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... 
TRIBUNA DA 
JH!LA Vl:.iTA-MA'íO GP.OS50 DO SUJ. / '.O: 7 1 834 	l 
' ue ra au' na Câmara 
• 1 - 
5 • 
0t:. 
.e. 
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i- 
3x- 
• 
.:=::---. 
Há pouco mrno 1o 
um me,coren amos, 
neste jornal,aluna 
inc j d nt€ ocorri-- 
1os na cGnara My 
1. i c l p ·, l . 
Naquel a opor­ 
tuntdade publica - 
mS umn arlipo a 
respeito do a:;sun 
o e avisavam0s 
que tal clima Pg 
cJ, ela provocar 
incidentes ainda 
mnais greves. E 
int'cllzmen e, accn 
·veja Detalhes 
na página 7 
FUNCIONÁRIOS E PROFESSORES 
DD P .M.B. V. DEMITIDOS 
ue ' 
,ane ::- 
us 
Ilmo Sr 
IVALDO PEREIRA 
DIRETOR no TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Prezado Senhor: 
Os Funcionários demitidos da Prefeitura Municipal de Bela Vi! 
ta, vêm através deste, solicitar de V.Sa., que seja publicado no Jornal Tribuna da 
Fronteira, nossa posiçio diante dos desmandos cometidos por nosso administrador. 
Sabedores que V.Sa. só se interessa pelas verdades dos fatos, 
estamos indo até o senhor, para que a populaçio saiba o que realmente está aconte­ 
cendo na Administraçio Municip&l. 
NÓs nos responsabilizamos por tudo o que está escrito. 
,õ, 
:a:' 
o • 
. . 
Matéria completa na pág .. 8 
Cássio: "Estamos 
Tomando 
Providências" 
volv 1l'ÍO O 
dor _, 
pes e 
ooy, 
- JUiião Esclarece 
JULIÃO GODOY 
O vereador Julião 
Godoy,do PMDB, infor - 
meu hoje a reporta 
gem de a TRIBUNA DA 
FRONTEIRA que 
11 
as 
noticias veiculadas 
pela imprensa da ca 
pital não correspon­ 
dem a verdade",pros­ 
seguindo, "'não fui 
expulso do PMDB, mui 
1 	• - 
to pelo contrario,o 
que fiz foi optar 
por uma aliança, e 
essa Aliança existe 
até a nível de Esta 
do e de Brasil". 
Falando ainda a 
respeito da eleição 
para presidente da 
cimara,Julião disse 
que o seu voto -foi 
uma opçio de nome, 
preferi votar· em 
cássio Acioly,do 
PFL, assim como An-. 
selmo Lopes,do PFL 
preferiu votar· em 
Evilásio Miranda,do 
PMDB e Antonio Xa - 
vie?,do PTB,votar 
no mesmo Evilásio. 
Então ,porquê me ac~ 
sar de inf~delidad 
partid::iria," 
Julião disse 
ainda que "acho ir. - 
teressante esse pes 
soal ficar falando 
em fidclidade,fui 
do MDB;desde a sua 
fundaçio,hoje estou. 
e sou do PMDB,sc.v~ 
tei no Cássio,repi­ 
to,foi uma opção de 
nome.Seria o caso 
de se acusar também 
os deputados Lon 
dres Maehado,Gandi 
Jamil e tantos ou - 
tros.Eles não estão 
com o Governo do 
PMDB? 
A respeito dos inci 
dentes, Julião disse 
que "homem gosta de ser 
respeit;ado como homem , 
não sou moleque,o vere~ 
dor Anselmo me provocou 
por diversas vezes, na 
sessio de 41 feira ele 
Ar..;<-lo:o Lo­ 
Julião Go- 
" for:;:c. 
isolados, 
vere 
1nc ld<:nt.t ! 
podemos julgar to 
do o Lisla iv 
pela falta de ma 
tyt]dado de djr- bel 
C. SIO ACICLY 
de seus mmt roe', 
Cassio disse 
ainda qu• todas 
as providências se 
rao tomadas, via 
judiciário, para 
apurar os fatos 
e punir os ervol 
vidos, mas isto 
.ao cab a rÓ::''. 
Fin:liiz.:indo,o pr·~ 
sidente da Câmara 
sua e nfiança " a 
' 
pr ir do :1gora, 
J·· o: vvrc·ador<•; 
agirem com mais 
equilibrio e obe­ 
decendo a e ica 
e respeitando os 
demais companhef -­ 
ros!! 
r:ie deu o primeiro soco, 
SÓ que não acertou,eu 
apenas me defendi.Ansel­ 
mo e irritante e provo­ 
c::idor''. 
Quanto ao tiro,Julião 
disse que "Peni.ri.ha es.ta­ 
va cem um capar-.ga na C­ 
rr.ara, um tal de Jorge . • 
·Luiz C-onçalves,por sinal 
esse cidadio ca,bém me 
agrediu.Tirei mi.r."la a~ 
porque pretendia assus - 
tar os meus agressores,e 
a arna disparu.Mas é 
bom que todos saibam, a 
maioria dos vereado.es 
vão armados na câmara. 
Outra coisa,se p tendes 
se realmente a irar em 
Peninha_,nào erraria,pois 
estava rrui to rto". 
Governo atende 
Claudionor 
r - 
i - 
RG ,nc;ur-c.S 
Há pouco mais de quinze dias, 
o vereador Claudicnor Rodrigues encami 
nhou às 1 ide ranças do PFL e PMD, na 
Assembléia Legislativa,reivindicação no 
sentidc de ser criada en Bela Vista 
uma residência do DERSUL. O Governo 
do Estado atendeu essa reivindicação. 
LEIA NA PÁGINA 4 
Portal do Infinito - pág. 3 
on 
s1 
O! 
. O.!:

&nernadar Marcel, Mir a rece~erá 
Representantes de Jar~i■
nor. o •·, .'."JcÍplu 
ir;t..n,·-o r•,iv1nrl'. 
c;rnHto ao Governo 
do Estado Judn 
pa nana-las. 
O Dripu1ndo MO­ 
KA era o tepre-­ 
·nten e da 4Assem 
l) J é 11, ) ,
1
 ::'., 1 'l l ;) t ! v 
que estara com . 
o Jard'1enses, 
pois o m ·srro ba­ 
talhou para cr.t 
acont cimento. 
, 
GRIC TORES DEVEM YE DER 
PRODUTOS ABAIXO 00 PREÇO MÍNIMO 
O M!nitro de 
Aar{cu)t r , Ir!s +e 
ente, en' iou d!ia 
13/04 telex ao ser!_ 
tário de Agricultara 
e Pecuária de a .o 
Gtoso do Sai, Fla - 
vio Derzi, no qual 
faz v.emente apelo 
pessoal para que os 
prod ores rurais 
~ulmatogroso ns s n 
procedam cq:n •tela- 
ao d 
Di nte ae 
citação, o ecre 2 
rio f1áv.o D• rzl I' - 
,._;. l!nC• rcc rl'Jc 
produtores, a tr 
,j,, nu s en idad 
de classe, que 
vi e--:. a nç "º 
ntermediários 
• 
F 
d ------- -- ...... 
Espcra!l'os com 
ansiedade o resul 
tado desse encon­ 
tro e que nossos Flávio Dcrzi recebeu 
O Governa - dária de Vereado- ,lictere.s corys,i&am também 'insLruçÕcs do 
lor Mn,·~•r:o Mir·an rcs e expressivas que: nos,so G~lfer'- IHnisLérip, ço Fazen- 
to 'rrc·ebPr~,. d:.' lideranças locais. nador sinta db 
I 
da paro o movimenta- 
7 próximo, ·m "= si:':J	""to nossas'ne< ;o da_safra 86/87 , 
tiêneJ.a, ns lidcriln 	cessidades e :iten com ações que deve - 
)os jardlnenses. 	da-os. 	rão integrar também 
A notici.:i foi 	o l;'lano Emerr,encial 
Prc•- 	de Colheita - PEC. 
l4;;.;.;.i..;:.. __ ...;....,;;:;;.;.;;.;;.....;_--, Um dos.principais 
pontos d.essas ins 
truções é a ado 
çãq • da estratégia 
de comercialização 
rápida da safra de 
soj~.· cujo espaço 
e disputado. pelo 
milho. 
'Segundo o ge­ 
rente Nacional de 
Movimentação de Sa 
fras, Renato Pavan 
to"" I	uma vez comercia1! 
Amparo Financeiro 
O Secretário 
;ransr,1i Li oa 
eito Pires 
residente 
o.o 
e 
do 
ao 
PMOB 
ardinense - Ernanuo 
(. Barbosa, pelo 
•ep. MOKA. 
Na oportunidade' 
,starão juntos, lc- 
•ando ao Governa· - 
lor do Estado um 
•ol de reivindica _i;;;;,:;::;:~:;:;;;::;.::::,;;;:::.:;;::.;;.;;;;;.;;;;;;;:.,i 
roes, representantPs 
lo Diretório Munici 
rcs o Diretó e - 
al do PMDO, o Pre 
rio Municipal Já 
"eito PJ res, a bon 
fizeram levon o - 
)ada Supra- Parti 
tamente das reais 
llES~u.:· • .. IS VANTAGENS DO "PASSAPORTE BRASIL NA PALIA DA MXO"- 
JllOGH,)l.'.'llll SC.S 'I.Gl::'.'S IIE n~IUAS, ~SUFRUl~UO 
$.AGES A:IEAS, IESTAVIANTES, SHOPING'S. ETC. • • 
Pa_ssagl.'1t1 .t'•rca 
Hotéis 
Passeios 
ltua : 13 uc :!aio 2. 3IO 
DE DESCONTOS lnl PAS· 
TELEFO:E - 88-l • 2803 e 38l • 2507 
CAllPO GltJI.DE..:.. :us,' 
.:. 
Bllllll~Tt.:ll - :" oom • 00-12 • 7 
J., . , 
. .. - - -- ., -- - - . - 
zodu soja, os 
e paços a granel 
disponível maio 
armazenagem 
abe rto se rao 
cientes 
a 
para 
afra 
ceu 
::;ufi­ 
nbri- 
gar a 
Iho. Para a oafra 
do arroz; viabili­ 
zamos a en rada no 
mercado das empre­ 
sas beneficiadoras, 
o que ira aliviar 
a aquisição por 
parte do Governo. 
Além disso, cg 
tão sendo ·tomadas 
de mi 
r dld,)., 
mi lrno no 
·tor n:-:.puro 
ceiro para 
per­ 
prod•i 
finai 
::;ua produç;Ío e ii 
ser obrigado a 
vende-la por pre 
ços abaixo do~: 
nimo cslipuluclo 
pelo governo. 
uma 
, [na • 
'aariano 
da curva 
, ra(usando 
,, os homens 
feres ain 
e seu l 1 h, 
e de R R• l 
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um r,•go. 11: 
Jô (Ido 11•:.ccn t 
2.000 nno:. t.c 
MIssão,e e 
J0TAL. TIA DA 1'11C1ff1t1 RA 
Fundado em 20 de fevereiro de 1972. 
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GERENTE . 
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MARIA ESTELA VELASQUE:Z pr ½EIRA 
IVALDO PEREIRA 
GILSON SILVA SANTOS 
LUDGERO AUGUSTO SENHORINE 
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O .nentos N' 35 
FILUDO À A 8 R A J O R I E A D J C> R ! - K S 
HPRESINTAMTE EM SÃO PAULO: 
.RGD - Comu~1cação S/C Ltda . 
_Rua Voluntarias da Pátria, 1544 
Fone: ( 011) 290-8664 
(CEP 02010 SANTANA 
Con) .OI 
SP 
SUPERMERCADO EPINIFICIOORA MOREIRA 
..-.::: s. 	• IÇOQGUE·· E .LINCHDNETE 
Av. Duque de Caxias, 40o 
•• - FONES 251·1251, 251-1085 ·- 
PIES QUEITES.TODA HORA· PAES, DO· 
ÇES, BISCOITOS MASSAS EM GERAL 
Ca111,111a Serviç1 de· Supermercado 
- 
Radeky esta 
de' chc i o (le f 
para ou ro, Ch 
ra. todo ins 
-Heder , vcn 
parece-se com 
t doo. 
-PÔxa, ílodck 
cie é do 5 
2 
~ 
-Não , não e 
do Plane ta t• 
É,não é,c o 
discutir.ln te 
t!nha· 1999 an 
r ndo de Rega 
Discutiam h 
u,~a voz, de ho: 
-Radcky,Hed 
rem fa 1 ar c orn 
Os dols jo· 
entrara'll numa 
teto era de 
ratura fria 
biente muita j 
Dois horne1 
umna mesa, red 
e.'"li ti a"J uma 1 e 
foco para o a: 
davam o S-'llão. 
-Filhos, cherll( 
Célr~ que chegol 
voces' falou o' 
-Papai, qual' 
ra. 
-É a "missãc 
d -Sim, filho , 
e nome,Isrnai~ 
-Quando part 
.mann,Heae 
acurem o m, 
as instru - 
abri., 'Soes 
s "'º o 1i 
'stema ae R • 
aco, 
áiü 
l 
1

1 
J 
Portal do 1 1 
• 
oito 
Além,mui .o além da curvatura da luz 
xi.e um mundo,nao e um novo mundo,muito 
lo contrario,e um mundo terno,não :eve 
eome;o e nao tera fim,apenas,de vez em 
quando,es mundo se transforma.Se ha vi 
da nesse mundo? Sim,a vida ex!ste,ela não 
4 pr!vil1o da Terra.O Supremo Criador 
8ytribuiu pelo cosmos emente da vida, 
algumas germinaram,outras ainda estão por 
ermInar. 
Pode nlamos chamar ó mundo que cxln e 
alrm da curvatura do, luz de Real,é uma 
terra(usando uma linguaem usual )diferen- 
p,os homens la suo eternos meninos e as 
"ulhere~ ainda brlcam com bonccas,apesar 
de seus rnJlhar•s de anos.Sim,0:1 habitan - 
t 5 de Real vivem mi lares de anos. ' 
um rego li ano do 1 .. 5QO anos é considera 
do adolescente.Quando atingem a idade de 
2,000 anos todos são obrigados a cumprir 
a Missão,e é disso que falaremos agora. 
Radeky estava no campo.Era um campo v r 
de.cheio de flores,ele corriq. de um lado 
para outro.Chamava a sua companheira,Hede 
ra,a todo instante. 
-Hedera,venha ver,drscobri outra flor, 
parece-se com a que temos no salão de es­ 
tudos. . 
-PÔxa,Radek~,você nao ve que es a espe­ 
cie é do 5
9 Planeta do Sistema Vega? 
-Nio• ,não é·,é Placal,na aréa vermelha 
do Planeta Mistral. 
É,não é,e os dois jovens começaram a 
discutir.Interessante que o jovem Radeky 
tinha' 1999 anos e Hedera 1. 800.Eram do 
mundo de Regal. 
Discutiam há vários "minutos" 
uma voz, de hqmern, chamou-os. 
quando 
-Radeky,Hedera,venham,os seus pais que­ 
rem falar com vocês.· 
·os dois jovens ainda discutiam quando 
entraram numa sala,de formato ovalado, o 
této era de uma espécie àe vidro.A tempe­ 
ratura _fria,uma música suave dava ao am - 
biente muita paz. 
Dois homens estavam sentados,havia 
uma mesa,redonda,cheía de aparelhos que 
emitiam uma luz verde.Essa luz emitia um 
foco para o alto e os seus reflexos inun­ 
davam o salão. 
-Filhos,chemei-os.aqui para lhes comuni­ 
car que chegou o dia.É o dia esperado por 
vocês.falou o homem chamado Rostovysk. 
-Papai,quanta felicidade,exclamou Hede­ 
ra. 
-É a "missão"? perguntou Radeky. 
-Sim,filho.É a missão,respondeu o outro 
de nome, I smai sky. 
-Quando partiremos? 
-Amanhã,Hedera.Podem ir se preparar e 
Procurem o monitor a ~ave já esta pronta, 
as instruções estã~ a bor·do e vocês só 
abrirão o livro guia depois de sairenr do 
Sistema de Regal.Que o SENHOR DA LUZ os 
a;:ompanhem. 
Alfha e Omega 
chl:l:::ado Tc·rr·,, li;,,, .. 'l .e 
lo de ma as,rio e oc 
-Mar 
encon raremo um 
uma uerra entr e: e.,<; 6' 11- t.,,bi •, n • 
ra nuclear e com poucos obreviven A 
nossa arefa,nossa MISSÃO, Ihes ind!c, 
o caminho.S • preciso,recolher al un 
lev&-10~ para um lugar srgu.o,11vr, d& 
rodinçÕcs.t precice começar tudo de novo. 
-Mas porque os chamados rraqueo: Ies 
trutram o seu plane a? 
-Eles dividiram o mundo cm tlaçÕe:.,cacJ i 
naçao fala uma língua, codÚ u• a rn U"l l 
forma de Governo,há várias religiões e lg 
aram por causa de int<:rccscs c.conÔm! - 
cos.Há nações ricas o há nações pobres. 
-E onde posaremos? 
-Segundo o registro B, há uma area que 
não foi contaminada,num local denominado 
Brasil,perto de um grande rio. 
-Radeky,cles não acreditam na LUZ? 
-Não Hedera, o Senhor deles é outro, 
eles ainda não coryheccram o verdadeiro 
Senhor da Luz.Ainda adoram imagens de 
alguns tregerst. que estiveram na Terra e 
se fizeram passar por deuses. 
-Mas que povo contraditório.Iniciaram 
a conquista do espaço,alcançararn um dese.!::. 
volvimento regular e ainda adoram imagens 
de tregerst? 
A Captura 
"Pássaro Colorido" havia pousado .Pas­ 
saram-se trinta dias terrestres, os envia 
dos de Regal estavam chocados.A Terrà que 
conheciam por imagens e estudos não era· 
a Terra que encontraram.Tudo era des 
truição,dor,fome,revolta,doençàs,catacli~ 
mas,epidemias,onde existia grande vegeta­ 
ção agora havia um deserto.Poucos sobrevi 
ventes.Mas pareciam monstros,deformados, 
cheios de Ódio,rancorosos,não permitiam 
sequer que alguém se aproximasse deles. 
Eram mais feras do que seres humanos. 
Os dois jovens de Regal tentaram.Anda­ 
ram meses e meses até que chegaram num pe 
queno vilarejo.ali havia mais de cinquen­ 
ta habitantes.Homens,mulheres e crianças. 
Foi um achado. . 
Um homem velho,cheio de rugas.mancando 
de uma perna,viu Radeky e Hedera se apro­ 
ximarem, e foi ao encontro deles. 
-De onde vocês são? Porque não têm ca­ 
belos,foi a bomba? 
-Sim,responde Hedera,mas estamos per 
feitos.SÓ tivemos problemas com os cabe - 
los.Viemos do norte. 
-Aqui é uma comunidade pacÍfica,não te 
mos armas,vivemos do que semeamos.Não que 
remos intrusos para perturbar o ambiente. 
Nada queremos com a técnica,isto só nos 
trouxe o mal. 
-Não,não estamos aqui para perturbar, 
viemos em paz.Nossa intenção é ficar com 
voces um bom tempo ... 
E Depois ... 
>I l 
A nave "Pássaro Colorido"voava supe- 
b 
(J( 
u . 
}! J • !', l . 
o runc!o <Jo r o.P rt•r" 
tu]hando quando vi 
até lá e rouxe esta 
pc ça ... 
-Hedera,e o nosso transmissor,como el 
con:,, guiu en l r na n·Jvn? 
-Não sei Fadoky,mas agora estamos isola 
dos. 
O príni ivo :1avi;, conseguido en rar na 
nave,além de arrancar alguns fios,re ira­ 
ra a peça do transmissor e o pior,deixa­ 
ra a porta aberta, a água inundara a nave 
e a correnteza a l<:vnra rio abaixo. 
Quando Harlt·xy ,. Hedera foram verificar 
os cstraeos,não encon raram "Pássaro Col~ 
rido". A "'.•li s!'"Íio" estava concluidn. 
Era noite,o céu inundado de sr las. 
Radéky ~ Hcd1-ra olhavam para o alto.!:: 
numa so voz, murmuravam 
-Seja fnita a vontade do Senhor da 
Luz. 
E lá cm Reaal,várlos homens reunidos, 
deram as maos e murmuraram: 
-ASSIM SEJA! 
Vereda do A pa 
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fone:439 .1025 Bela Vista.Ms

A <),, IRA 	ELA li TI-', 
Governo Atehde Reivindicação do Vereador 
Cla di onor R_o drigu e 
• .:. - r ,... ,. 
,1:nn noDRTGUY.S 
Hn pouco ,nnls 
de quinze dias, o 
vereador Claudionor 
RodriRUCS encRmi 
nhou as lideranças 
do PFL e PMDB, na 
Assembléia Legisla­ 
tiva,. reivindicação 
no sentido de sei 
criada em Bela 
Vista. uma resi - 
dência do DERSUL .• 
O Governo do Es - 
.tado atendeu essa 
reivindicação. 
Segundo notí - 
eia publicada 
a TRIBUNA DA 
TEIRA, de 4a 
em 
FRON 
fei 
ra, o deputado N~ 
ka, do PDB, trans 
mitiu essn infor - 
maçao, de 
residência 
que 
do 
a 
Der- 
sul 
cm 
ncrln criada 
nela Vista. 
Acur:l'ndo o f''.::­ 
cebImento do or{ - 
c1o 021/7/CM, de 
1 do corren e,te­ 
nlio o prazer de 
cornunlcnr a V.Exo, 
QUP a ref v 1 n<l 1 e·, - 
_çüo conn t:,n te do 
requcrJmcnto do 
lluatre vereador 
Sr. Claudlonor Ro­ 
drlp.ucn, fol obje­ 
to de nossa er,pe­ 
cial atenção e 
imediatamente enca­ 
minhado n aprecia­ 
ção do Exmo Se· - 
nhor • Governador d 
Estado e do Dire- la inauura- 
tor do DERSUL. çoo do Semlnário 
de Prevenção ao 
uso de drogas, o 
Vereador Cl&udio- 
Atenci'onnrn nte, 
Dep. PEDRO DOBES 
LÍDER PMDB E GOV/MS 
Ontem, fnlando CampoGronde,27 
a nor"n r •portn - cfe março de 1987. 
pcm, Clnudlonor 
disse "estar sa 
tlsfci Lo com o 
rcsul tado, pois a 
Cpo Grnae,7 
NrIl de 1987. 
o de sua autoria 
que pede Jun o ao 
DERSUL a crlaçno • 
implan ação,da rei- 
dêncin dcsnc 
1 	í,)!'"' - 
r . 
1ct:.·ç o 
d r 
ferido órgão, co - 
brando provd@nlc 
:. n!.ldo de .-, r 
ao pos ul ado 
Ao acusarmos o 
recebimento de co­ 
pio • do r<'qU"rlr ·n- nc, 
der 
com maior 1revi i­ 
de possível. 
Ou ro•·r;i:n, co I o­ 
crr os-nos ao in e! 
ro dipor p/ a solu- 
Órgão em sua 
Representou o Legislativo 
a comunidade, 
cida- 
o Legislativo 
disse 
e 
odas 
r 
A ncíos nt 
D·putas Hari G 
Gui rês- Líder 
PFL. 
cerrar 
combn e 
f 1 J r-. 1 ras no 
a droga", 
implantação 
residência 
dessa 
propor- 
cionará. maior as­ 
sistência as es•­ 
tradas da região'! 
Eis a respos - 
ta do deputado 
Pedro Dobes (PMDB) 
e Maril~ • Guima - 
ràcs (PFL) a rei - 
vindicação. de Clau 
dionor Rodrigues. 
. OFÍCIO/ GAB / lf!I 
005/87 
Senhor Presiden- 
nor· 
teve 
Rodriguen es­ 
representando 
as pal<'stra!l :not_!. 
varam o cidadão, 
j 
-----------------1------------ 
a 
- Chaplin Calçados 
Jornal_ 
l... 
"CONVIDNiOS VOCt PARA VIR CO:!HECL1" 
PARA vot:t APL"IfdA.-q SEU DINHEIHO 
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A ENTEH» 
Atenção, Professores! 
- 
o 
MELHOROU O YI_SUIL 
UM DOS EQUIPAMENTOS: A "ARA!HA" 
Até que enfim, o Grêmio adquiriu a 
sua "parafernália lumir.osa" para increme~ 
tar ainda mais suas discotecas. 
Para os mais descontentes, nao ficou 
igual às grandes discotecas que existem 
por aí (só· na cabeça deles, mesmo), mas 
havemos de convir que ficou muito melhor 
do que as tava. , 
Não dá hem pra comparar: 4 luzes ne­ 
gras, 4 Strobos, 1 aranha, 1 roda maluca, 
1 globo de cristal com 2 refletores e mais 
8 caixas com lâmpadas coloridas. 
Depois que cheguei de São Paulo com 
todo o material, trabalhamos duro uma se­ 
mana inteira, pra instalar- tudo cm tempo. 
Quero destacat aqui o nome do Dire - 
do Grêmio, Same Montezano Mohamad, o nos­ 
so amigo Sarne, que muito batalhou nessa 
iluminaçâo, principalmente na sua instal! 
ção. Não podemos esquecer também do Alva­ 
renga, Carlinhos, o seu Clemente e o Nego 
que suaram a semana inteira com a gente. 
Tal, rapaziada! A iluminação melho - 
rou. Em breve, melhorias no sistema de 
som, e, quem sabe (SEGREDO DE ESTADO li), 
mais tarde, um RAIO LASER! Aí. sim ! ! 
-_ BURACO EM FRENTE AO BRADESCO 
t 
São buracos 
umfu uma carroça co 
e 2 Fiat. Minha oa! 
Brincadeiras a parte, o motoristas 
es ão reclamando muito, pois não h 
tece. dor e pneu que aguen.e, E depois, o 
prejuízos são pagos por quem ?2 
Fica ai, en ão, nosso grito! Quem 
se pron i fica a mandar ampar ess "bu - 
racos asfál Icos" ?212 
Pra ninguém botar defeito 
Outro dia, lendo os jorn is da vida 
e que fiquei sabendo que aquela "bela 
obra" erguida cm pleno meio da "ex-bela" 
Praça Castro Alves, é, nada mais, nada 
menos que ... um banheiro pÚblico! 
Muitas coisas me passaram pela ca - 
beça, acerca do que seria aquilo: um de­ 
pósito de ferramentas, uma casa para o 
jardineiro, um barzinho, um posto poli - 
cial, ·~ei lá. Nunca imaginei que fosse 
um banheiro. 
Concordo que outras cidades têm seu 
banheiro público! mas não to "estiloso" 
pois os que conheço são meio escondidos, 
às vezes subterrâneos, com outro desenho 
arquitetônico, mais simpático, mais agra 
dável, pra nâo demonstrar à primeira vi~ 
ta que é um banheiro. 
Louvável a iniciativa da Prefeitu - 
ra, mas logo ali ??1? A Praça, que pre - 
tendia-se que fosse o "cartão-de-visitas' 
da cidade, foi estragada por um banheiro 
anti-arquitetônico que não se encaixou 
no seu contexto paisagístico. Lamentável! 
Como disse De Gaulle, decididamente 
"este não é um país sério"! 
Com tantos problemas acontecendo em 
todos os cantos deste imenso Brasil, in­ 
clusive em nossa querida Bela •Vista, fi­ 
cam os "legi timos representantes do povo" 
criando mais alguns, engalfinhando-se em 
plena sessão da Câmara aos tapas e tiram 
baços. 
Ora, Senhor! Bate-bocas são até nor 
mais nessas reuniões, embora sejam falta 
de decoro profissional. Mas, socos, em­ 
purroes e até um tiro dentro da Câmara . 
Municipal é·o fim-da-picada! Por que? 
Como? Será que a coisa tá tão-feia que 
os vereadores 'precisam "representar" o 
povo de.revblver na cintura? Será que 
têm ao menos porte de arma? Será que po 
de-se entrar na câmara armado? Com que 
finalidade se vai a uma sessão ordinária 
da Câmara com uma arma ? certo que fá 
houveram muitos "pegas" lá. Mas, tiro? 
Onde será que.isso tudo vai terminar? 
SÓ resta esperar que não aconteça mais!! 
ou 
UM POUCO DE ARTE 
po 	a, e, na surdina, 
manuscritos, que 
• enho o prazer de apresentar--lhes; 
ESTEPE" - EDNA DE CARVAR0.79) 
Prnso EM T 1 
COMO ANDANTE, 
~ TE DESEJO 
COMO AMANTE, 
PENSO EM TI 
COMO TROVADOR 
E TE DESEJO 
COMO SONHADOR, 
AMANTE 
ANDANTE 
AVE NOTURNA 
DO NADA, 
INFINITO TEMPO 
SO NOSSO , , , 
LOBO DA ESTEPE. 
AMANTE DA NOITE, 
DO TEMPO 
DA SOLIDAO, 
DO NADA 
OUE EXISTE, 
AMANTE DA LUA, 
DA AVE, 
TIMIDA, SINGELA, 
Eu . , , 
INFINITO 
OUE INSISTE, 
Caricaturas 
A partir desta semana, estaremos 
abrindo um espaço, nesta coluna, para a­ 
presentar alguns valores da terra, liga­ 
dos ao desenho, principalmente de carica 
turas. 
Se você gosta de desenhar e se inte 
ressa por caricatura, entre em contato 
comigo pelo 439-1410, 0u aqui no Jornal, 
na Rua da República, 2ô8, e na medida do 
possível, publicaremos seu desenho. 
Mas antes, gostaria de deixar claro 
que será importante que seja um desenho, 
ou desenhos, relacionados com um fato ve 
rÍdico, acontecido na cidade, obedecendo 
as normas da ética e dos bons costumes, 
como o que esta abaixo. Até a próxima!!! 
- .. 
.. 
' a 
:'$ 
~: ~- _' 
3- 
r ' 
...

I 
POR DENTRO DOS FITOS 
t SEMINÁRIO MUNIC PIL OE PREVENCÃO 
10 USO INDEVIDO OE ENTORPECENTES 
OfSPERTI BELA VISTA 
GJCJJ a!'iAíl ~m.'I 
/1 prlrnr,J.r/l pur-­ 
te do Seminário Muni 
cJpnl da Prev<'nçílo 
no uzo lnrtE:vldo d" i·.nl.o.:.. 
pecentes, foi a c pac: ta 
;o ·de professores 
MunJcJpnlu e Estadu­ 
als de 1+ a 4 sé 
ri s do 1? grau e 
trotou ctoo !lPgulnL,•., 
assuntos: 
1- Mlooão do Educa - 
dor ValorJ.zeção do 
Pennon ilumnna. 
2- Caraceit 
I 
cus 
a p<: •·!,Oné.d i tlOCC da 
crianç1, e adolescen­ 
tes. 
3- Conceito de Farmg 
codependêncla, 
4- Tipos de drogas , 
efeitos e consequen­ 
cias, 
5- Perigo do Abuso 
de Drogas, 
6- Mecanismo Pedagó­ 
gico de Prevenção no 
Uso Indevido de En - 
torpecentes, 
7- Como o Professor 
pode prevenir a cri­ 
ança no uso indevido 
das drogas. 
8- Papel de Escola 
do Problema de um 
aluno usuário. 
9- ResponsabilidadP 
da Direção, especia- 
listas, professores 
e todo o corpo admi­ 
nistrativo diante da 
prevenção de drogas. 
10- Escola e Familia 
de mãos dadas.no tra 
balho da prevenção.- 
11- Elaboração de 
Plano Individual de 
Ação a ser aplicado 
na prevenção. 
t.l; .. n d!. .,o 
nt primeira fase 
houv, 1) J .. n, mn .o 
oficial do 5emtná - 
rio no Grêmio Pedro 
Rufino com a presen 
ça de pra iamen .e 
Lodou no uutoridP - 
dru lacaio, foi dia 
21 às 2o:0o horas. 
Na ocasião, várias 
nuloridod'O usaram 
a palavra colocando 
se à disposição pa­ 
ra contribuir para 
que nossa cidade cs 
teja alerta para es 
te sério problema - 
que afeta principal 
mente aos jovens. O 
Coronel Ivar Ellery 
Barroso falou da izi 
portância do empe - 
nho de toda a comu­ 
nidade, ou oridades 
di rcçâ_o de escolas, 
prefcilurê , profe~ 
sores no trHbolho 
de prcvençio. O Pr~ 
feiLo nbriu oficial 
mcnLP o Scffiinário 
cenvocardo a todos 
para um '
1 
grnndc mu­ 
t i r:io conl.1'.'..I o uso 
e trifico das dro - 
gas cm Bel.:i Vista" 
ressoltando que não 
mec!irá esforços "pa 
ra que este não se­ 
j'a_ o Único nem o Ú! 
timo encontro que 
trata do assunto em 
Bela Vista". A pro­ 
fessoro Helena N. 
Gasparini disse que 
as drogas estão di­ 
retamente ligadas~ 
familia, que o" a­ 
mor, diálogo e com- 
e Médic 
L., .... _;,, v- t ,:..a l 
DRA. ANGELICA AZ''AGA OI (EDX 
CRO li O 
- Odont lógic 
UR.JO f. DE RIRAM A« CRUZ l, IL' 
Cons!trio, Rua Ar' Maria Coelho 32 
Fone 439· 4 " Bl Via MS 
tio do CM«er, furar rias. 
as a!tório Rua A+" ris Uo'o a5 
Fne {9- I.UH'a st Ms 
esid#na : Fa Duque de Caxias, S74 
HORÁRIO DE ÓNIBUS 
• 'AAÇ,Ío CRUZBRO DO SUL • 
!)E BE1A VST i. a AOUIDAUANA • CAlll'O GIIAHOE 
'5:30 • 11 'Cl:I • 15:0(l Todas C/ blldolçJo em prd 
OE BE1A VSTA a c:AIIFO GIWl0E NOTURNO 23:00 lts. 
OE 8ElA VSTAl P. FORÃ-6:00· 02:00· 16:00tts • 
. OE 11'°1.A l'STA a 00U1WX)S • 6:00 c/ bztdeo3o em AHIÔHIO JOÃO IIS. 
- 	FONE: 39.15 
Rua ANTÓNIO JOÃO SIN! SEU YJSTA MS. 
preensão dos pais sao 
11·, 1coo· nt.e wdo, .nunn 
pr ·venço e a falta dos 
mesmos pode c!cixar os 
drof'as como uro oltcm_ 
tiva, na busca de algo 
que cubstiLua esses valo 
rcs. ''Ninguém obr:-iga nl~ 
uém a usar droe,ns, ele 
consome porqu quer", d.!_ 
zio a professora H Ier:ia 
Gasparini. A professora 
Helena fora Juntamente 
com os outros elementos 
pre nteo, a Comissão de 
Progr:-amas Educativos e 
Prevenção ao Uso de Dro­ 
gas da Secretaria Esta - 
dual. Na aber:-Lura solene 
pediu que a CITT.unidade 
se encarregue de formar • 
a Comissão Municipal de 
Prevenção ao Uso de Dro­ 
gas, disse ter ficado a­ 
ànlrada com a espontanei 
dade das autoridades lo­ 
cais em participar de 
ações de prevenção e ain . 
da falou sobre a Escola 
de Pais do Brasil, da 
qual é Presidente Regio­ 
nal. 
Na mesa redonda fo 
mada cem as autor:-idades, 
r.o Clube Belavistensc 
ficou decidido que todo 
irão se empenhar no sen­ 
tido que seja foimada 
mais breve possivel 
Ccmissão Municipal de 
Prevenção ao Uso Indevi 
do de Drogas, todos, P 
feito, Comandante do 109 
RC Mec, Juiz, ·Promotor , 
Padre, Diretoré!S das Es 
colas, Delegado de Poli 
eia, Comandante dà PM e 
fim todos assumiran ess 
bandeira pra valer. 
Bela Vista merece . 
• Indicador Profissional. 
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OU TO ATONO E, I-CIMEO 
CI;: 006.47638100 - 0A/M- 80) 
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Escritório - A. Iio branco N 13 
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ANTONIO J0iO 
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E VENDA DE GADO [URGENTE ] TRATAR PELO TE 
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ue rou o au na r 
Soco, Empurrões e Tiro, é o Legislativo em Ação 
Ma pouco menos de um mês, comentamog roer,re , , 4,+.,	,,,	,	,	,, 
,e jornal, luns incidentes ocorridos ]ara pr, " " "" "" 
, crara 1:unicJ pai. O., V"r";,rJ,:,r, l'I li • o - r ú' 
, Kavier e Marcelo Calvano "quase" ro- 1+,, n o ,. , - 
m O plenÍirlo por un1 r·1np1,,, t/,.qur•l:t 
·arar 
• unldade publicamos um artio a re -. 
opor 	, 
cl O do /líl!Junt.o o avisavamot que tal clt 
;.;i podPrln provocar inf'Jdr..n <"J alnda maia 
infel 1smcnto, ncon <-<: u. 
Os , 
PublJcumon, na lnteern. 
Fatos·. 
emendas, o rela o d' noSflf" 
UALDINO RODRIGUES, qu estava na Câmara 
;.;~micipal, o fora lá pnra "aprend r a fun 
- de repórter ver como os nossos vc - 
çoo 	dlni i 
reodores trabalham, pols eu os a, ro mu__: 
t~ e cnLcndo ser a Crunara Municipal o, lo­ 
'••l mais· apropriado rara se fazer poli 1- 
Cu 	V " 
caem prÓ dos .interesses de ~ela i~ta 
(palavra de Ubaldino, "antes da sessao") • 
ra::rn c0r ,s ou 
i'uncionário, 
Tiro na Cãmàrà Munícipal 
WF.HE.Ai>OH JULIÃO GOC.( Y 
É isso mesmo, por incrível que pareça, 
na sessao da Câmara Municipal e',• Dela Vi~ 
ta, neste dia 22/04, acontecel algo de 
inacreditável e por capricho r(l destino , 
não tivemos vitimas fatais, m,s ooderia 
ter acontecido uma tragédia e, o que é Pl 
or, dentro de uma Casa de Leis, na qual 
os homens que a compõe~ fcram Plritos pa- 
nrlmo Lopc . C1 on 
Marques, Marcelo Calv 
da, Nrn or Almn1& e J 
fei as as le uras da 
t. 
ore dar; corr•·.spondrncia. nvl•tJ 
ro, pelo S.crct~r10 Clo dlonor PoJr!pu: 
com o vereadores logo a seguir, apresem 
ando vários requerimen :os e indicac, , 
Quando o Ver ador van Marques nr r '1 :.­ 
ava um "Voto dP RcnÚd1o" conLrn o ati ud 
do Prefeito Municipal Abraão ZncbrJas, po~ 
.er dispensado de s os unções vários pr - 
fessores da Rede Municipal de Ens'no ser 
nenhum critério, segundo o V'~!'N,dor, opl: -..., 	--t 
nas por terem os mesmos deixado de sepuir 
a linha politicado Prefeito, nas Úlci~ae 
eleições, surgiu umn discussão en re os V• 
'readores Anselmo Lopes e Julião Godoy. 
Anselmo Lopes, quundo usava da palavra, 
disse que havia pé1rt.icip;,do ant.criorr .. e:ntP 
de uma luta pela clé1ssc dos profcsoores . 
Nesse interim, Julião Godoy, tentando ,fu­ 
rlar Anselmo Lopes, lembrou que o mesmo ne5 
sa época, era do PDS. Fato esse qur fc,. 
com que Anselmo Lopes sr cxaltoss0, achan­ 
do que Julião estava r.ebochanc!o do partido 
pelo qual fora eleito, danao assim. inicio 
a uma acalorada discussio. com ambos se e! 
qu·ecendo dos principios é icos que repcm 
uma !'Casa de Leis". como a Câmara Munici - 
~Rl, ~hegando a se agredirem mutuamente , 
sendo que Anselmo Lopes teve seus oculos 
partido por um soco desferido por Juliao 
Godoy com o mesmo revidando e ferindo a 
face de Julião Godoy, também com um soco. 
Nesse momento, ·com os seus companheiro,, 1--------------------------1 
Vereadores tentando um aparte, detonou ~rn 
tiro, dado por Julião Godoy, que .. por nao 
ser o dia de ninguém visitar são Pedro e 
por sorte de todos, foi se alojar no teto 
da câmara; estourando i'.irna lâmpada, sendo 
que a bala caiu em cima da mesa do Prcsi - 
dente Cassio Acioly. 
É necessário frisar que desde o inicio 
ea discussão, o Presidente Cassio Acioly. 
I ·,r~, r,. , t· urna H.t ia da gravidade do 
ato, no Plenário, as. istlam a sessao, va­ 
r1as pesoa. .. por !",ui t.a norte nínpuém 
foi atinnido. 
Foi n momento dramat ico, com rr.ui a 
gente e joando no chão de qualquer jei- 
to (Marcelo Calvano que o d!g:>) ,sendo que 
um dos assistentes saiu com umn alo na 
tPs , .... !'·Vicio ao choque com uma cadeira 
quando tentava salvar sua vida. 
'/a~os "!'if)•·r:1r para v, r qur providênci­ 
as sero to:nadas, pois fato dessa natu­ 
reza não podem mais se repetir, para o 
bem do povo• fcllciJad0 pnral dP odo:; , 
OP? t':rr. no!'i se nhor-•:!:.i vr•r,,ador<.:5 seus mais 
leitimos representantes, para l :;so é que 
foram cl<!iLo..,, 
Marce.naria São José 
- 67 
E : PALINO GONZALES 
- MOVEIS FEITO UI ENCOMENDA -- ENTRE­ 
GAMOS EM QUALQUEI IAE DA REGI0- 
S.L.. Ql'AHTO, J.-:T.11, .10r.os DE ESTOF.- 
110~. Clll,Tl'ID.DF. IIELEZ. E Ann:. 
SERVIÇOS IE MARCENAA 
~~li ,l.lllllll : !1L .H:X.Lllll !--lt_ll l·:11;  :-,;· tr.2 
FOR E sua e 1s11 
a Cerâmica· Já Te Vi 
~brica Laje-pré para Forro .de Ca&a, TijolÓ1 8 Furos, TIJ0l01 Lamlnad~ para 
à Vista, L1Jot11 para Piso, Tijolos Maciços, Telhas _ 
José Lem~ • B~gre, s/n - Cep 
(067) 439-1329 
Rua 
F'one 	Bela Vistá· 
Pared 
79.26 
MS,

Professores e Funcionários da 
Demitidos 
P. M. B. V. 
O que e 
fure iorir1o d 
bolo, o r/lato completo de um 
Pr fitara Municipal de Bela V1o 
q fo1 demitido em funtn cursa. 
O nico propósito é levar o corhecimento 
ro o <1'J'' l"'('nlirr-n:r• 11(.r,ntr•c<' nn orinJ nJ ntrac;iio 
t.e? Secretário de Educa,o? 
nal? De onde veio? Crelo qa 
ciomário pr!vileglado. do 
pb11 {PMDD, que anha do E ' 
pbl! 1e um dos Marajás de Bel 
ca, é, simplessn • ,dJ 7.rr '-'· V<'r<.ladc . 
Taabm queremo l lentar que os funcionários é uma das várias cartas que recebe r, Ivaldo. 
• 	Ob j a la atençuo. 
demitidos não estão sozinhos, tem pessoas que os [mos, e o pensamento de todas é um so, to - r.. a 	9 M IC PAL D 
então aparando, Já que também os noos repreen- [das reclamando das Injustiças cometida "L. 	--1 
tante na Cmara Municipal nada fizeram l o sr. ser.rio as raie. <· a' CORUJÃO CONTÁBIL 
rÍl-lo.'l. 	do Sr. Prcfci o e do DIre ório do f-Ml..>B. 
Aqui ee o relato completo de um funclonrio Mós pergun' unqs, será que se dedica 
do S<-crc•Lnrlo de Educnçiío, profensor, que foi dern.!_ bern oo trabalho, provar nossa capacidade, 
tido r,ern ,Ju'lt.n cou:-a, 	cont.csLar o que realhen.e es' errado, é 
Sr. 
F.s 
lvaldo. 
_HOinIo DE ÓNIBUS 
vçlo CIIU2BRO DO SUL • 
' D A VSTA A AOUAU • CAIIPO ll/WIOE 
530-1100-1500 Jts C/ bela2o em µtlllffl 
O( B[U VlSIA 1 ~1'0 GAAIIOC IIOJURNO 2:1 00 t.s. 
OE BEI/I VISIA A P. POd • 6'.00 • 02 00 • 16 00 Ms 
, OE @li V'f_lA 11l0l/AAQl)S • e.oo e/ baiooaçao em A/f!ÕNIO JOÃO MS. 
FONE: "39.1495 . 
flw,A.NT'ÓNIOJOÀO,SIN.'BELA VISTA MS. 
"Etn é uma das diversas experfncios vividas 
pclon profouso •n bcl1,vioL<'n~s, e l.Ó.'1'0<'.m l.."lli das 
mais utn icas e verdadeiras. Sou professora de 
ré-escolar nesy a cidade há 03 nos e wrribém pro­ 
fesora de alfubotlzaçiío pum odultos. Sempre fui 
uma professora cumpridora do seu dever de mestre . 
Polo trobnlho.r corn crlançru; de 4 à 6 anon e adul - 
tos é nulto trabalhoso, mas taurbmn mu1o produtivo 
e satisiatr!o, quando se ama aquilo que se fez .. 
Neste ano ful :10Vnmcnt.e "lotada" na rresma .csco­ 
l_u, mrle sempre trabo.lhei, fazendo um Ót.!Jrro t.raba- 
lho com aquelas crianças que ali estõo, quando 1,,. 	..,:. ~--------. --1...------------------------i 
inesperadarrente, º então Secretário de Educação en •  C 111 ATO I AGENTE 
tregru-rre o "Bilhete Azul", dizendo que o Diretó-- - FR. MIA. 'MINI 	. 	2	, 
rio do PMDD, resolvera rre tirar da sala de aula 
(Pré-escolar). O Secretário de Educação, decidiu 
deixlll'-me sorrente r.r1 alfabetização à noite. quando 
na segunda feira, dia do início das anulas da Funda 
ço Educar, ele manda outra professora para me· 
substituir. Os alunos (adultos) se sentira.o revol­ 
tados e disseram à Supervisora da Fundaçi;Ío Educar: 
"Caso a professora saia, não ficará um aluno nesta 
sala", No outro dia, chega um oficio dizendo para 
cancelar por "tempo indetenninado" as aulas da Fm 
dação·Educar. A sala foi fechada e continua fecha: 
da, apesar de ter alunos que rre procuram e querem 
estudar. 
Nesse meio tefTIIX), eu participei de una reunião 
de professores, onde estava· presente a Ft:PROSUL , 
onde relatei o que estava acontecendo dentro do se 
tor educacional do rrunicÍpio, o que o referido se: 
cretário de Educação estava fazendo. Se vingando 
por rrotivos pessoais, cem professores que não com­ 
pec tuavam com suas idéias. 
Pois o Sec. de Educação, Sr. Antonio Helio Mas­ 
socato era rreu professor quando eu estudava magis­ 
tério, um professor relapso, que falta aulas, e 
quando dá o ar de sua graça, deposita matéri& ~ 
mais matéria em cima do aluno no termo: "aprenda 
se quiser'.' 
Quando eu era sua aluna serrpre rre revoltei com 
este termo do então ·professor e falava isso à ele. 
isso o irritava, e ele· começou· a ame "marear" e de 
pois de un ano e pouco ele pÔde satisfazer seu ero 
e simplesrrente rre demitiu. . 
O Secretário de Educação diz que eu o ofendi na 
reunião da FEPROSUL, não creio, que a verdade seja 
ofensa e o proprio secretario estava presente. on­ 
de eu rresma, lhe ofereci o microfone para a sua de­ 
fesa, ele simplesrrente rre ameaçou: "aman.1-iã mesmo 
abrirei um processo contra você". Mas até hoje 
nao abriu p~esso al81Jl:1: Então, pelo que_ posso en 
tender, eu nao o ofendi, eu disse a vérdade e só. 
Hoje mesmo o Secretário prolbe com pa - 
lavras bem claras. os professores de con ... 
versarem comigo, a ameaça é esta: 'conver­ 
sa com ela e vai para· o mesmo caminho, • 
ílUA". 
Os professores coitados ... tem medo,me­ 
do de perder o emprego e·quando me encon ... 
tram, dizem "OI" e viram rapidamente o ros 
to. _Eu própria não os culpo, eu sei ó qua~ 
to e importan t_e' O· seu emprego e os enten- 
do. • 
Declaração do Imposto de lenda Pess Fsia 
Jurídica, Cdgtratos • Recibos e Correspondias «m 
Geral. 
Betinho 8 Luiz 
Tt!.CNICOS 
Jua Antonio João, s/n. - Em irente 
Rural 
CEP. 792õ0 
' . 
DELA VISTA 
o Sindicato 
1' 
FROILM CARDOSO. 
Prezados pa·is,al_1:: 
nos, funcionários e 
comunidade em geral: 
Tendo conhecimento 
da concretização. da 
Eleição direta para 
o cargo de Agentes 
de Educação no dia 
06/05/87, através ào 
Edital ni 01/AB eP, 
publicado no Jornal 
Tribuna da Fronteira 
no- dia 21/0/87. 
Em defesa da. De­ 
mocratizaão do Ensi 
no, e visando dar a 
minha parcela de con 
tribuição no procesi 
so educacional- de Be 
de Educação em Campo 
Grande e Bela Vista. 
Além do desdobra-' 
mente e competência 
operativo das Agênci 
às pe Educação publi 
cado no· Diário Ofici 
al de 16/09/82, os 
objetivos e respon ... 
sabi•lidades de um A­ 
gente àe Educação pe 
rante a comunidade - 
'.bela_vistense são inÚ • 
. /lleros, não tem pre 
ço. 
. Alguns dos objet~ 
vo5,_do trabalho a 
que me proponho exe­ 
cutar: 
... Valorizar e res 
peitar alunos,profe 
seres e funcionári - 
os. 
... Lutar pela poli 
t1ca educacional de­ 
rr,ocrática. 
- Manutenção das 
Eleições Diretas pa­ 
ra Agentes de Educa­ 
ção, niretores e Di­ 
retores Adjuntos. 
- Abrir espaço as 
críticas e'propostas 
inovadoras. 
- Atenção à saú - 
de, merenda escolar, 
material didático na 
ra as crianças 
idade escolar. 
Aumentos de Pré 
em 
Procurei o Deputado Estadual MOKA do PM 
DB, para quem votei e também pessoa àe mi: 
nha estima e consideração, .sei que ele fez 
o que pode por mim, mas aqui em Bela Vista 
e principalmente na Prefeitura, não sei 
quem é patrão e quem é empregado. 
O Secretário exigiu a minha demissão e 
de muitos professores para sua satisflção 
pessoal, sem olhar para o lado educacio ... 
nal, sem ver os prejuizos_ que teriam esses 
alunos com a troca de professor. 
E o próprio se diz professor .. 
Afinal, eu perunto: "Quem é Antonio 
Helio Massocato? Engenheiro? Professor? 
Professor Estadual? Secretário de Cabine ... 
1
te nos serviços dos 
núcleos nas aRências 
la Vista, sou candi­ 
dato a eleição _para 
o cargo de Agente Re 
gional de Educaçã·o. - 
' Vários fatores le 
varam-me a essa deci 
são e a principal 
fo1 a luta de vários 
anos pelos meus co - 
legas de classe por 
uma educaç?o melhor. 
Sou profissional ha­ 
,bilitado e experien- 
dios Escolares. 
- Lutar pela cria 
ção da sede própria­ 
da Agência Regional 
de Educação. 
- Dar e total 
total apoio para co- 
municação, esporte e 
cultura. 
- Focalizar estu­ 
dos e pesquisas em 
educação. 
- Divulgar traba­ 
lhos, experiências , 
eventos, teses edis 
sertaçÕes. 
- Promover de'::la 
tese entrosamento 
com as autoridades 
Jocals referente as 
problemáticas da edu 
coçao cm nonso 1-lunic! 
pio. 
... Lutar relo dirc 
to dos servidores.A­ 
sim como: ;>apat.cnto...::, 
admissão, remoção, 
cenção funcional, pr~ 
r;rcssão, aposentado­ 
ria, licenÇé! e f::ilrni 
justificad_as. 
- Lutar para uma 
maior e melhor inte­ 
gração do quadro do 
Magistério Estadual E 
,,1unicipal. 
DADOS CURRICULA..>ES 
HABILITAÇÕES 
29 Grau - Magistério 
22 Grau-Cnntabilidad~ 
22 Grau-Secretariaco 
3 Grau (Superior) - 
Pedagogia ... Universi· 
dade Federal de !-:aco 
Grosso do Sul. 
3 Grau (Super-ior) - 
Graduação àe Profes­ 
sores Licenciatura 
Plena. Centro de r:ns~ 
no Superior ?rof2 ?l! 
nio Mendes dos San • 
tos (CESUP). 
Lota.cão Atual: Esccla 
Estaducl de 12 Grau prof. 
Vera Guimarães Loureiro, 
3 Séries Vespertino­ 
Escola Estaéual de ·1
2 
e 
II? Graus Dr. Joaquir. :-:i::­ 
tinho, disciplina de I!• 
Grau, Contabilidade e 
to e Econorria e Mercad­ 
(noturno). APOIO: C.T­ 
CÍVICO da Escola Estad 
de Ie e ZI Graus dr. 
Joaquim MurtinhO, 
ero 
t ,. ) j 
iqu 
lar. 
out r· 
r ~ e 
A nác 
ra n 
o téc 
5.0, 
e1!n! 
1 
Pediatria Clinica e Puericultura 
D._ ILDEFOASQ_FRANCIS0 OS SATCS 
CRM-SP ;_ 42731 
CONSULTÓRIO: Run DR. ARv COELHO 
FONE: 251- 1957 
URGEMCT, s - HOSPITAL 
---- - . 
Í·1ARECHAL 
CRI-MS 1882 
DE OLIVEIRA, I80 
251-1755 (RESIDÊNCJt), 
RoNnori . FONE: 251'-ll3l 
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