2 ano do Hngistério. Jornal COLA (Est. de são Paulo). CARNAVAL NO. BEi.AVISTO! - SE M;áear Cri«tal na Aücar iefinado ou Addo d,· 11111.o Alia- n Aofdo dt• Milho A l lr.,·n Arror. LF 11 do) Hess apenas 10,000 _ Arroz LF Tl 0:Xc, p,r./ti.,ceradv) Bisco! to kua e S.-:rl (dez mil cruzeiros) para Biscoito Crean Cracker não Integral sócios e 13.000 (treze - BIscolto Marfa/Mtatzena não Vitaminado • mil cruzeiros) para não Café Torrado e moldo (Exet, Vácuo l'uro) sócios para as 5 noites. lleservns de mesas Secretaria do Clube pelo fone: 439 - 1330. Ingressos: não sócios 1.000,00 e sócios em dia com a mensalidade de fevereiro não paga nada Mesa por noite para sócios 2,500,00. Não só­ cios: 3.500,00 UNICEF - A CONQUISTA SI LENCIOSA Quando os números f1 nnis estiverem disponí­ veis no início de 1991, espera-se que a meta de imunização de 80% das - crianças do mundo em de sem·oh·imento, até o fi nal de 1990, tenha sidÕ alcançada. "Coo resul­ tado deste esforço de 10 anos," afirma o UNI­ CEF em seu Último rela­ tório Situação Mundial­ da Infância, "as ,·!das­ de mais de 12 milhões - de crianças foram sal - vas e mais de 1,5 mi lhào de casos de pÓlio­ foi e,·itado." REDUÇÃO DE 50% NA TAXA­ DE MORTALIDADE Quando a meta de 80% foi estabelecida pela - Organizacõo Mundial de Saúde, há mais de dez a nos, apenas de 15% a 20% das crianças do mun do em desem·olvimento = esta,·am imunizadas. Ma­ is de 5 milhões morri­ am a cada ano de doen - ças comuns como saram - po, tétano e coquelu - che, e meio milhão de . crianças ficava incapa­ citada pela pÕlio a ca­ da ano. Hoje essa taxa foi - reduzida à metade. Dois milhões e meio de crian ças foram salvas pelas= vacinas este ano, I:la.S outros dois milhões e meio morreram de·ido a doenças que as vacinas podem evitar. "Oitenta por cento - de imunização não signi ficam 80% de redução = nns mortes", diz o rela tório, "porque as doen­ e.as são ma.i.s comuns, e pais comurente fatais , entre a minoria que ain da não foi ating1da." - PARA REFLETIR TIBELI DE PRECO lID! ALJ llC:-õT,ÇÃO CAR}:E BOVINA C/OSSO (OlA'lTilPO) Costel3/Pont.:i de Âf'.Ulha CAR!E BOVINA S/OSSO (TRASEIRO) Alcatra Contra ftlé Coxão Duro/Lagarto Plano Coxao Duro/Cha de Fora Coxão Mole/Chá de Dentro Ftlé Hlgr.on Lagarto Redondo/Tatu r Pat!nho CARNE BOVINA S/OSSO (DIANTEIRO) Acec/Agulhn Capa/,bo de fllé Po/Paleta/Braco Peito ttúsculo F Lado Carne Scca/Oiarque/P. A;ulha/PninelrA KG PAC 1 rc PAC 100 r,, l'AC 500 C, PAC l Y.C rAc I KG PAC 100 C, PAC 200 G. PAC 100 G. PAC 500 G. PAC l YC l KG l KC 1 KC l KG l KC 1 KG l KG l KC l KC l KC l KC l KC l KC l KC C RM E L 190,00 700,00 700,üO 400,0€ 600,00 lG0,00 1.oco,00 660,00 00,00 480,00 480,00 ##.g 500,00 sco,oo 6)0,00 CARNE SUIA COGELADA Carre/BIsteca 1 KG 92,0 Lobinho 1KG 945,00 Pernll l KC 819,00 Costela 1 KC 714,00 Lobo I KG 1.155,00 C.:irne Sulna-8.:inh.a 1 KG PAC 191,0 D. de frutas. Goiabada exc.Cascão, dfet 700 G. LT 357,00 D. de frutas, K.irt:el.1do (e.xc.. dict) 700 C. LT 378,0 Extrato de toate 140 , LT 100 00 Extrato de trate 190 G, CP 199,0 Extrato de torr.ate 3 7 0 G. LT 262:ffio Furi.r_"ul de nandioc.J crua 1 )(G PAC 101,0 Farinha de 0:.:mdloc.1 torrada 1 l'e 100 e t•.ªo~ Sabonete Palollve Suave 90c pode conquistar a sabe Deterente e pó Cape!ro +,G dori3 se· so .. berem med-i S.ib.10 Mar.:arl••-•o 8 2° 0° 0 e. C.IC ~.iD•:~ 1 + - C. TAELIIE tar e seus coraces.1_ __ -:--------------------- 3 •_· _• J , 1 ·' ITES:2 + 10, 00 111,00 93,00 1,00 22%.%, 252.00 #a !OI C•i s.,00 JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BI.:L/1 Vl STA - MATO GROSSO DO SUL - 02 DE fEV[RElRO DE 1991 Banco do Brasil pode provocar fechamento de Empresas e demissão· de dezen.as de funcionários ,,. ,,. Bela Vlnta - Nos­ sa reportagem apurou um [oto que merece - provid&ncian urgen - tes pela alta dire - cão do Banco do Bra­ nil. E antes que o mal aconteça, é me - lhor prevenir, as - sim, ainda haverá tempo para evitar o caos. Em Bela Vista sem falar nas deze - nas de produtores ru rais que.. possuem d­ bitos pendentes no BB, também apuramos­ que várias empresas­ estão com a quilhoti na na cabeça. Fonte do próprio­ banco, e alguns dos diretores destas em- 'Brasil, que cstã falando tanto cm modernização, deve­ ria seguir o exem - plo dos bancos par­ ticulares, que, pe­ lo menos em Bela Vista, RECEBERAM '1'0 DOS os SEUS DêDI TOS: Prosseguiu es­ teempresário, "te­ mos lido na impren­ sa que o BB vai re­ ceber os débitos pendentes de qual - quer forma, aconte­ ce que dos Cr$ 90 bilhões que tem pa­ ra receber, muito - pouco são de peque­ nos empresários, a maioria são de gran des empresários e produtores rurais . presas, nos informa- Enquanto o presiden rama respeito da si te Collor fala· em tuação, evidentemen- investimentos, gera te pedindo sigilo cão de empregos, r por razões óbvias. tomada do crescimen A situação é cri- to, em Bela Vista tica, estas empresas parece que AINDA geram mais de 150 em não entenderam que pregos em Bela Vis= são os pequenos em­ ta, é isto mesmo , presários os respon cento e cincoenta em sáveis por mais de pregos diretos, e 901 dos empregos". não estão conseguin- Já outro empresá do RENEGOCIAR com o rio,manifesta confI Banco em condições~ anca de que ao to= de poder~ pag,ar e mar conhecimento do ao mesmo tempo mante que está se passan­ rem as empresas em do, a direção do BB funcionamento, mui - vai tomar providên­ tos destes débitos - cias, procurando a­ serão encaminhados a certar esta situa - Numa pequena amostragem feita no ano Cartórios e depois ção, pois não é in- passado, o Banco Central constatou frau - à Execução. tenção do banco ge- des no valor de Cr$ 12 bilhões nas opera- Ninguém está se rar uma crise soei- coes do credito rural. As operações do negando a pagar o al na cidade. Basta PROAG~O -.um s~guro para·operacões rurais BB, acontece, segun- ver quantas lojas - que ha muito vem sendo fraudadas princi- , s t a_semana pequenos produtores rurais do um destes empresá fecharam suas por - palmente junto ao Banco do Brasil, também a regiao da Grande Dourados que não conse rios, "a renegocia= tas, nos últimos me Sao alarmantes os prejuízos aos cofres j:,ú guiram financiamentos de suas lavouras nÕ cão está difícil ses, para entender blicos da Uniao .. Em Campo Grande, segundo ano passado, denunciaram a existênciadeu­ não só pelos juros , a situação. No to - o diretor do Departamento de Fiscali"zaça- 0 ma ve rd ªdeira "indústria" de PROAGRO em to d do Mato Grosso d s 1 - - taxas, multas, cor - cante ao comércio e O BC, Elizeu Martins, 608 das obtencões d O u • Sao centenas de gran - d es produtores pr • • - reçao e prazo, mas - a indústria, Bela - tesse seguro são indevidas e isso, só nes- . .' 1nc1palmente, que age também pelo total Vista parou. E pare ta_capital, significam mais de cr$ 1 B;_ O a participação de técnicos e até de d h • lha • • uncionarios das i t • i - . escon ecimento da ce-nos que isto es o em prejuizos ao Tesouro nacional. principalm t ns itu coes financeiras, realidade do nosso - tã ocorrendo em to- E,sses numeras são preliminares, mas bas - en e O Banco do Brasil de onde - • d d. - tam p t • vem os maiores ind; de ' comercio e a nossa- a regiao. Certo ara mos ar que o credito agrícola e os levantame t ices e fraudes segundo indústria, e até mes que o culpado não é o uma das maiores fontes de desperdício de - n os do Banco Central em fun d • • - B recurso ( bl • · çao do volume maio d ' , mo, apropria con - .B mas em Bela Vis- s pu 1cos e privados) do País. 80% do dinhei. vr tos recursos, cerca de juntura nacional; to ta ELE será o cul- Sem contar com a blitz realizada no mês agrícola. r~ aplicado no financiamento dos querem pagar , pado pelo fechamen- de novembro do ano passado, o BC detectou a • t d 1 fraude 1 d Esses produtor m s sem que seJa pre o e, pe o menos , s no va or e CrS 8, 3 bilhões com re quanto se mante es, que preferiram por en ciso fechar as empre CINCO EMPRESAS, que cursos repassados pelo Tesouro Nacional.- frerem mais a,S incógnitos para não so sas, demitir funeio- geram mais de 100 Outros Cr$ 3,4 bilhões foram sacados in Brasil dis cri1:1inacao Junto ao Banco do nários e vender o pou empregos. devidamente do PROAGRO. to ao é ,""_inda que os créditos jumg co que restou". - Para verificar - "A situação é lastimável", afirmou O di dutores privlle ~emd, mas para aqueles pr Outro empresário, "in loco" esta nos- retor de fiscalização do BC, Elizeu Mar= deles. '91aclos na casa", comentou= cujo débito originou sa denúncia, basta- tins. Os fiscais do Banco descobriram que Se no Plano C d - D' - d os empre t f Os indivíduos . . - ruza o, ·a irecao o BB man . ·sumos oram feitos para a aplica que parti d •· d s- d• • tria" do PROAGRO _ cipam_ a in u 1sse que "eu ja pa- dar um funcionário= cao no me_rcado financeiro ou na compra d-e , sao cham d d proa • b gueiros" e sã . ,a os e os r_ guei a minha. conta, a Bela Vista e con- ens e nao no plantio. No caso do Proagro gião entre """?o conhecidos em cada re da noite para o dia, versar com todos os os fazendeiros se utilizaram dos recursos pro utores nos últimos meses d6 empresários que se Para_outros fins ou fizeram a colheita e ,"??° desvio d é;6aio rural ar Governo Sarney, pas- encontram "amarra - requisitaram a cobertura do Proagro, ale- , sses mesm • l sei de uma dívida de dos" junto ao ban - gando a perda das plantações por causa das tores garantem que "s pequenos agri± C ~ 5 - para compra d o .inheiro é utilizado r$ 500.000,00_para não por culpa - gndicões climáticas adversas. Martins_in grandes cenP Famentos nas praias dos Cr$ 4.000.000,00. En eles, mas de Gover ~rm'?u que,o BC está estudando a transfe - urist t 1dc B e ±. rên dc bêm para a compra acos nacional e ta -enao que o 3anco 1o nos cujo "ideal", C1a lo PRDOAGRO para o setor privado. ne dupla. PI de caminhonetes com caP! açãruzeir@ lo" CONIIE;: 'lOSSA FRONTEIRA - - -- ·-;-----J.---;---:----- s u 1 SEGURA~A - TRANQUILIDADE - CONFORTO r~ .! i _.,. . ':. • -~:-, •. • ;;,-,-~-• LINHAS PARA: BELA VISTA, l'ORTO MURTINHO, JARDIM,. ANTONIO :J. 1 1 • JOÃO, PONTA PORÀ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGU -- A. ARAc@._4Aviá. convivi. io@vii. as"imil's cl tti nODoOUENA, SIDROLANDIA e CAMPO GRANDE. - i.'G 2'. 'ÓNIBUS PARA EXCURSÕES g-.''E ,» ' e=i- ·rAANSPAR!!!NCIA, Poli­ caro quer 'TRANSPAREN­ CIA, EPICIENCIA e HONHJDEZ, entiio por­ que não agir assim - em nossa cidade? O DANCO DO BRASIL QUER SUGESTÕES? VIA.JB BEM, VIAJE era eGpccular, incen tivar a agiotagem e lançar PLANOS da noi te para o dia, sem consultar o povo, e nem os pequenos em - presários. e preciso que o Superintendente Re - gional do Banco do Brasil, Dr. Manoel - Pinto de Souza Juni­ or, e até mesmo o presidente do BB, Dr Alberto Policaro , saibam a REIL situa­ cão de Bela Vista no tocante aos pequenos empresários. Há muita fantasias e mentiras sendo dis seminadas, desconhe­ cimento total da rea lidade, do comércio= e da indústria bela- vistense, pressões - que estão até impe - dindo empresas de trabalharem com tran • quilidade. E menti= ras quanto a capaci­ dade de pagamento.fu tá havendo pressões~ Chegou a hora da ver dade, Collor quer Ouvimos diversos­ empresários, cada ca so é um caso, e deve ser negociado de ma­ neira diferente. 1- Uns querem quitar os débitos, com des­ contos; suprimindo - as taxas criminosas, que seja cobrado ju­ ros para EMPRESAS que estão AINDA , funcionando, pagando impostos, gerando em pregos; 2- Outros querem o parcelamento dos dé­ bitos em 5 anos, su­ primindo-se as taxas e juros acima de 12i ao ano. 3- Os que possuem dé bitos oriundos do Plano Cruzado, que já amargaram vários- PLANOS e assinaram­ diversos contra os­ e confisGÕcs de dí­ vidas (assinados sob pressões), que­ rem o desconto que não lhes foi dado - na ocasião oportuna (quando os bancos - particulares o fize ram e receberam to­ dos os débitos). E que não seja compu­ tado taxas e juros­ pelo período de um ano, QUANDO o BANCO ALEGOU QUE NÂO 'l'I - NITA INDEXADOR para­ o parcelamento. 4- Os que nada de - ve.-n, querem LINHAS DE CRÉDITO compati­ veis com as ativida des, ou seja, nin - guém é contrabandis ta, assaltante ·ou traficante para pa­ gar JUROS ABSURDOS­ e investir no comér cio. Enfim, evidente­ mente que o Banco - tem os seus direi - tos, e, mais do que i9to, DEVE e VAI RE­ CEDER o seu dinhei - ro, mas, nunca se es qucccndo que por Ger o DJNCO no BRASIL deve ser EXEMPLO , de IIONES'l'IDJDB, COE­ RENCIJ ·e llONHADEZ. NOS ACREDITAMOS - NISTO. pg, os pequenos - empresários nunca fi zeram trambiques ~ nem usufruíram do di nheiro fácil, a ju - ros subsidiados, do BB, muito pelo con - trário, estão amar - gando até hoje os cr ros e incapacidade: de governantes e di­ rigentes do pr6prio­ BB. O pequeno empre­ sário é, acima de tu do; um idealista que acredita na produção e no trabalho. É bor que os atuais dirigentes do BB ,cm Brasília, sail:mr que rrui tas cn-lFISS'.)Es IE DIVIDAS asinadas em Be la Vista o foram scb pres são , e rrui tas , até merecei do carentários de •funciõ nários de que "nunca Pê deriam ser pagas". Fraudes no Proagro superam Cr$ 1 bllhao em Campo Grande Técnicos do Governo acreditam que os novos administradores terão mais interesse e f fiscalizar a aplicação do dinheiro desse undo. ±..t :1x25 :2±2s ;±:.c0° A3 :.:t0 eix art. as 7±is 32. Em er :se é; de #p '±gu 25. T COM ti "s ±. tu»±,' ljUs ••. o u}, no»} ·I;". ·- to. 'cgn3 -@ Os te ,arfes ... +ré rtri e, li±a±:;' U=s ANUNCIE l V ILORIZE O Volta os fator de deflação usados - nos planos C,uzado a Bresser par os co:-+ promisso as, amidos a partir de 1o de Se tembro. o:;ações - como contraos em qe ral e carnes de cr­ diário devem ter o seu valor deilacionil do nas data. de ven­ cimento pelo falor multiplicador diário estipulado polo go - verno, d~ 0,7%. O ao vcrno divulga a ta la prática de de1a­ tores, a tablita, pa ra facilitar o cálcu lo. - PREÇO Cr$ DR EXEMPLAR 50,00 JORNAL DE,i :JORNAi, 'l'HlnUNI 1'1• • BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 02 DE JANI:IRO DE 1. 991. PÁGINA ai& ova I se rosso do Sul tem uma mbléia Legislativa CLAUl)INfü DA SILVA - PTB ALUfsro Donans - PTB RODEHTO HAZUK - PDT OSCAl< OOT,UONI - PDT JOSÉ CARLOS MONTEIRO - PDT FRANKLIN l ARSHUA - PMDB ANDRTI PUClNEJ.Ll - PSDB ÉDBR BRAr.lOILA - PSDB LONDRES MACHADO - PST MAURfCIO PICARELLI - PST ALBERTO RONDON - PST ARMANDO ANACllE - PTB o r3 de fevereiro de 1.991. Nesta data, a Assembléia Legisla tiva de Mato Grosso do SUl inicia u- ma nova legislatura. Sob o desafio de um mo mento difícil, tomado por conflitos sociais e estagnação econômica, os 24 Deputados Estaduais,e leitos em outubro de 1990, nssumem um mandato de his­ tórica e inigualável responsabilidade. O Poder Legislativo, instrumento indispensável à saúde do sistema democrático, fará da delegação sobera­ na das urnas um elemento de fidelidade à causa do bem­ estar social. Para superar os obstáculos e solidificar a fé no futuro, a Assembléia Legislativa reafirma seu com­ promisso com a restauração dn dignidade do homem, fazendo prevalecer o interense comunitário acima dos Projetos pessoais, partidários ou ideológi­ cos. O exercício deste mamlato será, mais do que nunca, a extensão legítima da vontade popular, conclamando o povo a partici­ par e a decidir em nome de um fu turo inspirado nos­ ideain democrá- ticos e igua litários. - ! or efra recla cu4o o SEBASTIÃO TOMAZBLLI - PST JOSÉ PEDRO BATISTON - PST FERNANDO SALDANHA PTB WALDIR NEVES - PTB WALDOMIRO GONÇALVES -PTB WILSON DB OLIVEIRA - PTB LOESTBR DE OLIVEIRA - PDT VALDENIR MACHADO - PMDB WALDEll1IR MOKA - PMDB CÍCERO DE SOUZA - PFL HUMBERTO TEIXEIRA - PRN JOSÉ ORC{RIO DÔS SANTOS - PT MEM Todos Devem Buscar as Soluções (Londres) l: ecao sole y . • to em que o governador - seu progresso e desenvol um trabalho que torne es dentro do Parlamento do e real±:ad se. [T.2 Pedro Pedrossian assu rl.mento. te Estado forte e pujan- eu Estado. reafiro í - tc-feira pp., na : • • mir, o go,·emo será re Entendi que estamos i te, certeza de dias me - nha confia~ça nos uus - ssiiéy fé I«sãs i uma confiança nitlando uma fase de re- 1hores para a sua gente. tres deputados para que, l:itiYa, tom..-iram muito grande. Isso pose_! construçno e que, nessa Ao agradecer aos Ilus juntos,façamos um trabalho poso e 2.J dos 2.4 billtará o aumento da fase, é necessária e 1m- tres pares a grande hon- àaltura da expectativa que is+ srvosss «- f $jj +rco»is. eis +«r! g"Ç;"};;,""?? ",ge e_cofre=.sise =sego»rio ta«duais c1sitos - t /g2' da a nO"OS in"estimentos - çan o-me a posiçao maior de Mato Grosso ao sa1!" en OJ de outubro. { 3; g,, ? · e. sobretudo, a contrat!!_ res da classe política , A Gnlea us@n- t !} cio de empréstimos para- hoje simbolizadas através clu íoi do D.:putn r • Nr ~' ,· ' J pagar o funcionamento daqueles que,por força de elo 0ser co1doí f ' : " 'que é prioritário". ~ 'l."ont.nde 11'-re e soberana (PD). b ''pi;t . ] do povo, passaram, a par A ::olcnidad" L_.._:......'..1..'...l..ll-.ll,l~"'-'--------'--', "TRIBUTO AO tir de três de outubro = contos co pre- RR""!""gp,];P9z"o s cace±suor e- ENTENDIMENTO" i1rio, a seres detento- scnçn dos Prenl - "Mercê dn consideração, rca de parte da represen clentcu dos 'f'rlbunn.ls de dente, LONDRES MACllADO; da amizade e do apreço tacão popular. - Justiça, deenbargador- I? vice-presidente, RO- dos meus compnnbei.ros , Assim, for=os uma lliga N:.ibukncsu; e de Con BERTO RAZUK; 2!! 'l."i.ce- sou guindado, pela ter - chapa, nascida de posi - tas, Ronald ,ll,anese; n-;; presidente, HUMBERTO - ceirn ,·e: q Presidência çiio consensual assumida toridndeu municipais e TEIXEIRA; J!! rlce-presi do Poder Legislati"o do pel.as lideranças polít:1- 'l.":Írio1; políticos do inte dente, EDER BRAMBILA;I Eatado de Mato Grosso do cas responsá"eú e bases rlcr. - Secretário, ARMANDO ANA Sul. • da nos princípios da hl; 0 governador eleito CHE; 29 vice-secretário, Recebo a votaçaÕ que rnrqui.a e disciplina par Pedro Peclrossi.:ln foi re- WALDDfiR. MOKA e 39 se - hoje me foi conferida co tidãrLas. - presentado pe.1o vice-go- cretário, C!CERO DE soo mo um tributo e reconhe- Chapa essa que, esco- verndor Ary Rigo e por ZA. - cimento ao entendimento, lhida, passou 11 ordenar doia futuros Secretários, consenso e bom scnao que os acontecimentos na â- ll.e.ráclit:o de Figueiredo, LONDRES MACHADO de"em conduzir as açÕes rea político parl.amcntar, de Obrns e Claudio • No- O Presidente Londres dos integrantes deste procurnndo, então garan- gueira, de Comúnicaçno Machado enfocou a forma Parlnmento. tir o desenvolvimento do Social. çiio de uma Mesa Ecléti= Com efeito, ao acei - Estado. com a consequen- Após tocmdo o compro- ca, com a parti.cipaçâo tar participar c14 chapa te "a1or1zaçno do Poder misso do:: Deputados de de todos os partidos destinada a· escolher • os Legislativo, guardião - defender a Constituição, COlll a clistrlbuição de novos dirigente& do Le - dos direi.tos e liberda - curprir as leu e promo- poderes e responsabili- gislativo, tive em vista des fundamentais. ver o b= publico fize - clnde. sobretudo e. especiahlen- • Nossa proposta é a ra rn:m uso da palavra os De "Não estamos aqui re te os interesses maiores 1or1zacâo do Poder Legis putadcs Valdollliro Gonç,tl presentando coligações: do Ratado, que estio a e lativo através do desen-­ ves, André Pucine1li e as O Poder. Vamos exer xigir, no difícil ..,..,n- "Olviaento de trabalho José Ottlr'lo dos Santos. cê-lo democraticamente: to polÍtico-econãai.co v! que coloque em sinton:ia Loadrcc Machado apôs pois o momcnto de crise '"ido !'elo País. uaa u- perfieJ.ta' com 11 sociedade a se,,s.,.:;_., de. posse COn'l."O- que o País e O Estado 11 nião do esforços objeti- sul'"1118togrossenae e em cou uma essio extraordI travessa é grave . e ã 'l."anclo, ea especial. o perfe.1:to e harJIÔnico en­ nãria para <'1.ciçiio da Hc tarefn de buscar sotu - soergui-ato do nosso Eg tendimento com os demais a Diretora, a chapa inl coes é de todos". enfa- tado, reconduzindo-o, e poderes do Estado onde , ca reícrem!ncJ:i ficou as:; tizou Londres. tão, 110 reencontro com sem perda de indepe~dên­ aim cot'.ltit.ulda: Prcsi - Para ele. o moen- as diretrizea aái.ores do eia, possamos realizar Zeca do PT: R·ecado do Povo A restauração da cre ·,-.,----~ dibilidade política, a moralidade a democrati­ znçao do Poder •Público foram os pontos princi­ pais destacados pelo De putado José Orcírio das Santos.(Zeca). Zeca lembrou que "o resultado eleitoral do ultimo pleito se carac­ terizou como um duro re cndo do descrédito qu; hoje toma conta da nos­ sa sociedade. Essa des­ crença tem a ver com a pratica fisiológica de fazer política e da fal ta de transparência dÕ Poder Públlco". • Entende Zeca que "HA tambe~ a desilusão com a mi.seria, com a !alta de perspectiva de ia, com a corrupçao, com as injustiças e desigualda des sociais, com as - Pra ESTADO DR MATO GROSSO DO SUL !±, na Ma a, Int erea E 'te: e', "! at itco ea no 's±t 0P? i;e 0 re • 't R messas .não cumpridP.s : períodos eli;itora1S,con - tÕes agra,·adas coe: a con " cetração cada veza1or renda nas miios de uns pau cos", >.SSBMBLRIA.LEGISLA:TIVA DO