) 
l 
:$ 
TRIBUNA DA 
09 DE IBRIL PARILIZAÇIO 
NACIONAL 
R.EUNIÃO DA ADJORI 
EM DOURADOS 
1 
A Educação no Bra 
s!l está passando por 
uma fase de muitas 
contravérsias e mu­ 
danças. Muitas coi­ 
sas preci.sam ser mu- 
. dadas, com urgência, 
no sistema educacio­ 
nal brasileiro. 
• O Ensino está en­ 
veredando por uma tri 
lha estreita, de po~ 
cas opçoes, e que, 
não muito distante, 
poderá- acabar em uma 
"ponte caída". 
A comunidade, os 
alunos, educâdores, 
Secretarias de Esta 
do, Governo, todos 
enfim, devem come - 
çar, sem demora, a 
se preocupar (quem 
ainda não o fez)com 
os problemas,alguns 
bem graves, do Ensi 
no neste País. - 
Sem dÚvida algu- 
ma, a coisa é 
complicada. Por 
bem 
e- 
xemplo, nesta sema­ 
na estão acontecen­ 
do por esse Brasil 
afora, dois tipos 
de greves: a de pr~ 
fessores de escolas 
particulares pedindo 
aumento de salários; 
por outr_o lado, a de 
alunos desse mesmo 
tipo de escolas, in­ 
dignados com a alta 
de 100 % nas mensali 
dades, que, segundo 
justificativa dos d1 
retores, se deve ao 
aumento dos salários 
dos professores. Por 
aí, se tem uma idéia 
de como a situação é 
complexa ! 
Isso é só uma amos 
tra. Existem inume 
ros outros absurdos 
A o!nç o 3. t rs cr 
ocorrendo no sistema Interior (ADU)Ri), resun 1- 
educacional. Tnlve:z, ourou'e, pnra 'ratar de d'veroe assuntos 
sei devido a esse:; a'inent à ntidade. Participaram dessa 
bsurdo:s que a Educa, reunião o Secr +rio de Conanicaco do Ga­ 
;ão esteja a un n{ -f,,rno do Estado Guilherme Cunha,o Assessor 
vel tão baixo. de imprensa da K sembléía Leis1ativa Vald 
Voltada para esse +ur Hozano, e dezenas de diretoren de or­ 
emaranhado de problg,n«is, de Dourados, Bola Vis'a, Trg Lano - 
mas, acontecera ne- as, Corumbá, Paranaib, São Gabriel do 0e4 
te dia 9, a PARA.I- te e outras cidades do Estado. 
ZACÃO ACIONAL. DF Fo! uma das rr•lhor·c e rc>uniÕuc d· ADJOHT 
FFOFESSORES da Rede não só pelo número de participant s,mas pe­ 
Estadual, que, Juntg, lo nivcl e par' icipa;ão. 
mente corn Pais, Alu- O Secretário Guilherme Cunha falou a 
nos e Funcionários » respeito das mudanças que ocorrerão no se­ 
deverá manter por to,tor de comunicação social, dando enfoque 
do o dia, una série [municipalização da Informação e à adoção 
de DEBATES, relacio- da mídia técnica, com isto impedindo a pro 
nados principalmente liferação dos chamados "jornais picaretas' 
com D9'0CRATIZAÇÃO que só circulam para faturar o Governo do 
RO EMS?O, PISO SAIA)]Estado e Assembléia li] 
RIAL VI!:CULADO AO SA. Na reunião ficou de 
LÍRIO KÍNIXO, SITUA- [cid1da a criação d6 
ÇÃO DA EDUCAÇÃO A Í[uma Comissão para jul­ 
VEL FACICZAL, PLANO '{ar os jornais filia - 
NAC10IM.L DE CARREIRA dos que deixaramn de 
e EF.EYIVAÇÃO DE COJJ- circular e tanbé:n os 
QUISTAS A?TERIORES, [que pretendem Ingres - 
entre outros temas. 
Não fique alheio 
a problemas que, di- 
sarna Associação.Essa 
Comissão é composta p~ 
los jornalista Teodo- 
reta ou indiretamen- rico Luiz Vlepas,d~ 
te,se referem a você. Dourados;Iraniison Al- 
Venha para etalvcs, de "?res Lagoas 
luta: DIA 09, a par- e Ivaldo Pereira, de 
tir das 7:30 horas, Bela V~~ta. 
nas dependências do 
CLUBE ESPORTIVO VÁRIOS 'DEBATES 
BELAVIS'i'Ei!ISE ! ! 
" . 
1 ),1 
Câmara • entrega Títulos de 
• Cidadão Belavistense 
.J .· 
ViLDC PEREZ? 
Em Sessão solene 
realizada na Última 
sexta-feira, dia 03, 
a cãmara Municipal 
de Bela Vista entre­ 
ou títulos de CIDA- 
'DÃO BEI..AYISTEttSE • a 
destacadas personali 
dades da comunidade. 
Foi uma festa .bo 
nita, onde- os homena 
geados agradeceram a 
honraria e falaram a 
respeito de Bela Vi! 
ta, e do que fizeram O Jornalista 
na comunidade. Ivaldo Pereira, um 
Forap homenagea- dos homenageados,dis 
dos os senhores.JOSÉ se em seu discurso 
JOAQUIM FERREIRA SOU que naquela noite e! 
1 
TO, MÁRIO BA'.l'TILANI-;- tava sendo duplamen­ 
OSCAR RODRIGUES DE te hól'nenageado, "por 
ARAUJO, GAMALIEL receber o título de 
STUMP-F, MILTON ROSA, CIDADÃO BELAVISTENSE 
ELIAS BARBOSA, JOSÉ e por recebê-lo cm 
SIMPLICIO DA COSTA companhia dessaspes 
MARQUES, IVALDO P.E- soas que representam 
REIRA, e a senhora a história viva. de 
CLOT!LD"' DE CASTRO Bela Vista" 
PINTO, representada Pessoas que con - 
no ato pc sua filha tribuira para 
0 
_yc bc; uns r_cresrLsy b,, i a 
TRO PINTO. 
Todos os homena­ 
geados .fizeram uso 
da palavra, proferin 
do discursos emocio- 
nantes, cheios de ca 
lor humano, · fazendo 
com que. a sessao so­ 
lene ganhasse uma di 
mensão diferente. 
JO?.HALISTA DIZ QUE É 
DUPU.. HmmAIUA ! 
de, que deram algo 
de si, de'suas vidas 
para que Bela Vista 
tivesse mais progre! 
dessa sessãc solene 
da cãmara, ficou pa­ 
ra sempre gravado no 
livro da-histÔría de 
so,. melhores condi- Bela Vista. 
çÕes de vida. Na Última página 
Com issô, o nome estão todos os que· 
dessas pessoas, ora [receberam essa home-­ 
homenageadas através nagem, das mãos de 
nossos vereadores. 
Antes de reuniao da 'DJ0RI com o Se­ 
cretario.houve uma reunião preliminar dos 
associ~dos,nessa reunião foram vários os 
debates, a respeito de tabelas de preços, 
limplantação de um escritório da ADJORI em 
Campo Grande. eleição da nova diretoria, 
que será em Junho, prestação de contas e 
relacionamento da ir.prense do interior com 
o G verno d Fta 
N eg-ócio de 
0-casião 
ilAL 
VEtlDE-SE Ut·lA 
MARCA OTil·lA 
DUAS 
FEITO 
• IMPRESSORA 
PERFE ! TO 
TRATAR PELO 
1,IP?ESSORA PARA 
- PLANA- 
PÃGINAS, FORi1ATO STAilDARD 
FUNC1 Or!fMENTO, 
FUNTI MOD- UM QUARTO 
FUMC I Ol!M1E!HO. 
439-1410 
JOR 
PER- 
O Menor Carenie 
A 'Ccpanha da Fraternidade provida pela Can­ 
ferência ?acional-dos Bispos, ao longo da Quaresnà 
deste nc. t:por tea a criança carente." Carên­ 
c-:..,, no cas , em o colo.'do afetuoso de u cufe - 
:1s.o. Veje a ratéria coplea na Página c2

, 7 ' 
O MENOR CIRENTE 
tunidnde, trarcr- 
vr '''º . ,, trabalho dr, 
,!11r!•,tn, t'l1Ó•,<,fr,, 
Latz Frucin , 
''A Crpnha dn 
Pr,1t<·rnld,11l(• prom<J­ 
vldn pl'1r, r·onf,,r·Í!( 
c:11.1 ll.irional do:1 
Dispo00, ao lonpo da 
Quurcamo dcHte nno, 
tem par Lcmu u crl­ 
nnçu curt•nle. 
carência, no 
cnao, Lm o colori­ 
do nfeLuoso db um 
()uf,:rninmo. f: pnln - 
vra bcnitna parn dotu 
rara plluln. n que 
os· bi:;po::; lnt.,'nde111 
ó chamar a atenção 
particular e publi­ 
ca para o tremendo 
prolil•·Pr,J rJa rJ•n<,r· 11 
ur,ndon-i,lo. 
Desta feita 
ninguém, de bom en 
o, reateará aplau 
GO~ ~ lnlclntlVB dn 
IreJa. Mão que se­ 
jn a ~nlcu lnat.ltu! 
;a0 a tomar a peito 
o assunto em pauta, 
011 L!'a:J tar.bém o fa­ 
zem..Mas, dada a ex 
per! êncl a que tarl!!1_ 
ba a CNBO para o d~ 
empenho das a tra 
rllclonnln campanhas 
quaresmais, é de se 
por ré no ;xlto da 
C'mpreitada. 
::P2!P"; ft'Da&A DA. t'll0lffll:IRA 
Fundado 1111 20 de f'evereiro de 1972, 
DIRETORA 
REDATOR-CHEFE: 
O!R!NTE 
R!PORTAOENB 
MARIA ESTELA VELASQUEZ PFREIRA 
IVALDO'PEREIRA 
GlLSON SILVA SANTOS 
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FILUDO À A B R A J O R I E A D J O R I - M S 
U:PRESKNTANTE EH SÃO PAULO: 
ROO - Comunicação S/C Ltda. 
Rua Voluntários da Pátria, 1544 - ConJ.01 
Fone: (011) 290-8664 
.CEP 02010 - SANTANA SP 
• 1 
O p r· . r r J r e , ! • ~ 
Lo previsível de 
tomada de co• "C l ::n - 
e l él u r, Í v, 1 n, ,; i o:. l 
sera, sen dúvida, o 
os olhos para a ,-. , - 
lidado. A descoberta 
do fato vnl dc~lum 
brar multo RCnLe. O 
número de crianças a 
bandonadas, errantes 
sem eira nc~ beira 
ou ramo de figueira, 
jogadas às traças 
frcquentuntlo a esco- 
.la das eorjutan, co­ 
mendo o pão que o 
diabo amassou, en­ 
chafurdondo-se na lo 
ma dos viclos mais 
hediondos, tudo isso 
vai derrubar os ine­ 
autÓs das pernas. 
Principalmente 
aqueles que assumi - 
ramo compromisso de 
administrar as coi - 
sas públicas. Vai 
doer na consciência 
de muita autoridade 
o menosprezo que até 
agora assinalou ges­ 
tão política de vis­ 
tas grossas para es­ 
se pavorosc cancro 
que corrói o organi~ 
mo social. A começar 
dos municípios inte­ 
rior,nos, Hão de ver 
como são malbaratas é 
ticamente as verbas. 
Quanto dinheiro des­ 
pendido cm obras inÚ 
teis, faraÔnicai, s~ 
pérfluas, quando 
injustiça social pe­ 
de que se acolham 
Pediatria Clinica e Puericultura 
• ~R. IUlEFO~SO FRArlC ISCO DOS SMITOS 
CRr-1-SP 42731 
CQNSULTÓRIG; R·uA DR, ARY CoELHQ. DE OLIVEIRA, 480 
FONE· 251-1957. . 251-1755 (itEs IDÊNc IA). 
JARD Iíí 
HosP !TAL f;ARECHÁL RoNDOii, FONE: 251-1131 
• 1 
i-1,TO GROSSO DO 
- 
de vereador s e pr 
fC'l o;! 
o seundo eft 
to a e eperar o 
Julgamento. Julgar 
como d!z o método 
pedagógico. Não adi 
anta só ver, con er 
plar uristicamente 
a miséria alheia. É 
preciso refle ir. 
Pondcrnr a si u3çÔo 
luz da razão, do 
dlrei to (' do ré•. 1!2_ 
dispensável que se 
redimensione~ as 
causas e os efelLos 
do fenômeno. Daí há 
de emergir alguma 
decisão adcqu;da. 
Por fim, o mais 
árduo. Agir. Uc 
bons propósitos o 
inferno está atape~ 
-Leitura de Mão 
Pioneira na in 
trodução de várias 
inovações urbanas , 
Curitiba lançou na 
semana passada mais 
uma novidade desti- 
nada a facilitar a 
vida de seus habi - 
tantes: um projete 
de sinalização de 
são localizáveis a­ 
través de um aro de 
ferro preso à base 
do poste. "Ao bater 
nele com sue:. benga­ 
la, o defic1enle o~ 
ve o so~ do vibra­ 
ção do metal e fica 
_sabendo que 101:,0 ocima 
existe uma placa de 
sinalização", expli 
ca o arquiteto sér= 
aio Póvoa Pires, 34 
anos, ~utor co pro­ 
jeto. Para saber em 
que local da cidade 
ele se encontra, o 
deficiente precisa 
apenas deslizar. a 
mão sobre a inscri­ 
qão. C0nfeccionadas 
em folhas de alumí­ 
nio ê medindo 13 
por 37, 5 cen d.me 
tros, as placas fo­ 
ram pintadas de bran 
coe têm as inscri.:­ 
çÕes em braile gra­ 
vadas no metal ori­ 
ginal, sem pintura. 
de cruzamentos, a Uma das preocu 
uma altura de i,40 paçÕes da ~quipe q] 
metro, as placas elab • 
ruas para deficicn- 
• tes visuais. O sis- 
tema foi inaugurado 
oficialmente no Úl- 
timo sábado como 
parte das comemora­ 
ções dos 294 anos 
da Capital paranaen 
se trata-se de .18Õ 
placas çom inseri. - 
çÕes em brail~; 'c!is 
postas nos oitenta 
principais cruzamen 
tos do centro d'a ci 
dade, que permitem­ 
ao • cego orientar-se 
sem precisar da aju 
da de ninguém. - 
Enroladas nos 
postes de semáforos 
r ·n•o, p· lo 
ltJO (; r,• !., !. 
cão escolar. 
T me-.5 qu 
r,rpanha n·o ~- ...• 
de um inpacto '·· •oc l_ 
onal. Se tal acentg 
cer nada mis lar 
áve1. A Juy1iça g 
ar, com urgencia 
que se redimam es­ 
sas legiões de cri­ 
nnças que pcromb~ - 
lDrr à belrn do abi~ 
mo. O menor, prcci­ 
samcnt<:: por ser in­ 
capaz de sair por 
si do atoleiro, tem 
t__zy penca LTr 
AGRO PECUARIA LUSO LTDA .LUSO COMÉRCIO 
E INDUSTRIA DE MADEIRAS.SECAGEM E ARMAZENA 
. M ENTO - COMPRA E VENDA DE GADO - MADEIRA_ COMERCIAL! ZACÃO • • 
Bons Negócios Lucros Certos. Produtividade 
• 	..._._ • 	• 	1 	• ... 
1.RUA DUQUE DE CAXIAS SN_GUIA LOPES DA LAGUNA _ FONE. 
! ~ ~--
1 
251.1055 PÀRA RECADOS-A RESPEITO:.DE COMPRA 
] ' VENDA·DE GADO ÍURGENTE]TRATIIR PELO TE_ 
JL~-. ~- lEFONf.: 2.51:.1364· 
. . 
;0€• 0 
eper.r 
.'..., t., ,, í 
Cllr;·,:..,. fin'J.r.r• l, 
:::o e uacional, pn 
mass ae recuperaco, 
cc.:rr1ính: •• ,nto prol i • 
na) não faltam. 
(PLA /. 
- 
foi não aurncnlur 
poluiç~o visual urt 
na. 
Por isso, t·· - 
bém se optou por :,• 
xar as placas 
0c: 
postes já existente 
Para seus idealiza 
res, outro mérito t 
projc to é seu bai/.( 
custo: por 11.000 
cruzados - o pre; 
de um televisor 
cores - a prefe(~·,r· 
de Curitiba a te!"C~­ 
a, uma necessida::!
0 
·:: 
tal dos 5500 ·ce[OS 
que vivem n1a cidade, 
A iniciativa 
veio reforçar a te:, 
const an temente e:11.:~­ 
cl ada pelo prefei~ 
Roberto Requião, " 
que as idéias incel~ 
gentes são geralr•~­ 
te as mais sirr.ples, 
No caso presente, 
preci sarnes fazer ~­ 
estudo mais detiôO 
festeja Requião. 
____________ ... 
-------------- 
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Df ;ióC ' 
Câ■ara é otici 
 ,. ' f 1' r; ') ., ' I' 
bv la pr entn!o pte 
I<, v, redor Eviinnío 
1 
;'1• « de Miranda, nr 
reunião da Câmara do 
d 1 " () 1 / C,4 /1 <J fl'I , ;i l' n, 
y4dos por unanimid­ 
tJ,. 
/lo F:xce 1 <·n rl :J:;11
11O 
sr. f'rtJf',:11.o Munlcl­ 
p·,l, que determine o 
Joc:·tl o o imediato 
de um prédio 0ert-. 
nr.rlo rvir de C)u 
be dos rv!dores p{} 
t, J ! r·c;:, r)r• /:•. j a -✓• 'J '- -~ 
qu ervirá t mh+ 
tj .l f, ._ 
tociaço do funcío­ 
nario, no local e-­ 
r;, :;e rvicl 1 1• f••J<;Õt .; 
re1:1ll ,,r,·:; flO" f•mr lo 
n4rios d 'trr 
blica e onde os te3-- 
pari qu o r.Ir 
.to funici d 
Reparar o bueir termine a con: 'ruço 
L,.l.ij,t__.....__..,._....,....,.,._._.......,....,-fi'·,1,w,;• .. ·....;,,;•'.;.".;.'·..;,';,,;'".IJt.;J,•...:,.l.:.;n:i,'.:..J.Ll.'.l ku luso i4usual 	urna pont .. dr r-·, - 
'J<·ira, no corrt.::'CJ . , 
Cndelo, na es r«da 
ex ist n . e e í! u 
I l I i' .:t '71...' • l • 
rt proprledPdt• do Sr. rJJd,1 ,.rb ,rl.: ,c::::n ;, 
Pery de 1lrncicl-1· Melo do pretrnc, co. 
,i. propr.icdacl<: do ~;r. ·,ivor·, r, fru·: t• r· ,;. 
'lr:rc.i.o CclesLino,<Jrir:_ 
do ns:ürn perfci ta MOCKO DE CO!GRATU­ 
con< içiio de tr::ift•r,o. LAriio AO SR. PREFFI­ 
TO TU'UCI?AL AD•üÃ0 
Determinar a llm- ZACARIAS. 
Indicador 
pouco ' zr, 
f·' ( .. ;t (! ~ Í !"_,d f.J 
+!o 5 
roc a n· .. L,,,, 1ro 
ex!p,tente por ou - 
tros de ma or capa' 
dad de captaco. 
Profissional 
. 
ausas íeis, triminais, Questão de Terra:,., l>in·ito de Familia e 
'l'raf,athistn, 
peza das valas e- tu- Pelo reparo e re- zoes de nossa Moção 
bos que dernondam ao forr,:;_ r:era • r,o~ pon- dP Convratul.'ç::io, ao 
áuas do bnirro (re- tes dos rios ITAVERÁ Excelentlss!mo Se- 
-------------------------------------4 e;iâo) conhecida por E MANGAI/A, neste mu- nhor 'Pr0f ·l Lo i-lunict 
Doixada Corin hiana, nicipio. 	pal, Abraão Zacarias 
colocando cascalho Pela construção a quol foi aprovado 
cm uma valeta exis - da Escola na região por maioria abaolulé. 
tente em frente a denominada VIUDA,co~ de votos. 
residência do Sr.Wi- precndcndo u~a sala Sala das Scoc~es, 
ly, bem como no buei de aula, cozinha. sa 01 de Abril de 1987. 
Fone: 311:i 
ADVOGADO 
JIUCTOH ,:T0:10 Jr. X8ClllE.TO 
cu:: lltJn.71.3/lH;:, - O.ll/)IS - !?1:il!U 
Escritório Aw. lio lranco N' 139 
lcsiMncia - ,'. lio llranco '.' !Ili 
Porto )lnrtinho - MS 
ESCIITAS FISCAIS E CONTAREIS 
Ynnclcrlcy C:tssaroti - ClO/)IT 3.&>i 
A,·. Eugrnio Pcnzo ;;;o (.o Indo da Exntorin) 
Caixn Po"tnl 23 • 
CEI': 70010 
Antonio Joiío -- MS 
ro existente na Rua 
Afonso Pena próximo 
ao Passo do Macaco: 
o f,l' r­ 
nde nd 
o, voltada 
ri(· - 
c ssi0ode principal 
• : ,, n l ,. dr <; l. , : " ln1 - 
mui!de, classe essa 
que na atual adminis 
raão,tem merecido 
todo o e~, inho e con 
sidera;o. 
Solicitando ao Sr. 
Prefeito Municipal , 
determinar a insta - 
not:TOH C . .lll.OS ,. :-JAZARillOldiF..S 	lação de um parqui- Na sexta feira da semana passada 45.000 
C.l"!-.-S Cl"F.IS E Clln11NAIS 	nho infantil na Es - alunos da sétima série do 1 grau, em todo 
, 	cola Castelo Branco o Pais, viram-se frente a uma prova bimes- 
llun lleputado '.lnrio 'nn Uen Jlosch 28• 	, 
i· 	cpnstruindo em volta tral onde foram obrigados a medir conheci- 
1
'clcío11c: .130·I3X. 2 (Próximo n Ho<lo'i1in) 	, 
alambrado com mureta mento sobre um novo personagem: o temivel 
DEI.A 'ISrA 	.,. • llS , de proteção, evitan- virus da AIDS, que já atingiu 42 m1 l pes- 
, ;...._.....,;:.:.,:...:,;. 	-:- 	4em essa providen [s0as em todo o mundo - o Brasil com 1263 
eia seja o parquinho casos, ocupa o terceiro lugar entre os oaí 
danificado pelá ga- ses com maior número de doentes. Antes da 
rotada adulta. A ins prova, esses alunos assistiram a qüatro au 
talação do parquinh; las dedicadas exclusivamente à AIDS, com 
bem comQ as outras professores discorrendo sobre virologia, 
providênc~as ajudará noções básicas de imunologia e, principal 
sobremaneira aos alu mente, formas de transmissão e profilaxiã 
lun C11iah1í R/"S. - l•'unc: (O0i) -l30·l2flO 	nos do pré-escolar da dÓença. 
CEP: 70200 	ELA VISTA 	MS daquele estabeleci- A iniciativa é do colégio Objetivo, que 
___ _;_ 	-:------------------1' mento de ensino. tem mais de cem mil alunos espalhados em 
dezenove Estados brasileiros e que estahe­ 
leceu a discussão da sindrome em seu curri 
culo de biologia e ciências. 
A apostila que serve de base ao curso, 
foi dividida em duas partes. A primeira, 
na forma de perguntas e respostas, é desti 
nada à sétima e oitava séries do Primeiro 
Grau. A segunda parte, com urna abordagem 
cientifica mais profunda e ênfase maior na 
teoria, é utilizada no segundo grau. O es­ 
tudo de um assunto tão polêmico, transfor­ 
mou-se nurr. sucenso: os 100.000 exemplares 
d.q tiragem inicial esgotaram-se.rapidamen- 
Solicitando ao Sr. 
1 
Prefeito Municipal, a 
• viabilização de uma 
i patrulha mecanizada, 
 para realizar os re­ 
i paros necessários na 
--------------------::-----:-;;---:--------.1, estrada que liga a 
Cirurgião Dentista [5j 
·Í: Margarida, àeixan~o 
DOL'TOH ~-u·cmlO ',1.nt:z UE íl.Jmos 
I 
a mesma em condiçoes 
. 'I 1 I d S/:'i _ Fone: 2H·l7:ii i 1.o trafego. determi- 
t:llO ~ /llS _ Consultlino: lua Ma. (on on : 
10::n _ Fone: 2:'il·l22 - ,l.lOIM - llS 
, 
Es e ri tório 
'ILll.. D, SII,', E n:R L. Tl~Of.O 
asas Uiveis e Criminais, 'Trabalhista, Direito de Fa1111Jin, '!'erra~ e 
J 11 ;·cu 11rio~- 
R o n e 1 
,OIOG:llO _ C..l.'SAS CIVEIS E Clllll:'IIAIS 
• lun 'icto,io l'cnzo f-,('.j -- Fone: i:3:',·1203 
~- ,:STO:-;IO J0,  
CEL': i!líllü 
de 
8 j IV a 
Adv_o.cac.ia 
Fuchs 
·45 M-IL ALUNOS JlÍ TEM - 
__ PROVA SOBRE AIOS 
r DI 
u	e e uma nova leva 
já está sendo impre~ 
sa. 
Antes de implan 
taro curso, os pro­ 
fessores do Objetivo 
temeram pela recep - 
tividade de una ma - 
téria delicada como 
a AIDS. 
Depois que os alu 
nos estão far.:ili~ri~ 
zaàos com a cstratu­ 
ra do vlrus e cncei 
tos de imunologia, 
professor introduz • 
noçoes poucos usuais 
na atividade escolar 
como o uso de camisa 
dé vênus, contamina­ 
ções por drogas endo 
venosas e homosst:""º 
J._G. _2...o...i HOU . .0.21 H~ ~ 
_ AÇOUGUE E LANCHONETE 
A v.Duque de Caxias, 400 
__ FONES 251·1251, 251-1085 - 
"PÃES QUENTES TODA HORB • PAES,"DO· 
CES, BISCOITOS E MASSAS EM GERAL 
Completo _S~rviço de Supe_r~ercado 
--~~ ... 
f.

CIDIOl0 BELIYISTENSE 
:" : 
D1curo pronunciado pelo 5r 
Joó J. Ferreira Souto, na feio olenr 
da Umara Municipal de 03 de r;b.r 11/8'/ p.::_ 
.ntropa do titulo de cidadania be 
lu' tn ., , com qu fol 1,p,.rac ludo 
JOSÉ JOAQUI~ F'.i.RRSUlA souro 
Exmo. Sr., Presidente da Câmara Mu­ 
nlcipal, Vereador ·cassio Acioli; Srs. V!'=_ 
readores; autoridades civis e militares; 
senhoras, meus senhores: 
Há dias aLrás recebi um oficio do 
Sr. Presidente comunicando e convidando­ 
me a vir a esta Sessão solene, quando fa 
ria entrega do Titulo de Cidadania Bela­ 
vistense com o qual fui agraciado confor 
me Projelo de Resolução número 012/86 
de autoria do ilustre vereador Evilasio 
Miranda. 
Aqui estou, pois dizendo presente. 
Como vêdes, &enhores, trata-se da 
entrega de um diploma muito honroso a eS 
te cidadão que vos fala, que na sua hu - 
mildade, jamais pensou que estivesse nos 
atos da sua compustura social, cometendo 
aiguma coisa além do natural que merece~ 
se algo digno de menção, por mais signi­ 
ficativa que fosse, pois que a convivên­ 
cia, a ativicade de cada cidadãp dentro 
da sociedade em que vive, consiste em 
elevá-la acima de qualquer proposito ou 
preconceito que.vise ofendê-la, injuriá­ 
la ou evitá-la, dar exemplo de respei­ 
to mútuo entre participantes que gera a 
tranquilidade e harmonia, finalmente pr~ 
curar o bem estar e a felicidade de to - 
dos, sem nenhum vislumbre de discrimina­ 
çao. 
Realmente, esse foi sempre o meu 
mais acurado, no comportamento que ofere 
ceu-me oportunidade de granjear inÚmero~­ 
amigos, cujas amizades, são o consolo de 
anos de luta, semprê com a finalidade do 
bem que se deve praticar, destinando a 
meus semelhantes uma parcela do meu tra­ 
balho propulsor, sem maior recompensa q/­ 
se deva esperar por·'esse cometimento. 
é o meu conceito de vida, como. ho 
mem do povo. 
/ , lr.r, 
r]uran•r 
do meu comport to 
quais pudesse ajuizr 
procedimento que r.lv• 
Le tÍ Lulo nobi l I t .. rit, . iu, ' ; 1 r. 
1 0•· • - 
nl que ntlo é cJc.•cr•n '.e f, l r e i propr
1 
cm qualquer ocasião, mas ouso romp •r ,. ;, 
cnso. etiquer-,.') da pragmatic e adoto o 
pragmatismo que é a doutrino que se ba 
Geia na verdade tlo valor pratica, p~r• 
jus t1 ficar a meus cone! dadãos, mesmo acg 
bertado pela !'ultu <Jc c;Jngelo r·oci-·.,· ici , 
os meus atos através de anos e ano de 
,luta que pudesse gc.rar ~sLc ti ·ulo ao 
honroso, pois, no decorrer desse empo 
- efelivamcnte conu~rul rscala~ 
pelo cpntos do município, inclusive Car~ 
col, Jardim e Campcutre, quando ainda 
Distritos tlo município, com sacriflcios, 
para não ver meus irmãozinhos bclav.ls:."~ 
ses crescerem analfabetos; recuperava 
sempre que necessário trechos intransi a 
veis de estradas para poder transitar os 
caminhões da minha empresa orranizadu P~ 
ra servir os brlavistens~s; ajuaei fu~ - 
dar o Clube Esportivo Belavistense, com 
maioria de craques do 10° R.C.I, hoje 
Clube Recreativo Belavistense, cartão de 
visita da cidade; a antiRa Associação Hu 
ral• AgrÍcol<1, hoje o super Sindicato Ru­ 
ral de Bela VJsta com o seu e.rande par - 
que Rio Apa, outro cartão de visita da 
nossa cidade; o Hospital de Caridade São 
Vicente de [aula, obra de iniciativa dos 
saudosos Padres Redentoristas sob .dire - 
ção do reverendo Fr~ncisco ~oor, hospi - 
tal ao qual dei o maior do meu esforço , 
da minha capacidade de trabalho, po,que 
foi um empreendlmento do pcvo para os po 
bres mais necessitados; 
Hoje a Bene f l ccncia Hospitalar São 
Vicente de Paula com a MaternidRde do 
mesmo nome prestando relevantes serviços 
à populaçio d região. No serviço PÚblico 
fui Delegado de Policia do municÍpio e 
Promotor interino da Comarca, dando ga - 
rantias e segurança à população e justi­ 
ça com imparcialidade. Como político fui 
eleito Vereador em três legislaturas, na 
Última das quais fui Pre~idente da Câm~~ 
ra Municipal em face da Lei, fase quando 
apresentei projetos de lei criando o Dis ~~------------------------, 
trito Industrial de Água Doce, onde já 
'florecem indústrias madereiras de porte 
e Armazéns de cereais e secadores . de 
grãos, e brevemente, grande cerâmica e 
fábrica de farinha de mandioca da trovel 
Associação dos Pequenos Produtores fiu .­ 
rais de Agua Doce, sob os auspicios do 
Governo do Estado e Prefeitura Municipal 
de Bela Vista; projetos de lei criando o 
Distrito de N. S. de Fátima, que mereceu 
aprovação unânime ·dos meus pares de en - 
tão· e sansão do Governo do Estado. 
Ainda como vereador,participei de 
seis convençoes de vereadores. Uma em Co 
rumbá, para dar sugestões aos Deputados 
da Assemtléia para a elaboração da atual 
· o '/ 1, ,.. 1· 
rJ • 
ra 
• ~ ... • • ..., • 	1 .. 
1, 11rj,; COCU:"'t·nlO • qu• ,•inrl,., • ·n!H 
no,• r, lnclti!-'lVe C,"r', lic :·r. 1 Cc,1 
j 	-- 	,. • • ~ f.> "(• • 
mar a sua Excelencia o sr, sr SI 
da Republica escri a por mim me o, 
do ainda homenajeado como inteirante 
e. 	- 
For ultimo, com a colabora;ao d Sr, 
Prefeito Abraãc Zacarias, do Banco 
Brrir;il s.;,., !:.f,lPAEfl .' Si-:i'LMI ,10 E:: ,,)) , 
undanos a Associação de Desenvolvi ·ntc 
Ctm•m~l:3('10 do DUarl!O d• rr.s. f!,, F,.'!­ 
ma, do qual sou o President. 
Senhores, talvez sejam destes trata 
lhos acausa e oriem de tão honros to­ 
menagem aue hoje recebo desta Casa 
Leis, hor.:enaw~r dos renerosos crJls, r.,· 
esto de incomensurvel bondade. 
Senhores, meus caros amigos, a bere 
voléncia, nobreza de corac+o, a sensib!- 
1Idade daqueles d julgar.mn-me merecedor, 
de u:n diplora desta magnitude, por algu­ 
ma cois,"I de bom que fiz na vida, a mu 
semelhantes, ao povo finalmente, o meu 
reconhecimento, o agr~decimcnto dest• p~ 
bre homem, que já nonagenário, não deixa 
de lut2r, não a..rrependeu-sc ainda da su, 
conduta trilhada com carinho na cstrad~ 
do civismo, da honestidade e da i10:1ra 
lcp,ados dos meus saudosos pais que soub~ 
ram honrar suas preciosaq vidas, o d~ver 
cumprido. 
E agora:, reencontro novamente a vi­ 
vencia com meus patricios queridos, reus 
irmãos belaviscenses, aqueles que ·soube_ 
·ram ser leais companheiros na jornada 
.nas horas amargas, como nas boas. 
O meu muito obrigado, amigos. 
'CORUJÃO CONTABIL 
Abertura e Encerramento de Firmas 
Dccla.raçilo do Imposto de Renda. -_Pessoa Física e 
1uridica, Contratos • Recibos e •Correspondências em 
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Rua Antonio João, s/n. - F.m frente ao Sindicato 
Rural 
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or:rlor. 
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D v!­ 
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L 
:::a e 
crn 
Cidadão Belavistens 
')• 
ti6 03/04/vi, oca 
<. •I)lll 'J •; 'u),--. rJ• "(.I 1.,0 ,, 
"lwcordar e vive:-", dlz o poeta. Re - 
cordemos, então ... 
Nasci do em 26 de se tcmbro de 1 CJ19, em 
Sacramento, Tii~npulo.Ninciro. hoje com 
67 anos de idade, oqui cheguPi na tarde 
ensolarnda do dia 20 de setembro de 1945, 
h~ mnjs de 42 anos, quando estava comple­ 
tando 11.c:us ?r, ano~, dt' idade. Minha primei_ 
ra visita toi i Apincia dos Correios e Te 
J<'.grafos para comunie;ir à direção r,eral 
cto Banco do Brasil que iria· iniciar, na - 
quele momento, a instalação da apPncjo lo 
cal do banco, criada por iniciativa do en 
tão Inspetor Regional, Sr. Hcr?clito aa 
Costa Marques, pertencente~ tradicional 
estirpe maLogrossense da familia Costa 
Marq1H'S, que, seduzido pela riqueza da re 
gião 0 ~elo csplrito natal, como matoros 
sense que era. ~ugerira e obtivPra esta 
vitória para Dela Vistn, que já contava 
com 300.000 cabeças de gado. 
Varlfiquei que a terra, dadivosa e fei 
ticeira, transforave o mato silvestre na 
·cel icios<t ruavira, que ornava a beira dos. 
camÍnhos, ê a·água cristalina heijava ca­ 
rinhosamente o terreno marginal, inóspi­ 
to e sinuoso do nosso puro Apa! 
Naquela época os br>ncos r..ais próximos eram as 
aeências do Bnnco do Prasil de Aquida~élna, Porto 
;,iurtimo e Ca:npo Gronde. As comunicaçoes eramn 
precárias; cm época de chuvas eram asos dois 
dias para se ir délqui a Aquidaua>12. e t:res àiaz 
daqui .a Campo Gr:mde. 
A cidade contava co.~ oois representantes ban­ 
cários: 0 sr. A. M; Nunes Rondão, o nosso popular 
Filhote Rondão, com n tradicional Casa Eureka,era 
corrc'spondcnte do Banco do Brasil e do Banco Na - 
cional do ccm'.;rcio ;:? Prod.lçç10; e o Sr. Jo.:,o Anto­ 
nio José Maria Caporossi, o popular Nenê Caporos­ 
si, que era o correspondente do Banco do Estado 
de São Paulo, além de prefeito Municipal. 
Estava'llOs em plena segunda puerra rrundial: a 
gasolinn era racionada e vendida ern latas de 20 
litros, sob controle da Prefeitura Munic.if)al.. N2e 
havia postos de serviços e somer!te una boba, do 
pioneirp do co.'!lér-cio belavistense, o saudoso Sr. 
José 1-!aria Pa,l.mi_eri, cem a sua ta'l'bém tradic-ional 
Casa Internacional. 
Nossa Bela Vista era, realmente, uma bela vis­ 
ta: suas quadros simetricamen1ie E'squadrejadas, se 
canunicavam por ruas prarr.adas, durn belo verde,de:!_ 
xando aenas, no meio, a trilha po~ onde trotava~ 
os cavalos e passavam os poucos veiculos e muitas 
carretas da ér,oca, Parecia u:n verdadeiro Jardim, 
e as noites de luar tomavam tudo rr.'l.is belo, pois 
não havia luz elétrica: a a o nas casas e­ 
ra feita pelos larr;peões tio iaiin e Petrcmax, 
ou a queroséne, ou a vela. , : . . . . 
Lerbno-me bem: a cidade não dispunlia de prem­ 
cs cu selos a não ser os ocuparlos pelos proprie­ 
tr'os. ião se conseguia u local adequadu para a 
r.•Jt 
: : 1/t 1 , r ~ ~o f/..- r J ' 
vista, cao aira para evitar a lon 
ar · » • a Marinho, Aquid as e 
roi uno, após varias ter'ativ 
o v!ta pi pau!ista esclarcido, o r, Ar 
ruga, O {A lar Eariri, a quer nndo a minha 
merem: ele era dono do Dar Tupi, localizado on- 
, no cn ro do cidar'», funcionava Pnificdor a 
Central e concordou cm ccdr ao Banco ola a pr, • 
da esquino, r< Ju/lnco sua na de atividade comer­ 
cial. rot un suspiro na cidade, e, em penas o me­ 
ses conseguimos inst alar a agência e Inaugura-la 
em 20 do mndo de 194. há exarante 40 anos atrás' 
u trbalhos foram acarpnhaio:, por odos, ·, no 
dia em que cnermu o cofre, a cidade que p . .:'OU, 
para assistir o eu descarreparento e colocação no 
loc!: afeu no olo, tão pesado ra, foramn ne­ 
csrios I5 homens pura o Lrabalho, ·n'uiastica­ 
ente ccrandados pelo inesqueciv·! Frio de Sou­ 
za Coelho. Foi una festa! Tudo c.r:, f,•ito e ,n LOd0 
o rnror do bcl.1.vistcnsc, que quur~a colabor;i.r para 
ver o seu banco funcion3ndo, 
E a semente !)lantuda e:m terra t~o rérUJ, gcrcu 
uma frondosa árvore firnã.nccira que,, cspcté!cula.rr~~ 
te, no 12 s-mcstrc de seu funcion:rll(.nto, pagou to­ 
dns as dcsfJf:Sos d:-- instalacão e gC;r-ou seu primeiro 
lucro, h:r~r-o csl!' qu'- se r,:•p<,tiu cm odos os serres 
 n!S scpuintes r.'..lC!Uda époc-n. 
Tendo saic'o co Aélnco, fui convidado r,<.'lo Então 
prefeito Walter Escobar N!ns trblhar na Pne - 
feitura. Tratei e:'o, em primeiro lar, de estu­ 
célr a refornul?.çâo de todas as leis obsoletas, rzor 
ganizacão do CÓdip_o 1'rihutário Nunidpal, e duran­ 
tc guiJSC dez ininterruptos anos, dediquei parte de 
minha vida colaborando em outras diversas fu-,ções 
na Prefeitura, desde contador a Lesourei ro, a che­ 
fe de contabilidade e a Secretário da· Fau-nda. l-la­ 
quele tempo fomcciams balancetes mensais que dis 
• ribuia=s em impressos mimiografados a todos os 
cantos da cidade, para que o povo soubesse e acom­ 
panhasse a situação econômico-financeiro municipal 
No estudo das leis, verifica'l10s que Caracol-na 
época, sub-prefeitura de Rela Vista-estava assen - 
tada sobre terras devolutas pertencentes ao Estado 
de Nato Grosso, pois nenhum habitante tinha doeu - 
rrent2ção habilitada. Iniciamos, então, um longo 
trabalho junto ao Governo Est;adual, em CUiabá, na 
ocasião do goverr.o do Sr. Joo Ponce de Arruda,tra 
bfllr.o no qu;:-1 teve lrr.portância transcencentz.l o - 
nosso saudoso deputado ·estadual Sr. i•í:,rio Antonio 
Van Den Bsch. Conseguimos, então, em que.se U'll ano 
de intenso trabalho, legaliza:- os terr-.:?nos, CélS.l.5. 
chiicat"2S,de. Carecol, fixando os proprietários nos 
prprios lccais, com a sef,Urança àas respectivas 
escrituras definidas. 
Ao sair da prefeitura, iniciei nur,nas ativida­ 
des comerciais: adquiri o Bar são José, de pro - 
priedade do Sr. Goethe Escobar Nunes, ao lPdo do 
tradicional Cine são José, t:ransforrna'lco-o no Bar­ 
BOSSA NOVA, de saudosa membra, ·em que procurei 
transformar o estabeleciment~ comercial ~m ponto 
de er.contro da juventude e sociedade belevistense 
o que conseeui, na época. 
Candidato à Presidência do Clube Esportivo Be­ 
lavistense. exerci en ;3, o mandato e substi - 
tuição co 'cível Clcvis Marcelino de Olivci 
ra, procuranuo tr~,7:-:·onr.ar o clube.na continuida­ 
de de nosso lar, o que t?mbém consegui, gracas aos 
valorosos coopanheiros de diretoria, além de pno­ 
ccder a notável reforma que mudou o visual do Cl!::!_ 
bc com a linda entrada social, lembra'lào as belas 
colunas do Palácio da Alvorada, obra iniclada pe­ 
lo Presidente Clovis Ma.r-celino de Oliveira. 
Ampliando dai para a :frente as atividades co­ 
merciais, orga>1izei as firmas Posto Ipiranga Limi 
tnda, Posto Rio Apa Limitada, Posto Nacional Liri 
·ada e a Transportadora Barbcso Limitada, cnss 
guindo ainda, q representação loc;il, há 18 anos 
atrás, dos pneus Fi:--estoro~ e rutor.:ÓV::is, Volks.:a _ 
gen, procurando fazer cor., qúe, na Épca, a inaren 
de Bela Vista fosr.e tl"2.'1.~~o fo teir-..s comer - 
eia.is. 
:: cem profundo sentiriento d::> r;ratidào que re- 
! Dela Vista. A r 
cordacôs so iraras. Momen os de ale-­ 
ria, de fervor cívico. Momentos de ris­ 
tea, de an,is'ia ou de pr ocupa;ao. Ás 
recordações vem de lonpa data. 
Mas, no finai de tudo, dev confessar 
cu, tanto adorei esta maravilhosa erra, 
rl<--'l.lzc., l°'<)!'pi • '•lr·ira de todos os alie - 
nienas que tem a vcn ura de aqui apor - 
ar, ruc, n dir,·it.:i dn porta de en .rad.:t 
do no::..so C~r•ii ,~rio i-ilmlcipal está local l- 
zada, rio lot· ns 15 da Quadra na 7, j.-Í. 
. pront.:i, a campa que abrigará meus restos 
mortais, quando Deus me chamar des a vi - 
E nor ~llino, como pálida homcnugen no 
querido povo belavistense, aqui, por vo­ 
ces, 1:'=0 r.obr-t'•(•:1t(; rc:pn::senu,r.os, permi­ 
tar~-::.c r:iu" fac :•r., ninhas a::; palavra::; qu .... 
/br.:ma.n Linc0lr:, aquele humilde lenhador 
que chegou a Presidente ~os Estados Uni­ 
dos, disse cm sua ENSACEM AO POVO: 
"to criarás a prosperidade se deses - 
timularcs <1 :-,oupança". 
"Não fort~l'•cr;r-ás os fracos po.r enfra­ 
quecc>res os fortes". 
"Não ajudarás os assalariados se :,:rrul 
nares aquc 1 es que os Pé'!:ªs". 
"!Ião est.irr:ularás a fraternidade humana 
se eliminar,;.,s o Ódio de classes". 
"!!ão ajudarás os pobrE:s SE: eliminares 
os ricos". 
"Hão pÔderás criar es;abilidadc perma­ 
nenLe baseada en dinheiro emprestado". 
"ti;Ío evitarás as dlficuldades se r;as­ 
tares mais do _que ,:anhas". 
"Não fortalecerás a dienidade e o âni­ 
mo se subtrair'es ao ~ornem a iniciativa e 
a liberdade". 
"Não poderás ajudar aos hc:nen.s de manel_ 
ra pern,anente se ~..:.zer·es por eles aquilo 
que eles podem.e àeveLl fazer por si pró­ 
prios 
A todos. o meu uuito obrigaco. 
Bela Vista MS, 03 de Abril de 1987. 
REDE BELAVISTENSE DE JOR'4ÃIS LTDA 
- QUE O POVO SEJ{ BEM INFORMADO- 
--i,. 
GRAFICA E EOITORK ARA.: 
- PADRÃO DE QUALIDADE - 
,IMPRESSOS EM GERAL· SERVIÇO DE U"«JTIPAGEM 
CONFfCÇÕeJDf lNROS E REVISTAS - BOLETINS 
- lMPIIESSoS A. C0RES 
.""" ._... DO CIUl'C) ICOC ltl,VISTIHS( l)( JCWWl 
RUA. DA. REJ'úeucA. StN! • BELA VISTA - MS

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acalento. A 
tenção cinto,na 
!4r a 'I 
.,'' impreso de que no 
ihe qur tr .n . t. I 
ofenniva. Em caso d'' tudo o que gabe do a° 
discordar de almuma unto que ensina.Quar 
explicação, exponha l4o os alunos percebi 
suas razoes; se houjsto, perdem o ren - pbemn. 
V,,,. <>n ~rio ~ar url<: 	, '·" J..,,. fJt' .,Í-✓•l, 
• - a v peito pelo proresor, 
do professor e elU fazem mau juizo de reserv para as cri­ 
for realmente um me:[ eu crater. Da mesmaj angas utn arca espe-­ 
tre, té ficará rarorma, nunc-.1 procu r. cial e ruld para 
to ao aluno pela o- 	, [que ai se divirtam. 
impressionar seus 	- 
portunidade que lhe alunos, mostrando que Se numn reuniao, 
deu de corrigir o ?],abe muito. o dê ,alpuém declamar, can 
ano. Não proceda em] 	tar ou discursar 
ts 	aula para mostrar a ?I 	i- 4 • 
classe de modo a pcE sua cultura, seus co- preste oda a aten- 
turbar os coleas nhecimentos profun - ;ão. Quando a exibi- 
que ali vão para a- dos: dê ulá para en- cão terminar, cupr_ 
prender. O professor 
sinar sua turma, 
por sua vez, precisa zcndo-a no te□e 
iembrar-sc de que extensão que ela 
nunca lhe é dado de- 
sa entender. 
preciar o aluno, de- Politica e rcligi- 
primÍ-lo. O profes - 	• 
ao - Como politico,ou cm grupo, quer na fa 
sor deve ser mestre 	• 	- 
como mernbr-o de: um gru mi lia, temos_ a certs:_ 
po religioso, é pre-- za de quP o seu re - 
ciso saber agir com lacionamcnto sempre 
tato, dentro dos pr- será timo, cm qual­ 
de menosprezar os a- 
ceitos que. vimos dan- quer setor- de que 
lunos, zombando de do. Na religião, siga partícipe, bem como 
sua capacidade, de 
suas dificuldades ou as regras impostas. suas atividades pro- 
Não haja com hipocri- físsionais terão mai 
e guia, deve ensinar 
e orientar para a v! 
da. Não tem dir-eito 
__ atrazo. 
L--------------------------:-------------f Isso não [sia; respeite sua re- or rendimento. 
quer di- - - 
ligiao, nao deixando 
de respeitar a alheia (Ale Ahmed Ghazzaoui 
Consultório Médico - 
l 
UR.JOSf DE RIBAMAR CRUZ ESILVA 
ORA, ANGELIC AZI'AGA OLMEDO Clinica geral. Ginecologia, Partos, Prever 
CRO 19iO 
Consultório Rua Ant' Maria Coelho 82."> 1 1ivo do Câncer, Ginirgias. 
• Fone -39 • USO Bcln. Vista MS. Consultório Rua Anlº ~laria 1:oelho 325 
1 
Fone 39- I3 Hl st MS. 
Bella Vista - Parg Ilesidncia : Rua Duque de Caxias, 574 
_'_ j 
também. Como politico é Diretor do Centro 
é preciso não só dis- 1Cultural Islâmico de 
putar o cargo efeti - Mato Grosso do Sul, 
vo, andar à procura Rua Oliveira Marques 
de vot_os, mas conse - 160,. Dourados-MS,Fo­ 
guir dos outros apoio ne (067) 421-0847). 
pará s~tisfação de ob1------------c 
fetivos comunitários. 
ontinuando nosso "co 
hecimento" sobre o 
_omportamento humano 
nos grupos, devemos 
focalizar-a forma de 
receber em nossa ca­ 
sa, ocasião em que 
nos devemos mostrar 
muito agradáveis, a 
fim de encetar ou · 
fortalecer amizades. 
Antes de mais na­ 
da, procure deixar 
seus visitantes à 
·vontade. Dê:-lhes úm 
ambiente natural,sem 
nada de artificies . 
Oriente as palestras 
para coisas agradá - 
veis e 1iteís, que 
~ão desRertem polêmi 
,==..:...-__,.;;..:...=.....;;;;...._.....;.,;._~;....;__.=;~---=·=-~·-=--~·.....;.-....;;;.=;_;-~-~--::...,;-;-~--·;·-;-:;.=-=====-~-;;;._;;-_-~;;;--~-;:;;-;:;;-.-=:;:;;,;=-.Jcas n~m· criem emoção. 
Apresente seus- 
1 l
i convidados um para 
l[os outros, procuran- 
1 • . - 
:o aproximar os de 
• 
1
j ~ empe rqmen tos afins. 
:vi te sempre reunir 
·m sua casa pessoas 
' 
■que sabe terem algu- 
1 
na i::co~pat'íbílidade. 
Nao insista com 
• ninguém para beber ou 
comer; faça seus ofe 
recinentos com dis: 
Parede crição, r:ias "esoc>j te 
_recusa;g _insis­ 
tencía ser~ ndelí- 
79.260 cada. Também não pr~ 
f 
I 
pure de ter seus con- 
v í dacios quando mani­ 
MS Fera ±reco e 
Odontológico 
Cirurgiã. Dentista 
Rcs. Calle Genera! Dias + &02 
Fone 
zer que nao possá 
ser severo, ao corri 
gir defeitos preju - 
diciais à aprendiza­ 
gem. Nas deve fazê­ 
lo sem humilhar, sem 
írr-itar-se com a a­ 
preensão difícil do 
aluno aplicado. Para 
o aluno que faz • da 
escola lugar de di - 
vertimento e nao de 
_....__ 
,.fa z , " 
1rUf or 
r l ! - l :t, 
I• ,. i :> 
or J ', 
1 • 
fa - mente a pessoa, 
nn 
po:::;- 
E assim, com o re 
trato de algumas si­ 
tuações do compor'.a­ 
mnnto humo.no, quer 
flACI 
e! 1 i d 
, • .J L ; 1 
saci0 
i.t',IH 
comi:s 
cut. 
Governo pa­ 
ga pãra Boj . 
gordo pastar 
FORRE. SUi e.as 
,ft • Cerâ11ica Já Te 
1.,,;,;_.._,dc::,o...__...ar_a_F-or=ro.....,da ...... c .. 11 __ •• Tijolo, a Furo,, TIJoloa .Laminada, para 
à VIsta, Lajotas para Piso, TiJoloe Macl901
1 
Telhas 
José_ Lemes Bugre,· s/n • - ·cep 
(067) 439-1329 - Bela Vista - 
ua 
O Governo, depois 
da espalhafatosa ca­ 
ça ao boi gordo, pa;: 
tíu agora para o ·ca­ 
minho inverso: vai 
pagar para os pecuaris - 
tas segurarem os seus 
rebanhos no pasto. 
Dia 27 pp., os co - 
fres da União libera 
. - 
ram 1 bilhão de cru- 
zados para ser apli­ 
cados no financia.me~ 
to de estoques r-egu­ 
ladores diretamente 
aos pecuaristas. O 
empréstimo, concedi­ 
do a juros subsidia­ 
::!vs tem por objetiVO 
reter os bois no pa5 
to a~é a entressafra 
gai:antindo assim o 
abastecimento na ég 
ca das vacas magra=!· 
Com essa injeção 
de dinheiro, o gove 
ng calcula que vai 
ter dísponiveis óOO 
il cabeças, cerca 
de 150 toneladas de 
carne, na entressa­ 
fra, que vai de zai 
a outubro. 
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Rachid e a N.ova Ordem 
À~ 
Economica 
O Senador nu 
chld Dcrzi (PMDB-MS) 
cn;tar:1, na J:;scrnblÍ•in 
:-Jacionnl ConstLtuin - 
Lc,parlicipondo da 
Comissão que vai dls 
cutir a nova or 
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1 1 'J l, 1 , 
' ; :- 1 ' .. e • 
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• :.1.0 uru· n·.1. 
Par·~ '.'s,cill",r :, 
andamento dos tr 
.ao tres ubccmis - Arar1 ú 
1
'q J( v,· - 
sor:~ str·:J.o orrp;d: .. : nha resolver o rl 
uma dfscu irá os 
pr lnc ip ios erais, 
Ol)lf'õl o problLlíl.l IH' 
bano ao que:; 
relativas 00 
dr Lr·ir,::;por 1 
o fin lente,uma 
dcm econSmicn cto 
L<•t·c-r• ira <1t..,· ,rn, lJ - 
rals como rncrnbro li pcll.Ll"'fl • 
sra a ..... 
Lular. J refrrida 
prublcr,, rlo~: ":,t t· t, 
1•r-rél" 1111-.t!.: qu, .. 
nao se limite ap_ Jur! 
nr.s , d1t:liibui - !'Ídc-·, 
;a0 de te:ras 
forma desordena 
d0 ír,.; ... rtJil • 
- rl ... s" (b, ·,"-': . 
Agrícola Fur:cliÚ - 
comJesão vai dcfi Á 
rin. Nesta ultima 
nir os prJnciploR nstara" 
0 
s , 
enac,or 
8Crais que clevrrio íl&chid Derzi 
reger o slslemn eco 
1""-~----------1.-.;.:.;:.;.,;,....;;_;~~:.;,:;;.:....::.:~1------------L----------J r·.,, a inir a fr• llc1J~,d- ~• r!-u,., ./ • rirc iJ fJ"t·ft!J - 
- ta ms para ccr.l'1ccer,,,:~ r, e ,P'"Vir a lk1,.::; nL.,U· 
r.undo e pozar da eorna bem aventurança no outro. 
Conll.J'lo, a porção de felicidade qu é possível ,,o 
hoarii, ter nesta terra é dada quele. ..t r.u<> ;:;.cr
1U";:i""I n. 
r.i.xi:ra c.Jc r!o.::;so S<·nhor Jesus Cristo:"Procura! pri­ 
ncirum nu o roino d Deus e Sun Ju:;"ic;",~ tudo o 
r;,.al::; vos sr:rá nodo por acré:-.;c ir;io''. 
ltá r:-.ais alegri'l V"!'Y.i.:irldro nur:.u socied.:ide outr~ 
re ,rr.az p~'Ofunô;...'71<:nt.(: crin ã, o.in,J,l que dnsprovid;i 
dos prorresc:os e rccur-.,os do civilização atual,do 
que na socit.:ti,irlt• ca•,pul·•dorlu1oa,ma:.:.siflcadi.a. e r:vJ-· 
tcrlalizad.:i dos aia:; r•".! hoje>.Aquela faz do curi;,ri­ 
mento de stu::i devel'C's r,aro. com Deus @ para coa o 
prÓxÍll'o sua aleerl~.Est..:J. procura a relicid&de,cn 
larga medi-..:i,na ilusão do dinheiro,na fuga dos ic;o­ 
frimPntos e na busca,cada vez r.-,.ús frcnética,dos 
deleites sensivels da concuoiscênci ... s. 
que 
d.l e~ 1nr_•fic lt .. nLP'.' 
O Senador ressal­ 
ta ainda a uren 
ela da 11°form, N',rár1Õ 
e a necessidade de maio 
res ~cuF.;;.oc3 df>stina­ 
do::i oo setor p/uu flm. 
-MERCADO S10 JOSE 
ONDE COMPRAR SE TORNOU UM HÁBITO 
- . 	/ • 
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t . 
V!SITí:-HGS 
1 
___ NI. 
Of!OE O 
CULTIVADO 
APRECIA: O 
HfBITO DE CO~PRAR FOI 
POR TODAS AS PESSOAS QUE 
f'iéLl-:Oíl: 
GENE;OS ALIE:TíCIOS EM GE - 
fll - AFl'.ME 0VALJDO, BLGA, t - 
r:E 1 ~o, RouP/S, Fr-uT/S, VErnuPAS, 
I_QllÇAS, ALUMit!Íos, BEBIO/S,Í·'.1 
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E..lllltATt:lt -N 0015 • 0012 • 7 
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I:.n:.rc••,·-.nt.o,pr'Orr'::;,·o ,, l;·cnit"1 ur • z ! nor d i, 
por via de reria,o fim sobrenaturI do IIO'J .1 dJ 11, 
v: s de !.:c,lu:lc,,n; rr"Tl ccu. proLltw ... ~,,:.-obn.r~K,iT-no -, 
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lre ('.,S. :'O'. E t:0)11'1O'~ l•Hl·;.(;ns, Ql?_l.111.111•: 1-: .TE'.'-lll)IE:-:Tu 
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Tl-:LJ-:Fll.'.E ~ -•3fl-I;}ol.

'rK A FP,MIEI+K 
Os Homenageados pela Câmara 
r--- 
Vereador c to ciol! entregando o LÍtulo 
de cidadão bclavistenne ao rhor Sebastião Mil - 
• ton Rosa.A filha do ha·reado ,Maria Aélia Ro -. 
oa Pinheiro, agrvcJc cru r rn nome de seu pai, falan - 
do a respeito cio ploncirisrno dc: Millon Rosa na 
implantação da agricultura cm Bvl Vista. 
 . 
J 
Vereadores Cássio Acioli(presidente)e Clau 
dionor Rodrigues (secretá.rio) conduziram os traba­ 
lhos da sessão solene com muita distinção.Nota 
dez para a organiza~ão do evento. 
Leda Marina de Castro Pinto recebeu o 
titulo em nome de sua mõe Clotilde de Cas 
tro Pinto.Em seu pronunciamento,bastantc 
poético,Leda enalteceu as qualidades de 
educadgra de Dona Clotilde. 
1 
' O abraço forte e sincero de Marcelo 
Calvano no P._t'Ofessor Gamaliel Stunpf, um 
dos grandes ··educadores· de Bela Vista, tam­ 
bém homenageado. 
O ~mpresário Elias Barbosa receben- 
Oscar Rodrigues de Ara~jo rece~ do 
O 
Titulo de Cidadio Belavistense 
be o Tituld de Cidadão Belavistense do vereador Cássio Acioli- leia o 
e também falôu a. respeito de Bela discurso de Elias Barbosa na página 
Vista e sua história. 	interna. 
-------.------------- 
---------------------- 
.•orn· .. d1!::t,. v:cil,;u ! • 1 ir , A 
cntado r .. 10; v• t· .. ,(H t ,' 1 o Ac 
Claudlonor ficJri1w .. (,.;t, ·,ut:,r• ,te, 1:·t, • 
to que concedeyo Título de Cidadão B 
vistense ao /jornalista). 
Sr. José SimplÍcio da Cost_a Marques, 
com o vereador Evilásio Miranda e cássio, 
José Marques também foi homenageado pela 
câmara Municipal. 
-- ----------~-- _._ -- - ·-;-,-. 
Sr. l-iário Batillani ta:nb foi r.o- 
menageado com o Titulo de Cidadão elavis­ 
tense . pela Câmara Municipal. 
ABRA A SUA PORTA PARA O REQUINTE E O BOM GOSTO 
,.S ERRISU L M OV El"S 
VI. T. 
1 
L'J T /, C/li LO!: 
O Clut 
vo Bclavl:: 
;,eu Gex tu­ 
/,Jnenb 1 é ia.o 
diretoria 
a entidade 
87/88.Sesse 
sócia; compq 
houve a 
ção de apen 
pa,obtendo 
tendo sido, 
do um voto 
e um nulo. 
Foi elei 
dente do Be. 
0 
e:npresári 
los Rahal 
vice presi 
cuarista Ed 
riz. 
A eleU• 
correu nur=i, 
tranquilo 
.Presenças 
SUA RESIDEIICIA OU EscRir?üc' TERECR ±cI E Tu@? 
A.
1
UE. REQUHITL E BOil ~STO: ARf'!.~lOS. • 
GU3DA --ROUPAS EKBUTIDGS. _COPA. COZI:IHA. FABRICICÃO 
'ir iõIs m gr E ii F&rã 
Serr.asul Mó.veis 
• 
RLJA DA REPÚBLICA ~• 100 
FONE: 439-1296-BELA II6 -MS