.TRIBUNA DA Rl:OA TOR CHCFL: IVALOO PLREIRA ANO:XV IIQ: Lúdio .Festa 791 BELA VISTA - 1 • Re·cebido Bela em com Vista ção,em Bela Vista.do PTC COnt o PFL. Para Rubens Podrigues , ' 1 o apoio do PFL ã Ludio Coelho ia certeza da vi tõria•nas prõximas elei: çoes,i o compromisso com o homem que Jã mostrou , quand_o era prefeito de­ Campo Grande,a sua capa­ cidade administrativa, - a 1 ir.1 de ser um homem ho­ nesto,preocupado com as­ clas~es menos favoreci - das". Segundo os pefelistas "ouem está apoiando Lã - dio almeja um Governo ho nesto, humano e coerente com a filosofia popular" O PFL,a nTvel de Dire tÕrio apoia LÜdio Coe-= lho; mas hã dissidentes­ que estão apoiando o can d ida to dn PMOt,, t'onna ndo­ tambim a Aliança Oemocrã tica em Bela Vista. - A visita de LÜdio n•os trou que as e 1 ei - coes de Novembro se - rão muito difTceis em­ nossa cidade, pois o­ candidato do PTB con­ tu ·com o apoio dos - fazendeiros e Bela ... 'Vista ê uma cidade cu ~ jos ·moradores, em sua­ • r:iaioria, são fazcndei• A·. visita de Liidio - Presidente do PFL) can ros ou dependem dirc- Coelho ã nossa cidade,ter'didato a deputado Esta- ta ou indiretamente - 1 ça feira,em companhia do_ dual Henriouc Moraes De [dos mesmos. ' candidato ã vice-§overn! dê e Luiz Carlos Naza - r.tq dor Manfredo Correa,trans reth; dezenas de pecua- 11 LIA PAGINA INTNA" [ correu num clima de fes- ristas I empresãrios e- -----.-------- - 1 ta e muita alegria. centenas de pessoas. - rLAGRANTES DO 6Al- #?#g@é ler/rrl• 1OPAÇ?O AO ANIVESK o candidato do partido. - .::- -. .• . . _ . . 'r ao Governo do EstadJ fi- Depois de inaugurar - RIO -DE BELA VISTA cou emocionado com a_re- 0 cor.itê prõl sua cand)- E IN.fil!.GURAÇJO DA - cepçãa,lto aeroporto est~ datura LÜdio visitou di- vam as principais lide versos amigos e simpati- XV EXPOBEL - ranças politicas do PTB- ±antes,mantendo_impor tan e do PFL- em Bela Vista,- tes contatos politiços. exemplo de Carlos Alberto noite,na residencia Ocariz (Cachito);Jorge de Rubens P.odrigues,o - Rosa;Garibaldi da Rosa i? partido da Frente Libe : to;Vereadores Claudionor pal fechou ccm Lüdio,fi­ Rodrigues;Anselmo ~opes; cando definidá a coliga­ Rubens Rodrigues (Vice - DISCURSO DO PREFE.!_ TO ABRAAO ZACARIAS - ABERTURA DA XV EXPOBEL Ivan acerta com Marcelo e Rigo O vereador Ivan 7 arques, advogado, po- 1 T ti co, muito ligado ãs massas, _hipotecou - seu apoio à candidatu ra de Narcelo Miranda ao Governo do Estado. Marques acertou o seu ingresso na Al, - ança Democratica atra-. vês de o deputado - Ari Rig0. Para .Ivan Mar - ques, esta opção foi­ "dernocrãtica e coeren-. te, pois estamos aten-_ dendo a um apelo do­ Senhor Presidente da - República". o ingresso de - . Ivan na· Aliança provo coü .. -crlticas de. al ~ • uns de seus compa - rheiros do PFL, isto para ele, " noral .. I VEREADOR IVAN TAQUES acontece • que ~ momen­ to é de opçoes,uns - optaram _por Ludfo,eu - por Marcelo,acompanhan­ do os meus amigos Ari - Rigo e Gandi Jami". Candidato a Deputado ~stadual De ·, Nazareth, Bacha, RIDO e M k dividem os ·votos O pleito eleito - ral este ano em Bela - Vista serã muito dispu tado; a nível de Govef no do Estado, se as e­ leircoês fossem hoje, 9a nharia o candidato do:: PTB, LÜdio Coelho.res - salta-se que ainda o-­ PNP não começou a sua­ campanha,quanto à Lüdío nota-se u111a tendencia forte dos pecuaristas e e~presãrios em apoiã-lo prova disso foi a recep ção que teve em nossa - cidade. Varios candidatos - a candidatos a deputado estadual·estiveram er - Bela Vista, alguns co - nhecidos,outros,ilus' : tres personarens que so agora resolveram conhe­ cer a Princesa do Apa . Sinais dos tempos,ou re lhor,das eleiçoês. - / Cinco nomes estão­ _sobressaindo-se coro - / )' I SALDE!'IR MOKA HE/-,RlC' l CEDE do PTB. Se as ele,- difícil para o PM03. çoês fossem hoje l·'o- Tudo por enquat ka, Bacha e Dedê seri- to são reras dedu - am os mais votados. ç0és, ainda G muito t1a.s ·esta tendência - cedo para prosnõsti- pode reverter a me- cos, ~as nota-se air dida er que os de- da aquele "rostinho- mais vão fixando po de P11DB'!, li9ado_ ãs siçoês e ampliando::_ conquistas de~ocrati espaços, caso de Ri- cas e ã Nova P.epü7 go e Nazareth. blica. Um fator vai de D povo quer - ci dir as el eiçoes er rudanças , fecundas, Bela Vista.não sõ p~ no carpo social e - ra o Governo do Es- econô~ico, e isto o tado, 111as tambim p~ Plt.DB es'tã pror,etendo. ra a AssembJêia_- Le- Continuar as mudar- gislativa e Cimara -,ças-. Federal: a particip~ ~----------. cãc do prefeito Abra "LEIA f'ÃGINA IN - Zacarias. ------------------ 5 - FERA" 0 próprio Goyer no do Estado tera, que acelerar as o -, bras prometidas (as - falto para Jardim e na cidade) e reali­ zar os populares mu -tiroês, sem isto, a - tarefa ficarã mais - - PALESTPA DE EDU~ candidatos a deputado­ estadua 1, Sacha e tloka, do PMD; Nazareth,do PFL; Pigo da Aliança- , Democrática e Dede,do Ramez Rola Divid·a com Funaro Agrãria e do Desenvol­ vimento, Dante çe Oli­ veira, o Governador - obteve a garantia de - que na próxima semana o Presidente Jose Sar­ ney deverã ass irar os­ processos de desapro - priação, en n@erg de sete, e terrtor1o­ sul-~ato-grossense. O Ministro>assegurou - ;inda que dever2o - ser indicados os e bros d Coissão da­ Refonn3 Agrãria en - !-~ato Gross"o do Sul. ARDO 11ETELLO - RE- .• CAi-lPO ·OAANDE- A no­ 'meação da Comissão da­ Reforma Agrãria e~ Ma­ to Grosso do Sul e a - rolagem de 25% da dTvj_ da do Estado,foram do­ is dos principais resal tados obtidos r,elb Go vernador Ramez Tebet er Brasilia no dia 22 a - pÕs retornar a capital­ e participar da entrega - dos prêmios do Concurso Fisca, promovido pela secretaria da Fazenda , 0 Governador re l a_tou - que os governantes de - vem ficar mais tempn - junto ao Governo Fede-' ral defendendo os direi tos de seus Estados. A entrevista man J a ol"imeira vez com o Ninistro dá_Fa­ zenda Oilson Funaro, seoundo o Governador­ foi bastante proveito sa ouando durante:, - audiência prolongada foram _feitos diversos: pleitos onde alguns - obti veram despacho -, favorável, co a ro­ lacer de 25 da dvi­ da· do Estado neste - ; ano.O Presidente Jose: Sarney jã hnvia aut~ ·rizado a rolagem d 75 da divida. Para - Pamez,Funaro demons - trou sensibilidade - que deve nortear as - •· relaçoês entre Gover­ no Estadual e Federal Na auàiência com o Ministro da Refora ''JORNAL • TRIBL ;.; ilA FROilTE IRA "-NE:SSE: VOCE PCE ACRE. T l/ff;l'l'/1 JJJ: RJMEZ - -- - - ------ PEDRO PEDREIR J-; ,1 viuitil do­ governador Ramez Te bct a ·noss·a cidadP.­ revestiu-se de pl~­ no êxito,polltico - principalmente.Além de inaugurar a Expo bel,Ramez lançou - (agora prá vale~)o- asfalto para Jardim e inaugurou as no· - vas instalações-do­ Sindicato Rural de­ Bela Vista e comple xo médico odonto16- gico.Centenas de Af ' . I 1 r r·;' MDT 7A!IL serão"ico16gizas"-<.% to mesr o. i't'O'E/PrL (~Ll < r/}sic:nifica a ccntiru; dade do r0cesso deror? tico.Quer:i niio E'SB sos - • • • 1• ,1- tzndo do rP.nrrc,w 1 " ar no c0SER8V"."? -.· LUSO COMERECIL LTD Agró ~ecuãria _Luso_. ,.LTDA LUSO COMERCIO, E:·:11DUSTRII DE MADEIRAS CICEM • E:__DRMU_l81MENTO ·cóMPRI E· VENDA DE GADO MADEIRAS COMERCIMJZNÇ + BONS NEGÓCIOS . " D-E RUA , .. DUQUE DE CAXIAS, TELEFONE: 251- 1055 " ... GAOÓ . ( URGENTE LUCROS v'CERl0:5 S/N .a, GUIA PRODUl 1 y 1 l)ADl LOPES PARA RECADO$ A RESPEITO DE COMPRAS E VENDAS TRATAR- PELO • HLEFONE DA LAGUNA 251-1364 LUSO COMERCIAI. ., LTDA --- ---- -- --- -- ------ ----- A • 1 Discursa de ''lbraia Zac r enhor Governadr do E. tado, Dr. llAMC, r UI[ 1 tio, poderia haver. dia mals festfvo,mais fu b11oso quo este.A notT: c1a d~ visito do Vossa Lxcoloncia,gnlvanlzou nosso povo qun nqul 50 _ acha par,, 0 saudar o - rocepc I OIHI r. - .:. [ notório o seu a­ fã em defender o« I n to _ rcssos da população como lTdimo dirigente exccuti vo,ondo as lntorvençocs~ govern,1111ontais tem sido-, onormcmontc apreciadas. A dcmagogia,que não pordb vaza parn somoar,­ aos quatro ventos os di­ tirambos bombãstiéos da­ propa~anda fac11,não en­ controu um cultor na pos lf soa de Vossa Excelência~.~ • que preia o ato e não o­ boato.Eis porque sou ro, noruo assume,cada vez ri-. is,maior projeção em nos so meio.O nosso povo -­ simples,ij bom julgad;r e sabe discernir onde se - acha quem trabalha em - pr~l dos sous interesses A poHtica,como ar­ te do dirigir os homens, ê sem· düvida,a mais difl cil das artes.Exige tiro cinio,coragem,descorti 7 nuo e abnegação,qualida­ des essas que lhe são na tas. - Com Vossa Excelên­ cia,ê possivel ação per­ manente e sistemc1tica em busca de oportunidades - de cooperação.em todos - os niveis,sem discrimi­ nação,sem preconceitos - ou exclusão.No· atenúi ~­ menta de nossas re1vin­ dicaçoes,Vossa Execelên­ cia,demonstra gosto'rel~ renovação.o que impele a politica,como processo - continuo dos novos tem - pos ã melhorià das cond_! ços sociais e individu­ ais íies te nosso ls ta cio - e, transformação, enqua_!! to que O gosto da tradi­ ção O leva a buscar nas­ obras representativai, a prõpria essência de um • politico nato. _ . vôssa Excelencia, tem pago.a seu _Estado_ natal,um comovente tribu to.Sua terra e mais que­ tudo porque lhe e fonte­ permanente_de ,nsp1raçao e de vocaçao. . No temãrio das im-- ortâncias insere-se_o - p - de transporte:Hesta ~~~~da de velocidade,se­ ~a na realidade anacro­ {{ao não perceber _na ro . meio mais impor- dovia,0 . necessãrio- ante %},coisasos para o pro ato - hoje.aqui ,para com 0fila1 do nosso ilu, -. tro 9ovnrn1dor,contr<:ti zar o sonho antiqo de - bela Vi,ta e regiao o - quo atende um.:i ln',PircJ­ çao de lntegraçio naclo nal : o inicio da pavi­ montaçdo da Oíl-060,em - seu_ trecho,de Bela Vis tn a Jardtm,o ponto de­ arremate da t n ter 11 ga _ çao,por vias pavimenta. das ,com o resto do pais ~ no~sa promissora regi ao ve :hega__r:, rr~ pertõ tiva,abre-se hoje,0le­ ne e 6ficialente a 19 LPOLL. A nossa espera da xp0iça0 eu#ra - gue renome alcançou em­ todo, os confins do Ls­ tado,no P<1ís e intcrM, cionalente. 0 que,hii - 15 anos atr;is,era ape - nils uma festinha local, tornou-se hojc,cvento - de prlmeiia grandeza, - tanto na ãrca social co ro na econônica,graças­ aos dirigentes do slndi • PREFEÚU ABRAIIO ZAC/!R!AS càto rural e da confian ça dos associados que - piamente acreditaram no sucesso da realização. A EXPOBEL ê, hoje, marco de merchanding - na promoção do que ê B~ la Vista,do que produz­ Bela Vista,do que ca paz Bela Vista.Outro~ talhe importante do al­ cance da EXPOBEL estã ~ na comunhão generaliza­ da de todos os segren - tos da sociedade: o oo­ verno do Estado.para· - consecução.Prefeitura~ Municipal, Cmt do lOQ - RC MEC,pectlaristas,co - merciantes e Sindicato~ Rural . Aqui no,prÕprio da Exposição.aparecem as : obras do governo estadu al quer de infra-estru7 tura como a pavimenta - ção do pãtio da Exposi­ ção como pavimentação - da via de acesso ao par que, bem como ilurinação do parque e da via de - acesso , e a doação de­ um gabinete mêdico odon tolÕgico que hoje o Dr: P.AMEZ TEBET oficializa. no próprio da sede do - Sindicato ,no centro da cidade.no· valor de CzS- 100.000,00 (cem mil cru zados): Para coroar .a data de eventos e realiza-.:,. ços deste dia,celebra­ mos dia 20 o an,versa­ rio de emancipação poli tico-administrativa de-. nossa querida Bela Vis­ ta. São 68 ·.anos coroa­ dos de respeito e de - as possibilidades- con - eretas de abertura de - novas fronteiras agrico las,pecuãrias e do· enor me potencial de recursos naturais. Serão dispen­ didos ,pelo governo es­ tadual ,a exuberante - quantia de CZS 136.212. 348,00 (Centro e Trintd e Seis tli l hoes ,Duzentos e Doze mil e trezentos­ e quarenta e oito cruza dos),aproximadamente - 250 bilhoes de cruzei - ros antigos. Na proporção de - l. 500,00 (hur,1 tli lhão e­ meio de cruzados) por - Km asfaltado,com as o - bras iniciadas em Bela-­ Vis ta para gerar uma no va gama de empregos. , - Por obra e bondade do - nosso Governador Dr.RA­ tlEZ TEBET, teremos ,ainda neste ano.pavimentação, com infra-estrutura,de­ cerca de 62.000 mefros­ quadrados no perimet,·o­ urbano· de nossa cidade, como jã tivemos_a pavi: mentação da erão do La diria. . A margem d_é cami - nho ,ã beira da estrada, que sempre foi a meta fo ra do abandono,es!a noJ sa rodovia passara a re presentar nao soo de~ senvolvimento como-tam­ bem uma nova realidade: a de uma regiao que Va deixar na poeira dotem O estigma do atraso- po . l 1 econômico e soc1a • Com a insigne pre- a do nosso governa- senç . ·- dor e sua ,lustre comi h7ar e - meda o a , de braws- ra hjtíja a a n glomert o o cs de i runiipics na fora­ çao de nosso querido e r.ovt' 1 [5t,~do de t· l () - roo do ul. e se considerar a historiá de nossa­ r ·9lao,é alr,d,1 tt, r uni­ cipio jovem que só ago ra coreça e se desper­ tar para o futuro,par, tíndo para acorpanhar o desenvo l v irrento tccno- 1 Õg i co. Hoje. Bela Vista deixa de ser ler.brada • apenas como um reduto - le1toreíro,doixoJ de - ser o vale dno esqueci­ mento.para scr~li:mbrada como ponto referencial­ de divisas,de marco hi~ tõrlco,de prc~issor fu7 turo, de orador de eco­ nómias,tendo vista o seu vasto po:encial pe, cuãr!o,agrícola,mlncral e da fe 1 nquebra ntá ve 1- de ·seu povo. • As realidades do - nosso desenvolvimento - começam a se fazer sen­ tir.O que não pode ocor rerê a paralizacão des te avanço. E isso não - ocorrera enquanto tiver mos e mantivermos o es­ rírito de cooperação,dP entrosarento nas reivin dicnçocs,unidade na de­ fesa dos interesses co­ muns.Não podemos e não­ varros pennit.ir que a : nossa querida Bela Vis­ ta continue sendo tida apenas como a ülti~a • cidade, a sudoeste do· Estado.Isso não '. !'. Tanto que não ê - mais possível ,jã que es tamos inseridos em to= dos os contextos das-­ mutaçoes,nos envolvimen tos cios problemas soci- n0 60s pretl s l, arardes vt ntà - coes que se anam de - Brasíli ,de Carpa Sran­ de,ter±m a s assentar quando aqui cher por­ que soo un povo calmo por n 'ureza,p to por tradiçao mas analis a , por nnvenlenta de es­ tabilidade e sobrevivén cia.U dos arandes te - a s atuais que tanto • ven r-ovln'cr1 ~n:l,1 .J opi­ nião piíhl lca .(on,-,1ndo­ ala; diversas,gerando divergências.na 1~<1ioría das yczes lnfundnd1s e deturpadas.é a Reforr - Agrãr!a. De antc-mão,publ ica­ r.icnte,conotarios que so­ mos de opinião favorã - vel ã Rcforna Aorãria , desde que soja ra jonal objetiva e se~ desmanl: dos.Haja vista que esta em estudos finais a criação do sindicato - dos trabalhadores rura­ is.voltado especialmen­ te para a classe.Se a - reforma agraria ê para­ sanar ;inon•alias sociais problemas dos sem-ter - ras ,cnm aprovei tarrento­ das ociosas,reconhocidd rente devolutas,cor es­ truturaçào e·incentivo aovernar,enta l, por, que- , não resolver os nosso9 probteras sociais,dos­ sem-terras do nosso mu­ nicípio.antes de canal! zar os de alêm frontei 7 ras oeoorãficas? Não - querer.os,de forma algu­ ma,que no centro dos 0!11 bates.no programa de re distribuição de terras; venha ocorrer desmandos e custar vidas, Não Hi­ necessidade de se criar '' CIR Bela'·vist~ 22 de Ju lho de 1.986. Prezado Ivaldo Em nome da As­ sociacão CoJ:TJercial­ de Be·ía Vista,e er­ meu nome pessoal gostaríamos de aara decer à Tribuna da­ Fronteira,o desta­ que com que em seu­ número comemorativo da 159 EXPOBEL e!do. aniversário da.cida de,noticiou comes= paço de primeira p~ aina e com exclusi­ vidade o 19 ano de- nossa Associacão­ que comemorare~os no próximo dia 26. Para nós foi de ex trema~utilidade a ooortuna descricão - d9 proçrama de nossa festa de aniversário e só podemos arade­ cer o·seu orofissio­ nalismo e esnirito - público em veicular= notícias de interes­ se oúblico e que afe tam-diretamente a co munldade belavisten= se,como é o caso do­ trabalho classista - Churrascaria 0Melhor Churrasco da Região - . ... . n'r «to,de de q» • nao May inc ! t. • n t , - pernictosos de a+Das-­ as partes. staras o o q0ver no federal quanto a Re for a Agrart do Prei den e J0sf SARNY,que- (VI' 0 t•ritO,tl (H, 'J' de lançar teas tao ar ntes ao ebate na - t.ion l,e enfrentá-lo,­ e, n coraqem civica,ape <;t1r llllS otiswculos rn-' con rados A Reforma h }riria deve ser diver­ slfiLJd .Nao so pode - s1rplesrrcnte retalhnr- o solo hrõSi loiro 1 ,. - pequenos lotes.Mas te­ rras do ter proprieda - dcl r&dias e grandcl , propriedades a nlvr ~ de CMpresas ,conformo o, int-rcsse da economia­ nac iond 1. r,qui l!f1l ecla Vlst-<1., onde,quase cem por cen to das propriedade~ - são produtivas.na área pecuarla,nao ha a se - te~er,uma vez que tudo o que vir a ocorrer se rã re5olvldo pacificas mcnte,era benefício de todos.Nio hã necessi­ dade de se colocar os interesses politicos e econômicos em jogo du­ ro e acrimonioso. Sor.:os pela solida - riedade contra ·o egois mo.pela liberdade con­ tra a opressão, pela - fraternidade contra a­ violência. A Refonna Aarãria é viivel num - sistema capitalista , assiin 9ue se dcsannar­ os esp1rítos de gue a ?eforma Aqrãria e tene broa. 1 o em favor do enlpresaria do local,rural e urba­ no a que nos propomos. RPs;eba portanto,r.:a is uma vez os nossos s in­ ceros agradecimentos.e conte tambêm corno em - presãrio que ê e cida­ dão ligado ao sistema da livre iniciativa con' os prês ti mos da Casa d 1 empresário e do profi s 1 sional liberal em Bela Vista,a nossa Associa ção Canercial,Industri al e'Agro Pastoril.Ate tamente,-l!era Tylde de Castro Pi ntõ-.1 Q Vice resi ente. NÓS SERVJMOS-_D VERDADEIRO RODizw, ATE1ti . PEflSONAL I ZADO, BEBIDAS E. NOS PREÇOS DA TABELA DA SUNAB-- É O PONlO DE ENCONTlh) DA SO- ANEXO ,LANCHONElE - 0M - ALEGRIA - MUIlO CALOR HUMANO - ARROZ, MAIONESE, FAROFA, FEIJÃO . .· . . . APÕS AS ºREFEIÇO(S AQUELE DELICIOSO SORVETE €ASE IRO ==--7=1r 777-72"!2!' mt!!k iCOMPA'NHA: V1SITE-NOS - Al·o GROSS.O S/N- lM (ARACJL ( AVENIDA M EM FRENIE A QUADRA DE ESPORTES - ----,--- -- -- ,- • 10 IDADE CARACOLENSE (A.RIA AQUÁRIO - ;RODÍZl'Ô CÇ)l!P'-l:.10: LIN.li_'.llj,·ÇA,.MIÚOOS, CUPIM, A_LCAT:~A, _L0~1BINtlJ, Q.iURRAS_ LlC. JHLA 'JI',".1-M, DE • 9 A 2'• rr: SERRA SUL MóVEIS APRESENTA ' ' COMEN'T ANDO E, Mas t iJGMNTE VINICIUS DE HORAES E At-lIGÃS O JOVEM J:MA BELEZA SERENA Vinicius de Mo- •raes e ami qas a- Destaque para ·- - - ----- -- -------- 1.. 1 ..... ~ 1 ' • ' }-.. LUCIANA ALEGRIA cóntecendo no bai­ le do na t da Prin cesa do Apa. ******* a garota Luciana a beleza trannui 1.a, . serena. E so­ brinha do casal­ Dr. Cachito e A­ zaléa. O simpático ca sal, ·Dr. Cachito e­ ora Azaléa,. mui - ta alegria, bele­ za e elegância no dia do ani versário de Bela­ Vista. PRESTIGIANDO o baile do 689 ·aniversário da· city o casal. Thomas To,deu .­ .Vieirrt -e Sra. 1 V - DR. ru:NiT0 DF FOU?I ROSA F. CSPQSA DR.CAC!'ITO E ESPOSA 7f..'H "''1 - - - -À- Delavis on ·o o • ver· casal llr. " 11<1 o de- !"°Ot/.d Rs triclu. o CcnhPc1an..hur.:i. .::itú a hora de ll'inha mort<>./mér.-. Poblicur ·as::;in CJL"! rcccbL'r a nri1,.1, Asra a Sua' Porra Iara o ReouNEs o BoN Gosro • SERRÃSUL MÓVEIS , .. ,.,., SUA RESIDtNCM OU E~CRIT0RIO •• ERECE'' TllDO ·a », 0UL IDADE ACIA DE r;;;.-~- AHE, REQU I i'lTE, ~ BOf·1 -'·GOSTO: ARi-iÃR I OS, GUARDA fOUP /1.S E:iBUTI OOS COPA ; COZINHf., • :·iÓVEIS . FAllRICADOS C0i1 ;-lADél;-tA DE LEI • E Fó~f-il- CA - DURABILID~DE •••• • 11 • SERRASUL llóVEIS 11 r1 Rua da Fepublica ne 1oe _ I 439_1296_ilela Vista_ MS y+ ICI TRAN PORTADORA CRUZEIRO .DO SUL o· CoNCEITo IJE•"'t R ; one. ••• DE ~0SSA CIDADE· PARA QUALQUER PARTE DO PAIS.••• A CRUZEIRO DO SUL, EilPRESA DE • HADIÇÃO,. ' OFERECE A '-· VOCÊ A OPOR- TUM IDADE OE D'.:SPACHAP. 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José Avelino o­ Silva,Oficial d~ Re gistro de Imóvoi~ ~ da Comarca de Gcl~­ Vista,Est~do de Ma­ to Grosso do Sul,na forma da Lei, etc.· .. Faz público D,,­ ra ciência dos intc ressados ,em cur:,11r1 ::-· mento do disposto -i no Art.19,§ 39 d~~·· Lei n9 6. 766 ,cic 19-; de Dezembro de 1979 que o Sr.Arnando Rol ·-1 sa da Rocha,brasi- leiro,Casado,Res~ ~: __ ...... -'· ·-·~ ,.. . • .•.• .,.' : -~ dente a iv.Teodoro .S n. ti Vet Krr• O l ,em1 - Bela VisLa-MS,ins­ crito no CPF.n? - 030.2G2.561-53,de­ positou neste Car­ tório os dacurr.cn·­ tos e projetos re­ lalivo ao Imóvel~ de sua Propriedad~ situado no períme­ tro Urbano desta - cic'i.ade,no luqar uci. n10minado Dairro f-. ~•11a ·-ooce, com a De­ .nonunar.ão d.e Lotca ménto Vila Planar­ to I,compreendendo Lotes-com 27.676~2 (Vinte e sete mil e seiscentos seten ' ' ·j ' 1 ta e seis metros qua-' drildos) e Ruas com 14.: 412 (Quatorze mil, -:.· novecentos e qua:-enta- ur metros quadrados)' 1 cc;nl'onne A to de Aprova çJo da Prefeitura tlun}; cipal desta Cidade,de- 22/O~/86.Havendo impud naçõos,estas deverão".'.' ser feitas dentro do - prazo de l:i(quinze)d~-. as,contados da Ültima­ pGblicação no jornal - de Circulação Local. • , Dado e passado nes- ta cidade de B.Vista,­ Tstado de Hato Grosso­ do Sul.aos O~ dias do, wês de Julho de 1986. • JOSt AVELINO E SILVA Oficial do R. I. cada nos termos do documento incluso. 2-A Suplicada aban .donou o lar conju­ cral em novembro de i983,sem motivo -­ justificado,não dando rais noti cias no decorrer - de todos esses anos e,apesar de '-' todas as tentati· - o qJI!' lhe ~eria • dispendioso,dignan do-sP V.ln.de n dar ouvir o 6rcão­ do Ministério PG - blico e de ordenar a exnedicâo do com potente édital de­ citacão da Suplica da para,nos termos da lci,dizer sobre o pt.!dido,sob pcna­ de revelia.Protes­ ta nor todo o gêne ro de provas em dI reito admitidas,de poil!lento de tco te--··. munhas,vistorias,­ arb1trarnentoa,ctc, e dá presente o­ valor de Cz$100~00 Nentes termoo,E. - ~eforimento.Beln - Vista,13 de maio - de i986 (a) Oder - ozzano Roa--Adv?- 0AD-MS n? 2905-p.­ DtSPACff() 1D. R.A,C i­ te-se s requertda­ por edil l,cor pra zo 'o trinta 'ia, para,querendo,im -, pugnar o pedido er dez dias,Aoós,cls.' B.Vista,23/05/06 - (a) Dr. José Tau - lo Cinoti.Juiz do­ Dirclto.r:,oilri que• não oc nlcauc igno rAncia foi deter - "inada a 0xpedicão do proacntc ccU tnl con prazo de trin· ta l'1.1as, atravé!, do qUll fica CITADA - a ocnnoa de MJRii­ OMORI para, qucrcn do, irnpu?nnr o - prcucntc pcdido,cn dez dias ,O reren Jósé Avelino e Silva -Oficial do­ Recristro de Im6· -. veis da Comarca de Bela Vista,do Esta do de !1ato Grosso= do Sul,na forma da Lei,etc, .• Faz Público pa ra ciência dos in= .. -·. mil e quinhenton - metros quadradost referentes aos lo•· tese 22,000 ms2 - (vinte e dois mil­ metros,·quadrados) - referentes 5s Viao de circulacão e ~ reserva munici!)al, conforme ato de a- -- : ------ (' e! d tll r;o do !, , te e sete d do m6; de mle do uno ele ni • vecentos e o!te. tn <' nc 1:., Eu. Pea, Vcr ·' e d Conjunto 73/4 'P "°? A?ar Rua 15 de Novembro no 390 ·prosseguir à sua re' gando j seuinte : com cseesas parai F ...., ,.,, ..,... ... .., . veliz.cct:lçuo:I:x;::<:>-• 1-0 s,•plicante c:i-: r.ianutençaa e cem•·-~ . onGs:624•3964-.;. ·fH-7073 Ap&f, 21l ·cu s servaçã.o do l!leSJQO • .... ne 624-714% ti - ;i com " Supl! '• ..,,.., • • .Sr.Daor Juizga- - - GRANDE •• • M-' 'me e- h do Registro Ir.ióveis. ************ ****** EXTRAVIÁDO OS OCA.'•IPOS : CARNf. .. DOCUMENTOS D DE APOSENTA DORIA E A PROCURAÇÃO EM NOME DE APAR!CIO PIP-BS~ PUBLIC~ÇÃO QUE SE FAZ PARA OE TENÇÃO DAS 2~ 5 VIAS. "BELA VISTA -MS ************* ••••••• r • • 1 ,: d 1 Palestra de Eduarda Mel li REFORMA AGRÁRIA 1 ( [ .REL OUTCR YLEELR LOUREIRO MEEII ') , Tivemos a 9rata a doraia,ferindó u ""[399d° ouvir uno no direito de todo o «r- {_a undatentada pa- humano,de todo o r++ {},, "ri4o et» i- ieiro,ás ter o e i pro esor de Di . eu reito Civil da Fumat - •• / dm in • ·- dprupr1a,ao e ( EDUARDO METELLO de Campo Grande,grande­ pecuarista de nosso Es tado,Presidente do Sin­ dicato Ruralde Campo - Grande, Membro da Comis são de Reforma Agrãri a:- de Mato Grosso do Sul,­ empresãrio e homem atu­ ante em todos os seto - res da agro-pecuãria de nosso Estado, o Dr.Eduar do Machado Metello.. - r . • Falou o. ilustre vi - ·1 sitante,principalmente - ., sobre a Reforma Aorãria. Segundo sua abali - ' zada opinião.fazendeiro algum e contra d refor - ma agrãria,mas sim con.,. tra a forma,a maneira , corr.o a mesma es tã serido. conduzida. Basta se sa­ ber que o proprietãrio­ do imõvel sã fica saben do que foi desapropria­ do de sua fazenda sõmen te apõs a desaprop_ria :- ção estar consumada,sem defesa alguma, sem noti I MESA ficação alguma,sem o dT - .reito de defesa que - assegurado ã todos os - cidadãos.to mesmo que -a l guêm ser condenado sem direito de defesa,o que vem contrariar os mais - comezinhos direitos do - cidadão que vive em ura: 1 l feita "IIANU militari" , como se o proprietário de terra fosse um cri - minoso que estive:sse - sendo condenado.sem de­ fesa.a perder o que e - seu. Nen se diga que o- governo paga pela - r •n . did { le uni l ·li,t l, , COORDENADORA ,._desapropriação;pois o­ que o proprie'tãrio re - cebe são títulos gover­ namentais,resgatãveis - em "apenas" vinte anos, sendo que. o preço quem dã ê o governo. Ao falar sobre os - atuante na igreja catê lica e fora deli,ê sabf do que a famosa Pasfo: '- ·, ral da Terra recebe di­ nheiro estrangeiro,ê di rígida por padres es.-=-• trangeiros que não es -! tão aquf para resolver­ problema algum,mas sim, ) ; • ( 'J ( r dito d1nnreiro te prt ; p l nte,reparando-e - do; o, verdadeiros trabalha , dores rurais,os verda - deiros homen da terra, os que realmente querem rabalhar a terra, e na terra, dos que organi - 7am-e em acampamentos: Acampamentos que ter o­ ãx iro de organização 50Ciijl e hierârquica,po is ten direção,tên co -: missao de imprensa, têm 1.Jllem pode fuzcr declara. çào,quem pode falar, :: quem pode reclan:ar,gu.em pode viajar e tudo o ma is para o bom andamentõ de sé criar tumulto,de­ se criar buderna,para - se iniciar a desapro;· !1 priação da ãrea em con­ flito.Primeiro escolhe­ se a ãrea,cria-se o con­ flito,pressiona-se o go verno,para haver a desa propriação. - foi dito que o ver­ dadeiro homem do campo, o nosso trabalhador ru­ ral, o legítimo "sem - terra", não estã acampa do,este estã trabalhan'.;° do pois tem brio, tem fa 1ni li ares e tem coragem­ para se sustentar e sust tentar os seus ,não pre­ cisa viver de favor do­ governo e sem trabalhar. E sabido que os - "sem terra" recebem sub venção do governo fede­ ral para ficare~ acamp~ dos,na boa vida,tambêm-=­ e sabido que são orien­ tados pela esquerda - •J(T[LLO E EDSON MOPAES das que produzem alimen tos para que, unidos :­ possáp combater os que­ não querem progresso,-~, mas sim,baderna e bagun ça,para que aconteça a­ qui o que tem aconteci.,­ do er outros países. Usou da pa l av.ra o - Dr.Ney Magalhaes que - deu total apoio à pales: tra,fazendo comentãri­ ao governo passado a - quem culpa pela invasão dos "brasiguaios" em - solo sulmatoarossense, "brasiguaios" que são - apenas 1% de matogros.,. senses. A ultima comunica ção do Em? Sr. Minis: _._tro da Reforma· Agrã - ria.Dr.Dante de Olivei­ ra; pasmem senhores leitores,e que os fazen deiros que não estive.-=­ rem devidamente em dia­ tanto referente ã remu- ; neração de seus empre - aados,estarão sujeitos- ª Reforma .Ayãri a .Aqui- na nossa reoião e mais- do que comum, termos pe­ ões com anos e anos de­ trabalho er. nossas fa - zendas,sem nunca termos tido ~ualquer probTema- de order trabalhista -r com eles,pnis pelos - bons peões tudo fazemos e os vagabundos que si­ gam adiante,e assim de­ ·ve ser tambêm em outras: regioês do Brasil· e to­ dos nõs remunerarrios o -! serviço de nossos empre gados· de acordo com _suas funçoes. • Não somos • .. contra a Reforma· Agrãr~à,somos - contra imposiçoês. go - tudo,não somos contra a Peforma Agrâria,soro~ - contra o cerceanento de defesa,pois não existe­ prazo para se trabalh~r a·terra inexplorada por falta de dinheiro,por-4 terrr.os adquirido a mes- ma hã pouco tempo e ma­ is notivos,não sorros - contra a Reforma Agrã - ria.somos contrp que o­ governo venha "meter o bico onde não e·chama­ do'', pois o r.esrro nos -. ns à expor o quan· do to convier,que te terra nao a 0equ!a d, o beijud e . ,1 : auere passa-la adian­ te ,e @uren as herdou - es à trabalhando pra­ Conservá-las,e o qover •~ r os llL'::J 1 dr ( 1 n 1 • 1,Í,1 r ·ne prazo para traba lhar nosso patrinômio - e defender nossos bens com a seguinte frase: - " A lri exisLC' hi 20 - anos", pore ,hã 20 anos estamos vivendo sem re fora agrária e diga­ de passagem muito bem, e jamais ela foi posta m uso,há 20 ano ela­ e:ã engavetada e ago­ ra que os 'squerdi9ta estão na área governa - ~cn al ele, querem - colocá-la em uso a peso de irpostçio, e­ isso nRCSENCA Jovens .boni - tas, dando um co lorido especial aos acontecimentos' Paula e Cristiane Nunes, em c"or.:pa - nhia de uma ami­ ga. Cor bo: lav:tenso, o llio, atualren - te residindo Carpo Grande, nao deixa de V sitar !ela para rever ari - g0s e parentes. DESCO!lTAACÃO TAMBEM Presti<.;iando o baile no CEB, o­ Dr. Hélio Lourei- .. 1 z.±r";-. PAULA, CRISTIAE E AMIA O jover cuarista Pauli nho Melo, cm con oanhia de sua esposa Fátima e­ aricos, no Clube Belavistense. ASSOCIAÇÃO COEFCI AL Será neste· - sábado o encon - tro dos interan tes da Associa - cao Comercial de Bela Vista. - Intensa Pro - gramação estâ prevista,iniciando se com um café­ da manhã rio res - J DR.IILLIO LOUREIRO D E ALMEIDA , E S P O S A E - FILHOS. taurante MAK'S, - com a presença - de Lirio Novaes, Dra. Vera· Tildc­ de Castro Pinto­ e convidados. TRIBUNA DA FRON- TE1R Destaca nesta edição o Baile - coemorativo ao - aniversário de Bela Vista.Abri·­ mos nossa párina ao evento, um dos grandes acontecimentos soci ais do ano.Está de parabéns o Dr. Bráulio de Barros e demais integra tes da Diretoria­ do Clube Eportiv Bclavistensc, ., .O ~UARTO ASSEA DO A QUEM DORMIU, ANTES i NA RUA. PAULINHO MELO,ESPOSA E AMIGOS Abrir caminhos, e curtar distâncias é muito mais lo q e uma filosofia, é a certem de estar contribuindo para o progress9 • da civilização moderna. t '' . ,___-------~~ ....... .._ ___, ,___ ...., ._ -:..;;;;;..; __ ~ ------::-=----...J s ·-·~ .. . . - f • --- -- , . - . . Julho/ 1986 - TELEMA T. 13 anos aproximando as pessoas Para alcançar uma posição de destaque no a:mrio das comunicações a TELEMAT nIo mediu esforços nem terminais. Investindo em tecnologia, acreditando no potencial humano, evoluiu, desenvolveu, créscéu diante dos seus olhos e oUlidos. • • São 140 mil termina.is instalados, um c:rcscimento de 3.200%, o maior percentual já alcançado por uma empresa cio Sistema Telcbràs. A áICa de exploração dos serviços de tclec:omunlcações da TELEMAT abrange os Esiadoa de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, cujas áreas territoriais perfa.mn l.231..$49Km2. É voz Étexto. É som. É imageri. As coisu acontecendo a milhms de quilõmcttolde diltAnàa e acndo registradas para OI seus olhos, para 01 eus ouvidas. tumtrabalhoquetcmtudoaw:r com voei porque. se voe! nlo cxistiuc, nada diao IClia IICICClário.