f/ ,,. SINDICATO RURAL DE BEL, VIII Prioridade para a Assistência Social EDSON MORAES: "HOJE TEMOS O QUE OFERECER AO PRODUTOR RURAL" O SINDICATO RURAL DE BCLA VIST/1 PATROCINA A COLMA DE Il'TERESSE DO PECUARISTA E DO AGRICULTl)R. HOJE ESTA:,'.05 fALA!WO SOBRE O "EPPEGADOP RURAL E O PIS"- PAGINA - 07 Você vai conhecer a opinião ào C-eneral Meira Matos a - ·1- rcspcito do Projeto .. Guerra nas Estrelas". • e omenta ct , . I Alberto de Carvalho fala àe poesia e política. E Aber . n o - pagina 8 to de souza diz que a Seleção Brasileira vai aos trances e bar- rancós. PÂGINA - 02 1--------------------':!!:..--~L. __ ..:_.:.__::=- Jornalismo e n :• TE.IRA, d1a 09s ± socj olexo adrin s ststGnc1a so;1l, co equipamentos pdicos M o r las a r reto d v n u até julho e diz ainda qu Bola t pod h1ar do eu parque de izpot;roe, "ur do ni . tos do Ftado": PIE!A 02. r . -- DIRETdRIO_ 00 PMOQ EM JARDIM RE- • ruo11 ACAO DA POLICIA FEDERAL NAS fESTIYIOftDES . 00 CLUBE DO LAÇO Página 7 COLUNA AGROPECUÁRIA Promovido pela Associação Brasilei­ ra de Jornais do In­ terior-ABRAJORI- e - ADJORI- do Rio deç· Janeiro,será-realiz~ do no período de 23 a 26 de Maio o I? Sg minário Nacional de­ Jornalismo Urbano. O evento conta com o - apoio da Secretaria- CâMARII --e Inf FEITO O VEREADOR PROVIDtNCIAS AO SAAE ENVIO DE EFETl!iR TAR SE MUNICIPAL DE Di COMPRAR o ou dé Estado de. Turis-: mo;sANEFJ e Cia dé Turismo do Rlo de Janeiro,mais de 500 jornais já se ins­ creveram,de. nossa região seguirao re presentantes dos - Jornais Tribuna da Fronteira (Dela - vista) ;Correio Jar­ dinense (Jardim) ;Tri IVAN MARQUES QUANTO l'. CARTAS CONVITES SERVIÇOS. ESTES LER NA CÂMARA iíãu1a OI FRONTEIRI 14 ANOS COl l VO voct VAI ICIONIL DE Urbano buna Murtinhe.ise - (Porto Murtinho); Jornal de Bonito - (Bonito);Jornal de Antonio João (A.JÓ ão),todos editados pela RFDE BF.LAVI!"­ TENSE e dos jornais Tribuna Popular,de. Jardim e Voz àa .. _ .,, Fronteira,àe Amarn­ bai.A sessão solene de abertura contará c/a oresenca do Min. Antonio C.Maoalhaês e a de encerramento com o Governador·ào· Estado do Rio de Ja­ neiro,Leonel Brizoli Nas páginas 04 e 05 falamos sobre Ni"'-· terõi,suas belezas - naturais e o Seminí rio. É NOTÍCII ormação- PEDE ABERTURA DE VAZAMENTOS ; ANSELMO QOANOO E r NOVAS LOPES A OUTROS NOT!CIA. - RUAS E SUGERE PRF:FEITURA ASSUNTOS DE PAGIN/-06 SOLICITA AO PRE NECESSI - INTERES- PFL vai rachar em Bela Vista A sit·i'lc-ão·nãn está tão "azul" '{JUJl'ltl1 pir.­ tan: alguns políticos c!o Partido da frer:e L if;n­ ral. isto a n'ivel de bloco coeso.'em tão preta - unto pintam alguns adversários do PM -2que­ les que pregaria· desunião rio Diretório 'unici - pal. Estes comentários.originados na divisão do­ Pr.oe,com alguns de seus integrantes apoiando Lüdio Coelho.e tambeni,por parte do PFL,uns pre­ aando a união er.i torno da candidatura do ~ecua­ rista Lüdio,não correspondem inteiramente a ver dade. - Apura~os junto a fonte ligada ã direcão do­ PFL em Bela Vista,que iuitos pefelistas apoia - • rão Marcelo Miranda,inclusive con p055ibí7idade • de até três vereadores do partido fharen co­ Marce lo. E não serã apenas estes vereadores,vã - rios lideres.expressivos,do PL;:estão propensos a apoiar !'arcelo /.'iranda. • _ E o !"esmo poc'e se dizer do p;:na.ha !l'uit,s - inteqrant.es do Diretório Municipill oue vão 2 - brir a favor de Lüdio. O quadro.na realidade,ê este:vai haver ra - cha no PFL e, tarbêl'l,no P!'DB.co~ as lidercnças. sohretudo aquelas ligadas ao Sindicato Rural.a­ poiando a candidatura de LÚdio Coelho. Em política tudo é possível.e rio se espan ter ao ver nos palanzues.na próxima camanne, - pessoa· que hã quatro reses combatiam em cano5 oposto,. Até se ofendia>•. Mas isto ê passado.o presente é certeza.o - futuro,imprevisível. Sào as "coisas" da p_olhica. (?PJ DO. EXENPAP ?.CD "TRIMA DA FONTE! - NESSE CÊ P0 OE ACREDITAR?- U !O:' DA REDE - JOflMAI, fll JBllNA DA f'JIIONTF. I RA ELA V1TA -. . ... •• ºf OPINIJIO / DEB.& TIS A GUERRA NAS ESTRELAS O General Carlos de Melra Matto±," ' em artigo publicado n lEiia calço d re vita Política e Estratégia Centro de ES tudos @iraqTcoi- TTEdjardo Prado,705 - São Paulo-SP) ,afirma que, com o Programa "Guerra nas EntroLrn ", o preidente Ronald Reaqan deu início à uma formulação cla_.ea­ tratégia nuclear norte americana, Esta es­ tratógia é baooada, desde 1.945, essencial mente no crescimento do poder ofensivo, a - fim do garantir a disouassão . da estraté gid. o Programa "Guerra nas Estrolas",oxi­ gindo tantao armaa, sensores e equiparr.en',, tos altamente sofioticados a serem coloca­ doe cm .tcrra,no mar e no espaço, apresenta rá complexos problemas de custo, locIstica e mahutcnção. As opinioes de técnicos e estrategistas norte-americanos divergem quanto ã eficiência do programa. gs opone " too do SDI alegam que nao ha defesa per­ feita ;que· o,projeto é 'técnicamente inviá­ vel I o que seu custo é absurdamente alto. os partidários do SDI arguem que a defesa total, mesmo se imposs!vel, é irrelevante- • pbis basta que um núcleo substancial de ba _ ses de lançamento seja perfeitamente de - fendido para que o poder de retaliação pre serv.ado desencoraje qualquer impulso de - " ffrst strike ". A implantação do progra­ ma "Guerra nas Estrelas"-segundo o General ·Meir~ Mattos- abrirá nova perspectiva à es tratéqia nuclear pois, pela primeira vez - desde Hiroshima e Nagasaki, surge um meio­ defeasivo,apoiado por sofisticado artesa. 7 nal tecn.ológico, capaz de conter a amea­ ça de uma ofensiva nuclear. P.Olítica & Poética Seleção:aos tran­ cos·e barrancos Desde a mais tenra idade,duas coi­ sas me fascinam: a polltica, a arte. Du·-n .rante muitos anos,até que vim conheceram­ bas mais de· perto.. Imaginei que poderia - conciliá-las,a nivel de carreira. Ilusão- de criança. . Embora a arte seja essencialmente polltica e possa muitas vezes "conter"po­ lltica, a reciproca·. não é verdadeira . Não se pode· considerar a polltica como "ar tística". Por acaso alguém se lembra de - - uma ação política com qualidades artísti­ cas? Lembrou? Quero ver· se conseaue lem­ brar outra! De salda, uma diferença básica: o polftico trabalha no·átacado e o artista - atua no varejo. Mesmo os produtos artisti cos mais massificafos , visam. atingir a cã = da individuo, a nível pessoal. O político se di-rige às classes,· às comunidades,aos - grupo~. Sua palavra é geral, a do artista .. é indiyidua~. O político é sisudo , sério, o ar·t,istà quase ne.ncaié desprovido de hu­ mor. Diante desta opção me vi,acabando - por me definir pela "palavra individual - do teatro".· . O político aspira o poder, o artis ta 'visa transformar a sociedade por outras vias, persuadindo em vez de determinar. O polltico tem mais pressa,o artista age a. -· longE 'prazo. Ambos querem dar sua contri - buiçao, cada um escolhe a sua forma. En - ' 1 . i quanto um escritor cria muitos persona­ nagens e o ator coloca-e a ervico de diversas personalidades, o politi co f :r. pcrsônagcn de si próprio, atuando em tum único papel. Enquanto a obra do artl!.lt:1 é, em certa rodida,independente dele e permite-lhe,mais ou menos,uma vida pes­ soal,o político particira do um show em tempo integral,onde precisa· gtuar sempre Engana-se quem pensa em trans1 torJodadc. Art.c,c política são vocacoes vitalícias, estas reflexoés me levam a pensar no nosso presidente-poeta.ele d~ clarou que ser poeta é condição essencl al de sua vida,cnquanto que a ~ol1tica apesar de importante,é para ele circuns tancial. E olhem que ele é mais bem-su­ cedido na polltica,apesar de "imortali­ zado"na literatura. Não sei como conse­ goo conciliar o presidente civil com o escritor de fardão, se tem c1nfliton - por isso ou não. Ele está nesse negócio hã mais tempo do que eu, talvez tenha a­ chado um jeito que desconheço. De qual­ quer forma,uma cabeça de poeta tem cer­ tas caracter!sticas especiais,que certa mente terão reflexos na política. Ben­ za Deus: Alberto Centurião de Carvalho ( Plana l cada é que lico foss m tir+das, f ln de que os . - o ti m, Cc:a do Mundo s c ta ri. A lm de r ver com o coraçao do m lhos .­ d torcedores,envolve um invs i ·nt i­ Fabuloso e não s pode admi ir u rie de acontcimen os como Os que e tu- mos sendo obriaados a5is ir. A improvisçao é total.Dede a última copa, realizada quatro anos a - trás, a selecão brasileira foi tratada como brinquedo. Passou pelas maos de di versos técnicos (Parreira,Edu;Evaristo) não teve uma ptoaramacão defini& ,fi cou um- longo emo à mercê das vatda­ dc s elos "cartolas" que n o clwqa •.11~ 1 nenhum acordo no terreno político;e, n fim, foi obricada a se expor fora de - hora e duas hu;ilhantes d rrotas para - poderosas selecoés européias,em está - dio muito superior de preparacao e sob o rigor do inverno europeu. Não ·hastas­ se isso,ficamos ainda diante d uma si­ tuacão ridlcula cm plr>na etapa final de treinamento,quando nen jogadores,nem - diriacntcs têm noção dos proxirnos ,1d - versários,dos locais dos jogos,de suas datas e, até mesno, de sua_realizaçao. Tomara consiaa Tele Santana su­ perar tudo isso e, nesses dias que an te cedem o , inicio tia Copa, rnon tar uma o­ quipe forte e competitiva. Terá então­ aruPo definido e,longe da torcida,tal­ vez um pouco mais de tranquilidade pa­ ra esquenatizar o time a se u gosto. - Não nos iludamos pare~; Inde­ pendentemente do sucesso ou do fracas­ so de nossa seleçao, alguma coisa tem­ que ser feita. Com a oalavra,pois,os rcspons~ veis pelo esporte brasileiro. Alberto de Souza ( Plana ) A maneira pela qual vai ·se de­ senrolando ,a preparação de nossa sele - ção para a Copa do Mundo está muito lon ge de poder ser tida como exemplar. Os jornais de sul a norte, estamcam manche tes dando conta do espantaso núrrero de--•---------------------­ desentendimentos entre os membros da - ~úpula, de casos de indisciplinas entre os jogadores,de indefiniçoes quanto à - adversários ou locais para jogos e até­ casos de corrupção envolvendo membros da diretoria da CBF, acusados de subor7 no por uma agência de publicidade. ,. ~ evidente que isso tudo qera - um clima inadequado ao preparo da equi­ pe. Além disso, a indefinição quanto - aos cortes provoca uma tensao entre os­ próprios atletas, notadarrente· dos que­ se sentem mais inseguros . Essa soma de fatores faz com que o rendimento da e­ quipe nos jogos não seja o ideal e que, nos tre-inos coletivos,haja uma constan­ te preocupação com a integridade físi­ ca dos atletas,em razão do evidente - nervosismo com que muitos entram em - campo. Apesar de todos esses problemas sou daqueles que acredita que. ainda a­ cabaremos chegando ao México em condi­ ~oês de brigar_pelo. "caneco". Mas não - e essa a questao que gostaria de explo- • _ rar. Gostaria,isso sim, de ir mais fun~ do na discussão dos problemas ligados - à parte organizacional. Afinal, vivemos no"pais do futebol" e não é justo que­ se dê esse tratamento à uma seleção tri campeã do mundo e responsável pela es.­ pectativa e pela emoção de 130 milhoes de brasileiros. O minlmo que se deveria exiair a partir dessa situação confusa e deli '0'AL TR!BUMA DA FRO!TEIA FUt-!DADO E!1 20 DE FEVEREIRO DE 1.972- REGISTRO NO CARTó~IO DE T[TULOS E DOCUMENTOS N 2 35. DIRETOR: ~EDATOR CHEFE: IVALDO - P2EIRA. REDA CÃO E AD:1 H! i STRAÇÃO: RUA DA - REPUBLICA f" 26€- FONE ; 633-1410- BE­ LA VISTA- ílS - SEDE PRÓPRIA. -ASSINATURA ANUAL - (TRIBUNA CZS 150 ) -DEi1AIS MUNIC!PIOS- ( CZS 250,00 ) FILIADO A ADJQRI E ABRAJORI JORNAL ISTARESPOilSAVEL: I VALDO­ PEREIRA·, UM JORNAL DO GRUPO REDE BELAVIS­ TENSE DE JORNAIS LTDA. CGC,HF. 15.513, 203/001- INSCRIÇÃO ESTADUAL- 28.219.- 003-1- EDITORA DOS JORNAIS TRIBU~A DA FRONTEIRA, O LAGUNENSE, TRIBUNA UTI - EIS. JORNAL DE ANTONIO JOÃO E JOR AL CORREIO JARDINE#SE, PARQUE GRÁFICO: RUA DA REPÚBLICA 268 - BELA VISTA - HIS CAIXA POSiAL- 23- FONE (067)- 439-1410. ' 1w-· ....... ~--------·-·---~----------·--- ...... -- és TRANSPORTADORA. CáUZEl·RO. DO SUL .. UM Novó CoNCEITo DE :TRANSPORTE_ ~~* DE NOSSA CIDADE PARA QUALQUER PARTE DO PAIS *** A CRUZEIRO DO SUL, TUNIDADE DE DESPACHAR IS, 'COM USE os SEGURANÇA SERVIÇOS EMPRESA A E DA SUA DE· • TRADIÇÃO, MERCADORIA FRETE CRUZEIRO ACESS!VEL, DO PARA SUL OfERECE QUALQUER RAPIDEZ UMA A E VOCt PARTE A TRANQUILIDADE, TRANSPOR TADORA OPOR- DO QUE PA- CONHECE OS SEUS CLIENíES • PROCURE UNA DE NOSSAS AGÊNCIAS- ,'' •• ,/ • · ', l r - Sin~i cato Rural de Bela Vis ta, Priori• EDSON Mo~1 ~ .. P a r a a a s s i s t ê n eia S o e i a l: j',1],, 1110 ES. AOJE TEMOS O QUE OFERECER A O . . PRODUTOR RURAL édica orlnr- .. nlóalca.". " ilém de,,s,;cs .. ;,li1J,1rrcntos - prosseguiu - instal;;rnr-os t.1n riidlu - e -t1111a c~ntral .telefônica,. f,lc:ari'.í f5cil para o· pccuar!ctu fnlar com- a sua fazenda e do :,róano ,SLndi­ cato orientar ou ,tomar qualqer pro vidêncfa ·uroen~. Na sede l ntn­ ção do urra C'oon,:,rativn coroarin o nos - so tr,,balho, anta coopcriltivn tcri11 o - r;ou ;1rrr,1ZÓ!" fornecendo Produton c,rono­ cu.'írloc 1• il (, o:,nnror. alircnticioa, M<1! 6 assunto paramais tarde", S11",il Cooperativa néo é u~ so - nho, r. r 1s Ul'.1 l"Rta deste honcrn que - acredita no oor~r do trabulho, do di­ loco e da rcnlJzacão. tr#ti#ttttttt t t 1 ttttttttittttittt _ A respeito do Parque de Exposi -· çoes Rio Apa, Moraes disse que " o com­ plexo permite n pror:1oção de grundes even­ tos, atualmente estamos desenvolvendo vã­ rios leiloes, os quais vem obtendo amplo­ sucesso e estamos programando a 19 Feira - de Bezerros". o Parque de Exposiçoes est5 tota,! rrente pavimentado, com rede de energia·P­ lét;.ric;i, água, telefone, é um dos mais mg dernos do Estado e isto, segundo- "é o .-· retorno, é a confiança depositada em nos­ so trabalho, graças ao apoio e auxilio do Governo do Estado, pecuaristas de ,Bela - Visti e de outras regioes do Estado, con­ seguimos implantar este complexo que ó - 11'.0tivo de oroulho para todos nós", Em julho será realizada a fes- SINDICALISTAS ENTREGAM LISTA COM NOME DOS CA DiD TO ÀS PRÓXIMA LEIÇOÉS I CAMl'O GRAN­ DE-MS- Uma comissão de representantes­ das entidades sin­ dicais de Mato Grosso do sul en­ tregaram ao govef­ nador um docu111ento coni o nome dos quatro candida - tos para ilS pró­ ximas eleicoês . são eles: João - José de Souza Lei­ te, e x-secre tár io­ essadual do Truba­ lho;José Berlanae citúal pre:sidenté - da rederasul; • A -­ dilson du Cruz,pre­ siden te do Sindlca- • to Rural de Bataouas su; e, PedroRar:ià -­ lho,oresidente do - Fetagri: Os três priniros !rao cor­ correr à vagus na - Asse~bléia Lcaisla­ tiva e o último se­ rá cnndidato a de­ putado federal. Eles entreoa­ ra111 tnl!'bém um doéu­ mento sobre ·a Cen­ tral Geral de Tra­ bulhadores e uma - prooosta política­ cara a Secreuiria­ Cstadual do Traba­ lho. No doc=ento da CGT consta o pro grar:ia Unificado - das lutas 'us tra­ balhadore3 oraaniza dos. Já a proposta polltica para a Se ·cretariu do Traba= lho q foi ela­ borada com o respaldo de to - das as cntlda - des oindicais do Estado, solicita­ ao oróxi rr.o C-,o - verno que sejar­ rontiãos todos - os prograr:ias im­ plantados, inclu­ indo convênios,­ proaramaçocs ,etc. JOR!AL TRIBUNA DA fRONTEIM - Nesse você po­ de acrcdi tar - Un jornal da - Rede I>elnviscc!:_ se de J'orna 1 s. r 11,r !.í 1 /1'/ J •. f I li'", r it NITEROI IBRE I OE ·JORNALISMO CIDADE JOVEM SfMINÍRIO NICIONIL URBIND EM MIIO pocJ".! r,' d<'lidor con t.1 i,clcz.:,: d, c-,1ô: ia do Pesca de JurujuJ.iu,CO!".l s olita­ rias Praias de Adão e Eva, ou com visi­ La:; pré-=rcndac. n-,s Forl:f!n do Iribt.:1,no Hlo Or,rnco, são Luiz e Santa Cruz,este na etrad da Barra, no lado oposto do P.:Ío de Açcar e dele distante menos de- 800 mctró:; pelo mar. H,Í quem cnrnpan• lliwrói - ' TRANSBOI. LADO llO_ l lA',[;J1J abertura ao dia Mlnin Comuni­ Antonio­ Magalhaes o encerraren- Governa - Leonel Bri- M1o, ctd,,dc U-G pod••:-i apr tciar co cidrd d 412 ras <.lO lnd10 l< ' i íll r.5 L U t por do: : 11V.) e' franco 1 1 t.,-i-õi confr n t ,m,o co: ü , ..1.1,, do uA- Atlcintlco, JO,'Anri•, J!nJ,, ü ioria Natureza, conr,lruid artistas cariocas fugindo da REDE BELAVIS- 1 TEN SE DE JOR:­ NII S - EOI TORA DOS JORNIAS - "TRIBUNA DA - FRONTEIRA", "JOR NAL OE ANTO - NIO JOÃO", "JO~ NAL DE BONITO" "JORNAL TRIBUNA MURTINHENSE"," "JORNAL CORREIO JARDINENSE E - JORNAL O LAGU NENSE". "CASO NÃO GOS_ TE DO ANüN - CIO, DESLIGUE A PÁGINA - o anúncio de jornal valo­ riza seu produ to, sem tirar do consumidor - o poder decisó­ rio. Ele pode -j :, O rrente a nrureza.. O annho é su. M e d a da s me, ra o m a us puto .,,,:ntimano do ~nor. 1.'0fll uni rn:,..-r.t< d"O Bo!:,-;iri<,: ~"' Jc Banho. blOJO s..bon,,< l.u ,o. L oi0 H±atante Urina!. Crane rara Mãos e Deu-Colónia F se 'm deste prenso tra todo o carinho qué la mrr. ,rin.J. :ur.iJ e Htnano. de qabra - ,Jil,j •><' 1,,- V l !t.vl- O, t,S - jo vens - o ,ra­ J>o simplesrrente - j zrs/rua. antonio Narela colho.a7 " uma espiadinha. PKOPR.IETÁR IASiM~JOS É E M-ES_ 'ER_FQNEi439 1010 _B.VISTA_MS ' • L u s ·o e o, M E° -AGRO PECUAHIA LUSO LTDA ~LUSO coMÉRCI(? E IN,nUSTRIA DE MADEIRAS- ~ BOf!S NEGOCIOS·• .... LUCROS CERTOS . PRODUTIVIDADE ,, jil .. ,. - ' ;EcAGEN E ARMAZENAANENTO COMPRA E • :EIIIPA DE GAi>O- MADEIRAS - COMERCIAL(ZAQÃO- C IA L .,. >; w RUA ..,.-.. PARA DUQUE DE RECADOS ( URGENTE CAXIAS; S/N A 'RÉSPEITO TRATAR li DE PELO GUIA FONE LOPES DA E VENDA 21 - 1364 COMPRA LAGUNA" FONE: 251-1055 DE . GADO l . LI ·11 T, - '' t ' , . ------------------- -· CIMIRI MUNICIPIL DE BELI VISTI / I INDICIÇIO N~ 017/8& A050R_ WR.E VILAS IO MI S, E MIRA«A lnd!Ln d mesa ouvido o plcn5rlo disprnsddas­ as formalidadcs,parn que sojn endereçado· expcdl­ ente ao Exmo.Senhor Prcfcf lo Municipal .paril que - dotrrnilne ao Secretário de Obrds e Serviços Urba­ nos Municlpnl, a consLruçáo de trovo rodovi~rfo - nn rodovin Dr.la Vista à Caracolem frente a erã - nlica Ja-le-VT· viahil i 1.,indo o trânsito de c:heg,1da de Caracol pela primeira rua do Bairro Itaboray - ~t~ o Rua Senhor inha Lopes por onde dar-sc•i o - acosso a cidade. Sala das Sc1soc~.12 dr Maio do l .906 F.V!LIISIO NUNES OE MIRANDA -Ver.P/PMDB INDICICAO N; 018/8& 1 ndico a Mesa na forma rc•ÇJ imen ta 1 d í s pensa - das as fon11alidades,para que seja ofici,1dn o Ex - mo.Sr.Aurcl1,rno Chaves.Ministro das Minas e Ener­ gia, a viabilidade de reduzir o preço do Õlco die sol e de outros derivados o potr6leo,em f•r da= queda do preço do produto no n,ercado i nternaci o - naL • Tal medida.se concretizada,alem de proporcio nar,o barateamento das ercços das passaqens e de= mais transportes rodoviarios,contribuiri decisiva mente para a tio_necessirta diminuicio do custetii agr1cola,benefjc1ando os produtores a nivel nacio na]. - i sala das Sessoes da Cimara Municipal de Bela Vista,MS-12 de.Maio de 1,906, . IÍAN AFONSO _DA C.Marques.Ver. /PFL. 1 '· ., - • Rf QUERIMENTO N~ 075/86 AUTóR-VER,JOSINO PINHEIRO . . • Requeiro a rnes,1 ouyido o Plenãrio,na forma regi,mental ,par,1 que $:!Jf encaminhado expediente 1 ferimento : 7/6 EVILÃSIO NUNES DR MIRANDA - - Verea,dor Pt-lDB AUOP VR.EVILASIO NINES DE MIPANDA ·i -- •- - ---- -- ----- ~ 1. •. . . , -: " SF. VOCE .. ON 1 nus LEVA VOCf'. VI A,1/R. rnrn ONDE PAG/í'lENTO PELAS Um· Jeito MAÓS -~ESERVAS· IISE OS .. , RUA 13 TELEFom=: ao to,', Prefe'g municipal,ol'citando rede - de áaua na Pua Eduardc Pelo.o,48rindo da Pua Li radentes até a Pus Ala{de da Silva orrê. Sala das esse.I? de Maio de 1906. ,J_!~5T J.f..!.C/ T1 V/: Senhor Presi den te,senhores vreadore,: Considerando que a o presente no existe- qÚa louer rede de iÍoua nc•s,e trrcl.o,prl'j1Jd i(;u do o todos os moradores com fala do precioso )iaui­ do. Sala das Ses@es da Câmara Municipal de te­ la Vista-MS;12 de ''aio de 1006, JOSIIJO PTNIIEIPO -ll[P. p/Pt'OB REQUERIMENTO N; 076/86 /!UTC1P.VER.EVllÃSIO NIINES [[ l!IP~NllA Requeiro c1 mesa ouvido o Plenãrio na forn•a­ reg11rcntal ,pan que seja nfíciado ilO Exmo.Senl,or­ Prefoito·llunicipal ,sol ici tt1ndo o aterro e o encas çá)hamento da Pua Senhorinha Lopes at~ a conflui~ r.lac/as ruas do Bairro Itatoray e Serradinl10 l com colocaçio de bueiros e canalização das lato - rais onde houver necessidade. Sala da Sssões,12 de Maio de 196 EVILÃS!O NUNES D: tAIPJ'INOP-VEP,p/Pl'DB. AUTOP.VER.EVILÃSIO tlUNf~ DE t•fPMll'P Pequeiro a n1esa ouvido o plenário· n;i forr•a­ repiwental ,para quP.seja ofir.iaHo ao Exmo,Senhor­ Prefeito ~ 1unir.ipal.sdl.ir.itando a canalização da - R, Hortêncio Escobar a partir da Rua V. • Ela Pátria ,aflfl' de proporcior escoamento das - ãuas ali acumuladas,as cais deverão, serem despe jadas na reoiao alacada e desabitada • • -­ Sala.das Sessões,12 de ''aio de 1986 EVILÃSIO NUNES DE ~IPPN1Á-VEP.pZP~D8 . 1 DEIXE A PROGRAMAÇÃO CONOSCO AVIÃO QIJ I ZER. E DE Requerimento Oi 077 /86' NAVIO, VOCÊ· A DE 0EH TE PASSAGENS SERVIÇOS DE T !. lE TOUR E·SCOLHE • - ,f ARAS ?.31D • 1 - PARI 'TOUR ' (0~7)- 382-7436: 332-7987 li - TIIRlSMO DE peque iro a Ma ouvido o P] ,r na forma regirn al,pura que.,j ciado ao Emo.Snhr Pre com cóti ao Tro, Senhor EERGUL Dr. l.'JT .. ()'1 Faria Varas,sol,e 1 . ando a rede do oneraia elétrica, mo iluminacao blzca no bairro 1talo ray,vi bilizando ainda a distribuiçao - de padres à qu les que in t ·r, e',!" 111, no fornectmen.o de eerai elétrica, Sala das ess0és,2 do maio de - l. 11136 - ,1 USTií' fCA1'I JJ --,-------- tlorrno requorin<.'nlo pr,,ndv .io f .. , 1 de ser o bol rro Tlubor, y, o J:1icQ 1in1 ,­ não bcnC' ficiado com a rede de oneras - clétrlca, cl nmJ!li.l noUcll çiio co11.•p1n .. n­ t.c ao fornecimento do adro&s qratuf a ocla nrcf6itura uni.cipnl,prC'nc.1(,-•;c• ,10 fato do baixo poder aquisitivo dos mo - rl'.!dorcr,; daquele ~n.tt,-6. • Sala das Sessoõs 12 de mato do 1.986- Evil5sio Nunes de MirJnda-VPr01- dor- PMDD Requeiro a Mesa ouvido o Plená­ rio na forma reoiJTl{'ntal ,para que sc']a - oficiado ao Exrro. f,enhor Prc f~ ito Muni e - oal, no sentido f'{Uc de termine lm lc von - tamente nos bairros de nossa cidadc,j5- bencficiados com a rede de energia elé­ trica a fim de constatar as resÍdGncia- • as que pela insuficiincia do seu poder­ _ aquisitivo não efetuaram ainda duas 11- i gacoês, ã essas resic1cncias a Prcfeitu- '. ra fará entrega de ondroes e demais ma- teriais necessários qratuitamcnte. Sala das Scssoês, 12 rle Maio de. L 9% . , QUALQUER CIDADE 'TISMO "gs - Requerimentd n~ 079/86 .... EMBRATUR- 00145-00-42-7 M/10 DA " CfIME Coluna Agropecuária ratroc,mo: Smdicato Rural le Bela Vista ldm. Edson Medeiros de Mnraes O EMPREGADOR RURAL E O PIS h atuais norma, a - plicáveis ao trabalho ru ral,por estarem totaier te em desacordo r _ nssa real idade,con 1 f - tuem-se er! au,adora do­ I1nLos confl I tos entro - empregados e empregado - res rurais. An,J lisando as normas trabalhista,deparamos - com obrigaçoes,absurdas­ e desnecessiÍrfus nns ati idades rurais.Muitos ar tioos da CLT-Consolida: ão das Leis Trabalhi< .­ tas que se aplicam no - trabalho rural chocam-se fronta 1 mente com a real i dade do campo. Se nao bastasse a an ti~a e dispersa legisla: ção, nos defrontamos tam­ bém.com a falta de infor maçoes por parte das au­ torldades compelentes . Não hi exemplo melhor - que o problema do PIS e­ sua aplicaçio no traba - lho· rural. Inicialmente a Administradora do PIS-re lata o advogado traba : lhlsta Antenor Pelegrino notificou inúmeros empre gadores rurais(pessoas - fisicas),para ressarci rem aos e111pregados, os - prejuizos causados por - fa 1 ta de cada s trarnento - no PJS e falta de apre - sentaçâo da RAIS.Depois­ verificaram-se as conde­ nações impostas a rrodu­ tores rurais.pela Justi­ ca do Trabalho.pelos mes rros motivos.Hoje,em al:. guns estados ,a idminis - tradora do PI S, depois de Tanto probloa a. (l í'',,,11() Sfl n•frr1r o~." - s à0s prr ·adoro. . f • rebali3dure re+do 'tora a alqun,,d· - pelo Estatuto do 'rata. que, o Proqrama do !n - !hador Rural rerala - tey r aao Social e+ . expressamente:"d«e Suspenso para o pre- d 9ado rurais.Mas rin que empregados por pes- » soa jurí9", uen qarant que o em- Deduz-se entao,através- Pregador(pessoa fisia) da leitura da Lei Can - estara isento de quais- plenent, r n9 7 ,1,n sc-us- quer multas ou condena- artigo c parágrafo pr1- çoes futuras. eiras e da Intrucao - Outro que posui o mes- Noria tiva n? 1/198, - mo pensamento é Jo~;; An que o empreoíldor rura 1, tonio AzrrcJo Lemos: consli tu ido em empresa- . Sempre fomos de opi den ro do concri to da - m1ao e que pese respei legislaçao especifica - tosos_cntcndli,1ento em_ do Imposto de Pcnda,dc- ciBüO un5.n1:-e do~- contrarlo,que o empreaa ve cadastrar (' ron ri - membros do Diretó- dor rural (pc•.·oa físi : buir para o Pl5-Jllano - ca)cstã isento de qual- de Integração Social - rio do PMDB de Jr- qucr uma das obriga ficando por conse(luên- dim, c~tar.í scndo- çocs,ou seja,contribuir cia,desobrioado desta- e cadastrar. incumbência o emprega y divulgada através- E que a Lei Comple- dor rural não constitui rnentar nl 7 que insti - do em empresa.ou pessoJ tuiu o PIS,ernbora não - fisica. tenha feito a distinção Entretanto.devido - entre empregado urbano- as interpretações diver e rural.no seu artino e gentes de que esteja e: parigrafo primeiro.foi- produtor rural pessoa - restrita quando definiu fÍsica-desobrioado de - a empresa ,para os fins- contribuir e cÍldastrar- da Lei.como a pessoa ju os seus empre9ados,lema rídica ajustada aos ter bramas da ~ulta previs- mos dJ legislação do Jiii ta,no valor de 10 salã-f.-=;;._ "1 posto de Renda. - rios r:iÍnin,os,enquanto a• 1 PB ONAt Assim é ,,,,e os em- duvida atinentP a in - ND ;I,cl ~ ~on OFISSI pregadores rurais,pes - terpretação seja dissi- ~ ~ - - ' soas fi si ca s, que não - pa da, i nc Jus i ve, para , estao constituídos em - que as agências c.Ja Ad - ~ OGAOAS«VILMA DA SILVA E VERA LJINOCQi empresas.nos moldes da- ministradora do PIS,n ADV · ' legislaçio do Imposto - Caixa Econ6mica Fede• - de Rend~ ,estão desobri- ra 1.possam ter a 1 ao de- - CAUSAS ClEIS E CR!iIrlllS, TRf,,R.ôlHISTA, DIREITO DE FA i[UA, tt'...Ríl/S, gados a contribuir para concreto e definitivo a l,'Jlrt,·11•n10s-RUA cur•nl. S11l- FO:,'!:: ((Jj7)- 439-1290 _ ,, BELA VISTA-f'S ,, o PIS.Por outro lado,a- informar,pois conforme-1 cu if tlln instrução, normativa nl constatado não existem- :==========================~~r===; !}.2%%. %. l::r:.'_/DOUTOR GERALDO PINHEIRO MURA0 'Novena de Santa Clara REZE g AVE MARIA. COM UMA VELA ACESA, QUE DEI- XA-SE QUEIMAR ATE ·O FIM. FAZ - SE TRrs PEDIDOS. UM DE NEGÕCIOS E DOIS IMPOSS!VEIS. PUBLICA-SE NO NONO DIA. 1·'[5110 SEM Ft A GRAÇA E ALCANÇADA. E.B. . ' " ANUNCIE EM JORNAL PARA FAZEK o ANONCIO DEFINITIVO " - Tu- do aquilo que você diz em 30 segundos no rãdio ou na tele­ visão pode ser melhor explicado no jornal. Em ilus•raçoês,fo- N A J·ornal vncê tem espaço e peg• seu p~ tos e palavras. u ele possui tempo livre e ê ~ psicolõ- pelas quais poss~, iJteresse. b li co a 1 vo num momento em que gicamente aberto a todas as informaçoês • OIRBdRIO DO rMDB EM JAROI RE­ PUDIA ACíO DA POLÍCIA FEDERAL as FESTIYIDftDES 00 CLUBE DO LACO E.R;A'DO da imprensa , r.os - próximos dias,ul'1il notu de repúdio ã ação arbitrária da l'olí- :1 Federal, re~ lizda na ! 1m. - festa do e lube do- Laço, no ~unicípln- de Guia Laquna. ,/ propoõ , Lope s d do !)irctório nobrctu- do a dar apoio to- tal ao advogado Jg sé /canásio Lcrns ( ,. . ' o. '< ,•d Ide> 1 l de do 'ardi,d n ira ri., 10 as acin cid 1 com a - [J! 'I '1 - par icipa­ f<-is fvi - - RUA A!TONI0 CÃO SI! HORAS TELEFOll Cll'.HCA E C!RmGIA - - 439-1059 ATEJ.D!iE'lTO - "BELA VISTA-iiS" rh ADVOGADO DOUTOR ANTO 10 F. DO NASCI - 111 +ijj MENTO - ADVOGADO - CIC. 006',474,381-00- OAB/iíS- 2809- '" CAUSAS CIVEIS, CR!i11f1AIS, QUESTÃO DE TERRAS, DIREITO DE - FAi·lILIA E TRABALHISTA- ESCRIT-CRIO-AV.RIO BRMiCO fi,! 193: RESI­ D~i)Cl/1: AV.RIO BRAr!CO 137- FO!E, 305- CEP; 79.230-2.RT17-0/ pswape€Age •• t CRiiíirlAIS - RUA DEPUTADO f·lÃRIO VAi-l DEíl BOSCH, 28! - FOY 439-13€2- 9$X1,0 À 7231{71A- "EELA '.'ISTA-11S" P 0ST0 MIE I O iL ·- ---:--------..;..;.;....;.....;:;~----..;:.-.;.. ~ = fUNCIONANPà EM NOVAS E. MODERNA$ INSTALA­ ÇÕES: ÁLCOOL - DIESEL - GASOLINA - · LAVAGEM DE CARROS RUA BARÃO DO LADÁRIO S/N FONE: 439 - 1025 RELA VIST.A - MS ,. ' SEUASUL MÓ.VEIS APRESENTA COMEN'T ANDO ' 1 ( 1) _ Aqui flagrantes de pessoas que badala­ ram nos almoços e Jantares no dia das Ma@s pela cl ty. l- Fduuto Oeariz e uu Maria; 2- Futura Mamaó - Izabela Moraes Murano 3- Gcr('n':c do Banco do [)r•asil dr Nioaquc -flc-nnan e esposa. 4- Estela Pereira 5- Tiby Loureiro e Olympia 6- ibrÕ.o, Olga e Dr. Robcrval 7- Patrícia Mames J JOVEfL NÃO BASTA í~ASCER NO BRASIL PA­ P.A SER t;n C I DAD/ BRASILEIRO. A QUALIDADE DE CIUADAO BRASILEIRO E:­ A CIDADAf'l/1,PARA USO DOS DIREITOS,DE VO - TER E SER VOTADO,DEZ-S ESTA? E DIA :­ CO:' 0 SIGO LITAR. •. :"<,,_!GP.CÃJ PAP.A COf1 O SERVIÇO f·1!LI-: TAR COÇA CO! O "ALISTAENTO IILITAR". PORT/NTO.lS BRASILEIROS QUE COHPLE­ TAR~:l 18 ANOS OU MESMO, COM f'1A IS DE 18 ANOS. E QUE, Alt!DA, f·IÃO ESTUMl Hi DIA COM O SERVIÇO MILITAR, DEVEM COH?ARECER 1 te$, AI +. É.HEI PAL.PORTANDO 2 FOTOS 3/4 Ci'1 CCOil FUNDO - BRANCO E DE PREFERÊNCIA PALETÓ E GRAVATA) A'S CERTIDÃO DE ~!AS~ IflEtlTO OU CASAfítNTO. NENHUM PAIS PODERA ~XISTIR Ll~~- VRE E SOBERANO, NA ATUAL CONJUNTURA- MUND!AL. SEíl DISPOR DE FORCAS QUE : ZELEil PELA SUA SEGURANÇA, • " SERVIÇO MILITAR , A SEGU- RANÇA DO BRASIL EM NOSSAS f·1AÕS " - JUNTA DO SERVIÇO MILITAR DE BELA VISTA. - ( é ) ( :, ) -------------~<4) ( 'i ) ( 6 ) .., )- ! Asra a Sua Porra Para o lEQUINTE E o Bo GGosro SERRASUL , ~EIS ••• SUA RESTNCIA CU ECRITORIO ERECE OU?LIDADE ACISA Z TIDO A:UE, REQUii".T~, E BOil GOSTO: ARf·íÃRIOS. GUARDA '.10lJPAS Eí·iBLlT!DOS COPA , COZHIHA, :-:óVEIS FABRICADOS cm: t·i.DC:DA DE' LEI E Fó~Vil- CA - DURABILIDADE **** " .. SERR°ASUL f·lóVEIS " j Rua da República rntoo _Fone: 439_1296_Bela Vis.ta_ MS