TRIBUNA DA 
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Jlf.l.A  lSl'A -lfATO GROSSO DO SUL Af:O:XVI 
Passageiros Lesados nas Vicinais 
• de Bela Vista 
A intençao deste rti- 
go não é, de modo o.l rum. , ,,.1 
cr1 tlcar urna empresa, do 
pot·te da VIAc'f.n CRUZEIRO 
[.,O SUL.que há tantos anos 
vem :,,·r-.rmOv Bela Vista, 
enfn~ntando o:; mais diver 
SOS t.i pos de problemas, 
sempre pY'OCurando atender 
bem os passageiros da nos 
sa região. 
O nuc pretcnderros, e a 
PR,OBLEMA DA ENERGIA 
E Lf JRIC4. EM BELA VISTA, 
RolarV está .r.reocup.ada 
lertar·· 03 senhores passa li.s i] 	lh": 	mesmo, as vezes, coam risco da prpria vida f)l'OCUCCf 
gciros e os E,E'rentes des- A'l!ll!!•llll!!!~Í-• 	solucio!'::-r r,mb1r:.:~w L;•~irr,.,. 
sa tão concci tuada Ernpre- • 	"""'""-•■■ IÍiililili•.s:;....,..- i ;ão ha porque criticar estes hans, seria infu 
sa, paro. um problema que [ 	Liç:i . 
vem ocorr:'fnco com frequên 	/t,<J..;; o problr:~ra , xLtr • ,,rcclsa :;< r ::-olucion::ido.' 
eia. segundo comentários- 	Esper:.irr-,os que: r.i di ~ç.:r, J1 Ener,;ul, U'T.é.l urpreo:l 
de vários passagej1'0s,que L....:- ,,,- 	corrpelent<> e !".:si,o:, .. /.vel pr.ocur•c r:xpUcar ao pwo 
é a existência de alguns passagem o cobraàor não ra execu u1.rem seu S'=!" alguns cobradores ·•esper· de Bela VisW o que está ocorrendo. É prblema n4 
COBRAOORES INESCRUPULOSCS tem troco (?) e depois viço, não h&vendo po:: tinhos'' leGar os usuár1: l'C'ci<' de Ponta Por&? O problema é , m f.lcl,• Vi-, u? 
que vem atingindo o bolso· "esquece". Se o passa - tanto, razões que jus, os da Cruzeiro do Sul,co[Não é nossa intenção, longe d!so. ofenfe r criti 
de pessoas, algunas até geiro tanbém esquecer, tifiquem seus atos locando em risco o bO'Tl car asperaente pessoas que trbnlhan. vueouundos te 
hi.rnildes, na tentatiVé). de tchaul 	ilegais. Se estão óes nome éa r;r.pr-esi.:.. 
1
rresponsiiv,;ús si!r, cs~1~1 ner-~c,-;; crit, .a::;, 1::mpr'C• 
r-esp:atar "a!p;uns trocados_ A Empresa mantém um contentes. que lutem- SEi'.HORE.S PASSAGEIROS as trarbiuiras sim, mnas não présns do port-0 d.:> 
par-a o fim do dia". grupo de fiscais at.ivos, por melhores salários CONFIRN1 SEU TRCCO, CII- ENERSUL. Por Isto ardi amos na sou;o do prble- 
0 que mais acontece é mas'eles, poc razões Ó ou mudem para uma pro FIRAM O PREÇO de suas 11<2. a cur·to p:--c.ZO. 
a cobrança 'do preço ··da vias, não podem ficar· a fissão mais rendosa. passa.:;cns! Fa:;;;111 a sua 
passagem erradamente (in- (viagem inteira fiscali - Todos nós estamos pas pare. porque tenho ce!'- 
tencional) e o problema zando os cobradores. Já. sando por uma cr!sc Leza de que os gerentes 
de tmco: na hora em que os cobradores, !.',anhan financeira, mas nao da CrJL.ei!'O c!o Sul tcrna- 
9 passegeiro vai_pagar a seus devidos salários p~ justifica o fato de rão as p1-ovióê'.ncío.c;. 
amo:, e touo em, F ta' gt o tavm, qur o 
cortes d reria e!ótrfc e oculaçes no fomec!­ 
monto no é culpa de fuzionris da E±rerui o 
ncsns cfduie. Ja cantamos Isto e voltar a ba - 
ter na mesma tecla, todos os funcionários da mpr 
a cm ela Vista o responívi • .. • 1 t .. rd t l !íl{;rc '.i , 
po.i .. •··.· :-.-.·.1 li·, qt.i<• tr·, . .!J 11!,rt. 110!, c,r.~ nLc J;;u':. 
mt;ntcr os cus filiares. Com sol ou COO! C/'llJVP:,flL<, 
OPERAÇÃO ITINERANTE DA FRONTEIRA 
Secretário de Segurança~ Responde -·ao Rotary 
Preocupado cem a segu - 
rança na fronteira, sobre­ 
tudo a proliferação do uso 
e drÓgas, o Rotary Club 
e Bela Vista enviou á di­ 
rsas autoridades oficies 
licitando providências e 
locando o clube à dispo- 
ição para ajudar no que 
OSse necessário. 
O Seéretário de Estado 
Seeurança PÚblica, Dr 
de Oliveira tuiz, res­ 
eu ao Presidente do 
0
~ . Luiz Carlos Rahal, 
fi~io que transcrevemos 
- integra: 
Preznào Senhor: 
Vüros por intermédio do 
Pr-esente acusar o recebi 
±±2. 
ViÇo, oriorlunidade em que 
"Pl'ecsentamos nossos agre 
"cimentos pela preocupa­ 
c;ao com que essa direto - 
!'la Vem empres tandÕ às 
ClUe.stÕes Scgt~!"ança PÚbli­ 
ca. 	- 
Por outro lado é de 
bo:n , 
alvitre prestar-lhe 
al.tZnas informacões rela- 
c1 	° 
do 0nadas cem o resultado 
s trabalhos al cariçados 
"las Po1íeis civil e Mi 
n t ~,u- do E.Cl'.2dO, no sentI 
:o or, esclarecer cs deli= 
les - 
• C!Ue nao pud~ra11 ser 
ev+, , 
cg. Oa, apesar das medi 
N,·v-t!ntiVêls aootruias·: 
otary Preocupado 
é'em verdade que Ma­ 
to Grosso do Sul apresen 
ta alguns pontos eríi - 
cos no tocante à segura 
ça e, em especial, pode­ 
rros citar a extensão de com reflexos altanente 
fronteira seca, que ul- positivos para todos os ção c;ue nos fora declinà 
trapassa a faixa àos _600 homens de bem residentes do, ocasião e:.i que retri 
quilômetros, possi.bili - em nosso território corro buimos com o mes:o entu- 
na d margi tod ui ' . aos . 	licita11do ao trlés:10 cu1:.· é- ::":•:~a.de. 
tando o re."'8 o e _ um o e, q ça, s.1.asmo. Atenciosanente, 
nais no estrangeiro, on- nossos coimãos. FUI DE CLIVEERA LUIZ juôe a solucio~.ar o pro 
de aliás, são. ccxrer;cial_!. 
zados inÚmeros produtos 
subtraÍdos .. pelos mesmos 
em todcs os estados bra­ 
sileirOS, Dentro dessa 
cOll'Plex.idaàe, acrescida 
ainda de um aumento popu 
lacional gie;aritesco,, ~ 
to fixo como transitorio 
0 
quadro social apres,::n­ 
ta alterações das mais 
diversas, sobremaneira . 
nos ccnflitos ccm.ms; mo· 
tivo pelo ·qual • estâmds 
dirigindo esta Secreta - 
ria. 
D~ntro dos planos 
sion&is liberais,etc tar suas vitimas (no 
ooeracionais e admi- 
. 	todos juntos, unidos caso. os que precisa'T: 
nistrativos elabora- 
procurando agilizar às, capital ara movi­ 
dos pela SS?/MS, co- 
melhorias para a no~ nenrarrm 03 seus nc- 
locaremos brevemente sa cidrtde 	r,Ócios). 
em atividade ª ôeno- Em tempo ae crise Os ar,ior.n:; prol t .. 
minada "OPERAÇÃO ITI ' a fibra 
- [e que se ve - feramr e anhena di- 
NERANTE DA FRONTEI:RA. de um povo. l'reiro à custa do sa 
no afã de propiciar O nosso co=rcio c;~•if'Ício dos outr-os-:­ 
um policiamento eri- nio est~ bem, os pc- Te~os visco, sc- 
caz na área pcrc'i- _ cuaristas rccla:r.a:n . t,rerudo e,, Jardlr:i 
nente a tal operaçno, os praf1ssicnais li- inauç~racoes e ffiD!s 
possibilit&.ndo assim, 
maior segurança em, 
todo o Estado. Tal; 
dificultara o deslocane~ 
to para o Paraguai de mi 
litantes de toda orde 
Certos de CO!':tarmos 
can a costuneira atenção 
desses inclÍ tos rotaria- 'Todos os rc.:arié<nos, 
nos, desde já ae,.radece _ nLr.: clLrr.a Ce respeito 2 
procurc.ndo soluções,acha­ 
mos os protestos de ele- 
varia estima e considera- 
Em rcu.1ião orcil:-:ário / 
ôo Rotary Cltb, r,-•ru.izu.úl 
dia 20 pp, fo! dbat'do o 
probler!'.a da encr-c:.a d•~­ 
trica em nosa cidade,c 
esta deixano ruito a d 
seiar, predicando no 
só o ccércio, residn:i­ 
as, mas tmbér1,e p.rlr.c- °' 
palmente, o Hospital s? 
Victr:e da Po.ula. 
!c:":l -:,or bc-.-:1 c,o:,via.r corres 
po:1~:1cla ao Presléence t-'le:r.a, c;ue está EC:'õr.do 
êa Enersul e tcbén ao De ru:tas crí :.ica.s à e~:"esa , 
putado Ricardo Bacha. so ao próprio Governo do 
UM BREVE, CURTO E GROSSO 
-COM.ENTARIO • 
Bela Vista esta bera.is id~~- e a~slm 
precisando de união. ,por diante. 
Foi-se o tempo em Nio h~ dinheiro. 
que víam-0s poli~.cos os bancos não estio 
(de diversas tend;n- o~~rnndo. os juros 
cias). er.iprcsários . so coo feras assas 
pec.uaris tas, pror is- sinas procurando :na- 
.:naugu:-acões óo 
verno ao staco. 
o 
pnr-a 
ir ... 
Go- 
,:. 
as:alo, mercado, e5 
colas, :..r::1t:.:.Zt::.s e oa 
ra el Vista..:ADA. 
res? 
r.os.so ::.s:.:.l to ..; :- -, e 13., .: • •.>r.··s u-. 
Jardim va! sa- [cuco mais de cio. 
.as :o j as/untos. a comunidade 
nossas 4O cuadras de 
asfalo pr0retidas 
na c-a.--:::,anha t:.i=:!)é­ 
s..e~ il--, :"""Cfili::f±..::~. 
mas nao Za. 
O que é preciso ? 
Criticar o Cver-- 
:erncs fores. sepa 
:-'!3.::!os. er~ _.:·u.po.s, se 
remos acces tudo 
ser na:is c.fiel1. 
no 
- , 
uo, que sta Trec.- 
sa:--:'1o f:::: r n;~,,,.,. ........ •

+ + 	, • 1 r 
Chaplin Calçados 
''mais cJo C)UC de miuinos, 
prciomnos da humanidade. 
Depois de muitos 
anos, ao que parece 60 
anos, de plena democracia 
socialista, realizou - se 
un festival em Moscou. Pa 
ra aplaudir a abertura de 
Gorbochov, corrparccer.:im 
ou teriam compnrsccido mil 
personalidades ilustn>s 
do Ocidente. Será que 
existem tnntos ilustr'és 
no Ocidente cm condições 
de serem ilustres em Mos­ 
cou? O mais interessante 
é que o festival moscovi 
ta fixou como temas assun 
• ns do conhecimentc de 
"(O'.'!! 
« h ULT1A M,Dr L 
F 1/0S E 
BOLSAS E 
L5+041V03, 
L/1 C:rí:Jí:.S, 
'IS!if. 
• u, ESPrn.v s 
todos os participantes: 
guerra nuclear, polÍti­ 
ca internacional, cstr~ 
tégia de uerra e paz. 
Entre. _os. especial ist.."lS 
estavam Mastroiani, C. 
Cardinal e, Yoko Ono, J. 
K. Galbraith, Pu New­ 
man, Grcgory Peck, Gra­ 
an Greem. Todos conhec~ 
dores profundos dos as­ 
suntos em pauta. Imapi­ 
na-se que os demais 992 
participantes dispunha 
das mesmas especial i- 
{t 
Os Dinossauros 
'ALU''fl' 
G'- 
SUA YiSITl ,.. • 
PREFEITURI MUNICIPAL 
OE Bflll VISTI 
dades. Todo: o.- 
ilustres participa. 
JcalAL ftlElClA DA molff1tDlA 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972. 
DIRETORA MARIA ESTELA VELASQUEZ PFREIRA 
REDATOR-CHEFE: IVALDO PEREIRA 
O!RENTE GILSON SILVA SANTOS 
REPORTAGENS LUDGERO AUGUSTO SENHORINE 
REDAÇÃ0
1 
ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: 
Rua da República, 268 Caixa Postal 23 
Fone: (067) 439-1410. - Sede Própria 
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA 
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Reg. ·no·.cartÓrio de Tit. e Documentos "N' 35 
FILUDO À A B R A J O R I E A D J O R I - M S 
UPRESKl'ITANTE EM SÃO PAULO: 
ROO - Comunicação-S/C Ltda. 
Rua Voluntários da Pátr}a, 1544 - ConJ.01 
Fone: (011) 290-8664 
CEP_ 02010 - SANTANA SP 
tes sentaram-se no 
bancos do pavilhão 
do povo e aplaudirarr 
o discurso do novo 
0 genlal condutor 
dos povos. O velho 
escritor suiço Frie­ 
drlch Durcmnat, pre­ 
sente ao festival 
observou: Trata-se 
de uma reunião de di 
nossauros, delibera~ 
do sobre seus desti- 
"Hr>LI!T 
Hoccologo m todos os ternos a Licitação n:ferente a Ata n? 3/7, que 
trata éas corr.pras de 03 MHhciro:'J de Sacos Plasticos para mudas perfurados 
22x40, 03 t'.tlheiros óe Sacos Plásticos pard rnu'm perfurado:. ?'Jx'10, 0'1 Mi - 
lheiros de Sacos Plásticos para mudas perfuratos 35x50, 10.()(X) l/nld. ~,aco:; 
1sticos para lixo 1O litros reforçado. 
BELA VISTA - MS, 09 DE FF.Vr..ílETHO DE 1987. 
ABRAÃO AF½OA ZACARIAS, Prefeito Municipal, 
ATA 1? 00?/87 
ATA PARA JUCGEMTO DE CAIAS CVITE Ns COA/ST, c::::5/f!"l e OCJ6/i!1 
nos. ião há duvida 	- 
Aos ócze d!as do mes de janeiro do ano de ·:,il r.OVt:CE'nto:; e olt.cnta e Se 
de que todos esses e, às 15 (quinze} horas e 30 (trinta) mimutos, reunfu-se nesta Prefeitura 
<J i nossauros cs rao Municipal, a Ccrn1 ãn Jt,.uniclpal de L1cilaçiio cCYrpost;:, µ:lc scrhon:s DH. SID- 
prontos para o soc?],4e tt.ONTEIRO MASCA."tENHAS, Presidente.-; Jt,NETE FESTI, merrbro; EOC/,R PU!HEIHO , 
lismo, desde que bem 	. 
membro para receber, vista!' e julp;ru- as propostas de 204 Diar!=. Pr'Oposta.'.l 
alimen tados pelos e~ estas apresentadas r.r;alante Cartas Convite r.~f' (X)4/ú7, <:x:6/87 e (Xl!i/87 , 
pltaliSLas! pelas Firas HOTEL DOS VIAJANTES; HCTEL BRASIL ' as três rcspectivarr.cntt: 
(PLANA}. 
Um Partido 
Liberal 
Sociàlista 
da Frente Liberal - não 
está gostando de sua ca­ 
ra. Alguns dirigentes de 
sejam transforá-lo em 
partido Socialista Libe- 
ral . Mudariam as pessoas 
e as 1.déias? Não, muda - que 
ria o nome. Continuamos 
u pais de palavras. Na­ 
da signif"ica o que pare- 
ce. 
O PFL - Partido 
com sede em Bela Vista - MS. Dando inlclo a reuniâc,, fora:n abertos os ervel 
pese feita a vistagem dos mesmos por todos preorntes. Feita a leitura d 
propostas, a comisso Iniciou estudo de viabllidaci:: ias mesrs. Após o juiz 
mcnto dás propostas foi considerada vencedora a Carta Corvite n? A/87, 
apresentada pela Firma HO'I'EL DOS VIAJ/IJlT"t:.S , por entender a cm!ssão que o 
preço apresentado era o melhor. Recebc:1do visto de tod-;s pre::;c-ntks, cnca'1l­ 
nhou a proposta vencedora para posterior hornolog;,ção pelo Chefo no-Poder· 
Executivo Municipal. r!ada mais havendo a trata!"', fc,l enc<:rr;,.:::a a reu-ilão , 
sendo lavrada a presente Ata que vai por todos assinaóé . 
SIDNEY 1
1
.0NTEIRO MAS:C~:HAS, Presidente ; JI.JTIE FESTI,merrbro; EDGAR 
PINHEIRO, merrbro. 
"LOGO ' 
Hcrrologo em todos os tenros a Licitação referente a Ata n? 02/87, 
trata de 24 Diárias. 
BElA VISTA - MS, 09 DE FEV:::REIRO DE 1987. • 
ABRAÃO AROA ZACARIAS, Prefeito Municipal. 
LUSO COMERCIAL, LTA 
. AGRO PECUÁRIA LUSO LTDA LUSO COMÉRCIO 
E INDUS·TRIA DE -MA.OEIRAS-SECAGEM E ARMAZENA_ . 
MENTO _ COMPRA E VENDA DE GADO_ MADEIRA_ COMERCIALIZACÃO_ 
. 	. ·• 
Bons Negócios:Lucros Certos. Produtividade 
. RUA DUQUE DE CAXIAS SN - GUIA LOPES DA LAGUNA - FONE: 
251.1055 PARA RECADOS -A RESPEITO DE COMPRA 
E VENOA·DE GADO ÍURGENTE.J-TRATAR·-PELO TE_ 
lEFONE: 251..1364 
-·-

• • 1 r 	'; ·, 
Por Dentro dos Fato 
MULHER: 
Condições 
Especiai& 
lhos, os resmnos eg - rerças no toc nte ao 
forço e sacrificlos cus direitos nao 
t lÓP,ico que: não. Ia ao deveres, el!ninar 
verdade Mulheres e do com isso a con:i 
;ão discriminatória Homens são "natural­ 
n,ente'' bcrn dif,·r<?n - 
Quando r-;e fala Les, e é ju:nament.r- 
011, fcminlomo vem logo a forma clara de a­ 
a idéia de que é1C mtJ- prcsentnr cscas dlfc 
lhcros querem se igug, renças que eleve ser 
lar aos homens, efe - preservad . A luta é 
tu,,1· of_; rn<:cmos traba- ptc.:!lminar· an difc 
qu•- w· coloca nur:,a f;r-i;,:·ic, 
posição injustamente} vida, dev 
1111<. rior noo horr-n'.i , 
principal, <:nte cm re­ 
lação no trr-balho. 
A Mulhi:r come 
bebe, prnoa, aprcnd! 
Indicador Profissional 
• que 
<r qu .1.JC t con l 1 nu.: 
,;,10 <J1 .;i prÓprin. 
O QUL t!'i multi - 
ADVOGADO 
UOt:TOI ,'.'iTO'.'ilO 1r. '.'iASl:llll~,-ro 
CJL:: Ollll-lil-3.~H)(l - 0.11/ll~ - !.>i!ilJ 
l!nu•n• t:lvds, h:riminnl•, (Jucstílu úc Tcrm.<, l>ircito de Familia e 
'l'rulmlhistn. 
J•:scrlt1rio - .,·. liu llrnncu ~• 1311 
lr•iMncin - ,,·. Jio llranco ~• llli 
Fone: 3115 CEI': i!l'.180 Porto llurtínho - )IS 
Escritór.io .Contábil Betel 
ESCIUTAS FISCAIS E CO:ã,BEIS 
'nndcrlcy Cas~nruti '-- CI /~11' 3.857 
A. Eugnlo Peno 370 (Ao Indo dn Exntorin) 
r.1,:r, ;oo IO 
Antonio Joílo MS 
t.. " "'t, '1 J t; 1 . V j ·J L' 
su filho, 
eir± "nt 
vrl por , :,. ,'. v j·1 
querem é o respeito 
a enGi.l.C concliçÕ"!< ,. r,•,; 
 ll' ,T (', tV .l  l 
acredito que 
Trivaia d 
.·:,cr1fit:JO!i C• li 
d!f-...:r,,nçH.::> nn.u!""étit;, ir,t, rr•r«•r,c11 no 
quer<.:m curr.prir o .~
1·u cJ!r1:1L.., 1n Lr,trdho 
papel de cidadãs, do [ou ao salário, para 
nas de cura, t rnba - {1Uc' :;, .l , p , ••• ·, rv· ,., 
Ihadoras, sem que g também. E por qu não [mocho 
Ja violada a sui> co_Q rua f, :i1int Ud li: , b· 1,~- 
dição de Mulher, que za. 1j foi o tumro em mxesmc conte n ,, 
quando está numa si- que a mulher m peral tro rcns e Altere: , e,• J 
tuaçâo especial como balh-:iva ,:i;yn:c·, f.>Lr" '.,, - n I ri v, . ?' :•: 1·1 
ess::i.s, ficam reduzi- rus". Hoje p,ilo r. ·ru, no e, tr..-l,-1l/,t) r•·JJ:. !,11 
das suas funções t·m Drasll, ela trabalha, e do, án mulher •, t' 1 
razão até do imenso h-Ua. g:r,,nd,• rr,::i lor1.a, p'.11'.:i l•·v•·, ;;.,b r, :n <l v , 
esforço e: sacrifício oux11iar o r.~1~•l(!O :i .:,.,l:•:i- vwl·•'.fa::. r;,u • :.·.bi- 
exig_i do. 	nistrar fin,~ric•·l r-·..,_nl:P. e. 1 ld;, J, , lJ• H•1,,. 
Deputado Ivo Cersósimo Def end.e 
Municipalismo na onstitu.inte 
Fiel a seu espi 
d to 1DJOicipalista cle­ 
senvol v 1 do desde que 
llOt.:TOR CAIU.OS ,. XAZ..11 BOIGES 	foi Vereador em nou- 
G.l'S.-S Cl"ElS ~: cnnnNAIS 
r.ados, e persef.uido 
lnn llrputndo ltariu ,·an llcn llo•ch 28~ 	durante os seus 12 
Telefone: {)1382 (Próximo a llodoviria) 	anos de mandato de 
Deputado Estadual o 
BKI . .A 'IST A 5- .;._ __ .:.;,:.;_;_ 	"""40eputado Federal Ivo 
.Cersosimo PMDB-MS 
Escritório de Advocacia 
:us 
mo. Por isso, ele es 
teve presente à ina~ 
euraçâo do escrit 
rio de represPntação 
em Brasília, da frer 
te Municipalista Na- 
t---------------------------------"""'.----t cional visa atuar e , 
S i I v a F u e h s maneira decisiv:: ni1 
defesa dos interes - 
ses dos municípios 
brasileiros. 
,·,uu 1), Sll.'. F. ,,.:n., 1.,. TIXO(lO 
asas Civeis e Criminais, Trabalhista, llirdto de Vnmllín, '!'erra< e 
Jnvcntiíriu:--. 
Jlun C:niahit S/~ - Fone: (11117) ~31)-[:!!)0 
CJl!lP; 7112fk) 
R o n e 1 
,l)'OG..DO - (~.t:S..S Cl'EIS E cnmtX..IS 
not-ron I.Al.'CIDIO ',l.DE:/. l)E n..RROS 
CltO :lO/llS _ ConsultM!o: nua llal. Rondon f:o/X - Fone: 2:í·l7:í7 
n~,Jdi'ncla: .v .. Ccl, (:.>m1~1o J0~!) - Fone: 2;jl•l22 - .J.llll}.J - llS 
Ivo Corsosirc fora Tributaria, tu- 
destacou que "a refor{dos e Municipios ta 
ma tributária exigi.- situa;o do anicui! 
do p<:lo mu:11ctp::ilisr-.o :..o rv .-:uz r.:JO ~1.:~ e,•j,'' J. 
e espe r!Jàa cem tnn to i.x:!c finar.e .. j r--·J 
1
• 1,v 11 
empenho e paciência , do-os i, condição r: r-i­ 
não· pretendc só corri ser-o pcdlnt,-. 0 o,;:,u••,- 
3ir a injustiça 1nstI do .Ivo C
1,rso:;ir10 u1:Jc,.;­ 
tucional, prcnovendo = vigoro:;.;T1 ntL ..... "•- 
uma redistr1buiç5.o ~,·s:Õ, n.w-.Jdptil:~u; 
real do pod
1 r polir .. i- z.ns cc.,n3t:tulnr.r"' u-·-• 
prosser,ue sua ca-ni- co com ur-,a corr<"ta for.,-?lr u::.a no·1a C,•r· • 
nhada de fortaleci _ •'istribuição de rcc..1r ·:....,::,w c-n '1J'• a ;,,~~'.rc; _ 
d i 
• 
1
. sos pÚbllcos. A auel:ia municipal eJa mais 
mento o mun c1pa 1~ 	- 
se compr~enàer, 'dj z o .. ,t·iva, entre e:r.c: ,.c:!3 
·•;,rlamentar- que não <l[••isãc racicrv,J d-. c;o-· 
1 
1 
pod,, haver prop;rcE::;;o, 
na melhor acepção do 
termo, no sentido de 
desenvolvi~~nco, sob 
todos os ângulos, n­ 
cuanto não se mudar o 
a'ua1 mod~lo central· 
- _ t~r.cia Pª:--2 p:v--:;--rv:;r· 
is caracterist'o, n.cu 
!ians dos Estados e 'f 
ntcípics, cu;e·:c±, Z 
união a/rc exclua a do 
unicíp1os p/leri.ar 
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CzS 
ORAÇÃO iO DIVINO ESP. SANTO 
Espirito uno,vo- 
• cê que me esclarece tudo 
que ilumina tóctos os ca­ 
minhos para que eu atin­ 
ja o meu ideal. você q/me 
dá o dom divino de per - 
doar e esquecer o mal 
que me fazem e que 
dos os instantes 
minha vida esta co - 
migo eu qu_ero neste 
curto • diálogo agrade- 
ceI'-lhe por tudo 
confinnar mais una 
e 
vez nue eu nunca que 
ro me separar de vo 
to cê por maior que 
seja a ilusão mate - da 
rial nao sera o mi - 
nimo. de von Lade que 
sinto de um dia es - 
tar com voce e to - 
dos os meus irmãos 
na glória Perpé - 
tua. 
Por uma graça rece- 
bida. (R.B.C). 
e.., c._;r, ,. : 1ir 
, :•i1 nn,,-;:Jr.C e. 
paço. Saiu de entro da 
cu , rhou as ru , 
foi para us fbric ....... 
e;::crltÓric.;, "' l !:1 e, 
eu pare} e tr 1cipa 
a!vs nte dos movi: r 
te ; populares . Ort'J· • hcu 
ver aluem lutado por 
n:•H1on.!; ccndiÇO<'S ti· 
vida e rabalho.lá es­ 
tá a mulher. 
:-) l l J 
Sr1.trno:; qu-: como.; ::i 
r '.'ldt• d:1 populaçiio; 
3o/. d.: força ativa de 
rr;.balno· rr;;üoria do 
estudantado; metade do 
eleítcri'.!do; força poli 
tica de primeira Unha 
e no entanto, carpreen 
demos claramente, que 
rossos direitos essen­ 
ciais ncs são sonega 
dos. 
Isso nos 1rrpwe una 
participação polÍtico­ 
sccial e econômica em 
pé de 1 gualdade can 
os hcmens. Assim senc!<; 
nosso dia devera nos 
encontrar trabalhando 
en numerosas frentes. 
que sanadas, poée rão 
nhrir novos espaços. 
principalmente no po - 
der politlco deste • 
[' 
!., sI n tl 1 e To5, t 
ciaçó, rrtic ii- 
1 !.) .• 
eu loca de trabalho. A 
vz da mulher rpra, que 
além de tulo isso, en - 
frcnt.n :j dixrtr.1tn.,r;{:C 
r-oe J al . A v • /. ri :i rnull-Y· r 
Ír:dia. a quem é t!rada a 
prpr!a vida, quarto a 
afta da terra.Ctepou 
on!ti- 
• : • : r_l_ 
··., .i CJ),rJ;,. l"" l:..'. 
rtuvrê trbm! .r« 
.1ro,; 11rr!rn-.t.,J, I•-~· .;: 
ela rohá vitrr6! 
U: hr I Url.,I cl Al,rih ti> 
IL> :', l,!.IJr r - E, ! rcr 
d Etath&ri, Ftni 
ri,J 'Jr.Utl/ YrlH'i /11 A,•;·! ,!'11 
r>I ti : t.:,0 Cn:t. n <i > '.)11-I f'ú 
RI, Ser!arta ae Ett do 
Ttdh, iod. ás W:.aM 
a hora e a vez de mos- rtn: a»M-!WEE, .Gc. 0 
trarmoc qu,· a p;artic i- Etb d Ero, ervigo te 
pação e n r"~rT>On!.>;.bl J 1- Inforrn r;:Õ d, r'llJh::NlJ.l, Jln­ 
dade da mulher não é ato] b d A:.r:. {ul Mtgunr,­ 
isoln:Jo de aluas, mas r-±II, Grro a Trblh r­ 
dc todas. lnd 1 s t in t:=• r: ti.rü í1Irbl-T.'Z,8rpn..."!í o, 
mente I como nerrs hu nu.N.T'e Etur5o h-EM 
manos responsáveis - PPffi, S.·rvl~ 1'l:x:inl rbCorréj_ 
pela. sociedade e co- do-a:c, In,"'t.rl: Prtv. :tr.f;..l 
mo pessoas .:ip tas a ri tlC - HEVILI. 
articipar do proce. 
VEREDA DO APA 
Imobiliária, Projetos e 
Construção Civil L TOA. 
CRECI 395 - J País. 
F}n cutr-c.S palavras. 
este ano. as comemora­ 
çÕes do Dia Internaci~ 
nal da MuLrier ocorre - 
rão dentro de lmportan 
te m::r.oento poli.tice. 
/lua Conde de l'or10 AlegTC, 1:1  (',ep 7921id 
quando todos. mulheres Ili~ 'li.TA 	llS. 
e homens estão err;,enha t------------------------,f 
dos num amplo debate 
sobre quais os direi- 
Marcenaria São José 
ompra. Venda e Administração de Imóveis 
- J..otC":IUtJILOs 
- Elaboração de Projetos e Construção Civil 
AGl"l,TIX ,. S. , 'AU)S Cltf::.. H l/.US. 
1-:XIO O'll'DO 	r:rmc1 IG:í l 
DE : PAULINO G0NZALES 
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ORAÇÃO AO DIVINO 
ESP~ SANTO 
Espirita Santo vo 'dPal - , 
<» ..sorta1". 11."" 
tudo, que il~mtna to doar e 
dos os caminhos pari esquecer o mal 
que me fazem e· que tg 
atinja o me'1 d 
J--=::==~~~~~~~---~-~-:----:---~"7~~----------------"":"'--..i,,==--=-=-=_..::..:,.,.::~:.:_:__J os os i ns t-arítes ui'.l 
$PERMEIE.AO E PANIFICARA MOREIRA E%±± 
1 
cer-lhe por tudo e 
conrirmar mais uma 
. vez que eu nunca que- 
• ro me separar de você :;-=-- 
por maior que seja a 
ilusão material não 
será o mlnirr.o de von­ 
taae ql!e sinto él"' 
um: cIa estar co 
[você e todos os me» 
'irãos na Glória 
Perpétua. 
r-:: 1- 
--.ih:si 	E PonTo MRTIHo: RUA CEI. P0NCE :,;• 3:?'2 
l'SE- . . SL UI.Gl:XAÇuO E Sf~SO ARTISTl:m. DEIXE A FABRIC.,Ç,O POR XOSS. COXTA 
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DOS, ClUAT(IIO..DE llt:I.F.7~ E ARTE. 
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-JARDIM MS- 
(Por um gra 
ça recebida}. 
(JiC)

.J 
Pedro Pedreira 
ELFICAO NA 
C#AR M NICE+A• 
ridem, as vezes pas 
am por dlflculdodcs 
··,:,s a fnmÍlia bela - 
~lsLcnse não aceito 
a prceaçõo do Ódio e 
a baixaria como guia 
de conduta. EsLamos 
n,zcndo jornalismo 
y,Pi mats 6 Gezesseis 
d.[anos, e isto mesmo,a 
··- Tl!UDUfü DA i'RO~lfEIRA 
 
o e companheiros 
d, Potary. 
SFR ÓDIOS E 
-·-. ---··- 
.RAJXARIA.S 
houve "tralço', per­ 
un amos: TRAIÇÃO DE 
UEM? urn traiu? 
Quanto yanhou? In:c - 
o 
·- ,- -4 - - - - - - -~ 
Cassio Ac1oly e o esta circulando ha 
novo presidente da câ quase dezesseis anos 
mara Municipal, com nunca, mas nunca mes 
muita honra, orgulho mo, pregamos o Ódio~ 
e decência. O mesmo a perseguição e in - 
diríamos de Evilásio justiças. 
na o v alor da dini 
dade e d. decência. 
ru]a. 
i!cJ•· o /l n 1-1, , , 
·, !1 1 i/..f ' nto com 
1 e o no , r, 
O Yf:..iPO É O 
GRAffüE JUIZ 
Pois é, há questão 
de um ano a trás, mais 
ou menos, comentamos 
com um amir,o que o 
tempo é o supremo ju­ 
iz da história. Cabe J· 
a ele julgar os crc- P11r;,oér,J v.'J r. oço 
tines, os aproveita- da foto, HAROLDO CA­ 
dores, os mentirosos VALHEIRO. Secretário 
h. '•-~A DA FO"TO' 
vencedor. Ambos são VIYÓRIA .JUJISTA e os falsos. O te=:po, da Câmara Municipal t 
pessoas distintas,ho- Comentários de que o tepo dara resposta e, a partir de julho 
r e1; le rc e;p••it , p ·,ssi0 gostou rios [aos rue hoje cue-t!c_.2cretário do Hotary • 
1,:-::..:.....:.....:..:;:....:~..:..!::......:_:_.:_.:_::.._..J:.__:.:;:.::.:.:..-~..::..::..::.:=-.:....:..::.;._.&..;.;.=....;i~:.....;;,;,,;;."-"....;;..;;;.;;;.;....c.;;. "1 be, na gestão do 
Jornalista Ivaldo 
ereira. É bom lcm­ 
rar, Haroldo Já 
'·!c!"ctário do Rota­ 
ry e vai continuar. 
Miranda, se fosse o 
Bela Vista é como [Eviláio tivesse ga - 
u·11a grande fnmÍlia. nho, r;crla co:n os vo 
•odas se conhecem,to tos do rcninho.(PfLl 
don trnbalhwn. pro - o do Toninho (P'l'i:l). ! 
o que que tem isso? 
Seria tralço? Oras. 
senhores, vamos fazer 
POLÍTICA e comentar 
com seriedade. se~ 
baixaria. 
"Não p justo . . 
que sg se enxergue o ,Br~s1I 
,atrpv_es ·dos grandes orgaos 
de imprensa." 
Ministro Aureliano Chaves 
li 
SÍU'i'ESE 
"ELEIÇÃO liO 
DELAVIS1'E,SE" 
Será neste mes 
de março a eleição 
no Clube Belavister 
J ., e for' .. lcl nto 
', 1r:p:· n • lrili •"u)r l 
',(.), 
sperando qu a k a 
a i!u11!c Lp-,1 ;,tu nfi 
I con oa ln't • 
Gú r lnicÍp o. 
Abraão, por .,:nnl. 
é amio pessoal ado no 
vo pr<•.:;1<.l ·n ,. e:., i O 
t.c-loly. ílo,,:; r·rlr-;ê••:; 
.ntre o Exccut Jvo ,, o 
L"P l "1 • L 1 vo <: o que 
o povo cr.p•·ro.. 
se, para a nova di­ 
r·<·toria que regerá 
o clube até março 
de 1988. Candidatos 
Luiz Carlos Rahal, 
Carlos Alberto (Ca­ 
chito) Ocariz,Edu­ 
ardo Ocariz e Haro, 
·do Braga Cavalheiro 
1
Está tuào acertado. 
o Mi.n'i.stro Aureliano poderá haver canse:: 
Chaves sabe que o jornal [?"4".1".2" 
do interior exerce uma dos trabalhando pé!­ 
força mui to grande jµri to ~;/ progresso ào 
à sua -comunidade. Lá 
na pequena comunidade, 
no pequeno ou médio 
m.unicipio, o jornal local 
soma mais, muito com o Governador 
d 
- · Marcelo • Miranda, 
mais do que .todos os gran ~s órgãos de ;>Ós o dia 15 de 
imprensa juntos. Por. isso é importante ver: o ;,.rço. Pedrinho,pre sei;:~tenàe º· assar 
'"1; 	:;iàente d~ ADJORI,- 
rasil também a través do jornal dÔ:-.interio:t. comentou suà viajer.i mui tos e ::iultos car- 
------------~-----_:j· ª Arapiraca, num e lavais em Bela Vista 
t------------------~~~~:":":===-':':~:::'-0::~~~~~~~~"."""-------~(:º ser.1pre no Clube Be- 
JiESFill"n; .S Y..'."T.GEXS IlO "PASSAPORTE BRASIL NA PALIA D. lL '' • 	lavistense. 
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S.AGENS A»IEAS, RESTAURANTES, SHOPINGS. ETC. 
• ,Vr .. 
V{ria vezes d1 
u' I com Norio 
o Arnold, discu " 
sóe frutíferas, a- 
dni, sem urras e 
sem ódio. 
Fo1 eleita a Me 
birtora da Cimar 
MunJcJpnl dF Antonio 
Jn;•o. Anrnldo ,: o 
Presidente e lorino 
Secre ário.Vitória 
de dois político, 
<]UC !JGb"l1 f//.(; r f)0- 
1 i ti ca. 
A novn /11"Hi fiCOll 
assim constituída; 
·residente; Arnaldo 
arque da Silva; 
~Jcc-Presidente:Cnr­ 
los_Z;;nchct; 
12 Sccrctár10:l!orino 
CÓnçal ves; 
2~ SecrctÓrio:Sabino 
Ferreira Franco. 
Resta agorn aoo 
vereadoros apoiarem 
o Executivo quando 
n:;tc merecer, e crl­ 
Licá-lo, quando a 
crítica ~e fizer ne­ 
cessária. Muita cai­ 
ria precisa mudar em 
Antonlo João, e os 
vereadores poderão 
Gontribuir para essa 
nudança. 
''CARACOL" 
Em Caracol foi 
vencedor o jovem Ra­ 
~~el Recaldes, fican 
? na Vice-Presidê~­ 
:la, Valdoniro Lei­ 
·e; 12 Sécretário, 
·nato campos e 2 
'Secretário, Eder Do­ 
Seu ncmc e Claudia mingues Bocha. Aos 
Ocariz. Filha do Edu- novos dirigentes da 
ardo <' !.na llaria. Câmara, os votos de 
Pedro Arizoli te Foi eleita "Rainha sucesso. 
lefonando lé de No- do Carnaval do Clube 
va Andradina, • na 
Belavistense", mereci '-------------f 
pauta urna audiência 	- , 
damente. É meiga, edu 
cada, gosta de r::Úsi - - 
ca, leituras e pas - 
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Hotéis 
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Traslado, 
Time Tour Turismo 
Rua : 13 de Mo.io 2.310 TELEFQ'"E - 38¼ • 2503 e 381- 2507 
C.UIPO GR...'1>E - llS. 
EllBR.TI:R - ~.., 0011:i • 0012 • 7 · 
Al!UO!U 
?ara ela 'ser 
colhida Rair.ha 
es­ 
do 
Carnaval foi uma ex­ 
periêneia gratifican­ 
te". 
Conhecenos o Ar­ 
naldo, o popular ·•co 
ruja", há mais de- 
'DA LUZ DA LUA" 
E num pedaço oual 
quer do tempo 
a sauàade aoareceu 
nur.ia festa • 
e mesmo se~ ser con­ 
vidada se esbaldou: 
' 
_bebeu, co::1eu, 
tau, dar.çou, 
se fez alegre, 
se sentou na melhor 
can- 
pol :r-ona 
e contou histórias 
que todos ouviram. 
Sai da festa pensan­ 
do e~ só caminhar, 
rr:as a saudade pediu 
9iti.nze a:1~~• pessoa . licen;a. e saiu comi­ 
simples,puro, sem- /go.No meio da r,,ndru­ 
P~~ fiel a seus crin-- gada :r-lste cue erc 
c;pios e faze
nd
o po- eu oebaixo da luz da 
litica com lealdade e 
lua imaginava um poe 
r.-,ui to hu:nani srr:o. 
1 
id d 
na c or lo para .Is 
Arnaldo faz ~scola. trair 
O dolorido eu 
andar ela rua.

:J 
is'I 
JÍU'" 
zn. 
Para ond.e vai a Poupança 
A Prefeitura de lar.s, cor 010 
to ,tomo pensando na poupança ex ·r 
a. Por mnt indispensavel que seja ao de­ 
:envolvimento do nosso Pa!n. ela esta sen­ 
to furntadn por u m a :ibsurdu e ridÍcul a 
xn0fobia nac1 on 'li l .l to ide. 
l),.:;:i".! ponto de vi::;ta, cont.Jnuor;,os um. 
l',tÍ., pouco sério. Criamos todos os obsta­ 
ulos para a vtncJa e o r;uc<'r;no do copi tal 
estrangeiro e, logo :seu lr. nossos perfu 
mado homens públicos vão a Paris ou a 
Washington de joelhos, com pires., chapeu 
cola e !11'11 s alguma coi su, paro ndiar di­ 
v idas e p•·dir rnnic dinhclro. 
E;tou pnsando na poupnnçn interna. Pou 
ca. min~ur,<111 e i:;ofrldél. Que é fr•i t.o dela? 
Poder--e-ia pensar que os r,ovc rnDn tes buH­ 
casem. e'oamente, transforma-la em Inves 
tir:Hritos produtivori. de que o Pais tanto 
precisa para honrar sua voco.ção de grande- 
Nada disso. A poupança interna, da mcs­ 
rnn for·ma que os impontos exorbitantes, as 
ti.Jxns e ESobrcLaxas. os compulsórios arbi­ 
trários, destinam-se quase que exclusiva - 
mente a acertar os desajus~es da adminis - 
trac;:Í.o pÚbllcn. 
t possivel? Alguns Estados da Unfão tem 
90% de sua receita comprometida com a fo - 
lhn de pago.mente do funcionaljsmo. É possi 
vcl? 
seus mas:u, monu" tos e par 7u€s, 
mais ou mero., <0 mil funcionários, A Pr 
feitura é'! Sr.o Paulo J;.UiH "J.',O ri l .!"iric.. o­ 
nár lo!;. 
Urna coi sa rece centn. o , Go
1 
r-, ,n • 
da Un!ao, dos Es.ados e dos Muntei'o i. 
pensa:,ucm, cn n o col eti vo. ',Oo/ H: • u 
functonár!os, o ratlonear!a a ser bn 
odnlnistrµdo. Como está, não é posível 
caminhar p&.ra n frcn e. A giriintP:,c• ru­ 
qulna funclonul das né~,in1str;içÕ, ,, r.'.ibl f­ 
cns devora o Pois. 
Qual o mal em derit!r, pura simples- 
mente, metade dos funinrios pútlicos? 
f Óbvio, que estou falando em demi ir ser 
vldores pÚblJcos em todos os níveis. No 
se pode gastar mais da metade do rccci ~ 
cm funcionários. IIÕo se trata de saber se 
tais funcionários são bons ou maus, se ho 
nestes ou desonestos, se trabulhNm_ou_n~o. 
Sio excessivos. Apenas isto.· 
O País nio aguenta mais rabalnar para 
sustentar uma multidão tõa grande óe fun­ 
cionários. Funcionários lnÚtcis e multas 
vezes inativos. 
Danem-se os pollticos que so sobrevl - 
vem em razão tio empreguisrr.o. Se Sua 2ne­ 
rosldade for tio grande, como dizem. que 
paguem com os próprios recursos. É preci- 
so acabar co~ a far 
Porque fracassou· o Plano Cruzado 
Quando o Presidente Jo 
sé Samey, dr.flngou cora­ 
josa e oportunaillf'nte, o 
Plano Cruzado, em 28 de 
fevérei ro de 86, sur-pree!:'_ 
deu tcx:la a Nação, que foi 
te providos de inte­ 
ligência e bom senso. 
no sentido de que o 
Plano Cruzado deve - 
ria ter uma duração 
limitada, a um prazo 
Pais imenso, com riqueza:t e favorecimento 
naturais inlpualÚvP.1s. 1/o ,:nt,'lnlo, f'nltn 
trabalho e:: fal Ln.m investimentos capazs d 
provocar mals trnbalho. ú r·1•sto viria r:,or 
si: riqueza, bem-estar. JnsLruçio, ::ieÚd~. 
Por isso, pode-se pedir u m a cola a 
Presidente.da República, ao~ scuE Ninlo - 
troa, Assessores e:: aos Politicov que di - 
zem apoiá lo: ranquilidaae, normalidade 
segurança para viver e trab:llhar. Será rw­ 
dir: muito 
os públicos.em ter O que náo pode acon"tecer é exfttnmentr· o) 
0 
que• faZ,·r, r:lâS QU'! está aconLecenc!o. Importa-se carr e ,, 
tambem sem ter com carne desaparece. Importa-se lel te e o 1· i 
que viver·. (Plana). te esta contaminado. Jrr.por~a-se t.nmpir,lr-'l • 
tro desse prazo, os, 	/de cerveja e a cerveja no existe. Importa 
'Pedro Colombo - co r ij- 	• 
preços dos bens e i 	se fe ao, arroz, trigo e, quando a produ- 
servi.ços .pod<>riam _aborador ·da Agên- ção nacional é excelcnt-:, não há como co!1- 
ser mantidos relati-p- "@l'e]. /	cervá-la. 
vamentc cstávei S, por A e 	Não se trata de criticar e rnul to mencs 
que havia estoque ar orrupção contestar as decisÕe:,; do Gove:rno no ca:r;pc 
tieo suficiente no na Polícia 'conto. Trata-se de ex4e:r responzs±l! 
comércio e na indÚs- 	_<Jade na gerencia dos intere
5ses n,,:,ciona15, 
tria, cujo custo.viél Paulista llinguérn pode viver em sobressaltos e 
de regra, J teria 	acordar todo o dia assustado e in~cpuro. 
sido absorvido pelas A prisão de um do::; ,-luito menos trabalhar. Menos ainda 1nve!.: - 
emprt,sas.. 	principais responsá- tir riquez:1s. o País prc,cisa dt.: ,:;rdcm e d 
Foi por isso que, veis pelo scque~tro tranquilidade. Será muito p~clr is~o-ao: 
por algum tempo, os e morte de Osório /eleitos da tova República? · 
Preços ficaram irnu - Bocchin, começa are E neste mo~ • d 
7ento te susto e de insegur 
táveis. As mercado- velar.o envolvimentr ça que t:odos assistinos aos desacer 
05 
:·. 
rias ainda eram en- de delegados, inves- ciais ~a Cons::ituinte. ?elo visto·, a Co!1:­ 
contradas nas pra te- tigadores, carce rei- ti tui?ªº ao Brasi 1 será 
O 
rP.;7 !mcn to da A:.;- 
leiras das lojas. ros, policiais e es- sembleia Nacional Constituinte. E:nqi.rnnto 
Mas a partir do crivães no submundo tod 	• 
• 	os os grupos sociais organizados :;;e ;;- 
esgotamento desses do.crime. Delega!as]itam e pressionam, os senhores consti:u- 
estoques, os produ- inteiras transformna- intes ainda nao ass mi 	... 
tos começaram a fal- das em balcões de d - u. ram sua respcns,.>t;:.; 
. ,ade pe:-ante a história e perante o po·r.J 
tar. Fatores detel"- crimes e negocios es que os elegeu. 
guem, ate agora, conse- minantes do custo fi cusos. A corrunção a - os contestad · - 
• , 	• ores de sempr t ' ar 
guiu criar, dentro da ci • nal dos mesmos volta irrç)l...."1iciade, a pre;x.,tê.')- o carnaval. Suas 
1 
dÓ ia _ e anec1%" 
·ência econmica, nada - ram a aparecer e a eia e outras coisas pn.'tes p o s sao mais .ir,:po:·-" .. 
· 	'> o- 1 Que o ai. 
que pudesse neutral! puxar os preços para pnas de hanens de cons- o que assusta _ t , 	.. 
zar, ou se contrapor cima. Será tão difÍcil ciência rr.al fom-.ada to de t 
1 
"'. 
0?
0
s e que nu:n r-.c:-~~ •• 
. , a gravidade histori 	-~,~ 
a chamada lei da o - entenC:er? (Plana}. na'!l-se co:runs e cotidia- Nacion,.
1 
C . s::a. a Asser::b1--~ 
'ferta e da'procura. (Inalêlo Lepsch - Cola- nas 	•. 	ti in
st
ituinte esqueça sua missa 
- 	• . sua responsabilidad • 	~ 
boraéor da Arncia Pla- (Pli:na) m ~, . e, em troca de u:n êeP- • 
l 	• • ·:e-.1.~ espetaculo infant.o-juvenil. 
> Passará o suso? 
Ora, o prazo de 
Lrês a seis meses,p~I 
ra vigiar o "Plano 
Cruzado", seria o 
tempo suficiente pa­ 
ra o Governo reorde­ 
nar a econo~iR. Den- 
sa de onerar os co- 
frcs pÚblicos com o 
varrida por una repentina que, uns e outros, s ! 
onda de c:uforia e civisno tuavam entre três e 
que há muito não se via seis meses. Por ou - 
nos cldaaüos. /inal, os tro lado, a "infla - 
altos e assustadores Índ.!_ ção zero·=, :']ue não 
ces de inflação ameaçavan existe eu, Pais alp,um 
engolir a econcrnia do do mundo, foi consi­ 
País, e a aprofundar ain- de rada uma utopia e , 
da mais a já insuportável numa economia ai ta­ 
miséria que, àquela o.1111- mente subsidiada co­ 
rei, atingia a grande maíg mo a nossa, a redu­ 
ria do povo brasileiro. ção a um percentual 
Ninguém, absoluta-nente de até 40% de infla­ 
ninguém. à época, ousava ção já seria uma co_r:i_ 
dirigir ao chefe da Nação siderável vi tÓria. 
a mais leve critica, mes- Porque. a refonna ecer 
n-o porque, de fato, os nômica, principal.mente 
preços formn tabelados, e quanto ao congela'l'lento 
o cu'!1Primento das determ! de preços, deveria ter 
nações govemamenWs p~ aquela duração curta? 
sou a ser severamente vi- Porque na economia,co 
giado por todos.' / classe mo em tcx:los os·setores 
média e os ma.is pobres se de atividade humana, não 
revezavam na tarefa se pode contrariar as 
de "fiscais do Sar - leis da natureza: nin- 
cb,etivo de garan - 
tiro próprio futu­ 
ro poiÍtico. Dentro 
em· breve seremos um 
Pais de fune'onári- 
Acordamos Assustados e 
Inseguros 
A :,,lV t h 1 ,,til lC'. r: ,_,~ tl "' 
os pr,reiro, passos trauma! 1. 
d+ mort de Tancredo f v 
cl 1. ndo 
Leede ento, vem o 
to de conf 1, nçn ,. r-r(,. 
tepressoes. Em certos momentos, 
és fulgurantes - em nom 
c-icnal ou em nome dos potros - • 
puir imobiliza-se frente ns provi 
mal elementares. F o i sim ' :n 	,, ,,1•, 
zado e odos os cruzados vuintes. 
o Pai vive m sobressaltos. Todon a 
pt•ro da Úl:.lrw tr:1.·Õo, da Í;J t !m, r,01 l ·I 
da última fofoca. Vivendo ,.,,, sobre ito, 
'" 
que posn acon ecer. 
As5
tr,, vlVl' hojia ,. popul t,ç,,o br·al.ll l"L 
Sobressaltuca, «sustada e emeros». Ness 
contexto psicológico e social quem ier!a 
corem de rabaltar, de produzir, de ar­ 
ri scar? 
Temos que acreditar no Brasil. f.: lVi 
ney". 
É preciso que se 
diga que não falta­ 
ram advertências ao 
Governo, feitas tan­ 
to por "experts" em 
economia, como por 
leiROS, mas igualme!:'_ 
casa NDVI 
"OS noxs H,(nlTOS DE'Ell SEI cn .. Tl'ADOS" 
A CASA NOIVA OFEIECE O QUE H m; llÉl.HOI. 
- CIIIST.IS, 111IX(,/l't:()elS •. l'.lll-:t11os m: ~O~I Ltll'(' S V l''I  ·, . 
• 	• 	r. M. LNFINTA;; 
E ARTIGOS DA MELHOR QUAL.IDADE TEMOS TT EM COES IR 
• • •• • . S ll.Hr:b 
'ISITE c .S.. NOVA E COMPROVE PIES, QUALIDADE E ATENIMENT 
TELEFONE - 1 a 11 _ 
1 
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ELA IST M.Aro GOSo » stL. 
Acorda!"err.os a:- .... - 
r-riã :-:-:•is segures f' 
mat s confi a:1:es? 
(Plar.al • 
(Pedro Clob 
•colabo::-ador :i, 
Agência Plana!:a. 
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7RITA A FEIA 
a:-s:;._,_J xo 
FzE:. 439 1410 
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RUBEN FIGUEIRÓ REI VINDICA 
HUCLEOS DE INAMPS E IHPS 
PARA SETE CIDADES DE MS 
' .. } 	i 
(BRASÍLIA)- Do Cor 
reponden!:· 
'O Deputado Fde 
r+l 'uben Fipuei ró 
(1MH/M), ·m aud!&n­ 
c f a COl!J o Secretá,y r·,, 
Geral do Ministério 
da Previdência Social 
r.Carlos Saboia Mon­ 
tr,reivindlcou a ina­ 
tala;ão dos Núcleos 
do INAMPS e lNPS nns 
Agências Retonais q 
Cassflandina, Parani­ 
ba, Nova Andradinn,N~ 
virai, Ponta Pari, 
Jardim e Rio VcrdP. 
O Pnrlamcnlor Sul 
Matogrossense disse 
que ns autoridades 
e mon1dores desses· 
municípios reclamam 
cdirn insistência a 
instalação porque os 
núcleos sao de ex­ 
trcmR importância p~ 
A Mobilização da Aaricurtores 
1 
O Presidente da Fc 
deração das lndÚs 
trias do Estado de 
S.Paulo, Mario An,ato, 
em mais de uma de 
suas incisivas d,,cln 
rações, afirmou qu; 
"no Bras51 enfrenta­ 
se uma absurda incom 
preensão contra o u 
cro e hostiliza-se o 
empresário bem succ 
dicto, enquanto se am 
para o ir.eficiente,o 
parasita,escudado em 
subvenções de toda 
r que as p»rola 
ig'onais [os3ar, 
pres ar efetiva: n­ 
te su atendimento 
a população. 
la mesma opor­ 
tunidade, Figueiró 
tratou da !medi ata 
1 iberação de recur 
sos jÓ. prop,ramados 
da Prc·vict;"ncia So­ 
cial parn o /lospJ 
tal do Sindicato 
dos Trubnlhadorcs 
Rurnls rt.J lvJnht! 
mn-FUMLTllRl. Ele dis 
se que a situação 
financeira do Hos­ 
itl e exrremawcn 
te dirici. ão s 
rio e o problema 
que a DJreção jÓ. 
advertiu que,se não 
houver providêncJás 
imedialas, 
pital terá 
fechado no 
e Hos - 
de ser 
fJn;,l 
Fub .. FIA'ro 
pnnus os tratulha 
.Jorc:, de ivirhe a 
mas am.bem 	o 	q u 
•.3 
... .1( ( senta. 
no Glba do HJ(;ilJ 
no f.lun1cÍplc, qu 
totalizam aproxima­ 
darr.c·n I e mil fami­ 
lias. 
O Progresso e a Livre 
-Empresa 
lidade dos que adri-- dois tipos d,- cm- 
nistram empresas pu- presas nao têm 
blicas". Segundo M. compromisso com a 
Amato, o empresa - eficiêncio e a 
rio e um trabalha rentabilidade: as 
. [ 
•• , 4 
.1 
li l, 
t 
o. 
f.---,,------------i, r1 
ri• 
veira 
a ordem, e não se 
Pune a i rresponsab,!_ 
dor comprometido 
com a ·eficiência 
administrativa,gara~ 
tindo os lucros pa 
ra o capital in - 
vestido, bons em;­ 
pregos e desenvol­ 
vimento. Quanto 
maior o progresso 
econÕmico e social 
alcançado,maior o e­ 
xito empresarial.Re 
cordou ainda que 
que portem 
subvcn,ç Ões 
res 
sas 
dãos 
lham. 
TF. 
esperar 
e favo 
e as empre.­ 
pÚblicas cu - 
jo fracasso sera 
sempre pago pelos 
cofres pÚblicos,ou 
seja pelos cida - 
que· traba 
(PLANA). 
Para proteger o Pantanal o Governô do Estado criou a Policia Florestal. 
Manter o meio ambiente. preservar a vida nos rios e florestas. controlando 
o desmatamento irracional, a pesca e a caça predatórias são obJetivos 
da Polícia Florestal. Participe deste esto'rço 
porque a natureza precisa ele todos nós. 
osro NACIONA 
SECRETARIA DE 
SEGURANÇA PÚBLICA 
- - 
• I 
• • c~o-nico nas contas de impostos". É pre- . . - 	!!!!11'1!!! Q . ....., suspender o paramen~ , 	.......,..., 
to dos juros da divi do governo.· Ou seja, ciso ter coragem e 
da externa, 0 velho o mal da crise brasi inteligência para er 
mestre Otavio Gou leira não está lá f9 frentar as verdadei- 
vea de Bulhões d! ra, na dívida exter- ras causas do atual 
se que nada se na. O mal esta aqui, desastre da economia 
alterará para o no déficit interno , (PLANA). 
Brasil· se nao fo- no descontrole dos t----------­ 
rcm tomadas medi - orçamentos pÚblicos. 
das drásticas pa- "A redução do défi - 
ra combater a in- cit pÚblico implica PARA ASSINAR LIGUE: 
flação a partir do adotar medidas pouco 
ontr!o_ rga_ op2lares.çooco- 
ar 
AAMEZTEBET 
e 1 i 
Ln «g 
439-1410 
FUNCIONA NDO EM,_ NOVAS E MODNER 
NAS INSTALAÇÕES: ÁLCOOL, DIESEL, 1 
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1 
Telefone: 439 .10.25 Bela Vista. MS . . .

Jf,''i{J 'tíl, 
Máis visuais do Carnaval 87 TRIBUNA ESPORTIVA 
MÁHCTA 
1'A'l'IANA AliDRADE 
' 
• . 
MARIANA GODOY 
.L -----~--·· ••• 
e 
PRISCILA PINl-lEIRO 
REFLITA· 
Creio que- o poeta é 
tristonho porque sua 2;!_ 
r;,a se encerra, perene - 
mente, num sol"'.'10 que 
nao se vive • na ter - 
ra. 
KAHOLil!A ;.J:.LO ROSA 
RE!lATA PINHEIR" 
,· 
Se você cometeu quaisquer erros,ad::lita-os, 
fazendo quanto puder pa.--a não reir.cidír ne­ 
les, mas lembrando sempre você não é t.:-ra 
entidade angélica e sim l..tl'.a criatura matri­ 
cul2da na escola hurana. 
Se você sofre criticas ineébit.as. fique com a 
sua consciência e deixe aos outros os pensa-nentos 
e at.ituôe:: que permanecem a eles mesmos. 
,.")1 di : 
Maiors n! fale . 
j r-il,l,' 1 d r r r ln· ('1'1 ( (>•. 
1cm» 
I . " 
o Po1a1 
VJsl ·,. 
AI.ECEI5 
dr,dno vila Prvim! o l Torveio 
pronrvido pela prefeitura M. d r ·la 
Poc'.o 1pi. ·.r ·:-i: ? X 'fJ lJ,,i, í, ,·.'r,, 
aluna Corinthana: 5 X 3A.Nutico, 
ílMC;H io: ? X [ 11'lJY':d: Flur•,t·.· r, " 
c,,ça" !'<.. sca: O X 3 Pr-vl..ul. 
Sr rro...;ul: L1 X r; i O~ Lo Ipl ":'!'".,' !. 
Prrf,·itur:i :,1.: 'J X ? L.,1x·,do1 r'orint.hi:lln; 
Bn.r1cár i os: 3 X?rvical • 
Prefeitura M: 3 X4 Posto Ipirnpa. 
?ost.o fpir·m1ri 4 X5 Pr<:''tisul; 
Aniro:; do JilJÓ1:i:O X 3 Pr. f,.-1; ll!': tl. 
na dccísno p:lo l Í tulo, jo;r,,r,.m Pr.::v1sul X 
PosLo Ipir·nne-~- Foi 1;r-; .Jo:o r.'Ui to rJispu ado p,•­ 
lo lado das duss quines. Este joo terminou 
o X O nc turp:> r:orn,:.il <· co-rD J; r.·s 'JV3 ri,ui to till'­ 
de, fora pra os ;&raltis. 
r:iio dc.u outra, o :1= do Prof. Lul L, CTul t.o 
be:1 an-r.'.!r!o, fl<.:o<.J corr: o ti t.ulo vc•nc.:<·ndo a C'qui­ 
p<' d-:i _í-'osto I-;: •anra po:· 5 X 4. 
Acho q·.:,· r.u-:i jogo C b nível técnico, de­ 
ve:m colocar ,iuÍ v..:n ccxt[.Y:t(nU.:s par upi .. tr· L-"'1'.:l 
pa:-1:ic!<1,porque é trlst.i:: e l3IT.en~ávc:l para. o es 
porte ~lavisLcnse, css-: tipo de colr-l..'; que- 
O?"I.l'!.!l-0 
Neste tome .. o V-.:ve- o qi;e cocer.tar, ç.tÉ: ba­ 
t.e-boca, e m.iltas vaiadas fo:·,;r,i solt<.!S pc:lo ar. 
Esr~..:r-c..rrús que r,,_.;,r-e prÕxirro dor:1inr:o, pOS::!a!I 
colocar pessoas carn,,c:.entes p:ira ;;.ni Ulr ;:i.;; P8:[" 
t:.das,porque s~ni' o o::; belavi::tcr.se~ não ::air:Ío 
mais de suas residências para assistir "rare - 
lada". 
" 
'este dc!ngo a decisão do l Quudrnula" 
de fu::ebcl de Cé::?<J. 
Depois de trs domingos esportlvcs na baixa - 
oa Corinthiana. che,:ou ao eu final neste sbdo 
à tarce a final do quadrangular. 
Na primeira parida joarar: previsul X Ea!.xa 
da Corinthiana,sendo que as duus equipes prci­ 
sava:n de u:-n empate ou c.'e u111ã. vi :Ó ria q:..ic da­ 
rla chance para disputar a final coci o tine :::i 
Baixada l:l ur:-.i:nense . 
O jogo terr.tinou O X O; 
Com o 1° luér ficou: Baixada fl:.i.,iner.v..: 
Com o 2~ 1.ugar ficou:Baixa±. Cor-lnthia'"la. 
FÚV10 RJEER':'O GO!lCY. 
-~- . - -- -- . - - 
ABRA A SUA. PORTA PARA O REQUINTE E O BOM GOSTO 
SERRISUL MOVEIS 
SUA 	TERESCET. ACIHA DE TUDO 
GOSTO: AR7RIOS. 
GL!'-.1.DA --ROL'P~ --~~T"T:!OOS. CO?A. COZIºJ!J, FAB?.ICACÃO 
IE ANEIS g; rr tx IE EI E FRz:ia. 
- . - --- - . - - . -- 
RESIIltl'.CIA OU ESCRITó?..ID 
ARTE. REQUHITE. E BO 
Serrasul Móveis 
RUA DA -REPÚBLICA ·N• 100 
FONE: 439-1296 BELA VISTA - MS 
~-·-- 	'