TRIBUNA DA P PREVENÇIO DO USO DE Entorpecentes - PREFEI'rO ABRAÃO ZA CARIAS for inicial iva do Prefeito Abraão Zacarias e do Cmte do 10º RC MEC, Cel Ivar E. Rarroso,se rá promovid em pé la Vista o "PRlMEl --- RO ENCONTRO MUNICI PALPARA PREVEN­ CÃO DO USO DF !:NTORPECEl'I- "LACA--PERFUXE" Abril provavel_ mente. A proposta é nobre e demons tra que as nos­ sas autoridades es­ tão sensibilizadas para a gravidade de um problema que nor-. malmente atinge pes­ soas em plena mocida de. Leia a continua deste interessante assunto, na: coluna "POR DENTRO-DOS FA­ TOS", na Página - 04 - Aniversário da Tribuna da Fronteira ------- - , CORTES DE ENERGII: PROBLEMA NO HO'SPIJAL É GRA'Yf 0s corte de enerIa elétrica,a oim como os oocila­ çÕes no fornecirrc,n­ to, es 20 preocupon do não 'só 03 comer: ciantes, induslri - ais e donas-de-casa mas principalmente os médicos e os di­ retores do Hospital são Vicente de Pau­ la. Por diversas ve zes o Hospital vi­ veu momentos dramá­ ticos, isto porque, os doentes lá inter nades são obrigados a serem-atendidos à luz de velas. ·Isto, quando os cortes ou interrupções não ocorrem em plena ci rurgia. AÍ e um de­ sastre. SÓ Deus po- derá salvar. Ar: "!.l ri-; ln·,upu racao da rede e1 rica de Jrubupuná havia um motor esta cionárlo no Hospi - 1 tal, transferido de pois para cidade 1 de Aral Moreira. Sexta-feira, o assunto foi ventila do no Ro o.ry Club de nossa cidade, atra­ vés do presidente Luis Carlos Rahal, levando ao clube a preocupação da dir~ toria do Hospital. Várias idéias e sueestões foram a­ presentadas e es - tor Almada disse q/ poderíamos entrar em contato com o Pa raguai e solicitar una rede especial, ligando o nosso hos bital ao de Bella V f ., tu--ar vuil. Em caso a pre no for­ nreinvento,seja no U r; _ .; l 1 e:, J no 1 , r ual, os serviços nio sofreriam solução de cont.inuld d•·. Lembrou-5 tam -­ ém de enviar ofi!os à Enersul, aos depu­ tados que obtiveram votos cm Bela Vista ( Bach a, tíoka, R 130, etc), e também da possibilidade de so fazer· wna call'pnnha. para arredadar fun­ dos e comprar um rno­ t.or para o _Hospital. nesta agora espe rar providências das autoridades, antes que algum paciente morra numa mesa de o perações, ou senrn .edicado, por FALTA DE EflERGIA ELÉTRICA! Banco do Brasil para 1 hora em todo o Estado Um fato =·sui g~ neris .. todo No0 jornal alvo de carinhosas ma nifestaces de carinho seja através de cartas . ~ja pesso:l.l:nente, relo ranscurso desceu 15 2 .11'.:TVEFS,.' oÓlarl Fone: (O11) 290-sss,""a, 154 4 cony .01 Jean Movi " » iwseio;e l Cinematográficas e VI den J eane • Hotel "JEAN._ HOTEL DIRETORA : KARIA ESTELA YELASQUEZ PFREIRA ll?DATOR-CHEFE: IYALDO PEREIRA GER?NTE GILSON SILVÁ SANTOS REPORTAGENS LUDGERO AUGUSTO SENHORINE REDAÇÃO. ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: Rua da República, 268 - Caixa Postal 23 Fone: (067) -439-1.ClO s·d P • - e e ropria JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDQ PEREIRA Propriedade da· REDEBELAVISTENS DE JORNAIS LTDA CGC-XF: 1S.S13,203{0001-S9 INSCR. EST.: 28.219.00 3 - 1 Reg. no Cartório de Ti, D • e _ocumentos N• 35 - TV. À CORr:S , ?Rl:.7'0 E BRANCO, GELADEIRAS, FcX;Ôt:S, COLCHÕES, r-:DBÍLIA CCT·íPLETA PARA G S.J.J l.All, "VISrri:'......NOS" foJA: DR. A.C.Y C0ill!O üE OLIVEIRA, 618 CEI': 79240 JARDIM-:-:ATO GROSSO DO SUL JEANE REPRES...~AÇÕES CINEMATOORÁFICAS E v .1,1..14, FIU1AGENS DE C.ASAMENl'OS, /l!'UVERSÁ,uO.."i E R!:.llNIÕES S.X:lAtS EM GERAL. SE VOCÊ N.40 TEJ.I O SEiJ VÍDEO CA:,-S.c.l~ ,NÓS ALUGAMOS CU YEJ'!Di:Y.OS. REVEJA A ALEGRIA DE Súi FF.STA EH T".:li:V!SOR, FONE:: 2.51-1115 (AO LAlY' é'' .J!=:.4:"" ,.··VEIS) JAEDI-'AT O DO SUL Sill ~. AN'Í'ÔNIO ~ - ' jQAQ HOS?EDE-S: ::o ViEllivR HOTEL, 90'1 • A 1Th'D IMr.r,, 1'0 F. CC?ironTo ') jj mui, "os Ser.er "n -·r·,n· +1u.. Í;j l o' K! T JF! A D! ' «ATEI!AA "DF. or. 0/:LA VISTA Me po Jeito que oovo gosta PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA "ATA N" _032/06" ATA PNA • N·.a 091/86, 098/ e 9/8 os vnt • o um di/Ju do rr.,-:.; de novcrrbro do ano de Mil Novec nto!J e Oitmtu e Seis, às 10 (dez) horas, reuniu-se nesta Prefeitura Munici­ p;J.l, n Comionno Munlcipol de LicilaçÕo, COIGpOS­ ta pelos ocnhores Dr. SIDNEY MONTEIRO MASCARE - !,;!-IAS, Pn:oidcnte; JANETE FESTI, Membro e EDGAH PlNHEiílO, Membro, pora receber, vis.ar e julgar as propostro àc Fomecimctno de AlimcntéaçÜo a 12(dozci) pcssous almoço e Janta, a trabalhadores cm terraplanagem, a serviço dessa pref'citura,do período do 21.11,86 a 11.12.86. Propostas esta:.; apresentadas mccliontc Cartas Convite Ngs 007/8G, 098/86 e 009/86, pelos Finnas BAR E RESTAURANTE OBA LANCHES; BAR E RESTAURANTE GAUCHO e BAR E RESTAURANTE SÃO JOÃC', as três respectivamente com sede cm Bela Vista-MS. Dando início à reu mão, foram abertos os envelopes e feita a vis tagem dos mesmos por todos presentes. Feita a leitura das propost:D.s, a comissão iniciou estu do de viabilidades das mesmas. ApÓs o julgaen­ to das propostas, foi considerada vencedora a Carta Convite ne 097/86 apresentada pela Fina BAR E RESTAUR/N'l'E 0!3/ LANCHES, por entender a comissão que o preço apresentado era o melhcr. 11eccbcndo visto de todos pN:1scntes, enca'llin.'1ou­ sc a proposta vencedora para posterior homologa ção pelo Chefe. do Poder Executivo Municipal, N~ da mais havendo à tratar, foi encerrada a reu -­ nino, sendo lavrada a presente Ata que vai po_r todos assinada. SIIEY TEIRO RASCAEEEYAS Presich"lte JAETE FETI e-bro EDGAR PINHEIRO e--bro Homologo em todos os termos a Licitação rg ferente a Ata n 032/86, que trata de Fomneci - mento de Alimentação a 12 (doze) pessoas, almo­ ço e janta, a trabalhadores em terraplanagem, a Serviço dessa Prefeitura, do perlodo de 21.11 .86 a 11.12.86. BELA VISTA-1'-!S, 04 DE DEWIBRO DE 1986. ABSRAGO ARA ZACARIAS Prefeito Hriciral =-~ =---======= ------ ------------- "ATA M? OCI/87 A PARA JULCAENVIO DE CATAS CCITE 1?s 001/87. CU2./87 e Cfi.3/frl Aos cinco dias do mês de janeiro do Ano de Hil Novccl.!ntos e Oitenta e Sete, às 10 ( dez) ho ras,reuruu-se nesta Prefeitura Municipal a Canis ~ t-:unicipal de Licitação composta pelos se nhores Dr. SIDNEY MIEIRO MASCA" HAS, PrIden- VIA'# te; JANETE. FES.I, Membro e EDGAR 'IUEEL?o, Me br., Ia para receber, vinstar e julr s prposts de cg pra de 30 pç. Placa de sinal!za;ão V!iria (chapa n 18), medindo 60x0 m em 2 tubos de ?"3,00 MD, 175 Pç. Placa de Sinal!zação Viária (chapa n 18) medindo 5O cm de dietro mont. em tubo 23,D0', e 44P~. Placa de Orientação Viária (chapa n° 18 ) diversas medidas mont, em tubo de 2'4,'O MD.Pro­ postas estas apresentadas mediante Cartas Convi ,. n?s 001/87, 002/87 e 003/87, plas Firas W-NETA WRGICA LTDA. ALFER ESQUADRIAS DE FERRO DE AlJJ.41- NIO e AIITL/íl - !::SQUADRIAS E VIDROS ll/DUSTHIA f. ca1. LTDA,às LN•s respectivamente com r:ec.l!! cr~ Co...,, po Grande - MS, Dcndo início à reunião, fora"; abertos os envelope:, e feita a vistagem dos meS - mos por todos presentes, feita a Leitum. das pro­ postas, a comissão iniciou estudo de viabllide.de das mesmas, apÓs o julgamento das propostas, foi considerada vencedora a Carta Convite n2 003/87, apresentada pela Firma ARTLAR - ESQUADRIAS E VI_ IlIB rNDUSTRIA E ca-1. LTDA, por entender a cmis - sêo que o preço apresentado era o melhor. Reccben do visto de todos presentes, encaminhou-se a pro­ posta vencedora para posterior homologação pelo Chefe do Poder Executivo Municipal. Nada mais ha- vendo à trotar, foi encerrada a-reunião, sendo lg vrada a presente Ata que vai por todos assinada. Slll(EY W.1iEIRO P'.li.SCIL"IDF.AS Prcsid=re JJ.:.2'ü: FESIT R?!::hro ·gptocuçie Homologo em tocas os termos a Licitação refe rente a Ata ne 001/87, que trata das compras de 30 pç. Placa de Sinalização Viária (chaoa n2 18), medindo 60x60 mont. em 2 tubos de 2"x3,00 !!d, 175 pç. Placa de Sinalização Viária (chapa ne 18), me dindo 50 cm de di2!1'.etro mont. em tubo 2"x3,00 MD~ e 44 pç. Placa de orientação Vária (chapa n 18) diversas medidas mont. em tubo de 2"x4,50 MD, BELA VISTA-MS, 9 DE JANEIRO DE 1987. ARAã AHA ZACAIAS Prefeito Rnicipal ----------===== "ATA 2? C35/8" ATA PARA JGA;E}TO DE CARAS CEVITE 1?s 01.0õ/6ô, 01.Ul/65 e 01C8/86 Aos quinze dias do mês de dezembro do Ano de Mil Novecentos e Oitenta e.Seis, às 10 (dez) ho - ras, reuniu-se nesta Prefeitura Municipal.a Canis são 1-íurúcipcl de Licitação, composta pelos senho res Dr. SIDNEY 1'iOITTEIRO MASCAREN:--iAS, Presidente; JANE'fE FESTI, Mebro e EDGAR PINHEIRO, Membro, pa ra receber, vistar e julgar as propostas de 140 - pernoites. Propostas estas apresentadas mediante Cartas Convite nes 0106/86, 6107/86 e 0108/86, pe las Firmas HOTEL VITÓRIA; HOI'EL BRASIL e HOTEL DOS fo! c « 4 6, rsnt. "!!! IA, por g e n d e r a comissão que o pr iç o ep r u n t a d o e ra o melhor. Recebendo visto d todus premes, nca m!nhou-e a propo.,!.,<1 vencedora para posterior ho pal. Nada mais havendo a tratar, fol encerrada a reunta sendo lavrada a presente Aa que por to- s:r:Jr3 i-'.i!r:lEIOO ~ .::.:.s Prsidr::e IDGA.'l P:U Eim lisie::nro Homo logo em todos os t.cnnos a Licita:;ão l"(' - ferente a Ata n4 035/86, que trata de 140 pero!­ Les. BELA VISTA-S, 19 DE DEZEMBRO DE 1986. J..EP../J.D /,?;,'W,. ZJ.J:.A.f{VS Prcf'ei t:o l-UI.Í.Cipal A Espera do Milagre Os lobbies,ou grupos de pressao, an­ dam assanhados em razão da nova consti tu1ção. Interessados exclusivamente em caminhar e promover pretensões de cara- ter corporativista, não podem inte~ ressar-se nos problemas . do País. Ga- rantir vantagens e prerrogativas fun cionais e, se possível, criar. novas. Garantir novos planos de c ar ré i- ra e melhores remuneraçocs para funções pÚblicas. Acobertar erros e falcatruas e possibilitar que possam prosseguir indefinida~ente, Os pro- blemas realmente· sérios, ou seja uma definição clara e definitiva das atribuições do Estado e dos idi viduos frente a Nação só interessam a muito poucos constituintes. Como dis se alguém, •nesse voo, o piloto su- miu • e os que sentaram na cabine de comando nao sabem o que .fazer com os equipamentos de bordo. Por isso, • temos de aguardar por um milagre! (PLANA) e as a E +?B' d LA f , CIRTI DE ES-- , MA #4 Hi e·,:: i1 rnLné,t ir.·•. p ,ru in 1,1 > tvo l• 11.•J ti- mgquirhtu_e antiacionais d grupos mau ny 'i f',J!J !h. articular enfraquece· 1 -,1,,,, ,. 1ci! .l ",<1 l ,. l 1>1 "i ! n. t l t u l<" 111 cJ • r.: r I t o e .. 1 r ,..: : ; , t, r,­ l •,nt!O .,c,b ,irl," ,,. f'on:v~; " .J1'J' lJ, 111 .Jt" crxn o maior patrinínio do !'/lliCO: .:•·U l'unclun 11 i:-:,...-1, '.:u·,., a11 1 ,n: 11) p;ip ,r. e, .. n,ncior.-,ro:i um:.:.- ·-r--------"" - • 1,11 lo 1!•· l/'JI ,,, irrl1,01·lo; b), Ili 111' r· qu•1i. ll"I' r1,11 llc;Õ{:, q•J•. f)C)!JS'•!TI f'rwo­ tvcer O r:011•·,I rJ •.,1 nr,, 1110 dos (rm.:lon;rio~ ur Sll'd :' .1CjC>4 •;; e) 1. , dlr qu• o llnr;co atue de· fonna 1.flcO/. e ltv !lent ·1 r·m ravor· tio nr-o.:..;i l < dns c:rusos n:1cioni.il.·1. ln'· 1• -------- 11/ll ri2 1ri 1, (d JJi'lJ.i?_ .(? ll ECIMENTO I POPULIÇIO e de presas r 1 ... d:; ... ; '>rr .... ,:; fra, l·'..1.;, p:1r:i I nfrn1l.ar c•c::;:,.u lnvPslldx;, tlÓ!, , fJnclon:trlon no!; Ui!Il-10:3 <' esU.Jmo:; pl<:l lcondo ju~ to n no:;na Dll~EÇÃO GFH/L o 1wp,11lnle: 1- fOR'f/1.F,CTlt.Ftll'O DO l!JlíCO 00 ílHASIL - C , l)·,nco pode ,ljudar rr:ulLo o Ur:.i.sll, b:l!;Ln CJU" ll1c propi­ clun comliçÕOs para atvr, que possa influir r.:, últimos aros; 3- li' / .. 1UE. MEIA. IS ».5 , ü» () peraçso, s Lar!f:° 5 'ME OS ~/IÁ!,lOS -;'iu •·rn.P. . ,. '? O (1'1 1 r 7o ·,ra !' nl 1.. v alta r)ornante to; pr .. < .. o •• [. L .. t cesto de .obr vivênei a! POR DENTRO dos Fatos / i.'1.,A r:-.HJ'/, A partir de janeiro de 87, os comerciantes e Industriais fazem sua declaração de ICM para a Secretaria de Fazenda e não mais para o Governo Federal. Desta man·e1ra o Governo Estadual terá melhor atuação sobre a economia de Mato Grosso do Sul, propiciando maior participação financeira a seu Município. Preencha sua G.I.A. (Gula de lnfonnação e Apuração do ICM), que você encontra em qualquer papelaria• e entregue, depois de corretamente preenchida ' à Agência ou Subagêncla Fazendária do seu Munic'ípio. EMPRESÁRLO, SUA . DECLARACÃO DE ICM (G.LA.) FORTALECE O MUNICIPIO, O ESTADO ESEU NEGOCIO. r RAEZ TEEET SECRETARIA DE FAZENDA. MS ;., o!' ! r. ! e j [' l l. V;: l o )> r, f (· ,, rao Zcaras é do Comandante do Jü • (: ":..e;, Cel Ivar Ellery Barramo, ser: ,ro: ·ov1r•o <·r. 5~lr, 1/ l!,tr, u • f'ill1'.F:í pr, :cO.l '•<0 ::;i dCIP/L PAfi/.1 1'H: _'L:CÁO JJ() ólSO DE ::r.TC'•,'P-CFt:Tr.3 1 ', do dir, ;.>O_ fl ?'> de Abril, provvelr. ,:nt••. Cunnca que este acontecimento é pioneiro nível "C ,n:c1·1.or do E:str,do e 7.obillzarÓ. to­ ia a comunidade, serão orientados o ouvidos os país, professores jovens e • ntcress:!Mos, e t'tnda ~A1•i fÓrt:'lada u·r.r 0sa reàonda en-:.rc~ as au .. orJ.0ndc:s mu- nicipels e, se po3slvel, de outras c1- - des d reto. proposta é nobre e demons­ • ~a qu,c, nossc.s é•utoridatl,:,s estão scn­ sibilizecs.para a eravidade de ur probferra que ncr~almente ~tinee •pes­ socs em plen0 rucidade. En 2elu Vista, toda vez que se p1·01:,oveu algu:~u. palestr·a ou ativ1- ,lDcie neste sentido, foi apenas urr: pe­ ueno ulera, umn bate--papo rÓ.pido so-. ore. o_assunto que, embora bem aborra. do, nao entrava em maiores detalhe~ uma vez que o tempo n~o permitia • o palestrante uase empre tinha - - ove re- i ornar na mesma de.ta. O te:a.é polêmico e J ex.i- l'ia uma aten,;ao maior d. • 1 ,_ • e nossas ;:;ut.o- .. c.~d:s. ,k,La-se que a fé'l ta de , - ~1caçao fanilia-- cor .. u ont - • • 0 con;:; '-"n te confl 1 :;o re eraçoes (pais e f' lh ) o ·ab l. os ' o medo • u criado em cima do o e + fDlta de consci _ ~ssunco, a . . · · c11 tlzaçao sobre pre jui­ zo fisicos, morais e Sol' · -~lo uso d . • - cüS causados os coxlcos poc! ••r,s 2 sel'• t en ser .fato- • em .cons ide rad nfl - • os com rolativ• uer.cia ao·consumo - - ~. Alén de tzud ude se apresent b ~• ª nossa juven- opções -a vastance carente de z~ como e.tivid«des 1=spor·i:lv2.s l;;:.- r. etc, que desviam • • certa c2.mada de j a ençao de atividade •o ovens par·;.. o:::ue • e:,• • esc.jam afastad - nor- interesse em os e com me- .. oxicos :, • em Bela Vista LL-:i nún : - erceoerros vsdo de jovens , ._ero bastan:e ele­ boas f • ' as vezes f'ilh a·e amilias ai· , os 1 ' gu..ias ate .nas de nossa cid do tradicio- gas. na maior, ' Ge , consumindo dro- a estudant: notur-ncs _ !Ião 5 . es dos cursos · e1 Se o- demais em seus fi, "> pais confia., .::a:,a.,1 os pais . 'los ou os filhos en- co.~ faci lid d ~ presençã de con: 'ate, mas que ·.· cada dia ma.,'um1dores de tóxicos • .. "' r er.: B adianta oi,e 'cla Vista, néc ·,eí ,...a ._ r tapnr o sol • - , D o i v, c o : a p e - •,;::;:,"• - .... ,.,,A-SE o- "ivE'. 'E U:LA GRAIDE Já. ficou ··ir- não é a 1 ... provado 4ue !"'epri~· so.ur-ao ;. JE. al1:uma acii.o • ' - Pr-eciso que ha- !'Jre,-arar n- • • preventiva c~_caz de . - ao so !'Ja 1 . as também, e ,' e pr-o-ressores, vens, pois e, 'ncipalnente, ds 1- 7o mi es, undo ·, _ "Animo receio 4 toado na -· unte outro d . e ingerir nada, ~•- O e SUA me · ·=-· assunto de ,. - .. s:-ia faixa e:Ê!- ·:ebate de !'o~- .v_ ser· colOcado e ... ""rl- -a. livr-'-' • ·. ~, Para oue t _. • • 0 es1:1ibida c- -iosca • • º"ª a de sobreavj. sociedade' se' ' .. us2.êos ,elo "' - so so'brC' os :-ia1e:a 00 , t s tox I e - " Aceitação • 'Os. spr-se u' -VAZ.T CES;" pare da comunicece. SILVA). ,,. r •!.---------------·----------------------------------------------------- --------· C.à ENTRE~= ÕS. PROFESSORES: CRISE DE IDENTIDADE CHAPLIN CALCADOS l}, no tu. tua-- findou, o profezso 'ro, tntomaticuren ,·nllo vjv,n...t tnornP11to: , ... , o P1•ofPf-i.Or Í{"Í- 'de, O conpelseni de stlário, per ••l(•, 1ol r1··, v,,lcr: o tk prvc;o,; nt•ru t:an ·,,,leio Fl c·url :,, r>r c- 7untou: 'Educar, p; - ra qui'-?", :-.11 :,:·, 1 Í t ulo de seu mai.s 1 e ccnL!' lJvro, Cof t.o. Dl•!,l,ncanLndo co111 r•lc, o i'Jt.o•· pr•, 1 "11- falta de r('uonlH· nc lnnr;r:1· ' pn)VOco­ c I men to soe inl con.. coes', desafiar seus ·reto e prcssiont>.c;:, cornp,.m,1ciros clr• c0 pralils contur, cedi• • illlono docc:nttf. llâc 0cz maJs diflccls C• dulxu dr ser 1uspl 'H'.l/~&r, bon par te rlt. e 1 oso ,' no momcn to categoria docenLP aruol, ver alpuém questionou se vali,, expor cor:i honc•s Li d n­ a pen continuar n,.- de (e com certa sin­ q11l lo que mui tos Jr• r.clczn), não so n,; .1cr-t·ai tr,rom ser urr,u mazelas sem plÓri::.'. vocaçao. ílesullado: da prática do r·nsi­ os quartros dns csco• no. mas também s les e esvaziorom e próprias utopias e ~roressores (ore Eonhos. Com freau~n­ locallzados vendendo cia a sala de aul roupa, sanduichc nn foi comparada a ~~ ,re.in. péwtindo parn confessionário, ou , Uvdndcs m;-lR ren- (o que vem dar no veis. • ..... Rmo) e t';í. clcovr:- Pedradas Discos de • solamen to s;,.u ec;.ue­ .::.~ neças de vier-o Versus "adas. na linha aue ainda liga Bela Vista .é:! ·al'acol. l LViO, braiiio is5e existe por Por outro o Prefeito A-· Zacarias me que j::1 for"'"' 'of, 1 o: n:u· . ''I eco.r buir paro um4 ,, fJ, xê•o , ncn·r:~- ;,n.r·~ n , <Íl'n t!da p;l ,f;prn ! tl 1 º•> f)z'd- fessore±s. ,'h v,r, tenção para o cpi-­ tulo 1crc1•Ji·o, er.1 ue são arrocntadas de furna r:Jlc~tlci.1 duas concepçoes di­ verncntc& cJ" educa­ eo - autoritária e liberal - !' uir.<:1 tc•r,­ t ativa li llr:1·HcJor·;, ce SU[)c>r·~•••i:;o. A etluca­ caso utorit+ria tem nor olvo u novo e or objetivo sua do­ tsicação. Já a 0ducaçc.o 1 iberal <' 'como diz uma peçél n r e Energia Scgunr·,... ,..uals . fica:n preso: .ntdo de melhorar 1 nformaç;es recebi- us flós ou cabos do a linha de trnsms- ctns de um func ion.'.,- 1 , alta tensão. -'' sno de enr-q, lil ck rio da Enersul dP' Agora, •anta Pari a Rel0 Ilela Vlst~•. o fal r::- L)uebrn1· uma peçi ~e eneru~a el;trlct· dessns a pedrndas sb ocorricta no Úl tirr.o pra prat, car tiro ao c'ia 18, que foi até 2.lvo, É O FIM DA PJ­ s 11 hc da noite, CADA!!! O que a gen­ foi, pura e simples- te e obrigado ente, devida a um ar.uent.ar graças a disco de isolamento essa falta de cons­ quebrado' a estllin- ciência coletiva que Vist .. ,. rkfl cicn, e•. hoje ·l ,·. devi ,'o ,u é'.uric:nr~o dt carp: dn rede, ~uc foi se ·~xpandindo aos pou­ cos. Com isso, qual­ quer probler:iinha f~z com que as , c_h2vcs automáticas de scpu­ rança se desliguem. cauRando os frequen­ tes (e que jÚ estão enchendu' ) corr.cs lft..: energia. Ilo~. o jel­ to e cserar r 1 • r ' . ,.,tl • e rcJj V 1'1' i . para mau'? nu"":( r. i x·• J •cr d{ria ri r-- o . 1 udo toricos sbr • r1os "0'pros f os n•,•; 5" 1 í.l:; e;, 1ro1c:;sor·••:, •-· c•;rrl - ,, i-es dr.t.~ r.Ccnl;:· ... com isso orfniu o oDjc,t i vo .~ qu•-· p r·opunh:,. ( .1 ore 'laudio Ribeiro a Ptai<:OS cio l v,o ''cduC"ac ;)tt'" qu~?": t,v. Jorio Pi­ nheiro, 565 Cx Postal 593 - 36400 Ubvl"lÂndio -:•:G. Manhã de . Prêmios dia 15 de no Grêmio ' . (' tJI I OQll ·!• u alinha.. lil • -- CJ,flclAVAL J ✓ Concurso de Fan­ tasias no Carnaaa val do Grêmio r:rt;.. !JA FROt:·:•;.:iRA, que: sn.rr o carnaval do rio deste no, haver u: concur·so de Fan.e­ sias. promovido pelo Jornal Tribuna d êronceira e Grêiol ;,edro Ru:fir,o. Serão orc­ ~indos o ~ELHOR FO­ LIÃO, a :-íEL!-iOR FO­ LIÃ, AS ELHOEE êA.ilTASIAS, o i:ELi-!OR BIOCO, e ainda sera fel.a a ELEIÇÃO f;A 4A E PRINCESA O r./lP1!AVAL. ., ia nr ·;, entao. ?r•epr•:" o e'n o olho.. O 1!__,11 '''J: e~ <:ri 'l'.ViJ· iendo todos os aue- ios, para preri! os melhores. Pinte no Grêmio e compro­ vt: '.) CA-:U!/,VA'... ''AJS t,Cl•­ TN)Q, O CJ..P::,.V/,L .,, A.. Ver pro GrCuc voce twbr! Ve::..- 'Venha Enf renlar Essa Fera., MUITA ANIMAÇAO SUOR E CERVEJA NAS 5 .NOITES E 2 MATINES DO GREMIO PEDRO RUFINO Em Bela Vista Dias 27, 28, ó1, o2 e o3 O ·Carnaval «FERA>> da Fronteira ---·----------------7 aplin Calçados "mai1 úo que cfa mcíqulno1, rroc.i10mo1 do humonlcJ, ~iSIT: A .. OSSA lOj - r Ili: CONDE nr: Pon ro /LE G'lE, J 85 L,,, .. :1c;n1 THl''Uil/1 D/ FroNTFJ.1, ESPERAfiOS A SUA ViSIT, O S-,nado:-- Ro.chid so:d3nha Der=i ( P: mB - ~iS) . ncompa­ nhado de poll icos que i n t cgrar.1 a fren-­ t do Centro Oeste oi recebido em au - d ;i~ci3. pelo Pres.i - dente da Repüb!iea cara discutir os as­ suntos muis premen - -· 1~·-' afc cn..., e. Rc­ " ;1Õ. Rachia ressal­ tu a imporcincia estratégica de Cen • ? o Oeste, aue hoje· EY E I CUlE ESY Privatizar, a Solução Moderna .... .)r, ._..,J , ... d burocr .... ta: civis, os oyen fi(,.'l ~.Jli,ar~• ... i1ll Cr" toram suste'ora - rnre n participe - o do , ce,ncmin representa a espe­ rança nacional pa­ ra enfrentar a c_r_!. se de abasteclmen­ to e as carêncles• alimentares da crrscrntu µ0rula - clo urba. bicu­ r iu-s"'. cnr,.bém, n« ocasião as pinci- pal~ reivindi-' caçoes de Nato Gre,~so do Sul e os atuais entraves ao maio!' tles<'nvolvi - ~enco auricola do Brasil. Para Rachld. J.. <~,,.pr-, ........ :derk..fY .. -: e.:!<.:!:. A f1 ·_:_~1""'.._1....,,_ /tÇt.1.0 .a econonia,nes n[ses,superou qual c'.Jt.:r , .;··: - • .. t! v:.. po , , :" t 1 ) /1':S ::ossos seu ASSI11M:7:':S - - - .. Colabore cor o Jornal procurando en t r-Pgador qui t ·,r •Jo lmprescinctivel e Aca; Govername~tal. no curto prazo - traduz:dn por pre - ços justos,financ1~ .mento adequado c invest~mcntos P" infra-estrutura p~­ ra a agriculturL brasileira lent1é condiçoes efetivn~ de resolver os p~o­ blemas atuais.'· Continuou o Sc­ nndor por Mato Gros so do Sul, "Se o G~, vcrno não priorizar a ag, .~ultura bra­ silel.ra, teremos er. as estais incha-­ rrm, i s custas co Tt.souro nucional Kuitao c,~rcscs c•­ ttl.::.'.JG jt.l2arnm qu(• quante, r.',,.,1s fO'C.ita - vnm e quanto rul~ funcionários 1vez. -sem mais esEr.' cclabornnào assinatura mensal. Receba.-o bem que o resultado vI:--á. em ,r:u b,·n fÍcJo. HNão ft justo . . que sg se enxergu~ o ,Br~stl atrpve dos grandes orgao de I prensa." Ministro Aureliano Chaves O Ministro Aureliano Chaves sabe que O jornal do interior exerce uma força muito grande junt à sua comunidade .. Lá na pequena tomunirlade, no pequend ou inédio m ~nicipio, o jornal local tro Oeste manifes • SO · • tc-,u. solido.riedar.r: • . ma mais; muito [mais do que todos os gran·des ôrgàos de ..1..±.7g$,3 ]tos Por isso e importante ver qur conS2guire□os ras1 am em a traves do jornal do interior superar a atual· crl , se econômica rapida mente. breve p;-:,i:;lemas abastecimento cum o roverno de repercuss~es na·ta­ xa dn crescimentn econômico do pai_, muiores dificuld~ des nas condiçõis de vida da popula ção. A fr·ente do c~r. APOIO: REDE i IBUNCJIONANDO EM NOVAS E MODEPJ NAS INSTALAES: ÁLCOOL, DIESEL, GA§OJLJINA, JLA'VAGJEM D:E CA.lUlOS • Rua Barão do Ladário SN. 3ELAVISTE;!SE D;:: o JORNAIS Telefone: 439 -1025 Bela Vista.MS - • ' ... . .1 ----------~ OPINIAO/DEBA S PRISIONEIROS EM CUB Quantos presos polític<)s vegetam na URSS? l!l11;:,u'r11 rh1vl•la dr• llll·' ()•' dJr, l lU f•I)C,:·• 1. r,t·d, d, ::;o:tr1 ! r.,, J'o1 111 vl<>Lt-ntrulo:, no Brasil, ma A cnti- n:1, r.o Par;,pu,d, no t'hll',110 llt!/~ni ", (JU'"'' '..:Jbt'. 11<1 l-lolÍvi:,, no Pr•ru , no ~urln.0!T:. r nt,, por<.UC' na mnlor parte dos casos nao se tn.ou r.ein !:i0 l rata de corviccoes anti-'ua nistn, Na 1,:aior parte dos cacos tratou-e de burrice ou incoor,cLê~ cia dos agentes de se eumnc;-a. Ocorre,' non.Ç, que em outras . regiões ào nundo a.s coisas a­ contecem de outra ma­ neira. Inútil ci ta.r es sas rep,iÔC's onde os di rei los humanos não são respeitados. A grande ll11[lrcnsa vive e prospc_ ~ ca:i o engodo. Q, te acontccerlt..• se todos os presos polÍtlcos da Russia, de Angola, de Cuba, õa Polônia, e sei lá qu.mt.as RepÚbJ ]. A A·mérica Latina Segundo o Senador Rooerto Ca'11!)0s a Améd­ ca Latina gost: de três coisas: capitalis­ mo se.n lucro, socialis­ mo se.~ rlisciplina e di­ nheiro estranjeiro sem dono. Gosta de . outras coisas: a revogação pu­ ra e simples da lei ela oferc- e _da procura. ;·.J, ... ::c..1., .- por que os produtores esca ses custamn. mais e os abur.dantes custa'11 me­ nós? Além disso, por q/ . os salários papos aos - cus Democrática ocia l í .• 1 , .. , fo. , •. ,.. 1 i b r • , d,:,:,? l'íor qu • ,, . ;., di­ trneiaçíio entre o pt'< •:10.1 po 1 i l ice•" d,• u, lorJo e de outro lado/• n dl rer,~nça •),,:, contli­ r_;oes eh .. • vid·t d! llPl 0 de outro preso po)íti-­ co. os pnos polit'-, tl CX-C J Jb 'l ; r..CJ rí"' TT rpre; dlu,•rdrun,rXL-::,:u,:m ,_, a C, nn, • c:i.d1•iu, com > d,1,; :e ben0:..;:..;«•s .s de lcrror, sol­ dads placa de z::, . de ·ve perdemn no!rs cndeados russos. "[Jc•n~ Lr'; 1 ;• roit,... corruni'-= :rgedos deva:n ser custe? ,,'~o seria mar2- vi 11,oso se não hotNes­ se cntresafra, se o mo fosse feito dP 1 .? rwses de primavera? Quem invenl'Ou as esta­ ções do ano? Por que um bezerro antes de nascer, deve viver 9 meses na barri:;a da vaca? Além disso tudó, a América Latina con­ corda nu= coisa:se- o Estado pode ga..r-antir a vida e a ,';Obrevivência o todos, para no t r-i NOTAS O DESASTROSO CRUZADO 1 O inegável f'racas­ !:O c.!o Plano Cruzado co­ r"t? tneàidu anti inflacio­ tlaria e a fa.l ta de ori ntacão quando ao futu­ ?'O da P<"lÍtica econÔnú­ ca, 'usti ficam o d, ·sol"­ .n1en.o com oue noós período em aue estive tn de fato congelados, os rreos vê:·. sofrcndc: o'«rm, D}oi , de npá:ti por qualquer, ) . 11-H) e,, ')O'IL r,Unf' 'I vr r ,, lu7 •Jo .;o l O próprio ar, ele rtP,Jfi:o, no•; /. r.u:io­ mando, A cela é nua: n?io h11 um só n•Óv,• J , nemn mesmo um objeto Ado!·nec;o sinalmente, exau'o, no frlo cimrnto rlo c-h?io". (f'l:inn). ba.ll1ar e con;petir? Pa.r::i • urra boa parte dos int,­ ligentes no-nens que r~ vernan os países da J,-:iérica La'tin.., a lei c;a corrnctirão seletiva • ~ lnvenç3o dos rcacionárl_ os. F.nt.rc nós, o Estc'1rlo ear<>..nte o trinfo dos f'rzcassados. ua lei colonial e r.erros que continuar col0nias de netro[)Oles . que já nao existem. (Plana). - 1 ajustes. !::m realida­ de • ocorre um verda­ deiro salve-se-quer-pa der econômico, no qual os reajustes de preces dei.X.cm de ser- mcr:,rr.en.;; te corret1vcs para se transrormarem = ele- ___ ..L...---~---- V3ÇCk:S preventivas, po. con.a dos prognósticos de una aceleração infl­ cionária absolut=nte inco:,trolável. (!'lam1). Leia e Assine o J ornaJ Tribuna da Fronteira PARA FAZER O ANONCIO DEFINITIVO O ItItO CGuv+ re a há U'lo 6O "pris!on ·i roa cl• cun: 1, ncJ ·•" • r . ..1 tJf!SS. O ti' rlu Í: eh crr:·­ zac::;o r,nhtfr, !nt.rrr.:i­ cl om,l. ?Jitos deCs presos "nnimos" estio se frendo mu, trato o apre. .;c•n Lar raves pro­ bleras de szüde. Pren Les e ;;.: lipos dos di:.;si­ d0nt.cs do coro exrl o o iovem Serfin Eusikv, d di Idr : e ho. PD D "v;:1 i'.CTX:n r,Úblico que deseja sobreviver­ politica'llentc, nãc po­ de ser o pato domésti­ co, qu,;: se contenta cm os limites de u: quintal, ddxando de observar o vasto rr.undo existente além dos mu­ ros". Esta • frase ser­ ve péU"'a alertar sobre o dinamjsno do mundo politico, que costuma ser- ir.grato com aque­ les que ~do;;am o i::iob_!. lis.110 e o comodismo co mo ui padrão politico, r..antendo-sc das bases e das dcci sões, deixando o'povo sancnte rara o Úl tlrro instante, como se fos­ se um objetivo desca!'­ tável (oue você usa e .ioga fora). Observe o seguinte: estamos pouco· mais d,;:: un das eleições de a ano 1988 qao serão definidos os novos vereadores e o prefeito de nossa cida de.Que deve servir co­ ro un julgamento daqu~ lcs q/ ,iá t!•,er::::n essa ooornrudade e lutarão t.'.lr:-po ,'r't?ClCS,) q...:•2 .. :>­ rap·la janela tis ·ã L.i.Vt:r.. :.po:-~u...-..! "l- • ' . Mui to menos.[)( ;wverrc,r Também nzo Deles? Aí você responde, É lico ce estas palav,r,-..s niio ~.' ~ngil-i:Ío aqueles que conseguiram se manter em evdnc!a eraçó:.S ao rpenho e a• - dicãção a c.:iuS:l p•Íbl!ca para estes, Justiça se­ a feita, quando aos c~­ mals , abr.:..~ alas pois, o v.::nto d:, renevação d!:_ ve soprar com força tf'>­ tal cm 88, e pode ::-e,-, br-nr pouca ente pl con tar hiscÓri2 ntl ("â .... ..:L_, Municipal. Al~).l.'1S ver-c,2 dores só cstivera:n cm ação durante as caT.pa­ nhas eleitorais d~ 85 e 86, ficando sua partic_!, pação restrita a u;r. '""-'­ ro cabo eleitoral de seu partido. É bor saibam que falar cue bon:. to não resol vc par::a.cn não ocnseguiu mell1orar sua história poli;:!ca.::; nos últimos nos, ter­ u bom desempenho en p Ianque pode r.ão ajuC'c...:· se fo::-a dele ruas a;:i ::,'­ des Tao O rode!!ar , =rap -ne. 9pi rr, amo rtir oh1- r•.: . , ·,q 1 ... t,r ... ; , "C, u . n: liur,''1:.{ . lJ e.. 5.o , f, oco+n- ·.i,..r-!os. ?!"V :,. n< 1cr·s..;i- da±e c mudanças ra C@ ;· 1r:t corrv íil por • tOCJS s recantos de Ela Vis ...... !.J;:,,.,c•.- qu-' os a' .. tJ--.-is v,.Jr"".: "'·!or,"s naõ u:::-·i.r'lla rarruiro tem a no - ":entuldad> sobre. a atuaç2c poli tlcéi r::r. no.:! !>03 a, as quar.co r:> r.0.,--r;::r.1 r.l.!bllco sci a carrpo, o.:: ,'.:'1.'1i7~.do, particl !J.'...'1do c sendo portaicr de aval popular para concu zir· ::.:.s :"t!..i.vln,licaçõcs, sem fanatizo, sem pai­ xão ;xi.rt.:L!ária, portarr­ do-s caO o autên ice intrédiário entre o ~--ovo '· o rc, .. ~!"', nC"'C'Cu- : ~ n'JO !'.·Oro;{Í!r""'"' ':?=::.S-CS , ::' •. n:--os. '.'er(:~dor n5.o qule cue :frenta as --: . autoricdes aprxirar t......:&.:s: s ::. ccr: Qiálor:o, (.(!'J.11.ibr-lo. r :é..S, cuco ,;,rri as ·a si esro e o jul . ;;a:-iento se-::-ii fei 7.o.;,:; f final o que ontem er nevo hoj_ é antigo . .--::., r.ova:-- é- a so:.uqã:,,_ ~ SP ,ni5:o! com U'1has e d, n ~ p.3- ra pemane~t'e'r.l. Per- • A vida e ccx-o L::, jo:o,ccr:, ,i-w ... ?..S f?- unto:onde foi pararo ses:: risrezas,alegrias, decepces, surresa seu v.oto êe 1982? Foi ·, e r • .,-o.~: merecido? O seu canàl- ,....,.. __,'"'===~ dato é dotarjo ae vir­ tudes suf"ientes p/ pe..::: m:mec_er. por rr.3..is q.:s::·" ou me= seis anos?ão sei o ql o nre::.aõo le.:. tor pensa.mas não vi -;; pr-esenç.3 j:, Vf':-•r•a:!or ras escolas, nos bir­ ros ou robili ::.s;nco 'l pcpulnç::Ío ( isso r-=-t0 va le p/ t:c,::::,s). ft~ra é l es sairo nas ruas A p,, Cnrlor; Efluar do e Roante Débora , rIIhos de arlo e A)! ce lufes e de Andre e Ronnly Mendonça ncon­ Lnccu no dia 19 PP• COs< WãIVAS . Fl.orcs natur Is. tules e lnçaro.cs azuis igreJa Mntriz toda engalanida recebeu , mui tos corvidador para assistirem a cerimonia rellglosa e os elegantes padrinhos e noivo espe ravam no a1 tar a raci o­ sa noiva que fel levada pelos braços de seu pal. OCWiE Belavistense também com mui tas flores laça - rotes e .tule, rL:ou to - taimente lotado' com "' presença de grande número de convidados (cerca de 600 pessoas) que ,foram cunprimcntar os •recénl·casados. As vc1a5 S 1MER A s eo 1.ocadas nas mesas a mesa do boio, um a'ima do conjunto musical, tu­ do isso deram un colori­ do especial a festa. rn cmVIDAim De Carlos e Fosa - nl r, foi no G::cmlo,d I:> 17 cnde o casal rce - lY,u vário::i nrnip.,os pn.ra um po::ito:.;o Jani.or e mui tas brincadeiras. 1,URIA W;t)fdBl '.A --·---···-- • Mui to bem atendidos deliciaram-se com .os go~ tosos cemes-e-be~s seI'­ vl,dos! BCF.IH Os anf1 trioes de tio aconchegante fêsta , onde os anigos se encon­ trara'll para um animado , bate papo estão de para­ béns pela arte de bem receber! JD CA.'U.OS E rosAcllE Desejanos núl feli­ ciàades na ida.q/ ora, inicia'!l! r:-::r. a ri. e da stur i ra Caçula parans , retl.lm ·ntc c,5 :.i.v;,,n rui lo lindos! Na ante sala do clube estava Maria Mi lena recebendo os convi­ dados Juntar nte com una / fc•:;La perfei t;i , de 15 anos de Marta tta ela.lena teve lr,Ício! qunndo fomn di:;tribu_1 dos os-convites dia 20 que rol . cc:mcmomdo cor. una mlssn na Capela.D_1:. vino Espiríto Santo e 1 ogo apÓs -cem un gosto so jantar no Clube Bc­ lavistcnsc. 1A XI5S CJndc muito jovens fizera'!l-se presentes; o Pe. Bento proferiu. sie;iificativas pala­ vras que c~laram fundo nos mesmos! ,'l...oás A mlssa o· Belavis­ tense cem ITUi to som e luzes, onde a mesa de, doces e as lindas lcm­ brancinhas, cem leques (o rrotivo foi igual P~ • ra o convite),coleta ram a per-feição da fes ta. A VAISA Dffi 15 Nil:i Foi dançada por vá rios amigos. ·Dançara'!l: Laura e Marcos Palmle­ ri, Cláudia e Flávio : Kovinho e L61 cia­ na Ocariz e Eduardo, Nelson e Rose, Piti e Jorge, Sllvana e Lu.Ís, wciene Proença e Guto Poka e El'1)', Sora,ya e Albenir, Josenith e Anselrro, _Alessa"ldra e Ama.rlldo, Badu dançou com Mário Marcos. AS iailliAS Usava graciosas rrodelitos branco e re­ vale , . .:i.C, "ibtiu"' vcsllu U'!l l 1n­ do vestido bronco, sendo 0 corpo cm rendn france­ S:l rv...:bordndo com ocrolas saia longa em charalotte NÓS 9 1A? A graciosa ;vdalna apagou velinhas so , npl .:usos e parabens vo cê dos conviados pnen tos! Ê depois a ncnln~ dê. ... curtiu~ sem :c.ui­ to anim:.iào e dé'J1çar.:: 1 pra valer. sa .. lembrar que o vestido,. da aniversariante· e oas nulta.s garotas que O Sorriso, a felicic de que demonstravas se - jam teus comp2nheiros, serpre. Dorinha,paraben pela festê.,pelo carinho c/que'recebcste g todos que foram CLil1primcn,Er tua filha. E O PESS!l.'!,_ Preparando-se com muita animaçao para as s noites de folia ta to no Grenlo caro no Be­ lavistense l Huitos blo - cos preparando-se para, uma disputa suila. Um alerta aos Srs. oais e responsáveis: ile~ ses dias não de carro pa ra seu filHo policie su­ as atituddes: não o dei xe ingerir rruita bebida, alcOÓlica prlncioalmenté lança perfume: Evité õborn."Cimento futuros , pois haverá vigilância ,, por autoridades corpeten tes té..'1to dentro caro nas imediacÕCs do cl,.be! CARIi A REOAÇAO / R·de Belavlstense do Jornais. ia sst!faço do , conhecer o crecien' de nossa re'o e do nosso município, zbe­ dor que sOClOS én lute do dia e. dia: r. ·n cer:.t:za e:u::: viver<'­ onde ?. econcmi do pás está vrrasada,sen óo corroldD- ,nevc:-,.:ntc, nêlo té:.'1LC!l:1a da in- 1as7 Gire. satr do na frente can rn. de trunfo de una futu­ ra falencia, os juros, exorbitantes alcan cndo um dr' maio• res índices de crescimento de to­ dos os ter.pos. Vlnos crescer cNTI toda sue. hurJ.ldadc alcançzndo sucesso f"Y' recedor a R?ede Belavi vistense de ornais tronscri to há 15 nos nos anals de Bela Vis ta:dirigida e Editaóã pelos errpresárlos Sr. Ivaldo Pereira e sua Esposa I!aria Estola V!!_ lasoucz Pereira. A esta empresa que ccxnpleta hoje ma - is u ano de tece que sua existencia, nossos parabéns e que vocês continuem crescer.do, nntendo assir; sem - pre forte, para di­ vulgar, tudo .aquilo que real!nente acon - no un.do em vive.rros .. Cordialmente. l"'ÍlVEIS COPAU,R LTDA. Luiz Carlcs RahaJ. Maruce de Oliveira Rahal. e TRIBUNA Esportiva Ld;; /js:;.•, 21/02/c:7. J!es:.e é=iíJ2.o rJia 22/ t!e Fcv.vaJ. nccn ecer ef' Carocol u.., p;raide jogo entrv SELEÇÃO DE C/PJ,COL X SELF.rÃO POSTO IPIRAr:GA rtprosc-ntando Eela Vlsta: o joco-será. realizado a cardr cbs 08:00 hs,lo;;o er,Ós este aconc.ec~-:-ento os ntleta.S Belavistcnses sero ser!os cm um delicioso churrasco ofercf do pel'él equi•.e