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ma.i- 
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TRIJUNADA 
FILA VISTA 
Ai") YVI 833 
DEPUTIOO MOKA lUTA POR 
MAIS SAÚDE 
DEPUTADO VALDEMIR 
A Sociedade Be 
neficente de Porto 
Nurtinho,mantenedora 
do Hospital Cesar 
Bordallo,naquela ci­ 
dade,recebeu,esta se 
mana, recursos da or 
de'm de Cz$ 100 mil 
para obras de refor- 
do ainda do Oi ru or J.tl - 
n.lnislraLlvo do llo:,p!.Lnl, 
h:bon Fll<•t;to de Arruda , 
receberam os recu. uos da. 
mãos do Deputado aldemit 
Moka de Brito,do PMDB € 
quem lutou junto à Secre­ 
taria de Saúde para a vi 
bilização da verba,garan­ 
tlndo a refonna do pré, - 
dio,há muito necessitado. 
Hoje, o Hospital 
atende com 32 leitos. à 
toda região,incluslve ci­ 
dades paraguaias, coo 
Ilha Margarida,ColÔnla 
Carmelo Peralta,Porto Gua 
ranÍ,além dos municÍpios­ 
de Jardim e Bela VLsta,no 
lado brasileiro.'E é essa 
importância que ternos que 
dar à essa Sociedade Bene 
ficente,que vem lutando 
há tanto tempo para man - 
ter um padrão de saúde de 
1 oda • a população dessa 
enorme região", destaca 
o Deputado Moka. 
Também presente à so 
l·:nidade de repasse dos­ 
recursos,Luiz Carlos Cor­ 
rêa,membro do Diretório 
Municipal do PMDB de 
OS TRIBIILHOS DE MORA SE 
INTERIORIZAM 
A criação e im - 
plantaçãc de uma Resi 
dência do Departameh 
to de Estradas de R 
dagem do Estado=DER­ 
SUL na cidade de Be­ 
la Vista,vem sendo 
solicitada pelo Depu 
tado peemedebista - 
aldemir Moka de Bri 
to,e deverá ser ana 
lisada ainda este 
mês pelo Diretor Ge­ 
ral do Órgão,depois 
de proceder estudos 
de Viabilidade. 
A afirmação foi 
feita esta semana pe 
lo próprio Deputado, 
depois de ver seu re 
querimento aprovado 
Por unanimidade em 
sessão ordinária da 
Assembléia e que en­ 
viará agora,Expedien 
te ao Govemador Mance - 
lo Miranda Soares e 
a0 Diretor Geral,Ar­ 
naldo Ferreira,soli­ 
Citando estudos para 
a Medida. 
Justifica Moka 
de Brito que, a 
implantação da Re­ 
Gidncia do Depar­ 
tamento de Estra·­ 
das em Bela Vista, 
MOKA 
ma do seu prédio.Os re­ 
cursos ião oriundos de 
um convênio entre Sccre 
tarla de Estado de SaÚd; 
e a Sociedade Beneficen 
te q/há mais de 20 ano; 
faz funcionar o Hospital 
Jonas Amarage,Preside 
·te da entidade, acompanha 
possibilitaria uma 
ação mais rápida do 
Órgão,na recupera - 
ção,manutenção .,e 
construção de estra 
das federais,estadg 
ais e municipais, 
sempre conveniadas 
com o Departamento, 
que cortam toda a 
região. 
Além dessa soli 
citação,o Deputado 
Moka de Brito vem 
pedindo providên. - 
c.ias do DERSUL no 
sentido de patrolar 
e encascalhar a es­ 
trada que dá acesso 
ao Distrito de Pal 
meiras,no município 
de Anastácio."Com 
essa intensidade • . 
das chuvas,a região 
está praticaménte 
isolada,sem • .• dar 
qualquer condição 
de "tranquilidade aos 
J . 
moradores",assegura 
Moka. 
Na área da saú­ 
de,a reivindicação·é 
para o município de 
Caracol,onde a popu­ 
lação,"pr.incipalmen­ 
te da, região de Alto 
Caracol,vem exigindo 
Porto Murtirho,asvu - 	noGr uo + aro matino 
nu que o próximo pas - 	oanicip l contra o Uso 
so do Partido, 'qur om Indevido d centos, q cortou com a parti- 
no Deputado Mka o seu cpço de irreras autoridades local, além de 
mais fiel rpren' Diretores de Escolas, Prfesor s, 
será o trabalho de me - Destacas as przssngas a erhon as 'ois Paulo 
Ihor equipar esa unida inot, Juiz d Dirito de nossa c!dade, Cel Ivar 
de de atendimento. Ellery Barroso, Caandant do 10 RCMec,Abraão Za, 
saúde da população do carias, Prefe. to inicipal, Eduardo Justo Ocafiz 
município e de toda Miala, Cônsul d Parauai, Antonina Maria Pinteir 
região,que tem marchado de Melo, Agente Regional de Educa·o, Orar Pedro­ 
unida em tomo do de - a, Dcledo de Policia Civil, 'Tenente Zuchy, Co - 
senvolvimento proposto [mandante da Policia tlitar, Guilherme Iutra, Pro- 
pelo govemo". [rotor Público, Livia Sirc e Freitas, Defensora 
Para o Deputado Moka [Publica, Antonio Elio Masocato, Secretário Muniei 
de Brito,o trabalho cs- pal. de Educação. 	-- 
tá SÓ começando "e os Fazendo a abertura. do Seminário, usou da pala- 
resultados ainda não co vra o Sr. Prefeito Municipal Abraão Zacarias, d1 - 
rr.eçaram a chegar, pois- zendo que este não é um problema fácil de se resol 
as necessidade regio. - ver, mas que podemos ameniza-lo, indo á luta.Afin­ 
nals que defendemos não meu o Sr. Prefeito que no que depender da Prcfeltu 
poderão ficar somente ra r,;ur,Jcipal, faremos N:aliznr rrui tos outro, :::E:-mi= 
nos papéis ou palavras. [narios dessa envergadura, pois a conscientizaçao 
Elas virão." Garantiu dos jovens para o mal da droa é muito importante. 
ainda,que,além da educa O Comandante do 10° RCMec, disse que "sabemos e 
ção,um dos seus pontos- estamnos c.cnte em atingir o nosso alvo, os jovers, 
básicos de luta," segue que, devido a idade, não recebem o chamaor.ento que 
se a saÚde,q/nada ma1s
7 
fazemos, ele reluta em reetber a experiência dos 
é do q/a cultura intel- [ais velhos, a nós curqn-e amenizar o tropeço dos 
tual do próprio corpo e, mesmos"• "É um projeto que Já foi char..ádo de ousa­ 
por isso, trabalharemos dia da fronteira e nós concordamos com isso, pois : 
incansávelmeAte neste in SE'. nao conse;;ui=s Só.lvar nem um Jovem, vleu a 
tento", finalizou. pena pela capacitação dos pais e dos mestres can a 
realização do Seminário, mas pelas pessc-as que nos 
acompanha aqui hoje ternos certeza que o projeto 
será coroado de êxito. Todos devem entender que es 
se problema não é meu, é de todos nós, da socieda­ 
de, faço um apelo para que isso seja SÓ o careço, 
que esse projeto seja desenvolvido em nossa cida­ 
de'.' Destacarros tarrbém o pronunciamento da Agente 
Region,J. de Educação, dizendo que esse Seminário 
atendimentos melho - vem séndo 
O 
prin-' demonstra a preocupação de nessas autoridades pa­ 
res e· mais cons tan - cipal • alvo dos mo ra com o problema em nossa cidade. 
tes no setor médico- radares que solici O Secretário Municipal de Educação, Antoni.o E- 
tam,há tempos, a lio Massccato t:8rnbém se pronunciou, afirmando que 
construção de uma prefere errar fazendo do que não fazendo nada,con­ 
delegacia de poli- clamando a todos a se unirem ern tomo do problema. 
tro de Saúde" .Segun- eia". Para. tanto, Após o pronunciarrento das autoridades e organi- 
do o Parlamentar, afirma Moka de zadores do Seminário, o irmão JATI-1E BIAZlJS (Irmão 
"são centenas de fa- Brito que, "na ad Marist~) proferiu Ull'a palestra, expondo os perigos 
mi 1 ias sem os bene - ministração. ante e os varies camin>-ios que levam u jovem ao uso de 
fÍcios obrigatórios rior ao secretário drogas, afirmando ser o Brasil um paÍs com alta ta 
do Estado,mas que de Leal de Queirós, ~ de excepcionais devido ao uso de drogas, pois - • 
verá voltar · suas já foram adqul ri _ ja soaram 10 da população brasileira. Continuando, 
atenções a toda essa dos materiais que dis."é s;r duro ver nossos filhos, a esperança de 
si tuaçãoi•. 	viabilizarão essa nossa patria, r.orrere:, dia a dia devido ao uso de 
Da mesma -forma, constz:-ução imedia _ drof,as. 
Moka de Brito soli - ta". 	Logo a seguir, ou-vúr.os o pronunciamento da Pre- 
sidente da Copred (COl!Ússão de Prevenção ao Uso ln 
devido de Drogas), Sra. Helena Derétrio Gasparini 
que fez uma explar,z.çâo sobre a Escola de Pais no » 
Brasil, Órgão que trabalha e que está preocupado 
com o probleira em nosso 'país. Af'irmou que essa ini 
ciativa da ccmmidade belavistense serve como un 
exemplo para o Brasil,· colocando o Cor.selho Esta - 
dual de Entorpecente; à disposição para o corrbate 
as drogas e conclarrou a cunidade para se unir em 
prol da criação da Escola de Pais em Bela Vista. 
Dando ênrase às consequências causadas pelo uso 
de drogas nos dependentes, afirou que , por neces 
sidade àa droga, eles fazem tudo, dai sungem os - 
desvios sexuais, ou a hooossexualidade. 
ossos eloics à Comissão Organizadora deste Se 
inario, una iniciziv picneira e:u nossa cidade e 
que conta ca o apoio mciçoda caunidae. Nos 
colocamos a inteira disposição para a cilvulgação 
de trabalhos desta natureza, esperamos que esse tra 
balho seja mais desenvolvido er: nossa cidade, te - 
CES &E}SE Tu° ,_sn%-,- s veev crema, 
odontolÓgico,com a 
instalação e apare.­ 
lhamento de um Cen - 
tu» a- 
1 Seminário Municipal 
de Prevenção ao· uso 
Indevido de Entorpecentes 
citou providências -iffllft.. 00 rn_,1i:mno- 
na viabilidade de A verdadeira felicidade 
construçao de um . está na essência das coi 
hospital no municipsas. Publicamos anterior 
pio de Bonito.Afir mente al , - 
ma o Deputado .' guns arcugos a 
P q1/respeito do mndo maravi 
"da mesma forma, o lhoso do fantástico. Sus 
Estado tem que ter pendemos temporarianente 
sua particip?ção a coiunã, rras atendendo 
nessa necessidade e a diversos pedidos, vol­ 
di reito daquela po- tarerros a publicar sena­ 
pulaçao, que somenJnalmnte o "Portal do In 
te e assistida h~ finito. o importante na 
je, com. uma unida/vida é compreender, quan­ 
dade hospitalar da to rr.ais se compreende, 
rede particular". mais se ana, pois tudo 0 
Para Gula Lo- que se compreende está 
pes da I.;aguna, as- certo. 
segura o Parlamen- Na próxir..a sell'.a'1a, 
tar, "a segurança "Portal do Inf'inito".

' 
ámara é iotícia 
PARP'..cEI N• 001/87 
Com! aio de Letala,io, 
da;ão Final . 
A Cmtssin, d !piin, o, Justiça • Feda;io 
Final da Camara Municipal de Bela Vista - 
M usando das atribuiçoes que lhe confe­ 
rem as Leis: Máxima, Estadual, Municipal 
e Regimento Interno, examinando atentamen 
te o Projeto de Lei NR 003/87 do Vereador 
Marcelo Calvano. "Dispõe obre a denomina 
;ão de Avenida e dá outras providências". 
Emite os esclarecimentos, opinioes e pare 
cer, a fim de elucidar o Plenário na d1s­ 
cussão, votação e provação do Projeto 
do Lei acima referido, 
A Comissão de Legislação, Justiça e 
Redação Final, após estudo individual, 
reuniu-oe no Plenário da cãmara Municipal 
de Bela Vista -MS,, submetendo o Projeto 
de Lei ocimn·rcferido à apreciação de 
seus membros, que chegaram a seguinte con 
clusão: 
.- QUE O PIO.JLTO DE LEI NA 003/87, e: 
- CONSTITUCIONAL 
- LEGAL 
JURÍDICO 
TEM CONCORDÂNCIA GRAMATICAL 
O parecer exarado nos ltens acima 
encontra amparo no Art. 60 e 61 da Const 
tuição Federal e Art. 197 do Regimento In 
terno. 
É o nosso parecer. 
Sala das Sessões, 01 
1987, 
PARECER HII 002/87 
de Abril de 
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Afonso da 
c. Marques- Presidente, Julião Godoy- Mem 
bro. 
É o nosuo farecer. 
Sala das Sedes, OI 
• ' ,. 1 
I • ,. ~ 
1907. 
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Mor 
so da C, Marques- Presidente, Juiao Go­ 
doy-- Membro. 
PARECER IR 003/87 
A Comissão de Finanças e Orçanento 
da Câmara Municipal de Bela Vista-M; 
reuniu-e na sala das Sessões da Câmara 
Munif 1 pa l para erni t1 r parecer sobre o 
Projeto de LeI N? 003/87 do Vereador Mar 
ceio Calvano, "Dispõe Gobre d:nom1naçoo 
de Avenida e dá outras providencias". 
A Comissão após estudo individual 
do seus membros sobre a matéria em pauta 
submeteram cm votação, decidindo favora­ 
velmente à aprovação do referido Projeto 
.Lei. 
Snlo das Sessões, 15 de Abril 
1987. 
Nestor Alcides Almada- Relator, Evi 
1ás10 N. de Miranda- Presidente, Anselmo 
Lopes- Membro. 
PARECER fl!t 002/87 
de 
A Comissão de 'Finanças e Orçamento 
da câmara Municipal de Bela Vista-MS 
·reuniu-se na saia das Sessões de câmara 
Municipal para emitir parecer sobre o 
Projeto de Lei N9 002/87 do Vereador Ju­ 
lião Godoy, "Dispõe sobre a denominaçao 
de Bairro e dá outras providências". 
A Comissão após estudo individual 
de seus membros sobre a matéria em pauta 
submeteram em votação,· decidindo favora­ 
velmente à aprovação do referido Projeto 
de Lei. . 
Sala das Sessões, 15 de Abril 
1987. 
Nestor Alcides Almada- Relator, Evi 
de 
A Comissão de Legislação, Justiça e 
Redação Final da Câmara Municipal de Bela 
Vista-MS, usando das atribuições que l·he M------=~------de-~-.---- ....... 
conferem as Leis: Máxima, Estadual., Muni- "R--w-,r • . 
cipal e Regimento Interno, examinando ru, l,C,, 
atentamente o Projeto de Lei Ng 002/87 do 
Vereador Julião Godoy. "Dispõe sobre a de 
nominação de Bairro e dá outras providn 
cias". Emite os esclarecimentos, opiniões 
e parecer, a fim de e~ucidar o Plenáfio 
na discussão, votação e aprovação do Pro­ 
jeto de Lei acima referido. 
A Comissão de Legislação, Justiça e 
Redação Final, após estudo individual 
reuniu-se no Plenário da Câmara Municipal 
'~ :·de.· Bela Vista-MS., submetendo o Projeto 
de Lei acima referido à apreciaç·ão de 
seus membros., que .chegaram a seguinte con 
clusão: 
- QUE·O PROJETO DE LEI N 002/87, e: 
- CONSTITUCIONAL 
! ' 
O :._ .,r,o - 
sao: 
QUE O PROJETO DE LEI Ng 018/80, é: 
COHSTI'i'UCIO!lAL 
LEGAL 
JURÍDICO 
TEM COi'!CORDÂNGIA GRAMATICAL 
o Parecer exarado nos itens acima 
encontra amparo no Art, 60 e 61 da Const! 
tuição Federal e Art. 197 do Regimento In 
terno. 
É o nosso Parecer. 
Sala das Sessões, 15 
1987. 
de Abr11 de 
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Afonso da 
C. Marques- Presidente, Julião Godoy- Mer 
bro. 
• • 
anuncar para 
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econom,zar 
· dinheiro é como: 
parar o relógio 
para economizar 
.7%....... tempo. 
o. Parecer exarado· nos 1 tens -"acima 	ROO _ Comunicação S/C Ltda. 
encontra amparo no Art. 60 e 61 da Consll' Lembre-se disso todas as vezes que você pensar cm c:or11r. Rua Voluntários da Pátria, 1544 
tun;ão: Federal e Art.'197 do Regimento I, 	rone: (011) 290-8664 
terno. 	' sua verba de propaganda _'] ICEP 02010 - SANTANA 
FOTE IA 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972. 
DIRETORA 
REDATOR-CHEFE: 
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FILUOO Ã 
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Propriedade da· 
REDEBELAVISTENS DE JORNAIS LT. ± 
CGC-F: 15.513.203/0001-59 
IJfSCR. EST.: 28,219,003-1 
Reg. no Cartório de Tit. e D0Lentos N+ 35 
ABRAJORI E 
llPRESENTAMTE EM SÃO PAULO: 
ADJORI-NS 
SP 
- Con1.01

e 
O AL, TRI MA DA FFIN" IA 
PREFEITURI MUNICIPIL DE BELI VIST 
-Lei Orçamentária Municipal- 
L E I 	N 6 7O1/06, - C / B Hl	l-: 1 F . 	D O PREFEITO 	E M 	O I DF DEZEMR 	.. +r-., .,_ 
d. Bel Vista par4 o x 
1 'l l:! / . 
O Prefeito Municipal de Bela Vista-MS, usando das atribuições que Ihe são conferidas por f ator aue Cl: ar Muni- 
c!pol decreta e eu uunclono u zrgulnte lei: 
Art. 1
9 
- fica aprovado o Orçamento Simplificado do Municlrio de Dela Vista, Est do d 't+to Gro 'o •, 1., í••''J u x,•r,•: - 
cio financeiro de 1987, discrirnina<Jos nos anexos intcgrantcz desta lei, que estima a Hec lta en Cê: ?9.l ,ll·O,• l (v1•1 1 no- 
ve mllhÕes, cento e vinlc e seis mil, quatrocPntos e oitenta cr·uzodos) e fixa despesa ·m igual valor de confot idade com o D•·cr, 
to-Lei n
9 
l.87S/85 de 15.07,81. 
Art, 2- A receita será realizada mediante a arrecadação dos tributos, transferências de Recursos, peraçoes de Crédito ' 
outrau receitas, na forma de legislação cm vigor e das especificações Constantes nos Anexos integrantes desta Lel, de acordo 
com o seguinte desdobramento: 
1 - Receitas Correntes. 
1.1 - Receita Tributária 	, . 
1.2 - Receita Patrimonial 	. 
1.3 - Receita Industrial 	. 
1.4 - Transferências Correntes . 
1.5 - Receitas Diversas 	. 
TOTAL DAS RECEITAS CORRENTES 	. 
2 - Receitas de Capital 
2.1 - Operações de Crédito 	. 
2.2 - Alienação de Bens Móveis e Imbveis .. 
2.3 - Transferência de Capital . 
2.4 - Outras Receitas de Capital . 
TOTAL DE RECEITAS DE CAPITAL 	:. 
Cz$: 2.'1GO.OOO,OO 
Cz$: 100.000,00 
Cz$: 150.000,00 
Cz$: 23.O96.'1AO.OO 
Cz$: 560.000,00 
Cz$: 26.366.480,00 
Cz$ 1.500.000,00 
Cz$ 100.000,00 
Cz$ 
1.110 ·ººº·ºº 
Cz$ 50.000,00 
Cz$ 2.760.000,00 
Art. 32 - A despesa será realizada de acordo éom os qua­ 
dros analíticos constantes dos anexos integrantes desta lei 
obedecidas as seguintes discriminações:. 
3.0.0.0 DESPESAS_CORRENTES.~ 	Cz$ 20.076.480,00 
3.1.O.O DESPESAS DE CUSTEIO 
3.1.1.0 PESSOAL 
3.1.1.1 Pessoa Civil 	Cz$ 
3.1.1.3 Obrigações Patronais 	Cz$ 
3;1.2.O Material de Consumo 	Cz$ 
3,1.3,0 SERVIÇOS DE TERCEIROS E ENCARGOS 
3.1.3.1 Remuneração de Serviços Pessoais •• Cz$ 
3.1.3.2 Outros Serviços e Encargos ...•.•• Cz$ 
3.1.9.O DIVERSAS DESPESAS DE CUSTEIO 
3,1.9.1 S~ntenças, Judiciárias .........••• Cz$ 
3.1.9.2 Despesas de Exercícios Anteriores. Cz$ 
3.2.O.O TRANSFERÊNCIAS CORRENTES 
3.2.3.O TRANSFERÊNCIAS A INSTITUIÇÕES PRIVADAS 
3.2.3.1 Subvenções Sociais 	• .. • Cz$- 
3.2.5.0 TRANSFERÊNCIAS A PESSOAS 
3.2.5.1 Inativos ................••••••••• Cz$ 
3.2.5.2 Pensionistas ...........•••••••••• Cz$ 
3.2.5.3 Salário-Família .....•••.•• •· •···· Cz$ 
3.2.5.4 Apoio Financeiro a Estudante ••••• Cz$ 
3.2.5.5 Assistência Médico-Hospitalar •••• Cz$ 
3.2.5.9 Outras Transferências a Pessoas •· Cz$ 
3.2.6.O ENCARGOS DA DÍVIDA 
3,2.6.1 Juros· da Dívida Contratada ••••••• Cz$ 
3.2.6.5 Juros de Outras Dívidas .••••••••• Cz$ 
3.2.8.O CONTRI~UIÇÃO AO PASEP •·••••••••t· Cz$ 
4.o.o.o DESPESAS DE CAPITAL •••••••••••••• 
4.1.O.O INVESTIMENTOS 
4.1.1.0 Obras e Instalações •••••••••••••• 
4.1.2.0 Equipamentos e Material Permanente 
4.2.O.0 INVERÇõES FINANCEIRAS 
4,2.1.O Aquisiçã~ de !moveis ..• : •••••••••• 
4,3.O.O TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL 
4,3.5,1 Amortização da Divida Contratada 
4.3.5.4 Outras AmortizAçoes •·•········••· 
TOTAL GERAL .......•• • • • • • • • • • • • • • • • ' •••• 
Cz$ 
CzS 
Cz$ 
Cz$ 
Cz$ 
Cz$ 
Cz$ 
1O.e1O.ooo,oo 
780.000,00 
3.370.000,00 
1.393.240,00 
2.248.240,00 
10.000.000,00 
;300.000,00 
30.000.000,00 
200.000,00 
200.000,00 
65.000,00 
130.000,00 
50.000,00 
160.000,00 
200.000,00 
• 30. 000, OO- 
1OO .ooo, oo 
9.050.000,00 
5.280.000,00 
3.390.000,00 
50.000,00 
300.000,00 
30.000,00 
29.126.480,00 
II - Realizar operaçoes de crédito por antecipação da Re­ 
cei ta no decorrer do exercício de 1987 observadas as prcscri 
çÕes do Art. 6? rJa Cons • i Luiçii.o Ft,ú{.•!';,J. 
III - Abrir créditos suplemen ares até o limite de 80% 
(oitenta por cento), do valor total da Despesa fixado nu Orça­ 
mento- Programa do Município para o exercício de 1987, a fim 
de suprir insuficiência nas dotações. 
Art., 5° - Esta lei entrará em vipor em 1? de Janeiro de 
1987, revogadas as aisposições em contrario. 
Prefeitura Municipal de !i. VL,t.a, 01 de Dezembro de 1906. 
ABRAÃO ARMOA ZACAR!,,S - PREFEITO MUNICIPAL. 
Art. 4 - Fica 
O 
Poder Executivo autorizado a: 
1 _ Tomar, se necessário, as medidas cabíveis para o rea­ 
luste cae despes0s ao 9fotiv 2orpcrtarento d Recita. 
Odontológico 
Cirurgia Dentista 
DRA. ANGELICA AZIAGA OLMEDO 
CROWO 
Consuttórlo Medico - 
1±z= 
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. f • A 
- Crônica da Cidade - 
a ''Viagem'' de liuiz &Jberto 
Lu!z Alberto r um rapaz como urc mo "D.Faro." Não era pessoa de boas rele 
qualquer.FIIho de um médlco,a mie advoga çóes,diziam qua alugava quartos para Jo- 
da,estudava no melhor colgio dn cidade., vens casais, e mais ainda,que na sua 
boa pinta,alto,desportista, amante da boa "pensão" a maconha co.rrla 09lto.l~aG -a 
mica,enfim,um rapaz padrão, 	cidade era pequena, todo□ac c!onheciam,e 
Tudo cornc:çou quando chegou a cidade. o a D.FarÓ era vi'g1ada.NÕo havia prova!J d~ 
Carliio,cru de São Paulo,estava passando seu envolvimento,a polícia dera vár1an 
uno dlt:w no cnria da tlo,rnal:i conhecida c9. batidan e não encontrara prÓvas concr.e - 
fllll---------------------=---------a• ... _,. tas, sÓ o. f llho do 
pçefeito com a Ma 
rieta,filha do rico 
uo1ne1ro Mnrc;nde&, 
foi um escândalo. 
Ma::; a paz e 
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. ·- . 
tranoformou em pcs~ 
dclo com a chegada 
de Carlâo. 
O grupo estava 
reunido na lanchone 
te do Paco,rnuitas. 
risadas,piadas e 
mais piadas e as fg 
focas do momento. 
-Pois é, a Rita 
largou do zé e fi 
cou com o Luiz ... 
-Que nada,o zé é 
que lhe deu o-bilhe 
. te azul. 
- 01 pesso.al. 
Meu nome é Carlão , 
sou sobrinho de Do­ 
na Faró. 
Todos olharam pa 
ra o rapaz que ha - 
via chegado, bastan 
te simpático, foi 
se apresentando. 
Lá pelas tantas 
o papo estava solto 
e Carlão havia 
o. 
de 
se 
se 
entrosado com a tur 
ma. No meio, o nos­ 
so jovem amigo Luiz 
Alberto. • 
panh!as. A ocasto faz o ladrão. fs" T 
paz, sobrinho d Don da pen: o, nu4o 
amizade prá voo - falava o pai de Luiz 
Alberto. 
- Que nada pai, é gente fina, sio 
fofoqueiras que no m o que fazer fi.an 
Jogando minhocas nas cabeças, respondia o 
jovcn. 
- Culdr,do ::·eu !ili.o, r~uito cutrlndo. 
Num domingo à tarde, vários Jovens pas 
saram na casa de Luiz e o convidaram pa­ 
ro. oair, de Jeep, dar um, volta pela cida 
de e, talvez, uma chegada até a chácara 
do Rlnaldo. 
No caminho pararam na pensao. 
- Vamos li peu::;oal, ::;niu gritando, o 
CorlÕo. 
Rodarnm pela cidúdc, pararam na lancho 
nctc, pegaram umas cervejas e fororn par·t1- 
a chácara. Carlão que tocava violÕ.o nillto 
bem, falou prá turma. 
- Olha gente, estou cansado de contar 
,e tocar violão. Negócio seguinte, va~os 
entrar numa diferente, tenho uma novidade 
para vocês. Foi até o Jeep e voltou com 
umas pequenas pÍlulas. 
-- Olha aí, isso aquivai dar um barato 
legal. O que é isso,perguntou Luz4a. 
- E um barato, so os caretas nao cn - 
tram nessa. Vamos lá pesso'al. E um por um 
os meninos e as meninas foram pegando as 
pílulas. Luiz Alberto hesitou. 
- Deixe disso careta. 
··-. Está com medo. Pressão daqui, goza - 
ção da~i, e Luiz pegou a sua pÍlula. 
Depbis'foi a vez do cigarro, uns cigar 
ros dJ ferente, maconha. . . 	- 
- Da boa, comentou o Toinho. 
E .a ."festa"· embalou. 
Rodada e rodadas de cerveja, mpconha e 
bolinhas, as meninas tiravam as roúpas e 
dançavam só de calcinhas. . 
O clima era quente, o a_mbiente ficou 
ainda mais pesado quando João, filho do 
Prefeito da cidade, comentou com Luiz Al­ 
berto. 
.- Pois é cara, o negocio.é que o Pau - 
Meu filho, cui 1 t 
ao rouxe a novidade para nós, mas ainda 
dado com as mas com t f lt es a a ando uma coisa .. 
: • - O que ê7 respondeu Luiz. 
l - Aquele barato que faz a 
'[ dar".Paulão ouviu e· •rla hora 
LSD. 
- 
gente '.'vi'a - 
foi buscar 
- Tá ai pess6al; quem vai nessa. 
~ j - Eu vou'. Quero ver estrelas, respon- 
. j deu Luiz. . 	• 
ONDE o HÁB nà DE COMPRAR FOI l . NingÚém ~aJ?e. cç,.mo e ~em o porquê. A . 
crivo P, TODAS As PEssos ?]?".{1;"; erres4a. conta sue w 
QUE APRECIAM O MELHOR: 	pos ngerir ª droga começou 
. _ 	! ~ c·aritaz:, gritar: e de repente, aproprian 
6ENEROS ALIMENTÍCIOS EM GERAL ]"-Se de uma faca que estava no Jeep co­ 
ARAME OVALADO, BELGA, HiINEIRo, Rou]' eçou ª esfaquear todo mundo. Dois rapa-• 
F 
· • · 1 V • - / zes morreram • 
PAS, RUTAS. 'ERDURAS, LOUÇAS.ALU- a g 	• • •· quatro moças ficaram feri- 
MINIOS, BEBIDAS, MILHARES DE Pn.]is e Luiz gritando'vamos matar o monstro 
-DUTOS DA i·iELHOR QuALJDADE E os· 1 cortou a propria garganta. Morreu na hora. 
MELHORES PREÇOS, 	Carlao foi preso. Como traficante. A 
- 	cidade de Rto Vermelho j' - , 
/.é' 	· A " 
1 
• a nao e a mesma. 
'". 	v agem". de. Luiz se transf ""'ª 
tragédia. . . • •. . armou n ...... 
~UE JlE ~il.S -FO.'l!E- 25lc-17J..i 	6ROSSO DO suL 	k _-No sermão de domingo, =-si'::' ::::' ::{	"°ntou: : ... +o Padre Ramão 
}' -Pois é Jovens, às ve. 
dades mas a i zes, querem nov.!, 
' • • ma -or novid • 
· dêu !'oi 
1 
· • . • ade, que Deus nos 
. • v ver, e descob i 	d 
; yida a todó i'nst . . r r as belezas a 
1· . . _ ante. 
! As drogas sao pesadelo 
,te da alma • . da vida e a mo! 
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.. ·,rio ou Diretor de uma emprena, o . .) ~ ... :.d{,_ 
jQ ,;o wn:1 r:ontln1,r-ncl11 ,1,, ,·0rvi<~· , ::, 
r ' ... 	6" 	.... 	, -., , ... ,_ J 
eles o preço que tem de pagar para conse­ 
guir que as pessoas trabalhem. De certo 
odo, o t.rullrllho e mercadorin que d •tr• 
eer adquirida, do mesmo modo que e com­ 
,a carvão, cobre ou outros artigos.Ales­ 
te i;ontido, o pagamcn.o eh, oalarloi; rJ u­ 
r.a nimplco tron::rnçÕ.o econômica q1Je porJr, 
r,cr d1rig1du oegundo o menino raclocln1o 
ou 1bg1co utilizados om qu11lquer outra 
compra, na qual oc procure obter a maior 
quantidade e melhor qualidade possível cm 
troca de oou dinheiro. Disto surec a id~­ 
!a de um "mercado de trabalho", no qual o 
empregado e o empregador barganham a re::;­ 
pcl to doo trabalhos, ou em que há tabelas 
de preços entnbelecendo varlas cotcaoriuc 
de salÚrioG ou de mercadorias. 
Para o empregador, o trabalho que ele 
compra não é uma sinpleD mercadoria, como 
uma chapa de aço que. pode ser adquirida 
de acordo com determinadas cspccif'icaçÕcn 
cerno tamanho, peso, resistência e campo- 
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ta mercadoria, mas como melo de 'Imular 
o indivíduo ú □C'!" u·i trabalhador •·i'!t:i•·n - 
te. f.ln. larr.bÍ,m acha que os salários devem 
criar urr, centimento d~ lealdade , n t·cl ciç=:o 
à companhia. 
Ao estabelecer as tabelas de p~7u-nnco 
.paro oo trabolhos, a direção quer, em e - [com os 	1.c,. por 0111 r-, !.! ro"r·t- 
ral, montcr os salÓ.rlos "ao p-.r" rlo C'JU'1 o', nhias. Pod n-se utilizar ta tit'.•·, 1>:: Jrvantn 
outros pugam por trabalhos semelhantes. Se tentos realizados por nruµr,:-; rJ,. on.panhi - 
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C': se:- 11 quontin eerolmen e acoi t.r, par um qualquer maneira, acaba-se tendo uma idéia 
Lr&bnl ho, e l cs acharão que es.ão sendo mu! de co:::o , ., til o me 1'c1tdo e rJo qunn • o ~.r· cJcvP 
to fenoroso!'l o temem ostnr despcr·diçnndo µ,,1•a:-. 
rlinhoiro. Muitos companhias, cntrctnnt<> Por exemplo, quase todo mundo tem fdéf- 
~angloriam-uc de pagar acima da midla o a9 formadas sobro o vnlor de del "~inndos 
ju;;Uficam enca atitude com base no faLo caros, e quando o salário de umn pr r·coa 
.'k que o pagamento de r;alÚrios mais elevo- "!Xccd<• ou é menor que esse valo:, ela é ti 
dos lhos dá a posslbi lidade de escolha der. d,, co~,o bem ou r.al rerruncrada. f.: r.iro qur­ 
tro da mão-de-obra disponível, e cr!-i lcaI se per.se cm fazer pagamertos diferentes pa 
dade e eficiência entre seus empreguclon. ra trabalho::; serr,ulhantJ·.G, como rcnuir.nrJo 
Outros consideram que. r.omo estão pagando de difertnça de capacidade pessoal ou de 
os prccos normal dos serviços, srus salá - esforços. Nio se considera que uma pessoa 
·O~AÇAó AO DIV_INO' 
ESPIRITO .SANTO 
mals, mas apenas devldo a seu empregador 
ser um avaro que a está explorando. É o 
princípio tão generalizado no serviço pÚ - 
Esplrito Santo, voce que me esclarece blico de n:uitos países: salários iguais p~ 
tudo, que ilumina todos os caminhos pará ra funçÕ<"s iguais. 
que eu atinja e ~eu ideal,você que me dá Ale Ahmed Ghazzaoul - Diretor do Centro· 
• o dom divino de perdoar e esquecer o Cultural Islâmico de Mato Grósso do Sul. 
mal que me fazem e que todos os Rua Oliveira Marques, 160 - Dourados MS 
• instantes de minha vida está ccrrigo, eu Fone: 421-0847_ 
quero neste curto diálogo, agrade 
cer-lhe por tudo e co~firmar mai; 
uma vez que eu nunca quero me se­ 
parar de você por maior que seja a 
ilusão material, nao sera o mínimo 
de vontade que sinto de um dia es­ 
tar com você e todos os meis irmãos na 
glória perpétua. 
Por uma graça recebida. 
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YI5TA/14, 
PORTO MURTINHO VAI 
REALIZAR 1· TORNEIO 
'DE PESCA E MENTIRA 
) Hotary Club de Porto Murtinho, que 
e presidido por Feliciano Bri to, estará 
promov<·nrl<> non dian 28, 29 ,30 o 31 de maio 
o prirnciro.Cumpconnlo de Pcncn parn Rota­ 
rlnnon do Dlotrilo 447, reunindo "pescado 
re" dos Estados de siio Pnulo, Mato Gros­ 
ao P Mnto Groooo do Sul. O torneio premia 
ré também a mlor mentira em público pe­ 
lou concorrcnlns que deverão ne aprc~.mtnr 
em dup l UIJ, 
Para funcionar como Juiz do campeon! 
to de pesca foi convidado o Jornalista Fa 
blchek que escreve o aonunto, semanalmen­ 
te no Jornal "O Estado de são Paulo", 
PHOGRAMAÇÃO 
A abertura dn prograrnoção está marca 
da para as 21:00 horas do dia 28 de maio 
com Exposição de Fotografias sobre o Pan­ 
tanal du :ot.Ógrafo e Cinegrafistà Georges 
Sayc'gh, sei::u,,,.,, ,-Ele brincadeiras donçan - 
lcs a partir das 22:00 horas: 
Ola 29 - Passeio de barco e visita a 
Ilha Margarida no Paraguai, para compras, 
a partir das 15:00 horas; 20:00 horas. 
- Exposição de jÓias, 22:00 horas 
Desfile de Modas com participação das Se­ 
nhoras da Casa da Amizade; 22:30 horas 
brincadeira dançante. 
Dia 30 - 8:00 horas: Início Campeona 
to de Pesca até as 16:00 horas; 20:00 ho= 
ras - Queima de fogos de artifício ,n'O 
Hotel dos Camalotes; êl:00 horas - Entrega 
de prêmios dos campeonatos de pesca e de 
"mentira", no Clube Carandazal. 
22:30 horas - Jantar e baile de con­ 
fraternização. 
DIA 31 DE MAIO 
9:30 horas - Torneio de futebol de 
salão. 
12:00 horas - Almoço livre. 
15:00 horas - Grande Penca "Rotary 
Leva Esperança" no joquei Clube de'Porto 
Murtinho. 
18:00 horas - Encerramento .. 
t-----------------------~mercadorias contJ - 
nuam simplesmente 
í 
CORUJÃO CONTABJL 
Abertura e Encerramento de· Firmas . 
• 	I .. . J 
Declaração do Imposto de Renda - Pessoa Ffsica. e: 
ruridica, Contral°s • Recibos e JCorrcspondlmciaa em; 
Geral. • 	• 
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A ADJORI-RS (A±­ 
oclação dos Jornais 
do Interior do Rio 
Grande do ul), en - 
viou telex s autort 
daden ccon~mlcno do 
governo manifestando 
preocupaç~o diante 
de reajustes e aumen 
tos 1ntoler~velu ~ 
lnnuportávelc doe 
componenteG de im­ 
prensa. 
Segundo o Presi­ 
dente da entidade, 
Jornalista Selito A~L---------------------"T-;-:-:----------~ 
tônio Schmit, o mal~ 
grado "Plano Cruza - 
do" Já vinha sendo 
desrespeitado pelos ~---=-_ . ._.~IM~~-r$ ~ p:·.·.n .. :· 
fornecedores de mat~ 	~ 
ria prima necessária ~ 	~ 
aos Jornais através 	a 	: 
da diminuição ou ex- 
tinção de pagamento,•-------~ 
perda sensível na 
qualidade dos produ- 
tos, falta de merca- 
dorias, nos Últimos t------------------------------------1 
meses, aumentos des­ 
carados e insuportá­ 
veis. Afirma o Pres1 
dente da ADJORI-RS 
que praticamente to­ 
dos os componentes 
necessários à confec 
ção.do jornal como 
filmes, chapas, foto 
litos, papel totográ 
fico, papel de im - 
pressão, químicos e 
outros tiveram aumen 
tos superiores a 1s 
desde fevereiro de 
1986, sendo que os 
reajustes maiores 
verificaram-se nos 
Últimos meses com 1 
alguns artigos ul- 1 
trapassando 300%. 
Além disso algumas 
1: 
em falta cauando e-, vel indo 
to causa enor op: 
enso, po!4 mui'o 
ornais não terão 
PIVA E MOS UJTO 
normes transtornos 
par. a maioria do 
Jornaln qu0 ?' ~brl- 
P,W:1 cuticti u1-l as condições de supor - 
ar esa o 1 taaçio c/ 
por outras com preçol a 
até 3 vezes superio-lprejuizos incalculá­ 
res, quando encontra] veis e Impossibilidg 
Contlnu~ o Prcni- toe. 
dente e Diretor do] Caso não se)a 
Jornal Atualidades om«das medidas ur -- 
de Santo Augusto re-l pentes e efe Ivnas pe 
f 1naliz1 o r, 
te da ADJORI-R, 
------------- .. _ 
Chaplin Calçados 
• '"m'ols do que de máquinas. 
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51'.M fJIONffJAAS MARÇ0/117 
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OPINIÃO/DEBATE 
ONDE EST í O GOVERNO? 
Insolvência da Pequena 
Empresa 
c;Ufl.11!:.flMJ-: AFJF DOMIIIGO:, 
(A.PI«nlto-3P)-Va, Quando chegou à C- 
endo-me da minha con, mara dos deputados, em 
dJçno de deputado fe- 1905, o pacote tr-lbut.:t­ 
d•'ral, ,lcvoJ ao conhe- rio, <.:u ccxr,parr'ci pcr·;m 
eimento da Câmara, em] te os parlamentares de 
ras[lia,os primeiros então comno cidadão e co 
dados sobre a dura mo presidente do Movi - 
real J d ade que a tinge mento de Defc:sn do Con- 
as pequenas empresas tribuinte, para alertá- 
que acreditamn no Pln- los de que, naquele ing 
o Cruzado,se endivi- tante se estava montan- 
daram e, hoje, cncon do um engodo à Nação, à 
tram-sc em situação classe média e à classe 
de Insolvência. trabalhadora, pois, pc- 
Recebi do Ins t 1 tu- la rpanipulação dos da - 
to de Economia Gastão dos, os lideres parla - 
Vidigal os números mentores estavam sendo 
preliminares da insol enganados pela equipe 
v;ncfa na capital pau econômica do governo. 
11sta,no mês de feve.' Naquele final de 
reiro.Os títulos pro- ano, o Congresso Nacio­ 
testados aumentaram nal foi induzido a erro. 
481%,foram requeridas Não nos adiantava insi 
24 concordatas contra tir, uma vez que a ma - 
apenas seis em feve - neira como foi conduzi­ 
reiro do ano passado, da a votação do paco.te 
número que é o m11.ior tributário determinou a 
desde dezembro de 
1984 ,Ao mesmo tempo, • 
o Serviço, de Proteção 
ao Crédito acusou um 
aumento de negativos 
de 16% e diminuição 
de reabi 11 tados em_ . 
30%. 
Esses são os indicado 
res claquilo que vinha 
1!1)S alertando, há tempo , 
rras éramos sufocados pela 
ciédia oficial, que. enfia 
a sela abatxo da soe±e­ 
dade uma realidade que 
não existia. Agora, aqui 
está a hora dà verdade , 
que coloca na· mesma si tua 
ço dos pequenos empresá­ 
rios os agricultores. 
Há, assim, necessidg 
de de o representante 
da cquir,<: econÔrnlca com­ 
parecer à câmarc1. dos O,.,!­ 
putados para cxplicnr o 
que foi fel to cm 1985. 
Terá ele de expl J cur por 
que hoje, alguém que • te; 
dinheiro para receber 
vai ser chamado a po.gar, 
s<>m direi to a receber o 
que o governo lhe deve. 
Esses dados, somados 
µO confisco que será da 
ordem de 20, cm média , 
do salário ou do rendi - 
mento da classe média , 
agravarão ainda mais a 
situação atual da iflsoJ~ 
vência, porque, com 20 
de confisco na renda de 
q..an cx:rs::rre t.eren::s 1rev1 - 1---------------------------------, 
tavelmente a recessão. 
Recessão condenada pelo 
sua aprovaçaa em apenas presidente José Samey e 
vinte e .quatro horas. pela prÓpria sociedade , 
Mui tos parlamentares q/ mais imposta pela .equipe Pelo que se pode ras Municipais, ve - 
o aprovaram confessaran econômica do governo, q/ concluir, os Marajás lhos funcionários 
depois que não o tinham terá de se apresentar seriam funcionários conseguiram, acumu­ 
lido/ não tendo, portan ao plenário da Câmara pa] úb11cos que, depois [lando cargos, tempo 
to, noção daquilo que_ ra explicar porque men - de terem passado a de serviço, auto - 
estava embutido no seu tiu não só ao Congresso vida sem trabalhar , promoções, serviço 
conteúdo. 	Nacional, mas a toda a conseguiram, "traba- noturpo, e indeni-. 
O Congresso Nacio- !C:l	lhando" bem, um e- zaçÕes mÚl tiplas, sâ 
nal foi enganado. Ave_;: 	"' xorbi tante salário lários astronômico;. 
dade, porém, surge ago- ~ -- rio fi~ 
0
da vida. O Supremo Tribu 
ra, neste mês de março, 	Os super-salários nal Federal Suspen 
quando um dos maiores 	tornaram-se uma ver- deu os vencimentos 
assaltos tributários . 	gonha nacional. dos marajás de A- 
dos Últimos tempos vai 	Na Câmara Munici- s R 
..±.:r., w8j, [±55.] iem umo e 
grosso da classe tra ,,E versas outras cama Sem' Plano 
balhadora. E tenho ce hltttlll 
J O R·N' A L· IS MO E' A R TE E o país vive uma sit:uação estranha. Ao 
' 	. -"' 	que parece, continua o choque entre o pais 
.. e .o M p E T E. N e I A. ' real dos milhões de brasileiros e ó. pais 
ideal imaginado a partir de Brasília. 
Somos a oitava economia do mundo ociden 
tem rruito de arte, pois merece: afimar que "jor-lttal, colheremos a maior safra de grãos de - 
o curso só dá o diplana, nalista é aquele que e- nossa• his tÓria. E daí? Não ternos a quem 
o cl1re1to legal de exer- xerce sua, profissão cem vender, não temos como transportar, nem 
cê-la, mas aqele médico canpetência e cl1gnidade", onde a.IT!'.azenar. Depois disso quem vai plan­ 
vitorioso, tanto na clÍ- sçmente isso. tar? lao ha planos. Nenhum rumo é aponta _ 
nica geral como nas vá - José C. Ferraz Sal do. Cresce a impressão de que não temos 
rias especialidades, ne- les - Médico,Psiqui! planejamento e não temos administração 
cessita de rruita intui - tra e Professor Uni- Quem é o responsável pela economia brasi _ 
ção, criatividade, cem- versitário. leira? Nos Últimos dias o atual ministro 
preensão humana e a_arte o 1·r•1unfo dos· da fazenda, teria· sido substi tuido diver- 
de dedicar-se ao proximo 	sas vezes. Enquanto isso, divulga-se a ela 
com desvelo e interesse., 	boração de um projeto salvador, elaborado- 
As escolas de joma- • Robots 
O 
(1 por homens que se comunicam telepaticamen- 
lisroo devem continuar a 	" te. Continuamos sem plano e sem r-umo, ca _ 
existir, melhorar seu P~ 	. '. minhando penosamente para o abismo. 
<irão de ensino, da mesma Segundo diversas pre-,, 
'forma como os sindicatos visões, na próxima década] 
de jomalistas devem ve- as. linhas de produção das 
lar sempre pelos interesj mais modernas fabricas do 
ses dos que trabalham m..mdo rião deverão utili - 
nos jomais. Porém, _não [zar mão d e-obra humana . 
fazer a discriminaçao to] Usarao apenas robos. Os 
la de considerar joma - operários serão total ou 
listas somente os forma- quase totalmente substi­ 
dos pelas escolas de jor tuídos por robôs, dirigi-1:
1
~----=-,...;.-----------­ 
nalismo sendo que, algu.,. dos e conttolados por p~ j 
mas delas, can cursos gra.-nas de corrputador. Sem 
precarissimos. àÚvida, a década de 90 a- 
Agora que a Consti tu- penas abrirá as portas do 
inte está elaborando nos século XXI. Quantos paí - 
sa carta magna, não sei ses estão se preparando 
se seria o caso deste as para a nova situação do 
r tratado cano hcrnem no planeta terra Bk 
ros que pus ar o 
teza de que o presidente fim de emana sem d 
amey também .foi eng?2 [rneiro com a!uns 
do naquela ocasião. 
cen avos, farão a 
mesma per;zuntu: 
está o Governo? 
greve dos Bancário, 
dos marítimos, dos vi;os público! 
portuários, dos pro- vencia 1 e; :. v ·' 
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20$$0 no SI 
Os Marajás - 
lagoas - quase 15 
mil funcionários pá­ 
blicos·, entre os 
quais aÍguns recebi­ 
·am honorários de até 
cz$· 300 mil. 
Será essa decisão 
o início da moraliz~ 
ção do serviço pÚ 
blico? 
(AC. PLANALTO, 
SP). 
A Escola de Jorna Joelm1r Betting,Diafé -' 
lismo não forma· o·· jo; ria,C.Reis,etc. • • 
alista mas apenas dá Em São Paulo,confor­ 
lhe um diploma.Igual- me os· jomais,o Sincl1c! 
ente a Faculdade de to dos Jomalistas, fi­ 
Letras não forma. poe- liado à cur ,dedou 'na 
tas ou literatos, bem· Justiça do Traball}o 
como os Conservató . .,. ~erca de 40 jornalistas 
!'los não formam con - da "folha de são Paulo',' 
Sertistas maestros ou trabalhando neste ves - 
compositores .Assim co pertino unicamente por 
D. • 	• 0 
Poeta ja nasce SllB. compeJ;encia profis- 
Poet 	• 
a e a cultura ape sional, todos eles sem 
As melhora sua produ' o "canudo" da escola de 
Çao e Pode transror ' jomaliso. Também não 
ar um "repentista"ou frequentei esta Faculda 
"ea» 
dntor de c.ordel" na de, e escrevi durante 
que], 	- • • 
." que faz poemas -dez anos no "Diario de 
valor antologico, são Paulo" dos Diários 
assim t, ·: 
d ambem o verda- Associados e, depois~ 
" Jornalista Já] rante 4 anos no "Diário 
ice com essa "veia" Popular", com una colu­ 
e Pode evoluir em sua na semanal cano o faço 
Podu;ão tanto com as] agora para a Agência 
n0for+, -> 	2 
na E açoes obtidas . Planalto. E que, embora 
, 
5
Cola de Jornal is méc11co, psiquiatra, tam- 
0 co; 	- 
1 mo em outros . me bém nasci can um pouco 
Os cu] 	- 
hg. urai s, sejam da veia jornalil.stica, 
faculdade de Di-l'revelada Já no curso a­ 
"O,de Administração,de cadêmico escrevendo pa­ 
~ a,de Medicina,etc. • .ra o jomal "O Bisturi" 
~ SUrg,! ram Assis Cha- da Faculdade de Mecl1ci- 
brisa 	na 
REDE BELAVISTEr~sE DE JORHÁIS LIDA. 
- QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO- 
' 
z 2 z: 
.-.... O LAuDI IA LDOES A LA, 
5Nau Tua, MuTt (Por3 ato 
........... ..,.,..,... 
........... ___,,ICIÃQ....,....,.,o&Q 
KÃ .._... CIII! Da ANOS UIITAJC)() J0INoUI 
1 l'OftA&KBC>o O MUNO...-c> 
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-PADRÃO OE QUALIDADE- 
•1MPll!SSOS EM GERAL • SElMÇO DE LUNO TPAGEM 
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uA usa bo caurg iu vstwsz jouu 
RUA DA 19úBUCA S!N!_.,_JIELA..lnsIA., MS.

I BIJ 1/, llA 
LA Vf ,TA-M_ 
COMENTINDO 
Por Nancy· 
JlAI LE DA ALELUIA 
Diu 18 pp.no Gr~mlo Pedro Ruflno,contou 
com nnimaço do conjunto Los Thamys. 
NOITA 
Gente alegre e descontraída animou a 
noitnda 
NA OCASIÃO 
O Prcuidcntc do Clube Mário Vargas 
anunciou aos presentes que a nova ilumina­ 
ç~o paro DiscoLequr já estava instalada e 
logo a sccuir foi feita uma dcmonstraçio. 
Mereceu aplausos! Foi do agrado geral! 
TAMDF.JI 
No domingo e segunda .feira hou~e disco­ 
teque.Muita imnaçao por parte da Juventu­ 
de! 
Semana Santa,Pe.Bento e seus auxiliares 
organizaram aos fiéis; dias de reflexões,. 
procissões e muitas orações e o povo cor - 
respondeu! Todos esses dias a Igreja e 
Capelas sempre lotadas! 
HÃO ESQUEÇAN 
-TRIBUNA ESPORTIVA - 
Fo! real!za!o n e dr!ngo [ 
Vila Previul,ma!s uma roniaot do cmpe0n_ 
to Inter-Bairros. 
1 
f t•r· J,1 i-r1, do 
Ma 1 partida e de ron a d 
Jibóia X MLxto,Jogo este que terminou com 
uma vitória do time dos «migo do Jiboia, 
com o placar de 3XO. 
Na 2 partida,se defrontaram Belavis - 
tenso X ótimo Gole,doo em que o time 
do Belavistense não t ve muito trabalho 
para vencer o Ultimo Gole, com o placar 
de 6XO. 
Os gols do Belavistense foram marca - 
dos por: Montanha (2) Gabrlcl (1) Ferru­ 
gcm(2) Afonso (1). 
• Na 3• partida que estava marcada pa­ 
ra 15:50 o time da Prefeitura não compa­ 
receu diante do seu adversário,o Rasto - 
lho.Por isso a comissão de esporte deci - 
diu punir o time de. prcfei tura, cl iminun - 
do-o do campeonato Inter-Bairros, 
HÃO PERCAM 
Vocês que gostam de assistir futebol, 
nesta sexta-feira no ginásio de esporteG, 
haverá um quadrangular de futebol de sa - 
1ãô,onde jogarão: 5ª,6~,7ª e aa noturno. 
Esta é uma promoção da comissão de espor­ 
tes da Escola ,EE:tadual de 12 Grau"Genero- 
" 
·FALSA 
Moralidade 
E· OS KOTORISTAS 
O ex-governador 'do Ceará,sr.Gonzaga 
No dia 1 de Maio, o salão de beleza Mota, figurou durante m_ui to tempo nas pri- _ 
Chie estará promovendo no Grêmio u~ sensa- melras páginas dos jornais.Motivo:defesa 
cional Desfile de Módas Adulto e Infantil, da moralidade administrativa.Especialista 
cortes,penteados e maqlliagem!Vamos presti- da indefinição,polÍtica,o Motinha cearen 
giarl 	se tinha todas as condições de fazer um - 
governo exemplar em seu Estado,mas fraca~ 
sou.Pior que isso,deixou uma administra - 
ção falida,com mais de 100 mil funcioná - 
rios ociosos ou inúteis na folha de paga­ 
mento.Agora,vem a pÚblico outro escândalo: 
os professores da Academia de Polícia ga. - 
nhamem média Cz$ 122 mil e_80.De qual 
quer maneira,no Ceará,tal salário é igual 
ao salário de 9 coronéis ou 44 soldados da 
Polícia Militar.O mais surpreendente é que 
entre os professores figura o advogado 
Francisco José Fonseca Mota, irmão do ex-­ 
governador,que tem mais três empregos na 
administração estadual.t poisível que a-: 
Cademia cearense forme os agentes da Sco­ 
tland Yord•,. da FBI ou da SWAAT. Convenha - 
mos.porém, que em-nome da moralidade mui-­ 
tas imoralidades podem ser cometidas. 
(AG.Planalto-SP). • 
Reclamando:vários trechos do asfalto 
de nossa cidade. estão necessitando de repa 
ros urgentes! Não há carro que aguente tan 
ta buraqÚeira! 
JIUITO 
Em breve a nova Diretoria do Belavis­ 
tense começará a fazer promoções e·por em 
funcionamento a Discoteque do Clube.Conta 
com o prestigio de todos! 
E A DIDE 
,crsn: SABADO 
No c·r,o 
a!1 e ir u .i 
Faixada Corinrhi n 
este aae vale u 
de cerve,)a. 
ATF "ª0 /<S ft: 'H'l'S _· .:..·•:;,·,:._:".:;:..__:_ _ 
DIA l! m•: }.J.iO 
To percam a maior corrida que :la 
Vista já teve em sua históri' 
Grande corrida ciclistica "Cidade de 
la Vista". As inscrições es .ao ubr. 
tos até o dia 27 de abri l, no 
elo Jumbo" e "Peças São r-1 rc:o.:" 
pelo fone- 439-1410, com o FIávlo, 
O SERVIÇO CRISTÃO 
DOS PASTORES 
De quando • em quando, vem o. f.cJ­ 
bl ico escabrosos escândalos mor,,aiG 
financeiros provocados por "pastores 
de igrejas que se autodenomlnan à• 
cristãs.Sob as mais estranhas denor. 
nações, inúmeros vigaristas mont~m 
seus impérios com a Bíblia na r.:a() 
com programas de TV, de rádio, e 
assembléias pÚblicas, _etc. O suces:s: 
e garantido pelo grande numero ~ 
pessoas de boa-ré, ingênuas e ang•;~ 
tiadas com problemas imediatos. L'::: 
trecho da Biblia, uma oração, una 
imposição de maos, um gesto qual • 
quer pode salvar, pqde curar, pa~ 
garantir o sucesso e assil)l po!' d!i::: 
te. Cada gesto salvador é pago.fio a~: 
sil,os casos são incontáveis.Nos Esta 
dos Unidos, ocorre o mesmo. Inúmeros past~ 
Louvadores do Senhor. Pastores que dc­ 
minam terri to rios, .da mesma maneira 
que as famílias da Máfia, acusa-s 
mutuamente de abuso do poder, dev;~ 
sidão sexual, indevida utilização d: 
t-----------------------~dinheiro· arrecadado com orações, !!:· 
Jorna
~-1-- Tr1.-b- u·n·. a posições de mãos, gritos, invocaçoe, 
"Quero 8 milhões de dÓlares para 
meus médicos missionários até o ;:· 
da 
"'[j1 • t • • nal de • março. Se nao ajudar, Deu 
r,ron eira vai• chamá-lo!" Bom apelo pastoral 
br P/ · cristão, nao acham? 
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PENSANEHTO 
ESPERA 
Repousa sua mão cansada sobre meÚ cÔlo 
Repousa seu dorso trabalhado sobre o 
·meu,to desesperado ' > • 
Repousa seus olhos andarilhos 
meu rosto de espera. . 
FERNANDO AS CORRÊA. 
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