1./1 VH,T/ M/'l o c;no:,:,o 110 :ilJ1. 
Ésclarecimento 
à .População 
Trabalhadoren em Educaçao apresentaram ao 
erno do Estado a pauta de } relvlndlcaçoen , 
,IJn 5 ,to marco, nolleItando AENTURA DAS NEGO 
ç0E$. 	- 
MARCELO MIRANDA não nepociou e, npon J/, dJnu 
InitIl enpera, o trnbnlhndorc11 f•ntrnrnm cm 
4EVE., o Governador tratou a preve como e fone 
INE. e não u pI l<P.l 1'0 CONSTJTIJC IONAJ, llO 'fltAUA - 
1DOR. 
0 'TERRORISMO FOI APLICADO 
-- Mal de 500 professoren foram dmlt fdo em 
eeeber u dia de alárlo pelon 3 meses trabalha 
os; Outro 10 profenores e funcionir los admi-- 
1IRl rn l t.von <JIIC ,lfllllrdavnm ES'J'Mlll.lOADI~ )1' ln crns­ 
!ITll [ÇÃO 1
1
1rnl-:itAI. e l(S'J'AOIJAL, trombem foram tlcmiti 
Js; Cortou o alar1os,integralmente, de qem e 
tua em reve e de quem no estava e MÃO PACOU 
;JS llTAS 'J'HAIIALIIADOS; IJnou, LNDF.VIIJAMP.N'J'F., tl inhci 
to pibltco para mentir e enganar a população com 
atér ias payas nos óraos de imprensa; Tratou o 
trnbnlhwlorcn em Ecluc:u;iio como Hc fonHcm hnndl - 
los ou marginais a quem a sociedade qulesse ba­ 
ir. 
11.ircclo Miranda ncgou-ne n <ilalogar com O!I TIIA 
!AJ,UAUORES 1~ EllUCAÇÃO, porque TEM MP.DO DA VERl>A 
Mi 
- Como cxpllcar ~ populnçâo que tem os filhos 
na F.scola l'tÍbllca, o TOTAL AllANOONO SOFRIDO l'EI.A 
EDUCAÇÃO, provocado pelo repulsivo descaso das 
tnstituicÕcu govcrnnmcntain? 
1 - Dêficit escolar de mais de 100.000 vaa; 
2 - N~mcro cada dia maior de profcsuores lei­ 
gos; 
J - Piso salarial para professores e funcloni 
rios de CR$ 5. 289, 00; 
- Escolas caindo nos pedaços, ameaçando a vI 
da das cr lanças; 
5 - Do lCMS arrecadado, Marcelo Mlrantla apli­ 
mr.ou em Etlucacão .ipcnas 17% cm dc:<cmbro/89; 28% cm 
,ar,fanciro/90; 20% cm fcvereiro/90; 22I cm março/90 
1 151 em abril/90, descumprindo o urtigo 198 da 
sonst ituição Estadual que manda aplicar pelo me­ 
: etlls JOI da receita; 
6 - Trocou cm três anos de Governo 5 secretá­ 
, rios de Educação. 
Diante do Exposto, os Sindicatos Municipais de 
Ttnbalhadorcs cm Educação, reunidos cm Asscmblê­ 
la Geral da FETEMS, tlecidlram: 
- Aguardar o Julgamento do Dissídio Colctl­ 
ro dos Professores, Espcclalistas cm Educação e 
Funci ,nários Administrath·os pelo Tribunal Rcgio 
nal do 7rabalho - !Oi! Região - llrasília-DF; - 
_ Aguardar o Julgamento <lo mandado de seuran 
a impetrado contra o Governo do Estado, pelas d.; 
!tlssôes e punições de gre,·istas e não grevistas; 
Denunciar e recorrer à Justiça, se necessá­ 
rio: oportunizando entendimento com o Co,·erno,pa 
bita imediata revogaçao das medidas punitivas- 
Decreto nQ 5.456 de 24/04/90 e D.0. ng 2793 - de 
25/04/90. 
Reafirmando, portanto; o compromisso de man­ 
ter a luta cm defesa da Escola Pública 'de boa qua 
lldade, gratuíta e para todos: bem como buscar a 
IVALoRIZAÇÀO PROFISSIONAL através do respeito e à 
1
dlgnidadc ao Trabalhatlor em Educação, denuncian­ 
do autoridades e governos corruptos, nem que pa­ 
ta tanto tenham que ser ameaçados, perseguidos e 
FUn..ldos, como agora. 
"A responsabilidade de um mestre é enorme pe - 
taote uma Nação. Ele prepara o ENGENHEIRO, o ME­ 
,'ICO, o ADVOGADO, o CIENTISTA, o DIRIGENTE DA NA 
.:ÃO, o SÁBIO DO FUTURO. 	- 
E enquanto muitos de seus discípulos conquis- 
an glórias e fortunas, ele empobrece e fica obs 
n iro e seu canto, apenas com um sorriso de ínti 
,.:11o triunfo a amenizar-lhe os câlculos que ferem 
5 ~ sangram a sua alma". 
1 
Bela Vista, 25 de M.:lio de 1990. 
LINTÊ:L • - Sindicato Municipal dos Trabalhadores 
em Educação de Bela Vista HS. 
No din HI de julho 
o Prc[ ·ito Edson Mo­ 
raon du r,j i níclo ,i p,1 
viwcnLoçiio ilG(51Ucü 
nas ruas Duque de Cu 
xias, AIcebíades 1o­ 
hodllha do Cunha,Vio 
conde de 'T'aunay, san 
to 1fonoo, são Clc:: 
mente, São Geraldo, 
1lrninmte Darroso,'I'i 
radentes e Rua da Re 
pública, primeira e­ 
topa de um Projeto 
que visa pavimentar 
as principair; ruan de 
Bela Vista. 
íl 
a rali 
2,tl á 	l(ltd n 
to., 
e do lo povo, con­ 
tando com recuro pró 
prios e participação 
da comunidade. 
O,; propdcl.'ir Jo· 
dos imóveis terão ais 
de 20 meses para pa - 
gar o asfalto, que te 
r,í cu!; Lo reduzido gr _= 
ça.+ a sistemática a 
ser implantada.Na pró 
xima dicão TF dará ex 
plicacões detalhadas a 
sê iii iüsi ó ri 
A Prefeitura Municipal de lela Vista, através da 
Secretaria Municipal de Snúde e contando cmn a pre­ 
cior:;J colabornçiio do 10!! Rcgimcnlo tl, Ca•·:il.1rl;1 Heca 
nizado, esta realizando neste final de semana o Mu­ 
tirio da Sn~de no Assentamento Unrra do ltâ, local( 
zatlo à margem direita da rodovia Bela Vista/Antonio 
João e que possui cerca tle 45 fam[liaH de anscnln - 
dos. 
Na sexta feira, dia 25, o 10!! RC Hec deslocou pa 
ra a área o seu gabinete odontoJÕr;ico, um erador de 
energia clitrica parn abastecer o yabinete e o medi 
co odontólogo Tcn Ub i rn tã, n 1 ém de una equipe para 
nsscssorar os trabalhos, prestando ;p;!;ir.1 uma t:olabo 
racão muito importante à iniciativn da Secretar fa 
Municipal de Saúde. 
Para o Secretario de SaÚ<lc de Bela Vista, Vice - 
Prefeito Fernando de Freitas Elias, "a participação 
do IOQ RC Mcc neste Mntirão <la Saúde, hem como nos 
que serão realizados futuramente, é <lc !:"und:inental 
importância para. um melhor atcn<lincnto de nossa po­ 
pulacao mais carente, pois temos tlcflci~ncia tlc pc! 
soalhabilitado ncstn área", afirmou. 
O Mutirão da Sa,itle Barra do Itã estará se tlcscn­ 
,·olvcndo durante todo este final de semana com Yis­ 
tas a atender todas as famílias que residem naquele 
assentamento. Além do atendimento medico e odontolÕ 
.ai eliz 
LIIEC 
pico, está sendo realizado o fornecimento de reme­ 
di os, adquiridos recentemente pela Prefeitura Muni 
cipnl tle Dela Vista que, como todos sabem, desde; 
posse do l'rcle i to Edson Moraes, a Secreta d a de E:s 
tado da SaÚ<lc ni.io realiza o repasse dos medicamen­ 
tos da CEME destinados nos municípios, abaadon,'.lndo 
por completa.:icnte a saúde de Dela Vista. 
O pecuarista 1taná- 
sio de Almeida Melo e , 
Maria Salomé, juntamen 
te com os filhos Atana 
sinho, Ricardo, Paulo, 
Tati, Maria Salomé, Gc 
raldo e Maria Apareci­ 
da, genros, noras e ne 
tos, receberam na Fa= 
zenda Bonfim diversos 
convidados para as "Bo 
das de Ouro" do casal. 
1 festa iniciou -se 
na quinta feira com u­ 
ma missa na Igreja San 
to Afonso, na sexta 
feira foi oferecido um 
churrasco regado a cer- 
veja e wisky, prolon - t,... 	'--- __ 
gando-se até o domin.­ 
qo. 
Diversas autorida - 
desprestigiaram O ·e­ 
vento, destacando-se o 
Deputado Federal Gandi 
Jamil, o ex-prefei­ 
to de Campo Grande 
Juvéncio da Fonseca, 
o Presidente do PDT 
CASAL ATANÁSIO E HAJUA SAJ.OHIÕ: com o flcp- Gandi Ja.c.il e llarlco Reis O'A,'i.12 
no Estado 1larico Re 
is D'Avila, Deputa - 
dos Henrique Dedé e 
Ricardo Sacha, o Pre 
-feito Edson 1-:oraes ~ 
vereadores e deze­ 
nas de convidados da 
família Melo.Ná pró, 
xima edição 'cobertu 
ra completa. - 
VIMOS DCIBIR 
GOVERNO IRRESPONSÁVEL 
O que está ocorrer.do com o setor 
o Mato Grosso do Sul é caso para o 
Sim, é caso de CADEIA. SÓ 11 
educacional 
Dr. Roren 
derá punir os irresoonsó.veis que transformaram o sg 
! ,,.~rionnJ num caos, deixnndo alunos, professo 
·s e ·!mnos desesperados. O que adianta o 
Sr. ~larcelo·)1irnnda pagar matérias nos jornais 
e na televisao tentando explicn:r o inexplicável? 
VEJA :!ATERIA cm!P-LE1'A ~A PÁGINA 03.

com praz 
1 , • l r, 1111 
O ut de 
, cio , l,t•nn rle l 
, i)r J I o ri J ADES I , n 1 • 
li I' 
rendendo ao paf que do autos consta,pe" 
1 
,•nt, ,Ili 11 ,,11 ,H•r11 ,,ffx,icln 11,1 ,,edc d•;U' 
o L p11hlk,11l11 nn Jr,r11 rln l< 1, Jltr,iu de'ldn - 
,ll l'l r 1 ! , .. llA'1Ãí) 1 IIH,A!,llf !, l.l·.l'l r, hr,.r; f 1 l' 1 ro , 
quitado, residente em Jardim-MS; JINfflk N!J,,J'.S 
11 .. , }H.t,llr•fro, !lnltt•lrn, IH'Cll,trlfil/1, T<'1;Jd1•11- 
lt•,,. J,1r 11,. 1': JIIIU .. ,, 11 ITI. ,il, 11.JO, brrrnilcirn, 
C',, ,du 'º"' J, •,É J,ufz flrn,Íju, r1·1l11h•n1e em .l,1rdlm­ 
M ,; Zíl,11 AI lt:11lA 1.1.fll., hr,1RJIPlru, 
0
1Ívn, come!_ 
1•
111
n1, 1, .. ,i,tl'11 •• ,,m !arcilm-!IS: ltl.Nfl'JO CARLOS flL­ 
Ml.lllA 1.1·.I l'i., hrur:l l1•Lr<J, c,u;ndo, cnml'rclnntc, rc- 
'• Ld, 11 em 'ampo Grnnd,• 'IS; L.UlS C:flHLO!; AL:tl-IDA 
1,J J 11, hr1111I !,•iro, fJ<dll•lro, c1111'11h!'lro cletrfci_'.!. 
1,, , t slol<'nlc 1'1'1 Jnrclfm-MS; SII.MAllA AL'II:ID/1 LEI •• 
JT, 1.-,,11flulrn, •;oll',•fn,, elo lnr, rrsidcntc cm 
!~
1
-.ti, ... t~: 11'.Dfl CAl(VAI 110 1.1'.ITE, brn,llll'lra, dú,•n 
l' cu· ·I ,ta, rcnidl'nl<' cm .Jnrdln-t·fS; 'LRffl Al'ARI-.C_!_ 
DA A ALHO LEITE., brasileira, menor, residente 
, , !.
11
,llm··M'i: OSVALllO Ft.:RNANDl:S MONTEIRO, hrn,;l -- 
• 110, c1s,ulo. pecunrisLa, rusldcnlt' emJardlm ·M:.; 
lll 11J' lEIU:A~:DJ:S MONll,IRO, hr.1,-;Jlulro, casado, Pe 
,u11 l ,ld, re~.iolcnle e domiclliarlo e111 Cnmpo Grnn - 
d~~~: MINA~Al ~IDN[ETRO, brt1silciro, desquitado , 
prn·n d,Írlo, rcslcle:ncc <:tn l.;rn1po Gr;1n<le- IS; Zll.l>fl 
MONTEIRO SERRANO, brasileira, viúva, do lar, rcsi 
d,•" r , m Campo Gra11de ·.'IS; 1-.V, llK,N{', MONTEIRO,brE!_ 
~·lltt .. ~,, solLeirn, do lnr, rcslclentccmCnmpoCra!! 
<lL!· '.iS · lllcRC:Y }t0.:n:1 RO, bru,;J 1ei r:i, sol tci ra, do 
Ln, ~•·si<lente em C,tmpo Grandc-'IS; l•.'ALD1R )10NTE1- 
fül s,, br'lslleiro, casado, ,1dr.ti11LsLrnclor de Fazen 
d:i, r1.: ,i<lcnlc em C.,:npo Gr:11Hk-)f<;; !flLKE FERN,.''l)f.S 
)iOl t'l!IO, hr.1,;ileiro, dcsqu1t.1olo. proprlet:Írio,r~ 
sidete nesta cidade; LAIR }:0;>;IT!R0 BRAGA, brasi­ 
lcli:-1, 'ÍÚ'a, do l..r, resid<'lllt! e111 Jlonico-MS; .10_!_ 
cr •:,:,:-,:·1-:rno BRAGA 1ASO MONTEIRO lllJC:A; SUCESSO-: 
ydney 1 •HH li J,1• f Ll', !jll( 
111(10 e 11r1,;rto .Jutli 
P, 
te Iro, rd 1 
de-MS; 1CE3SOVES 
IJ, ns· , 'l ''óJ''i •.1.i ll., !ir., !l,•ro, 1. 
,.,n c:.,mr<1 C'r,,ndc·•"-i; r,1:•Al,l10 l1 n 
1
-1· ' 
Hlelro, solteiro, rei [dente et 5to 
NP'ff': 1.111r, lir1 1 clrr>, e .. 
po (,CllHle-'1:-,; l)jÍ 1 i'1 li' ,•n.•' , 
da, residente em Uam ,r ando--'1S; 
S NINES LEITE VERA, bri 'ler 
dpptfl' cm C lt''JH1 r.r.11.tt,, ."s; r .. , ')I_' ,_..., 
s{letra, casada, residente em São Pulo'i 
iW"il:S 1.rr-1:,hrnsl'elrn, i.oltcir:1, r ,<cll''1t 
po (~randc-':!;; e OOTI,, ':0l'H''O '
1
,SI A r:• 
1
~•,, h•, •·! • 
leira, cac:;ndn, rcstclcnte t
1
r:1 C,11T'ipO '~r."?nde·- .. •c;,, 
no prnzo d<• ,p • ,111. n por ln e r•aé,
11 
o de 1 ·o• ,,,, 
1 (!Jil lmen e ab i l [1·.1<10 e CO'.ISL ttu'de,_para an! 
festarem sobre as primeiras declaraçoes rer 
p t' lo L nvcn' .1 r 1 , n tt.' Sidney Nunes 'e!te, a ' 
p.trn acompanhnr o processo rm tocln . ., .... : ".<'lf',. t Prrin • 
ntos e lnciclcntPr;, ntê "!nn
1 
a p·1rt:;1h1 11.1 hP?'.lC! 
log-i,:-10, tuclo ,;0h ns pcnns da 1.C'i. • p.1r1 q~~ r.in· 
guém possa n1cg:15 tgnor?inct.1, dc..::0r.nin·lt1 ° 
11
,J•Jlz 
de Direito que se cxpcdl,;ne o presentL· F.o.!ltal co, 
o prazo de trinta dias que será pub!tcado e afixa 
do na sede dente .Ju(zo. Dndn e passado nesta cida­ 
de e Comarca de Bela Vista-!S., nos no'c dl.1s <ln 
mês de maio do ano de mi! novecentos e noventa.Eu 
(Snmi.rn 1.opc.;), Escre'cnte .lucli.ci:il, <> 'ar.~
1
og1,1 • 
fei. Eu, (Pedro Ver;'lo da Si!a), Escrivão 'u­ 
dicial, o subscrevo. 
111.sm: ll'éR'"Fl.t l 
JI;[Z DF DT~E!TO 
ént e em ontato Conqs 
Faça Bons Negóci 
(l '-rnlor ':lso, J.ertcll i, l11lz ele Dlrelt0 tln 
Co11,H'c 1 de Bel.1 VL!.'ta, Estado de "nto Grosso do 
Sul, •q rorma da Lei, etc 	.. 
FA~ SAREll nos que o presente Edltnl '~rcm ou 
dele conhecimento tiverem, expedido 
1
,ns au:os n° 
367/89 de Interdição de Ju!ia Arcc, requerlcln pi 
Antnn,a <la Silva, que se processa pcr:inte este 
.ll1[zo e Cartório Judicial, que atendendo as pro­ 
vas co11stantcs dos autos, por sentcnçn pro'c-­ 
ridn uos onze dias do mês de mnlo do Corrente n- 
110, em scguicl.1 trnnscritn, clccl.1rou n interdi.çcío 
d, .l"i [A AH.CE, brasileirc1, filha de Demcnciano 
hrcc e aria Antonia Arce, nnscidn cm 24 de ju - 
lhu de 1.9'4l, residente e domiclliad.1 nesta ci- 
d .. ;<lc, por se:r iulg,,d., i11c~1pi'lZ. de rt.!ger su:i pes - 
soa e administrar seus bens, pelo que serao nu - 
10:-:, dl.! r.eHlit,:'11 cfellü todos os contratos ou negá 
cios realizados com a referida interditad.1, sem­ 
assistência de sua curadora e pr~via autorlznç~o 
c'...-r., .luizo. S!::NTENÇ.: VISTOS, t!tc ... ANTO'HA DA 
SI!.VA;_qualificacla nos nutos, por intermédio de 
~~vo·~~o const!tuiclo, requereu a interdição da 
senhora Julia Arce, filha de Deoenci.;ino Arce e 
Maria Antonia Arce, registradn no Cart~rio cio Rc 
gistro Civil desta ..:idade, .1leg:10do que é porca:: 
d0ra ~e debilid9dc senil, decorrente de processo 
~.,ce:-1.,sclcrost:?. A requerida foi interrogada e co 
•·tt - ·.. ntormat;ào técnica. oficiando no !:eito e, 
lr. romotor de Justiça, que a representou os 
• ,~ e que afinnl se manifestou pelo deferim~n 
t~. u relat~rio. DFClDO: , requerida deve ccr 
e 1 
'.elt 
; 
SI fr, 
1 
a e 
a, 
,-!o-r, 
be 
a 
?ost 
• Pas 
; e, 
to 
'e1; 
as 
• erão­ 
t, 
~ ! a 
•tas ll!t,: 
s 
S Os 
. re 
"as 
A, 
-- e 
s 
~ 
e 
a 
e' 
1., 
·'?e 
ao 
e 
pesar das lutas e dos ·ncaros morai d. (au[lla, no,;e., 	PRUDE!rrE DP. HOllAE.<; e f'A.'ffl.lA. 	1s lic) 
.,_•._;·_•"".,·_•· .. r•,.,"'.,-"'i"'~"'n'"u,ª, .. "~""'P-=:-c,.,·=,._.,"'n"'L"'f""<:'-st"'cu'""'-,.:;~"'·,==_,"'l"'u"'d"'o"","'·"'pocamr"'t,;,:t•1d•o•,•l•~•n•!!--R•lO•,-l•B•.0•5•.•9•0-"""'-----------------=-Jl _!:~-!'~!!!!~a!!!!!-,!~.~~~~~.~t~~•=-~·:..:·:..-'·l~:¼ 
s., 
n, 
UJ uma 
intcrdi.c.1dn, visto que é portadora de arterioscle­ 
rose generalizada e em evoluçao, que a torna inca­ 
paz para os atos da ida civil e de gerir seus in 
teresses pessoais, impressão que restou confirmada 
quando cio sc11 interror,.itôrio ludici.11. ,,-.1.n 
1
-:· !'0S­ 
TO: decreto a lntr.rdi.çno da requcri<l:1 'A AC , 
Filha de nemcnciano Arcc e }'arin Antonia Arcc, con 
n id;ide de 4fl anos, clcclnrnndo-n ab'.sol11t,1mcn.te in­ 
cnp;iz <le exercer pessoalmente os ~tos Ji vida c' - 
,·il,na •orma do Art. 50,II, do Código Civil nc • 
mcando curndor na pessoa de sua mãe ATONTA DA SI, 
IA. nc ;icordo com o disposto no Art .1. 
1 
Ri,, <lo CPC-:- 
c no Art.l?,1T1, do Código Civil, inscrevn-se l1 
presente no registro Ci'il e publique-se pela im - 
prensa local e no órgão Oficial por três vezes,com 
inten:nlo de dez di.as P.P.T.C. ela Visra,'l ele '!:t 
iode 1.990. (a) Vi.lson Jertclli-Jui~ de ry;:-pitn.­ 
Para que a referi.dn sentençu produza seus ,•~•:idos 
e ':eitos leg.1is e chegue ao conhecimento r'o,; lntc ••• 
ressados e ninguém possa alegar ignorância, "andou 
expedi.r o prt!sente "'.tlital, que será :,ri.·:nr
1
o e pu - 
blie.1do n.1 Forma da Lei. Dado e passado nesta cida 
de e Comnrcn de Bela '!Lstn-'1S., aos 'inre e dois­ 
dias do mis de mni.o do ano de mil novecentos e nn­ 
'ent!l. 
Eu (S:imira 1.opt!s), Escri'ã Judi.cta!, o cintilo - 
gra•ei.. Eu (Pedro lergi
1io da Silvn), ~scrlvào .Ju 
diciil, o subscrc'o. 
VI!.SON llERTST.'.I 
.JUIZ DE DIREITO 
iversaria Jj.te 
O ....... d• r' ato e I Jc·o l..'i'l tl.1tn:: ú::1:.orl.mt<'s. 
1, ·utr- e::: .,1::; Unta;·· flJ~,n, un.t nuf Lo e:;pcclal pnr:i nós:. Rc­ 
Ccr:-i.ao- nos ao din 1.1 cn que st..· cuat••n..>r~• o n:rnclcc.nto de crul 
Ç1 .. r ! ,;i "' dC&~n,:e d:io.., J:t :..toei ed:ide lk: l ;:iv: Slê:OSl'. 
A. tt . jeorln da existência fe l I z e- nl'_;'nco.,da de no!';:.;:, uni­ 
vrerariante, a seuir, sera traçada en rápidas pinceladas. 
"'~ ir.f.,.nci.l rc:c,·bcu de !ICU!. p:dn, d.1:. 1Tl3."1s e Lro.1.ofl alen­ 
cioso eidado e especial carinho. Nesse ambiente sadio, vivi- 
o a t eros familia, con:;titufd;i <lc lJ ir1.1:Jo3, íon::ou seu 
teper nato, ber1lodo, devo', pela educaçio, pela crença,pe 
11!~"" p:"' .. ru:i.p,o:: e mdt(icnçoc:; ;,roporci.· 1.ulo:; por 1..10 lar crls :: 
t.,o. 
r .... ~rt-1"'nu•, nor ela ser a cnçulu d:1 f:1cÍ:lL1 fole alnd:i é 
o.s ,_;ulc:!iru; cl.::t. irn.md:a1c .. H.,:J n ccclpmcn é vcnln::!eir.1: ela 
cs :1. ,; ~prc voltncta_p.ar:t o:-; in:i.lo:::, ()..'lrentes e vlzlnhos. 
lc,- •.ua., :1dolc.scencia rli;onh:1 e {cllz .. Nela dem1llrocl;:ou 
f'l,;ll! Uoa.:. e taerto!", r.:i.-:i nJ.L"llreza rcccptiv.1 e cocuntc...1ttv:1 
ToL 1 Íf"'nt.c e capaz de dcdt.cnr-cc ô1 v-5rias coisas ao ocsco 
1,c., .'.: dc.::c.nvo lt'Uril e agi 1 ick1de: Scoprc uon Ifestou enore 
ci..:rio:. .. de intelectual e µrcdtl.eçoo p ln cor no.arclo-clnro. 
,Air:d;J t:Ul.LO JOV~, teve oport:unid:1dl! de conhc.ccr o seu 
~ f'r111clp,..'_::or.h ido. F:.'rn U::l r.:oç·o vindo d;:~ h:1.ndas de S.1.o Paulo 
L: J' i .10 de o.lnclro, pouco fa:ante nas observador, coa que 
J •f'iO r ..: 1:1:ir-sc. 
.. T)•~!l] unirio n.1sccr:'.Ull: t-rê.s nic:µ5t:ico:: v.orôc~. Atu.,tmentc,to 
(!("!;: c:~t:.:io ccaoa:::i:c.."t"ltC"":tc lx"'C ::lt:u:?dos n:i vlcln; c:u.adÕs e c•JO 
:adia prole, para ;ill'f,ri.:i dn UU!dlr.h.1. 
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) Trlbuna da Fronteir;:i, Correio Jardinese, Jor e 
~nal rle ,'ntonlo JoJo, jornal de ~onito, r,,.,.n;'1 ::dou 
i .. Gt::--:r.;,;s1:, Tribunn de Car;;,coi, Tribur.:i "urtinhc,J t 
)se, Jornal da Pecuária e flhricvlturn • 
FOKES: 
de otloir.t:-,, cnrrcg,,1ndo CJCUbcrnntCL,cntc ;i b:.mdcir:i do succ:.:.::.o 
e d:i vltÕri:a. 
Ador.;t o conv{vlo social. Não aprecia a :.nli<'.:io, Cl.lS !;C: scn 
tl! cordial e a vontade entre in:-.3os e ;:migas. 
8: dotad.:i de u:u! rar;:i cap..1cid;:idc de se alerar e dlvcrt::.r - 
:;e que chc::,a ~ ccnt:igl:sr os outros .. Sc:::iprc tcc :i;ci.gos .. Su:1 n:1 
turcz:i cspont:mc.'l e bondosa .::1brc-lhc as portas e o:; cor:u;Õc!.:­ 
d.,s pessoas aias. 
Cons .. guc sentir a:s alegrias e as tristezas das pessoas com 
qm.-r. convive e. tcr.1 :i c:1p.1cld;11lc ô f:rtê-1."l:; i.t=trc,rt.,ntc-;, ca.::o 
se fo:;sc u• :ittt1-};.o culto c:;pcc!nl. 
8 um..., g,T:mdc fc:;teira. 
"" Ismo, as testas «use org.:inlz.a e realizo sõo inenqueci _ 
Sua índole aiveI e cordl:tl ajuda.o c:uit.o p.lr;:1 :, .succs!.;o na 
rc:ill .. zaçao de qualquer projeto ou C!llp-rccndltx!nto .. 
e ,".!.1.:1 l)Ct.SO:l onlc:J<l:1 e v:tori.osa cm t:udo que Íó'lZ .. 
»;:ir.J. c:;r,;1 quc·ri~L, d:im.:1 que hoje coemora o :-;eu :..nivcr::...;r-io. 
"" nosoos pnr.,1,é,,,: fcllc.ld:1dc~. Hb ch.,n:i-,:c r;lllA HORAES Sl- 
•°ÔES DF. I.IHA: 
43S - 1.410 
rrle 
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({Jj)JgJ!Jirr& • 
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te,

ES'TA PAGINA É PUHI ICADA SIMULTANEAMENTE NOS JORNAIS 'TRIHUNA DA FRONTEIRA, 
Itra face 
la verkade 
ave: Pedro Pedreira 
pede criança aprend 1 
"'J mlnhn M.:ic que n ou 
nu face da verdade é a 
,. nt lrn. 
Nílo h,i me lon tcnnon • 
1 i,, VEl<llAOE ou é 111'.NT C- 
,1. 
Entendemo que ente+ 
1, po11 ele Gollor de Mel­ 
!,, JlrcnJdcntc COIU1Gl'J1 
e o llrun.ll. Lnnto prcc l 
uva, é preclo que o bra 
tleiro, dons pampas aos 
rinals, do 01apoque ao 
ui, ujude o l're1ddcntc 
1 ajudar n •llrnoll. 
1'emo!I vluto, ublsma 
!os. ·an mnnobrus para cn 
fraquecer o Pl;ino llrmlil 
vo, evldente que terc­ 
os de [nzcr sacrl[[ci - 
'ts, todos nós, mas é prc­ 
:lso que o povo mantenha 
se vlg !lante, ap:rntando 
1rros e cobrando claque - 
les que até o dla 15 de 
urço usufrulram do po 
!er, ganharnm rios de dl 
:ic elru e nada [ izernm pÜ 
o I o crescimento REAi. de 
.cai,ssa economia, produzin 
9 >' gerando empregos e in 
e9vestindo. 	- 
Os especuladorco e a- 
l
!eptos do lucro fácil nc 
tessitam entender que o 
lras ll mudou. 
Assim como os polÍti­ 
ros ncos tumados a alian- 
;as espúrias e "ncgocia­ 
,;Ôes" devc.m se cons-cien­ 
zarem de que o Brasil 
vo não aceita "o homem 
1<lho" (de idéias e con- 
eitos). 
No Ka to Grosso do Sul 
~je icpera o reino da 
lentira e da promessa. 
O eleitor(a) precisa, 
[je nais do que nunca , 
tl6'a.lisar friamente os can 
1bdatos a deputado esta­ 
,.I.r,al, federal, senador e 
31Clvernador, ver o que fi 
:eras e benefício do po 
,n, folha de serviços prcs 
lados, posições polÍti-:. 
as (no passado e no pre 
te); e, sobretudo, en 
lviento co a região. 
O Brasil pode e vai 
r, mas as nudanças de 
e deverão iniciar - se 
,
5 
1;unicÍpios e nos es­ 
'.Jdos, c'a oportunidqae, 
_ra estas muda..nças, sc­ 
e outubro, quando e­ 
-geremos os NOSSOS RE - 
ENTANTES. 
llào vamos esquecer,ja. 
s, que a outra face dã 
ADE é a MENTIRA.E és 
s cansados de POL(TI 
S MENTIROSOS. 
8 NEGÕCIO 
PARAR DE 1NUNCI- 
,,._ PARA ECONOMIZAR 
INHEIRO É COMO PA­ 
R o RELÔGIO PARA 
0NOMIZAR TEMPO ! 
ANUNCIE O SEUS NE 
6c1os NOS JORNAIS 
REDE BELAVISTEN­ 
~- LIGUE 439-1410. 
LA VISTA MS • 
VIMOS ACABAR CO A PALH 
Governo Irresponsável Destrói a Ed cação no Estado 
0 que etá ocorrendo com o setor educa­ 
clonal no Mato Groo do ul é caso para o 
Dr. Romeu Tuna. Sim, é cao de CADEIA. SG 
a CADEIA poderá punir o irresponsáveis q/ 
lrn11uíonnormn o neLor t!ducacion., L num cnon 
dclxando profcnsorcu, nlunoo e puln de nJu 
nos deesperado. 
O <111 • ndlanta o Sr. l-ltircelo Hlrondu pn­ 
ar matérias nos jornais e na televisao ten 
tando explicar o incxpl ic,ivc,? A verdade 
nó tem umn face! 
Professor dn rede cRtndual du ensino me 
rcce ganhar um aalfir io digno. Foi-se o ten 
po em que um profeusor ganhava o suficlen:: 
te para manter com dignidade a sua famí­ 
lia, multo~ até tinham um carrinho, tempo 
(e meio) para pesquisas e aprimoramento. 
llojc é uma vergonha, um desrespeito à 
dignidade e à profissão que merece, não só 
salários dignos, mas respeito e considera­ 
cao. 
E o Governador do Estado depois da r,rc­ 
vc(Junta), humilha n classe e o que é pi­ 
or, llEHITE e se faz de vitima. 
Todo País que pretende transformar - se 
cm potência, têm na cducac;âo e na ::wÜdc os 
pilares de sua admlnlotraçno pública. Aqui 
ocorre o contrário. 
2 o caoi;, o Governo dcmitlu os professo 
res grevistas e está substituindo7os por; 
lunos, ou professores nno preparados. F.xcm 
plo: alunos do 2!! grau lecionando para os 
do l!! e também do 2!! grau; professor ele his 
tória ensinando quÍmlca; de geografia cns} 
A denúncia da crise moral que atravessa 
o Congresso Nacional, representa uma ruptu 
ra COl!I o passado que, hoje, a sociedade bra 
sileirn repudia com veemência e firmeza. - 
O Brasil do clientclismo,dos pri·ilégi 
os, da mentira, da demagogia, dos arranjos 
oportunistas e imorais mantidos à custa da 
corrupção, não encontra mnis guarida nos~ 
ioda sociedade. 
Os ,·alores básicos da cidadania: HONRA, 
CARÁTER E .IIONESTIDADE, representam, neste 
momento, o desejo transformador da grande 
maioria do po,·o brasileiro. Do po,·o dcscom 
prometido com o clicntclismo político. 
Para vencer os obstáculos que atrofiam 
a nação brasileira, temos como pré-requis~ 
to a RECONSTRUÇÃO MORAL no campo político, 
econômico e social. A confiança nos homens 
públicos precisa ser recuperada, para que 
o grande contingente de trabalhadores pos­ 
sam reencontrar a esperança e possnm cdu 
car e criar seus filhos, num Ptlís livre e 
soberano. 
É preciso a concentração de um grande 
esforço nacional, para que possamos promo­ 
,·er as mudanças que nos levarão ao canpo da 
RECONSTRUÇÃO MORAL DO PA1S. A Nação neces­ 
sita estar harmoniosa e solidária nesta 
grande tarefa colcth·a de construção de u­ 
ma Naçno moderna, rica e justa. 
Cabe ao cidadão, o dever de ass1111l1r sem 
medo a missão de promover, por todos os me 
los a seu alcance, o saneamento moral da 
política e do Poder PÚblico no Brasil. A 
omissão é um crime contra a pátria. 
A fa.lta de crença nos homens públicos 
tornaram-se sentimentos de todos. A Nação 
chora a falta de pudor de seus representa 
tes no Congresso Nacional. Existe uma at - 
mosfera de impunidade, irresponsabilidade, 
corrupc;âo e'desrespeito aos anseios da pri 
pria pátria. 
A Constituiçno Federal, promulgada cm 
outubro de 1988, ainda aguarda que mais de 
JOO(trezcntos) artigos sejam rcgulamc.nta - 
dos, sendo certo que, os atuais deputados 
federais e senadores, os "CONSTITUINTES" , 
n..Õ.o demonstrara.e nenhum interesse na rcgu- 
nando física. E falta rf 
1 
HUJ , lo- 
das as esrol ,. t +d 	i o. 
E dizem o hoen 	E alo, 
através dos meio de cornicacao, que "e 
tii Ludo her,". 
Mentirosos, acostumados a ADMINISTRAR 
nos GAlHNETI:!;, INFORMADOS l'Olll'OL(TfCOS sr 
TUACJONlSTAS QUE TAMIÊH MENTEM. Nunca 
mentira foi tio valorizada como ncr.t Go 
verno. 
E não lemos sequer uma linha na chnma­ 
cla imprcui,a llvrc; 11c111 cr!tlcau construi l 
vas; apenas "justificativas e entrevista 
de porta-vozes". 
Eles nao conhecém a situaçao no·inter i 
or do Estndo. E nao é nó u Educação, niiÕ 
temos mals estradas, o setor dt• :-iaÚd<• de a 
morona; prédios do Governo se transformam 
cm rulnaH e, dizem eles, "tudo :;oh c-ontro 
lc''. 	- 
Se um assessor de "coisa aluna", na 
Asscmb lélo, ou "assessor do assessor do 
Go,·crno" ganha Cr$ 30 mil, 60 mll " até 
90 mil por mês, fora as mordomias, por 
que pngor a ur.1 homem ou a umn mulher cn - 
carregada de FORMAR o brasileiro do ama - 
nhà um SALÁRIO DE FOME e ainda por cima 
IIUMILllÁ-LO, tratá-Io(a) como se fc,,::;" =! 
ginal? 
MARGINAL é eHte Gover110, clcitn atra 
ves de MENTIRAS DE PALANQUES, promessas e 
que' ainda teima em continuar no poder. 
Q povo sulmatogrossense, que trabalha, 
produz, sofre, reza todos os dias,com [e! 
lamentaçao e seus artigos, vez que, essa 
regulamcntaçno não gera ccprego, propina, 
ou diárias milionárias. 
A saúde nacional encontra-se oa UTI. 
Falta assistência médica nos pequenos 
e grandes centros urbanos. A mortalidade 
infantil assume proporções assuatadoras . 
Nas pequenas cidades, mulheres dão a luz 
como se animais fossem, por corpleta fal­ 
ta de assistência médica e social. A cada 
dia que passa, aumentam as estatísticas 
dos casos de doenças contagiosas(AlDS)etc 
a fome e a miséria atropelam aos milhares 
de trabalhadores bóias-frias cm todas as 
regiões do País. 
Enquanto a fome e a mlséri.a fazem mora 
da no seio da grande maioria dos brasilei 
ros, uns poucos prh·ilegiados, desfruta 
de todas as espécies de mordomlas, perce­ 
bem altos salários, gozam dos mais absur­ 
dos prh·ilégios, n.:io trabalham e ,·h·cm , 
tão somente, en'ergonhando a nação brasi­ 
leira. 
or, pedindo a Deus que estes mel n 
Jl..lHfl••m rápido, p,H.t e,nlrp.ir d,, ,·lil.1 pu·· 
blica estens aproveitadores. 
Enquanto outubro não chega, bes que a 
Dr. Koeu Tuna poderia vir a Ms e acabar 
toa eta vergonha. 
JtÍ dizia Monteiro Lobato que "ua Paf 
e fo 1 com ho enn e livro", 
Livros fá nao podemos comprar , o Jo - 
,·em ,.j.,: cLLt,u1"do ia lciLura e os pr - 
í,OH ,,;;,, prulhlth·o•,. 
Hlomen? 0i poucos que ainda existem(i 
deallstas, lutadoren e co visão do anua­ 
uhi) são pecas raras neste Governo do Es 
tado que prefere os acomodados e bebedo­ 
res de le!te das tetas cx,•ur1dan do er,i­ 
rio público estadual. 
r. !,, ~ que o l'rer.Jdcntc Collor a,dba 
que na cidade de Bela Vista os pais de a 
Junofl ci;Liiu lut,Jr,do para que a lei penai 
t.J a conLrataçÍo de profes:Jorcs, pngandÕ 
do próprio bolso estes professores. 
Ser ln melhor •1uc o C.o,·erno do Estado, 
Go,·erno du Plffill(pobrc KDC, e,. que cc tranu 
[ornou!) rcnuncinscc antes que o Estado 
se transforme ur CIRCO. Para n - - já se 
transforcou, pois o que ..-emos d" t~GICTlS 
(cni;olindo 'erbas); TRAPE7'.ISTAS (puLrndo 
de um lado para outro) e PAL!iAÇOS (ri.ndo 
da situaçao, enquanto o povo sofre) ... 
PROFESSOKES, ESTAMOS COH VOCtS, PARA 
O QUE DER E VIf.:!. 
f hora de dar-se u pasta neste Esta­ 
do de imoralidade pública. A Recoostru - 
ão Moral de que necessita o Pa.,, exige 
de todos nós, hocens lh·rcs e descompro­ 
metidos com o passado, mas amparados na 
vlsno progressista e social, uma postura 
a altura de nossos ideais decocrâticos. 
A honra, o caráter e a honestidade são 
,·alorcs básicos fundamentais do "Brasll 
Novo" que almejamos e que, a mercê de De 
us, ha,·erccos de ajudar a construir aÕ 
pro,·ermos e d.Jrmos início a RECONSTRUÇÃO 
MORAL DA POL!TICA BRASILEIRA, banindo da 
'vida pública naciona.l todos os que de u­ 
ma forma ou de outra emprestaram sua coo 
peraçno na degeneração de nossos mais nÕ 
brcs ,·alares. 	- 
O resgate dos valores morais ha..-erá / 
de ser promo'ido pela sociedade brasilei 
ra. 
RENOVA!! 2 PRECISO. 
,~ Nelson Brandão. 
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LATO G.OSSO D SUL 
1 · 
1 
1

/90 DE ETO H· 30/90 
'n!c'pal 
do sol,as,n­ 
r I .Jnn ,1,, , 
Jn l 1•1 n" /lP,(, / 
,. Art, t,1 tln 1.r•I Jr,- 
. j')()/(,1,. 
Lt•rr.<J tl,t l.•• I "un I e 
I 
p<t1 n
11 
ll!ltt/ 
, Ar,1O te aberto um crédito ad!e!onal S - 
tr no valor de Cr 7,990,000,00 (sete m!- 
hões e novecentos noventa m!l cruze!ros)a ser de 
'·nodo nas nega'nten Dotações Orçamentarias, 
(,?,(11 - ll<JC.llJVO 
0.01 €mi l no PREFEITO 
0,0007.0 1.a5Ana sertor 
1.1.1.J-P h!<On) Civil 	. 
).,+-Mater!a' de Consumo. , , , , . • • 
3. 1. . -0 .. t ro•, St•rv lços e Fncargos, 
04,,'6%,03erv'co do Altamento 'til ltnr 
'i. l . 1 -J11'1T,,,n •, 11 ·,ic, ele !,Prv. l'f'f~BO:J f n 50. 000, 00 
0;,01, Sl't'PI [,I T/ n1; /D'IT ISTll/r~o 
01fl701 1,0C,-',1•rr<'t,1rl n rle A<l1ninl6trnc;no Clero 1 
1. l .1. :-Ohrlgar,Õ,•11 l'r•·1 !1noni;,lu.... 60.000,00 
3,1,,0--Material de Consumo........ 200,000,00 
·i.:, 1 RPr,1u11rr,,ç=io UI' ~·,,r •. l'l'fl'JOnln 50.000,00 
J. J. 'J. -0tro Serv, e r.ncnrpos..... 80.000,00 
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o%+..0v-»+e a secretar toa 
'.l. l. 1. 1-R<'muncroc;Õo de Serv.Pcssoals 50,000,00 
O,OtCl .,~,10-·/mortizn,;no dn Dívldn r.ontratadn 
1.•'.6,'-JuroR de Ounni· l>ÍvJc
1
n,;.... 50.000,00 
0!.0~ -~Fí.RETARIA DE PROMOÇÃO SOCIAL 
l 1''>1.2,,/ .11-SC'rvicos ,ld Administraçao r.ernl 
1. l . '. 1-Ma ter ia 1 d e Consumo. . . . . . . . 130. 000, 00 
'L 1. i. i RcmunernçÕo dP <;crv, "•'ssonl s 100,000,0r 
J. ! . ~ " tlutros St!rv. " Encnrgos.... 130.000,0f 
3 ... 'l-Putrnr Transf. à Pessoas... 10.000,00 
03.07 FC"E TARTA DE EDUCAÇÃO " CULT. F DESP. 
0818i2.12-manutenção dos Serv.Administrativos 
3.1. ~.0-'lutl•rí:ll de Consumo........ ~50.000,00 
3. l. ,. l Kcmundraç:io de 'ierv. l'cr.r.onis 100.000,00 
3.1.J.'.'.-Outros Serv, e Encargos.... 100.000,00 
004~l87!.07-Aquinic;10 de Fqulp~mentos p/ o setor 
4.1.Lt>•'qulpnmentos e :lnt. renn ... 2.200.000,0C 
084'.'.i:l.'l .09-AmpliaçÕn e Re'.de tlni,lndt:?s Escolirec 
3. l.",í- interid de c,,.,~u:nll...... .. 100.000,0(1 
3. 1 . ·,. J •• v.emuncrnc;Õo <l c S-,rv. l' t:! s >' o :1 i s 50. 000, 00 
03,8. PFTAIA 'IAC?O F ORAS E SEF. PCBL1€OS 
l0'>731ó2. l'.!-Cnnstruçno de Casas Populares 
4.1. l .l'-Ohras e lnstnlnc;Ões...... 550.000,00 
1060375,15.-Manutenção dos Serv. de Limp.Pb!ica 
3. 1. '.  •Rer,uncr:içiio de Scrv.Pcsnoiis 70.000,00 
11"' ,C • ]F-Ohrns de C::ilerias de nr,uar. pluv<,ij,. e 
Pv'neração Asfáltica 
4.1.i. -Obras e 1nstalaçÕes....... 400.000,00 
161 ~3J, .1'-m:inutencio dos Serv. da Secretaria 
3.1.~.r ~nterial de Consumo l .600.000,00 
3. l. 1. l -RcmuncrnçÕo dP. Serv. Pesr.oois 120. 000, 00 
~..].~-Outros Serv. e Encargos... 800.000,00 
16íl~5J41.17-Aquisic;io <lc Equip. p/ o Setor 
4.1.~.0-Equipamentos e Mat. Perm.. 180.000,00 
l6885)l!.18-Construc;Õrs de Pontes 
4.1.'.0-0hras.:, 1nst:iloçÕes...... 50.000,00 
O? .0"-SECR"'.TARIA DES"'.:-;1VOLV"l)'J:;'.TO FCONÕ}!ICO 
O!1II?.I8-Coordena;ao das Atividades 
J.1.2.0-Matcri:il de Consumo...... 30.000,()0 
J.1,1.1-Remuneraçào Sen,.P,..ssoais 50.000,()() 
041All11.?0-Aquisiçio de Equipamentos Agrícolas 
4. 1 .
1
.0-Equipamentos e y,.,t.Perm.. 80.000,00 
SOA..... 7.090.000, 00 
Art.?9)- Para cobertura do Crédito Suplemen­ 
tar 1h~=to nn Arc.,anterior serão utilizados os 
R~cur-0s Provenientes do Prov.:ivel Excesso de Ar 
recadaçiio,conforme c.:ilculo efetu:ido <lc aco=do ~/ 
o Ar.3,parágrafo ,item II da Lei Federal 4. 
37íl/E4. 
150.000,00 
l00.000,00 
100.000,00 
'.:, 3O) - Este Decreto cntrar.:i en vigor na 
dat de sua publicação revogadas ,"IS dispos içÕes 
en c- ... r:t' ~rio. 
rg 	S	T A MATO GROSSO D O SUL-, 1 5 	D E 
''ilíJ í'E l.Q90. 
de 
do 	n,P. 
cordo c o d! po 'Q do 
H r,/110 de I)'., rle Anrl1 ,,, 
1 ellern I n' /,. º1?0/( 1, . 
IJJ"C:Rl 1 / • 
4.no)-Nos termos da 'e! Mnfcfpa1 +0 A88/90; 
Art. JO 'lc:11 nh rro ui crcdlLC> ,ri! 1c,n,1 Cu 1,, - 
mentar no valor de C:r' 'J9.0!JO,IJ() (,,o,..-,-,,·n (' nove 
m!1 cruze'ros) a ser desfgnndo nas eu!nte To­ 
tacoe 0rcamen árfas, 
01.00- l'ODLR LFGTSI IT1VO 
01.01- CÃ''ARA 'lll"'1CTPAC"° 
0101001T.oi-Ãqif«feio ãe 6vels e Fqo!pamenos 
/1.J.I.I- AuxÍUo p/ílefip.tic r.ap 9<J.COO,OO 
so:'A. . .. . .. . . .. . . 99. nor, "º 
Arr. 22) - Por:i coherturn do prc·st•nte cr • <l' :o 
Sup)cmbncar foi cnncC'ln<lo :i J~port~nc
4
n <lc c:r• .. 
99.000,00 (nov~ntil e nove mll cruzeiros) dnP se­ 
guintcR ílotnçÕcs OrçnmcntÃrins. 
02.00- FXF.C:UT1VO 
O? .09- SFCl{ETARJA 1)1-" nESF."11
101,'T IF 'TO 1:co '0'1TCO 
04181112.18 - r.oordenncro dns Atfvld~des 
3.1.1. l-Pcason1 Civil............... 9Q.000,(}0 
SO"A, .. . . . . . .. . . . . . . 99.000,0'l 
Art.J0) - Ente Decreto cntrnrÃ em vigor na 
dntn de sun puhlicnçÕo revo~Ados 06 dispoeiçÕcs 
em contrnrlo. 
BELA VISTA -MS-,15 de moto <le 1.990. 
_, 
rnsoN MFDEJROS OE MORAES 
P9EfEITO ~U.'ICIPAL 
Dedé Solicita 
Benefícios para 
Bela Vista 
• Em sessão realizada na seana passada na Assenblé!a Le­ 
lslativa ,o Dep. Henrtque !'oraes Dedé nprcsentou indic:1 - 
cÕ,•,, benrflc1ondo o }luniclpio de Bel:, Vista. Após ter visi 
tado a cid;i<k, o parl.1r.,rntar constntou n carência de scrvT 
ços cn al~uns srtores hílsico~, entre eles, os da tclcconu~ 
ricações e energia elétrica, e após conversar com popula - 
rcs e ccrtiflc.-.r-sc dos problcr.1as, levou-os ao c:onhcc:incn­ 
to das .1.utoridar.ks. 
Pt1rn o Presidente da Tc-ler.-,.s, Sílvio Lop<'s dr Ar~úJo, o 
Dcp. llcnriquc ílPc!~ solicitou que seja instalado no r.1cnor 
pr,1zo possível, u::,, tc-lcfonc publico tipo "orc-lh~o" no Bnir 
ro Agu.1 Doce, c.:1 Bcl.1. listn, pois c1 popul;i.ç,lo local scntc­ 
r:":uita:-i di 'iculcl,Hk~ q11,1ndo necessita contar co:, estes ser­ 
viços, tendo que lococovcr at~ o ap3rclho nals pr6xir.10,quc 
localiza-se fora do bairro. 
11
Esta r.1.1ior ·inte~r.J.çÕn entre a população nrravés dàs ser 
viços dC! telefonia, evidencia Lr:ia r.iaior og1liz-1çâo na solu=­ 
çÕo elos prob1cnns da co□unidade. Caso haja urgência destes 
serviços, quando tratar-se de casos de saúde ou segurança, 
por exe:nplo, n populnção deste bairro terá condições de con­ 
tactar con as autoridades e tempo ben mais reduzido.Além 
disso, e u:.i,1 obrigarno do Estado parn co□o cid:1dÕ0
11
,des­ 
t.:1cou Henrique Mor:ies Dedé e sua justif1c.:itiva. 
Por·outro lado, oindo nesta sessão o deputado enviou 
expediente .:ia Presidente da F.ncrsul, João Antonio de Marco 
reivindicando em noe da população do Bairro das Prirave - 
ras, também localiz:,do no r.iunidpio de Rela Vista, uma to­ 
tal vistoria do rede elétrica daquela localidade. O pedido 
foi feito ao parla~entar por r..nis de una dezena de rorado­ 
res. 
O Bairro d:ts Pri~avcras é co::iposto por quatro vilns di~ 
tintas. Entretanto, tod:is estas áreas são atendidas por a 
pcn:1s uo trnnsformodor, o que vc~ causando transtornosnõ:~ 
~oradores, v~z que ocorrem constantes quedas de tensão. 
Os clctrodor.iestico.s, dcss:t foma, s~!rec ~v.:irins constan­ 
tes, causando prejuízos aos cidadios do referido local. 
Ale~ disso, existe o problema de ocorrer curto-circuito 
devido a estas quedas. 
O deputado Henrique Dedé adiantou que a direção da E­ 
ncrsul M3nifestou-sc ba~tante favor5vel ~ efetivar os 
serviços e buscar soluções par.:i os probleas. 'A cou - 
nidade deste bairro sente-se constantemente e□inseguran­ 
€a, oi de ua hora para outra, quando ocorre sobrecarga 
·, ... tric.1 no transfornador, vem a oscilnção e n 
que .causa grandes prejuízos que podem ser ainda 
n.:t1út i_:.; J ~.1.I lentou o parlar.ientar ao contactar co o pre 
G f <h..•nt1.."' da Lncrsul. 
Campanha de Prevençã 
d a Cárie Dental em 
Bela Vista 
• •,-A·tl!n Jfl " " o d 
rscnl P. 11 ún•n 
F«colres de q 1? anos de ''ade; 
caçio TÓpiril co. C@
1 
-•uorrtad 
O POAMA AC'OA', DE PrV D 
DFTAL - :>PFC:A!) .• 'ol 11nt;'lrlo p lo ''lrl•·t 
5ade em 73 de Ma'o de 1,99 cor o o'et!vo 
rPdu1lr n neu,de Ofi (Huai '"('1Clil, d!! O orr 
c!as da doença em adolescentes e crfanças 
Pá{r, nuM período de dez anos. 
O qundro ntunl no Brasil AC~un<lo levdnl 
to ep!dom!ológfco rea 1zado na zona urbana: 
-os sete anos de idade 
7
,7 dos dentes p 
nentrs •n roram ntncndo~ pc'e ciriu. 
-Aos doze anos de Idade 6,6 dos dente 
nentes 'ã estio cariados, quando o ace! áv 
pu-iclo n l'"S- On:aniznção t-'undial dn ade­ 
cm tornode 3,0. 
-A Lncld~ncia dn cirle dental nn idndc ~ 
ze anos serve de parâmetro de sade bucal 
reg1Õc6 ou paÍsPs, o Brasil 110 'ado da lan 
MDiF alto !odice de dcnt 
no país. 
presenta-se con o 
r.indos do país. 
- P~born o nr•~ possua cerco dr l00.000 e 
rur~iÕes-dcntiatas o que representa cerca dr 
dos pro'issionais do ~undo, nas ~ltimas déc· 
o 61stema de serviços odor tológicos não tem 
do capai de modificar tal sleunção. 
- Somente um serviço odontológico cuja cs 
cio sejn preventiva e nãc 1:;op-ente curativa, t1 
condições de rrverter esse quadro epidemiolÓF-l 
7 
.'.)4 
,.... 
co. J- 7luoretaçao da água de n~nstecime~to p~~í:o 
/ Fluoretação da igua de abastecimento p~bl 
co é o mais efetivo, seguro, sinples e econÔl'll 
método de prevenção da ci:te dental~ reduzindo! 
em ,çorno de 60~ da prevalencia da carie. • 
II - Aplicações T6picas de Fl~or. 
A aplicacão t6pica de flor ao esnalte dencÉ 
rio é um método coadjuvante de prevenção da ci '05 
r ie denta 1. que complemen til os bene fící os de ! u:OS 
retação da água de abastecimento. 	!l 
Preconizo-se a aplicação t6pica do ge1 Fluor 
tado duas vezes ao ano, redu:indo em torno de i, 
a incidência de cárie dental. 	~A~ 
111- qochechos com soluçÕPs cluoretados. 
Por sua grande eficácia, reduzindo custos e 
cilidade de aplicação pelos proFessores e au~l
1 
res, a Secretaria de E_ducação e Secretaria de :·
1 
de, tem adotado este metodo nas escolas. 
IV- Denticrícios fluoretados. 
O uso de pasta dental com flor deverão ser f. 
cendvados inclusive para as populações de baiYa'·C!Q 
renda. 
PROr.11.A~AS PREVENTIVOS: 
RESULTADOS ESPERADOS: 
Ao Final de cinco anos espe=:i-se que:85! da p 
pufac~o urbana es~ejo consumindo igua fluorctad~ 
80Z dos crianças de 06 a ~ anos residenteE na. 
na urbana tenham recebido pelo menos uma .;pJ.ic;;.ç 
tópica de fl~or por ano. • 
-Que em consequências das ações desenvolvidas ,. 
este programa,haja uma redução de 307. eo relaçÕcc1.5A 
ao atunJ. índice de prevalência de cárie dental:-...._ 
Ao Ffn~l de dez anos espera-se que: 120 milhoe 
de pes-soas estejam recebendo igu<' fluoretado;,s n 
veis de cárje dental-esteja reduzido em 507.. 
Devenos enfatizar que o uso cro Fl~or não releg 
a um. segundo plano os meios ·bisicos e primário!" 
prevenção da cirie dental: escovar os dentes após i 
ref eiçÕes e·antes de dormir; evitar deixar restos de 
l:imentos na b6ca ;evitar ali□entos ricos e□açúcares 
evitar comer entre as refeições, principalmente do 
utilizar fita ou fio dental entre os dentes;visita 
perjÓdica ao dentista. 
PREFElTO MllNICTPAL 	~t :nACÃO, NACIONAL DE SA!lDF. ~ 
--------------t--~ Eoiio 
da Fronteira ~ 
4
ªda e" Apartamentos. ·Com 
afé da Manhã· Completo 
AVENIDA TEODORO SATIVA 
RESERVAS~ 4-39-1487 E 439-1366 
. 	. 
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R. BARÃO DO DIAMANTINO, s/N 
BAIXADA CORINTHIANA - BELA 
RUA ANTÔNIO JOAo.450 
CENTRO 
1 DE ZELINA ALVES MARQUES 
1 
9 
O RUA BARAO DO LADÁRIO, 2.099 
BELA VISTA • MS BELA VISTA 
lJE 
GÊNEROS ALIMENTÍCIOS - BEBIDAS - FERRAGEM 
ARTIGOS DE MONTRRIR - CONFECÇOES - PERFUMR­ 
RIA - MIUDEZAS EM GERAL - CALÇADOS 
oas 1.030 
d " 
CARACOL,MS T 
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E 
X 
"A CHAMA QUE NÃO FALTA" 
1-,~"'J::OMÉRCIO E REPRESENTAÇÃO DE GAZ CARACOL 
8 .W. BRASIL, 1.016 	CARACOL· MS 
DE: 
ANTÕNIO 
PIOVEZANA 
ACABOU A INFLAÇAO! 
AGORA FICOU MAIS FÁCIL 
COMPRAR NAS PERNAMBUCANAS. 
TODO O ESTOQUE DE TECIDOS, 
CAMA, MESA, BANHO, DECORAÇAO, 
TUDO, TUDO .. , 
ABAIXO DA TABELA DO DIA j',2 ,J➔.fl{) 
COM ;7{) °lo DE DESCONTO A !!STA OU 
PELO CREDIÁRIO TENTAÇAO OE ~ X SEM 
JUROS 111 
RUA A RPüsuc, d40l 
FONES: 
ãicicrrãi 
4 PEÇAS E ACESSÓRIOS 
3 ANEXO SEÇAO OE CONSERTOS 
9 
a 
RUA SÃO CLEMENTE, 888 
BELA VISTA • MS • BELA VISTA 
MS 
RUA PEDRO ÁLVARES CABRAL, 520 
BELA VISTA 
CENTRO 
MS 
REFORMA DE TRATORES 
SERVIÇO RÁPIDO e GARANTIDO 
·PIZZARIA 
·SERVIÇO 
A LA CARTE 
·COMERCIAL 
R 
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~~~~~:~ 
SATIVA. 
NQ 1.339 
BELA VISTA 
REP?RTA~E~ FOTOGRÁFICA PARA: B 
A~IVERSARIOS - . CASAMENTOS r◄
Foros - RevetAcAo oE Fwes #,, Are 
EMOLOURAÇÕES CARIMBOS 
F 
• POSTERS - PINTURAS EM TELAS ~ 
FOTOS 3/4 e s/7 QUADROS E 
4 
3 
9 
1 
3 
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6 
TRAVESSA' FLÁVIO AJALA, SIN 
BELA VISTA 
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DOS PRODUTOS 
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Jy RUA ANTÓNIO MARIA COELHO, SlN 
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CONSERTOS OE TV A CÕRES, PRETO E BRANCO e PIB 
CONSERTOS OE APARELHOS DE SOM EM GERAL 
DE CA:LOS ABRAMOSKI 
RUA DUQUE DE CAXIAS. SlN 
MS BELA VISTA 
CENTRO 
MS

e/ 	,,.,,, 
E PRE~ISO EFICIE IA PAR. S PER R A 
CRISE DIZ O PRESIDENTE DA EM3RAPA 
qo collor de Mello , cha,a Embrapa têm do em toda: s es 
"precisamos atuar 	] 	ta.ais não have- 
com eficiência, efi de que o Brasil não potencia para pro 
j 
• b is do rã luar para os 
cácia e qualidade podo continuar como duzir bem ma :5 a' 
líder do terceiro que já produz e me- incompetentes. 
para superar a a- 	d o presidente dis 
tuaI fane crítica. mundo, Rocha disse Ihor atender as n" ,e ainda, que os 
f, preciso aber a que o pais tem tudo cessidades dos cin- 
• 11 - n·io funcíon.írio~ d.i P."'.t 
proveitar o qrande para crescer porque co mi hoes que ' brapa não devem 
[X
,L<•nc L1l de n'cur- di !lpÕc de LC>c11ologic1 dl:,põcn oc t:ilJj 'ª u ~ v 
l 
• f t utura con ficar alarmados com 
o humanos cl.in;,on í ,HJ.r J co] a tropica in ra-es r' Ido 
- d ' 'd dos pequenos as noticias so - 
vcl na Embrapa para que nao se po e 1.111 !ll. era : ~ ,_, 
d L !, • J·1Jr br• a lntcnçüo de 
ajudar o pais a nu- porlar d• lugar nu pro u orca.• • u- 
crar as titicuda- no. a orando res iamente cs suo demi'3,, ";~d; 
de:s, principalmente ponável pela qera - que detém pouco ou 300 
no qu Longe i1 fHl- ciio c]e::;:;a tecnoloqia quase nenhum recur-- rios público:;. 
aoverno "Iém disso, va 
ta de alimcntor,." 1 é n Embrapa. uo que o <., 
t b car fi. mos resolver os 
declaracão partiu 	cem que an a - - 
fil l't'CI 	• • íllH'H!fÜN 'I I i 	d 	• bl m. e inter - 
do presidente da Em 	nancando as pesqut prol .e1as 
brapa, Carlos Maqno 	sas. 	nos da empresa 
Campos da Rocha, du Pela nua própr 1J. Na ocasi5o ele e- mos tra.c nocso 
rante sua visita filosofia social,Cor 1oqiou a atuação da lor lii [ora" 
Unidade do Exccuçi:ío lo:, Magno dlase q/ ,~ Uepue de Dourados , crcscentou. 
de Pc:;quirlil d, Jmb_:!: Embrapa jamais scriv claasificando-a co- Quanto ao novo 
to Estadual d Dou- auto-suficiente.Com mo exemplo dentro preaident:c da Em- 
rodos (P.mbrapa/Uc - um orr,;amento de 180 da Embrapa, tendo em brapa, Rocha in - 
pnc de Dourados) ,na rnilliÕcs de clólar s,a vista seu bom fun - formou que foram 
:s mana pn:c;:;ada,onde empresa gera sete cionamento.J Uepae submetidos à a - 
manteve contato com por ccnlo e obtém Ol!_ de Dourados é uma preciação do pre- 
pcsquisadorcs e fun tros cinco por cen das poucas unidades sidente da Repú- 
cionários. Segundo to ntravés de convc- que gera quase a blica, quatro no- 
o presidentc,o ora- nios e/outras insti- metade dos recursos mes de pessoas da 
sil detém 40 mi tuições.O restante neccssiirios para própria Embrapa 
lhõcs de pessoas vi sai dos cofres públi custeio,aíirmou _, o q~e ele preferiu 
vendo na mais abso-= r::os.Entrctanto, ele presidente. nao revelar. 
luta pobreza e des- acredita q/há poss.i carlos Magno fez 1 definição de- 
nutrição, responsá- bilidade de reduzir questão de frisar ve sair nos pró- 
veis pelos altos in a metade essa depen- sobre a .importãncia ximos dias, 
dices de mortalida-= dência financeira se da eficiência e da cluiu. 
de infantil e pelo a Embrap..: passar a competência para 
surgimento de uma vender tecnologia,as que a Embrapa pro - 
sub-raça. Colocan- sociar-sc à iniciati grida. Segundo ele 
do-se como favorá - va privada e captar nessa reforma que 
vel à posição do mais recursos extcr- o Governo Fede - 
presidente Fernan- nos.De acordo e/Ro- ral vem aplican 
e 
Vil 
, a- 
con 
Prefeitura de Bela Vista quer 
recnporar a BE-060 
r ~ dP. 11 a 
ovela Pintan 1 
que,e 1985, quai 
gl.1 ,1 '.;upt• d nt ,., J 
do ll,•:,t"l tdv{ ,·,,to 
região Cor ro-Oeste 
DFC:O) l'l •bor0u o l't 
tan, (Pro ra a de t 
w nolíento 'o P, 
nal) que tinha mo d 
LJ li J)HJ <J't'r ,1 
1 dintn de projntu 
tadas para o estudo, 
pesquia e as[ten 
técnica, a educacáo,d 
oi tor., t'ntn, ,l flt.(' 1 
ç,10 .. , bental, a co 
vacáo do ol 
va+la das microbac 
h 1 <lro1; r:í r icas. 
Co o desinteres 
r,overno fedcrnl da , ec 
pele nonunt;'I) , o Senad 
volrou n rcopreoenLnr 
te projeto, ea l989, 
Senado Pcdernl, onde 
recebeu parecer po9it. 
na Coissao de Asnut 
tos Socia ls. Com o det 
que nacional que o r 
gião pnntane lro ,·em A' 
nhando-especLaloe.nte __. 
(unção da no,•eln da r 
Manchete ,que repour:n -1 
grande p~blico brnnill 
ro ns belezas da regtà 
1 
que errun pouco conheci 
das fora dos clrculos 
colÓgicos-o Senador 
Mato Grosso do Sul nct 
fác dita que será mais 
obter a aprovação 
seus pares para o 
pantanal. 
O prefeito de Ilela Vista Edson Meclciros de Ho­ 
raes, desde os te,,pos em que era jlresiJcnte do 
Sindicato Rural,não é homem de esperar ao gab..;.nc 
te os fatos ocorrerem. Nea o, fatos, nem as o= 
bras. Não é homem que espera a história, ele faz 
história. 
renolveu assumir a responsabilidade pela conserva 
çao imediata da mesma. 
A novela BR 060 se desenrola há muitos e mui - 
tos anos. A pa,·ünentação asfáltica foi, "lançada" 
cm várias inaugurações da Expobel. Obra prometida 
e "inaugurada" pelo go,·crno do PHDB, desde Wilson 
Barbosa Martins, depois Ramez e o Faraó Marcelo 
Miranda. 
do 
Ser do ral, enviou 
r.Jex "º presldtut • d. 
rede Manchete do Te evi 
ão, Mdolpho Bloch, dr­ 
endo ue a novela "pn 
t anal" servirá não so 
para ensibilizar o go­ 
erno para os problemas 
que atinge aquela re - 
glão, coo tD.lllbL fun - 
cionor:Í coo oóltdo or­ 
umento para a aprova­ 
cno, no Sen, do, de 11 
projeto de nun nuturln 
que estabi iece bases t 
ra a defesa e o desen - 
Yoh·lmcnto para a re 
3ião pnntanclrn. '' Vo 
cês cotão fnzcndo pelo 
Pantanal, 110 que diz 
respeito a sua preser - 
vaça0 e ao seu ecodesen 
volvJmc11to o que o o - 
verno alndn não fez" 
diz o senador do Mato 
Grosso do Sul , no docu­ 
mento. 
Depois de abrir o te­ 
lex dizcodo que vem a - 
companhat·lo a novela 
com "o maior interesse" 
Mendec Canale afirmo q/ 
o trnbalho de promoç:Ío 
do Pantanal que a rede 
Manchete vem fazendo 
servirá para fixar ain­ 
da mais, muodialmentc, 
a ,·erdadeira importân - 
eia do "santuário ecolÓ 
gico" que é a área pan= 
taneira,"uma imensa re­ 
ser:a da fauna cerres - 
tre e alada". 
O Senndor Mendes Cana 
lc 
viary 
$ % 
te ar,ea 
Boje n estrada está intransitável, assim 
as outras estradas de oossa região. 
Quando se liga para o DERSUL "pedindo" a recu 
peração da mesma, os responsáveis alegam que 
"é de alçada do DNER". E o DNER, por sua ...-ez 
diz "não ter ,·erbas". 
Moraes resolveu. Quer as máquinas, seja do DNER 
seja do DERSUL, e vai recuperar a estrada até 
Jardim. 
Com a colaboração de empresários de nossa regi­ 
ão, doação de materiais, enfim, com o POVO, a Pre 
feitura Municipal de Bela Vista têm condições de 
tornar a "estrada" transitá,·el.,até que os "respon 
sâ,·eis" resob.-am assumir a missão pelá qual rece­ 
bem os seus salários (com dinheiro do povo).O a - 
xioma é antigo, se o Governo não faz a ·sua parte, 
nao atrapalhe e deixe trabalhar os que querem. 
Nunca é demais lembrar, também,a queda da Basti 
lha, na Revolução Francesa, quando o povo resolveu 
EDSON M. DE MORAES - Prefci to Municipal. assumir os destinos da Nação.Não temos BASTILHA , 
mas temos a PASTIL~ necessat'ia para acabar com o 
Seguindo esta filosofia de trabalho e de vida, caos deste Go,·erno:ci TRABALHO e a CRIATIVIBADE. 
caosado de ver o povo de Bela Vista reh·iodicar A • d d 
gora,so epen e do DNER ou DERSUL. queremos as 
e sofrer com BR 060, trecho Bela Vista a Jardim • 
i 	" l":"" ""':":" ""!"!'z "ih=: 
Qualidade e P.r o d li ti vida d e ~} 
como 
BEL VISTA - O Rotary Club d'? Bela Vista comemo 
rou em grande estilo o seu 402 aniversário d~ 
fundação. Além de hocenagear os sócios fundado 
rcs, o Clube procedeu a entrega de li...-ros à Bi 
blioteca da Escola Jarbas Passarinho, caapanha 
desenvolvida pelo presidente Sydney Nunes LeiteJU 
recebendo apoio do 102 RC Mec, Academia Sul-=at 
grossense de Letras, Interact Club de Bela Vist 
Loja Maçônica e diversos particuJares. f 
No jantar oferecido aos sócios, con~--i.dado - 
e fundadores, presenças do General Rl, Dr. Rube L 
de C.'.lstro Pinto e produtor rural Atanásio Melo •• 
Muitos sócios fundadores não puderam COII -tor 
1 
parecer , mas foram homenageados todos r ~e ~ 
ceberam um Diploma de reconhecimento pela i 'or-c, •
1 
déia de se criar na cidade o Rotary. s 
Na próxima edição cobertura completa,co-·: • a 
- 	- c:o• 
fotos e comenta rios a respeito da fes ·-cu •• 
ta do Rotary, promoção do presidente S·~iª' 
- - 5 
dney, contando com a colaboraç.ao inestia -~IR •. 
...-el de sua esposa Madalena Proença Leite ~ 
., t 
·e 
Sementes Agro Forte Ltda. 
Venda Permanente de Sementes 
MILHETO (Pasto Italiano) 
Ervilha-· Trigo - Arroz 
Soja - Aveia Preta· 
Vila San Rafael - 
FONE.: 
P.u;::i· Aguinaldo 
Ferreira Barbosa, 75 1 
sU 
MARACAJl
1 
( 067) 454-1361

1
1
,dital de Citação com 
pra,zo de vinte dias 
r , ' 
u1, 
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1
11, e-, "<"rltÓrfo 
i '0, ,,,. 1 ,, < 1 d arli , t,,, ., 1 onclc• r,•1.1•li,• 1 
Is t_Jt1111 J Ir 1._:ó, e no rr .. mndado Junto, no 
1 l 111,, o Federal em eu MArt, 226, f6 0 l 
1,0
11
1 11 l.111111
1,.r,1'")1 ctr .'í,,l'J.77 - 11•1 do Dlv,;r­ 
do €d o de Proeno CIvl1 e demln len{la - 
1,, 011, prup,)r ,, Jlrt"·, te AIO pt pIyôc1o contra 
l PI! n MYA, Japonesa ,do I H 1 fH•1n1, í:ito;. jl ÍUIH1.1 - 
u· .1 t 1d1 , .. pt.11 1: IN). 1A1c1·,: 1·('J ,r 1 1- , )•_ 
o d, I • ·17 ,ne t ,1 Idade, •:oh ,, rl'r' l r. 1• dt• l'm 1tmh
1ir, ti 
dt• l11n•,, l011furr•1• faz prova a rt•rtltlúo dr C,1•·1tr(•n o 
111t,1. 'tvc•r,1r.1 11ll "I, durante altumns anos, <'T'l c·oncubl 
1 u1iliio t1t"ICfr.1m l Jllho~: A"-:A C"RJS1J',A llllt0"{J HI :­ 
ld1 t •
1
1.10.70, porl11nlo,hol~,com 19 nnoR d1• ldõ-° 
HI os 'QR!' F!'KAY, nascido ·n 2 .Ol., 7'', IHljr,ccu, 
u. d1• l,t.uh· " l íJ.,0 Yl"KJO l 1'1-'Av,~ nn11c{d("I , n .,,1, 
1' l'n li+ .:rno. de Jd,l(h_~. To"íl'õsf'.i':l:.c.:(•rM1 en fü_•J,1 Vl1: 
J-A rultwr •lh,11Hh•nn11 o lar conjugal há mas ou m ':' 
11,-;, lcv;111tlo c.·m1•1f,•o o, filho. ,1ol,16 C" ohJC'tos rl1• 11 
1 t•, 1•:-;t.1ndo Lok, < 111~:,1r lnc,,no r• n."io !1nhl1!0.!♦-: 
Lt d.1 t:mlh••r, cu11r11hl1wu-~1• nm .1 Sr-1. SOJA Al'ARf:- 
•o: 1 Cl!VAI.JIO tJ11• o ,1 ud.1 , ri to11l1~: <1:: !-.'n•ft..o:; e· com 
,., 11n:1 fílh.1, ho_h i..:;o:· O!.i .1no•1 ele• it101dt.• qth', ,itl' .q•n 
l •',I n "''ll tO'êt por Impedimento leal, DOS BENS:o e«­ 
!,•;ul n;; :;,•rulntc-:· b,·n~:: .1-l'n lutt> eh: t,•rn•nn urh.1no,1h• 
,1do ·,oh O n
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o (,Ox10 Pl't rnc.:, tl,•villi1r ... c-nt1..• rn,1trfcul.1tlo soh o n 0 ,75, 
2, do Retro de IzGvef, conforze matr[eula que se 
no '11lor th· rrs l!0.000,00; h-t•, ... ,t.il, ('01'.''fl'Ltl, (!{' 
rta, coberto de telhas, medindo 20x1o metros, situado 
tua Conde de Porto Alegre, n! 407 e una casa residencial , 
.. o parte de A!venarI 1 parte de 'l 1tfr•ir.,, ;--,•tlltHh 1",J)~ , 
ao,, ou seja 96 1 .. etros, coberto th• telhas, construlda: no 
te de terreno urbano dterr!nado •.oh ci n'~ }ll, d,1 ru.1 ''.1i-, - 
l ~od~lrn, ,w.H,1 rt,!,11h•, r,•d1nclo tl lnti• 10xJO mC'tro~. n.1- 
dtul,1 nQ .15',, 1 l'r( .., , do H1•:t ! t ro dt.• lr.Ó't"I:;, qlw s,• }1111· 
1, 0 valor c.l,· Cr$ 100.noo,oo. c-l"n,1 flrn:1 rOMl!rcf:il que lC' 
nrrL• 1.1 rw-. 0.1 Judrlic:l de "AS{MIRO FUKAYM",e nome «G 
slu "SI r·n~'~! hC',l)() FTi.::YA", fmH·lrn.rn,h, no <'11tl<'rf'c;o do 
"+, , 15 +5, , ,G tendo o patrtrGnto a ser d! 
.> n ·.,lc,r t.l• rr~ '.'>01,!.7:,,J, •. DAS p'V1AS: As d[vidas a- 
s ou pa ! 	do a]ançe d I f l , 1.:n-Ptt,; i.1'. O~ 
$; O: f1los wve; custar com a te sendo que nunca mais 
noticia ou procurra o pal para sequer saber se esta 
1t.·~,. rorL11 :n, ni,1 •·1 ,.:; 1·,l,1 .111:u:•;, l'.11,1 .1rbltr.1",C'lltr>, 
, arbitrar ·to d quer penso ali {e!a aos nes 
~e .1lr.ur'I di.1 rc-:orn.,n-~, tc-r:io il ,;u,1 dl~poslç.io o;, r.c 
leais para fa e ',e+ , 1+s.,e u!«er, » 
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cio,; 1 t:<>r<•'1 nrbitr,, 
a voltar usar o no 
no í,.515,d<' -:'(1. 12. 7f, 
l'uh• (•:,p1•r,, 0(•f<'rlrt 
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[dente à rua t'enora! s o r e d1 l(l c , 	, 
tl,1th•. íl[SPAfl!O: redes! e a +u!ire! [@. o 'li ., 0, 
H,: ·w horl'l!;. 
1.u,ov,, - ,li 1 ! • • t .... 
vinte d1as, Fm 1',05,00, a) !1on 1,•rc 111 • .it.!1 d • i,., r 
to, F. p.1r,l IJII•• cL•· li copl I ,. toc!1 i,,t,-r• • 11 t n·n 
ul',, po.:;s;1 ale,ar inorinia fol expedido 11 pr,· l' L 1', i•.,: 
l'll;- o pr,11'0 ct,· '!!lll ,!1 • pi, ri i ,l..q, 
1 
,1
1 11 
ar público de costume e através do qual fica CITA!A E 1{1'A 
DA a pessoa de {ATSKO FK'I FA'A, para copr er pr+se 
.tp .luÍ/o, no 1·c1{rfcin e',) r,int.-:1 11w.1l, nn ,-11, :n 1'.r- .h1:i1,o_<l,• 
1.990, is 16;30 horas. Adverte-se que o pr.aro de _' ta.40 
i• d,• qufnz.• dL1i, <' !"luir,Í a p.1rtlr d-1 1!.11.1 1!, .. ,111dl1•-:1.:t.1 d-• 
tl'nt.1tl',l eh• concÍl!aço, Dado parado n ·.: .. :1 cll.1t.!,• r• í;r,_!: 
c.1 dl• fü.•l.1 'ii,t;1, f.•il,1do ,.h• '!.llO rrut; n lll .'1..:1, ·ª"'' <pJ.'~01·,"'.t· 
clins do mês de ralo de mi 1 novt·c,_•n~o.~ e tPV,·nt t. 
Eu (San!ra Iope), Escrivã Judie!al, o datilografe!. Eu, 
T'edro 'Ver!lio da Si!va), Fscrivao 'udie'a!, o subscrevo. 
'li ..-n•. I' !'ii"I.! 1 
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VERA ALBA PEIXOTO GRUBERT 
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l D V O~ A D A 
arca de Rela 'ista,'stado do ''ato Cr0so do 
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,na forra da Lei, etc....... • • • • • · • • • • • • • •• • • • 
< !7 AE a todos qu.J'1:"nc; 0 ;>r,•~f"'t°C l:clit;1l '.!.. 
u dele cnnhecinento tiverem, PYnc<l'<lo n~~ ~u 
de tccuc?e Pr gumtia cerra nrg devedor 
ente n 152/P.
0,quc o Banco do Brasil S/A move 
:r~ .',L'!lR c'IFRO;brcisilciro, .,ltciro, agrope- 
!#!sta, er tr@ite por este 
?·.tal, que Pn c·q .... r-r.;..,Cflt(, 1,. 
dos aut 
li«nssue 	e 	eds 
• ?":ia da te i, no qual fica l""' r,,,.,() 
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DE 
TOMOVEIS, 
SUN BEC 
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CAM.INHÕES COM. CAMIONETAS 
4011 
R 
A MlIS 
COMPU'l'iillORI ZAP.O 
D :JRABILIDADE 
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n VENHA NOS VISITlR n 
LTDA 
AV- DUQUE DE CAX.IAS,283 
JARDI.H 
c~ ronc,con '.!U discos. r po.r.:1 que nin{~.ué·;- .t!.ci~uc 
i~nor~ncin e chcruc no conhccioento dos interes­ 
scidos, fot expedido o presente Ed!tal que cera! 
fixadn no lugar de costune e publicado ca forma 
da lei. Dado e passado nesta cidcide e Co~nrcade 
Rela Vista, Estndo de Mato Grosso do Sul, noG 
vlntc e sete dias do nis de abril do ano de.• mil 1· 
novecentos e noventn. 
Eu (Pedrn Pciulo fcnturi:'io), F·rr,ventc Ju<li - 
ci.nl, odatiloqr.1"ei. r.u,{?eCr-( -=-•~Í
1
i.o (:;i 
1e.), EscrIlo ulici.', o conferi ubs - 
vO. 
O MESMO 
E 
MELHOR 
UMA 
lPAl:E - 
GA.RA._!! 
BOA VIA- 
FONE: 251 - 1624 CENTRO 
MA'rO GROSSO DO SUL 
CAUS » CIV. 	·• 
IIJI: 15 d• 1. o SOS 
FOI'E.: 439 1382 
Ue,, / VU,l'A MJ,O cr.o..,i,o "º SUL. 
n; 1 
CRO/MS 1479 
CLTtHCI G.e:RJ!, P. 'I AA'l'N"l.rl'I'O DP. CAN/L. 
/'!'LNDE - se ('OM HORA WRCADA 
r iã Dentista 
J,: de 1 :iio 
251 - 1151 
MA'l'O GROSSO DO SOL. 
1 Ui : 
l'ONI: : 
JlRDIM 
IJO 219 
urídico 
Nl:L:,,m UUI.Gl.S 
lillVOG/DO Oin - r-:s 2.491 - / 
FONES : 251 - 1721 ESCR.ITÕ!UO 
251 - 1712 RP.SID21'Cil. 
ESCRI'l'ÔIUO HUI 'l'. BERt,IRDES NO 826 
RESlDtNCI/ : /V. CEL. CAMISÃO - NQ 657 
JARDIM - 1·11TO GROSSO DO SUL 
Advocacia 
• I'l'/MJR DA SlLVJ OUTRA 
=- 	~-~ 
I'l'ALO FRJllCISCO S'l'EF/NINI 
~-=---- 
h D V O G A D O S 
RUA : Dr. /ry Coelho de Oliveira , 480 
CEN'l'RO - FONE 251 - 1849 
JlRDI!-í 
JARDIM 
MATO GROSSO DO SUL. 
ClVEL - AGRÁRIO 
RUI l" d<.: Viaio 
FON~: 251 - 1451 
CP.IM.INAIS 
No 341 CEP: 79.240 
:<,ATO GROSSO DO SUL 
Advogad 
OAB/115 3.369 
CIC - 029.875.191 - 20 
!ESCRITÓRIO : RUA 10 DE MAIO NQ 341 
'FONE: 251 - 1451 
RESI~RNCIA: Rua Dlavo Bilac NO 146 
COHlB - FONE : 251 - 1410 
,TlRDIM - MATO GROSSO DO 
I 
SUL 
- PADR.t ,") O!ã QüAUOAC!â ,:; 
vr~tssos o.~ GERAL • SEiM.CO OE U'i'OTIPAGEM 
CO',HCÇÔES o;: '."ROSE REY.sTAS • 50L<71NS 
+ 'SSOS A COES 
U«A tarta 22±uo • . .:.t 1!"1.AV:~1t-..C( ::! JOlNA.ll 
. l

4 • Torneio de Laço da I izade· 
por 'á.Con t 
A. CIA I, CI • 
mera-la parecer' por 
" 9 AII 
Fo! animado pelo confunto ,ECIA NATIVA, que agradou a todo 
tes. 
" () l ~s• l,1Aíl0 DA«; l.AÇAn,S:" 
TACA DE OURO- 2 EQUIPE DE BELA VISTA(Ramão Cantza,Edgar Pinhelro,Jal!o 
rano,Zé La!z e Alexandre(ANDE) ) • 
TAÇA DJ: p !ATA- 2!1 EQUIPE DO SÃO GERALDO(VICTOR ROJAS-Patrão do Clobe, D 
ROER ·rir DA ROSA - Capa.az,Elpfd1o Gonçalves,Oscar Corrales Mar!n, 
Gregório Ciniza). - 
JlY l'ASCIIOAL MITITERI (DUENDE) 	TACA_DE_PON7E-CIdade de COCFPC'O(PARAGAY) ,que tem como patrão o SR. 
d	rr(D)(MRV[EH) . 
TACA DE "AGALHADA- Pomp!lho Fartado e Francisco Ramirez(d? Luar) 
TACÁ DE PADEIRA- COI(São Geraldo) 
":AÇA nE 1.q,n !- VICTOR ROJAS .JUNIOR(VI!ltlHO) - Siio Gernldo 
TÁ DÊ CPITÃO- RAMIO CANTZA 
TACÁ TVDIVIDUAL-Laar Indo odr1aes 
TCA DE D!PIA- Castavo Zacartas e l.aurindo Podrlgucs 
TÃCÃFTCüj ROSCA- La,rindo Rodrigues 
Te? m PÁTRIO- Ramo Bera(Grande Colaborador do Clube do Laço) 
"OS ORGJNTZADORFS DO CLUBE AGRADECEM" 
Garota Jarbas Passarinho 
ArlinmtHI 
O 
" CO, ClJllSO GAROTA .!ARHAS l'ASSARTNflO " para o cli.n 16.06.90,dcv.!_ 
do no nc,:11ulo n<' promoçÕ<'s nn dntn nntcrfor. 	_ 
Promcrc>mos mo1Jtrnr um bonlto trabalho a nível,com multas atraçoes. 
A Promoco é do f'''C'OLA MUNlC!PAL J/RHAS PASSAPIN'IO E DUE. DF. AllT'S e PU - 
nT.IC[l)AD[S. 
A Pro<luç~o do rvrnto Jcn n meu caro, a AprcscntnçÕo é do Rndialistn LT 
1F, d 7P 73, e o som a cargo de MUSSU' JUNO, 
Contnmos com /polo .lornn L (iit Lco do .JORNAL TRlllU 'A D/ FRONTEIRA, com o A 
pofo Rndialfstico dos pror,ramas: CANAL LIVRE(LI.E),FLOR DO SOM(LEMAR)e CO 
NANDO t:EllJ1,(ARtlANOO LOURETRO). 
Contamos com Apolo do l'RFFFl TO MUNICIPAL. S.EDSON TDEIROS DE MORAFS;APA 
VEL- APA VEÍCULOS LTDA; CORDTL -REPRESENTANTE DA COC'-COLA E KAISFR:VOTF1, , 
POUSADA DA FRONTEIRA - DR. R LC/RDO DE SOUZA ROSA; ESQüADRlA METÁLICA 3 '!, , DR. PAULO CASTRO PI'lTO, A<J DEPUTADO MO'<A E AO DR. ALBERTO RONDON, que de· 
no Cl!IPA 92 e cio candidato DEPUTADO OSCAR G0L1)0Nl 90. 	mm o maior /polo par.:i 11 realização desta grande festa. 	·' 
Ao JOqNAL Tl{lllUIIIA OA FRONTEIPA, na pessoa do SR: l
1
1ALDO PEREIRA pelo 
tante apoio as nosrns TRADIÇÕFS E CULTURA. 	:o 
Ao Prefeito 'lunlcipul ,SR. EDSO" MEDEIROS DE MORAES;Ao Coronel do 10 •di 
MEC;ao !IAJOR TJJCAS,no Pr.:PRÃO - 1-'otoristn do Prefeito, e no SR. ClllKGOLl("p~ 
BU~RA(Grande colaborndor). 
" AGP.ADECF.M TAMBtYi A: " 
11 
AS OPAS" 
Que serio exibidas no d'a do vento são d COTECCÃO N{TA E SAL DA TERRA( 
RIO DE JA :r lRO). 
"CA!JEI OS E 'lAQIIAG8'1" 
A cargo da competente SISS/1 CAHELtREIRA, que d11rá um toque no visual das 
canclidat.as. 
"FOTOS E FILMAGEM" 
" O ClíURRASCO SUCULEN7" " 
Sob o comando ela FM VfllEOS do Sr. ~ATTOS, que regisrr_nrá essa grande Pro 
moçao Estudantil. 
" 'A ARERTIR/1 no EVE TO" 
luita gente bonita de BFIA e também ele outros locnlidncles,as quais mos 
trarei na pr6xima coluna. 
Foi uma cortesia dos amigos: ABRÃAO ZACARIA_S, __ OLIMP10 CARDINAL,CELSO COPJ'.< 
1 
A E PAULO DAJ'T/S. ------------------------•). 
A AHHA DO AGASALHO 
Começou a " CJlo!PA:-IHA DO AGASAL.,HO ", uma iniciativa da PARÓQUIA SANTO A • 
FONSO E GRUPO DE JOVENS. • 
CONTA CO:-' o APOIO no PREFEITO MUNICIPAL, SR. rnsoN MEDEIROS DE MORAES,JO 
NAL TRillU~A D/ FRONTEIRA E DUENDE ART'S E PUBLICIDADE. 
" T~1RÉM ESTÃO APOIANDO ESTA GRANDE CAf!PANHA: " 
- OSCAR GOLDONI 90 
- PERN/c-!RUCANAS - 
11 
Tudo pelo melhor Preço " 
FAllJ!ÁCIA DROGA.'OSSA - Do Sr. JA!R 
- POSTO IPIRANGA LTDA - Do CÃSS10 ACCIOLI 
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FT,ETROSOn - Do SR. Ol)ILON NUNES LEITE 
PROGRAMA FLOR DO SOM - LEMAR 
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PROGRAMA CO~!.ANDO GERAL - ARNfu'JlO LOUREIRO 
PROGRJlo[A ERNANDO GASCO (COHUNICANDO) 
" ENTRE NESSA TA~IBÉM - COLABORE COM A CAMPANHA 
11 
u:i 
:rt 
67 
:ardi 
-da 
1· Festival de Música Sertalllja 
Começa dia 2 7 / 5/90, o l e:> FESTIVAL DE MtlSICA SB.TANEJA com a· presença 
cante de NILZA LEÃO, no Barril, às 19:00 Horas_ 
A iniciativa é do Radialista ARMANDO LOUREIRO(COMANDO 
ta" A VOZ DO APA"). 
Conta com Apoio da DUE'DE ART'S E PUBLICIDADE E JORNAL 
~A(Coluna FATOS). 
Dia 2 7, às 9: 00 Horas começa uma Grande Gincana com 'JA
1
.0Rosnc; prêmíos. 
!:12 Lj 
- 
GERAL-RádioB. Vi~ 
TRIBUNA DA FROXTxa 
" VAOS PRESTIGIAR 
11 
-NATUREZA· DESFILE SHOW 
€ para a maneca da DUENDE - CRISTINA DE LU'.A SDROTIISKI (C.AROTA CASTELO 9C'). 
Figura n1rcante na Abertura do GAROTA JARBAS PASSARINYO. 
11 
AGP.ADECE.MOS A SUA VALOROSA PRESENCt. NESTA GRANDE FESTA - DIA 16/6/90 
11 
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