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R!IA VISTA 	:) 1.'JJ 
1· DE MIIO 011 • DE FESTI 
EM CIRICOL 
X e nf rência Distrital 
d R tary Club 
BELA VISTA PARTICIPOU 
into tal.,' r-· 1 ..... ~ .. -,1 i • .. o r!o prvr l(·r.a C:é.1$ 
roras t r .I. 
/, X 'onfrrcia u:sr.tal foi realizada 
[ r = sr=d 	ctubo Libanês, a arura so1no no Rá- 
tio Clube, cor um jantar oferecido as au - 
NA FOTO ACIHA PREFEITO JUVrno GODCL DEPUTADO MDKJ E~_(üru'/UIHA DE AP.]GOS · toridades, convidado c rotarianos. 
Dia 12 de Maio, Dia Internacional de Lutn dos Trab&lhadorcs, em Caracol nao 
um dia de luta, mas um dia de festa. 
Festa de comemoração da pessa~~m dos 22 nnos de emancipação p0lit1ca do 
que acordou cedo ao som de músicas qur• vinh:1m do Praça. ondr foi cc·lc-bra,Ja 
foi 
municioio, 
a missa de 
Ação de Graças, o que foi fci to por uma Freira, fato comum cm Caracol, por não h.:.ve:r 
Padre na cidade . Veja a matéria completa do Aniversário drt C'idadc. né. Página 08. 
Froilan Cardoso é o Novo Agente 
Pelo menos é o uue os Votos decidiram 
1 
tl 
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1 ' 
, X 
ry 
!te: 	xp ri&ncinas como Vo - 
J > ~ ,r•r ,. 3 H! no Méxl ( ·, 'í.J•· 
rvi; ant c rr blc, do Abu- 
pra as' r· j nç 1 (1,... 1 Q 
nre ou'ro. . 
Além do Governador ao Distrito 447, He­ 
do Gov rnador ntrante, El 
t'i, vari s Povernador s de ou - 
'ros D.trivoe e. firar prentes. Tm -- 
nt·n· to S 'ry Intrnacio 
le ri ire;» do Profs»r 
.cral, José Elias !urad. profe- 
/ 
ti 
'' 1  
.1 
Dlzem que numa de­ 
"ocracia o que vale 
sao os votos. são os 
decisões emanadas do 
ovo, de baixo para 
Clma, e não de cima 
ara baixo. isto ;nais 
u::ia medida arbitrária 
de regimes total i tá - 
Tios. Se voto ainda 
Vale alguma coisa. e 
ntendemos que vale 
..,llito. o-professor 
F'ROlLM CARDOSO é o 
~o·,o /,gente Regional 
·e ensino ae'Bela Vis 
E DIR. EVERIM-iA 
Rufino, como as que 
foram realizadas por 
todo o Estado, envol 
apos varias dias de 
campanha, auxiliado 
por alguns cabos e- 
lei torais. 
A contage~ gc-ral 
dos votos ficou as 
sim: em Caracol Foi 
lan obteve 11 votos. 
Emídia 14 e houve um 
o branco; em Sela 
Vista Froilan obteve 
110 votos. Emidia 70 
e houve um em bran - 
co, perfazendo um tg 
tal de 121 votos pa­ 
ra Froilan, 84 para 
EmÍdia e dois cm 
bronco. 
As eleições rcaii 
Bela 
vitória, o professor 
zadas ontem em 
Vista. nas dependên- Froilan se mostrou 
elas do Grêmio Pedro muito emocionado, cum 
primentado pelas vá- 
rias pessoas presen­ 
tes à contagem dos 
votos. Ao conversar 
com a reportagem da 
TF, ele nos disse q/ 
"pretendo fazer um 
rabalho honesto,pro 
curando sempre o me­ 
lhor para todos e pa 
ra a educação em Be­ 
la Vis .a. evitando 
vo Agente. o profes- 
sor froilan car·oso, de ·odo modo errar 
Represtando o!a Vi.,"e o jornalista 
Ivaldo Pereira (Rotariano) e sua esposa Ma 
Aí vema Lei 
fabricação" de nova 
vendo 57 municípios, 
apontaram o que deve 
rá ·ser o novo Agente 
Regional de Edur·~ão 
de Bela Vista. 
Com uma diferenca 
de 37 voos. foi con 
siderado e1cito o no 
Após anunciada sua 
raznr pcrscguiçoes 
ou prejudicar profes 
so:·es e alunos''. 
Anradeceu-à pro 
fessora Emidia, pela 
força que ela l,c 
deu dentro da Agên 
eia; á professora O! 
ga Mendonça. que foi· seu_pgvo. 
sua professora; aos 
alunos do contador e 
a todos aqueles que 
lutaram com ele e vo 
toram no seu nome pa 
ra ancnte. 
Quanto-à nomeação 
que deverá ter o con 
sen imento do Gover­ 
nador, já que compe­ 
te a ele essa nomea­ 
ção, Froilan acredi­ 
a num acordo, num 
entendimento, já que 
considera o Secretá­ 
rio de·Ectucação bas­ 
an e capaz ara a­ 
ceitar essa mudança 
e confia que ele da­ 
ra seu apoio para 
que isso ocorra. 
Parabenizamos à 
classe dos professo­ 
res pela eleição re~ 
lizada, vamos espe - 
rar que seja aceita. 
A Constituint 
o: nossa p"ria, 
rt,RT, !,!AGI:/,. 
Ou nossas consti:uiç;es an:~riorcs fo­ 
ram minuciosas em excesso, provocando in - 
flcxibilida(:e; ou as leis foram restritas 
demasiadamente? delimitando o tempo e o e5 
paço de sua m.:,.rcha evolutiva. 
Veja a Pazira2g. e "Carta à Redação" 
do Dr. uder Bozano Rosa o artigo que, se - 
gundo o mesmo, pode servir para serenar 
os ânimos Je nossos vereadores, "preocupa­ 
d issi~os • com os prcble~as da cidade e de 
Escola e Democraciu· 
De um tempo para ca se tornou lugar co­ 
mnum a airaçáo de que a educação é sempre 
um ato polltico. Mas o que significa essa 
aprimação? Obvianente, t.rata-se de um "Slo 
gã;" que tinha por objetivo combater- a 
idéia anterior-mente dominante segundo a 
aual a educação era atendida como um fenô­ 
meno estritamente técnico-pedagogico por 
tanto, inteiranente autônomo e independen= 
te da questão politica. 	• 
Leia ~a ?ág3.na 05, en Pesquisa de Froi­ 
lan Cardoso, o artigo ''ESCOLA E DEl-:OCRA - 
CTA". 
Caracol ent Destaque 
POR HILSO" 
NA PÁGINA 05 UM NOVO ESPACO NO JORNAL 
TRIBUNA DA FRONTEIRA: AGO~A COBRINDO A 
CIDADE DE CARACOL E REGl~O.

CORUJÃO CONTABtL 
At,,, tur ,. 1" ... • , trr r -.u,,, ,,,. f'ir, 
De E+ 4o do Ir: ;,o· to ,,,. til, '11 - p, VI )d iu ' 
laridia, ontratos· Heibos e orrespondias em 
Geral, 
Bttinho e Luiz 
1{,CNICOS 
Hua Antonio Joo, s/n. Em frent a Sindica.o 
fiaral 
ELA VSTA 
POR DE IRO DOS f ro 
MS - Uma propasta allernativa de Oesenvolv1ment1 
Clov 
'f<.,rr l corhc I •• • r. :.O 
low:of'l inlctn• J J., 
A: ·•;,x; l nç?io C:onr n ... - 1. 
1 ! 
Indicador Protissional 
J 
ADVOGAD9 
lltll TOII ..  rnto F ..  SCUIF .... ''ro 
I;: ui47J8ln --- 0/M5 -- 2) 
t'eis, I'riminis, Juetio de 'Terra-, Direito de Familia e 
t:au .. a"' 1 
, .' Tral,:;llti ... ta, 
Escritório- A. lio Irae N 1.3) 
lk,i,lí•11rin - .,. lin llr.1ll<'<• :-;• J!li 
1:E.1': ,lkrlt! 
tscritóriD Contábil Betel 
ESCIIITAS FISCAIS E COT,OEIS 
'antlerl,·y <:a,,aroti - 1.:1111/)IT 3 87 
C'nixa Postal :!'J 
Porto )lllrtillhn 
Antonio Joio - MS 
Escritório· de Advocacia 
oUTo CAI.OS A. NAZAII nOREs 
1: .. l'S.S c1n:1s t-: l:Hl)l1:-i .. lS 
tua 1 de Novembro 1
7
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T,·ldo11,·: l:JU· l:l,'s:_? ( l'ro',ximo a ll11,lm·i1'1ria) 
JIEI., 'Wf.- 
llEI. ..  'IST. 	~IS 
a,sr explorada 
- Agro-Indirria 'refino 
d óleo de soja, 40 
r,1i !ln, • Lc • l • 1' tr 1r ,ç, .. n 
dt 1111"1 r,t ,_,.,, como bisco 
•v f1:·1rl!',u .. ,, r.-- ,;J..';. i:-n 
cozidos, te.. E;Ira;+ 
de mi erais frrsos e t 
fc-rrvsos,.. s".•-· 1 ..,,r,.·fnr· p:, •,"1 .pado ca o tlrx .. 
mçs em cclul , ppc! prognso qu os sa 
j.J,J.í-,· ião, Ca."1;:;0 • 1nr r·,l, cupantcs tão I; r· ,.­ 
etc., exploração de a: i c imp!ar,t to. Elo v!ve 
ta, I r ic.:<>câc ck ft' rtl 1 i mas não o p '.""' J f 
z..:.ü1t.r:.:, rr.:- .... rcr-ialR d•:- l irn- co. r;!Jo n:·ay_r. .-..w di~>'.c:--- 
Ad vogad·as 
VILA DA ILI E VEIA L TINO 
t'ieis e (!dmioai:-, 'l'ral1:lhi:-'l:, llircilu •k F:unflia, Terra~ e 
R o n e 1 Silva Fuchs 
. ,D'OG.11O - f .. l:S.S (:l'EIS t-: ClllllX.IS 
,:-,;Ttl:-,;l11 Jll.ll 
e ir u r g i ã o D e n ti s ta- 
llOlTOlt Ul'CllllO '.I..DEZ llE 11 .. IIUIS 
cno !lll/llS - Cons11ltl:rio; ltua llal. Itendon S/N -- Fone: 271-1777 
l:Csid,'nda: .. v. Cc!. Crmisiio tu:::) -::: Fo:,c: :?.;t-122 - ,I.Hlllli - li~_::.... 
1 ; I :,· ·n r· . .cr 
ca Eprarial-Polit: C.t 
. ,,çJ,1]'' , l•·vou o 1 ulu 
1
t; "M!.i - Ur-.:.t í-'rufJC",· t. Al­ 
t, n:,t!vJ - .. Ve.;.-r.volvL - 
'Tl< nL.o" <· til()!:; rtav"1 o nos:..,c, 
E:.; tado c-u.r.., U<:l.ª l"I íT 1 no e:­ 
C()l1Ôffl ! c;I.cn " vlÍJVr-1.of< •• 
r,,c- ndo ,.ondlçÕ< ,, p, ivilr· 
gJ ncln..•, p;,ra c..xpJ vr·1..çc1•, 1­ 
yro-J Ju5trlal, 1 t ' l' - 
ul. de serviços, ninar 
ocupu u:r1..1 pcsic;::o G:.o-!-.cu 
n;-,0,1<.;,. ba:;t:.11 ,. tll:; Jntu 
no ":·PdÇO n ... ê.: lon,u . "é a 
1~ frunt..cir'-1 eccnéio,íca e:-r, 
df:senvolvimer,•c • p;,,rtir 
dos Esados da região Les 
te-Sul; é rtJta rv.tur,.t.l 
o, acesso ;,..., rf giÕC::; de 
novns fron ,,iras r1p,r1cu - 
lns ,. c•xcrcr influêr.cl.:i 
ncs Estodos de M:.tto Grcs- 
• 	de infetrt,.g e aba cs que o progresso 
so (norte), ílonrJc..nia e A- pesa, C'Sl •: = ••·~ ' _,_ 	, 
cr; é acesso fácil no in e de c· . <'.. 	plé,r1f'jn~·r t:o prxJ: tr'.l7.tr. 
tcrcâmbio com países da tia crcr,ir,:; p:..r· •· foi não stá preocupado e 
Bacia de, Prata, região An ar;in~scnti.Jdo o a:õ;Ye<:' .. <.; his pr<,srrv.1r u r., :;.;o p,ra.· 
dina e J.lérica Latina. É- torico clre m;,ssa g•:n r: f' c-cc-,lÓgicr,, r.c:::s:1 hfst.ó- 
c, Célr.linho wls c:ur O par:.. do r.csso estar.lo: ria. • r:J JJc;Õrs t.· cost1, - 
0 PaCÍficv. 	"0 Sul-r:iator,rosS<=nsr· c,u 'Xs. Us·, o C:stnJo J" ,::. 
A proposta aoresenla o Guaici.:ru'' • 	:r	s não é cididan r .. ~ - 
Ms como u;n "3Preciávcl Qui.l!idc, o Estado de Ma- U"'. Gua!curÚ .. Gu;ticurú s.:. 
consumi dor de insumos bá- t:o Grosso de, Sul e	an	c i 	- dL•,-;,;c: os pioneiros qu a 
sicos, fertilizantes, de- pcu-se, a Acad=ia (:0 Le- qul chr•r.ar·,m p·1rrJ ~cu:- r 
fl:r.sivos apricolas, prolultras admitiu duas dcnomi- o 1-::-;ti..:JO, ,-r-i:i:- r.~,2<:~, 
tos vete-:-·· ários e de má- '1aç0es para os srus dcs- cJeixã.r 1Jc.cr;.;,;n,1ên:::iõ •! r1: 
q1,inas e irr.p1• rentos agrí[candentes: Poderiamn ser tro o<· r r·-.1l.lalh<,, at/s '-' r,_ 
col:.is, dc·vi<lo a grar.de chITT.ados àc· Sul-rratogrus - v;., v-:,r:.;ào -Jos cx•::c.,.·!·1~ 
produção de grãos e ainda senscs, ou Guaict.ru, rr;f~ e- r:rr:;::irc:~rlo::c: que.. vier&" 
ser o 4uarto rcbar,i10 bcv.!_ rrcia pcética aos nossc,s para c:rié'r e ocupar o ri­ 
no do país. Enfatiza tar- [primeirs ocupa'1t.c-s, Índi vo Estr-.do de Mato G:-o::~~ 
bém a necessidãde de um os Guê<lcuru. No Estadv,~o do Sul, e que noje =: 
apoio institucional pÚbli Ionizado inicialrocnt..é pc; gÍtirros oc'-'!Jª"lt"s dl: Sê, 
c c vontade pcli ttca pa- mineiros, gaúchos, paulis[espço sul-matog['(;s!>tr.S!', 
ra traçar t.-na ni tida cs - tas, paraer,ses e cõtar'i - tr--JJ'~'>fcrindo kno,. t:c,,~. fc. 
tratégia aór,inistrativa , nenses, ul tilT'.a.,nente n::ce:- m,::.ndo rr.:i.o--df::-obr;,. e~;xc .. 
visando s0lucionar, a mé- • u ta'T'.bém imigrar.tes su_!_ 1 iz2~,,, pr-:scrvar e, a r.:r- 
dio prazo. os seguintes americó!ios, nossos vizi - tureza, concili:ir.d:: o;:: 
entraves da infra estrutu os paraf_uaios, b0livia- gresso cc.m a cxcelrnte 
ra básicã: 	cs e cisplatenses argcn- qualidúde de vic:a Q..>'2 a.: 
- Sistema Econômico Finan tines e urnguaios. além dá se púdc de-sfrutar rD 
cej ro próprio. e auto-sun os europeus e orientais erM tÓrio sul--rr.awi:c:; 
ciente; Sistema Energéu= trazidos pelo Único meio scnse .. o oue dc.seja::ôS :· 
co Sufici:ntc; Sistema de e transporte regular da cc-nquist~ mais Gu:áCl-r, 
Com.micaçao Eficiente;Si~ ~gião, até o inÍcio do p2ra pcvoar efe lv,nc:-:' 
tema de Armazenagem e I r- seculo - a navegação do ncssa erra e fazer : 
ri;,;ac;ao Coo.,etentes. io Paraguai e seus e _ rar_, l~:rrÍ •i:rc- n,,ra" '-·•·~ 
u.. Ft·e D7> 
t; 1 t- l • () 
•..; r . ..,, r t 
cor 
LUSO <;OIVIERCIAL LTDA 
. AGRO PECUARIA LUSO LTDA. Luso COMÉRCIO 
, 	. 
E INDUSTRIA DE MADEIRAS.SECAGEM E ARMAZENÀ_ 
M PHO _ COMPRA E VENDA DE GADO - MADEIRA_ COMERCIAL! ZACÃO 
• 	1 - 
Rons Negóciqs..:Lucros Certos_ Produtividade 
. 	. 
.RUA OUGUE DE CAXIAS SN_GUIA LOPES DA lAGUNA._FONE: 
251..1055 PARA RECADOS A RESPEITO DE COMPRA 
E VENDA DE GADO [URGEN_TE] - TRATAR PELO TE_ 
lEFONE: .?5_1 ..1364 
[.

r , 1 / V J f / '' 
-Carta ' a Redação- 
Pela Vista,23 
1967. 
clu 
Meu caro Ivnl de,. 
Tenho a honra 
;,t,r J 1 
d 
assar a sua mão, o jornal 
rtstão A NOVA ERA, edita­ 
tlo ,•rn Franca-5P, com a fi­ 
na!idade, ou das possibili 
4ades do dileto amigo 
ranserever em nossa re, -­ 
pcl LÓvl'l Tribuna da Fron - 
eira, o artipo intitula - 
do; "/Í Vum n Lei" -de au­ 
toriu do JornttI1 sta fran-· 
cano Newton G. de Darros, 
mui o ratificanto e opor­ 
uno. 
Ontem, à noite, reu 
nliio da Egrégia câmara de 
Vereadores do Municipio de 
Bela Vis ta, Estado de Ma - 
to Grosso do Sul. 
Nas costumeiras e in 
si pid as 
cussoes 
tumulto 
"discussões" (dis­ 
mesmo), houve urn 
seguido de tiro ·• 
tcio, e so não saiu pena, ; 
porque o homem não tem "pe 
na". 
Quem sabe, meu dileto 
amigo.Quem sabe, o artigo 
Ai Vem a Lei, possa servir 
para asserenar o.,; ânimos 
de ·nossos vereadores "preo 
cupadÍssimos" com os pro ~ 
blemas da cidade e de seu 
povo. 
Colho a oportunidade 
para reiterar o pleito de 
admiração ao jornalista e 
seu jornal. , 
AI VEM A LEI .. 
O Poder Lei la vo agi 
rio na republica nssa,crn 
as características do PO - [nao 
OU! MODF.fl/DOíl .. l,1•gir,l indo Lo,; 
com independência, em ca - [com chapas brancas, com ga 
sos de dificuldade do EXE- Isolina livre, com poders 
(.;UTTVO. 
- Por que então, a febrr 
que de quando em vez des - 
pontn no cerno do PAÍS lu 
tando periódicamente por 
uma CONSTITUTN'PE? 
Bas a re ornar um oouco 
áo passado,que ão,vai tão 
longe,pra ouvir as resmas 
vozes qu aí estão, enfra­ 
quccidas-pela açã do tem­ 
po, gritando nas ruas: QUE 
REMOS/ CONSTITUINTE. - 
Não foi preciso des a 
vez, gritar muito. Nem chc 
gar às barricadas anterio_ 
res. Sem.menosprezar: bar­ 
ricadinhas. 
E colheu o povo, livre­ 
mente, os seus constituin­ 
tes. Escolheram cidadãos 
e3€1usos. 
. Há uma ESTRUTURA bási 
 - 
ca, com coi inufdde, inde 
pendenes de verbas politt 
cus, nc conceituações ~o - 
ciais, de secciosismos fi­ 
loóficos ou religiosos. 
EST/BILID/DE. C01l'i'InUinADE: 
AUTO-SUFJCÜ'.t!C IA. 
Já exis em modelos. 
!!Íl trin a anos, p,lo menos. 
Fal a uma comprccns3o dos 
ndminislrodorPS dn COISA 
PÚBLICA. E órgãos cen rali 
zadorcs de ação nacional : 
CONSFLHO NACIONAL DE DEFE­ 
SA DA INFÂIICI/ E DA ADOLFS 
CtNCIÁ. O CONDI/ 
- 
A Const ate aí et. 
. uma ál- 
1ma v z, o pntor tivesse 
q e propor u:• Ímico ,,r·t!11:o: 
/ P,RT UI DF PRIMEIRO DE FEVE 
REIRO DE 19 7 TODO CIDADÃO - 
DJ-VF.HÍ- Ti-.R VF, GOHA NA CARA. 
- SF. AS DISPOSIÇOES EM CON - 
'l'HÁHIO. 
Pols, até agora, mui o 
poucos sentiram vergonha dos 
milhões de menores abandona­ 
dos, crescidos sombra 
- ligado umbilicalmcntc, ; 
Presidência da República 
De funcionários públicos 
cônscios de suas responsa- concursados, com a especi­ 
bilidades? não sei. Eu es- ficidade. Cargo de confian 
ton de consciência calma. ça e corr- honrosas exce - 
Calmissima. Se os meus es- ções, cargo de desconfian­ 
cclhidos malbaratarem o di ça geral. Aproveitadores. 
rei to que meu voto lhes ou Period'istas·. Fanfarrões. I O Comandante. Oficial, 
torgou, não lamentarei. La/nateis vampirizadores da g e ?raças do Reglmcnto /n~o 
do fundo da consciênc·_ia , nergia dos. trabalhadores. nio Joãc, tem o praZ"J de 
lhes direi: 	Falta em regime não convidar V. s~ e digníssima 
- Faltava-lhes mais expe- socializado, uma CONFEDERA família p8ra as festividades 
riência ... ou são igno- ÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE AS: corr-emorativr1s ao "DIA DA C/­ 
rantes mesmo. Capinha ex- SISTÊNCIA ·AO ME!:JOR (CONFI- VALARIA". 
terna da ciência jurídica AM), sob.a supervisão do 
sem profundidade. Mas era CONDIA. 
o que havia de mais confiá Faltam: Indústrias 
vel. Um número sensível - Escolas e Granjas-Escolas, 
preferiu a omissão. Ou o ligadas diretamente às res 
ridlculo. Talvez pessimis- ponsabilidades municipais 
tas ou desesperançados. e às comunidades de Bair - 
Há pedidos, que eu já ros. 
Ta@teristicn de aual '·r 
Plancjamen:.n. SPria supér 
fluo, para ·mui. tos, afirrr 
que cm todos os planos ha 
~ses conhecidas urbi e or 
bi 	- 
: 1)- Planejar; 2°)-Exe- 
utar; 3)- Controlai'. Está 
Praticamente definida a ta­ 
refa de CADA -PODER FEDERAL; 
Executivo Legislativo; Ju­ 
diciário. ' 
Definidas pois as tare- 
f 	' 
as de equivalência de po- 
deres, inclusive o número 
O!! impar de a tu ação, em i - 
ualdade de dec isÕes, para 
Que 2 	• 
, ---o haj::i o empate, ou 
"asse. O que exigiria uma 
ORTE SUPREMA acima dos 
r,•s Para uma decisão SUPRE 
A. 
sem pai . sem mãe, sem mes­ 
tre, sem exemplos.sem seguran 
ça, sc-n amor, sem companh,l, 
vergonha de noventa e qua­ 
tro por cento-·de re·ligio - 
sos que se dizem cristãos 
orr:issão 
lrFWl'Otl G. de 
corrupc;oe::::. 
BAHROS. 
Convite 
PROGRAMA: 
SÁBADO DIA O9 DF MAIO 
A Constituinte é apenas 
uma repetição, em nossa Pá- 
_tria, de "fabricação" de no fiz, em repetidas crônicas É necessário que haja 
va CARTA M/GN/. 	esparramadas ;:>elo Brasil talvez, um só artigo na as DOMHIGO DIA 10 de MAIO 
ou no!-sas Constituições inteiro ... O :-iENOR /BANDO- sistência à FAMÍLIA: SERÃÕ 08:00 horas - Corrida do Fa­ 
anteriores foram minuciosas NADO É NOSSO PROBLEMA FUN- RESPONSABILIZADOS CRIMINAL .cho (revesamento) 
e:n excesso, provocando a D/MENTAL. É lÓp,ico. É Ób - MENTE COM PERDA DOS CARGOS Local - Frente do Quartel 
inflexibilidade· ou as leis vio. Entra pelos olhos .•• PREFEITOS, VEREADORES E 09:00 horas - Salto de Para- 
~ram restritas.demasiada_ Quem vai substituir o JUÍZES DE MENORES, EM CU - quedistas 
ente? delimitando o tempo que está ai? Quem vai man- J/S COMARCAS HAJ/ MENORES Lo_cal - Campc de Polo 
e o espaço de sua marcha e ter as conquistas já alca~ ABANDONADOS. 	10·:_00 horas - Jogo de Poro 
Volutiva. 	c;adas? quem vai prosseguir É a ESTRUTURA SOCIAL, Local - Carpo de Polo 
A flexibilidade é a ca a tarefa iniciada? Quem básica, ampla, racional , Jogo de Futebol 7 Sgt x Pre- 
vai dar continuidade aos universal, crista autênti- feitura. 
planos ~Ris longos? Quem ca, que está sendo pedida 
vai recriar replanejamen - urgentemente. 
tos? Quem vai trnnsmitir O politicÓide, o mar­ 
conhecimentos preciosos já ginal, o assaltante, o cor 
adquiridos? Quem vai _man - rupto, o toxicÔmano, oco- 
ter acesa as chamas sagra- merciante desonesto,. o Ivar Ellery Barroso - 
das das tradições dinâmi- fraudador de tudo, o vicia Cel Cav. Cmt 102 RC Mec. 
cas? 	do de todos os vícios, o t----------------~ 
Menor abandonado não él violentador das Leis - to­ 
aquele que está na rua.sem dos foram MS~OR ABANDONADO 
lar constituido. Não é o] to somente dos pode­ 
fruto da irresponsabilida- resconstituídos. mais de 
de de reprodutores sensu - pois irresponsáveis ricos 
ais. Não, _a vitima ele_ de - ou pobres, de professores 
sencontros morais, sociais sem classes, de profissio- 
ou casulsticos ... NÃO; n~is sem idealismo ••• 
f:: o MENOR ABANDONADO: o Menor abandonado é • a 
15:00 horas - Gincana a ca - 
valo, local - Carpo de polo. 
16:00 horas - Jogo de Fute - 
bo1 7 Oficiais x AA3B, local 
Campo de Futebol 7. 
Solicito a pcssibilida­ 
de de divulgar o convite a 
Comunidade Belavistense.

T-! :J.rn l!A llí-l /1 VTG'i'A 
Cultura e Co1hecimento 
r 
•(' ' 
' 1 • 
• Ale Amed Ghzznaoul 
f bbv1o qur ne nonocloçÕ 
e de uma pessoa Influenci­ 
am fo rt,cml:'n tn o pnd râo d 
comport.r.110,·n o que ·la adqul 
rI. 'Tal associações torne­ 
c,•m-lh<' quC'r o ::1111blc>ntc so­ 
cinl III que ela tem qu lu 
Lnr p ara :atis azer suns ne 
cesidndes pessoais, como 
ambem o ma erial, a partir 
do qu:d ela desenvolve a 
trama de sua vxi:; êncln. As 
nlm sendo, é rnult.o importa~ 
te conh c r alguma coisa i 
respeito da estrutura soci­ 
al e dos tipos de integra - 
çâo humana e ·ssociações 
que se desenvolvem dentro 
dela, Uma sociedade não e 
apenas um grupo de pessoas 
reunidas por acaso. Sobre - 
voando uma região podemos 
observar alguns aspectos e­ 
videntes dos projetos huma­ 
nos de vida: as áreas niti­ 
damente separadas; as geome 
trias das cidades e vilas-­ 
as artérias de comunicaçÃ~ 
férrea e rodoviárias que se 
guem, definida e agressiva: 
mente, atraves dos campos, 
dos rios, e por cima, em 
torno e através das monta - 
nhas; e os min~sculos cami­ 
nhões, Ônibu:: c trens que 
se movime;,t ·lm por essas ar­ 
térJ a::o-.; 1.:n,, concentração ur 
bana;:,. outra, etc. 
Mcsr::o o nviÕo qu" n'! 
desloca, a raves de céus 
não traçados, se e as es­ 
trndas invi!JÍvciG es nbcl 
cidais pelo homem. Não há 
dÚvidn quon·o • nccensld, - 
d• de o vida humanas r rs 
Lru 11rada e podroniznda, 
mas o scls mil me roo de 
altura, só podemos ver os 
aspectos nuperflclats dr 
oeu troçado. À mcdi<la qu· 
nos aprox1~~mos, entre an­ 
to, podemos observar ins - 
tituiçÕes, como a família, 
u escolu, o trabalho. Pode 
mos ver os arredores que 
fazem parte das comunldo 
des, as quais são partes 
de vilas e cidades, que 
por sua vez, são partes de 
estados, que são partes de 
nações. Tomamos conhecimen 
to de todos os tipos de 1; 
teração humana, todos li: 
gados entre si, de modo 
mais ou menos consistente. 
Além disso, dentro de cada 
um desses sistemas há evi 
dentemente, uma estrutura­ 
interna.As pessoas exercem 
funções diferentes e man - 
tém relações especificas. 
Dentro da famÍlia,por 
exemplo, há o pai, a mãe e 
os filhos de diversas ida­ 
des, cada um executando 
função diversa e compondo­ 
se de modo diferente cm re 
lação ao outro. Apenas al- 
(1... $	uns aspectos da estratur 
.social interessa ao objeti 
.... ,
0
., 	vo do nosso assunto e pes- 
·rsrs».na. {"";;,a vurw quisa. A estrutura social 
OIUWTt I ClUOff llLYA 5.UrTOJ 
•.,..n""""' , woc,oo ,ucusro ,.,..,,.,.,. determina as assoc-iaçÕes 
rçIo, AgrurçIor "''º"' c..tnco, lo indivíduo pelo resto de 
... da laJ)ÚIIUca, lU - Calu PoU•l u sua vida. Suas formas de 
tenor (047) 4)9-1410 #«da Prérta 
interação são traçadas por 
/0a41.JIU IUN:a"s.lYU1 JY.U.00 Pl:UJU 	,, 
sa familia, seus amigos , 
Ptoprladwe ., •• 
arrortuvtsrrsa Dt Jouus Lra seus vizinhos e seu local 
T2273277.7 'e tratamo. sua isreJa; a 
•••• no artorie te tit, e Docuontu o )1 regi ao onde reside e a na- 
TILW>O A_y g r ayog y çao da· qual é cidadão. Sa- 
rrsrrorrrito Puno: Der onde ele se encaixa re 
ac::i - C~lca;•o !UC Ltda. alme'nte t dentro desses si; 
:":":.:./3·u«- v. 
1. cs, 
0
,
010 
• ,=..,.,,., ,.. temas de ir.tcracão social- 
liiiiis..se J· fornéce Ótimos indicias' 
(JIJ  :.o 
de comportmnto qu' 
provavelmen c, apre 
esru ura soci l 
mente de rmina com qu 
individuo interagirá. 
ção, o tipo de necessidade, 
esperanças e relações de re 
ciprocidade que ocorrem. 
Ao rr.c:..mo r•r:,po qu• 
beloce semelhanças de com - 
por omento, estrutura so­ 
cial ambém formen a de se­ 
me1Panças. A sociedade é ca 
rac ·erizada por respccL1vas 
atitudcfi e compor amentos 
- que diferem de grupo a gru­ 
po e de indiyÍduo a 1ndivÍ- 
duo. As diferenças criam , 
por um lodo, a necessidade 
de comunicação, compr,.Pnsão 
e operação e, por outro, ur:: 
potencial de conflico·~ d0- 
sunião. A socied&dc numana 
or, m s 
mi1ia, na igreja, 
t a 	4 e 
brica. A es rutura social 
rclo:itivnn:e.n e '!e. !ucl; • la 
cança um determinado equfl. 
brio que evolui len aen 
Uma das razões dessa r 
iva estabilidade é o rate a, 
as pessoas identificarem sa 
próprios in eresses, ambiçá 
e necessidades pessoais de • 
cordo com dccrrr::ína!J'l po"iir· 
ucupada nu vst.ruturc1 :-;oclat. 
• Ale Ahmed Ghazzaoui é Dl­ 
tem·como uma de suas carac reter do Centro Cultural Is­ 
teristicas ser organizada-;- lâmico de Mato Grosso do Sul, 
nao so num olano horizontal 
mas também vertical h i , e erar Rua-Oliveira Marqu(•S, 16G. 
quico. CadR sociedade hu~A: Dourados-Ms, Fone: 421-08C7. 
Associação de Desenvolvimento Co­ 
munitário do Distrito de . S. de 
Fátima Município de Bela Vista MS 
COWlOC/,ÇÃC DE J>.SSE:J;{BU:'.JU G:t...~ OiitlH~U. 
A Diretoria Executiva da 
Associação, cumprindo o que 
dispoe o Inciso VIII do 
art. 9
2 
do Estatuto, convo­ 
ca a Assembléia Geral de Só 
cios, que se realizará no 
dia 16 do corrente mês (sá­ 
bado), às 15:00 hoas. na 
sede provisoria, Escola Ma­ 
rechal Rondon (Distrito !los 
sa Senhora de Fátima) para 
realizar a eleição, confor­ 
me matéria da Ordem de Dia 
abaixo: 
ODER DO DIA 
' • ." As .'.liT.-GE'.li • llO "l' . .SSAPORTE BRSIL 
~ llO~~-~:l.~llO SU.S 'l.GE'.liS IIE Ft'.H!.S, USUFRU'.liDO 
GENS AIEAS, RESTAR.ANTES, SHOPINGS. ETC. 
Passagem .t'ru 
llott'is 
Passeios 
Traslado, 
Time 
.• .. · 
Toür 
Rua : 13 de :faio 2,310 
NA PALJIA D! MIO - 
DE DESCO:--Tos 1:::1 P.S· 
Turismo 
TEI.Ef'OXr,: - 36-i . 
. 2303 e 38i • ,2.jQ7 
CAllPO GltXDr,: - IS 
RMBIATI -- O0145 • 002-; 
I)- Fleição da Nova Dire­ 
toria Ezcutiva e Conselho 
Fiscal t} 62 do Artigo 57 , 
Artigos 202 e 242 do Estatu­ 
to. 
Distrito !fossa Senho:-a de 
Fátima, 02 ele Viaio de 1987. 
Gercy Barros da Silva 
Secretário 
José J aquim Ferreira So.'? 
Presidente. 
Padaria Cinderela 
DE GAIA GERIA FE 7A 
Cor.unica ao prezaào Clíence :. 
partir de le de maio aceitas 
encomenda para festas. 
Aceitanos tabé enc(JO'!!',::.:: 
de rnarmi tex. manni ta e s; 
tido. 
':'erem:,s 
sanduíches. 
suco, vi ca::ú.r.a5 
TELEFONE- 439- 1268 
Endereço- Rua XV de 
vembro 399_ 
. Em frente ao Banco do B 
• ...:.l 1 . 
-- --- 
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Ca 
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co, 
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J; 
e

;,,._' I '11 /' / 
Caracol em Desl,aque roR w1tso1 
1ARIANO 
!lo c!Ja 1
2 de Malo pp·, 
caracol comp 1 e t:ou rnni u um 
no de vJ<lu, 'l'ldi! e.: 1 crrbcn 
como a cidade mais hos­ 
ta1eir do (M), rol ' 
rande o numero de visitan 
res que aqui vieram, para 
testejar os 22 anos de Paz 
alegria e felicidade. 
lil CO;tEÇO 00 DTA 
Aconteceu um culto 
campal na praça 1e d Maio 
oficlnlJzodo pela irmã G ~ 
vana, onde stiv ram prc 
sentes autoridades civis e 
mlll ares, além de inume - 
ros populares onde foi has 
cado o pavilhão Nacional. 
t,OC,O APÓS 
Realizou-se os Jogos 
pelas equipes de Antonio 
João e Bela Vista além ela 
equipe local. 
AO J.IEIO DIA 
Foi servido um gosto­ 
so almoço nas dependências 
do Colégio Dr. Rubens de 
Castro Pinto, oferecido pg 
lo Prefeito Municipal, aos 
visitan tes, ·atletas e con­ 
vidados. 
ESTIVF.fui< PRF.SEffi'.ES 
Deputado Estadual MO- 
ka, juntamente com seus fa 
1 
r.lliares. A primeira Dama, 
D•. Joana, sempre presente 
ccordenando tudo, dando 
seu toque pessoal, para q/ 
tuâo saisse da melhor for­ 
~a possivel, como de fato 
aconteceu. 
A C!iUV A CAIU 
Bem na hora do almoço 
"as no causou maiores • 
transtornos, pois as depen 
~encias do colégio abrigou 
ª o dos que foram servi dos 
tanamen te. 
CIRCULANDO POR l.À 
• Nótamos a presença 
-os componentes do conjun­ 
'o "Zutrick" que animava 
1un 	- 
:, tamente com o Sr. Joao 
•leira, os convidadbs prc­ 
~~~ es na barraca do 'FA - 
.1a também a gatinha 
"-RE, distribuindo sorri- 
~os e simpatia a todos que 
'
1 
se encontravam. 
CAPO DE FUTEBOL 
Numerosa torcida ani- 
av 
ª os atlet:as notamos a 
sen;a da equipe de re - 
:ºrtagem da Tribuna da 
nteira, dando àquela cg 
rtura. 
DESFILANDO DE LO'E 'O 
A simpática "Magaly 
Godoy", que a odo:; en - 
cantava com seu sorr so 
e seu novo visual, para­ 
bcrw gatinha, 
À :OITE 
Acontccru no Esp. 
Club 12 d Maio o ran­ 
de Bail esperado por g 
dos, infrllzmontc a chu­ 
va ntrapnlhou um pouco , 
mau logo parou e tudo 
deu c rto. 
O !lAILE 
Começou as 2lhs. e 
o Clube já encontrava-se 
lotado, um pouco de dif! 
culdadc para a diretoria 
acomodar muita gente, cn 
fim todos acomodados 
dançaram até ~s 6hs. da 
manhã ao som do Zutrick. 
PARABÉMS 
À comissão organiza 
dora que tudo fez para 
que as comemorações fos­ 
sem uma só, a administra 
ção Social, A Diretoria 
do Esporte Clube 12 de 
Maio, e o Sr. Adão R. A 
tunes, que-gentilmente 
cedeu as dependências do 
clube para que se reali­ 
zasse a festa. 
PRESE!ITES AO BAILE 
O Sr. Prefeito Juvi 
no Godoy e Sr". (ela mui 
to elegante), recepciona 
ramos convidados presen 
tes, Prefeito de Antonio 
João e Sr•. Deputado Es­ 
tadual Moka e acompanha~ 
tes, e demais convidados 
presentes. 
UOYEI . E Af10YEI 
Visitantes de 
Campo Grande, re­ 
cepcionados pela 
Marilenc, que dis­ 
tribula sorrisos a 
todos: A Isa de 
amor a tiracolo 
feliz, dançou a 
noite toda. Carlos 
Davi ao que me pa­ 
rece· também de ncw 
love (ela aqui de 
caracol). 
A GATA DA fiOIYE 
o destaque 
vai para minha que 
rida (GIZA) que ª 
todos deslumbrou 
com sua beleza, 
simpatia e elegân­ 
cia, a Giza é fi - 
lha D• Mina, pro - 
prietária da Farmg 
cia Joana D' 4rck O 
5° ano de Psicologia da Fu 
cmat na e 
ramente eetora mor ndo na 
nossa Car. aguardamos. 
OS CASAIS 
Li rço e 01ga, Aral 
Leda, Kuka e João, Maruska 
Eul1no, Lulz Marilene, 
e demais casais da nossa 
sociedade, presen es e dan 
çnndo an i madarnf•n te·. 
E PRA TERXIHAR 
Tudo ia bem, todos 
dançando alegremente, mui­ 
ta euforia e animação mas 
corno diz o ditado "Quando 
o diabo nio vem manda os~ 
cretário", houve algué•m • , 
que lá pelas tantas, como 
sempre com a cabeça cheia 
de scotch, começou a fazer 
"das suas", tan o fez que 
encontrou, foi posto fora 
e prá dentro (do clube) 
não veio mais. 
NOSSA SUGESY/;0 
Quando acontecerem fa 
suspender esses elementos • 
por tempo indeterminado 
de todas as promoções a 
serem realizadas no mesmo. 
SÓ assim podemos p;r fim 
a esses 
levados 
anarquistas 
pela bebida 
sabem se comportar em 
sociedade. 
A CIDADE 
Agora 
toda limpa 
que 
nao 
de visual novo 
e patrolada , 
as obras de canalização 
de um· dos afluentes do 
córrego Porteira foi e 
a Av: Brasil ja libera 
ILUIMAÇAO 
o c:ol i-1 e !:. 
r o Fur do 
flumina;ão ic 
suas depndn · 
z ,rlo r: 
1
1 i la PoJÚ 
quadras do Centro d 
dade, essa rede irá 
nefIclar tmbém os 
dorc:, d I r•·gi:Ío. 
na 
dade 
tos dessa natureza, a dirg mos ao assunto. 
toria do clube deve e pode 
com 
da 
J 1- 
10 
E A J. SS/ TV? 
TV. em Caracol, e ar 1 
go dr. luxo, em plena era da 
comunicação em que odo o 
rrundo vê "TV", via sa li- 
e, nós aqui em Caracol as­ 
sistimos TV, pelo método 
"arcaico e medieval" de re­ 
pe ição por orres de micro­ 
ondas a qual nunca funciona 
quando não é falta de ba c­ 
rias que no prestam ou mes 
mo de assistência icn!ca - 
por parte da Cogi el. Não 
é possível que isso con 
tinue, pois afinal nos 
moramos no Brasil. Provi 
ciências urgentes. Voi are - 
O JO!füAL YRIBilllA DA FRO,ITEI 
RA 
Está circulando 2go- 
ra em Caracol, 
página exclusiva 
sa cidade. 
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Serviço de Publici 
do Esp. Clube 
uma 
nos- 
Atlântico com o Wilson. 
PARA ASSIRA CECAL 
TIEUIA DA FRETEI- 
RA. LIGUE -PARA: 
439 - 1410 
Chaplin Calçados 
"frl'ois do que de máquinas. 
prec.isom0S de humanidade! 
CONVIDA OS VOCÊ P!A IR CCHECE?" 
·" A ULTL ODA EN CALÇADOS F!:S 
E ESPORTIVO.CINTOS. Vis. BOLsns E 
LflMGERIES. 
- VISITE A TOSSA LOJA - 
?u. COI!DE DE PORTO ALEGRE. 185 
BELA VISTA - -~ 
ESPEZ:.OS A SUA VISITA ·-· 
Com o Ré Firme na Mola

.11,r,rtAI, 'fltl fJIJIIA DA F !{(;!JTEIHA 
Escola· e Democracia 
De um t•mpo paro co 
ar tornou luar comum D 
uflrmoçiic de que o educa­ 
ção é sempre um ato polit_!. 
cG.Mas o que significa ea­ 
an uprlmoçÕo? Obviamente , 
truta-r. de um "slogan" 
(1UC tinha por obJetivo co!!! 
bater o ld'éJu ontcr·iormcn- 
dornlnonto oegundo a 
quul a educoçio ~ra atendi 
do como um fenômeno estri­ 
tnm<'nLc técnico-pedagógico 
por tan to, 111 te 1 rOJllt•n te au 
to; mo e independente da 
7u, sto política. lesse 
s,·ntido, o "slogan" curn 
priu uma função cuja vali­ 
dade se inscreve nos limi­ 
tes da "teoria da curvatu­ 
ra da vara". Com efeito 
se a vara havia sido cur­ 
vada para o lado técnico­ 
pedagÓgico, o referido 
''slogan" forç()u-n em dlre­ 
c;,io ao pÓlo político. Com 
isto, entretanto, corre-se 
o risco de se identificar 
educação, com pol Í t.ica, a 
pr~tica, pedagógica com a 
pratica pnlitica. dissol - 
vendo-se, em consequência, 
a esp_ecificidade do fenôm~ 
no edúcativo. 
Cabe,pois, indagar:edu 
cação e política se equiv~ 
lem, se identifica? Se são 
diferentes, ' 11• ns.' - 
te D dt frr'l n ;·,, 
En nder do qu educa­ 
çõo c polÍ tlr. t. mbora in­ 
separáveis, não são 1d@n - 
icas.Tra a-e de práticas 
distin as, dotadas cada 
uma de ·specificidade pró­ 
pria. 
Em que consiste a espe­ 
cificidade dP c11 J , uma dei; - 
SOS prÓ.tiCO!l? 
Uma anál ie., a lnda que 
supcrfic~ol, do fenômeno 
educativo nos revela que, 
diferentemente da pratica 
política, a cducacão conf1 
gura uma relaçiio que se 
trava entre nc- antagó - 
nicos. E pressuposto de 
toda e quolquu1· n:lação 
educativa que u educador 
está a ·serviço dos inte 
resses do educando. Nenhu­ 
ma prática educativa pode 
se instaurar sem este su - 
posto. 
Em se tratando em poli 
tlca ocorre o inverso. A 
mais superficial dos aná - 
lises põe em evidência 
~ue a.relação politica se 
trava fundami:rrtalmente,en­ 
tre antagônicos. No jogo 
político se defrontam in 
teresses e perspectivas 
mutuamente excludentes. 
P<;I l 
j l vo " 
yr rr, 
Inver «mente, ·m educa­ 
r; <!O o ob j• i '/O ;, ,. ()ftV( n -­ 
cer e nao vencer.O eda- 
dor, seja na tamili na 
escola ou em qualquer_ou- 
ro luar ou clrcuns·on - 
cla, acre ita sempre es - 
tar agindo para o ll•::i dos 
educandos. Os educandos 
por sua vez, .ambém nao 
&em o educador como ad 
vernário. /cred1ta"'.1, nn - 
tes, que o rducador rs u 
uÍ pnra ajuda-los. para 
possibilitar o seu desen­ 
volvimento, para abrir - 
lhes perspectivas, inicii 
los cm domínios desconhe­ 
cidos. 
Ainda quando tais ca - 
ractcrÍsticas são neg~das 
pelos fatos a nível de s~ 
perfÍc1c, elas permanecem 
como suporte, como a es - 
trutur:,. como o substrato 
que permite a relação man 
ter-se enquanto educati­ 
va. Assim a rcbaldia dos 
educandos tende a ser en- 
t o o 
ri  (.) 
carada pelo educador co­ 
mo um desafio que lhe cu~ 
pre superar, conduzindo - 
os a percepção de que 
eles próprios são os ~ai- 
n 1 adas nos p, 
ir por(Jll', r 
ria ing nuidade acreditar 
1u1• o "I lvr•r ,: t lo , • 
sicão oposta porque 
riuivociJIJo; pl•rque- niio co , : 
endeu seu erro e a vlid 
da propos a con r,,ri;,, 
preensão essa que, uma vez 
atingida, o levará a aderir 
a propos a que atualmente 
combate. Poc J::;:·o, •11 d• 
ra, o fato de um partido 
perder uma b't::.alha (clc•lc;Ô - 
es, proposta□, ele ... ) r:ao 
o demove de sua posição; a, 
cGntrário, elr• passa p-ra .. 
oposição e ccntir.u& fusti,'1" 
do o par:ido contrário bt:;: 
cando al tr•rar a correlação 
de forças para, na oportt:ni­ 
dade seguinte, reverter a s! 
tuação. 
Em suma, ele pode ser ver 
cido, mas não cc;nvencido. 
''Saviani". 
Pcsriuisa - Froilan carco­ 
sn . 
•• F .. ORR E SUi CISI!· 
a ·cerâmica Já Te Yi 
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• •• · ,. ,:O.. E CU)ll'HO"J,; )•Ht·:ni <• . 
l 	,. ' _l.U 11. r 11•: 1-: .TI·: r li)!!·:: Tu 
3-130

o·. 
lUi't!· 
a s. 
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J 
Polícia de Dourados Prende Quadrilha- de 
Ladrões- de Gado 
. r t , d/i,, 1)• 
J V l(J,) ! 1 J. ( l'o] Í 
ta Civil Dor 
: 1 1 r,<1 , I v, 1 ,, 11,c , -· 
/ 1 j)í ,t ]o IJ 1- 
vt a roubos rtr 4- 
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BELA VISTA Ltda. 
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v,,z. r11• f>r i 
uo" reapiu, iriz!ar 
do un t I ro io com 
entes da Foliei4 
fl" Dourac:o,, ocn. 1 iio 
Clll (JU(' foi f'c l 1 !(), 
1 mt• l l1 I ;,m,·n l (• . <,<'Or 
rido p lo., l>'lJ Jc-1 ·- 
1 !', TI- 1.1-1/J M/ llf)U::::- Ili· 
OL.I VI·. T HA, mCJ1T< u ·,o 
,l,11• ,·nt r:i,1-1 no !lo - l 11r:,r,•,. ír f r• - 
pi tal 5a Mntus de atolo os t 
'aarapo. 	quentes conf 
A prisão dos as- a autorta de ti tc , 
snl lDntl•r; foi f,•l u, 
na rn:-intii; cl( riu i n la­ 
fel 1· .. n~:-· pr·oxlmlda­ 
clc·s ela Vila .Jut.i, <'fl: 
'.at1r<tpo ,. J/l • .-.;t:o 
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Lodos os caminhos p~ 
ra que eu atinja o 
íl1,. .. u i dc·al, você qu,· 
me·da o dom divino 
V. f• 
l·('I •- ... ~ f))[' 
,Jv r·nrt'lr-:··tr· 
de perdour e osue - ,tirar ! voe 
cer o mal que me fa- !' .... ir,r (PJ'• 
'/ '·111 (" qu,~ or!os 1•: .• ·., ( r· .1 ·, 
instantes de minnu ri . r+o : r r 
r, •· v J ' vr t • i, 
aos n' 
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rD MIi =DIIÍ DE FE 
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ljr] 1 / j ta ', ti
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dor , com o placar 
e --l- a l--, 
Embora tenha cho- 
v do b na hora 
u e o almoço ia ser 
ervido, tnva um 
Jelicia: Churrasco , 
ionese, arroz 
mandioca foram abo- 
r eados por todos, qu 
lotaram as dependência 
da Escola Cus ro 
Pinto. Numa mesa es­ 
pecialmen e prepara­ 
da estavam as autor1 
iadcs, JunLomen e e/ 
Dep. MOka, O Prefel .o 
.JuvJno, nao parou un 
só instante, ajudan­ 
Jo a servir os pre - 
sentes. 
De volta ao campo 
h=:__:-==-------~------------7 con li nunram os jogo.; 
que adentraram a noi 
te, com partidas de 
voleibol. 
Lá, descansando à 
sombra d•· uma barra­ 
ca, emncontramos o 
Pcefci to Juvino, com 
quem conversamos bas 
tnnte. E um dos as - 
suntos que destaca - 
mos, ~ o fato de que 
a fcsLn foi do povo, 
fciLa pelo povo. Não 
foi uma festa da Pre 
a 
, l 1- 
li 
cipio, que acordou 
cedo ao som de mÚsi- 
cas que vinham d,1 
proça, onde S(' ria CC' 
lebrada a missa d,· 
Acão de Graças, o 
que foi feito por· 
uma freira, e d o co- 
mum ern Curacol por 
nuo haver padr·,· r.d 
cidade. 
Presentes a missa 
cstavurn o Prefeito 
Municipal e a Primei 
ra Dama, e autorida­ 
des como os Vereado­ 
res e o comandante 
do Destacamento Mili 
Lar, Sgt. Queirosa. 
Logo apos a miscn 
foram hasteadas as 
bandeiras do Urasil. 
do Estado e do Muni­ 
cípio, ao som da dc­ 
ce voz da não menos 
doce... Fafá de De­ 
lém. 
Em seguida, todos 
se dirigiram para o 
campo de futebol da 
cidade, onde iriam 
se realizar diversas 
partidas envolvendo 
times de Bela Vista, 
Caracol e Antonio Jg 
ão, além dos times 
infantis de Bela Vis 
ta e Caracol. 
Como sempre muito 
r, 
tou ul,•grementc. 
l!n oportunidade: 
MOka lembrou que e 
,Ili (no meio rural) 
qu,• ,·sti, o futuro 
cio pnÍs, e· cspcr,, 
qu o overno p05s 
dar os subsidios n 
ce.os@rios para que 
r!1tore, po. - 
com 
ú1t 
rio 
, l < 
t ,,r I d 
que Juvino nos adi­ 
antou, é que no dia 
1'1 próximo, ele 
1-~--------:-:-----:---------------:.~-=:1 juntamente com to - 
dos os ver·eadores , 
sem restrição de 
, Cor Partidária 
pois como disse: 
"não quero richas 
politicas cm nosso 
meio, e sim, que t~ 
dos estejam preocv­ 
pados com o cresci­ 
mento de Caracol" , 
quer todos juntos 
nesse dia, numa reu 
niao com o Governa­ 
dor do Estado e ou­ 
tras lideranças 
quando levará até 
eles uma grande 
quantidade de rei 
vindicações, solic! 
mais tranquilidade, 
referindo-se à Pou­ 
pança Verde, que pa 
rece ter ultrapassa 
do as expectativas 
do Banco do Brasil. 
feitura, foi uma fes 
ta feita com a cola­ 
boração de muita gen 
te, a quem o prefei­ 
to agradece,. entre 
elas, o Dep. Moka 
cm < . p<·c ial, o Pre 
siden e do Clube 1° 
de Maio, Ado An u-­ 
n••.,., o Vice• Horácio 
Godoy, que doou uma 
vaca para o churras 
co, o presidente da 
Liga de Eupor cs 
Luisinho, pelas pr~ 
moções espor ivas 
que aconteceram du­ 
ran l' todo o dia 
não esquecendo o 
prefeito de agrade­ 
cer a todos que doa 
ram coisus e os que 
trabalharam duro du 
rante todo o dia 
fazendo com que a 
festa estivesse mui 
to bonita e o almo­ 
ço delicioso. 
Outro assunto 
tando todas as me - 
lhorias de que o 
municlplo precisa·, 
que o pessoal es 
tá preparandi Ja 
alguns dia. 
Pelo vis o, d, v 
ser b±, toante coi a 
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