VER. DO PFL 
POLÍTICA N 
O Vereador Ivan Mau 
que dise, secunda fel 
ra, na Cmura Municipal 
qu• • o refeito Abraão­ 
Zacarias "vem paulatina 1 
dL • qu " o I rc· - 
l'••JLo crnvJ,l?u o. - 
vereadores para tu - 
diálogo, n seu ab!­ 
n" • . diz; mlo <I•' r:tl- 
-Vl·.HF.JD.Jil 1-!JRCELO C/LVANO 
Jl).'nLC' dunitimlo funclo­ 
nÔ.rios sin,plc-smente por 
n;,vanchls:no"; 
Prosseguindo Manques 
as intençoês de traba 
lhar em paz cn a Ca­ 
mara, e outros blás , 
blás, mas isto tudo - 
A DIRETORIA DA FEDERAÇÃO DAS ASSO 
CACOS COERCIAIS DE !·IS COtlU NICA JO - 
COERCIO LEGAL!ENTE ESTABELECIDO QUE,SE­ 
GUNDO ORIENTAÇOES DA SUNA, ATE A PROXI­ 
'A SEXTA FEIRA, DI 7, SERA APRESENTADA. 
UMA TABELA DE PREÇOS PARA O ESTADO DE~ 
NS E QUE O COMRCIO DEVE MANTER os PRE­ 
ÇOS INALTERADOS COFOR;E O DECRETO QU­ 
ESTABELECE O COGELA!NTO DOS PRECOS - 
VIG!TES NN TABELA D DIA 25 e 26/2-.!;_86 
A DIRETORIA 
Reunir~'ll-se nesta terça 
feira, na Delegacia de-' 
Policia civersos coner-­ 
ciantes, e empresários 
juri mente. cçxn o Doutor 
João ?auro Cinoti, 
M. Juiz de' Direito.;. e •. 
Pro1'.otor Dr .. O lavo Ma.se~ 
'J ir Bispo 
ren.lias, Dr. a 
Evangelista,Delegado 
de Polícia e Prefei­ 
to l iunic ipal,para de 
baterem a respeito­ 
das medidas anuncia­ 
das pelo Presidente­ 
José Sarney, s_obret::!_­ 
do o congelamento de 
pregos e a especu 
lação. 
. Ficou decidi 
do que os comerei· 
r antes aguardarão 
• a TABELA D PRE - 
ços a ser enviada_ 
pela SUNA, e, se­ 
gundo diretriz ao 
Senhor Juiz• to - 
dos devem obede 
cer a mesma sob 
a pena de paga 
rem pesadas mul 
tas e ate mes­ 
mo serem ''presos. 
Estas tobc - 
no passou de de: 1o- 
!". 
i ., I arte o v ['( f'l - 
dor Marcelo ma! festcu 
e respeito, dizendo 
que no tora iqurla - 
t''U11i:io porqut :;·ibl 1 - 
que tudo no passava - 
l ders;ogia e hoje os 
nobres colegas vem - 
que tenho razão". 
Ivan citou vÚrlos­ 
fa•.os ocorridos Úl Lima 
r..·ntc, le::·brou um i'un­ 
cionrio que teve o - 
s,•u snlár·Jo corLado, - 
"craçns aos pedidos do 
Secretário de Obras,Fer 
nnndo Jorge, e esse fun 
cior.Úrio teve de npe -­ 
'hr ao !-lin1stér1o do - 
'I'r::.:lr.tlho'
1 
Lmtnou e, 1 nd, o V•· 
ne adoro caso de pua - 
e po. ,1,tli1"'' ora de u + 
colégio, "qu provou a 
. .IJ'l COIT'fit :-nela por v~ 
rios nos, a exemplo de 
r·,·u ln> -o, P .rbo 1 fo - 
l"ll.1 dem!tidos por Pl:.H­ 
SEGUIÇi:O POLÍTICA". 
NFSTOR DEFE DE 
O Vere.:idor Hc:;c.or.:. 
Alrr.::tda, do f-1-DB de!'en­ 
deu as ntltudes do pre 
fe 1 to a.f J rrr.ando que ;;; 
d missoes são nonnais­ 
qu:mdo nssune un novo­ 
prefelto, ele substitui 
funcio~ários de chefia 
por pessoas de confia:0_ 
--. . Disse tarrbém que - 
( OPA MORENA DE FUTEBOL 
DE SALÃO =BELA V STA É 
CAMPEA 
Bela Vista se­ 
diou no perÍoào de 28/ 
2 a 2/3 a Chave da VIII 
Copa Morena de Futebol 
~e Salão, cana parti- . 
cipação das equipes de 
Ar.tonio João ,Mzigsul ( re 
presentando Ca'llpanário) 
e Cerealisca JÚnior , 
represem:a'ldo ?onta Po..:· 
ra. 
'ais una vez o Fu­ 
tebol de Salão de nos­ 
sa cidade .se destaca­ 
entre os demais -', 
do E:s tado, sagrando-se 
ca-npeã áesta primeira­ 
chave, 
A solenidade dé 
a!:>ertura contou cem a 
las serao afixadas 
nos es½abelec1men­ 
toa comerciais e - 
divulgadas pela I 
prensa,para melhor 
conhecimento caco 
m7unidade em geral. 
presença de autoridu 25 
locais e de outros muni 
clpios,cntre elas o Prg 
fC'ito de Antonio João 
Iber Xavier, o Vice P~ 
felto de Bela Vista Ro­ 
scvel);e Lino Garcia e - 
vários vereadores qu - 
fora tu 
quadro de 
cet ers de f . .:r.clt r'3.r.!_ 
o.,,r. da d.• ,:()::,·•. 
OJ:mto ru criticas dos 
vereadore Iv;m r, Calw, 
no,a re pe Ho do FC1'5- 
Nes O r disse que "desd 
1. 972 ex!ste ·ste pro­ 
blema".O Ve dor do - 
.:DB falou tnr.i,.:,r, que - 
" Prc fci tlJra ~ ccrio urlú 
epresa, demissors são - 
no!l'lais, fcrom todél.3 por 
Justa causa. 
É i.cFJrrIRA 
O Vereador Ivcn dis 
se que era "mcnt1ra, to­ 
dos fora demitidos sem 
justa C.'..llIBa,pura persc­ 
guio rol{rica,uma ver 
-Antonio João O Bela 
Vista 3. 
-Ar.tonio João 7 X 1-:ag- 
- Antonio João 1 X lJa& sul 5. 
sul s. 	-Magsul 2 X ae1a Vis - 
-Bela 11 tã 6 Y. Cerea- ta 8 (Carrq,eã) 
lista Júnior <1 .. NA PRÓX..Il-;, rnI _ 
-Ccrealista Júnior 4 X ÇÃO A R=PORTAGEJ"i _ 
foram prestigiar o tor- l !agsul 7. 	(aPLETA •• 
, ~-o N A e Â M A 
E . e· o TR A A e o R o o - 
C MOPMDB_ 
O vereador An-- 
ton!o •~ilveira Xa­ 
vier,presidente da­ 
câmara !1!,micipal de Be­ 
la Vista, falando terça 
feira em Carpo Grande,­ 
ao jornal ,CORREIO ro ES 
TADO, garantiu que o a= 
poi ó à candi ela tu.""a .de LÚ 
, L . - 
dio Coelho e mac:i;-ço 
nesta cidadé,...Eis a 
integra da noticia: 
' O Presidente­ 
da câmara de verea­ 
,..iores de Bela Vista 
Antonio Xavier, do-. 
.PFL garantiu que 905 
de sua cidade es- 
tao apoia,do LÚdio­ 
Coelho nesta cami- 
neia sa.!onis ico do - 
Estalo. 
RESLiL T JDOS 
nhada ao Governo 
do Estado ... 
ciorr1os,l 
de UM . rl .,,r <J tra-­ 
bal hav l 00 fundou d 
ar em e foi e) -.! • 1.- 
dn bem por r,ol Í Ll 
ca. 
Almada perma­ 
neceu defendendo­ 
o prcfe1 o, i.fl.r 
mando que es as - 
de::n1nnoCn fora1n - 
norma1,:;. 
PREÇO DO E­ 
XEM LAR CZ3 
2.00 
Ele a(irr.iou 
-. 
que a--cmaiaria • - 
dos vereadores~ 
da cidade "está 
com LÚdio e re­ 
jeitamos qualquer 
tipo de entendi - 
mente com o PDB 
ue to1 .un par 
tido que nós - 
massacrou nas· - 
eliçoês". 
E. afirmou.que"' 
"o'trabalho de LÚ 
dio Coelho em Cam 
po Grande canqui~ 
ou a população - 
• de nossa cidade,- 
('.L'.e é:..j. .•:.. OUCJàJl­ 
ças, o desenvolvi 
mente para a regi 
ão,que só poderá 
vir através de LÚ 
dio. 
Entende o.vere8f'l· 
dor que "a populaçào­ 
clana pelo nane de LÚ 
dio Coelho é'quer a 
ele seja o Governador 
de Mato Grosso " 
para que possa faze-r< 
por Bela Vfsta o mes­ 
mo que fez por Carrpo­ 
Gr-..n<Je t)OS ,ji t imos - 
ancs.Nai'A DÀ ~ :' t • 
Antonio Xavier não él 
/dq PFL , esim do -· • . 
PDS -- • 
·r A B E L A DE PREÇOS 
, 	. 
A SuNAB EXCLARECEU CUE A LISTA DE PREÇQS DIVu~GADA PELOS JORNAIS DA CAPITAL 
E ALGUNS Do INTEn1or. NAO VALE -'PARA MATO GRoss0, DO SuL, INFORMAMOS 
AOS NOSSOS LEITORES, ANUNCIANTES E AO COMERCIO, LOCAL QUE A TRIBUNA 
DA • FR0NTÊ IRA PUBLICARÁ NA 1 NTEGRA A LI STA D::: PR~ÇOS A • SER D IVUGA- 
~DA PEU. S~NAB NESTA ouLNTA' FEIRA, Pr.ocuRE, ~· ·suA TRIDLi:--IA DA FR0N -· 
TI No SABADO. OU NO DOMINGd,

Q.po 
(l10 corr •spondentC' 
cm B ras í l ia) 
O deputatlo fe­ 
deral Uhultlo Unrém­ 
(PDS/MS)assegurou ' 
' que a frente- 
de oposiç6cs ~.tá - 
mesmo disposta a 
enfrentar o PMllll no 
pleito de novemhro­ 
dessc ano e confia­ 
que o PFL acaharii - 
por optar cm seco­ 
ligar com os demais 
partidos oposicio - 
nistas ~No-sua. Õp i - 
nião",tp1a lqucr deci­ 
são da frente libe­ 
ral não deve ocor - 
rer antes dn conven 
çõo nasse domingo - 
mas de qualquer mo­ 
do ela devo ser fa­ 
vorável ao projeto­ 
do ex-prefeito L~ - 
dio Coelho e do ex­ 
governador Pedro 
pedrossian. 
Barém ressalva 
que a decisão do 
PFL é uma questão 
interna e não ava - 
lia se a pretensão' 
de alguns pefelistas 
~-_poderá ou não 
prejudicar a forma­ 
ção da frente opo - 
sicionist,.a. 
tfcsmo com o fa 
to de ~lgurnas lide= 
ranças pefelistas 
como o secretário 
geral Saulo Quei - 
roz,terem revisto ' 
suas posiç6es con - 
triria5 9.4liança 
Democrat1ca no Nato 
Grosso do Sul,Ubal- 
toes ão ara 
ga, Diz Barém 
do Inrém lembra " cargos que detem, opo si ão ao oer 
q u e. 	v ií r i o ·, prcfi- Ou eles s ã o Gover no. baldo 	r e 
tos do in erior e - nos ou ficam cone prefere 	n a o 	e c e r - 
outros líderes vem tra o ·Govrrno,- ;,:1iurc crít1c1 
Hipotecando apoio- defendem o par- 
a 'dobradi nha"j'e - l a11ent:1 r fazen- 
drossian-Lüdio. do um parale- 
O parlamentar lo co 	o perJo 
explica que não es do em que o 
tá diretamen e e n - Ps 
volvido nas convcr estava _._no ~ - 
sações no petado - der. 'mas não - 
mas esteve reunido detinha esse. 
no último domingo- poder , _ 
com Pedrossian • ' lloje ao con- 
quanüo este lhe rio. 'eles cs - 
po.s a por dos cn- tão mandato e- 
tcn<limentos. ficam critican- 
Com cxccsao - do". O mi.nisté- 
das candidaturas - rio "é extremo 
no Governo e ao Se mante conserva- 
nado,respectivamen dor, no seu 
te de LÚ<lio CoelhÕ entender mas o 
e Pedrossian.a cha deputado rcssal 
pa ainda não foi - va. que num regi 
totalmente formatla me presidencia- 
faltundo dcfinfr o lista, cabe ao 
candidato a vice e presidente a 
a outra vagíl Elo Se escolher o l!i- 
natlo .A decisão <lo= nistério de 
~FL cstií sendo a - sua confi5nçn. - 
guurtlada mas in<lc.- A ida do- 
pendente <lisso,8n- Ministro Marco- 
rém frisa que as - Maciel para a- 
oposições iriio mar chefia do Gabi 
char unidas com ui neto Civil irf 
candidato ao Gover fortalecer o 
no. 	Governo e o 
deputado não 
re: em maiores 
problemas entr 
o executivo. 
Marco Maciel 
"tem competên - 
eia" para possi 
bilitar o bom­ 
entrosamento po 
lítico. Mesmo 
colocando como- 
MINISTÉRIO 
0 dcjutado 
federal avaliou 
também a composi 
ção do Ministério­ 
do presidente José 
Sarncy várias cri­ 
ticas ao PMDB "que 
está reclamnndo 
mas não larga os - 
CA !PO GRA DE.- A 
e 1 e t ri fie a ç ii o rural 
das áreas de Co ónia 
Velha e Colônia ,'o,a 
e a construção de urn 
poço semi-artcsiano­ 
nu Colônia t-:ova . fo 
ram reivindicações~ 
apresentadas 
, , pelo prefci 
to de T erenos, Alon­ 
so de Rezcnde ao Go­ 
vernador Wilson Bar­ 
bosa ~tartifrs'.Ffo aucb. • 
ência, participaram~ 
também.vereadores <lo 
município e rcprcsen 
tantes:da comunidade 
de Teren<Í!s. 
Segundo Alonso - 
de Resende, estas 
reivindicaç6cs objc~ 
tivam levar melhorir 
as ao homem do campr 
e v,t:.ihil i zar a im· 
~léffitação de um pla­ 
no detrabalho elabo­ 
rado conjuntamente -' 
pela comunidade.pre­ 
feitura e pelo Banco 
J0 Rrasil, através do 
projeto Fundec-Fundo 
1 
,.. 
IUDIE CII/ 
TERENOS 
de De s L' ,no 1 11 L' 11 to 
Cor'Ull i t.i r lo. 
0 prc>_ÍC'IO [lll 
vê melhoria da pr 
ti li t i ,. i d a d e agr í c o - 
l a e da bac I a 	I o i 
teira:a construção 
de unidade de bene 
ficiamento de arro: 
e de produção de - 
farinha de maidio- 
nica e cxtens:10 :-11 
ral aos produto 
res:extensão da 
rede elétrica e 
construção da rede 
de ahastec.imcnto - 
de água e ainda. - 
construção de scdc 
de Associação de - 
desenvolvimento Co 
munitiírio. inst:1 !a~ 
cão de hortas cu - 
seiras e tratamcn- 
t o 	d e ;Í g u a s das 
cisternas, 
O governador 
Wilson Martins re­ 
conheceu a impor - 
t5ncia Jo projeto. 
que"é d e grandeal­ 
cance social para- 
l CI er•o ''. 
t llldO lllll 
nhee-j 
f ltn 	l1 
,.:n 
ter 
1a C 
J'l' ; 
do 
te rabalho", 
l',il(  RI l·LLI li' 
• :O.ii o te ,li ; 1 
sofrendo esgot a 
LO e· f;t lj,:J ·.r(ç 
der lançar fras. 
tempestuosas e 
o fensivas;aque. 
que se cncontr .. 
l'l'almcntc cn.1 
tios procuran ~, 
pouso c sil 
" Se algué 
t e d i r i g é a 	p a l 
vra cm tom ncito 
a 1 to . f a: e - l 1:r e 
ohséquio de resp 
der em tom mais 
baixo". 
TURISMO 
. ' . 
... 
SE 0CE 
ÔNIBUS - TREM 
TURISMO' LEVA VOCE ONDa_ QUIZER E VOCE ESCOLHE 
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e-- --

~---~~ -~~ ----··· -,- 1 
-- 	- - - 
--------- 
ELOG os ao 
DE POLICIA 
Aproposito de 
fll.Jl! l IH li)' l') td,1 IH<;- 
1 :1 1 H 11,iJ .  li 1 HI • 11 • 
r:1. (
1
J1i d 'jll.l) eloyia. 
1,1)'. l' liOllll IJd~~t•;11.101, O' 
íJf'J r-11,.icJo d,· l'o I í ,·ta dr 
B<' J.1  i <; 1 ,1 ll 1 • l o1 i 1 
11 spo lanelista . 1 e­ 
cben,os corresponden­ 
l j , 1 d O !'> l"l )10 J' S l l l ( • l :Í 
)' i o dt• Sl')IJJ',ll)Ç.1 l'íi - 
blica de Mato Grosso' 
do Sul. Ili. -lt'l,O 
Parauassi e do biro­ 
t u r Ger 1 1 d" l'o I í:: i :i ' 
C11·il. l•r. Silliu 1 - 
r.111 d:1 C"ost:1 !l'lo. 
l.111 St'JJ ofí.:lo, o· 
!),-, J l t ' Í x n P:1ril,!.!ll.lS~1J 
<l i : q u t• "a s t' l' r e t a r i a 
Jc Sq:11rança l'iibl ic:1' 
agradece ·g referén - 
eia:s elogiosas endere 
adas ao trabalho dt• • 
nosso servidor. 110 s 
io da t·o11111n i <l:1dl' he l.1 
I' i s t t' n se . h t' mn o 111 o a s ' 
<lcst inadas :Í lnq it11i 
c;iio l'olícial C:i1il". 
.J;Í n llr. fra1, . 
diz que 'Manifestam 
nos re<: nhec idos pe­ 
lo exit alcançado • 
nos l raba I hos desen­ 
vol idos por aquele. 
·q11e h:í muito. pelas 
característ ic1s que 
lhe sao inerentl'S 
destaca a sua capaci 
dade para a fundaçiio 
policial, qualidades 
que semrre o tem co- 
loca!c em evidencia 
pcran t t' os csca J ões 
superiores. . 
Ressaltamos ain 
da, a forrn:1 e o meio 
[ qual 
Ili  IJ 
8. VIS 
Ji(j - 
, 1 1 1 - 
tl/ r onif tcu o -- 
tu justo te - 
lf
1
11hc, 11,1•11 11. q,a 
tanto palpita ' 
nos as aspiraçoet 
divulgando os 
bons présti os dt• 
um servidor ;up4 
e dedi ,.,do ·í q·gt; 
l':tllÇ,I d:t Cllnlllll I d:1 
d(' ;f (JII( ',. l'I (' - 
Serviço Avto­ 
omo de Agua 
e Esgoto- SAA 
e 
a.asa-s a atenuo para a [oral­ 
Jc nfcn:,s 11Y 11111/Sh. refl'rc11tc a en­ 
c.l:1. no estado e que se t·n,011tra de- • 
um motor marc;i mrrce,lt·,- he11z l',t:rcio11:Í­ 
rio, pot.:•m:i:i do 11<Jtor -5 ,''. 
i':rra m:rion•s d0t:rlhcs 1Tja Ec.lit:il • 
na Seção de Material e t rnnsportes. 11:i 
lh1:1 11~ dl' !111tuhro, 571. ate; u d i.1 
18. ll.,. 811. 
.JOll,I. 'llllllll, 
C..,lli'llllCI: 
ll. 
1 (. .1ll! C l J 
j >! }l  l d 1 
uds pl , 1( 1 11 i 
1 ' l S l 1 ,',! l•I 
:,/', 111> IC'''; - 
111:· ,ljUl.1~ ILIJ'I• 
l11i1-lht•, ,, <·lo- 
1os ora apre en­ 
t.1do-.. . 
. ~ ... ... 
Fll11TI. IR 
( .JLI ./1. 
t .J ( 1 
11,. 
1 /:1, 1, 
Querida 'te Nossa Senhora Aareida 'ó, q 
todos os dias. vos que .sois mais bela das Mies c 
11...-, ec-.i,1 todo O cor,a ao. l'II vos peço mais tua vez 
ude a alcançar esta graça por mais dura que_la 
a te vos te a)u b r ;Í r- e a 01.p:tnh.1r:Í s c r p r c 	.~, t1 
i n h a 	m o r t e . Auér. tear i Eai os$o e I A v e .ria 
três dias seguidos q:e lançará a graça, Puu, 
seguidos esta oração. 
o 5 dias 
1 )?1,)~ 1 
nos uia 
quer t J (1 
(J' 	·,- 
-'· 
--1 
rcs dias' 
IRL C.J'-!l' .S 
i'Alv Ili 1 1 1 1 I!< 
sc,t<'S :, l•e1r:1 c.l:1 irrit:1c:io. estiís c.lc: e 
u dcwn t. ce rr í I i n ". 
.. l'lt·1<• 0 Sl'I, ,ilo o 111:JÍ'- alto poss.í1·el. nesr:io qu_ 1occ o' 
ak:11Ke. os sl'u~ olhos. ,;c1r.pre olhar:1 o infinito". 
" . 'c1 d:id(• i r:r 
Portanto sej,,,; fel i: 
opera maravilha e 
fl'l icidade 
por que 
10cê". 
l' aqut'la que 
:, cad:1 n,i nutu 
l't'l'l 
que 
Jc. lJc11s. , 
passa ek 
nE .'OSSA Conceito de Trans 
--- - - - '-·-.- 
Cil1iOE 
SIIO 
uzeir 
QU, I..Qlll;R 
PARTE DO PA 1 S.' 
Sul 
te 
A CRUZEIRO no SUL. 
RECE 
SllA 
PA1S. 
, 
Ril'l11EZ 
CIWZl;f Rl) 
·OS SEU$ 
VOCE 
MEHCMOlt!A 
E 
no 
J OPORTUr,;JDJDE DE 
PARA 
EMPRESA DE ~ TRADTÇM. OFE- 
QlliLQUER 
E 
DESPACHAR 
• t:IílADE 
f-llETE ECES.Sl'H. 
·TRAQIJIL!DADE. USE OS 
DO 
i 
SUL. llMA 
SER'lÇOS 
TRAN~PORTAllORA QUE 
Cl.!ENTES. 
PROCIJ~E IIM IH: • r-.:oss,,s f..G1:M: LAS 
DA 
cor-;11Ec1

, 
MMA OE 
ECONôMICI 
ARNEY / DECRETO 
DílASILIA ,28 (EBN)-- O ProoldcnL Jo- 
0
~ Snrncy oeoinou Decreto Lei, d1Gpondo - 
c?brc a·, Inotituiçõo da Nova Unidade do - 
siotoma Monetário Braoilclro o do Seguro 
dcncmprogo. 
De acordo com o Decreto-Lei a nova 
unidade do Sistema Monetário Brasileiro 
d 1n
n1• ne Cruzado, restobele- 
passa a Ienom '- 
cendo-se o centavo. 
A INTEGRA DO DECRETO-LEI t A SEGUINTE: 
DECRETO LEI N8 2.283, de 27 de. Fevereiro 
de 1.986 
Dlspoe sobre a Instituição da nova unida­ 
de do SJ stem 1 Monetó.rio BrasEcil'O, do Seguro-De 
semprego e dá outras providências. 
• O Presidente da ~opÚblica, usando das a­ 
tribu!çoes que lhe conftjre o artigo 55. I e I - 
da Constituição Federal. 
• • 1 
DECRETA: 
ARTIGO I) - Passa a denominar-se Cruzado a ' 
Unidade do Sistema monetário Brasileiro ,·restabe 
lccido o centavo para design~se a centésima -­ 
parte da nova moeda, 
Paragráfo 1° - o cruzeiro corresponde a um 
milésimo do cruzado: 
Parágrafo 2° - As importâncias em dinheiro 
escrever-se-ao precedidas do simbolo CZ$. 
ARTIGO 22) - O Banco Central do Brasil im - 
cunbido de providenciar a remarcação ·e ·iquisição 
de cédulas e moedas em cruzeiro, bem cano a im - 
pressão das novas cédulas e a cunhagem das moedas. 
em cruzados, nas quantidades indispensaveis a subs 
tituição do meio circ,ulante. , 
Parágrafo I - As cédulas e moedas cunhadas 
em cruzeiros circularão concanitantéménte can o­ 
cruzado, e seu yalor paritário será de mil cruzei 
. . . - 
ros por cmzado. . . -' 
Parágrafo 28 -"No prazo de doze (12) meses 
a partir da vigência deste pecreto-Lei , os cru - 
zeiros perderão o valor liberatório :e não mais te 
rão curso legal. •• • 	- 
Parágrafo 3 - O prazo fixado no paragrafo­ 
anterior poderá ser programado pelo Conselho Mone. 
tário Nacional. 	- 
ARTIGO 3° - Serão grafados em cruzados, a - 
partir desta data os demonstrativos contabeis ,­ 
cheques, tit;ulos,preços, precatórios, valores de 
contratos e todas as expressoés pecuniárias que - 
se possam .traduzir em moeda nacional, ressalvando 
o .dispositivo no art. 35. 
, ARTIGO 4~ - São convertidos em cruzados,nes 
ta data, os depÓsitos a vista nas entidades fi- - 
nanceiras, ou Saldos das contas do FUndo de Garan 
tia por Tempo de Serviço, do PIS/PASEP, as con 
tas correntes, todas as obrigaçoés vencidas e exi 
giveis, bem cano os valores · . .monetários previstos 
.na Legisd:ação Penal . e Processual Penal, obedeci­ 
da a paridade fixada neste Decreto-Lei. 
ARTIGO 58) - Serão aferidas pelo Índice de 
preços ao cõnsunidoI'-- IPC as osêilaçoês do nÍJJel 
geral de preços em cruzados incubidas dos cálcu­ 
los a FUhdação Insti tuto Brasileiro de Geogra­ 
fia e Estatistica e observada a mesna metodolô • - 
gia do Índici._e nacional de preços- ao consumidor. 
. . . . 
. . . 
. ARTlGO 5Q) - A obrigac;ão reajustável do Te­ 
sooro Naclonal- ORTN de que trata a Lei 4.357,de 
l6 de jalho de 1.964 passa a denominar-se Obriga 
çao do Tesouro Naciooal- Ol'N e seu valor e de 106, 
40 cruzados; inalterado até 12 de Março de :)...987. 
Paragrafo (!nico -•Eln fção de estabilidade 
cruzado ficará inalterado o valor da Ol'N e apÓs, - 
doze (12) meses, se houver variação. do índice' de 
preços ao-i::onsunidor- IPC, para maior ou pda me­ 
nor, proceder-se-a a identico reajuste daquela o­ 
brigação em períods iqualos Estabilidade mo- 
, ~- 	.. ,. 
netaria, serem detenni.nados pelo Conselho Moneta-- 
rio Naciooal. 
ARTIGO 7) - A partir da vigência, deste De 
ereto-Lei, e vedada sob pena de nulidade,· cláu :­ 
sula de reajuste monetário nos éontratos de pra­ 
zos inferiores a llTI ano.As obrigaçoés e contratos 
por prazo superior a doze (12) meses poderão ter , 
cláusula de reajuste', se vinculada a Ol'N em cru- 
zados.. - 
DA cNvERSÃo DAS 0t 1 GA;ÉS 
ARTIGO 8) - Nas hipóteses, previstas nes 
DecI ·to-LI, de corverég do cruzeiro pe o 
cruzado posteriores a ·sta data, o fator re pec- 
Ivo aplicável será diário e circulado p la rrul­ 
tipl1cação da paridade Inicial (1.00 cruzeiros- 
1 cruzacio) curu1nt1vor.x!nte por l .0045 cada dia 
decorrido a partir de hoje. 
ARTIGO 99) - As obrigaçoés de pagamento 
em dinheiro expressa;:; em cruze~ros sem clÓUSo.la 
de correção moneuíria, c9J1-3ti tu1<1as antes deste 
Decreto-Lei, deverão ser saldadas em cruzados - 
no dia do pagamento, dividindo-se o montante crn 
cruzeiros pelo fator de conversão fixado no An­ 
tJgo 8. 
Parágrafo hntco - As taxas de Juros refe 
rentes a contratos em cruzeiros, inclusive juros 
de morã+·;incidirão sobre os valores em cruzeiro­ 
precedendo sua conversão em cruzados. 
ARTIGO 109) - As obrtgaçoés pecuniárias­ 
anteriores a esta data expressas em cruzeiros­ 
can cláusula de Correção Monetária ,perão rea.: 
Justaveis até esta data nas bases pactuadas e " 
assim convertidas em cruzados pela paridade do - 
paragrafo 1° do Artigo l deste Decreto-Lei. 
ARTIGO 11) - As obrigaçoês consti tuidas 
por alugueis e prestaçoês do Sistema Financeiro 
da Habitação convertem-se em cruzados nesta da­ 
ta, observando-se o valor real médio do aluguel 
ou prestação nos Últimos doze (12) meses, na for 
ma disposta no anexo I, utilizando-se a tabela - 
do anexo III (Fatores de Atualização) 
Parágrafo Único- Em nehuna hipÓtese a - 
prestação do Sistema Financeiro da Habitação se­ 
rá superior a equ1yalencia salari~ do rrutuário. 
.. 
00 MERCADO DE CAPITAIS 
ARTIGO_12)- O Conselho Monetário Nac1o 
nal,no uso das atribuiçoés estatu!das pela Lei - 
4.595, de 31 de Dezembro de 1.964, baixará nor - 
mas destinadas a adaptar o mercado de capitais - 
ao 'disposto neste Decreto-Lei. • 
ARTIGO 13) -- Sente os saldos das Cader 
netas de Poupança, bem ccxro- .. os do Fundo de Ga-­ 
rantia por tempo de serviço e do PIS/PASEPº ., terão 
a partir desta data, reajustes pelo indice de pre­ 
ços ao corisunidor institúido pé10 artigo 52 des­ 
te Decreto-Lei, em prazos a serem fixados pelo - 
.Conselho Monetário Nacional. 
ARTIGô 142) - Pode o Banco Central do - 
. . . 
• Brasil fixar per iodo minimo dos depositos a pra- 
zo em instituiçoés financeiras e pemitir que - 
elas recebam depÓsitos a prazo de outras, ainda 
que sob. o mesmo controle Acionários ou Coliga- 
das. 	• 
ARTÍGO 152) - Ficam· introduzida& na Lei 
4.595, de 31 de Dezembro de 1.964, as seguintes 
alteraçoês: 
I - Ao Art. 4 - Acrescenta-se -o -seguin-. 
te inciso: 
. XXXII i-- Regular os depÓsi tos a prazo en- 
tre instituiçoês financeiras , . inc.lusive entre - 
aquelas sujeitas ao mesmo controle ou coligadas. 
. II - O indiso III do artigo 10 passa a 
vigorar can a seguinte redação: :" • - 
III - Receber os recolhimentos compulsórios 
de que trata o inciso XIV do art. 4 desta Lei e 
também os depÓsi tos .vol~tários a vista das ins­ 
tituiçoés financeiras; nos tennos do inciso III 
e Paragrafo 2. do do art. 19 destà Lé'i., 
. II-Oiniso III do art. 19 passe, a- 
ter a seguinte redação: 	' 
III - Arrecadar os depÓsi tos voluntários - 
a- vista das instituiços de que trata o inciso - 
III do art: 10 desta Lei, escriturando as respec 
tivas contas., • 	- 
 
ARTIGO 16~) - O artigo 4 do Decreto-Lef. 
1.454.de 7 de Abril de 1._976, passa a vigorar - 
cmn a seguinte redação: 
. Art. 4 - O Banco Central do Brasil resta 
belecera os prazos minimos a serem .observados -­ 
pelas instituiçoês financeiras autorizadas para 
recebimento de depósitos a prazo fixo e para e­ 
missão de letngs de câmbio de acéite dessas. 
A.!fTIG') 
23 Dez, 'ro d 
Ju 
arbi rei 	t 
::;tdo , pt r • 
OTN'S (.. De I 
Novembro de 1,982) t 
no lucro 
de Jurno e dezembro de c a an 
salvo se demonstrarem ter pr te;do a poli+ 
de preços nos cri ·rios adotados pelos ó 
carpe'ent ·s do Ministério da Fazenda, 
ARTIGO 18)- 01 2 do artigo 43 d LI 
7.450 de 23.de dezembro de 1.985 p su a vira 
cem a seguinte redação: 
II - Excluir o rcnd1mrnto real e o dr • 1
0 
_ 
concedido na primeira colocnçÕo d
1
: título.; ~ o­ 
brigaçoes da base de cálculo de que' Lrntn o 
tigo 7, Decreto-Lei n° 1.641 de 7 de d.zurbro­ 
de 1.978, e dos arts. 39 e 40 des .a Lei. 
DOS VENCIMENTOS, SOLDOS, SALÁRIOS PENSOES E 
PROVENI'OS 
ARTIGO 19°) - A partir desta na a o salá­ 
rio rninimo passa a valer CZ$ 800,00 (oitoc nos 
cruzados), incluindo o abono supletivo de que .: 
trata este Decreto-Lei e restabelecido o reajus 
te anual para l de março de 1. 987, ressalvam; 
o direi to assegurado no parágrafo 1 o do art. 23 
deste Decreto-Lei. 
ARTIGO 202 ) - são convertidos em cruzados 
pela forma do artigo 21 , os vencimentos, saldos 
e demais remuneraçoés dos servidores pÚblicoz - 
respeitada a garantia, quanto aos valores ex - 
pressos em cruzeiros na data da conversão, asse­ 
gurada pelo artigo 113, III, da Constituição Fe­ 
deral e demais hipÓ.teses previstas na legislação 
vigente. 
ARTIGO 212) - Todos os salários e rerrune­ 
raçoés são convertidos em cruzados nesta data - 
pelo valor médio da remuneração real dos álti - 
mos seis meses segundo a fórmula do anexo II, a 
tabela do anexo III (Fatores de Conversão). 
Parágrafo Único - Sobre a remuneração re­ 
al resultante em cruzados será concedido abono 
de 8% por cento (oito por cento). 
ARTIGO 22°) - Fica restabelecida'., a anua­ 
lida.de • para os aumentos de salarios, veniment 
tos, soicÍos e remuneração em ·geral, ressalvados 
os reajustes canpulSÓrios institu1dos no artigc>­ 
subseque_nte. e conservada a data-base para a Últ 
mo ·aumento semestral. 
t' 
. . 
ARTIGO 23°) - Os salários, vencirrentos, - 
soldos e remuneraçoês em crúza.dos serão autorat! 
câmente pela variação acU'll.l.lada do Írldice de pre 
ços ao ccihsuniàor, instituido neste Decreto-Lei 
toda vez que tal aclll?Ulação ultrapassar 20 por - 
cento (vinte por cento)ao ano, g partir .dada­ 
ta da primeira negociaça dissiio ou data-base 
• : .u l g 	ia° 	• 
de rea::)uste, posteriores a vigencia deste Decr- 
to-Lei ;;-r:,;_ ~ ·, • 
• _ '+ 
Paragrafo l--Se-a vaia;ao acumulada, a- 
partir destà data , ultrapassar 20 por cento': 
( vinte por cento ) antes da prÓxima negoci~ 
diss1dio ou· reaJuste, o sal! . • cruzados S 
rá ·reajustado no mesmo nív- . ,utomaticamente, 
O reajuste automático será cor.siderado antecipa 
ção salarial . 
Parágrafo 2 - Incluem-se no regime de rea- 
• juste automnátio: as pensos e proventos de a - 
posentadoria. • • 
» 
ARTIGO 24°) - .A negociação coleti~ e ar.i--­ 
pla nao estando sujeita a qualquer limitação po­ 
dendo a revisão do valor dos salários ser objeto 
de livre convenção. 	'• • 
ARTIGO 25°) - Nos dissídios coletivos não 
será adi tido aumento a titulo de ·.reposição sa­ 
larial, sob pena de nulida.de da ~entença. 
Parágrafo hnico - Incube ao Ministério­ 
PÚblico velar pela observância des~a norma,· po- 
dendo, para este efeito, interpor recursos e P ' 
mover açoés rescisórias contra , as decisoês q° 
a 1.nf'ringirem. 
INUA .••

' ,, ,l 1:, 
CONTINUIÇ 
I 
~ i!:.!5.0..fJ. 
00 SE.C,lJ!!O--Dí·:SFJl!:'.!<H:"2 
ATIGO_ 26·) - Ftea institvtdo o oure-1 
enprego, com a fln:,l!rJ:ulc cl•• prcv r sslrci 
financeira emporarí, ao balhador desempregado 
em virtude de dispensa em Justa causa, ou por - 
par·;:ú lzoço.o t.otnl ou p·u-c!nl, drw ,1Livld d do - 
cmprador. 
ARTIGO 27) Terá dlre 
nerie G imor cL 
encha os ccguint, s rcqului o:/ 
I - Haver contribuído para a previdência o­ 
clal, dur~ e p lo menos, 36 (trino e seio) :n-,­ 
aci;, nos ult.trnoc quatro anos. 
II - 1'cr com;:,rovado a condição de 0.5.''llnrindo 
junto à pessoa jurÍdicn de clircl to PÚbllco Oll Prl 
vado, nos ÚltinXls seJG (6) 111escG, m,,dion c l"('gic-=:­ 
tro na carteira de trabo,lho e prcvidêncta social. 
III - Haver sido dispensado a mais de trinta 
(30) dias. 	1 • 
.o n JY•rcc pç Õu do 
n,·t. 3 ) qut· (Jr<<- 
ARTIGO 28
9
) - O beneficio sera concedido - 
por um perÍodo IOOXirno de· quatro (4) lllCSCS ,10 tro.­ 
balhador desempregado que não tiver -renda própria 
de qualquer natureza, suficiente à rnanutcnç3o pc,s 
soal e de sua familia, nem usufrua de qualquer be 
nefÍcio da Previdência Social ou de qualquer ou- - 
tro tipo de auxílio desemprego. 
Parágrafo l - Será motivo de canccla'l!Cnto - 
do seguro desemprego a recusa, por aprte do desem 
pregado, de outro emprego. 
Parágrafo 2 - O trabalhador sáncntc poderá 
1 
usufruir do benefício por quatro (4) meses a cada 
período de dezoito (18) meses, seja de fonn:i. con­ 
tínua ou em períodos alternados. 
ARTIGO 29
2
) -e valor do seguro a ser pago =n 
salmente ao desempregado corresponderá a: - 
I - 50¼ (cinquenta por cento) do salário para 
aqueles que recebiam até três (3) salários mínimos 
mensais. 
II - 1,5 (uh e ~io) salário minirno, paro os - 
que gãnhava-n acima de três (3) salários minimos 
mensais. 
Parágrafo 1 - Para efeito de apuração do - 
valor do benefício - será considerado salario o 
valor médio dos três Últimos meses. 
Paragrafo 2- Em qualquer hipótese, o valor 
do benefício poderá ser inferior a 70 (setenta·.por 
cento) do salário minimo. 
' ARTIGO 30°) - As despesas com o seguro-de - 
1 
semprego correrão à conta do Fundo de Assistência 
ao Desempregado, a que alude o art.4 da Lei 6.181 l 
de 11 de dezembro de 1.974. 	. 
pará_grefo Único - Durante o exen:ic!o de - 
1.986, 
0 
beneficio será custeaõo pelos recursos_­ 
provenientes de créditos suplementares, que ter? 
cerno 'fonte:· 	_ 
I - o execesso de arrecadaçao., Ou 
II - A anulação parcial ou total de dotaçoês 
orçamentárias ou de crédiots adicionais autoriza- 
dos em Lei. 
O 
·Poder '•Executivo dentro_ de 
ARTIGO 31
9
) 	" 
trinta (30) dias contados da publicacao - 
deste Decreto-Lei, constituira com1ssao - 
a ser integrada por representantes gover- 
d 
,; e tt"abalhadores, : 
namentais, emprega.o. 
- do M'nisterio do Traba- 
sob a coordenaçao • 
formular oroposta desti 
lho incumbida de 	• - legislativi 
b idiar a elaboraçao 
nada a su s 	t 
1 
do seguro-se- 
h sobre o cus e o 
que dispon a . de 
1
?de janeiro de - 
semprego, a partir ib ição da união,dos 
1.987, mediante contr bulhadores sempre- 
e dos tra a ' - 
empregadores. • Fontes de recursos. " 
juizos de outras 	_ .. 
22
) _ As disposiçoes P:rti­ 
ARTIGO -- ,ãesemprego produzirão e­ 
nen tes ao seg,uro d ta de sua regula­ 
feitos financeiros na ª. de ~té sessenta 
- j prazo sera 
mentaçao, cu __ 
0 
licação do presente - 
(60) dias apos. a pub • 
Decreto Lei. 
Aplicam-se as disposi- 
ARTIGO 33
9
)- ro desemorego ao 
- . t ao segu • - 
çoés pertinentes Adquirir a condiçao 
vier a a 	- 
trabalhador que •. regulamentaçao a 
de desempregado apos a 
artigo anterior. 
que se refere 
O 
, 
1 
D1sros1çOEs GERAIS 
·e r 
' j 
1 	' • 
valores em cruze!ros, 
zado n forma da leis 
cad um, e convertido: em cruz do 
data pela paridade legal, mm prejuízo dui 
juros e dos pos .eriores pela OTi em cru -­ 
"' iro:,. 
ARTIGO 35°)- Os orçamento: públicos 
expressa .a e6zeros sómente serão con­ 
v•·r· Jrlo:. 1•m cru;,•1do1; <ll-po!i· de culcul·d - 
a respeciva der;ão sobr o saldo de - 
despesas e remanescente de receitas, em 
cada caso e de maneira a adapta-los a es­ 
tabi lidade da nova moeda. 
ARTIGO 36º) - Todos os preços, ln­ 
clustve aluguéis residenciais so expre 
sos cm cruzados e ficam a partir desta 
data. congelados, nos níveis do dia 27 de 
fPv~reiro de 1.986, Hdmitida & revicao - 
setorial e temporária pelos órgaõs federa' 
is competentes, cm função da cstabilidado 
dn nova moe:da ou de fcnÔ~?enoi:; conjuntura­ 
is. 
Par·ágrafo Único - O congol;mento - 
previsto nesta artigo poder6 ser suspen­ 
so por ato do poder executivo, na forr.,a - 
disposta p.-lo :-,~gularnento de.;te Decrctc­ 
Lei. 
ARTIGO 37°) - A Secretaria Especial 
de Abastecimentos e Preces - SEA?, o Con 
selho Intermintsterial de Preços - CIP , 
a Supcrin tcndênt ia llac ionol de Jbas teci­ 
mnenO- SUf!J5, Órgii:os do ~,inistério da - 
Fazenda, o Conselho de Defesa do Consumi­ 
dor, a Pol Í.cia Federal, Órgão do iiinis - 
tério da Justiça, exercerão vigilâr.cia - 
sobre a estabilidade de todos os preços 
incl idos, ou nao, no Sistema Oficial de 
Controle. 
ARTIGO 389)- Ficam os Ministé:-ios 
da Justiça e da Fazenda autorizados 
a celebrar irncdiatameri:c. com os Go­ 
vernos dos Estados, Municipios e 
Distrito Federal convênios para a fi­ 
el apllcaçâo deste Decreto - Lei e - 
para a defesa do~ consumidores ,o~ 
,,1 
if. 
.. 
" 
~~~ 
t%.é 
4 
AS Di:'.C!CY.S LIA 
COZINHA fl'T e. IR. 
i ore, x - 
ti.ANDE: VÀRED. 
r3 ira 
"""" .... 
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Sr E» zs a 
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••==c:::l• .. 
.ama ::a=- a.e:» 
voe{ . NÃO ,., 
coNHEcdt A 
IRA ELA 
DE D='. lí?ERI':'1' 
Vi::IO 
ARTií.O 40ª) - Nr>stc pr! ,•J !ro 
,J • curso da nova moeda, tendo em 
vJsta. n trunsiç-oda:1 lndt•Xi'lçoc.:;,,r,t:_ 
riores para o regimne de estabi .ida 
de do cruzado, fica Fundação Ins­ 
tituto BraAilciro de Geoarafla r Efl- 
tatistica autorizada a proceder 
conversão dos dados Já calculados em - 
cruzeiros, para efci o de afeiç~o dos ni 
vrin reais de preço ao consumidor inRti 
tuido por ente Decreto Lei, nu forra de 
instruço~s a aerem baixadas pela Secre­ 
taria de Planejamento. 
Af<rIGO 412 )- O Paga-ncnto dos tr~butos - 
cujo fator gerador Já ha.ver- ocorrido a c!.."lt.a 
1 
vigência deste Decreto-Lei far-se-a de acordo­ 
com a paridade fixada no paragrafo l do artigo- 
1. 
Pá.ragrafo hn!co- A declaraçoés de Impos­ 
t.o de Renda neste exercício e refe:-en s ao A­ 
no-Bo..-.e de 1.985 :::erâo elaboradas no sistema an­ 
tC"rior, sob a leg.!slaçâo aplicável, conver;,:nóo' 
se para cruzados o resultado fé:naJ. pela paridap 
de 1.000/1. 
ARTIGO 42°)- As prstacés do ,,Sistetr.a­ 
Financeirsda Habitação vinceda no rês de 
ço de 1. 986 são convertióas pela paridaàe _le$<11 
do artigo 1, par.:igrafo 1, r.ão se lhes a;,licaridQ 
o sistema de conversilo previsto no a:-tigo 11. 
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 
ARTIGO 43°)- Dentro de trint.i. (30) dias 
- o Presidente da RepÚblica regulaxnw...rá este D;:_ 
ereto-Lei ressalvado o disposto no art.igo 32. 
ARTIGO 44°)- Este }.)ecret.o-Lei entra cm 
vigor na data de publicação,revogacos o art.47 
da Lei 7.450 de 23 de dezembro de 1.985 e todas 
as cernais disposiçoes em coni:rário. SRASILIA em 
27 de Feverei::-o de 1986; 165' da In'.lependência 
e 98' C:3 ~pÚbl1ca .. 
PRECISA !R 
DELrr • .rosl .. 
• ATE 
vos, 
, , 1720-ENTRE MAR'CAJU E l:ÂJ':OIDO AAIANC' 
mfilAs 
comoA - 
"' • 
VOCt ·"*• 
CP.OPPI!'HO GELADO; 
VINHO DAS ~LHORES 
ROCES:CIAS E 
.:"TÀBUA Di:: FRIOS E 
0UEIJOS" UMA 
USIVIDADE ' GERAES. 
-

ILDEFONSO: "PMDB E O PARTIDO OI. VERD DE, DO OVO, D 
MUDINCAS, E REPRESENIA O R ISIL DE HOJE E DE AMINHi' 
,--- 
IlDEF('illSO PINHEiílO 
O Ex-Prefeito de Bel:> 
Vista, Ildefonso Pinhéiro 
aturu Presidente do DIre 
tório l"unic1pal do PMDB- 
ralou oriLcm, cocn ex­ 
clusividade, à reporta 
gem de a TIUBUN/1 Oi - 
FnONTEIRJ, 
JORNAL TRIBUNA Oi FRONTEIRA 
Fundado cm 20 de Fevereiro de 
1. 972 - Registro no Cartório de Ti­ 
tules e Documentos ne 35. 
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1 
Representante em Brasil±a:'futura Canu­ 
nicaçoés e Repres Ltda-SBN- EC.:.fug2 Paulo 
Mauricio Sala 1113- Brasilia - _DF 
Representante em Carpo Grande: Art e 
Traço. 
-Filiado a ADJORI E ABRAJORI 
✓ornalista Responsável: Ivaldo Pereira 
.-U jomal do Grupo Rerie Belavistense de 
Jornais Ltda- CGC.MF.15.513.203/001-Inscri­ 
ção Estadual-28.219.003-1- Editora dos Jor­ 
nais Tribuna da Fronteira,O Laguennse, Tribuna 
Murtinhense,J. rie Antonio João e Correio Jar­ 
dinense. 
' PARQUE ç,,.:' , Cr,: Rua da RepÚblica n9 268 
B.Vista-5 .S, Fone: (067) 439-1410. 
Enfoca lo a naté­ 
r1, Lu fria na Trltu­ 
na d: Frontei a d 22/ 
2 a l de março, er a 
qual o vereador Marce 
lo Calvano diz que - 
"o P!'!'B ~ o pru:-ll<.lo :. 
d mentira!' Ildefonso 
disse: 
11 
ln sde mais nada 
,j pn'•clr,o f·,v,r um rc­ 
trospecto o da histo­ 
ria do nosso partido. 
llo rÍodo de 1. 964 a 
1. 983 canbntc:1110$ o re 
p,ime arbJLrÚrio, di~ 
Dr. Wilson Barbo­ 
sa Martins é um hcmern 
sério, de moral iliba 
da, hanern que sofreu 
na carne os problemas 
da ditadura, mas tal­ 
vez, por ser um homem 
de diálogo é que hoje 
alguns trânfugas che­ 
guem a chamá-lo de rnen 
tiroso. Além de falta­ 
de educação, isto é pa 
ra.mim, a essência d; 
ridiculo. Não vPnho h6 
temos sido coeren es - 
can as pregaçoés d no - 
cráticas de nossos maio 
res. Esta lula continua 
e n.:io é só de pol í icos 
do PDB,é de empresári- 
je à Imprensa para re~ 
pender as insolentes - 
palavras de Marcelo Cal 
• van'o, q que taco é de- - 
fender princípios e não 
adi to que ataquem o - 
povo brasileiro, hoje - 
unido na NOVA REPÚBLI- 
. CA, defendendo a nossa 
soberania. 
Quando o ve 
reador critica o 
PMOB do povo e- 
1·e está critican- 
WILSON É UM HOMEM SÉRIO 
do a Nação Bra­ 
sileira. 
O Governa­ 
dor· Wilson Mar­ 
tins e um ho - 
mem séri o , rne re 
ce o respeito - 
e a 
çao 
nós', 
PMDB 
considera - 
de todos 
sejamos do 
PT , PDT 
PFL , ou PTB ,­ 
suas· intençoes - 
sao p•:··-e o 
Em Defesa do Prefeito e de 
um Estilo de Admillistração 
O que e que que 
ria o vereador Cal­ 
vano? Que o Prefei­ 
to Abraão abrisse - 
as portas da Prefei 
tura para apanigua­ 
dos? Que usasse os­ 
cofres da Municipa-­ 
lidade para festas 
e rodeios? Não, ve­ 
reador, você a exem 
plo de outras pes­ 
soas, se enganou re 
dondamente. 
O prefeito A- 1 	.,,,,,,e=,1 
, 	' 'braão não ·precisa - 
do cargo para-subir 
0 BOTICÁRIO 
na vida, não preci­ 
sa usar de seu car­ 
go, ele foi eleito­ 
para servir o povo­ 
e, isso ele fará e 
já está fazendo. 
Pode ferir a­ 
té mesmo alguns co~ 
panheiros que nao - 
entenderam a sua 
rnensagern,sirnples 
e honesta,ele - 
não está na Pre­ 
feitura para 
servir a grupos­ 
ele servirá O - 
povo que o ele 
geu. 
RUA -·ANTONIO MARIA 
COELHO N 446 
~••PROPRIETÁRIAS** 
MARIA JOSÉ -E MARIA 
Es.TER 
•• VISITE-NOS PÔIS A SUA PRE­ 
SENÇA Nos,oARÁ MUITO PRAZER,ES 
TAMOS ESP.ERANDO ••· - 
- BREVE VENDEREMOS ROUPAS DAS FA 
MOSAS MARCAS "VDIJON E PIERRE CAR 
DIN" - BELA'V-ISTA - MS 
***FONE: 439 - 1010 *** 
• 
PM. D OftS FOR· 
Mas E DO POVO 
No dia 29 
Presidente Jos ' 
Sarney lançou um - 
repto à Nação. Va­ 
mos mudar o Brasil 
.juntos, sornando es­ 
forços, cada cida­ 
dão é um fiscal do 
gove_rno. 
Veja vereador 
Calvano, analise 
bem o PACOTÃO do - 
Governo, não e - 
igual. aos pacotes 
anteriores, este - 
e um PACOTE pa­ 
ra o povao. - 
programa de Gover 
no. Outros virão.
7 
Entre estes à· - 
Reforma Agrária e 
chegaremos l'á, ob 
jetivo maior, SAÚ= 
DE e EDUCAÇÃO 
gratúita para to­ 
dos os brasilei, 
r 
ros. 
$"7 3s 
esperança, 
que ele preen­ 
de e edificar . 
un novo ESTADO . 
mais Justo, livre 
resp7nsável e 
de os polí Icos 
demagogos, carre! 
ris tas não mais 
u til i ,em de S€US 
cargos para a - 
tingir a rique - 
za fác 11. 
temo&.. 
Calva- 
no;e -por tudo 
isto .é que di - 
go: MENTIROSO E - 
VO,CÊ, e o pior. 
dos mentirosos - 
_pois está rnentin 
do para si mes­ 
mo. 
: Finalizando- 
Ildefonso .disse: 
e vocês da ,TRI­ 
BUNA DA 'FRONTEI­ 
RA que passaram­ 
maus momentos na 
Assim como 
precisamos de te: 
po para colher - 
urna lavoura, pre­ 
cisamos também de: 
tempo para colher­ 
os frutos da Adi­ 
nistração Abraão. 
Espere e vera. 
Dij::?-àura, cenh:i­ 
'C reza, volta 
rão as suas -~­ 
rigens,fazendo " 
jornal ismo para - 
o povo, pois - 
que ro: 1?: 
nunca deixara 
ser PMD. 
L:SIA 
NE Dos ° 
JORNAIS 
REDE . 
LEITORES 
e.7 
Qualquer irregularidade <c:l 
trega deste jornal favor co:zun- 
pelo tefefone 439-1410. 
A DIREÇÃO

o ·, 
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!!EGO :,C,ll 11S 
C,\ll',/11, l'OL TT I L 
Segundo suas 
própi-i.is p;1Javr:is o 
refeito Abraão a­ 
carias está com Mar 
celo Miranda Soares 
C COll1 O 'COVL'1"110. !.Ó 
gico e coerente, 
l'OR ()ll lltll L,IH) 
o pccu:,ristaLd­ 
som Moraes, presiden 
tL' do 'Sind ic.1to Ru - 
J'"l J d l' lk la is ta 
e.' que ajudou muito' 
na arranha de Abrao 
)tillt ,. • .,.-('!"i :-iut ro:-- pc 
cu.ri stus. está co 
1./;Jio C, !!r.:--. Log:co - 
i..:- e t'l.." rc :. : i.." • 
Ili :l'll <jlll o l'I 1. 
esti se entendo, n:1 
e :i p I t ;i l . ,· ,. 1:1 n l''lll h 
1, éOJ:!0 l' ljlll' ",/ l f j 
ar nas bases' Lu ' 
não sei. voe sabe' 
JOO II CEI lllt 
'ili i t os peemede- 
hist,1-< L pi·telist:1s 
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L) 'ice J.!O't't - 
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que assumirá o c;o.: 
verno em .11:,io este 
' e ' :í r ias v e:: e s em 
!IL'!:1 'ista. llesJc· 
a sua c.1ndid:itur::' 
:, deputado Rarez ' 
visita a nossa ci - 
d:idc . :iqui tc-m 
Grandes amigos e ' 
:-.cm d1Ívitla algu111;1' 
l~O C'SCJUCCeriÍ :1 
nossa Hel:1 'ista. 
EM DEFESA DO HOE!'' 
que o 
5:r r11cr 
Estão descend- o [p? 
a ripa no Governa - 
dor - tudo ror c;,u, 
-.:, do :isf:1 l i:o-eu a­ 
c rdd iro quc:·o mc·si:10 
sairá ainda esta a­ 
no. () í.c;irernador.-. 
11:iu ê Jlle:11t ! roso, i:' 
11m homem Íntegro 
acontece que f:ito~• 
nol'OS surgem que 
:is 'e;:es. o <li to fi 
ca pelo não· dito.:·­ 
'las o asfalto sai. 
!li (',Ili)['' ( J,{ 
lg uo alguns • 
po l 11 iu,-: 11 l'l l . 
estao de batuca pra 
ver que lado a or­ 
d.1 (' 1 :i l forte nr 
J)U ll d:1q11cl1• J 1,
1
1, 
Acon e (' '{IH' l  I• ... 
7es a corda par 
forte. mas nao é. y 
o e., ra danc :r ... 
l'OSS,11 l 
Nosso amigo e 
grande co I rtor.1d, r 
Os v :1 Ido !'os s .1 ri . d 1 
rcror d., 'i ação CnJ 
:eiro do Sul s,í e:: 
t;Í cspcr:111do o iní 
cio e teriino da ' 
Jl:l'll:ll'llt:1ç.:io :rsf:Íl 
tic::i de Bcl:1 'ist:i 
a .Jardii:1 p:ir.1 coll 
car a I inlt;.1 ônihu< 
modernos L' luxuosos 
Os Ônibus jií cs~iío 
na garagem... so 
falta o ::isfalto. 
CRUZ CREIO 
V'oces viram. 
!'residente 
ft': C-01:l 
na0 
" l ' :r ;1 
L!CA. 
, ! ,, I () , O l:C. 
O prefei.to de 
l'ar:111:iíba. um líder 
1á no Bolsão. aderi 
tambem á candid 
tur:i de I.Údio roe 
lho e Pedrosii:in. 
Devagar. devagar. o 
homem vai subindo 
V,CJS 
.-~~ n: 6lh~ o- 
-i .!te acabou• 
NOS C0.1 'OCí:. 
PRE(O DO EXE'- 
--. 	PLAR czs 
'.:io que eu sej :i 
2,00 contra os "bois" .. 
LJNCIONAND'O EM NOVA~ !Viu..... dinv INSTALA- 
ÇÕES: ÁLCOOL- DIESEL- GASOL INA- 
1 _AVAGE·I! DE CARROS 
RUA BARÃC DO LADARIO·S/IN 
• FONE:439-1025. 
BELA VISTA MFf' 
RLPO mo. qualquer hora 
dessa vai dar u 
des:ist re de arre 
piar os coholos. 
1. é estrnda ' 
federal .... Olhem 
a 'foto e compro 
't: m .... 
LEITOilES 
Qualquer ir­ 
regul:irid:idc na - 
entrega <leste 
jornal favor ço­ 
municar pelo te­ 
lefone 439-1410 
A DIREÇÃO 
JORNJl. TRJllUIA 
DA FRONTE [ Rl 
HÃ QUJTOR:E A-

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,.,.1lh" JC; U/1~1 J i, di 1,K11i- 
l C' 17.C'• COII, '- ,,. 	· L( li' 
O (.,, ·1 l lÁ:n~·ror.o e .J:1nNc i'mcnça "? J' ;1 , • 
111 , •• 	- l • o l te 
[arabens, extensivos aos avos e bisay ve1 • 
IJrA 
Que calor, imaginem vocês. porque 'sauna' 
ataita'' passa_centenas de alunos diariamente. [ j'T,l u d 'd·!-. 	• 
que a maioria de nossas escolas nio possuem ven­ 
t'ladores de teto: .Jii que o governo n:10 tun !nte - 
hésse nenhum pelo bem éstar dos' alunos, poderiam a4 
ir tiladores com o dinheiro arrecadado em 
qu 1 r ven ° • 	- 1 J , <l • 
1
,1o111oçôt!s, 1.:x: Festus Juninas: Isso so c~pen e º, 
illtercssc da Direção e AUM da Lscola. Cito como 
exemplo a l.:sc. Ester Silva, la existem Ventilado - 
res!' 
Lií no Vera Guirnari.ies, t ambcm hii 'e~ti lad~ 
res, só que 11iio inslnlar:1111. Snbcm Porque? !·alta 
Je interesse: 
E NO DIA 
28 iniciando os jogos da Copa Morena cm '­ 
Bela Vista. • 
MUITOS 
Jovens de outrns cidades lutando com gar 
ra pelo· seu time. 1: isso aí, vamos prestigiar ' 
essas promoções: 
OOlITlQUE 
O Botícario Cheiros da terra .. conseguiu 
t;..tra a nossa Cidade a representação',exclusiva 
fuis tamosas marcàs Dij on e Pierre Ca rdin. Brc - 
ve ... breve... as empresárias M.:iriu Ester e 
Maria José estarão com muitas roup.:is dessas eti­ 
quetas para sua grande élientela. Aguardem! 
SEM QUE MELIIORJ? 
o encanador e~tá entrando relo cano .· 
O padeiro esta comendo o pao que o diabo amassou 
O coveiro esta se enterrando em dividas 
O professor- está _diante de um quadro negro 
O açougueiro esta sentindo o problema na carne 
O sorveteiro esta entrando numa fria 
O metalúrgico esta levando ferro 
O dono de casa lotérica perdeu a esportiva 
O fannacéutico está achando a vida uma droga 
O dentista está tapando_, buracos 
A manicure ficou na mão • • 
O pedicure deu no pé 
0 médico não vê remédio para a situação 
O fazendeiro está vendo a vaca ir pro brejo 
O leiteiro está chorando pelo leite derrainado 
O co turei 1 <l I tá 
0 10,{llllff l.LÍ L.1.ll, 
O elétricista esti tendo ch o qu 
) suinocultor as ha que tulo € 
- 	- 1 
O dermatologistaesta sentindo a ri 
pria pele . 
O engenheiro esta cngenha nd o u me io <.· p., ' • r 
uas o1tas 
O veterinário cs i ma ando cachorro a r1 o 
A manequim está de tanga 
0 barbei rn botou as barbas de 1'10ll,o 
o fotógrafo 'está perdendo a pose 
0 arquiteto virou argui. Perdeu o teto. 
0 escafandrista esta na basg do sufoco 
o--vcnJc<lor de miudos cst.1 eh,., a lingua de fora 
o historiador está perdido no ter. po 
O astronauta está. perdido no espaço 
0 <loa<lor de sangue ja deu o que unha que tlar 
O advog;1do est,Í apelando 
O psiquiatra acha tudo uma loucur., 
o reportcr esta rn:! ul t uno furo . ,, . 
O frnlicul tor sta chorando pitangas 
O piloto de planador está.nlo de brisis 
o fabric:mte de vinhos foi para o vinagre 
O sapateiro hidráulico foi por ãuas abaixo 
o rcflorcstador esta no mato sem -:..'.lchorzo 
o vcndctlor de explosivos deu o e .ouro na praça 
O juiz está pcr<lc~do o juÍz? 
/ telcfonist.1 esta por um fio , . 
o dono da funerária es t:í rçxó <le fome 
O carpinteiro botou tudo no prego 
O s.:ilta<lor est5 pulando miudinho 
O nadador não come. !ada. 
O poceiro está no fundo <lo por? 
O pintor está trabalhando no vermelho . 
A doceira cst5 cortando um tlocc para sobreviver 
O marinheiro está a ver navios 
O relojoeiro está com tic-tic nervoso 
(D borr.:ichéiro esta na ultima lona 
v avicultor cst ánuma sinuca-de-bico 
o minerador não sabe on<le achar o cobre 
o mensageiro não está dando conta do recado 
... E 
O político está devendo pacas: 
promess.:is é divida: 
SE!H)RAS !JONAS D!:. úSI 
Nós desta coluna lhes fazemos um· apelo·' 
ao 'fazerem suas canpras ~ ·: solicitem lota 
Fiscal pois uessa maneira estarão salvaguardan­ 
do seus direi tos e seu dinheiro.eça nota para 
qualquer tipo de compra e se _n.1 _p:oxtma C<;m1:ira' 
os preços tiverem alterado,. e so 1r a Policia , 
levar a lota e provar a fraude. porque como sa 
bem, todos os preços foram congelados e se cada · 
um~le nós fi:ennos isso estaremos colaborando ' 
com o Presidente dq_ República e pondo na c.:i<lcia 
e multando os maus comerciantes. Pois afinal.se 
eles não tem medo de aumentarem quase toda sema 
na os preços, porque é que teremos medo de de.­ 
nuncía-los ?' 
E O ORELJLII.O 
• 
Qa Vila do Previsul? Dizem que a Teiemat-, 
retirou e os moradores ficar.:im a ver 'navios" . 
pois_ o mesmo _era de suma importancia. já que lá' 
quase ninguem.possui telefone cm sua residencia. 
Mas vocês da Vila do Previsul mo tem sorte mes.,. 
mo: a água é coisà rara 'e agora o Orelhão ... lem 
bre-se bem: Novembro h.:iverá cleiçãcr, com tudo T 
Uma órbita inacabada 
Uma plnt morta levada pelo vento 
Um out:,no ,marelo como tantos outros 
Uma vigem que chega ao fim 
Um sorr:so norto nos lábios 
Uma ardi!h1a 
Um destino ... 
Uma pena ce~da da ave ferida 
Um espinr.o ferindo-a , 
Uma rosa br;;-.nca tornando-se pur:,ura 
Um amor trandformado em Ódio 
P A R A REFLETIR 
( LUCILEIE BEARARI) 
Sorrii, pois o·sorriso oper~ e~ 
voce maravilhas. 	~· 
. -· ,,. 
Abra a Sua Porta para o Requinte-e 0Bom Gosto 
JERRASUL • MÓVEi 
.... 
SUA Rl:SIDÊNCIA .OU l:SCRITDRI0 MERECE. QUALlDADE ACHJA D.E TUBO, 
JRTI:.. REQUINTE E BOM GOSTO:' ARMÀRI0S, GUARDA ROUPAS EMBUTIDOS; 
COPA, COZINHA. MVEIS FABRICADOS COM MADEIRA DE LEI !:. f-ORMI- 
CA- DllRABll.:IDJDE. , 
•• SERRASUL MOVEIS ••• 
RUA DA r~EPÚBLl_çA N. 10~ FONE: 439-1296 
•• BEL·A VISTA fvíA TO GRo·sso DO SUL •