TRIBUNA DA l ) n tto- a nãn ó·. nto ar .os 1a Jlf.l.A lSl'A -lfATO GROSSO DO SUL Af:O:XVI Passageiros Lesados nas Vicinais • de Bela Vista A intençao deste rti- go não é, de modo o.l rum. , ,,.1 cr1 tlcar urna empresa, do pot·te da VIAc'f.n CRUZEIRO [.,O SUL.que há tantos anos vem :,,·r-.rmOv Bela Vista, enfn~ntando o:; mais diver SOS t.i pos de problemas, sempre pY'OCurando atender bem os passageiros da nos sa região. O nuc pretcnderros, e a PR,OBLEMA DA ENERGIA E Lf JRIC4. EM BELA VISTA, RolarV está .r.reocup.ada lertar·· 03 senhores passa li.s i] lh": mesmo, as vezes, coam risco da prpria vida f)l'OCUCCf gciros e os E,E'rentes des- A'l!ll!!•llll!!!~Í-• solucio!'::-r r,mb1r:.:~w L;•~irr,.,. sa tão concci tuada Ernpre- • """'""-•■■ IÍiililili•.s:;....,..- i ;ão ha porque criticar estes hans, seria infu sa, paro. um problema que [ Liç:i . vem ocorr:'fnco com frequên /t, e !".:si,o:, .. /.vel pr.ocur•c r:xpUcar ao pwo é a existência de alguns passagem o cobraàor não ra execu u1.rem seu S'=!" alguns cobradores ·•esper· de Bela VisW o que está ocorrendo. É prblema n4 COBRAOORES INESCRUPULOSCS tem troco (?) e depois viço, não h&vendo po:: tinhos'' leGar os usuár1: l'C'ci<' de Ponta Por&? O problema é , m f.lcl,• Vi-, u? que vem atingindo o bolso· "esquece". Se o passa - tanto, razões que jus, os da Cruzeiro do Sul,co[Não é nossa intenção, longe d!so. ofenfe r criti de pessoas, algunas até geiro tanbém esquecer, tifiquem seus atos locando em risco o bO'Tl car asperaente pessoas que trbnlhan. vueouundos te hi.rnildes, na tentatiVé). de tchaul ilegais. Se estão óes nome éa r;r.pr-esi.:.. 1 rresponsiiv,;ús si!r, cs~1~1 ner-~c,-;; crit, .a::;, 1::mpr'C• r-esp:atar "a!p;uns trocados_ A Empresa mantém um contentes. que lutem- SEi'.HORE.S PASSAGEIROS as trarbiuiras sim, mnas não présns do port-0 d.:> par-a o fim do dia". grupo de fiscais at.ivos, por melhores salários CONFIRN1 SEU TRCCO, CII- ENERSUL. Por Isto ardi amos na sou;o do prble- 0 que mais acontece é mas'eles, poc razões Ó ou mudem para uma pro FIRAM O PREÇO de suas 11<2. a cur·to p:--c.ZO. a cobrança 'do preço ··da vias, não podem ficar· a fissão mais rendosa. passa.:;cns! Fa:;;;111 a sua passagem erradamente (in- (viagem inteira fiscali - Todos nós estamos pas pare. porque tenho ce!'- tencional) e o problema zando os cobradores. Já. sando por uma cr!sc Leza de que os gerentes de tmco: na hora em que os cobradores, !.',anhan financeira, mas nao da CrJL.ei!'O c!o Sul tcrna- 9 passegeiro vai_pagar a seus devidos salários p~ justifica o fato de rão as p1-ovióê'.ncío.c;. amo:, e touo em, F ta' gt o tavm, qur o cortes d reria e!ótrfc e oculaçes no fomec!­ monto no é culpa de fuzionris da E±rerui o ncsns cfduie. Ja cantamos Isto e voltar a ba - ter na mesma tecla, todos os funcionários da mpr a cm ela Vista o responívi • .. • 1 t .. rd t l !íl{;rc '.i , po.i .. •··.· :-.-.·.1 li·, qt.i<• tr·, . .!J 11!,rt. 110!, c,r.~ nLc J;;u':. mt;ntcr os cus filiares. Com sol ou COO! C/'llJVP:,flL<, OPERAÇÃO ITINERANTE DA FRONTEIRA Secretário de Segurança~ Responde -·ao Rotary Preocupado cem a segu - rança na fronteira, sobre­ tudo a proliferação do uso e drÓgas, o Rotary Club e Bela Vista enviou á di­ rsas autoridades oficies licitando providências e locando o clube à dispo- ição para ajudar no que OSse necessário. O Seéretário de Estado Seeurança PÚblica, Dr de Oliveira tuiz, res­ eu ao Presidente do 0 ~ . Luiz Carlos Rahal, fi~io que transcrevemos - integra: Preznào Senhor: Vüros por intermédio do Pr-esente acusar o recebi ±±2. ViÇo, oriorlunidade em que "Pl'ecsentamos nossos agre "cimentos pela preocupa­ c;ao com que essa direto - !'la Vem empres tandÕ às ClUe.stÕes Scgt~!"ança PÚbli­ ca. - Por outro lado é de bo:n , alvitre prestar-lhe al.tZnas informacões rela- c1 ° do 0nadas cem o resultado s trabalhos al cariçados "las Po1íeis civil e Mi n t ~,u- do E.Cl'.2dO, no sentI :o or, esclarecer cs deli= les - • C!Ue nao pud~ra11 ser ev+, , cg. Oa, apesar das medi N,·v-t!ntiVêls aootruias·: otary Preocupado é'em verdade que Ma­ to Grosso do Sul apresen ta alguns pontos eríi - cos no tocante à segura ça e, em especial, pode­ rros citar a extensão de com reflexos altanente fronteira seca, que ul- positivos para todos os ção c;ue nos fora declinà trapassa a faixa àos _600 homens de bem residentes do, ocasião e:.i que retri quilômetros, possi.bili - em nosso território corro buimos com o mes:o entu- na d margi tod ui ' . aos . licita11do ao trlés:10 cu1:.· é- ::":•:~a.de. tando o re."'8 o e _ um o e, q ça, s.1.asmo. Atenciosanente, nais no estrangeiro, on- nossos coimãos. FUI DE CLIVEERA LUIZ juôe a solucio~.ar o pro de aliás, são. ccxrer;cial_!. zados inÚmeros produtos subtraÍdos .. pelos mesmos em todcs os estados bra­ sileirOS, Dentro dessa cOll'Plex.idaàe, acrescida ainda de um aumento popu lacional gie;aritesco,, ~ to fixo como transitorio 0 quadro social apres,::n­ ta alterações das mais diversas, sobremaneira . nos ccnflitos ccm.ms; mo· tivo pelo ·qual • estâmds dirigindo esta Secreta - ria. D~ntro dos planos sion&is liberais,etc tar suas vitimas (no ooeracionais e admi- . todos juntos, unidos caso. os que precisa'T: nistrativos elabora- procurando agilizar às, capital ara movi­ dos pela SS?/MS, co- melhorias para a no~ nenrarrm 03 seus nc- locaremos brevemente sa cidrtde r,Ócios). em atividade ª ôeno- Em tempo ae crise Os ar,ior.n:; prol t .. minada "OPERAÇÃO ITI ' a fibra - [e que se ve - feramr e anhena di- NERANTE DA FRONTEI:RA. de um povo. l'reiro à custa do sa no afã de propiciar O nosso co=rcio c;~•if'Ício dos outr-os-:­ um policiamento eri- nio est~ bem, os pc- Te~os visco, sc- caz na área pcrc'i- _ cuaristas rccla:r.a:n . t,rerudo e,, Jardlr:i nente a tal operaçno, os praf1ssicnais li- inauç~racoes e ffiD!s possibilit&.ndo assim, maior segurança em, todo o Estado. Tal; dificultara o deslocane~ to para o Paraguai de mi litantes de toda orde Certos de CO!':tarmos can a costuneira atenção desses inclÍ tos rotaria- 'Todos os rc.:ariér.··s u-. Jardim va! sa- [cuco mais de cio. .as :o j as/untos. a comunidade nossas 4O cuadras de asfalo pr0retidas na c-a.--:::,anha t:.i=:!)é­ s..e~ il--, :"""Cfili::f±..::~. mas nao Za. O que é preciso ? Criticar o Cver-- :erncs fores. sepa :-'!3.::!os. er~ _.:·u.po.s, se remos acces tudo ser na:is c.fiel1. no - , uo, que sta Trec.- sa:--:'1o f:::: r n;~,,,.,. ........ • + + , • 1 r Chaplin Calçados ''mais cJo C)UC de miuinos, prciomnos da humanidade. Depois de muitos anos, ao que parece 60 anos, de plena democracia socialista, realizou - se un festival em Moscou. Pa ra aplaudir a abertura de Gorbochov, corrparccer.:im ou teriam compnrsccido mil personalidades ilustn>s do Ocidente. Será que existem tnntos ilustr'és no Ocidente cm condições de serem ilustres em Mos­ cou? O mais interessante é que o festival moscovi ta fixou como temas assun • ns do conhecimentc de "(O'.'!! « h ULT1A M,Dr L F 1/0S E BOLSAS E L5+041V03, L/1 C:rí:Jí:.S, 'IS!if. • u, ESPrn.v s todos os participantes: guerra nuclear, polÍti­ ca internacional, cstr~ tégia de uerra e paz. Entre. _os. especial ist.."lS estavam Mastroiani, C. Cardinal e, Yoko Ono, J. K. Galbraith, Pu New­ man, Grcgory Peck, Gra­ an Greem. Todos conhec~ dores profundos dos as­ suntos em pauta. Imapi­ na-se que os demais 992 participantes dispunha das mesmas especial i- {t Os Dinossauros 'ALU''fl' G'- SUA YiSITl ,.. • PREFEITURI MUNICIPAL OE Bflll VISTI dades. Todo: o.- ilustres participa. JcalAL ftlElClA DA molff1tDlA Fundado em 20 de Fevereiro de 1972. DIRETORA MARIA ESTELA VELASQUEZ PFREIRA REDATOR-CHEFE: IVALDO PEREIRA O!RENTE GILSON SILVA SANTOS REPORTAGENS LUDGERO AUGUSTO SENHORINE REDAÇÃ0 1 ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: Rua da República, 268 Caixa Postal 23 Fone: (067) 439-1410. - Sede Própria JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA Propriedade da· REDE BELAVISTENSE DE JORNA!S LTLA CGC-MF: 15.513.203/0001-59 INSCR. EST.: 28.219.003-1 Reg. ·no·.cartÓrio de Tit. e Documentos "N' 35 FILUDO À A B R A J O R I E A D J O R I - M S UPRESKl'ITANTE EM SÃO PAULO: ROO - Comunicação-S/C Ltda. Rua Voluntários da Pátr}a, 1544 - ConJ.01 Fone: (011) 290-8664 CEP_ 02010 - SANTANA SP tes sentaram-se no bancos do pavilhão do povo e aplaudirarr o discurso do novo 0 genlal condutor dos povos. O velho escritor suiço Frie­ drlch Durcmnat, pre­ sente ao festival observou: Trata-se de uma reunião de di nossauros, delibera~ do sobre seus desti- "Hr>LI!T Hoccologo m todos os ternos a Licitação n:ferente a Ata n? 3/7, que trata éas corr.pras de 03 MHhciro:'J de Sacos Plasticos para mudas perfurados 22x40, 03 t'.tlheiros óe Sacos Plásticos pard rnu'm perfurado:. ?'Jx'10, 0'1 Mi - lheiros de Sacos Plásticos para mudas perfuratos 35x50, 10.()(X) l/nld. ~,aco:; 1sticos para lixo 1O litros reforçado. BELA VISTA - MS, 09 DE FF.Vr..ílETHO DE 1987. ABRAÃO AF½OA ZACARIAS, Prefeito Municipal, ATA 1? 00?/87 ATA PARA JUCGEMTO DE CAIAS CVITE Ns COA/ST, c::::5/f!"l e OCJ6/i!1 nos. ião há duvida - Aos ócze d!as do mes de janeiro do ano de ·:,il r.OVt:CE'nto:; e olt.cnta e Se de que todos esses e, às 15 (quinze} horas e 30 (trinta) mimutos, reunfu-se nesta Prefeitura i!ilJ l!nu•n• t:lvds, h:riminnl•, (Jucstílu úc Tcrm.<, l>ircito de Familia e 'l'rulmlhistn. J•:scrlt1rio - .,·. liu llrnncu ~• 1311 lr•iMncin - ,,·. Jio llranco ~• llli Fone: 3115 CEI': i!l'.180 Porto llurtínho - )IS Escritór.io .Contábil Betel ESCIUTAS FISCAIS E CO:ã,BEIS 'nndcrlcy Cas~nruti '-- CI/~11' 3.857 A. Eugnlo Peno 370 (Ao Indo dn Exntorin) r.1,:r, ;oo IO Antonio Joílo MS t.. " "'t, '1 J t; 1 . V j ·J L' su filho, eir± "nt vrl por , :,. ,'. v j·1 querem é o respeito a enGi.l.C concliçÕ"!< ,. r,•,; ll' ,T (', tV .l l acredito que Trivaia d .·:,cr1fit:JO!i C• li d!f-...:r,,nçH.::> nn.u!""étit;, ir,t, rr•r«•r,c11 no quer<.:m curr.prir o .~ 1·u cJ!r1:1L.., 1n Lr,trdho papel de cidadãs, do [ou ao salário, para nas de cura, t rnba - {1Uc' :;, .l , p , ••• ·, rv· ,., Ihadoras, sem que g também. E por qu não [mocho Ja violada a sui> co_Q rua f, :i1int Ud li: , b· 1,~- dição de Mulher, que za. 1j foi o tumro em mxesmc conte n ,, quando está numa si- que a mulher m peral tro rcns e Altere: , e,• J tuaçâo especial como balh-:iva ,:i;yn:c·, f.>Lr" '.,, - n I ri v, . ?' :•: 1·1 ess::i.s, ficam reduzi- rus". Hoje p,ilo r. ·ru, no e, tr..-l,-1l/,t) r•·JJ:. !,11 das suas funções t·m Drasll, ela trabalha, e do, án mulher •, t' 1 razão até do imenso h-Ua. g:r,,nd,• rr,::i lor1.a, p'.11'.:i l•·v•·, ;;.,b r, :n m1~1o J0~!) - Fone: 2;jl•l22 - .J.llll}.J - llS Ivo Corsosirc fora Tributaria, tu- destacou que "a refor{dos e Municipios ta ma tributária exigi.- situa;o do anicui! do p<:lo mu:11ctp::ilisr-.o :..o rv .-:uz r.:JO ~1.:~ e,•j,'' J. e espe r!Jàa cem tnn to i.x:!c finar.e .. j r--·J 1 • 1,v 11 empenho e paciência , do-os i, condição r: r-i­ não· pretendc só corri ser-o pcdlnt,-. 0 o,;:,u••,- 3ir a injustiça 1nstI do .Ivo C 1,rso:;ir10 u1:Jc,.;­ tucional, prcnovendo = vigoro:;.;T1 ntL ..... "•- uma redistr1buiç5.o ~,·s:Õ, n.w-.Jdptil:~u; real do pod 1 r polir .. i- z.ns cc.,n3t:tulnr.r"' u-·-• prosser,ue sua ca-ni- co com ur-,a corr<"ta for.,-?lr u::.a no·1a C,•r· • nhada de fortaleci _ •'istribuição de rcc..1r ·:....,::,w c-n '1J'• a ;,,~~'.rc; _ d i • 1 . sos pÚbllcos. A auel:ia municipal eJa mais mento o mun c1pa 1~ - se compr~enàer, 'dj z o .. ,t·iva, entre e:r.c: ,.c:!3 ·•;,rlamentar- que não F.llllS. REH:J. . .,u:r.nu Ili•: Sl'. n:s-T. DI !'1-F.t.: TELEVISOR. FONE- 251· 11I5 (O LADO DE JE.AE MÓVEIS) .URDI)( 'L.TO GROSSO DO Sl.l. Jeane l>t: : X.A. llE 01.!H:lll. ,., •.. CORES. Pll.ê:TP !·: JM.:>-C[). nr:J..l•I·:11u, FOGt1ES. COI.Clli,ES. )IOlliLL CPll'l.ET. ,'.!' .. O !-tlº L.R. nA : r,n .. llY :or:1.1H1 111: nu, 1:11:.,. ,n, Móveis .1.1Dlll li. TO GllO!',."-(I l>O ~l !. li . i OTIMIS OPORTUIUDIOES 1 8 E. MM.. PAA__VOCÊ'_APLICA_o_sEt DIIrr [ OIA IHTERNA(.IOHAL DA o pol . t J. l ' Uiíl X/111IJ(J. 1 .)JJ!>Cm () Imóvel Castelo Branco. melhor pcnto l-- Terreno 30 X 60 - !lua Amélia Palm flosu - parte alta, lnc; 1 o9a seco ótimo para fina residência -Bairro Coota e Silva Cz3 Oc 1 1 !JO. 000 • 00 1- Terreno 15 X 24 -junto ao colégio Jooqulm 1fcurt1nho-prcço ,quo or;pcci::il ..............•..........•.....••.. 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CAMISÃO. 774 · ! CzS ORAÇÃO iO DIVINO ESP. SANTO Espirito uno,vo- • cê que me esclarece tudo que ilumina tóctos os ca­ minhos para que eu atin­ ja o meu ideal. você q/me dá o dom divino de per - doar e esquecer o mal que me fazem e que dos os instantes minha vida esta co - migo eu qu_ero neste curto • diálogo agrade- ceI'-lhe por tudo confinnar mais una e vez nue eu nunca que ro me separar de vo to cê por maior que seja a ilusão mate - da rial nao sera o mi - nimo. de von Lade que sinto de um dia es - tar com voce e to - dos os meus irmãos na glória Perpé - tua. Por uma graça rece- bida. (R.B.C). e.., c._;r, ,. : 1ir , :•i1 nn,,-;:Jr.C e. paço. Saiu de entro da cu , rhou as ru , foi para us fbric ....... e;::crltÓric.;, "' l !:1 e, eu pare} e tr 1cipa a!vs nte dos movi: r te ; populares . Ort'J· • hcu ver aluem lutado por n:•H1on.!; ccndiÇO<'S ti· vida e rabalho.lá es­ tá a mulher. :-) l l J Sr1.trno:; qu-: como.; ::i r '.'ldt• d:1 populaçiio; 3o/. d.: força ativa de rr;.balno· rr;;üoria do estudantado; metade do eleítcri'.!do; força poli tica de primeira Unha e no entanto, carpreen demos claramente, que rossos direitos essen­ ciais ncs são sonega dos. Isso nos 1rrpwe una participação polÍtico­ sccial e econômica em pé de 1 gualdade can os hcmens. Assim senc!<; nosso dia devera nos encontrar trabalhando en numerosas frentes. que sanadas, poée rão nhrir novos espaços. principalmente no po - der politlco deste • [' !., sI n tl 1 e To5, t ciaçó, rrtic ii- 1 !.) .• eu loca de trabalho. A vz da mulher rpra, que além de tulo isso, en - frcnt.n :j dixrtr.1tn.,r;{:C r-oe J al . A v • /. ri :i rnull-Y· r Ír:dia. a quem é t!rada a prpr!a vida, quarto a afta da terra.Ctepou on!ti- • : • : r_l_ ··., .i CJ),rJ;,. l"" l:..'. rtuvrê trbm! .r« .1ro,; 11rr!rn-.t.,J, I•-~· .;: ela rohá vitrr6! U: hr I Url.,I cl Al,rih ti> IL> :', l,!.IJr r - E, ! rcr d Etath&ri, Ftni ri,J 'Jr.Utl/ YrlH'i /11 A,•;·! ,!'11 r>I ti : t.:,0 Cn:t. n '.)11-I f'ú RI, Ser!arta ae Ett do Ttdh, iod. ás W:.aM a hora e a vez de mos- rtn: a»M-!WEE, .Gc. 0 trarmoc qu,· a p;artic i- Etb d Ero, ervigo te pação e n r"~rT>On!.>;.bl J 1- Inforrn r;:Õ d, r'llJh::NlJ.l, Jln­ dade da mulher não é ato] b d A:.r:. {ul Mtgunr,­ isoln:Jo de aluas, mas r-±II, Grro a Trblh r­ dc todas. lnd 1 s t in t:=• r: ti.rü í1Irbl-T.'Z,8rpn..."!í o, mente I como nerrs hu nu.N.T'e Etur5o h-EM manos responsáveis - PPffi, S.·rvl~ 1'l:x:inl rbCorréj_ pela. sociedade e co- do-a:c, In,"'t.rl: Prtv. :tr.f;..l mo pessoas .:ip tas a ri tlC - HEVILI. articipar do proce. VEREDA DO APA Imobiliária, Projetos e Construção Civil L TOA. CRECI 395 - J País. F}n cutr-c.S palavras. este ano. as comemora­ çÕes do Dia Internaci~ nal da MuLrier ocorre - rão dentro de lmportan te m::r.oento poli.tice. /lua Conde de l'or10 AlegTC, 1:1 (',ep 7921id quando todos. mulheres Ili~ 'li.TA llS. e homens estão err;,enha t------------------------,f dos num amplo debate sobre quais os direi- Marcenaria São José ompra. Venda e Administração de Imóveis - J..otC":IUtJILOs - Elaboração de Projetos e Construção Civil AGl"l,TIX ,. S. , 'AU)S Cltf::.. H l/.US. 1-:XIO O'll'DO r:rmc1 IG:í l DE : PAULINO G0NZALES Escritório Despachante BELA VISTA- Ltda. de Enio Oviedo Faea a documentação de seu veículo, da manei ra tnai,; (LPII>. J-: 11.ILT.. SEl'IÇOS m,; l>F.SPA(l{A'.'TE EM GEJLL llua C'.onde de. Porto Alegre. i Cep 79260 HEI., 'l!ó,TA :JS. ORAÇÃO AO DIVINO ESP~ SANTO Espirita Santo vo 'dPal - , <» ..sorta1". 11."" tudo, que il~mtna to doar e dos os caminhos pari esquecer o mal que me fazem e· que tg atinja o me'1 d J--=::==~~~~~~~---~-~-:----:---~"7~~----------------"":"'--..i,,==--=-=-=_..::..:,.,.::~:.:_:__J os os i ns t-arítes ui'.l $PERMEIE.AO E PANIFICARA MOREIRA E%±± 1 cer-lhe por tudo e conrirmar mais uma . vez que eu nunca que- • ro me separar de você :;-=-- por maior que seja a ilusão material não será o mlnirr.o de von­ taae ql!e sinto él"' um: cIa estar co [você e todos os me» 'irãos na Glória Perpétua. r-:: 1- --.ih:si E PonTo MRTIHo: RUA CEI. P0NCE :,;• 3:?'2 l'SE- . . SL UI.Gl:XAÇuO E Sf~SO ARTISTl:m. DEIXE A FABRIC.,Ç,O POR XOSS. COXTA ESl'Ell.lfOS A SL". VISITA. A=s.s -- MOVEIS FEITOS OI ENCOMENDA - ENTRE- 1;.~IOS Ell QL'.LQl"l::R CIDAUP. ll. HEllUO - SALA. Qt.:AIITO, .U:'1,R. JOGOS DE ESTOFA· DOS, ClUAT(IIO..DE llt:I.F.7~ E ARTE. - SER"11;ns Ili•: ll.ílCES.111. - KI J,RDOI : RL .R:-;.LU0 s1on:m. x· IG:? • "i AÇOUGUE E·LINCHONETE A v. Duque de Caxias, 400 • - FONES 251·1251; 251-1085 - PIES OU!NIES TODA HORA· PÃES, DO- • CES, BISCOITOS E MISSAS EM GERAL Completo Servi;o ide Supermercado -JARDIM MS- (Por um gra ça recebida}. (JiC) .J Pedro Pedreira ELFICAO NA C#AR M NICE+A• ridem, as vezes pas am por dlflculdodcs ··,:,s a fnmÍlia bela - ~lsLcnse não aceito a prceaçõo do Ódio e a baixaria como guia de conduta. EsLamos n,zcndo jornalismo y,Pi mats 6 Gezesseis d.[anos, e isto mesmo,a ··- Tl!UDUfü DA i'RO~lfEIRA o e companheiros d, Potary. SFR ÓDIOS E -·-. ---··- .RAJXARIA.S houve "tralço', per­ un amos: TRAIÇÃO DE UEM? urn traiu? Quanto yanhou? In:c - o ·- ,- -4 - - - - - - -~ Cassio Ac1oly e o esta circulando ha novo presidente da câ quase dezesseis anos mara Municipal, com nunca, mas nunca mes muita honra, orgulho mo, pregamos o Ódio~ e decência. O mesmo a perseguição e in - diríamos de Evilásio justiças. na o v alor da dini dade e d. decência. ru]a. i!cJ•· o /l n 1-1, , , ·, !1 1 i/..f ' nto com 1 e o no , r, O Yf:..iPO É O GRAffüE JUIZ Pois é, há questão de um ano a trás, mais ou menos, comentamos com um amir,o que o tempo é o supremo ju­ iz da história. Cabe J· a ele julgar os crc- P11r;,oér,J v.'J r. oço tines, os aproveita- da foto, HAROLDO CA­ dores, os mentirosos VALHEIRO. Secretário h. '•-~A DA FO"TO' vencedor. Ambos são VIYÓRIA .JUJISTA e os falsos. O te=:po, da Câmara Municipal t pessoas distintas,ho- Comentários de que o tepo dara resposta e, a partir de julho r e1; le rc e;p••it , p ·,ssi0 gostou rios [aos rue hoje cue-t!c_.2cretário do Hotary • 1,:-::..:.....:.....:..:;:....:~..:..!::......:_:_.:_.:_::.._..J:.__:.:;:.::.:.:..-~..::..::..::.:=-.:....:..::.;._.&..;.;.=....;i~:.....;;,;,,;;."-"....;;..;;;.;;;.;....c.;;. "1 be, na gestão do Jornalista Ivaldo ereira. É bom lcm­ rar, Haroldo Já '·!c!"ctário do Rota­ ry e vai continuar. Miranda, se fosse o Bela Vista é como [Eviláio tivesse ga - u·11a grande fnmÍlia. nho, r;crla co:n os vo •odas se conhecem,to tos do rcninho.(PfLl don trnbalhwn. pro - o do Toninho (P'l'i:l). ! o que que tem isso? Seria tralço? Oras. senhores, vamos fazer POLÍTICA e comentar com seriedade. se~ baixaria. "Não p justo . . que sg se enxergue o ,Br~s1I ,atrpv_es ·dos grandes orgaos de imprensa." Ministro Aureliano Chaves li SÍU'i'ESE "ELEIÇÃO liO DELAVIS1'E,SE" Será neste mes de março a eleição no Clube Belavister J ., e for' .. lcl nto ', 1r:p:· n • lrili •"u)r l ',(.), sperando qu a k a a i!u11!c Lp-,1 ;,tu nfi I con oa ln't • Gú r lnicÍp o. Abraão, por .,:nnl. é amio pessoal ado no vo pr<•.:;1<.l ·n ,. e:., i O t.c-loly. ílo,,:; r·rlr-;ê••:; .ntre o Exccut Jvo ,, o L"P l "1 • L 1 vo <: o que o povo cr.p•·ro.. se, para a nova di­ r·<·toria que regerá o clube até março de 1988. Candidatos Luiz Carlos Rahal, Carlos Alberto (Ca­ chito) Ocariz,Edu­ ardo Ocariz e Haro, ·do Braga Cavalheiro 1 Está tuào acertado. o Mi.n'i.stro Aureliano poderá haver canse:: Chaves sabe que o jornal [?"4".1".2" do interior exerce uma dos trabalhando pé!­ força mui to grande jµri to ~;/ progresso ào à sua -comunidade. Lá na pequena comunidade, no pequeno ou médio m.unicipio, o jornal local soma mais, muito com o Governador d - · Marcelo • Miranda, mais do que .todos os gran ~s órgãos de ;>Ós o dia 15 de imprensa juntos. Por. isso é importante ver: o ;,.rço. Pedrinho,pre sei;:~tenàe º· assar '"1; :;iàente d~ ADJORI,- rasil também a través do jornal dÔ:-.interio:t. comentou suà viajer.i mui tos e ::iultos car- ------------~-----_:j· ª Arapiraca, num e lavais em Bela Vista t------------------~~~~:":":===-':':~:::'-0::~~~~~~~~"."""-------~(:º ser.1pre no Clube Be- JiESFill"n; .S Y..'."T.GEXS IlO "PASSAPORTE BRASIL NA PALIA D. lL'' • lavistense. PROGRAMANDO SU.AS "1.GEXS llE FtRI,'S, USUFRt,;IXDO DE D&;coXTOS ~I P.S· S.AGENS A»IEAS, RESTAURANTES, SHOPINGS. ETC. • ,Vr .. V{ria vezes d1 u' I com Norio o Arnold, discu " sóe frutíferas, a- dni, sem urras e sem ódio. Fo1 eleita a Me birtora da Cimar MunJcJpnl dF Antonio Jn;•o. Anrnldo ,: o Presidente e lorino Secre ário.Vitória de dois político, <]UC !JGb"l1 f//.(; r f)0- 1 i ti ca. A novn /11"Hi fiCOll assim constituída; ·residente; Arnaldo arque da Silva; ~Jcc-Presidente:Cnr­ los_Z;;nchct; 12 Sccrctár10:l!orino CÓnçal ves; 2~ SecrctÓrio:Sabino Ferreira Franco. Resta agorn aoo vereadoros apoiarem o Executivo quando n:;tc merecer, e crl­ Licá-lo, quando a crítica ~e fizer ne­ cessária. Muita cai­ ria precisa mudar em Antonlo João, e os vereadores poderão Gontribuir para essa nudança. ''CARACOL" Em Caracol foi vencedor o jovem Ra­ ~~el Recaldes, fican ? na Vice-Presidê~­ :la, Valdoniro Lei­ ·e; 12 Sécretário, ·nato campos e 2 'Secretário, Eder Do­ Seu ncmc e Claudia mingues Bocha. Aos Ocariz. Filha do Edu- novos dirigentes da ardo <' !.na llaria. Câmara, os votos de Pedro Arizoli te Foi eleita "Rainha sucesso. lefonando lé de No- do Carnaval do Clube va Andradina, • na Belavistense", mereci '-------------f pauta urna audiência - , damente. É meiga, edu cada, gosta de r::Úsi - - ca, leituras e pas - ---- -- - - ------ Passagem Aérea Hotéis Passeios Traslado, Time Tour Turismo Rua : 13 de Mo.io 2.310 TELEFQ'"E - 38¼ • 2503 e 381- 2507 C.UIPO GR...'1>E - llS. EllBR.TI:R - ~.., 0011:i • 0012 • 7 · Al!UO!U ?ara ela 'ser colhida Rair.ha es­ do Carnaval foi uma ex­ periêneia gratifican­ te". Conhecenos o Ar­ naldo, o popular ·•co ruja", há mais de- 'DA LUZ DA LUA" E num pedaço oual quer do tempo a sauàade aoareceu nur.ia festa • e mesmo se~ ser con­ vidada se esbaldou: ' _bebeu, co::1eu, tau, dar.çou, se fez alegre, se sentou na melhor can- pol :r-ona e contou histórias que todos ouviram. Sai da festa pensan­ do e~ só caminhar, rr:as a saudade pediu 9iti.nze a:1~~• pessoa . licen;a. e saiu comi­ simples,puro, sem- /go.No meio da r,,ndru­ P~~ fiel a seus crin-- gada :r-lste cue erc c;pios e faze nd o po- eu oebaixo da luz da litica com lealdade e lua imaginava um poe r.-,ui to hu:nani srr:o. 1 id d na c or lo para .Is Arnaldo faz ~scola. trair O dolorido eu andar ela rua. :J is'I JÍU'" zn. Para ond.e vai a Poupança A Prefeitura de lar.s, cor 010 to ,tomo pensando na poupança ex ·r a. Por mnt indispensavel que seja ao de­ :envolvimento do nosso Pa!n. ela esta sen­ to furntadn por u m a :ibsurdu e ridÍcul a xn0fobia nac1 on 'li l .l to ide. l),.:;:i".! ponto de vi::;ta, cont.Jnuor;,os um. l',tÍ., pouco sério. Criamos todos os obsta­ ulos para a vtncJa e o r;uc<'r;no do copi tal estrangeiro e, logo :seu lr. nossos perfu mado homens públicos vão a Paris ou a Washington de joelhos, com pires., chapeu cola e !11'11 s alguma coi su, paro ndiar di­ v idas e p•·dir rnnic dinhclro. E;tou pnsando na poupnnçn interna. Pou ca. min~ur,<111 e i:;ofrldél. Que é fr•i t.o dela? Poder--e-ia pensar que os r,ovc rnDn tes buH­ casem. e'oamente, transforma-la em Inves tir:Hritos produtivori. de que o Pais tanto precisa para honrar sua voco.ção de grande- Nada disso. A poupança interna, da mcs­ rnn for·ma que os impontos exorbitantes, as ti.Jxns e ESobrcLaxas. os compulsórios arbi­ trários, destinam-se quase que exclusiva - mente a acertar os desajus~es da adminis - trac;:Í.o pÚbllcn. t possivel? Alguns Estados da Unfão tem 90% de sua receita comprometida com a fo - lhn de pago.mente do funcionaljsmo. É possi vcl? seus mas:u, monu" tos e par 7u€s, mais ou mero., <0 mil funcionários, A Pr feitura é'! Sr.o Paulo J;.UiH "J.',O ri l .!"iric.. o­ nár lo!;. Urna coi sa rece centn. o , Go 1 r-, ,n • da Un!ao, dos Es.ados e dos Muntei'o i. pensa:,ucm, cn n o col eti vo. ',Oo/ H: • u functonár!os, o ratlonear!a a ser bn odnlnistrµdo. Como está, não é posível caminhar p&.ra n frcn e. A giriintP:,c• ru­ qulna funclonul das né~,in1str;içÕ, ,, r.'.ibl f­ cns devora o Pois. Qual o mal em derit!r, pura simples- mente, metade dos funinrios pútlicos? f Óbvio, que estou falando em demi ir ser vldores pÚblJcos em todos os níveis. No se pode gastar mais da metade do rccci ~ cm funcionários. IIÕo se trata de saber se tais funcionários são bons ou maus, se ho nestes ou desonestos, se trabulhNm_ou_n~o. Sio excessivos. Apenas isto.· O País nio aguenta mais rabalnar para sustentar uma multidão tõa grande óe fun­ cionários. Funcionários lnÚtcis e multas vezes inativos. Danem-se os pollticos que so sobrevl - vem em razão tio empreguisrr.o. Se Sua 2ne­ rosldade for tio grande, como dizem. que paguem com os próprios recursos. É preci- so acabar co~ a far Porque fracassou· o Plano Cruzado Quando o Presidente Jo sé Samey, dr.flngou cora­ josa e oportunaillf'nte, o Plano Cruzado, em 28 de fevérei ro de 86, sur-pree!:'_ deu tcx:la a Nação, que foi te providos de inte­ ligência e bom senso. no sentido de que o Plano Cruzado deve - ria ter uma duração limitada, a um prazo Pais imenso, com riqueza:t e favorecimento naturais inlpualÚvP.1s. 1/o ,:nt,'lnlo, f'nltn trabalho e:: fal Ln.m investimentos capazs d provocar mals trnbalho. ú r·1•sto viria r:,or si: riqueza, bem-estar. JnsLruçio, ::ieÚd~. Por isso, pode-se pedir u m a cola a Presidente.da República, ao~ scuE Ninlo - troa, Assessores e:: aos Politicov que di - zem apoiá lo: ranquilidaae, normalidade segurança para viver e trab:llhar. Será rw­ dir: muito os públicos.em ter O que náo pode acon"tecer é exfttnmentr· o) 0 que• faZ,·r, r:lâS QU'! está aconLecenc!o. Importa-se carr e ,, tambem sem ter com carne desaparece. Importa-se lel te e o 1· i que viver·. (Plana). te esta contaminado. Jrr.por~a-se t.nmpir,lr-'l • tro desse prazo, os, /de cerveja e a cerveja no existe. Importa 'Pedro Colombo - co r ij- • preços dos bens e i se fe ao, arroz, trigo e, quando a produ- servi.ços .pod<>riam _aborador ·da Agên- ção nacional é excelcnt-:, não há como co!1- ser mantidos relati-p- "@l'e]. / cervá-la. vamentc cstávei S, por A e Não se trata de criticar e rnul to mencs que havia estoque ar orrupção contestar as decisÕe:,; do Gove:rno no ca:r;pc tieo suficiente no na Polícia 'conto. Trata-se de ex4e:r responzs±l! comércio e na indÚs- _t;:.; . ,ade pe:-ante a história e perante o po·r.J tar. Fatores detel"- crimes e negocios es que os elegeu. guem, ate agora, conse- minantes do custo fi cusos. A corrunção a - os contestad · - • , • ores de sempr t ' ar guiu criar, dentro da ci • nal dos mesmos volta irrç)l...."1iciade, a pre;x.,tê.')- o carnaval. Suas 1 dÓ ia _ e anec1%" ·ência econmica, nada - ram a aparecer e a eia e outras coisas pn.'tes p o s sao mais .ir,:po:·-" .. · '> o- 1 Que o ai. que pudesse neutral! puxar os preços para pnas de hanens de cons- o que assusta _ t , .. zar, ou se contrapor cima. Será tão difÍcil ciência rr.al fom-.ada to de t 1 "'. 0? 0 s e que nu:n r-.c:-~~ •• . , a gravidade histori -~,~ a chamada lei da o - entenC:er? (Plana}. na'!l-se co:runs e cotidia- Nacion,. 1 C . s::a. a Asser::b1--~ 'ferta e da'procura. (Inalêlo Lepsch - Cola- nas •. ti in st ituinte esqueça sua missa - • . sua responsabilidad • ~ boraéor da Arncia Pla- (Pli:na) m ~, . e, em troca de u:n êeP- • l • • ·:e-.1.~ espetaculo infant.o-juvenil. > Passará o suso? Ora, o prazo de Lrês a seis meses,p~I ra vigiar o "Plano Cruzado", seria o tempo suficiente pa­ ra o Governo reorde­ nar a econo~iR. Den- sa de onerar os co- frcs pÚblicos com o varrida por una repentina que, uns e outros, s ! onda de c:uforia e civisno tuavam entre três e que há muito não se via seis meses. Por ou - nos cldaaüos. / inal, os tro lado, a "infla - altos e assustadores Índ.!_ ção zero·=, :']ue não ces de inflação ameaçavan existe eu, Pais alp,um engolir a econcrnia do do mundo, foi consi­ País, e a aprofundar ain- de rada uma utopia e , da mais a já insuportável numa economia ai ta­ miséria que, àquela o.1111- mente subsidiada co­ rei, atingia a grande maíg mo a nossa, a redu­ ria do povo brasileiro. ção a um percentual Ninguém, absoluta-nente de até 40% de infla­ ninguém. à época, ousava ção já seria uma co_r:i_ dirigir ao chefe da Nação siderável vi tÓria. a mais leve critica, mes- Porque. a refonna ecer n-o porque, de fato, os nômica, principal.mente preços formn tabelados, e quanto ao congela'l'lento o cu'!1Primento das determ! de preços, deveria ter nações govemamenWs p~ aquela duração curta? sou a ser severamente vi- Porque na economia,co giado por todos.' / classe mo em tcx:los os·setores média e os ma.is pobres se de atividade humana, não revezavam na tarefa se pode contrariar as de "fiscais do Sar - leis da natureza: nin- cb,etivo de garan - tiro próprio futu­ ro poiÍtico. Dentro em· breve seremos um Pais de fune'onári- Acordamos Assustados e Inseguros A :,,lV t h 1 ,,til lC'. r: ,_,~ tl "' os pr,reiro, passos trauma! 1. d+ mort de Tancredo f v cl 1. ndo Leede ento, vem o to de conf 1, nçn ,. r-r(,. tepressoes. Em certos momentos, és fulgurantes - em nom c-icnal ou em nome dos potros - • puir imobiliza-se frente ns provi mal elementares. F o i sim ' :n ,, ,,1•, zado e odos os cruzados vuintes. o Pai vive m sobressaltos. Todon a pt•ro da Úl:.lrw tr:1.·Õo, da Í;J t !m, r,01 l ·I da última fofoca. Vivendo ,.,,, sobre ito, '" que posn acon ecer. As5 tr,, vlVl' hojia ,. popul t,ç,,o br·al.ll l"L Sobressaltuca, «sustada e emeros». Ness contexto psicológico e social quem ier!a corem de rabaltar, de produzir, de ar­ ri scar? Temos que acreditar no Brasil. f.: lVi ney". É preciso que se diga que não falta­ ram advertências ao Governo, feitas tan­ to por "experts" em economia, como por leiROS, mas igualme!:'_ casa NDVI "OS noxs H,(nlTOS DE'Ell SEI cn .. Tl'ADOS" A CASA NOIVA OFEIECE O QUE H m; llÉl.HOI. - CIIIST.IS, 111IX(,/l't:()elS •. l'.lll-:t11os m: ~O~I Ltll'(' S V l''I ·, . • • r. M. LNFINTA;; E ARTIGOS DA MELHOR QUAL.IDADE TEMOS TT EM COES IR • • •• • . S ll.Hr:b 'ISITE c .S.. NOVA E COMPROVE PIES, QUALIDADE E ATENIMENT TELEFONE - 1 a 11 _ 1 :i n. • ELA IST M.Aro GOSo » stL. Acorda!"err.os a:- .... - r-riã :-:-:•is segures f' mat s confi a:1:es? (Plar.al • (Pedro Clob •colabo::-ador :i, Agência Plana!:a. X 7RITA A FEIA a:-s:;._,_J xo FzE:. 439 1410 ( ( 1 tf --1 Ili ~~-------------:------------r---;----~----,,....---- ··-------------~--t RUBEN FIGUEIRÓ REI VINDICA HUCLEOS DE INAMPS E IHPS PARA SETE CIDADES DE MS ' .. } i (BRASÍLIA)- Do Cor reponden!:· 'O Deputado Fde r+l 'uben Fipuei ró (1MH/M), ·m aud!&n­ c f a COl!J o Secretá,y r·,, Geral do Ministério da Previdência Social r.Carlos Saboia Mon­ tr,reivindlcou a ina­ tala;ão dos Núcleos do INAMPS e lNPS nns Agências Retonais q Cassflandina, Parani­ ba, Nova Andradinn,N~ virai, Ponta Pari, Jardim e Rio VcrdP. O Pnrlamcnlor Sul Matogrossense disse que ns autoridades e mon1dores desses· municípios reclamam cdirn insistência a instalação porque os núcleos sao de ex­ trcmR importância p~ A Mobilização da Aaricurtores 1 O Presidente da Fc deração das lndÚs trias do Estado de S.Paulo, Mario An,ato, em mais de uma de suas incisivas d,,cln rações, afirmou qu; "no Bras51 enfrenta­ se uma absurda incom preensão contra o u cro e hostiliza-se o empresário bem succ dicto, enquanto se am para o ir.eficiente,o parasita,escudado em subvenções de toda r que as p»rola ig'onais [os3ar, pres ar efetiva: n­ te su atendimento a população. la mesma opor­ tunidade, Figueiró tratou da !medi ata 1 iberação de recur sos jÓ. prop,ramados da Prc·vict;"ncia So­ cial parn o /lospJ tal do Sindicato dos Trubnlhadorcs Rurnls rt.J lvJnht! mn-FUMLTllRl. Ele dis se que a situação financeira do Hos­ itl e exrremawcn te dirici. ão s rio e o problema que a DJreção jÓ. advertiu que,se não houver providêncJás imedialas, pital terá fechado no e Hos - de ser fJn;,l Fub .. FIA'ro pnnus os tratulha .Jorc:, de ivirhe a mas am.bem o q u •.3 ... .1( ( senta. no Glba do HJ(;ilJ no f.lun1cÍplc, qu totalizam aproxima­ darr.c·n I e mil fami­ lias. O Progresso e a Livre -Empresa lidade dos que adri-- dois tipos d,- cm- nistram empresas pu- presas nao têm blicas". Segundo M. compromisso com a Amato, o empresa - eficiêncio e a rio e um trabalha rentabilidade: as . [ •• , 4 .1 li l, t o. f.---,,------------i, r1 ri• veira a ordem, e não se Pune a i rresponsab,!_ dor comprometido com a ·eficiência administrativa,gara~ tindo os lucros pa ra o capital in - vestido, bons em;­ pregos e desenvol­ vimento. Quanto maior o progresso econÕmico e social alcançado,maior o e­ xito empresarial.Re cordou ainda que que portem subvcn,ç Ões res sas dãos lham. TF. esperar e favo e as empre.­ pÚblicas cu - jo fracasso sera sempre pago pelos cofres pÚblicos,ou seja pelos cida - que· traba (PLANA). Para proteger o Pantanal o Governô do Estado criou a Policia Florestal. Manter o meio ambiente. preservar a vida nos rios e florestas. controlando o desmatamento irracional, a pesca e a caça predatórias são obJetivos da Polícia Florestal. Participe deste esto'rço porque a natureza precisa ele todos nós. osro NACIONA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA - - • I • • c~o-nico nas contas de impostos". É pre- . . - !!!!11'1!!! Q . ....., suspender o paramen~ , .......,..., to dos juros da divi do governo.· Ou seja, ciso ter coragem e da externa, 0 velho o mal da crise brasi inteligência para er mestre Otavio Gou leira não está lá f9 frentar as verdadei- vea de Bulhões d! ra, na dívida exter- ras causas do atual se que nada se na. O mal esta aqui, desastre da economia alterará para o no déficit interno , (PLANA). Brasil· se nao fo- no descontrole dos t----------­ rcm tomadas medi - orçamentos pÚblicos. das drásticas pa- "A redução do défi - ra combater a in- cit pÚblico implica PARA ASSINAR LIGUE: flação a partir do adotar medidas pouco ontr!o_ rga_ op2lares.çooco- ar AAMEZTEBET e 1 i Ln «g 439-1410 FUNCIONA NDO EM,_ NOVAS E MODNER NAS INSTALAÇÕES: ÁLCOOL, DIESEL, 1 GASOLINA, L AVAGEM DE CAlUlOS . ' Rua· ·Barão .do Ladário SN '.( 1 Telefone: 439 .10.25 Bela Vista. MS . . . Jf,''i{J 'tíl, Máis visuais do Carnaval 87 TRIBUNA ESPORTIVA MÁHCTA 1'A'l'IANA AliDRADE ' • . MARIANA GODOY .L -----~--·· ••• e PRISCILA PINl-lEIRO REFLITA· Creio que- o poeta é tristonho porque sua 2;!_ r;,a se encerra, perene - mente, num sol"'.'10 que nao se vive • na ter - ra. KAHOLil!A ;.J:.LO ROSA RE!lATA PINHEIR" ,· Se você cometeu quaisquer erros,ad::lita-os, fazendo quanto puder pa.--a não reir.cidír ne­ les, mas lembrando sempre você não é t.:-ra entidade angélica e sim l..tl'.a criatura matri­ cul2da na escola hurana. Se você sofre criticas ineébit.as. fique com a sua consciência e deixe aos outros os pensa-nentos e at.ituôe:: que permanecem a eles mesmos. ,.")1 di : Maiors n! fale . j r-il,l,' 1 d r r r ln· ('1'1 ( (>•. 1cm» I . " o Po1a1 VJsl ·,. AI.ECEI5 dr,dno vila Prvim! o l Torveio pronrvido pela prefeitura M. d r ·la Poc'.o 1pi. ·.r ·:-i: ? X 'fJ lJ,,i, í, ,·.'r,, aluna Corinthana: 5 X 3A.Nutico, ílMC;H io: ? X [ 11'lJY':d: Flur•,t·.· r, " c,,ça" !'<.. sca: O X 3 Pr-vl..ul. Sr rro...;ul: L1 X r; i O~ Lo Ipl ":'!'".,' !. Prrf,·itur:i :,1.: 'J X ? L.,1x·,do1 r'orint.hi:lln; Bn.r1cár i os: 3 X?rvical • Prefeitura M: 3 X4 Posto Ipirnpa. ?ost.o fpir·m1ri 4 X5 Pr<:''tisul; Aniro:; do JilJÓ1:i:O X 3 Pr. f,.-1; ll!': tl. na dccísno p:lo l Í tulo, jo;r,,r,.m Pr.::v1sul X PosLo Ipir·nne-~- Foi 1;r-; .Jo:o r.'Ui to rJispu ado p,•­ lo lado das duss quines. Este joo terminou o X O nc turp:> r:orn,:.il <· co-rD J; r.·s 'JV3 ri,ui to till'­ de, fora pra os ;&raltis. r:iio dc.u outra, o :1= do Prof. Lul L, CTul t.o be:1 an-r.'.!r!o, fl<.:o<.J corr: o ti t.ulo vc•nc.:<·ndo a C'qui­ p<' d-:i _í-'osto I-;: •anra po:· 5 X 4. Acho q·.:,· r.u-:i jogo C b nível técnico, de­ ve:m colocar ,iuÍ v..:n ccxt[.Y:t(nU.:s par upi .. tr· L-"'1'.:l pa:-1:ic!<1,porque é trlst.i:: e l3IT.en~ávc:l para. o es porte ~lavisLcnse, css-: tipo de colr-l..'; que- O?"I.l'!.!l-0 Neste tome .. o V-.:ve- o qi;e cocer.tar, ç.tÉ: ba­ t.e-boca, e m.iltas vaiadas fo:·,;r,i solt<.!S pc:lo ar. Esr~..:r-c..rrús que r,,_.;,r-e prÕxirro dor:1inr:o, pOS::!a!I colocar pessoas carn,,c:.entes p:ira ;;.ni Ulr ;:i.;; P8:[" t:.das,porque s~ni' o o::; belavi::tcr.se~ não ::air:Ío mais de suas residências para assistir "rare - lada". " 'este dc!ngo a decisão do l Quudrnula" de fu::ebcl de Cé::?