150 10 L-- 1 • :r., . 
" 
1 . 
R I M E Z: N ã o s a i r á C a 
nem Boi deste 
1! 
ar 
U· 
e$ 
Í· 
J 
.,,,..._ -·· 
G(IVEf·. :AIX : W .·.:Z • BFT 
O Governador ·Raonez ' 
Tebet reaf1nnou a sua ln 
tençâo•de manter o Decre 
to que proíbe a saída de 
carne própria µara o con 
suno ou boi em condições 
de abate para outros Es~ 
tados,enquanto Mato Gros 
so do Sul não for abaste 
cido do produto. "t1Ós te 
mos em mãos o instrunen­ 
to proibitivo que é o De 
creto,e não VéV!lOS assis­ 
tir isso impassivelmen­ 
te. Não sairá una só car 
reta de nosso Estado",a­ 
finnou. 
Ramez disse que desde 
a publicação do Decreto, 
"mesmo com dificuldades, 
estávamos sendo abasteci 
dos,mas o que viamos,an- 
Não posso permitir 
Quanto ao recurso im­ 
pozraao pela União Demo­ 
crátlca RUralista-UDR- , 
na Procuradoria Geral da 
República,alegando in - 
constitucionalidade do 
Decreto, o Governador a­ 
nalisa o fato de que "e­ 
les (a UDR) defendem o 
livre comércio com a ale 
tes disso.era a saída ' 
de carretas e mais cm--,. 
netas con bois e came 
para outros Estados, 
principalmen.te São Pau­ 
lo". Nessa ocasião,o Go 
vemo reuniu-se com re­ 
presentantes dos inver­ 
nistas e dos frigorífi­ 
cos e manifestou sua in 
tenção de publicar o De 
creto,caso a carne • nã;; 
aparecesse nos açougues 
locais,o que foi feito 
a 06 de novembro. 
Logo em seguida, o 
Governo foi,novarnentc 
procurado pelos repre - 
sentantes dos fr1górÍf~ 
cose chegou-se a um no 
vo acordo: só poderia' 
sair a- carne excedente, 
gação que pretendem a - 
bastecer o mercado de ' 
são Paulo,mas,em nenhun 
momento fala na popula 
ção de Mato Grosso do 
Sul.Sou o Governador' 
de Mato Grosso do Sul e 
não posso permitir is - 
so". 
"Mato Grosso do Sul" 
depois do mercado inter 
no ser abastecido."Nes­ 
te Últirrci perÍodo,com ' 
muita dificuldade tinha 
mos carne",disse o Go - 
vemador. 
Terça· fe1ra(02/12)fo­ 
mos procurados pelos di 
rigentes dos frigorÍfi= 
cos que nos avisaram n 
poder mais abater em 
virtude 'do preço proibJ:_, 
tive que estava sendo' 
cobrado a arroba do boi 
que não podiam pagar ' 
Cz$ 500,00 a arroba.De 
minha parte anunc1e_i q/ 
o Decreto permanecerá' 
caso contrário será mu_!. 
to pior,a carne vai su­ 
mir de vez p/outros me! 
Ccd::s e cxnt1n.Erercs se:r1' . 
continua, "possui o ter­ 
ceiro rebanho bovino do 
país,com 14 milhões õe 
cabeças e uma população 
de menos de 1,5 milhão 
e com isso fica injusti 
ficável que o Govemo' 
não zele por sua popula 
ção.O Governo está cOO: 
fiante que a Justiça a- 
+ + t ri o. 
Estado" 
" l 
ne 
passara 
AO LEITOR 
A partir da semana que vem,a 'i'RIBl.m.A DA FROlJ!'EIRA 
a circular às 3° feiras. Com essa mediàa ,mudando de 
domingo para 32 feira, o jo'rnal_ estará em condições de cobrir 
1 
os eventos de final de semana. Haverá também uma maior dinami 
zaçao no setor de reportagem. 
-A Direção - 
nas por mad 
as: "que na rns 
I - 
que a cre tarte: n z - 
la', para tanso, nnie « 
le,foram reforçadas as ' 
barreiras,através das s 
cretarias de Arcultura 
e F cü.ÍrJo,F,iU-ru:!:l " S<.·- 
gurança Fublica."No ins- que sem cle a cu: 
tente em qu> a carn 
voltar para os açougues, 
l)('TT'li tl rc-rxis a s:lÍda do 
excedente.Esta é a mdI­ 
da que o Govemo pode to 
O Rotary Cl.ub de ' 
Bela Vista,que tem ha 
Presidência Q errpresá - 
rio.· w1z Carlos Rahal 
está preocupado com a 
falta d' água em nossa ' 
cidade e com a constru­ 
ção do Matadou."0 Munic l 
pal. 
O Clube reúne-se ' 
todas às sextas-feiras' 
em sua sede soei al , na 
Últllla reunião vários as 
sociados, entre eles 
três médicos,Dr.Feman­ 
do de Freitas ELias,Dr, 
Alberto Ocariz e Dr.Fi~ 
ri Murano,mostrar-dll-se' 
preocupados com o pro - 
blema, isto porque, "o a­ 
bate está sendo feito' 
sem as mínimas condi - 
çôes de higiene e isto 
será prejudicial à sai 
de da população". 
Falando a respeito 
do assunto, o t,embém ' 
rotariano (e vereador)f 
vilásio Miranda,disse ' 
que 
II 
a SUDECO liberou' 
Cz$ 100 mil cruzados à 
Prefei!ura Municipal .:. 
mas essa importância n 
dá nem para murar o ter 
reno onde será -:onstrui 
do o Matadouro" '.Evná : 
sio l€1T'brou,a1nda,que o 
Prefeito f.junicipal "es­ 
tá preocupado com o pr 
ra ae uavez e 
ver os outros la for 
sendo ba,tecidos. cn 
cessão do Govemo fá f3l 
feita,se t!vroA arm e' 
vantado na I'E-uni:o foi ,'l 
falta d
1
água e~ Bela Vis 
ta,inclusive no Hospital 
São Vicnte de Paula . A 
respeito fa l arélr.l d l voe r - 
sos rotarianos,f1cedo ' 
W-.lZ CARLOS RAHAL -MAFUCE 
decidido que o Rotary en 
ca::úr.hará vários oficias 
às autoridades carpeten-­ 
tes, 
Na mo...sma reunião o 
rotariano Ivalào Pereira 
le.Tbrou que vários pro - 
ble::nas existentes em nos 
sa cidade poderão ser so 
lucionarlos se houver unl 
ão de propósitos,entne ' 
Rotary,Prefeitura,câ~.ara 
e comunidade. Lerbru 
talT'l:>ém que há comentár.i­ 
blena e busca de todas' 
os de que o Prefeito A - 
as formas resolvê-lo, a b - ...... 
raao estaria prpenso a 
• rpelapemrade ua' construir o ~:atadou.--o E:i 
area ~om 
O 
HiniS
t
erio ' nicipal através àa ' 
do Exercito,pois nem lo]: • Prefe!: 
• 	- propr a e, .ura , 
calha para se conS
t
ru- mas isto precisaria' 
ir o Matadouro". ser confirmado. 
outro problema le- O Presidente do 
<:_• • !: ' : lJ 1 IJ . 
# a t e r t # 4 d 4 + 
. . 
: COMEM ADO-E·.CH 
ROTARY ESTÁ PREocu· Ano· . o A 
fALlft D'ftGUA E A O TRUCÃO DO 
MftlAOOURO MUN CIPAL 
Clube, Luiz Carlos' 
Rahal,fechou a reu­ 
nfão da senana rfo 
cando esses proble 
r.as e afirmando que 
tudo será feito pa- 
ra agilizar soluções 
viáveis,evidentemen­ 
te dentro das li!ta 
çÕes que o momen o e 
xige ,isto porque est:c:.-:o· • 
nofLn.al do ano e na 
dá. podera ser fel.to 
7 
an:es que os eleitos 
a 15 de nover. . .;ro as­ 
suam seus cargos". 
liI.h W.. P.ÁGTI:A 
'i'ER::A - 
-GOLPE DE 4 :i: 
LHÕES DE DÓLAnES 
NO BEMAT - 
-GOVERNO DECE­ 
A A.:ISTIA FISCAL

Reverendos Senhores 
Lid eranças 
e 
1 
1 
! 
Bispos, Sacerdotes 
Cristãs 
i:) 
1 
::: 
!i 
::, 
1 • 
() 1 - li I t!, • , 'J 
hro d 19h6,o Dt pro 
,,, , t • r; l on il ! 111 J , 1 e 11 
r1dom em Itel-P,+ui 
rir sr-nos um hfutírj 
rco obro o "episódio 
r., 1 mar de Barros", a 
,, r , nv! ,1<]0 11 lritJ11,i 
11., di,w,•:,cx " P•lTÓ 
qu1at, 
02-0 In:..t.! t.111O 
Mf/C(Ml!J?,1on1írJor, p,,­ 
ra Evangelização o A­ 
nimaçao de Comunida - 
d(•n), (•xi1:tc donde 2"> 
de Janeiro de 1977 co 
mn Jnotituto Mloo10= 
n:írio do Lcic;oo, r<'gi:; 
trado no 39 Cartório 
dn ncginlro Civil dao 
Pessoas Jurídica sob 
n9 4,944 e inscrllo 
no C.G.C nob o nQ 48. 
409,569/0001-Jl. 
O J-Ncdnmr Mudhn­ 
Bo 'du Dursioo foi Ul'l 
don fundadores. 
04-Dcodc 1978, o 
MEJC participa da As 
i;o1nbléiun do COfUNA - 
(Conselho NlnoionárJo 
Nacional) .Na 10ª /s - 
scmbléiu do COMIN/ , 
foi fclta·uolicitação 
ao ME/C para que orgn 
nizassc um encontro - 
tentyndo articular os 
missionários leigos 
do Brasil. AssiM nas­ 
c~u o OMIL (Organis­ 
mo dos Missionário·s 
Leig_os/). 
05-0 trabalho de 
apostolado de Neimar 
é anterior ã fundação 
do Instituto ME/C.Veni 
desde 1971, após sua 
participação num Cur­ 
silho de Cristandade, 
e sua posterior rup - 
tura com o apresenta­ 
e dono 'de TV ,Silvio San­ 
tos. 
06-Tcmos plena 
convicção de que, du­ 
rante estes 15 anos , 
Neimar foi um prega - 
1 dor apaixonado pelo 
Evangelho,amou a Igre 
• ja,foi sincero,choroü 
pela missão,sofreu co 
mo evangelizador,cor= 
reu riscos, foi inter 
nado-tuberculoso-como in-' legumes,fru- 	in 
digente no Sana tõrio San- t 	La} 
ta Cruz em Ca d J .as e ver • 'r-,, 	.LJ ü/ 
dão - sP: mpos ·º. or-. duras. 	- ' 
Neimar rezava mui • • • 	·, 
1 
h - •; ' ' 
to,jejuava um dia por 	• • " ' ' - ,/ · íl". 'I· 	Um J' ornal do Gru".Jo Rede Delavis- 
semana, não fumava, 	I .,, • , r . 
nem bebia. 	anexo an- ,. ' •. · ... r : . /, . tense de Jornaiz Ltdã -CGC-l-:? '15,513 
Era amigo e irmão chonete... µr.;...~--lc-. 	- hl 203/001 - INSCRiçi.o ESTÀDUPL -28.219 ·º 
com todos,bom cora 	·-·----~--- 	031 - Editora dos Jornais - Tribuna' 
ção,ajudava em casos ll~- D _. . Murtinhense, o Laguncnse, Jornal de 
de necessidade,sem a- l"ljilll_ • Q_ que A8 e • ..,,... Bonito,Jornal de ·Ântonio JÓão,Jornal 
lardear. 	..,._ Correio Jardinense e. JORNAL TRIBU- 
. Jamais se vendeu. 	JA. • 	NA DA FRONTEIRA. - • 
Vivia plenamente enga 446. -_ Fo11a-1.51-1251 - RDIM 	PARQUE GAAFICO: Rua da ·República, 
jado na Pastoral da - 	n? 
268 
-Bela Vista -NS -Caixa Posta]' 
eses 'rn oro me@i i. + si 
quando soubemos, en, 
31 de Julho de IOSCAR MAR 
que havia deixado - 	IN POPU 
sua esposa e filhos . 	. .. _.. . • • • 
e fora vi ver com uma f'. 	• ~ 
"namorada" dos 'LAR ENGENHEIRO 
po~ pi-é-cursi)..ho,quan - ~ 	. 
, do se declarava ateu. 	• . • . _ -~ 	,.. 
08-Este fato;por 	• ,_ 
1 MEC 
si só, o colocou fo - 	' -,. _,;_ . ANICA EMI GE- 
ra do Instituto MEAC 	1 
o que foi oficializa 	I RAL, SOLDADURA OX 1 
do em reunião do ME-	' 	a '9 	• 
AC em 10/09/86 •• 	i GENIO E. ELETRICA 
As :decl araçõe~ de Nei- 	1 • • 	. ·- 
ma'r ã ~ev is tá Veja ( nQ- 'T 
948, de 05/l1/86)não fa - 	Atendimento Perfeito. e ili~ 
zem nenhum sentido _-pa 	• b 	DU 
ra .. nõs que COJI - - 	• rantta a soluta· • - 
vivemos com ele du -· l 1. 
rante este tempo,nem 
para seus Íamiliares 
mãe,esposa e filhos 
e nem para milhares 
de pessoas em todo o 
Brasil que hospeda - 
10-r, d1:r,·.d z 
p J 1 c::,1 r e• . • " r:, i 1 11 
c.Jr! dCjOt"U, "••r 1 r·, i - 
xinha de surpresas" 
(! (.)! 10 • ,IÍ J n t 1 tulà. 
Tentarr s ate­ 
nas,para atender ao 
podido dos Dispos 
e Inumeros inter­ 
Gadon (:fi1 todo o .. - 
Is-recebemos mais 
de l.200 telefone - 
mas de lideranças 
pedindo explicaçoes 
c1lguinno hipótc !iC';: 
a) Nos ú l t i•·o,, 
mescn, o Neimar vi - 
nha·, vi ai vu lrcn Lo, 
duocuidnnrt0 do "o - 
rui e viqi3i",nu1to 
pr ocúp,1<J,., cor;, !,0:--s 
c t 'r J r é,,, . '> 
dis«olúl,crnfi 
f140 aur .! eu J J r ,1 °­ 
lJ 11 o eçl e 1 ,í-:. t , e:;') • 
Frbora crp nhado r r 
rabulho varael1zs 
dor,nem sempre acoj 
l.d"/,1 1 ltl.(·rdr'JUÍ,l,- 
U) i.:O ,lC'(: 1 OU 
sua exclusao do Ins 
tituto MEAC nem O 
cnncelam•nto de vu­ 
rias palcc.LrnG J5 
marcadas .Tentou con 
cilL:ir .:i nova si t.:;­ 
ção familiar com o 
nntcrior trnbalho 
issionãrio.Quando 
si1. 
r, dclararos 
à Veja, hem ma1s 
rpla do que foi 
nublicndo, cria~ 
por finalidade pre 
parar o terreno pa 
rn o lançurcn o - 
"sensacional1sta" 
desse li vro7 
Ou 11nular o tra­ 
balho futuro do 
PANIFICADORA E 
PE RME RCADO _MOREIRA 
SU- 
::) 
,· -- 
., 
enlatados 
em geral, Pães, 
doctfs; etc ... 
' . . . 
,,1------L- ---- - 
,:Ji V. JEODORO 
- 
; 
A-..:.'./,. 
.....,. · ·;. 
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crt 
, 'de l 
'o s 1 
de t a 
tal, ou "bl 
vor 15 
cias d :.n,. 
h) . (' le e ·: to u 
pro ar que cort 
"orando Imprensa" 
acredi a até em "fá 
bulas" para vend r 
exerla rc.
1 
':ngu lu. 
,ele con- 
CONCLUSOFS: 
0l-O Tns i tll - 
to ME.AC quer conti­ 
nuar servindo a I - 
grc Jól; :;t'U'l rcnbro:: 
cstJO drcidldos rt 
manter-se firmes. 
· 02-A Editora 
O PCC/1D0, COM sua 
revista e seus li - 
vros,continuará 
prestando colabora 
ção no campo cultu­ 
ral e financeiro 
aos missionários 
rio Inntitut.o. 
O J-Es tarezros 
de braços abertos 
esperando o Ncimar 
de volta ao seio 
do Instituto,da I- 
' 
T . l l 
C' l ri•,' ,l 	- 
rio ]Cll}O, 
A sim o onten - 
d·ram as ruits c 
munidades quw o - 
tao pedindo nossa 
pro:onça. 
05-Cont.,nos cor 
llf; orientações ( 
•; ornc.·õ s de no­ 
!'OS lrr1.10:i. 
Na 
do P«i. 
do .Jo- 
Pc. ,João Orcxol 
(O:•H) 
Antonio Tutto 
José Geraldo 
José /nt.ônio 
Fonseca 
/rthur Mirandil. 
"JORNAL_ TnIBUNA __ Dl_FRONTE_!RJ" 
Fundado em 20 de fevereiro de 
1.972 Registr·o no Cartório de Titulos' 
e Documentos n 35 
PIRETOR:REDATOR CHEFE:Ivaldo Pe - 
reira. 
PEDACO E AD!1INISTRACÃO: Rua 
República n? 268 -Fone: 439 -1410 
LA VISTA-MS -Sede Pró~ria 
-ASSINATURA ANUAL--- (Tribuna Cz!'i 250) 
-DEMAIS MTJNIC!PIOS-----------Cz$ 350) 
-Filiado à 
ADJORI e 
• • 11■11 llrtlç11 Ili 1 J,1, 
: 	([só para os clientes; 
---~~-- 'S_· __ -- -- . 
AVA . 624 _CENTRO_ BELA VISTA.MIS 
/BRAJORI 
-JORNALISTA RESPONSÂVEL:Ivaldo Perei- 
ra. 
o ·entregador 
sua 
Colabore 
JORNAL, 
. ONDE 
SAGEM 
PESO. 
A SUA 
TEM 
da 
-BE- 
com 
do 
seu jornal pro­ 
curando quitar 
assinatura. 
Re·ceba-o 
bem. que o re. - 
s.ul tado virá em 
seu ?eneficio. 
----------~----- 
MAIS 
' 
--.------:.

1 
une i o na li s mo: Comi s sã o 
Formula Decreto 
CAMPO GRA!DE.-M'­ 
com reuni ao marcada 
p,ir" o 1,rí;xi ro d J a 1 
de dezembro,a Comi - 
ao Especial do Fun - 
cionalimo cri ±da pe­ 
lo Governo do Esta 
do, cJJncutlr~ J rT 
nuta do cJocrr•t.o - 
que regulamon' ará a 
I,c1 661, qur• tr,1ln 
da tranofPrúncJa dó~ 
:i •rvidorcn pí.iblico:; 
do quadro provi6 - 
rio para o quadro 
pormanontc. 
Em reunião 
mantida (03-12), na 
~ocrotnrin de A<lwi­ 
nistruçJo, os rcprc 
ncntunton desta co­ 
misafio oprcscnturnm 
nlgumnH propostas e 
e legaram urna subco - 
mi sã formada por 5 
1 ' 
<.;(,n )U!,tJ) 
tarqu 0+, r; o • 
da t,vrn4dor ta 
.cretaria d }!- 
mini trarco, {u 
nan prato 10 
dias deverá a;r - 
tentar o txto 
1,r<' J , 1 1 ri Ir d• ·, lc 
decreto que era 
fi ul; r< • ido ,i d l i - 
cuuu..io dd Coria - 
que se soauirao , 
uindv no ;rrn de 
do zc r" ro. 
A <' >:DCC lll ti - 
va é de que até 
o rr.e:; d" jnnr.:?i ro 
seja entregue ãs 
maon do <:;overna - 
dor do Fstado um 
_ ADVOGA]l))A§ _ 1 
llma da _§llva e Vera JL.1tinoco 
-causas clvel~ e _.cr.imlnals, trabalhls 
a, direito de-·famílla, terras, lnvenfá, 
los_ • • .:- • .• , . • 
ta Cai ±» E.(06) 439 
1290 _ BJEU Vlf§'Jr.A""M§.,., 
lo aoz para e1- 
quadrar o tu 
;,t. r, 1 ,o i,uvl:.-o 
permanente vai a 
i'• o cli a 31 d 
dezembro de 1.987, 
..,e, :.i'.L, 
L 
·Oração 
Querida tae Nossa Senhora Apa­ 
recida. Vós que nos guia todos o' 
dias,v6n que sois nnls beld d•• 
Mãer, a oucn cu ar.o con todo o cor,, 
ção,eu vos peço mais uma vez que 
me ajude alcançar esta qr çn por 
mais dura que ela seja sei que vós 
ne ajudará e mé acompanhará senpr 
até a hora da winha rortc.Ar.ér.. 
Rezar: lPai Nosso e 1 /vc Mo ria, 
Rezar três dias scquidos que al 
cançarã a graça. Publique três 
dias seguidos esta oração. 
REDE BELAVISTENSE 
DE JORNAIS LTDA. 
ESCRITORIO DE ADVOCACIA 
-DR.C.A.NAZARI 
BORGES 
causas civeis e çriminals rua: De· 
putado Mlaro Van Den Bosch 
284.F.439. 182.orxmmo à 
M 
Jornal Tritono to E 
JlrlâC.,,,..Jlllll,llilll- 
JnliOlJu .... 
JnliTr 
.,.,., ..... , .... 
Jornal de Me Jade (Antonio Me} 
GRÁFICA E EDITORA APA 
{V. TAS• 
IMPRESSOS EM CERAL • 
ll-/õ'RtSSOS A COR[S 
UMA EMPRESA DO GRUPO REDE BELAVl~SE DE JORNAIS 
Fone: 439 - 1410 
Rua da República, s/n? .. Bela Vis1a - MS 
,._ 
CURADOR 00 .MEIO AMBIENTE DE SIDROLANOIA 
PROPÔS ACÃO CONTRA A DESTILARIA RS 
CAMPO GRANDE-MS 
o Promotor de Jus­ 
tiça e Curador do 
Meio Ambiente da 
Comarca de Sidro - 
lãndia, Dr. Ulisses 
Duarte, deu entra­ 
da no último dfa 
primeiro, com uma 
Ar.ÃO DE RESPONSABI 
LÍDAbE CIVIL POR 
DANO CAUSADO AO 
MEIO AMBIENTE,con­ 
tra a Destilaria 
RS 5/A, instalada 
na Fazenda Santa 
MERCADO 
"ONDE COMPRAR SÉ TORNOU UM HÁBITO" 
onde o hábito de comprar fel cul­ 
tivado por todas as pessoas quo a • 
preclam o melhor: 
.............. 
- GENEROS ALIMENTTCIOS E1! GERAL· ARAME 
OVALADO, EELGA, MINEIRO, RÔUPAS,,FRUiAS, 
VERDURAS, LOUÇAS, ALt:MTNIOS, BEBIQAS, '11 
LHARES DE PRODUTOS DA P-IELHOR Qt'ALIOA- 
OE E OS MELHORES PREÇOS. 
, 
!C-~-,-- - • 
AV. PIJDQE: DE__~XIAS.~_E_ON_E: 251-1713 ... JARDIM - MS 
HiÜFi CRã 
AQ_UAR.10 
O ~ELBOR CHURRASCO DA REGIÃO 
'" li'l't ',I RV IMOS li VERDADEIRO ROOlZIO, ATENDIMENTO PERSO!iALIZADO !E8IDAS GEUDAS 
+RI » A 1AuLLA DA SUHAD-E O PONTO DE ENCONTRO D SC1DE CARAc DSt- Ex@ uwcRNEr • 
ct, .. c,■rl■■qullrlo- RODlZIO ~LETO: LINGUT~ , CUPIM, ALcÀm. 
111,.'  LOMBIHl«l, ETC,., 
•• ACOMPAIIAA .. • ARROZ, IMAIONESE, FAROFA, FEIJÃO • 
J 
- V I S I T E • N O S 
VISITE-:NOS 
Olinda, no Distr! 
to de Quebra co= 
co, Municlpio <le 
Sidrolindia. A U­ 
sina cm questão 
foi a responsável 
pelo vazamento de 
mais de um mi 
lhâo de litros 
<le r.aterial polu­ 
ente, causando a 
contaminação das 
ãauas do Rio Ca­ 
choeirão, e a con 
seguente morte de 
nilhares de pei - 
-xes. 
Na ação, o Dr 
Ulisses Dtlarte fi 
xa a indenizacão 
nécuniãria de 'czS 
ioa.000,00, e fi­ 
cando a usina 
ainda obricada a 
recuperar á situa 
ção anterior ao 
início da derrra­ 
dação do Rio· Ca­ 
choeirãQ, promoven­ 
do urgente~ente a 
criação de alevi­ 
nos das espécies 
existentes no rio 
mediante projeto 
a ser submetido 
ao INAMB, que 
juntamente com as 
cntidPdes preser - 
• APIIS AS REFEIÇOES AQUELE DEl. 1c19so 
vacionistas do Es 
tado, deverão fis 
calizar a sua exe 
cução, devendo ain 
da ser fixado um 
prazo para o iní 
cio das obras,sob 
pena de rnulta-diá 
ria pelo prazo, ba 
soado no art.14, 
inc,I da Lei 
6938/81, e na re 
nitência, suspensão 
das atividades con 
soante permite a­ 
r..esr.ü legislação 
citada. 
A Ação se tor 
nou possivel, ara­ 
ças aos laudos 
técnicos fornecido 
ocla SEMA/INNiB, 
mediante a deter­ 
r.inação do Secre­ 
tário do Meio Ar.­ 
biente e Diretor 
Geral do INAMB, 
fl),el Costa de Oli 
veira. Ressalte-se 
ainda que· o Dir 
tor Geral do· 
IN~-IB impôs rece_ 
temente uma multa 
de 1,600 UFER'l,S à 
Destilaria RS, pe 
lo vazancnto ·ae 
material poluente 
o nela sonegacão 
de'informações 
à fiacalizac5o do 
INAMB. • 
Por outro la­ 
do, os Dirctores 
do INAB Irão 
propor ao CECA,n 
reunião do próxir,o 
dia 12, a inter 
dicão dos traba 
!hÓs da referida 
us!na, uma vez 
que a resma já 
foi responsável 
oor virias r.Dr·­ 
tundados do Rio 
Cnohocirão 
------------- 
---------- 
----------

.I 
"l 
:: 
ll 
::, 
1 
GOVERNO 
Anistia 
BHA 1LIA LHN, A 
'llll'!ll11 fl ,·,tl rJ•­ 
crtada pelo govr 
no junto com a 
medidas de ajuste 
do Plano Cruzado 
r,iqni ficara extin - 
çao de 93,195 pro­ 
c009 relativos a 
UIton incritos 
na dívida ativa 
da uniao, ate 20 
t!P fovorctro dr-•,le• 
ano inferiores 
Cz$ 500, valor ori 
qinal não corrigi­ 
<lo. 
Estes débitos 
somam 0,7 por con 
to do total de " 
dél>iton em c<.Jbr.an­ 
ça judicial. li a- 
nistia abrangerá 
Lambóm 48,Jü4 pro­ 
censos rclalivon a 
d@bitos já consoli­ 
dadoo(corrigidon mo­ 
netariamente) nno 
supcriorco a Cz$ 
10 mil e que cor 
respondem a 0,22 - 
por cento do to - 
tal da dívida atJ 
DECRETA 
FiscaJ 
Golpe de 4 milhões de 
Dólares no BEMAT 
CUIJBl(EílN)-0 
Danco do Estado rle 
Mato Grosso (BLMNT) 
foi vítima· de um 
"rombo" de quatro 
milhões de dólares 
em operações frau­ 
dulentas de linhas 
de .crédito ·no ex­ 
terior além de o­ 
perações irregula - 
res de· importação 
e exportação. Ivo 
Matias Damas, che­ 
fe do departamento 
de câmbiô do BEMAT q/.fun 
.ciona na cidade 
de são Paulo. e 
José Macario , da. 
Silva, gerente de 
Câmbio da mesma a 
gência, sao até a 
gora os principais 
implicados. na frau 
de apurada pelo 
Banco· através da 
policia federal.Am­ 
bos estão forag~ - 
dos. • 
1•,1 • 1 
O anúncio do contabilizadas [e 
rombo foi fci to lo BEMAT e nao 
nesta capital pelo tinham o controle 
diretor de opera - do Banco Central~ 
ções de câmbio , afirmou Carrona. 
Douglas Carmona, ex o primeiro 
plicando que toda compromisso venci­ 
a documentação le- do, de um milhão 
vantada aponta o de dólares, já 
envolvimento dos foi honrado pelo 
dois funcionários BEMAT. A segunda 
desaparecidos. "No operação vence em 
dia cinco de aoos fevereiro, mas o 
to 'eles fizeram a diretor do Banco 
primeira operação acredita que até 
no valor de u~ lá o BEMAT terá 
milhão de dólares corseguido recupe- 
e no dia 13 do rar o dinheiro 
mesmo mês fizeram desviado,através de 
a segunda, na ordem ação da justiça 
de três m~lhÕes contra os implica 
de dólares, manipu dos. 	- 
lando linhas de - 
crédito através de 
agências de Bancos 
Brasileiros nos Es 
tados Unidos.As o- 
- - 
peraçoes . nao eram 
JORNAL, 
ONDE A 
MENSAGEM 
IS PESO. 
SUA 
TEM MA 
ANUNCIE EM JORNAL PARA FAZER o ANONCIO DEFINITl:VO 
Tudo aquilo que você 
ou na televisão pode ser 
Em ilustrações, fotos 
No jornal você tem 
alvo num momento em que 
psicológicamente aberto a 
possua algum interesse. 
diz em 30 secundos no rádio 
melhor explicadÕ no jornal. 
e palavras. 
espaço e pega o seu públi:o 
ele possui tempo livre, e esta 
todas as informações pelas quais 
EfJ: 
Sta. Cecília 
+I€IA 
•• DIAGNÓSTICO DE CRAV.E7 
ESTACÇÃO, AVALIAÇÃO FETAL, SI1A216371€0 
LOGIA DO FlGADO, VESÍCULA 
?t.]í - 
' l 
•• PHEFARO _ !X' (A} ?lCim~ - 
l- Gravidez até o 32 nê: trr G:8 copos d'á e.} !o:. 
cxne, para ncher a bexu. 
2- GINECOLOGIA: toar Ir.) litro d'gu, !{) ho:z 0te:.o e2,p. 
a encher a exiga. 
Na véspera· metiic:içâo- Dulcoln;: l co. /:.±c., ?4o:, nso 
ex2..3. 0BS.: Os casos ungcnes poderão cr fe!u: sen p:·par. 
3- !·EICINA INi':êJlr:/: 
Fig«do : ffu l? horas ·r.tes do 3::::.. 
Vesiculz. 2!l1ar:je'g aboluo por ?2 ::c g.e3 
vir 3li».r.os gordurosos n últa refetç?4 
2n1z:: do 
e ·as a N O 
li 
OS nUNS 
A CASA 
' a 
HÁBITOS DEVEl-1 SER 
OP'c.RECE 
CULTIVADOS 
HÁ 
:, 
.... 
CRI STA IS , BR Ii-lQUEDOS APARELHOS 'DE SOíi , 
LOUÇAS E UflA INFINIDADE DE ARTIGOS DA f!ELHOR QUALICA­ 
DE - 
NESTE NATAL. VISITE A CASA NOVA E COi1?ROVE 
PREÇOS, QUALIDADE E ATENDii-lEtHO 
ASA_ AVA: RUA SEAST1 Ão CRISPIM 
TELEFONE 439 - 1304 
BELA VISTA - RATO GROSSO DO SUL 
DO Rco. 244

' .,. 
OPINI 
O CORPORATIVISMO 
REJEITADO NAS URNAS 
lei<óe to zti 
t:'rto oficial 
r, ond1d 
" 
tardo os reios dos profesore. Aqui cave 
real'ar que a rali tio pretere der ao 
nível to perfil de cada u dos candidato,eus de 
empenhos Individuls, suu cara@reristieas penso 
ni, lulaos que stuus prt!culridas pouco ln 
trfriram no r, saltado finnl. O qu importa é 
que ne:hu dos candidatos vinculados a categoria' 
do mistério corpuiu adeo uf!ciente para e- 
.A::slm, <'Ili um primeiro monto,observa-­ 
que o total de votos obtidos pelos trs candi­ 
ditos atiniu a citra de 12,924., Considerando-se 
que o total e carpos ocupados emn novembro, pelo' 
pessoal do r,ruµo do magistério na reae estadual ' 
d<' !~11lo Gro!".:;o do Sul é de 13.704,t m-5<' u,n nÚn.('.'.. 
ro de votos inferior aos nurros de curr,o:J. Se n 
esses nreros for so,nndo o <'fCLlvo d:u; lffi<'!J mun_!. 
clpuls do Estado, essa clifcr-enc;u toma-~e bem ma­ 
is uce'1Lunda. Dni, é lÍclto eon::lulr que mesmo al 
uns professores no votaram em seus cnndidatos . 
Por cxt nsi.io,podc--::e inferir que a penetração des 
tas cnndidaturs na sociNl::idc foi sensivelmente ' 
bruxa. 
Ora, aqui se coloca ua indagaçao cuja 
1 
resposta deve ser detidamente c-studoda. Será que 
os cnndidatos, ao scn:,m ioentiflcarlos COMO 1-epre­ 
scntant<'S da categoria do mu;::istério,não teria~ ' 
sido "oul'irnodos" por esse proprio fato junto ao e 
lcitor:;do geral ? Será que coco defensores possi­ 
veis de un Ünir-o grupamento profissional, eles n 
teriam estreitado o es;--;;,-;o de ..polos necessários' 
a uma candidatura deste porte? sra que distantes 
da mllltância de ponta, lslo é, da escola,na sala 
de oula,voltarJos que estiveram as outras ativida­ 
des e n3.o o r.1ngistério profJn.d,unenll: dito,estes' 
canaidatos carprnmetera:n a sua própria identidade 
enquanto rcprt.•scntantes da categoria? 
Jr:àependente:;)Jnle das respostas,um fato 
r,aicc • lrn•futáwl e mcn:ee todu a ul,m,;ão.0s ru­ 
mos do movimento da eatr-goria so!n!rum um desvio 
de !'Ola considerável se levanoos em conta a per-­ 
fonnance do 1novimento do magistério . até 1982 e 
seu desenvolvimento posterior. Sem duvida,o cami­ 
nho do rrovirnento indica o estreitanento corJl1orati 
vista err. que se colocaram os profossores.E esta­ 
opçdo exclusiva."nente corporat!v!sta é, certamen­ 
te, o fator responsável pelo divÓ:-<:ill c'ntre o ma­ 
gistério e a sociedade. Por conseq~ncla,tem-se o 
isolarcnto do movimento da categoria e a par dis­ 
so o esvaziamento pol Ítico de suas instituic;Ões• 
representativas,no caso, as associações e federa­ 
ções de professores. 
É importanté,assim, que se compan,m es­ 
tas duas f;!Ses do mcvlmento da categoria do ma - 
gistério. Dessa foma, podemos tomará greve do 
final de l. 981 cerno um indicador al ta.'l!Cnte repre­ 
stntativo. Na época,a solidariedade dos diversos' 
seg;nentos sociais,bcm cerno dos alunos e pais de a 
lunos,sustentava-se na percepção de que era preci 
so intervir na Educação e uma das vias que se a - 
presentava coo plausivel era justamente a valori 
zação da carreira do magistério. Portanto, a valo 
ri:!ação da carreira não significava um fim em si 
mesma ,mas um mecanismo através do qual a socieda 
de procurava intervir na Educação, área por exce­ 
lência sensível a um projeto de mudança social, tão 
aspirado pelo conjunto da sociedade. 
Entretanto, a partir de 1.983 pÔde-se 
1 
perceber que as reivindicações da categoria não 
conseguiram ultrapassar os limites da obtenção• 
das vantagens pessoais; a par tit algumas conquis.'.. 
tas parciais não houve al tcrações de significado 
na chamada qualidade do ensino.o compromisso com' 
a competência profissional,não raro.passou ao lar 
go das aspirações do movimento. Desse modo, a ca­ 
da nova etapa de negociações e/ou greves.perdia - 
se gradativa'l!Cnte a adesão,o apoio, a solidOfieda 
de dos demais segmentos, forjando-se o isolamento' 
que se tem . agora. 
Não é de surpreender,pois, que ao serem 
lançados candidatos da categoria, indicados em as 
O/D 
r,r.,l l lr-v: 
coe em 15 
inclu ivc ~ ri;-lns p ,r 
al amente positivo qu 
de ao equivoco 
LmpGo e Imprio 
mos ,no ent ido 
ze de asepurar a efetiva 
mentos no mnovimnto mais nplo de recontruaro da 
democracia brasileira. 
(PAULO EDUARUO CAERA! Sc1ó1o7o 
JOGADAZINHA ftROILOSA, 
# 
CANDIOA E RISIVEL 
PLÍNIO CORR~/1 DE OLIVEIRA 
Ten.'10 lido, aqui e acolá, dr.clar;;çê,,s • 
de fazendeiros dr relevo l!TI sua classe.o::; c,ual:3 
mostrando-se embora contrários i, desapropr:ação, 
por preço vil, de terras já adequad=i·ntk ::,;n-cv('_!. 
tadas par:,. a lavoura ou a pecu-íria,sr- m;:;nifest<'lll 
entretanto genérica".lentl? favoráveis à reforma a - 
grária. 
Contradlcão? ão-respondem e les. E expli 
cam que preferem d,!signar coc"lO reforma agrária • 
tão só a implantação coo;,ulsÓria do regime de pe­ 
quenos assenta'TICntos 1'1~ terra!: ociç-s~,qir.r per - 
tençam estas à particulares quer o iocer PÚbl ico, 
Quas(• tudo, nesta atitud"::,causa-1::~ E-s - 
tran!wza. 
"Reforma .Agrária" é designação cujo seE! 
tido se veio definindc com pr-ccisão na lingÚagem' 
corrente,a partir dos remotos anos 60,nos quais ' 
teve inicio,em escala naclonal,a batalha ideolÓgi 
• 	1 - 
ca e politica ,a qual vai alcM~ando em nossos d.!_ 
as o seu auge. 
Para o "hancm da .rua", "reforma agr3 - 
ria" designa hoje a imensa transformação da estru 
tura sócio-econômica mediante a qual a lavoura ; 
a pecuária pass= do siste~a de coexistência fa - 
cultativa e promiscua de grandes, médias e peque­ 
nas propriedades,para um sistema novo.mercê do 
qual o 'ager" brasileiro ficaria transfow.ado e:::i 
U'lla imensa e uniforme rede de "assentair.entos" ,e~ 
jos lotes de dimensões familiares seriam trabalha 
dos diretamente pelas fami lias "assentadas" ,ou em 
regime de trabalho comunit;rio e autogestionário, 
sob a direção superior de cooperativas geridas pe 
lo Estado. Kolkhoses? Pouco mais ou menos ... 
Essa tot.a,i modificação de estrutura ob­ 
ter-se-ia- está sendo obtida!- mediante decretos' 
do Executfvo e o pagamento,ao' proprietário expro­ 
priado,de uma idenização a preço vil. Um confisco 
pois. E, em consequência, um grave atentado ao cJ! 
reito de propriedade. 
Isto é, repito, o que o .'hae da rua" 
entende atualmente por refornia agrária. 
Ora, ccrn a. linguagem de um povo se de o 
mesmo do que ccrn os seus costunes. U:na e outra' 
coisa nasce espontâneanente,organica-nente,vital - 
mente,de circ-unstãncias profundainente inviscera­ 
das na realidade. E inútil é tentar nodificá-las' 
pela pressão aroitrária de una minoria. Ou por de 
ereto governamental . Por exemplo, a palavra "ea 
sa" tem na linguagem ccxnum seu sentido perfeita - 
mente definido. E será vão q/ trna minoria de poli 
ticos ou de mandarins da gra'!lática queira alterá= 
lo,decretando que ela passe a se ch=ar ,de trás' 
para diante, de "asac" .OU que ela passe a desig­ 
nar·tão exclusivamente as lojas ("Casa Souza", "Ca 
sa" Mendes etc.) e não mais os edificios destinã 
C"Ui,t.f"l 1, r-: 
com Gs t • i 
ar como contraditor1o,pois 
do favorável i reforma 
doir : worer! :::::: (• r.;;;nc .. • 
o ui.sto de ereza e de candura,que náo ' 
hav.a cansa';o na su t 'uds.PO!s 1s tl 
nha tbric. to ara e!or gréria" u s!pn!fI 
cado rovo, «!: reto," uhreria to ó 
a cxproriaiio e te:te 'i' 
!:., crú1• e,i 
char a boa +o ao- ". 
Coo e a et u.' r. cs diflo.l 
dt•sP:"~!"i-."".r.r.a.r o lclÇo.c r . .c..,, t + i e e - 
ses bonachões de fachada no ir .o. or,4.o-­ 
sos fr...bricant<>" d'! ar,pur;as ... •,-, ,-.:.... C;.;:;;.:, e 
coo se o povo b.si!iro fosse bolo, ponto d' 
se deixar laçar por tão irgénuo ar<il!. 
Os neo-agro-reformistas que vão surgindo, 
aqui e cola,nada lucra ... ,pois,ccc:. o u-~o dr !:un ' 
p<:<:uena tr.rpa, e p,:,lo cor;Lrario,COC da pc!"L n. 
Com efeito,aos olhos do rsil não ru­ 
ral.a gr-ir1de ro.rça mor·ü da c);J!,;SP '100 razt•ndn1- 
rc., consisu.- ra idon-:ioa::e <· r.a S"ried-Jo•:: de::;v•s 
Se eles se presta a serem apanhados 'com a boco 
na botiJ:i'' a fazer u::;o de tal arc!il,c!e:itro em 
pouco as esquerdas tero voltados contra eles e 
a rr.ais terdvel das aro.as prop~.gand.Íotic.?-3 qu"! é 
a do rid.Ículo.E nao havera o que lhes pense ' 
esse p.rejuÍZo. 
Cocno ;,;:nigo ela cl;:s,, rural ,na <;·Jal V(cjo 
a maior .reserva moral deste obre país e:, que as 
reservas mora!s são cad.'.l dia :r.ais r;,r; . .:-: ,.. -rai/3 ' 
débeis,!'ica aqui u::: apelo para quE: ncss:, l'..>·10•·:·a 
não se deixe seduzir por esta inconsistente jo;-r.­ 
dazinha. Ninha condição de ?residen ,, do Conse­ 
lho Nacional àa Sociedade Brasileira de Defesa ' 
da Tradição, Fa"TI111a e Propriedade 
(TFP) :ne da um nobre titulo para faze!·;_. ;:.etG' 
,migos ;,rooutores rurais este apelo,pois que há• 
25 anos que a TFP ve lutando-sem. o menor inte - 
resse para si ,car.o i:e~o:llmente para mi::-..-contra 
a refonu a_v-ária scci a! ista e confisc:::tÓria. 
?LÍ::IO CC?RÊA ?:!L OLlYEI?..A -78-É 
Professor da Por:íficia Urivrsidade ' 
Católica de S Paulo Ex-Deputado 
Constituinte (1.934) e ?ensacar CccÓlico 
Tradicionalista - 
t e 	e . . 
♦
• . 
• 
* 
* .. 
. 
-li 
* . 
• .. 
.. 
♦. 
* .. 
• 
* 
A?:m:cro DEFTIU?IVO - 
Tudo aquilo que você diz eê-: 
30 segundos no rádio ou na tele! 
visão pode ser ::ielhor explicado-: 
no jornal. 	: 
Em ilustrações. foros e pala- 
vras. 	• 
: No jornal você tem espa;o e: 
: pega o seu público alvo nu~ ~o-: 
: mento em que ele pcssui tenpo l!: 
• vre e está psicolÓgic=ente ab~~ • 
! to à todas as infor1"acões . ! 
~ 	:

EBRO 
Fica rplutrado,a 
qul nrr,to c.oluri,,,o•, vo •• 
tos de Incros por;bén 
no proprl r· t /,, J o do f'r,r,.J - 
P,.U1'! 5'),v<i IJ,~~,ft, .. n.Ío,J,do 
trnl1:ilho,r,:,i;r-ifÍr.-Jo " 
mut ta dedleação. Ramino , 
pesar das ncompreen;ó­ 
es, procura nt.c-ndcr r, 
wa clknL<'ln, 
Faltando carne de 
vncn, ele ac.lqu.ir1u n" lo 
de 50 ovelhas e coan 1sto 
nÕo deixou do atendar o 
povo belavistene, obre 
tudo as dezenas e deze - 
nru:i do clientes, 1'>,'.II'a - 
b(Íns. 
.AL'fliHU'll'IVlS 
O neBÓcio é eote, e 
buscar al temativas e ' 
ra teor produzir. 
' prc1o,,hoje dia, 
uar apu lo faroa 
''Iinaçiro criadora" . 
Y. bpta i inço ris - 
l'IO • 
FALTA• CAI ... M5 
ão 5o cri 
JÁ ~ F.STJiW)i6 
-------- 
PEDRE 
- 
direrto,f1caa r!ntr: 
pura suas coar de No 
tal procure a CK.A 11/JV/, 
COPALAH e VITOíl CU..'.rU: - 
ÇÕf:êJ. Art1g,c3 d<: prlr,e1- 
ra. 
Poiu é, p pov:io ' 
procura a carne de vaca 
{dP hoi, lvlI'(I, 	O Pcdretrã hoje v1- 
enfim,carne) e nio a cn rou propagandista,mas os 
contra, maus lá n aur- amigos das lojas acima ci 
rascar1.a do GatÍcllo, to - tadas merecem. Visitem e 
dO'J or; dlro,é oferecido ccrnprovem. 
aque te churc•a:::co. M.I la - 
grc? r.fão,ocontcce que• 
o C.:.ÚCho tE:m as suas va 
qulnho.3 e não deixo por 
roono::i , churrasco de Pr:1c 
roolra, A churrascaria ' 
fica o.o lado da Rodo - 
v1ár1a. 
JmA 10 
Para o meu omigo ' 
PAULO, que não é npenos 
bw-beiro,mos um artista 
é só chegar lá no SDJ.ao 
Del .. Rey que ,.., 
O.RTODONTIA 
••• CORREÇÃO DA HÃ POSICÃ9 DElffÃRIA ••• 
-DR, lNJVAL GOMES DOS REIS - CRO 976 
DR, ·PEDRO KUROISHI CRO 1027 
JoÃo 
. 
RUA ANTONIO SEM NUMERO 
FONE: 439 - 1059 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL - 
RUA 13 DE MAIO 2085 
FONE: 624 - 7100 
J CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL - 
r -.t. 
ruwçi 
e, i,roj ·:, • .. ti, e 
pleno nino, a Fun 
d: ão lereflcnte 
CU I ur-al Caa da Cri. 
ça era uma ralidar 
É= 1n1c1o.t1va do ' 
st.'11 jcm:.il 'fRlLU:_-!/ D, 
ffiO: .JTE iHA, 
seus diretores,com o ' 
auxílio da Prefeitura' 
Municipal,Rotary Ciub, 
S1ncilcuto Rural e dl - 
versas crr.prel:Ul.!l de no.::_ 
so Estado,entre elas a 
VIação Cruzeiro do Sul 
Verdade que mui ta gen­ 
te está sol1c1tondo q/ 
ao invés de e reche se­ 
ja feita l»M M1n1-Esc~ 
la Prof1ss1onal1zante, 
para cursos técnicos ' 
{fonnação de mão-de o­ 
bra especializada) .Ne­ 
gócio seguinte,a Funda 
ção será criada(os es­ 
tatutos já foram enca­ 
minhados para. publica­ 
ção no Diário Oficial) 
Será construida a sede 
com salão para corsos, 
salas de aulas,e depo­ 
is de "pronto e vrsí - 
VEL" , vamos ver cerno e 
que fica, O negÓcio é 
CONSTRUIR. 
nJII[ 
lcJC,­ 
o PL 
do- ele t., 
CÚv1' 
E1IçÃO 
Já que estes 
do m elelçio,internos 
t']U'.) LUIZ CAR!O EL, 
riu a prestdnc!a # 
fiotúry Cluh <1!' t, 1u Vio­ 
ta. Força e fé,coa trab 
lho Ludo •. p.-,c=:Í V" l. 
LLETAS 
-010C0 Q7A GUMA '1- 
( 
leane 
: 
RUA: 
•••• 
N, A 
TV 
G:LADE J°RAS, 
C0i1PLETA 
- A 
A 
' 
2. 
518 
.EAHE 
DE 
OVEIS 
Oll VEIRA 
CORES. 
FOGOES, 
PARA o 
PREÇO DE 
ARY 
27T0 E BACO. 
COLCHOES. MOBILIA 
SEU 
PAPAI 
COELHO 
CEP: 
LAR, 
l10El 
DE 0LI VELA 
79,240 
- 
Verdaa cu' rui'a .y:: 
te não go:::tou c.!o /' r V) • 
cesso de abertura Pr@ 
fe1 to can o Jor:-1Lu <' v1.. 
ce versa. Cansamos de fz 
lar e eccrevor DE!,lCCRA :... 
CIA, para nós, é voro í 
der polÍ t1co é o que tem 
votos, o Prefeito provou 
na URN.AS,por duas vezes, 
que tem votos : por isto 
passamos a adirá-lo. 
Quanto a simpatias pessg 
ais,se ele õ gosta deste 
ou daquele repÓrter,isto 
é prblena dele,afind ' 
de contas ninguém quer o 
. sorriso permaner.te, do ' 
Prefeito .. o que nos e o 
povo almejamos é U'lla boa 
administração.E é muito' 
• ban leirbrar: nem sempre' 
aquele que vive batendo' 
em suas costas é a,nigo ' 
de conf1ança,âs vezes 02 
tepinhas representam, na 
verdade, punhal adas. 
C'.IÍIES 
!UOOmlf __ ::-.:1 __ ;:!· 
UDtffl 
E o Deputado Ari' 
Piq0 podera ser o Presi 
dente da Asseubléia Leé. 
qfslativa,o seu nome e 
t:í I u I to cotado.E Lon •• 
dres Machado pcdrã as­ 
sur• ir 111•,;i Secretar i d ' 
ro ';cvcrnu do l!Jrccln ' 
Miranda. 
Tribuna da Fronteiro 
não precisa provar nada, 
afinal estanos ingressa 
do no 15° ano de circula 
ção e... sem pr.po.Aconte­ 
ce que a relação publica 
da na eóiçâo anterior, a 
respeito de prefei turáV!:_ 
.1s e cancildates a candi­ 
datos à vereador,despel'­ 
tou ITn.Jitos ciúmes.Não e2, 
crevemos para agradar ' 
runguéÍn,r.osso canpranis­ 
so é can a informação , 
é com o jornalismo hones 
• to e ·responsável e l'll.JN:A 
tememos escrever o a/pen 
sernos,evidente que para 
r 
E nau, rod. zu 
da o a!o d1sse. 
--Olh:i,é r,llli to 11'!dhrn 
1 
e tem mn1s penetroç?.o , 
nunclar- no::i jomaJ.o ci. 
capital,sej:i no D1ório• 
da Serra ou no correio'. 
do Estado,circular em ' 
• todo o Mato Grosso do. 
Sul. 
Olhei para o distintc, 
e argunentei. 
-Mas os jornais loc.~ 
is c1rcul.ta rr.ai s em Be- , 
la Vista;aqu1 f;l. prepor-' 
r,ã~ é 10 e por 1. 
tão adiantou nda, 
distinto manteve a sua' 
opinião. 
Dias depois encontrei 
o moço e qual não foi' 
a minha surpresa.Disse' 
ele: ' 
-Olha sou candldado à 
vereac!õr e conto com o 
ãpoio da T.da Fronteira 
faremos um contrato de
1 
pu c a e, .. 
Nao sei se o cara fa , 
lou serio 011 se estava ' 
brincando,mas frisou: 
-Pô, voces fizeram pro 
paganda p/o 0rro(Foi o 
·mais votado);p/o Bacha( 
foi eleito);p/o Moka(va· 
entrar);p/o Dede(aqui ' 
foi o mais votado). p/ • 
Saulo(foi eleito);para 
Marcelo(fof eleito);que 
dizer.a TF sõzinha pode' 
não eleger ninguém.mas ' 
que ajuda,ajuda,0ei uma' 
olhadinha p/o~moço,um ' 
sorriso maroto e lasque, 
t'.,pois e,os jornais 1 
cais e as rãd1os ajuda? 
·um pouco. 
» , 
LUso COMERCIAL L.TDA 
_ AGRO· PECUÁRIA LUSO. LTDA ·- LUSO COMÉRCIO· 
. , . 	, . 	. . 	. . 
E INDUSTRIA DE .MADEIRAS.SECAGE·M E ARMAZENA_ 
MÉNT0. COMPRA-E VENDA DE GADO. MADEIRA . COMERCIALIZAÇÃO_ 
Bons Negócios:Lucros Certos.Produtividade 
» 	» 	+ 	• • 
·.RUA DUDUE IJE CAXIAS SN _GUIA LOPES DA LAGUNA _ FONE 
/' ~~ 251.1055 PARA RECADDS:·A. R/SPEITO DE COMPRA 
E VENDA· BE GADO f URGENTE]. TRATAR PELO TE_ . 
.. 
. 
LEFONE, 251.1364 
. ' .

CIMIRI MUNICIPAL DE 8. VIST 
1 t J 1 • l ro )ri o1vi, O 
rio na furrt repontai [ ra q 
Ja encaminhado expediente ao Ilo sr.Dr.Ar 
naIdo rra,D Diretor do DER'JL, rol t - 
t ando o ,trolamento da rotov a N To, 
Vend -se e s 
[E[p /[[',)} [[, [f,/[M[ft) [[, ]9/4t lista 
MARCELINO CMIO D.ACIOLI Ver. 
AUTOR:Ver .Marcelino Cãssio D.A - 
cio li 
Requeiro a mesa ouvido 
o plenário na forra regimental, 
para que seja encaminhado expe­ 
diente ao Ilrno flr.Dr,/i:-n,,ldo 
serra,DD Diretor do DERSUL,oli 
citando patrolamento da Rodovia 
ela Vista/Caracol. 
ELA VISTA,OJ DE DEZIRO DE 
1986. 	• 
MARCELINO C,D.ACIOLt, -Vor0ndor 
AUTOR: Ver.Marcelino Cãssio b.A­ 
cioli 
Requeiro a mesa ouvido o 
plen5rio na forma rcgin~ntnl,pa­ 
ra que seja endereçado expedien­ 
te ao r:xmo Sr.Prefeito Municipal 
solicitando a colocação de que - 
bra-mola na Rua Conde de Porto 
Alegre em frente a residência do 
Sr, Joaquim de Jesus. 
SALA DAS SESSÕES,03 OE Df.ZEMBRO 
DC 1986. 
JUSTIFICATIVA • 
Tal reivindicacão se faz 
necessãria,pois a falta de que­ 
bra-mola cm tal local faz com 
que os veiculos .alcancem maior 
velocidade no trecho,prejudican­ 
o dono do Posto de Gasolina são 
Cristovão,que rr.uitas ,vezes tem­ 
sua bomba de gasolina quebrada. 
MARCELINO C.B. Acioli -Vereador 
AUTOR:Ver.Marcelino Cássio B.A - 
cioli 
Indico a mesa ouvido o 
plenário na forma regimental,dis 
pensadas as formalidades,para - 
que seja encaminhado expediente 
ao txmo.sr. Prefeito Municipal, 
reiterando o Req. n? 108/86,s0li 
cita tar.oar boca de lobo da Ruã 
Conde de-Porto Alegre esquina 
com Marechal Deodoro. 
BELA VISTA,03 DE DEZEMBRO DE 
1986. 
MARCELINO 'C,B.Acioli -Ver. 
'PORTARIA N9 00 3/86 
A voz da nossa gente 
é a voz do PMDB. 
A vitória do PMDB em Mato 
Grosso do Sul e no Brasil prova a 
confiança do povo num governo 
voltado para as grandes causas. 
A renovação política, 
a democracia cm pleno 
vigor garantem a força deste 
partido. Um novo Brasil, 
melhor, mais humano com 
oportunidades para todos. Você é 
povo. Você é Brasil. Você é PMDB 
porque todos nós falamos, 
hoje mais do que nunca, a mesma 
linguagem de progresso, 
d envolvimento na construção de 
um Estado, de um Pai, orgulho 
desta e das futuras gerações. 
Vamos todos, vamos junto com fé, 
esperança e muito trabalho 
construir nossos sonhos porque a 
realidade é a nossa vida. 
O brigado meu povo, 
obrigado Campo Grande, 
obrigado Mato Grosso do 
Sul. 
//, 
/ . .. ' . 
1 - 	·' 
a tas« 
ar 
RAMEZTEBET 
1" 11' ti 1 l VMS 
ANTONIO SILVEIRA XA - 
VIER, Presidente da Câmara Munici 	,r 
pal de Bela Vista, Estado de Ma= • ~ • -'· 
to Grosso do Sul,no uso de ·sÍias • • • 
atribuições legais: • 	ts, 
.. 
. • RESOLVE: 
• 
Tendo er vista ao i 
nicio do RECESSO nesta da ta 
altera o horári9 de funciona 
rnento da Ciimarn Municipal, p~ 
, 
FUNCIONA NV O EM,_ NOVAS E MO.DER« 
NAS INSTAUL AÇÕES: ÁLCOOL, DIESEL, 1 
GASOLINA, L AVAGEM DE CARROS G 
Rua Barão .do Ladário SN 
Telefon:e: 439 .1025 
' 	. . 
Bela Vista.MS

PREFEITURA MUNICI­ 
PAL DE BELA VISTA 
1(RI0 !9 146/18-G40II e1 ofício tiro 
II O PREf II6 (Hf; (64 bI +brado, 10 crt, 
«o!1tf0 f 190 	' 
d» vlstta psrl couh, 
mi] ades!vos ir'erns 2 
r,OJ"I' , 1 p) von ex­ 
tenros rdeg 2 core, 
100 blocos de recados F., 
1/16 2 cores e 0 blocos 
rJn cnrta ofício ti• ,t,r....J.lo 
2 cores. Pror stas eta: 
apresentadas med1an.o 
carta Corv1 e 1As 
O'Jl/8!;, <Y'J2/Uú 0 093/86, 
pels firmas GRÁFICA PA­ 
PElAHIA E EDITORA BELA 
VISTA L'IDA; GílÁFJCA MIL 
'rIPOS LTDA; e GRAFSCREEN 
EOI'fOflA L'l1>1, a primeira 
can sede em Oela Vis-­ 
ta-MS, e as outras duas 
cem cede em Capo Gran­ 
tle--MS. Dando • 1nÍc1o à 
O Prefeito Municipal 
de Bela Vi,ta,Estado de 
ato Gro$o do Sul,no uso 
das atribuiçoes que lhe 
confere o item I,do arti­ 
go 120,da lei complemnen - 
tar n9 7 de 20 de nove - 
bro de 1981 ,e terido • c111 
vista o que consta da le­ 
tra C,§ 19, do artigo 134 
da mesma lei, 
DLCRLIA: 
"Dispõe sobre fe - 
riado municipal no dia 
07/11/86." 
nicipal de Bela Vista, 
Estado de Mato Grosso do t 
Sul, no uso de suas a­ 
tribuições legais e nos 
termos do Artigo 120 da 
Lei Complementar N 07 
de 20 de Novembro de 
1981. 
DEX:RETA: 
Artigo 12- Fe-· 
riado Municipal no dia 
07 do -corrente mês, A 
PARTIR DAS 12 HS, em 
consequência da visita 
do Excelentíssimo Senhor· 
Governador do Estado, 
Dr. RAMEZ TEBET. 
Artigo 2° 
ste Decreto entrará em 
igor na data de sua pu­ 
licação, revogadas as 
disposições em contrá­ 
rio. 
Artigo lQ)-Fica dis­ 
pensado de Licitaçao as 
compras e serviços prcs- 
• tados a serem ofotuadas 
na Firma Mecânica e Tor - 
nearia Snrtori, é a ni­ 
cano municTplo no ramo 
de acessórios do peças , 
recuperação de rodantes, 
trocas de pinos e buchas 
de esteiras,tornoaria com 
plota para tratores agrí-= 
colas e industriais. 
Artigo 29)-Este De - 
ereto entrara em vigor na 
data de sua publicação, leitura das propostas, a 
revogadas as disposições canissao iniciou estudo 
em contrãrio. de Viabilidade das mes- 
ABRAAO ARMOA ZACARIAS-Pro mas. ApÓs o julgamento 
feito Municipal.'. das proposL'.ls, foi con- 
siderada vencedora a 
Carta Convite N 091/86 
DECRETO NQ 0148/86-GAB INE apresentada pela fi 
1 
TE DO eREFEffo·EM· 06 DE - 	nna 
NOVEMBRO DE. 1986 GRAFICA PAPELARIA E EDI- 
TORA BE.LA VISTA LTDA., 
por entender a canissão 
que o·preço apresentado 
era o melhor. Recebendo 
O Prefeito Mu- visto de todos presen­ 
tes, encaminhou-se a 
proposta vencedora para 
posterior harologação 
pelo Chefe do Poder Exe­ 
cutivo Municipal. 
Nada mais havendo a tra­ 
tar, foi encerrada a 
reunião sendo lavrada a 
presente Ata· que vai por 
todos assinada. SIDNEY 
M, MASCARENHAS - JANETE 
FESTI - EDGAR PINHEIRO. 
HCM)LCCAÇÃO • 
Hanologo em 
todos os tennos a Lici­ 
tação ·referente a Ata 
N3O/86, que trata das 
canpras de 100O capas 
processo couchecot, 200O 
envelopes Ofício Branco 
Timbrado, 100O cartes 
de-visità papel couche, 
1000 adesivos intemos 2 
cores, 100 adesivos ex­ 
temos grandes 2 ·cores, 
100 blocos de recado F. 
1/16 2 cores e 50 blocos 
de cartas. OfÍcio Timbra- 
Bela 
/Novembro/86. 
Vista, 
'ATA N2 030/86 
ATA PARA JULGAMENrO DE 
CARTAS CONVITE 
092/86 e 093/86 
reunião, fora'!l abertos 
os envelopes e feita 
listagem dos mesmos por 
todos presentes. Feita a 
do 2 cores .. 
Bela 
ll/NOV/86. 
ABRAÃO ARMA ZACARIAS 
Prefeito M.Inicipal 
ANUNCIE E JORNAL PARA FA 
ZERO AN□NCIO DEFINITIVO 
Vista-MS, 
Foi ma sede do 
lube a reun ao dos ro- 
arianos cor suas res - 
tgctivas esposa.Preser 
,1 de Ia'do,Raha),a - 
chi :,o,1 aroldo,
1!uranr, ,, 
r unaodo,Ri:! ina Ido, lvar,, 
r vf lásio ,Craul io,Bazano, 
í!osill ino,11lnue1 ,Gdribal 
di,Roberval,Vitor,Sulei 
ran. 
SCfll10RIS 
------ 
Estiveram presen­ 
tes,llaruce,Azalia,He - 
pher,Graça,Elpidit,' 
Heith,Diva,Yoland,Este 
la,Annanda. - 
DESTAt;UC 
.Aoivers5rio d1 
Hepher esposa do Fcr - 
nando, que serviu ur f 
1 íctoso bolo aos prescn 
tes. Depois da reunião 
uma esticada a tê II re­ 
sidência do casal,fu - 
cha ndo a noite cor um 
alegre e descontraido 
bate papo. A Hepher vo­ 
tos de feliz aniversã - 
rio. 
ANIVEP.SÃRIO 
Com a presença de 
muitos convidados foi 
comemorado mais em ano 
de vida da fofa Ana Ca-' 
rolina,filha do casal 
·Gã"o e Tati. 
A FESTitlHÁ 
Foi no dia 3 pp. 
em sua aconchecante re­ 
sidência.onde foram ser 
vidos deliciosos salga­ 
dinhos muito refrigera~· 
te e gostoso bolo. - 
f, COR PREDOMINANTE 
Foi rosa e branco 
e o bom gosto da decora 
ção da mesa de doces,os 
balões e.lembranci~has 
foi a sensação da peti­ 
zada'. 
NODIA4pp.· 
Comemorou· seu 29 
aninho de vida a fo 
finha 11arie1 i Velas-: 
~~cz. Festejou a da­ 
ta con uma aoradã - 
vel festinha que con 
tou com a presença - 
de amiguinhos e fami 
liares. 
RAIIAL ASSUME 
. Aos dois dias 
do mês de Outubro do ano 
de Mil Novecentos e Oi- _ Tudo aquilo que vo 
tenta e Seis, às 10 ce diz em 30 segundos nõ 
(dez) horas, reuniu-se radio ou na televisão po· 
nesta Pre.feitura Munici- [de ser melhor explicado 
pal, a canissão r.uúci- no jornal. , 
Em il us traçõés, fo -• 
pal de Licitação, ca- , .tos e palavras. • 
posta pelos Srs Dr. SID-- No .. jorna 1 você tem- 
MCM'EIRO MASCARE- [espaçd e pega 0, seu.: 
, Presidente; JANETE [publico alvo num moliten­ 
I, Membro; e EDGAR o em que ele possui 
empo livre, e estã psi 
' Membro, para olÕgicamente aberto a - 
r, visitar e Jul- odas as infonnações pe- 
as propostas das as quais possua algum 
de lCXJO capas de nteresso. 
sso papel 
------------- 
•e is!ifl L 
--.::!::. - 
ti ro 
;-..tr1' .!? 
Pe. Berto te 
dendénc! s 
ry Club a pedido do 
novo residente ah4 • 
[ o epresar 
EL IAS AREOSA vtajando 
novamente, desta f +> 
p,J ri! S,HI til Catar ir ,J , 
depois .... depoís o 
,o Elias selecionará 
outros locais e conti 
nua rã a fazer turis - 
,,:e. (11 rcrecc. Fia - 
gr'ante o Sr. Elias , 
ju.ta rtc 
i.LIA~ ,Ci[NI L E ESPOSA. 
e esposa, 
na AABB. 
almoçando 
. AGRJIDECEl10S 
os 
TAL 
E. retribuimos 
votos de FELIZ N/­ 
enviados: 
RAMWAO RODRIGUES E CLAV 
DITE - B. VISTA. -­ 
ESC.VERA GUIMAAAES LOU -. 
REIRO-C. VISTA. 
o 
homem de 
t•lLHO: 
[ 
LUIZ CARLOS RAEAL E FLI/ 
BELA VISTA. 
SAMAB-C.GRAtiOE 
ERNANOO F .GASCO E FLIA . 
B.VIS7A. 
OZIEL ROCHA E FLIA -BE­ 
LA V !STA 
60UTIQUE CAr;~ E ESC.DA­ 
TILOG.SANTOS Dl:tlONT.e.v. 
EJ;lPRESÃR !O 
be sucedido 
empresa Mi- 
Por 
ancy 
oue! Delvalhe dirs 
1 1 ando cus at I vda 
d s, 1rau urou r 
te.ente u lo/a de 
w is e eletro do • 
icos. Ao !iuol su 
cess0. Na o o ,H 1 
ra um {la@rant: 
quel, sua 05.0&a 
+oith e a Sra. ari 
baldi da Rosa (Suel; 
PrnSAMrnTO 
~ - -·-· 
SAUDAIS 
Maravii hoso ,, ~co- i. 
ris surgiu no cêu 
en r.•eio d noi tP. ~ 
que eu eslava, narcc 
nizando-me pela boca, 
nariz e olhos com 
suas coros e luzes 
transparentes; to e 
tanto aue por detrãs 
delas eu via todo: 
"eu sentado numa ca­ 
ma de colchão duro 
olhando para o teto 
de um quarto a ver 
ali alucinacões exclu 
slvas e coloridas." - 
Nélio Diório, um 
Político em Evidência 
Tribuna da Frontei­ 
ra empre procurou es ti 
rular as jovens lideran­ 
ças polticas que surgi­ 
ram em Bela Vista,apõs 
vinte _anos de "jejun" , 
quando os belavistenses 
elegram o prefeito do 
PMDB, Abraão Zacarias , 
varios jovens surgiran 
como esperança de renova 
çao nos quadros da polí- 
tica local. 
Justiça seja. feita, 
nesse quadro o nome de 
e 
O
. dinâmico .Nêl io DiÕrio despontou 
empresãrio Luiz Car - como uma das mais pro 
los Rahal assumiu missoras revelações.De 
presidência do Rota_ la para ca, ou seja, da sendo forjada nos labo pos~ibilidader.Essa do - 
ry Cut. Juntarente campanha de Abraao a cam ratõrios da simpatia pÕ bradinha ê possivel.Tal· 
com sua esposa l-l.:i;-u- pan .. :!. pJra o Governo do pular,Sebastão Zacarias vez possa mudar,mas o n 
ce, Luiz pretende {<lstado,deputados e ena- Filho e @lio Di6rio, [me de Nélio_<urge coo 
namtzar as atividades dores,Nel10 se empenhou, candidato a prefeito e opção viãvel.O mais cer- 
rotarianas em nossa homem_de palanque,pala - vice,respectivamente.E- to,e ele mesmo confirma, 
cidade. 	v~a fac1l,~st1lo agres _ vidente que neste per1o e a sua candidatura ave 
s1vo e povao como se diz do surgem a todo instan reador,e isto zionifica 
na l i,nguagem popular, 
0 
te vãrias opções algu-:- q/haverã profundã renova 
seu nome passou a ser . , - mas vão se tornando rea ção na Câmâra tlunicipal: 
Cerirrõnia simples po_. respeitado. Fala-se que 1idade e passam do can. Dois outros nomes sedes 
uma dobradinha estaria po das hipÕteses . para' tacam e v:i-0 se afirv-an ° 
. 	o •.·campo das ~à politica belavist;,rise 
[Au A S PoTA PAA o REguiTE E o Bons 'Tosto 
ERRAUL ó EI i 
1 - • • • 
U EllBtJA a, EDillllO 1BmR ~ EE JlmO 
AlTE. REOIIITE. E BOA GSTO; RAIOS. GUARDA 
ROUPAS EUSTIDOS. COPA. ,OMHA. ROEIS FABRICADOS 
CIII IWIEIIA DE lE-1 E AÍRICA ·- DURABILIDADE ... -1 
··.8enrasul Jlóveis··' 
• RA DA RAPÚLIA N: 1o0 FoNE: [ 
39-1296 BELA VISTA .MS.