•do stc :.icm ·ra ·o, aram, ~ u- :,ei muo Jxi- cor ver­ que .fÍ- con- ::!nte juctnr nõ.o cue po. - for­ des- ião pára :, :r ªº 1da» num% Ias ds toam U 3 que e!. TRIBUNA DA ArJO: XVI lf'l 825 21 FIGUEIRO QUER 8. VISTA NO PIM Ronaldo Costa Couto, u necessidade da ir • clusno de Br la Vista no Prorama de A;si­ t;3nc11.i ;io::; i•lunlcÍplos - !'Ai-!. O Parlamentar Sul-1atopros..;enrn cxpi icou que SUi.l ~(•::tro nc:-Le sentido se acve às condições "pecu­ llares de Bela Vist,•, cor.10 ·nunicÍrio .f:•on­ teiriço, onde há carência de recursos para a lmplcmenLaç~o de uma infra-estrutura ur­ bana nara absorver a m~o-dc-obra local e~ atr.,íoa pevide à sua condiç;o dt• polo ele conve r~êncla cconÔmi ~a". E 1 cssal tou: "A injcç~o de recursos no PrefelLurc de Bela Vista para criar condições de absorç~o de~ .sa mnao-de-obra dispcniv..1 é de extrema im­ o·ncia, porque a c.:,>ntinuar a si cuação (Brasili do correspondente t al, pode surgir ur tumor de instaoili- ,Atendendo ao apelo ao prefeito Delavis- dade socal que afu~Pria, inclurive, a~ tense, Abraão Zacarias, o IJeputado Ruben condições políticas e econômicas da r,: F!ueiró enfatizou ao tinistro do interiorllãó. Mulheres Levam Carta à Constituinte .Figqeiró- intercede por flincio­ .ná·rios do Banco· do Brasil rro ., ... ' ... :. .. r - Campo Grande-Lan çado em todos es Es L"dos da Federaçao, através de suas As­ sembléias Legislat! vas, o even Lo "C ar­ ta das Mulheres a Assembléia Nacional Const1 tuinte", ocor reuna Última quar= ,ta feira em Campo r.ronde, através da representação de mu lheres de diversos segmentos. da socie­ aade, que fizeram para alguns deputa­ dos estaduais e ple nário a leitura oc uma carta elaborada pelo Conselho llaciô nal dos Direitos d; .., .;.._~~-;.;;;.-..:~------------------...1.. ·,,;.ilher. ?ÁGIHA 05. . ' Br. 1la - uiparação salarial dos funciona­ X-::os do Banco do Brasi:l aos do Banco Central, es - sa foi r.mia dl:S solicitRções que o deputado federal Ruben Figueiró fez em telex enviado ao ministro Marco Maciel, ct:e!'e do Gabinete da Casa Civil da Presidência da RepÚblic~. No telex o parlam<·ntar sul-matogrossense ex - Pressou: "R~go ao eminente patrício lev~ à prese!:_ Çê de S. Excia. o Sr, Presidente da Republica r...u apelo e favor da equiparação. salarial dos funcio- narios do Banco do Brasil aos do Banco Central e, n:~c sentido, a determ::.nação presidencial para liberação irrx:diata pelo Conselho Interminesterial_ de Salários das Estatais (CISE) do processo que funde o Adiei nnal de Fur.cão e Representação ao Adi clcnaJ. de Dedicação Integral (ADT) que lá se encon t:::a, há rrescs sem solução. Sei que Vossa Exce - lencia tamtém reconhece a justeza da pre­ tensão do funcionalism0 do Banco do Brasil f~cE à critica situacão financeira por que Passa e que poderá l~vá-lo n posições rei- vindicatorias radicais e, naturalmente em prejuízo do processe econÔrr.ico do Pais', • Aguardando uma breve manifestação de Vossa Excelência a·respeito, seu agrade­ cido. Cordialmer.cc, Deputado Ruben Figueirb. Em sua resposta, o ministro Marco ha­ c iel afirmou: "Acuso recebimer_to telex relativo equi p:'l.raçãc salarial funcio::rios Banco do Brasil e· informo, de orà::m do Sr. Presi­ dente da República, assunto retrans□itido ministro Fazenda. Cordial Abraço·•. SECRETÁRIO QUER QUE BA (0 DO BRASIL AJUDE EMPRESAS DE MS 'a prx ma. 4s, rio d Idüsri st+ à recebendo vi.t' r ,v Superintendente iegicnnal do Banco do Frasil, it nus Wouei- ra, que foi enpos do dia 7! no caro. Ele estara corparnudo em sua vivi'a a SIC/MS, do cx-superin tendente, V!:mondes Lourenço Gonçalves. E!,ta Lntr.-vi!"t • .. f'oi !.:olicl ada pio próprio Se­ crPú..rio i.'a!rJír Gü r ru. r,v· pl"'•t nade ±t.r do nevo diretor rgimal do [unco d Brasil de que maneira aquela institui;o firsneira pode ajudar melhor o comércio e a instria sul-mnatogroseere, sobretu­ do a, microempresas. Segundo Guerra, esta é una preocupação ja "ranifestada polo Governador Mar:c)o Miranr:la, que já cJ 0 1,rnrilr.ou, incl>J.;.:.vn, ;i rco.l.iza. o de estudos para a criação do B.mco de Deservol virn-::·nto do Estado, como forma de melhor agilizar;; "€passe de todo e qualquer r-::curso fin:_.nceiro des­ tinado ao Ma:.o Grosso do Sul. De acordo com infomJçÕes veiculadas pela gran­ de Í!l1;:n::nsa nacioru-J., o presidente do Banco do Era sil, Camilo Co.l.azar_,, rccent.e:r.ente solicitou ao J.li nistérlo d~ Fazend ~ liberação de 12 bilhões de­ c1uzados, oriundos do F.co ilacional dt:! lJe::.envolvi rr:ento, pura aplicar nas rr.:c:-cx·rr:presas de todo o País este ano. Waléir- Guerra oisse c;t.;c. o Governo Marcelo Mirar.da irá gestionur para que parte sig­ nificativa deEscs recursos sejarr. destinados ao Ma­ to Grosso do Sul. BICHA ATENDE APELO DO ROTflRY CLUB Em l,l;l...t 1IOV<1 ~.;.se,c KO .,. _. tary Club de Bela Vista tem procurado ajudar r.a solução de diversos pro­ blemas que assolan a nos sa coounidade. Sem fugir à sua linha de clube de serviços, cu. ja finalidaàe é SERVIR DESENVOLVER O Ca1?AIIJEI= RISMO, o Rota.ry está s tra.ns:fonn;,odo mr:r Cé?l"lal livre onde cidadãos le - vam Süas queixas e recla - - maçoes. Primeiramente foi a questão do Posto do Mir_istério do Tra balho. O Rotary, ser. sibilizado. levou o assun;o a·imprensa e, como de costum,,, a repe~cussão ajudou r.a solução. Oucro problema q/ vem provocando criti cas da comunidade be lavistense é o da e= nergia elétrica, o . Rotary enviou cartas aô prefeito, vereado,. .. res, Enersul e Gover no do Estado. Envlo~ também um oficio ao Depucado Ricrdo a­ cha, Bacha, u□deputa- DE? . s.rcJ..ano 3AC.:-iri çÕes de servir ao po vo da fronteira, so­ bretudo de Bela Vis­ ta, respcndeu ao ofi cio, prometendo ime­ d:.atas providências. Nesse sentido o deputado encaminhou reivindicaco direta mente à Presidência da Eners:! e brcve­ men te te rerr~os nc. ti- . cias otimis:as. 7CJS CS LEITORES, do engajado no con _ ' - CÁ texto regional e que possue reais inter - 'ENTRE , 71 REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA. f l)lJl O rovo SEJA 8( M JNíORMAod Jornal Tribuna da Fronteira (Bela Yisti) Jornal Comia Jardinense (Jardim) Jornal O ugunense (Gula Lopes da Laguna) Jorl1.II Tribuna Murtlnhense (Portn MUf1lnho) Jornal de Bonito (Booilo) Jornal do Antonio João (Antorirr.Jolo) Hâ mais ele dez anos editando 1orna1s e fortalecendo o munlcip.1lismo GRAFICA E EDITORA APA PADRÃO OE QUALIDADE ',f'I•. "º 0( UNOTIPAGEM -CONFECÇÕES DE UVR0S E REVISTAS• ILERTI I POPULIÇIO «GREVE DOS BANCARIOS A PARTIR DE 24/03/87» IMPRESSOS EM GERAL • IMPRESSOS A CORES UMA EMPRESA DO GRUPO REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS Fone: 439 - 1410 Rua da República, s/n? - Bela Vista - MS • e érobro - o álcool mata as células do cérebro. Se bem que o cor- po pode reproduzir células mortas, não pode, todavia, reproduzir as células cere­ brais. Qualquer dano cere­ bral é permanente. O ál­ cool também ·provoca he­ morragias cerebrais e obs­ trul os vasos capilares. Fi­ nalmente causa contração do cérebro, tornando-o es­ ponjoso. O beber costu­ madamente durante anos causa grave deterioração da memoria, do Juízo e da capacidade de aprendiza­ gem. A estrutura da perso­ nalidade e a consciência da realidade no alcoôlalra também podem desinte­ grar-se, pelo menos alte­ rar-se gravemente. Pulmões - o álcool tem JJm eleito tôx1co SO· bre os pulmões. Ossos - o álcool c'rla "células beberronas". as quais formam ossos que- bradiços. Pensava-se que os alcoôlatras tinham mais fraturas porque calam com lreqOéncla Agora os inves- tigadores sabem que que• _. --~ das que não provocariam danos ãos não-beberrões provocam fraturas nos al- coôlatras. O álcool também • reduz a quantidade de gl . bulos brancos e verme­ lhos) da medula Ossea Flgado • - A cirrose uma óegeneração do tecido do llg.clo alo em tecido c,­ catriclal, 1) oito vezes maior em alcoôlatras que em nào­ alcOOlatras. Os que bebem apenas socialmente. mas com freq06nc1a. também ---­ lém aumentada a gordura do ligado e preJud1cacsas as 0#)1 u l&S heQàllcas. lntHtlno Delgado - O kcool bloqueia a ab­ aocçào de VÜiu subslln cis, tals como tamuna kídO IOIICular, QOC'dura. v, wmv9_ umuna B, e mnocidoa. ' SaftCIUe - O Jcool taz oa glbulos verrnelhos que em nenhum momn.o rmnittr mm a ne /recurso no lação éria, os bancá: brasileiro e o foram obr lados a decre GREVE MACIO- AL, por tempo indo rm1nado, a partir do dia 24/03, par ter atenilaus ua» Justas reivindicas. omos aproximada­ ncn tc 7SO r.Jl bum;, rio'; no :>,Í.·, "1--J• no sistema !camente e achatam nossos salários o são lesados dieltos que d1- f'i cu ltar o a tcnd1mcn lo daa no•;:;u:.; n1•ce:; sIdndes básicas. Fruto da cxpiora;ão dg sumana dos seus func l on~ r los - na jorn,1 da de trabalho e no puamento de sala - rlos miscr·Í,veis - e clu socic•dao" br;,ir;!­ leira - na cobrança de Juros e taxas a­ busivas - os bancos acumulam cada vez mals. lucros exorbitantes. Os func1oniirio!i do BB e da Caixa F.­ conômica Federal vive, hoje na mesma si tuaçõ.o d_os demais bum:ários, o que tem provocado in~meras demissões R pedido naquelas duas empresas. O conceito da comunidade de que s Primeiro dia do são cheios de mordomias e privilégios não condiz com a realidade cm que vivem. Est·as informaçõºes distn.~c1das e na maio ~overnador no Parque ria das vezes, provocadas e alimentadas pelos próprios banqueiros, tem a preten são de jogar a oplnir.n pÚo1icl' contra - Dlsposto a continuar acelerar a obra r:1od~rrJ- --------------------.~rª::..:º~~-......::.:.:•::...· __ • __:, ....:.:. j 7 ªdora, inspirada no social - corr.pro.·:lisso do p;,íiJ3 •~ da ~iançé! D..:mocrática -: o govvmador l-larcdo 1i.:. j ~a.,da iniciou o seu primeino dia de jornada de tra balho no Parque dos Poderes, para governar Mato 1 Grosso do Sul, durante os proxirr.os4 anos.O govcr nadar Marcelo Miranda chegou be:n cedo ao Palácio - (~h20), acompanhado do seu ajudante de ordem, cp! to F Francisco Silveira Libório e de sua Sccrett ria particular. - Ao contrário dos governos anteriores, o gove!'­ nador Marcelo Miranda preferiu caninhar rumo à en trada principal da Govemadoria, ao invés da en­ trada privativa, provima à aragem. O Governador fez questão de cumprimentar todos os f.rncionários por onde percorreu: secretárias, telef0'1i<;t"" e os garçons. Antes mesno de tomar conhecimento de sua e.genda, o Governador Marcelo Miranda encontrou !'la sé.la de recepção uma comitiva de Paranaíba cons­ tituida pelo prefeito municipal Wilson Roberto; a­ lem de vereadores e a bancada do PFL local que es­ tivera acompanhados. do deputado pefelista Dala - dier Agi.As 8h25, o Governador Marcelo Miranda foi recebido em seu gabinete pelo chefe· da casa civil, Londres Machado e pelo seu secretário particular, Jose Rodrigues. O Governador Marcelo Mirar,da adiantou alguns despachos protocolares em seu ga - binete e as 09·00 ho - • ras, compareceu aso l·enidade de posse da primeira dama do Es­ t~do, Mariita Cançaào Soares, na Presidên eia do Fundo de Assistência Social Sul_­ latogrossense _ FASUL. eumaGa de da populaçio pr , C" ·: b ncia e o radicalismo Io ex' nação brasileira. Campo Grande -- Ma, 19 de ar;o d 197, SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE CAIRO GRADE M SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE :JURADOS M SI!DICATO LOS BANCÁRIOS TRÉS LAGOAS MS SINDICATO DOS BANCÁ#OS DE IAVRAÍ MS SINDICATO DOS BA!CRI OS DE CORUMBÁ MS ASSOCIAÇÃO PROF 1 SS I01!AL DOS B/,llCÁH IOS !JE P0IH A POHà !iS. r.ssoc. DOS FUNC. DA C.E.F. MS COMI SÃO DE MOBILIZAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL S/ A M,.-,.. ~ zoe )tllffla ..., lollt J I -- J - se aglutlnafflf, detendo a circulação e privando oo tecidos de oxigênlo, Tem­ bém causa anemia, pela ' reduç4o da produçlo de tais glóbulos. • . lnfecçlo - o ilcool reduz a 1"8$lsttncla do CO(• po As enfermldade recuperar-se .completamente e conti­ nua degenerando-se. Em casos· de hemorragias do. Plncreas oeralmente o be- • berrao morre. Glinclulas Sexuais - . o alcoolismo Produz se­ n1l1dade pramatura. • 1 • do disfu"""" me um- • .,,...u e degenera- .çào das glândulas sexuais. Os e_sludos têm mostrado consistentemente que Sha­ kespeare tinha razão q do observava que O ~ • provoca o desejo, mas 1 à impotência". 11: • eva NOCD9 ------------------------ .1«-AL ftDalA DA P1DftEllA Fundado em 20 de Fevereiro-dei 1972. DIRETORA : REDATOR-CHEFE: GERENTE REPORTAGENS MARIA ESTELA VELASQUEZ PFREIRA IVALDO PEREIRA GILSON SILVA SANTOS LUDGERO AUGUSTO SENHORINE REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: Rua da República, 268 Fone: (067) 439-1410 Caixa Postal 23 - Sede Própria JORNALI_STA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA Propriedade da·j REDE BELAVISTENSt. DE JORNA!S LTtÀ CGC-KF: 15.513.203/0001-59 INSCR, EST.: 28,219.003-1 Reg. ·no ·.cartório de Tit. e Documentos NV 35 FILUl)O À A B R A J O R I .. E ADJORI-S llPftESINTAK.TE EM SÃO PAULO: IICID - Comu~1cação 5/C Ltda.. Rua Voluntarioa da Pátria 1544 Fone: (011) 290 _ 8664 • - ConJ.01 CEP_02010 __ S!J'ITANA SP us de ! suam rI: gulhosc ,, s!e' ..., m:us comi pdqus o dos bac B:±sl oferecia a lates de progree3 ancurscs intem0S !m> que pcmútiam l!ll li) 000 cruzados 0senadoria se ga! re:s. "As outras br' frn das profissóeõl; Anr..idas e os-senr= Morais Oliveira, b ,s DO! do banco. HooH 116 000 funcionánic rução é inversa.e ir1lmos foram suswa imos tempos, ogo. fiaram abaixo do cp i vdos. O mesmo banco.,( amira o ex-mini:ini lliMas, o jurista e s: to ex-ministro do PJ. cm Reis Velloso é a debandada de funcioi1 senta&s. "Tenhc ll!inva .. • afirma o Mwiezan, do PDS • de 15 de novemg b d assessor jurídit Rro Alegre. "ll:. ESE: l'llüt;ll.V.J $AGENS 3s llot Pas. T:T T lu ·AGn; FiNtt a Boi [,'} ,. LP .i rze, 11 'lu· + •. id 1· l ntra. 'nJt'. <1u.mJ.• ,..,. fC~n1,·, ...: n'llncm. é para relamar d.a -..,. da. For o que ocorreu dias atras, cm iar- que.a-e em S:io Paulo a íun,mniriJ R.1- ÇJ, a 42 quilómetros de São Paulo, ode chel M,,nlla. 40 anos, há ses no banco, 31 funcionares estão submetidos a uma 4 000 cruzados de salário. Na baralha p..u-a siruaçào dr,m1.111,.1. l•r falr11 Je Jmhrrn1 11:forçar o orçamento, o~ funl·ionário, do para o aluguel. ,, b.111,·.in,, Edon Ftunn- banco c,rão cuid:indo cada vez meno, de co da Silva prtfrrc m,•rJr ,·111 Marlhu, a ,cus 2 milhões de l'orrcntl'>las e cada vez 35 4uilômetros lle di,t:incia. Su.1 rokga mais de eu próprio bolso. Todas a, !.txtas- no ~erviç,1, Helcn:i ln·nc Biatio. 11:i,, tem P •,•,· ·•1.ns J~ cinqüenta anos. o, jovens feiras. em Brasília, eles promovem uma fd- dinheiro para ah111,.;;1r e na h,>r:i Ja l'l'· ,,.,,savam no concurso do Banco rn de anc,:inaro depois do apedicntc. Em . feição .:ontcnlJ-,c n1111 ,-.111,l111d1t·, do llt.. • 11vcr.tm seu futuro gar.intido. Rico São Paulo, peno de: 1 500 dos 3 000 c:mpn:- Recebendo Jc:LCIIJ> Jc Jc11u11,11i. Jcs)O e $1Ílr1' ,1r11ulhoso de manter um quadro de gados da ag~ncia central transfonnaram o tipo a cada mês, dias atrás o presidente SCl'td,1res mais competente e mais bem pa- local de trnbalho num pequeno superynerca• do banco, Camilo Calazan~. np111u J'('f go do que o dos bancos privados, o Banco do - onde funcionários e clientes podem uma resposta drJmática e certamcnle inó- do BrJ.,il oferecia a seus empregados possi• comprnr roupas, peças de cerâmica para de- cua. Incapaz de tomar uma pruvidtnda bilidades de progresso na carreira atrnvés de corar a casa, bijuterias, peças de artesanato para melhorar a sorte Jc ~cu~ ,ut,i,nJina- concwws internos e faixas salariais muito e doces negociados no mesmo balcão oridc dos; Calazans enviou umu cun·, Jrnund11 boas que penniliam a um bancário chegar se fazem depósitos e se retira dinheiro. No ao ouvidór Fernando C"é,ur Mc,4u1111 -- aos 60 000 cruzados mensais às vésperas da último final de semana, 6 500 funcionários a quem cabe apurar im:gulnridndc, nn~ aposentadoria se galgasse todos os parama- das agências da capital paulista promove- repartições oficiais e ndo di~ullr que•• rcs. "As outras boas opções de carreira, ram sua Feira da Miséria cm pleno Viaduto cõcs salariais. Camilo Calurans ah que aMm das profissões liberais, eram as Forças do Chá, disputando o espaço com camelôs e é preciso "evitar a prolcturit;u;do do Armadas e os-seminários", lembra Eduardo mendigos. "Não temos outrn alternativa", Banco do j3rasi1, que fatulmcnll' ,><:um:ii Morais Oliveira, diretor de Recursos Huma- afuma Rosãnia Carvalho Abrantes, que or- cm função desse ach11an1Cntn ,.,lurial", nos Ílo banco. Hoje, do ponto de vista dos ganizou a feira. confonne escreveu na ~un i:urta a fcllllll• 116 000 funcionários do Banco do Brasil, a do Cfsar. situação é inversa e penosa. Os concursos Pelas 1nnsform11çócs que !lofn:u, u internos foram suspensos há dez anos e, nos guarda-chuva gcncrow Jo B11n,11 du Hra• últimos tempos, os salários <.aírarn tanto que sil desbotou, ganhou furot e dele rotou ficaram abaixo do que pagam os bancos pri- apena., uma sombra do mito dc al'cn,àc, vados. e escabilidadc que carrcgav11. Nu no pu- O mesmo banco estatal cm que fizeram sado, melo milhao dc penou pre,rou carreira o ex-ministro da Fazenda Emane concurso para lelllat uma na• num11 de Galvêas, o jurista e senador Afonso Arinos suas agtnciaa. De•~ IOW, qua-e 4 711(1 e o cx-ministro do Planejamento João Paulo foram thlrnadu para ltlllllhat, ma,, de· dosReisVeUoso~perscguidohojcporuma pois de conferir ICUI pnhot, apcnM r:-,eses, postergando o p!"ocesso· constitucio- dcbaneadadc funcionários e por um coro de 2 000 accíwam o empreao- • d,m111 nal para as calendas, o que decepe ionaria lamentações. "Tenho colegas cm situação preferiram ÍICII onde ac.tvam. "A, a opinião pÚblica nacional, que deseja o aflitiva", afuma o ex-deputado Nelson chancndeumaprumoçioniuubecm", , 1 uanto antes uma lei básica para a Ilação", Marchezan, do PDS, que, dcrroutado Pefelísta "se parece a um lance _ah ;nagogico, apenas para ficar sob a lumino IIESFIl'TE .S '.:'TAl11:::-iS JlO "l',SSAPOltTE BRASIL :'A P,LL DA ll,O". idade da grande imprensa, pois estaria J>lOGHA~l.:-illO SU.S 'I.GE:-iS llE FtRI.S, USliFRUl:'UU DJ:: UESCO:'TOS E:f PAS· hovendo no molhado já que a at:ual Consti- SAGE:'.S M~HEAS, HF.S'l'Al'.1.:-iTl•:S, SIIOPJ;G'S, ETC. tuição Já prevê um mandato Prezidencial de ssagem Aérea [seis anos'. Hotéis A Frira ela Miséria em São Paulo: disputando espaços com mendigos e camelós EST,I IS O mito desfeito A bat ha da sobrevivência no Ba11(0 do Brasil MATERIALIZA-SE PIE· VISÃO DE FICiU 1 .A O0, +te do prol o d r tnt d­ Qa ir: pre -. r ( , L 1 J • ,,.-r: te! m:., / Cl· < 1 nrn~:,ú do Deputado · i (r}D.s ,,). /lC"> e e. • .. , n; 1 • o~, , , , r 1 "e I n. • n t o~ r, C1 :·, •• b , t o d . , •'onst1tulnL-. 'A idéia do Deputado Saulo Queiróz sem ,iúvirin c•vr• 1•r"1nd<· r- J,' r .u:.:,i:; pol it ica que demonstrou qu ant0 os t,d:. proj,:t.os de cJ cisão seriam danosos ao proceso de ela­ boraçii.o dn Crmstl Luiç?.io po!, to·nnr·i:im n D ten Ç D, O d de Renda - Pessoa Flsica e .(aridica, Contratos - Recibos e JCorrespond~ncias em 1 Geral. .Betinho e Luiz TfCNICOS. Rua Antonio Jóão, s/n. - Em frente ao Sindica!Q Rural -' CEP. i9260 ;.;_. - LUSO COMERCIAL. LTDA . . . ~- . .. ' , AGRO PECUARIA LUSO LTDA. 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Tais protestos in - chnve da defesa dos dire!tons da aricultu cluem mais d uma vez a reivindicação de] ra brasileira contra o per!o aro-refor­ um l1·nLamt nto parLtn,•io <·nt rc· produ oru; mlnt.a. :q1,rícolnr; <· Jndur;tr1:J1~ no conjunto day 4. Com efeito, e, por certo r.uito c~n!.,Uf'c.. 1 ccot101ni;1 11;1clonc1l. vel que o Poder PÚbllco onern cori ur'•ét pc•- Em vista de fatos, a Sociedade Brasin lítica aricola InJusta a produção arope , '7 leira de Defesa da Tradição, Família e cuÚrio. Contudo rnols censur&vcl ainC:u e l'roprl,•do.tk - 'I'rP, comunlco. riuc: confi::;car ele o prÓprla tcrra, da qur.d 1. NÕo oenrlo cmll1H·., um Órr,iio de, classe mercê do trnbaltro humono, nascem estas ri mas entidade voltada á aprPcluçÕ.o da plu- quczas. rirnÓrficn rf'alld,HIC nncionral com base nos 5. É o que facilmente: :.;e, conclui, dcGde princípios tradlcJonais da doutrina catÓ- que se torne cm conto que onerar abuGiva­ llco, considern um dever _1 toso para proi'essores e para o Gove'r no: Entre as principais reivindica - ções do magistério constam o piso sala­ rial de tres salarios minimos à partir de março e cinco salários mínimos à par t:r de 1 2 de julho, uma urgente discus: sao sobre o anteprojeto do Estatuto do MagiS t erio e envio imediato a Assemblé- . ia Legislativa, para aprovação das mu - d~nça; reivindicadas pelo magistério nao so no aspecto da vida funcional , mas tambem nas questões administrativas A Feprosul reivindicou ainda a construção do hospital do Servidor públi - d co, e a inclus;,o e servidores no Conselho de Ad-rú.nistração do Instituto de Previdência-P i ta reformula ão , rev sul-, para caple ç na Poli tica de atendimento QY.: tem deixado mui to a de j da Feprosul: 2se ar segundo o docurrr-nto ' os professores querem tambén parti cipar ativamente f •- . - educacional na Onnulaçao de t.."'!la Poli tica . . Para o Estado. CG~ i'RA...t:A E SAWTA!i Durante audiência • sul evidenciou d • ª Presidente d.a Fepro - indicação do O - escontetamento da classe pela de Edu - - u:n·nao professor para a Secretaria caçao, e lembrou i - - 1980 pela introc1u - . ª uta da classe des:Je - 1çao de t:iuclanç _ cional. o Chefe da Casa • as no setor ea:.ic.:: considerou _ salutar Ci Vil, Londres r-lachaóo, r, a conversa do da d forma franca e le; 1 e recorri e - -aJ. • O Gove çao que quer diaJ.o ar mo deu a demnstr~ com todos os ~ g ' conversar e se entencer • . enentos da .q crescimento do Estado" di e asses que aj!;Jda::l o Sobre a 1 ' • sse Lond~s Machado- nsa ti sfa - res com O Sec'ret' . Çao dos professo - ario de d - dres .afirmou q· i:. ucaçao, Lon - , ue Aleix o penhara- uma polít O • araguassu dese l ica volt , ver -os problema • ada para reso;. s educaci onais do Estaco- No lugar por ond vou semearido : eu Passo amizade Foi propagando • 0 amor que ~ncontri feli . , Cldade. ------ ---- ----- ---------- ----------- ------- o IS t) , ,,, o 17 n4, " pre [4r·, Vr, ;x, - on4] das 1ente i:11 rn. qp lc1 .. 'l!'l' lHt G l­ Pur 2staby 1ôm1eG Mu­ ntou ,da um ies da ,osta!; tõino. .seu - ~ '! se ,açao. da F DOU •viu l pro­ Govet .ca· - sala- Utir à pa_:: _scus- do :mblé­ õ mu· - ·10 al ativas -rução usão ao do eopl -o que :u.inento n part}. 1ituca =-epr<> - t , pelél tetar 1ª 2esde educ} sr+ado» 3 de nnstr2 n.der rdBfflº achado° esso Lon aese2 esob :s tacJO• - ' .;1 MULHERES· LEVAM CIRTA A CONSTITUI TE Crmpo Grande Lan- leitura de uma carta ;ado em tdon os Es- elabaradt pc:l o Canse ados d Federação , lho llacicn:ll dos DI­ atrf.v<:!l ck rrna:j Au - n·l t.o~J ela MuH1cr, <.lc:;_ sembléas Leislati- tcumento este que :Je- rn Che:fe t1,,J.;,,:íé,t r, vas, o uvc·nt.o "Cn:'ti ri. t'ntr-c311,:: aos com; eia Jurrtr:1.:ti'l •!o r, d :-1,· Mulltc•rc!1 à J~;:31~m tituintn~.., no r>ro'x;_·- t • ·, , "'" '· "'- G.CJO C fJI'C.,.,l''..( nt,_ e.:. bl Óia tl;,ciorff·,l Conn-- mo dla 26. Fcc:er·,,r,no IJ::H .. lonal tItuinte", ocorreu No plcnnrio, apre ele LJ0fcn~orc:; PÚbl1- dia H•/OJ em Campo sença atenta de alu cos, queria ocupar a Granrk, at.ravéo da mas autoridades go- tribuna para en re rcprc-sentação de mu-- vernamentais mlstu- outrns den(rncias dJ thrr,:r-; elo diversos rava-se à de mlhe - zer· que a inultir·r,quc 1 segmL,n Los da soc leda res comuns. O fato é reprcsen La mal o do de, que: fizi•rAm parã que a majoria er;tava !:>0% da populaçiic br: . algum; deput:ac.Jo::; cs- all na condição prl- ::ii I eir-a, ai nd,, en t.aduo.is e pler,ár·io a melra de mulher, fol frenta sérios obsta- __ .i..;;;..~:...::::.....:.;.;;_;.:.:.::..:..:~:....!....-=..::.=..J....:...::..:::..:..:..::.:;:....:..:.::...:.....:~_:::.:::..:;:.;:.:;:_~ uma de ·' Plet± }der. que ap' OTIMAS OPORTUNIDADES PARA VOCÊ APUli'IAR SEU DUiliElRO VEIIDE-.=SE P.AR XANADÚ.vende-se o imóvel-melhor ponto da cidade, em frente ao Colégio Castelo Branco. 1 - YERR.Et-:0 30x6C, Rua Amélia Paim da Rosa, parte alta, local seco, Ótimo para· fina residência, Bairro Costa e Silva ... 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Ela explicou que a Secretaria de Justi lote de terreno 20 X 30. l - CASA RESIDE11CIAL, Rua Barão do Triunfo, 457, lote de terre no 20 X 30. 1 - CASA RESIDEi:CIAL, de material, Avenida Senador Pinheiro, S/N, lote de-terreno 15 X ~o. apema~ Cz$ 60.000,00. 3 - TERRENOS 12 X 24, juntos, Primavera IV, cada •••••••• Cz$ 15,000,00. 1 - CARRO CORCEL II LDO 78, motor riovo, bem calçado, somente Cz$ 60. 000, 00. TRATAR COM DR. K~EBER FONE 439-1176 - RUA CORONEL CAMISÃO, 774. BELA VISTA - MS táculos para ter, qu• mnes:na representativi- direitos e dever. dade no aces&o ao po- rlP cocicda~ conj~­ der. ao trabalho e i.1- f"·l: t•cr•3so dn r - té mesmo ::i. un,n v_;_da mais digna-. "Direito não se suplica",afir·­ mou ela, ·•e so muda­ remcs esta situação através da luta poli­ tica e da ação soci­ al". Sucly acredita que um dos passos para es ta conquista possa e~ tar na criaçãc recen­ te do Conselho Está- r 1 dacl e- d<· Plano;; cJ.:: R· focn.a A­ nrÍ1ri;.1 r;u,,l,,ur·r- quc­ seja o scu cstado ci vil; salário igual pai·a função igual;<:' tabilidade para a ma lhr.r gestante; lic: ça ao pai nos perio­ dos naral e pós-na­ tal: criaçio de um sistema Único de sn~ de que deve sLr prr­ do e físcallzado pu­ la populaçiic org~i­ zaàa, que. atraves de conselhos comuni­ tários, deverá part~ cipar das decisões sobre progr:.unas e fI r.• .·r ;:;.", p,•c tndo ;,ln­ da que se tetire cu L< o c:r' ,, ele ,V·11 l - EDITAL ~ Dir,·!cr•,;:, elo Grêmio <·,,_; Sarr"ntos e Subt,,1nu1 1' s Pf'elro Rufino. currprir_!_ :o o di:;;,o.:Jitivo dos Ar-:. ~>4 e ôO do i::S atuto da e:2 !.ldndc:, ccr,vcc.:i. a todos r,s socos para una f..ssor.>­ oléla Geral Oroiné.ria,c;u" se realizrá.as oa: 00 ho r-.is do dia 12 de' abril éo corrente na sde do clube ,>:.,ro. deliberarem a maté­ ria abaixo decla."'.!; ~­ is reivindicações que gicas ou sexuais à tes da eleição_ cor.stam do àocumento mulher. fora e der.- das mulheres, estio a tro do lar; será el. plena igualdade entre minada da lei a ex - os cônjuges no que preso 'rul'.·r ho- SUPERMERCADO .E PANIFICADORA MOREI ~~ +- IÇOUGUE E LINCHONETE A v. Duque de Caxias, 400 · - FONES· 251~1251, 251-1085 -- ·-PÃES QUENTES TODA HORA ··PAES, DO· CES, BISCOITOS E ·MASSAS EM GERAL _ Completo Serviço de Supermercado· Bela Vista, 19 de; f.''J:!'ÇO d~ 1987.Dicr.:edes Rodrj­ gues - 1~ Secr-etário ;.;, ric, S. Va.rpé:.S - Pres. - JARDIM MS-- Câ■ara é Noticia e lnlor■ação BUEIPO_.E_.f.JIC~ ~ H<·qur,rlrr."nto <10 Vcrr :,,Jor· r;,Í:;nlo Acio J l , presidente da Cmura Mun l e J pn.l , p::;r,1 q11•: :;r:.)(1 ,,nv!a!lo <·xpc•JH:nt<' llO prc.,fpit.o municipal uolicitando a colocação de buc! , 'l .. <: c:nc::i:;c:d l1iJ!W'llt.O ela rua l orn::indcr; 1,.-1 t,·, P:.,qu1nri catn n Unrãu do Triunfo; no 'rin i rro Eop frito Santo. Em Ju.:t.lfic:>tlv,1 o Vereador alegou <]li<· "o buri ro existente nn Avcn da Todo­ ro SoLlva, no loc;d ncirrn citfllo, nno r11 vazão :.;uficien<', vindo <'om i:;tu • 1 , ·I as residências próximas. RESIDÊNCIA DO DERSIL. "Gonsldcrando que a lmplanlúç:Ío ri,, O Vr:r•a..:cor ulcp,ou (1UL' " a u u~,l ::.1Lu-- Hcsidêncla do DF.HSlJL 1·m no:;:;a ci11ade ,,. çõo clrlG mencionadas pontes vem colocando umn ncccusidadc, pr,1·:i a "íl1muL,~nc;n.o dns ro em ri:Jco a integridade fÍ::;ica c1c cC'ntcnns dovias que Ugrun o munlclpio de Bela Vis:: de pessoas que por al Í ransitam, sem fa ta à Caracol, Antônió Joio, Jardimn e tam- lar nos danos materiais que poderão ocor bém a rodovia paro o Calc~rio ItamaraLJ , rer nos veiculas automotores, bem co~o ~~ Apaporé e estrados vicinnis, sol!cllo de den es nos animais que siio conduzido~ e V. Excia a unanimidade de apoio para o ·àqueles que servem de montaria nos mo;ra,i nosso requerimento, urna. vez que o mesmo res do Distrito". só trará benerlcios a nossa região." ~--- Esta _!oi.ª. ~_u_stificativa do Vereado[. FAL'i'A D'ÁCUA VEREDA DO APA 1 mobi I iária, Projetos e Construção Civil L TOA. CRECI 395 - J - ~':cnnpra, 'cncb e .clminis1rnrão clr lnnhcis - l.otcan1rntos - F:lahornçii11 clr Projetos r Con•lrn~iio r.i,·il AGt:S'flX A. s. ,VAI.OS cm•:: H/llS. K~IO O'IEDO CTIECI tG:íl llua Conde de l'orto Al,gre, .3 BF.L, 'IST , Gep 792611 llS. Escritório Despachante BELA VISTA Ltda. de Enio Oviedo Ivan.Marque ao pre»ett s licJl;,nlu ()'J'" •r•Jl •rv1,.•Ju Governador "arcolo Mirar! :.,r,,,r pia ao diretor to DEH!SUL t dou pllrtlc;n; -lo, -~Jl,,, ;>i'J, fe do SAAE. ENEHGIA fil.ÉYBICA Marcelo apresentou requerimento sol - . citando que seja enviado expediente a0 • ·Diretor Regional da ENERSUL em Ponta Por, corrt cópia ao Esc'ritÓrio local, solicitarv:i informações sobre as·constantes interrup çÕes no fornecimento da energia alétrica em nossa cidade. MOÇÃO Ivan Marques requereu que seja envi •­ da a MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO a nova diret, - ria da Associação Belavistense de'Profes~o res, na pessoa de seu presidenta ELDER BAS S0, desejando lhe feliz e prof'icuo traba. lho frente a essa tão importante associç - çao. • - FUNCIONANDO EMA,_ NOVAS E MAO.DER NAS INSTAIL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL, 1 GASOLINA, LAVAGEM DE CáRROs' . . . . Rua BarjodO Ladário SN . ,: - • • . • ·'- · . Telefone: 439 .10-25 !' j) partir começar a funcionar t a bri' ,·11·, 1, :'tr:·., ITiJ1/H, :-;., 'aieiras, aumentara con is rvelmnte ;1ux0 de caminhes c.rre1ao: oda .·urt • eh ,~:,qu 1 r·, p, .,. 1u •. r'm f,lf' !, tais circunstâncias a mera reforma em t •l!•lra .::C'i:, l!'Wflc:,z, f'Jl'(.jl1'1íl'O r·· ,) t., .. i sustentação, durabilidade, t r·•nçu nrcc·"sari n. HOAARIO DE ÔNIBUS v1AÇAo C11UZB110 DO SUL OE BUA VIS TA l AOUt!WJAHA • CAMPO CAAHOI: 530 • 11 00 - 1500 TadHs C/ baldfl;ltlD"" JarG fl OE SUA VrSIA 1 CAMPO CIWIOC ll()TURNO 23 00 hs OE SUA VISTA 1 P. PORà • &'00 • 02.00 • 15,00 ls. O( BaA VISTA 0OUROS-6 00 t/ ~ n AHTC>IJO lOÃ.O IAS tl>NF.: 439.1495 R1UtANT'ÓNlOJOÃO SIN." BELA VISTA MS.. Jbrarde •• anuncuuJJ!U(I, • econorrumr dinheiro é como para,, o relógio para ciconomizar ·tempo. Lcmbre:sc disso todas as vezes que voce pensar em cortar sua verba de propaganda. REDE 8ELAVISTEHSE DE JORNÃIS LTDA. _. QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO- GRAFICA E EDITORA APA - PADRÃO DE QUALIDADE - ,I~ EM GERAI. """"""' CONFEa;Oes e uvo " ...., OE UIIOTIPAGEM E REV1ST AS • BOLETINS IIIPRESSOsACOREs ....._ ~ DO GlUPO ltot lllAYISllHSf OI .10.......S RUA A ROSCA S-9A VSTA-S " • lj In m w o ar - n cortar Por Dentro dos Fa CAMPANHA DA FRATERNIDADE 1987 _POR _QUE. CAPANHA SOBRE E AOR? !' r imeiro, porque f <·: nor ±ó! de carro. A amparha dr, cada br .l iro conte;a t.: his ri. ea .. undo. u que a d coberta dos valore poderá corv rtr r a cr ur 1 f, .... D9 Oa ro motivo ara esta Indicador Profissional. ADVOGADO 11(1( "fOll .:T(J,:I() 1•º, :',SCllmii·o (;((:: IIIJil-li,:lllH);J - lJ.11/)lS - :!titll) l:au,as Cf ,·eis, lt :rimiuai,, (Ju~•lliu .YBOY, ccxn f:; - tos de J. R. DtJR.AJ,f e c urr roteiro e direção e~ an;e de que a própria Mai t& Proença par·tic1 - pou, foram publicadas•< imagens e as cenas da grafada num velho ar deslumbrante nu