-1 ,V: a e TRIBUNA DA B[l/ VISTA HATO GROSSO DO SUL MIO XVI- N' 82 30 DE fO OC )987 -- N o·v·n D I R E T O·R 18 D O E BEL ROTIRY VISTA CLUI EDUARDO OCARIZ E ESPOSA lo próximo dia O5) presário Luiz Carlos de junho,sexta feira, Rahal. tomara posse a nova O novo Presidente diretoria do Rotnry do Rotary, para o Club de Bela Vista, biênio 87/88 será o que tem na presidên - jornalistn Ivaldo Pe Mi F tu para Antonio João " trar com indicaçã no Legislativo Esta- dual e manter conta- va dire oria sera no Clube Esportivo Bela vistense com um jan­ tar festivo. Convites foram en viados as autorida - des belavistense:s e auarda-se a presen­ ça maciça dos roo - rianos. Assim flcou cons­ tituida a nova dire­ toria do Rotary: Presidente: Ivaldo Pereira. 19 Vice-Presidente Roberval Borges. 22 Vice-Presidente Evilásio Nunes de Mi l2? Secretario: Reinal ronda. do Campos Azevedo. 1 2 Sccre~Órlo: Harol Protocolo: Ivan Afon- rn. Sidney Nunes Lei- do Braga Cavalheiro. soda Costa Marques. esoureiro: Luiz Car­ lo, Hnha 1. 2 Tesoureiro:Ederny Mirana Silva. Serviços á comunida - le: Cassio Acioly. Serviços Profissiona­ is: Fernando de Frei-­ tas Elias. Serviços Internacio­ nals: Carlos Alberto •'.)cr,riz ,. ílosalino. Atividades pro-juven­ tudu: Garibaldi da ílo sa 1/c to. Desenvolvimento Qua­ dro Social: Eduardo Ocariz. Diretores sem pasta: Ernando Francisco Gas - ( te, Simão Echeverria. HAROLDO CAVALHEIRO. GRliFICI E EDITOR-li BPA INFORMD: A nova OFF • SETT já está funcionalldo VALDEMIR GCKA A Empresa de Sanea menta de Mato Grossq do Sul-SANESUL-deverá iniciar, já no próxi­ mo mês, os trabalhos de extensão da rede de água no municipio de Antonio João, bem como no Distrito de Campestre. A afirmação foi :fei ta esta semana, pelo Deputado Valdemir Mo­ ka Miranda de Brito , do PMDB, depois de en to, nhar o original em Além dessa,impres- perfeitas condições que em 24 horas a nova impressora o içÕes de realizar to os os tipos de serv! equipamentos recebi- melhores preços da re dos pela GRÁFICA E gião. F.DITORA APA, que se Procurem a Gráfica encontra hoje em con e Editora Apa. Bacha pede ressarcimento das terras inundadas 'O Estado de Mato Grosso do Sul e os mu niclpios atingidos devem ser ressarcidos sob forma de energia elétrica e também re­ ceber royalties como pagamento das terras inundadas. em caráter permanente", foram Palavras do Depuatdo Ricardo Bacha ao apar car o deputado Ozéias Pereira em seu nunclamento sobre inundações causadas construção de Usinas Hidrelétricas. VEJA NA PÁGINA 03. os com diretores da { empresa de saneamnen- 1 to. 1 Segundo Moka.o M nicipio de Antonio João, que vive um m ento de acentuado rogresso, necessit e toda a infra-es Lrutura básica para adequar o padrão de vida da população vue ha muito vem exi gindo o beneficio". Da mesma forma, deputado conseguiu a provaçao unanime e Recebemos da Grá sora, a empresa adqui confirmação da Empre fica e Editora Apa . riu também uma copia: Segundo informações de José Penzo,rota­ sa de Energia Elétriuma das empresas do dora Triunfo T 111 C riano, na reunião do Rotary,sexta feira,u­ ca de Mato Grosso d Grupo RBJ - Rede Bela]para cópias a cores,[ma comissão de politicos estete ·esta sema­ Sul-ENERSUL-de que lvistense.de Jornais que será utilizada em na em Campo Grande e lá, junto ao Secretá­ rede de energia ser a informação de que a serviços e trabalhos rio da Fazenda, João Leite Schimidt, veio extendida também n nova impressora OF gráficos. a confirmação: O P..SFAL'l!'O PARA JA.'IDm SERÁ município e distri 5EIT CAI! 510, adaui- Fica o alô para to SEilITCIADO ili 3b DIAS. te , O povo l;>elavistense está há mais de Como j_ustificati- três anos aguardando a pavimentação asfál- / va,o ·parlamentar de. ' tica da BR 060, trecho Bela Vista/Jardim , l taca as mesmas nece_ ~ obra prometida e lançada por dois governa- sidades de "dotar d dores, Wilson e Ramez, sendo que o segundo infra-estrutura básl ainda no seu governo, deu início à obra. ca a região, melhora u..'0:-:~ · Além dessa pavimentação. -;,inda sep:undo do sensivelmente o José Penzo. o Governo do Estado dará inÍ- padrão de vida daqu [cio também as 40 quadras de asfalto na ci- la população", dade. A noticia, divulgada· na reunião do Rota ry, deixou todos satisfeitos, mas a campa: nha que o clube de serviço pretende ini _ ciar na comunidade não foi.descartada,pois todos acreditam, mas ... Informações dão conta que o problema da paralização das obras foimotivadapor fal ta de verbas, mas o Governador Marcelo Mi: randa obteve recursos e rolamento da divi­ da de MS, com isto o "velho sonho dos bela vi=tenses" podera se tornar realidade.É b lerrbrar, .ta'l'bem, que o asfalto para Jardim e as 40 quadras fora:n promessas de campanha, e, segundo os pee:nedebistas, "promessa_ do PMDB é dever Sagrado". rida pela Gráfica di- da a regiao: Se voce retamente de fábrica, tem urgência nos im­ pro- já: está em funcionamenj pressos, é so encami­ pe1a seu serviço será en­ tregue. isto graças ;0s gráficos e com a e melhor qual idade e os Governo do Esta­ do confirma: Asfalto para Jardim sérá reiniciado ativo Caraco e t, )e rl t t rjc p li . qu vem dan • '1 I-11111lcl - () /1, r•;,rlr,r·- rr,•;l L!j, f• e quec1 11 ... s z 1 ' • ro U'JIJl nL' r o. pro) os do Jornal Tribuna da Fronl Ira e deixar meu muln nl o vn - lor de es lm1, por- que esse é o verda- aind de iro papel de jor- Em nt.11. rn~nto UJTA l'P.1..0 l,ISKO. O vereudor Iri - nou t!Pto dn Sl J vr:i­ rn, conLnndo com o apoio doa dernni:; V'.:_ ra lut nr por r· l n s lar 1 ,ll v,•rcndor Marceli­ no Acioll, requerimen o no Diretor Gr• r·al do DERSUL, Dr. Arnaldo F rreira de Souzn, no sen ido que de erminc o pnlrolnmcnto da rodovia que liga a região das Caieiras Justificou que na citada rodovia é grnnclc> o fluxo de cominl1Õcs pesador; que n rodovia se encontra intransitavel devi­ do ás últimas chuvas. sunro DF. GJSi'HF.1'i1J'EilI'1iE O vereador Marcelino Acioli aprcsc-ntou requerimento ao Dr. Alfredo Pinto de Arru da, Secretario de Estado de Saúde, e ao Dr. Aroldo Gnlvão, Diretor da Fundação SESP(FSESP), solicitando inspeção ao tra­ tamento feito no água cm nossa cidade visto o surLo cte gaslrenterite, ocasiona­ do talvez por uma alteração nos produtos químicos utilizados nesse tratamento. PiVl iE!ii7AÇÀO DA BR 060 O mesmo vereador requereu para que se­ ja enviado ofício ao senador Rachid Salda nha Derzi, Senador Wilson Darbosa Martins ao Governador Marcelo Miranda, ao Dr. Ar­ naldo F. de Souza, e aos Deputados Estadg ais Carlos Fróes, Ari Rlgo, Waldemir Moka Ricardo Daclta, aos Deputados Federais Pli nio Dorbosa, .Gandi Jamil, Ruben FIgueir e ao secretário de Estado de Fazenda João Leite Schimidt, solicitando dos mesmos a imediata continuação da pavimentaçio as - fáltica da Rodovia 060, trecho Dela Vista à Jardim uma vez que as máquinas estão em nossa cidade há mais de um ano, e só fize ram 2Km, ficando paradas logo apos as eleições de 15 de novembro passado. Justificou o asfalto da BR 060 já vi - rou um "pesadelo" para os belavistenses. CO'.:SYRUÇAO DA RODOVIÁJUA O vereador Cássio Acioli requereu ao Prefeito Municipal, quanto a informação do Poder Executivo de quando se dará a construção da rodoviária em Bela Vista. Justificando considerou que já estamos no meado do ano de 1987, e nada fora con­ cluído. RATADOURO RMICIPAL O mesmo vereador requereu ao Poder Exe cutivo solicitando com urgência providên- IW,ÇÍ..O ô ,, i,ÇA Marcelo Calvano apresentou requeri nto o Dr, Paulo Dj Imo Modesto, Regional. de Distribuição da ENERSUL emPnta Porá, sol! citando iluminação publica na praça do Mo­ numento Nhandepa e na rua que lia essa praça a Avenida Teodoro Sativa. Jusl i fJcou C]U' rl'cc-b-• inur1c·rils solicl­ tações dos moradores do Bairro Agua Docc­ que necessitamr percorrer esse local para corLnr camLnho, qunndo vol nm do robolhb, escola ou passeio. PRCMUXC IAE!TOS: COLETA DE LIXO CAUSA POLÊICA O vereador Nestor Alameda apresentou Projeto de Lei referente a compra de um. Coletor Compactor para o serviço de limpe­ za p~blic~. o mesmo causou _polêmica e foi derrotado por 6 x 3. "A Prefeitura está falida, não podemos ser condizentes com este absurdo", disse Ivan Marques contrário ao Projeto. "So com a compra de maquinário será pos sível ter melhores condições de trabalho para os lii:eiros", afirmou Nestor Almada favorável. e a prefeitura não tem condições de cum prir com este compromisso". O vereador Anselmo Lopes foi favorável, pois tenho certeza que om melhor equipa - Ricardo Bacha pede res­ sarcimento da.s terras inundadas "0 F. ado te Mato Gros o do Sul munJcÍ lo:; dos sob for .. 1:.l .1 o terras inundas r carater permanen e'', foram palavras do depu ado Ricardo Bach ao apartear o dep tado 0zé!as Pereira er seu pronunciaren o sobre nundaçóes cau­ s das pela construção de Us nas Hldrel­ Lricas. Segundo o deputado Ricardo Bacha, cs­ sas tc>rras rib• irinh·, s:Ío f"Í•rt,•i:; e cl, 1- xam de produzir arroz, feijão, cereais , ou seja alimento para o nosso povo, 7.1I:~. de perder o lCM pela não produção dos l>:!-..'CR,-.::"l'O I..EGISILAYIVO grãos trazendo prejuízo ao Estado. Eis- 0 Presidente· da câmara Municipal de De- te. ainda o problema social causaclo p, 1 1. la Vista promulgou o Decreto Legislativo inundações, onck· os ribci:-inho:; e. •rn e;,,. n9 001/87 que> altera a redação dos artigos ser mudados, r~ass~ntados. 19 e 2Q do Decreto Legislativo ne 001/85, O deputado Ricardo Bacha disse ja ' ... : de 22 de outubro de 1985. Ó subsidio do tido oportunidade d<· •r;-it11r· ,1,.ss<' assun- Prefeito Municipal será de cinquenta Maior Lo exaustivúmwnte com a fletrosul quando Valor Referência - MVR. A verba de repre estava na Presidência da ENERSUL, "nós senlação será igual a 2/3 dos seus subsÍ - notamos que o Estado nunca tevu assento dios. à mesa de negociações para tratar do os- Com isto o Prefci to passará a receber sunto desse interesse'. Quanto a constru em torno de 41 à 42 mil cruzados. ção de Ilha Grande o deputado acha que a barragem poderia ser dividida en duas ou três, de tal forma que o laeo de inunda­ ção diminuísse e não causasse impacto ecológico tão grande como vai causar. "Nbs não temos àÚvida de que a ener gia a ser gerada por Ilha Grande é neces sária ac Estado e ao Pais e nbs não con= testamos absolutamente a necessidade de se gerar c.ssa energia, o que se contesta é a forma autoritária com que a Eletro - sul vemi desenvolvendo _o Projeto e reali­ zando a construção", afirmou o deputado, e explicou ainda que Ilha Grande é impor tante porque faz a passar~m rodo-ferro - via no Estado de Mato Grcsso do Sul e Pa Marcelo Calvano foi contrário porque "o equipamento é honeroso para O município rana, mas que podemos discu ir com o Go­ verno Federal a idealização cesse Proje- to. LUSO COMERCIAL LTDA ,. - . ·.. , . . AGRO PECUARIA LUSO LTDA _ LUSO COMERCIO , • . . F INDUSTRIA DE MADEIRAS.SECAGEM E ARMAZENÀ_ M PHO _ COMPRA E VENDA OE GADO_ MADEIRA_ COMERCIALIZACÃO_ , . . ' Bons Negócios.Lucros Certos Produtividade .RUA DUOUE OE CAXIAS SN _ GUIA LOPES DA LAGUNA_ FONE: 251.1055 PARA RECADOS A RESPEITO DE COMPRA E VENDA ·DE GADO [URGENTE J. TRATAR PELO TE_ FONE. 251 1364 MI S QUATRO MUNIC PIOS DE liberados para plantio de Citros utIv dn Csrp atha Nacio­ o do Cancro Cítrico er Ma CAIECC/Mi vinculada ao , ,, .• nJ ,, 1Jlvul11011 por·L11l'l:1 11utor!1·,r,Jo r, pl 11IJC> de cltr·n:1 nor. munlcj p!o:1 de bodoquena, Terenos, Muu Clara e Hoctl ,cJo. Cc,rn <.,:'la ltlJf•rr,r;no, elcvn-oc n ;.,;, o nú­ mero de municípios de Mato Grosno do Sul, livres d cancro cítrico, de acordo com d.a doo lc•vanl.ndo:; polo DepnrLom ·nto de Inope­ çiío Oc•ft>oa Agropl'cuár.tu - J AGUO, da Se - crotnrln tlc Agriculturo. e Pccuárln, Órgão executor do CANECC em nosso Estado. nn 1 ,! s Cfllrnnclo p ano". Conclui Djalma Rezende que, "es .amos a tendendo as aspirações de crescimento desenvolvlmen o do.Estado, cumprindo de - terminaçoes expressas do Governador Marce lo Miranda Soares", quando de sua recen;e visita ao DOP, acompanhado do Secr·etár·to de Obras, Olavo Vilc:Ja àr> Andrark, "que nos deu a orientação para tocar todos eg­ s2s rtl1.os". HORÁRIO DE ÔNIBUS YW;ÃO CRUZEIRO DO SUL DE BELA VISTA 1 AOUIOAUAIIA • CAM?O GRANDE 5 JO • 11.00 • 15:00 TOllzS C/ ~ "11 jard'.m DE &lA VISTA 1 CÂMPO GRANDE NOTURNO 2J.00 hs OE &lA VISTA 1 P. PORà • 6:00 • 02 00 • 16 00 hs • OE S.:lA VISTA 1 OOURAOOS • 6.00 cJ ~ • tm AA'TÔNIO JOÃO MS • FONE: 439.1495 Rw,ANlÓNIOJOÃOSIN.' BEU VISTA MS. .la.AI. -na:aalA DA hlMHIRA Fundado em 20 de Fevereiro de 1972. P!''lEIRA zado Cliente a par- 1 · ti r de l de maio [Bus Antonio Joio. s/n. - Em frente ao Sindi<-.at.q }'aceitamos encomenda, Rural ~ VAMOS TODOS p • Rua da República, 268 - Caixa Postal 23 sara resas. [ "t"" s] "·· 6n - Cf:.P: 79280 POR t/2 13 N2 197 Est r i t ó r i o e o n tá b i I B e t e .1 ESCRITAS FISCAIS'E CONTÁBEIS Vanderley Cassaroti- CRO/MT 3.857 AV, Eugênio Penzo 570 (Ao lado da ExRtoria) CEP: 79910 CAIXA POSTAL- 23 Affll'OHTO J O.ÃO - liiiS riOUTOR CARLOS A. NAZARI BORGES CAUS~S CÍVEIS E CRIMINAIS. RUA: 15 D:': l"OV6.BRO - 170 - YELEFOl - Fone: '3:,-1203 CEP:•iOOlO •• NTONIO.JOÃO MS Cirurgião Dentista DOL"l'OR UUCIDIO VAI.DEZ DE BARROS CHO 310/11S - Consultório: Rua Mal. Rondon S/N - .Fone: 25t·t7,í7 lleaid=cia: A.v, Cct. Camiaão 1039 - Fone: 2S1-1221_ - IARDIM - MS ca. e a in aao d bcbid;• !o,· cem• Hill'• da. Ficou provada na ,,:;t:ith:tic:.i:-; clr>nt i f'l._ cas que um erço dos fl alcoólatras são ataca ol dos de inflamnção cro e , or nicn do C!n ·ôr.iago I t• r·r •. que o •fel to rJo :,l<;o- r qu" ol no aparf'lho clir,c•o- .. ,o <•u , tivo é de provocar inflama. ·sto: ás vezes, a prisão delnhada de v&mi o, náusea e perturbações ventre. Isso pode ser estivas, tais coo dlarrei •. pr·l• explicado pela rato <1° Vf'ntr•'·. de o alcoólatra comer pouco. Também, sta provado que a quanti­ dade dos alimentos in Todas essas ocorrências são de mo} não auxiliar a Ingestão da alimenta;o c pleta, necessária para o corpo. Porque o álcool no pode ser usado como diurético? geridos pelos alcobla o álcool aumenta a secreção de urina; !l'l tras é muito menor dÕ aumr-n•o porcrr.. e ClU:,wlr. c·m pu·te, pelo a que é comido geralmen, to do álcool ter u:r l Íqui t!o. J r; o quer di­ te pelas outras pesso, zer que qualquer liquido, inclusive a aua as. Em alguns casos aumenta a sr>cr'r•çrio J" 111'in·,, .,,, for lom·,do específicos, o bêba- em grande quantidade _ ;, po::;slvel,quP U".1 lQ do é atacado por uma divlduo use zs bebidas alcoólicas como diu forte diarréia,que é rético, só que não há nenhuma lógica num explicada pelos mécti- ser humano torn·,r :dr,u•s·, c 1 que fz ber cos como sendo o re - para um dctc:rminarlo :,pc,rr>lt.o rio eor·po ,. sultado da provocação prejudica ou~ro .. e excitação causadas Há muitos outros diuré icos qu sao m-- pelas substâncias "en lhores e que apresentam resultados mais b xertadas", que se mi~ néficos e sc:r;uro!:', :-'.•·~ produzírt.:m os efei­ turam com a bebida al tos danosos do &lcool. Aduza a Jsso que os coblica na parede mu- diuréticos são utilizados quando o apare - cosa intestinal.As ve lho urinário estiver atacado por alguma mo zes a diarréia é moti'1éstia. E, neste caso, é proibido, termi :=­ vada pela diminuição nantcmente, a u:ilizaç~o do álcool. Como das vitaminas. exemplo disso. há a inflamação dos rins,da Porque o álcool não uretra ou da bexiga. pode ser utilizado co, Alc Ahmc:d Gazzaoui - Diretor do Centro mo alimento? O álcool sl~miro rir Mato Grosso do Sul. fornece ao corpo calo rias apreciáveis,mas, não deve ser·utiliza­ do como alimento por diversos motivos: 1- Porque tem um efeito químico nocivo sobre alguns teêidos. 2-Po~ que existem outras substâncias alimenta­ res mais baratas e de ingestão mais fácil, que fornecem as calo- rias necessarias e que são mais saudáve­ is para o corpo.O que Abertura e Encerramento de Piras De<:laraçiio do Imposto de Henda - Pessoa Fl,ica t Juridica, Cotn.tos • Recibos t •Corrapc,,é(-ncias .,,, Geral. Botinho e luiz TtCNICOS Rua Antonio João, s/n. - Em freotc :i.o. ,SiDdic:ato Rural EP. 792&0 BELA., VISTA DESRé AS VANTAGENS DO "PASSAPORTE BRASIL NA PALIA DA MO"- Pl011,::1.:SllO ·u.S YI.Gl•::SS llE Ft'.Rl:S, USUFRül:SDO Dl•: DESCO:STOS E:I PAS· SAGE:SS M~m:.S, BESTAUH.:"TJ::~, SHOPl:"G'S, ETC. Passagem Aérea llotilis Passeios Trasla C:r·o:1r,o elo ::u1, n·, l•Jrm·, do. J< l,•,Lc ... l·AZ SABER, aos que o presente Edi .al vi r, rn ou dele conhecimento iverem, expodido nno rnit.oo n9 171 /IJ'l, de PROTESTO JUDICIAL CONTRA ALIENAÇÃO DE BENS, requerida por CEL'l'üN ílO'.ll•.M/H F'F.llilFIH/1 MI L/IJ conlr, M/IUO 1.0UHEJl(O DE ALMEIDA E OUTROS, em trmI .e por este Juízo e Cartório Judicial, que m 1,,·u curnrwlrn(ri.o ntr:n•J• ntlo no mulo que dos nuto:, consta, pelo presente Edi L l que e­ rí1 n CJ xndo no Ecl l r Í e: 1 c, do l· Órurn J oca 1 , no luar de costume publicado ra forma dn lei, pura Notificaçao de possíveis in erets sidos. 'PETIÇAO: Exmo. Sr, Dr. Juiz de 01:­ relto da Vara Civel da Comarca de Bela Vis ta-MS. GELTON ROSEMAH FERREIRA MILAN, bra­ sileiro, casado, pecuarie' a, residente e rri:;ileiros, C'/lSados,clc pccuarisla, ela do lar, r•psirl<'nl.Ps e domi­ cil.iados n nua Alcebiadc:, Bolladi lha dn C11 • nha, s/n2, Fleln Visl a: ABl!AÀO /Hl·10/ Z/CA - HI/S e sua espÔsa D' OLGA 'l'EilFZTNH/ FlT/N - CHI Z/C/HIAS, br;i~.ilciros, c;1sados C'nl.r-e ção, reassumindo, entretanto, nesse caso, sl, ele pecuarista, ela do lar, e ambos re os Outorgantes Vendedores todos os direi­ sidenl<'s e- dornicil i:,do:; :1 Run 13 d<:: Junl10, tos sobre o mencionado excesso". Vale di­ s/n, Bela Vista; e Sl·.BiST1Àll Z/C:illl/S Fl- :wr, MM. Juiz, a cambial cm poder dos Su­ LHO, brasil<'iro. :;olt<'iro, maior. pecuaris plicados não representa uma dÍvida l.Í.qui- ta, residente à Rua 13 ele .lunllo. n2 209 .B~ da e certa, visto que a sua exigibilidade D?. JOSf. ?iULO C!'.lO:"~I la Vista, com fulclo 11,,:; displ):dçÕes dos está vinculada ao contrato. O seu protes- JUIZ DE DE':':ITO artigos 867 e sgs. do Códipo P. Civil, pc- to, a execução forçada, ou mesmo a sua..., ...;;._,;...,;,..;,..;.;..;;..;...;. -f los fatos e fundamentos que, "per:issa v­ nia", passa expor: 1- Pelo incluso Contra­ to Particular de Compra e Venda de Excesso e Compromisso, firmado < ntr,· o Suplicante. como cessionário comprador. ,. os suplica­ dos, como cedentes vendedores, em data de 17 de março de 1986, o Suplicante conven - cionou com os Suplicados a aquisição de uma área de 176 has (cento e setenta e se­ is hectares). constiLulda de um excesso de área do imóvel rural denominado "Fazenda Nira Porã Agroporã 11 , destacado anterior-me!:_ te do imóvel denominado "Fazencta Roncador" situado neste municipio de Bela Vista e ob jeto de matricula aquisitiva n2 1253, d~ Cartório de Hegistro ImobiliGrio de Imóve­ is desta Comarca, tudo de conformidade com as cláusulas primeira, segunda e terc<::ira. 2- Para a leralização desse excesso de 176 has., consoante o estipulado na cláusula sexta, os suplicados, na condição de outor gantes vendeàores, se comprc>m 'teram a dil i genciarem junto aos confrontantes e alie: nantes do imóvel, para conseguirem a anuên eia dos mesmos para a legalização do dito­ excesso junto ao INCRI, visto qu0 se trata de imóvel situado na faixa de fronteira.3- E, pela cláusula sétima, o pagamento do preço daquela venda, cessão e transferên - eia de direitos sobre o referido excesso, representado por uma Nota Promissória no valor de czS 400.000,00 (Quacrocentos Mil Cruzados), venclvel no àia 05 de novembro ceionar o comprador, cados, ficou vinculado @ are do imóvel Jun .o ao rio competente, npÓs 11 r,1I .1c; 11, ,o JUr,'o ao INCRA. Vale dizer, a cambial emitida de conforml dutlc com II cláusula quarta, só em a sua exigibilidade u consequent exequibilidade, quando cumprida as condi­ ções previstas nas clausulas sexta c st! rnu do referido contrato. 4- Ocorre, M/1. Juiz, inobG an e vencido o prazo para o cumprimen o des a condição contracual,pe­ lou Suplico.doe, estes ainda não promove - ram na medidos neccsu5rtas a que se com - prorne t.Pram para a formalização do requer1 menLo de ratificação. Por outro lado, ou SuplieacJou, com bastante insis ~ncia. via L lcfÔnlca, •xlpern do Suplic::mle a imedi a Lu llquidaç&o da cnmblnl, que S<' l'ncon ro vinculada no contrato, inclusive com amen ças de pro cslo e execução. 5- É inques­ •lonável, dota vênia, in casu, o 1nexigi­ bilidnde da referida cambial, uma vez que não foi satisfeita a obrigação contratual nssumldo. pelos Suplicados. Com efeito, na cláusula sétimç.1 ficou assente que "o paa menta da Nota Promissória fica vinculada ; retificaçio da área do imóvel junto ao ruglstro imobiliário competente, ficando o OtJTOílGADO COMPRADOR isento do seu pnga­ mcnto se não for deferido adi a ratifica transferência para terceiros, poderá cau­ sar para o Suplicante sérios danos de or­ dem moral e econômica, além do prejuizo pelo pagamento indevido e injusto a que será compelido. 6- Com escÓrio na lição do Eminente Processualista Ovidio A. 3ap­ tista da Silva, in "DO PHOCESSO CAUTELAR", vol. 10, pg 572, "deve-se incluir no con­ ceito de Alienação de Bens", igualmente as 'formas de transmissão de quaisquer es­ pécies de direito, seja por cessão,renún­ cia ou endosso, como acontecem nos titu - los de crédito que permitem a alienação do direito por tal forma, é cabível, no caso vertente, a pro~oção de Protesto Ju- dicial Contra Alienação de Bens, ante o fundado receio de que a cambial possa a vir ser negociada, ou transferida para terceiros. 7- Diante de todo o exposto,de sejando o Suplicante prevenir responsabi­ lidade. prover a conservação e ressalva de seus direitos, vem promover o presente Protesto .Judicial Contra Alienaçãcrle &ns, contra 9s Suplicados, retro nominados e qualificados, requerendo a V. Exa. a inti mação dos mesmos, por mandado, dos termos da presente medida cautelar· e para que se abstenham de promover o protesto adminis­ trativo, a execução·ou tr·ansferência oara terceiros da Nota Promissória no valor de cz$ 400.000,00 (Quatrocentos Mil Cruza dos), emitida pelo Suplicante em favor da conp '' 1idade Con descri a n procedida as requeridas e, cu <':.:tilo, requer pendentemente de dnndo-:;c ao presen' 1.000,00 (Hum Mi! Cruzados), para .. os legais, D.R.A. esta com os inclusos a cumentos, P. Defer!mnto. Dourados, Me, 13 de maio de 1987 (a) Dr. alo Muro-Advogado-AB/ MS 1431-A. (u) Dr. M guel Anal ontil Ferreira - OAR/MS 2113 Est.E para cue chegue ao cor cimento de todos e ninguém aleue ignorância, foi expe­ dido o prcscn c u:ii tal com prazo ri• ir, H­ as, que será afixado no Fórum local. no lugar de costume e publicado na forma da lei. Dado e passado nesta cidade e comarca de Bela Vista, E ado de Mato Grosso •o Sul, aos quinze dias do mês de maio do ano de mil novecentos e oi'onta c setc. Eu (ed gard Ibanhes) C:screvcnLc, .'ut.lic:-i· l. o dati­ lografci. EM COL E 0,. • A MIM ACOLHI:. Jesus CRl'>TO NO V 1 ·-- .!.. "Os nONS H.BITOS DEVEI SEI CULTIVADOS" • A C:S: :'OV. onmECF. O Qn: IU DE 11El.Hr·tamJo o coun.; c,hP l 11 io. A vi ti::., foi prontamente i n LP mnc!a 111> Hospi t;, l :; t A 1, , xo ,, ;i­ ora a policia quer saber o paradeiro do nvólv: que dsaparcu I,s!cri0sente, i ,, V I c1 d a horas, rumi ln , our • . '- n, 1da: o . ,.., : t t. • tunant r n ,, nh, 1 r-·; , rorno; Ant César A1Vlu e!• r 1r. t; o. e ;1· I' lr-1 ·u • Araujo; medico Fernando d, ri·, ·1 . , 11° r< ,ç() c;ur• [Jt·J I VJ t ·11 1 11 l 11 1 l '( ' 1I lt' • Xt'íi,p lo:l nsa ' ,. ;1. r· ·,1n 1 rar tantos ou- PJtt' iqucerao a nossa í d i c;no COf'"' vivo:· ele- ti ,ll.:ilho f' rl,·cllc·,ç;o r .. r ( - ' r ' .1 ri I r, :- • f ~ 1 C' ,... e~ 1 V 1 l d o , Ma ..... t 1 is, i 'bildino. MOKA trabaJha por mais salas Marce.naria São José C ' f Ili·: : l'.I 1.1 (;11Z.I.I·:~ r . -- MOVEIS FEITAS I ENCOMEM»A-- ENTHE- 1;_)l(>S l·:.t t.,>l l. 1 Jl !·:li 1:111.Jll·: il. 11-:1;(,1> - S.I... Ql'.HTO, ,I.\T li, ,l(l(;os llE ESTOF.­ IIOS, CII Tf'lll.l)f·: BEI.EZ.· E AHTE. ~ -. ':...... t i.. . 2._ _. ! • L, '-· ~ E.I l'OIITO .ICIITl'11(): Ili. > .1 1.. 1•111:1-: · :i·:-? . l'SE . !--l'. 1.1.Gl' f-. E SE'SO .IITISTl:Jl, HEI.E . F.BIIC.C.O 1'01 o,:q rn'T. ESl'Ell.ntos . Sl'. 'ISI r.. E,1 ,1 111>"1 : lll . .11.l.Jlll ~11.tl 1-'IJ; ' llõ:! ! • r. • o;~ -; l cruz1do.--, !• ur, !• ~.-.:' r mil, ja foram repassado. r 11 <·•("Z'1t1ri'l r..!l' Fi.iZ'·n..!·t d<.; F..:tcJ.(10, E:.scola Esta'ul d Primeiro e Se·undo 7ra u.· .10.;:, : , c•i r;ciu, no r..unicÍpio dr> Por•e, :tu:' inh . r· ·1:·.;03 scr·-1irão para conclusão !' • "l : • ;a-r.pl i "J.ção de mais 4 salas d ~1il -:1. !.oj, ccr,ta cor.: sor.-:...-ntt: s<:13 1 ;r:--· :-,~_ n1$0 sua c; acidade de atendimento t.:7, r-.-:r :1lu:1os, er;: três turnos diários .. O rPpnssr dos recursos foi [Pilo pelo deputado 'Waldemir Moka Miranda de Brito , Jo :~D~. rcrrLsen:ante da região de Porto ~urt!nho, depois de gestionar junto ao Se cretário João Leite Shimidt. O Diretor - M!'--------------------------------------------------""51.} jun: o da Escol a, Ângelo Ramão Cardoso FORRE 1 ·ceram1 F abrlca Laje-pré pnrn Forro de Casa, Tijolos 8 Furos, à Vista, Lajotas para Piso, Jose Lemes Bugre, (0(37) 439-1329 Rua fone Tijolos s/n á Tijolos Laminad~ para Maciços, Telhas ·sela Cep Vista Pared1 79/26( MS. rec bu o cheque. EsLivc:r.:cm presentes a solenidade ainda a Presidente da Associação de Pais e Mes­ tres, Valdete Moreira Canto; a Tesoureira Leonilda Balbuena e as professorãs, Zunil da Lopes e Maria Aparecida Costa, que co~ punham a Comissão. Sunundo o deputado ~aldemir ~oka, es - ses representantes e o Diretor Adjunto da Escola obtiveram também, o compromisso do Secretário de Planejamento do Estado, Jor ge Martins, de assinar, em breve, um con­ vênio aditivo: Esse convênio seria da ordem de CzS 924 mil e, serviria para a construção áe uma quadra de esportes, playgroud e muros por toda a extensão do colégio. Esses tra balhos deverão ser iniciados ja, no ini: cio das férias. POSl'O NAC JFO"NCKONANJD)O JEM NOVAS 1E MOJlEJR·-------­ NAS INSTALAÇÕES: ÁLCOOL, DIESEL,