1,1.IJA'I Oll Cl!LI-L; 1 V/1.IJO l'J.l1LJ Ili -ANO: V- NY 72 -BELA VISTA-MS DE Z2/02 X OI DE !ARCO DE 1.986- lRLÇO '.',1 lXi''J'l11 TRIBUNA OI FRONTEIRD ANO-IV ESCREVE PEDRO PEDREIRA Estamos comemo­ rando o nosso l 4 9 uni versário. Ingressa -­ mos no ano l5. , Foi no dia 20 de fevereiro de 1972 que iniciamos a cami nhada, não vamos fa­ lar dos sacrifícios, dos lutas, às naturais e facilida- des para a pesca . Jtrai milhares de tu tistas por ano. Pos: ,100, rios os fres Murtinho mais de bois troca, SÓ paisagem linda, mas sofrerá as agruras de urna rodovia que não merece a mínima atenção das autori­ dades. O motorista arrumaram ruas, es tradas vicinais e até o acesso a cidade. Depois, bem, depois é ou tra história. •• O PMDB perdeu nho do mup:I. Agora ,e fula na cidade cm . 1,1ic·roc.lrcna­ gem, estão até brigando para ver quem 'o mandará", Se o P/1011 ,, derrotado nas eleições, ou o PFL. vitorioso. Est5 cm jogo mui tos empregos e VOTOS. Mas , e ;i cstrada,?·Estrada? Os caminho - nciros, transpor tadores da prin cipal riqueza - do municipio -o gado - os motoris tas de ônibus . os viajantes, os turistas, enfim, todos aqueles que precisam ir a Porto Murtinho ro garn, não mais ao GOVERNO DO ESTJDO. mas ao GOVERNO FE DERJL, que tome­ providências, ur­ gentes, dcfiniti- vas. Aquele povo, bom, trabalhador e hospitaleiro não mdrcce esse desca so. esse olhar pa ra os lados e a In
  • l;,du:J.l, llunfc!pal f' porlic11lnr, dl,ul­ a umn comunicado o­ rienté.lndo on nlunoo a fazeremn suas matri­ cula somente em es­ colas que estejam - com aeu~ cursos re­ ularizadns pelos - Óruãor. compctcnLcs - do sistema de ensino, Scl(undo ::i pro­ fessora Lldla Zornlj de Candia, rcspondcn do pelo NÚclem de --j Serviço oe Vida Escg lar e Rrde Flsicad ~ diplomas. e cerlifi- i cados expedidos pe­ las escolas irregula- res não têm validade legal. De acordo com o documento os alunos devem no a to da matri •. cula verlficar a si~ tuação legal do cur so emn que está in gressando, a fim de evitar possiveis - transtornos ou pre­ juízos à sua vida­ escolar ou até mesmo não receber seu "di­ ploma" ou "certiri­ cado" ao concluir'. o mesmo. ----- O f'rof<'.;'Jor /ln-- I o / 1 vr•::i rJr. 01 l vi"! ira Coordenador Goral de Vida Fs­ col r1.r r, florlr: I· Í - nica faz um apelo f às unidade, eco 1.-:irer; pnru CJuC :~ 1 divulguem ,iunto- aofl Bcus olunos- os nLoo CJUC com­ provem a rcgul.a- 1·ldwJ() de escola. Outro alerta Ó quanto nos cur-­ oac Supletivos - compactos ou de suplências de 12 e 22 Grúus. Esses cursos estão proi bidos de funcio-­ nar em nosso Esta do desde dezembrÕ de 1984 data limi te para as esco- - 1 as que mantinham esses cursos auto rizados e/oure-­ conhecidos- desaú capital rior do !n r.:;t.vJo- o E - Prorum d .dura;o Intpra- ido a 1 4a e- l cretaria rir cJo P Grriu - ou OLraVCI,; do­ 'PG - Supletivo - to 1? Grau via­ ád1o Os passos ne­ céssÚrios para a regularização de uma escola: 1) - Criação- qualquer escmla·precisa - ser criadá. No ca so de uma escola pÚblica eia é cria da por Decreto ou­ Lei do Poder Exe­ cutivo. Se for - particular é cria da através de umã Ata ou a entidade mantenedora faz - publicar a Ata em jornais locais. 2) Autorização de funcionamento - A escola precisa ser autorizada para fun cionar tanto a de pré-escolar como a de i2 e 22 Graus. A autorização de= funcionamento e um ato concedido a es cola, por um pra­ zo de 2 anos, pelo frnú l ) , ex1,°• 5 t. J l/[) J - LEIA r; ,";S:;, J NE 03 JORNAIS - DA 'REDE. ---- - --------------1 e Deus de Irmão Conselho Estadu­ al ~e Educação e publicado no Diá rio Oficial do E~ - tado.3) Reconhe- cimento de funclo namen to- É um a tÕ concedido por tem po indeterminado: também pelo Cbn­ selho Estadual - de Educação e - publicado- no Diá­ rio Oficlal. -vá-los. Esclarece a­ inda que apenas - as escolas ofici­ ais estão creden­ ciadas a oferece­ rem cursos su­ pletivos no CES­ Centro de Estudos Supletivos (exis­ tentes em Campo - Grande e Dourados) nos NAES- Núcleos Avançados de Edu­ cação Supletiva­ que funcionam em escolas estaduais e municipais da- [ ::--~-~~=~~-:----:-~~--:~r=-,~_:_-:~.:.._..:_:_..-:.....:. _:::= _ _:~-;:_:-=._....:.._:-_:-:.._· ==-=---:..==-=-:_..::-~=-----:.:.... -- ----------• .- JORNAL TRIBUNA DA FRONrEIRA HÁ QUINZE ANOS COiY! VOCÊ. LEITORES l 1 1 ,! 1 Qualquer irregu­ laridade na en­ trega deste jor - nal favor comu­ nicar pelo tele­ fone : 439-1410 lhe tara), a Ir Ja e o­ Honn. à luz da opção­ referencia! los pobres, pela lit r tacão integ a do - bame, rurna cns nte par ic!ração camuto visando a construção de una soci dadc- jusl e fm.t..cma anuncicndo-­ assim o reino definitf Vo. ConSc i<:ntc de urr.a - mútua_ irr.plicação fÓ - e_ vida a rgreja reco­ menda a oração, o je - ·un, a esnola e outras aU.vidades especificas para ll'TI aprimoramento da conversão pessoal­ Descja-se assim aper-'.­ fciçoar o relaciona­ mento filial de con­ fiança com o Pai , pe­ lo Espirita Santo,1-las a Igreja pede tarrbér-- a seus fiéis a conver são no sentido social para maior fratemida de. E que em seu tes temunho,Jesus Cristo­ condicionou a autenti cidade dos cristaõs: e a eficácia da evan­ gelização ao amor fra temo: "nisto todos: saberão que sois meus discipulos se vos _ amardes uns aos ou - ,.,_ J «5 Cristo ,( u con - 'edo p}no. A liberta­ •o da opr sso do ho­ num sobre o herm pas- 'ou a .r u, etgney d 1erosão o k. ,do m tu origem e ao­ ;!'f"l!7í!O l'- :npo em Zlli".i!.i co sequências. Neste contexto a C:mpanha da FroternJ­ ll 1 ;(.'f.lll I p1t,,11p.t·· çao da populaçao d quell' l,Jllllll'Ípin l'Olll rc•J.1ç.10 .i -~)'.u.1 di, trihida para o con­ sumo humano uma ez que ha deficienía nns equ i p:1111l'n tos de tratamento, P,11 l f) l .. /ll<•:;1•111,11,tc J,,,::,­ l)l'fl' {' '• d JH>JJll J 1 - . 111 ( 1)1 Íl' l)Jl ,t .. rio ri o, um,o H', "Olver". •••• VANDLRLEY LOPES decisivamente neste ano cm que csco lhcremos o Governa­ dor do Estado". Quanto á Admi­ nistração Municipal, VanJerley disse que "a si t uaçiio da Pre íci tura está caotl ca, o prcfci to an- 1.0UBET Para Vande_I ler, "o nome que reune o consenso - cm Porto Nurtinho para o Governo - do Estado e - o de Lüdio Coelho. um homem honestp e um administra­ dor capaz".,. / resreito de coligaçocs . o presidente do PFL disse que "a partir de agora a situ:ição­ vai se dcflnir,cm minha opinião te mos que fechar c~m I.Údio e Pedrossian'.' Dr. Geraldo .Pinheiro Murano. IHJ/: •• CLIIIC/ /TENDIMENTO FONE: A1l()NJO BELJ ,J()J() E 24 S/N C lRllRG I / 00 11S 439 - 1059 VIST/ tin l vis1 e' nau rodo±a J J li 1 1 ,1 de a Maracaji e. se possivel, lan- e a 4tt ,nt,1 Ç ,j O ,l 1 Í 1 t 1 ~ ,1 até HON!IO, ARNE/ FIS 1· "' LUZA'i MANAUS- O Servi;e Exato de - P,·oduto de Origem Ani1:ial (SERPA). ói,;iH li,Rado a Delegacia . Regional es - Neire ..: valle, Patricia e Otá- que recepcionaràm seus via Rodrigues, OÜvia --- • convt._dados mirins com • ---·- -- . - ··- • ) 1 i l # 1 1 1 • 4 I - ' , . ostoro cachorro qu:n- te, saldirhos e re- fr!gerantes e os adul­ t.o:; multo /lr;ky, Cc l"'­ veda e suculento chur ranco, PAHJ DIVE rnm /J.; c r·fonÇélS um palhaço fo.zla a:; br-ln cadeiras. AÚ11 Dos avós Pulo-EI- L !,O DJA 21 completando ma­ is um o e vida o - Presidente da Cara - a rhor Antonio Silve!­ ra Xavier, o popular To nlnho. Par;..lYn'.;! - Ricardo Vasconce­ los rindd à» Toa. É que seu f'Hho Femüflcto·z.i.· carias Vasconcelos de apenas 1? anos ten - MADALENA da, Doroteu Gonçalves- e Sra. , mui tos paren­ tes e amigos do casal­ an.t:itrião fizeram-se- , presentes. OS CONVIDADOS Mirins diverti .•· ,· .. LEILA CORREA abriu uma enonne vala Essa esquina é mui to­ movimentada,principal­ mente por carros e a qualquer momento pode­ ra ocorrer um grave a­ cidente . Está necessi tando de reparos ur - gentes! MUITA GENTE Reclamando e soli- •' • t i'.. •e citando a autoridade - ·t; competente, no caso Ju tou vestibular bara i íz de menores: é que 3 genharia na. PUC em ca garotos perambulam pe­ pinas na Faculdade de • las ruas, en't:ram nas - Lins,em Lins e em Vigo, casas,mexendo nas coi­ sà Minas"Gerais· e q~-:- .. • sas, ,riscando e sujan- capacidade gárotão: _, do paredes. A noite f1 Passou ns 3.- Você real cam nos bares, incoao- nte e$e parabéns dando os presentes e ' .-y.°'' ·- ,. • também dormindo pelas ' ,· . · j ·· - · ·,_ cadeiras e ate em po.r- "]...' tas de clube., só trao .- • - embora quando alguém-- >••• '·os acorda •+ ·-· ESSES MENORES LEITE e a deles também. COLÉGIO Quando a Prof' Rosi ta era Diretora do Vera Guimaraês fez promoções angariou fundos e adqui riu vários Ventila.dores de Teto, Isto porque n verão não há quem supo te o calor nas salas.Já se passaram mais de 1 a no e os ventiladores a­ té agora não foram ins­ talados.Sabem porque?= 'As instalaçoés elétr1- càs da Escola não pres­ ta'll". Os alunos que es­ perem e so.fram até que­ alguém resolva arrega­ çar as mangas, ter ini­ ciativa e Trabalhar dei xando de lado as exigên cias burocráticas e as­ famosas· "ordens. nao - sei de onde" RENAN .. . _. t; : . . . .. Tem pais, só que - Não Ta-nam col".hec:i.mento por onde andam pela - noite adentro e por is so devem ser toadas providências urgentes • pela nossa segurança- DE PARABÉNS O casal Doutor Femando - Hiepher pelo nascimento de um garotão. *** - ... ,, a SRAS. HENRIQUE E RONALDO PEDRA ESCOBAR ram-se prá valer com o palhaço animador da - festa e com as lembran cimas e baloês distr btlidos. • • - AO.GAROI'ÃO Renan mil labàre­ das de felicidades e­ aos papais Roney e"Nei re parábéns pela boni- ,í'estâ. • • LilA R. ,.