DELA Vl STA - MATO GROSSO DO SUL 
TRIBUNA DA 
A'.O: XVI 	1 '· D 
osse e arcelo 
É PRECISO 
Acreditar 
-- 'ao sei o qu fao 
ti e tende a plotar. 
- E;toa des peralo, no bancos tso ' 
ao fazendo nnda a, duplicnatn s ja resto 
'ardo, vao todas para o pau (car'rio). 
- !-. ;1eor 7 r:r, LOII c!r Vl:r,do Jl1... lJ ,r ,'f/'l, 
·om esse5 Juros vou quebrar. 
-- Pois , nao nto dinheiro pata ta - 
ta. Dvc e nao tnho onde arrumar aituhe [ 
'unto. 
Esses 5ao alguns comentar io...; q,,,ll O'JV l­ 
os nas ultimas sranao, fora:. de comerei­ 
antes, pecuaristas, profissionais !Ihraí, 
nfirr., da chamada classe média, dos produ­ 
·ores, dos que forr.cntar.1 o µrc:..1,-·u;,;o c e<· - 
r-:un empregos. 
Concoraos plenamente, a situação no 
•stá .:'ác1l. :,as, :!OJ2, i-<Al!S Dn QUE rlCCA, 
;_ PRF..CI.SO ACRrniíl'AR, no Brusil, no Estudo, 
a região, em sua cidade. 
Cert.o <iuc nincu;:, pode fazer mi•' !f'()G. 
.'as há algumas medidas que poderão :udu:-- 
;.()Sd(: sexl ·-'.,ir-c1 . ,uvcn,u<.Jur. que foi lla- lu Miranda. 	...:0r pÚblico, abos no 'ar a snir da "crise. Não são regras nicas, 
Ca:rpo Grande, cooo as ou- mez Tebct durante seus As solenidades àe pos- que dos Poàeres, o cen- m;:is ajudarão. 
tras capitais do Brasil, 10 meses à frente do Es- se e de transmissão de tro administrativo do lP) - Acreditar, acreditar-, não dei,:cr· 
já estava em pleno clima tado; e outra para rece- cargo, foram realiza.da!, Estado de Mato Grosso do que o p<:ssimi:;rro torc:e conta de voe;;. Pen- 
de festa. com ruita gente ber seu novo Governador, no ensolarado do.'111ngo do Sul. 	sar positivamente; 
se rroviircntando. tanto na (foto acima) eleito em dia 15 de março. Muita gente, pesE:oas _22) :._ Não parar: de tro.balhar, de prod.l,!_ 
cidade cano no parque dos 15 de novembro passado , Para as 09:00 horas es das mais diversas áreas, zir, cruzar os braços ni.i.o vo.l adiantar n:,. 
Podere?, que era o centro com milhares de votos , tava prograwda a posse doutores, polÍticos, em- da; 
das atenções. conseguidos pela bem en- na Asserrbléia Legisla ti- presários. diretores de 3 2) - Contenção de despesas ao :,,r,x1rno. 
Era uma festa com du- gendrada campariha do PM- va, e por volta das 10:30 errpresas, prefeitos, re- Se comerciante, ;,recurar co:nprar o estri- 
pla: finalidade: uma para DB e Aliança Derrocratica horas, a trdllS!Tlissiio do pÓrteres, etc... tamente necessario, não fazer "!!!ais con - 
se despedir de un grande 'por todo o Estado: Marce cargo no Clube do Servi- ~A 2!:A ?Í~ 1i::11Ei?.<A. tas". 
_ / } 	g) _ Procurar, de todas as maneiri:.S, 
os CONSTITUINTES E o ·Moradia e Angústia '~º~~~ s~!~~redores "estão su:ocando" 
PODER POLITICO 
O 
n;~tc~~s::~e:;c~~:a: :!v~::;as alter- 
o problema da moradia nas grandes capi- nativas, criatividade ao máximo; 
tais está se agravando dia a dia. 	• são algumas regrinhas, não vão solucio 
Uma corretora que há três anos negocia- nar todos os seus problemas, nas ajudarã;. 
vá 300 a 400 residências por mês, negocia Fora disso é torcer, torcer muito para que 
hoje dez vezes menos, incluindo vendas e nossos ministros da área eco~Ômica·encon- 
aluguéis. 	trem um "ca:::ú.r..h~. 
E as transaçoes costumam atingir somen- Scyad ja cstrcu, coo exeplo, u ca- 
Le as de elevado preço, geralmente para as ::úr.ho ... 
grandes firmas. 	Outros deverão fazer o eso. 
Casas ou apartamentos. de um, dois ou Zr.quant:o isso, vaos trabalhar e tor 
três quartos para vendas ou aluguel, sao 
raros e a preços inacessiveis. 
Quando um casal de noivos procura una 
moradia·para casar-se, sofre tanto, que é 
comum aparecer depois no consultório do 
psiquiatra. 
(Veja ec O?INIÃO/DEBAYES. na 
PÁGIW. 03). 
Os constituintes de 1987 parecem per - 
didos em seu próprio trabalho. Muitos não 
são do ramo· outros não sabem ainda exata­ 
ente porque foram eleitos; os realmente 
conscientes da missão que o povo lhes con­ 
fiou, estão se degladiando em torno dopo­ 
der político. 
Nota-se claramente a exis~ência de dois 
grupos na Assembléia Nacional Consl~tu~n - 
te·. o primeiro dos moderados, aue desejam 
um regimento interno que lhes permita tra- 
alhar e oue esteja voltado. apenas e tao 
somente, para o disciplinamenco das ativi­ 
dades dos parlamentares. 
(V.::.JA Hi7É3IA ~ L.."'"i'A NA PÁGINA 03) • 
mIVt PROENÇA liUA: AGORA SI!! ! 
EJA EN"CÁ ENTRE XS", EDIÇAO DE 
SÁ:'iAf>O_. 
PIVA E MO Ufro 
HORÁRIO DE ÕNIBUS 
VMÇJI CIIJZBIIO DO SUL 
DE BEL VISTA l~ · CAMfO GIWlll( 
5 Jtl. 11:00 • 15.1IO T- C/11111-11 • ,.._ 
DE BEL VISTA l CAl90 G1WC1E IIOTUIIII ZS:00 11s. 
DE BEL VISTA l P. fORÃ • 1:1111 • IIZ:00 • 16:111111S. 
DE BnA VISTA l lQJIWJOS • 6:00 C/ -.ao .. ANTÕNC) JOÃO li$. 
FONE: CJJ.1415 
Rua ANTÓNIO JOIO S/N" BELA VlSTA MS.. 
A Carta de um Pai para um 
Filho viciado em Tóxicos 
Meu filho querido, mi~~a filha querida. 
Como é que você e eu estanos encarando 
desafio desta necessidade de tantas 
t.ransf'or~ações? 
Sabe, você sempre procurou esconder o 
uso do tóxico que voe; fazia, mas co~o 
sempre fomo amigos, é bor tocar.os nes:e 
assunto, porque você, mais do que n~r.gué~. 
e eu também, sabe7os que coisa que d zra 
~alho e exige sacrifício é ~udar. 
Mudar para você, vai te obrigar certa­ 
mente, a encontar o desconhecldo, a~uilo 
que você não sabe, não vê; o tem cere­ 
za, r.-:.as r::ude. 
Sei da sua situação atual, cheia de de 
senganos, quando te usara=i. c:uar.:Jo :'.i.ze - 
ram de ti sonente umn pacote. um cigarro. 
um p ó . ( V e ! a 	m a t é r i a cop!e:a n a 	l	: ! m a pi 
g1na).

.hon:1 ,, .. ·o<l· 
n±estivrem oul 
não zs obrice, 
4 urria, Tara 
ts oo a rsnlnr-! 
M ,,9 Mar f!'l, t~ f/)·C;<., !u- 
J D , , u no :;;J 1 /,O d l, 
Edital de Cclnvocação e mi ae 
- Eiroor a rora u 
la para o bn!o 
' 
/ 
ATORIA RAL 
r.,. 
V 
Um dcpuLudo f, ! :nl , 
ln::;crl to para flor na A; 
sanbléin 11:.clon:il Con,1 í_: 
tuin te, levou u::: r:us o 
•· qi.wndo foi chrn:·cio. É cu,' 
os ~ con::;titui nV'S i:n - 
cri tos antes dele, n(Ío ii:1 
vie<n respc-.,dido à ch.:r· ·•du. 
Dcsistir-díl, por falta 
de assunto. 
Esse deputado, co·n<:,:o•J 
:;im seu discurso 
+!nmmn tis quer fa- 
n::io 
:J::;o ouvido::;. 
H e c l im:i dr r.ran­ 
dL' ~:•'11'(10. 
E:,·.Õo Out:J"':ndo voL,11· 
,., ir r.11bora. 
. É cocrio di z1a un hure 
c:s1:,: Tadir.ho <lo povo, 
r, l!l ·dnov· 
'ou dqurlg que da r 
cr a na r;1 u!n,te. 
drJ xá-ln e rJi;:c>r no po­ 
v o que está acontecen­ 
do aqui", 
pp! as , ... ..:r>!. _e: tt:.:. e;, 
era : dlnte ;n' • 
em carteira.4?-su:render 
o paço·no de tod; s 
dívidas por 90 3125. 
11 -: 
J. 1 4 'J r 
;'a<; 
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SER"IÇOS m: l)f_o;l':Cll.-:TE. EM GER,I, 
llua Conde de l'orto Alegre, 1:11 
'l!,T. 
Cep 7!l2Gll 
llS- 
fflID!mA DA PP.OJl'ftI:RA 
YundAdo o~ 20 de Fevereiro de 1972. 
·P. 
JFONACIONANDO EMI,_ NOVAS E MODNEIR 
mS I~·S.l'AJLAÇOJES:.ÁJ.C~iDIESll, .......... _ 
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INSCR. EST.: 28.219.00
3
-
1 
Reg. no·CartÓrio de Tit e D 
• 'ocumentos N? 35 
FILUDO À 
ABRAJORI E ADJORI-MS 
REl'RESXNTANTE EM SÃO PAULO: 
ROO - Comunicação S/C Ltd 
Rua Voluntários da Pátr1aª·1544 
Fone: (011) 290-9664 ' - 
CEP 02010 - SANTANA SP 
Telefone : 43 9 .10.25 
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1 A 
0PINIA0/DEB4 
OS CONSTITUINTES E O 
PODER POLITICO 
Os e+: uns de 1987 parecem perdi. 
dos em ea próprio trabalho. Multon no 
flilO <.lo ré.trr.o: <.;J L roo não sabem ainda exna a 
mente porque foram eleJ Lo:,; os rC'é!lmcnte 
c:or.•1c1cntcs ela missão qu<.• o povo llies con­ 
fiou ci;tiío :.ic dcr,ladiando cm torno do po­ 
clt•(' pol Í Ltco. 
~otn-se claramente u cxlst&ncla dr clots 
1rupos na Auscmblbia Nacional ConnLituln - 
,e. O primeiro, dos moderados, que desejam 
um regimento lntcrno que lhes permita Lra­ 
bolhar e que e~Lcja voltado, apenas e tão 
somente, para o dlsciplinamento das alivl­ 
dudes don parlamentares. O poder político 
para estes existe, sim, mas na forma que a 
futcra Constituição determinar. 
O segundo grupo, Já denominado dos Xii­ 
tas, craças ~ su~ agressividade e o deseio 
de domÍnlo do poder polÍtiQo por intermé - 
d1o da Constituinte, está realmente preocu 
pado em {azer da Assembléia Nacional Cons­ 
tituinte o centro efetivo do poder nacio - 
nal, tal como ocorreu na revolução france­ 
sa. 
Dessa forma, se sairem vitoriosos, _pode 
rio, por um golpe sujo de mão, determinar­ 
a extinção até mesmo do Poder Executivo ,e 
colocar em seu lugar, para gerir os negÓci 
os pÚblicos do País, homens que integrem a 
Assembléia Nacion&l constituinte. 
Fsquecem não só a lição da história, co 
mo repudiam a própria tradição brasileira, 
que tem sido (com exceção do episódio de 
1946) a de razer atuar, juntos, o Congres--, oara uma cidade do interior. t•ies:no que seja noutro 
-~o e a Assembléia Nacional Constituinte. stado, desde que nesse lugar haja casa para morar. 
foi assim com a Assembléia Geral de 12 O diretor, com muita boa vontade, diz que podera 
de novembro de 1823, que aprovou a Cons- consee;uir-H1e, mas no território do Acre ou Rorai- 
_tituição do Império em 25 de março de 1824 ma. O casàl c:caba acei 	tog 
O fato repetiu-se com ::.. convocação, em 22 "Nova RepÚblica" certa· Ch-- 1 · 
de junho de 1890, do Primeiro Congresso'Na r.-ente vão ser mais i'eli 	aplin Calçados 
clonal dos Representantes ào Povo, que vo zes que os angustiado~ 
,teu, com 300 emendas, texto de Ruy Barbosa recém-casa.dos dos cubíc 
Para a primeira Constituição Republicana.a los das grandes cidades. 
de 24 de fevereiro de 1891. 	E com certeza ta'!lbém 
_ Em 1934, um Congresso Nacional, com fun felicíssimos se copars 
_Çoes cc-nstituintes aprovou a Constituição rros com os que se neuro­ 
de 16 de julho de 1934. Passado o pe rÍodo tizan vivendo com a SO-· 
d~ Estado Novo, no qual vigeu por imposi - gra. Vida infernal, ser.1 
Çao .do ditador a Constituição de 10 de no- poder sequer ::.."00,-'lr icJé-. 
vembro de 1937, i'oi então convocada a Úni- ias pela presença cons- 
1 
ca Assembléia Nacional com funções exclu- • nmte dos parentes, tcs-­ 
Sivamente· constituintes, que i'oi a que vo.-, te.!U"hanào sempre O que : 
t 	• 	• 	deveria ser SÓ dos dois. 
ou a Constituição de 18 de setembro de 
19
46. Foi um Congresso Legislativo que a' quando vier um filho? 
Provou· a Constituição de 24 de janeiro de Ele, coitado, será tam- 
1967 
a Emenda Constitucional n? 1, de 17 bém um futuro neuróticc · 
de outubro de 1969. 	e 
05 
inquilinos ans 
Aos cons tiuines atuais cabe trabalhar tiados pelo despejo? 
em função da Constituição.que o Pais quer, (Plana). 
sem a preocupação de assaltar ·o Poder Poli •Jo:;é C. Ferraz Salles. 
'!co da Nação. 	• 	l 	~; 
E' isso o que deles o povo espera. (?l'ari"') ~.edico Psiquiatra e 
, b (Luiz Ferreira Lima - Jor-nalista e col_~ "'.'Ofessor Univcrsitári~ . 
. orador da Agência Planalto), . - 
LU·SO -· COIViERCIÂL. Í.TDA 
. . . ·F-· 	. 	·.. . , 
. AGRO ·PECUARIA LUSO LTDA. LUSO COMERCIO 
• 	. .. . , 	- 	. 	- - . 
E INDUSTRIA DE -MA_DEIRAS~sEcAGEM E ARMAZENA_ 
MENTO _ COMPRA E VENDA DE GADO_ MADEIRA COMERCIALIZAÇÃO_ 
Bons Negócios:Lucros Certos.Produtividade 
Moradia e Angústia Dedicação e nmor 
tal está se gravando d! 
Uma corre ora que há +rê 
v 300 a 40O residência or 
1oje dez vezes menos, incluiu 
luuéis. E as transações costumam atintr 
somente, tu de elevado preço, pra]monto 
para rances firmas. Casas ou par ameno. 
de um, dois ou três uartos para venda ou 
luuel ao raros e e procos inacesiveis. 
Quando um casal dono!vos procura uma mo 
adia para casar-se, sofrg tanto, que 
.1,urn ~ parP-cer depois no consultório do 
quiati·a. 
O caal de noivos gasta sapatos nos 
fins de semana; procura de mor-adia. Nao 
a encontra nas'proximidades do trabalho . 
Quando sure um apartamento, o prco é ab­ 
surdo. Um apartamento de ur:i quarLu.!Jc1la,b:• 
nheiro e 'Kitch!nete', onde a ca.r:1..i é tii.o 
pequena que os pés ficam d·• fora e no ba - 
nheiro só pode entrar um por vrz, sendo mn 
p,ros, custa de 8.000,00 a 10.000,00 cruza­ 
dos.mensais. 
l1, 1 
, .s wdo t / 
rbl te.a? 
(1ora). 
ConsUtuição à Vista 
Falou-se anto em mbléia Iaclona] 
Constituinte, em nova Constituição, em 
tantas coisas que, depois da Ins ala;ão 
dos trabalhos constituintes, udo se tor­ 
na desinteresse e desencanto. Se os anre­ 
dos parlamentares que acompanham a elabo­ 
ração e aprovação do Regimento Interno , 
puder servir de modelo então será um de- 
O casal de noivos resolve procurar casa na per 
feria da cidade, 30 quilômetros do centro. Ua ou 
duas conduções, uma hora: e meia _de trânsito.se não sesperado Deus nos acuda. Teremos um t:cx­ 
cnover. Nuna dessas "viagens", à procura de casa,o to constitucional prolixo, balofo, casuis 
casal é assaltado! O caso é real ... entr.:=n cm de- tico. D"nt.ro de alguns anos! 
pressão. Desiste da casa na periferia. A data corrr- r-----------=-------------1 
binada p/ o casamento vai se aproxi::.ar.do; Fiz w.a 
sugestêo. O noivo procura o diretor da fima onde 
trabalha e indaga sobre lll'.a possível t:--:,,..nsfer:ncia 
.1fi.s(f8J_ITY 
CUASE ICSCIETE" 
Em homenagem à 1em- gosto, teus seios, te 
bança do teu corpo, us reios e me esqucu1 
fiz da memória mu- minha memória-minha 
lhcr e a amei: amada, quantas histó- 
tinr.a teu rosto, teu rias a aprender? 
mois do quo do móquinos, 
PnKisomos da humónidada.• 
C0IVIAROS VOCÉ PA?A VIR CCHEER" 
-------- ----- - -- ------ 
A 
FJNOS 
LAS, 
RUA: 
ULTIMA MODA EM CALÇADOS 
E ESPORTIVOS, CINTOS, MA­ 
BOLSAS E LANGER!ES. 
CONDE 
.RUA OUDIJE OE CAXIAS SN _ Gil/A LOPES DA LAGUNA_ FONE: 
251.1055 PARA RECADOS-~ RESPEITO -OE COMPRA 
E VENDA ·DE GADO [URGENTE J. TRATAR PELO TE_ 
ERA 
..... ESPERIJÇOS 
DE 
A 
PORTO 
VIST!HiS 
SUA 
ALEGRE, 185 
VISITA ... 
Com o Pé Firme na Moda 
LEFONE: 2.51:.1364

1 POSSE E · IRCELO MIRINDI SOIRES 
NOVO GOVERNADOR DE MS 
1 
5» ode sexta-feira, 'amp Grande, comc 
o es outrn cp1ti do Brarll, ja estiva c' 
onolleo cl!ma de fez,ta, com mu! .a pen e ;e 
·mnlvomovimentando tanto na c!dade como no Par­ 
b oupque dos Poder .J, qtll. ra O r ·n 1. C l) Cl<1.., /J 1. ".': 
x Era uma festa com aupl, finalidade: una 
pra se despedir d um /1.l'ónrJn Cc;v, :·n:,.dor, 
que foi Ramez Tebet, durante cu 10 mee 
frente do Estndo; c outra para receber 
seu novo Governador, eleito em 1 de nover 
br·o p,,:;.;r,c!o, C()tr. m1 ll1arei:; rJc voto:;, conse- 
u!dos pela bem engendrada campanha do 
PMDU e Aliança D<:mo<.:ritt.icu por· todo o Est.a 
do: 'Marcelo Miranda, 
A:s solenidades de possv e de transmis 
~~o de cargo, foram realizndas no ensola - 
rado domingo do dia 15 de março. Para as 
09:00 horas estava programada a posse na 
Asscmbl.'.:ia Lep,islativa, e,.por volta das 
10:36 horns, a transmissão de cargo no 
~lúbe do Servidor PÚblico, ambos no P~rquc 
dos Poderes, o cenLro administrativo do Eg 
taoo de Mato Grosso do Sul. 
Muita ncnlc, pessoas das mais diversas 
áreas, doutores, políticos; empresários, 
diret6res de empresas, prefeitos, repbrte­ 
rcs, se aglomeravam por to':los os PSPaços 
do Palácio Presidente Tancredo Neves, a A~ 
sembléia Legislativa do Estado de 11.:-to 
Grosso do Sul, esperando ur.siosos pelo lr:l_ 
cio_da solenidade de posse do seu novo C­ 
vernador, o grande ido!o do povo sul-mato­ 
grossensc, Dr. Marcelo Miranda Soares. 
c!om um-certo atraso, e isa comum neste 
Pais, foi feita a abertura dos trabalhos 
pelo Presidente da Asscirbléi-1 , Lenislativa 
Dcp. Jonathan Barbosa, sentado à mesa onde 
se encontrava também o Sen. José Fragelii, 
representando o Presidente da República; o 
Prefeito de Campo t:rande, Juvêncio Cezar 
da Fonseca, o 12 Secretário da.Assembléia, 
Deputado Ary Rigo; o 22 Secretário, Depu - 
tado Akira Otsubo; e Dom Vitbrio Pavancllo 
arce-bispo da cúria arquidioce·sana de Cam­ 
po Grande, além, é claro, de Marcelo Miran 
da e George Takimoto. 
O Senador José Fragelli trouxe a mensa­ 
gem do Prcsidênte da República, José Sar - 
ncy, que foi lida cm voz alta pelo lg Se­ 
cretário, Deputado Ary Rie;o, e numa de - 
as partes dizia que '
1temos a responsabili­ 
dade. comum de consolidação.das instituicõ­ 
.::-._ ~ior.oTur.dar o processo democrático • e 
vencer as grandes dfficuldades sociais, 
'com vistas a desenvolver harmonicamente o 
nosso Pais. O êxito das propostás sociais· 
e a prioridade dos programas defendem tam­ 
bém a possibilidade de somarmos nossos és­ 
forços, para que eles possam corresponder 
plenamente às aspirações do povo de MS." 
Logo em seguida, foi pedido aMarcelo 
Miranda que 'fizés:;;e seu ju-ramerlto, repetiQ 
do as palavras do Presidente da Assembléia 
Deputado Jonathan Barbosa, que foram as se 
guintes: "Prometo manter, defender e cum·-­ 
prir a Constituição da.República e do Est~ 
do, observar as leis, promover o bem geral 
e desempenhar honrada, leal e pat_riÓtic« -
1 
mente o cargo de Gove·rnador do -Estado de '. 
Mato Grosso do s,,1
11
• 
A seguir, o Depu­ 
tado Jonathan Barbosa 
falou: "Em nome do P.2. 
vo, que esta Augusta 
Casa representa e no 
uso das prerrogativas 
constitucionais, de - 
claro empossados nos 
cargos de Governador 
e Vice de Estado de 
Mace Grosso do Sul,os 
Senhores Drs. Marcelo 
Miranda Soares e Geor­ 
ge Takimoto",eles que 
foram eleitos, legitl 
mw.ente no grande e 
disputado·pleito de 
15 
de novcnibro do 
ps53d0. 
O dircur_so de 
Marcelo 
Após ss declaração, o granue 
público que superlotou ~s dep,ndêr.cia~ co 
Plenário da Assembléia aplaudiu calorosa­ 
mente, tomou conhecimento do Tero OfI-­ 
cial de Posse. e ouviu atentamente o lon­ 
go discurso de Marcelo i•íiranda. 
'arcelo demorou cerca de 30 i­ 
nutos para fazer seu discurso de pos$e, 
con suas 20 laudas, que começou assim:' 
"Inicio neste m6mento, ao lado de r.:éus 
companheiros do P;DB e da Aliança Demo­ 
crát.ica, e do povo de MS, r.iais uma impor­ 
tante jornada na minha vida pÚb li ca". 
Dei~ou bem claro que pretend• 
fazer um governo éonjunLo com o povo, di­ 
zendo que 'A comunidade está, desde já, 
'convocada a engajar-se nesse esforço do 
desenvolvimento atrav~s de suas entidades 
representativas, associações, sindicatos,. 
grêmios, instituições beneficentes, que 
são os canais da participação popular 
nesse importante mutirão". 
, Foi austero quando declarou que 
vai administrar os recursos financeiros 
com muita atenção, dizendo que "àe . r.oss· 
parte, zelaremos para que o Governo nao 
agaste um só tostão em atividades supér­ 
fluas. A outra face de cada cruzado arre­ 
cadado, haverá dê se materializar em es­ 
_tradas, escolas, . postos de saÚdé, redes 
de água e energia. Esteja seguro,. contri­ 
buinte, de que sua cota-parte na receita 
do Bstado se transformará em mais criêJ1..- 
9as em sala de aula, em um menor Índice 
de mortalidade infantil, em um litro de 
leite na mesa da_farrtÍlia carente, e'rn uma 
carteira a IJ!.Bis nos cursos de profissio­ 
nalização do menor abandonado, em ·um Km 
de estrada para escoar a produção agrico­ 
la, em.uma casa para abrigar UJ:la :famÍlia 
favelada". 
Essas são algumas promessas um 
tanto "perigosas", mas o povo parece de­ 
positar muita confiança em Marcelo Miran­ 
·da,·esperando que ele faça realmente u~ 
bom governo, principalmete quando disse: 
"Mais ainda: essas realizações não serão 
centralizadas no Governo do Estado. Nosso· 
prograr:ia e~volverá ação conjunta do Go- 
de1a 
.ho, Jardim. Boni o 
o·e a' to, e pr ocupados 
r :J<;on:1 UO YlO'J"; pav rnador, Ja que ] ,. 
±o de mui o interesse para oda na 
principalmente quando disse que "de 
coI«a !quem certos: a aço d	e meu Gov1 
no se tar sentir em todo os rincô 
deste E:stndo. No medirei! esforços por 
que cada cidadão sul-matogrosensse inta 
em seu dia-D-dla que ali onde vive o tra 
balha, meu overno se faz presento' . 
D todo seu longo discurso, pu­ 
dcros ressoltar, as ,rinclpoJs propos1ac 
o~ 1-larce 1 o Miranda, para seu overno: 
- Incorporação de 1, 2 ml lhé;u; 
de hectares à produção agrÍcoln· 
Austeridade: Zelar paro que o 
governo não easte ums~ tostão cm ativi­ 
dades supérfluaaf 
- Interiorização e dcscPntrall­ 
zaçao do poverno, dando importância aos 
municÍplos; 
Industrialização incre~~nt&dc 
pela ofer:a de incentivos ~lscals; 
- Criação do Banco de Desenvol­ 
vimento do Zstacto; 
' - Criação do Polo 3iaerúre1co 
de Corumbá; 
Instalação de Ter:elétrica. 
tendo coo combustível 'o gás boliviano; 
-. Prograr:•a de ele tr·ifJ.cação ru- 
ral: 
Prin.cipaís 
Propostas 
Programa dos Cinturões Ver­ 
des, em convênio com os mu~icÍp1os; 
- Incremento aos setores de M: 
mazenagem, Irrigação e de Rodovias; 
- Educação: ão permitirei que 
em meu governo fique uma sb c~iança for~ 
de sala de aula; • • 
- Criação da Universidade Lt­ 
dual de Dourados; 
,, - Saúde: Combate is doenças de- 
te:minadas pela pobreza e incre□ento ~ 
aes integradas, fundamentadas em solu­ 
çoes comunitárias; 
-. Segurança Pública: a prever 
9ao_ocupara lugar de destaque no faros 
binomio "prevenção/repressão·•. 
- Pantanal: explora;o·turísti- 
e as a 
- Mulher: I:plantação 
lho Estadual da uLhe.. 
- íao: cr±azo do 
Estadual do~,D!reitos do Índio. 
NOVI 
do Cor.se- 
Conselho 
"OS IONS HHITOS DEVEI SEI CULTIVADOS" 
• A CASA NOVA OFERECE O QUE H DE llEJ.Hon. 
- 	t: II IS T . ! S , JIINQ EDIS, APARELHOS I» E SOM, LOIÇAS 1 	D	!. 
l•J·: .RTIGO:- ))_ lll·:1.11011 )l"Al.11).)1(-'. -- TEMOS T · . 
• 	' U VEM CBOIES .ALAS MAR;+e 
VISITE A CASA NOVA E COMPROVE PHEÇrS, a1 Lll . . - .. 
• 	• '" • ).Ili-. !· .. TENIMENTO 
li 
TELEFo "". • , .• 
., "- - 1 3 O - J 3 O 
MELA IIST M.ATO GOSso o spp

1 Posse de Marcelo-Conli 
►t r l .. 
o 
plena con4 
-:ov,, n:, n·:o f 
J-:, ')!' 'J'1,• f 
os do rclóg1o. 
Foram marcdos pel 
ce.. • nl< dos cor•, .,o, ~" 
de gove rno. n c:ut. 
Secretar!os de Estado 
nresa servidores públicos. 
lt•G quv pul ;,!'H'il"l 
acrcdi aram nos d, .; ~; r.c., 
1S 
ApÓ:; o encerramento dos trabr 
l,,ur; e a execução do Hino de !,lato Grc,. 
rlo S1...l pela Bando. da PolÍcia Milit.: 
,iarcelo Miranda saiu do Plenário, segul ,.,. 
de uma comi tiva de parlamentares que 
accnpanhou ate a saidn da Asscmbl~i. 
quando passou revista a tropa que est.v. 
perfilada na rampa de acesso. 
Dai, seguiu para o Clube dos 
Servidores, onde o esperava o Governador 
1amez Tebet para a solenid2dc de trans­ 
mtssao de cnro. 
i-!o momento em que !larcelo ': 
anda chegou no Clube dos Servidores. no 
Parque dos Poderes, o salio. enorme. es­ 
tava completamente tomado pela impressio­ 
nante quantidade de pessoas que se espre­ 
miara. felizes por poderem ver de perto a 
solenidade de transmissao de cargo. 
Rru,iez Tebet. logo após ter fei~ 
to a declaração de transmissão de cargo. 
fez um lon~o discurso. emocionado, tendo 
SC:LJre a seu lado sua esposa Fairth a 
uem agradeceu pelo seu apoio. 
O discurs.o • de 
Ramez 
r / 
AMH 
. ser,ul r fo1 lida pelo Jo o 
-~it.l. D car·tn do p,_p;,. Sr .. rn~y .:-t: --r·-.:c·- 
.;1randri. à.., c:uãl ressul ttr· .. o:: e., t- rc-:r.o 
"conhecedor das quali dociet· :,-:::, 
o2is inciclicas e da capacidade dnin!s 
(rativa do i luscre Govern<ldor. '""UC: ·o t~•:-, • 
ém parabenizar o povo desse Estudo pela 
posse de, 
1
. Er.ci;;- .. f"orr:i•Jlando-lr,e: c..s vo• 
os de êx!to político e de urs aCrinis 
aço plena de realizacoes sincnizde 
co-, as D.J~ ;,] .... !=': Dsni ~,,...,;r-::, ~JoÓul:·r·r•''' 
Depois foi a vez de Marcelo i­ 
randa se pronunciar. novamente com um 
longo discurso. sempre entrecortado pelos 
aplausos do grande público presente. Sem­ 
pre com voz firme e segura. dirigiu-se a 
Ramez. di:.:.endo: lli-íeu caro Governador ila­ 
mez Tebet. receto de suas maos ? bastac 
dos destinos deste Estado, a mim conferi: 
do pelo povo nas urnas de 15- de t!ovembro 
Comigo entra e:n campo o cime que ter,10 .ta 
certeza.· pelo seu trabalho. fará c povo 
vibrar durante a partida que agora se 
inicia". 
E mais uma vez. Marcelo assUI:liu 
perante o povo o compronisso de trabalhar 
mui to pelo progresso de MS. dizendo: "Va­ 
mos arregaçar as mangas. muito trabalho 
nos espera. Toda esta equipe está cons­ 
ciente das responsabilidades ~ue recaem 
em seus ombros. J.iS tem pressa. Chegou o 
momento da redenção econômica e social 
deste Estado. Kosso coração tem a respon­ 
sabilidade histórica-de cons:ruir aqui um 
grande Estado~. 
Por volta de meio-dia. após seu 
longo pronuncia7.ento. enquanto era cu~­ 
. primentado por secretários. amigos. cor- 
• religionários. autoridades e yessoas pre- 
sentes~ forai":i serv:.dos !"c!'rige!"Z!ntes. 
aliás oportur.a.-r._ente. pois es~ava r:.uir:o 
calor. deliciosos salgadinhos e um sabo­ 
roso vinho branco portugues. 
E enquanto degustáva~os o vinho 
branco. conversa7.os co::i. o Pre~eito Ab~aào 
Zacarias, que estava presente à solenida-- 
1 
de con sua esposa. bem coo ouras auto­ 
ridades belavistenses co~o o Ver. Evilá- 
Do seu aiscurso. semp!"e 
~~~Pido pelos aplausos sinceros da multi­ 
ªº· retiramos os seguintes trechos: 
"Ao cransmitir a Chefia do Po­ 
~e~ Executivo do Estado de Mato Grosso do 
::,ul: !"aço -o com o mesmo sentimento. re­ 
lembrunéo o di;; em cue assumi os destinos 
ée MS. t,:ã.o assuml i~duzido. Assumi con­ 
~enc1do. convencido das minhas responsa- 
~l1daàes políticas e administrativas e 
r.o transmitir agora o ctirgo. com prazer. 
.fom alepria e co::-i sacisfaçõ.o'.· tar.:'bér.i 
sio :ara."làa e esposa. o Juiz de 'Jirei:o . 
José Paulo Cinori e Ayres Cafure. 
Abra.ão 
'revista E 
J ,... o C- 
·:·· .. e lo d 
Ot ln ... '<...., .. - • _ J 
'ar () o 1 r '.;r:o 
:unciamsn, os fá (;IJ",/ l:J 
p O V r , C ,J vir • " .. J . . ' n '..; .. 
:· .. :v,:.." 1 • ,:~3 ',vc, .. o ..... ,--40 • :· 1:1..1.clpi<J, 
11
• 
; e..; J.. ;J:: 1:1 i r:v • dr t •·c:~J:.tlho com 
o novo ovro Araão sr referiu a nodo 
'. 1R.3 o fo aro t ·cho Pela VI 
•-! rc... au cs'r r,rio como sento ", 
[J:-"i ... ~ ... i'(t ;'ll OV ,r.ncf:.t .)' T' • 
J2inici..:.r .. ~..: obr: .. -:;· ,.,.,_. forF•ri 
.3 ituanao oeono"nica interno 
'uul do Br+si1" 
Quando per7untamos a Abraão so 
interrompi­ 
causa a pe 
ex ternn 
,ro t.":'I rJos 
11
(-!::[')i.:i!'v:.,~'' :H ~arz;_n :.o do povo 
lmvistenso. que o problema da energia 
"'clétr i"ca, •.:lC' dis~e qu, "Jil ranLivemos 
contato cc~ o Dep. Ricardo acha obre 
3se assunto e cremos que dentro em breve 
r.eremcs esse probira solucionado''. 
e::. mais ur.a vez vmos esporar 
O Secretariado 
JUS7ICA: ROBERTO ORRO. 
Ligado à Justiça e de !déies. 
progressisas, sua capacidade leva a crer 
que sera um Secretario a alura da expec­ 
:ativa. 
CASA cr·nL: Lc;:::;RES r-!ACHA!)O. 
CASA MILITAR: GEL Jost. REIS POUSO SALES. 
FAZH:DA: ..:oÃo LE:-:-E SCHH'.IDT. 
03RA~: OLA 'O ::iE l,:DHADE "/ILELA. 
ADMIN!STRACÂC: 'íH!AGO ?RA'iCO CAr:::;ADO. 
P1.Ai.E5E5:zC. JORGE E OLIVEIRA MARTINS. 
SAUDE: A~FREDO A?RUDA. 
SEGU?..ANCP ?Ú3LICA: LEAL DE O'.JEIRCZ. 
_EDUCAÇAO: ALE:xo PAPAGUASSU ::ETO. 
CorfüNICAÇÃO SOCIAL: GUILi-iE:u,:E Ct.:::HA. 
:AGRICULT';R;, E ?ECüÁRIA: FLAVIO DERZ:. 
.TRABALHO: CA!U-iELH:O EEZE!:DE. 
,rr:D'JST?.!A E co:-:ÉP.C.:O: ::A:.JIR ::;:JE?-~A. 
,DES?ORTO: PAULO FALCÃO. 
J-:EIO AM3:E:r:::::: HARRY A!-:(El:t-: ccs-:;. .. 
AssUyre:::::_S: APARÍCIO DE 
JUNIOH. 
ASSU1'!'i'OS C:J:,:;;r:..:: ;..,ucs: c::Lr::A J'.A?CI::s J;.:. 
Liill. 
Dos enviados especiais creden­ 
ciados, à posse de :,a:-celo :'.i:-=::a Sce.res 
e George Tki:oro, no dia 15 de Mar;o de 
'1987, e::: Ca-:-;:,o Gra--:de-::s, L"J:JSE'.,'.) SE:7:-l0- 
!Ur;E e U3ALJ!:,o RCDR:c:.i.::s .

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j í, ,: .: 
Cl/1 LA VISTA 
0. IA"C ,,,8 Ã / 
D·o )e íto q "" a,,.,,.,., "º n• 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VIST 1 
ne::t:RE:70 fi8 0161/.87 - CA.B!r.n: _ DO 
PREfl'.]TO E:t_l3 Dt HVF]ff.lf'O DT_L67 
O Prcft:i o J.lunJr.1pnl de; Bela v1Bto, Es­ 
tado de HaLo Gruoco de Sul, no uco de ::;ua3 
tribiçóc leais, c tendo em vista o que 
dlupÕu u Le! Mun1ciprl N2 751/0~, de 10 dt 
dezembro de 1984, 
llt··r.td·:T/1: 
co- 
não recolhido no przo regulr. r f1c 
cujr•i rr, é,t.ü juros r:or,-t Ór·1o•, écdcul"tio.: 
cobre o principcl, lncJ-p•·r.<J(.rt't..'~•~ntr 
L.d,uali7açiío l":!",nt:tÚr.n c/u. µc•nollé;,dn cr,­ 
pc,r ccr.lo {1½) 
brançn don !1t..rviçon que tra o~ Lei Munici 
r,1,1 n9 751/G-i, tem pr-r preço Gz$ ?.000,00 gor na dnt.a (l,:, suu p .1licnçi:io, r,vop,,ô:,:; 
(doiê> mil cru:;;,,dor.,) o h1;ctarc• ou froç;iu , as dl!1pus1çÔet cr:. c<,nLrFú'lo. 
mais dez. pc,r- cento (10,), cbre o valor, BELA VISTA MS, 13 de fpvc.rclrc CL 19B7. 
Lit.ulo dú adrnJnl::it.r-açao. 	ABRAÃO Affi,;'.JA V,C'ARil'.S 
AílTIG0 ?º - O pop,mcnto do~ serviços s~. Prefeito NunJcipa •. 
rá dcvitlc, pcloi; propr;c•i;ár-io::; urbüno.o, de-~------------------------, 
vidr,rncntn nutlf;cr.dor., todas as ve;zes qut 
a Prefeitura cxecular os serviçoo de lim­ 
pcza nas propriedades. 
A~TIGO 32 _ os serviços dcverio ser pA- ''Autorize a sessic de cumodalo, entre 
ias cm cota ~nica, atrav6E d~ documento de a Prefeitura Municipal de Bela Vista MS, 
arrecadoçio m1..nicipal, no pruzo de trin.;;:- e a firma Auto Posto V~ tÓr1 ~ Ltd· ". 
(30) dias oµÓE a ~xecuçio da limpeza. O Prefeito Municipal de Bela Vista, E~ 
PJRÁGRJIFO p _ o descumpr:!.mcr.to do pra- tado de Mato Grosso de., Sul; 
zo dec que treta 
O 
"caput." deste flrtigo, su , Faço Si..lber· que a câmara Munjclpnl,apr~ 
jei tar·á o pr·oprie tári o infrator ao pagame; vou e Eu sanciono a. segu1 nte: Le l: 
to de vinte e cinc<- por cento (25%) de mui ARTIGO 1° - Ficu o Exccut
1
;o ~u~icipal 
ta. 	autorizado a part1clpar do rateio de dcs- 
PARÁGRAFO SEGUNDO - A multa sra calcu pesas, até ovalor de Cz$ 80.000,0C (oi - 
J.nda scbre 
O 
valor do serviço monc-tariomEn tenta mil cruzadoi:;), para a perfuração de Aos vinte e nove dias (i'o r.iês de j:mr·1ro 
".t· atualizado. 	urr. poço P.r:-te!'.:
1
enc o imóvel • denominaclo do ano de r:iil novecentos e oic.enta " :;MI', 
F=-----------------------l~------=--==-.,..,,.~}'u.:o Fo='to Vitória às· dez (10) horas, reuniu-se nesta PrC'f~J- 
Ltda
11
,loc·a1izado· !'la tura Mun:clpal, a· Cor:ii::;sÕ.o MunJr.ipal dr• L1 
Rodovia MS 354 Km 40. citação, composta pelos senhores SIUNEY 
AR1'IGO 2Ll1a par- !10NTEIRO MASCARE!IHP.S, Presidvnte; ,JA!IETE 
t1cipaçio do rateio, FESTI, Mcmbro;e EUGAR PINHEIRO, Membro, pa 
u Municipio dever; ra receber, vistar e julgar as propoGtas -· 
ser benefi~iado com da compra de 1,000 folhinhas ano 1987. Pro 
água e energia elé - postas estas apresentadas mediante Cartas­ 
trica na Escola Muni Convite n?s 016/87, 017/87, 018/87, pelas 
e ipal Godofredo Gon: Firmas IMPRESSAO ESPECIAL EDITORA E PUBLJ- 
çalves "'°' Silva, em C_IDADE LTDA.; LAMOIIIEP. CRIAÇÃO CftÁFICA; e 
regime de c·c,:nodato, VELfüETH & VEl!DETl-! LTDA., trê:: r-especti- 
pelo piriodo de 50 vame~te com_sede cm Go1in1M-GO. Dando lni- 
( cincoen ta) ·anos. c_1o a rcuniao, foram abertos os cnvc lopes 
PARÁGRAFO ÚNICO e feita a vistagcr.1 dos mesmos por todos 0 
Pa1·a canto, fica au- presen_!:es. Feita a ~eitura das propostas.a. 
torizado o Executivo comissao iniciou estudo de viabilidade das 
l-!unicipal a assim,r mesmas. Apos o julgamento das propostac, 
o termo de comodato, foi considerada vencedora e carta convite 
pelo prazo mencionaCo n
2
,016/87, apresentada pela firma ESPECIAL 
no •·caput" deste a~·ti EDITORA E PUBLICIDAD;;- LT!)A 	d 
F 
_ - ,, por enten er 
go com a inna pro - a com1ssao que o preço apresentado era 
0 
prietár1a do imóvel. melhor, necetendo visto de t d 
ARTIGO 3 2 - A Fi I'- 	o os os presen 
tes, encaminhou-se a proposta vencedora a 
r----------------------------------...lma A~to Posto Vitória" t i 	ta 
.a pos er or homologação pelo Chefe do Pc- 
Ltda, oferece os se - der Executivo Municipa' 
11 
d 
guinteE_doct:111e!'ltos pa 	-· a a mais havendo 
a tratar, foi encerrada a reuni- sendo 
r;s-. provar o seu ctcaí.': lavrada a presente Ata que vai ao, 
nio sobre aquela área assinadas. 	por todos 
I - Cer-tidio de Trans SIDNEY MO~:TEIRO 11' se 
crição do imóvel· no- • • 	'A ARENHAS-Presidente 
JAHETE FESTI - Membro 
Registro· Geral de ImÓ EDGAR PINHEIRO _ Membro 
vel, ex traído do Li- - 
·vro competente do Car 	" 
. 	H030I..OG./;.ÇÃCI" 
torio de lQ Ofício 
desta Comarca·, Ho~ologo em todos os 
refe + . termos a Licitaço 
II - Planta do imóvel :e erene a Ata n? 016/37 
cor:ipra do 1 
000 
~ • que trata da 
confeccionada em esca - • •Olhinhas ano ,087 
la adequada, de formã BELA VISTA MS 10 d f' -~ • 
_ 	• e .evereiro de l9ô7. 
, a produzir ur:, desent,o AAO ARA ZCARLAS .,, 
r.rezas +l.....- TE] 
Assossiação Bras·ilei- DE:C."tETQ Ni 
0164187 
. 
ra de Normas Técnicas ?EEFEJLTO D{• =- - GAS!NOE :!?O 
ABNT; 	E: .27z%.. o p 19e7 
<mi': 70200 	JIE.L. "J~TA 	lfS 	Abraao A.-r.oa Z-2carias ;:, --. -· .,:..n,., ~ • "''.:. 
a 	'.III - Certidão Neg;,.t.1. la Vista Esta. . • ±refeiro Municipzl e e 
r· 	..;....;.. 	--1. f 	- • ao de }o Gnose=. s. -, ·- -- - 
_va ornecida pelo Car tr1bu1çÕes que lhe 
00 
., -=-~- n_o ;:;uJ., no u;,o ~ 
'tório de Protestos. d-e 20 	m:ere o • -~-, - 
. , da Lei Cor.role!':le."l- - -·-• • t, do Artigo 
ee Tiu1os 1oea, re- e 1sag, é ""
7
,de zoas cerro 
f'erente ao 1rve1. 1,o ruo ," 
0 
que cc..":sta da Let~ e. 
ARTIGO 4 R - • iGQ 	• aa rr.e~ '·1 ocv-•""" 
- ±a : 1-Fica dispe: .• a, ?Cilk: 
Lei entrará em vigor se ·5em.sdo de Lici., , 	ses 
. eren efetl.lad.."15 no IN: 'V ? s c0.p: e.= 
na data de sua publi- r ser exclusi • 
11
'll.7?o QlTii-lIC:l CA:·'.l"!i:AS.5°,'. 
aç
- d 	va e::i todo o ter~
1 
• 
-~J.-------:'.""""--------------:;:::-----'-::-----------1 e ao, revoga as as r1cação dM • • : torio nacional r 
e 
. . O B A t ·, S t a. disposições em contrá }RT 	7s renedios en anexo 
1 r U r D I a O 
_ 	.1.GO 2•-Este Decreto e.-.-,..,, • 
0 
• 
, 	, 	rio· . 	- ua publ!caç3io revo . ·•--ara -::i vigor na da::a de 
Bela Vista MS, 22 !o. ' gaoas as dis;,oSiçÕes e::, concr:Í 
J}Ol'TOR Ut:CIDIO V.LDEZ DE IAnROS 	de dezembro de 1986, • Beia Vist:a !-:S 'Z'7 "'e ~ 	- 
ABRAÃO A.~ •ZAC>.- 	' V ... everei::-o de 1987_ 
CRO ~lO/)IS - f.ansu!tdrlo: Rua lfal. fedo /N -- Fane: 251-1757 REZAS 
Resldi"ncial .v. Ccl,, Cllmlailo 10:19 - Fone: 2,'51-12:?l - .l.llDIM - llS ?REFEITO MUNICIPAL. ABRAÃO ARA ZACARIAS 
.___A.,..,._..-;_ ,.... ...,._ 	....__~4-,.- .... ~---....;?::.;?!tEF~-u:2;ro:,.::•:u:~,~:r~cI?~AL~--- j 
biveis, no percentual d un 
Lú mês ou fração. 
ARTIGO 5 - Este Decreto 
LEI M° 782/86 - GP!METE DO 
PREFEITO EX 22 DEZ±X3C_D? 19SS. 
Indicador Profissional. 
ADVOGADO 
DOl"TOII ,:"fO~IO 1-•. ~..SClllf'STO 
1 1 
~JC: 00íl47-l.&!l-OO - O.H/)IS - !?t!í1J 
Causas Civeis. triminais, Questão de Terras, Direito <lc Familia e 
Trahnlhista, 
Escritório A. Rio Branco N 439 
lesiMncia - Av. lio Branco X• tu7 
CEP: 70280 ·Porto ).furtiuho - MS 
Escritório Contábil Betel 
. F.SCRlTAS FISCAIS E CO'."fABEIS 
Ynndcrlcy C:u•aroti - CRO/).IT 3.1137 
,h. 1-:ug~nio l'cnzo 570 (Ao 1:,do da F,x:,toria) 
Caixa Postal 23 
de 
m:r:·;0010 
Antonio Joilo - MS 
-.Advocacia 
AYA PA..>U! JlJLGJ..wC:lfi:'0 DE: CA.Ftl!'AS CO,IWI?r. 
16/87, O17/87.E 018/67. 
1' 
DOUTOR CAIU.OS ,. ~AZAIU llOlfuES 
CAl'S..S Cl"F.lS E CRUl1NA1S 
Run llcputJulo llnriu "an Dei Bo1ch 28¼ 
Tclcfnnc: 30"1882 (Próximo 11 R0<lo,•iúria) 
Advogadas 
YIUL- DA S11.(A E 'ER. L- nxom 
,';ousa• Cl"ci• c Criminais, •rmt,alhiota. llireito de Famtlia, Terras e 
Jnvc.ntúrios, 
lu11 CuiuM Sf, - Fone: (OOi) -'30-lí!!lO 
R o n e i S j IV a Fuchs 
ADIOGADO - (:US..S CIVEIS E Clll~L~..IS 
CEP: iOOIO 
,XTOX!O J0.'1:0 
+CI TO • O1,62/87 - CA+ " DO 
Priro x ?6 pi svmo p» 1os7 
ABRAÃO ARNOA ZACARIAS, Prefeito Muntct- 
Plll tlc n •l:1 V! • .. , E,stndo do Mato Gr so 
1o Sul, no unuo da o'r!bul;os qu 
r",•rc· o 1. rn 1, do /rtltn !2t,,,l, I • 1 r,, J 
m+untar n? 7, de 20 de novembro d l l,' 
da autoriza;ao contida na letra C, 1 
Art!go 134, da mesm Mo, 
Dl::CHET,i: 
ARTIGO 1° f· IC'I 1lir.:p117 
r . (', , 1.- 
ção o Serviço Prestados pela F ,11· 1, l ,. 
viscense de Jornal Ltda.. em razio is Em 
presa congênere Gráfica Pape]ri e ±dito­ 
ra Bel Vista Ltda., no ter interesse " 
prestar serviços à Prefeitura Municipal d 
Bela Vi!J./J J:S. 
ARTGO 29 - Este Decreto entrará em vi- 
2or nn (iar.a de .;un publlc11çi:o, rc,vog- rlnc 
as disposições em contrário. 
Bclu Vista M:i, 2Ei <l<' [l:Vi•relro rlr• l'lA'l. 
/G'MÀO AH.J.l:M ZACA.l~ AS - PRF.lr r.I. -O Eff'. - 
CIPAL. 
BELA VISTA 
llS 
llS

t - .. - 
CARTAS À REDA(ÃO 
Prezado 
J vul do 
Dentre as inúm 
ras relçôe pes:soais 
ridas duran .e mi - 
ntia g<•!J Lr.Ío, à frc n (' 
do Emprcca d· Tur!crno 
de Mato Grosso do Sul 
S.A. - MS - Tllíl, noo 
podurin deixar de a­ 
gradecer a aLcnção e 
colaboração com que 
sempre me distlnguiu. 
No cxercÍclo do 
cargo de Diretor Pre­ 
sidente da MS - TUR , 
Presidente do TUROES­ 
TE e Vice- PrcsidcnLc 
do CONITUR, procurei 
desempenhar as fun­ 
ções a mim delegadas, 
calcado no trir.Ômio 
lealdade, dedicação e 
honestidade ao "tra - 
de" turístico de Mato 
Grosso do Sul, do Cen 
tro-Oeste e do Brasil 
no desenvolvimento 
divulgação e promoção 
do Turismo. 
Deixo os cargos, 
mas não sairei da lu­ 
ta pelo fortalecimen­ 
to das atividades li­ 
gadas ao turismo, a­ 
través da PANTANAL EX 
PRESS Viagens e Turi~ 
mo Ltda., estabeleci­ 
da à Avenida Afonso 
Pena, n 2881, loja 
31, em Campo Grande - 
MS, que volto a diri­ 
gir e onde estarei 
sempre à sua disposi­ 
cão. 
Cordialmente 
Lauro Quadros. 
Ao findar a nos­ 
sa gestão nesta Secr~ 
taria, colhemos a o­ 
portunidade para ex - 
ternac nossos agrade­ 
cimentos pelo apoio e 
acolhida com que nos 
distinguiu. 
Aproveitamos o 
ensejo para reiterar 
o nosso propósito em 
continuar contribuin­ 
do, naquilo que nos 
for possivel, em bene: 
fÍcio dos superiores­ 
interesses de nossas 
comunidades. • 
Cordialmente, 
Idenor Machado 
Secretário de E~ 
de Educação. tado 
Oficio Cire. n° 
001/íl'I 
D.: Associa;ão Bela 
vister.e de Profe­ 
:ore:; 
A (O): DIRETOR DO 
.JOIFliL TRIBUNA Oi 
fíl011TEJ HA 
À Direção e fun­ 
cionários do Jornal 
"TRIBUNA DA FRONTEIRA' 
Prezado(a) Se­ 
nhor(a) 
Vimos por ente 
comunicar V.s. , 
a posse da atual D! 
retorla da Josocia­ 
ção BclavlsLcnsc de 
Profeosores, assim 
composta:· 
Presidente: Elder 
Basso 
Vice-Presidente: 
Gilca -Lino 
1. Secretária: cé 
lia Maria Silva 
França 
2. Secretária: Fá 
tima Kalil Rodri - 
gues 
14. Tesoureira: Ma 
rilza·chamorro Mo­ 
raes 
2. Tesoureira: O! 
ga Mendonça Faria 
Suplentes: Lucas 
Ajala, Maria Elena 
Pagliosa Branco 
Mariza Simões, L~­ 
cia Franco. 
Estamos imbui 
dos do mais profu~ 
do interesse pela 
causa da Educação. 
E por acreditar 
que v.sa., também 
prioriza este as - 
·sunto, desejamos 
fazê-lo participar 
te desta causa. 
Colocamos-nos 
a sua inteira dis­ 
posição e espera - 
mos poder contar 
com seu apoio e 
compreensao. 
Atenciosamente 
Prof2. Elder 
Basso, Presidente 
da Associação. 
"LEIA JORNAL TRIBU 
BUNA DA FRONTEIRA 
PARA ESTAR BEM 
INFORMADO" 
=====------ 
Í'• : o 
"rebanho' 
católicos 
() 
o b,-.,.. p:·o·r 
Os pastores, ou - 
ja os Bispos católt 
cos, poucu coisa 
tem a fazer em suas 
dioceses. Por isso, 
tem empo para se 
ocupar de problenus 
nacionais. Proble - 
mas políticos, eco­ 
nomicos e sociais 
ocupam as atenções 
que deviam egtar 
vollanas purn a Jl­ 
tuação cspirltuul 
dos fiéis. A confe­ 
rência 1acional dos 
Bispos do Brasil 
(CNBB) criou um ru 
pode ação - bispos 
padres, leigos - pa 
ra influir sobre os 
constituintes. Reu­ 
niões, almoços, ja~ 
tares, em vez dos 
antigos retiros es­ 
pirituais, procuran 
do nas decisões d~ 
Congresso. Em rasf 
lia, este grupo de 
pressão é chamado 
de LOBBY SANTO. 
Constituiram 
até uma ANA, que se 
traduz: Agência de 
Noticias Alternati­ 
vas, com o fim de 
transmitir informa­ 
ções diárias sobre 
a Constituinte. En­ 
tre os clientes des 
te boletim diário~ 
além dos jornais e 
emissoras de rádio, 
católicos, estão S~ 
cretarias do Gover­ 
no, Assessorias qua 
11ficadas do Senado 
_g da çamara. 
O Lobby 
l!Al. . ft i ' tli 
DA FRONT IRA - PA A AI'A LIGUI 
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55unto, porque voe, m, is do ue ninué 
Não percam neste Os resultados aprg,' eu 1.nrr,br'.:1, ., ,b, 11""' < 
11
' ,:oi··, q,i, ,,;',  
1 
• 
domingo, dia 22/0/ [sentados foram os se-]balho e exige sacrifícios é mudar. 
07, uma sensacional iguintes: 	Mudar para vocé, vai Lt• obr!p.il." C'• 1·
1
1•- 
e inédita partida de Prefeitura LI X O Gr- ren e a encontrar o cJl:::ccnJ){'cl<w, :,,p,!lc, 
:'uteol em nossa ci-[io União. 	que você nio sabe, no vê, não tem cort e- 
doce, Estarão se de·- Baixada flunim:ns<' 1 za. f.j;J:; r:.uac. 
f'rontanrlo GORDOS X X o Amieo•; do GlbÓiu. Sei da suo !tua;ão atual, cheia de d 
líAGROS corr: irludP de X x snenos, quando te usaram, quando f!ze- 
L ., 
v i r· 
ny r 
•(']íL/ 
.t s+ 
r • 11 <W : i 1 cJ 1 , 
. i e; J'..ll'ü 'er.d r a 
d it nl t•la b<•lnvü,~c!:_ 'U-JffiEri .•• 
'f 
'' 1 .[ti 
Carta de um Pai para um 
Filho Viciado em Tóxicos 
Meo filo qu rido, 
ti, 1 U I :;t f.,)f 
1nlli : ll1 
,,11 • r 1 
1 i n . 
De Pt·of<'flSOre,,; de: ik 
ln V1:1ta, c-om novo Jcon:(•c;,·u nr ;t<· 
PrPG1dentc-, Pro!'t·'>- dO'"llJ11'0, ri:~ 1r,;o:l/ 
• sor l!eldc,r- Basso. B/, na d •lo Seo- 
Agora a Associa- /senta Esporte Clube, 
çãobstá empenhada cluma p«rt,d a: is10» 
levar o nore dos can]envolvendo a seleçao 
didato::: à /gente de- de C:1racol X equipe 
Educaç5o para ser e!do Posto IplranKU de 
tudado e aprovado r~nossa cidgde. O jogo 
lo Diretório, afinal(começou as 08:00 hs 
quem melhor que o co:n um bem número de 
professor para opi - c-spec Ladores qui.: fe­ 
nar sobre • aquele q/ rar:i prestiriat· o <'- 
será seu chefe? venlo, qu<' tc:nünou 
com uma vlLÓriu dn 
equipe de Car-acol pe 
lo placar de 4 X O - 
Muito breve esta- Apbs a parlida, o 
ri acontecendo uma VereaJor Marcelino 
palestra sobre Lbxi-cassio BigIia Acioly, 
cos na Escola EsLC'r Pr-csidente c.i.. ,·3.mara 
Silva, para pais, u-Nunlclpal de nossa 
lunos e professores.cidade, o~!rc-ccu un 
As pessoas que darã l0cuto churrasco aos 
a palestra virão de pactlcipanu•~ do jo­ 
Dourados e contam go, numa dernonstra­ 
com a ajuda da Pre- ção dt? cai·i!'llo e a- 
feitura Municipal prPço pelo esporte 
Blk..-VE ... 
Campo Grande, o~de o 
a continuação do carn_. 	No '·ntan~ - 	- 
Internacioné:l de ºor " ~o, quem nao muda, filJ-.o, n:10 
peonato promovido pg Alegre levcu o caneco, cresce e para você crescer-, você ter., r,:.;.: 
la Pref. Municipal. 	. , mudar. Se voe~ não crescer, você yai pc - 
~===-=-------_;..;,.. 	..;... 	..;,; rar neste estaeio e você precisa ter for- 
ças para crescer, largar tudo e ::;air des­ 
sa. Quen não muda nac cresce. Quem rão 
cresce não vive a vida: pára. E quem pár 
:1orre. 
Eu estou de mãos abertas para dar t;o:: 
vindas.!. para bater p_almas às suas tr3ns 
for~açocs de agora para a frente. 
Quero te abraçar e te aconchegar, re 
1poiar e te dizer ue te amo e lutar 20 
teu lado pela tua vida, pela nossa vic~. 
;ela _nossa importante vida de seres ht,::::i,­ 
nos. E isto_meu filho: vamos dar boas vind2.S â.õ 
Parida rari~f'ormaçoes, ITleS!!O c;ue no inÍcio elas dc!!"l t:: 
pouco, pol'que c.!.iz U!Tl Pl'O".tÉ:rbio ""Oular· "0 cr.;e e: 
de, Cura". 	,~. • • - 
Filho não queira 
• • · . - ser um guerreiro 1u---.:io ::. 
lado errado · 	' -~ 
'. ven.1-Ja, me abrace e lute co !!'.eU J.E;::, 
O sol esta lindo ... 
(Mensagem escrita a todos os coxic&~r 
r.os do Brasil e d 
:.,rasileiro· 
0 
~ ~undo pelo escr:cor 
desta cidade. 
FO 
' ' 
1 Ce 
bel.>vis.:ensc,, 
•10 anos acima. 
As insc r içÕcs P!?, Aconteceu também 
dcrão ser feitas no neste domingo pp, o 
JornMl Tr-ibuna da J9 Torneio Incentivo 
fronteira ouro reside duplo::i d<.' vÔlcy , 
ciência do ve1·eador - na Vila PrE--visul. 
Julião Godo)'. Val,! Sagrou-se car.pcã 
lembN,r que as ins- a dupla formada pelos 
criçÕes serão gratui atletas Eder Morais" 
tas e haverão lindi~ Alemãozinho, ficar.do 
:,!mos troféus pura 
0.5 1 9, í=- 2 
locados. 
e 3% co- 
1 
x x 
x x _ 
LEMBR/.MOS TAHBEM 
Aconteceu na v.la 	' 
do_ Ido Quadraneular- Ramc 
Prévisul, neste d 
Tcbet, realizado em 
mingo, dia 15/03/87, 
co a secunda coloc.:i­ 
ção Othon PinhPiro e 
nazzanc.,. 
r-·.m rlc· tj .:õr1cn:.t· 
umn pó, uma 3ílulo 
ou voc;e mcLno, um 
um pacote, um c!garro, 
cu c-•1anoc l ht' 1 n,1 e t.P, :,, , 
lÍoo..udo nu,ilqu<:r J')OT ti- 
r,,a scr·inza ... sei de tudo is o, mas el 
que pa--a você mud.:ir !:iigníf Jcor·i.. tbrir ri;:o 
daquilo qut' você e c,u .i::. :;;,:.,r:r;,o::;. O tóxi­ 
co, 
, :udar, para '/ocê, :.; J 1-1nl f icn rorr.p<' r co11 
todas estas rotina: que para você já era 
rotinas queri'as e normais undo na ver­ 
dade não oram. Ern !m, uma estrcd + • 
nunca te levou a nada. 
Sei rl'.'! você atrav.css,~ uma t,cr·.,. dl!'Í­ 
c il, mas que não é impossive! de se r· cor.­ 
tornada. 
Olhe ao seu lado ... cxi~tc ~uita gcn n 
preocupada cem vcce e querendo lhe ajuf~r 
a sair dcs3.'.l.. 
UI -CISI! 
ica Já Te Yi· 
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