·TRIBUNA DA 
l 
,. 
EDNTOR CHEFE: IVALDO PEREIRA 
ANO; XV N9: 795 BELA VISTA-MS DE 23 A 30 DE ACOSTO DE 1.·66 r:." 'O !'·';° 
NIZ4RETH, PROPOSTA DE TRABILHO 
• - E MUITA COMPETENCIA-··. 
Portanto,scm des­ 
merecer os derrais 
candidatos,foi um - 
dos mais lúcidos do 
cumentos de traba--­ 
lho de um candidato 
à Assembléia Estadu 
al. 
Nazareth é candi­ 
dato pelo PFL,mas - 
·em momento alaum te 
ce críticas aos ad­ 
versários,mantem a­ 
mesma postura oqui­ 
librada e coerente. 
Fala o que sabe e - 
se propõe a reali-: 
zar,como Deputado,­ 
um trabalho visando 
acilizar o setor 
produtivo de nossa­ 
região,nas áreas da 
pecuária,agricultu­ 
&....:L..:.... r.. --- - ra e pequenas e !"Ó ... 
LUIZ CARLOS K/ZMlliTli 	dias industr.i!as.Ler 
a carta aos Sul-ra­ 
togrossenses é veri 
ficar que temos can 
didatos excelentes, 
com bons propósitos 
exemplo do Luiz Car 
'réhaiã 
. f;:.J "1 . 1 • ' 
• ~~- •• .• •'j 
,{ 
1
corresponderam a e no aomunro até as 
612 atendimentos e- cinco da tarde. 
o Fasul doou os óc11 E já comunicam· 
los que ao todo so- ãs pessoas que fica·· 
maram 138 unidades. ram de receber seus 
O • número de - óculos, que terão de 
pessoas que procura aguardar no máximo - 
ramas dependências 15 dias, tempo sufi 
:do Paço MUnicipal,- ciente para apron 
onde estava instala tar todos os ócÜ 
do o consultório dÕ- los que estão sen 
oculista, surpreen- do feitos .. em ou­ 
deu os funcionários tras localidades. 
sendo necessário a­ 
tender no sábado a­ 
té as 19:30 horas- 
 
 
 
@PIMIo 
o 
dente 
Banco 
Luiz 
- 
ex-superinten 
Regional dÕ 
do Brasil,­ 
Carlos Naza- 
reth, está distri­ 
buindo em todo o­ 
Estado uma carta - 
aos sul matocros - 
sense,; onde 
poe algurrau 
suas idéias. 
..;::. ceve nos dias 
16 e 17 em Bela Vis 
ta à pedido da Pre­ 
feitura Municipal e 
do Fasul,o Dr.Moa - 
cir E. Arruda Médico 
Oftalmologista da - 
cidade de Dourados, 
que realizou consul 
tas bem como examos 
de vista.em pessóas 
carentes. 
Nossa Pre fei tu­ 
ra custeou os honorã 
_rios médicos que cor-- 
e Y. 
de 
*********** 
********* 
MOKft, O CANDIDATO DA TERRA 
/ 
MOKA 
Um dos mais des­ 
tacados vereadores - 
da Câmara MUnicipal­ 
de Campo Grande,Val- 
demir Moka,do PMDB, 
está obtendo apre­ 
ferência do eleito­ 
rado belavistense,­ 
sobretudo dos jo 
vens. , 
0n tem, falando­ 
por telefone com a­ 
nossa Redação, Moka 
afirmou que "êm Be­ 
la Vista sei que o­ 
povo quer Marcelo - 
Miranda . no Governo 
e mais ainda,quer - 
eleger pessoas com , 
prometidas com as= 
reformas tão neces • 
sáriàs ao fortaleci 
mento do regime de= 
mocrático". 
Para Moka·, 
11 
.a 
juventude quer go- • 
vernador ,com men­ 
talidade _berta ,­ 
por isto votarão­ 
em Marcelo Miran­ 
da; já o candida­ 
to da oposição é 
conservador e esse 
é o •. pensamento 
Li no jornal 
'Correio JardinensC' 
11 
esta senana,alCTUman 
1cusações levianas - 
o Vereador Marcelo­ 
alvano ao Prefeito, 
hamando-o de dita - r 
or,alcaide,enresso­ 
a revolução de 64 , 
2tc..· Tudo isso oor­ 
ue foram de vol­ 
idos alcuns perten­ 
es do Vice Prefeito 
(e não jogados ou 
espejados em um ca- 
inhão) . 
Não. quero julcar 
Vice-Prefeito Vete 
Garcia pela sua saí­ 
a,mas achei encraca 
o ver o vereador 
Marcelo Calvano fa ·- 
lando em dianidade,-. 
respeito e tudo mais 
loco ele que foi ex­ 
pulso da executiva - 
do PMDB por não r.ere 
cera confianca dos­ 
companheiros.Para·­ 
que Marcelo Calvano­ 
fale de alguém,deve­ 
ria,no mínimo,reunir 
qualidades e virtu 
des suficientes para 
tal,e eu não acredi 
'to que ele as tenha­ 
para acusações desse 
·• gênero. Além do mais­ 
a missão do vereado, 
é misturar-se ao po­ 
vo de,maneira mais - 
edificante,quando o­ 
que se vê é alguns­ 
elementos usarem . -­ 
a tribuna para fazer 
fofocas por falta de 
argumentos e preparo 
-iíolítico. 
Vejo o lvano co- 
GI0VAíll CESAR SILVA 
algum politicamente - 
falido, que busca uma - 
forra de subir usando - 
como impulso o presti­ 
gio e a ropularidade do 
Prefeito, orque ele 
não tem condicoes de - 
emergir cor suas pró?ri 
as forças, sainrco de cá 
rona do desastroso espa 
ço que ocupa na politi= 
ca belavistense. 
Os comentários de­ 
Marcclo não fugiram do­ 
seu ostilo,serpre raldo 
sc,rogante e dono da­ 
ver'ade.Fico triste ror 
ele,que se elegeu c0 - 
uma votacão tão xprces- 
si2.50çar sua poria 
ca :ir pela jarela,co 
me tendo uma verdadeiro - 
suicidio politico dessa. 
forma vergonhosa. 
Presénciei a sai'a­ 
do!: r:Õvci s de Vete 6ar­ 
cia afiro,por eter - 
visto com meus próprios 
olhos.que a sua filha - 
não estava e prantos­ 
estava nora? porque jã 
sabia que acóeles per - 
tences iriar. ser devol­ 
vidos para dar espaço à 
outro setor, ta .. Lo que a 
ora ain'a e funcioná - 
ria da Prefeitura.Todos 
saber qu2 Abraão Zacari 
as tem um vasto circulo 
de amizadr que transcen 
de às siias part'aãri­ 
as e seria incapaz e - 
UI" gesto :iCS'i:!S. 
Disse o •:arcelo 
que o PMB sorã cnbrado 
nas urnas,çu3 sera co­ 
brado é ele,caso tenha­ 
corager de cnfrentã-las 
- GI'.JVJ'.NI CESAP. SIL­ 
VA - 
wirttt t#trtittttt 
o 
dos jovens". 
Cone l ui ndo; Mo­ 
ka disse que Mar­ 
celo MIranda "por­ 
ter uma rnentalida 
de mais aberta e= 
progressista tem a­ 
simpatia dos jo - 
vens". . 
. • NOs . próximos 
dias Moka estará .­ 
em nossa cidade, - 
quando será entre 
vistado por nossa­ 
reportagem, falará 
de suas idéias,de 
sua proposta de - 
trabalho. 
"_ÀOS __ NOSSOS_LEI­ 
TORES_" 
Qualquer irre­ 
gularidade na en­ 
trega deste jor - 
nal comunicar pé­ 
lo fone:439-1410 
onfore informa­ 
çao de cóordenadores da 
Campanha Nacional de Va 
ci nação contra Para li = · 
sia Infantil os Postos­ 
de Saude da cidade e se 
us funcionãrios ainda~ 
estão mobilizados,no - 
sentido de prosseguir - 
com a vacinação das e 
ventuais crianças que 
não conseguiram.serem 
atendidas no dia 16 ul­ 
timo. 
Segundo o Dr.Car - 
los 'unes médico:chefe­ 
do Posto de Saúde e - 
Coordenador Geral da - 
campanha,foram imuniza­ 
das 2.720 crianças cor---------·~-­ 
respondendo a 94 do to 
tal a ser atingido. 
Nossos parabêns'ao­ 
Dr.Carlos Nunes que a­ 
travês de sua inces 
sanfe supervisão, cor 
seguiu juntamente com­ 
toda a sua equipe - 
realizar excelente tra 
ba lho, demonstrando :: 
------------ 
ser.so r.rofissional,inte 
resse e grande carinho­ 
para. com o povo bela - 
vis tens e. 
"_NIIO_PERCAM" 
-DIA 06 DE SETEM- 
RO ANDERLEY CAR- 
DOSO NO CLUBE BE­ 
LAVISTENSE 
sões 
- 
de -Bela 
horas. 
do 
estimulo 
. conhecer 
A 
CONVITE 
Assessoria 
Vista 
Legislativo, 
A presença 
aos 
o 
de 
convida 
trabalho 
todas 
do 
senhores 
de 
o 
Imprensa 
povo 
as 
público 
seus 
da 
para 
Câmara 
ssistirem 
quartc:s 
no· ple'nário 
vereadores. E o 
feiras, às 19:30 
povo 
representantes. 
- 
MUnicipal 
as ses 
é motivo dé· 
saberá re- 
1 
**** 
ÇÃO 
CASA DA 
CRI1NÇA 
'------P---1:_. _G_,I -~-A __ o_4 	1
1 
BENEFICENTE 
CRIANÇA, DO 
E CULTURAL 
SONHO 
Cl>..SA 
A 
DA 
REALIDADE

• CASA OI CRIANÇA, DO SONHO A REALIDADE 
FUNDAÇÃO BENEFICENTE E CULTURAL CASA DA CRIAN(A 
! 
' •· ·1 J d; t n ;, cuno ;i - 
chr,m:1 (l(, l)!h7 V<· l !l ·11.im 
qu:.ir t.o ,,ew'O, l, n t.Nrv n 
IR. v ;iJ 11 um innro, a­ 
br J ndo o c,,mi rho na - 
curl ((o, ,l é qU
1
• 1 lumi­ 
na lodo o 1 -ctnto. 
O::i grnndc;; ou O!l 
pequenos projetos 
crm pr1mc1 r,.lln<'nlc no 
nnn 
crunpo do pcm::,-imcnlo, 
Hlll!:i n::Ío hrt pcqucmon 
- 
ou ronde pro,jeot­ 
r-.c,b o pl'h= ,J,, n- 
'·rkr os 
:itados, 
li gota da chuva - 
transforma-e nus ri 
cho; o ri ,,cho nun = 
rlo e o rio cor!'(' p/ 
o m._-i.r.k;sim é n vi. 
da, nesta e na C" ,t.ri"J 
dimensão.Tudo é questiin 
do ober interpretr 
r,~ Jpi:; d:, r: 'vr ,, 
, li « tare, 
É preiso plantar 
pJ;mtc: u....-, p<."1J' rn - 
rrntárha o vera: - 
wr·gl r a ,ifvor-c fro}2 
<lor;n do ,»no nh::Í. 
f.: pf"'c;i,o pl::ir,t.nr. 
/1 C/511 DA cru N!­ 
ÇA não é um projc to 
novo, foi nniadurecci:: 
do no decorrer ela - 
lnc!a d .. t 
'TRIBUTA DA FHOITEI­ 
h/, '1 J" : p. p<H, 
CO'l '1 ajJr!, tl'l 
Pr~ f,-l wr-,.; l-iun1c:ir,:tl, 
Cmvara 
d l<:illo 
sários 
jornal 
l1dad-e 
Não 
l1l.lnidpal .Sin­ 
Rural, er re­ 
e amigos do 
a torar rn 
este /XY.))10. 
quc('('.:mo:; 
c,r .. 
l. 
i - - M E t1· C A D O .. S i 0- J O S É- 
,.« ONDE CUMPRIR SE TORNOU UM HABITO » 
,· 
I,;  [ ISTO l'ESl"O, A 1,s;,IJJ(J'íO llA 
ARTE DE 6EI! SEPVIR, . A SERIED.ADE , 
O PADPÃO. DE ATENDil'.ENTO, FIW'AI! - 
DO MERCADO SÃO JOS[ UI~ HJ8 ITO - 
CULTIVADO POP TOrAS AS PESSOAS - 
QUE APRECifJ( O l'ELHOR. 
*** Gtrirnos Al rnrnrr e !OS EM GERAL­ 
ARAME OVALADO. BELGA,MINEIRO ,ROUPAS, 
FRUTAS, VE~DURAS ,LOUÇAS ,:ALUMHIIOS .BE- 
1,lDAS,MJLHARES DE PRODUTOS DA t-lELHOP 
is# 
Enc;.;.hcçn o movi--r.n 
.o o Jom-'11 rmrnrlÃ° 
DA FRONTEIRA, através 
de CRU<; direi - 
Ivaldo Pcrei ra e. lwia 
• Estela Velaquez Peret 
ra, con o apoio do.s 
~ntidades oclma. 
Graças a dooções - 
AVENIDA D!Jl)UE DE CAXIAS - FONE 
.. .:..._ ,! 
'251 - 171~ 
r-.... 
QUALIO!IC'E L OS l'.[LHOPES PRECOS 
- MEPCADO ._s~o __ JOS[_ 
J A R D I 1! M S 
1 - 
1 
' 
TU 
 
 -=------ 
 
• l" 
.-r 	-'.!'.!JFI _ OFICI ~:l _ MEC1>"'IC 1'- 
- ------- 
DE OSCAR CORP-ALES }11'.RH, 
..," O POPULAR ENCENHEIPO" 
*** MECÃ~!ICA D! GERAL- SOLDA- 
Dl'RA OXICf!'lIO E ELtTRICJl -"' ** 
' -ATENDI'.'ENTO PERFEITO E C",ARnl­ 
TIJ ABSOLi."i'A _. 
rr minguem, multo - 
,·t :,U J V,1r f,l'(,l!< • • 
a fJ" /"> 
des, p j4mos 
ou ntida- 
1 f.JO'J<'O de cmpr t 
: .. ~O- {" u .... l 1nl .. 1n, lV,-' 
r po I Í: ica dos 0s 
n' s da comunida 
de oro crv!dado 
p.i.:-• irlp:l.I' r:J, Jnicla­ 
Llv.1. 
cJ i l 
tores, fá cru ul 
x s com er o tr- 
nno. 
d.t 
·:ilr,d:, ;>('x .. o, 
d· 11 i; ou 
remos a construção­ 
dos muros 
· 0 ... :,l ,t.uir) C' ;t;i 
:,1•n·lo lnt>0r:1do " - 
lo :o CJP ,, J [­ 
bl 1crt· Jo no f)lnrlo 
Oficial o faremos 
·v·ibr>:11 n ,.,111 'l'r1· 
bl;nD., 
 m.. in1c1n 
ADVOGADO 
!l1 DOUT0:1 r,r:rn;: !1~ F, DO i:fSC j :·Ei'.T~ 
... ADVOGADO- C(C; 005,!474,3iÚ-CO 
OAB/f;s - 2809 ..: CAUSAS C I v:: IS, CR Ir i 1- 
' AIS, QUESTÃO DE TER~AS., DIREHO DE FA[,1- 
4 E TRABALHISTA - "~SCRITORIO: AV, 
l , v B~.'1J;co 193: RES IDC!C IA: AV. R 10 B~A::co 
,::7- Fot-:E: 3~~-- ('EP: 79280- P.r.LJRT!i::;o;::~ 
1 l-1 
/ 
roo s».r, 
·< 
"T2NOS 
TES " 
ADVOGADAS 
- 
1!J:l - viu;A DA "'srLVA ::: VERA &bu- 
1IRO T1.OCO - 
••• CAISAS ÇIE.S E CRii:Ii!AIS, TRABA- 
E'!STA. DIGITO D; EMÍLIA. TERRAS. 1'V 
•. , .P.-IOS ~º RUA CUI P.BÃ ' S/i"- FO;!E: (OFi.7 : . 
439-1290 li BELA VISTA - MS li 
SER1TIÇOS DE LAVA 
A JATO SO PARA OS . CLIEN - 
' VISITE-NOS - 
':ENTRO - BELA VISTA - MS 
. . 
..... 
.... 
,, 
ESCRITO RIO 
CHA _ 
i:HHH> 
D, C..A, A7M1 
. .. •'-""'-' 
CAUSAS. CIVEIS e. 
ilARJQ 
224 FONE! 
439 - 1382 - ( PROXIMO À 
11 
BELA, VISTA 
'· . 
CRI - 
,_ ·:rNAIS- 
RUA DEPUTADO 
BOSCH' 
RO= 
MS " 
VIAJE PELAS MAÕS DE 
PER1tNC IA """" 
QU:í; • TEí'i 
'RUA 13 DE AIO 2310 
t •. : . 
TELEFOilE' ' : • ( ao~?-) 382 7 - - 435~: 382-7S97 
....... .. ~ 
E1BATUR 00145 f') 42 7 - ..

-Educação Especial- 
. 'H lAI lA. Ili F /.CI f,t; TO - 
NAL, DE. 21 A 8 de ngos- 
o , < m c:~r, ·: .ornr;Ão ;, - 
dnta, is /1 ~ r!I' 1 il flr t") O 
nnl ti,· l.<.Jucr,çu<J rJ,· l;,•lll 
VJ:,t.o, V·ntrt r,tr avés -­ 
dente tex.o ensitllt - 
zar caunida!e, dian­ 
te do no abertura de - 
C!nf'S<' Fr,peclnl Lm llr>ltt 
Vlt➔t , poin a <:L!,ntc-ln 
0t as rossas vistas;-­ 
con'l !d1 • r..:lior; rnu 1 to im­ 
po rt on t 1: o interesse de 
cmlu um, un unir ;J.!J for 
ças, pois sêmen' assim 
atinglremou norso obje­ 
tivo que é: lruzvr es­ 
tll!J crianças para us - 
ualru; do oulos. 
Nosso futuro está - 
nas rnão s e nos passos­ 
do nossos crianç11S que, 
ainda não foram vistas 
nem ouvidas, 
Temos certeza, um - 
dia encontraremos estes 
líderes, em todos os ca 
m1nhos e que eles, po~ 
sam ser superdotados, - 
bem dotados, tal0n•:m·.os 
ou criativos e pr1cc.!_ 
palmente, pessoas ajus­ 
tadas, felizes, ouvidas 
respeitadas e livres ... 
Em estudos progressivos 
e a partir de afinnação 
de validade deste traba 
lho, sentido por pais.­ 
professores, diretores, 
supervisores • ernt'im to­ 
da comunidade escolar, 
foi pliado este aten 
dimento. - 
Hoje nma ar»I!'.: 
que aturde tod a - 
e li I nv· J ~• rb f.<Jur;v, -·,, 
trbalhamo br!camwn 
• na corcíer J z-,ç:Ío 
cio Jn•llvÍtluo cr,,,n l" .:­ 
sona através de tivida 
des motoras e de vvn 
eia corpor,:u ,l'ropai,o•, 
si uaçes em que a - 
crlnnça vlv nc'ic: dC' - 
forrn:1 con~:cicnt8 o úl.o 
rnotor, sempre cxplor3n 
dou vcrbnliznçiío, bu~ 
cnndo p()rguntas e rcs­ 
po•;tc.~ que a levam a 
se rcconhc:cer' coamo pes 
soa, oeus limlteG, seus 
espaços prÓprios e pró 
ximo:; para se chegar - 
aos limltes do melo em 
que vive com os objetos 
e outras pessoas. 
Nosso objetivo é a - 
criança se conhecer, 
conhecer suas possibi­ 
lidades, seus limites 
e suas capacidades, de 
agir e interagir no - 
meio ambiente e assim 
desenvolver sua aten­ 
ção. Enfim da!'-lhes - 
condições de parar, - 
sentar nuna cadeira es 
colar, olhar o profes­ 
sor, saber ouvir sua - 
mensagem, olhar o tex­ 
to e ler, dissociar - 
sua mão do ,resto do 
corpo para escrever, - 
vencendo assim suas di 
ficuldades muitas ve, 
zes devido à carênci­ 
as culturais, à falta 
y 
do, em que a violinci 
JORGE BÉJKMIN CURY 
Advogado ributarista - 
Olhí.'.'.:-114 l, .. ,· .. í 
quer i.trancias r' nl 
r:t;,:;ri • ór j 'J 
ru,1 D./V:pllnn -:r, ... , ]1-1-•,,. rr.,~ 
oninto 73/4 
Fone::±624- 3964 - 624-107 
 _.. r, , 
t t l 
, .. ·. 
a } 
ai - 
1 11 _. 
sidência 
! vrtro 39% 
1:>,, t. !.O 
!' w : 6. l-7'..i4 
illfil@b.. TRIBUtlA OI FRONTEIRA 
runclado cr 20 nc revereiro de 1972 
Pecistro no Cartório de Títulos e Docu-. 
!"0n tos n ç, .15 
a , fruto de insurar. 
ç , frulo pera.do por - ,·~---------------- 
e::;tcs fenÔmLno:;, inva- 
r 	..,..
11 
dem todos os espaços.[ 
Vivemo:, nu"l.'l (poc~• 
em que se precisa de - 
líderes positivo3, cr! 
ativos, que: tragam ccr.1 
suas vidas novos valo­ 
res para o nosso Pa.ís. 
"Toda a verdude ' 
há de ser verdadt: as- . 
sumida" (BLEGER) 
Professora Francisca' 
Peixoto de Lima 
1 
Supervisora Regional 
- l 
de Educaçao Especial , 
Agência Regional de 
Educação de Bela 
Vista. 
.. , . 
102r1o 
roo da terra 
DIRETOR: REDATOR CJlF.FF.:Ivalc:.o Pe­ 
rira. 
_. REDACO E ADMINISTRAÇP.O:;: U'l da Po- 
"Jth'1lica n<:> 2!ill- Fone: t!39-1410- Br:LJ - ! 
'7Sz-- Sede D?oria 
 
-SI:UPA ANUAL, - (TRIBUNA C2 150) 
-o~mrs 1/UNrcIPrns - ( czc 2so,on 1 
Fili.:ido a /1.D,,.ORI e ABRA,JORI 
-JOR:1ll'LISTl RES:OCW,li'!EL: Ivaldo Pereir:- 
Um jornal do Gruno Rede Belavisten 
se de Jornais Lt2a-CGC.MF.15.513.203/001 
Inscrição Estadual- ?ij.219.003-1-Editor?. 
dos Jornais Tribnna••~a rronteira,O Lac,u 
ncnsc,Tribun~ r.Crtfnhense,Jornal de Ant. 
nio João e Jerna1i:corre~foo·Jardinense. , 
bs 	i! 
1 
PAR(ltlE GRÂFICO: Rua"c:ia República ~ j 
n<:> ~6!3- Bela Vista- MS- • carxa Po!ltal 21' 
fone: ( 067i' - 439-1410 ..,_ - 
RUA AtlT011!0 :1f,P.fl 
COELHO - ilQ - 446 
** PPOPRIETfiRIAS *~ 
- !·!AP IA JOSt E 
r1AºIA csrrn - 
••• VISITE-NOS POIS A SUA PRE- 
SEilÇA rms DARfi r1u I TO PPAZEP, 
ESTN10S ESPERANuO *** 
- TELEFO:E: 339 1010 
RELA Vl.SH, MS '"'** 
~ --'· 
PARA O FREOU' ITE E 
TO 
-SUA 2SI ECI GU ESC3TÁ1.0 533CZ IS AC:- 
A : 7UE0, A?TEZ. 7: +1.1Z : 30. €0ST3. 34310$. 23- 
RC2AS Z.TIS. C0?:. 23Z3/1.19E15 A3IAS cO: #- 
., .:1 
•. ii011~ s· -- • - 
.,.,.. 
. ... .. ' : .. 	"' .. ~. :. 
,',.-RUA • D A RE irª> u E..c A NrOd·/ O 
. . .. . .... ~ . • • • • . > 
1296 
BEL. VISTA s 
E:439 
, --,··s~--------_:_ _ ___.:._.;__ __ _;_; __.__~ 
FUNCIONANDO EM NOVAS E MODERNAS 
-INSTALAÇÕES: ÁLCOOL-· DIESEL - GAS0LrNA 
LAVAGEM DE CARROS 
1 
Rua Barão do'• Ladário. s/n • 
,Fone: 439 1025 
BELA vrSTA • MS'

O0ML TRIE' A F'EIA 
INFORMATIVO OI PREFEITURA MUNICIPIL N· 3 
--- Redatora Janete Festi Mendonza. - 
MERENDA ESCOLAR 
• 1 HORTA MA ESCOLA SIO PATRICIO. 
Vamos começar a relatar o trabalho que está­ 
sendo desenvolvido pela Secretar ia Municipal de 
ducaçao,atraves de seu setor "renda Escolar" , 
atualmente coordenado pelo dinâmico Giovani - 
César, que sem sombra de divida, vem realizando - 
um esplendido programa, onde tudo e voltado a fa­ 
vor dos alunos, t.<lnto da área rural como da ur - 
bana. Tudo tem inicio quando o Estado repassa ao 
Município quantidade suficiente de merenda esco­ 
lar para atender a região, sempre observando a - 
qualidade desses produtos e sua procedência.Entre 
esses princlpáis produtos encontra-se uma mistura 
de nome "cangíca" que substitui o lei te e da ao 
aluno muito mais proteinas, devido a associaçao - 
do côc.o, milho e cançica ao leite em pÕ. 
A Secretaria de Educaçao com a preocupação e 
o auxilio do F.A.E. - Fundação de Assistência ao 
Estudante, ministra treinamento em todo seu pes - 
sal relativo a merenda escolar, ou seja, prepa - 
ro, diversificação da .alimentação, cuidados e as­ 
seio, Existe ainda um trabalho experimental de - 
aproximação aluno- professor, onde a merenda ~ 
servida, assim que está pronta, nas prÕprias sa - 
las de aula, nunca na hora do recreio, sendo que 
assim os alunos demoram tanto, tem intervalo para 
o lazer, e condí~ões de um relacionamento mais 
aberto com, colegas e educadores. 
A Secretaria estã prestes a receber mesas, - 
que foram encow.endadas, para que a ~erenua ~eJa - 
servida em um pátio prôxímo ãs salils, obe,i;leêendo • 
os mesmos propósitos anteriores, que ven apresn­ 
tando Õtimos resultados. 
A principio, logo que foi implantado o siste 
ma de horta nas escolas, foi didicil para as cri 
anças aceitarem uma outra alimentação que conti ~ 
vesse verduras e legumes, tudo pela falta de cos 
tume, deçorrente da escassez desses produtos na 
região. Antes a alimentação dessas. crianças con­ 
sistia ~asicamente em arroz, charque e quando ~ci 
to feijao.Foi preciso conscientizar tanto pais 
quanto aluno, como tan.~€111 1 ideres ele Associações 
de Bairros, a respeito da necessidade desses ali­ 
mentos para o menor. E aos poucos as crianças fo­ 
ram mudando a habito antigo; agora não·dispensam 
a comida, tanto e que muitas não sentem necessida 
de de fazer outra refeição em suas casas, devido­ 
a nutrividade da alimentação e mais, eles repetem 
quantas vezes quiserem. presentaram ainda um de­ 
senvolvimento maior nas salas de aula, mais dispo 
sição para o estudo.e raciocinio. - 
O importante ê que essas hortas eram uma das 
prioridades da Administração Abraão Zacarias e 
jã existem diversos projetos visando' expandir e 
diversificar cada vez mais a mesa do· aluno. • 
Os proprios funcionãrios das escolas estão se 
interessando pelo assunto e colaboram de todas as 
maneiras possiveis com a merenda. A Empaer auxi - 
lia e orienta a todos, ensinando têcnicas e cuida 
dos para com a terra, p1antas e frutos. 
As Esçolas municipais e estaduais do centro 
da cidade, que tem.ãrea disponível e condições, - 
tambem jatem hortas para abastecê-las, como o ca 
so da Escol-a Castehnho Encantado. No caso da Es­ 
cQla Jarbas Passari~ho, que não tem, seu setor de 
rierenda tem acesso· a horta da Cohab. 
FRUTAS E VERDURAS DA ESCOLA CLÕVIS MARCELINO 
DE OLIVEIRA, DO BAIRRO SERRADINHO. 
São 23 hortas escolares em funcionamento, - 
sendo que apenas algumas escolas estaduais não as 
tem devido exclusivamente a falta de muro e pro­ 
teção, ou seja, condições primárias para se plan­ 
tar uma horta. 
Leite e Frutas 
Na Escola Princesa Izabel, hã um programa - 
digno de ser visto e admirado, pois brevemente - 
serã praticamente auto-suficiente na sua alimen - 
tação esco 1 ar. 
Um verdadeiro po~ar toma conta dos fundos da 
escola, onde encontra-se mamão de 5 kilos, bana - 
nas, abacaxis, be como horta super diversificada 
e ainda uma pequena plantação de mandioca, fei - 
jão, ~ilho, abôbora e outras culturas. Brevemente 
estará sendo instalado ali um mini curral, para - 
.abrigar vacas leiteiras, carneiros e pequenos ani 
mais. E o que e mais bonito~ conhecer ainda.um:­ 
trabalho que talvez seja pioneiro no Estado, onde 
o leite e extraido logo cedo e servido ãs crian - 
ças assim_que chegam ã escola. 
Ci:m a a·ssistência da Empaer e supervisao da 
FAE, está sendo possive, apresentar'um prograr.1a 
educacional ligado a região; e uma experiência 
que visa aprox~~~r aluno - meio onde vive. Onde 
futuros produtores e hor-:e!'ls do ca;npo convivem des 
de cedo com 3 terra, aprendendo a lidar com ela­ 
e tirar otimos resultados, através de uma boa ori 
entaçao, da utilização de têcnic.as novas e apro - 
priadas par? cada tipo de terra. 
f--., 
C:SCOLA SÃO CLEMENTE. REA ONOE JK ESTIO SEMEA­ 
DAS DIVERSAS CULTURAS COMO. MELANCIA FEIJM 
E OUTRAS. . 	· , 
_A Escola Agricola Rura l, tem como finalida­ 
de basica ensinar o aluno a lidar com as coisas 
do campo, onde terão noções de plantio de feij?o 
amendoim, melancia, arroz e outras culturas. , ' 
Nessas escolas também ensinarão a plantar ! 
mudas d! arvores frut,feras; se~do que o funda - 
mental e mostrar a criança o valor, 1 1;,anetrêl e 
tomo plantar uo lavoura, uma horta ou u po- 
1 +r. 
Apicultura 
'r±v de contatos e isitas à cidades 
onde jã existe a implantaçao desse projeto o 	- 
r. Ayres Cafure, chefe de Gabinete· Pé541904 
e om orientacao da Dra. sugui Nilsson, _Cten - 
±usa t@tio. ti6los do l91@9."%9"%"} 
de São Paulo, Conselheira do Minis .ero ta ar1 
cultura e Coord0n:idora desses proJe_os, rouxc 
essa novidade à Bela Vista. Em seguida a Dra. - 
Tsugui esteve aqui na cidade, para localizar o 
re]hor local, dotado de uma flora ideal a api - 
cultura, auxiliar no processo de implantaçao 
ras escolas munic.ipais ruraí~. bem corno a manrJ. 
ra e os cuidados para com as abelhas e extraçao 
do mel. Entre as escolas que apresentaram uma - 
flora apicula de arnde potencial er: suas redon 
desas estã a escola São Patricio, onde a ve@eta 
ção é ideal para a instalaçao do apiar1o. 
A ;déia e instalar proximo ao colc910, pa­ 
ra que os alunos conheçam e aprendam sobre o - 
cultivo do mel, não havendo possibilidade de - 
nenhum risco {de picadas e outros acidentes) - 
devido a segurança ias caixas especiais e tre! 
namento do encarregado de manejo bem como orien 
tação aos prÕprios alunos. No inicio a _Secret~ 
ria de Educação pretende fabricar mel somente - 
para abastecer a ãrea escolar, mas se a produ - 
ção for alem das expectativas sera vendip~ a po 
pulação e a_renda revertda para a expansão do 
próprio apiário. A Empaer tambem auxiliara com 
assistencia tecnica e supervisão periodica ne­ 
ses locais e provavelmente daqui dois meses Jà 
estarão obtendo mel. O Coordenador geral do rau­ 
nicipio Giovani, acredita muito nessa inovação 
e mencionou inclusive que a própria Dra. Tsugui 
Nilsson ficou maravilhada com o potencial apicy 
la da região, se supreendendo que atP ~gora ni~ 
2uêm tenha se interessado em explorar essa 
area. Atualmente existe apenas 02 pequenos pro­ 
dutores na região. Ayres Cafure infonnou que a 
Prefeitura pretende incentivar não sõ a apicul­ 
tura nas escolas, mas inclusive produtores par­ 
ticulares, dando cr@dito à pequenas produções, 
pois assim como exi$t~ agora um grande numero - 
de hortas comunitãrias e caseiras, tambêm hã 
possibilidade de se fonnar um centro apicula no 
ounic1pio com sucesso. 
Hã ainda na Secretaria de tducacáo a "E - 
tensão de Ensino", que pennite estudos à alunos 
sem condições de ingressar em escolas, devido - 
distânci3s e transporte. São escolas instaladas 
em fazendas, como por exemlo na Fazenda Marga­ 
rida, Fazenda Panorana e Fazenda Bela Vista que 
serã reatjvada juntamente com outras para o ano 
letivo seguinte. Para se montar esse tipo de es 
cola, basta que fazendeiro, pais de crianças 
tanto da fazenda corno da redondeza e Secreta - 
ria de Educação entrem em acôrdo, que mesmo 
existindo a dificuldade de conseguir professo - 
res que morem na fazenda, vem demonstrando gran 
de interesse nessas pequenas .unidades · escola - 
res. O fazendeiro sã tem que ceder uma sala pa-· 
ra as aulas e moradia ao professor que eventual 
mente tenha que morar em sua· propriedade.A Sec. 
de Educação fornece merenda, ass·istência esco - 
lar, material e outros gastos com a escola. O 
fazendeiro tem muitos benefícios e benfeitorias 
que possibilitando a pennanência de seus empre­ 
gados na propriedade favorece ainda a educação· 
de diversas crianças. 
"Mi:RENDA ESCOLAR , CONTINUAÇAO NA PRÕ- 
XIMA EDIÇÃO". 
AOS NOSSOS ASSINANTES 
Qualouer irregularid_ade na entrega deste 
jornal deve ser notificada pelo Assinante .: 
através 
e 
do telefone 439-1410 para que pos- 
s2nos tomar as devidas providências.Essa no 
tificação e importante para 
que pedimos empenhadamente 
de ser- feita: 
nÕS', motivo por 
que não deixe - 
A DIRECO 
riiirei#ttttttk

J0MI IRI} 'A DW R]V'EIP 
'-------------------------------------------------· ----- ......... ......., 
rm do e 
Comentando 
' 
~l!l_'.'~l}~J !JJ [~IJ.:. 1 • 
qut vat m nlerta. 
01t n,cllior·, cloin nlc·r- 
. - . . .. 
.Ja importante, r ele 
per os parlamentares 
que par' !ciparao da - 
labora;áo da nossa -· 
Esta semana foi - 
pródiga em boatos a 
- - ...... -.-...-..- 
Falando por telefo 
ne c/o prefeito Abrã 
ão Zacarias ele - 
nos disse que o pref!-- 
to o procurou infom.a..::! 
do..o que já não queria 
o Gabinete na Prefeit­ 
ra. Abrão então procu;= 
rou rrudar os pertences 
o vice prefeito.escri­ 
vaninhas e cadeiras,le­ 
vando tudo p/a residên­ 
éia do VETE.Segundo-o - 
prefeito, não houve vio­ 
lência,nem arbitra 
riedades tanto 
assim qte a se 
·,'lé'tiu·ia do Vete (sua 
:ilha) continua Lraba­ 
lhando na Prefeitura,- 
na Chefia do Gabinete, 
junto com o Aires. "Tu­ 
do não passou de t.rna 
deslavada mentira- dis­ 
se oro completando- 
e mais una vez o verec. 
dor Marcelo Calvano,­ 
desconhecendo os fatos, 
fala o que não deve, - 
prejudicar.do a imagem­ 
de uma Ad!rúnistração - 
oue procura unir Bela 
Vista em pról de seu - 
progresso.as o povo 
conhece muito bem o - 
íl 
,1 
,. 
AR! iHGO 
tas. Primeiro: os r,olf 
tices, sobretudo os ca 
. bos eleitorais, não c 
tão orientando nq elei 
tores quanto a ' impor 
tância da ConstJ tuint;·, 
(a esse respeito tran~ 
creveremos um artigo pü 
blicàdo no jornal Edi:­ 
ção Extra, de Campo - 
Grande) dando-se mais 
valor a·eleição p/ o - 
Governo do Estado. 
Não que esta não se 
Carta Magna é rru1 to 
mais importante. Vamos 
orientar o eleitorado 
explicar o que ê a 
CONSTITUIÇÃO, e sua - 
importância para o - 
País. 
outro fato que me­ 
rece atenção e votar­ 
nos candidatos a depg 
tado estadual que pos 
suan afinidades can - 
a nossa região. 
Não adianta eleger 
+ 
' 
• 
. i •. 1 
#te 	} 
~· :· ' /· ~'.-·-::'1:~' 
'- . 
. . i- • . 
• 
' ( 
I' 
1 
um rpr nt et cu'a 
te politfea é o b 
o, a refio norte 
do Estado ou até me: 
mo Corumbá, tros 
que oleer candidatos 
do SUllOi·!;TE <' Hi Ji!TEl­ 
RA, ente que r.o vive 
conosco, que conhece - j 
o:; noscos prohl<-r..x; - 
e que aqui Já I'C.::J- .,,, 
dlrwn ou estio nos vi­ 
sitando sempre ú nao - 
SÓ cm época de canpa--­ 
nha polÍ t.ica. 
CANDIDATOS 
Temos bÕns cundida 
Los, de vários parti­ 
dos, 
entre outros WIZ 
CARLOS NAZARETH(PFL);- ' 
/RI RIGO(Aliança Demo 
rática); HENRIQUE MO­ 
RAES DEDÉ(PTB); VALDE­ 
MIR MOKA(PMDB)-.sobr'­ 
nho do vereador Evilá­ 
sio e muito ligado Be- 
la Vista; centralizan- 
do a votação nesses - 
candidatos teremos ma­ 
ior representatividade 
polÍtica. 
respeito de lrreguléJ!'_i• 
dades ocorrld:is na a­ 
gência do B:mco do - 
Brasil. 
Procura'TlOs ouvir - 
"fontes oficiais" lig~ 
das ao banco, nada foi 
confinnado, ou melhor, 
preferiran manter o as 
sunto, por enquanto ,_ - 
Não queremos, com - . 	-:..:,- 
"  rf 1,_ isto, criticar os de~ ·,,, 
1 
is candldatos, longe- 
1
._ 
disso, mas queremos, /~ • ' 
isto sim, é criar, r_E:, ~. "", -~"'. ----~~"'- J 
almente, um quadro de . 
representantes de nos 
sa região na Assenb1é-I f /$. 
à f»,- 
1a . •	d e' 
O candidato a depu-1 H,, f 
••r{ ' 
tado estadual que rece, • j 
ber 100,300 ou 400 vo­ 
tos em Bela Vista, n~r, ,1 ., • 
- 	e 
lhe dara a mesma impor)7., 
tancia que daria ao - A 
ll]l.tniCÍpio que· lhe deu ~ y 
LOCO ou 1.500 votos.R 
Pior ainda se a sua - [ 1, 
g 
,. ;., base for em outra re­ 
gião do Estadq.Longe - 
de Bela Vista. 
• RepetimoS, temos - ABRA.lO A: ZACARIAS 
bons candidatos da re- 
gião , de todos os - 
partidos, vamos eleger 
os nossos candidatos,­ 
nãó importando qua! o 
seu partido, isto de­ 
pende do eleitor e da 
mensagem do candidato. 
Fica o alerta. 
BANCO DO BRASIL 
PEDRI MIJER 
O.s melhores preços de Guia Lopes 
"" AGORA FICOU MAIS FACIL PARA 
TIJDO PARA SUA CONSTRUÇÁO 
AREIA·, 
TELEFONE 
. 
-· 251 - ·1P?_8 
• 
YÉTE GARCIA 
't 
nível interno.Fala,_se 
em 1Jncionários envol 
vidos em negociatas, - 
prestação de favores, 
etc. 
O dever de umn ior­ 
nal RESPONSÁVEL é in 
fon:iar o leitor, 2 - 
quando se trata de as 
sunto de ta:nanha enver 
gadura-referente ao - 
BB- não pode haver - 
FERRAGEM EM 
IOCE CONSTRUIR 
CIMENTO 
GERAL 
lVENIDJ
1 
VISCONDE DE TAUNAY S/N 
C '"'GENTE ) 
..... 
a disser!naço, de boa 
tos .Boatos e caent­ 
rios correm pela cida­ 
de, Isto é profudict­ 
a.l ·n irr.asrn da hanco.S_f; 
ria ooortuno t.r.'.a r..ani­ 
fcstação a respeito, - • 
por parte do gerente - 
ou RclGções PÚbl!cas. 
C/SJ: EXPULSO DE VETE 
D/ PREFEITURA r:-u1iICIPAL 
A 
o ta.t 
o!ardo e,e ou 'que­ 
le cnd' 'a , f'Cj·, o 
Govmno do Estado,na 
do, Aerbléla cu ce 
ra Federal.Estaras a- 
polondo d<.,nocmcla 
e defendemos o livre - 
deba e no capo das - 
idéi .... ,:Jorn:ü cm cida­ 
do pequena é igual a 
dispuw. de cnr.,.peonato 
entre o time da Vila - 
Brcjiío e Arranco Toco 
FC. Temos contrato de 
publicnçÕes com as Pre 
feituras e Câmaras da­ 
aréa, isto não irrplica 
em canpranisso políti­ 
co.Quando estes con.!, 
to, roo força de c!n­ 
cunstância.: , prejudi­ 
carem a liberdade de - , 
INFORrt.AR, nós os rcmpe 1 
remos, dentro da Lei e 1 
do que estipula as cl:. 
1 
usulas do contrato.Res ; 
peitamos a) liberdade - , 
de todos e ex.igimos-­ 
respeito à no,;<;::,_ manei I 
ra de .,;:?ru:;&. Quanto - 
à candidatos, o jornal , 
está aberto,através do 
seu Departamento Gane 1 
cial,para publicar ó - 
que a Lei deterr.iína. 
A independência des 
te jornal n~o penniti­ 
rã,tambem,que polítie 
cos desavisados quei 
ram utilizar de Suas - 
pãginas para "guerri - 
lhas políticas·: • 
Todas as matérias - 
politicas deverão ser­ 
assinadas pelos res 
ponsãveis e não a - 
ceita remos, sob hi - ' 
pÕtese alguma a in­ 
gerência e nossa li­ 
nha ed itori a 1 . 
JORNAL TE!EUNA DA­ 
FRONTEIRA UM JORNAL­ 
DA REDE BELAV ISTE1l 
SE OE JORNlIS. 
ili#iisitiwtitt# 
Lgune 
SUA CASA" 
f 
' 
1 
i. 
TINTAS

ESCOLA VERI -GUIMARAE-S LOUREIRO 
Merece mais respeito das autoridades frima Pobre do Setor Educacional 
Se o Governo não atende, o 
povo arregaça as manaas 
!liio ,, do ho;c que a r:r,colll r:-:;t.,1duul 
Vera Guimarães Loureiro passa por momen " 
to:, difíceis. Na época em que sua direto 
ra era a professora Rosita Rosa Comes, 
ainda se via alquns melhoramen'os, mas " 
cru o ea[o.rço concentrado da diretora que 
contava com a ajuda do 109 Reclimcnlo ele 
Cavalaria Mecunizatlo. Este sim, nunca [aJ 
tou aos chamamentos da Escola, para in .­ 
tar, utilizar soldador, nos serviços, pres 
Lar pcgucnos auxllion, afinal nüo 6 cstfl­ 
a [unçoo do regimento, maG ~ue, por scnni 
bi lidado de seu comanCnte, atendia aos 
i· 
pedidos da Diretora. 
· Aconteceu um milagre por ocasião da 
campanha política, em l985, através de o5 
muti roes e depois de incessantes pedidc,s 
do, na epoca, candidato a vice-prefeito 
Hôsevelte Lino Garcia, o Governo do Esta­ 
do fazia alguns reparos na escola e fecha 
va o terreno com telas, antes era cerca 
de arame, 
E,,Vete Garcia :'.empre se preocupou 
cor. o Vera Guimaraes Loureiro". Quando - 
vereador ap~esentava indicações, requeri­ 
mentos, projetos, reivindicando melhorias 
para a escola. Mas a "pr{ma pobre" do se- 
tor educacional semore • recebeu mica- 
lhas. 	• • • ' • 
E tudo continua na me • m 
Segunda-feira, .o vice-prefeito este­ 
ve em nossa Redação, com ele alcuns pais 
e alu~0s, pobres, mas dignos,brasileiros, 
cidadaos conscientes. 
Não vieram criticar a Direção da Es­ 
cola, um deles chegou a afirmar que "Ago­ 
ra a Escola tem uma diretora que se preo­ 
. cupa com os nossos problemas, uma senhora 
muito educada, mas pegou uma barra pesada 
pela frente". 
Vete Garcia trouxe uma série de re - 
clamaçoes, diáriamente é-uma romaria em - 
sua residencia, 'maes de alunos, pais, 0 
procuram para relatar o estado de abando­ 
no em que se encontra a escola. 
O que precisa? 
Precisa de tudo. 
_ A frente da Escola não tem calçadas· 
em epocas de chuvas é impossível entrar - 
' r 
GELADAS ., 
CIEDADE 
E 
.. ' 
. -. 
no prédio, forr.se poças ·''ãcu lama 
cal; os sanitários estão 	p éssimas c0n 
d1coes; o piso do corredor st total", 
te erburacado; goteira nem se fala, 5ri 
oreciso que os professores compres cuardd 
-chuvas para dar aulas; a máquina de es 
crcvcr da escol ê um peca de museu, ta 
terial de expediente, é artico de luxo 
bebedouros? Se Os .Iunos quiserem bebam " 
4rua das torneira. E por aí afore 
Transformar afscola Vera 
Guimarães num Cartão 
de V·isitas 
Ontem, o candidato a deputado esta - 
dt:al !IENRIQUJ: MORJl:S DEDf:, ""t.evc cl"' nos­ 
sa cidade, ele é belavistcnse,g.iroto cri~ 
do nesta fronteira, nadando no Apa, tocar 
do violão nas rodas de amiaos, pobres o 
ricos, suas polcas e ~uarãnias, ·o !"'enino 
se fez homem, e cresceu, material e espi- 
ritualmente. 
Falarros ao Dedé da situação da r.sco- 
la Vera Guimarães Loureiro. 
Por que não realizar um bino? Ura - 
rifa? Uma campanha? • • : 
Da palavra ã ação, Dedé doou cm seu 1 
nome UMA GEL1'DEIRA e UMA BICICLETA; er no 
me de FRANCISCO MAIA, candidato a deputa= 
do F6aerái, iá cíirii. éa caróahi - [r e ! li 
começou. Vamos arrecadar uns Cz$ ião , 
•150 ou Cz$ 200 mil cruzados e equipar a 
nossa Escola. 
Eni tempo: A Escola não tem bibliote- 
ca, pedimos aos cidadãos conscientes, aju 
dem-nos enviem livros, coleções, var.os = 
montar a Biblioteca da Escola. 
Por hoje é só, voltareros ao assun 
to. 
ESCOLA VERA GUIMARÃES LOUREIRO, al­ 
nos, professores, diretoras, pais conter. 
conosco, estamos na luta e GOSTAMOS DOS 
DESAFIOS. Aos homens e mulheres que, inde 
pendente de credos políticos· ou relicio­ 
sos, almejam um BRJISIL melhor, uma BELN - 
VISTA mais justa, VENHAM·CONOSCO. 
Ciur rascaíía ãuári 
O_ M0lhor Churrasco da Região 
NÓS' SERVI MOS 
NOS 
o VERDADE J'RO 
C·ARACOLENSE 
-. CHURRASCARIA 
DA 
ÂNEXC 
AQ!JÃR 10 
Roí21o , . 
TABELA DA 
,1 END l MENTO 
TRIHUNA DA FRONTEIRA não tem srtl 
do, nem pertence a grupos, erten ao 
ovo de bela Vista e e preocupa com 
ROSE'{ELTE LINO GARCIA 
nossos proble!i'as, não da maneira dcmaaó­ 
gica, mas realista. Evidente que por ser 
uma empresa verde e amarela, IND!::PENDEt:­ 
TE, afinal são 14 AOS DE ATUACÃO, resol 
veu assumir o-cotT:?ronisso cte ajudar a - 
" Escola Vera Guimarães Loureiro", não - 
só através de matérias, nas sensibilizan 
do pessoas da comunidade que comungam os 
mesmos ideais de nossos Diretores. 
Como sempre o faz, o nosso amioo RO 
SEVELTE LINO GAPCIA, se nrontificou·a cO 
1aborar mais uma vez c/o setor educaciõ 
n1. H ovcos dias doo:: dois bebedouro; 
para duas escolas, ont.r doou do: bebe­ 
douros par, a escola "'cr.a Guimard~S Lou 
reiro" e va.i. conse<:"uir, jµnto a arr-i r,os, :: 
80 sacas de cimen t.o. 	• 
Outra pessoa que está sempre ã fren 
te das iniciativas conuni':árias, EDSON = 
MEDEIROS DE MORES, tar.bén se r,cr,nti.:i - 
cou a colaborar con a Escol- •• 
~-um novo rep':o, dei;:,, - il escol"!. -er. 
condiçoes de atender as cenL~nas de cria 
ças que lá estudam, na maioria [ilhos de 
pessoas menos favorecidas p~la scrt.e(sor 
te?), fruto de um regime injusto, una es 
trutura social corrompida e viciada, que 
obriga particulares a col.;-.borar cem r:-eé!i. 
das que seriar de obriga;io das autoria 
des. 	• 	- 
Mas isso vai r..uda!'.". 
. Todo o país que se p,-ez;-· que. re:: - 
peita a sua cultura, suas raize:, que " 
busca se firnar co□o NAÇAO, p:::-e::::.sa :.n 
tes de mais nada dar prioridade para 
EDUCAÇÃO e SADE. 
PERS NALIZADO, Bt.13I0A$ 
1 
1 
0 PON10 DE 
LANCHONEIE- SCM.- ALE-RIA I >i, - MUI O 
ROOÍZl-0 
rnco mo

,ll)lll:fd, ·, l' [{ 'A DA I'«OI1.IRA J '.: ,.... ' .. ',' J - 
SINOICAl 
No qinãsio de epor al, reuni - 
ram-se aproximadamente 400 pessoas no ül­ 
timo dia 17 de ngor:to, <-'r,1M tr,1balhudor's 
da área rural, representantes da classe - 
de outras cidades, Secretário Estadual do 
Trabalho Dr. Jloitor Mi randa do, Santos, - 
Presidente da Federacao dos 'Trabalhadores 
Dr, /lmo Antonio Dach, l'rc•f,,LL<J lluniclpal 
Sr. /•braão Zacarias e outro de:t acados 
do fonsores dos cli ro1 to:s da classe traba 
lhadora. 
Na oportunidade foi formada uma co­ 
minr.i-io de 25 pessoas, correspondendo a 
pré-fundação do Sindicato, estando previs 
ta para o dia 14 de fJ('LcmlJro :iuu [undaçao 
no municiplo. Cnoa entidade tem como 
objetivo niio só a Reformc1 lgrária, mas 
ainda ressaltar os direitos da classe, 
que como nous pretendem se unir e lutar - 
por melhores condições de vida e' traba­ 
lho. 
Almejam conquistar entre outras coi­ 
nas a valorizacao profir.sional da mulher 
no campo, gue trabalha tanto quanto _o - 
marido e nao recebo nada pela execucao de 
suas tarefas. Foi destacada também a ne - 
ceosidado da Assistência médica e Odonto­ 
lógica, ainda muito precária e de difícil 
acesso aos trabalhadores.e seus dependen­ 
tes. 
Preocupando em orqarlizarem-se para - 
que façam uma boa reforma agrária,sendo - 
que para tanto já existe as áreas escolhi 
das à serem ocupadas,mas pensando que - 
nao é só da terra que necessitam; pois - 
precisam de material e equipamentos 
agricolas, financiamento·, assistência téc - 
nica orientação e apoio dos governantes,­ 
pedem a colaboração de todos para que - 
não venha ocorrer a existência também 
em nosso pais de "Favela Rural",onde 
simplesmente seriam transferidas as condi 
ções sub -humanas da cidade para o car. - 
po,vindo con isso sómente piorar as vi 
das dessas famílias de trabalhadores. 
O principal fator de importância é - 
que com a formação de um Sindicato a 
classe terá possibilidade de reivindi 
car suas prioridades,favorecendo não 
apenas ,uma mas inúmerás pessoas. 
Nossos aplausos e a: nossa força para­ 
que através da organização,disctplina e­ 
consciência de cada um cons
1
,i.oa~ democra­ 
tizar realme!lte esse Brasil~ - 
ln:ie em Jornal para 
fazer o Minio efiiiwe 
...... ,. 
ruao aquilo que voce diz em 30 se.x 
dos no rádio ou na televisão pode ser r.1~ 
lhor e>q>licado no jornal. • 
Em ilustrações, fotos ' e palavras. 
No jornal você tem espaço e pg 
ga o seu publico alvo num morren to - 
em que· ele possui tempo livre,e es 
tá psicologicamente aberto a todas= 
as informações pelas quais possua 
algum interesse. • 
Outro detalhe importante:o públi - 
co que lê jornal é um público a - 
tualizado sobre tudo o que aconte - 
ce em sua cidade,seu Estado, pais, 
no mundo inteiro. 
Inclusive em termos de produtos, 
prestação de serviços, prornôções, ofer 
tas e oportunidades. 
- • L U S o·- C O M E IC I1 l L T 0 
Agro Pecuária , LI&o LTDA 
LUSO CDMERÇtO. E/'JIIDU&TRII DE MIDEIRDS 
1 
,, 
DE 
RUA 
DOS TRABILHIOORES RURIIS 
"'=' 
1  I°'' 
,DUl.lUE DE 
f lutando por i: 
condiçe: de trabalho s 
que teremos mudanças pro,anda, 
d,radour em benefício 
tr 
l '! 
_CAX IAS, 
TE.LEFONli: 251- _1055 
GAO. ( URGENTE 
LUSO 
Lurnos , ct.1nos 
COMERCIAL 
.J, 
.. GUIA 
LA." ± 
l'hl.lDU 1 1 VI DADt 
LOPES 
1RATAR PELO TELEFONE 
OA LAGUNA 
251-1304 
-.; .. .:: .... 
ECAGEM E ARMAZENAMENTO COMPRA E- VENDN DE GADO MADEIRA COMERCIALIZAl 
. '· 
PARA RECADOS A, RESPEITO DE COMPRAS E VENDAS

SERRA SUL MÓVEIS PRESENTA 
COMEN'T ANI 
(,ONT IrlUA_.ÇÃO-OCSPED IDA 
A Tons teto1e1onr 
1 u S. 
189) Mas o Dr.Cctú­ 
lio Vargas 
Por nor do qrando 
valor 
E o General Mas·­ 
caronhas 
Era o nosso ch0fc 
diretor 
r: nós também me - 
tio os peito!l 
Corno uns heróis - 
vencedor. 
199) Um dia ou esta­ 
va aborrecido, 
Pensando • na· 
minha v.lda 
Quando chega 
uma notfcia 
Que a guerra es 
tava perdida 
Pro lado dos A­ 
lemães 
E adeus minha - 
Pátria querida. 
!' TO. 
-- - - -- 
209) Logo viramos - 
a cabeça 
A nossa viagem.­ 
foi ligeira 
Com trinta dias 
de viagem 
Chegamos no Rio - 
de Janeiro : 
E as moças baten 
a.o palmas 
Todos os que são­ 
Braslleiro:::., 
219) Lá nós fize­ 
mos um desfile 
Embromamos quatro 
dias • 
!Dando pés o mês - 
aquele 
Adorando muita a­ 
legria 
E muitos 
ganhamos • • 
De '".odas 
.familias. 
229) Saí do Rio de 
Janeiro 
Foi triste medes 
pedir 
_Com .1qu:j.nze dias ., 
de viagem 
Eu entreguei no - 
Itaky 
No primeiro Regi 
mento 
Na arma donde eu 
se:::-v.i. . 
Caminhei por todo 
o mundo. 
E dêle nunca es 
queci. .; - 
239) Vou terminar 
minhas modinhas 
Já venho chegan-­ 
do 
abraços­ 
aque1- 
*** 
'anderley Cardo 
so vem aí !Dia - 
6 do setoerbro no 
Clube Delavlsten:;c 
JpÓG o nho·,, o 
baile oorá anima­ 
do pelo conjunto­ 
Dooana S[llits. 
19 ANINHO 
DO gêmeos Ga - 
briol e r1atiano, - 
filhos de Getúlio 
Jorge Melo Silva- 
0 Regina,oconteccu 
no Clube Belavis-· 
tenso no dia 17- 
Pp. 
O SALÃO 
Muito colorido 
foi decorado co~­ 
palhacos de todos-­ 
os tamanhos rece - 
beu com' animado - 
som inúmeros con­ 
vidados mirins 
qúe colorirám ain 
da mais o ambien 
te. 
DELICIOSOS 
Comes-e-bebes 
foram servidos aos 
presentes e após o 
"parabéns à você", 
gostoso bolo, lem - 
brancinhas e balões 
foram distribuidos 
para alegria da oe- 
tizadu.. - • 
AO GABPIEL ~ MARIA­ 
NA 
Desejamos feli­ 
cidades, aos feli - 
zes papais e orgu - 
lhosos avós Gercy e 
Salomé nossos para­ 
bens por tão bonita 
e colorida festa. 
DESEJAMOS 
M Sra. Jane te 
- Melo Corrêa, presi- 
- dente da Casa da - 
Amizade e à sua.e­ 
quine sucessos er 
sua cestão. 
em casa. 
Eu daqui não con~ 
to nada . • 
Por não saber o - 
que se passa me con! 
te alguma coisa. 
Que eu quero 
char graça 
l
i 249) Eu já fiz to 
da essa guerra •• 
_Sem passar no par 
: raiso • 
1 • Desculpe meus , 
camaradas 
,Já fiz o que 
foi· preciso 
r.ucro . que nun 1 
ca se esqueça do­ 
reservista: M. Gomes 
da Costa. 
Dorvalino de Al­ 
. meida. 
ttttkttkttttttt 
PROFJ::SSORES 
VINDICAM. 
Foi realizada no 
G:S.S.P.R una concor­ 
rida reunião pela 
classe dos professo _ 
res e ·contou ccxn ai 
presença do Presiden­ 
te da Feprosul'BIFFI 
gg. foto talando aos'i 
resentes. 
REI- 
os ·%MEOS GABRIEL 
- •-- ...-------------~-- .... - 
Várias reivindica, 
ções da classe foram 
apresentadas: 
a- Reajuste • Salarial 
em novembro. 
b- Junta médica em Be 
la Vista. 
c- Eleições diretas _ 
para: Agente de Edu­ 
cação, Diretor e Di­ 
retor àcljunto. 
d- Dentista credencia­ 
do pelo Previsul em, 
Bela Vista. 
Dos .itens acima 
alguns deles Já es - 
·tão' :Í.nseridos no no- 
E MlRIJl'.,1/. 
vo Estatuto do Magis 
terio. - 
Marcou presença - 
além dos inÚneros 
Educadores, incentivan­ 
do e reivindicando coo, 
rrui ta habil 1 da.de O _ 
professor Froilan Car­ 
doso. 
ESCOLA ESTER SILVA 
--------- 
Comemorou o dia do 
Estudante com uma agra­ 
davel caminhada atea - 
84 cg alunos da 
5- a 8- serie .. 
; Aniversariante e s 
Marly. 
a1s Pereira e 
• J 
7 
. '...)' 
,:t' }- 
I ! 
I 
j 
' 
Momento e~ que apn,:-.:tvõ. velinha das mãos 
de sua mana Eliane e recebia ur: h.nê 
do lcras de Dr. Jorge de Soyza Rosa. 
,.,, 
CHEGANDO LA 
Foi servido lanche 
depois muito esporte de 
varias nodalidades cor - 
alunos,professqres.cire- 
tora. • 
AO..MEIO DIA 
. Gostoso almoço,mais 
brincadeiras, a tarde - 
varias mães levaram 
lanche. 
ENFif,1 
O dia. do Estudante 
foi divertido co~ entro 
sarnento perfeito entre 
pais,alunos e professo­ 
res .Parabens a Diret _ 
Floriana e prof: Marta - 
por tao brilhante inicia 
tiva. 	- 
Momento em que entrava no salão 
descendo o.elo nalco P_ or uma escada 
toda decorada! - 	- 
FOTO MATOS -FONE - 439-1146 
"!:, PAZ L .. ". 
Q TALENTO QUE ENCONTRA RECONHECIMENTO A 
SEU ESF_ORÇD: