MATO GR0:O 1O UI, JNO XIX 02 DE JUNO PREFEITO ENTREGA ÔNIBUS AO DISTRITO NOSSI SENHORA DE FÍTIMA ±l 1· 1 ., VEREADORES, DEPUTADO rt i craivi +0nr:no ' DE, POPULARES PRE'TI-­ cm o curIMrNro DE HAIS UM COMPROMI; SO DA "IELA VI STA U-­ NIDI". Com a presença de um grande nimero de morado res do Distrito Nossa s nhora de Fátima, PreI­ dente do Centro Comuni­ tirio dnquclc lliutrito, Vereadores Jorge de Sou za Rosa, Koney Moraes é Cnrlos Alberto Ocnriz , Deputado llcnrlqiic Horn- es Dedi, Sccret5rio Hu­ nlclpol de Educaçiio e ou tros, na J:scoln Hunici= pnl Marechal Hondon, no "Nunca-Te-VI", o l'refci to Edson Montes fez a en trega aquela comunidade de um Õnlbus Herccdcz Benz, IIIJ, com capaci­ dade pnrn 46 passagei - ros, que atender~ cxclu sivamente a linha circu lar ligando o Nossa se= nhorn de Fiitim;1 élO cen­ tro da cidade. Na oportunidade fizc raro uso da palavra os ve readores Honey Simões-;­ Jorge Rosa e Dr. Cachi­ to, autor da indicaçiio solicitando o ,·cículo pn ra ntender aquela comu­ nidadc, todos enaltece­ ram a atençao dispensa- da pelo Prefeito ao ci­ tado Distrito. , O Dcputaao nenr1que Dedê, nascido naquele bairro, lembrou os com­ promissos da Bela Vista Unida quando da campa - nha passada, "cornprornis sos esses que vêm sendo rigorosamente cumpridos pela atual administra - cào, que niio é adepta de promessas e sim de rea­ lizações", disse o dcpu tado belavistense. Edson O Prefeito Edson Mo­ raes Prefeito Edson Moraes e soque tinhn com o Distri to Nossa Senhora 'de Fáti­ ma no tocante a regulari­ zação da llnhn circular que enfrentava dificulda­ des e ,. inhn funcionando de maneira precária devi­ do a falta dr condicÕcs J0RI Representante para todo o território nacional: IÁBULA VEICU­ LCS DE CO!UNICAÇÃ0 - Rua 7 de Abril 282 - 5Q andar. Fone: (Oll) 255 - 2579 e 255- 3499. 300,00 { DESOBSTRUÇÃO DE c­ NAL -SERVIÇOS GRÁFICOS _ Tipográfico e 0FF SETT - padrão de qualidade, ef! ciencia e os oelhores preços da região. Cartões de visl tas, convites ne casamento, folhetos, serviços en alto relevo, a cores, entrega rápida e facilidades de paaento. TELEF0'F .e enviaremos um representante para elhor atendér. 439- 1410 - BELA VISTA 251- 1669 - JARDIM! IMPRENSA- a raio: rede de jornais do interior. ior­ na!s Impressos en 0F SEIT e.0s na!s lidos na regiao. AUNCIE CERRO E O RETO"O ESTI CAA!TIDO J0RNAIS DA REDE - Nesses você pode acreditar. Tribuna da. Fronteira. Correio J~rdinense, Jornal de Antonio João, Jornül. de BO!to, Jornal 0 'agunense, Ti­ buno. de Caracol, I'ribuna ?-!'urtif'-liense, Jorn.11 da Pec.uár.in e Agricultura. Indicação do verea dor do PTB Jorae de Souza Rosa, endereça da ao Chefe do Execu tivo Belavistense , versando'.sobre a pos sibilidade do munici 439 lt.10 251 - ;:..&.o L.A 1, ,, '4 GINDI: "NóS SOMOS DE U 1 GERAÇÃO QUE TEM PRESSi" p entrevista ao jornain da Rede Dela pstene de Jornain (Tribuna da Prontei - a, Correio Jardinense, 'Tribuna de Maraca 4, Jornal de Bonito, Jornal de Antonio Jo Tribuna Murtinhnse e Tribuna de Cara l) o Deputado Pcdernl Candl ,1nmll falou ll momonLo político, dou motivou que o 1 aram a ingressar no PDT, da aliança i P ,PMDI, dos sonhos dos brasileiros dis- AL e que "nós somos de uma qeração que tem rena". Ein a entrevista concedida aos iornali oton Ivaldo Pereira e Ubaldino Ro­ ±riques. - Por que resolveu er candidato ao Governo do tado? GANDI: Estou Rendo condidnto ao Governo do • todo pelo vontade dos meus companheiros no Es- 1do de Mnto Grosso do Sul, que sempre ueredito - :, cm minha cumlnhudn polfticu. A primeira vez me ;crorn o Deputado Estndunl mais votndo do hlstó - u de Moto Grosso do Sul; nn segundn vez me fizc •1m o Deputndo Federnl mais votudo du história de '1to Grosso do Sul e, proporclonnlrnente, do Bra­ l. A nosso vontudc hoje, no disputarmos ·o Gover­ de Mato Grosso do Sul é n de rnodcrnizurrnos es e Estado, é de trnnsforrniirmos este Estudo e de 'JZermos n justiçn socinl que este povo tuntoclnrna. ~Ôs somos de urna geração que tem pressa, o que queremos e tirar o Estado de seu estagio de estag- 1sçno e coloco-lo num estagio de avanço; nos preci ;amos industriulizur e modernizar o Estudo, criar :ampo de trabalho, campo de emprego; nós não po­ demos mais permitir que nossos produtos sainm do - 1ul poro serem industrializados lá fora e depois re l{ornarem pra ca um preço superior, fazendo com iue o nosso povo, a nossa comunidade, consuma cs :es produtos u um preço bnstnntc elevado; de modo que, o que nós queremos é propiciar dias de justi- 4, fazer efetivamente u justiço social que é neces­ aria urgentemente se fazer, principnlrncntc no com ;o dn educação e no campo do saúde. • - 2- Deputado, quais os motivos que o levaram a ingrcssnr no PDT? " . GANDI: Eu, o vidu inteira, fui puutudo pelo rni­ tha coerência partidaria. Quando estava no PDS vo .]li em Paulo Maluf no Colégio Eleitoral porque ele ;.· era do meu partido; nns cldçÕcs de 1989 votei em Aureliano Choves, porque cru do meu partido, o ?FL; não podia eu continuar no PFL quundo os li - deranças maiores desse partido o nbnndonnvnm paro -·I [poiar uma candidatura que liderava os pesquisas de opinio publica; eu nao podja,mais conviver no '.ido de politicos fisiologicos, o que hoje campeio no stado de Moto Grosso .ao· Sul, onde políticos abun/ donom os cundidutos dÓs seus partidos poro irem !poin: os. candidat urus que lideram os pesquisas de :i:· oplniao publica. A finalidade dos partidos e uma so, honrar os proramas, o manifesto deste partido e, !cimo de tudo, honrar os companheiros, ser hones­ to com seus companheiros, e isto estú faltando à classe polÍtica de Moto Grosso do Sul, não só do PFL, mas de outros partidos também, que abando­ aram as suas cores partidárias. Eu, percebendo is o no podia conviver com as lideranças maiores de ~eu partido que truirarn a candidatura de Aurelia­ "o Chaves. f 3-O senhor apoiou Leonel Brizola no primeiro turno? GANDI: Não, npoiei Aureliano Choves, porque e 'a do meu partido. Aureliano foi um homem que ocü )ou inúmeros cargos públicos e saiu com a cabeça tguida do dever cumprido. Eu sempre fui eticnrnen ~e partidÚrio, não fiz corno outros polÍticos deste stado que ubo.ndonururn os seus quadros polÍticos ara apoiarem urna candidatura que liderava as pes­ isas. 4- Como o senhor está vendo o Plano Brasil No to, do Presidente Fernando Collor? . GANDI: Eu torço para que nós tenhamos uma in llacao zero. Corno brasileiro e bom patriota que sou iu estou me solidarizando e torço efetivamente que este plano dê certo, mas eu não acredito no suces­ o do Plano pela forma que está sendo administra - ~ e gerenciado, de urna maneira irresponsável, on $o Governo não faz a sua parte, hoje espoJ!andÕ! classe dos agricultores e pecuaristas, que sao a, onomia básica do nosso Estado, setores produti - / 5 e. que devem_ ter um trotamento dif_erenciado, e e mais a mais nao se combate a inflaçao mexendo o salário do trabalhador. ~ - Na Constituinte, qual a sua participação no ~ ? que tYoata especificamente sobre a Reforma . GANDI: Eu sou favorável à Reforma Agrária, mos "? da formg com está posta. Existem critérios de , fo;-ma agraria, o proprio Governo Collor e favora ie1 u Reforma Agrária, mas não podemos permitir a Gundi em com nhia de Jir Biso e l 1aio h.rda uundo de uu visita u fornilin Meto rYI l'uZ:-iiÕnfim. ATENDEMOS TODO OS G1Mo. OUALI A' F RAPI-- IC"PIO D TE PON: 439 - 1410 GRÁFICA E EDITORA APA - MEIa VI:TA - MS IA DUAS DÉCADAS SERVINDO E FAZENDO A - MIGO" Escritóri de Advocacia CARLOS A. NNZARI BORGES Reforma Agrária nns tcrros que produzem e que ge rol nlimentos. - 6 - Deputado, quem é o candidato Vice-Gover nndor do PDT? GANDl: O candidato a Vice-Governador deve- rú snir dentro desse scrn1mu que cntl'U, os partidos que upÓiom n nossn cundidulurn participurão deste grande entendimento. Portunto, uindu não cstú de­ finido, mos cm breve nos ja deveremos ter o nosso cundidnto n Vicc-Govcrnodor. 7- E puro o Scnndo? GANDI: O nosso cundiduto no Senado da Repú - blico é este eminente homem do vida pÚblicn, este grundc prefeito que Campo Grande teve que é Ju - CRO/MS 1479 vêncio Ccsnr do Fonseca. CLÍNICA GERAL E TRATAMENTO DE CANAL. 8- O senhor sempre foi muito amigo do ex go vernndor Pedro Pcdrossian, hoje são udversários.Is 1TENDE SE COM IIOM MARCADA so pode cnfrnquccer a urnizudc de vocês? RUA: I4 DE MAIO - NO 219 GANDI: Olho, eu diferencio muito us coisos. Eu sempre respeitei os homens e jamais trai a quen quer FONE: 251 - 1151 que fosse, o meu rompimento com ele se deu na e- JARDIM- MATO GROSSO DO SUL leiçao da mesa da Assembleia Legislativa, quando e b - é lc se solidarizou com a candidatura de um outro par tido e não com a do seu partido. Com relação à ele-;­ especificamente, po!Íticnrncnte cu tenho divergenci­ as, mos o minha amizade por ele não se altero abso lutamente cm nodo porque eu tenho espírito de gran dezn e sei entender esta situação. - 9- O PDT de Bela Vistn, cm suo opinião, pode lhe dar n vitória cm· nosso cidade? GANDI: Eu não tenho dúvidas ncnhurnn de que cu sendo filho destn fronteiro e dcstn região, o PDT cm Belo Vis tu, juntamente com os pnrtidos que cs - tão colii;odos conosco, sn,iremos daqui vitoriosos. É chegado n ·;ez do inteior gritar e folar bem oito, e nós estamos aqui no lodo desta grnnde comunidade , poro lcvantnrrn'os bem alto a bandeira do rnunicipnli­ zaçao dos recursos. 10- Em nossa região, quem o senhor apoiara pa rn Deputado Estadunl? É o Dr. Jair Bispo? GANO!: O Dr. Jnir Bispo é um amigo meu, ~ um companheiro, meu irmão e meu amigo, eu estou em penhodo cm sua candidatura. O Dr. Joir Bispo ja tem o apoio do PDT de Bela Visto, portanto, tem tarn bém o meu apoio. - 11 - A sua aliança com o PMDB, com relação es­ pecificamente à Bela Vista. r.Õo lhe trará clificulda _­ des? Isto porque o Govcrna~or Marcelo Miranda nao possui quase que nenhum prestígio em nossa cidade, muito pelo contrario. JARDIM MATO GROSSO DO ,SUL GANDI: Os entendimentos que foram feitos foram t-------------------------...!J n nível pnrtidÚrio, com relação _ao Governador eu es tou distante do Governo a uns seis ou sete meses e fiz aliança com o PMDB e não com o Governo do Es­ tudo de Mato grosso do Sul. • 12- O senhor acredita que podera se formar no Estado uma frente suprapartidária, progressista, em npoio à sua candidatura? GA.NDI: Entendo que nós estamos numa nova e- ra e num novo tempo, as forças progressistas inevi tuvelmente estarão murchando conosco, mas essa:: for­ ças progressistas se tratnrn dos forças novas _e mo­ dernos, forças que representam o futuro e nno o passado, pois o momento não é de reviver e sim de renovar. 13 - As suas consideraçÕes finais. GANDI: Vim À Bela Vista para prestigiar uma festa historica, do seu Atanásio que fnz cincoentu n nos de casado com Donn Maria Salomé, chegando a-:. qui fomos recebidos de forma carinhosa, caloroso. e abraçados por todos, companheiros e amigos. Fica aqui, no povo desta grande regiao as ninhas sinceros homenagens e o meu eterno respeito como filho desta fronteira. O meu abraço carinhoso e sincero à todos vocês , se Deus quiser, por mais outras oportunidades esta remos juntos para conversarmos e juntos construir­ mos um Estado mais justo e mais moderno. Ao casal Atanásio e Maria Salomé que nos rc cebeu com muito carinho, nossa saudação especinl" :- ...,_ __ __.. __ CAOS/S CIVlUS E CIUNJ.N/IS RUA: 15 DE NOVEMBRO - N? 505 FONE: 439 - 1382 BEi,/ VIS'.i'/ MANTO GROSSO DO SUL. - Cirurgiã Dentista DRO ZEILA PEIXOTO GRUBERT Escriiiri NELSON = , .. U I IC CHACAS ADVOGADO OAB - MS FONES: 251 1721 --Escritório 251 - 1712 - Residência ESCRITÓRIO: RUA T. BERNARDES - NO 826 RESI08NCIA: AV. CEL. CAMISÃO NO 657 JARDIM MJTO GROSSO DO SUL. Advocacia ITAMAR DA SILVA OUTRA ITALO FRANCISCO STEFANINI A D V O G A D O S a I t i. t RUA: DR. ARY COELHO DE OLIVEIRA, NO 480 ========= CENTRO ==================~ FONE: 251 - 1849 JARDIM Advogada VERA ALBA PEIXOTO GRUBERT ADVOGADA M P P Fg te P CIVEL - AGRÁRIO - CRIMINAIS RUA: 1O DE MAIO - NO 341 - CEP: 79. 240 FONE: 251 - 1451 MATO GROSSO DO SUL A-d vogado DR. ::,ILVADOR LOUREIRO • OAB/MS - 3.369 CIC - 029.875.191 - 20 BSCRITÕRIO: RUA I0 DE MAIO - NO 341 FONE: 251- 1451 RBSID8NCIA: RUA OLAVO BILAC - NO 146 COHAB - FONE: JARDIM - 251 - 1410 4 Dedé Intercetf pof Bela Vista visando recupe ação da BR-060 o adore do t,do vem aprenentr' a! nt ruenta cone!drave na rodai o fels, tendo-e orno un don pó'os produ t 11((''• tf I fH)J l ... "' 1 a para s eraio de r'qozao ptr n":111 rro,11 )1 ,r, ,. < u ser uma rodov!a federal, é do ento N c1o nal de Fntradas de Rodagem-DNFP, ertrtanto, e" te ÓTJ!~O 'ou dl' pa,•nr AO 'J<-rr.u1 < • <'T' [t,.n r,,"JJ l111rimento sol icl tnndo n pnrticlp;:;ç.~o cio Governo do Estndo, ntr.:iv~s do Dersu 1, nor; trnbn- hos de recuperac;iio dcstn rodovia. "En cndctios que A importincin dcatn via para a Re ão a -­ doeste deve ser levnd.:i em constderociio.Além is­ so, vnlc ress,ltnr que on cuGtos pcsnriio sobre n Pre(eitura e niio no Estado, apesar de snbc>rmos que as admin1.strnçÔcn municipais cncontra□-se <'m si tuncão econômico pouco nnimndorns". " r r ' part!r do ercer mi - Anistia para os Praf essores Grevistas ,•o. (1 1 rc eho q.,r J I f'il nr. c ldasunrlo pnrn <'­ • t vn· n rl'Cupernr~o do trecho da ílR 060. Ai - cl~ln ro• bem recebido pclon demais dcputndou e 01ín1flcn cconomln con,;ldcrá•;<'l no Estado. loto porque a Intenção da Prefeitura Municipal rlc 11rJn Vstto é rcn'1'.or esta recuperaçao atra - vés de rccuruos próprios, ou scjn, n municipal!~ dodc entro com os 1nvcstlmcntoG fin:mcclros ;e q_ Governo do Est:iclo " o ílerêoul entram npcnns com 6 mnquln~rlo e penno~' cspccJolfznnte Edltnl,vircm ou c!c e conhcc:lmcnto tiverem,cxpeclido nos autos de Inventário registrado so'» o n? 99/79,dos bens det xados por falecimento de TEOFTLO FER'IANDES LEITE, tendo como inventariante Syclncy Nunes Lei.te, que se processa perante este Juízo e Cartório Judi clal e atendendo no mnis que dos autos consta,pc­ lo presente Edltnl que scrj nftxndo na sede deste Jul:o e publicndo na formo dn Lei, ficam devidn - mente citados RAMO FERNANDES LEITE,brnsilciro der;quitnclo, residente cm Jnrdim··MS; ITA~IAR NUNES LEITE, brasileiro, solteiro, pecuarista, residen­ te cm Jardim-IS; JUREMA LEITE AR.ÜJO, brasileira, casada com José Luiz Araújo, residente cm Jardim­ MS; Zt!..lA ALMEIDA LEITE, brasileira, viÚ·a, come~ ciantc, residente cm Jardim- IS; RENATO CARLOS AL­ MEIDA LEITE, brasileiro, casado, comerciante, re­ sidente em Campo Grandc-MS; LUIS CARLOS AL:IEIDA LEITE, brasileiro, solteiro, engenheiro eletricis ta, residente cm Jnrdim->IS; SIUIARA AL'.IEIDA !.El :: TE, brasileira, solteira, do lar, residente em Jardim-NS; IEDA CARVALHO LEITE, brasileira, "iÚv;i pecuarista, residente cm Jnrdim-MS; }LRIA APARECl DA CARVALHO LEITE, bnistleira, menor, residente - em Jardim- S; OSVALDO FERNANDES MO,'TEIRO, brasi - leiro, casado, pecuarista, residente emJarcli;i: ·!-'.S; ORALDO FERXANDES MONTElRO, brasileiro, casado, pc cuaristn, residente e domiciliado em Campo Gran - de-MS; ~!llAHAR NO'.:TEIRO, brasileiro, desquitado , proprietário, residente cm Campo Grandc-}IS; ZILílA HONTEIRO SERRANO, brasileira, "iÚ·a, do lnr, resi dente em Campo Grnndc-~!S; EVA BRA.'ICA IONTEIRO,br~ sileira, solteira, do lar, residente cm Carpo Gran de--'IS; ílERCY ~IONTEI!lO, brasileira, solteira, do l.:ir, residente em Campo Grandc-'IS; WALDIR MONTEI­ RO SÁ, brasileiro, casado, administrador de Fazen do, res idcnte cm Campo Grande-~IS; WOLKE FERNAf:Dr.s tlONTElRO, hrns llei ro, desqui:ado, proprietário, re siclente nesta cidade; l.AIR MONTElRO BRAGA, brasi­ leira, vi~va, do lnr, residente cm Sonito-~S; JOI CI" '!0,"fElRO BRAGA .1~0·, '-'Cl."TSlRO l31vGA; SUCESSO:; PODER JUDICIÁRIO D O ESTADO DE MA TO G R o Ss, NU~ES LEI:~,brasi'e1ra, soteirn, residente cm Cam po Grande-!S; e O)LA OTFIPO MASCARENHAS, brasi­ leirc, casada, residente em Campo Grande-YS., pra no prazo de dez dias e por i.ntermédto de nd·:o~~do legnlmente hahi.li.tado e constltuido, para se man' - festnrcn sobre AS primeiras declnraç~es prescoda pelo inventariante Sidney 'unes 'e!te, assim com7o parA acompanhar o processo em todos os seus terno3 atos e :ncirlentcs, até "ina'. a partil.ha e sua homo log·-:;~c-. tudo so't- ns penas dn Lei. r: para que ni­ gué posa alegar 'gnoranc'a, determinou o ',Juiz de íli.retto que se expedisse o presente Edital com o prrizo c!c trinta dias que será publicado o aia do nn sede deste Juízo. Dado o passado nesta cida-­ de e Comarcn de Beln Vista-~S., aos nove dias do mês de >as o ano de mil novecentos e noventa.Eu (Snmlr , Escrevente Jud{cial, o datilogra­ fel. :g, 'r+iro Vera'lto da Sla), Escrivão 'u-- • di.c!.al, ·~ ~~ubscre·o. DO SUL TI" r nr"o --:OMÂRCA ºfiE BELA VISTA. EDITAL PARA CONHE,CIMEHTO DE TERCEIROS· Pedi • s :i p la rn ;.il-·n"ea 11r r. l ir.er tn npr , er,r •r requ1,r lecntll ntl de que se encamfnhasse, ao Exo.Sr.Governador ln E<:rndo de Mato Gros o do .i•Jl, expedientc ro- .., ,11r•lo-Íhc que o4s relevado o Ato Governa.rn -+ rnl que 1i~penso1 rl1verso Prof ssor tRta duais convocados, em virtude da grew recente e l"f'lltP. d<'&IÍ •chac!n peln cateor'na. NOtamos que os servidores da educacio atingi­ dos pcln medida governamental fornm ,q 1elc<: qu contrihulrnm em grau menor para os acontecImen, tos, uma vez que, apenas obedeceram a oricnt,• - ç;o ou comando de sua ~n idnd dr clnu e. Ora,Ge ter-os um.a cntcgorl,1 pro(iste Juízo. SETE?? ~ VISTOS, etc ...ATO!ADAS!A. qual!'!cada nos autos , por Intemédlo d advogado constItuIdo, requereu a Interdi - ç,10 t';, Se~horn .JUL!A ARCE, (llha de Der.cnclono .lrce e Mar!a A'1torL, krce. rf'ais rad.1 no Cnrtõrto do Rec!.!itro Civil dcs .. tn cidJ.c!.~, .1h•r.1ndo qu•· é portodor., de etm filhos. no multo voes... 11 TATI " ---, 1 Eu ou multo feliz e ena felicidade é uma didlva que ó µ,1ln C!l fc l lz.es. Felizes po[" conviver coa vocés. Felizes par ::cnx,s :.eun !Uhos. Pcdf_mos na Deus,que nos de a fellcfdnde de atlngJroos n e.xea­ plo de vocêo,cnr.c .u:ior verd,adclro,que tr;u.: a. fclfcld,1dc p/to - dos os q/os C{'rcn.ci.NÕ9 r.cll!I fllhos,net.os e bisnetos só podeoos aP,radcccr, por t.cn:x>S voc.Cs coo pals.avos e bl savós. _ 11cl}os dJ " ~ " ossos rarabéns ao Casal Athanâsio e Maria Salomi Mello, pelo exemplo aos filhos e amigos por tão feliz e duradoura união.Acs anfitriões q/ organizaram a animada festa na Fazenda Bonfim, também os parabéns. ô llôNI'l'ô CONVITr. Distribuído, convidava para urna ceri mania religiosa concelebrada por alguns Padres Redentorist~s amigos do casal. A Igreja Matriz foi decorada com mui tos crisântemos amarelos, pela Floricultu ra Tulipa. l.,'lTlrn DO CAOAI. Homenageado, adentraram a passarela da Igreja Matriz os filhos, netos e bisnetos: Maria Salomé e Jerci-(Getúlio Jorge e Re­ gina)- (Gabriel, Mariana); Marcos, Ana Paula; Atanásio e Maria Elcy (João Ataná­ sio e Alexandre); Ma Aparecida e Sérgio (Anamaria e Maurício, Sérgio, Paulo, Mõni ca, Roberto); Ricardo e Carmem ( Ricardo, Roârigo, Rosana); Paulo e Maria de Páti - ma (Bruna, Maria Paula, Matheus); Geral­ do e Janice (Geraldo, Gabriela, Marcela); Maria de Fátima e Ricardo (Ana Carolina , Vicente, Ta tia na l . 11 Fel lz é o hocc::J que se encontr na Arena, coa o ro::to c.'11l chado de sangue, suor e poeira; lutando por 1irandc..c ldc.a.L::. - Se frac.nssar pelo menos fracassou ao ousar randes e:ol.sas. Seu lugnr jn=-..-:alt. podera ser toado por essas almas t[idas e Irias que nio conhccco nc:::i vltÓrfa:; e nea derrotas". J.F.Kennedy. Caro professor, as grandes conquistas fora conseguidas coe □ui t..1 luta. • Que os nossos alunos consigam reter para sf u.::; pouco do espf­ rito de luta, que ainda consigo vislumbrar na classe, °e:""'": Você ,e.aro Professor. que foi chutado para a r,.m porque esteve lutnndo pelos sr-us direitos, não d~san1:sc. SIa e frente, você conta co 0 ap0[o e a ad!ração de pes­ soas consclcntcs e que .1<1:lir..10. esse espírito de: lut.n. Faça coque se valorize a classe tão desprestigiada. {triste constatar que_alguns políticos que poderia ajudar a classe, não o faze, só os procura para pedir vot.os. !-L1s 'cl!zrrntc que:-ido professor ,h.:i nt.1 nossa socied::ide pe.s - soas cõnsc:L.1s Jo seu 'llor e SUI ú:lpor-t.Üncln. O ~!to que se :""ize:- pela classe nunca scr,j o b.:ista.:ite po:::- - que o unico be verdadeiro que possuú:os é. o SABER. A você ;>rofcsso:--, noss:l cternn g:-atidÕo. IARA MARIA A grandeza das Nações provém do ideal que a sua mociãade forma nas Escolas e _as humilhações que elas sofrem da trai cão que o homem feito comete contra­ o seu ideai de jove.4•. JOAQUIM NABDCO (Es.critos e Discursos Literários) 'r . I F/1 tqa/a: worsvos -cst1s­ cnrtfs-bnRrOEs- CONVITES-FXnS­ L(M8RANCINHAS • ETIQUETAS· CRACHÁS - FLMULPS - BHNDEIROS - PHNFLE TOS-CH -V[lílOS • ENVELOPES • CALrnDÂRIOS [ f;R_LHINHA$-BLOCOS E ETC .. !tito4: Lncs- PwéIs -Munos OUT- DOOíl- FAIXAS E FAIXADAS Pntuwa d ca;a4 pu­ dto± 2fl Cambio PomorcõcA 9ccoaçô3 - 1RTS 6 0u8.9 t!. O :h o'l-'h E L u B R 1 F 1 c A f o R. BARÃO DO DIAMANTINO, S.,N BAIXADA CORINTHIANA - BELA PEÇAS E ACESSÓRIOS .J> ARSÊNIO ORTI Z * "i' PROPRIETARIO "' VISTA·MS 1 ACABOU A INFLACÃO! . , AGORA FICOU MAIS fACIL COMPRAR NAS PERNAMBUCANAS. TODO O ESTOQUE DE TECIDOS, CAMA, MESA, BANHO, DECORAÇÃO, rubo, TUDO ... 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PRETO E BRANCO e PIB CONSERTOS DE APARELHOS DE SOM ÉM GERAL A. :J u t I &r ;os e .3 TRAVESSA FLAVIO AJALA s/N BELA VISTA • RUA DUQUE DE CAXIAS, S/N MS BELA VISTA , DIA DA VITORIA lho No diu OU de maio,o 100 Rcqimcnlo d• Cavalaria Mecanizado comemorou o DIA DA Vl'I'Ôrtil, cm wno no] onidudc que contou com a presença dos "pracinhas" da For­ ca P.xpedi.cloniiri11 üronilclro (PEO) reni dentes em Hela Vista.A cerimonia desonro lou-no rm UJ11 clim, de mui Ln emoção. Ero Õ lcnbr1.1ncn cio u1·1 período clci.(.icil por q/pas sou o país,qdo muitos soldados brasilei - ron cn(rcnt 1,r;.1m o combale nos campos ita - liunon o a popul uciío bn:lnilcira co11v ivio c/n,, amorguruu e privaçôcu d tcrminudo::; polo gucrru.O ,'l'C JJ:SIEL no uso da palavra enalteceu a corogcm e dctérminaciio daque leo q/enfrentararn na Europa,não nó o ln]; migo, mas, sobretudo, as condições psi.­ co(ísicas que oi; envolviam. Ao término da solcnidad o 'l'C JESI8L recebeu os PebianoG para wn bate-papo dcscontraíclo no seu gabinete. - Exército Drasilciro: S8GUrtANÇl 8 l_NTE GRAÇÃO. • 1 ·l r ,t fu um., 1,olcnidacle interna realizocln no dia 10 de maio, o Regimento Antonio João comemorou o DIA DA CAVALARIA. A cinta ê nlus!'n no pntrono da Ar=, Marechal do Rxército Mauocl l.uls OsÓrio,H.:t_!: qués do llervnl, herói brnsilclro que te,·e gr.,ade destaque no 'leia militnr e polÍtlcn cio país. Ao ouvir-se falar de Chvalaria, tem - se o pri­ neiro impulso ele confundir a Arma com o meio por ela empregado, na maior parte de sua história, p~ ra cumprir suas missões: o cavalo. Convém esclarecer que Cavalaria vem do sinscri­ to AKVA, palavra usada para designar a 'antagem de posição sob a fonna de plataformas, torres ou grandes animais no campo de batalha, e cavalo ori ginn-se da forma como os romanos chamavam o ani = oal ·castrado "Caballus", por eles empregado no cocbate; enquanto que o usado para reprodução era chamado de "Equus". Desde os mais remotos tempos, o homem procurou estar cm dominincia nos campos de batalha. Prime! tamente sobre plataformas,depois , procurando ma­ ior mobilidade sem perder a ação de choque, sobre cavalos, e atualmente, acompanhando a e'oluçào dos engenhos bélicos, nos blindados e helicópte - ros. No período Napolêonico, na Guerra Franco-Prusia nn, na Guerra de Tríplice Aliança, a Cavalaria no tabilizou-se pelas cargas a'assaladoras sobre as linhas, brilhou pela cobertura de grandes distin­ cias e curto espaço de tempo, destacou-se pelas suas manobras de flanco, e as fonnaçÕes montadas de todo o mundo confirma,·arn ser a Arma de amplos espaços. POsteriorm~nte, entre 1871 e 1914, os exércitos preocuparam-se em explorar as possibilidades dos no'os armamentos. contudo, alguns ca,·alarianos, em balados pelas glórias do passado relutaram e aco panhar a e'olucão dos armamentos, e ao romper a l~Guerra oUndial,montaram agilmente seus corcéis ansiosos para repetirem as gloriosas caras do Pascado.Entretanto,o canpo de batnlh:, ha,·in nuda- do.A met rnlh ti r xplod! o»todo 1 foguon,ar trfneh Ira lt> •.. t' o Cavalar!ar» c rar tudo l to •r, ,,, r!o,. de superar .odi eto inw perdera caracte­ ritices da Cavalaria.Apareceu o blindado!Ara q/ase nhorou-e dos cumpon de batlh e man ve ua extirpe de ou111 dia, nrr'ljo e l,r,,, ur,. ' • Ournnu1 " 2g Gutrra Hundinl iol conflrnndo o a­ lor do blindado,a voluçáo exigiu novos meios e no vnmentc 111'1 outro engenho brilhou nos capos de ba­ talhn, como brtlh a "estrela guta", e o helicópte ro veio cn~ronsnr as fileiras dn no Sd CnvalGs Lvoo ,·u L toa da n.icio=lidade - C.'_l. xi:ts à frente - que j:Í p:ia.,:ira:o pel.ns GlUIO f1 le.:!_ ras, ajudando a escrever a história desta Nação. Trabalho-cocrunldodc: estar permanentemnte pron to n auxiliar a coe.unidade, to,::aado raesCJO u in.i­ cintiva de fazê-lo,quando isto é preri,:;o. Trnbalho-presença: checar pioneira eutc e per­ nanccer en pontos do TcrrltÓrlo Nacior1al onde nua prenenca se deve a muita abnegaçao,senso do de,·er e convicçao do principio,: por parte de seus inter,rnntcs. Exército e Trabalho - noçoes extremamente in - terligadas: t:Xército é trabalho! (Extraido do lfoticinrio do faérclto n!! 7975, de !!! de □aio de 1990). Hotel • lo Cora;ão ta itaie" Ar Condicionado, Café a om pie AVENIDA TEODORO SATIVA RESERVAS: 439-1487 E 4391366 Hf.J,/ VI',TA MN'TO C,J 'l',',() 1O UL, (J P 1 n tes Sep • • Bodas de Ouro do casal Athánasio e Maria Salomé e a visita do Dep. Federal Gandi Jamil à Bela Vista IIOMHN/Gl'.M A.O C/3/L ATII/N/SJO H M:! SAI.OMÜ . - Tempos prndoxis! O homem foi f.un, .n via satelites parn pesqui sar o Universo, vir.ço n cibernetiea fazem nun " lCVPl' que toclnH OH pr vi sões d ficçuo cientítieã vao e torn realidade u curie prnzo. Mas e o homem"? Acompnnlrn u evoluçuo dn técnicn? Niw, muito:: 11ind11 niio se co11scicntizur1.11n que o nrnor é a chnvc dn vldn e !iCln-·clo ll vicln é um livro fochndo, E hoje, uo homcnngc- 11t' o cnsal ATIIAHASIO C MARIA SALO IE, que co- [l memorum 50 II llO!l de Vi da dois, ó tenho 11 dizer que o casal escre V li 110 livro ubcrlo de BUOH vidns um IIINO AO AMOR E A COMPREEN­ SAO. Siio cxumplos corno os se que nos diio a cspc-= runçu de que, nlndu, o homem pode se libcrtnr cJ11s teias cio rnntéríu e uecompnhur a evolução du teeniea, inter,rundo se no cósmico, com A­ MOR E RESPEITO. 1'11uJo Hodri cs dn Silva Diretor cJn SI!MENTES SEPOL ( rtG gt Til Em companhia do ex prefeito de Campo Grande, Juvcnc10 da Fonseca; do Presidente do PDT no Es tado, Alarico Heis D'Avila e do ennclidto n Deputa do Estuctunl ,Jair Dispo Evnngclistn, o Deputado F dc_rul GAN Dl JAMIL, esteve cm nossn cidade scxtü feira pn::sadu. Nao [oi uma visita politica, mns de unuznrlc, <'1<' nstcvc nu Fuzcndu Oonfim, prostigian do nus "Iodas de Ouro" do casal Athanasic Melo e Ma na Salornc. . Strnpatico e simples, como sempre, atendendo a todos com cduca<,:uo, o que lhe é peculiar, Gnncli fortaleceu laços de amizades antipus c conquistou novos nm11,"'0s. ' Na oportunidade ele concedeu entrevista no nos so iornaJ, :ºm rospostns objetivos e com muita sin ceridade. Falou de seus plunos e dos seus sonhÕs de ver um Mato Grosso do Sul mnis moderno e mo is Justo. O empresário Paulo Ro drigucs dn Silva, Dirc=­ tor proprietário dn Se - montes SEPOL, de O ela Vist.;, tnmbém esteve prc sente, levando o scu a­ brnço no casnJ e ao De - pulado Gancli Jar.,il. Através deste jo.::: nal, o empresário Paulo Rodrigues da Silva enviou a se- > Alõtrlco Rcl!i D'Aviln (Prcr.ldcntc do PITT no Estado), Ex-l'refeito de Carpo Grande Juv·nclo Cear da Fonr.cc., putado Federal Gandi Jail, Sra. Maria saloé e empresário Paulo Rodrigues da Silva SEPOL PRESENTE guinte mensagem ao Deputado Gandi Ja - mil: Amigo Gandi, •Nós, fronteiri -­ ços, naturais ou a­ dotivos, ficamos sa tisfeitos e esperan çosos cm vG-lo ei mais uma -:aminhaaa~-:-:--:-----------------------~ cívica. Desta feita tinho, Antonio João candidato ao Govcr- n~nito, Bela Vista: no do Estado. • so para citar algu - Na verdade, a.mi- mas cidades. go Gandi, a nossa Temos tradição na fronteira de tantas polí~ica e nils artes. riquezas ainda nao So estamos preci­ mercceu a devida a- sando de um leve em­ tenção das autorida p - urrao, para deslan- des. Aqui temos de charmos e transfor _ tudo, as nossas ri- marmo t f ses a rontei- quezas ajudaa o Es- ra num oásis de paz, tado e o País a pro progresso tb e es a ili gredir. dade. - Aqui temos gado, você será a ala so)a, arroz, miné - vanca que• tirará a rios, trigo e somos nossa região do ma considerados, junto rasmo e seremos co­ com o Pantanal, um nhecidos POSITIVAMEN dos maiores polos tu TE em todo O Brasil-:­ rísticos do MS.É Pon A imprensa não mos ta Porã, Porto Mur- trará apenas os fa = Nn festa de Athanasio e Maria Salomé o flagrante do Vereador Marcos Barbosa, Juvcncio dn Fonseca e Dr. Gerardo Boccia. 'SI la tos r. s, que na veia. 5ao cau­ sados por estranhos ao _nosso meio. so mos gente de paz e de trabalho.E recebe­ mos a todos com fi­ dalguia e sempre, com muito orgulho. Acho que chegou a nossa vez, com você no GOVERNO DO ESTADO a fronteira do Brasil com O Pa raguai será redimT da. - Acreditamos nis so, e com muita es perança, envio o meu forte abraço. Paulo Rodrigues da Silva. " S ·SEP RUA BARAO DO MELGAÇO, 375 FONE 439-1292. BELA V1STA MATO GROSSO DO SUL. ... Deputado GandIJamil, Vereador Marcos ll.:irbosa. e Corunila Loure[ ro r ,.,, .. ~ Alarico Reis D'Avl la, Atanasfo Meto,CandiJaaile Sra. Maria Salo@ Melo. - Jalr lllspa