• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº808_29_11_1986

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B.LA VISTA - MATO 1,0SO DO e r.
Começou
As eleições ps
ra J nc!;I). d l rc· tora '
da CumrH'rl llunlrip•,l,
prsidene,_vice, 1
e 2 secretario ser
rm março,mas os ve -
readores Já estão r
ciculando v1aondo u­
lanças e entendimen
tos. 'Três nomes des­
tacam-se entre os de
malo, Ev11ÓG1o Mirnn
da(PIDB) , Cássio A
cioly(PFL) e Claudio
nor Rodrlguoc(PFL) ,
mas poderá ocorrer o
lançamento de un
quarto nome.
Segundo informa
cães de aluns verea
dores,Evilásio cont;
com o O?Oio do P:-c -
fe!to Abraão Zcar!­
us,e teria os votos'
d~ sua bancada(Juli­
o Codoy e l'icslo:- Al
mada)e,provávelment~
mais dois votos do
FFL,1Rto,ev1dcntemr~·
o
a disputa_ pela Presidência
Câmara Municipal
(
A
/(' (' y
•• 1
'
·,

" ,-
4 i -·- L
VILÃ. Q M. ·ANT
?em bem termi­
nou uma eleição, os
políticos já se movi
mentam no sentido de
arregimentarem for -
Ças visando as elei­
ç6es de 1.988. É a
busca de apoio e de
alianças, não se fa­
la em partido,mas em
candidatos.Caso a No
Va Constituição per=
mita a criação de no
vos partidos e com
eles novas opçÕes,ou
ate mesmoa permanên­
cia dos atuais,a ver
dade é que o belavis
tense,que passou vin
te anos sem votar pa
ra Prefeito,hoje res
Pifa política 24 ho­
ras per dia.
Até uma nova
profissão surgiu em
Bela Vista ( e .tal­
vez em outras cida­
des) a de cabo elei
toral permanente.l
guns desses "càçado
res de votos" já e~
tão trabalhando,so­
bretudo na,perife -
ria.
Mas quais seri
arn os candidatos?
No caso da câ­
mara Municipal os
vereadores atuais '
seriam candidatos ,
e surgiram os nomes
de Ayres Cafure,Fer
nando Jorge,Nélio '
DiÓrio, Maria do Va
le Vasconcelos, Ro­
nei Moraes ,Jorge '
,. _ __J
te sâo conjur, ur'l:;.
No cao de Cás
sio /cioly,se aba~
cada do PFL fechar'
em torno de seu no­
me,sua eleição está
garantida,teria ci~
co votos.mas é im­
portante lembrar q/
a própria bancada ' ,
esteve dividida_por;
ocasião das ele!­
ções para o Governo
do Estado,Cássio e
Ivan apoiaram Marce
lo Miranda; Claudio
nor,Marcelo Calvano
e Anselmo Lopes a­
poiaram LÚdio Coe -
lho. Resta saber se
agora,vão se unir•
Rosa.Luiz Carlos Ra
hal,João Kalife, E:
dernei Miranda Sil­
va, Doutora· Azaléa•
Ocariz, Josino PI -
nheiro, Giovani cé­
sar da Fonseca e de
zenas de outros no­
mes. Fala-se que t~
remos mais de 50
candtdatos.
E a Prefeito •
Municipal?
A lista nao e
grande, são apenas'
nove nomes, já co:
mentados: Ildefonso
Pinheiro, Marcelo •
Calvano, Carlos Al­
berto Rodrigues de
Miranda, Edson Mora
es, Ricardo de Seu-
ara el r. r o
ou a divisão
eon inuará.O PMDB
tera que " trabo -
Ih r" em cina des- '
sa dLvleão.
Provável•, n•~
o voto decisivo se-
rá o do atual presl '
dente /n onio
PFL é Forte no MS
Se no cruto e­
ral, em t.odo o Br:>,,.:;11,
o PFL "dançou" ,com o
Pl-:DB vencendo as elei­
ções,a verdade é que ~
qui em l'iato Grosso do
Sul, o Partido da Fren
te ~ibera! tem sobejas
razoes para canc."'TlOrar.
Senâo,vejamos:o Vice -
Governador eleito Gcor
ge Takimoto é do FFL;o
partido elegeu três ce
'putados federais,os ra
is votados (Gandi Ja :=­
mil,Saulo Queiroz e Le
vy Dias).: elegeu se:~
Chuvas Inundam
Agên eia da Caixa
Cvm as chuvas
que cairam sexta'
feira, em nossa ci­
dade, a Agência da
Caixa Econômica Fe­
deral foi parcial -
mente lnundada,isto
porque a boca de lo
bo existente em tren
Surgem os candidatos a candi­
datos à Prefeito e Vereador
za Rosa, Rosevel­
te Lino Garcia,Cás
sio Acioly, Rubens
Rodrigues e Fernan
do de Freitas EI
as.
Ainda é cedo, mas
é bem; muito ban,o e­
leitor ir sabendo quem
é quem na polÍ tiéa be­
lavistense. E o que•
pretendem.
w t fie t # à i 4 i kit t « « et « 4 m
'
- l ílf'ÇO
C7.$
'UI
.
t 4$ t e «t ia 4 t
2, 00 -U'IA 1.
deputados_ estatuts e
tera,prov.:.velmen ,p·,;r
t1c1paç5o no Governo 7
de Marcelo Mira."1dn..
Isto quer dizer '
que o partido -92PE!
do no Estado - recente
mente crlndo,p0Sf',,u1 nr1
plas chance; de alça';
vôos mais altos.
/ nível muni.:'.
cipa , o PFL é um
partido estruturado
com lideranças Jo -
vens e q/ Já se pre
para para as elei­
çoes de 1.988 (ve -
redores e pr fei -
65.-
0 PFL ,ll<'r,r,-
ç0u 5unas base
tem tudo para cr
cor u solidificar a
5Ul flloGofio poli­
t!c» liberal.
t t4ia4 «t a a tg a «
LEIA NA ÚLTliiii:A ,
• ?ÁGiflA -
~

- CCME!ITM!DO
Por Nancy -
te a agência não e~ f ~ª solu?1onado,com
tava fechada. ,. e "'secretai-ia de C­
Vários clien - . ·tz·as Fernando Jorge
tes recla~ara::1 à visitando o local e
nossa Redação, pc - tio logo parem u~
l
chuvas o trabalhe· d
recuperação seria
iniciam.
Para ·o Prefei';c
e muito importan
essas reclamações,pois'
1
onde houver problemas é
so ccrnuniçar que as P­
vidências serão ta:iad--
dindo providências
do Departamento de
Obras da Prefeitu­
ra Municipal.Em con
tato com o Prefei
to Abrão Zacarias,
ele nos informou •
que o problema se
·INCRA Ga.nha m.ais
uma na· Justioa
.... página 7· -

.,
.,
Objetivos Sociais são
afirma Ramez
P ri o ri t á ri o s,
Tebet
"l'r'lorld')d.· nÍEWl"')
1
um üO r.olor Goclnl" .l. 11.,
rol a n'COITI(' ntl::Jt;,'.io b:r 1-
Cf do GovC'mnrJor n·~•·r•,' '
Tebet aos Secr ·tartos de
tr alho e ty do ob
jtlvus rnw lés: ava
1 iar gano de Governo
tos altinon t e e­
filr a poli Icn prlorl
ti,r1 :, qut- !'I 1 drsrvol
vlcl até o final do mn
d:.110, r,o préx!J,n rJJa lS
"" r. ,.,-ço, 1'< lx-t consid::::,
ru positivo o do;onze­
iJ ;o da cq .Ji pe de Gove r-­
no tJ .. ~t1Jcou i;u'l con­
fiança r Ação adinis
lr·:.t.lva qlY' pcmlLirn ã
u cor, M:u"Cclo
Miranda, "assunir um Es
·ue, Jato ao Fi
e arry e u vário m!-
111'd.n-.1 ,, ;polo para alo-
e. de mal cur
que ro aplicados pr1o
ritarlante o e ores
do transporte ,sue,e­
ducação e segurança pu -
bllca,além da criação da
polÍcio. Flor•:Jt..:ü.
Apos o. r<unir,o can
o Secretar lo.do, '1 bet.. f:_t
lou a 111.prensu,qu:mdo 1~~
ram abordados,destacada­
nr.nt.e ,quatro asuntos: o
"dC'Cl'C'lO da c:imc"-con -
PANIFICADORA
PERMERCADO MOREIRA
r .. ,

: ,'. :: 1
,ao
M+
enlatados
em geral, Pães,
doces, etc .. : ·t
- :~
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t I!_,
1 egumes,fru- ;[(.,
tas e ver -· ~:· ·~ --
duras. ;· .. t:t ... :..
, . . . ,

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~---- - ---~ ~- ....LJL.l,_i;;:;:;allljL_ •. (;
( ..
Av. Duque de Caxias
JARDIM·
' . . .
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•anexo lan-:
chonete"'
E SU-
446 -Fone -251-1251
l • .
"- '
. . ~ ,,
O Decreto da Carne
V trono a/o i ,­
rt r Judie l • r ,e ,._.;, ·1
bPrto n cxb ,;;ir: ,1-,,,
o Goveralor dls q0
r;~ r..:lfl~ r' I "1 VÍP,ví' O
"decreto da carne, cu­
j.'.l l ncon:, 1 uc J ar. ,11 d
de f'o1 IJ.r'f uida pela U
nlno 0,,,r.xx:ralic,'l Pur ,-
1 lsta (l/D!l)."Ir=o:i à.
.Ju<;t.lça pana assegurar
nossa decto,que é u­
rr.:l c!eclcÕo dr Est.:l!lo '
voltad:.1 exclu:;ivw,tn'"
aos interesses h pou
lncão. Jà di~ e JXP!
lo: ::;allQ::; o terceiro '
produtor pecuário do
PO.Ís e não podemo!3 as­
sistir impo.s::;Íveis a
falta de> carne no. mc::;o.
dos sul-mato-grossen -
ses. Sei das dificulda
des dos produtores,fri
gorÍflcos e açougues,
mas a falta de carne é
un problema mais trau­
mático para a popula -
cão".
Ramez Tebet assi­
nalou que para defen -
der os interesses pop!::!_
lares o Governo fica'
exposto às diriculda·­
des. Ele reconhece que
o "decreto da carne" ri
é a solução isolada e
Única para nonnal izar'
o abastecimento,e asse
gurou que sem o decre­
to a situação estaria'
pior. Tebet é da opini
ão que a UDR, como en-­
tidade classista,pode­
ria ajudar mais: "Ho- .
je, a arroba do boi é
canercializada bem aci
ma dos Cz$ 280,00. Se
todos os produt_ores •
problema', fria.
/lo C,, 'lt d
l -l cvr. r 0!.. c; ~
deram !terfenrrla po-
1 i tica n , ri«cal!z«€o'
do pa'r!rio colg!co
o Gov•'1'Tl[ !or P ., ·.! T"­
bet observou que,memo
S01 alr,d.í tC'r COl1Vt'f'S(l­
d::> ca, o Secrc t.árJo dt:
!'.-->lo A ,biente sobre o
n::sunt.o ,ter: sua oplrd­
ão prÓpria : "Acho quP
a classe poli tica ten a
obrigação e o dever,den
tro dr? deterr~ln'ldos p:i­
rametros, de agir <'m dr:­
fesa da nossa popula -
r ,J •·r·:.!, r-· ~d bl 1 'L.•·
() 1 r-t,
1lr--'t~ir,. ntn u l .... u
d• co,Ór-r. "o r ri· ~1,il ,l'
(,,, r .'l o <.J !:N'I'(' 1 v 1 , •• n t ,
c1 • l·)1t.o Crc..,..:,, cJ, !.:ul.
Tebct acha nir,!;;'
que s recen r_.., r: ,, d i -
d::i.r, econ0-:iicxi f <.,r. , '
inevi .aveia,ponderarvio
que a lrn gridade -
cio-cconrlca doc a»
salar1da_ró .gt!
do.: "Mclhur U;ria :·t·
ção.E qu(•rer· retlra.r do não houvE>~;:x- pacote.
pollt1co a interferên - !las eh- .::contcc• u e te­
cia é querer negar a mos qu<: p!"-'sto.r mais a­
propria atividade po! I- tcnçb.o no CCf pro:~1s:;o
1
tica". Acentuou qu,· o social do Goven.r,,q/e5-
Estado,apesar das dlfi- tá assegurado.Os trélb~
culdades, está "atuando lhndores assalaril.-dos'
inte-nsa:nente para pre - não foran penal izados'
servar o patriMÔnio eco e 1 sso é ur.a prova '
lÓgico, através da Secre dos ccmpronis:.:;os soci­
tario. do Meio Ambiente
1 ais do Governo".
e do apolo 1nd1spcnsá - :••••••,•••••••0•••••••
vel do ambiental is tas". • /DS Ul!SSCS /.ssil:A.ii -:
• 'l[ES.. •
Tebet aànitiu que cxis-- : •
tem predadores, "e estes • Qualquer irregul~
não terão ner..huna e~ : ridade na entrega •:
placência em meu Gover-- : deslc jornal favor ';
,, o· - - : •cCf!1l.111icar pelo _tele-!
no".asse ta:em que n r
2cred1ta que a classe, • one: 439-1410 para:
polÍ tica tenha o propÓ- : que pos&."llOS taar ',
sito de contribuir cem : as devidas prcvid;n-:
a devastação ecológica. : cias. :
- • A DIREÇÃO •
Sobre sua indica - ••••••••••••••••••••••-
- PRECE RILAGROSA -
,·ÇoNF P EM - DEUS COM TODAS AS MINHAS FORÇAS, POR
ISSO PEÇO A DEUS mJE ILUMINE-o MEU CAMINHO E ME CONCEDA A
GRAÇA_QUE TANTO DESEJO,HANDE PUBLICAR E VEJA O QUE ACON­
TECERA NO 4 DIA.
< OLIHPYA )
JORffA!.. TRIBUHA DA FROltTEIR~
FUNDADO EM 20 DE FEVEREIRO DE
1.972-REGISTRO NO CARTÓRIO DE TÍTULOS E
DOCUMENTOS.N! 35.
DIRETOR -REDATOR CHEFE: IvALDo PE­
REIRA -
REDAÇÃO E ADIIINISTRACÃO, RUA DA RE
Puauc~ N! 268- _for-lE: 439-l4.l0 -BêLA-
VISTA-IS - SEDE PROPRIA
-ASSINATURAS-
ANuAL------------{fo,BuNA Cz$ 250,00)
DEMAIS ílUNICiP10s-------( CzS 350.00)
-FILIADO Ã:
ADJORI E BRAJORI
-JORNALISTA RESPO~SÃVEL~ lVALDO PERE!RA
UM JORNAL DO Gc1upo R.B.DE JoRNAIS LTDA-CGC iif
JS,513 -2O3/Oill-INSCRI~O ESTADUAL-28.2JS.003i
LD !TORA DOS JORNAIS T {hURT I NHENSE ,0 LAGUilENSE
lti: - .r .. A R o· I M M s J,DE BoNITO;J,DE A • .bAo:J.CoRREIO JARDINENSE E
lh ~ - JoR~AL T.DA FRONTEIRA, PARQUE GRÃFICO :RUA DA
as l@hiff" l
TELEFONE: ((li7) 439-1410 -
Jeane Móv
• •
11S
EARE HOVEIS
D; N. A DE OLIVEIRA
TV À
G:LADEIRAS.
COiiPL!:TA
CORES,
FOGÕES,
PARA O
A PREÇO DE PAPAI ~oa·-
RUA: DR.
N·, 618
ARY
PRETO E BRANCO,
COLCHÕES, ~OBILIA
SEU LAR.
COELHO
CEP:
DE OLIVEIRA
79.240

Câ■ara é
ILUMINAÇÃO PdBLICI
Requerimento do vereador altas udoy o P},
feito mantipal foi apreenutado jun;a-f'Ara.
Cn ara, solicitando reparos na tlu iniçao da Fra­
a Avaro Mararenha, justificando que
ra encontra-e quase que totalmente a eu»
o

ca
REQUERIMENTO VERBAIS
Moção de Con , atulaçao
Apresentada pelo vereador Ivan Afonso da Cos
ta Marques, ao deputado Gandi Jamil, "por haver­
comprovado mais uma vez a sua incostentivel lide
rança e prestTgio politico, desta feita sendo con­
duzido pelo povo sul matogrossense i reprcscnti -
lo M dificil, porém importante missão de partici
par ativamente na elaboração da nossa tão espera-=­
da Constituinte".
Exc-esso de Pas·sageiros
CÃSSIO OEF ENOE
Foi colocado e!" votação o orçamento da Prr-
Requerimento do vereador Ivan Marques pedin- feitura para 1907, com ei~enda do veread'?.r 1arc~- F • LEIA E ASSN E
do providências ã Viação Cruzeiro do Sul no tocan lo Calvano, segundo a qual o Executivo so poder1
te ao excesso de passageiros nas linhas Bela Vis:: suplementar verbas ou -fazer empréstirr.os apõs apr.9
ta a Campo Grande e Bela Vista a Ponta Porã. Em vação pela Câmara Municipal. ee.. ±e» NE439.141
sua justificativa O vereador afirmou que "tal ir- maioria absoluta, com os vert>adores Evilas10
rilnda, Nestor Almada e Julião Godoy votando cor-
regularidade comprova mais uma vez a necessida9e tra a inclusão da emendl e os verparJores Ars,,;,-.
0 L---------------------1
de serem criados outros horarios, unica solução
se.sr.as.+ MERCADO So JOS?
do cometidos contra o povo, fruto da demanda cada ~
vez maior dos usuários da referida empresa".
Fazendo uso da pi!lavra, o vereador criticou « TO MO; U} uá]To
duramente a empresa, mas ressaltouª risim±fel "ONDE COMPRAR SÉ TN U M n;,,m 0
que o empresãrio Osvaldo Possari dedica a nossa .-·
região, mas e preciso separar o joio do trigo".
Moção de Congra_tulacão.
Pediu a 1pesa das ruas, para
Bela Vis a seja fetej do or as ruas
ao DERS'L para recuperar s pontes no
Candr>l,w.
A_l15flJ'0 i.O_P_I:1
Citoll a Trituna da Fronteira, edição de!
do passado, onde o jornal solici a sinalizaçao
de nossas ruac;, Peninha disse auc por diversas v •
zes reivindicou essa slnJl !oçao e o :.iz1J no1·-
rnente, pois é assunt.0 de grande iportãnci. par
a comunidade.
EVILÃSIO MIRA1,DA
Sol íci tou a pod.:i das árvores dJ ,1vcnicb Tr.c­
doro Sativa, "as quais estao prejud1c.and.a il v1si­
bllídade dos motoristas". Apresentou ta·.hf·, r·o;,,H,
de congratulação aos senadores ~'i 1 c;on f'ilrt i ns e
Rachid Derzí e aos deputados federais Plinio f'Jr­
tíns, Rubcn FigueirÕ o Ivo Cerzõsimo pela vi tõri,1
em 15 de novembro.
ORÇAMENTO DA PRE­
FEITURA PARA 87
J[HFJ,DOR l.~ !l ; [ JL !
0 vereador ãsio cil disse qu o rwque­
rimento do vereador Ivan e Justo, s re saltou
"com o Plano Cruzado a entou a de anda e a em
presa procurou adquirir novos oribus, tas isto
nao foi possivel, pois rao hã veicuios à venda,
tenho ccrtC'Z,J que será encontrada u , , srJ 1 uç10
para o problema". Cãssio defendeu a empresa _e
disse que o diretor da resa torara providen
cias.
Apresentada pelo vereador Ivan Marq~es ao~~
nador Marcelo Miranda pela brilhante vitoria· al­
cançada.no pleito do ii ltimo dia 15 de novembro,t:!'
sejando uma administração proficua ã favor do P.!1
vo sul matogrossense que confiara de maneira abso
luta na sua inegivel capacidade administrativa".
Moção de Congratulação.
- . ----- . ,
·i
1
! 11111 a llílllto de ct rar fel cuf •
tlndo p r todas as pessoas que 1 •
preclam o elhor:

t.ndereçada ao deputado ri Rigo, autoria de ++«++++ .,. ••••• H,
Ivan Marques, pela "brilhantP vitori_a c_onqu1_.stada .r-- . __ . -.- . ,. ... -... .. .....=-•:.-----·=-.........,=---:-- _ V I S I TE _ N
O 5 día 15 de novembro, numa demonstraçao 1nequ1voca J..- - -
de que o povo reconhece os politicos bem intencio - .
.1 #:.27 ato ·e, AV. DUQUE DE CAXIAS - FONE : 251-1713 _JARDIM- MS
].a e -
OVALJDO, EELGA, MINEIRO, ROUPAS, ,FRUTAS,
- VERDUPAS, LOUÇAS. All:MTNIOS, BEBI~AS. "11
ID"...,.,,.. ... ~
LHARES DE PRODUTOS DA 11ELHOR Ql'ALIDA-
DE E OS ~:ELHORES PREÇOS -
LUSO . COIVIER.CIAL •• LTDA
. .,. . ·. ,
_ AGRO PECUARIA LUSO LTDA. LUSO COMERCIO
, • • • 1
E INDUSTRIA DE MADEIRAS-SECAGEM E ARMAZENA_ •
MENTO _ COMPRA E VENDA DE GADO_ MADEIRA_ COMERCIALIZACÃO_
• '
Bons Negócios.Lucros Certos. Produtividade
.RUA OUOUE QE CAXIAS.~N_GUJA·LoPES DA LAGUNA_FONE:
251.1055 PARA RECADOS A RESPEITO DE COMPRA
1
E VENDA DE GADO [URGENTE]. TRATAR PELO TE_
LEFONE: 261 .. 1364

O P l·N 1 .ã O / D
A imagem do
Educador
'I. LJJ.::v,; V[
no• cnentro,rt a 0e
tuca;ao renal!ztos u]tiramente ,a Irem do edu­
cn•Jor ocup·, 1 ,;,, r d d , qur n ' •l 1: , r r ,')(•:; '
debates, ae 6 m sinal bartnte posit lvo.
/i lu,;-1 <i. 1lMl.J ru•a; fl'JTll •Ü.U(!D ·~ ; IC(Y)')­
c.JuzlrHJO r)O t-ncc,rilt'ú (J, qu,;,,Jn cur,v:u·r Íullcn "..G:;cn-­
clal do mestre, ber,a su e identidade de edu­
calor, A pr de,se upeeto au icIoo há outrv q/
lh<- cor-rc· p:u·alrlo. /1. ,, ,-,ir,qul1 t-. d~:;tu dirrcnciio•
cl" 1JUt.0nL1co form,tlor e nao de un rero transmissor
de conhecimentos. ' o at!sfa aquela figura do
profissional da cultura Inte!ramente deendado '
da rnw:;i-:o Pducnt J v;1, .l'or if.';o eW'lhn apreço o empe­
nho 1'111 vnlorizir.r ,,qur•le tmço de identidade que~
ncmelh;;; "o professor ao espiritual i :::mo do so.cerdÓ­
o1o", no d1;,,er ,,ut.ori½~c:o Jo pnd.rc e professor de
filosofia ,Luiz Fernclne.
Claro que toJs cxpn:'sSOt':S do mng1stério
1
ainda soam mnl. pnr-a qu.:intos pn,forem u:ia pcdago -
gin fonn.:u, nbdfrod.i d<: .;u•, voc..-,ci.i.o hlst.Órlcu.Se .:.
riu temo. de estudo 1nlef'l.'ssant.e; pesquisar os moti­
vos q; induziram os pmf,,:;sor'l:'s à renÚncta dessa '
1nvestt:lura ética em ra,:i;.n ,io qual contirnmm a.
desfrutar de• tanta rsp I t .. bil id:ide popular, a pon­
to do ter o magistério m:itur status do que certas'
profisSÕes libcrats rcndo;,>1s. .
O desempenho do p.:ipel do educador sempre
foi considerado necessário e indispmsável.Mas e -
xistem hoje razÔe;, bem clt>tenninantes que encarecem
essa dirrensão do nugü;tc"·:--io.P:--l•ncirn:1rnte em conse
quência da canplexibilid,.de id•.,ol-Óglca,o mundo da
.cultura está cmzado por con-cntes de pensamentos'
variad.Íssimas e mcffio contr;idltÓrias. Do certo roo
do todas as matri ;:,'s c!0ulrin/1,J ,;e; rJa filosofia,dns
ciências bem cano 035 ,::• .·m,;1s n:•ligiosw;,cJcspejn -
ram neste final de séc11.t.o o rMduto mul tifonne das
suas elaboraçocs.
Em que pesr o nv:mço d·o tempo,em muitas
salas oe'.,::tula há u:;i.:i poluiçno m-.mtal mais conta -
gi.cea ê a.,m;sl.va cb a.e o ar repirbnm p:u:q..:e irrlJst:rial..
. • Eis a importância de repensar a imagem '
do edtic~or,o legitimo euarctião do senso critico
num tempo em que as ideologias e os preconceitos!
embaçam. as visões do mundo da maioria ele __ quantos '
se julgam donos do seu destino.
• (Plana)
Na con.tra -· mão_
··da história
/1 o que p;:.:'t"CC·, o Rr:isil gosta de anda.- na
contra mão da história. /pesar das pesadas mu1 tas .'
reservadas pelo Destro c rais contra-ventores,con
tinua'llOS a in.sü;tir n,, c:-r-._;. ;:; r.o Brasil são tantos
os profetas deste Incrivrl destino que não vale o
esforço de contá-1~. :•,, V.;.po r-m que o mundo pare­
cia voltar-se par-a a ,:s,,,ierda,c::m l'lUi tos congres -
sos serninários,cncontm:· ,, :>t.é Cond lios Ecunêr:ii • -
de mero +
CJU t!' IJI) G l' ,. r, J.
Ch J n'1 . vo +- ·, ,-t .. •
f,;,,-,,. U.' • éq )",' !I
curda. É po
portun' +o do Governo .t!! rr JC•
oqui ou no "X' 1·i,;r, ,1t..)
rhan perccbl do a mudar;a
no cenárto pol Í tlco r-:..:ndi:'J .
andar e raro a cor r na ms
A.
A im p.ortân'cia
sociaJ do lucro
io encaro roa!zauo na Fes ra;ao da
lndÚslrio.:; de S.P::iulo, ,,nt~ o::; r:79r, .:.:,rJc-· • o
MJniotro da Fr~cnda, o novo r r,-:.;jdc·nlP.l_-tr·io /1::.n­
to falou sem N,'tlcênclac ncin paN.nt.'ui: .s,-: J,; -
cno não há investimento e o crescimento real no
se mede pelo consuno,mru; pelo:, invc;:; !r:J('·nto..;. D
preconceito ,cimentado e sacramentado no !:lra.;il '
por tantos prêmios débeis de t:conomia, quE- o lu
cro e aoti-socinl, é absurdo c on~ip:.itr·iÓt.1co. A
consequência de tal princípio É· a cs-élp';1-:.ção ,
o desemprego ,a miséria, a fou1e.Sl' o Gov"mo cr.r·
o exemplo ,reduzindo !':ou déficit pÚblico,s(:q:ir<> !:!_
cobcrtado pelos tributos que onera os cmprePncie­
dores,. empresários saberão responder posi i va -
mente,investindo, reinvestfndo,Jnovnndo,correndo
todos os riscos ,estimulados pelos lucrus. O brn~
ficiário será o País o o povo. Se queremos um P-­
Ís desenvolvido, cap.'IZ. de oferecer Lrn mínimo de
be:n estar a toda a população. é preciso su;:,cnr '
os complexos. de lnf0rioridadc nacional e deixar'
c!e lado a !1i;xx:risia de r~·Ji to::. ~fol1Tlé>r.orcs sO:
ciais.
O
DECENCIA E DIGNIDADE
NA VIDA POLITICA
Pornografia
Crtminall a,de
dos Unido. , ,o e..,_
1a contra a pornoptaf!
~ r'1 : l' u p n Í 3 , a r x fJ l o • :;_ <J ~ .. .t
decorri· " l'r-lnc1p dr.• r:·,
crime organizado, qu
e a distribuição do ratr l x!
co a nlveI internaciunsl", ,u
::::11 responsave! pela poao u trl
buiçi:io do r:ia•c•rl,,1 por·r . .-, ·r.-.r:,;0 "l, 'ri··
che a bancas de jorr i., ocupo t per
te do; proans de TV e locuple a us
prateleiras da casas cor·rci) 1 vi­
deo? io haver!a,aqu!, o chama te "cri­
...organizado", conduzindo cor-rc. !
te esse ieontesco nenócio da pornopzra -
fia? om maior ou tenor sofistica;d, as
justificativas e os procs.os d erva)o'
e de corrupção não dve sr :u:'o :.f
rents aui , lá. Mo serio um bom1 +G: ,.
to par a o nos:: o i •:mitro T. r3 r e, e• ·- :d?
«~ te t t« t #,« t 4 tt te n 4 « e4 4 tr w « 4 s 4
* '
: - AO'S. fü!SSOS ASSI:u.:;:::.s-
, Qualquer irrcu!r!da.e n
entrega deste jornal favor comunicar "
;pelo telefone 439-1410.
Mui tos ador-dll cor:ieça.r seus discursos r_
litJcos cana frase: "depois de tantos aos de , -.----------------------~
tadura ••• " Pois bem, segundo alguna.s pesquisas , ADI 'OGADO
divulgadas con: timidez por alguns jomals,r..uitr, • • . 'V '
caneçafJl a desejar a volta ao passado .Por se [r. n tonio Nascimento
razão é rruito simples : os políticos que, às v· 1, ~ I'.
peras das eleiçoes,estão presentes em toda a pa - CiC. 006.474.381.00- 0a~/ms-28 O 9
te ,oferecem uma demonstração pÚblica do riOS! c1u111·c1ve11 1 IDII ,- d t
despreparo para a vida pÚblica. Entre eles < • ,Cf ffl l,QUeS ao e erras,
candidatos, há :nuitas pessoas dignas e respeitáv dlrell1 de famílla 8 trabalhista.
.is por mui tos ti tulos. Mas a imagem do poÜ tice ;- -1Esc A ,m • 'li»
brasileiro que sobra do congao e lamentável.H.- ·.Av: Jio JDranco n: 1 9 3
verá lugar para a decência e a dignidade? A [Res..R Branco n»1o7
ditar no que se diz, ninguém é decente, ningué::-
digno. As acusaçoes se sucedem, são pÚblicas, {' FONE: 3 O 5 - C E P. 7 g 2 8 O
tapes de TV ou impressos nos jornais e nada aco:, POR TO
tece. Ninguém se vê.'ria necessidade de explicar' . M U RT/ N H 0-MS,
e a s 1 N O Y 1
IJ
••
OS BONS
A
LOUÇAS
DE -
CASA
E
HÃBITOS DEVER SER
CRISTAIS
Uf.lA
OFERECE o
BRINQUEDOS
INFINIDADE DE
CULTIVADOS
QUt
:,
APARELHOS .DE
ARTIGOS DA iiEL HOR
SOíi ,
QUALIDA-
U
NESTE NATAL, VISITE A CASA. . VA E COiiPROVE
íl
,i
PREÇOS, QUALIDADE E A TEN D rnrn TO ,Q
dr
CASA HOVA: RUA SEBASTIÃO
ti:
CRISP1M DO RÊGO, 244 lh
TELEFONE 439 - 1304 s
- BELA VISTA, i-lATO GROSSO DC SUL

CRIME SEM
CASTIGO
1 1 ,
11 •J I V•<' 1
Torneio Esportivo
)
,,, ()
')1 f ,, Ir J
ler nte por n o!er
ia,a ainda por fia0
, reo upado ton o .,,
do que o 2rcu,ot: outras
vi das que o cerca11I e que
o satisfaze de alguma
ÍOl'l'la.
o ser humano nJO e o
ünico que ma ta ,I;1as ê o ü­
nico que o faz ser neces­
sidade.
O ser humano e o uni
co que des trõ i é na ture -
za.
Alguns seres da nossa
especie nao deveriam ser
providos da inteligen
eia r.,1is elementar que
Deus I·ossa concedPr.
Esses seres h~ciondos
('.) deveriam ser providos
unica e exclusivamente do
instinto natural conum a
todos os unirna is inferi o
res,pois só assim talvez
r:ao destruissem vidas
inut i lr.iente.
Porque uma pessoa ,
gente ,um ser humano," l!o­
rno Sapiens", (5apiens '
quer oizer inteligência)
que cone te esse tipo de
a
taçao mr +n,a cu-
'am dinh iro dirh irc
1
1u • .• d d· frr,o~u-c c;v
prove!ente você na
pana.
t-i< disõ.,·r.:im: "Ir- ·e
e serviço de moleque'
e lU dio, não, isso
no é serviço de mole
que, • serviço de "mar­
•r,::mjo", rJe ndu l to, de a
du l to rno I equr., i r.respor.
3v01,inconsequent t:, i n=
cansei nte.
E flca meu apg
lo à você que é ami
o da natureza, que
não dr:o <Ói:ajudc a
preservar a Nature­
za, ajude a cuidar '
dela, e se vocé vir
alguns desses vând~
los destruindo-a,d~
nuncie -o à Polícia.
~ Pr0.fcitura,ao Jo~
n,•l, mas denuncie.
.. ..;cou, iSH.it .,Il//
D,lllEU
') Grêmio ,COIT,0
sempre ,a todo vapor
con ~uas tradicionj-
treuenia aqui or Bela
V 1 S ld: pe(JUP·ld 5 árvores
,;e11c1o il':placavelmentP '
destruídas por individu
05 hediondas. COIIIO ;i)
1
disse, e que quer di -
zer s6rd1do. deprdvado,
inundo. repugnilnle e no
jento, entre outras coi
sas; indivíduos que nJo
merecem o convívio com
a sociedade belavisten=
se (ou qualquer outro lu
gar) por nilo acatnre111 -.
as mais el~nentares
nonnas de respPito ~ vi­
da.s0ja .ce qv·· tipo for.
Fica Jqu1 o meu apelo ã
você 0ue dest~6i esses'
seres indefesos:quebrar
pequenas ãrvores,cortar
brotos de rJlrneiras • a
faca, brotos que estão'
se esforçando para cres
cer ,enfrentando o ca-=
ler, a seca, os ventos,
a chuva; Isso e CRIME ,
grave. Por que dmruir
a natureza que mal ne -
is discotecas de
rim-te-semana.Nuita
pene no áb;do,com
- PRESERVE A
tlATUREZA
·············••*• . .
• JORNAL TRIBUNA • . --------- .
: DA FRONTEIRA:Um:
: Jornal da Rede •:
:,Belavistense. •
., .
.GRÊMIO
os tradicionais
"encrenqueiros" es
tragando a festa '
dos outros; muita'
gente no domingo ,
sL1per-agi tando o sa
lão do Clube, a;
som dos sucessos'
nacionais e inter
nacionais do momen
to.
Na foto,PA­
NIELE (filha do
Presidente do Grê
t,;ário Va:-gas) mio,
que sempre nos dá
a honra do seu
charmne e presença
constante nas D!s
co!
Os forr- .,.rt'lo r~:.. e'
sérl<' da Escola Ester '
Si! va, CCT.1 o poio d
professoras f.;.::,rle e S í -~
rara,pra:overa nese '
sabado un Torneio :por
tivo e Alrroço r-,·al iz::i -
dos na AABB, co-" o obj~
tivo de a-,ga.riar fundos
pra sua festa de for.:.,­
tura.
O Torneio Esporti­
vo envolveu Volei de -
reia de Duplas e ?isto.
b Volei de DUplas,C0'.70
Já diz o ncme,jog;r; do­
is de cada lado da qua­
dra e se constitui ntrr.
jogo mui to difÍciJ, ';'Jt•
Pois e. E r.o­
vàmcnte voltar.ios a
estaca zero no que
se refere à compra'
indiscriminada de
produtos co~ preços
elevados,
O que esta a­
contecendo é que o
povo esta esquecen­
·do do Plano Cruzado
está esquecendo que
está nas suas mãos'
o seu sucesso.
Por isso não '
vamos começar nova­
mente a pagar os
preços exigidos pe
ate%ttttt4at%
; AIUITE EJO?AI. PA-.
. .
• EA 'i'llZE2. o ~irno : . .

Fis
• DE-IIITI


Tudo

• voce diz .
,. gundos no
aquilo que!
e:n 30 se -Z
rádio ou ~ .
: na televisão pode
melhor explicado
jomal.
l :o jornal voce
' ser
no
(•Xi ,,r um • -s:·on;o r pr•-­
par-o fÍ:·ico cur.i;fd
0ri.v.:.
i.; por p:,rt• do.; j-,,;;.,­
dores, que caem cor fre
qu:':nci;,, sn.d:i r,or l:..so
r.v..is jog;.do n1 :.1.rl'i:,,
Par-c1lr• l O U'.'l'.:: jr>P,OS
cl•~ Vol,.. 1 rJ , Dt;;:;la.; "
Isto (3 garotas e 3
raptes, aconteceu o
Tom~io d·a Fut•·bol Sul
ço,qun ap zar de c.-st.ar·
o capo un tarto molha
,Jo, fol rn.-:--, r;:..:;:r...::.::l'.!o.
o a!o;o ba­
ado em churrasco
arroz, alada,firo-
f D.
i
e mandioca, esta
una 'licia, e
los comerci&ntes .
Nós deve~os cuidar
muito bem. de udo'
que é nosso ,inclg
indo nosso dinhei­
ro.
Coo disse o
próprio Presidente
Sarney, aquela fa­
se inicial de "fis
·cais do Sarney" f
cassou.A questão a
gora é racionali=.
zar: nao es:ar con
mnuita gn apare­
e ·u 1.:i r,rá. cr,bor"­
;,r c: pr•·., • !iar e»
ta promoção da 8?
Série do Ester Sil
'l:"l ..
- Ilo visual par
da turr:.·
Forrr.o.nr±os
t ta« t .
Fone: 43':l-1410
.
« t i 4 4
o Sarney
tra os comerciantes
màs muitíssimo o
favor do nos:,o J~ '
esfarrapado hoiso.
Procure,antr-s ó-::) =:.
pra.r seus proou t.os, in­
f or::-.ar-se a respei to
do!l preços oficiais do
mezmos. E !!ÃO Pfi.GtE .:::a
is caro.Prcteste , d
nu~cie,cha:Y.! a polícia
senão estaremos,ra.oidi
rho, voltando à Era
Pre-Cruzado.AÍ ,q/De=
nos ajude!.
A N vez!

- '
1
1
"'
i
,e
odr
t:r:
lh
s
r
PREFEITURI MUNICIPIIL DE BEL
CAIETE DO PREFEITO EM 05 DE NOVEM­
nno DI; 1. 906.
"Abraão Armoa Zacartas,prefeito
Municipal da Dcln VJDt<l,COlddO da Mnto
Crooso do Sul ,unnndo d,1i; atrlln1içócn que
lhoo ão conferidas,e de acordo com o di
posto em artigo 120,<la Lei con,plcr~cntar -
n9 07 da 20 de novembro da 1.981".
DECRWf/11
do noverbro ds i9:l,
que cons a 0 ler c,5 1,d
d mesma Lei ,
ARTIGO l?) Fica dispenso to tc!ta+o
corpra de ur veículo Volk a n,r .d Io ARA '
23l,cõdico 2350,r1to carion te Korti, a ' • l •
Sr efe uada ta [lrp D {47},Dor to Itl -- ·--
ranca de Bela Vista LTDA, 6 a única a e AO#AL,
rizada a rcvend,J e assis :ência tcni - yct
ca da linha Volksaoen, nes e muni -
cíplo e Bela Vista-s.
ARTIGO 19) Fica aberto um Crédito Suple
moritZi"rnõ Vll lor de Cz$ 993. 000, 00 (l,Jovcccn­
tos e noventa o trs mil cruzados) a ser
conelgnado nas L0quinl0F Dotnço Ll Orcnmen­
tárias:
CXECU'rIVO
0.102-GADINE'l'E DO PREFEITO
3. ooo-otSPESAS CORRI::N'l'ES.
J.111-Pessoal Civil. 50.000,00
3.132-0utros S~rviços e encargos 25.000,00
O .10 )-SECRETARIA DC PL/NCJM1ENTO
J. ooo~oESPESJS CORRENTES. ---
J .111-Pessoal Civil 30.000,00
0.105-SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO
J.111-Pessoul Civil ; .. S0.000,00
J.120-:-Matorial 'de consumo so.000,00
J.132-0utros Serviços e encargos.150.000,
0o. . ' . • •
J.251-Inativos 16.000,.90
3. 2 52-Pcnsionts las 12. 000, 00
0.106•SECRETARIA DE FAZENDA
J;lll-Pessoal Civil. '. 60.000,Ç)O
.O .107-SECRETARIA OE EDUCAÇÃO, CULTURA E DE,§_
PORTO.· •
3.ITT-Pessoal Civil 150.000,00
3.120-.Material de Cor.sumo 50.000,00
J.132-0u~ros serv.e encargos.: .. 100,000,00
0.108-SEêRETARIJ DE SA0DE E PROMOÇÃO SO -
CIAL.
3.111-Pes~oal Givil : Jo;ooo,oo
3.120-Material de Consumo .....•.. 40.000,00
3. 1'32-0utros Serv. e encargos ..... 30. 000, 00
3.255-Assistência l-lédica Hospitalar 20,
ooo·,oq
0.109-SECRETARIA DE·AVIACÃO,OBRAS E SERVI­
ÇOS PÔBLICOS. .
.3.111· Pessoal Civil. 130.000;.oo
• Total :.:. 993.000,00
ARTIGO 29)·-Para cobertura do presente Cr~­
di to S'-U)lementar,será utilizado parte do
provável escesso de· arrecadação no valor
de Cz$ 993.000,00 (Novecentos e noventa e
três mil cruzados),de acordo cóm item§ 19
do Artigo 43 da Lei Federal n9 4.320/64,
conforme demonstrativo que passa a ser par
te integrante do presente Decreto.
. . .
ARTIGO 39)-Este Decreto entrará em vi~or
na data de sua publicação revogadas as dis
posições em.contrário.
BELÀ VISTA,05 DE NOVEMBRO DE 1.986
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS -PrefeitÓ Mun;!.cipal.
A voz dano
éavozdoP
A vitória do PMDB em Mato
Grosso do Sul e no Brasil prova a
confiança do povo nwn governo
voltado para as grandes causas.
A renovação política,
a democracia em pleno
. vigor garantem a força deste
partido. Um novo Brasil,
melhor, mais hwnano com
oportunidades para todos. Você é
povo. Você é Brasil. Você é PMDB
porque todos nós falamos,
hoje mais do que nunca, a mesma
linguagem de progresso,
desenvolvimento na construção de
um Esta.do, de wn País, orgulho
desta e das futuras gerações.
Vamos todos, vamos juntos oom fé,
esperança e muito trabalho
oonstruir nossos sonhos porque a
realidade é a nossa vida.
O brigado meu povo,
obrigado Campo Grande,
obrigado Mato Grosso do
Sul.
1Jf
• RAMEZ TEBET
C::i' ::Ofl:C:l ::l:, :%1 ====~
Cones'urdo o lepo
1 ..
l
-----. -------~--
DECRETO Ni;> __ ol45/86 •
GABI?-i'ETE DO PREFEITO EM: 04 DE
NOVEMBRO PE 1986.
• o Prefeito Hunicipal ae nela Vi~
ta,Estado de Mato Grosso do Sul,no uso das
atribuições que lhe confere o item I,do ar
tig? __ l20 ,da lei complementar n? 7 de 20'_.
POSTO RACIONAL
FUNCIONANDO EM,_ NOVAS E MAO.DER
NAS INSTA.LAÇOS: ÁLCOOL, DIESEL, °
GASOLINA, L AVAGEM DE CARROS
• 1
-

INCRI li HI IS U
L1NICA RADIOLOGJC
Sta. Cecília Ltda .
,,r,•.r·c 1:,r. i ,. -
'TJl;Ír,, ,1V/I.J.'ÇÃO ' TAL., 1AC!ÓTICO DE ICAA C1 ,'. • ,11.
, , ·- !Jlf,c'• I{, '! ICO° I 'ATLOG!A GI ... ç JJ/ (;T ·:, '.· ,,~ .. , : ·~~u . ...:, - . ,.
Li, DO FICADO, VF·[CULA , !llLJ,'i<, !/,;1, 1 íif;(':,;:,,_; . H~ ." ••
VEZ
1- ür··,~l<I ·z nu'· o 3 ns: tarar 6:8 copos d'nu 1 (l .. ) L• • nt d
, pera nchr a bex'pa,
2- crW·.C'if.L'CT/: ta, U' 1(1--:) litro d' '·,_u:i, l(l:,,) '1(: 'U,I• . ;o,,;: ,.,,r
z eneter a eia.
!1-1 v(·.-r-<>ra· rneulc ic:=io- Dulc:nlai: 1 ca ,,. f'./r :. ,1 .1,, .>;
11
0 •: ., ..Jl,• .1.i
.i<.:. ,:• , OBS.: O.: r,i.,o:; uq;< n.e~· poo-•r:::.o . •r 11'! '"· . "1 r>r· l 1-0,
Vr·!:Ículil Lliar:5eia absoluto por !2 hors ante ao r:·:-:·m'
vir lixrto: gordurosos na última :feio
-71E5-Jejue absoluto 12 horas antes t'o c-;;.)!11<',P.Vltur br·bid;::.:.:;
e-~ <18 horns ML<?S do E'X:3."1':,
./.tm,-Dulcol2x 20 gotas 12/12 horri.s, 24 hc,rx; an~, i;: ,;o ,•:: •rr. i.ufl.-u 4(,
i;ot.as 6/6 bor:1.S,24 horos ,antes do c.'ti'.º<'.
"J0-Cbs.: Os casos mentes poderão cor fc•l tos sc11: f)!'!.';)aro.ITTIS-tJ, n:1nl'
·•p:,ro- P,.::LY== it.S:xz:..Tii.-'i: b,·xJ f'"l cr.r 1 ;-,,- CP -<~~~0 .~S"?~ .:-:i_c 7 '.(,'
. ,rr ,
CJl'1PO GJ 11·:DI:-••s, /1.
róxira série dos
bilhe te.; de Proara
ma "Fica",cujas
rio tu:; Fiscais cor-e
car3o a ser troc
das a partir de
reados de dczerbr0
terá arplindo o nú
rero e a qual1dad~
c'os prêrios no sor
tclo "Raspadlnha"­
passando de sete
para nove,entre os
~uals videoaarcs,
rãqui nas fotocrG -
Fisca terá novos e
A •
.. meJhore·s prem10s
TUFI ·Of lClU ■EC NICA DE •
ÜSCAR .CORRALES MARIN.PO
LAR rENGENHEIRÕ
• 'Ia •
A
- MECANICA EM GE. - •
'. RAL, SOLDADURA OX 1
GÊNIO· E ELÉTRICA-
. Atendimento Perfeito e ga.
lrantia ab_soluta
;'
1l ,e t1■11 senlç11 ,, 111111 • lato
~ .' 1.. t ~ si Jar• 11 clientes x
, .• r
A.1E0o $MTN. @24 _CENTRO BELA VISTA.BIS
r I e , ; , r:: d H - t·• 1 ,·
rios e outros,a!r
do sor eio de car -
ro, pc la nurrc ().
Pllr cor,,·orn, r
a esta sri só te­
rão validado Notas
r isc.:iis -,1 cada CzS
500,00 um bllh ·Le
emitidas a partir
o dia 19 de SeLur­
bro.PorLünto,sc~un­
rló inforrou a ecre
taria da Fazenda,
não é aconselhâvel
ficar juntando no -
tas cor. datas ante­
riores.
Pilra a sériP
que ainda estã em
víaor,valcm os doeu
nentos fiscais eri­
tidos descte .o dia
19 der.arco até a
vésperu dá troca.­
Por isso& importan
te que as trocas
sejam efetuar.as o
!"lais breve possí
vel,Já que o sor' -
teio deverá ocorrer
dentro dos próxiros
20 dias, segundo
informou a Secreta­
ri:i da !"azer.rl.:i.
n rtio d d,•
zrbro ainria trará
r., Gl..,1 < ! l
II
i l J) t
dinha" os rrrios
Tu jã s torna
rar radicionai
CC:'O !JJclcl(•t,1.,,lJr·
las, boneca, e
1 u 1 to.; out r<.''.i ,..
ainda 'tonzas, Che-
Vl
1t l<!S U t'.'Ol03
''csu,1s .. A socreta­
ri,1 d, f'a7<'nda ,,
credita que, cnm
a aproximo«cão do
período natul1no,
haverá mais chan-
ccs para 5('

-
nhar 05 prt:1"1 os
tio "FifiC;:t" desde
que 05 consuniclo-
rcs nao se esqug
çam de cxiair a
Nota Fiscal na
hora da co::ipra.
,10RNAL
otlDE A
AIS PESO.
SUA
TF.:·1
ESCRITORIO DE ADVOCACIA
-ÓR. C.A.NAZARI
BOQGES.-_
causas civeis e çriminais rua: De
putado Maria Van Den Bosch.
284,Fe.439.1382.sr, mo à
llrl ~
à fHR'HCACÃJ
• l
. , ,
E6<!lllf01tl0 .OONTASIL
_BEIEL
-escritas fiscais e _contábels­
Vanderlel eauarotl CRo/MT
7 ~v.Eugênlo Pen·zo 510-•o
ilovE 1s FE1ros soB ENCOMENDA_ - ENTREGA _. ·lado da exatoria_CEP: 71910
Er1 OU/LQUE-: C!DflD~ Dfl ::EG!t.,1 - SM.A • CP:2J_ANTONIO JOÃO.MS_
,, - AID>V({))/GAJD)l,§ ~ 1
•• 'Wilma da §uva e Vera JLJrinoco 1
-causas civeis e ;er:iminais, traha,.":ÍS~
·' ta, direito de família, terras, inventá
_rios_ . - + ·
Roa Cri i R..(061) 439_
asst_cs ""..-...,1290_ ]B}E:fA VlI§'JI'..AJMl§•
I1A.~CEHk1IA SÃO JOSf
DE : PAULir!O GOMZALES
·;os
• 1:l.,
• 1 aUAZT0. JASTA. JOGOS DE ESTOFADOS. ~?.IATEVE>A-,
, D • õELEZA t A?.TE -
í·1ARCENAR IA-
--------------------
" 1
...,. ,J.c..;;...:.-'!c"~ ....... ---~----· 1
SrQUEIRA. ~! 162
PORTO fiURTWHO - RuA CEL. PoNcE, N! 312
USE A SJA SE:[SO

SEIIASUL MÓVEIS APRESENTA
COME A
J UIA
Mundial de R,ao de
Graça foi comeaar ado em
no5a idade cor uma 'San­
ta Mi;a na Igreja Ma rz
que ficou lotada de fiei;
CjlJC foram depositar suas
oferendas,agradecer ao
criador íl~ graça~ recebi­
das e orar pela PA/ erra
tcrnidadc Universo!!
COtlS[LllDS:
Você,você que chora
de amor, náo se ei,queça
que haverã ~emprc ur,i ou­
tro dia e essas lãgri -
mas que derrama ,a,nanhd
verterao em forma de a 1 e
gria •
NOSSOS
Parabins ao garo­
tio Mtlttnho Rosa Pinhel
ro,pelo nat ocorrido dlã
26 pp.muitos arniguínhos
foram r:umprimentã-lo pe­
la data'.
TAMBtM
De parabéns o casal
Ivaldo -Estela que no
dia 25 pp.completaram 14
anos de. casamento'.
UNIRAM-SE
Em matrimônio ,no
dia 22 pp. cé)ia e Rud -
ney.Ela filha do casal
Francisco e Celsa Cãce - •
res.Ele filho de Abdias
e Erotildes da Mota.Aos
recém casados desejamos
mil felicidades ....
ATENÇÃO
Você que ainda não
escolheu seu Cartão de
Natal não deixe para ül­
tima hora, temos lindos
cartões para pronta en.r
trega'. Ainda temos calen
dãrios: -
FCAVINHO CABELEREIRO
Estarã dando curso
de maquilagem dia 8/12 .
no· Instituto de Beleza
Chie de propriedade da
cabelereira Geny,onde
estarão abertas as ins­
crições.Numero de vagas
limitado'. •
GRUPO GINGA
Estarã se apresen­
tando em Bela Vista nos
dias 5 e 6 de dezembro
no Clube Esportivo Eela­
vistense e Ginãsio de Es
portes. Não perca a opor­
tunidade de assistires­
te corpo de bailado jã
fao0 no Estado.at1 -
na1 Dança cultura,A
pronoçao d» fasul-
PronJv-LíJfl •la City.
O COOPí>rtlt.r Jl{
Ln Bela ista do
ta.1,
o
te é
MARGARIC~ :ARDOSO E OCTAIR CORREA
r,upíry
Grandc,professor Froi­
lan Cardoso,agradece a.
torcida belavistense
pela alegria e excelen
te comportamento ,ao -
r(efcilo de Bela Vista,
Grêmio Pedro Rufino,Ra­
chid Saldanha Derzi,Ari
Rigo,Sindicato Rural
de Bela Vista,Dr.Paulo
Cinolti,Claudionor Ro;
drigues,Jose Avelino é
Silva.Tribuna da Fron -'
teira,Agente Reg.· de
Educ. de Bela Vista. 1
NA FOTO. -
·---
PENSAMENTO
A representante de
Bela Vista Margarida
Cardoso e Octair Cor -
rea.Ela,que na ocasião
foi convidada a assi -
·nar contrato com o Cir
culo Militar de Campo
Grande.
AMOR E ARTE
Somos responsã -
veis pelas imagens qu
cri amos na mente dos o.
tros,não apenas atravé,
do que falamos,mas i
gualmente através de t
do aquilo que escrever
mos.
E a nova loja
que estJrã abrindo su-
as portas para atender {@2
o belavistense.Os ul- ----::..
timos lançamentos
roupas de cama mesa
e banho.Facilidades
de pagamento e mui­
ta variedade para
quem Lem gosto apura..
do. RI», A ECEOORA GA
ROTA JEANS.
,,. 0
bebe; na b -
rJ,,,,c. i CJ d~
te.
() PO'ITO
f,1 to, foi -,:sr:o a
hora dos"Parabéns d
Você" 011rte r 1 av 1 nhJ d
pagou velinhas sob os
aplausos de muitos a
miuinhos que foram
cumprimentá-la.
O DFLICIOSO ·-- ,.. _
Bo 1 o tinha co -
mo decoraçao uma bo
neca feita com gla­
cê colorido.Obra <·
arte da mestre •Cl!Col
Ma1sa Azevedo:
[ncrc
íl!AS
os convidados foi
F+70a
lo Roterto e
roes,fes ejo
29 pp.seu 1 o de
V 1 GJ !
O PtLCO
Da bon • t, tst
foi o Clube Bel vi<ter
se que foi decorado cor
mui s ba'oes roa,0 que
mais chamou a atenç.10
dos convid dos foi a
crlat ividadc da mesa de
doces'.
GOSTOSO
Jartarmuita bebida
~ rcfriqpran•e geladi -
rhos foram servidos ao
grande nünero de convida
dos presentes'. -
J'. C'.JrlITA
E pequerrucha La -
rissa apagou velinhas
sob aplausos de seus con
vidados r:iirins'.
LOGO APOS
Foram servidos os bo
nitos,· deliciosos e co
loridos docinhos em for­
rrato de boneca,morangui­
nho etc,enfim,a mesa de
doces deixou encantados
a todos pelo õonito vi -
sua 1.
Lindas lembrancinhas
que fizeram a alegria da
petizada.Sor.1 l'luito anima
do e~balava a criancadi
(..
o
dor a
lo, or
b.li>O.
ANCY
Para manter o en­
caracolado dos seus
belos crespos,ta,a mo­
v11-entos e. 1n.uldrt,
c.on o SC'cador e,ao ,
mo emp0,atasse as m.
chas com a palma da
mao.Para terminar,quat
do o cabelo ficar leve
mente unido,deixe-o si
car n-lturalr.,ente.
Se você quer dar
uma l eve a 1 i sadd nos
cabelos crespos,use u­
me escova de cerdas
ir,egularcs.F'aca as •
sim:escove os fios dd
raiz ãs pontas,acon -
;.-anbando o r:iovín:ento
r.om o boca 1 do secador
t importante que você
seque bem os cabelos.
não deixando , nenhv
fio ~ique unico.
PENSAMENTO
Bom conselho des
prezado,hã de ser ui­
to ebrado.
·O.RTODONT A
-CORREÇÃO _D1 __ ,'IÂ _POSIÇÃO _DOS _DEN'l'ES-
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