.A R!IA VISTA :) 1.'JJ 1· DE MIIO 011 • DE FESTI EM CIRICOL X e nf rência Distrital d R tary Club BELA VISTA PARTICIPOU into tal.,' r-· 1 ..... ~ .. -,1 i • .. o r!o prvr l(·r.a C:é.1$ roras t r .I. /, X 'onfrrcia u:sr.tal foi realizada [ r = sr=d ctubo Libanês, a arura so1no no Rá- tio Clube, cor um jantar oferecido as au - NA FOTO ACIHA PREFEITO JUVrno GODCL DEPUTADO MDKJ E~_(üru'/UIHA DE AP.]GOS · toridades, convidado c rotarianos. Dia 12 de Maio, Dia Internacional de Lutn dos Trab&lhadorcs, em Caracol nao um dia de luta, mas um dia de festa. Festa de comemoração da pessa~~m dos 22 nnos de emancipação p0lit1ca do que acordou cedo ao som de músicas qur• vinh:1m do Praça. ondr foi cc·lc-bra,Ja foi municioio, a missa de Ação de Graças, o que foi fci to por uma Freira, fato comum cm Caracol, por não h.:.ve:r Padre na cidade . Veja a matéria completa do Aniversário drt C'idadc. né. Página 08. Froilan Cardoso é o Novo Agente Pelo menos é o uue os Votos decidiram 1 tl r ' 1 ' , X ry !te: xp ri&ncinas como Vo - J > ~ ,r•r ,. 3 H! no Méxl ( ·, 'í.J•· rvi; ant c rr blc, do Abu- pra as' r· j nç 1 (1,... 1 Q nre ou'ro. . Além do Governador ao Distrito 447, He­ do Gov rnador ntrante, El t'i, vari s Povernador s de ou - 'ros D.trivoe e. firar prentes. Tm -- nt·n· to S 'ry Intrnacio le ri ire;» do Profs»r .cral, José Elias !urad. profe- / ti '' 1 .1 Dlzem que numa de­ "ocracia o que vale sao os votos. são os decisões emanadas do ovo, de baixo para Clma, e não de cima ara baixo. isto ;nais u::ia medida arbitrária de regimes total i tá - Tios. Se voto ainda Vale alguma coisa. e ntendemos que vale ..,llito. o-professor F'ROlLM CARDOSO é o ~o·,o /,gente Regional ·e ensino ae'Bela Vis E DIR. EVERIM-iA Rufino, como as que foram realizadas por todo o Estado, envol apos varias dias de campanha, auxiliado por alguns cabos e- lei torais. A contage~ gc-ral dos votos ficou as sim: em Caracol Foi lan obteve 11 votos. Emídia 14 e houve um o branco; em Sela Vista Froilan obteve 110 votos. Emidia 70 e houve um em bran - co, perfazendo um tg tal de 121 votos pa­ ra Froilan, 84 para EmÍdia e dois cm bronco. As eleições rcaii Bela vitória, o professor zadas ontem em Vista. nas dependên- Froilan se mostrou elas do Grêmio Pedro muito emocionado, cum primentado pelas vá- rias pessoas presen­ tes à contagem dos votos. Ao conversar com a reportagem da TF, ele nos disse q/ "pretendo fazer um rabalho honesto,pro curando sempre o me­ lhor para todos e pa ra a educação em Be­ la Vis .a. evitando vo Agente. o profes- sor froilan car·oso, de ·odo modo errar Represtando o!a Vi.,"e o jornalista Ivaldo Pereira (Rotariano) e sua esposa Ma Aí vema Lei fabricação" de nova vendo 57 municípios, apontaram o que deve rá ·ser o novo Agente Regional de Edur·~ão de Bela Vista. Com uma diferenca de 37 voos. foi con siderado e1cito o no Após anunciada sua raznr pcrscguiçoes ou prejudicar profes so:·es e alunos''. Anradeceu-à pro fessora Emidia, pela força que ela l,c deu dentro da Agên eia; á professora O! ga Mendonça. que foi· seu_pgvo. sua professora; aos alunos do contador e a todos aqueles que lutaram com ele e vo toram no seu nome pa ra ancnte. Quanto-à nomeação que deverá ter o con sen imento do Gover­ nador, já que compe­ te a ele essa nomea­ ção, Froilan acredi­ a num acordo, num entendimento, já que considera o Secretá­ rio de·Ectucação bas­ an e capaz ara a­ ceitar essa mudança e confia que ele da­ ra seu apoio para que isso ocorra. Parabenizamos à classe dos professo­ res pela eleição re~ lizada, vamos espe - rar que seja aceita. A Constituint o: nossa p"ria, rt,RT, !,!AGI:/,. Ou nossas consti:uiç;es an:~riorcs fo­ ram minuciosas em excesso, provocando in - flcxibilida(:e; ou as leis foram restritas demasiadamente? delimitando o tempo e o e5 paço de sua m.:,.rcha evolutiva. Veja a Pazira2g. e "Carta à Redação" do Dr. uder Bozano Rosa o artigo que, se - gundo o mesmo, pode servir para serenar os ânimos Je nossos vereadores, "preocupa­ d issi~os • com os prcble~as da cidade e de Escola e Democraciu· De um tempo para ca se tornou lugar co­ mnum a airaçáo de que a educação é sempre um ato polltico. Mas o que significa essa aprimação? Obvianente, t.rata-se de um "Slo gã;" que tinha por objetivo combater- a idéia anterior-mente dominante segundo a aual a educação era atendida como um fenô­ meno estritamente técnico-pedagogico por tanto, inteiranente autônomo e independen= te da questão politica. • Leia ~a ?ág3.na 05, en Pesquisa de Froi­ lan Cardoso, o artigo ''ESCOLA E DEl-:OCRA - CTA". Caracol ent Destaque POR HILSO" NA PÁGINA 05 UM NOVO ESPACO NO JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA: AGO~A COBRINDO A CIDADE DE CARACOL E REGl~O. CORUJÃO CONTABtL At,,, tur ,. 1" ... • , trr r -.u,,, ,,,. f'ir, De E+ 4o do Ir: ;,o· to ,,,. til, '11 - p, VI )d iu ' laridia, ontratos· Heibos e orrespondias em Geral, Bttinho e Luiz 1{,CNICOS Hua Antonio Joo, s/n. Em frent a Sindica.o fiaral ELA VSTA POR DE IRO DOS f ro MS - Uma propasta allernativa de Oesenvolv1ment1 Clov 'f<.,rr l corhc I •• • r. :.O low:of'l inlctn• J J., A: ·•;,x; l nç?io C:onr n ... - 1. 1 ! Indicador Protissional J ADVOGAD9 lltll TOII .. rnto F .. SCUIF .... ''ro I;: ui47J8ln --- 0/M5 -- 2) t'eis, I'riminis, Juetio de 'Terra-, Direito de Familia e t:au .. a"' 1 , .' Tral,:;llti ... ta, Escritório- A. lio Irae N 1.3) lk,i,lí•11rin - .,. lin llr.1ll<'<• :-;• J!li 1:E.1': ,lkrlt! tscritóriD Contábil Betel ESCIIITAS FISCAIS E COT,OEIS 'antlerl,·y <:a,,aroti - 1.:1111/)IT 3 87 C'nixa Postal :!'J Porto )lllrtillhn Antonio Joio - MS Escritório· de Advocacia oUTo CAI.OS A. NAZAII nOREs 1: .. l'S.S c1n:1s t-: l:Hl)l1:-i .. lS tua 1 de Novembro 1 7 ' T,·ldo11,·: l:JU· l:l,'s:_? ( l'ro',ximo a ll11,lm·i1'1ria) JIEI., 'Wf.- llEI. .. 'IST. ~IS a,sr explorada - Agro-Indirria 'refino d óleo de soja, 40 r,1i !ln, • Lc • l • 1' tr 1r ,ç, .. n dt 1111"1 r,t ,_,.,, como bisco •v f1:·1rl!',u .. ,, r.-- ,;J..';. i:-n cozidos, te.. E;Ira;+ de mi erais frrsos e t fc-rrvsos,.. s".•-· 1 ..,,r,.·fnr· p:, •,"1 .pado ca o tlrx .. mçs em cclul , ppc! prognso qu os sa j.J,J.í-,· ião, Ca."1;:;0 • 1nr r·,l, cupantcs tão I; r· ,.­ etc., exploração de a: i c imp!ar,t to. Elo v!ve ta, I r ic.:<>câc ck ft' rtl 1 i mas não o p '.""' J f z..:.ü1t.r:.:, rr.:- .... rcr-ialR d•:- l irn- co. r;!Jo n:·ay_r. .-..w di~>'.c:--- Ad vogad·as VILA DA ILI E VEIA L TINO t'ieis e (!dmioai:-, 'l'ral1:lhi:-'l:, llircilu •k F:unflia, Terra~ e R o n e 1 Silva Fuchs . ,D'OG.11O - f .. l:S.S (:l'EIS t-: ClllllX.IS ,:-,;Ttl:-,;l11 Jll.ll e ir u r g i ã o D e n ti s ta- llOlTOlt Ul'CllllO '.I..DEZ llE 11 .. IIUIS cno !lll/llS - Cons11ltl:rio; ltua llal. Itendon S/N -- Fone: 271-1777 l:Csid,'nda: .. v. Cc!. Crmisiio tu:::) -::: Fo:,c: :?.;t-122 - ,I.Hlllli - li~_::.... 1 ; I :,· ·n r· . .cr ca Eprarial-Polit: C.t . ,,çJ,1]'' , l•·vou o 1 ulu 1 t; "M!.i - Ur-.:.t í-'rufJC",· t. Al­ t, n:,t!vJ - .. Ve.;.-r.volvL - 'Tl< nL.o" <· til()!:; rtav"1 o nos:..,c, E:.; tado c-u.r.., U<:l.ª l"I íT 1 no e:­ C()l1Ôffl ! c;I.cn " vlÍJVr-1.of< •• r,,c- ndo ,.ondlçÕ< ,, p, ivilr· gJ ncln..•, p;,ra c..xpJ vr·1..çc1•, 1­ yro-J Ju5trlal, 1 t ' l' - ul. de serviços, ninar ocupu u:r1..1 pcsic;::o G:.o-!-.cu n;-,0,1<.;,. ba:;t:.11 ,. tll:; Jntu no ":·PdÇO n ... ê.: lon,u . "é a 1~ frunt..cir'-1 eccnéio,íca e:-r, df:senvolvimer,•c • p;,,rtir dos Esados da região Les te-Sul; é rtJta rv.tur,.t.l o, acesso ;,..., rf giÕC::; de novns fron ,,iras r1p,r1cu - lns ,. c•xcrcr influêr.cl.:i ncs Estodos de M:.tto Grcs- • de infetrt,.g e aba cs que o progresso so (norte), ílonrJc..nia e A- pesa, C'Sl •: = ••·~ ' _,_ , cr; é acesso fácil no in e de c· . <'.. plé,r1f'jn~·r t:o prxJ: tr'.l7.tr. tcrcâmbio com países da tia crcr,ir,:; p:..r· •· foi não stá preocupado e Bacia de, Prata, região An ar;in~scnti.Jdo o a:õ;Ye<:' .. <.; his pr<,srrv.1r u r., :;.;o p,ra.· dina e J.lérica Latina. É- torico clre m;,ssa g•:n r: f' c-cc-,lÓgicr,, r.c:::s:1 hfst.ó- c, Célr.linho wls c:ur O par:.. do r.csso estar.lo: ria. • r:J JJc;Õrs t.· cost1, - 0 PaCÍficv. "0 Sul-r:iator,rosS<=nsr· c,u 'Xs. Us·, o C:stnJo J" ,::. A proposta aoresenla o Guaici.:ru'' • :r s não é cididan r .. ~ - Ms como u;n "3Preciávcl Qui.l!idc, o Estado de Ma- U"'. Gua!curÚ .. Gu;ticurú s.:. consumi dor de insumos bá- t:o Grosso de, Sul e an c i - dL•,-;,;c: os pioneiros qu a sicos, fertilizantes, de- pcu-se, a Acad=ia (:0 Le- qul chr•r.ar·,m p·1rrJ ~cu:- r fl:r.sivos apricolas, prolultras admitiu duas dcnomi- o 1-::-;ti..:JO, ,-r-i:i:- r.~,2<:~, tos vete-:-·· ários e de má- '1aç0es para os srus dcs- cJeixã.r 1Jc.cr;.;,;n,1ên:::iõ •! r1: q1,inas e irr.p1• rentos agrí[candentes: Poderiamn ser tro o<· r r·-.1l.lalh<,, at/s '-' r,_ col:.is, dc·vitr.S!', ra traçar t.-na ni tida cs - tas, paraer,ses e cõtar'i - tr--JJ'~'>fcrindo kno,. t:c,,~. fc. tratégia aór,inistrativa , nenses, ul tilT'.a.,nente n::ce:- m,::.ndo rr.:i.o--df::-obr;,. e~;xc .. visando s0lucionar, a mé- • u ta'T'.bém imigrar.tes su_!_ 1 iz2~,,, pr-:scrvar e, a r.:r- dio prazo. os seguintes americó!ios, nossos vizi - tureza, concili:ir.d:: o;:: entraves da infra estrutu os paraf_uaios, b0livia- gresso cc.m a cxcelrnte ra básicã: cs e cisplatenses argcn- qualidúde de vic:a Q..>'2 a.: - Sistema Econômico Finan tines e urnguaios. além dá se púdc de-sfrutar rD cej ro próprio. e auto-sun os europeus e orientais erM tÓrio sul--rr.awi:c:; ciente; Sistema Energéu= trazidos pelo Único meio scnse .. o oue dc.seja::ôS :· co Sufici:ntc; Sistema de e transporte regular da cc-nquist~ mais Gu:áCl-r, Com.micaçao Eficiente;Si~ ~gião, até o inÍcio do p2ra pcvoar efe lv,nc:-:' tema de Armazenagem e I r- seculo - a navegação do ncssa erra e fazer : ri;,;ac;ao Coo.,etentes. io Paraguai e seus e _ rar_, l~:rrÍ •i:rc- n,,ra" '-·•·~ u.. Ft·e D7> t; 1 t- l • () •..; r . ..,, r t cor LUSO <;OIVIERCIAL LTDA . AGRO PECUARIA LUSO LTDA. Luso COMÉRCIO , . E INDUSTRIA DE MADEIRAS.SECAGEM E ARMAZENÀ_ M PHO _ COMPRA E VENDA DE GADO - MADEIRA_ COMERCIAL! ZACÃO • 1 - Rons Negóciqs..:Lucros Certos_ Produtividade . . .RUA OUGUE DE CAXIAS SN_GUIA LOPES DA lAGUNA._FONE: 251..1055 PARA RECADOS A RESPEITO DE COMPRA E VENDA DE GADO [URGEN_TE] - TRATAR PELO TE_ lEFONE: .?5_1 ..1364 [. r , 1 / V J f / '' -Carta ' a Redação- Pela Vista,23 1967. clu Meu caro Ivnl de,. Tenho a honra ;,t,r J 1 d assar a sua mão, o jornal rtstão A NOVA ERA, edita­ tlo ,•rn Franca-5P, com a fi­ na!idade, ou das possibili 4ades do dileto amigo ranserever em nossa re, -­ pcl LÓvl'l Tribuna da Fron - eira, o artipo intitula - do; "/Í Vum n Lei" -de au­ toriu do JornttI1 sta fran-· cano Newton G. de Darros, mui o ratificanto e opor­ uno. Ontem, à noite, reu nliio da Egrégia câmara de Vereadores do Municipio de Bela Vis ta, Estado de Ma - to Grosso do Sul. Nas costumeiras e in si pid as cussoes tumulto "discussões" (dis­ mesmo), houve urn seguido de tiro ·• tcio, e so não saiu pena, ; porque o homem não tem "pe na". Quem sabe, meu dileto amigo.Quem sabe, o artigo Ai Vem a Lei, possa servir para asserenar o.,; ânimos de ·nossos vereadores "preo cupadÍssimos" com os pro ~ blemas da cidade e de seu povo. Colho a oportunidade para reiterar o pleito de admiração ao jornalista e seu jornal. , AI VEM A LEI .. O Poder Lei la vo agi rio na republica nssa,crn as características do PO - [nao OU! MODF.fl/DOíl .. l,1•gir,l indo Lo,; com independência, em ca - [com chapas brancas, com ga sos de dificuldade do EXE- Isolina livre, com poders (.;UTTVO. - Por que então, a febrr que de quando em vez des - pontn no cerno do PAÍS lu tando periódicamente por uma CONSTITUTN'PE? Bas a re ornar um oouco áo passado,que ão,vai tão longe,pra ouvir as resmas vozes qu aí estão, enfra­ quccidas-pela açã do tem­ po, gritando nas ruas: QUE REMOS/ CONSTITUINTE. - Não foi preciso des a vez, gritar muito. Nem chc gar às barricadas anterio_ res. Sem.menosprezar: bar­ ricadinhas. E colheu o povo, livre­ mente, os seus constituin­ tes. Escolheram cidadãos e3€1usos. . Há uma ESTRUTURA bási - ca, com coi inufdde, inde pendenes de verbas politt cus, nc conceituações ~o - ciais, de secciosismos fi­ loóficos ou religiosos. EST/BILID/DE. C01l'i'InUinADE: AUTO-SUFJCÜ'.t!C IA. Já exis em modelos. !!Íl trin a anos, p,lo menos. Fal a uma comprccns3o dos ndminislrodorPS dn COISA PÚBLICA. E órgãos cen rali zadorcs de ação nacional : CONSFLHO NACIONAL DE DEFE­ SA DA INFÂIICI/ E DA ADOLFS CtNCIÁ. O CONDI/ - A Const ate aí et. . uma ál- 1ma v z, o pntor tivesse q e propor u:• Ímico ,,r·t!11:o: / P,RT UI DF PRIMEIRO DE FEVE REIRO DE 19 7 TODO CIDADÃO - DJ-VF.HÍ- Ti-.R VF, GOHA NA CARA. - SF. AS DISPOSIÇOES EM CON - 'l'HÁHIO. Pols, até agora, mui o poucos sentiram vergonha dos milhões de menores abandona­ dos, crescidos sombra - ligado umbilicalmcntc, ; Presidência da República De funcionários públicos cônscios de suas responsa- concursados, com a especi­ bilidades? não sei. Eu es- ficidade. Cargo de confian ton de consciência calma. ça e corr- honrosas exce - Calmissima. Se os meus es- ções, cargo de desconfian­ cclhidos malbaratarem o di ça geral. Aproveitadores. rei to que meu voto lhes ou Period'istas·. Fanfarrões. I O Comandante. Oficial, torgou, não lamentarei. La/nateis vampirizadores da g e ?raças do Reglmcnto /n~o do fundo da consciênc·_ia , nergia dos. trabalhadores. nio Joãc, tem o praZ"J de lhes direi: Falta em regime não convidar V. s~ e digníssima - Faltava-lhes mais expe- socializado, uma CONFEDERA família p8ra as festividades riência ... ou são igno- ÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE AS: corr-emorativr1s ao "DIA DA C/­ rantes mesmo. Capinha ex- SISTÊNCIA ·AO ME!:JOR (CONFI- VALARIA". terna da ciência jurídica AM), sob.a supervisão do sem profundidade. Mas era CONDIA. o que havia de mais confiá Faltam: Indústrias vel. Um número sensível - Escolas e Granjas-Escolas, preferiu a omissão. Ou o ligadas diretamente às res ridlculo. Talvez pessimis- ponsabilidades municipais tas ou desesperançados. e às comunidades de Bair - Há pedidos, que eu já ros. Ta@teristicn de aual '·r Plancjamen:.n. SPria supér fluo, para ·mui. tos, afirrr que cm todos os planos ha ~ses conhecidas urbi e or bi - : 1)- Planejar; 2°)-Exe- utar; 3)- Controlai'. Está Praticamente definida a ta­ refa de CADA -PODER FEDERAL; Executivo Legislativo; Ju­ diciário. ' Definidas pois as tare- f ' as de equivalência de po- deres, inclusive o número O!! impar de a tu ação, em i - ualdade de dec isÕes, para Que 2 • , ---o haj::i o empate, ou "asse. O que exigiria uma ORTE SUPREMA acima dos r,•s Para uma decisão SUPRE A. sem pai . sem mãe, sem mes­ tre, sem exemplos.sem seguran ça, sc-n amor, sem companh,l, vergonha de noventa e qua­ tro por cento-·de re·ligio - sos que se dizem cristãos orr:issão lrFWl'Otl G. de corrupc;oe::::. BAHROS. Convite PROGRAMA: SÁBADO DIA O9 DF MAIO A Constituinte é apenas uma repetição, em nossa Pá- _tria, de "fabricação" de no fiz, em repetidas crônicas É necessário que haja va CARTA M/GN/. esparramadas ;:>elo Brasil talvez, um só artigo na as DOMHIGO DIA 10 de MAIO ou no!-sas Constituições inteiro ... O :-iENOR /BANDO- sistência à FAMÍLIA: SERÃÕ 08:00 horas - Corrida do Fa­ anteriores foram minuciosas NADO É NOSSO PROBLEMA FUN- RESPONSABILIZADOS CRIMINAL .cho (revesamento) e:n excesso, provocando a D/MENTAL. É lÓp,ico. É Ób - MENTE COM PERDA DOS CARGOS Local - Frente do Quartel inflexibilidade· ou as leis vio. Entra pelos olhos .•• PREFEITOS, VEREADORES E 09:00 horas - Salto de Para- ~ram restritas.demasiada_ Quem vai substituir o JUÍZES DE MENORES, EM CU - quedistas ente? delimitando o tempo que está ai? Quem vai man- J/S COMARCAS HAJ/ MENORES Lo_cal - Campc de Polo e o espaço de sua marcha e ter as conquistas já alca~ ABANDONADOS. 10·:_00 horas - Jogo de Poro Volutiva. c;adas? quem vai prosseguir É a ESTRUTURA SOCIAL, Local - Carpo de Polo A flexibilidade é a ca a tarefa iniciada? Quem básica, ampla, racional , Jogo de Futebol 7 Sgt x Pre- vai dar continuidade aos universal, crista autênti- feitura. planos ~Ris longos? Quem ca, que está sendo pedida vai recriar replanejamen - urgentemente. tos? Quem vai trnnsmitir O politicÓide, o mar­ conhecimentos preciosos já ginal, o assaltante, o cor adquiridos? Quem vai _man - rupto, o toxicÔmano, oco- ter acesa as chamas sagra- merciante desonesto,. o Ivar Ellery Barroso - das das tradições dinâmi- fraudador de tudo, o vicia Cel Cav. Cmt 102 RC Mec. cas? do de todos os vícios, o t----------------~ Menor abandonado não él violentador das Leis - to­ aquele que está na rua.sem dos foram MS~OR ABANDONADO lar constituido. Não é o] to somente dos pode­ fruto da irresponsabilida- resconstituídos. mais de de de reprodutores sensu - pois irresponsáveis ricos ais. Não, _a vitima ele_ de - ou pobres, de professores sencontros morais, sociais sem classes, de profissio- ou casulsticos ... NÃO; n~is sem idealismo ••• f:: o MENOR ABANDONADO: o Menor abandonado é • a 15:00 horas - Gincana a ca - valo, local - Carpo de polo. 16:00 horas - Jogo de Fute - bo1 7 Oficiais x AA3B, local Campo de Futebol 7. Solicito a pcssibilida­ de de divulgar o convite a Comunidade Belavistense. T-! :J.rn l!A llí-l /1 VTG'i'A Cultura e Co1hecimento r •(' ' ' 1 • • Ale Amed Ghzznaoul f bbv1o qur ne nonocloçÕ e de uma pessoa Influenci­ am fo rt,cml:'n tn o pnd râo d comport.r.110,·n o que ·la adqul rI. 'Tal associações torne­ c,•m-lh<' quC'r o ::1111blc>ntc so­ cinl III que ela tem qu lu Lnr p ara :atis azer suns ne cesidndes pessoais, como ambem o ma erial, a partir do qu:d ela desenvolve a trama de sua vxi:; êncln. As nlm sendo, é rnult.o importa~ te conh c r alguma coisa i respeito da estrutura soci­ al e dos tipos de integra - çâo humana e ·ssociações que se desenvolvem dentro dela, Uma sociedade não e apenas um grupo de pessoas reunidas por acaso. Sobre - voando uma região podemos observar alguns aspectos e­ videntes dos projetos huma­ nos de vida: as áreas niti­ damente separadas; as geome trias das cidades e vilas-­ as artérias de comunicaçÃ~ férrea e rodoviárias que se guem, definida e agressiva: mente, atraves dos campos, dos rios, e por cima, em torno e através das monta - nhas; e os min~sculos cami­ nhões, Ônibu:: c trens que se movime;,t ·lm por essas ar­ térJ a::o-.; 1.:n,, concentração ur bana;:,. outra, etc. Mcsr::o o nviÕo qu" n'! desloca, a raves de céus não traçados, se e as es­ trndas invi!JÍvciG es nbcl cidais pelo homem. Não há dÚvidn quon·o • nccensld, - d• de o vida humanas r rs Lru 11rada e podroniznda, mas o scls mil me roo de altura, só podemos ver os aspectos nuperflclats dr oeu troçado. À mcdiO A_y g r ayog y çao da· qual é cidadão. Sa- rrsrrorrrito Puno: Der onde ele se encaixa re ac::i - C~lca;•o !UC Ltda. alme'nte t dentro desses si; :":":.:./3·u«- v. 1. cs, 0 , 010 • ,=..,.,,., ,.. temas de ir.tcracão social- liiiiis..se J· fornéce Ótimos indicias' (JIJ :.o de comportmnto qu' provavelmen c, apre esru ura soci l mente de rmina com qu individuo interagirá. ção, o tipo de necessidade, esperanças e relações de re ciprocidade que ocorrem. Ao rr.c:..mo r•r:,po qu• beloce semelhanças de com - por omento, estrutura so­ cial ambém formen a de se­ me1Panças. A sociedade é ca rac ·erizada por respccL1vas atitudcfi e compor amentos - que diferem de grupo a gru­ po e de indiyÍduo a 1ndivÍ- duo. As diferenças criam , por um lodo, a necessidade de comunicação, compr,.Pnsão e operação e, por outro, ur:: potencial de conflico·~ d0- sunião. A socied&dc numana or, m s mi1ia, na igreja, t a 4 e brica. A es rutura social rclo:itivnn:e.n e '!e. !ucl; • la cança um determinado equfl. brio que evolui len aen Uma das razões dessa r iva estabilidade é o rate a, as pessoas identificarem sa próprios in eresses, ambiçá e necessidades pessoais de • cordo com dccrrr::ína!J'l po"iir· ucupada nu vst.ruturc1 :-;oclat. • Ale Ahmed Ghazzaoui é Dl­ tem·como uma de suas carac reter do Centro Cultural Is­ teristicas ser organizada-;- lâmico de Mato Grosso do Sul, nao so num olano horizontal mas também vertical h i , e erar Rua-Oliveira Marqu(•S, 16G. quico. CadR sociedade hu~A: Dourados-Ms, Fone: 421-08C7. Associação de Desenvolvimento Co­ munitário do Distrito de . S. de Fátima Município de Bela Vista MS COWlOC/,ÇÃC DE J>.SSE:J;{BU:'.JU G:t...~ OiitlH~U. A Diretoria Executiva da Associação, cumprindo o que dispoe o Inciso VIII do art. 9 2 do Estatuto, convo­ ca a Assembléia Geral de Só cios, que se realizará no dia 16 do corrente mês (sá­ bado), às 15:00 hoas. na sede provisoria, Escola Ma­ rechal Rondon (Distrito !los sa Senhora de Fátima) para realizar a eleição, confor­ me matéria da Ordem de Dia abaixo: ODER DO DIA ' • ." As .'.liT.-GE'.li • llO "l' . .SSAPORTE BRSIL ~ llO~~-~:l.~llO SU.S 'l.GE'.liS IIE Ft'.H!.S, USUFRU'.liDO GENS AIEAS, RESTAR.ANTES, SHOPINGS. ETC. Passagem .t'ru llott'is Passeios Traslado, Time .• .. · Toür Rua : 13 de :faio 2,310 NA PALJIA D! MIO - DE DESCO:--Tos 1:::1 P.S· Turismo TEI.Ef'OXr,: - 36-i . . 2303 e 38i • ,2.jQ7 CAllPO GltXDr,: - IS RMBIATI -- O0145 • 002-; I)- Fleição da Nova Dire­ toria Ezcutiva e Conselho Fiscal t} 62 do Artigo 57 , Artigos 202 e 242 do Estatu­ to. Distrito !fossa Senho:-a de Fátima, 02 ele Viaio de 1987. Gercy Barros da Silva Secretário José J aquim Ferreira So.'? Presidente. Padaria Cinderela DE GAIA GERIA FE 7A Cor.unica ao prezaào Clíence :. partir de le de maio aceitas encomenda para festas. Aceitanos tabé enc(JO'!!',::.:: de rnarmi tex. manni ta e s; tido. ':'erem:,s sanduíches. suco, vi ca::ú.r.a5 TELEFONE- 439- 1268 Endereço- Rua XV de vembro 399_ . Em frente ao Banco do B • ...:.l 1 . -- --- o I" ri t do Ca Vl r co, ::e, J; e ;,,._' I '11 /' / Caracol em Desl,aque roR w1tso1 1ARIANO !lo c!Ja 1 2 de Malo pp·, caracol comp 1 e t:ou rnni u um no de vJ / l • -1 1•t 1· n • <>' - !t te o de P »1,to. vi 1 KG+T 'I A.'.SITO CRE 44a/°e ,; rn c,v 1 ~·un ·rw··~ 1 .. 1 or o '1,·,4e_'r».)02 ena o doeu·nrno;o l . r. :?ti•• t ,•;1 ,, • = r- ,,;,, 1 ,, .11 : 'one de Porto [ ..70,/ .Escritório Despacham i~, BELA VISTA Ltda. • D r J l 1.) ~) r i • , +! V f !- [' 1',.,. ,,,, . . ' , , J,, 'n' o e-· t. r 11 v,,z. r11• f>r i uo" reapiu, iriz!ar do un t I ro io com entes da Foliei4 fl" Dourac:o,, ocn. 1 iio Clll (JU(' foi f'c l 1 !(), 1 mt• l l1 I ;,m,·n l (• . <,<'Or rido p lo., l>'lJ Jc-1 ·- 1 !', TI- 1.1-1/J M/ llf)U::::- Ili· OL.I VI·. T HA, mCJ1T< u ·,o ,l,11• ,·nt r:i,1-1 no !lo - l 11r:,r,•,. ír f r• - pi tal 5a Mntus de atolo os t 'aarapo. quentes conf A prisão dos as- a autorta de ti tc , snl lDntl•r; foi f,•l u, na rn:-intii; cl( riu i n la­ fel 1· .. n~:-· pr·oxlmlda­ clc·s ela Vila .Jut.i, <'fl: '.at1r( .u. ljr] 1 / j ta ', ti 1J l"fl­ dor , com o placar e --l- a l--, Embora tenha cho- v do b na hora u e o almoço ia ser ervido, tnva um Jelicia: Churrasco , ionese, arroz mandioca foram abo- r eados por todos, qu lotaram as dependência da Escola Cus ro Pinto. Numa mesa es­ pecialmen e prepara­ da estavam as autor1 iadcs, JunLomen e e/ Dep. MOka, O Prefel .o .JuvJno, nao parou un só instante, ajudan­ Jo a servir os pre - sentes. De volta ao campo h=:__:-==-------~------------7 con li nunram os jogo.; que adentraram a noi te, com partidas de voleibol. Lá, descansando à sombra d•· uma barra­ ca, emncontramos o Pcefci to Juvino, com quem conversamos bas tnnte. E um dos as - suntos que destaca - mos, ~ o fato de que a fcsLn foi do povo, fciLa pelo povo. Não foi uma festa da Pre a , l 1- li cipio, que acordou cedo ao som de mÚsi- cas que vinham d,1 proça, onde S(' ria CC' lebrada a missa d,· Acão de Graças, o que foi feito por· uma freira, e d o co- mum ern Curacol por nuo haver padr·,· r.d cidade. Presentes a missa cstavurn o Prefeito Municipal e a Primei ra Dama, e autorida­ des como os Vereado­ res e o comandante do Destacamento Mili Lar, Sgt. Queirosa. Logo apos a miscn foram hasteadas as bandeiras do Urasil. do Estado e do Muni­ cípio, ao som da dc­ ce voz da não menos doce... Fafá de De­ lém. Em seguida, todos se dirigiram para o campo de futebol da cidade, onde iriam se realizar diversas partidas envolvendo times de Bela Vista, Caracol e Antonio Jg ão, além dos times infantis de Bela Vis ta e Caracol. Como sempre muito r, tou ul,•grementc. l!n oportunidade: MOka lembrou que e ,Ili (no meio rural) qu,• ,·sti, o futuro cio pnÍs, e· cspcr,, qu o overno p05s dar os subsidios n ce.os@rios para que r!1tore, po. - com ú1t rio , l < t ,,r I d que Juvino nos adi­ antou, é que no dia 1'1 próximo, ele 1-~--------:-:-----:---------------:.~-=:1 juntamente com to - dos os ver·eadores , sem restrição de , Cor Partidária pois como disse: "não quero richas politicas cm nosso meio, e sim, que t~ dos estejam preocv­ pados com o cresci­ mento de Caracol" , quer todos juntos nesse dia, numa reu niao com o Governa­ dor do Estado e ou­ tras lideranças quando levará até eles uma grande quantidade de rei vindicações, solic! mais tranquilidade, referindo-se à Pou­ pança Verde, que pa rece ter ultrapassa do as expectativas do Banco do Brasil. feitura, foi uma fes ta feita com a cola­ boração de muita gen te, a quem o prefei­ to agradece,. entre elas, o Dep. Moka cm < . p<·c ial, o Pre siden e do Clube 1° de Maio, Ado An u-­ n••.,., o Vice• Horácio Godoy, que doou uma vaca para o churras co, o presidente da Liga de Eupor cs Luisinho, pelas pr~ moções espor ivas que aconteceram du­ ran l' todo o dia não esquecendo o prefeito de agrade­ cer a todos que doa ram coisus e os que trabalharam duro du rante todo o dia fazendo com que a festa estivesse mui to bonita e o almo­ ço delicioso. Outro assunto tando todas as me - lhorias de que o municlplo precisa·, que o pessoal es tá preparandi Ja alguns dia. Pelo vis o, d, v ser b±, toante coi a ~-------------- ----------- ----------- ABRA A SUA PORTA PARA O REQUINTE E- O BOM GOSTO SERRISUL MOVEIS SUi RESIDÊHCJ.A OU ESCRITOR![ HEl(C[~ liC!PlA IlE TUOO ATE. REQUINTE E BOI GSTO ARHAIOS GUARDA-ROUPAS E!BIUTIDGS. CCPA, COZI'HA. FABR? CAÇÃO DE HAVEIS COH FADE IRA DE LEI E FOR~ICJ Serrasul Móveis RUA DA REPÚBLICA N' 1oo FONE: 439-1296-BELA VISTA - MS