• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº814_03_02_1987

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TRIBUNA_D_A
J A J'
APRESENTAÇÃO
Foi um
DO <<LOS ANGELES>>
Sucesso
A At'IIE:-i..Nl,Ç, D' IRIO LOS AGELES FOI U4 SI'Esse, 0 PÚl:lLICO Vl6R0U E PARTCIPCU DO :SIJJ·,. , OTA l)[Z l'At,A A l'i,u1..X:Ãu
O GRÊMIO
'1 tC
ur,1
.j05

F ENTR
IC~@no VROFE' us liil«l Do,, SubtC'ncntc"'
LOUU n NU e Sargento:; Pedro Ru
fino viveu uma de su.
ºEsllQ
nc_@ DO nu~ a;; melhores noitc-s.
IJJLQJ) fll'fllJI (. Centenas de pessoas
r
:--..:_.....::_::_:::_::_:~'.__-._-,_,,..--------7j r oram as s i s t i ,. . ao
1
show do Tio Los An-­
geles e participar
da festa da T,·ibun.:i
da Front_eàra,n.:i en -
treg.:i dos trof;us
aos "DESTAQUES DO
ANO".Sob a coordena­
çao do reporter de .:i
T,·ibunu da Fronteira
Ludgero Scnhorine,
que foi o mestre da
cerimónia.Além do Los
Angeles,que ag,·odou em
cheio,o conjunto MR t.:un­
bé111 deu um show a parte,
,nir.a--p;> o ba i I e "Uma no
o1 "
l. r~ .'.l •
e'
ci
Jl,1
r
s
oLI
·centenas de Pessoas no­
Grêmio
IDÉIAS 01,_D~TE
PÁGINA
1 ucin nu i to m•giln i =udo
~:,J...: .. , c-n'tr<"9.-"1 dos tr·o­
:..,-...i=;>'.·i34
nuito calor humano,o pu-
u l i ..... ~ ....... ..::,,'<' itosaente cm _. -
,ÇHt/.11(' i-'U)l{) nUr I.J E,:;11:vt -:J!i'Lt.lA.IL IL LJIAL) ,i ~l::ilA !':.' "!.JS
ilénicio logo aos o
LEs E "TE>IA.uES U ,11-, •. "'
::,hu ... ,c...--0:11 o cc1nto1· M:;1•~io 1---------=----------------...._ ...,,.,..,.~
Jos Angeles,fa=cndo "º"' V t +. sta Abraa- o
que os presentes µa,·tici e · e con ·t..e .·
µassem,destacando-sc o -
n~dico Fernando de f,,..,.;_ e lança· um desafio.·
t.:is Eliils e o pecuari,,ta
•••• 4 "Sou Candidato em 1988"
to» nas colun ... s Pedro Pe -- O ',i~~prcfeit:o d.- nhecido, criticou o as criticas, dizendo
LTe ira, _Corncnt:.:indo c_c;- B r . 1 ,, 1 . .
ela i,,ta, Rose,clt:c prc cito µelo estado que etc po 1t:1ca -
entre Jl:os,dc
st
a cdiçao. Lino l·Jrcia, voltou a d-., abandono cm que se mcnt:e estii morto e
'-:'r I t 1 (.".,_1;• o Go, erno do encontra o 'eriterié esqueceu-se de dei -
"P'-'.08 n.:io Estado e conteostou d.:i 'id.J, o
paL:ivrJ!-- Uo pr.:-fcito
Abr..,;io • .z.,c,u·ia::--. LEIA REP('!lT~GD4
Há poucos dia. tos", dizia ele. i:O.lPLEI"í.:'·,-:_ :"",.· .. " j:
coco :" ' ! "r r l " ri " u. J
LEIA A
rcspcitu ncr:r os vivos
q'..1iH1to m ... 1 is o:...; rnor

Idéias em
A Coragem de Assumir
Debate
"Quum não morre•
assumido, morre su­
nlnuo ... "
l.·,Lnmos irre·m ,_
diavclmcntc jogados
dinnLP dcwtc dilema:
ou ASSUMIMOS para
realizar algo, ou fiU
MIMOS um dia,sem ter
roa U zado nada.
f, uma ques Lão
1
t5o velha· como o
lJréprio homem: ou FA
ZEMOS liIS'!'ÕflIA ou
nos DtIXlMOS LCVAn
por• o la, Ou, somos a­
~cntes de nossa pró­
pria transação ou v.f.
timas do predominio'
alheio, incapazes de
assumir nossa ·exis
tência. -
Na vida profis­
sional vence quem lu
ta. O mesmo vale ~ã
ra a vida espiritú
al. Torna-se urgente
mente necessário as=
sun,ir com coragem e por s1ltos e boi>-.os,dcv~
definir com exatidão mos ir con busca de um
o horizonte·de nos
sas opções. Não se
toleram. méias-medi­
das e obetivos in­
claros. ião se deve
caminhar sem saber
para onde se vai.
Para assur.iir
conscientemente per­
manece uma alternati
va. PLAN!::JAR Cot:10 a:.·
quele homem do Evan­
gelho que foi cons­
truir uma torre.Sen­
tou-se primeiro . e
calculou as despesas
e só depois iniciou
a construçio (cf, !~
14,28).Ble.era pru
dente .Sabia que não
se deve empreender
uma obra e deixá-·1a
pela metade. Sabia q/ tos que não chegam a mar
nao se deve desani- car prescnç~ no r.iundo. -
mar na caminhada.Mas, [ua vida e uma lu::: que
sabia tambem que não po se apaga I entamente, sem
demos .assumir mais do - iluminar os passos de
que as nossas pobres nigu~m. "A vida passou
forças permitem.E ai es por eles, .. " e não eles
tá o erN> de muitos./s: pela vida.Não deixaram
sumir demais tarbem nao SINAIS. Muito menos, fo
resolve.A JUSTA MEDIDA r.:im sinal .Não chegaram-,·
E O EQUILÍBRIO SADIO a_viver. "Estiveram por
SÃO FATO~ES INOISPENSÁ- ai ... " Os outros leva·-
VElS 1
5
ARA VF.NCER EM ram--nos.E eles cederam
QUALQUER CAMPO DA VIDA. ao impulso dos mais for
uando porem, nos de ltes, porre ·nem procura
. cidirmos por algo,deve : rain ser FORTES E ASsu -
roos ·ter a cor'1gcm de as- MI R; Ach'1ram tudo d i fi -
~urni-lo.Contumamos des - ci 1 .... "lr. com os outros''
CII I p,11'-110>, mui lo Í<IC i 1-
mente de nossos irros -
ponsabi l idades.Dever ia-
to» ser severos conosco
A í nd111 y;.nc i n, cm cou-..,1
propri <1, po fr. ,; r ate
pr1>judicial.
A ,P<'l'l>C'Ver·,1nço ~ u,.1
c·xerc-icio 'l"'' c•xioc u1M
constante renovaçao de
espirito e umJ boa'von­
tude beon ,lCC'ntu.id..i. rrn.:
SEVl:RAR É PRÓPRIO DE
QUEM TE"1 OBJETIVOS CLA­
ROS E ESTÁ CONVICTO DO
VALOR DOS MESMOS.G11em
acredito rcolmentc no
que d i::. ai ro q(f<-c,estx: ~
a:nst:antx, ros seus ixrt,os
de vista e nc...1!'.I sut1::- rc,1
lizaçoes.A instabi l ida­
de continua. s~ pode prc
jmlicar-nm,.Apcsllr de -
nos;.a vid.:i ser escrito
meio-termo, que nos per
,n i ta uma ra::oávc I cont i:
nu idade de pensamento
e ele ação.Se o "»ubir
demo is" nem scrrprc ~ o
onais indicado para quem
inicia sua caminhada cm
busco da prrfcição,o
"descer clerna is" ev i clcn-·
temente que nos jogo nu
ma fossa, c!onde ,;era
di fiei t libertar-nos se
não tivermos ocurnulddo
urna reserva de energias
tão necessárias para
reogirmos cm tais opor­
tunidades.
lnfcl i::.mcnte há mui-
A Volta
possos ran menor+«,
Aque l e» po•· <1U<'"1 11, -
quem quando morrem,mor­
rrm SU1IM O,r,or'l'' 11un­
C(l procur"<ll''dn1 S[(l. "T<·r"
tal rz tives cm t 1 do
bastante.'!as,não "era,",
penas " inham"E is0
nao realiza nique,
Quem morre ,1 .... !:, i rn n~o
dJ1l()u,E por isso,nao vi
vC'u, A vida é u desa­
r'io,~ 11111 couµromi5~o do
qual nao podemos fugir,
Vamos co I OCúl' FllliDA..18­
TOS SÓLIDOS C'm nossa
uçoo e leva-la para
d i ontc, Corno a que I e
homem que construiu sua
cas,1 ,;obrr a rocha con­
forme, o Cr· isto I erord-e
n~o houve chuvu,ncm VC,!!
o,nem enchente que u
pudesse danificar.sta­
va edificada sobre uma
base firme e inabol~vcl.
E por isso resistiu a
tudo e a todos. E ns?...
(cUlt ,7, 24-25) .Dispor
ordenadamente sua vida
e otitude de quem sabe
ouo orecisa ir longe.
Que h~ lílU i to o fa::er. Que
uma vc::. di~oSIM não se
pode retroceder. Assu111 i n
do um trabalho,~ prcci:
so real i::.~-lo.Esta ~ a
atitude cio "hor.cm pru -
dente" do Evange I ho ,
que o Cristo nos uprc
senta como no,i.so modelo.
Venha o que vicr,su
ceda o que succcicr: CO -
MO CRISTÃO, TENHO O
DEVER DE ENFRENTAR A
LUTA. Entrcgdr os pon
tos, sem
resiténc ia,
dia.
dos. Vampiros.
Éb ~...:X, J., ,olt.J.fnbn
pcl.:.; r'UIS p,t,...---.:h lcnS.,,s olhar,
d r/els os Ia±,as nG.' -
nervosas ,gulnonte nos bolsos
ru";cg n.ra: .:: c.:p.rg.l. F i cm rg
1.i; (,'$JJitU. .:,.i.:.; pcrt..is oo,;
lnn,s.
-l¼ci,;;, cu q.,;r,tó:foto di­
rheiro a 27.,3e, ais vees,a
utx';, ~ d.-p;nh d:i cµ:rr.: ia e
d, ti11JJO q,;, vdi l(">.r p.TU ore
~ .h_,r? l>i:.s ~.eles,~
de volta. 0s vapiras volta -
rJ!l.O Pl.ro Ch=d:, acrlnJ e/
, cles,d? Fevereiro a Nabo
_g:,t,ru dirrciro rc.;b:, p...,;,.
QJOII , j rM'St i u ro tn:hi lhe, no
i ,os vapinos nG.
(ir i g;,,h, d CUTiY' 05 mitrs C
trar pelo desastre.errnm­
l,bi - Ulll ,e= °" ,a,pircs ""' -
a:J',tn,&J::n~io,.,amrc:iait..-,s
MEU BRIDO DE ILERTI
Roquete Preto,um
do'i qr· .. rde homerv qut
o Bral ja eve,diz«o
alo e bom sona que o
braslei ru t I n, hl # ,,,:b 1 -
to df' r ()Ir)(•". f uma a-er
coo dura mos que foi di
ta e rer ·tida, Desora -­
.. 1d.11,r11tP,U f,.,, ... (.• t,·, -
e e verdadeira do Ro -
quete. Pinto permanece
no ar e cada vez moto
dur·..i t• mas riste.
hr,l.., 1 leiro nao come o
:,uf iciente para viver.
Ultinoarnc·11tc- ún lam di
::.cndo por• a; q11C' fo I t,,;,;
elemenos essenctar
cm no~"'-O<li super-mC'rcd
dos porque o con-s:uhlo u11
.mt'ntou mui to t' _ ~ produ:
ção 11dc i on,11 nao .:icoo1 -
ponhou esse excesso de
gastos do noc.;..;o povo.
Parece piada,na vcrda
de,pcrdocm-nos º" (luC' -
afir,,1a111 rs,.i balela.O
brasileiro cm 9cr,1I
(náo a classe média e
muito menos a classe
ubu~t,1clu, convt..·nharnos
sinceramente )nao cone o
su ficiente para sobrcv J.
ver, .. nao .:ipenu,, paro
viver.Náo é preciso ser
CC"onoi-:lista nem ~ neccs­
sario fazer levantamen­
co c 9raf icos paro se
chegar a essa constata-­
çao gritante.Basta .
Por Dentro
E.s!:arc-i mlntendo se -
mana lmnente uma coluna
neste j,ornal procurando
rnun ~cr o prc=üdo I e i tor
scnµrc bem informado so­
bre uquilo que vem acon­
tecendo por ai.Adianto
que farei dos assuntos
'1q~ i 11ienc ionados uma sc­
qucnc i u a~c que esteja
tudo esc I arcc ido. Estamos
a poucos instantes de urn
oos maiores ucontecimen­
tos da nossa Historia.
t--------------40uando c Ministro-Chefe
do Supre,,;,, Tribuno.li Fede
ra I insta ~·ar a Const i
~~inte,oficialmcnte,cstu
ra dando aos brasileiros
J oportunidade de dire­
tu ou indiret.a.mc-nte es _
O"INa_· uma nova pagi na da
historia do Brasi 1 .Na
verdade, »ricamente pe
lo menos, iremos nos sub­
meter as leis que trau­
zcm a nossa vonta,Jc, nos­
so::. sonhos <'s"T"a1"~0 rcpr·c­
sentados na pessoa da
quele a qu (pelo .otoJ
c-onfiumo:; <":::-~iJ turc-fu.
C'c,oK') e.~. ,L.r.n,J dcr.:mcruç ia
cada naco tema o govers
no que mc·rccc., ..'U d i r i ..i -
que em se tratando de
ua Consituiçao que e
ra elaborada por Hoen
c-sco Ih idos du f orr,,a J;l.J is
live e deoert ica pos­
sivel deixe.a de lado
as /vivam do thumo,r­
r;on 01~ ,riq..c=as,jl n."K>
ix,d.-.11 C1'5CO'lt:r c4, 1 Í c.:Jt..lS ,
f=r o,pital d:, giro,enpi -
rtr' um ppoio,financiar,
etc.Alg.rs são driged,s a
o.Jir nas gnus d,s vrnpiros,
Cffi ogiotas, ds mroenrios
eh c.-:p i tal .frq..a,;:o :'CS!x,
i:ois,alg..ns l:,u,i leiros,,_;,
cr-i.ren VERXm Ni ~.NO
há rgine qa9unte.No há
mxi:,lo qfp--qxrcicrc a p.1:: C'
a popridaie p/tohs.Mais
una vez a classe d im inr..a e .
9nociosa grha a ootalro,
vende a estoguoo,a dsi -
9ldde"e a injust:iq..i,Nc,,.,;;,­
llll'lt(, os vapiros saom ;.,,
nu,,fa'rir,:b ,rui~ olllir
!:ri lhrt..-,-., I~
o.rurl, • ,P"O-
0 ua vitima,
e COV'1r·-
ONDE
JORNAL,
A
GEM TE/.1 MAIS
PESO.
..fst.a p-cc isa-d> d:, d irhc i -
ro?a..o-rtx,:111"',~ 2.)°"tQ.n-? Al­
g.n; s.:ic, dr i9"'h, a pegr ,p/
levr avante os seus peq..crn;
ngcios, outros mandm os van­
pira; lá p,1 ... Ehlsi 1,Erosi 1,
lnbi lciros,IJ'3si lciros,prcri­
sanas Teor , nsoso amo l',_)­
çoo, rs cabe· coo RM:l.
R>..,g ir é a pa lavna de crcbn.
lwagir =i::ra os v.npirQ;.
Ruir anna os gnncio +
sos. ogir contou o,, c;p ir i
tas. d, o;o I d.xi, q/ serrei an ú
mi!::l'.riu e a dgouça.
R,_.igi r ,'I; o.l p:l l <11'l d:,
a-d:m. '.E; p-cciso. (CEI:).
vel do no ,, pc, n, Oü
morde» ttos r i« ' 1
tules,pra que a ( • -
-. l t1-,~o ... , , p' t n <' • o
brasileiro nao se el ter
o comentnt a te.
Pcr,
1
,,ftJ- .... t' tJ C'flJ..J I qu, ••
dona de casa: a en!oro
em carne em ·ua mrsa, [
qtJJnJn ~r-ri, q, h..t 1 , .. ~ ,1 qu .. 1-
I dade do que ,1 ,, ·nhor•,i
copra? Sobra-lhe lese
('(,I t:,l .,,1 J !'-l lt feri7e
arroz7 C macarráo E ver
dura°
<lO ~· -,tou u f or•o;oJnJ..i
nenlnJ!1ll i verdade.
Verifico, ao sorente.E
V('r Í f j C'OU rm '" 1 nha pro -
pri.:i C"O,,il,
E nao o faco com i n -
tu i to 1:kl l;vo I o, ,,b,olut,1-
mçntt'. N~o J,,.,<'.JO i n<.:u 1 -
pur quem que-r quC' ~c-jc.J e•
mui to mcno=, IIK" ün i nkl o
desejo o,• «<'r ~cmagogo,
IIK',<1110 porque nao sou po-
1 i ti co nem tenho venda
de coi,,a nenhumu.
Oc .... mintur1-me,; o que
mais espero e desejo stn
cerur.icntc.
Mo-,trcm-lTIC' o sorri,-o
d.:,<; crianç<ls pobrC's.
Mostrem-me a expres
sao f e 1 , = dos homens
que trub.:ilham.D.:is mu
lhcres que ombreidm
com scus homens.
.... , p, •..Í '1 p
rccc.E '~se" esse mesmo
povo decidiu(ou não) dar
seu voto cm troca de fa­
vores,ou mesmo vend~-lo
por dinheiro,c.Jc qualquer
rnane ira, o rcsu I t:ado do
mandato-constituinte
que_delegamos nada mais
sera do que o resultado
da vontad-, do povo bra­
sileiro,se o nosso voto
Foi cansei ente t<.'Pcmos
uma constituiçao clara
justa,onde estaráo em
plon~ do:igu.Jldade,todos
º'-' ci.dadao5 que aqui hu
b_itam (ndependc.m:e de -
cor,scxo,crcnça,raça ou
elas~~ social .:i que per
tcnce.Caso contrário
rer.,os leis pcn::iitindo -
que uns poucos privile­
giados avancem as cus -
Ui,; dr un~ multidào de
oprimidos e r.1iseNvcis
da For,nu mais injusta e
dcsigu.:il po,,,,ivel,e·am­
"rodos pela constitui­
çao.,. ~onsti.:u•inte tem
... 1 mi Ss.õo de utuu I izar as
nossas leis ,10 molde- Jc:­
:--oc iedade que a I rneJutnos
e «·arensoes social,po­
litica e econ6nica di-­
.cdo coo deveremos
no:-:, org,,. zar daqu i pJ­
ra frene.No se pode
C'!;:,p~rar que u con::,-t;: i tu i n
Te passe uma borracha n
p;;1s:-..:?do con,crt:dndo o q/
"""''' entc-,·r.:ido <' nLJDAN -
2 p,° "
" " AI:, í', JITE P.RA
1' Cfl" li O J,1f,.1
11•1 ,1 , ...... • e pais, No,o
, IJ·-,, ,_:p.f • .,,.,• .1 J ~ l',1 •
tente d •vo .. , ,,ÇU-l • • ,
:-r:TJ 1,·,·,1., i 1 <', r•J ,.
f'1r'OJ 1 'J I o ... o. Nao i e•
rnn-, ,ulcoc.-·,, l--.. ;-, r·­
rri :oto<o -..w e· -P•·" o-;.
Nosso pus«soros soo
i r.eont...iv(' r '-. [ º"' IJ<' i-
Po,· ouC' o hr.1~ i '_:
ro prc•c i ",tl t:ç,,r h,;-
b iro dr for.ir?
f justo isso?
Yaros lutar
que cosa
Roqucte nunca
m,1 1..., "-..C• rc-µ i ta!
[ " mC'u lirado de
.., lerta! ( P lana ) .
J0ÃO DA EGA.
dos
PARA F AZEf? O
AMúNCIO DEFINITIVO
-------1
Fatos. [
O D 1 ;, como num pc1ssc • <l<·
magica,nao!Caso o povo
através de associocoes,
~indicatos e c.:itcgoriµs
organizadas, nao apresen­
tar propostas q/contri -
buom p/a melhoria de vi­
Jo c p/dizer o que cs~c­
ru da con.stituinte,ui
corremos d risco de ver·
Ufficl con.st i tui9X} inpcn:b
rcn,,,,, cmp I et:,rcnre o I hc i ~
a ~.!'-d vcrci:rb U,O sa:icro­
<l:, e/ se 0"93'1 i ::a e pcr-t i c i pi!
ac-.±o sercb a gu-d:, ""ª' is -
ta <Íl s..e cx:nst i tui cão tcrch
o Estab intcir~..c : seu
serviço e r.30 :,,cnh sa::icdtt
sú:m i :;.-,,a qf ao:.· Ít:a tu:b d:, Oi>'"
lx,ça bai><d.um, b-u,;j feires
in'.:ercs&xi::s no lxm est.r cb
rosso povo deverps (por dll":i
to) critica- qrstinr.su­
rir rriui iria o
eliorao d rn.-a c:rnsi:in.ii­
~; IU-....:n:b 1x> lo,, (.!ireitdi
CJ'.'. acr'CXJ i t:r.os ter,afi na I cs -
ta enjoo o naso prrio
ckiro,pcr is..-.o, b..t;c.J- a
1 íbcru.u-, i9,61,ki-, cr direi­
to-, e ~ .nidx:b.,.L-;.:ic:i
social c o mini.o a/ r g:­
te pai° f ct:rr A1oa.;,,,,r ú v 1 -
, cr d- f .::to, ,... prÚt ; c.:r( rXl
r o P,l'.). • 1 J uru d.= i..,
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broao resa Zaearta«,Prof+t Muni i-
pal de Bela Vi-ta,ls ado de Mato Gros o
do Sul,u ando da atributcoe qu lhe·
«ao conter idas,e de acordo com o disposto
11'..1 1 ,. i < n111p l ,·1111.. ld 111· n'' í d,· 2.1 d, JHl l m
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IH Si'·L Vl.:
"CC'NCLí'LI{ 1 ( 1~ 1 A:: llh;lfl,\tlNTAllLS"
Ao Ílllll"lllll .. l!'Íl: [LÁf110, í'Ot.1111/Glf[::: c,11. •.
MAN, relativas ao periodo de5/6,a par -
l , -;: d" O -1 . O 7 . ~ 6 .~ ·1 :.! . ll t- . li h . ( P u, • t . n" O .1-1 I /
ll,dv O.j .Oi. ·,o),
Ao fu ionr io: IIt1Ão GeY,
va. ao período d· S5/Ss; partir
6 à 05.0.·o(Por+.+" 034/6,de
M>).
A lu11,ion:1ri,1: MARIA AlJTA ,.IALA L~~l!Ff:.T
relativas ao periolo de 5/o,a partir de
l'Y.07. o;., 07.08,-;6.(l'or·t.n" OJ49/:=,o,d,·
0').('7.b6J.
A tone ionár ia:cQNtIçÃO RAMOS SANTA­
DEL, r'lati v,,,.. ..in p,•r iodo de· -"-1/::SS, ,, p.i,·
tT;:- Jc- 07.07.1'6 ,; 05.0tL!l6(Port,n" 035..'./
"º. de I O. 07. 6) .
Ao func i on:i,. i o: 1 VO ::-:.ORR 11 IIA, ,.,. lati v,,,.
o período ae $5/86,4 4.,E a 14.07.$6
;.,_ 12.0,. '6(Po,·t.n" 0371/86,dc 22.07.6).
uncionaría :ERONILDA MACHE! ,rela i­
vas a per·iodo de 4/5,a partir d,· 1.).07/
6 à 12.08.606r·+.+ 0372/$6,de 2:.07.56)
A fun,ion:ll'i,1:JLIERINPA SENA BRITES,
,.,. 1 ar i, J:-, ,10 per i od<> <ÍI' '>4/bS, 0 partir d,·
:,J.Oi. 6 à 12.0>.86.Port n" 0374/0, de
'.:'.'.,07 .htl).
Ao íunci011:i,.;0: .IOSl ,AIRES CAFUln,,•,·l,1
tiv,1s .:io pc-riodo de· R::,/. 6,a p,11·ti1• ,;,. 15.
07.$6 13.08,6 Por:. n
0377/'6,de 22.0;.86)
Ao funrion,;,.io: ~ti" ,N[)O .IORGE l)E.
BARROS,rvl.:itivas oo período de 85/56, a
ir de 01.07.$6 à 30.07. '6(l'ort. n"
, 037 / 86, de 2L.07.G6) •
Ao funcionário: l>IONISIC c1:n11·::Es, rela
tivas ao período de 35706, a partir ãe 14.
07.06 i 12.08.86. (Port. n? 0379/86,de 22.
07.86)
A funcionária: LOURDES JPARLCIDA• e.
DOS SANTOS, relativas éi.O pen.oda ele 85/86,
a partir ãe 15.07.€6 3 23.08.86. (rort. nQ
0380/06, .àe 22. 07.30)
hc:- funcionário: l,ORALDO CI:AVLS, relati
vas ao período de 3/36, a parti- de 16.
07.G'6 i 14.08.86. (i'ort. n9 0381/86, d~ 22.
07. G6 ).. '
Ao funcionário: M.1Í.RCIO FERNAllDES, rel~
tivas ao período àe 85/86,.a partir de 30.
07.86 i 29.08.86. {Port. n9 0388/ô6, de 06.
08.GG) .
Ao funcionário: GLNERCSO PAES DL PROL:
Q NETO, relativas ao periodo de 85/86, a
partir de 01.0€.86 i 30.08.36. (Port. nQ 03
92Í8G, de 06.08.86)
A funcionária: IRJCY DOS éi'-J·:TOS LIHO ,
relativas ao per1oào de G5/G6, a partir cc
01.08.86 à 30.08.GG. (Fort. nQ 0393/SG ,de
06,08.86)
A funcionária: TÂNIA IZ!Br.L GAC!!i,. • no
BRIGUES, relativa ao período ãe 75, a
parITràe 06.U8.86 i 04.09.86· (?ort. n9 03
95/86, de 06.08~86) .
, :u.1cionária: GUILm:n.,;rNA FRI:ITAS !.R-:
~. ~~ativas .:io pen.ode de 83/84, ~
1~:ir-
,.,. lati ·
de e7.07
O . Oi I
' 1 r d U il . "L . '",
t./Gr,, or,.tJ!l.,H,1
Ao f nc!onGrio: E!G 'L ' . , !
vas ao príodo de /7 4rir d
U8.d6 'i 30.0v.~I, (J•o:l. :,. O,'.!Jl/vC.,..;, ,1.
08. Gf,)
Ao funcior.iÍt·io: ; :-li '.(1'Ií, '•:J.i;f'J,, 1<) 1
tIvas ao período de 5,/0, T de 1I
08.86 ,j O'J.O'.!.iJ/,. (Por:. n'? U•lC1L/1•r, t:"
2j,08.0ú)
71 [unc1on,íru: Il"t :r:0'./1 ovcx;cr,,r,·­
lativas ao período de &3/66, a p.,rt 1. ~,•
20.08.8~ J lb.09.GG. ([nrl n 0404/86, d
2'>. 08.CG)
Ao [unci oncÍ.r io: VlL!: :1 í :- HOIJRTCt:r: !'J'f>
ANDES,relativas a pen1e, , 457%.,a
partir d 26.06.60 à 2.09.56. 0órt. n 0
406/86, ac u1.09.0ú)
Ao func1on<lrio: DR.l'IORI llUH.t.::u ,r"'. .1
t'vas ao pcriodo de 85/Ut, a purlir ~e
~~.vu.C6 3 23.09.36. (Port. n9 0407/~t,~r-
01.09.0)
710 funcion.ír io: CRALLJ t:o PJHEDL!", re­
lativas ao'periodo d~ 85/BG, a partir de
27.03.86 à 25.09.86. r~ort. n9 0408/&6,dc
01.09.86)
/ funcioniiria: ~1/!U/, LUIZJ GRJ!l:CE, rc
Íativas ao período de 05/36, a partir de
26.08.86 i 2'1.09.86. (Port:. n9 0409/36, de
01.09 36) ...o +q4 n :+3 4,e, •
• +lo in'taro ;k, E. iv», f"{' 1.1• I~ 1.Xl ~
riobo de 5/, a avir de 2'-.0'.'ó :, Xi.OI.'<•. flt·,. n"lltl
/86d L.M»6) •
2.0 . .r,. ,. r ...
Ao rm·im;·io:R1fük10 /11.h."N:'0,
d. 5/6, a 4rir dCt.».» a 30.00.
,i- 01.C'-J. '{,)
A, ru-c. : RIVAL D STE, relatia ao triao d>
<'5'~. ,1 r,t·.:11· d· 01.0.J.'ú a 30.0J.':ü. mr:-.11" ~14,''{,,. <l·
0'2.0.J.'{i) - A ó.n:·. :,'ffilA ALICE í.lFl:11~•,,, .. l..ii·i-.>-. ,1n :.xrf,,..
o 0$5/$6,a /rir d· I.O. .(f.a" 0J15/6, 2.9.$6)
.. ~ runcioniirio: Eúlno RODRICt;C;., rel:::i
1vas ao periodo de 85/Db, a partir de OI
u~.86 à 30.09.36. (Port. nQ 0416/éC., de
02.09.86)
Ao funcion5rio: GU~!EP.Cil-<DO RODRIGUES,
relativas ao período de 7ã6,a par+ir e
01.09.86 à 30.09.€6. (;"ort. n,> U.J21/il6, <..e
úS.09.SG)
lo funcionário: Br.R1:1,r:r,:c- GIMENI:S, rela
tivas ao perioco de 85/Sb, ª· par~ir ce
02.09.86 i 01.10.86. (Port:. n9 0422/86, de
'.;;,:. 09. 86)
Ao funcion.:irio: DALl!O 1ELCEIJDES Fr:n­
FEIRA LQO, relativas ao periodo de 5/6
a par ae.01.09.26 ., 30. 09. 86. (Port. '
n0 0427/86, de 11.09.86)
Ao funcionário: NICOL/',U R0~1EIRO, rela
tiv<1s ao perÍoço de 85/86, a partir do 11
09.86 à 10.10.GG. (~o-t. n9 042S/66, de
.!.l.09.G6)
A funcionária: D?LVA PIORES RADONI,re
lativas ao período de 8f, a partir de
11.09.86 à 10.10.06. (Port: n 0430/86 ,
àe 15.09.8°6)
" ADMITIR FUNCIO:RIOS"
l .1
·+ de
Ili. •)G .. !! . (Porl
t 'i. 07. !h,J
ARO tP, ara exercer 'a funçao
Roe.nCadk,ia ecret.arta de A!mint tra­
ç10, ·' .,., •• lt" v O] .0(,.d o.t Por n' 032
i,;:i,,., • 17.t,7.f-!t,)
._± Nu!o,r. erce·
..; .. 1,clrinir,
(Porl. riÇ1 ô
de Ie .4' (',t(i r, >I r: C1 et.: ·:r !,.:
trv·.r, ·,11· ir uc• 01.0G.,;(,.
n .. l,1ri,J-. '"' f"('r;.,.1,
'i. (l'r.:. t>" GitJ/'i,,
3515,36, • 13.07.06)
·r,: .. '.:!:~O C.11CIA, p,n·1 c•xc rc, • .:i func:<io
de 'Fab.R5dor raal, no Departanen.o de
erviros Urbanos, • ,j ;:,ilr t L· c!c O l. 06. 8G.
([ort. n~ 0359/1.:6, c1!.' lô.07.86)
VíV/ I sn:o n.rrr:r110,p:ir1 exercr>r il fun­
r10 ii,:;-fi-·b!lhJ1:iõr1Truç-<1l, no D,part.:.,r.cn­
to ue ervicos Urbanos, a partir de 01.
OG.úG. (Port. n? 0360/06, de 18.07.861
'.?!iPC!O r:cc:u::, para exercer a função
de ':'ral;.;ih1r:ior Braral na Secretaria de
Viacão, Obras e ervicos Urbanos, a par
tir rc!e Ol.OG.8íi. (P0rt. n9 0362/86, de
1C.07.8G)
/:'A'!'/LICIO Dir;IZ,para 0xercer a fun
ção ce Tr1Lalhador Braçal, na S cretariã
de Viacão, Obras e Serviços Urbanos, a
ar ir de 01.06.85. (Port. n9 0363/86, de

Í8.07.86J
:-1Axr:w VOGJDC, para exercer a funçiÍ0
de Lixeiro, na Secretaria de Viação,Obras
e Serviras ~rbanos, a p3rtir de 01.06.86.
(Port. n9 036~/86, de Ll.07.86)
MIGUL:L l.:;cr:LO GOt1ÇlLVES, para exercer
a f1rnçao .de Trabalhac'lor Braçal, na. Secre­
taria de Viaco,Obras e Serviços Urbanos,
a p.~rtir de 01.06.86. (Port. nQ 0365/86 ,
de 21 ce 07.86)
1:LGO Dt:AP.TI:, para exercer ·a função .:le
Trabalha dor Eraca 1, na Secr.ctaria rlr> "• ·:­
cão, Obras e Serviços Urbanos, a parar
~e Ol.06.8G. CI'ort: n9 0366/86, de 21.07.
86)
JUSTINO IFRAN,para exercer a
de Lixeiro, no Departarento de
Urbanos, a partir de 01.06.06.
367/86, de 21.07.86)
CDUARDO VOG/DO,para exercer a funcio
de Lixeiro, no Departamento de Serviéo~
Urbanos, a nartir,ce 01.06.66. (Port. n9
0368/06, de-21.07,86)
CP IFNIO NUNES,para exercer a função
de Carpintei-o, no Departanento de Servi­
ras Urbanos, a partir de 01.06.86. (Port .
n9 0369/86, de 21.07.86)
.::CÃO L!úIO Cl:NTURIÃO,para e::ercer a
:unçao de TrabJlhador Craçal, na Secreta­
ria de Via~ão, Obras e Serviços Urbanos,a
partir ~e Ol.06.e6. (Port. n9 0370/86, de
21.07.86)
VALDLCI NJRTI.l'lES LOBO, para exercer a
funcao de Recenseador, na Secretaria .:le
Ac~inistração, a partir de 01.0b.v::.. 1?.urt
n9 0373/C6, de 22.07.86)
NESTOR CA,HEL C.ÃCERES, oara· exercer a
funcao àe Pedreiro na Secretaria de Via­
ção; Obras e Serviços Urbanos, a, nartir
de Ol.OG.86. (r'ort. n9 03í$/C6, de 22.
07.76)
f11ncão
Serviços
(Port. n90
INES DE SOü?-/1, nara exerc~r. a =unc~o
àe Continue, na Secreturia de Adr:inistra­
ção, , oart.i..- de 01.06.86. (Port. N? 034
3/86 de .04 . .0i .Só)
ORALDO OS$UNA, oara exercer a funcão
de Motorista, no Departamento de Serviços
Urbanos, Viação e Obras, a partir de 09.
06.86. (Port. n9 0350/86, de 10.07.86) JTl:ANASIO VALDEZ,para exercer a fun-
RAMÃO CI::t,TURIÃO, pari: ·ex,,,.cP.r a fun· ção de Lixeiro, na Secretaria de Viação ,
ção de Trabalhador Dracal,. na. secretur.!.a,. Obras e Serviços Urbanos, a p·artir de 01.
de Viação, Obras e serviçoc: urL1.:cos, a 06 - CG - (Port, - n<? 03 76/86, de 22. 07. 86)
partir de 01.06.66. (r-ort. nQ '0353/8•,, de LEÃO ~IALDO::.IDO,para exercer a função
10.07.86) de RLcenseacor, ~il Secretaria de Ad□inis-
LEONARDO ElRRI:':.C', p.:ira exercer a fun- traç5o, êl partir de 01.06,86. (Port. n903
cão cte Zel-ador, na escola ~:unicioal de 19 83/86, de 22 • 07 • 86 J
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Agropecuárlo·de todas as
propriedades rurais do Estado.
É obrigatório. Assim como o
recadastramento, se Você Já é
cadastrado.
o objetivo da Fàzenda é conhecer
todas as atividades econômicas
rurais, que tenham obrigações
tributárias para com o Estado.
Esta medida é importante para
Você. E vital para a economia do
1~ato Grosso do Sul.
J':~ Procure a Agência Fazendária do
d município onde Você reside, mesmo
~,J'c • • __ :. que su~ propriedade seja em outro
~ :..-- ~munlc1plo. .
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:;~-~-- ~ -.~';,} .. partir de1? de Janeiro de
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lld l I l·1, ,' l / J /óí, , f, u,J,wo .... 1 l : 1 O· +,
I.K·u" ,.,de, c1v1I ; .... ~,'LILII<,.
LIJO Y- . 1 , ,l 1 , Ll 1 .. ,
1
[ .. t ~ < r I t dO l O'
onose e do signo de Capriornio! f ai qu mora
perigo!! E há quanto tempo voe trabalha como
tOl'd 7 fale u pou u do inicio de sua carreira,
::iAIORA- Como c.:intor,1 rc•,il1,c11t.-, o
Porecc que I o, ontl'm qut- Lcrm, n,ir,1111 ,1
ou Ias, ._. elas jÓ , stao começando de novo,
[ hora de procurar o motc,·inl que sobrou
do 11no pas!clnck, oi, ,·o,rprn,• 111ott•1·_ia I novo, (olh.i, '""'
e pra,corar caderno ur,inr.lc- (uni ver;, i t,u- i o)_ p.:ir·.i
,<1 gurl:todd do primario, pois eles receberao u
"µt11..·ote'' ! ) .
É hora tanbem, ma r s do qul• !'unco, do:-,
11,c·rro conj,mlo ,-m qul· cnt•·c·i tlr , .. hcç<1 «•·º Iwo­
fissional foi o MR, ha do anos e meio. Artes do
1,Ul, lc·,Jb.:i llw i po,· 6 r•.'sr-. 11ui:, COIIJU!I o , enoto •"
l."Wntoru, l,hl~ foi cJix~od~ l11
111J pC(llJC.nll ('"-fX'r'l('fH. 1,1,
UIII começo. Mos participei _muito de festivas, '' -
tivais de arranjos, de musicas ieditas; entao,
foi o partir dai qu<, prnt<•u ,1 opo,·t•;n•tl~c.k· do •li<,
quando conheci o pc»-,oal, ,. ('-;tou <11 uh· d!:)or·.i.
LI[DY- Voce se sente realizada prol +ssio
pois i m.-cnl ivarem as crianças a i r•eon pra escol il, <' ' na lente?
depois, se pr,l'ocup.:ircm <.:0111 :au,1 vidil cscol<-1
I
', _ SANDRA- Total#ente, acho que não. Parti
Mns é hora tombem de conscientizoçao, de ularmente, n.:i minha cabeça, acho que 11,uito '! q111·
p,1is e ,il11nos, po,·quc coisas C'>otr,111h,1'< .Jcnntc-cc•111 .ip,•<•nder aind.:i, t<•nho rnuito o q11,· e<;tuJ;:ir, rnu-.,c,;,
c·o,n cstudnntcs
1
como REPROVAR, por rxeirplo, __ e _.i . teo.-i.i, instrumento«, ,. !W q11I;:er port11· par,1 l,1i1°
culpa é sempre do PROFE?50R. E preciso consciencta melhor, terei que optar por centros maiores. /..:,-.,
por p.:irtc ele pois do a I unos pcqu:no. , <· de- •
1
I unos
I
por· enquanto, isso nao passa de i clc Ias.
maior·cs, que é preciso estudar, c p.-c•ciso :,<• e:a-, LUOY- Certa vez, quando cantou musica»
forç.:ir um pouco, utQr por.:i consc-9uir boa" not.Js, Je Elb.:i, mc pe,•gunt.:w.:i111 se nao era dublagem, dcv1-
C' isso nao si9ni Çicn t irar boa nota numa provo ou do a perfeicáo de ;,ua vo:::. O que och,1 tli,-.so:
outra. P.;,r.:i o BOM PROFE.S...<:OR, .:iv,1I i,w um ,iluno e-~ SANDRA- bs"· lance dt• Elba RJ11ialf10 ,·e.:il­
obscrv~-lo por todos os .;ngulos, ou -.cjJ, dl•vc-,-,e mente' fnz a cabeça de ruuit.:i gente, mas é U111.1 c:0I::,,1
considerar tudo, ço11io assiduidade, crnnport,uncnto, particulnr minha. l1Ó muito tempo, quando pintou
i ntcressc, par·t i e i paç:io, capc1c i d.:idc, cnt.-c outi·as E I ba nas p.:ir.:id.:is, as musicas de 1 .i sempre ni.>xe,·,M
coisos. muito comigo. Por isso, q11<1ntlo cu canto, eu me en-
0 Ensino precisa de BONS PROFESSORES, trcgo u,ais, e .:ic.:ibo me ,,p,·oxim,:mdo d<1 perfciç<10.
mas, por outro lado, precisa tambcem de BONS ALU:- LUOY- Muito bem, Sandra. Acho que é»s,·
NOS, bons no sentido de interessados, • p,wt1 ·ip.m- nosso curto popo já dó pr<1 leva,· .:ité [)Ossos J,,ito­
tcs, prco~u~ados cm ap,•ender, pois
O que • m<1i,, ::-e .-cs um pouco de voe~, que muitn gente- -?dora, bcc,1
nota atualmente é uma .ipati<1 general i::.:id,i, con, J como oo MR, que ser;;o scirprc benvindos aqui eI,11 Bc­
maioriil dos alunos deixando "as coisas acontece- la Vista.
ren', prà "ver como e que .. Fici..1" no r~n~! d~ ... ,no,
pra ver se o professor "da um emurrvaozinho'. _
. E quando o pr·ofcssor nao d~ o "enpurr·ao­
:: i nho", pobre professor: querem cort,,-I o, aos peda­
ços ou joga-lo ,.; i vo as piranhas. Sempre e o pro- i
fessor que nao presta, e o aluno e sempre o "coi-
11
taclo", pois chorar I amentaçocs, tQdos sabem, qu.:in­
do e prcc i so ..
V QnlOS , .; , prof c::,sore S e
primeiros ovo I i cm com sabedoria e
produzam, pra que possam ser bem
.álunos: que os
que os segundos
ava I iados. ,
Destaque
d-a :,sema·.na
SANDRA- Me sinto muito· fel rz cm
Flashes. do Baile
do HâWai.
. lm, 1 e uma coI::,a,, com
A ENTREGA DOS TR0-10 p~bl ico, que ·gos­
FEUS , , tou dos br i ncadc i -
Logo op~s!r.:is, com algumas
.:i primeira, se I-eçao • ccç;;es ; e I aro.
de musi cas sob o co- i 550 ~ questoo
mando do MR, foi cabeça, n~?
feito a entrego dos ·o Dr
troféus aos 20 Oes- nondo e o Avelino
io SHOW DOS "LOS
_;ELES"
----
Depois de um..l noite de:, de itdquc:, no :-.1-
l~do, dcst."I ve:t volt.:unos no,,so "Dt•,,t<1qui," pc1r<1 .:i
l
hlJs i Cd, e entrcv i stamos, com muito honra, SARI­
dA a cantora sensoçao do conJunto nao menos en­
"';!Çdo MR, o Marc.i Rcgistr.:id,,, de Par.indv.Ji-PR, que
1
ja f e;:-;; cabeça ru rup.i:::, ,:,J.: por .:i,JU 1 , dUX i I i <1do
,Pc.-la PN>sença milrc.:intc <'. • ''.'-'·' ... :· lwi lh<1ntí' cdn-
ora.
ldfflQs l.l, ent.:, ..
LUDY- Em primc.
c.il de nascimento e esta 1.
SANCRA- Sand.•cJ • .,•.,.·~·· 1 d,1 sorw,, J.l
Mesmo
.;, demorada viagem,
devido .:io mau tempo,
os "Los Angeles,.
-::::j_ chegaram com a cord,1
toda para sua dpre­
sentaçao, que alias,
agradou bastante o
enorme publico pre-i
• sente no s.:i 1 ~o J~,·
Grcmio. /J
Com roup"!"o,
'colorid.:is e brilh.in-
Sl-
tcs, cant"1r·-.-im
A VI AGEM AVENTURA
AN-
Antes
inicio do bài I e,
com
tavamos todos
suas
ºpreens i vos com a
mora da cheg.:ido
"
~,,111Jn dv Pontd h,,.;,
I•""' volta das 2I -:,o­
rase chegando aqui'
so d pois das 23
30 1,..,.
l.:"ht"!Jdt'J 1
muito casados,
quando converse l
o T,·10, me.: d1--..,t..r·c..1rn:
"essa viagem foi
aventura; Jarro ts
=CIILO~ Uf!Jd í gua 1 ! ".
Rorn ...
terao historias
contar pros netos!

I
O BAILE
l't• 1 o HIPflll...,_
principais musicas,
,·om o M~rc i o, sc..·mp1·,·
alegre, inventando .
Trio. finalmente,,
recebemos a noticia
de que eles Ja se
encontravam em Ponta
Pora, so que sem te­
t,o p.;,r.i vi,. .:it; Se 1 .,
Vista, pos o tempo
estava muito carre­
gado.
De .. - i d,•,
nao decide; . decide,
nao decide,
bou-,-..:: opt.:,nJo
,. inda deles de
i
do
es­

de­
do _
disso, e quero agradecer a vocc e õ todo esse pc~­
soal bacana daqui , pe I o carinho com· qlle nos te111
I
,·cccb ido, Mui to obrigado, e um be i jào enorme µrd
voe~~ pra todos os seus leitores.
ex-
Mas
de
l
'
Fer-
as interrupçoes
' a entrega dos
taques do Ano dc pnssaram por "maus l féus e o show
1986, um dos pontos 'b d " • b
·oca os ., , nos roças Los Ange f cs,
0 pes-
a) tos do noite, pro- ,dos moreníssimas Ana ,
1 soal nao desanimou e
movi.do pelo Tribuno ;e Cl;o, mas escapa- ,
0
ba,i le "comeu sol--
da Fronteira e Ro- :ram com vida; e, .:i to" ate quase 5 hs
tary Club. ••gata Sonio, de Bel la da manhá.
Par.:i • fa:::<ir • Vi sta-Paraguay, .foi
a çntrega, a I i esta-• cons i dcrad.:1 a me I hor·.
, vamos diretores da sambista pelo Trio.
: Tribuna, lvoldo Pc-,· Foi real­
: reira e Estela; o' mente um belissimo
1 Prcs idente do. Ro- show, como poucos
1
t.ary, luiz C.:irlos que ja sç v,u aqui.
Raha 1; e o Vi- Vamos esperar que
ce-Pres i ciente do promovam rn.:i is festas
1
Gr~mics, Rdul Oscar desse tipo.
!Fernandes.
ilC'cl­
pc l ,1
+ás', .
Mesmo
O MR_,
ri C'I bc-1.1 '-' ... lr i c)ÚO, l'01•
mau tcas bea atual­
.::.ucld:--. , quu l I dad,­
do s..om
t l' i t U, :..("-111p1·t.• :--O~ o,
,~uiJitJo:,:. 1nInu ,n,o ....
-
o
trn
preparem;-se,
.... "",._; o l,1R qu,'
tazer o Carnaval
ta.
t rA,ARL>
l = •
..., ... EC'0LA, l't..•c(•t·, pelo clule
de para pra tarderna:, rios
, t'«en«tt-
- o-. Aló , a , .-, ,
. "

1 /1 t l", 11 1 li/
y
ucesso
1 O j tUlt ',li( P::,,,O O l)d 1
r· "'""·' ,i, ,. "º 11. .. ,,,i"-·
1 t,d 1 1 .:.1nlo 1H1 li,,,-.m lo P,·,
a kul +no, cor o pesen
b do trio los Agele, ,
r»leu o pena, o Marco ,
l los Angeles, e um
»'uquroço, L as duas tu -
t·rvx .. ,•,.--. .. , du i ~ 11l011u1111,,•n­
~J .... 14.-J,.~.,, "'""" .ilc- -
,LI ld, ,,,leu, fllll~
g.··no.
v.tl,•ll
DESTAQUES
DO ANO
i pro1noçao deste jol'
"-' l tambem orreponxdu._ ::;
, '"P<'l'tutiv,1, li' pessou,
eceberam trofeus de
'Dc-~taqucs do Ano", U111
to simples, com o publi
l'C"~Pt' i tosumcnte em si
léne io, una cerimónia que
ESTACOU n nossu sociedu
Jc-, hon11. .. •noucando pcs~Ch.-;;
que estao trabalhando
3.-lu Vist,1.
Sufoco
, chegada do Los
Angeles foi µm sufo­
co ... O avi~o, proce
dente de S~o• Paul o·.:
do_v ido ao m.:iu tempo, t--~--.,.---..----­
nao. pode descer em
B'ela V i sta. E f i -
cou aquela duvida,
vamos buscar 05 ar
tistás cm Ponta P
ra ou nao;...
_v.:,o vir de taxi?
Vem ou nao V<'m? le
lefonemas daqui e
d+li, e, afinal, ch>
90 o Los -Angelc:
de tai, ás 23 ho -
rus. Ouc SufocoJMas
V,l leu,
Jou.
Perfil
A d ireçao n
c·,irr<'gou-111<' dr
lrLrçor· um br,•vc­
P<'r' f j l 'do,; lim111•11,1-
geados,falar um pou
co 'sobre cada "DL­
TAOIJ°E DO ANO".Por
quG Íora111 o~ r~­
colhidos.
•• ,HJ u:.1 v,•rd,,t!c· 11·0
-,,,crr•J~, i ri, nor•,1 1 ) ,
bada, bom P" i J<· f~
ilia, e I d o d~ o <' x f• n ...
µlar .Porticri,.:i
,k:-todo-1 os aLiv,do
de+s comunitárias,
além de bancário e
f uz<·nde ir-o, rn<'11,bro
do Rotury C I ub, 1 n
ccntivodor Ja~ bon½
causas.L uma homena
9cm uo~ 15 unas de
banco.
RICARDO ROSA
Baile
Q bJ1l~, <l01111<ldO
P<?lo MR, foi um .Sll­
ClSSO se~ prcceden
tes, música de ri
.r,,J","Jn,
11
l""1p.J., anirnaç~o. g~
1oral e até ás 5 ho
o evas o publico que
uoj'o otou O su láo, dan
!J ~-üu e sumbou pr·,1
l~OMOÇÃO NO­
llEZ.
GARIBALDI DA ROSA
... _ -
)5;
~ li
' -
Rl,'ARí'J DE
ZA R'5A
C',RLOS
ZAR 1

DÁRIO MARQUES
VANDERLE 1 - DA
.lE·l RO DO SUL
RNANDO DE
TAS ELI.S
LIJ I Z CARLOS
RAIIAL ,E M/RUCE
JAIR BISPO
LISTA
BRlli'<C _flflANi),
l VAR ElLERY
GARIBALDI DA ROSA-
fil!Q
Enye>1,hC" iro,
cheio de ideal,estu
Jou fora,dcpois de
formado voltou a:
sua Bela Vista que­
rida.~ responsável
por varias constru­
çoes,po I i ti co, foz
ju= à I eir,br.:inça do
seu ~ai,Gcraldo Ro­
s0, e otuonte,atua!
mente encontril' se
empenhado na difi -
ci I tarefa de cons­
truir um HOTEL em
Belo Vista.Luta
contra tudo e con
tra todos, e um ho­
mem que sabe o que
quer.Muito querido
na comunidade to
dos conhece~ 0 Gão,
m~ço·simples,cora
çao imenso, amigo
de todos.É DESTA
OUE do A1l0, com
justiçaie m;rito,
MIGUEL
1
DELVALLE
Empresário
proprietário da SER
RASUL MÓVEIS, jove;
empreendedor, sua
empresa e uma das
ma Is s_o I idas sólidos
e r-posavel par cosidná -
-..cl p.rce-lJ eh fl!:,-' ~
~l".irrt!f'lto de BoJ.a Vi
5
ta.Emprew mais de
100 pessoa; e atu.:i
em diversos setores
E membro atuante na
comunidade.
EDSON ;.1QRAES
F.a I ar il .. respe i
to de Edson Moraes
e desnecessário.
Basta dizer "A t
• n es
e depois do Edson"
Presidente do Si, -
drcato Rural H •
, osp,-
ta 1, r:;a I i zou 5 ex -
Pgsis@es,vári tei
oes, construiu· o
NOVO PARQUE e-a
sede prc';,.>r ia do. S 1.
D1CATO RUR:. Já
1
~gressou na :. ist
ria de Bela Vista.
ABRAÃO ZACARIAS-
Foi_destaque por su.J
atuaçao politica,cola
borando para o vitria
de Marcelo Mir.inda aj
dou na e!'-'.± ;
CT INAçiO NA
.,.
.•_J u
,.
°'-ó. o
. '
,. •ur
• , 1
. "-" .. r
·a±.
.,,
,· ,,.,.,

11,lfltl"., 1', lhl'NI! ll'A f li, VI IA.,
___ _j
ROBERTO R0:3A
chil e Moko.Att1olmcntc "
llm dos I i dcrc-s do PMOB c11
B.-1.:i Vista.
rARLOS ALBERTO NAZARI
Advo9,1Jo, vi vc c111
função de sua prof issã0,
consc iente,a just i ça aci
ma de tudo,ha pouco tc,,t­
po cm noss..i c-id..i<le,j~
.:mg.:ir i ou o espei to e ,l
cons ideracao dos bc lavis
knsc::,,Muito futuo·o.
DÁRIO MARCUES (LANCHONtTE
BARRIL) ·-
ro
nol,criador de qado de
l'•h,J, f1h1. d • lJU Jr•. 11(• 11',f
de ser,simples,hui lde,
l""l.'J ll'f''-('11 d o que de mel
arado existe o:no e ºI
pio d,· vid,1.f tu dos bo
luartes da pe li,;,. i u I o
,·oi.
f·[RNAM)O Df. rnllTA:
TUAS
-1-Wico hun,1110, cor ido
so,.irniH; Jc todo<;, ;. o -
"Dr. Fr,·nandn" d~ tod<1-,
os horas.llm dos wedicos
111,1 i s quc-r i Jo, Jc- llc• 1 a
Vista.
COPALAR{UJ I Z _CARLOS
RAHAL)
Nóvo no cooncrc i o
de- 11~ive is e e l t>tro do -
11~i,t i cos. Crcs.ceu. E,-t,;
construindo a novo lo -
jo,um dos predios mis
modernos de Bela Vist.:i,
Possui fi I i,11 cm Car.i -·
col .É um c><enµlo de tr,1
bolho.
RODOLFO Pf.RE IRA
Proprietário do RES
1.URA'HÊ E CA$S l '1,;l l'ARA
. l -
l
1
tl J ; l l tJ d f La t l,
dqu rabo'leu «m, nu to­
do, I'( • pon .,,l, i l ad
Íl·.: 1,111to, ,1
1111Jl ... ,:ril<. 1
d .... lJ,lC:dpd'Íd,llk t!.• ff'd
alho ter promovido,boje
~ Llt.LLGII'(' "tGf .L f'L
P'Nl/
1
';,À (• teu, u., Íulu
r·o pr·oJ11, ..... ,,,. JlC·lu frcn­
te.Mereceu er DESTAQI.
l{lt.lfl);..;-: P IIE IRO
foi prl'Í,•tto u,• ~l'­
la Vista. É o Hl<lÍOP I i­
dere politico da atua+
1 i d,1dc• c•on Be f ,1 Vista
Rc:'pon>-,;H. 1 po,· v I to-
ri U!-t mt'trtOt'i'IV<· i :,, do
PMOB.ílodl'r~ ,-,cr c.:indi­
dcJto cJ prc Íl• i to cm
19
VALDDIIR MOKA
Por suo lwilhantc
º' U, "-"''' tl.l ( (T 4' i1lld • 1
titica, to o dput a
do 11"11 .... .ot,. Ju t.1
nos dod, pelo
TK,
,.. • ) f • f t
<"•"'"-cic :-:,,, ··~ .. k } í 1
, , e td&J,k·.
' me mo que Moí i.1,t:,1
rer,!>c- o 1,·of e' 11 p< 1 o 1111 t
,\hl,' :>.tVf.r­
f O (}!IP ,., d l 1 :.ou l. r:1 r,, - - -·----
la Vista,quarto na che
fio da LASER-L, foi
•JU
o -
presidenut
rara Murierpal, recebeu
l n ore do Poder Leqr«la
t 1, <1 o t I of tu 1.,ti<' hot c·,1c1
,J01u o- no ... o ... reado -
r'e.
MARJZA ,!O!'AS, Jt• M.1ri.::,1
O. RoJri!Jll<''-
É a Bout iquo de
maior tradiçao em Bela
Vista, sempre aconpa­
nhando a Moda. Hoje fun
e í Olh:1 Clll '10 ,,~ i nc-,ta la­
Ç;;<',.,, É o ponto de l?n -
c-ontro du,-. pc-..<;o,i-. e- f 1·­
n.:int<•-..
CEL IVAR ELLRY RARO-'
Cor.1,rnd,1nLr d" 10"
fl (' !IE.C, '>C'mp,•<· cof~
borando comn toda- as
1 n , t , d t r , 1.l ... e onn;nt t, 1
• 1 •• , , .. , •!!il1d h1J~1 1 n.1 .
1
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IJ li dos f'l.'TA-
1 J !.. .:-- "'' A
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1 ,v
d.t a-
DA rRí.'lf(lflA
Fé- de sua lanchonetel'
o ponto de encontro da
juvcntuJc belavistense.
Pretende uorp I iar as i n,; -
ta 1,,ç;cs e J i nam r .::,,r ,, i n­
da mais o ,1tcndimcnto.~lo­
ço de muitos ,1mi.::ades.l-k­
rcceu ,,cr llt.:STAQUE.
0:SVAi.oo :'OSSAR 1
----
PARA AS.:, 11'<,R
LIGUE - ~39- 1410
Proprietário du
Viaç~o Cru.::ciro do :Sul, 1
unca d i sso "náo" aos I''' ·
Ji do::, de be I cJV i stcns~s, :::-,,,_
1
___,_
j.:i par<1 .:i Expobc 1 , viagens
ctc,Po::,s.:iri cst~·sell1)re
c-ol.Jbor.Jndo com Bela Vis­
ta.Todos os dnos cede,
9entilmente,uny onibus pa­
ra servir a b,pobcl ,Pur­
ticipa do desenvolvimento
nao so de Bcl.i Vistd,1,k'.l:s
de toda a regido.
J0À0 LOllREl:1•2 PINiltlRl.l
• -TIME TOUR TURISMO-
viaje Pelas mãos de quem tem experi­
ência _rua 13de maio 2310-
1,1,1011• 10671 382.7436; 382. 7997
_ EMBRATUR _OÓ145.00-42.o -
GUAÍ,gera dezenas Jc
enl)regos;o Cassin~ ~ a
nossa maior atrilÇOO tu­
,. i st i ca e o seu rcst.:iu­
r-ante, 1 oca I q.c:,,,. os vi­
si t<1ntcs e a sociedude
frcquent':!!) ros finais
sc,nand.
•JAIR 81:Sf>O EVANGELISTA
!TUFI OFICULf mlNICA DE•
. .
. OSCAR -.....~ ........ ~"" -MARIN .POPU.
-LAR "ENGENHEIRO .
' • • ----I- ...
• •. , ·,< • • _ • ,-,,. _ME CAN ICA EM GE.
t' •
1!RAL,SOLDADURA OXI.,
'/GÊNIO E ELÉTRICA- '·
1
' Atendimento Perfeito e p.
-rantia absoluta
1 .,
!
a tl■H HrtlÇII li 111111■1 Jat1
r u· ,ara li cll11tes x
L. !' me.s -m--h :=d
-'AV.JEODORO SATIVA 624 _ CENTRO_-]BJEJLA VIS'JrA-MS
1
;, MERCADO "·s· a~~JOS
<<a~n~ 80.Mf.>ltAII_SE T01'N0U UMHÁSIT0))
►---­
.,1--,--.~.
' ,.._:; -·
lAlT[ Ft::-T 1
• ::.-·,
GtNEROS ALIMENT!CIOS E! GERAL- ARAME
OVAL/IDO, EELGA, MINEIRO, ROUPAS, .F'~U,AS,
VERDUPAS. LOUÇAS, Au·~1TNIOS·. BEBI::,AS. '!I
LHARES DE PRODUTOS • DA IIELHOR Q!'ALIOA:
DE E OS ~:ELHORES PREÇOS •
- V I S I T E • N O S
•• AV. DUDQ_E _DE CAXIAS_- FONE: 251-1713 _JARDIM- MI
- -- ... - ~ ~ --- - . -

Vete contesta Abraão e . ança
um de-saiio:
Candidato em 1938»
1

. , .
' I
' 'f
1,··., (,


r~· /~ .
~____:.. 1
JIJ '
• 1
Vl.'J'C C/IRCI/
Ontem. o vice nrc·
rei t o d t• Bel a ',i~ ta ,
Ro-;eve l rc Li:,o ,Cir­
ci n, 1oltm1 a criti­
car o Col'<'l'ltO do [!;­
t;,do e contestou as
palavrn,- do prcíeito
Abraão Zacarias.
11::Í po11cos rlins 'l•-:­
te, como n'is co -
nhc c ido, cri ri cou o
prcfejto_pclo cstnJo
de abandono cm que se
encontra o'.Ccm{r6rio
d:i e: idade, "o PDB
não respeita nem os
vivos qu:into mais os
mbrtos", di:.i:1 ele.
Abraão respondeu às
crfticas,di:.endo que
•Vete "políticamente
esti morto e esque­
ceu-se c.lc deitar".
Disse inais o prcfci.~
to, "estamos constr11
indo muros e capela­
no Ccmi tério".
O vice prefeito
pr,ocurou a Rcdilçao
do jornal e _disse qµe
há poucos dias· este­
ve no Cemit6rio e 15
virias-pessoas, que
estavam num enterro,
criticaram o estado
do mosm·o, perguntan-·
do se ''cm Bela 'ista
não tem prcfeito,ncm
vice prefeito é nem
vereadores?".
, 1,, . •. 1 1' . (
o d • n. l ( t 1
1
l d e.·
I> r 1 01 • e rtt- .: d 1 • e , 1
está acontecendo 1o
Era:il,Todos os dia •
atras da I.minis­
tros desse Gerno f
1 " 1 rp I l' io • l 1p :i l 1 1
ll )"lti1Ji1> '()Tlli,1 a
poptil,1,=io·, lL,,llld<_? o
l'll·,lO ,k 110:1 .1 Ili -
1<·is e~p:ici.li•;.c;''ºl
xim de lado tambem o
,1oh rc- f11n,· iona li smo
·j11íhliru, hoje• relt•1•;1
do :i.i ah:111Jn110".
l ntt'n,l<' 'L'tt· 1;,1,
cl.i, 1111c "pt·ris,1no,:
de ais maturidade
quer C'squi n.1,(•ual
quer ci<l'aclao,l'st:~
pto a julgar _o
<,ovc-rno. n,o so o
do Estado ,nas lam
b6m o Fe<lcral.­
No aso do asfal­
to,eu ur: dos naio
rcs h:ttalhaJore!i··
por sua realia -
rio. e hoic o que·
vemos s6 menti­
rus. O asfalto n5o
prissa Jc uma ~as­
ca <lc mentiras e
o povo foi cngan.i
d
.. -
o .
O ,·ice ,prcfci
to c01::cntou t:1m =­
bé111 a rcspei to. da
situa,iio," pois f
está • tuJ,, hem. ve­
ja os juros.as e~
presas quebrando-;-
l f • •
j•'il ,,
o l,o l I n (. 1) 1 ~ . , -
do L ·~· .. : t: l l 1•()
lil q11 .. lr;1, d, • 1.·
f, 1 J C) l 11 ! C'] , l -
( .1 ,... dl· '· n j l
1
1 1
1
1
dc- i o ,, -; 1 1 t 1., n • • ,
.1 a I d i, . • i tt !' •• •
endo i ,t(1.n:-io li
i n ~l i ~~ 1,: 1 1 t J r I r ... <. ,
ses zssuntos, beri
<.· n i. ._ nc1 ido",
•~quilo me chateou
bastante.prosseguiu,
procurei o vereador
Evilásio para que o
mesmo tomasse alguma
providência". ·Qual
foi a minha surpresa
ao ele perguntar se
Em dois meses o E tado
. ode chegar a 60 Comarc.a
• ~::: ! t
J,
'
l lf.H
('
'
'ARA
t
,,
-
"
t « l l
. f ' ' 1 r L
. ,
I 1 .- ...
r J,H,ArlO
1,972-G;si
Coru; Et,TO' .:
DIRETO~
[o •
'I
I CMll'O r.nr' !"li~- í:,1,:n,
de qroiarrrv 05 ta .. -
' 'Inovo oal pai
nó-tr, ou 63raiei -
pic1-;-, 6J (llll",~, :v!.)111t!o .,
f"'" i...:X~ o :oio [ta
ivi.· .Mui, Hrrso
'sal • hein, ieiG a-
,· .. 11:c a inclax. a.r
a G· lia, no +li
dia 23. ,i+- a6+
u r tlt «a: ««
e· Rei!andia • ±
Gbreie tese,ue •
li:aro 5'e: o.o o
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1.: 'o
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r r O , I i) ri:- 1 ! T.,• L
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--REDf.TOR CIIEFE: 'vL.20 ?-
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E{O É,3FJ!'$1MA99.,gg,e
PUBLICA t, "20..,- rO, ':': •.,j:.-.;. __ u -1:í_L 1
1ST'-S- Szz ?o» li
-ASS!flATlJRAS-
-·- -- -~
A1iu11L------------ - • _,,:,A Cz$ 25ú,00)
DéiiA!S .. ur,!cÍr :os-----··-( :zs 350,0G)
e rlernr o <lÍA1'.!i,,L"T1Lo.
la! de lirr: pn&e da
i: .... ,,i1,x-,;,, ,l· v,.)h t.L· À.,t--;tiç,,
.rife1ase ate a rio -
c,o ,l· cna.--.t·,1:-, n:.::t-- l'.Hn,t-,..
inir» na pial de '
[atu jaulas é{rata a'
0 e:atar tartcpvos elo -­
dr a nlio de nroTe -
r- 'pris no :."..1,:l'.l.) u.·
os ciáios,piei:lar
("t-i ,y't."flÍl"<'t'h.J1l iniil1.1.L ...... ~. i,,
\1:u,;..-, !.litt·-0.1· utcndrrrc.rCJt
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15.513 -105/C0!-1 SCRIO SI'-2..».GG;
:::_or,c::A DOS JO:.r:A!S T~1;u:.TJ1·:HrnSE.u LAKí,E:isiê ,
,,)é BoNITO;,:,DE .o:32?E 10 !AD!S: E
,c.fJJ/IL Í.DA F:-co;nc:r.:r1, PA<r::..:~ G~fi.f=iCJ :,íl-"' D',
1,: : ... 1c0 28.2.1sa-S-€.,26"3-
, .:CL.:FC .c: (570 435-110 -
os pecuaristas sem
pcrspccti·ns e
O
J,,~tiçü ,, inb.-,•:~ci= .. :-
povo achatado,ofen coo dos serviços 'ore
dido e enganado. --: ~<.·se- c.._,rrh<•m l:m,, o.·w1-
I:., está tudo b.:m", n••~-~'º <lo E-.t,,clo "qut·
'não vou me calar, deve dor mui:s cosi. ·-~~
e enquanto a im - •
prensa me der es- condicoes de ee'i
pa ço .Pª ra falar eu '-' ,e uo .... ti:-.uJ1' ,_u~ • -
vou falar, criti- "No se ,alnil,• que
car e acusar •. os .,, mor .. 1dor Jc lnOC'~flcld
-desmandos.Quanto a ',
1
,
1 j,• 90 l-.111 ,,t;, !'Jr.i • - •
minha morte poHti , ,; • •
nat .. "Xl p...iru . rC'g i ~tr.t11 •
ca isto at6 pare-­
• lll'ld l"5t.:I" i tura, ,ivt·rl'h...lr
cepiada.·estou, .
mais vivo do , que ur., l~te uu servir d.-
nun_ca, tão vivo que estemunha. Is=o ra
lanço a minha can ['espesas: e esadia e
didatura a prefei ihoel, passagens, ali-
to vereador •,ou
1
- •
. • [ . mcn~uçuo, ,, IC'm d.a .iu-
vce pre e1to,·em - .
1988, serei candi :-enc1,1 Jo loc-:11 de tr~
dato, é o povo que lhulho. 1:,,-o '"'º se".,c-
exi gc a minha. prC' Imite num mundo :acxler-
sença_na.vida nú- l.,·o", ressalta Leill
"_no cerni tê rio estava blica . Q • • EI h.. •
precisando de mais Prosseguindo, r e_. i"'' º?ª '
"e.is±l [ ±±: COM O PE FIRME NA MODA
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