1,1.IJA'I Oll Cl!LI-L; 1 V/1.IJO l'J.l1LJ Ili 
-ANO: V- NY 72 -BELA VISTA-MS DE Z2/02 X OI DE !ARCO DE 1.986- lRLÇO '.',1 lXi''J'l11 
TRIBUNA OI 
FRONTEIRD 
ANO-IV 
ESCREVE PEDRO PEDREIRA 
Estamos comemo­ 
rando o nosso l 4 9 uni 
versário. Ingressa -­ 
mos no ano l5. 
, Foi no dia 20 
de fevereiro de 1972 
que iniciamos a cami 
nhada, não vamos fa­ 
lar dos sacrifícios, 
dos lutas, <los desa­ 
fios, não vamos olhar 
pata o passado, mas - 
para o futuro. Cheios 
de esperança. 
• lloje já. não - 
é só a Tribuna da 
Fronteira, edi tani'os­ 
jornai s para todas as 
cidades <la região. - 
Estamos deixando por 
esta passarela cha­ 
mada vida, alguns 
exemplos, cxperiên - 
cias e nem o próprio 
tempo poderá apagar 
as nossas marcas. 
Tribuna da 
Fronteira faz parte 
<la história de Bcla­ 
Vista. 
Não é fácil - 
fazer jornal no intc 
rior, mas o jornalis 
mo interiorano cgra 
tifi'cantc. - 
Temos procura­ 
do no decorrer desses 
anos aprimorar o nos 
so produto - O JORKXL 
e, também, temos pro­ 
curado acompanhar a 
ebulição dos tempos 
mo'tlernos. Tudo se pas 
sa rápido demais. vã 
rias transformaçoes 
políticas, iociais ~ 
económicas estão se 
processando. Procura 
mos acompanha-las. 
Um vento for­ 
te, de mudanças, es­ 
tá sacudindo velhas. 
estruturas, estamos 
sentindo isso aqui 
119 jornal,mai·s, pre­ 
cisamente nos homens 
e mulheres que fazem 
a TRIBUNA. 
Algo de'novo - 
está surgindo. .. 
O Brasil ja 
não é o mesmo. e até 
a nossa Bela Vista - 
sente o clima dessas 
transfo rmaçõcs. 
Outro dia.. me 
perguntaram qual era ººº 
Rccoemos 0t 
cío do Presidente­ 
da Comissão Munici­ 
pal de Esportes, - 
ELIO LINO RODRIGUES 
informando que no 
período de 28/2 a 
2/3, será realiza­ 
da em nossa cidade 
a VIII Copa Morena 
de Futebol de Sa - 
li.io .. 
a vantagem cm fazer 
Jornal no interior. 
Nuo vantagens mato 
riais, pois só 6os 
mcrccnirios <la in­ 
formação visam uni 
comente essas vania 
gcns, 
Respondi que 
cu tinhn apenas - 
uma vidn- nesta Ter 
ra - em toda parte 
ha alvos apropria­ 
dos e o jornalis - 
mo interiorano me 
permitia a opor­ 
tunidade de'parti­ 
cipar ativamente - 
<lc ·mudanças e de 
aprimoramento, E 
algo assim como T 
plantar um pé de 
manga e depois - 
colher os pri 
moiros frutos. 
llojc comemo­ 
ramos o 14
9 aniver 
sário. Temos abso­ 
luta certeza de que 
csté jornal sobre­ 
Yiverã ao próprio 
tempo. llaverâ con­ 
tinuidade. Sempre. 
Quanto.a objetivos 
linha editorial, - 
etc,etc, sempre - 
lembramos-que há - 
jornais interiora- 
.nos que vegctam,es 
tão a serviço única 
mente de seus pró-­ 
prietários,mas nós 
da TF. chegamos - 
até aqui. LIVRES, 
porque·sempre man 
tivemos os olhos -­ 
abertos e as nos- 
sas lanças sempre 
estiveram afiados 
para combater os - 
demonios da estagna •• 
ção, da hipocrisia: 
do entreguismo, da 
picaretagem e do - 
imobilismo mental. 
Um vento for 
te sopra na Reda - 
ção, 1986. sera 
mui to melhor que 
1985, sob todos 
os aspectos. 
FELIZ ANIVER­ 
SÃRIO TRIBUNA DA 
FRONTEIRA, 
PREÇO DO 
EXEMPLAR 
« C O P I M O R E N » 
1-'artlcipar.io 
do torneio : . Pon 
ta Porã, Antonio - 
João. Campnnãrio e 
Bola Vista, Os jo 
gos terão seu iií 
elo dia 24, ás 20- 
horas. no Gini.ísio 
de Esportes. 
Segundo o 
Presidente da Co - 
missão Municipal- 
de Esportes 'a nu - 
n icipali d d e . !, ,, . 
pre acompanhando 
o esporte bela - 
vistense, incen i­ 
vando- o para seu 
aprimoramento, an 
te seus nunicí= 
pcs, purticipnr5 
ativamente da 
pronoção", 
A COPA MO- 
CIRNIVIL-88 
NL.»IA LDIAO MAIS? 
FOTOS ·DO CARNAVAL 1 
86, NO CLUBE BE - 
l.AVISTENSE. 
MARILETE RO­ 
DR IGUES CORREA 
·1° LUGAR - 
GINALIDADE. 
AMARILDO COR- 
xo 
1° LUGAR 
MASCULINO. 
Um fato-• - Mas há políti 
"Sui generis" vem ca na PM? - 
ocorrendo em nos Não, não há 
sa cidade. Tratã- politica na PM, mas 
se da transferên- já injunçôes polítl 
eia de vários sol cas. 
dados da Policia- Explicamos:- 
Militar, normal·- vários soldados, ou 
sob o prisma de melhor, todos os 
- remanejamento que estavam servin 
mas inusitado do em Bela Vista 
quando o fato é foram transferidos 
visto sob o pris "A PEDIDO" para ou 
ma...político. - tros municípios .- 
Problemas Acontece que estes 
existem, normal ~oldados NÃO PEDI- 
onde atuam homens, RAM suas· tranferên 
mas generalizar - ciasestas foram­ 
por causa de um solicitadas-por po 
ou'outro caso par líticos, ou melhor, 
e "2.000. 	ticular. é suma - pelo PMDB local. 
i e ceccs c-l ssue 
LU- 
TRINSFERÊNCIAS INUSIT MIAS.; • 
fontes ligadas á 
própria Policia - 
Militar, essas 
transferências fo 
ram solicitadas 
porque os soldados 
'estavam em Bela - 
Vis ta há mui to.~ 
tempo ~ ji co 
nheciam todos os 
seus moradores 
fato este que im 
pedia um traba 
lho mais rigor 
so". 
RI.A uma rea- 
li:a,ão da TV - 
Morena. Ja {a 
part da tradiçao , 
salonístca de nos 
so Estado e. sem 
dúvida aluna 
mais uma vez obte­ 
ra sucesso. 
Essas - 
transferências pre 
judicaxm e mui­ 
to os soldados , 
pois aqui pos - 
suem suas ca­ 
sas. familias 
etc, etc, e agora 
de· uma hora pa­ 
ra outra, "por 
política", tive­ 
ram que arcar . 
com enormes Pre 
juizos. 
Bela Vista. 
é una cidade­ 
tranqÚila, onde , 
realmente, todos 
se conhecem, nao 
e . uma terra 	•••• 
violenta. -------------~--..--1 
L YAO DEIXA PMJ 
'O POSSO FICAR NO PARTIDO DOA MENTIR 
-pagina 4- 
-----

,. 
ANTONIO SI·LV!-'IH/ X.1'.VIEíl 
.o Presidente - 
da cimara MunicipRl 
de Bela Vista, Anto 
mio Silveira Xaviv~ 
que está desenvol­ 
vendo um bom trab 
lho frenLe ao Le­ 
g1,slativo belavis­ 
tensc implantando­ 
r,efo.:-mas que se f­ 
z1ar necessárias,a­ 
lem de procurar e­ 
quipá-la com o que 
há de de melhor falou - 
ontem à reportagem de a 
TRIBUNA DA FRONTEI- 
RA, conclamando o 
povo a se unir à 
campanha prÓl LÚ­ 
dio Coelho ao Go­ 
verno do Es:tado. 
Disse o popu­ 
lar Toninho: 
HEstá na hora 
de Bela Vista des 
pertar, formando: 
uma corrente, en­ 
volvendo todos os 
segmentos da comu 
nidade, apoiando: 
LÚdio Coelho para 
o Governo do Esta 
do e Pedro Pedro; 
ian para o Sena­ 
do. 
LÚdlo rnoG r-ou 
em Campo Grande, 
na Prefeitura Muni 
c!pal, n sua ca­ 
pacidade de trvba­ 
lho, a sua hones - 
tidade e o seu a - 
mor ao nonso Esta­ 
do. 
Pedrossian é 
o grande lÍdcr que 
todos conhecem ,­ 
tudo o que plane- • 
jou quando Gover­ 
nador o atual Go - 
verno está tentan­ 
do fazer. 
AÍ estão 
Ginásios de 
os 
Es- 
portes, construi­ 
dos em quase 
todos os Municf 
pios - hoje servin 
do até de cabide 
de empregos para - 
os que ontem criti 
c_avam suas constru 
çoês- Apaporé,Guai 
rã Porã e tantos: 
outros projetos que - 
transtormaram nosso­ 
Estado, Estes são os 
hanens que precisamos 
homens de ação,de tra­ 
balho e· de obras e não 
de PRCMESSISTAS. Fina­ 
lizando Toninho lançou· 
o brada "DESPERTA BEL/ 
VISTA CCT-1 LÚDIO E PE­ 
DROSSIAN'.' . 
DITO 
!- e vr:Iro foi o 	- 
mies do Carnaval. P­ 
Ih;os,colabirz,i­ 
errs,magos e bruxa - 
tolos brincaram a qua 
tro noites (e d1o) 
uns desfilraun pela a­ 
v -ni<la, outro, ro_; ;;-,­ 
loês. Foi o mês da co 
vocação da seleção br_ 
s!leira, e de oura - 
convocaçoê:;, polÍLk~ 
sobretudo./lgLU'lS CO!"­ 
tes de t-iinistro:; e no­ 
mea-ções de oulro::;, com 
o Presidente Sarney se 
afastando cad3 vez rr;,­ 
is do P!IDB. Mas tudo - . 
isto faz parle úo jo­ 
goda vida (ou da poli 
tica). - 
Ehquanto Pedros­ 
sian e LÚdlo inlciorn a 
caminhada, conseguindo 
importantes adesoês no 
interior, os "caciques" 
do PFL em Campo Grançle 
estão procurdfldo a luz 
no final do túnel, e - 
até agora só consegui­ 
ram vislumbrar uma tê­ 
nue chiama de uma vela. 
Estão se esquecendo - 
das bases, estas não - 
querem acerto com o PM 
DB- quem viver verá. 
Aqui em Bela Vis­ 
ta, os vereadqres es - 
tão preparando munição 
não vai ser fácil para 
o prefeito aguentar os 
disparos. Já se passa-/_ 
72 	, 
- - 	- 
de Inconpetnela do - 
prefeito anterior qu 
era do H'. 
Pela 1órtca Pr 
feiura devri e ar­ 
impecável, cm as fine. 
çs m dia, quadro coa 
ploto (e satisfatrf) 
as, pelo 'eito, ainda 
segundo os ve'dores 
o que ocorreu e es -­ 
ocorrendo, é nada ma!s 
nada menos que uma sé­ 
rie de dlvf'rgê-nciDS de 
rretodos. Já se pergun­ 
ta: 
-Todas as Prefei­ 
turas da fronteira es­ 
tão quebradas, é bom - 
lembrar que os prefei­ 
tos da área nos -Úl'ti 
mos seis rr.t::.es,eram - 
do PMDB. E agora? 
A missão da im - 
prensa é informar, a­ 
do jornalista é divul­ 
gar e se possível ques 
tionar,sempre, fazendo 
do jornal un meio de a 
primorarnento de nossas 
insti tuiçoês. 
Neste "camavàl"­ 
t' s lido em outros - 
ornais e participando 
de conversas onde se - 
u u·i,•1- • • 
+0 tA. 
politicna tens aco4 
nrndo se traben 
nna Canora, no D!netá, 
n Prefeitura, •• 
Temo absoluta cer. 
teza de que ele, coa _ 
b a t an	s msur1dade 
saberá avaliar a a, _ 
candidatura. 
o é moço pau 
m,r iJ urJldo com r I'.!l( "·" 
tes e tapinhas nas coe 
tas. 
Evidente que, para 
Bela Vista, e reio, 
mui to ban ter un repre 
sentante, mas, coerên. 
cia, cabeça frla e n:·. 
llsoo, não fo.zem rr.al a 
ninguem. 
Em tempo: Há llU1 ta 
gente interessada no:;­ 
$$$$$$ q1Je tal ca'ldida 
tura pode render, do _ 
que preocupada real.me 
te cem o futuro de Be­ 
la Vista. E .tem aqueJ 
velha estória do - 
"boi de piranha" .Co 
mo diz o Pedrel: 
ra, 
para 
"Há um 
tudo, 
tempo 
até - 
mesmo para se fa­ 
lar bobagens...", 
Pois e. 
(IP) 
TURISMO 
SE UL . _..,J,ll • DE LXE A PROGRAMAÇÃO CONOSCU. 
ÔNIBUS TREM AVIÃO - NAVIO . A TIME TOUR - 
TURlSMO LEVA VOCE ONDE QUIZER "E VOCE ESCOLHE 
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Turismo 
t

261, 1 ODOVII DOS 
ESQUECIDOS 
Jl8 IM • PORI MORTINHO 
:no nlJltJIRIIO- rid:i 
histórica, situa­ 
s margens do rio 
raguay, habitada - 
r um povo bom e hos 
,t,ilciro, c .. stá mar­ 
inalizada, esqueci­ 
por aqueles, polí 
ticos carreiristas 
jlll' s Ó 11 v i s i t ,1 m em 
pocas eleitorais, Ge 
1.1Jmcnt<' de iVl,(). 
O Mun i..: Í pi o - 
V 
SllÍ I111('11~,as JlOl(·ll­ 
cial idade:s no .il' 
tor, sem falar - 
que a con:; 1 ru.;iio - 
do POJ(T() dCir:í no 
 a vida :í t:i úadc. 
Acontece que 
nem estrada Porto 
Murtinho possui. - 
Quem se aventura a 
viajar pela llll 2h7, 
a ESTRJ 1 DOS ESQlJf: 
C!UOS, verá uma= 
« 
j 
' 
I 
l 
1 
t-J 
o 
- 
L 
r , 
.., 1 
·- 
'-·' 
• • •' BURJÇOS, VJLETAS E J "ESTRJDA" BR 267 ... 
511 J..,n1 l'''I hora, hu 
l',IUIS, ':tJCl:IS, ele~ 
moronamentos, cn' - - 
fim, uma urcntura­ 
digna de um filme - 
cp1co. 
Na época das 
cleiçocs mu11ici 
p,1is. o Governo do 
PMIJII mandou pa- 
ra Porto Murtinho 
m:íquinns e homens. 
Trabnlharam 
Jc Porto 
engorda 
130.000 por 
arrecada va- 
milhoes para 
sagrados co 
do Governo, 
JS nao recebe 
nada cm 
promessas. 
Depois de a­ 
travessar várias en 
chentcs. o Governo-= 
Federal, atendendo - 
o veementes apelos 
Jo povo murtinhense, 
r,•solvcu construir o 
DIQUE. Mas a histó­ 
ria desse "DIQUE" é 
usunto para outra 
reportagem. pois 
transformou-se numa 
NOVELA. 
. Graças a. 1ni- 
ciativa privada Por 
to Nurtinho está do 
tada Jc bons hoteii, 
entre outros o Hotel 
dos Camalotes. Beira 
Rio e Americano, gra 
as as suas bele>às 
naturais e facilida- 
des para a pesca . 
Jtrai milhares de tu 
tistas por ano. Pos: 
,100, 
rios 
os 
fres 
Murtinho 
mais de 
bois 
troca, SÓ 
paisagem linda, mas 
sofrerá as agruras 
de urna rodovia que 
não merece a mínima 
atenção das autori­ 
dades. 
O motorista 
arrumaram ruas, es 
tradas vicinais e 
até o acesso a 
cidade. Depois, 
bem, depois é ou 
tra história. •• 
O PMDB perdeu 
nho do mup:I. 
Agora ,e 
fula na cidade 
cm . 1,1ic·roc.lrcna­ 
gem, estão até 
brigando para 
ver quem 'o 
mandará", 
Se o P/1011 ,, 
derrotado nas 
eleições, ou o 
PFL. vitorioso. 
Est5 cm jogo mui 
tos empregos e 
VOTOS. 
Mas , e ;i 
cstrada,?·Estrada? 
Os caminho - 
nciros, transpor 
tadores da prin 
cipal riqueza - 
do municipio -o 
gado - os motoris 
tas de ônibus . 
os viajantes, os 
turistas, enfim, 
todos aqueles que 
precisam ir a 
Porto Murtinho ro 
garn, não mais ao 
GOVERNO DO ESTJDO. 
mas ao GOVERNO FE 
DERJL, que tome­ 
providências, ur­ 
gentes, dcfiniti- 
vas. 
Aquele povo, 
bom, trabalhador 
e hospitaleiro não 
mdrcce esse desca 
so. esse olhar pa 
ra os lados e a In 
<li fe rença. 
Porto Murti­ 
nho precisa de - 
ui_ta_coisa. vamos 
º' 10 
• itu«o da Bus .o e tas {ao 
critica, que a ROIArY HUE DE FOI!O MUI 
T iNHO apelou ao ciandnte do 9 li( 
s e d i a d o em J A R D I M , para efetuar o 	n e - 
cessários reparo». 
Segundo infot soes. ''não há 
verbas para os r paro". DI ainda 
que ''se quisesse o DR{I. poderia r 
parar a estrada e faz r a sua nanuten - 
çfo períódic.1", 
Eis a intera do ofício enviado 
ao 99 HLC. pelo hJIARY: 
"(J R0TJ1O' C l.llli lll: l'0IU O MlJ/l I I - 
MIO, através de seus membros, vem por - 
meio desta solicitar a !'.a, os reparos 
nccessarios n::i !lll 267. t rcrho .JJl!lJHI 
a POHTO ,1lJRfJ:-:IIO. 
r:11 sollc i tação se prende ao 
fato de que l'orto·~l11rtinho dep•·11dc - 
cm grande parte cless:i estrada per 
onde é o fluxo maior de .oda a 
sua atividade comercia' e ..:oti-. 
diana. 
Devido ao péssio estado 
que se cncontrn . nossn cidade 
derá ficar isolada do P/1S", 
cm 
po- 
com paciência, con­ 
·segue rodar a 40 a 
• 
FÀCIL ... PARA OS ANIMAIS ••** 
as eleições e I 
riscou Porto Murti 
Temos visto v5rius m~qu1nas 
do DERSUL, em JARDIM, á cspera ... sa - 
be la DEUS DO QUE. 
A conscrvaç5o da estrada é 
responsabilidade do 9° BEC, mas, se­ 
gundo informações. o mesmo não está 
em condições de atender. FAL1A VER 
BJS. 
Então, que o DERSUL assuma a 
responsabilidade e dê início imediata­ 
mente aos trabalhos de recuperação 
da ESTRADA DOS ESQUECIDOS. 
:_ ------------------------------------- 
Dr.Antonio 
do Nascimento 
ADV06ADO 
CIC. 006!474.381-00 -Õ',B/MS 
2809 
CAUSAS CIVEIS. CRINI!AIS, 
QUESTÃO DE TERRAS, DIREITO DE 
FAMILIA E • TRABALHISTA". 
ESCRITÕRIO: AV. RIO BR,NCO 193 
. RESIDENCIA: AV. RIO BRA!CO 187 
FONE- 305 
PORTO 
CEP: 79."zso 
~lURTTNHO - MS 
, Abra a Sua Porta .Para o Req uirite· e o Bom Gosto 
L. M 
MOVEIS 
SUA Rl:SIDENCIA OU ESCRITRIO MERECE QUALIDADE ACIMA DE TUDO. 
ARTE, REQUINTE E BOM GOSTO: A~liRIOS, GUARDA ROUPJS EMBUTIDOS. 
COP,, COZINHA, MOVEIS FABRICADOS COM MADEIRA DE LEI E FORMI­ 
CJ- DURABILIDADE. 
"'• SERRASUL 
R-UA DA REPÚBLIÇA N. ·10_0 FONE: 439-129.6 
• BELA VISTA 1$4TO GROSSO DO SUL

1 
1. 
1, 
JRM'! HEI'A D; IR TEIA llll 
l 
1 
.  
1 
1 
 ' 
----------------- --- 	---- 
CALVINO 
,, • 10 POSSO f IC 
Mfirmando que 
" o p:.if1B pt·rdcu ,1 - 
s0a pureza ide1oi­ 
-:,1. traiu a confiança 
cl,J 'povo, transformou­ 
.~c 1111111 verdci rc, saco 
de atos, uma &alnda 
ide@'lõglca, onde con­ 
vivt•Ip ,•:-.quordist:is de 
esquina, conservado - 
rcs, la tiruntlifrfo.s:,j 
oportunistas, engana~ 
dores, promcssislus e 
mentirosos, por tudo 
islo, pelo compromis- 
so que assumi • com 
o pov que me ele - 
g,•u •. vereador, O - 
MMIS VOTADO EM BP.LA 
VISTA, nio posso - 
continuar no -Parti-s 
do da mentira", dis 
se ontem. a rcport! 
gc111 de a TRLBUNA 7 
DA FRONTEIRA. o· ve 
reaclor MARCELO CALVA'. 
NO, 	-· 
J?rosseguindo , 
Calvano, diz, "veja 
a situaçio em Bc- 
Ml:.IHIHA", 
"Por v:íria,; 
vc::(Vi, - pros!óc - 
puiu - o Govcr- 
nu<lor est~vc cm 
llela Vista, e corn 
;,trtuc lc ·'S:CU. pisca J • 
-•p1.-:;ca 
0,111.•rvoso J 
''prometeu o asfal 
to imcdlutnmcnte 
dizia el.c, mas, 
perdido no tempo 
e no espaço , o 
. imc<l iat amcn te ga - 
nhou uma <limcn­ 
süo atemporal 
ninguém sabe 
quando e nem - 
como, s6 o ho 
men promessista 
é que o pode. 
dizer". 
• A respeito 
de segurança 
pública , o vé 
rcador Calvano - 
disse que "se 
Bc'la Vista tc::m 
segurança e, mu- 
i~ _ _pelos valo 
 
' ' 
* ... VEREADOR MARCELO CALVANO ***. 
- -···--=--- :..__------ - 
rse u 1 ç .i o p o l1- 
t e; .. r;ovcrno :kn 
raso, 
M;:relo.Calva 
,,o t.•,l tende que :. 
"G f"d l") n jJ o roJc 
IIIJ Í S S'J l'l!gall,1 
do , stanos a 
beira do abismo. 
sinto vcrconha ao 
ver que . tudo aqui 
lo que pregavu - 
mos nos pal:inqucs 
hoje serve de mo 
tivos 
tas". 
Com refern 
cia a Mdinist1 s 
çiio ::ur.1cipal , 
Marcelo diz. /"'o 
prcfcl to llft,'Nl - 
:ACARTAS. usando- 
de sua can<'tJ. 'Ci1 
exonerando paulatl 
namente l' ínsistcn 
tc1;icntc runcion:i-· 
rios públicos, em 
geral alcg.1r1do 
(1) 
4 
.. '(1)- PATRICIA HOJ{AES 
( 2) - MAR ILENE CORRl:A 
(3) - MARCOS LÕRIS 
(4)- OTAIR CORREA E 
+EIA- 
.:;: 
. ' . 
~--···:: 
~'" ··-·.:. 
ás.. 
"' 
' 
,, ~ •. - 
,";". 
3.._+ Você· Não 
.. ' . 
. ' 
PARA:-CONHECER A 
?RECISA . IR 
DELIGIP'SJ .COMI·DA - 
... - . 
•· 1-tINEIRA • · ELA · VÊIO 
- .. 
o. Jp; "Ti, ::,'coPIHO CELAo, 
' JS ffi:Ll.a:rÀs. DA :, .,° ·• · VINHC JJAS íHP.C,RES 
COZI r. .:. PRocbSNé1As E À 
• 'ÀNorE tr E.'. "riuA DE tos E 
~ ~ E vÀP..rm~ ... ··• ciuEr.íós
11 
UMA- Ex- 
,..· .... -" DE"DE ÃP.ERITI • . • CLUSIVIDADE GERAES. 
,.. . - . 	. 
_..a+a.-s" 
·- ... 
la Vista, o Governa- res pessoais des 
dor WILSON BARBOSA ses abnegados - 
MARTINS, em 1982, au- policiais do que 
torizou que falisse - . pela assistin 
mos na campanha cm eia .e vontade - 
reformas de educnção, desse Governo • - 
saúde e· o que é promessista. Chc-. 
mais •··importante, se gam ao cumulo - 
gurança pública, e através do Pre 
que falássemos· tam- siderite do, Dire 
bém do sor,ho • do be , tório do PMDB -; 
lavistensc. • que te • ·de pedir -à trans 
ria em· seu Gover ferincia desses - 
no a p-:x:-~?iJ,(:{.J.A: .-;:de~ p_olicia'is milita 
ligar Belii"."'Vista - • res de nossa c1 
por asfal tô ao res • -'.da<le pa.r sim - 
to do pais. TUDO.:'?lês capricho e 
• • ·;. , ' '. . ,t :-:-:,~ -'. 7 --i-i-------· --~.---·:=:=-.-- .. ---?".:.;- ... • .,...._.,._._... ns.asa. 
• !, ·--- 
'()::-, tJ.. 
vil L /'. j , , 
mina o no 
pio e qu ]0te 
" ;J ."I l' ll l l t l li t .t l" . 1 • . 
nar o povo. l a 's 
, . . 
s15tenta me s [ r 
r .i os pob 1 • ,. . 1 , 
hortas cortu t Í I j, ' 
r. o asfalt r luto 
... <, 
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1 
• r iI , IO EA- 
1I  'f  • :-, ~-  1 1 1  11 
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e , 1 •,11:n r. 
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' 
(3)

. 
" 
EURO PED E 
SE!lUIO CRUZ 
SINAIS DOS TENPOS 
Quando ser do MDB - 
era ''difÍcil",eu era do 
partido,accmpanhava os - 
meus amigos Sergio Cruz­ 
Roberto Orro e Valter Pe 
reira. Não cobrava maté: 
rias desse pessoal,era 
tudo na faixa. 
r-:ARCELO MIRANDA 
HOJE 
Hoje o meu MDB- 
passou a ser PDB, e 
vejo nele o Senador 
Rachid. FigueirÓ,Sch! 
midt, Marcelo e ou - 
tros destaques da P~ 
litica sulmatoros­ 
scr.se. Vejo_to.mbém - 
varios pecuaristas - 
belavistense, gente­ 
do dih·iro 
as o tempo é 
u n roméd1 
p o d e r o s o .. r 
Tudo e! voltando 
., 
PUREZA TDEOLÓGICA 
VAMO::l CO!.OCAk o::.; 
primos 1./0S Jêi 
Olhn pe::.sonl 
vamos dar uma bas 
ta no demagogia; 
aceitar uma reall 
dadc: ou OG polÍ~ 
ticos encarem de­ 
fato o novo tempo 
oobrotudo ds do - 
PMDB ou pendurem­ 
as chuteiran. Cer 
to está o LÚdio :. 
viu que no PMDB - 
nao dá, não casa­ 
com as suas idéias 
e foi para o PTB­ 
do Jânio. 
CRUZ CREDO 
Nesta edição o­ 
vereador Calvano des 
ce a ripa no PNDB,­ 
diz que o partido - 
oerdeu a "Pureza I­ 
deológica". Perdeu­ 
mesmo vereador, es­ 
tou com voéê. só se 
vê coerência no PT e. 
no PDT, o restante •• , 
sinais dos tempos. 
RJ:"CLAM/CÕES 
j 
C que já ouvi d 
reclamnacoes dos "ser 
moe' do Padre Bento 
não eata ro eib! di 
ria, em diferenças 
sociais, etc. 
POIS E 
Quem recla - 
mou comigo é figu­ 
ra de destaque do­ 
PMDB. Oras bolas,­ 
o partido tem em­ 
seu programa a RE­ 
FORMA AGRÁRIA e a 
cabar com as injus 
tJ.ças sociais. 
Quem é do PM­ 
DB, e não quem es­ 
tá no PMDB,TEM,Di­ 
VE E PODE CONCORDAR 
COM O PADRE BENTO. 
OUTRA COISA 
A 'Igreja mu - 
dou sim, não é ma­ 
is aquela Igreja - 
que so fazia casa-· 
mentes, batizados­ 
festinhas,missas em 
latim e os padres­ 
viviam junto com - 
os ricos. Mudou sim 
e não me venham can 
éssa história de - 
comunistas, para - 
um cara meio alfa­ 
betizado é s±mpl~~ 
reconhecer que o - 
materialismo· diaq 
tico não casa e-­ 
nem namora com o - 
marxismo. 
ESTOU COM O PADRE 
E NÃO ABRO 
C'.!l"LC, 
0 
em bela 
ta es a f!ar,d 
igual circo de -­ 
horrores. Depois­ 
cu conto. 
cheques; de con - 
r ~rrí'r.cln,, ... t;,::n,a 
N ver!de,mas 
verd de uso,a 
r esti infesta­ 
cl de r bcs,not..r 
frl1;:,, r .;t.rr.t, - 
rambiqa, etc. 
Nu. c se rou 
ou tan o neste-­ 
P:d ;. 
CMIDTOATO'j 
Além de Il­ 
de.fonoo Pinheiro­ 
lançado cnr.didoto- ' 
a deputado stadu- 
al em B La V1a­ 
ta há mair dc- 
i de Ponta Po­ 
ro, dois d.i Jnr 
dim, um de Por­ 
to Murtinho, um­ 
de Maracaju; va- 
rios 
que 
"de 1á" 
- i 
d 1 Z§ID _...aer - 
Nessa questão 
estou com o padre­ 
Bento e com a Igr~ 
ja, só não concor­ 
dei foi ..Sº'!!-·ª .. sua._,. • 
cifúe-a.' a respeito 
do Carnaval. 
Foi tudo muito 
bonito e ão hou 
ve "excessos"• . - 
Muito pelo con - 
erário, até foi- 
Vejam so, lá 
em Campo Grande­ 
juntaram o LÚ - 
dio, Pedrossian­ 
e aquele turco­ 
simpático, o Za 
her; Comentam 
que o Levy es­ 
tá "quase" se - 
acertando com o 
PMDB, no inte - 
rior os pefeÍi~ 
tas nao querem- 
e R 
ILDEFONSO PINHEIRO 
MURTINHO 	história é tão - 
tenebrosa que fede 
mais que esgoto. 
Cruz credo.o. 
que está aconte- 
cendo em Porto - E NÃO É só LÁ NÃO 
% [fil □
"daqui" e "dali" 
com raires, etc, 
etc. 
Lembram-ae do 
Doutor Ely? É - 
so uma 
ça. 
lembran- 
". 
•• 
w i 
,, 
te 
,, 
- 
1 'TINA CARDINAL ' 
.... ·. 
t 2 ) RODOLFO PEREIRA E. 
.. ~ 
t-- 
.. 
SENHORA E'AMIGA. 
. . 
3 ) - BERNUDEZ E FLAVIA 
4 ) - ADIÚANE _.PEREIRA DINIZ 
JORNAL 
(' 
TRtrBUNA DA 
' 
- 1 
FRONTEI- 
RA. K AZE 'aos .coM

.. --------·------------------------------------ 
-------------- 
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1 1 
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' '/1 
Cursos Irregulares vão ser 
Cu.i1celados Através de Decretos 
A sr!on! r ln 
r,, r'/tl 'Í(· ilrJn F no. 
lur e Rele F!íca - 
SE, através da rn 
e tu Hog nal doe Efu­ 
caço d Dla V!ta 
M5 órgic ·r.carena­ 
do ele.. fiscalizar e 
executar na morna±.­ 
do 0nino nas itedes 
E!>l;,du:J.l, llunfc!pal 
f' porlic11lnr, dl,ul­ 
a umn comunicado o­ 
rienté.lndo on nlunoo 
a fazeremn suas matri­ 
cula somente em es­ 
colas que estejam - 
com aeu~ cursos re­ 
ularizadns pelos - 
Óruãor. compctcnLcs - 
do sistema de ensino, 
Scl(undo ::i pro­ 
fessora Lldla Zornlj 
de Candia, rcspondcn 
do pelo NÚclem de --j 
Serviço oe Vida Escg 
lar e Rrde Flsicad ~ 
diplomas. e cerlifi- i 
cados expedidos pe­ 
las escolas irregula- 
res não têm validade 
legal. 
De acordo com o 
documento os alunos 
devem no a to da matri •. 
cula verlficar a si~ 
tuação legal do cur 
so emn que está in 
gressando, a fim de 
evitar possiveis - 
transtornos ou pre­ 
juízos à sua vida­ 
escolar ou até mesmo 
não receber seu "di­ 
ploma" ou "certiri­ 
cado" ao concluir'. o 
mesmo. 
----- 
O f'rof<'.;'Jor /ln-- 
I o / 1 vr•::i rJr. 01 l 
vi"! ira Coordenador 
Goral de Vida Fs­ 
col r1.r r, florlr: I· Í - 
nica faz um apelo f 
às unidade, eco 
1.-:irer; pnru CJuC :~ 
1 
divulguem ,iunto- 
aofl Bcus olunos- 
os nLoo CJUC com­ 
provem a rcgul.a- 
1·ldwJ() de escola. 
Outro alerta 
Ó quanto nos cur-­ 
oac Supletivos - 
compactos ou de 
suplências de 12 
e 22 Grúus. Esses 
cursos estão proi 
bidos de funcio-­ 
nar em nosso Esta 
do desde dezembrÕ 
de 1984 data limi 
te para as esco- - 
1 as que mantinham 
esses cursos auto 
rizados e/oure-­ 
conhecidos- desaú 
capital 
rior do 
!n 
r.:;t.vJo- 
o E - Prorum d 
.dura;o Intpra- ido 
a 1 4a e- l cretaria 
rir cJo P Grriu - 
ou OLraVCI,; do­ 
'PG - Supletivo - 
to 1? Grau via­ 
ád1o 
Os passos ne­ 
céssÚrios para a 
regularização de 
uma escola: 1) - 
Criação- qualquer 
escmla·precisa - 
ser criadá. No ca 
so de uma escola 
pÚblica eia é cria 
da por Decreto ou­ 
Lei do Poder Exe­ 
cutivo. Se for - 
particular é cria 
da através de umã 
Ata ou a entidade 
mantenedora faz - 
publicar a Ata em 
jornais locais. 
2) Autorização de 
funcionamento - A 
escola precisa ser 
autorizada para fun 
cionar tanto a de 
pré-escolar como a 
de i2 e 22 Graus. 
A autorização de= 
funcionamento e um 
ato concedido a es 
cola, por um pra­ 
zo de 2 anos, pelo 
frnú l ) , 
ex1,°• 5 t. J l/[) 
J - 
LEIA r; ,";S:;, J 
NE 03 JORNAIS - 
DA 'REDE. 
---- 
- --------------1 
e Deus 
de Irmão 
Conselho Estadu­ 
al ~e Educação e 
publicado no Diá 
rio Oficial do E~ 
- 
tado.3) Reconhe- 
cimento de funclo 
namen to- É um a tÕ 
concedido por tem 
po indeterminado: 
também pelo Cbn­ 
selho Estadual - 
de Educação e - 
publicado- no Diá­ 
rio Oficlal. 
-vá-los. 
Esclarece a­ 
inda que apenas - 
as escolas ofici­ 
ais estão creden­ 
ciadas a oferece­ 
rem cursos su­ 
pletivos no CES­ 
Centro de Estudos 
Supletivos (exis­ 
tentes em Campo - 
Grande e Dourados) 
nos NAES- Núcleos 
Avançados de Edu­ 
cação Supletiva­ 
que funcionam em 
escolas estaduais 
e municipais da- 
[
::--~-~~=~~-:----:-~~--:~r=-,~_:_-:~.:.._..:_:_..-:.....:. _:::= _ _:~-;:_:-=._....:.._:-_:-:.._· ==-=---:..==-=-:_..::-~=-----:.:.... 
-- ----------• 
.- 
JORNAL TRIBUNA DA 
FRONrEIRA HÁ 
QUINZE ANOS COiY! 
VOCÊ. 
LEITORES 
l 
1 1 
,! 
1 
Qualquer irregu­ 
laridade na en­ 
trega deste jor - 
nal favor comu­ 
nicar pelo tele­ 
fone : 439-1410 
lhe 
tara), a Ir Ja e o­ 
Honn. à luz da opção­ 
referencia! los 
pobres, pela lit r 
tacão integ a do - 
bame, rurna cns nte 
par ic!ração camuto 
visando a construção 
de una soci dadc- jusl 
e fm.t..cma anuncicndo-­ 
assim o reino definitf 
Vo. ConSc i<:ntc de urr.a - 
mútua_ irr.plicação fÓ - 
e_ vida a rgreja reco­ 
menda a oração, o je - 
·un, a esnola e outras 
aU.vidades especificas 
para ll'TI aprimoramento 
da conversão pessoal­ 
Descja-se assim aper-'.­ 
fciçoar o relaciona­ 
mento filial de con­ 
fiança com o Pai , pe­ 
lo Espirita Santo,1-las 
a Igreja pede tarrbér-- 
a seus fiéis a conver 
são no sentido social 
para maior fratemida 
de. E que em seu tes 
temunho,Jesus Cristo­ 
condicionou a autenti 
cidade dos cristaõs: 
e a eficácia da evan­ 
gelização ao amor fra 
temo: "nisto todos: 
saberão que sois meus 
discipulos se vos _ 
amardes uns aos ou - 
,.,_ 
J «5 Cristo ,( u con - 
'edo p}no. A liberta­ 
•o da opr sso do ho­ 
num sobre o herm pas- 
'ou a .r u, etgney 
d 1erosão o k. 
,do m tu origem e ao­ 
;!'f"l!7í!O l'- :npo em Zlli".i!.i co 
sequências. 
Neste contexto a 
C:mpanha da FroternJ­ 
<b.dc tom e:nt,=i.o senti­ 
do vcrdadcil'o. A con - 
VC!'Sno e (l celebração­ 
dos mislérios poscaJ.s.: 
exige de cada cristão 
uma ré ativa,pois a i•Fé 
SE'fll obras é morta'' (Tg. 
2,14-19). Por outro ln­ 
do a consc:ienti.zação e 
a mobiliZàção pacífica 
do povo para a luz das 
exigências da Fé supe 
rar as injustiças e fa­ 
zer acontecer a parti­ 
lha dos dons,a acolhid 
do outro e sua promoç? 
hur;,.ana e cristã fazem - 
parte do objetivo da -' 
Campanha da Fraternida­ 
de .deste ·ano. 
"TERRA "!Xl'i" DE = 
DEUS; TORNADO-·' 'PROBLE 
M/ PELO HOME11" 
" A VOZ DA NATI.:. 
VIDADE - 
"CAMPANHA. DA FRA 
TERNIDADE DE 1986". 
 . 
9 
D.E 
A 
NOSSA CinA!JE 
CRUZEIRO 
DO SUL. ENPRESA DE 
RECE 
SUA 
PAS. 
A 
MERCADORIA- .• -PARA 
COM SECUR,ANÇA 
QUt..LQUER 
E FRETE 
RAPI'DEZ E 
/OCE 
CRUZEIRO Do 
PARA QUALQUER 
A OPORTUNIDADE DE 
THAQUILIDADE. USE OS 
SUL. UMA 
TRADIÇÃO". OFE­ 
DESPACHAR 
CIDADE DO 
ECESS1VEL, 
SERVIÇOS DA 
OS SEUS CLJENTES. 
A 
TRANSPORTADORA QUE COMIECEi 
+•• 
- -

--------·----- 
" 
1 J , , 
l • 1 
7 
PMDB de Guia Lopes 
Abastecimento 
Preocupado 
de Água 
(' 'li'll C.ll':IJI '1• 11 - 
hr,,.;tJo dJ1(!1Í1io m1111i 
cipsl do PMp} em ui:i 
lopes da Laguna cst i . 
vI ,llll <'J11 d tuditn ,I 
('OJ'I ll )'Ol('/Jl,'l,l•11 '.,ll- 
an Larbosna 'tartins . 
oas1ao m que lhe 
l'XJ>ll
1
;(.'f.lll I p1t,,11p.t·· 
çao da populaçao d 
quell' l,Jllllll'Ípin l'Olll 
rc•J.1ç.10 .i -~)'.u.1 di, 
trihida para o con­ 
sumo humano uma ez 
que ha deficienía 
nns equ i p:1111l'n tos de 
tratamento, 
P,11 l f) l  .. 
/ll<•:;1•111,11,tc J,,,::,­ 
l)l'fl' {' '• d JH>JJll J 1 - 
. 111 ( 1)1 Íl' l)Jl ,t .. 
rio ri o, um,o 
H', <j11C ,l 11111 - 
lc d, ,·ap1a,:,o d, 
•l)'.llil l <t 1 1 o 1-li 
, :ind:, <JU< b:1- 
nha u I l'Xl('IViü 
atea de agricul­ 
t11r:1 :in1,,,-, de 
checar a cidade 
Com isso, as poten 
cial idades de poqüi 
€ao por defensi -' 
1
' 
0 s ar Í e o J.1 s ;; ii 0 
ba ' unte ranges 
o ; 1 tema d trat J 
, ' I) O (• )( l { (l I l t ( ;:; 
lill'Íl Íl'lli(' p.tr;t­ 
a iuna saudável - 
li<) l,l!,O d1.. (.•_,l,ll - 
l llll l ,l.11 lt:1d.1. 
O problema 
segundo os peemedc 
bistas. o mais 
rave que vem sen­ 
Jo c11frcnt:Jdo pela 
cid::iJc :1tual1tl·nte. 
'A sua solução de 
vc ser colocadn: 
como prioridade um'' 
afirmaram. Conenta 
L !) 
l ( •j fl 1 '- ll l., L 1 	·, 	- 
de recuperação do 
sis era. as que - 
fo,.i;:t •·.,pc :n • 11. • 
p:dí::i Jt;'' p,,1• 
:i reduç:io ío1 ,. í-- 
n l Jilô • 
lo dL ·orrt·r 
da audiência fo1 - 
solicitado ao Go 
vernador a inclu­ 
s:io de Cuia Lopes 
cnt rc ,ts cidades­ 
que sediarão os mu 
.P F L ESTI FORTE NO MU 
NICÍPIO 
com 
- 
PORTO ~IURTl/'sll{)- Se' 
Mundo informações dó 
Presidente do Oire 
tono M11n icípa I dÕ 
Partido da r:rente Li 
heral. '/1Ul:RLEY LOÚ 
llET. "o partido estã 
uni<lo e forte no - 
município, se prc­ 
parnnuo para atuar - 
ter1or deixou T 
muitos débitos 
atê cheques pen­ 
<lentcs (pré-data­ 
dos) enfim. um 
caos que M/RCIO­ 
NIL tcrj que - 
ter paci6ncia e 
equilíbrio para - 
re!>"Olver". 
•••• VANDLRLEY 
LOPES 
decisivamente neste 
ano cm que csco 
lhcremos o Governa­ 
dor do Estado". 
Quanto á Admi­ 
nistração Municipal, 
VanJerley disse que 
"a si t uaçiio da Pre 
íci tura está caotl 
ca, o prcfci to an- 
1.0UBET 
Para Vande_I 
ler, "o nome que 
reune o consenso - 
cm Porto Nurtinho 
para o Governo - 
do Estado e - o 
de Lüdio Coelho. 
um homem honestp 
e um administra­ 
dor capaz".,. 
/ resreito 
de coligaçocs . 
o presidente do 
PFL disse que 
"a partir de 
agora a situ:ição­ 
vai se dcflnir,cm 
minha opinião te 
mos que fechar c~m 
I.Údio e Pedrossian'.' 
Dr. Geraldo .Pinheiro 
Murano. 
IHJ/: 
•• CLIIIC/ 
/TENDIMENTO 
FONE: 
A1l()NJO 
BELJ 
,J()J() 
E 
24 
S/N 
C lRllRG I / 
00 11S 
439 - 1059 
VIST/ 
tin 	l 
vis1 	e' 
nau 	rodo±a 
J J li 1 1 ,1 
de a Maracaji e. 
se possivel, lan- 
e a 4tt ,nt,1 
Ç ,j O ,l 1 Í 1 t 1 ~ ,1 
até HON!IO, 
ARNE/ FIS 1· 
"' 
LUZA'i 
MANAUS- O Servi;e Exato de - 
P,·oduto de Origem Ani1:ial (SERPA). ói,;iH 
li,Rado a Delegacia . Regional <lc l 1sca 
lização sobre o transporte de Carnes 
de origem animal para propor as - 
Secretarias de Saúde Municipal e 
Estadual uma forma de combate Dais 
efetiva ao abate clandestino é de Ga 
do Bovino, que diariamente [ciT 
na margem direita do Hio Negro, 
nos municipios do Careiro e Au­ 
tazcs. 
Segundo o chefe do SERP/, 
srn,O COELHO GUHl,RÀLS. existe 
uma grande falha no scrviçm 
de fiscalização sobre o ab:ite 
clandestino. tanto no ambito Fe- 
deral quanto no Estadual e Nuni 
cipal. por falta de um prograwa 
conjunto e. principalrnc~tc, de um 
corpo de fiscalização pais coeso e 
quantitativo. 
Ele explicou que o SERP/ - 
s6 possui 25 fiscais para cobrir 
toda a pcri feria de t".anaus, . a fim 
de impedfr a entra 
da de carne bovinã 
abatida ilegalmen­ 
te. 
Para o chefe 
do SERP/. a solu•.·• 
ção para impedir 
a "quebra" da fi s 
calização. e unir 
as forças do Ni - 
nistério da Agri· - 
cultura as do Go - 
yerno do Estado, - 
através de um pro 
grama conjunto de 
combate ao aba - 
te clandestino. 
..,.. 
LEIA 
ASSINE 
E 
TRI- 
BUNA DA FRON­ 
TEIRA ... 
FUNCIONANDO EM NÓVAS E MODERNAS INSTALA­ 
ÇOES: ÁLCOOL- DIESEL- GASOL INA­ 
LAVAGEM DE CARROS 
RUA BARÃO DO LADÁRIO S/N 
. FONE:439-1025 • - • 
BELA VISTA MS

1 1 
1 
1 
1 
1 
+! 
'1 
4I 
r l, 
1 
1 
1 
1 
SEUASUL MÓVEIS APRESENTA 
COMEN'T ANDO 
a 
'º" 
ANIVERSÁRIOS 
No dia 18 pp. foi - 
conemorado mais U'll ano­ 
de vida da fofinha Ma­ 
rlana Rodrigues Correa, 
SEUS PAIS 
Amarildo e Lila pro 
porcionaram l'1la festi~- 
' .nha nu1 to concorrida na 
Lanchonete Mak's para - 
os nuitos.convidados de 
Mariana. 
O SALÃO 
·na Lanchonete Mak's 
todo decorado com mui­ 
tos_ baloês, sacolinhas 
surpresa, a bonita me 
sa de doces, delicio 
sos salgadf!1!'1os·e re­ 
trigerantes fizeram a 
alegria da petiiaila. 
POR lÁ ALÉM 
Pinheiro Pannegiane - 
Alessandra Leite, Ma-­ 
Luiza Borges, Vanessa 
Sal anão, Gabriela Pe­ 
reira, Lolota càrd.inal 
Mª Beatriz Ntmes, e - 
Mah.ina Oliveira. 
À MARIANA 
Desejamos felicida 
··des, aos anfitrioês A: 
marildo e Lila, para - 
béns pela agradável 
festinha. 
·NO DIA 
• 20 pp. o salão do­ 
Coraj esteve todo deco 
rado com enormes ba - - 
loês azul e brànco,pa­ 
péis decotativos azui -­ 
e branco, palhacinhos 
enfeitavam as mesas , 
a mesa de doces era l.l'lla 
atração a parte para a 
criançada_., tudo isso 
para festejar o l a- ' 
- ' 
ninho do garotao Renan. Dos avós por sinàl._­ 
rruito corujas: Otacilio, 
• 1 . 
• .Marilene ,Laurindo e I-. 
racema, registrei as- 
. presenças de charmosas É filho do casal - 
convidadas: Maira Del- .l;loney Sinx>es - Neire ..: 
valle, Patricia e Otá- que recepcionaràm seus 
via Rodrigues, OÜvia --- • convt._dados mirins com 
•  ---·- -- . - ··- • 
) 
1 
 
i 
l 
# 
1 1 
1 • 
4 
I 
- ' , . 
ostoro cachorro qu:n- 
te, saldirhos e re- 
fr!gerantes e os adul­ 
t.o:; multo /lr;ky, Cc l"'­ 
veda e suculento chur 
ranco, 
PAHJ DIVE rnm 
/J.; c r·fonÇélS um 
palhaço fo.zla a:; br-ln 
cadeiras. 
AÚ11 
Dos avós Pulo-EI- 
L !,O DJA 
21 completando ma­ 
is um o e vida o - 
Presidente da Cara - 
a rhor Antonio Silve!­ 
ra Xavier, o popular To 
nlnho. Par;..lYn'.;! - 
Ricardo Vasconce­ 
los rindd à» Toa. É que 
seu f'Hho Femüflcto·z.i.· 
carias Vasconcelos de 
apenas 1? anos ten - 
MADALENA 
da, Doroteu Gonçalves- 
e Sra. , mui tos paren­ 
tes e amigos do casal­ 
an.t:itrião fizeram-se- , 
presentes. 
OS CONVIDADOS 
Mirins diverti 
.•· 
,· .. 
LEILA CORREA 
abriu uma enonne vala 
Essa esquina é mui to­ 
movimentada,principal­ 
mente por carros e a 
qualquer momento pode­ 
ra ocorrer um grave a­ 
cidente . Está necessi 
tando de reparos ur - 
gentes! 
MUITA GENTE 
Reclamando e soli- 
•' • t 
i'.. •e citando a autoridade - 
·t; competente, no caso Ju 
tou vestibular bara i íz de menores: é que 3 
genharia na. PUC em ca garotos perambulam pe­ 
pinas na Faculdade de • las ruas, en't:ram nas - 
Lins,em Lins e em Vigo, casas,mexendo nas coi­ 
sà Minas"Gerais· e q~-:- .. • sas, ,riscando e sujan- 
capacidade gárotão: _, do paredes. A noite f1 
Passou ns 3.- Você real cam nos bares, incoao- 
nte e$e parabéns dando os presentes e ' 
.-y.°'' ·- ,. • também dormindo pelas ' 
,· . · j ·· - · ·,_ cadeiras e ate em po.r- 
"]...' tas de clube., só trao 
.- • - embora quando alguém-- 
>••• '·os acorda 
•+ 
·-· 
ESSES MENORES 
LEITE 
e a deles também. 
COLÉGIO 
Quando a Prof' Rosi 
ta era Diretora do Vera 
Guimaraês fez promoções 
angariou fundos e adqui 
riu vários Ventila.dores 
de Teto, Isto porque n 
verão não há quem supo 
te o calor nas salas.Já 
se passaram mais de 1 a 
no e os ventiladores a­ 
té agora não foram ins­ 
talados.Sabem porque?= 
'As instalaçoés elétr1- 
càs da Escola não pres­ 
ta'll". Os alunos que es­ 
perem e so.fram até que­ 
alguém resolva arrega­ 
çar as mangas, ter ini­ 
ciativa e Trabalhar dei 
xando de lado as exigên 
cias burocráticas e as­ 
famosas· "ordens. nao - 
sei de onde" 
RENAN 
.. 
. _. t; : 
. . . .. 
Tem pais, só que - 
Não Ta-nam col".hec:i.mento 
por onde andam pela - 
noite adentro e por is 
so devem ser toadas 
providências urgentes 
• pela nossa segurança- 
DE PARABÉNS 
O casal Doutor 
Femando - Hiepher 
pelo nascimento de 
um garotão. 
*** 
- ... 
,, a 
SRAS. HENRIQUE E RONALDO 
PEDRA ESCOBAR 
ram-se prá valer com o 
palhaço animador da - 
festa e com as lembran 
cimas e baloês distr 
btlidos. • • - 
AO.GAROI'ÃO 
Renan mil labàre­ 
das de felicidades e­ 
aos papais Roney e"Nei 
re parábéns pela boni- 
,í'estâ. • • 
LilA R. 
,.