f/ ,,. 
SINDICATO RURAL DE BEL, VIII 
Prioridade para a Assistência Social 
EDSON MORAES: "HOJE TEMOS O QUE OFERECER AO PRODUTOR RURAL" 
O SINDICATO RURAL DE BCLA VIST/1 PATROCINA A COLMA DE 
Il'TERESSE DO PECUARISTA E DO AGRICULTl)R. HOJE ESTA:,'.05 fALA!WO 
SOBRE O "EPPEGADOP RURAL E O PIS"- PAGINA - 07 
Você vai conhecer a opinião ào C-eneral Meira Matos a - ·1- 
rcspcito do Projeto .. Guerra nas Estrelas". • e omenta ct , . I 
Alberto de Carvalho fala àe poesia e política. E Aber . n o - pagina 8 
to de souza diz que a Seleção Brasileira vai aos trances e bar- 
rancós. PÂGINA - 02 	1--------------------':!!:..--~L. __ ..:_.:.__::=- 
Jornalismo 
e n :• 
TE.IRA, d1a 
09s ± socj 
olexo adrin s 
ststGnc1a so;1l, co 
equipamentos pdicos 
M o r las a r reto d 	v 	n u 
até julho e diz ainda qu Bola t pod 
h1ar do eu parque de izpot;roe, "ur do ni 
. tos do Ftado": PIE!A 02. 
r . -- 
DIRETdRIO_ 00 PMOQ EM JARDIM RE- 
• ruo11 ACAO DA POLICIA FEDERAL NAS 
fESTIYIOftDES . 00 CLUBE DO LAÇO 
Página 7 
COLUNA AGROPECUÁRIA 
Promovido pela 
Associação Brasilei­ 
ra de Jornais do In­ 
terior-ABRAJORI- e - 
ADJORI- do Rio deç· 
Janeiro,será-realiz~ 
do no período de 23 
a 26 de Maio o I? Sg 
minário Nacional de­ 
Jornalismo Urbano. O 
evento conta com o - 
apoio da Secretaria- 
CâMARII 
--e Inf 
FEITO 
O VEREADOR 
PROVIDtNCIAS AO SAAE 
ENVIO DE 
EFETl!iR 
TAR 
SE 
MUNICIPAL 
DE 
Di 
COMPRAR 
o 
ou 
dé Estado de. Turis-: 
mo;sANEFJ e Cia dé 
Turismo do Rlo de 
Janeiro,mais de 500 
jornais já se ins­ 
creveram,de. nossa 
região seguirao re 
presentantes dos - 
Jornais Tribuna da 
Fronteira (Dela - 
vista) ;Correio Jar­ 
dinense (Jardim) ;Tri 
IVAN MARQUES 
QUANTO l'. 
CARTAS CONVITES 
SERVIÇOS. ESTES 
LER NA CÂMARA 
iíãu1a OI FRONTEIRI 
14 
ANOS COl l VO 
voct VAI 
ICIONIL DE 
Urbano 
buna Murtinhe.ise - 
(Porto Murtinho); 
Jornal de Bonito - 
(Bonito);Jornal de 
Antonio João (A.JÓ 
ão),todos editados 
pela RFDE BF.LAVI!"­ 
TENSE e dos jornais 
Tribuna Popular,de. 
Jardim e Voz àa .. _ .,, 
Fronteira,àe Amarn­ 
bai.A sessão solene 
de abertura contará 
c/a oresenca do Min. 
Antonio C.Maoalhaês 
e a de encerramento 
com o Governador·ào· 
Estado do Rio de Ja­ 
neiro,Leonel Brizoli 
Nas páginas 04 e 
05 falamos sobre Ni"'-· 
terõi,suas belezas - 
naturais e o SeminÃ­ 
rio. 
É NOTÍCII 
ormação- 
PEDE ABERTURA DE 
VAZAMENTOS ; ANSELMO 
QOANOO 
E 
r 
NOVAS 
LOPES 
A 
OUTROS 
NOT!CIA. - 
RUAS E 
SUGERE 
PRF:FEITURA 
ASSUNTOS DE 
PAGIN/-06 
SOLICITA 
AO PRE 
NECESSI - 
INTERES- 
PFL vai rachar 
em Bela Vista 
A sit·i'lc-ão·nãn está tão "azul" '{JUJl'ltl1 pir.­ 
tan: alguns políticos c!o Partido da frer:e L if;n­ 
ral. isto a n'ivel de bloco coeso.'em tão preta - 
unto pintam alguns adversários do PM -2que­ 
les que pregaria· desunião rio Diretório 'unici - 
pal. 
Estes comentários.originados na divisão do­ 
Pr.oe,com alguns de seus integrantes apoiando 
Lüdio Coelho.e tambeni,por parte do PFL,uns pre­ 
aando a união er.i torno da candidatura do ~ecua­ 
rista Lüdio,não correspondem inteiramente a ver 
dade. 	- 
Apura~os junto a fonte ligada ã direcão do­ 
PFL em Bela Vista,que iuitos pefelistas apoia - 
• rão Marcelo Miranda,inclusive con p055ibí7idade 
• de até três vereadores do partido fharen co­ 
Marce lo. E não serã apenas estes vereadores,vã - 
rios lideres.expressivos,do PL;:estão propensos 
a apoiar !'arcelo /.'iranda. • _ 
E o !"esmo poc'e se dizer do p;:na.ha !l'uit,s - 
inteqrant.es do Diretório Municipill oue vão 2 - 
brir a favor de Lüdio. 
O quadro.na realidade,ê este:vai haver ra - 
cha no PFL e, tarbêl'l,no P!'DB.co~ as lidercnças. 
sohretudo aquelas ligadas ao Sindicato Rural.a­ 
poiando a candidatura de LÚdio Coelho. 
Em política tudo é possível.e rio se espan 
ter ao ver nos palanzues.na próxima camanne, - 
pessoa· que hã quatro reses combatiam em cano5 
oposto,. Até se ofendia>•. 
Mas isto ê passado.o presente é certeza.o - 
futuro,imprevisível. 
Sào as "coisas" da p_olhica. (?PJ 
DO. EXENPAP ?.CD 
"TRIMA DA FONTE! - NESSE CÊ P0 
OE ACREDITAR?- U !O:' DA REDE -

JOflMAI, fll JBllNA DA f'JIIONTF. I RA 
ELA V1TA -. 
. 
... 
•• ºf 
OPINIJIO / DEB.& TIS 
A GUERRA NAS ESTRELAS 
O General Carlos de Melra Matto±," ' 
em artigo publicado n lEiia calço d re 
vita Política e Estratégia Centro de ES 
tudos @iraqTcoi- TTEdjardo Prado,705 - 
São Paulo-SP) ,afirma que, com o Programa 
"Guerra nas EntroLrn ", o preidente Ronald 
Reaqan deu início à uma formulação cla_.ea­ 
tratégia nuclear norte americana, Esta es­ 
tratógia é baooada, desde 1.945, essencial 
mente no crescimento do poder ofensivo, a - 
fim do garantir a disouassão . da estraté 
gid. o Programa "Guerra nas Estrolas",oxi­ 
gindo tantao armaa, sensores e equiparr.en',, 
tos altamente sofioticados a serem coloca­ 
doe cm .tcrra,no mar e no espaço, apresenta 
rá complexos problemas de custo, locIstica 
e mahutcnção. As opinioes de técnicos e 
estrategistas norte-americanos divergem 
quanto ã eficiência do programa. gs opone " 
too do SDI alegam que nao ha defesa per­ 
feita ;que· o,projeto é 'técnicamente inviá­ 
vel I o que seu custo é absurdamente alto. 
os partidários do SDI arguem que a defesa 
total, mesmo se imposs!vel, é irrelevante- 
• pbis basta que um núcleo substancial de ba _ 
ses de lançamento seja perfeitamente de - 
fendido para que o poder de retaliação pre 
serv.ado desencoraje qualquer impulso de - 
" ffrst strike ". A implantação do progra­ 
ma "Guerra nas Estrelas"-segundo o General 
·Meir~ Mattos- abrirá nova perspectiva à es 
tratéqia nuclear pois, pela primeira vez - 
desde Hiroshima e Nagasaki, surge um meio­ 
defeasivo,apoiado por sofisticado artesa. 7 
nal tecn.ológico, capaz de conter a amea­ 
ça de uma ofensiva nuclear. 
P.Olítica & Poética 
Seleção:aos tran­ 
cos·e barrancos 
Desde a mais tenra idade,duas coi­ 
sas me fascinam: a polltica, a arte. Du·-n 
.rante muitos anos,até que vim conheceram­ 
bas mais de· perto.. Imaginei que poderia - 
conciliá-las,a nivel de carreira. Ilusão- 
de criança. 	. 
Embora a arte seja essencialmente 
polltica e possa muitas vezes "conter"po­ 
lltica, a reciproca·. não é verdadeira . 
Não se pode· considerar a polltica como "ar 
tística". Por acaso alguém se lembra de - - 
uma ação política com qualidades artísti­ 
cas? Lembrou? Quero ver· se conseaue lem­ 
brar outra! 
De salda, uma diferença básica: o 
polftico trabalha no·átacado e o artista - 
atua no varejo. Mesmo os produtos artisti 
cos mais massificafos , visam. atingir a cã = 
da individuo, a nível pessoal. O político 
se di-rige às classes,· às comunidades,aos - 
grupo~. Sua palavra é geral, a do artista 
.. é indiyidua~. O político é sisudo , sério, 
o ar·t,istà quase ne.ncaié desprovido de hu­ 
mor. Diante desta opção me vi,acabando - 
por me definir pela "palavra individual - 
do teatro".· 
. O político aspira o poder, o artis 
ta 'visa transformar a sociedade por outras 
vias, persuadindo em vez de determinar. O 
polltico tem mais pressa,o artista age a. -· 
longE 'prazo. Ambos querem dar sua contri - 
buiçao, cada um escolhe a sua forma. En - 
' 1 
. i 
quanto um escritor cria muitos persona­ 
nagens e o ator coloca-e a ervico de 
diversas personalidades, o politi co f :r. 
pcrsônagcn de si próprio, atuando em tum 
único papel. Enquanto a obra do artl!.lt:1 
é, em certa rodida,independente dele e 
permite-lhe,mais ou menos,uma vida pes­ 
soal,o político particira do um show em 
tempo integral,onde precisa· gtuar sempre 
Engana-se quem pensa em trans1 
torJodadc. Art.c,c política são vocacoes 
vitalícias, estas reflexoés me levam a 
pensar no nosso presidente-poeta.ele d~ 
clarou que ser poeta é condição essencl 
al de sua vida,cnquanto que a ~ol1tica 
apesar de importante,é para ele circuns 
tancial. E olhem que ele é mais bem-su­ 
cedido na polltica,apesar de "imortali­ 
zado"na literatura. Não sei como conse­ 
goo conciliar o presidente civil com o 
escritor de fardão, se tem c1nfliton - 
por isso ou não. Ele está nesse negócio 
hã mais tempo do que eu, talvez tenha a­ 
chado um jeito que desconheço. De qual­ 
quer forma,uma cabeça de poeta tem cer­ 
tas caracter!sticas especiais,que certa 
mente terão reflexos na política. Ben­ 
za Deus: 
Alberto Centurião de Carvalho 
( Plana l 
cada é que lico foss m tir+das, 
f ln de que os . - o 
ti m, Cc:a do Mundo s c ta ri. A 
lm de r ver com o coraçao do m lhos .­ 
d torcedores,envolve um invs i ·nt i­ 
Fabuloso e não s pode admi ir u 
rie de acontcimen os como Os que e tu- 
mos sendo obriaados a5is ir. 
A improvisçao é total.Dede a 
última copa, realizada quatro anos a - 
trás, a selecão brasileira foi tratada 
como brinquedo. Passou pelas maos de di 
versos técnicos (Parreira,Edu;Evaristo) 
não teve uma ptoaramacão defini& ,fi 
cou um- longo emo à mercê das vatda­ 
dc s elos "cartolas" que n o clwqa •.11~ 1 
nenhum acordo no terreno político;e, n 
fim, foi obricada a se expor fora de - 
hora e duas hu;ilhantes d rrotas para - 
poderosas selecoés européias,em está - 
dio muito superior de preparacao e sob 
o rigor do inverno europeu. Não ·hastas­ 
se isso,ficamos ainda diante d uma si­ 
tuacão ridlcula cm plr>na etapa final de 
treinamento,quando nen jogadores,nem - 
diriacntcs têm noção dos proxirnos ,1d - 
versários,dos locais dos jogos,de suas 
datas e, até mesno, de sua_realizaçao. 
Tomara consiaa Tele Santana su­ 
perar tudo isso e, nesses dias que an 
te cedem o , inicio tia Copa, rnon tar uma o­ 
quipe forte e competitiva. Terá então­ 
aruPo definido e,longe da torcida,tal­ 
vez um pouco mais de tranquilidade pa­ 
ra esquenatizar o time a se u gosto. 
- Não nos iludamos pare~; Inde­ 
pendentemente do sucesso ou do fracas­ 
so de nossa seleçao, alguma coisa tem­ 
que ser feita. 
Com a oalavra,pois,os rcspons~ 
veis pelo esporte brasileiro. 
Alberto de Souza 
( Plana ) 
A maneira pela qual vai ·se de­ 
senrolando ,a preparação de nossa sele - 
ção para a Copa do Mundo está muito lon 
ge de poder ser tida como exemplar. Os 
jornais de sul a norte, estamcam manche 
tes dando conta do espantaso núrrero de--•---------------------­ 
desentendimentos entre os membros da - 
~úpula, de casos de indisciplinas entre 
os jogadores,de indefiniçoes quanto à - 
adversários ou locais para jogos e até­ 
casos de corrupção envolvendo membros 
da diretoria da CBF, acusados de subor7 
no por uma agência de publicidade. 
,. ~ evidente que isso tudo qera - 
um clima inadequado ao preparo da equi­ 
pe. Além disso, a indefinição quanto - 
aos cortes provoca uma tensao entre os­ 
próprios atletas, notadarrente· dos que­ 
se sentem mais inseguros . Essa soma de 
fatores faz com que o rendimento da e­ 
quipe nos jogos não seja o ideal e que, 
nos tre-inos coletivos,haja uma constan­ 
te preocupação com a integridade físi­ 
ca dos atletas,em razão do evidente - 
nervosismo com que muitos entram em - 
campo. 
Apesar de todos esses problemas 
sou daqueles que acredita que. ainda a­ 
cabaremos chegando ao México em condi­ 
~oês de brigar_pelo. "caneco". Mas não - 
e essa a questao que gostaria de explo- • _ 
rar. Gostaria,isso sim, de ir mais fun~ 
do na discussão dos problemas ligados - 
à parte organizacional. Afinal, vivemos 
no"pais do futebol" e não é justo que­ 
se dê esse tratamento à uma seleção tri 
campeã do mundo e responsável pela es.­ 
pectativa e pela emoção de 130 milhoes 
de brasileiros. 
O minlmo que se deveria exiair 
a partir dessa situação confusa e deli 
'0'AL TR!BUMA DA FRO!TEIA 
FUt-!DADO E!1 20 DE FEVEREIRO DE 
1.972- REGISTRO NO CARTó~IO DE T[TULOS 
E DOCUMENTOS N
2 
35. 
DIRETOR: ~EDATOR CHEFE: IVALDO - 
P2EIRA. 
REDA CÃO E AD:1 H! i STRAÇÃO: RUA DA - 
REPUBLICA f" 26€- FONE ; 633-1410- BE­ 
LA VISTA- ílS - SEDE PRÓPRIA. 
-ASSINATURA ANUAL - (TRIBUNA CZS 150 ) 
-DEi1AIS MUNIC!PIOS- ( CZS 250,00 ) 
FILIADO A ADJQRI E ABRAJORI 
JORNAL ISTARESPOilSAVEL: I VALDO­ 
PEREIRA·, 
UM JORNAL DO GRUPO REDE BELAVIS­ 
TENSE DE JORNAIS LTDA. CGC,HF. 15.513, 
203/001- INSCRIÇÃO ESTADUAL- 28.219.- 
003-1- EDITORA DOS JORNAIS TRIBU~A DA 
FRONTEIRA, O LAGUNENSE, TRIBUNA UTI - 
EIS. JORNAL DE ANTONIO JOÃO E JOR 
AL CORREIO JARDINE#SE, 
PARQUE GRÁFICO: RUA DA REPÚBLICA 
268 - BELA VISTA - HIS CAIXA POSiAL- 
23- FONE (067)- 439-1410. 
' 
1w-· ....... ~--------·-·---~----------·--- ...... -- és 
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~~* DE NOSSA CIDADE PARA QUALQUER PARTE DO PAIS *** 
A CRUZEIRO DO SUL, 
TUNIDADE DE DESPACHAR 
IS, 'COM 
USE os 
SEGURANÇA 
SERVIÇOS 
EMPRESA 
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MERCADORIA 
FRETE 
CRUZEIRO 
ACESS!VEL, 
DO 
PARA 
SUL 
OfERECE 
QUALQUER 
RAPIDEZ 
UMA 
A 
E 
VOCt 
PARTE 
A 
TRANQUILIDADE, 
TRANSPOR TADORA 
OPOR- 
DO 
QUE 
PA- 
CONHECE OS SEUS CLIENíES 
• PROCURE UNA DE NOSSAS AGÊNCIAS-

,'' •• ,/ • · ', l r 
- 
Sin~i cato Rural de Bela Vis ta, Priori• 
EDSON Mo~1 ~ .. P a r a a a s s i s t ê n eia S o e i a l: 
j',1],,
1110 
ES. AOJE TEMOS O QUE OFERECER A	O . . PRODUTOR RURAL 
<JIÍllld J ÍI • 
,1.,, d •rn (l)fJrl/ DA RATEI " + reportqcn 
ind1cato Rural do pol '' presidente a 
ror do Moraos diso4',,] 'do +dei 
si nd ic,11 o Hur,, j a,z hoje o no,, - - 
1
,., oi'--' cri c·oncli •• -, 
tar numeros terui, "oes do prs- 
l 1 1 
.,,o., ·10• , , 
brando que no infoj ' seus associado 
dav,1-nP ilO STn•tl•·tL O O /Jl'CUtrl•Jl, "• '·Q 
a	.	' " o Furo] ' as - 
]idade, mas não obts ·' ra4ava mensa- 
1 n reto r no ,i n Í vc l 
.. CDSON MEDEIROS DB MORAES 
de ~ssistênciu, "naquela época fíliava-se 
mais por compunhcri smo, uni ao ela classe", - 
Edson prosseguindo afirmou, "hoje não,hoje­ 
o pccuurista possui a sua casa,tem reprc,­ 
senta_tividade a n!vel mW1icipal e estadu 
al,alem do mais, a sede própria do Sindi~ 
cato oferece condiçoês de prestar"inúrne­ 
ros serviços tilnto ao pecuarista como à­ 
se:is empregados''. 
Parque Rio Apa 
t l ix1ma do 1 
E:KPG!L " +o! 
< f.º<•r t I i 
uper ando 
fetuando 
grunde ", 
com W.'1 5. 
E.xpob l, 
mui o 
Ampliação da 
Sede Própria 
Cresceu o Ind1cato Rur l,a- 
pliou as suas a vidades, ne con 
texto de crescimento era preciso a­ 
qilizar diversos etores, inclusive - 
ampli1tr nn pri:;prJ,,., 1nn .,Lit·o.::•J . e 
Moracs junlo con 0"; Ert1'1 co_o.:1nht·1- 
roc dcü in1cio às reforras e am - 
plrnçÕ<-- d, :;c,ck orópri a 
" IJ.:io f,17.PV<ln n rl 1 de irrJro- 
vluo - íalnu o presidente - reunimos- 
a nosua equip<•, tJ,~J,:1l<'TO!' r,,•La•; e­ 
estipulumos objetivo:;, J·r.;t.:t"'º'; cono­ 
truindo annxo ao prédio antiao ur : 
novo slst.::ln,a de atendimento, cor sa 
las do re un ioõs, m:il« clil d1 rc, tori ã 
sanitarios, cozinha, iiala dr <.':'pe- 
ra e adquirimos vii rios cq vinaren - 
tos visando dinn~iior o seror de - 
ilSSisLência n>édica orlnr- .. nlóalca.". 
" ilém de,,s,;cs .. ;,li1J,1rrcntos - 
prosseguiu - instal;;rnr-os t.1n riidlu - 
e -t1111a c~ntral .telefônica,. f,lc:ari'.í 
f5cil para o· pccuar!ctu fnlar com- 
a sua fazenda e do :,róano ,SLndi­ 
cato orientar ou ,tomar qualqer pro 
vidêncfa ·uroen~. Na sede <lo- f;1n-­ 
dicato RUral estará o coraçüo de - 
uma engren~gem que ê a riqueza de 
nossa re~iao: a. pecuãria". 
: 
NOVAS 'PRIORIDADE 
t,, n .. ro r), nr  ,., r.r /'ui,"! d,~ - 
rat lho,Mora s entende que "adora v 
mos procurar ofrcer pa!ores servi0s 
os associados, e a roa de ale- 
reroce um carinho odo enecial,cor 
ais@ncia permanente, apolo 1oofstl 
co e multa unfao, temos certeza de 
<Jll' [lr•la Vi.;t, cro< ·or,í ,1Jnd,1 ? 1l 
através de sua poeuiria o do seus­ 
pecuaristas que procuram o motor- 
toar a sua c1dado , 
E. a nossa aimtnistraco no 
6 estática,é áil, evidente que sur" 
oir,10 novilr. e.d LC·nlutiva:., La1v·•/ r,t(: - 
r.ov,H:, oriorid:1de.J, r,H, con!l 1rr,r; r.o tr,' 
alho o no odor de realizacão de nossa 
<'" n ..l:" • 
T'in 1111,rndo, .lo pcrguntdrnou­ 
qual seria o vróiro passo, a nivel 
de n•;lliznc;'io,Cduon disso: il l!"t>l ntn­ 
ção do urra C'oon,:,rativn coroarin o nos - 
so tr,,balho, anta coopcriltivn tcri11 o - 
r;ou ;1rrr,1ZÓ!" fornecendo Produton c,rono­ 
cu.'írloc 1• il (, o:,nnror. alircnticioa, M<1! 
6 assunto paramais tarde", 
S11",il Cooperativa néo é u~ so - 
nho, r. r 1s Ul'.1 l"Rta deste honcrn que - 
acredita no oor~r do trabulho, do di­ 
loco e da rcnlJzacão. 
tr#ti#ttttttt t t 
1 
ttttttttittttittt 
_ A respeito do Parque de Exposi -· 
çoes Rio Apa, Moraes disse que " o com­ 
plexo permite n pror:1oção de grundes even­ 
tos, atualmente estamos desenvolvendo vã­ 
rios leiloes, os quais vem obtendo amplo­ 
sucesso e estamos programando a 19 Feira - 
de Bezerros". 
o Parque de Exposiçoes est5 tota,! 
rrente pavimentado, com rede de energia·P­ 
lét;.ric;i, água, telefone, é um dos mais mg 
dernos do Estado e isto, segundo- "é o .-· 
retorno, é a confiança depositada em nos­ 
so trabalho, graças ao apoio e auxilio do 
Governo do Estado, pecuaristas de ,Bela - 
Visti e de outras regioes do Estado, con­ 
seguimos implantar este complexo que ó - 
11'.0tivo de oroulho para todos nós", 
Em julho será realizada a fes- 
SINDICALISTAS ENTREGAM LISTA COM NOME DOS 
CA DiD TO ÀS PRÓXIMA LEIÇOÉS 
I 
CAMl'O GRAN­ 
DE-MS- Uma comissão 
de representantes­ 
das entidades sin­ 
dicais de Mato 
Grosso do sul en­ 
tregaram ao govef­ 
nador um docu111ento 
coni o nome dos 
quatro candida - 
tos para ilS pró­ 
ximas eleicoês . 
são eles: João - 
José de Souza Lei­ 
te, e x-secre tár io­ 
essadual do Truba­ 
lho;José Berlanae 
citúal pre:sidenté - 
da rederasul; • A -­ 
dilson du Cruz,pre­ 
siden te do Sindlca- • 
to Rural de Bataouas 
su; e, PedroRar:ià -­ 
lho,oresidente do - 
Fetagri: Os três 
priniros !rao cor­ 
correr à vagus na - 
Asse~bléia Lcaisla­ 
tiva e o último se­ 
rá cnndidato a de­ 
putado federal. 
Eles entreoa­ 
ra111 tnl!'bém um doéu­ 
mento sobre ·a Cen­ 
tral Geral de Tra­ 
bulhadores e uma - 
prooosta política­ 
cara a Secreuiria­ 
Cstadual do Traba­ 
lho. No doc=ento 
da CGT consta o pro 
grar:ia Unificado - 
das lutas 'us tra­ 
balhadore3 oraaniza 
dos. Já a proposta 
polltica para a Se 
·cretariu do Traba= 
lho q foi ela­ 
borada com o 
respaldo de to - 
das as cntlda - 
des oindicais do 
Estado, solicita­ 
ao oróxi rr.o C-,o - 
verno que sejar­ 
rontiãos todos - 
os prograr:ias im­ 
plantados, inclu­ 
indo convênios,­ 
proaramaçocs ,etc. 
JOR!AL TRIBUNA 
DA fRONTEIM - 
Nesse você po­ 
de acrcdi tar - 
Un jornal da - 
Rede I>elnviscc!:_ 
se de J'orna 1 s.

r 11,r !.í 1 /1'/ J •. f I li'", r it 
NITEROI IBRE I 
OE ·JORNALISMO 
CIDADE 
JOVEM 
SfMINÍRIO NICIONIL 
URBIND EM MIIO 
pocJ".! r,' d<'lidor con t.1 i,clcz.:,: d, c-,1ô: 
ia do Pesca de JurujuJ.iu,CO!".l s olita­ 
rias Praias de Adão e Eva, ou com visi­ 
La:; pré-=rcndac. n-,s Forl:f!n do Iribt.:1,no 
Hlo Or,rnco, são Luiz e Santa Cruz,este 
na etrad da Barra, no lado oposto do 
P.:Ío de Açcar e dele distante menos de- 
800 mctró:; pelo mar. 
H,Í quem cnrnpan• lliwrói <JO Li!Jano 
cidade de belas, extensas'o variados ti - 
pos de praias, divide uuuo atcnçoÕ:; entre 
a erra e o Mar. A tal ponto que o J11Qrro- A NATUREZA 
da Viração e Lodo o bairro de Pcndot1bu a-· 	• 
presentarem uma tcnr,craturil de até +rGs • • 	• 
qraus abaixo da registrada nas zonas praia- 
nv.n 11 urbana::;. O Morro do Viraçao,con ncu 
Parque da Cidade, é o por'1to preicrido dos 
pr,1·.icunlcs de "A,,a Dclto", que colorcM o 
bucó]io cenário d.:tD Praias de São Fran - 
cioco, C'hnrít,H: ,, ,Juru·j1•b.i. t.5 cr-'biiixo­ 
cnlre dozcnus de bons rcntaurantes,estru­ 
da litorne lar@a e de duas pistas, os - 
que pref ·rem o ar praticam o wJntl-surf - 
ou o iatismo, se não quierem ficar ape­ 
nas se banhando c s deliciando com pru­ 
tos t1picos ou a tradicional caipirinha- r 
e o chopc, J,. noilc, Pntn região situado - 
nu Enscuda de súo . Fr,mcinco- que ofere­ 
ce~ deslumbrante visla do Rio de Janeiro 
dos Morros de Niterói .e de suas fortale­ 
zas e ilhas- é o palco do "footing" no - 
turno: jovens e velhos curtem os calça - 
does e suas voriadas casas noturnas. 
A juventude, que se divide entre 
o copo de chope e o bom papo, com o e spor •. 
te, tem inúmeras op çoês • na cidade que­ 
começou a ser descoberta pelos cariocas. 
após a inauguração da Ponte-Niterói, com­ 
seus 14 kms de extensão sobre exuberante 
pai.sagcm,a· ponto de.estimular a sua vida 
noturna, as edificaçoes verticais e hori­ 
zontais. 
Após estas praias, o visitante - 
ICARAÍ 
Qoom está •no 1~ tora! vive o colo 
rido não apenas da Daia,mas do Morro da­ 
Variação.E do lado de lá está Piratinin­ 
ga,Itaipu,Itacoatiara e Camboinhas-com­ 
praias lacustres e oceânicas,muito pro­ 
curadas por iates à motor ou a vela. t- 
a zona vertical,com muito verde,pnde qua. 
se todas as casas possuem piscinas.Itai- 
J 
- - .... 
pu é nt.i to procurada como um reco 
, os turistas cariocas; Itacoati: 
i " 	•• 	+ 4, f 
tre duas pedras,e como ma on. te j+., 
clul prn1ana, do alto 1 uxo, Pirtfnins 
se divide entre o Oceano,a Lagoa e a - 
scrril. NoG tr.és b.:drros prc-do. n,· ''•,-i 
domínios fechados", urbanizados e d . 
grandes manso@y. 
Junto à Itacoatiara hã uma subia 
que ó uma das opcoés Para quen se dos1o 
ca para a riquissina F aiao dos Laqos 
fluminense, formadas por Maricá,Saquar 
ma,Arar uama,Arraial do C'abo r l.'<1bo ... 
Frio,» última, distante apenas 129 kr 
ubir um km desta Serra é descortinar. 
col"l wna er,tontcantc bclc?a do Occc1no 1n 
finito em suas ãquas e suas pr ias e ve; 
um litoral,em 'o 'e ocupação,como se­ 
posicionando on forma redonda da 'Terra, 
.  
ARTIGOS DE UM - 
GERAL - QUIMBAN- 
li 
A 
DEIXE 
DA 
i:AGIA É 
CONOSCO 
C0 
li 
VOCt, OS PRODUTOS 
~~~ ATENDEHOS TODAS 
NECESSÁRIOS 
AS CIDADES 
.m!M JJARDBM, RUA DUQUE DE 
CAAXAA S/' F- AO LADO DO 
cor?REIO' 
- VISITE NOS. 
I' 
An tos de São Fronc isco,l ignda­ 
por dois túneis e uma estrada à beira - 
mar,está Icarüi,bairro com ~~in de 150- 
!l'il habitantes que vi vem concentrados em 
edifícios de mais de 1O andares. A sua - 
intensa e desordenac!a ocupação devo-se- 
à beleza da Praia de IcaraI pe-stacada-em 
prosa e verso. t intenso o seu cor,ércio, 
desenvolvido nos últi~os 15 anos,co~ o·­ 
surcrimento de ~hoppings em substituiçãn­ 
às casas pequenas onde os compradores - 
eram assinantes de .cadernos de finc'lo. Hc 
je já não existe a· aldeia ou a provlncLi 
mas :lm bairro cosmopoli tano. 
De Icaraí à Jurujuba existe~ se~ 
te Iates Clubes, dóis de Regatas e ou·­ 
tros dois dedicados mais à atividades - 
soe iais, Também, no:~. ba.irrp entre ou - 
tras atraçoes- Como éentros Culturais - 
está o Campo de são Pen to e tradiciona- 
is Iqr.P.1ns.. . 
-Três pedras têm caraê::terisÜ - 
cas especiais,atraindo pintores e sur -· 
• fistas:ull'a delas tem ,esculpida pela Natureza, 
o rosto do ·Tndio AraribÕia.c a Pedra do Indio. 
ZONA DO HOTEL 
Para quem sae deste roteiro,no ruo do - 
Hotel Praia Grande e do Centro,encontra a bucõ 
lica Praia das Flexas,o Mirante,a raia e 3 : 
Ilha d B0a iaaer,de deslumbrar'es cenários e 
palco·de inümerãs atividades.sf.; "''l'. pelo lito 
ral que se descortina.de qucbri.~ .aisagem áõ 
Pio sem os problemas cariocas e sem 'I beleza 
prõpria de Niterõi. 
Vem a Praia Vermelha.onde se inicia o - 
"ca!l'pus"universitãrio-unico no litoral e no·­ 
centro de uma cidade-e,no meio do caminho,de - 
um lado estã o Forte do Gragoatã e do outro,o­ 
Hotel Praia Grande,este,no alto de um morro. 
Quem visita o Hotel,propriedade da FLU - 
MITUP,se encanta com o panorama divisado de - 
qu~louer um dos 155 apartamentos:a entrada da­ 
Baia de Guanabara.a Ilha da Doa Viagem.o Pão - 
de Açucar, o Cristo.o Aeroporto Santos Dumont, 
a_Ponte Rio Niterõi;a enseada central de Nite­ 
roi e toda a exuberância da Baia de Guanabara. 
CONTINUAÇAO PÃGINA 05. 
'  
r 
TRINSBOI JARDIM l TDI 
- DENTRO DE POUCOS DIAS ESTAREMOS ATENIJEXIJO TODAS AS 
CIDADES DA- REGIÃO, COM! 
. ..,,, 
EFICÍl:NCIA AQUELA 	E MUITA CORRE- 
ÇÃO NOS NEGÓCIOS - 
·TRANSBOI JARDIM L TOA, 
COPRA . 'l::XDA E 
TRANSPORTE DE GADO 
UM ATENDIMENTO QUE FARÁ DE VOCÊ 
UM CLIEt,TE DE TODAS AS HORAS E 
UM AMIGO DE 
.... 
PARA INFORHAÇOES PROCURE 
O FERNANDO OU O ALDO AO - 
SIO_CRISTVO (DO RIBAS) EM 
''' '' 'c? "! >-	' 
TRANSBOI. 
LADO llO_ l<ESTAURAl1 L

+! BE.A.NVI'TEM., 
CONT. 
IIITER I ABRE I SEMINÍRIO NICID 
.... E ióiiiüüs üiiii@ ri ii1ó , 
r.; 1n l!; ,. :: 1 l •, , . 
O Centro ct L<l 
ll e <.IU<J Pr,t,í • 1 2' 
J d 
" , Kr- - 
p mas a 1ante a Etacoo 
O:s da [arcas ,dos 
1erobarco, a Podo0viária « ' 
' ,_ 	f. o llCC fH,.(J <l !Jon 
to Hio Nilo rol, ctl,~in d ,. 
- 	" 1as estrada, para a- 
reqião dos Laqos, os sub? ·Bj 
ur o e a zona - 
industrial com seus majestog 
- 	'+osos estaleiros. 
Nit rol te . 
, rrn onde se praticam - 
todoG oo esportes e e 1. 
• v vc intennancnte 
a sadia vida noturna só t 
' ., Cl!I uma def1.ci- 
éncia: São poucos os seus h 
~ - otc!l e, uma ca- 
rac tcr is tica dos tnmpos d 
_ -· e capltal,quan- 
do a po9ulaçao intorioran~ 
" possuia pro -- 
pricdades e famílias na anti 
ga capi t.al. 
Seus visitantes na maioria e h 
, .. ospodam cm 
bons hotéis cariocas, tal a proximidade _ 
com o Rio, GP.parado por 6 minutos de tra­ 
vessia por aerobarcos; 25 minutos por bar 
case 10 minutos por carro. 
Curte-se a beleza e a paz de Nitc 
rói,usufruindo-se do tumulto,do trabalho, 
e também da vida noturna do Rio. 
os ACESSOS 
Quem for participar do Semimário.­ 
Nacional de Jornalismo Urbano, encontra- 
rá no Aeroporto do Galeão, um posto de - 
recepção da Empresa Niteroiense de Turis­ 
mo, que indicará os preços dos taxis,dos 
ônibus diretos para Niterói,ou opcio~al~~~ 
mente para a Estação das Barcas ou pro­ 
piciará transportes gratuito. 
Quem chegar de ônibus,na Estação­ 
~~riano Procópio,poderã tomar um táxi - 
( a Estação está a rrenos de 5 00 ire tros da 
estrada da ponte e a 2,5 km da Estação - 
das Barcas) ou um ônibus direto para o - 
Centro de Niterói. 
A organizaçao do Congresso está-' 
à cargo da Associação dos Diretqres de -· 
Jornais do rn ter ior do Estado do Rio de - 
Janeiro (ADJORI-RJ), que funciona na se­ 
de do diário A TRiBUNA, na Rua Barão :lo 
71~_-:886 é dir,: 
Amazonas, 31, telefone: 
- é 
gida por ourdan Amóra, que ,ambem 
ce presidente da ABRAJORI 
A Secretaria fUncio:- «+, atê e - 
- • "SETE 
congresso, na redação do se:h_-,,ario • - 
R cha (717-16 
DIAS", dirigido por Milton o 
5S)que é diretor de relacionaroento da - 
ABRAJORI, cabendo a presidência ao pre- 
- Baptista dos - 
siden te da AB RAJORI, Joao 
vi· 
(J 
L(..fl i 
clnlo 
apoio da r:n 1 t ur 
,.. Flunitur, o , 
começará no dia- 
2J, encerrando-- 
dor:ungõ, 
25. 
A 
caberá 
tro 
do 
das 
caçoes, 
Car los 
e 
Lo 
dor 
ao 
zola. 
O j).l Yr_> 
lA',[;J1J 
abertura 
ao 
dia 
Mlnin 
Comuni­ 
Antonio­ 
Magalhaes 
o encerraren- 
Governa - 
Leonel Bri- 
M1o, 
ctd,,dc 
U-G pod••:-i apr tciar co 
cidrd d 412 
ras <.lO lnd10 l< ' i íll r.5 
L U<J lY'OC' S p r, eu.ao 
Lcn J/4 de: u eu 1 ir' i 
nabara e o Oceano 
dispor de duas grandes lagoas- Italpt e Pi r t ln inq,,- nO ·u 
waundo distrito, que vem sondo intens.mn e ocupado 
por 
.:ni 
man:;oês, 
f e, 
na 
ou cmprosarios 
encontro 
dra 
com a 
<l 
ou 
:; 
r. !. . 
,xut ... 1,nl,, 
11 
t' t 1' 2. 
,:H .. ! ,, . (. d• ao 1'4o cl 
! ,.., 
ir,d LÚI , Tu l ül 0•1 (_(> t por 
do: : 11V.) e' franco 1 1 t.,-i-õi 
confr n t ,m,o co: ü , ..1.1,, do uA- 
Atlcintlco, JO,'Anri•, J!nJ,, ü 
ioria 
Natureza, 
conr,lruid 
artistas cariocas 
fugindo da 
REDE BELAVIS- 
1 
TEN SE DE JOR:­ 
NII S - EOI TORA 
DOS JORNIAS - 
"TRIBUNA DA - 
FRONTEIRA", "JOR 
NAL OE ANTO - 
NIO JOÃO", "JO~ 
NAL DE BONITO" 
"JORNAL TRIBUNA 
MURTINHENSE"," 
"JORNAL CORREIO 
JARDINENSE E - 
JORNAL O LAGU 
NENSE". 
"CASO NÃO GOS_ 
TE DO ANüN - 
CIO, DESLIGUE 
A PÁGINA - 
o anúncio 
de jornal valo­ 
riza seu produ 
to, sem tirar 
do consumidor - 
o poder decisó­ 
rio. Ele pode -j 
:, 
O rrente a nrureza.. 
O annho é su. 
M e d a da s me, ra o m a us puto 
.,,,:ntimano do ~nor. 1.'0fll uni 
rn:,..-r.t< d"O Bo!:,-;iri<,: ~"' Jc 
Banho. blOJO s..bon,,< l.u ,o. 
L oi0 H±atante Urina!. Crane 
rara Mãos e Deu-Colónia F se 
'm deste prenso tra 
todo o carinho qué 
la mrr. 
,rin.J. :ur.iJ 
e Htnano. 
de qabra - 
,Jil,j •><' 1,,- 
V l !t.vl- O, 
t,S - 
jo vens - 
o ,ra­ 
J>o 
simplesrrente - j 
zrs/rua. antonio Narela colho.a7 " 
uma espiadinha. PKOPR.IETÁR IASiM~JOS É E M-ES_ 
'ER_FQNEi439 1010 _B.VISTA_MS ' 
• L u s ·o e o, M E° 
-AGRO PECUAHIA LUSO LTDA 
~LUSO coMÉRCI(? E IN,nUSTRIA DE 
MADEIRAS- ~ BOf!S NEGOCIOS·• .... LUCROS CERTOS . PRODUTIVIDADE ,, jil 	.. ,. - 
' ;EcAGEN E ARMAZENAANENTO COMPRA E 
• :EIIIPA DE GAi>O- MADEIRAS - COMERCIAL(ZAQÃO- 
C IA L .,. 
>; 
w RUA 
..,.-.. PARA 
DUQUE DE 
RECADOS 
( URGENTE 
CAXIAS; S/N 
A 'RÉSPEITO 
TRATAR 
li 
DE 
PELO 
GUIA 
FONE 
LOPES DA 
E VENDA 
21 - 1364 
COMPRA 
LAGUNA" FONE: 251-1055 
DE . GADO

l . LI ·11 T, - '' 
t ' , . 
------------------- -· 
CIMIRI MUNICIPIL DE BELI VISTI 
/ I 
INDICIÇIO N~ 017/8& 
A050R_ WR.E VILAS IO MI S, E MIRA«A 
lnd!Ln d mesa ouvido o plcn5rlo disprnsddas­ 
as formalidadcs,parn que sojn endereçado· expcdl­ 
ente ao Exmo.Senhor Prcfcf lo Municipal .paril que - 
dotrrnilne ao Secretário de Obrds e Serviços Urba­ 
nos Municlpnl, a consLruçáo de trovo rodovi~rfo - 
nn rodovin Dr.la Vista à Caracolem frente a erã - 
nlica Ja-le-VT· viahil i 1.,indo o trânsito de c:heg,1da 
de Caracol pela primeira rua do Bairro Itaboray - 
~t~ o Rua Senhor inha Lopes por onde dar-sc•i o - 
acosso a cidade. 
Sala das Sc1soc~.12 dr Maio do l .906 
F.V!LIISIO NUNES OE MIRANDA -Ver.P/PMDB 
INDICICAO N; 018/8& 
1 ndico a Mesa na forma rc•ÇJ imen ta 1 d í s pensa - 
das as fon11alidades,para que seja ofici,1dn o Ex - 
mo.Sr.Aurcl1,rno Chaves.Ministro das Minas e Ener­ 
gia, a viabilidade de reduzir o preço do Õlco die 
sol e de outros derivados o potr6leo,em f•r da= 
queda do preço do produto no n,ercado i nternaci o - 
naL 
• Tal medida.se concretizada,alem de proporcio 
nar,o barateamento das ercços das passaqens e de= 
mais transportes rodoviarios,contribuiri decisiva 
mente para a tio_necessirta diminuicio do custetii 
agr1cola,benefjc1ando os produtores a nivel nacio 
na]. 	- 
i sala das Sessoes da Cimara Municipal de Bela 
Vista,MS-12 de.Maio de 1,906, 
. IÍAN AFONSO _DA C.Marques.Ver. /PFL. 
1 '· ., 	- 	• 
Rf QUERIMENTO N~ 075/86 
AUTóR-VER,JOSINO PINHEIRO 
. . 
• Requeiro a rnes,1 ouyido o Plenãrio,na forma 
regi,mental ,par,1 que $:!Jf encaminhado expediente 
1 
ferimento : 7/6 
EVILÃSIO NUNES DR MIRANDA - 
- Verea,dor Pt-lDB 
AUOP VR.EVILASIO NINES DE MIPANDA 
·i 
-- •- 
- ---- -- ----- 
~ 
1. 
•. 
. . , 
-: 
" SF. VOCE 
.. ON 1 nus 
LEVA VOCf'. 
VI A,1/R. 
rnrn 
ONDE 
PAG/í'lENTO 
PELAS 
Um· Jeito 
MAÓS 
-~ESERVAS· 
IISE OS 
.. , 
RUA 13 
TELEFom=: 
ao to,', Prefe'g municipal,ol'citando rede - 
de áaua na Pua Eduardc Pelo.o,48rindo da Pua Li 
radentes até a Pus Ala{de da Silva orrê. 
Sala das esse.I? de Maio de 1906. 
,J_!~5T J.f..!.C/ T1 V/: 
Senhor Presi den te,senhores vreadore,: 
Considerando que a o presente no existe- 
qÚa louer rede de iÍoua nc•s,e trrcl.o,prl'j1Jd i(;u do 
o todos os moradores com fala do precioso )iaui­ 
do. 
Sala das Ses@es da Câmara Municipal de te­ 
la Vista-MS;12 de ''aio de 1006, 
JOSIIJO PTNIIEIPO -ll[P. p/Pt'OB 
REQUERIMENTO N; 076/86 
/!UTC1P.VER.EVllÃSIO NIINES [[ l!IP~NllA 
Requeiro c1 mesa ouvido o Plenãrio na forn•a­ 
reg11rcntal ,pan que seja nfíciado ilO Exmo.Senl,or­ 
Prefoito·llunicipal ,sol ici tt1ndo o aterro e o encas 
çá)hamento da Pua Senhorinha Lopes at~ a conflui~ 
r.lac/as ruas do Bairro Itatoray e Serradinl10 l 
com colocaçio de bueiros e canalização das lato - 
rais onde houver necessidade. 
Sala da Sssões,12 de Maio de 196 
EVILÃS!O NUNES D: tAIPJ'INOP-VEP,p/Pl'DB. 
AUTOP.VER.EVILÃSIO tlUNf~ DE t•fPMll'P 
Pequeiro a n1esa ouvido o plenário· n;i forr•a­ 
repiwental ,para quP.seja ofir.iaHo ao Exmo,Senhor­ 
Prefeito ~
1unir.ipal.sdl.ir.itando a canalização da - 
R, Hortêncio Escobar a partir da Rua V. 
• Ela Pátria ,aflfl' de proporcior escoamento das - 
ãuas ali acumuladas,as cais deverão, serem despe 
jadas na reoiao alacada e desabitada • • -­ 
Sala.das Sessões,12 de ''aio de 1986 
EVILÃSIO NUNES DE ~IPPN1Á-VEP.pZP~D8 
. 	1 
DEIXE A PROGRAMAÇÃO CONOSCO 
AVIÃO 
QIJ I ZER. E 
DE 
Requerimento Oi 077 /86' 
NAVIO, 
VOCÊ· 
A 
DE 0EH TE 
PASSAGENS 
SERVIÇOS 
DE 
T !. lE TOUR 
E·SCOLHE • - ,f 
ARAS 
?.31D • 
1 - 
PARI 
'TOUR 
' 
(0~7)- 382-7436: 332-7987 
li - 
TIIRlSMO 
DE 
peque iro a Ma ouvido o P] ,r 
na forma regirn al,pura que.,j 
ciado ao Emo.Snhr Pre 
com cóti ao Tro, Senhor 
EERGUL Dr. l.'JT .. ()'1 Faria Varas,sol,e 
1 
. 
ando a rede do oneraia elétrica, 
mo iluminacao blzca no bairro 1talo 
ray,vi bilizando ainda a distribuiçao - 
de padres à qu les que in t ·r, e',!" 111, 
no fornectmen.o de eerai elétrica, 
Sala das ess0és,2 do maio de - 
l. 11136 - 
,1 USTií' fCA1'I JJ 
--,-------- 
tlorrno requorin<.'nlo pr,,ndv .io f .. , 1 
de ser o bol rro Tlubor, y, o J:1icQ 1in1 ,­ 
não bcnC' ficiado com a rede de oneras - 
clétrlca, cl nmJ!li.l noUcll çiio co11.•p1n .. n­ 
t.c ao fornecimento do adro&s qratuf a 
ocla nrcf6itura uni.cipnl,prC'nc.1(,-•;c• ,10 
fato do baixo poder aquisitivo dos mo - 
rl'.!dorcr,; daquele ~n.tt,-6. • 
Sala das Sessoõs 12 de mato do 
1.986- Evil5sio Nunes de MirJnda-VPr01- 
dor- PMDD 
Requeiro a Mesa ouvido o Plená­ 
rio na forma reoiJTl{'ntal ,para que sc']a - 
oficiado ao Exrro. f,enhor Prc f~ ito Muni e - 
oal, no sentido f'{Uc de termine lm lc von - 
tamente nos bairros de nossa cidadc,j5- 
bencficiados com a rede de energia elé­ 
trica a fim de constatar as resÍdGncia- 
• as que pela insuficiincia do seu poder­ 
_ aquisitivo não efetuaram ainda duas 11- 
i gacoês, ã essas resic1cncias a Prcfeitu- 
'. ra fará entrega de ondroes e demais ma- 
teriais necessários qratuitamcnte. 
Sala das Scssoês, 12 rle 
Maio de. L 9% 
. , 
QUALQUER CIDADE 
'TISMO "gs - 
Requerimentd n~ 079/86 
.... 
EMBRATUR- 00145-00-42-7 
M/10 
DA " CfIME

Coluna Agropecuária 
ratroc,mo: Smdicato Rural le Bela Vista 
ldm. Edson Medeiros de Mnraes 
O EMPREGADOR RURAL E O PIS 
h atuais norma, a - 
plicáveis ao trabalho ru 
ral,por estarem totaier 
te em desacordo r _ 
nssa real idade,con 1 f - 
tuem-se er! au,adora do­ 
I1nLos confl I tos entro - 
empregados e empregado - 
res rurais. 
An,J lisando as normas 
trabalhista,deparamos - 
com obrigaçoes,absurdas­ 
e desnecessiÍrfus nns ati 
idades rurais.Muitos ar 
tioos da CLT-Consolida: 
ão das Leis Trabalhi< .­ 
tas que se aplicam no - 
trabalho rural chocam-se 
fronta 1 mente com a real i 
dade do campo. 
Se nao bastasse a an 
ti~a e dispersa legisla: 
ção, nos defrontamos tam­ 
bém.com a falta de infor 
maçoes por parte das au­ 
torldades compelentes . 
Não hi exemplo melhor - 
que o problema do PIS e­ 
sua aplicaçio no traba - 
lho· rural. Inicialmente a 
Administradora do PIS-re 
lata o advogado traba : 
lhlsta Antenor Pelegrino 
notificou inúmeros empre 
gadores rurais(pessoas - 
fisicas),para ressarci 
rem aos e111pregados, os - 
prejuizos causados por - 
fa 1 ta de cada s trarnento - 
no PJS e falta de apre - 
sentaçâo da RAIS.Depois­ 
verificaram-se as conde­ 
nações impostas a rrodu­ 
tores rurais.pela Justi­ 
ca do Trabalho.pelos mes 
rros motivos.Hoje,em al:. 
guns estados ,a idminis - 
tradora do PI S, depois de 
Tanto probloa a. 
(l 	í'',,,11() Sfl n•frr1r o~." - 
s à0s prr ·adoro. . 
f 	• rebali3dure re+do 
'tora a alqun,,d· - pelo Estatuto do 'rata. 
que, o Proqrama do !n - !hador Rural rerala - 
tey
r
aao Social e+ . 
expressamente:"d«e 
Suspenso para o pre- d 
9ado rurais.Mas rin que empregados por pes- 
» soa jurí9", 
uen qarant que o em- Deduz-se entao,através- 
Pregador(pessoa fisia) da leitura da Lei Can - 
estara isento de quais- plenent, r n9 7 ,1,n sc-us- 
quer multas ou condena- artigo c parágrafo pr1- 
çoes futuras. eiras e da Intrucao - 
Outro que posui o mes- Noria tiva n? 1/198, - 
mo pensamento é Jo~;; An que o empreoíldor rura 1, 
tonio AzrrcJo Lemos: consli tu ido em empresa- 
. Sempre fomos de opi den ro do concri to da - 
m1ao e que pese respei legislaçao especifica - 
tosos_cntcndli,1ento em_ do Imposto de Pcnda,dc- ciBüO un5.n1:-e do~- 
contrarlo,que o empreaa ve cadastrar (' ron ri - membros do Diretó- 
dor rural (pc•.·oa físi : buir para o Pl5-Jllano - 
ca)cstã isento de qual- de Integração Social - rio do PMDB de Jr- 
qucr uma das obriga ficando por conse(luên- dim, c~tar.í scndo- 
çocs,ou seja,contribuir cia,desobrioado desta- 
e cadastrar. 	incumbência o emprega y divulgada através- 
E que a Lei Comple- dor rural não constitui 
rnentar nl 7 que insti - do em empresa.ou pessoJ 
tuiu o PIS,ernbora não - fisica. 
tenha feito a distinção Entretanto.devido - 
entre empregado urbano- as interpretações diver 
e rural.no seu artino e gentes de que esteja e: 
parigrafo primeiro.foi- produtor rural pessoa - 
restrita quando definiu fÍsica-desobrioado de - 
a empresa ,para os fins- contribuir e cÍldastrar- 
da Lei.como a pessoa ju os seus empre9ados,lema 
rídica ajustada aos ter bramas da ~ulta previs- 
mos dJ legislação do Jiii ta,no valor de 10 salã-f.-=;;._ 	"1 
posto de Renda. - rios r:iÍnin,os,enquanto a• 1 PB ONAt 
Assim é ,,,,e os em- duvida atinentP a in - ND ;I,cl ~ ~on OFISSI 
pregadores rurais,pes - terpretação seja dissi- ~ ~ 	- 	- ' 
soas fi si ca s, que não - pa da, i nc Jus i ve, para , 
estao constituídos em - que as agências c.Ja Ad - ~ OGAOAS«VILMA DA SILVA E VERA LJINOCQi 
empresas.nos moldes da- ministradora do PIS,n ADV 	· 	' 
legislaçio do Imposto - Caixa Econ6mica Fede• - 
de Rend~ ,estão desobri- ra 1.possam ter a 1 ao de- - CAUSAS ClEIS E CR!iIrlllS, TRf,,R.ôlHISTA, DIREITO DE FA i[UA, tt'...Ríl/S, 
gados a contribuir para concreto e definitivo a l,'Jlrt,·11•n10s-RUA cur•nl. S11l- FO:,'!:: ((Jj7)- 439-1290 _ ,, BELA VISTA-f'S ,, 
o PIS.Por outro lado,a- informar,pois conforme-1 cu if tlln 
instrução, normativa nl constatado não existem- :==========================~~r===; 
!}.2%%. %. l::r:.'_/DOUTOR GERALDO PINHEIRO MURA0 
'Novena de Santa Clara 
REZE g AVE MARIA. COM UMA VELA ACESA, QUE DEI- 
XA-SE QUEIMAR ATE ·O FIM. FAZ - SE TRrs PEDIDOS. UM DE 
NEGÕCIOS E DOIS IMPOSS!VEIS. 
PUBLICA-SE NO NONO DIA. 1·'[5110 SEM Ft A GRAÇA E 
ALCANÇADA. 
E.B. . 
' " ANUNCIE EM JORNAL PARA FAZEK o ANONCIO DEFINITIVO " - Tu- 
do aquilo que você diz em 30 segundos no rãdio ou na tele­ 
visão pode ser melhor explicado no jornal. Em ilus•raçoês,fo- 
N
A J·ornal vncê tem espaço e peg• seu p~ 
tos e palavras. u 
ele possui tempo livre e ê ~ psicolõ- 
pelas quais poss~, iJteresse. 
b li co a 1 vo num momento em que 
gicamente aberto a todas as informaçoês 
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OIRBdRIO DO rMDB EM JAROI RE­ 
PUDIA ACíO DA POLÍCIA FEDERAL as 
FESTIYIDftDES 00 CLUBE DO LACO 
E.R;A'DO 
da imprensa , r.os - 
próximos dias,ul'1il 
notu de repúdio ã 
ação arbitrária da 
l'olí- :1 Federal, re~ 
lizda na ! 1m. - 
festa do e lube do- 
Laço, no ~unicípln- 
de Guia 
Laquna. 
,/ 
propoõ , 
Lope s d 
do !)irctório 
nobrctu- 
do a dar apoio to- 
tal ao advogado Jg 
sé /canásio Lcrns 
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de do 'ardi,d 
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RELA VIST.A - MS

,. ' 
SEUASUL MÓ.VEIS APRESENTA 
COMEN'T ANDO 
' 1 
( 1) _ Aqui flagrantes de pessoas que badala­ 
ram nos almoços e Jantares no dia das Ma@s pela 
cl ty. 
l- Fduuto Oeariz e uu Maria; 
2- Futura Mamaó - Izabela Moraes Murano 
3- Gcr('n':c do Banco do [)r•asil dr Nioaquc -flc-nnan 
e esposa. 
4- Estela Pereira 
5- Tiby Loureiro e Olympia 
6- ibrÕ.o, Olga e Dr. Robcrval 
7- Patrícia Mames 
J 
JOVEfL NÃO BASTA í~ASCER NO BRASIL PA­ 
P.A SER t;n C I DAD/  BRASILEIRO. 
A QUALIDADE DE CIUADAO BRASILEIRO E:­ 
A CIDADAf'l/1,PARA USO DOS DIREITOS,DE VO - 
TER E SER VOTADO,DEZ-S ESTA? E DIA :­ 
CO:' 0 SIGO LITAR. 
•. :"<,,_!GP.CÃJ PAP.A COf1 O SERVIÇO f·1!LI-: 
TAR COÇA CO! O "ALISTAENTO IILITAR". 
PORT/NTO.lS BRASILEIROS QUE COHPLE­ 
TAR~:l 18 ANOS OU MESMO, COM f'1A IS DE 18 
ANOS. E QUE, Alt!DA, f·IÃO ESTUMl Hi DIA 
COM O SERVIÇO MILITAR, DEVEM COH?ARECER
1 
te$, AI +. É.HEI 
PAL.PORTANDO 2 FOTOS 3/4 Ci'1 CCOil FUNDO - 
BRANCO E DE PREFERÊNCIA PALETÓ E GRAVATA) 
A'S CERTIDÃO DE ~!AS~ IflEtlTO OU CASAfítNTO. 
NENHUM PAIS PODERA ~XISTIR Ll~~- 
VRE E SOBERANO, NA ATUAL CONJUNTURA- 
MUND!AL. SEíl DISPOR DE FORCAS QUE : 
ZELEil PELA SUA SEGURANÇA, • 
" SERVIÇO MILITAR , A SEGU- 
RANÇA DO BRASIL EM NOSSAS 
f·1AÕS " 
- JUNTA DO SERVIÇO MILITAR DE 
BELA VISTA. - 
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