VER. DO PFL POLÍTICA N O Vereador Ivan Mau que dise, secunda fel ra, na Cmura Municipal qu• • o refeito Abraão­ Zacarias "vem paulatina 1 dL • qu " o I rc· - l'••JLo crnvJ,l?u o. - vereadores para tu - diálogo, n seu ab!­ n" • . diz; mlo -o, P .rbo 1 fo - l"ll.1 dem!tidos por Pl:.H­ SEGUIÇi:O POLÍTICA". NFSTOR DEFE DE O Vere.:idor Hc:;c.or.:. Alrr.::tda, do f-1-DB de!'en­ deu as ntltudes do pre fe 1 to a.f J rrr.ando que ;;; d missoes são nonnais­ qu:mdo nssune un novo­ prefelto, ele substitui funcio~ários de chefia por pessoas de confia:0_ --. . Disse tarrbém que - ( OPA MORENA DE FUTEBOL DE SALÃO =BELA V STA É CAMPEA Bela Vista se­ diou no perÍoào de 28/ 2 a 2/3 a Chave da VIII Copa Morena de Futebol ~e Salão, cana parti- . cipação das equipes de Ar.tonio João ,Mzigsul ( re presentando Ca'llpanário) e Cerealisca JÚnior , represem:a'ldo ?onta Po..:· ra. 'ais una vez o Fu­ tebol de Salão de nos­ sa cidade .se destaca­ entre os demais -', do E:s tado, sagrando-se ca-npeã áesta primeira­ chave, A solenidade dé a!:>ertura contou cem a las serao afixadas nos es½abelec1men­ toa comerciais e - divulgadas pela I prensa,para melhor conhecimento caco m7unidade em geral. presença de autoridu 25 locais e de outros muni clpios,cntre elas o Prg fC'ito de Antonio João Iber Xavier, o Vice P~ felto de Bela Vista Ro­ scvel);e Lino Garcia e - vários vereadores qu - fora tu quadro de cet ers de f . .:r.clt r'3.r.!_ o.,,r. da d.• ,:()::,·•. OJ:mto ru criticas dos vereadore Iv;m r, Calw, no,a re pe Ho do FC1'5- Nes O r disse que "desd 1. 972 ex!ste ·ste pro­ blema".O Ve dor do - .:DB falou tnr.i,.:,r, que - " Prc fci tlJra ~ ccrio urlú epresa, demissors são - no!l'lais, fcrom todél.3 por Justa causa. É i.cFJrrIRA O Vereador Ivcn dis se que era "mcnt1ra, to­ dos fora demitidos sem justa C.'..llIBa,pura persc­ guio rol{rica,uma ver -Antonio João O Bela Vista 3. -Ar.tonio João 7 X 1-:ag- - Antonio João 1 X lJa& sul 5. sul s. -Magsul 2 X ae1a Vis - -Bela 11 tã 6 Y. Cerea- ta 8 (Carrq,eã) lista Júnior <1 .. NA PRÓX..Il-;, rnI _ -Ccrealista Júnior 4 X ÇÃO A R=PORTAGEJ"i _ foram prestigiar o tor- l !agsul 7. (aPLETA •• , ~-o N A e  M A E . e· o TR A A e o R o o - C MOPMDB_ O vereador An-- ton!o •~ilveira Xa­ vier,presidente da­ câmara !1!,micipal de Be­ la Vista, falando terça feira em Carpo Grande,­ ao jornal ,CORREIO ro ES TADO, garantiu que o a= poi ó à candi ela tu.""a .de LÚ , L . - dio Coelho e mac:i;-ço nesta cidadé,...Eis a integra da noticia: ' O Presidente­ da câmara de verea­ ,..iores de Bela Vista Antonio Xavier, do-. .PFL garantiu que 905 de sua cidade es- tao apoia,do LÚdio­ Coelho nesta cami- neia sa.!onis ico do - Estalo. RESLiL T JDOS nhada ao Governo do Estado ... ciorr1os,l de UM . rl .,,r _ÍC'IO [lll vê melhoria da pr ti li t i ,. i d a d e agr í c o - l a e da bac I a I o i teira:a construção de unidade de bene ficiamento de arro: e de produção de - farinha de maidio- nica e cxtens:10 :-11 ral aos produto res:extensão da rede elétrica e construção da rede de ahastec.imcnto - de água e ainda. - construção de scdc de Associação de - desenvolvimento Co munitiírio. inst:1 !a~ cão de hortas cu - seiras e tratamcn- t o d e ;Í g u a s das cisternas, O governador Wilson Martins re­ conheceu a impor - t5ncia Jo projeto. que"é d e grandeal­ cance social para- l CI er•o ''. t llldO lllll nhee-j f ltn l1 ,.:n ter 1a C J'l' ; do te rabalho", l',il( RI l·LLI li' • :O.ii o te ,li ; 1 sofrendo esgot a LO e· f;t lj,:J ·.r(ç der lançar fras. tempestuosas e o fensivas;aque. que se cncontr .. l'l'almcntc cn.1 tios procuran ~, pouso c sil " Se algué t e d i r i g é a p a l vra cm tom ncito a 1 to . f a: e - l 1:r e ohséquio de resp der em tom mais baixo". TURISMO . ' . ... SE 0CE ÔNIBUS - TREM TURISMO' LEVA VOCE ONDa_ QUIZER E VOCE ESCOLHE '- A FORMA 1-Jm Jeito VIAJAR , DEIXE A P_ROGRAMAÇÃO CONU!:>CO- AVIO - NAVIO , A TIME DE PAGAMENTO.... Especial TOUR - ***VIAJE pr-t.A<; MÃOS DE QUEM TEM EXPERIENCTA *•,; RESERVAS DE PASSAGENS AEREAS !'AR, QUALQUER CIDADE. USE ms SERVIÇOS DA TIME TOUR· TURISMO RUA: 13 • DE ·.• MAIO - 2310 ..: Turismo ., ' ,• i TELEFONE: . L___ .... : t-z ·EHBRATUR..-00145-00-42-7 : -. · ---!h-- --- -- , - (067)-382-743(). -382-7987 EMBRATUR-00145-0042- e-- -- ~---~~ -~~ ----··· -,- 1 -- - - - --------- ELOG os ao DE POLICIA Aproposito de fll.Jl! l IH li)' l') td,1 IH<;- 1 :1 1 H 11,iJ . li 1 HI • 11 • r:1. ( 1 J1i d 'jll.l) eloyia. 1,1)'. l' liOllll IJd~~t•;11.101, O' íJf'J r-11,.icJo d,· l'o I í ,·ta dr B<' J.1 i <; 1 ,1 ll 1 • l o1 i 1 11 spo lanelista . 1 e­ cben,os corresponden­ l j , 1 d O !'> l"l )10 J' S l l l ( • l :Í )' i o dt• Sl')IJJ',ll)Ç.1 l'íi - blica de Mato Grosso' do Sul. Ili. -lt'l,O Parauassi e do biro­ t u r Ger 1 1 d" l'o I í:: i :i ' C11·il. l•r. Silliu 1 - r.111 d:1 C"ost:1 !l'lo. l.111 St'JJ ofí.:lo, o· !),-, J l t ' Í x n P:1ril,!.!ll.lS~1J ! }l l d 1 uds pl , 1( 1 11 i 1 ' l S l 1 ,',! l•I :,/', 111> IC'''; - 111:· ,ljUl.1~ ILIJ'I• l11i1-lht•, ,, <·lo- 1os ora apre en­ t.1do-.. . . ~ ... ... Fll11TI. IR ( .JLI ./1. t .J ( 1 11,. 1 /:1, 1, Querida 'te Nossa Senhora Aareida 'ó, q todos os dias. vos que .sois mais bela das Mies c 11...-, ec-.i,1 todo O cor,a ao. l'II vos peço mais tua vez ude a alcançar esta graça por mais dura que_la a te vos te a)u b r ;Í r- e a 01.p:tnh.1r:Í s c r p r c .~, t1 i n h a m o r t e . Auér. tear i Eai os$o e I A v e .ria três dias seguidos q:e lançará a graça, Puu, seguidos esta oração. o 5 dias 1 )?1,)~ 1 nos uia quer t J (1 (J' ·,- -'· --1 rcs dias' IRL C.J'-!l' .S i'Alv Ili 1 1 1 1 I!< sc,t<'S :, l•e1r:1 c.l:1 irrit:1c:io. estiís c.lc: e u dcwn t. ce rr í I i n ". .. l'lt·1<• 0 Sl'I, ,ilo o 111:JÍ'- alto poss.í1·el. nesr:io qu_ 1occ o' ak:11Ke. os sl'u~ olhos. ,;c1r.pre olhar:1 o infinito". " . 'c1 d:id(• i r:r Portanto sej,,,; fel i: opera maravilha e fl'l icidade por que 10cê". l' aqut'la que :, cad:1 n,i nutu l't'l'l que Jc. lJc11s. , passa ek nE .'OSSA Conceito de Trans --- - - - '-·-.- Cil1iOE SIIO uzeir QU, I..Qlll;R PARTE DO PA 1 S.' Sul te A CRUZEIRO no SUL. RECE SllA PA1S. , Ril'l11EZ CIWZl;f Rl) ·OS SEU$ VOCE MEHCMOlt!A E no J OPORTUr,;JDJDE DE PARA EMPRESA DE ~ TRADTÇM. OFE- QlliLQUER E DESPACHAR • t:IílADE f-llETE ECES.Sl'H. ·TRAQIJIL!DADE. USE OS DO i SUL. llMA SER'lÇOS TRAN~PORTAllORA QUE Cl.!ENTES. PROCIJ~E IIM IH: • r-.:oss,,s f..G1:M: LAS DA cor-;11Ec1 , MMA OE ECONôMICI ARNEY / DECRETO DílASILIA ,28 (EBN)-- O ProoldcnL Jo- 0 ~ Snrncy oeoinou Decreto Lei, d1Gpondo - c?brc a·, Inotituiçõo da Nova Unidade do - siotoma Monetário Braoilclro o do Seguro dcncmprogo. De acordo com o Decreto-Lei a nova unidade do Sistema Monetário Brasileiro d 1n n1• ne Cruzado, restobele- passa a Ienom '- cendo-se o centavo. A INTEGRA DO DECRETO-LEI t A SEGUINTE: DECRETO LEI N8 2.283, de 27 de. Fevereiro de 1.986 Dlspoe sobre a Instituição da nova unida­ de do SJ stem 1 Monetó.rio BrasEcil'O, do Seguro-De semprego e dá outras providências. • O Presidente da ~opÚblica, usando das a­ tribu!çoes que lhe conftjre o artigo 55. I e I - da Constituição Federal. • • 1 DECRETA: ARTIGO I) - Passa a denominar-se Cruzado a ' Unidade do Sistema monetário Brasileiro ,·restabe lccido o centavo para design~se a centésima -­ parte da nova moeda, Paragráfo 1° - o cruzeiro corresponde a um milésimo do cruzado: Parágrafo 2° - As importâncias em dinheiro escrever-se-ao precedidas do simbolo CZ$. ARTIGO 22) - O Banco Central do Brasil im - cunbido de providenciar a remarcação ·e ·iquisição de cédulas e moedas em cruzeiro, bem cano a im - pressão das novas cédulas e a cunhagem das moedas. em cruzados, nas quantidades indispensaveis a subs tituição do meio circ,ulante. , Parágrafo I - As cédulas e moedas cunhadas em cruzeiros circularão concanitantéménte can o­ cruzado, e seu yalor paritário será de mil cruzei . . . - ros por cmzado. . . -' Parágrafo 28 -"No prazo de doze (12) meses a partir da vigência deste pecreto-Lei , os cru - zeiros perderão o valor liberatório :e não mais te rão curso legal. •• • - Parágrafo 3 - O prazo fixado no paragrafo­ anterior poderá ser programado pelo Conselho Mone. tário Nacional. - ARTIGO 3° - Serão grafados em cruzados, a - partir desta data os demonstrativos contabeis ,­ cheques, tit;ulos,preços, precatórios, valores de contratos e todas as expressoés pecuniárias que - se possam .traduzir em moeda nacional, ressalvando o .dispositivo no art. 35. , ARTIGO 4~ - São convertidos em cruzados,nes ta data, os depÓsitos a vista nas entidades fi- - nanceiras, ou Saldos das contas do FUndo de Garan tia por Tempo de Serviço, do PIS/PASEP, as con tas correntes, todas as obrigaçoés vencidas e exi giveis, bem cano os valores · . .monetários previstos .na Legisd:ação Penal . e Processual Penal, obedeci­ da a paridade fixada neste Decreto-Lei. ARTIGO 58) - Serão aferidas pelo Índice de preços ao cõnsunidoI'-- IPC as osêilaçoês do nÍJJel geral de preços em cruzados incubidas dos cálcu­ los a FUhdação Insti tuto Brasileiro de Geogra­ fia e Estatistica e observada a mesna metodolô • - gia do Índici._e nacional de preços- ao consumidor. . . . . . . . . ARTlGO 5Q) - A obrigac;ão reajustável do Te­ sooro Naclonal- ORTN de que trata a Lei 4.357,de l6 de jalho de 1.964 passa a denominar-se Obriga çao do Tesouro Naciooal- Ol'N e seu valor e de 106, 40 cruzados; inalterado até 12 de Março de :)...987. Paragrafo (!nico -•Eln fção de estabilidade cruzado ficará inalterado o valor da Ol'N e apÓs, - doze (12) meses, se houver variação. do índice' de preços ao-i::onsunidor- IPC, para maior ou pda me­ nor, proceder-se-a a identico reajuste daquela o­ brigação em períods iqualos Estabilidade mo- , ~- .. ,. netaria, serem detenni.nados pelo Conselho Moneta-- rio Naciooal. ARTIGO 7) - A partir da vigência, deste De ereto-Lei, e vedada sob pena de nulidade,· cláu :­ sula de reajuste monetário nos éontratos de pra­ zos inferiores a llTI ano.As obrigaçoés e contratos por prazo superior a doze (12) meses poderão ter , cláusula de reajuste', se vinculada a Ol'N em cru- zados.. - DA cNvERSÃo DAS 0t 1 GA;ÉS ARTIGO 8) - Nas hipóteses, previstas nes DecI ·to-LI, de corverég do cruzeiro pe o cruzado posteriores a ·sta data, o fator re pec- Ivo aplicável será diário e circulado p la rrul­ tipl1cação da paridade Inicial (1.00 cruzeiros- 1 cruzacio) curu1nt1vor.x!nte por l .0045 cada dia decorrido a partir de hoje. ARTIGO 99) - As obrigaçoés de pagamento em dinheiro expressa;:; em cruze~ros sem clÓUSo.la de correção moneuíria, c9J1-3ti tu1<1as antes deste Decreto-Lei, deverão ser saldadas em cruzados - no dia do pagamento, dividindo-se o montante crn cruzeiros pelo fator de conversão fixado no An­ tJgo 8. Parágrafo hntco - As taxas de Juros refe rentes a contratos em cruzeiros, inclusive juros de morã+·;incidirão sobre os valores em cruzeiro­ precedendo sua conversão em cruzados. ARTIGO 109) - As obrtgaçoés pecuniárias­ anteriores a esta data expressas em cruzeiros­ can cláusula de Correção Monetária ,perão rea.: Justaveis até esta data nas bases pactuadas e " assim convertidas em cruzados pela paridade do - paragrafo 1° do Artigo l deste Decreto-Lei. ARTIGO 11) - As obrigaçoês consti tuidas por alugueis e prestaçoês do Sistema Financeiro da Habitação convertem-se em cruzados nesta da­ ta, observando-se o valor real médio do aluguel ou prestação nos Últimos doze (12) meses, na for ma disposta no anexo I, utilizando-se a tabela - do anexo III (Fatores de Atualização) Parágrafo Único- Em nehuna hipÓtese a - prestação do Sistema Financeiro da Habitação se­ rá superior a equ1yalencia salari~ do rrutuário. .. 00 MERCADO DE CAPITAIS ARTIGO_12)- O Conselho Monetário Nac1o nal,no uso das atribuiçoés estatu!das pela Lei - 4.595, de 31 de Dezembro de 1.964, baixará nor - mas destinadas a adaptar o mercado de capitais - ao 'disposto neste Decreto-Lei. • ARTIGO 13) -- Sente os saldos das Cader netas de Poupança, bem ccxro- .. os do Fundo de Ga-­ rantia por tempo de serviço e do PIS/PASEPº ., terão a partir desta data, reajustes pelo indice de pre­ ços ao corisunidor institúido pé10 artigo 52 des­ te Decreto-Lei, em prazos a serem fixados pelo - .Conselho Monetário Nacional. ARTIGô 142) - Pode o Banco Central do - . . . • Brasil fixar per iodo minimo dos depositos a pra- zo em instituiçoés financeiras e pemitir que - elas recebam depÓsitos a prazo de outras, ainda que sob. o mesmo controle Acionários ou Coliga- das. • ARTÍGO 152) - Ficam· introduzida& na Lei 4.595, de 31 de Dezembro de 1.964, as seguintes alteraçoês: I - Ao Art. 4 - Acrescenta-se -o -seguin-. te inciso: . XXXII i-- Regular os depÓsi tos a prazo en- tre instituiçoês financeiras , . inc.lusive entre - aquelas sujeitas ao mesmo controle ou coligadas. . II - O indiso III do artigo 10 passa a vigorar can a seguinte redação: :" • - III - Receber os recolhimentos compulsórios de que trata o inciso XIV do art. 4 desta Lei e também os depÓsi tos .vol~tários a vista das ins­ tituiçoés financeiras; nos tennos do inciso III e Paragrafo 2. do do art. 19 destà Lé'i., . II-Oiniso III do art. 19 passe, a- ter a seguinte redação: ' III - Arrecadar os depÓsi tos voluntários - a- vista das instituiços de que trata o inciso - III do art: 10 desta Lei, escriturando as respec tivas contas., • - ARTIGO 16~) - O artigo 4 do Decreto-Lef. 1.454.de 7 de Abril de 1._976, passa a vigorar - cmn a seguinte redação: . Art. 4 - O Banco Central do Brasil resta belecera os prazos minimos a serem .observados -­ pelas instituiçoês financeiras autorizadas para recebimento de depósitos a prazo fixo e para e­ missão de letngs de câmbio de acéite dessas. A.!fTIG') 23 Dez, 'ro d Ju arbi rei t ::;tdo , pt r • OTN'S (.. De I Novembro de 1,982) t no lucro de Jurno e dezembro de c a an salvo se demonstrarem ter pr te;do a poli+ de preços nos cri ·rios adotados pelos ó carpe'ent ·s do Ministério da Fazenda, ARTIGO 18)- 01 2 do artigo 43 d LI 7.450 de 23.de dezembro de 1.985 p su a vira cem a seguinte redação: II - Excluir o rcnd1mrnto real e o dr • 1 0 _ concedido na primeira colocnçÕo d 1 : título.; ~ o­ brigaçoes da base de cálculo de que' Lrntn o tigo 7, Decreto-Lei n° 1.641 de 7 de d.zurbro­ de 1.978, e dos arts. 39 e 40 des .a Lei. DOS VENCIMENTOS, SOLDOS, SALÁRIOS PENSOES E PROVENI'OS ARTIGO 19°) - A partir desta na a o salá­ rio rninimo passa a valer CZ$ 800,00 (oitoc nos cruzados), incluindo o abono supletivo de que .: trata este Decreto-Lei e restabelecido o reajus te anual para l de março de 1. 987, ressalvam; o direi to assegurado no parágrafo 1 o do art. 23 deste Decreto-Lei. ARTIGO 202 ) - são convertidos em cruzados pela forma do artigo 21 , os vencimentos, saldos e demais remuneraçoés dos servidores pÚblicoz - respeitada a garantia, quanto aos valores ex - pressos em cruzeiros na data da conversão, asse­ gurada pelo artigo 113, III, da Constituição Fe­ deral e demais hipÓ.teses previstas na legislação vigente. ARTIGO 212) - Todos os salários e rerrune­ raçoés são convertidos em cruzados nesta data - pelo valor médio da remuneração real dos álti - mos seis meses segundo a fórmula do anexo II, a tabela do anexo III (Fatores de Conversão). Parágrafo Único - Sobre a remuneração re­ al resultante em cruzados será concedido abono de 8% por cento (oito por cento). ARTIGO 22°) - Fica restabelecida'., a anua­ lida.de • para os aumentos de salarios, veniment tos, soicÍos e remuneração em ·geral, ressalvados os reajustes canpulSÓrios institu1dos no artigc>­ subseque_nte. e conservada a data-base para a Últ mo ·aumento semestral. t' . . ARTIGO 23°) - Os salários, vencirrentos, - soldos e remuneraçoês em crúza.dos serão autorat! câmente pela variação acU'll.l.lada do Írldice de pre ços ao ccihsuniàor, instituido neste Decreto-Lei toda vez que tal aclll?Ulação ultrapassar 20 por - cento (vinte por cento)ao ano, g partir .dada­ ta da primeira negociaça dissiio ou data-base • : .u l g ia° • de rea::)uste, posteriores a vigencia deste Decr- to-Lei ;;-r:,;_ ~ ·, • • _ '+ Paragrafo l--Se-a vaia;ao acumulada, a- partir destà data , ultrapassar 20 por cento': ( vinte por cento ) antes da prÓxima negoci~ diss1dio ou· reaJuste, o sal! . • cruzados S rá ·reajustado no mesmo nív- . ,utomaticamente, O reajuste automático será cor.siderado antecipa ção salarial . Parágrafo 2 - Incluem-se no regime de rea- • juste automnátio: as pensos e proventos de a - posentadoria. • • » ARTIGO 24°) - .A negociação coleti~ e ar.i--­ pla nao estando sujeita a qualquer limitação po­ dendo a revisão do valor dos salários ser objeto de livre convenção. '• • ARTIGO 25°) - Nos dissídios coletivos não será adi tido aumento a titulo de ·.reposição sa­ larial, sob pena de nulida.de da ~entença. Parágrafo hnico - Incube ao Ministério­ PÚblico velar pela observância des~a norma,· po- dendo, para este efeito, interpor recursos e P ' mover açoés rescisórias contra , as decisoês q° a 1.nf'ringirem. INUA .•• ' ,, ,l 1:, CONTINUIÇ I ~ i!:.!5.0..fJ. 00 SE.C,lJ!!O--Dí·:SFJl!:'.!stc pr! ,•J !ro ,J • curso da nova moeda, tendo em vJsta. n trunsiç-oda:1 lndt•Xi'lçoc.:;,,r,t:_ riores para o regimne de estabi .ida de do cruzado, fica Fundação Ins­ tituto BraAilciro de Geoarafla r Efl- tatistica autorizada a proceder conversão dos dados Já calculados em - cruzeiros, para efci o de afeiç~o dos ni vrin reais de preço ao consumidor inRti tuido por ente Decreto Lei, nu forra de instruço~s a aerem baixadas pela Secre­ taria de Planejamento. Af Vista, Ildefonso Pinhéiro aturu Presidente do DIre tório l"unic1pal do PMDB- ralou oriLcm, cocn ex­ clusividade, à reporta gem de a TIUBUN/1 Oi - FnONTEIRJ, JORNAL TRIBUNA Oi FRONTEIRA Fundado cm 20 de Fevereiro de 1. 972 - Registro no Cartório de Ti­ tules e Documentos ne 35. Diretor- Redator Chefe: Ivaldo Pereira .. Redação e Administração : Rua da República n2 268 Fone: 439-1410 Bela Xista - MS - SEDE PRÓPRIA -Assinatura Anual (TRIBUNA$ 150,00) -Demais Municípios : $ 250,00 Representante em são Paulo: Tá- •· bula - Rua 7 de Abril 282 - 52 andar Conjunto 54.- São Paulo - SP 1 Representante em Brasil±a:'futura Canu­ nicaçoés e Repres Ltda-SBN- EC.:.fug2 Paulo Mauricio Sala 1113- Brasilia - _DF Representante em Carpo Grande: Art e Traço. -Filiado a ADJORI E ABRAJORI ✓ornalista Responsável: Ivaldo Pereira .-U jomal do Grupo Rerie Belavistense de Jornais Ltda- CGC.MF.15.513.203/001-Inscri­ ção Estadual-28.219.003-1- Editora dos Jor­ nais Tribuna da Fronteira,O Laguennse, Tribuna Murtinhense,J. rie Antonio João e Correio Jar­ dinense. ' PARQUE ç,,.:' , Cr,: Rua da RepÚblica n9 268 B.Vista-5 .S, Fone: (067) 439-1410. Enfoca lo a naté­ r1, Lu fria na Trltu­ na d: Frontei a d 22/ 2 a l de março, er a qual o vereador Marce lo Calvano diz que - "o P!'!'B ~ o pru:-ll<.lo :. d mentira!' Ildefonso disse: 11 ln sde mais nada ,j pn'•clr,o f·,v,r um rc­ trospecto o da histo­ ria do nosso partido. llo rÍodo de 1. 964 a 1. 983 canbntc:1110$ o re p,ime arbJLrÚrio, di~ Dr. Wilson Barbo­ sa Martins é um hcmern sério, de moral iliba da, hanern que sofreu na carne os problemas da ditadura, mas tal­ vez, por ser um homem de diálogo é que hoje alguns trânfugas che­ guem a chamá-lo de rnen tiroso. Além de falta­ de educação, isto é pa ra.mim, a essência d; ridiculo. Não vPnho h6 temos sido coeren es - can as pregaçoés d no - cráticas de nossos maio res. Esta lula continua e n.:io é só de pol í icos do PDB,é de empresári- je à Imprensa para re~ pender as insolentes - palavras de Marcelo Cal • van'o, q que taco é de- - fender princípios e não adi to que ataquem o - povo brasileiro, hoje - unido na NOVA REPÚBLI- . CA, defendendo a nossa soberania. Quando o ve reador critica o PMOB do povo e- 1·e está critican- WILSON É UM HOMEM SÉRIO do a Nação Bra­ sileira. O Governa­ dor· Wilson Mar­ tins e um ho - mem séri o , rne re ce o respeito - e a çao nós', PMDB considera - de todos sejamos do PT , PDT PFL , ou PTB ,­ suas· intençoes - sao p•:··-e o Em Defesa do Prefeito e de um Estilo de Admillistração O que e que que ria o vereador Cal­ vano? Que o Prefei­ to Abraão abrisse - as portas da Prefei tura para apanigua­ dos? Que usasse os­ cofres da Municipa-­ lidade para festas e rodeios? Não, ve­ reador, você a exem plo de outras pes­ soas, se enganou re dondamente. O prefeito A- 1 .,,,,,,e=,1 , ' 'braão não ·precisa - do cargo para-subir 0 BOTICÁRIO na vida, não preci­ sa usar de seu car­ go, ele foi eleito­ para servir o povo­ e, isso ele fará e já está fazendo. Pode ferir a­ té mesmo alguns co~ panheiros que nao - entenderam a sua rnensagern,sirnples e honesta,ele - não está na Pre­ feitura para servir a grupos­ ele servirá O - povo que o ele geu. RUA -·ANTONIO MARIA COELHO N 446 ~••PROPRIETÁRIAS** MARIA JOSÉ -E MARIA Es.TER •• VISITE-NOS PÔIS A SUA PRE­ SENÇA Nos,oARÁ MUITO PRAZER,ES TAMOS ESP.ERANDO ••· - - BREVE VENDEREMOS ROUPAS DAS FA MOSAS MARCAS "VDIJON E PIERRE CAR DIN" - BELA'V-ISTA - MS ***FONE: 439 - 1010 *** • PM. D OftS FOR· Mas E DO POVO No dia 29 Presidente Jos ' Sarney lançou um - repto à Nação. Va­ mos mudar o Brasil .juntos, sornando es­ forços, cada cida­ dão é um fiscal do gove_rno. Veja vereador Calvano, analise bem o PACOTÃO do - Governo, não e - igual. aos pacotes anteriores, este - e um PACOTE pa­ ra o povao. - programa de Gover no. Outros virão. 7 Entre estes à· - Reforma Agrária e chegaremos l'á, ob jetivo maior, SAÚ= DE e EDUCAÇÃO gratúita para to­ dos os brasilei, r ros. $"7 3s esperança, que ele preen­ de e edificar . un novo ESTADO . mais Justo, livre resp7nsável e de os polí Icos demagogos, carre! ris tas não mais u til i ,em de S€US cargos para a - tingir a rique - za fác 11. temo&.. Calva- no;e -por tudo isto .é que di - go: MENTIROSO E - VO,CÊ, e o pior. dos mentirosos - _pois está rnentin do para si mes­ mo. : Finalizando- Ildefonso .disse: e vocês da ,TRI­ BUNA DA 'FRONTEI­ RA que passaram­ maus momentos na Assim como precisamos de te: po para colher - urna lavoura, pre­ cisamos também de: tempo para colher­ os frutos da Adi­ nistração Abraão. Espere e vera. Dij::?-àura, cenh:i­ 'C reza, volta rão as suas -~­ rigens,fazendo " jornal ismo para - o povo, pois - que ro: 1?: nunca deixara ser PMD. L:SIA NE Dos ° JORNAIS REDE . LEITORES e.7 Qualquer irregularidade