TRIBUNA DA 
P 
PREVENÇIO DO USO DE 
Entorpecentes 
- 
PREFEI'rO ABRAÃO ZA 
CARIAS 
for inicial iva 
do Prefeito Abraão 
Zacarias e do Cmte 
do 10º RC MEC, Cel 
Ivar E. Rarroso,se 
rá promovid em pé 
la Vista o "PRlMEl 
--- 
RO ENCONTRO MUNICI 
PALPARA PREVEN­ 
CÃO DO USO DF 
!:NTORPECEl'I- 
"LACA--PERFUXE" 
Abril 
provavel_ 
mente. 
A proposta é 
nobre e demons 
tra que as nos­ 
sas autoridades es­ 
tão sensibilizadas 
para a gravidade de 
um problema que nor-. 
malmente atinge pes­ 
soas em plena mocida 
de. 
Leia a continua 
deste interessante 
assunto, na: coluna 
"POR DENTRO-DOS FA­ 
TOS", na Página 
- 04 - 
Aniversário da Tribuna 
da Fronteira 
------- 
- 
, 
CORTES DE ENERGII: 
PROBLEMA NO HO'SPIJAL É GRA'Yf 
0s corte de 
enerIa elétrica,a 
oim como os oocila­ 
çÕes no fornecirrc,n­ 
to, es 20 preocupon 
do não 'só 03 comer: 
ciantes, induslri - 
ais e donas-de-casa 
mas principalmente 
os médicos e os di­ 
retores do Hospital 
são Vicente de Pau­ 
la. 
Por diversas ve 
zes o Hospital vi­ 
veu momentos dramá­ 
ticos, isto porque, 
os doentes lá inter 
nades são obrigados 
a serem-atendidos à 
luz de velas. ·Isto, 
quando os cortes ou 
interrupções não 
ocorrem em plena ci 
rurgia. AÍ e um de­ 
sastre. SÓ Deus po- 
derá salvar. 
Ar: "!.l ri-; ln·,upu 
racao da rede e1 
rica de Jrubupuná 
havia um motor esta 
cionárlo no Hospi - 
1 tal, transferido de 
pois para cidade 
1 
de Aral Moreira. 
Sexta-feira, o 
assunto foi ventila 
do no Ro o.ry Club de 
nossa cidade, atra­ 
vés do presidente 
Luis Carlos Rahal, 
levando ao clube a 
preocupação da dir~ 
toria do Hospital. 
Várias idéias e 
sueestões foram a­ 
presentadas e es - 
tor Almada disse q/ 
poderíamos entrar 
em contato com o Pa 
raguai e solicitar 
una rede especial, 
ligando o nosso hos 
bital ao de Bella 
V f ., tu--ar vuil. Em 
caso a pre no for­ 
nreinvento,seja no 
U r; _ .; l 1 e:, J no 1 , r 
ual, os serviços nio 
sofreriam solução de 
cont.inuld d•·. 
Lembrou-5 tam -­ 
ém de enviar ofi!os 
à Enersul, aos depu­ 
tados que obtiveram 
votos cm Bela Vista 
( Bach a, tíoka, R 130, 
etc), e também da 
possibilidade de so 
fazer· wna call'pnnha. 
para arredadar fun­ 
dos e comprar um rno­ 
t.or para o _Hospital. 
nesta agora espe 
rar providências das 
autoridades, antes 
que algum paciente 
morra numa mesa de o 
perações, ou senrn 
.edicado, por FALTA 
DE EflERGIA ELÉTRICA! 
Banco do Brasil para 
1 hora em todo o Estado 
Um fato =·sui g~ 
neris .. 
todo 
No0 jornal 
alvo de carinhosas ma 
nifestaces de carinho 
seja através de cartas . 
~ja pesso:l.l:nente, relo 
ranscurso desceu 15
2 
.11'.:TVEFS,.'<IO. 
Tlo Rotary Clube de 
elz. Vista, Luiz Carlos 
Fahz! flcu respeite 
ra, traçando un brefe 
pcl'f'i:. da luta do jor ·_ 
nal pela informação ob­ 
jetiva. descarpr.iss­ 
àa e servindo acs .i.nte­ 
resses de Bela Vista. 
Já Garib:3.ldi· áa Ro 
so r,eto le.:orcu os pri­ 
moiros ssos do jornal 
?:ifocru o Seu e. ,:-se: .l.- .cn 
o, a luta de seus dine 
tores, e parabenizcu to 
da a equipe. em seu nÕ 
me, em nome de sua eso 
sa e do seu sogro, Tibi 
riça Làureiro de Alr:iei: 
eis., um oe nossos lcito­ 
nes mais ilustres. 
i,Jato 
O Banco do Bra técnicas bancárias, 
ocorreu em sil é o nosso ban ~as recebe~ salirios 
o Estado de co. e éle que im não condizentes com 
Grosso do Sul pulsiona o progres a responsabilidade e 
inclusiye em Bela so, agiliza a pro capacidade de traba- 
dução, incentiva a lho. 	• 
indústria e ofere- 
Vista, os f'unc io - 
náriós do Banco do 
Brasil cruzaram os 
braços por 1 ho - 
ra, em sinal de 
protesto, pelas 
atuais condições, 
nao so dos pró 
prios bancarios mas 
de toda conjuntura 
econÕmic2 que impe 
de o funcionamento 
regular da r:iais • 
tradicional casa 
bancária do ais. 
Todos sabem 
que no Brasil,nun­ 
ca o socialismo 
avançou, tar. to t:uan- 
to r.o 
ri ta::-io 
tares. 
regíir:e auto­ 
dos nil: - 
Com e cola 
boração interessada 
de burocratas ci - 
vis, os governos 
ce perspectivas aos. apoiou e apoia a pa- 
pequenos e 
empresários 
médios 
e: la.-. 
voureiros. 
Os seus ·zuncio­ 
nárjos sao todos 
cidadãos conscien - 
tes dos deveres e 
obribações,são trei 
nades e preparados 
para atuarem den - 
cro das mais mo - 
cernas e eficazes 
Privatizar a solução 
Moderna 
PIIRDBENS, TRIBUN 
--- 	-- 
militares aumenta­ 
ra~ assus:adoracen 
ce a participaçã~ 
do Estado na eco 
nomia. As enpre..­ 
sas esta:ais in-­ 
charm, as custas 
do Tesou::-o ~acio­ 
nal. i1u i tas. _ e::: - 
presas estatais jul 
A população 
ralização,pols soas 
sim, sensíveis (acre 
ditamos nós) às aspi 
rações dos bancários 
as autoridades □odi­ 
•ficarão :êsse quadro. 
O :JAtlIFESTO DOS 
FU:fCIOfJÁRIOS ESTÍ, 
?USLICADO NA PÁ 
..54- 04 
'err que quanto 
ma!s gasavamn e 
quanto c.ais funcio 
narics tivessem 
mais estaria co - 
laborando pra pre­ 
servr a sobera 
nia nacional. 
LEIA :JA PAG!::r.-05 
Por dentro dos Fatos 
leia na página 4

, 1 1 
Indicador Profissional 
===--:-:::=--------------- 
DR. ANTONIO F. NASCIMENTO 
ClC , U, 4/4,1, (0- Oi8 AS - 28109 
UllSf.S LlVí.iS. CR1111M/lS, OlltSí/4) DE lFRR/S, OIRElTO 
V . ILIA E IHISIA, 
SBITRIO - M, RIO EM.CO 1" 193 
RES, tv, RIO BN'CO VI- 197 
RH.: 305 CEP- 79280 
P('fffi} l!RTfl,m..1,s 
r r:. 
J ESCRITÓRIO CONTÁBIL BETEL 
- ESCRITAS FISCAIS E COIHÃBEIS - 
•• VANDEílLEY CASSAROTI CRO/ilT 3,857 ... 
-Av.EuGÊNIO PENZO 570 AO LAJO DA EXATORIA }CEP: 79,910- 
-CAIXA POSTAL 23- 
A N T 0 M I O J O Ã O 
• Escritório de Advocacia 
DR, CARLOS À. NAZARI BORGJ::S 
CAUSAS CIVEIS E CRIIHNAIS 
-RUA DEPUTADO MÁRIO VAN DEN 
-TELEFONE : 439-1382 ( PR6XIMO 
B E L A V I S T A Vi s 
BoscH 
. 
A 
284 
. 
RODOVIÁRIA)- 
-Advogadas­ 
v1LMA DA SILVA- E VERA L. TINOCO 
ll'. 
- CAUSAS 
FAHILIA. 
CIVEIS E CRUUNAIS. 
TERRAS H1VENTÃRIOS 
TRABALHISTA. DIREITO 
-RuA CutABÁ s/N ·- FoNE : (057).439-1290- 
:.B l A VISTA R S 
-··RONEI SILVA FUCHS- 
-ADVOGADO- 
-RUA V1crôR1o 
·-CEP 79.910 
• A N T O N J. O 
CAUSAS CIVEIS E. CRIRIMIS - 
PENZO 505 - FONE: 435-1203- 
J. o Ão n s 
Ciruraiãó Dentista. 
DR, LAUCÍDIO VALDEZ DE BARROS 
C.R.O, 340/MS - 
-ÇONSULTÕRIO- RuA MAL·, RoNDON, s/N:- FoNE: 251-1757 
-RESIDtNCIA- Av,CEL,CAMlsÃo.1039 - FoNE: 251-1224 
J A R D 1 n : M S 
POLITICI IGRf COLI 
r l • 
11 ,. r I t ! J. 1 
le '{nez, lerei­ 
ir·nte da Sole:d 
Rural Frasiluro , 
rurorhec·u o Óbvio: 
"no há maia po!!- 
1 
ic urlc t1 ! '! ; n 
que xist I foi 
por pus abaixo!" 
Para os trnadicio - 
nais burocraas que 
continuam 
rio Ou 
1 
Vilf' (l:"' (• 
tchtr- 
f ccuncl:r 
enpordam' 
i ;l í - . () 
~ • • - "' l r':' 
ri!i te+ - 
ceitsr qur o' 
resario ruri: 
lt ;• P'"'br'l : t..:i 
.•· 1 .. 
! ern,ao to ru- 
r! 1 po! '±n 
'.vrrnmntai. 
Os franco atiradores 
de sempre 
1embros da CUT 
e da CGT não pode­ 
riam perder a opor­ 
tunidade de· ofere­ 
cer à opinião pÚbl.!_ 
ca mais uma demons­ 
tração de sua inca­ 
pacidade de se adap 
ta'rem às regras de 
um. regime democrát.!_ 
co. De um lado orga 
nizaram um protesto 
diante do Congresso 
Nacional, ·vaiando o 
Presidente da Re­ 
pública na pess·oa 
do Presidente do Su 
premo Tribunal Fede 
curas, para mont&r 
um poderoso lobb_y 
para atuar cm defe­ 
sa das reivindica - 
çÕes dos trabalhado 
rcs. Realmen e,se 
dinheiro gasto com 
os lobistas se jus­ 
tificar, teréro 
uma Constituição 
hospedando as rein- 
vidicaçoes de rraba 
lnadores, ·mprea 
dos, boias-frias,la 
t!fundiários, zays, 
mulheres, aposn a­ 
dos, etc. luém se 
preocupa ainda com 
o Brasil? Alguém 
• ainda cstt1 intl!r' .;- 
sado no ber geral 
d;, f.laç:io? 
(PLANA) 
------------------------- 
DE: N.A. DE OLIVEIRA 
0 ·.l A' 
C.u:'illl..Íl.:'DE:D.'l 
.1«-AL ftXW DA '110WH1M 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972. 
Os produtores de So 
a de NS encontr-ara'!l 1 
saída corrpensadora pa­ 
ra os estoques encalha 
dos da safra passada:a 
venda clandestina para 
o Paraguey. Os resoon:.. 
sáveis pela operaçiio si 
gilosa são os plantado­ 
res brasllêiros e em - 
pr-esários de ambos os 
lados da fronteira:Pon 
ta Porà e Pedro Juan.­ 
Nessa operação, o 
produtor recebe, por. 
saca de ôO quilos, 170 
cruzados - 40 a mais 
do que obteria no men- FILIADO À A B R A J o R I E 
cedo interno ou na ex- 	A D J O R I - M s 
portação oela via ofi- llPRESll'l'l""AKTE EM SÃO PAULO: 
cial através do • ?orto RCD - Comuntcação S/C Ltd 
de Para."~R-PR: •e. e:n Rua Voluntários da Pi, "> 
oÓlarl 	Fone: (O11) 290-sss,""a, 154
4 
cony .01 
Jean Movi " » iwseio;e l 
Cinematográficas e VI den J eane • Hotel 
"JEAN._ HOTEL 
DIRETORA : KARIA ESTELA YELASQUEZ PFREIRA 
ll?DATOR-CHEFE: IYALDO PEREIRA 
GER?NTE GILSON SILVÁ SANTOS 
REPORTAGENS LUDGERO AUGUSTO SENHORINE 
REDAÇÃO. ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: 
Rua da República, 268 - Caixa Postal 23 
Fone: (067) -439-1.ClO s·d P • 
- e e ropria 
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDQ PEREIRA 
Propriedade da· 
REDEBELAVISTENS DE JORNAIS LTDA 
CGC-XF: 1S.S13,203{0001-S9 
INSCR. EST.: 28.219.00
3
-
1 
Reg. no Cartório de Ti, D 
• e _ocumentos 
N• 35 
- TV. À CORr:S , ?Rl:.7'0 E BRANCO, GELADEIRAS, 
FcX;Ôt:S, COLCHÕES, r-:DBÍLIA CCT·íPLETA PARA 
G S.J.J l.All, 
"VISrri:'......NOS" 
foJA: DR. A.C.Y C0ill!O üE OLIVEIRA, 618 
CEI': 79240 
JARDIM-:-:ATO GROSSO DO SUL 
JEANE REPRES...~AÇÕES CINEMATOORÁFICAS E v .1,1..14, 
FIU1AGENS DE C.ASAMENl'OS, /l!'UVERSÁ,uO.."i E 
R!:.llNIÕES S.X:lAtS EM GERAL. 
SE VOCÊ N.40 TEJ.I O SEiJ VÍDEO CA:,-S.c.l~ ,NÓS 
ALUGAMOS CU YEJ'!Di:Y.OS. 
REVEJA A ALEGRIA DE Súi FF.STA EH 
T".:li:V!SOR, 
FONE:: 2.51-1115 
(AO LAlY' é'' .J!=:.4:"" ,.··VEIS) 
JAEDI-'AT O DO SUL 
Sill 
~. AN'Í'ÔNIO ~ 
- ' jQAQ HOS?EDE-S: ::o 
ViEllivR HOTEL, 
90'1 • A 1Th'D IMr.r,, 1'0 
F. CC?ironTo 
') jj 
mui, 
"os 
Ser.er 
"n 
-·r·,n· 
+1u.. 
Í;j

l 
o' K! T JF! A D! ' «ATEI!AA 
 "DF. or. 0/:LA VISTA 
Me 
po Jeito que oovo gosta PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA 
"ATA N" _032/06" 
ATA PNA • 	N·.a 
091/86, 098/ e 9/8 
os vnt • o um di/Ju do rr.,-:.; de novcrrbro do 
ano de Mil Novec nto!J e Oitmtu e Seis, às 10 
(dez) horas, reuniu-se nesta Prefeitura Munici­ 
p;J.l, n Comionno Munlcipol de LicilaçÕo, COIGpOS­ 
ta pelos ocnhores Dr. SIDNEY MONTEIRO MASCARE - 
!,;!-IAS, Pn:oidcnte; JANETE FESTI, Membro e EDGAH 
PlNHEiílO, Membro, pora receber, vis.ar e julgar 
as propostro àc Fomecimctno de AlimcntéaçÜo a 
12(dozci) pcssous almoço e Janta, a trabalhadores 
cm terraplanagem, a serviço dessa pref'citura,do 
período do 21.11,86 a 11.12.86. Propostas esta:.; 
apresentadas mccliontc Cartas Convite Ngs 007/8G, 
098/86 e 009/86, pelos Finnas BAR E RESTAURANTE 
OBA LANCHES; BAR E RESTAURANTE GAUCHO e BAR E 
RESTAURANTE SÃO JOÃC', as três respectivamente 
com sede cm Bela Vista-MS. Dando início à reu 
mão, foram abertos os envelopes e feita a vis 
tagem dos mesmos por todos presentes. Feita a 
leitura das propost:D.s, a comissão iniciou estu 
do de viabilidades das mesmas. ApÓs o julgaen­ 
to das propostas, foi considerada vencedora a 
Carta Convite ne 097/86 apresentada pela Fina 
BAR E RESTAUR/N'l'E 0!3/ LANCHES, por entender a 
comissão que o preço apresentado era o melhcr. 
11eccbcndo visto de todos pN:1scntes, enca'llin.'1ou­ 
sc a proposta vencedora para posterior homologa 
ção pelo Chefe. do Poder Executivo Municipal, N~ 
da mais havendo à tratar, foi encerrada a reu -­ 
nino, sendo lavrada a presente Ata que vai po_r 
todos assinada. 
SIIEY TEIRO RASCAEEEYAS 
Presich"lte 
JAETE FETI 
e-bro 
EDGAR PINHEIRO 
e--bro 
Homologo em todos os termos a Licitação rg 
ferente a Ata n 032/86, que trata de Fomneci - 
mento de Alimentação a 12 (doze) pessoas, almo­ 
ço e janta, a trabalhadores em terraplanagem, a 
Serviço dessa Prefeitura, do perlodo de 21.11 .86 
a 11.12.86. 
BELA VISTA-1'-!S, 04 DE DEWIBRO DE 1986. 
ABSRAGO ARA ZACARIAS 
Prefeito Hriciral 
=-~ =---======= 
------ ------------- 
"ATA M? OCI/87 
A PARA JULCAENVIO DE CATAS CCITE 1?s 
001/87. CU2./87 e Cfi.3/frl 
Aos cinco dias do mês de janeiro do Ano de 
Hil Novccl.!ntos e Oitenta e Sete, às 10 ( dez) ho 
ras,reuruu-se nesta Prefeitura Municipal a Canis 
~ t-:unicipal de Licitação composta pelos se 
nhores Dr. SIDNEY MIEIRO MASCA" HAS, PrIden- VIA'# 
te; JANETE. FES.I, Membro e EDGAR 'IUEEL?o, Me br., Ia 
para receber, vinstar e julr s prposts de cg 
pra de 30 pç. Placa de sinal!za;ão V!iria (chapa 
n 18), medindo 60x0 m em 2 tubos de ?"3,00 MD, 
175 Pç. Placa de Sinal!zação Viária (chapa n 18) 
medindo 5O cm de dietro mont. em tubo 23,D0', 
e 44P~. Placa de Orientação Viária (chapa n° 18 ) 
diversas medidas mont, em tubo de 2'4,'O MD.Pro­ 
postas estas apresentadas mediante Cartas Convi ,. 
n?s 001/87, 002/87 e 003/87, plas Firas W-NETA 
WRGICA LTDA. ALFER ESQUADRIAS DE FERRO DE AlJJ.41- 
NIO e AIITL/íl - !::SQUADRIAS E VIDROS ll/DUSTHIA f. 
ca1. LTDA,às LN•s respectivamente com r:ec.l!! cr~ Co...,, 
po Grande - MS, Dcndo início à reunião, fora"; 
abertos os envelope:, e feita a vistagem dos meS - 
mos por todos presentes, feita a Leitum. das pro­ 
postas, a comissão iniciou estudo de viabllide.de 
das mesmas, apÓs o julgamento das propostas, foi 
considerada vencedora a Carta Convite n2 003/87, 
apresentada pela Firma ARTLAR - ESQUADRIAS E VI_ 
IlIB rNDUSTRIA E ca-1. LTDA, por entender a cmis - 
sêo que o preço apresentado era o melhor. Reccben 
do visto de todos presentes, encaminhou-se a pro­ 
posta vencedora para posterior homologação pelo 
Chefe do Poder Executivo Municipal. Nada mais ha- 
vendo à trotar, foi encerrada a-reunião, sendo lg 
vrada a presente Ata que vai por todos assinada. 
Slll(EY W.1iEIRO P'.li.SCIL"IDF.AS 
Prcsid=re 
JJ.:.2'ü: FESIT 
R?!::hro 
·gptocuçie 
Homologo em tocas os termos a Licitação refe 
rente a Ata ne 001/87, que trata das compras de 
30 pç. Placa de Sinalização Viária (chaoa n2 18), 
medindo 60x60 mont. em 2 tubos de 2"x3,00 !!d, 175 
pç. Placa de Sinalização Viária (chapa ne 18), me 
dindo 50 cm de di2!1'.etro mont. em tubo 2"x3,00 MD~ 
e 44 pç. Placa de orientação Vária (chapa n 18) 
diversas medidas mont. em tubo de 2"x4,50 MD, 
BELA VISTA-MS, 9 DE JANEIRO DE 1987. 
ARAã AHA ZACAIAS 
Prefeito Rnicipal 
----------===== 
"ATA 2? C35/8" 
ATA PARA JGA;E}TO DE CARAS CEVITE 1?s 
01.0õ/6ô, 01.Ul/65 e 01C8/86 
Aos quinze dias do mês de dezembro do Ano de 
Mil Novecentos e Oitenta e.Seis, às 10 (dez) ho - 
ras, reuniu-se nesta Prefeitura Municipal.a Canis 
são 1-íurúcipcl de Licitação, composta pelos senho 
res Dr. SIDNEY 1'iOITTEIRO MASCAREN:--iAS, Presidente; 
JANE'fE FESTI, Mebro e EDGAR PINHEIRO, Membro, pa 
ra receber, vistar e julgar as propostas de 140 - 
pernoites. Propostas estas apresentadas mediante 
Cartas Convite nes 0106/86, 6107/86 e 0108/86, pe 
las Firmas HOTEL VITÓRIA; HOI'EL BRASIL e HOTEL DOS 
fo! c 	« 4 
6, rsnt. 	"!!! IA, por g 
e n d e r 	a comissão que o pr iç o 	ep	r 	u n t a d o 	e ra 	o 
melhor. Recebendo visto d todus premes, nca 
m!nhou-e a propo.,!.,<1 vencedora para posterior ho 
pal. Nada mais havendo a tratar, fol encerrada a 
reunta sendo lavrada a presente Aa que por to- 
s:r:Jr3 i-'.i!r:lEIOO ~ .::.:.s 
Prsidr::e 
IDGA.'l P:U Eim 
lisie::nro 
Homo logo em todos os t.cnnos a Licita:;ão l"(' - 
ferente a Ata n4 035/86, que trata de 140 pero!­ 
Les. 
BELA VISTA-S, 19 DE DEZEMBRO DE 1986. 
J..EP../J.D /,?;,'W,. ZJ.J:.A.f{VS 
Prcf'ei t:o l-UI.Í.Cipal 
A Espera do 
Milagre 
Os lobbies,ou grupos de pressao, an­ 
dam assanhados em razão da nova consti 
tu1ção. Interessados exclusivamente em 
caminhar e promover pretensões de cara- 
ter corporativista, não podem inte~ 
ressar-se nos problemas . do País. Ga- 
rantir vantagens e prerrogativas fun 
cionais e, se possível, criar. novas. 
Garantir novos planos de c ar ré i- 
ra e melhores remuneraçocs para 
funções pÚblicas. Acobertar erros e 
falcatruas e possibilitar que possam 
prosseguir indefinida~ente, Os pro- 
blemas realmente· sérios, ou seja 
uma definição clara e definitiva 
das atribuições do Estado e dos idi 
viduos frente a Nação só interessam 
a muito poucos constituintes. Como dis 
se alguém, •nesse voo, o piloto su- 
miu • e os que sentaram na cabine 
de comando nao sabem o que .fazer 
com os equipamentos de bordo. Por 
isso, • temos de aguardar por um 
milagre! 
(PLANA) 
e as a 
E

+?B' d LA 
f , 
CIRTI DE ES-- 
, MA #4 Hi 
e·,:: i1 rnLné,t ir.·•. p ,ru in 
1,1 > tvo l• 11.•J ti- 
mgquirhtu_e antiacionais d grupos mau ny 'i 
f',J!J !h. articular enfraquece· 1 -,1,,,, ,. 1ci! 
.l ",<1 l ,. l 1>1 "i ! n. t l t u l<" 
111 cJ • r.: r I t o e .. 1 r ,..: : ; , t, r,­ 
l •,nt!O .,c,b ,irl," ,,. f'on:v~; " .J1'J' lJ, 111 .Jt" crxn o 
maior patrinínio do !'/lliCO: .:•·U l'unclun 11 i:-:,...-1, 
'.:u·,., a11 1 ,n: 11) p;ip ,r. e, .. n,ncior.-,ro:i um:.:.- 
·-r--------"" - • 
1,11 lo 1!•· l/'JI ,,, irrl1,01·lo; 
b), Ili 111' r· qu•1i. ll"I' r1,11 llc;Õ{:, q•J•. f)C)!JS'•!TI f'rwo­ 
tvcer O r:011•·,I rJ •.,1 nr,, 1110 dos (rm.:lon;rio~ ur 
Sll'd :' .1CjC>4 •;; 
e) 1. , dlr qu• o llnr;co atue de· fonna 1.flcO/. e ltv 
!lent ·1 r·m ravor· tio nr-o.:..;i l < dns c:rusos n:1cioni.il.·1. 
ln'· 1• 
-------- 
11/ll 
ri2 
1ri 
1, (d 
JJi'lJ.i?_ 
.(? 
ll 
ECIMENTO I POPULIÇIO 
e de presas 
r 1 ... d:; ... ; '>rr .... ,:; 
fra, 
l·'..1.;, p:1r:i I nfrn1l.ar c•c::;:,.u lnvPslldx;, tlÓ!, , 
fJnclon:trlon no!; Ui!Il-10:3 <' esU.Jmo:; pl<:l lcondo ju~ 
to n no:;na Dll~EÇÃO GFH/L o 1wp,11lnle: 
1- fOR'f/1.F,CTlt.Ftll'O DO l!JlíCO 00 ílHASIL - C , l)·,nco 
pode ,ljudar rr:ulLo o Ur:.i.sll, b:l!;Ln CJU" ll1c propi­ 
clun comliçÕOs para atvr, que possa influir r.:, 
últimos aros; 
3- li' / .. 1UE. MEIA. IS 
».5 , ü» 
() 
peraçso, s Lar!f:° 5 	'ME OS 
~/IÁ!,lOS -;'iu •·rn.P. . ,. '? O (1'1 1 
r 7o ·,ra !' nl 1.. v alta r)ornante to; pr .. < .. o •• [. L .. t 
cesto de .obr vivênei a! 
POR DENTRO 
dos Fatos 
/ i.'1.,A r:-.HJ'/, 
A partir de janeiro de 87, os 
comerciantes e Industriais fazem sua 
declaração de ICM para a Secretaria 
de Fazenda e não mais para o 
Governo Federal. Desta man·e1ra o 
Governo Estadual terá melhor 
atuação sobre a economia 
de Mato Grosso do Sul, 
propiciando maior 
participação financeira 
a seu Município. 
Preencha sua G.I.A. (Gula de lnfonnação e Apuração 
do ICM), que você encontra em qualquer papelaria• 
e entregue, depois de corretamente preenchida ' 
à Agência ou Subagêncla Fazendária do seu Munic'ípio. 
EMPRESÁRLO, SUA . 
DECLARACÃO DE ICM (G.LA.) 
FORTALECE O MUNICIPIO, O 
ESTADO ESEU 
NEGOCIO. 
r 
RAEZ TEEET 
SECRETARIA DE FAZENDA. MS 
;., o!' ! r. ! e j [' l l. V;: l o )> r, f (·  ,, 
rao Zcaras é do Comandante do Jü 
• (: ":..e;, Cel Ivar Ellery Barramo, ser: 
,ro: ·ov1r•o <·r. 5~lr, 1/ l!,tr, u • f'ill1'.F:í pr, 
:cO.l '•<0 ::;i dCIP/L PAfi/.1 1'H: _'L:CÁO JJ() 
ólSO DE ::r.TC'•,'P-CFt:Tr.3
1
', do dir, ;.>O_ fl ?'> 
de Abril, provvelr. ,:nt••. Cunnca que 
este acontecimento é pioneiro nível 
"C ,n:c1·1.or do E:str,do e 7.obillzarÓ. to­ 
ia a comunidade, serão orientados o 
ouvidos os país, professores jovens e 
• ntcress:!Mos, e t'tnda ~A1•i fÓrt:'lada u·r.r 
0sa reàonda en-:.rc~ as au .. orJ.0ndc:s mu- 
nicipels e, se po3slvel, de outras c1- 
- des d reto. 
proposta é nobre e demons­ 
• ~a qu,c, nossc.s é•utoridatl,:,s estão scn­ 
sibilizecs.para a eravidade de ur 
probferra que ncr~almente ~tinee •pes­ 
socs em plen0 rucidade. 
En 2elu Vista, toda vez que 
se p1·01:,oveu algu:~u. palestr·a ou ativ1- 
,lDcie neste sentido, foi apenas urr: pe­ 
ueno ulera, umn bate--papo rÓ.pido so-. 
ore. o_assunto que, embora bem aborra. 
do, nao entrava em maiores detalhe~ 
uma vez que o tempo n~o permitia • o 
palestrante uase empre tinha 
- - ove re- 
i ornar na mesma de.ta. 
O te:a.é polêmico e J ex.i- 
l'ia uma aten,;ao maior d. 	• 
1 
,_ • 	e nossas ;:;ut.o- 
.. c.~d:s. ,k,La-se que a fé'l ta de , - 
~1caçao fanilia-- 	cor .. u 
ont - • • 
0 
con;:; '-"n te confl 1 :;o 
re eraçoes (pais e f' lh ) 
o ·ab 	l. os ' o medo 
• u criado em cima do o e + 
fDlta de consci _ ~ssunco, a 
. . · · c11 tlzaçao sobre pre jui­ 
zo fisicos, morais e Sol' 
· -~lo uso d . • - cüS causados 
os coxlcos poc! 
••r,s 2 sel'• 	t en ser .fato- 
• em .cons ide rad 
nfl - 	• os com rolativ• 
uer.cia ao·consumo 	- - ~. 
Alén de tzud 
ude se apresent b ~• ª nossa juven- 
opções 	-a vastance carente de 
z~ como e.tivid«des 1=spor·i:lv2.s l;;:.- 
r. etc, que desviam • • 
certa c2.mada de j a ençao de 
atividade •o ovens par·;.. o:::ue • e:,• 
• esc.jam afastad - 
nor- interesse em 	os e com me- 
.. oxicos :, • 
em Bela Vista LL-:i nún : - erceoerros 
vsdo de jovens , ._ero bastan:e ele­ 
boas f • ' as vezes f'ilh a·e 
amilias ai· , os 
1 	' gu..ias ate 
.nas de nossa cid do tradicio- 
gas. na maior, 	' Ge , consumindo dro- 
a estudant: 
notur-ncs _ !Ião 
5 
. es dos cursos 
· 	e1 Se o- 
demais em seus fi, "> pais confia., 
.::a:,a.,1 os pais . 'los ou os filhos en- 
co.~ faci lid d 
~ presençã de con: 	'ate, mas que 
·.· cada dia ma.,'um1dores de tóxicos 
• .. "' r er.: B 
adianta oi,e 	'cla Vista, néc 
·,eí ,...a ._ r tapnr o sol • 
- 	, 	D o i v, 	c o : 	a 	p e - 
•,;::;:,"• - .... ,.,,A-SE o- 
"ivE'. 	'E U:LA GRAIDE 
Já. ficou 
··ir- não é a 
1 
... provado 4ue !"'epri~· 
so.ur-ao ;. 
JE. al1:uma acii.o • ' - Pr-eciso que ha- 
!'Jre,-arar n- • • preventiva c~_caz de 
. - ao so !'Ja 1 . 
as também, e ,' e pr-o-ressores, 
vens, pois e, 'ncipalnente, ds 1- 
7o mi es, undo 
·, _ "Animo receio 4 toado na 
-· unte outro d . e ingerir nada, 
~•- O e SUA me 
· ·=-· assunto de ,. - .. s:-ia faixa e:Ê!- 
·:ebate de !'o~- .v_ ser· colOcado e ... 
""rl- -a. livr-'-' • 
·. ~, Para oue t _. • • 
0
es1:1ibida c- 
-iosca • • º"ª a 
de sobreavj. sociedade' se' 
' .. us2.êos ,elo "' - so so'brC' os :-ia1e:a 
00 , t s tox I e - 
" Aceitação • 'Os. spr-se u' 
-VAZ.T CES;" pare da comunicece. 
SILVA). 	,,.

r 
•!.---------------·----------------------------------------------------- --------· 
C.Ã ENTRE~= ÕS. 
PROFESSORES: CRISE DE IDENTIDADE CHAPLIN CALCADOS 
l}, no tu. 	tua-- 
findou, o profezso 'ro, tntomaticuren 
,·nllo vjv,n...t tnornP11to: , ... , o P1•ofPf-i.Or Í{"Í- 
'de, O conpelseni 
de stlário, per 
••l(•, 1ol r1··, v,,lcr: 
o tk prvc;o,; nt•ru t:an 
·,,,leio Fl c·url :,, r>r c- 
7untou: 'Educar, p; - 
ra qui'-?", :-.11 :,:·, 1 Í 
t ulo de seu mai.s 1 e 
ccnL!' lJvro, Cof 
t.o. Dl•!,l,ncanLndo co111 r•lc, o i'Jt.o•· pr•, 1 "11- 
falta de r('uonlH· nc lnnr;r:1· ' pn)VOco­ 
c I men to soe inl con.. coes', desafiar seus 
·reto e prcssiont>.c;:, cornp,.m,1ciros clr• c0 
pralils contur, cedi• • illlono docc:nttf. llâc 
0cz maJs diflccls C• dulxu dr ser 1uspl 
'H'.l/~&r, bon par te rlt. e 1 oso ,' no momcn to 
categoria docenLP aruol, ver alpuém 
questionou se vali,, expor cor:i honc•s Li d n­ 
a pen continuar n,.- de (e com certa sin­ 
q11l lo que mui tos Jr• r.clczn), não so n,; 
.1cr-t·ai tr,rom ser urr,u mazelas sem plÓri::.'. 
vocaçao. ílesullado: da prática do r·nsi­ 
os quartros dns csco• no. mas também s 
les e esvaziorom e próprias utopias e 
~roressores (ore Eonhos. Com freau~n­ 
locallzados vendendo cia a sala de aul 
roupa, sanduichc nn foi comparada a ~~ 
,re.in. péwtindo parn confessionário, ou 
, Uvdndcs m;-lR ren- (o que vem dar no 
veis. 	• ..... Rmo) e t';í. clcovr:- 
Pedradas 
Discos de 
• solamen to s;,.u ec;.ue­ 
.::.~ neças de vier-o 
Versus 
"adas. na linha aue ainda 
liga Bela Vista .é:! 
·al'acol. 
l LViO, 
braiiio 
is5e 
existe por 
Por outro 
o Prefeito A-· 
Zacarias me 
que j::1 for"'"' 
'of, 
1 
o: n:u· 
. ''I 
eco.r buir paro um4 
,, fJ, xê•o , ncn·r:~- 
;,n.r·~ n 
, <Íl'n t!da 
p;l ,f;prn ! tl 1 º•> f)z'd- 
fessore±s. 
,'h v,r, 
tenção para o cpi-­ 
tulo 1crc1•Ji·o, er.1 
ue são arrocntadas 
de furna r:Jlc~tlci.1 
duas concepçoes di­ 
verncntc& cJ" educa­ 
eo - autoritária e 
liberal - !' uir.<:1 tc•r,­ 
t ativa li llr:1·HcJor·;, ce 
SU[)c>r·~•••i:;o. A etluca­ 
caso utorit+ria tem 
nor olvo u novo e 
or objetivo sua do­ 
tsicação. Já a 
0ducaçc.o 1 iberal <' 
'como diz uma peçél 
n 
r 
e 
Energia 
Scgunr·,... ,..uals . fica:n preso: .ntdo de melhorar 
1
nformaç;es recebi- us flós ou cabos do a linha de trnsms- 
ctns de um func ion.'.,- 
1
, alta tensão. -'' sno de enr-q, lil ck 
rio da Enersul dP' Agora, •anta Pari a Rel0 
Ilela Vlst~•. o fal r::- L)uebrn1· uma peçi 
~e eneru~a el;trlct· dessns a pedrndas sb 
ocorricta no Úl tirr.o pra prat, car tiro ao 
c'ia 18, que foi até 2.lvo, É O FIM DA PJ­ 
s 11 hc da noite, CADA!!! O que a gen­ 
foi, pura e simples- te e obrigado 
ente, devida a um ar.uent.ar graças a 
disco de isolamento essa falta de cons­ 
quebrado' a estllin- ciência coletiva que 
Vist .. ,. 
rkfl cicn, e•. 
hoje 
·l 
,·. 
devi ,'o 
,u é'.uric:nr~o dt carp: 
dn rede, ~uc foi se 
·~xpandindo aos pou­ 
cos. Com isso, qual­ 
quer probler:iinha f~z 
com que as , c_h2vcs 
automáticas de scpu­ 
rança se desliguem. 
cauRando os frequen­ 
tes (e que jÚ estão 
enchendu' ) corr.cs lft..: 
energia. Ilo~. o jel­ 
to e cserar r 
1 • r ' . 
,.,tl • e 
rcJj V 1'1' i . 
para mau'? 
nu"":( r. i x·• J •cr 
d{ria ri r-- o . 
1 udo toricos sbr 
• r1os "0'pros f 
os n•,•; 5" 1 í.l:; e;, 
1ro1c:;sor·••:, •-· c•;rrl - 
,, i-es dr.t.~ r.Ccnl;:· ... 
com isso orfniu o 
oDjc,t i vo .~ qu•-· 
p r·opunh:,. 
( .1 ore 
'laudio Ribeiro a 
Ptai<:OS cio 
l v,o ''cduC"ac ;)tt'" 
qu~?": t,v. Jorio Pi­ 
nheiro, 565 Cx 
Postal 593 - 36400 
Ubvl"lÂndio -:•:G. 
Manhã de 
. Prêmios 
dia 15 de 
no Grêmio 
' . 
(' tJI I 
OQll ·!• 
u alinha.. 
lil • 
-- 
CJ,flclAVAL 
J ✓
Concurso de Fan­ 
tasias no Carnaaa 
val do Grêmio 
r:rt;.. !JA 
FROt:·:•;.:iRA, que: sn.rr 
o carnaval do rio 
deste no, haver u: 
concur·so de Fan.e­ 
sias. promovido pelo 
Jornal Tribuna d 
êronceira e Grêiol 
;,edro Ru:fir,o. 
Serão orc­ 
~indos o ~ELHOR FO­ 
LIÃO, a :-íEL!-iOR FO­ 
LIÃ, AS ELHOEE 
êA.ilTASIAS, o i:ELi-!OR 
BIOCO, e ainda sera 
fel.a a ELEIÇÃO f;A 
4A E PRINCESA O 
r./lP1!AVAL. 
., 
ia nr 
·;, entao. ?r•epr•:" 
o e'n o olho.. O 
1!__,11 '''J: e~ <:ri 'l'.ViJ· 
iendo todos os aue- 
ios, para preri! 
os melhores. Pinte 
no Grêmio e compro­ 
vt: 
'.) CA-:U!/,VA'... ''AJS t,Cl•­ 
TN)Q, O CJ..P::,.V/,L .,, 
A.. Ver pro GrCuc 
voce twbr! Ve::..- 
'Venha Enf renlar 
Essa Fera., 
MUITA ANIMAÇAO SUOR E CERVEJA 
NAS 5 .NOITES E 2 MATINES DO 
GREMIO PEDRO RUFINO 
Em Bela Vista 
Dias 27, 28, ó1, o2 e o3 
O ·Carnaval «FERA>> 
da Fronteira

---·----------------7 
aplin Calçados 
"mai1 úo que cfa mcíqulno1, 
rroc.i10mo1 do humonlcJ<ido." 
"CO:,Vl!!i :os '/OU PA;!A V!l .rn .Hí.C.f r I 
/ lJL T lr1/, •:r;[J/ 1 • C/LCfíJOr 
~ 1110~ 1 L$POli 1 l VOS, C Jl/fO';, MM t,< , 
30L SAS E LA.Grt >, 
~iSIT: A .. OSSA lOj - 
r Ili: CONDE nr: Pon ro /LE G'lE, J 85 
L,,, .. :1c;n1 THl''Uil/1 D/ FroNTFJ.1, 
ESPERAfiOS A SUA ViSIT, 
O S-,nado:-- Ro.chid 
so:d3nha Der=i 
( P: mB - ~iS) . ncompa­ 
nhado de poll icos 
que i n t cgrar.1 a fren-­ 
t do Centro Oeste 
oi recebido em au - 
d ;i~ci3. pelo Pres.i - 
dente da Repüb!iea 
cara discutir os as­ 
suntos muis premen - 
-· 1~·-' afc cn..., e. Rc­ 
" ;1Õ. Rachia ressal­ 
tu a imporcincia 
estratégica de Cen 
• ? o Oeste, aue hoje· 
EY E I CUlE 
ESY 
Privatizar, a Solução 
Moderna 
.... .)r, ._..,J , ... d burocr .... 
ta: civis, os oyen 
fi(,.'l ~.Jli,ar~• ... i1ll Cr" 
toram suste'ora - 
rnre n participe - 
o do 
, ce,ncmin 
representa a espe­ 
rança nacional pa­ 
ra enfrentar a c_r_!. 
se de abasteclmen­ 
to e as carêncles• 
alimentares da 
crrscrntu µ0rula - 
clo urba. bicu­ 
r iu-s"'. cnr,.bém, n« 
ocasião as pinci- 
pal~ reivindi-' 
caçoes de Nato 
Gre,~so do Sul e os 
atuais entraves ao 
maio!' tles<'nvolvi - 
~enco auricola do 
Brasil. 
Para Rachld. 
J.. 
<~,,.pr-, ........ :derk..fY .. -: 
e.:!<.:!:. A f1 ·_:_~1""'.._1....,,_ /tÇt.1.0 
.a econonia,nes 
n[ses,superou qual 
c'.Jt.:r , .;··: - • .. t! v:.. po 
, , :" t 1 ) 
/1':S ::ossos 
seu 
ASSI11M:7:':S 
- - - .. 
Colabore cor o 
Jornal procurando 
en t r-Pgador 
qui t ·,r 
•Jo 
lmprescinctivel e 
Aca; Govername~tal. 
no curto prazo - 
traduz:dn por pre - 
ços justos,financ1~ 
.mento adequado c 
invest~mcntos P" 
infra-estrutura p~­ 
ra a agriculturL 
brasileira lent1é 
condiçoes efetivn~ 
de resolver os p~o­ 
blemas atuais.'· 
Continuou o Sc­ 
nndor por Mato Gros 
so do Sul, "Se o G~, 
vcrno não priorizar 
a ag, .~ultura bra­ 
silel.ra, teremos er. 
as estais incha-­ 
rrm, i s custas co 
Tt.souro nucional 
Kuitao c,~rcscs c•­ 
ttl.::.'.JG jt.l2arnm qu(• 
quante, r.',,.,1s fO'C.ita - 
vnm e quanto rul~ 
funcionários 1vez. 
-sem mais esEr.' 
cclabornnào 
assinatura mensal. 
Receba.-o bem que o resultado 
vI:--á. em ,r:u b,·n fÍcJo. 
HNão ft justo . . 
que sg se enxergu~ o ,Br~stl 
atrpve dos grandes orgao 
de I prensa." 
Ministro Aureliano Chaves 
O Ministro Aureliano 
Chaves sabe que O jornal 
do interior exerce uma 
força muito grande junt 
à sua comunidade .. Lá 
na pequena tomunirlade, 
no pequend ou inédio 
m ~nicipio, o jornal local 
tro Oeste manifes • 	SO · • 
tc-,u. solido.riedar.r: • 	. ma mais; muito 
[mais do que todos os gran·des ôrgàos de 
..1..±.7g$,3 ]tos Por isso e importante ver 
qur conS2guire□os ras1 am em a traves do jornal do interior 
superar a atual· crl , 
se econômica rapida 
mente. 
breve p;-:,i:;lemas 
abastecimento 
cum o roverno 
de 
repercuss~es na·ta­ 
xa dn crescimentn 
econômico do pai_, 
muiores dificuld~ 
des nas condiçõis 
de vida da popula 
ção. 
A fr·ente do c~r. 
APOIO: REDE 
i 
IBUNCJIONANDO EM NOVAS E MODEPJ 
NAS INSTALAES: ÁLCOOL, DIESEL, 
GA§OJLJINA, JLA'VAGJEM D:E CA.lUlOS • 
Rua Barão do Ladário SN. 
3ELAVISTE;!SE D;:: o 
JORNAIS 
Telefone: 439 -1025 Bela Vista.MS 
- • ' 
... 
. .1

----------~ 
OPINIAO/DEBA 
S PRISIONEIROS EM CUB 
Quantos presos polític<)s 
vegetam na URSS? 
l!l11;:,u'r11 rh1vl•la dr• 
llll·' ()•' dJr, l lU f•I)C,:·• 
1. r,t·d, d, ::;o:tr1 ! 
r.,, J'o1 111 vl<>Lt-ntrulo:, 
no Brasil, ma A cnti- 
n:1, r.o Par;,pu,d, no 
t'hll',110 llt!/~ni ", 
(JU'"'' '..:Jbt'. 11<1 l-lolÍvi:,, 
no Pr•ru , no ~urln.0!T:. 
r nt,, por<.UC' na mnlor 
parte dos casos nao se 
tn.ou r.ein !:i0 l rata de 
corviccoes anti-'ua 
nistn, Na 1,:aior parte 
dos cacos tratou-e de 
burrice ou incoor,cLê~ 
cia dos agentes de se 
eumnc;-a. Ocorre,' non.Ç, 
que em outras . regiões 
ào nundo a.s coisas a­ 
contecem de outra ma­ 
neira. Inútil ci ta.r es 
sas rep,iÔC's onde os di 
rei los humanos não são 
respeitados. A grande 
ll11[lrcnsa vive e prospc_ 
~ ca:i o engodo. Q, te 
acontccerlt..• se todos 
os presos polÍtlcos da 
Russia, de Angola, de 
Cuba, õa Polônia, e 
sei lá qu.mt.as RepÚbJ ]. 
A A·mérica Latina 
Segundo o Senador 
Rooerto Ca'11!)0s a Améd­ 
ca Latina gost: de 
três coisas: capitalis­ 
mo se.n lucro, socialis­ 
mo se.~ rlisciplina e di­ 
nheiro estranjeiro sem 
dono. Gosta de . outras 
coisas: a revogação pu­ 
ra e simples da lei ela 
oferc- 	e 
_da procura. ;·.J, ... ::c..1., .- por 
que os produtores esca 
ses custamn. mais e os 
abur.dantes custa'11 me­ 
nós? Além disso, por q/ 
. os salários papos aos 
- 
cus Democrática ocia 
l í .• 1 , .. , fo. , •. ,.. 1 i b r • , 
d,:,:,? l'íor qu • ,, . ;., di­ 
trneiaçíio entre o 
pt'< •:10.1 po 1 i l ice•" d,• u, 
lorJo e de outro lado/• 
n dl rer,~nça •),,:, contli­ 
r_;oes eh .. • vid·t d! llPl 0 
de outro preso po)íti-­ 
co. os pnos polit'-, 
tl CX-C J Jb 'l ; r..CJ rí"' TT rpre; 
dlu,•rdrun,rXL-::,:u,:m ,_, a C, 
nn, • c:i.d1•iu, com  > 
d,1,; :e ben0:..;:..;«•s <lo. 
t.mdicionals bancl!c!o.;;. 
Da área. Os OUl.l'O!), li 
bcrlados cm C.lb::i ou t 
UílSS pé1Ssamm 20 01• 
mais nos na c;,dein. '. 
lr a p("na Lr1lrlscruvc1·. 
nu:-,u rcnt.atJva ác r~­ 
clarcccr alguns inê - 
nuos, o depoin:<énto c.i< 
pacto cubano Fem:mdo 
ValÓdares, cm ur. de 
seus mais rPcentcs li­ 
vros: "· Um ]o,-.go corn 
dor cinzento. Quarent: 
porl :>.s de lcrror, sol­ 
dads placa de z::, . 
de ·ve perdemn no!rs 
cndeados russos. "[Jc•n~ 
Lr';
1 
;• roit,... corruni'-= 
:rgedos deva:n ser 
custe? ,,'~o seria mar2- 
vi 11,oso se não hotNes­ 
se cntresafra, se o 
mo fosse feito dP 
1
.? 
rwses de primavera? 
Quem invenl'Ou as esta­ 
ções do ano? Por que 
um bezerro antes de 
nascer, deve viver 9 
meses na barri:;a da 
vaca? Além disso tudó, 
a América Latina con­ 
corda nu= coisa:se- o 
Estado pode ga..r-antir a 
vida e a ,';Obrevivência 
o todos, para no t r-i 
NOTAS 
O DESASTROSO CRUZADO 1 
O inegável f'racas­ 
!:O c.!o Plano Cruzado co­ 
r"t? tneàidu anti inflacio­ 
tlaria e a fa.l ta de ori 
ntacão quando ao futu­ 
?'O da P<"lÍtica econÔnú­ 
ca, 'usti ficam o d, ·sol"­ 
.n1en.o com oue noós 
período em aue estive 
tn de fato congelados, 
os rreos vê:·. sofrcndc: 
o'«rm, D}oi , 
de npá:ti por 
qualquer, 
) . 
11-H) e,, ')O'IL r,Unf' 'I 
vr r ,, lu7 •Jo .;o l 
O próprio ar, ele 
rtP,Jfi:o, no•; /. r.u:io­ 
mando, A cela é nua: 
n?io h11 um só n•Óv,• J , 
nemn mesmo um objeto 
Ado!·nec;o 
sinalmente, exau'o, 
no frlo cimrnto rlo 
c-h?io". (f'l:inn). 
ba.ll1ar e con;petir? Pa.r::i • 
urra boa parte dos int,­ 
ligentes no-nens que r~ 
vernan os países da 
J,-:iérica La'tin.., a lei c;a 
corrnctirão seletiva • ~ 
lnvenç3o dos rcacionárl_ 
os. F.nt.rc nós, o Estc'1rlo 
ear<>..nte o trinfo dos 
f'rzcassados. ua lei 
colonial e r.erros que 
continuar col0nias de 
netro[)Oles . que já nao 
existem. (Plana). 
- 
1 ajustes. !::m realida­ 
de • ocorre um verda­ 
deiro salve-se-quer-pa 
der econômico, no qual 
os reajustes de preces 
dei.X.cm de ser- mcr:,rr.en.;; 
te corret1vcs para se 
transrormarem = ele- 
___ ..L...---~---- 
V3ÇCk:S preventivas, po. 
con.a dos prognósticos 
de una aceleração infl­ 
cionária absolut=nte 
inco:,trolável. 
(!'lam1). 
Leia e Assine o J ornaJ 
Tribuna da Fronteira 
PARA FAZER O ANONCIO DEFINITIVO 
O ItItO CGuv+ re a 
há U'lo 6O "pris!on ·i 
roa cl• cun: 1, ncJ ·•" • r . ..1 
tJf!SS. O ti' rlu Í: eh crr:·­ 
zac::;o r,nhtfr, !nt.rrr.:i­ 
cl om,l. ?Jitos deCs 
presos "nnimos" estio 
se frendo mu, trato o 
apre. .;c•n Lar raves pro­ 
bleras de szüde. Pren 
Les e ;;.: lipos dos di:.;si­ 
d0nt.cs do coro exrl o 
o iovem Serfin Eusikv, d di Idr : e ho. 
PD D 
"v;:1 i'.CTX:n r,Úblico 
que deseja sobreviver­ 
politica'llentc, nãc po­ 
de ser o pato domésti­ 
co, qu,;: se contenta 
cm os limites de u: 
quintal, ddxando de 
observar o vasto rr.undo 
existente além dos mu­ 
ros". Esta • frase ser­ 
ve péU"'a alertar sobre 
o dinamjsno do mundo 
politico, que costuma 
ser- ir.grato com aque­ 
les que ~do;;am o i::iob_!. 
lis.110 e o comodismo co 
mo ui padrão politico, 
r..antendo-sc 
das bases e das dcci 
sões, deixando o'povo 
sancnte rara o Úl tlrro 
instante, como se fos­ 
se um objetivo desca!'­ 
tável (oue você usa e 
.ioga fora). Observe o 
seguinte: estamos 
pouco· mais d,;:: un 
das eleições de 
a 
ano 
1988 
qao serão definidos os 
novos vereadores e o 
prefeito de nossa cida 
de.Que deve servir co­ 
ro un julgamento daqu~ 
lcs q/ ,iá t!•,er::::n essa 
ooornrudade e lutarão 
t.'.lr:-po ,'r't?ClCS,) q...:•2 .. :>­ 
rap·la janela tis 
·ã L.i.Vt:r.. :.po:-~u...-..! "l- 
• ' . 
Mui to menos.[)( ;wverrc,r 
Também nzo Deles? Aí 
você responde, 
É lico ce estas 
palav,r,-..s niio ~.' ~ngil-i:Ío 
aqueles que conseguiram 
se manter em evdnc!a 
eraçó:.S ao rpenho e a• - 
dicãção a c.:iuS:l p•Íbl!ca 
para estes, Justiça se­ 
a feita, quando aos c~­ 
mals , abr.:..~ alas pois, 
o v.::nto d:, renevação d!:_ 
ve soprar com força tf'>­ 
tal cm 88, e pode ::-e,-, 
br-nr pouca ente pl con 
tar hiscÓri2 ntl ("â .... ..:L_, 
Municipal. Al~).l.'1S ver-c,2 
dores só cstivera:n cm 
ação durante as caT.pa­ 
nhas eleitorais d~ 85 e 
86, ficando sua partic_!, 
pação restrita a u;r. '""-'­ 
ro cabo eleitoral de 
seu partido. É bor 
saibam que falar 
cue 
bon:. 
to não resol vc par::a.cn 
não ocnseguiu mell1orar 
sua história poli;:!ca.::; 
nos últimos nos, ter­ 
u bom desempenho en p 
Ianque pode r.ão ajuC'c...:· 
se fo::-a dele ruas a;:i ::,'­ 
des Tao O rode!!ar , 
=rap -ne. 9pi 
rr, amo rtir oh1- 
r•.: . , ·,q 1 ... t,r ... ; , "C, 
u . n: liur,''1:.{ . lJ e.. 
5.o , f, oco+n- 
·.i,..r-!os. ?!"V :,. n<
1cr·s..;i- 
da±e c mudanças ra C@ 
;·
1r:t corrv íil por • tOCJS 
s recantos de Ela Vis 
...... !.J;:,,.,c•.- qu-' os a' .. tJ--.-is 
v,.Jr"".: "'·!or,"s naõ u:::-·i.r'lla 
rarruiro tem a no - 
":entuldad> sobre. a 
atuaç2c poli tlcéi r::r. no.:! 
!>03 a, as quar.co r:> r.0.,--r;::r.1 
r.l.!bllco sci a carrpo, o.:: 
,'.:'1.'1i7~.do, particl !J.'...'1do 
c sendo portaicr de 
aval popular para concu 
zir· ::.:.s :"t!..i.vln,licaçõcs, 
sem fanatizo, sem pai­ 
xão ;xi.rt.:L!ária, portarr­ 
do-s caO o autên ice 
intrédiário entre o 
~--ovo '· o rc, .. ~!"', nC"'C'Cu- 
: ~ n'JO !'.·Oro;{Í!r""'"' ':?=::.S-CS 
, ::' •. n:--os. '.'er(:~dor n5.o 
qule cue :frenta as 
--: . 
autoricdes aprxirar 
t......:&.:s: s ::. ccr: Qiálor:o, 
(.(!'J.11.ibr-lo. 
r :é..S, cuco ,;,rri as 
·a si esro e o jul . 
;;a:-iento se-::-ii fei 7.o.;,:; f 
final o que ontem er 
nevo hoj_ é antigo . .--::., 
r.ova:-- é- a so:.uqã:,,_ ~ 
SP ,ni5:o! 
com U'1has e d, n ~ p.3- 
ra pemane~t'e'r.l. Per- • A vida e ccx-o L::, jo:o,ccr:, ,i-w ... ?..S f?- 
unto:onde foi pararo ses:: risrezas,alegrias, decepces, surresa 
seu v.oto êe 1982? Foi ·, e r • .,-o.~: merecido? O seu canàl- ,....,.. 	__,'"'===~ 
dato é dotarjo ae vir­ 
tudes suf"ientes p/ pe..::: 
m:mec_er. por rr.3..is q.:s::·" 
ou me= seis anos?ão 
sei o ql o nre::.aõo le.:. 
tor pensa.mas não vi -;; 
pr-esenç.3 j:, Vf':-•r•a:!or 
ras escolas, nos bir­ 
ros ou robili ::.s;nco 'l 
pcpulnç::Ío ( isso r-=-t0 va 
le p/ t:c,::::,s). ft~ra 
é l es sairo nas ruas 
A

p,, Cnrlor; Efluar 
do e Roante Débora , 
rIIhos de arlo e A)! 
ce lufes e de Andre e 
Ronnly Mendonça ncon­ 
Lnccu no dia 19 PP• 
COs< WãIVAS . 
Fl.orcs natur Is. 
tules e lnçaro.cs 
azuis igreJa Mntriz 
toda engalanida recebeu , 
mui tos corvidador para 
assistirem a cerimonia 
rellglosa e os elegantes 
padrinhos e noivo espe 
ravam no a1 tar a raci o­ 
sa noiva que fel levada 
pelos braços de seu pal. 
OCWiE 
Belavistense também 
com mui tas flores laça - 
rotes e .tule, rL:ou to - 
taimente lotado' com "' 
presença de grande 
número de convidados 
(cerca de 600 pessoas) 
que ,foram cunprimcntar 
os •recénl·casados. 
As vc1a5 S 1MER A 
s 
eo 1.ocadas nas mesas 
a mesa do boio, um a'ima 
do conjunto musical, tu­ 
do isso deram un colori­ 
do especial a festa. 
rn cmVIDAim 
De Carlos e Fosa - 
nl r, foi no G::cmlo,d I:> 
17 cnde o casal rce - 
lY,u vário::i nrnip.,os pn.ra 
um po::ito:.;o Jani.or e 
mui tas brincadeiras. 
1,URIA W;t)fdBl '.A 
--·---···-- 
• Mui to bem atendidos 
deliciaram-se com .os go~ 
tosos cemes-e-be~s seI'­ 
vl,dos! 
BCF.IH 
Os anf1 trioes de 
tio aconchegante fêsta , 
onde os anigos se encon­ 
trara'll para um animado , 
bate papo estão de para­ 
béns pela arte de bem 
receber! 
JD CA.'U.OS E rosAcllE 
Desejanos núl feli­ 
ciàades na ida.q/ ora, 
inicia'!l! 
r:-::r. a ri. e da stur i 
ra Caçula parans , 
retl.lm ·ntc c,5 :.i.v;,,n rui lo 
lindos! Na ante sala do 
clube estava Maria Mi 
lena recebendo os convi­ 
dados Juntar nte com una 
/ fc•:;La perfei t;i , 
de 15 anos de Marta tta 
ela.lena teve lr,Ício! 
qunndo fomn di:;tribu_1 
dos os-convites dia 20 
que rol . cc:mcmomdo cor. 
una mlssn na Capela.D_1:. 
vino Espiríto Santo e 
1 ogo apÓs -cem un gosto 
so jantar no Clube Bc­ 
lavistcnsc. 
1A XI5S 
CJndc muito jovens 
fizera'!l-se presentes; 
o Pe. Bento proferiu. 
sie;iificativas pala­ 
vras que c~laram fundo 
nos mesmos! 
,'l...oás 
A mlssa o· Belavis­ 
tense cem ITUi to som e 
luzes, onde a mesa de, 
doces e as lindas lcm­ 
brancinhas, cem leques 
(o rrotivo foi igual P~ 
• ra o convite),coleta 
ram a per-feição da fes 
ta. 
A VAISA Dffi 15 Nil:i 
Foi dançada por vá 
rios amigos. ·Dançara'!l: 
Laura e Marcos Palmle­ 
ri, Cláudia e Flávio : 
Kovinho e L61 cia­ 
na Ocariz e Eduardo, 
Nelson e Rose, Piti e 
Jorge, Sllvana e Lu.Ís, 
wciene Proença e Guto 
Poka e El'1)', Sora,ya e 
Albenir, Josenith e 
Anselrro, _Alessa"ldra e 
Ama.rlldo, Badu dançou 
com Mário Marcos. 
AS iailliAS 
Usava graciosas 
rrodelitos branco e re­ 
vale 
, . .:i.C, 
"ibtiu"' vcsllu U'!l l 1n­ 
do vestido bronco, sendo 
0 corpo cm rendn france­ 
S:l rv...:bordndo com ocrolas 
saia longa em charalotte 
NÓS 9 1A? 
A graciosa ;vdalna 
apagou velinhas so , 
npl .:usos e parabens vo 
cê dos conviados pnen 
tos! Ê depois a ncnln~ 
dê. ... curtiu~ sem :c.ui­ 
to anim:.iào e dé'J1çar.:: 1 
pra valer. 
sa .. 
lembrar que o vestido,. 
da aniversariante· e 
oas nulta.s garotas que 
O Sorriso, a felicic 
de que demonstravas se - 
jam teus comp2nheiros, 
serpre. Dorinha,paraben 
pela festê.,pelo carinho 
c/que'recebcste g todos 
que foram CLil1primcn,Er 
tua filha. 
E O PESS!l.'!,_ 
Preparando-se 
com muita animaçao para 
as s noites de folia ta 
to no Grenlo caro no Be­ 
lavistense l Huitos blo - 
cos preparando-se para, 
uma disputa suila. 
Um alerta aos Srs. 
oais e responsáveis: ile~ 
ses dias não de carro pa 
ra seu filHo policie su­ 
as atituddes: não o dei 
xe ingerir rruita bebida, 
alcOÓlica prlncioalmenté 
lança perfume: Evité 
õborn."Cimento futuros , 
pois haverá vigilância ,, 
por autoridades corpeten 
tes té..'1to dentro caro 
nas imediacÕCs do cl,.be! 
CARIi A 
REOAÇAO 
/ 
R·de Belavlstense do 
Jornais. 
ia sst!faço do , 
conhecer o crecien' 
de nossa re'o e do 
nosso município, zbe­ 
dor que sOClOS én lute 
do dia e. dia: r. ·n 
cer:.t:za e:u::: viver<'­ 
onde ?. econcmi do 
pás está vrrasada,sen 
óo corroldD- ,nevc:-,.:ntc, 
nêlo té:.'1LC!l:1a da in- 
1as7 Gire. satr 
do na frente can rn. 
de trunfo de una futu­ 
ra falencia, os juros, 
exorbitantes alcan 
cndo um dr' maio• 
res índices de 
crescimento de to­ 
dos os ter.pos. 
Vlnos crescer cNTI 
toda sue. hurJ.ldadc 
alcançzndo sucesso f"Y' 
recedor a R?ede Belavi 
vistense de ornais 
tronscri to há 15 nos 
nos anals de Bela Vis 
ta:dirigida e Editaóã 
pelos errpresárlos Sr. 
Ivaldo Pereira e sua 
Esposa I!aria Estola V!!_ 
lasoucz Pereira. 
A esta empresa 
que ccxnpleta hoje ma - 
is u ano de 
tece 
que 
sua 
existencia, nossos 
parabéns e que vocês 
continuem crescer.do, 
nntendo assir; sem - 
pre forte, para di­ 
vulgar, tudo .aquilo 
que real!nente acon - 
no un.do em 
vive.rros .. 
Cordialmente. 
l"'ÍlVEIS COPAU,R LTDA. 
Luiz Carlcs RahaJ. 
Maruce de Oliveira 
Rahal. 
e 
TRIBUNA 
Esportiva 
Ld;; /js:;.•, 21/02/c:7. 
J!es:.e é=iíJ2.o rJia 22/ t!e Fcv.vaJ. nccn ecer ef' 
Carocol u.., p;raide jogo entrv SELEÇÃO DE C/PJ,COL 
X SELF.rÃO POSTO IPIRAr:GA rtprosc-ntando Eela Vlsta: 
o joco-será. realizado a cardr cbs 08:00 hs,lo;;o 
er,Ós este aconc.ec~-:-ento os ntleta.S Belavistcnses 
sero ser!os cm um delicioso churrasco ofercf 
do pel'él equi•.e <Je Caracol. 
Acontf'ce•-á no dCtl•ir:i30 dia 22 na baixada Co 
rinthiana u grande campeonao de futebol de cr 
cnde estarão os cr.:oues da nossa cidade. Hauerá 
lind.Íssimos troféus e redalhas para os vencedore!1, 
vá e prestigie.mais este <:vento que tem coo b­ 
tiva desenvolver o es;Jor·t,~ Belcvistense. 
Neste da:ilngo dia 22 .;contecerá a 1 CORRI 
DA CICLÍSTICA em frente a Lanchonete Barril, par 
ticipe e você terá rrais chance de gani1ar. 
Receberão prêmios: ~ 
l? Lugar - 2? Lugar- 3? Lugar-4?Lugar - 5? Lugar- 
6° Lugar. 
Inscrições na Lanchonete Barril ou na L;,ncno-­ 
nete 2001 Lanches, até DEI!O pela marra. Esta ] 
corrida conta com o apoio da Prefcitu.."'a D.micipal r 
de Bela Vista, senpre de rr.ãos dadas co espor· 
Bela Vistà '{r,;s), 20 de 
C- 	• 	'<f 	- 
ABRA A SUA PORTA PARA O REQUINTE E O BOM GOSTO 
SERRISUL MOVEIS 
Acontecerá no r.~s de Março o 1n rUTI-?!V.lA 
em nossa ciC:l.d.e na farosa praia do Fio Aa, :ai­ 
res infore.ac;ões entrar em ccntat.o co::i e návio,:i0 
jornal 'i'ribu:'1a da Frontei::-a ou com o Lucy. 
suA RESID8iCIA OU ESCRITÓRIO iiEREcrn 
,tlffE. REQUINTE. E BOR GOSTO: 
GUA.'IDA --ROUPAS ERBUTIDOS. 
cO 
DE TUOO 
APJtJ.RIOS. 
COPA. COZIHA. FABRICAÇÃO 
RIA S A! & R!a, 
Serrasul Móveis 
RUA DÀ REPÚBLICA N• 100 
FO_NE: 439-1296 BELA VISTA - MS 
r