•do 
stc 
:.icm 
·ra 
·o, 
aram, 
~ u- 
:,ei 
muo 
Jxi- 
cor 
ver­ 
que 
.fÍ- 
con- 
::!nte 
juctnr 
nõ.o 
cue 
po. - 
for­ 
des- 
ião 
pára 
:, 
:r ªº 
1da» 
num% 
Ias ds 
toam U 
3 que e!. 
TRIBUNA DA 
ArJO: XVI lf'l 825 21 
FIGUEIRO QUER 8. VISTA NO PIM 
Ronaldo Costa Couto, u necessidade da ir • 
clusno de Br la Vista no Prorama de A;si­ 
t;3nc11.i ;io::; i•lunlcÍplos - !'Ai-!. O Parlamentar 
Sul-1atopros..;enrn cxpi icou que SUi.l ~(•::tro 
nc:-Le sentido se acve às condições "pecu­ 
llares de Bela Vist,•, cor.10 ·nunicÍrio .f:•on­ 
teiriço, onde há carência de recursos para 
a lmplcmenLaç~o de uma infra-estrutura ur­ 
bana nara absorver a m~o-dc-obra local e~ 
atr.,íoa pevide à sua condiç;o dt• polo ele 
conve r~êncla cconÔmi ~a". E 1 cssal tou: "A 
injcç~o de recursos no PrefelLurc de Bela 
Vista para criar condições de absorç~o de~ 
.sa mnao-de-obra dispcniv..1 é de extrema im­ 
o·ncia, porque a c.:,>ntinuar a si cuação 
(Brasili do correspondente t al, pode surgir ur tumor de instaoili- 
,Atendendo ao apelo ao prefeito Delavis- dade socal que afu~Pria, inclurive, a~ 
tense, Abraão Zacarias, o IJeputado Ruben condições políticas e econômicas da r,: 
F!ueiró enfatizou ao tinistro do interiorllãó. 
Mulheres Levam Carta à 
Constituinte 
.Figqeiró- intercede por flincio­ 
.ná·rios do Banco· do Brasil 
rro 
., ... ' 
... :. .. r - 
Campo Grande-Lan 
çado em todos es Es 
L"dos da Federaçao, 
através de suas As­ 
sembléias Legislat! 
vas, o even Lo "C ar­ 
ta das Mulheres a 
Assembléia Nacional 
Const1 tuinte", ocor 
reuna Última quar= 
,ta feira em Campo 
r.ronde, através da 
representação de mu 
lheres de diversos 
segmentos. da socie­ 
aade, que fizeram 
para alguns deputa­ 
dos estaduais e ple 
nário a leitura oc 
uma carta elaborada 
pelo Conselho llaciô 
nal dos Direitos d; 
.., 	.;.._~~-;.;;;.-..:~------------------...1.. ·,,;.ilher. ?ÁGIHA 05. 
. ' 
Br. 1la - uiparação salarial dos funciona­ 
X-::os do Banco do Brasi:l aos do Banco Central, es - 
sa foi r.mia dl:S solicitRções que o deputado federal 
Ruben Figueiró fez em telex enviado ao ministro 
Marco Maciel, ct:e!'e do Gabinete da Casa Civil da 
Presidência da RepÚblic~. 
No telex o parlam<·ntar sul-matogrossense ex - 
Pressou: "R~go ao eminente patrício lev~ à prese!:_ 
Çê de S. Excia. o Sr, Presidente da Republica r...u 
apelo e favor da equiparação. salarial dos funcio- 
narios do Banco do Brasil aos do Banco Central e, 
n:~c sentido, a determ::.nação presidencial para 
liberação irrx:diata pelo Conselho Interminesterial_ 
de Salários das Estatais (CISE) do processo que 
funde o Adiei nnal de Fur.cão e Representação ao Adi 
clcnaJ. de Dedicação Integral (ADT) que lá se encon 
t:::a, há rrescs sem solução. Sei que Vossa Exce - 
lencia tamtém reconhece a justeza da pre­ 
tensão do funcionalism0 do Banco do Brasil 
f~cE à critica situacão financeira por que 
Passa e que poderá l~vá-lo n posições rei- 
vindicatorias radicais e, naturalmente em 
prejuízo do processe econÔrr.ico do Pais', 
• Aguardando uma breve manifestação de 
Vossa Excelência a·respeito, seu agrade­ 
cido. Cordialmer.cc, 
Deputado Ruben Figueirb. 
Em sua resposta, o ministro Marco ha­ 
c iel afirmou: 
"Acuso recebimer_to telex relativo equi 
p:'l.raçãc salarial funcio::rios Banco do 
Brasil e· informo, de orà::m do Sr. Presi­ 
dente da República, assunto retrans□itido 
ministro Fazenda. 
Cordial Abraço·•. 
SECRETÁRIO QUER QUE 
BA (0 DO BRASIL 
AJUDE EMPRESAS DE MS 
'a prx ma. 4s, 
rio d Idüsri 
st+ à recebendo vi.t' r ,v Superintendente 
iegicnnal do Banco do Frasil, it nus Wouei- 
ra, que foi enpos do dia 7! no caro. Ele estara 
corparnudo em sua vivi'a a SIC/MS, do cx-superin 
tendente, V!:mondes Lourenço Gonçalves. 
E!,ta Lntr.-vi!"t • .. f'oi !.:olicl ada pio próprio Se­ 
crPú..rio i.'a!rJír Gü r ru. r,v· pl"'•t nade ±t.r do nevo 
diretor rgimal do [unco d Brasil de que maneira 
aquela institui;o firsneira pode ajudar melhor o 
comércio e a instria sul-mnatogroseere, sobretu­ 
do a, microempresas. Segundo Guerra, esta é una 
preocupação ja "ranifestada polo Governador Mar:c)o 
Miranr:la, que já cJ
0
1,rnrilr.ou, incl>J.;.:.vn, ;i rco.l.iza. 
o de estudos para a criação do B.mco de Deservol 
virn-::·nto do Estado, como forma de melhor agilizar;; 
"€passe de todo e qualquer r-::curso fin:_.nceiro des­ 
tinado ao Ma:.o Grosso do Sul. 
De acordo com infomJçÕes veiculadas pela gran­ 
de Í!l1;:n::nsa nacioru-J., o presidente do Banco do Era 
sil, Camilo Co.l.azar_,, rccent.e:r.ente solicitou ao J.li 
nistérlo d~ Fazend ~ liberação de 12 bilhões de­ 
c1uzados, oriundos do F.co ilacional dt:! lJe::.envolvi 
rr:ento, pura aplicar nas rr.:c:-cx·rr:presas de todo o 
País este ano. Waléir- Guerra oisse c;t.;c. o Governo 
Marcelo Mirar.da irá gestionur para que parte sig­ 
nificativa deEscs recursos sejarr. destinados ao Ma­ 
to Grosso do Sul. 
BICHA ATENDE APELO 
DO ROTflRY CLUB 
Em l,l;l...t 1IOV<1 ~.;.se,c KO .,. 	_. 
tary Club de Bela Vista 
tem procurado ajudar r.a 
solução de diversos pro­ 
blemas que assolan a nos 
sa coounidade. 
Sem fugir à sua linha 
de clube de serviços, cu. 
ja finalidaàe é SERVIR 
DESENVOLVER O Ca1?AIIJEI= 
RISMO, o Rota.ry está s 
tra.ns:fonn;,odo mr:r Cé?l"lal 
livre onde cidadãos le - 
vam Süas queixas e recla 
- - 
maçoes. 
Primeiramente foi 
a questão do Posto 
do Mir_istério do Tra 
balho. O Rotary, ser. 
sibilizado. levou o 
assun;o a·imprensa e, 
como de costum,,, a 
repe~cussão ajudou 
r.a solução. 
Oucro problema q/ 
vem provocando criti 
cas da comunidade be 
lavistense é o da e= 
nergia elétrica, o . 
Rotary enviou cartas aô prefeito, vereado,. 	.. 
res, Enersul e Gover 
no do Estado. Envlo~ 
também um oficio ao 
Depucado Ricrdo a­ 
cha, 
Bacha, u□deputa- 
DE? . s.rcJ..ano 3AC.:-iri 
çÕes de servir ao po 
vo da fronteira, so­ 
bretudo de Bela Vis­ 
ta, respcndeu ao ofi 
cio, prometendo ime­ 
d:.atas providências. 
Nesse sentido o 
deputado encaminhou 
reivindicaco direta 
mente à Presidência 
da Eners:! e brcve­ 
men te te rerr~os nc. ti- 
. cias otimis:as. 
7CJS CS LEITORES, 
do engajado no con _ ' 
- CÁ texto regional e que 
possue reais inter - 
'ENTRE

, 
71 
REDE BELAVISTENSE 
DE JORNAIS LTDA. 
f 
l)lJl O rovo SEJA 8( M JNíORMAod 
Jornal Tribuna da Fronteira (Bela Yisti) 
Jornal Comia Jardinense (Jardim) 
Jornal O ugunense (Gula Lopes da Laguna) 
Jorl1.II Tribuna Murtlnhense (Portn MUf1lnho) 
Jornal de Bonito (Booilo) 
Jornal do Antonio João (Antorirr.Jolo) 
Hâ mais ele dez anos editando 
1orna1s e fortalecendo o munlcip.1lismo 
GRAFICA E EDITORA APA 
PADRÃO OE QUALIDADE 
',f'I•. "º 0( UNOTIPAGEM -CONFECÇÕES DE UVR0S E REVISTAS• 
ILERTI I POPULIÇIO 
«GREVE DOS BANCARIOS A PARTIR DE 24/03/87» 
IMPRESSOS EM GERAL • 
IMPRESSOS A CORES 
UMA EMPRESA DO GRUPO REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS 
Fone: 439 - 1410 
Rua da República, s/n? - Bela Vista - MS • 
e 
érobro - o álcool 
mata as células do 
cérebro. Se bem que o cor- 
po pode reproduzir células 
mortas, não pode, todavia, 
reproduzir as células cere­ 
brais. Qualquer dano cere­ 
bral é permanente. O ál­ 
cool também ·provoca he­ 
morragias cerebrais e obs­ 
trul os vasos capilares. Fi­ 
nalmente causa contração 
do cérebro, tornando-o es­ 
ponjoso. O beber costu­ 
madamente durante anos 
causa grave deterioração 
da memoria, do Juízo e da 
capacidade de aprendiza­ 
gem. A estrutura da perso­ 
nalidade e a consciência 
da realidade no alcoôlalra 
também podem desinte­ 
grar-se, pelo menos alte­ 
rar-se gravemente. 
Pulmões - o álcool 
tem JJm eleito tôx1co SO· 
bre os pulmões. 
Ossos - o álcool c'rla 
"células beberronas". as 
quais formam ossos que- 
bradiços. Pensava-se que 
os alcoôlatras tinham mais 
fraturas porque calam com 
lreqOéncla Agora os inves- 
tigadores sabem que que• _. --~ 
das que não provocariam 
danos ãos não-beberrões 
provocam fraturas nos al- 
coôlatras. O álcool também • 
reduz a quantidade de gl 
. bulos brancos e verme­ 
lhos) da medula Ossea 
Flgado • - A cirrose 
uma óegeneração do tecido 
do llg.clo alo em tecido c,­ 
catriclal, 1) oito vezes maior 
em alcoôlatras que em nào­ 
alcOOlatras. Os que bebem 
apenas socialmente. mas 
com freq06nc1a. também ---­ 
lém aumentada a gordura 
do ligado e preJud1cacsas as 
0#)1 u l&S heQàllcas. 
lntHtlno Delgado 
- O kcool bloqueia a ab­ 
aocçào de VÜiu subslln 
cis, tals como tamuna 
kídO IOIICular, QOC'dura. v, 
wmv9_ umuna B, e 
mnocidoa. ' 
SaftCIUe - O Jcool 
taz oa glbulos verrnelhos 
que em nenhum momn.o rmnittr mm a ne /recurso no 
lação éria, os bancá: brasileiro 	e o 
foram obr lados a decre GREVE MACIO- 
AL, por tempo indo rm1nado, a partir 
do dia 24/03, par ter atenilaus ua» 
Justas reivindicas. omos aproximada­ 
ncn tc 7SO r.Jl bum;, rio'; no :>,Í.·, "1--J• 
no sistema !camente e achatam nossos 
salários o são lesados dieltos que d1- 
f'i cu ltar o a tcnd1mcn lo daa no•;:;u:.; n1•ce:; 
sIdndes básicas. Fruto da cxpiora;ão dg 
sumana dos seus func l on~ r los - na jorn,1 
da de trabalho e no puamento de sala - 
rlos miscr·Í,veis - e clu socic•dao" br;,ir;!­ 
leira - na cobrança de Juros e taxas a­ 
busivas - os bancos acumulam cada vez 
mals. lucros exorbitantes. 
Os func1oniirio!i do BB e da Caixa F.­ 
conômica Federal vive, hoje na mesma si 
tuaçõ.o d_os demais bum:ários, o que tem 
provocado in~meras demissões R pedido 
naquelas duas empresas. O conceito da 
comunidade de que s 	Primeiro dia do 
são cheios de mordomias e privilégios 
não condiz com a realidade cm que vivem. 
Est·as informaçõºes distn.~c1das e na maio ~overnador no Parque 
ria das vezes, provocadas e alimentadas 
pelos próprios banqueiros, tem a preten 
são de jogar a oplnir.n pÚo1icl' contra - Dlsposto a continuar acelerar a obra r:1od~rrJ- 
--------------------.~rª::..:º~~-......::.:.:•::...· __ • __:, ....:.:. j
7
ªdora, inspirada no social - corr.pro.·:lisso do p;,íiJ3 
•~ da ~iançé! D..:mocrática -: o govvmador l-larcdo 1i.:. j 
~a.,da iniciou o seu primeino dia de jornada de tra 
balho no Parque dos Poderes, para governar Mato 1 
Grosso do Sul, durante os proxirr.os4 anos.O govcr 
nadar Marcelo Miranda chegou be:n cedo ao Palácio - 
(~h20), acompanhado do seu ajudante de ordem, cp! 
to F Francisco Silveira Libório e de sua Sccrett 
ria particular. 	- 
Ao contrário dos governos anteriores, o gove!'­ 
nador Marcelo Miranda preferiu caninhar rumo à en 
trada principal da Govemadoria, ao invés da en­ 
trada privativa, provima à aragem. O Governador 
fez questão de cumprimentar todos os f.rncionários 
por onde percorreu: secretárias, telef0'1i<;t"" e os 
garçons. Antes mesno de tomar conhecimento de sua 
e.genda, o Governador Marcelo Miranda encontrou !'la 
sé.la de recepção uma comitiva de Paranaíba cons­ 
tituida pelo prefeito municipal Wilson Roberto; a­ 
lem de vereadores e a bancada do PFL local que es­ 
tivera acompanhados. do deputado pefelista Dala - 
dier Agi.As 8h25, o Governador Marcelo Miranda foi 
recebido em seu gabinete pelo chefe· da casa civil, 
Londres Machado e pelo seu secretário particular, 
Jose Rodrigues. 
O Governador Marcelo Mirar,da adiantou 
alguns despachos protocolares em seu ga - 
binete e as 09·00 ho 	- 
• ras, compareceu aso 
l·enidade de posse da primeira dama do Es­ 
t~do, Mariita Cançaào Soares, na Presidên 
eia do Fundo de Assistência Social Sul_­ 
latogrossense _ FASUL. 
eumaGa 
de da populaçio pr , C" ·: b 
ncia e o radicalismo Io ex' 
nação brasileira. 
Campo Grande -- Ma, 19 de ar;o d 197, 
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE CAIRO GRADE M 
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE :JURADOS M 
SI!DICATO LOS BANCÁRIOS TRÉS LAGOAS MS 
SINDICATO DOS BANCÁ#OS DE IAVRAÍ MS 
SINDICATO DOS BA!CRI OS DE CORUMBÁ MS 
ASSOCIAÇÃO PROF 1 SS I01!AL DOS B/,llCÁH IOS !JE 
P0IH A POHÃ !iS. 
r.ssoc. DOS FUNC. DA C.E.F. MS 
COMI SÃO DE MOBILIZAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS 
DO BANCO DO BRASIL S/ A 
M,.-,.. 
~ 
zoe 
)tllffla ..., 
lollt 
J 
I 
-- J 
- 
se aglutlnafflf, detendo a 
circulação e privando oo 
tecidos de oxigênlo, Tem­ 
bém causa anemia, pela ' 
reduç4o da produçlo de 
tais glóbulos. • . 
lnfecçlo - o ilcool 
reduz a 1"8$lsttncla do CO(• 
po As enfermlda<SM, pela 
-- decrescente produçlo do 
glôbulos vennelhos e so­ 
bretudo brancos. 
GIAndul11 End6· 
crinas - o •1coo1 dese­ 
qulibra o funcionamento 
de todas as gllndulas en- 
dôcrinas. 
Coração - o àlcool 
tem um eleito tôxlco so­ 
bre o coração. causando 
finalmente um dano lrre­ 
versivel ao müsculo car­ 
dlaco O beber diariamen­ 
te durante um perlodo cur- 
./ to (dois anos) provoca 0 
./ aumento da quantidade da 
gordura que se depoatta 
1unto ao coraçlo e entor­ 
pece seu normal metabo- 
lismo. . 
Mloa e Pg - O 4 
coai causa pollneurlte ou 
inllamaçlo doa nervos.' co­ 
mo result4dc, da deflclln- 
ca de vitaminas, do que 
inevitavelmente padecem 
oa alcoôlalraa A pollneurl­ 
te provoca senaaçõea de 
"??["oras mtos •no» 
Plncreaa _ 0 ex­ 
cesstvo uso de tleooi cau­ 
sa a lnllamaçao do p&n. 
creas. Uma -..ez inflamado, 
nlo P<>de recuperar-se 
.completamente e conti­ 
nua degenerando-se. Em 
casos· de hemorragias do. 
Plncreas oeralmente o be- • 
berrao morre. 
Glinclulas Sexuais 
- . o alcoolismo Produz se­ 
n1l1dade pramatura. • 
1 
• 
do disfu"""" me um- 
• .,,...u e degenera- 
.çào das glândulas sexuais. 
Os e_sludos têm mostrado 
consistentemente que Sha­ 
kespeare tinha razão q 
do observava que 
O 
~ 
• provoca o desejo, mas 1 
à impotência". 11: • eva 
NOCD9 
------------------------ 
.1«-AL ftDalA DA P1DftEllA 
Fundado em 20 de Fevereiro-dei 1972. 
DIRETORA : 
REDATOR-CHEFE: 
GERENTE 
REPORTAGENS 
MARIA ESTELA VELASQUEZ PFREIRA 
IVALDO PEREIRA 
GILSON SILVA SANTOS 
LUDGERO AUGUSTO SENHORINE 
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: 
Rua da República, 268 
Fone: (067) 439-1410 
Caixa Postal 23 
- Sede Própria 
JORNALI_STA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA 
Propriedade da·j 
REDE BELAVISTENSt. DE JORNA!S LTtÀ 
CGC-KF: 15.513.203/0001-59 
INSCR, EST.: 28,219.003-1 
Reg. ·no ·.cartório de Tit. e 
Documentos NV 35 
FILUl)O À A B R A J O R I .. 
E ADJORI-S 
llPftESINTAK.TE EM SÃO PAULO: 
IICID - Comu~1cação 5/C Ltda.. 
Rua Voluntarioa da Pátria 1544 
Fone: (011) 
290
_
8664 
• - ConJ.01 
CEP_02010 __ S!J'ITANA 
SP 
us de ! 
suam 
rI: 
gulhosc ,, 
s!e' ..., m:us comi 
pdqus o dos bac 
B:±sl oferecia a 
lates de progree3 
ancurscs intem0S 
!m> que pcmútiam 
l!ll li) 000 cruzados 
0senadoria se ga! 
re:s. "As outras br' 
frn das profissóeõl; 
Anr..idas e os-senr= 
Morais Oliveira, b ,s 
DO! do banco. HooH 
116 000 funcionánic 
rução é inversa.e 
ir1lmos foram suswa 
imos tempos, ogo. 
fiaram abaixo do cp i 
vdos. 
O mesmo banco.,( 
amira o ex-mini:ini 
lliMas, o jurista e s: 
to ex-ministro do PJ. 
cm Reis Velloso é a 
debandada de funcioi1 
senta&s. "Tenhc 
ll!inva .. • afirma o 
Mwiezan, do PDS 
• de 15 de novemg 
b d assessor jurídit 
Rro Alegre. "ll:. 
ESE: 
l'llüt;ll.V.J 
$AGENS 
3s 
llot 
Pas. 
T:T 
T 
lu 
·AGn; 
FiNtt 
a 
Boi

[,'} 
,. LP .i 
rze, 
11 
'lu· 
+ •. 
id 1· l 
ntra. 
'n<torc ... 
dc 19#1 
l'liDL ; • 
S l•IS 
,/(jOJS r.; • 
, MS 
MS 
mros IJi: 
áR1Os 
ue .. ' 
ra modeni­ 
so do PE 
• Marcelo h:_ 1 
da de tr 
irnar Mato 
s.O gow( 
lO Palácio 
ordem, cR! 
sua Secretz 
o govel"­ 
ruroo à e~ 
•és da rn- 
vem«d: 
nci or.ári os 
,nistr,c; r os 
,nto de sua 
,,..nntrou n:i 
cons- 
. -ua, 
Robertoi a­ 
.cal que es­ 
sta Dala 
randa iol 
casa civil. 
,articula!'· 
jantou 
seu ga • 
u à so 
do Es 
• ·dê presl 
al sul - 
23 
a 
A 
A 
ARI l -- orno cor tas 
;,-- s do rprtutal M» g, hí 
n BunvdoBrz.duras 4 utr ia 
crntnos de ar rtnprade adro tu 
ncd-pede rzulas de taludem, o 
freno pus:upnus 90cruzados 
per um: ururtumxnta furna! em Brsla. 
@unto o grodos empruhs luta com 
ssmtas d»aluguel e do superer ado 
Houve uma cpaa, me pesado, em que o 
erente de uma agru d» Bino do Braal 
r:~nu "J..J.: wr:1 11 11. ll K Je llll tU:l ~­ 
as tprsentava s unua potu de .A.'t'°":,.--.,, 
{a ±osrui de elas e tradis­ 
....:u í'"-'<'r crJ J'<' m.lhlf Jo que,, J,, rn ter­ 
"' "l:,111111u,u, ,1J..Jb. ,, ~rf•1.'.<' <TJ .11,r­ 
eta autondade, lego depus d» jut ,. J,, 
padre'. afira o deputado constituinte Au­ 
gu,w Je C.lfJlh,,. J,, l'C'B Jc Br.1,1lu. tun• 
nino do bane com um onlennlo d 
t, OC() cruz31J,,;; n,cn-.11 Hl>Jt'. <1u.mJ.• ,..,. 
fC~n1,·, ...: n'llncm. é para relamar d.a -..,. 
da. For o que ocorreu dias atras, cm iar- 
que.a-e em S:io Paulo a íun,mniriJ R.1- ÇJ, a 42 quilómetros de São Paulo, ode 
chel M,,nlla. 40 anos, há ses no banco, 31 funcionares estão submetidos a uma 
4 000 cruzados de salário. Na baralha p..u-a siruaçào dr,m1.111,.1. l•r falr11 Je Jmhrrn1 
11:forçar o orçamento, o~ funl·ionário, do para o aluguel. ,, b.111,·.in,, Edon Ftunn- 
banco c,rão cuid:indo cada vez meno, de co da Silva prtfrrc m,•rJr ,·111 Marlhu, a 
,cus 2 milhões de l'orrcntl'>las e cada vez 35 4uilômetros lle di,t:incia. Su.1 rokga 
mais de eu próprio bolso. Todas a, !.txtas- no ~erviç,1, Helcn:i ln·nc Biatio. 11:i,, tem 
P 
•,•,· ·•1.ns J~ cinqüenta anos. o, jovens feiras. em Brasília, eles promovem uma fd- dinheiro para ah111,.;;1r e na h,>r:i Ja l'l'· 
,,.,,savam no concurso do Banco rn de anc,:inaro depois do apedicntc. Em . feição .:ontcnlJ-,c n1111 ,-.111,l111d1t·, 
do llt.. • 11vcr.tm seu futuro gar.intido. Rico São Paulo, peno de: 1 500 dos 3 000 c:mpn:- Recebendo Jc:LCIIJ> Jc Jc11u11,11i. Jcs)O 
e $1Ílr1' ,1r11ulhoso de manter um quadro de gados da ag~ncia central transfonnaram o tipo a cada mês, dias atrás o presidente 
SCl'td,1res mais competente e mais bem pa- local de trnbalho num pequeno superynerca• do banco, Camilo Calazan~. np111u J'('f 
go do que o dos bancos privados, o Banco do - onde funcionários e clientes podem uma resposta drJmática e certamcnle inó- 
do BrJ.,il oferecia a seus empregados possi• comprnr roupas, peças de cerâmica para de- cua. Incapaz de tomar uma pruvidtnda 
bilidades de progresso na carreira atrnvés de corar a casa, bijuterias, peças de artesanato para melhorar a sorte Jc ~cu~ ,ut,i,nJina- 
concwws internos e faixas salariais muito e doces negociados no mesmo balcão oridc dos; Calazans enviou umu cun·, Jrnund11 
boas que penniliam a um bancário chegar se fazem depósitos e se retira dinheiro. No ao ouvidór Fernando C"é,ur Mc,4u1111 -- 
aos 60 000 cruzados mensais às vésperas da último final de semana, 6 500 funcionários a quem cabe apurar im:gulnridndc, nn~ 
aposentadoria se galgasse todos os parama- das agências da capital paulista promove- repartições oficiais e ndo di~ullr que•• 
rcs. "As outras boas opções de carreira, ram sua Feira da Miséria cm pleno Viaduto cõcs salariais. Camilo Calurans ah que 
aMm das profissões liberais, eram as Forças do Chá, disputando o espaço com camelôs e é preciso "evitar a prolcturit;u;do do 
Armadas e os-seminários", lembra Eduardo mendigos. "Não temos outrn alternativa", Banco do j3rasi1, que fatulmcnll' ,><:um:ii 
Morais Oliveira, diretor de Recursos Huma- afuma Rosãnia Carvalho Abrantes, que or- cm função desse ach11an1Cntn ,.,lurial", 
nos Ílo banco. Hoje, do ponto de vista dos ganizou a feira. 	confonne escreveu na ~un i:urta a fcllllll• 
116 000 funcionários do Banco do Brasil, a 	do Cfsar. 
situação é inversa e penosa. Os concursos 	Pelas 1nnsform11çócs que !lofn:u, u 
internos foram suspensos há dez anos e, nos 	guarda-chuva gcncrow Jo B11n,11 du Hra• 
últimos tempos, os salários <.aírarn tanto que 	sil desbotou, ganhou furot e dele rotou 
ficaram abaixo do que pagam os bancos pri- 	apena., uma sombra do mito dc al'cn,àc, 
vados. 	e escabilidadc que carrcgav11. Nu no pu- 
O mesmo banco estatal cm que fizeram 	sado, melo milhao dc penou pre,rou 
carreira o ex-ministro da Fazenda Emane 	concurso para lelllat uma na• num11 de 
Galvêas, o jurista e senador Afonso Arinos 	suas agtnciaa. De•~ IOW, qua-e 4 711(1 
e o cx-ministro do Planejamento João Paulo 	foram thlrnadu para ltlllllhat, ma,, de· 
dosReisVeUoso~perscguidohojcporuma 	pois de conferir ICUI pnhot, apcnM r:-,eses, postergando o p!"ocesso· constitucio- 
dcbaneadadc funcionários e por um coro de 	2 000 accíwam o empreao- • d,m111 nal para as calendas, o que decepe ionaria 
lamentações. "Tenho colegas cm situação 	preferiram ÍICII onde ac.tvam. "A, a opinião pÚblica nacional, que deseja o 
aflitiva", afuma o ex-deputado Nelson 	chancndeumaprumoçioniuubecm", ,
1
uanto antes uma lei básica para a Ilação", 
Marchezan, do PDS, que, dcrro<ado nas ur- 	IÍlllM Paulo BoJ,n. funclonúio dl bn acrescentou o parlamentar sul-matogrosseil- 
nu de 15 dc novcmbro, n:assumiu seu~ 	deproceswnencoct.cbdoe,mlk»ília, ·e.·Ele destacou ainda, que a posição do 
lo de assessor jurídico do Banco do Brasil 	onze 111CM de ,au e IÍtl1 aa!Mio de 9 íXJO 
cmPortoAlcgrc. "Ptefiroscr~tica", 	crvudol. VtJA.,ót.iuià, ,--- Der>utado Pefelísta "se parece a um lance 
_ah	;nagogico, apenas para ficar sob a lumino 
IIESFIl'TE .S '.:'TAl11:::-iS JlO "l',SSAPOltTE BRASIL :'A P,LL DA ll,O". 	idade da grande imprensa, pois estaria 
J>lOGHA~l.:-illO SU.S 'I.GE:-iS llE FtRI.S, USliFRUl:'UU DJ:: UESCO:'TOS E:f PAS· 	hovendo no molhado já que a at:ual Consti- 
SAGE:'.S M~HEAS, HF.S'l'Al'.1.:-iTl•:S, SIIOPJ;G'S, ETC. 	tuição Já prevê um mandato Prezidencial de 
ssagem Aérea 	[seis anos'. 
Hotéis 
A Frira ela Miséria em São Paulo: disputando espaços com mendigos e camelós 
EST,I IS 
O mito desfeito 
A bat ha da sobrevivência 
no Ba11(0 do Brasil 
MATERIALIZA-SE PIE· 
VISÃO DE FICiU 1 
.A 
O0, +te 
do prol o d 
r tnt d­ 
Qa ir: pre -. 
r ( , L 1 J • 
,,.-r: te! m:., 	/ Cl· < 1 nrn~:,ú 
do Deputado · i (r}D.s ,,). /lC"> 
e e. • .. , n; 1 • o~, , , , r 1 "e I n. • n t o~ r, C1 	:·, •• b , t o d . , 
•'onst1tulnL-. 
'A idéia do Deputado Saulo Queiróz sem 
,iúvirin c•vr• 1•r"1nd<· r- J,' r .u:.:,i:; pol it ica 
que demonstrou qu ant0 os t,d:. proj,:t.os de 
cJ cisão seriam danosos ao proceso de ela­ 
boraçii.o dn Crmstl Luiç?.io po!, to·nnr·i:im n 
D ten Ç D, O d <l (' O ns 1 li til.e e .T 	[ r'' • J IJ 1 / .O 	( ( ' i3 - 
us trabalhos fundamentais. Nós ficaríamos 
arranhando as areias fio li oral c0 os 
• .,::.: projc' os de veci. 'to curante 
DE?U'fM}() HlIBEil FIGaü:IR-0 
P:Lsscios 
Trasl:ulo:1 
Time Tour Turismo 
llua : 13 de Maio 2.310 TELEFOXE - 38¼ • 2303'e 38* • 250i 
CAllPO Gll:'DE - llS. 
E.llllt.. Tt:lt --N 00 li:í • 0012 • 7 
__ .,..-_ 
., 
CORUJÃO CONTABIL; 
Abertura e Encerramento de Firma.s 
rDecla~ção do lmpOffl> de Renda - Pessoa Flsica e 
.(aridica, Contratos - Recibos e JCorrespond~ncias em 
1
Geral. 
.Betinho e Luiz 
TfCNICOS. 
Rua Antonio Jóão, s/n. - Em frente ao Sindica!Q 
Rural 
-' CEP. i9260 
;.;_. - 
LUSO COMERCIAL. LTDA 
. . . ~- 	. .. ' , 
AGRO PECUARIA LUSO LTDA. LUSO COMt=RCIO 
E'INDÚSTRIÂ DE #MA.OEIRAS-SECAGEM E ARMAZENA_ • • 
MENTO _ COMPRA E VENDA DE GADO- MAOEIRA _ ~OM~RCIALIZAÇÃO_. 
Bons Negócios:Lucros Certos. Produtividade 
.RUA OUGUE OE'tJAXIAS SN_Gll/A LOPES DA LAGIJNA_FONE: 
251.1055 PARA RECADOS -A RESPEITO DE COMPRA 
E VENDA··OE GADO [URGENTE}- TRATAR PELO TE_ 
• -~ 
---~ - 
LEFONE: 251:-1364 
BE.LA VISTA YS.

A TFP mantém bem alto seu 
estandarte anti-agro-reformista 
Vo e avolumando dia a dia os pro -l gradualmente imposta, em todo territor1o 
0stos levantado por prestimoso órgãos] nacional, pelo MIRAI. 
da classe rural - ou surgidos espontanea- 3, O empenho explicito, desassombrado e 
mn.nt do importantes zonas apricolas - constante em favor da pr-oprlc<:lndr pr1vad 
ronL1"1 :i pol í ticn ào Governo f;;c,, ;~ a13ri- e da livre 1niclat1va cunotl r.ul o ponto - 
c:ult.urn e à pecuária. Tais protestos in - chnve da defesa dos dire!tons da aricultu 
cluem mais d uma vez a reivindicação de] ra brasileira contra o per!o aro-refor­ 
um l1·nLamt nto parLtn,•io <·nt rc· produ oru; mlnt.a. 
:q1,rícolnr; <· Jndur;tr1:J1~ no conjunto day 4. Com efeito, e, por certo r.uito c~n!.,Uf'c..
1 
ccot101ni;1 11;1clonc1l. 	vel que o Poder PÚbllco onern cori ur'•ét pc•- 
Em vista de fatos, a Sociedade Brasin lítica aricola InJusta a produção arope 
, 	'7 
leira de Defesa da Tradição, Família e cuÚrio. Contudo rnols censur&vcl ainC:u e 
l'roprl,•do.tk - 'I'rP, comunlco. riuc: confi::;car ele o prÓprla tcrra, da qur.d 
1. NÕo oenrlo cmll1H·., um Órr,iio de, classe mercê do trnbaltro humono, nascem estas ri 
mas entidade voltada á aprPcluçÕ.o da plu- quczas. 
rirnÓrficn rf'alld,HIC nncionral com base nos 5. É o que facilmente: :.;e, conclui, dcGde 
princípios tradlcJonais da doutrina catÓ- que se torne cm conto que onerar abuGiva­ 
llco, considern um dever <!eclarar seu a- mente os frutos pendcntc:J da laranjeirc. 
polo à.o referidas relvin,dicações .agrope - de alguém Ó obviamente pr·ejudicar esse al 
cuártas, as quais se lhe apresentam, de puém. Porém, muito mais prejudica a esse 
modo geral, conformes à justiça e à equi- alguém a pessoa que lhe serre pela raiz a 
dado. 	laranjeira. 
2. Dentro da tormenta sócio-económica que 6. A TFP apela, pois, para o povo l.Jra::1 
assim se vai cslcnd~ndo pelo paÍs, a TFP leiro no sentido de que, com a atenção de 
não esquC'cc, cntrC'l.,nto a necessidade in- le desviada para os mais diversos assun - 
dccl!nÚvl'l de manlt'r bem olto seu estan - tos por efeito dos problemas angustiantes 
dart e nu lut.:i contra a Reforma Agrária so que vão emergindo a todo momento nos mais 
c-1 a ·stn ,. <'<inf1 ;,-·i•11rii'I IH' vai sendo variados ontos do horizonte nacional, não 
•! oml l:a de manter no 
li 	~ntro de suas preocu 
N 
N /1 
11 t 	3çÕes uma explÍcl ta- 
a0 ; jISt0 . 
qIte s $e enxergue o Brasil}±±; 
jtrvés dos graides órgãos,±E± 
.de 
·1m 'prens-a.'' 	. :,:!~:~:l::~~!ª!si;:;= 
tas para outras refor{ 
as que golpeiam su 
1 __ :_._ 	esslvamente os de 
.,._ :7· 	,Ministro Aureliano Chaves 	ais setores da soei; 
dade e da economia 
rasileira: a Reforma 
Urbana voltada contra 
s proprietários de 
imóveis urbanos, e a 
o Ministro Aureliano Fctora Empresarial 
oltada contra os pro 
Chaves sabe que o jornal ri etários dos estabé 
d 
. . 	lecimentos industri 
o interior exerce uma ,'is e comerciais. 
força mui to grande J·untc É esta a trlpli- 
à · , d d L ee reforma dirigida 
sua comuni a e. á 'ontra a livre ir.leia 
na pequena comunidade, 
no pequeno ou ·médio 
m unicipio;o jornal ·Iocal 
soma mais, muito 
mais do que todos os grandes órgãos· de 
imprensa juntos. Por isso é impo:rtânte ver o·. 
1922
• 	_ 
rasil também a través do jornal do interi<Jrl ------------- - 
tiva, segundo os ve - 
lhos anseios que o 
,'artido Comunista do 
Brasil (PCB) vem· di 
fundindo em nosso Pa­ 
ís desde sua fundação 
o long.Ínquo ano de 
FORRE SUi casa• 
1 Cerâ■ica • Já Te vi 
abrloa L1J1-pr6 para Forro de Cau. ,Tijoloa a Furo,, !IJoloa Laminad;r para 
* Vtat■, L1Jot11 para Piso, Tijolo, Maolçot, ·TelhH 
ua José Lemes Bugre. s/n _ . Cep 
(06'7) 439-1829 ..... Bela Vista 
79.260 
MS. - 
JRATIMENJOS IGUAIS 
<. , , :lo r· .t 
~,. do p::::,, i,cl. l 
_ 1.. J 1 l , . r 
»s molde s 
Te . Seun1o,o 
o m rel 1çao 
quando do renal 
G' agiu com rigor quan 
dos trabalhadora da COSPA. 
O .'e r. l ~~ 0 f' )., l t'OtJ-. <' j'l 
dizendo enprar que ae novas 
cara.er económico não venham 
sacrificar os salrtos, que, no 
ender, continuam defa ado, e compela 
dos em relação à inflação. seu ver 
os trobalhedores, ' em vista de uma s!- 
taaço tão adversa", podem optar tos 
,,:n 
1
•.rcv<: que, co·no acentuou, de t ,l·, 
lizriu ainda mais o conjunto economc 
e.o pais. 
Professores apresentam 
reivindicações e propos­ 
ias ao Governador 
A Federação dos professores de Ma­ 
to Grosso do Sul-FEPROSUL-, apresentou 
dia 19 ao governador Marcelo Miranda um 
documento contendo as reivindicações cR 
classe do magistério, além de: p!·ooosta, 
para a melhoria da qualidade de ensino. 
O Governador ouviu, conversou e discu - 
t!u ponto por ponto do documento que se 
rá enviado aos_secretários de Educação 
e da area econqmica. A prcsident-: da Fc 
. prosul, Elza Aparecid_a Jorge afirmou - 
que o contato com o governador serviu 
para início de um diálogo que será pro­ 
vc>_1 toso para proi'essores e para o Gove'r 
no: Entre as principais reivindica - 
ções do magistério constam o piso sala­ 
rial de tres salarios minimos à partir 
de março e cinco salários mínimos à par 
t:r de 1
2 
de julho, uma urgente discus: 
sao sobre o anteprojeto do Estatuto do 
MagiS
t
erio e envio imediato a Assemblé- 
. ia Legislativa, para aprovação das mu - 
d~nça; reivindicadas pelo magistério 
nao so no aspecto da vida funcional , 
mas tambem nas questões administrativas 
A Feprosul reivindicou ainda a construção 
do hospital do Servidor públi 	- 
d 	co, e a inclus;,o 
e servidores no Conselho de Ad-rú.nistração do 
Instituto de Previdência-P i 
ta reformula ão , rev sul-, para caple 
ç na Poli tica de atendimento QY.: 
tem deixado mui to a de j 
da Feprosul: 2se ar segundo o docurrr-nto 
' os professores querem tambén parti 
cipar ativamente f •- . - 
educacional na Onnulaçao de t.."'!la Poli tica 
. . Para o Estado. 
CG~ i'RA...t:A E SAWTA!i 
Durante audiência 	• 
sul evidenciou d • ª Presidente d.a Fepro - 
indicação do 
O 
- escontetamento da classe pela 
de Edu - - u:n·nao professor para a Secretaria 
caçao, e lembrou i - - 
1980 pela introc1u - . ª uta da classe des:Je 
- 1çao de t:iuclanç 	_ 
cional. o Chefe da Casa • as no setor ea:.ic.:: 
considerou _ salutar Ci Vil, Londres r-lachaóo, 
r, 	a conversa do da d 
forma franca e le;
1 
e recorri e 
- 	-aJ. • O Gove 
çao que quer diaJ.o ar mo deu a demnstr~ 
com todos os ~ g ' conversar e se entencer 
• . enentos da .q 
crescimento do Estado" di e asses que aj!;Jda::l o 
Sobre a 
1 
' • sse Lond~s Machado- 
nsa ti sfa - 
res com O Sec'ret' . Çao dos professo - 
ario de d - 
dres .afirmou q· 	i:. ucaçao, Lon - 
, ue Aleix o 
penhara- uma polít 
O 
• araguassu dese 
l ica volt 	, 
ver -os problema • ada para reso;. 
s educaci 
onais do Estaco- 
No lugar por ond 
vou semearido : eu Passo 
amizade 
Foi propagando • 
0 
amor 
que ~ncontri feli . 
, 	Cldade. 
------ ---- ----- 
---------- ----------- ------- 
o

IS 
t) , ,,, 
o 17 
n4, 
" pre 
[4r·, Vr, 
;x, 
- on4] 
das 
1ente 
i:11 rn. 
qp lc1 .. 
'l!'l' 
lHt G l­ 
Pur 
2staby 
1ôm1eG 
Mu­ 
ntou 
,da um 
ies da 
,osta!; 
tõino. 
.seu - 
~ '! se 
,açao. 
da F 
DOU 
•viu 
l pro­ 
Govet 
.ca· - 
sala- 
Utir 
à pa_:: 
_scus- 
do 
:mblé­ 
õ mu· - 
·10 
al 
ativas 
-rução 
usão 
ao do 
eopl 
-o que 
:u.inento 
n part}. 
1ituca 
=-epr<> - 
t , pelél 
tetar
1ª 
2esde 
educ} 
sr+ado» 
3 de 
nnstr2 
n.der 
rdBfflº 
achado° 
esso 
Lon 
aese2 
esob 
:s tacJO• 
- ' .;1 
MULHERES· LEVAM CIRTA A CONSTITUI TE 
Crmpo Grande Lan- leitura de uma carta 
;ado em tdon os Es- elabaradt pc:l o Canse 
ados d Federação , lho llacicn:ll dos DI­ 
atrf.v<:!l ck rrna:j Au - n·l t.o~J ela MuH1cr, <.lc:;_ 
sembléas Leislati- tcumento este que :Je- rn Che:fe t1,,J.;,,:íé,t r, 
vas, o uvc·nt.o "Cn:'ti ri. t'ntr-c311,:: aos com; eia Jurrtr:1.:ti'l •!o r, 
d
:-1,· Mulltc•rc!1 à J~;:31~m tituintn~.., no r>ro'x;_·- t • ·, , 
"'" 	'· 	"'- G.CJO C fJI'C.,.,l''..( nt,_ e.:. 
bl Óia tl;,ciorff·,l Conn-- mo dla 26. 	Fcc:er·,,r,no IJ::H .. lonal 
tItuinte", ocorreu No plcnnrio, apre ele LJ0fcn~orc:; PÚbl1- 
dia H•/OJ em Campo sença atenta de alu cos, queria ocupar a 
Granrk, at.ravéo da mas autoridades go- tribuna para en re 
rcprc-sentação de mu-- vernamentais mlstu- outrns den(rncias dJ 
thrr,:r-; elo diversos rava-se à de mlhe - zer· que a inultir·r,quc 1 
segmL,n Los da soc leda res comuns. O fato é reprcsen La mal o do 
de, que: fizi•rAm parã que a majoria er;tava !:>0% da populaçiic br: . 
algum; deput:ac.Jo::; cs- all na condição prl- ::ii I eir-a, ai nd,, en 
t.aduo.is e pler,ár·io a melra de mulher, fol frenta sérios obsta- 
__ .i..;;;..~:...::::.....:.;.;;_;.:.:.::..:..:~:....!....-=..::.=..J....:...::..:::..:..:..::.:;:....:..:.::...:.....:~_:::.:::..:;:.;:.:;:_~ 
uma de ·' 
Plet± }der. que ap' 
OTIMAS OPORTUNIDADES 
PARA VOCÊ APUli'IAR SEU DUiliElRO 
VEIIDE-.=SE 
P.AR XANADÚ.vende-se o imóvel-melhor ponto da cidade, em frente 
ao Colégio Castelo Branco. 
1 - YERR.Et-:0 30x6C, Rua Amélia Paim da Rosa, parte alta, local 
seco, Ótimo para· fina residência, Bairro Costa e Silva ... Cz$ 
150.000,00- 
1 - TERRENO 15X24, Junto ao Colégio Joaquim Murtinho, preço es 
pecial Cz$ 30.000,00. 
1 - 1f.R'IIBNO 13,50X30 nc a~falto, próximo a biblioteca, ponto 
altamente valorizado; Cz$ 60.000,00. 
4 - CHÁCARAS iID NmfCA-'i'E-V:n:, cercada, formadas em partes, casa, 
água, ver para comprar, somente Cz$ 700.000,00. • 
1 - CHÁCARA }m HUNCA-'i'E-V.I, formada, braquiária, aguada boa, 4 
fios farpados, Cz$ 150.000,00 
Aceita carro como parte do negócio. 
1 -- FAZENDA, 290 hectares, formada, 10 divisões, mangueiro, ba dual dos Direitos da 
lança, casa, galpão, água, etc. UMA JÓIA - Apenas 10 Kms de Be- Mulher, que vincula­ 
la Vista. 	do à Secretaria de 
Justiça, constitui um 
1 - CASA RESIDDiCIAL com oito peças, Rua Barão do Triunfo, 473, Órgão deliberativo q/ 
suscitará o debate 
das questões femini - 
nas. Ela explicou que 
a Secretaria de Justi 
lote de terreno 20 X 30. 
l - CASA RESIDE11CIAL, Rua Barão do Triunfo, 457, lote de terre 
no 20 X 30. 
1 - CASA RESIDEi:CIAL, de material, Avenida Senador Pinheiro, 
S/N, lote de-terreno 15 X ~o. apema~ Cz$ 60.000,00. 
3 - TERRENOS 12 X 24, juntos, Primavera IV, cada •••••••• Cz$ 
15,000,00. 
1 - CARRO CORCEL II LDO 78, motor riovo, bem calçado, somente 
Cz$ 60. 000, 00. 
TRATAR COM DR. K~EBER 
FONE 439-1176 
- RUA CORONEL CAMISÃO, 774. 
BELA VISTA - MS 
táculos para ter, qu• 
mnes:na representativi- direitos e dever. 
dade no aces&o ao po- rlP cocicda~ conj~­ 
der. ao trabalho e i.1- f"·l: t•cr•3so dn r - 
té mesmo ::i. un,n v_;_da 
mais digna-. "Direito 
não se suplica",afir·­ 
mou ela, ·•e so muda­ 
remcs esta situação 
através da luta poli­ 
tica e da ação soci­ 
al". 
Sucly acredita que 
um dos passos para es 
ta conquista possa e~ 
tar na criaçãc recen­ 
te do Conselho Está- 
r 1 dacl e- d<· 
Plano;; cJ.:: R· focn.a A­ 
nrÍ1ri;.1 r;u,,l,,ur·r- quc­ 
seja o scu cstado ci 
vil; salário igual 
pai·a função igual;<:' 
tabilidade para a ma 
lhr.r gestante; lic: 
ça ao pai nos perio­ 
dos naral e pós-na­ 
tal: criaçio de um 
sistema Único de sn~ 
de que deve sLr prr­ 
do e físcallzado pu­ 
la populaçiic org~i­ 
zaàa, que. atraves 
de conselhos comuni­ 
tários, deverá part~ 
cipar das decisões 
sobre progr:.unas e fI 
r.• .·r ;:;.", p,•c tndo ;,ln­ 
da que se tetire cu 
L< o c:r' 
,, ele ,V·11 l - 
EDITAL 
~ Dir,·!cr•,;:, elo Grêmio 
<·,,_; Sarr"ntos e Subt,,1nu1 
1' s Pf'elro Rufino. currprir_!_ 
:o o di:;;,o.:Jitivo dos Ar-:. 
~>4 e ôO do i::S atuto da e:2 
!.ldndc:, ccr,vcc.:i. a todos 
r,s socos para una f..ssor.>­ 
oléla Geral Oroiné.ria,c;u" 
se realizrá.as oa: 00 ho 
r-.is do dia 12 de' abril éo 
corrente na sde do clube 
,>:.,ro. deliberarem a maté­ 
ria abaixo decla."'<lda ne. 
r:r::.cM do Dia: 
Art. 65-SÓ terão di r-ei 
to de voto e só pedem.o 
ser vot.ac.'o:; os sócios ele nanciamen,tos; na eà~ 
ça, ouvindo as delibe cação, dar ênfse à giveis e quites com suas 
rações deste Conselho igualdade entre os mtnsalidaàes. 
deverá criar mecanis- sexos, à luta contra FE DO illli 
mos· e organismos que o racismo e todas as 1- Eleição da nova Direto 
farão cumprir as dec i fras de discrimine ria para o exercício de 
sões nas esferas es- ção: crim:n2Uzaç2.o 8~·/!J!J. 
tadual, municipal e de quaisqu<:: •· -atos 2- As ch&pas dev':'!rao ser· 
federal. 	que envolv.;;.;,, ;-~e;ressõ • ,.r.,,,scntaêas. na Secret'!.- 
Entre as principa- es· fisícas, psicolÓ- ria do Clube, 72 he;r<>.!; ~­ 
is reivindicações que gicas ou sexuais à tes da eleição_ 
cor.stam do àocumento mulher. fora e der.- 
das mulheres, estio a tro do lar; será el. 
plena igualdade entre minada da lei a ex - 
os cônjuges no que preso 'rul'.·r ho- 
SUPERMERCADO .E PANIFICADORA MOREI 
~~ +- IÇOUGUE E LINCHONETE 
A v. Duque de Caxias, 400 
· - FONES· 251~1251, 251-1085 -- 
·-PÃES QUENTES TODA HORA ··PAES, DO· 
CES, BISCOITOS E ·MASSAS EM GERAL 
_ Completo Serviço de Supermercado· 
Bela Vista, 19 de; f.''J:!'ÇO 
d~ 1987.Dicr.:edes Rodrj­ 
gues - 1~ Secr-etário 
;.;, ric, S. Va.rpé:.S - Pres. 
- JARDIM MS--

Câ■ara é Noticia e lnlor■ação 
BUEIPO_.E_.f.JIC~ ~ 
H<·qur,rlrr."nto <10 Vcrr :,,Jor· r;,Í:;nlo Acio 
J l , presidente da Cmura Mun l e J pn.l , p::;r,1 
q11•: :;r:.)(1 ,,nv!a!lo <·xpc•JH:nt<' llO prc.,fpit.o 
municipal uolicitando a colocação de buc! 
, 'l .. <: c:nc::i:;c:d l1iJ!W'llt.O ela rua l orn::indcr; 
1,.-1 t,·, P:.,qu1nri catn n Unrãu do Triunfo; no 
'rin i rro Eop frito Santo. 
Em Ju.:t.lfic:>tlv,1 o Vereador alegou 
<]li<· "o buri ro existente nn Avcn da Todo­ 
ro SoLlva, no loc;d ncirrn citfllo, nno r11 
vazão :.;uficien<', vindo <'om i:;tu • 1 , ·I 
as residências próximas. 
RESIDÊNCIA DO DERSIL. 
"Gonsldcrando que a lmplanlúç:Ío ri,, O Vr:r•a..:cor ulcp,ou (1UL' " a u u~,l ::.1Lu-- 
Hcsidêncla do DF.HSlJL 1·m no:;:;a ci11ade ,,. çõo clrlG mencionadas pontes vem colocando 
umn ncccusidadc, pr,1·:i a "íl1muL,~nc;n.o dns ro em ri:Jco a integridade fÍ::;ica c1c cC'ntcnns 
dovias que Ugrun o munlclpio de Bela Vis:: de pessoas que por al Í ransitam, sem fa 
ta à Caracol, Antônió Joio, Jardimn e tam- lar nos danos materiais que poderão ocor 
bém a rodovia paro o Calc~rio ItamaraLJ , rer nos veiculas automotores, bem co~o ~~ 
Apaporé e estrados vicinnis, sol!cllo de den es nos animais que siio conduzido~ e 
V. Excia a unanimidade de apoio para o ·àqueles que servem de montaria nos mo;ra,i 
nosso requerimento, urna. vez que o mesmo res do Distrito". 
só trará benerlcios a nossa região." 
~--- Esta _!oi.ª. ~_u_stificativa do Vereado[. FAL'i'A D'ÁCUA 
VEREDA DO APA 
1 mobi I iária, Projetos e 
Construção Civil L TOA. 
CRECI 395 - J 
- ~':cnnpra, 'cncb e .clminis1rnrão clr lnnhcis 
- l.otcan1rntos 
- F:lahornçii11 clr Projetos r Con•lrn~iio r.i,·il 
AGt:S'flX A. s. ,VAI.OS cm•:: H/llS. 
K~IO O'IEDO 	CTIECI tG:íl 
llua Conde de l'orto Al,gre, .3 
BF.L, 'IST , 
Gep 792611 
llS. 
Escritório Despachante 
BELA VISTA Ltda. 
de Enio Oviedo 
Ivan.Marque ao pre»ett s 
licJl;,nlu ()'J'" •r•Jl •rv1,.•Ju 
Governador "arcolo Mirar! :.,r,,,r 
pia ao diretor to DEH!SUL t 
dou pllrtlc;n; -lo, -~Jl,,, ;>i'J, <J 
Legislativa solicitando a criação e impi n 
taço da Hc:;j dê ncie do DER?UL «m nos 1 Cl • 
dade. 
O Vereador Ivan Marque solicitou ao 
prefcito municipal através do oficio, pro­ 
vidências para a recuperação das nossas 
pontes na rc,t!ovia iJc,J;, Vl;;to - Car,:.c:ol, r:•i 
OisLdto li.Sé dt' f;1Urn,L 
Faça a documentaçiio de seu veiculo, da manei 
r:a mais PIA E AIA T.. 
SEl'IÇOS m: DFSl'.(ll.:"TE EM GER:L 
.Jtua Conde de l'orto • Alegn, ~:I f.ep 792611 
BF.1.A 'ISTA 	MS. __ _.-➔
Ivan Marques quer também saber o po"­ 
quê da constante falta d'àgua cm nossa cl 
dadc, principalmente na Vila Nova. A cim~­ 
ra Pndereçou oficio ao Sr. Jairo Viana 
chc>fe do SAAE. 
ENEHGIA fil.ÉYBICA 
Marcelo apresentou requerimento sol - 
. citando que seja enviado expediente a0 • 
·Diretor Regional da ENERSUL em Ponta Por, 
corrt cópia ao Esc'ritÓrio local, solicitarv:i 
informações sobre as·constantes interrup 
çÕes no fornecimento da energia alétrica 
em nossa cidade. 
MOÇÃO 
Ivan Marques requereu que seja envi •­ 
da a MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO a nova diret, - 
ria da Associação Belavistense de'Profes~o 
res, na pessoa de seu presidenta ELDER BAS 
S0, desejando lhe feliz e prof'icuo traba. 
lho frente a essa tão importante associç - 
çao. 
• - 
FUNCIONANDO EMA,_ NOVAS E MAO.DER 
NAS INSTAIL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL, 1 
GASOLINA, LAVAGEM DE CáRROs' 
. 	. . . 
Rua BarjodO Ladário SN 
. ,: - • 
• . • ·'-	· 
. Telefone: 439 .10-25 
!' 
j) 
partir 
começar a funcionar t 	a bri' 
,·11·, 1, :'tr:·., ITiJ1/H, 	:-;., 
'aieiras, aumentara con is rvelmnte 
;1ux0 de caminhes c.rre1ao: oda 
.·urt • eh ,~:,qu 1 r·, p, .,. 1u •. r'm f,lf' !, 
tais circunstâncias a mera reforma em t 
•l!•lra .::C'i:, l!'Wflc:,z, f'Jl'(.jl1'1íl'O r·· ,) t., .. 
i sustentação, durabilidade, t 
r·•nçu nrcc·"sari n. 
HOAARIO DE ÔNIBUS 
v1AÇAo C11UZB110 DO SUL 
OE BUA VIS TA l AOUt!WJAHA • CAMPO CAAHOI: 
530 • 11 00 - 1500 TadHs C/ baldfl;ltlD"" JarGfl 
OE SUA VrSIA 1 CAMPO CIWIOC ll()TURNO 23 00 hs 
OE SUA VISTA 1 P. PORÃ • &'00 • 02.00 • 15,00 ls. 
O( BaA VISTA 0OUROS-6 00 t/ ~ n AHTC>IJO lOÃ.O IAS 
tl>NF.: 439.1495 
R1UtANT'ÓNlOJOÃO SIN." BELA VISTA MS.. 
Jbrarde 
•• 
anuncuuJJ!U(I, 
• 
econorrumr 
dinheiro é como 
para,, o relógio 
para ciconomizar 
·tempo. 
Lcmbre:sc disso todas as vezes que voce pensar em cortar 
sua verba de propaganda. 
REDE 8ELAVISTEHSE DE JORNÃIS LTDA. 
_. QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO- 
GRAFICA E EDITORA APA 
- PADRÃO DE QUALIDADE - 
,I~ EM GERAI. """"""' 
CONFEa;Oes e uvo " ...., OE UIIOTIPAGEM 
E REV1ST AS • BOLETINS 
IIIPRESSOsACOREs 
....._ ~ DO GlUPO ltot lllAYISllHSf OI .10.......S 
RUA A ROSCA S-9A VSTA-S 
"

• lj 
In m 
w 
o 
ar 
- n cortar 
Por Dentro dos Fa 
CAMPANHA DA 
FRATERNIDADE 1987 
_POR _QUE. CAPANHA SOBRE E AOR? 
!' r imeiro, porque 
f <·: 
nor ±ó! 
de carro. A amparha dr, 
cada br .l iro conte;a t.: 
his ri. ea .. undo. u 
que a d coberta dos valore 
poderá corv rtr r a cr ur 1 f, .... 
D9 Oa ro motivo ara esta 
Indicador Profissional. 
ADVOGADO 
11(1( "fOll .:T(J,:I() 1•º, :',SCllmii·o 
(;((:: IIIJil-li,:lllH);J - lJ.11/)lS - :!titll) 
l:au,as Cf ,·eis, lt :rimiuai,, (Ju~•lliu <lc T,rrns, )) irei to de Fam!lia e 
Trahalhí,ta, 
l':,critllriu - .\', lliu llrnnrn :'' 1:.m 
llt'si<ll'ucín - ,,·. lio llranrn :'' !Ili 
Fone: 305 CEI': i0:!80 Porto :lurtinho - )rn 
Escritório Contábil Betel 
ESCIUTAS FISCAIS E CO'."f,81-:IS 
anderley Uassaroti Cl /:!T 3.85i 
Av. E111:"1'11io l'cnzo ~,ifl (,o lado da Exnturin) 
C:nixn Postal :rJ 
Gl•:P: i0!llO 
Antonio Joio - MS 
Escritório de Advocacia 
HOL'TO!l CAIU.OS A- ~AZ..IU nolltES 
A'S.AS CIVEIS E CHIMTNAIS 
lna llt'pnta<lu ~lnriu Ynn llen llo,ch 28i 
Tcdonc: ~:JU·l:lX2 (P{{,ximo n llo<lo,·i1iria) 
REI., 'l!--'TA 
1 • 
llS 
o probl ' 1 do i-: r o:·. 
Menor é visto cc 1o 
ameaça à tranquilia 
de .;oc: ia 1 . i: r l - o. S' 
t.orna um ca, zoe po- 
1 Í c la, qut_• c!evc !;"r 
vigiado e punido. 
Não vêem o menor co­ 
mo vitima indefesa 
de uma Sociedade o­ 
missa e desumana. 
Procura ajustar o lif' 
nor à r.ociedadc. pn­ 
ra que nao pert.urbP.. 
tão procuram dir1nu­ 
ir a miséria e a in­ 
justiça social que 
produ?cm o menor. 
A Campanha da 
Fraternidade deste 
ano chama u atençÃo 
para os direitos do 
menor em si e não pa 
ra as conveniências­ 
da sociedade. 
Um terceiro mo­ 
tivo para esta Camp~ 
nha, é o novo posi - 
cionamPnto da Igreja 
diante do menor, por 
causa de sua opção 
preferencial pelo pg 
bre. A Igreja busca 
·1·uar, agora nas ca~ 
MARCHE r. SETOR SOCIAL 
E PRIORITARIO 
j,l' 1 ,_; d 
.... • •r-.
11,n.ri;_, di. F"'!uc: 
'rh+ n' f"l' 
.. •. 1 • , e ( m 1; ·,r 
se-Fa.u', para que a a;ao d Gov rno Etadul ch 
,:u, • d · forma mais h	r ar r • , • • • eftiv 1 • _ popu l ,- 
c rI,ctL; e .1..!"< nt:< ;j i: ii!1 e n !. !"" .1 • • ·oc 1 d .,. Q. re-­ 
o, ao final de nosso mandato, ver ua socie.±, 'o 
rais justa em Mato ir.so do ul, frisu o Govr­ 
r,acor·. Our:;..'lt.c.: o primeiro dia de atu: o o c,_,vc•r-­ 
no errpossou na Presidência d FAUL a 1 dena do 
Estado, Mariita Soares, ocas[ão em qu- afirmou 
sucl int<;nçao de ajudar a erzuer e erguer os que 
reclrr.<;ntc necessita. 
Marcelo explicou que a cn .:.e;? o ª" :.1.c:v1 ar-la 
r:le Ação Soe 1 al e Comum t.iu- i:l n20 dlr:iinul r.:t o c.:.,n­ 
po de ;;:.tu:Jção do FA'.:UL, rrus sim, f1c=á (•nqu;1d,a­ 
da den'.;ro dos prograrr.as dos projE'tc:; do Covcrr,o 
Federal para o setor. "A ex ·rr,?lo do President..-:· 
Sarney, disse o Governador, o social será priori­ 
t2.rlo em nosso Governo". A ceI'i!:lÔnia de r.:ms::ii!:;­ 
são de cargo no F/SUL foi sirrples e contou cem :• 
presença dos pals do Governador, Jo::;é Sevr:rlno !!:_ 
to e Diva l•liranda Soares. rairt.e TebE:t, quc· condu 
2-iu o FASUL nos Úl tirr,os 10 meses agradeceu o .ra-­ 
balho desenvolvido pelas voluntárias. Mariita So~ 
res eloaiou o trabalho fei t.o pelo FASUL à par - 
tir de 1983 sob o comando de Nelly Martins e ga - 
rantiu que dara contir.uidade ao t:-abalho em prol 
d:-· '1"Sf'•Jas carentes do Estado. 
Advogadas 
'li.li.. 1), SIL'. E 'Ell. I; TlXOCO 
~:insa~ Cl"cis e (.;rimiuai,, 
0
'l'rnhnlhistn. Jlircito tlc 1-"nm!lia, Terra~ e 
1 n'cn ui riu,, 
lnn Gniahú S/~. - Fone: (OOi) -131)-12!)0 
OEP: 70200 	ELA VISTA 	MIS 
R o n e 1 8 j IV a Fuchs 
ADIOG..HO - c.u:s..S C:1IEIS E cnnn~AIS 
lun "icto:-io l'c111.o ~,i'..i -- Fone: 43."i·l203 
CEI': i!llliü 	,:'Ttl:'10 .IIHO. )IS 
Chaplin Calçados 
,.,,,,.. 
(1) 
.,. cm~VIDAfiOS VO[Ê PASlA VIR CC":.HE(ERª 
""" A ULTIMA MODA EM CALÇADOS 
FINOS E ESPORTIVOS, CINlOS, 
LAS, BOLSAS E LANGEk!ES. 
-VISITE A r'OSSA LOJA- 
MA 
RUA: CONDE DE PORTO ALEGKE,185 
Cirurgião Dentista 
noL-ron 1.AlºCIDIO 1.1.DEZ l)E n.ílllOS 
t:HO ~ OfllS _:_ CÓn5ulti.rio: nua lia!. ltondon S/X - Fone: 2:; !· fi;;i 
"mais do que de máquinas. 
pr-edsomos de humanidade: 
A SüA VISITA .... 
r.om o Pé Firme n_a Moda 
· ONDE O HAB{TO DE CORPRAR FOI 
CULTIVADO POR TODAS AS PESSOAS QUE 
APRE( IA:; o nEu:oR: 
- GENETOS ALIMENTÍCIOS EM GE - 
:'f;L- 
0 
AF.AME OVALADO. BELGA, Vil - 1 
~E1ro, RouPAS, FFuTAS, VERDURAS, 
OuçAs. AUi1os. BEBIDAS.i1 - 
LHARES DE PRODUTOS DA ílELHOF 
ílUALI DADE E OS !lELHORE S p r.E ÇOS, 
VISITE-f:OS

- 
A HINIEE»I S 
@lI@ 
%@s$%»4$» 
€@@@ 
á@)y@%2@ 
,-- . 
Bela ~ista Sinalizada 
Puxa vida Saí dia destes na rua e 
nem rcconhccl minha querida Bela Vista. 
ÉI As coisas devagar estão mudando. 
Não é que nossas ruas estão mais bonitas 
e coloridas! 
Nos comentamos sobre a falta de sina 
lizução de trânsito em Dela Vista. É uma 
coisa necessária, pois mesmo os motoristas 
mais "desligados" ncabum se acostumando e 
dirigem com mais cuidado e atenção. é só 
falta de costume .. 
Parabéns, Prefeitura! Prometeu, cum­ 
priu e al pst.:=io: L1xr.il'ns e Sinalização! 1 
JPMDB 
o1na aí uh dtca 
~ 
para os Jovens 1nte- 
ressado em poli Ics 
princlpalm<'nU• a r('­ 
lucloriada con o ~cio 
<'Otudanlil. 
Voi acontecer e~ 
28 e 29 de Março, na 
C J d ade de MNi'ÃO-SP • 
o "1 o f.lKOMTflO NAC fQ 
NA!. nos JOVEt/5 UNr - 
VEH~l'l'ÁRIOS DO Pt-!UO". 
Muitos assun os 
deverão ser aborda - 
dos nesses 2 dias de 
Encontro, sempre re­ 
lacionados com o meio 
estudantil. 
Entre os temas a 
serem discutidos,dc~ 
tacamos os que ser! 
ferem à Reforma Edu­ 
cacional, uma coisa 
importantíssima, que 
deve ser rstudada e 
aplicada com muito 
carinho; e a maior 
participação do jo - 
vem no Movimento Es­ 
tudantil. 
Maiores_ informa­ 
ções você poderá ob­ 
ter com o APARÍCIO, 
nos fones 389-8163 e 
384-2699/R.225, em 
r~,npc, Grande. MIITÊ: INESQUECIVEL! 
Uma das coisas 
mais belas e sensí - 
veis presentes na na 
tureza, que traz em 
•si existência de um 
toque que só pode ser 
considerado Divino,é 
a MULHER! Mulher, es 
te ser que com a meg 
ma força e energia 
com que gera vidas, 
nos dá carinho, amor 
e proteção, e faz 
parte integrante de 
nossas vidas, de nos 
mesmos. 
MAITf PROENCA,aÍ 
está! Pro:zeti e cum­ 
pri. Uma homenagem à 
Beleza e sensualida­ 
de da mulher brasi - 
leira. Por outro la­ 
do, um delicioso vi­ 
sual de, senão a ma­ 
is bonita, pelo rrenos 
uma das mais bonitas 
atrizes desse meu 
Brasil "véio de rreu 
Deus"! 
Maitê foi foto - 
qu<: 0.steve mister!~ 
sarnente fechado,mas 
poucos sabiam que 
abrigava o charme e 
a beleza inesquecí­ 
veis de rtiaitê. 
n.irr.a edição e:;pec! 
a1 de PU>.YBOY, ccxn f:; - 
tos de J. R. DtJR.AJ,f e c 
urr roteiro e direção e~ 
an;e de que a própria 
Mai t& Proença par·tic1 - 
pou, foram publicadas•< 
imagens e as cenas da 
grafada num velho ar deslumbrante nu<lez da 
mazém em são Paulo, - _estrela:G:::Siru5 D:: JJ==:5- 
WEciva EEüZA! ! 
Consultório- Médico - 
1 llR.JO~t OE RIBAMAR CRUZ E SILVA 
1 
Clínica geral. l:inccologi:i. l'a.rto< Pre,·~n· 
Consultório Rua Ant' Maria Coelho 325 	" 
Fone 439 • H30 BJ-lclaella.Vi1'sitsata'.IS. Paragu~~'- 
1 
tivo cio 1'..â·n~er, l:irurg"ias _ 
Res. : Calle General Dias n" 802 li • • 
esidneia : Hua Duque de Ca.-sias. 5íi 
fone : 29$ 
Cirurgiüo Dentista 
DRA ANGÉLICA A7.U.CA 0:VlEDO 
CRO 1240 
Odoniológico 
. -- 
··- -··-,...qr-- --~==--- --:--::-:~:--:-~--::--=----:::-:-:-::=------------:i 
ABRA A SUA PORTA PARA O REQUINTE E O BOM GOSTO 
SERRISUL MOVEIS ....._ ..... .,.....,,. • 
SUA RESIDE?CIA OU ESCRITCY3 TECER. 
ARTL REQUIITTE. E BOI GOSTO. 
C3A --ROUPAS ERBIUTIDOS. COPA. COZIA. FI3RICACIO 
IE TOEIS II HAEIA E LEI E FRIA. 
ACI! 
ARRI OS. 
DE rmm 
Serrasul Móveis 
RUA DA REPÚBLICA N' 10o 
FONE: 439-1296-BELA VISTA - MS 
ee= 
':':)( tr.t 
a.s 
?así 
"re, 
,t:.,.....,.17-o 
""' 
••1' 
a!1= 
Gz-3 
si